Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05451


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Full Text

Anno
de 1848.
njmm nul'^l-jetOdosol dias cfoe ojo
, d t^rili "' preeVd iRittijr he d
I 4|10<
Sexta-feifa 51
?Je Marco.
1" .....-.-., :r,i^c r^.'.oao
'.
PBAS8S DA LU.V O MfcVA1 MARCO-
P\tVTI3\ DOS CORREIOS.
fjo.'anna e Paraliiha s seguodas esexta feini
KiiHlrande-dn. Norte quinta feraaomeiardia
Cali, erinlicn, Ili-Formoso, Poilo-Calvoe
Macelo, no l.*, 11 e II de cid mez.
(iamnlium Bonito. a 8 e l*.
IIor-VaU e Flores, He
Victoria, s quitil.i-feitas-
Olinda, todos os das.
. a S.'a iVlioraaeiTmin.da manha.
'" ,nu n, l*o e J min. da manl...
&=..* 31. W hora, M .!. da Ur.
Anno XXV. : N. 74.
i______-____l______-
pjtEAH.AR lE HOJE.
Primeira, a l-h)rs e 18 minutos da tard.
segunda, a
^DIAS DA SEMANA.
27 Segunda. S. Roberto. Aud. do J.dos orph.
edo J.do c. iIh 5 y. 'do J. M. da 5 v.
28 Terra. 9. Alexandre. Aud. do J. do civ. da
I. v. do .1. de mi do 2 dist.de t.
29 < inarta. S. Hcrtl.oido. Aud. do J. do civ. I
2 r. e do I. < 30 (.'iiintH. S. Joao Climaco. Aud. do J. de
orph. e da J. municipal da I. v.
31 Sexta. S. Balhina Aud. do J. do civ. da !.
v., e do J. di- paz do i. dist. de t.
1 hablado. S. Macario. Aud. do J. do civ. da
I, r. e do i. de paz do I. dist. de t.
2 Domingo. S. Francisco de Paula.
CAMBIOS NO DA 30 DE MAftQO.
Sobre Londres a 27 V, e7/,d. por l#r
Paris 36' rs. por franco.
LisbAa 10') por 100 de premio.
De*e. de lauras de boa firma a t 3|8 /,
OiiroOMM l-aspanliolas.... 28/000 a
Mocdas de O 00 velli. 16f 100 a
, de O I O' un v..
de 4/000.....
Prala Patacos..........
Pasos oolurnoares...
a Dito mexicanos...,
\Jiuda
i fin d.
ai> m.
lafPOfl
I1100
J}lfil
9.1100
lfa0
IftiO
II80
I#t40
Ae'cifedacoTnp.do eboribe d* S0/00 r. no par
ie/ooo
ln00 a
|J*0 a
IJ010 a
|f800 a
IjU'-'O a
*+&1M3&s^*miM si y*
Pljf E. OFFICIAt.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO- DA lo DO COMIENTE.
Odeles Ao Inspector da thesouraria das reodas pro-
vinriacs, recommendando a rxprdlcao de suas ordens
pura que te entregue :aooarccreiro da cadeia do Cabo
Iild ris, e ao da desta cldade 406/950 rls, para pa-
gimrnto do (|ty despendern! com os respectivos pe-
las pobre, este em todo o mez de feverefro ultima, r
inuelle'do l." de dezembro do anno prximo pausado
>i o lini do citado mez. Tmbem se ardenoi ao cora*
inissarlo-pagador entregasse ao secundo do menciona-
dos carcerelros a quanlia de Hs/itA) ris, para indemni.-
taco do que gastn, em fcverelro, com o sentenciado
lindos da Paratiiba, Alagos eftio-de-Janciro, con des-
uno Iba de Fernando e parliclpou-se ao chefe de
polica. .
Dito Ao mesin o Inspector, determinando faca pa-
gar a Paulo Jos Jomes a quapa te 17/60 res, para in-
deinnisacao do rfue se dcspejidcu coinofornecimenlo de
luiesao esMcameto policial da Vanea. tomiuuni-
In.u-cao chefe de polica. j.,,, ,
Dito Ao juidedlreltodo rime do Rio-Foruioso,
declarando ae a requIsicSo, constante do scu officio de
II do corrente, spde ser satlsfeita dfiols de seliaver
pi ovado que AntonioJos Pimentrf, que ah exerce o lu-
gar de scrivo do jury, Uesubdito portugurx.
DitoAo cainmandamegeral do corpo de polica,
ordenando redura a 11 pracas o destacamento de liuda.
Partldpou-ae ao chefe de polica.
fDEM DO DA 17. .
Oflieio Ao cominandanle das armas, exigindo a te
d'olflcio do cadete do 5.* batalbo de fuzileiros, Ftank-
IJm Antonio" de Abren, para ser transmrttida ao Exm.
presidente do Cear, a fin de ser appcnsa ao proccso
otie se Ihe est formandp uessa provincia.
Dito Ao jui-relator da junta dejustifa, transmit-
tiudo o piocesso de Jos Martin de Oliveira, oldado do
corpo lixo da provnola do Cear.
Dito Ao inspector da thesouraria das rendas pro-
vlnciaes, ordenando mande pagar 29/980 res ao carce-
reiro da cadeia do Cabo, para Indeoinisaciio do que elle
despenden com os) repacos do nuartel do destacamento
do termo. Parllcipou-se ao chefe de polica.
Dito Ao conimandante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Reclfc, sccntllicando-o de liaver
concedido aocaplto* segunda companhia do respecli-
no 7. batalhu a reforma; solicitada por elle no reque-
rmenio infoi mado por.S. S-etn ofBcio desta data.
Portara Nomrando 6." supplente do subdelegad
da ftegpesia do brejo a Antonio Joaqulnv de Mello.
l'uii lieipou-sc ao chefe de polica. -
eXTERlOB.
ga teve de retirar-sa para casa de M. Southern, e all se
conse vou alguna din, at que chegando o paquete nel-
le embarcan para Inglaterra.
Qnriu,poderla acreditar que M. Southern, nao poden-
do conseguir que as exigencia por elle apresntadas a
favor do sen amigo fbsseni attendldas, havla desde en-
tao e por este motivo votar decidido odio ao ministerio,
de que eu fazia parte, c principalmente a inini.?
Pretendeu, alui disto, en.i certa occailo, M. Southern
declso favoravel obre un negocio de minas, em que
ge ramenle se dizia que era nlercssado. A sua prcte li-
cu era injusta e contrara lei, foi por inini ndeferida,
e um tal Indcferlniento me grangeou tambem a inimi-
zade de Mr. Southern. (Sensorio profunda em toila a c-
mara.)
De passagem farel menc,ao de um oulro fado que res-
pita a oUtro diplmala por quein lenho a tnaior cunsi-
derafiio, e de quem fui amigo em algum lempo, dlplo
mata ein quem reconheco excellcntes qnalldades.
TJina revoluco havla tldo lugar no paix vizinho, li-
nha-se verificado all urna alteracao de gover.no, e o ho-
inepi que presidia ao delinos de Hcspanha foi obnga-
do n relirar-sea bordo de nina nao ingiera, O duque de
Victoila chegou s aguas do Tejo conduxido a burdo
dessa nao com a honra de regente t ful instado, foi so-
licitado 6 governo, para que cnnscntssc no desembar-
que do. general Espartero com as honras de regente ;
mas cu resist, resisti o governo. Pergunto : serte
prudente delxar desembarcar em Lisboa o general Es
partero com as honra de regente ? Podcriainos nos, al-
terada a forma de governo em llespanlia, reconhecer
aqu o pretndeme ? {potados.) r^
Rcjeiado oprimeiro pedido, velo o segundo: preten-
deu-sc que o governo consentisse ao menos deseinbar-
casse como particular no sitio de taxias, e que se Ihe
fianqueasse o paco'real para [sua habitaeo. Pergunto
anda : seria prudente que se annuisse aum tal pedi-
do? NSo daria urna semclhanle concessiio justificado
motivo ao governo da nacao viiinha, para esjabeleccr
um conflicto deque poderam resultar fuuestas cense-
quencias para o nosso pali? O diplmala inglcz poderla
Ulvez raier valer o desembarque do oenerai Espartero em
Lisboa, a sua residencia n'uin pnfo real, como um
grande crvico junio do sen governo; mas us, quando
luesmo a exigencia fosse justa, nao tinliamos a certeza
deque, seudoconcedida c eslabelecido o conlliclo, vi-
liam as naos c ircas inglezas defender-nos da aggres-
sao, que poderiamos sofirrr da parte de Hcspanha.
Eslou cansado, peco acamara que permita que eu
faca urna pequea pausa. (O orador fet urna pausa.)
O Sr. Silva Carvalho: Se o digno par me d licenca
passarei a 1er uui parecer dacomurissao de poderes.
O Sr. Condt de Thomar: Pois nao.pdcV. Ex. ler.
U Sr. Silva Carvalho leu o segunte
PARBCM [N. *.]
vergonha que icm a sua origetu nessa ominosa rcvolu-
cao (aiioiu(oi) ._.i.
Se f r. Southern fra sincero, se elle nao pretendesse
em todos os seus otftcios desacreditar o partido modera-
do c exaltar o partido revolucionarlo, rt*o aposentara,
como j dlsse, aecusaedes lao vagas, e nao dcixaria an-
tever nos seus despachos, que os dinhelros pblicos,
quando chegava m a Lisboa, nao tnhain aapplicavao le-
gal que o governo Ihe deva dar.
Se Mr. Sm.ihnn d s suas palavrifs a inlclligcncia
que Ihe deram alguns oradores no parlamento brilannl-
co, isto he, que esses dinheiros era roubados pelos
ministro,entiio hade prrmlltirque eu Ihe diga em mu
fOorador To cuinprimcntado por todos os acus ami-
gos dentro da sala, e porta o esperaran! para o mes-
mo IIm u.n grande numero de dcpulados queohaviaui
esc u lado).
DIARIO HE I'KINMIBIHIO.
PARLAMENTO PORTUGUEZ.
aWS&O DA QAHABA IX *ABM,
W 81 M JJJIIIBOM 1.
( CostikuacaO do n. 71.)
Havla cu dito que era pora sentir que sir R. Pcel,
com o grande talento de q"ue he dotado, o com a boa f
que tanto o caracteris, nao descobrisse o grande espi-
rito d parclalldade que na correspondencia apresenta-
ds ao parlamento se enenntra a favor da junta do Porto
e dos scu sectarios contra o partido e causa da rainha.
berla beni fcil notar mullos factos coinprovalivos dcsla
as.se.r9a0. a maior parle dessa correspondencia dlplo
/laatlca, se falla couslaueincnuJ du despotismo, dearbi-
bariedade e de cornipco da adminisiraciio dos Ca-
braes e do partido carlista ; mas nao se especifica um
nnreo facto, o que torna'.assim, na verdade, mi fcil,
mas ao uiesino tempo mui Improcedente a aecusajo.
He notavel sobre este objeeto o officio de M. Southern
a lord Palmerstoii, em 29 de dezembro ile lS-ili. (Im o
o/feiomlivro axul.) Sr. presidente, ouco ditera um dig-
no par que se senta ao meu lado, que o autor de una
semclhanle coininunicaro parece que cscreva na Chi-
na. Tem rssao o meu cnllega, anda uiuguriu foi menos
verdadelro, descreyendo o estado de Portugal naquclla
poca. NSo.tenho duvida em declarar, ueste parlamen-
to v falsa e ealomniusa una tal conimunicacao, a qual se
por um lado supponho filba das lignedes Intimas que
aempre ligaram M. Southern no partido que, ra oplnio
do governo ingle, pretenda nada menos do que dcs-
thfonar a rainha, c proclamar a repblica ; por outro
lado a considero como resultado da inimizade capital
que me profcssavaaquellc agente brilannico. He mister
que eu d conheciinenlo cmara de alguns factos que,
re por un lado a pdein habilitar para Julgar da impor-
tancia tiesta CominunlcafSo,1Lpoi- nutro lado I1S0 de ha-
bilitar o governo britannico a reconhecer que, einquan-
to liver nos paites' cstrangeiros agentes diplomticos
desta natureza, em lugar de se coniervarcui ou aug-
mentaren! as sympathias a favor do governo e da uacao
briannica, hao de, pelo conlirlo, diinuur considera-
velnwnte.
Corre impressa a historia do que se passou entre o
governo porluguez c o Sr. Olosaga, quando fgido do
seo palz telo procurar asylo Cil^Vorlugal. O Sr. Olosa-
ga foi-m apreaentado eui mlnhacasa por M. Soutliein,
eom o lini de saber se elle poda tci a certeza deque
nao seria incoiiimodado fizando a residencia ueste m.
I'eni pile a enmara sujipr qual seria a iniuha resposia.
Eu va diante de iiiiin um perseguido poltico, c va
atui disto um boinein notavel no seu paiz. Respond lo-
go, que; se todo e qualquer iudividuo perseguido poda
contar com lodos os bous qfficios que a humaiiidade rc-
claniam, o Sr. Olosaga poda, almdisso, contar que se-
ria tratado eiu conformiaade com a su elevada pnii(o
Mas, Sr. presidente, por motivos que agora nao he ne-
cessarin explicar, o governo enlendeu que nao devia
permiitir a reaideucia do Sr. Olosaga na capital, e prde-
"ou que fosse fizada, ou eui Sctubal, 011 em Cintra.
Crelo que o degredo odo era aiulto grande, Desenvol-
verain-se e pozeram-sc emprtica lodos os nie9 para
ser revogda uina tal ordein ; mas oijninislro do reino
j(era eu) a quem eslava enearregado >lgiar sobre a sc-
guraaca publica, cutendeu que tal ordein nao i-
revogada, e efieatrvauente nao o foi anas o Sr. Olota-
A coininisiao eucarregada por esla cmara de dar o
scu parecer sobre a admissao do Exm. bispo de Mirla,
a tomar assenlo na cmara como par do reino, czamipou
abulia de confirmaco deS.S., assim como a cerUduo
desagraco do mesmo Exm. bispo; e reconhccciailoa
identldade da pessoa, entende que no termos do decreto
de 30 de abril de 1826 se Ihe deve'dar entrada na cmara,
prestando previamente o Juramento do Mlylo. Sala da
couimisso, em 31 de Janeiro de 18x8.Jos da Silva Car-
valho. Conde do "orlo-Cvo. Viscondt da Granja.
Foi approvado.
O Sr. Presidente: Os Srs. Silva Carvalho c coude de
Porto-Covo sao uomados introductores dobr. bispo de
l.eiria.
S. Ex. prestou juramento c tomou lugar na cmara.
O >, Conde l 7 Jiotnar : Voltando analysc da pouco
verdadeira cumniunoaco de Air. Southern a lord Pal-
merston, veja a cmara o crdito que ella pode merecer,
nao dlgoj cni vista dos factos de lodos conliecdos, mas
daquclles que acabei de mencionar. Afr. Southern leve
bem cuidado de empregar multas vezes, no seu ollicio,
as palavraa despotismo, arbitrariedade c corrupfdo mas
11S0 disse una so patarra sobre o catado em que seacbou
o paiz durante o tempo das administracoe a que live -a
honra de pcrienccr; nao disac cousa alguma sobre a
tranquillidade publica, de!que te. goxou por tantos an-
uos, apenas alterada ajguiuas vezes pelos mesmos ho-
niens que elle lano favorece em suas corresponden-
cias. Nao disse urna nalavra sobre o augmento do cr-
dito, e sobre o quasi duplicado valor .dos fundo's, ou pa-
pis do apverno, tanto da divida interna, como externa:
creio que os fundos da divida externa, quando" peta pri-
meira vez live a honra de ser chamado aos concelhos
de S. Magestade, valiam, se bem me lelnbro, a triula por
cenlo. ,
(O ir. Conde do Tojal; Alias a vinlee seis por cenlo.J
Equanlo valiam esses papis de crdito no momen-
to em que essa revoluciio do Minho veio assolar o paiz ?
(O Sr. Conde de Porto-Covo: A setenta e dous por
cenlo.)
A cmara acaba de ouvir, he a niais completa respos-
ta que se pode dar s assercdcs de Mr. Southern.
O encArregado de negocio de Inglaterra guardn si-
lencio sobre odesenvolviinenlo do grandes inelbora-
ineiitos matei'aes que esl.iv.uu C111 progresso, quando
teve logar a revoluco, nada dlae sobre o regular pa-
gainBlo dos juros'dti divida-interua e txUrna. Pois
nina admiiiistrofflo que se esfurca por cumplir, c cum-
pli eH'eclvamente obrigajdes de tanta magulludc, me-
rece erjulgada lo severa como falsamente? O mesmo
arespeito do pagamento dos enipregados pblicos.
Nem umo pala v 1.1 a respeito dos militares de opera-
rios, que irabalhavaui na estradas, e que hoje morrciu
ile miseria e de fon.c; mas o cmara acaba de obaervar
como Wr. Southern se esforcou eui fallar do augmento
dos impostos, e das circunislancias Irritantes com que
fram lancados : nao nicnclonoU qnaes forainessas cu-
cuinstancasiriUiiles: fez bem, por esta formaevllou
a analysc.
falla das coutribuicOcs laucadas para as estradas, c
fallou verdade quando disse que nada se fez a favor do
descnvolviincnlo dos recurso d" pa*. edequu nao llu-
via urna so estrada loleravel em Portugal, ue llu-- res-
imnda a provnola do Miho; quelbc rcspoudaui outros
diffeientes pontos, "aonde se achayam em audamenlo
erandes e importantes Irabalbos; que Ihe.respondan,
fs,el onze adozc mil operarios, quc-dcsseslnibalhos t-
ravan. a sua diaria sustensaefio; queTespdadam osj.u-
Avislailoqtiose tcmililo n respeito da commen
do Sanlo-AntHo, resolvemos dirigir-nos i corlo
pessoa respcitavcl, alii residente, pora que nosin-
rorinosse dos aconlecimentns mois nolaveis dessa
parigonf.Esta peggbti rlignou-sedc prestnr-se prom|i-
lamcnlcno favor que Ihe solicitramos, c cscrcvcu-nos
a28iloeorrcnte,'ilrcliraiiilo-nos que, na tarde de
23, partir da cidadeda Victoria para o fregtiezia (II
Kseada tima frr;a dol3pracs, com um corneto,|
eommniitlaila pelo sargunlo do destoca ment poli-
cial, anu du reunlr-so a um Hoco do guardas tiacto-
nsc8 com mo o Sr. Antonio I'eijo do Mello, subde-
legado do predita freguesa, pretenda Wrejar o en-
genho do Sr. coronel Jos Pedro Velloso ta Silvcira ;
ms que inda i.flo conslava que o premeditado va-
rejo hotivcssc sido levado a elTeito.
Atienta a presteza com que o dislincto cidadilo
nos deu a noticia que acabamos de transmitlir aos
leitoros, suppotnos que, accuilendo aos nossos ro-
gos, ello continuara a inteirar-nos do que fOr oc-
correudo pu sua comarca ; o por isso esperamos que,
d'ora avante, podaremos dar cotila circiimstanciada
dos successos que houvcrom lugar nesoo potito da
provincia, quo he um dos que, Di actualidade, mais
oceupam a attcnclo publica.
obra
ravaiu a Slia mana susiliisv""i 'i'--!------------'llk
men os irabalbos a cargo da reparti5ao da. obras pWtf
cas e liara os quaes nao eran, bstanles os operarlo,
ds'iuella reparlicao; obras que loda. para
uucal i cito .erviudo de vergonha aogove
o be. .0 governo uao tem a culpa, nao a ten. ...
os seus antecessorc, para vergonha no.sa mre.,
Itiformam-nos que liontem seguiam estrada de
Santo-AnlSo as 30 pracos quo-daqui siiluram, em
n noite do dia 28, acompatiliondo o Sr. comniatidan-
le geialdo corpo de policio, urna porctlo de arma-
mento c diversos outros petrechos bellicos.
Temos vista dous nmeros 1I0 Noliciador l'a-
rahibano, publicados o 20 c 23 do cadente morco,
los quaes dcpaiamoscom o reltono do estado em
que o Exm. Sr. Fretlcrico Carueiro de Campos dei-
xi.u a Parahiba, ao rclirar-se pora o Rlo-de-Janeiro.
Transcrcveremosestetlocumenl.. em outro numero,
visto nao podermos inscri-lo neste, por falla de cs-
Pa^- -,,
A provincia eslava tranqtulla.
Convsvo-HlciK'ia.
AO PUBLICO.
...... Ouidnon mortalia vectora cogis,
Auri sacra /ame /......
vine
Um libello famoso, Ingerta no Wario-Sovo do 22
do crrenlo, com n assignutura L..R. calum-
niando-me atrozmente, conslitue-mo na triste, po-
rm imperiosa necessidade do manifestar a tnjustica
com que Wo desabridamente sou argido de crmes
do que n.To sou reo : assim o farei, pOISi nlo com a
virulencia do calumnia, mas com o vigpr da ver-
ComecaoA. do libello asseverando que eu Ihe
Iancei a luva o elle a aceitn. N.V. diz bem ; nao Uto
lancei a luva, uo a aceitn ; ai rebato-a, o por isso,
caloinniondo-iiie e injuriniido-mo, mnnejou anuos
indignas, nflo se portn como cavalleiro. Equalo
l'unilamcntoilusle pretendido ou pretextado dosalio,
queso imaginado oxcrtmi umo tilo furibunda lein-
pestade ? Urna declaraco que, dos crios essen-
cisea do kalendario romano, mpresso na typocra-
pliia linparcial, publiquei no Muo de Ptrmmbuco
de 18 do corroiitc, por ordein lo Exm. Sr. Hispo
diocesanu. Isto bastan, mo foi necessano roa 18,
hiaiaque o A. do libello, transformando em cartel
urna simples declaracilo, entundesso nos seus clcu-
los quo esta decluracan era obra minlia, lorpe t*pt-
Jmce eslava eu de coininctler sen elhanle indignida-
e.quiinloa isso so.oppOo a resoluto-quo UnUa
lomado c passo a expr.
Levados de fortes indicios, desde o anno passado,
eu e o m.iu companheiro, o Sr/^Midre Ignacio, des-
conflavamos que o A. do kalcadaiio que mandamos
imprimir, depois denos fazor venda delle, >hn0
assim a propriodode que nelle tinlu. n rei.en1ia pa-
ra a typographia Impareial; o n isto s*> sa oppunha
a" palamdo Sr. L. R. que afllrmou, 11
peasa que ahi esto viva o silo que o A do Kalenila-
rio impresso na sua typograpl.ia naVera o merno A.
do kalendario imi-resso na lypograpliio de ^
Conpanhia. Apenas, pois. aquello To. MV.I lu,
tratoii o meu companheiro de o conferir com 0 au-
tograplioque tinhomos comprado, o de Hielo ues-
cobrio nokalondrio a mesmo erro do autognipho,
quanto a reza de Sanio Thereza em lugar de Santa
Margando, o qual haviamos emendado no nosso
kalcmdario, assim como em onUas oceasirtes temos
emendado outros. inda que o A do libello stip-
potih, lcom o fundamento que soellosahc, que o
aulographoqiierccehomosn. conten nem owini-
moerro. Quanto aos oiilros-tres nrros, nponlodos
com o quo lica rofen.lo na lila mal lulorpretailo de-
claracilo, igualmente os dcscobrimos no kalondano,
mas nilo no aulographo quo nos tocn ; so vem 011
nao no revendido, uo sei, nem mo importa saber,
mas ho cerlo quo bem pdem ler 011 Ira origom. Ite-
conhecidos os orros, teve o meu companheiro a cu-
riosidado de osaponlar, g.iordou o kalondano, e-lo-
go assentmos em nao Halar do seinclhaoto objeeto;
e to iicimenlo ohservoi cu esta rrjsoluilo, quo tima
s palavra nlo disse nunca a S. Esc. IWma. a tal
respeito.'
Pelo que pcrlence revenda" do aulographo, com
a idenlidado doorro que dcscobrimos, unida aos in-
dicios de que fallei, parecen-nos estar provada ;
mas o que a este respeito justifica plenamente dos-
conlianta que livemos e excluo todo o motivo do du-
vida, he o franca O ingenua con'.issao do A. do libello
tiestas dicisivos palaviior : Sabe o Sr padro Gama,
que o reverendo sacerdote, que .faz o kalendario ro-
mano, quo so publica na typographia do Sr. padre
Ignacio, he o mesmo quo o" faz para a minha typo-
graphia. E o quo ser isto i1 So cdigo do A. do
libello, quo qualifica de roubo manifest a publica-
co.quoiienhuma lei prohibe, dos errosdeumoo-
lira, a revenda do um manuscriplo sera um contrac-
to mui innocente, apezar de quo o codiRq quo nos
governo numero entre os crimes do eslellionato a
alheacilo da cousa propri j alheada. Ha, porem,
entro os dous kalendarios urna differenca que nlo
deve passar por alto : o logitimamcnto vendido traz
o nome do A. por ello mesmo assignado no aulogra-
pho ; o outro n3o tem fime do A. A rasio da diffo-
tenca lie bem fcil le perceher.
Nao devo deixar de dizer duas palavras acerca do
ponderoso motivo que de justica exigia n declara-
ciio mandada fazer pelo Exm. prelado. O kalondario
que tantas vezes tonho mcncio'nado, 0 do qual bem
quizera esqtioccr-mo por urna vez, conlm com ef-
feitooserros essenciaos que se Ihe nntaram, o quo
como taes era de absoluta necessidade aponlarom-so
para cautela dos ecclesiasticos quo por elle se go-
vernossom. Suppouhainos, porm, quo dessa decla-
racilo indirectamente resultava o damno de que tilo
acerbaiiierte se queixa o meu gratuito detractor;
deveria por Uso deixar-so le prevenir o erro, em
que alguem poderia cahir por inadverlencia ? Mas
o que se reduz na rcalidade osse to exnggerado
damno!' Qual sera o sacerdote quo no es paco da
qtiasi tres mo/.es nao esteja munido de kalendario?
Ser bem raro quo ainda se procure algum ; mas, co-
mo isto mo seja imnossivel, tanto bastou para in-
llammaro animo generoso do quem mcjtilga domi-
nado de srdida e meiquinlu avareza Nolarei por ul-
timo que indepcndenlemenle dessa, para mim fatal,
deelaracaoe limito antes dola, j a noticia dos er-
ros do kalendario, em que mais nflo allarei, se li-
nha bastantemente divulgado.
Cumprc-mo agora fallar as impulacOo-i quo so
mo lazem de sern um dos quo teem desvirtuado
o anligo respeito o venoracao quo sempre so teve
aos nossos bispos o do ier arrastrado o actual
prelado da igreja Pernambucana para um abysmo.
Isto he, que veidadeiramento, na phrase do meu ag-
gressor, podo qualificar-so de torpeza sem exemplo.
Calumniar, dando alguom como causa de factos pa-
ra os aunes u*) concorreu, posto quo os factos se-
jum reaes, he lorpo ; mas inventar lacios para fazor
passar alguem como causa de factos imaginarios,
he requinte do moldado, he torpeza sem exempl. Em
que consiste essa pretendida davirtuacao ? No arro-
jo com que um ou oulro dscolo, aproveitando-se,
nflo da bem entendida lihcrdade do oscrover, mas
da desenfreiada licomja que ludo iranslorna, tudo
confunde e nada rospeta, tem ousado dosacalar o
Exm prelado Mas que vulto pilem fazor essos pou-
quissiiiios atrabiliarios entre urna populacflo irftoira
t uecoiistanteinento Iho tom dado provas decisivas
do respeito que Ihe tributa r1 E quodire do sonhado
abysmo i1 Nada, porquo este abysmo S podora exis-
tir na imaginaeo de quem o plianlasiou.
N1o he meu intento analysar o escriplo de quo to-
11I10 tratado, e por isso nado direi das palmares 0011-
Iradiccoos, nem das falsas consequencias quo logo
primeira vista nellos* dcscobrem. Nao .lavo, po-
rm deixar de f.izer mensao da delicadeza e urbani-
dadecom quo o seu A. mo Hala, appellidaiido-1110
11 m pobre clrigo do rquiem c de miesar. Eu son
piiiueiio a reconhoeor a minha insullicioncia, o a
confessar que oconceitoquo por ahi se lem formado
do mim he mui superior as minlias poueas luzes. To-
dava ao ler aquellas exprossOes natural mente me
occorreu o ridet etodit do agudo juvonal. E na ver-
dado, persuadir-seum homem de uoubumas leltras
que esla habilitado'para avallar alheios conhecimon-
los, deve causar ao mesmo lempo riso o indignagilo ;
mas cu desprezoi a indignaijao.e conlentei-me com
o riso. Tamhein mecutnprc declarar quo, depois da
me ler vislo obligado a coulradiclar todas as asser-
cos do tneuaBgressor, por lim felizmente deparoi

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com urna em quo perfeitamento concorlo. Teve ello
a singeloza de affirmar no remato do seu libello que
nao he da minlia estofa; nisto convenlio de bom
grado, ejmais ousarei contradize-lo.
.r.80,0"'."1611'.110 com furor> fui 6vemente in-
juriado, ui tratado com o ultimo despre^o. fui ca-
lumniado com summa injusliga ; ludo relevei, mo-
nos a calumnia, da qual era um dcver defender-mo.
O padre,
Francisco Jos Tavarada Gama.
COMMERCIO.
7,mbnenf PI,na,P,8^a' mas de 50 P*" go-
n esSectartl10 "a catxa do theatro!
rvao estando mais em uso na corte deste imperio
os nramassacros no lempo da Quaresma, mas os ro-
mnticos, a beneficiada ancou mSodotio Interes-
ante drama -.1 verdadeira D. Ignez do composi-
.aoaoimmortairerreira, que as sceuas uatheti-
cas aa intenta de Navarra com Ignez, osmeninos
AiionsoeDinizcomo rej seu av, eoutras passa-
gens lindas e agradavdisvlanta diflerenga faz da tra-
gedia de Jolo Baptista.
[Principiar as horas do costume.1
Alfandega.
HKNDIMKNTODODIA 30.........
Descarregam hoje, 31 de raorfo.
Galera Sword-Fk mercadorlas.
arca F-idom.
Calera Imperatriz linguados de ferro.
5:487,515
Gcral .
Diversas
CiNSULADOGERAK.
RENDIMFNTO DO DA 30.
so
provincias
2:975,859
86,472
3:062,331
COiNSUI,VD< PROVINCIAL.
i!i:.\i,ii!i:vro no da 30............ i:697,4io
Hoviniento
do Porto,
Navios entrados no dia 30.
l'ar, Maranlio, palo Cear 21 dias, c do ultimo
porto f2 das, brigue-cscuna brasileiro de ouorra
Piroja, commandante o l. toncntc Nuno Alves
Pereira de Mello Cardozo. Traz a seu bordo os 4
capitaes Luiz-da Frarjca Leite, Joflo Jos Gomes,
Raymundo Jos dos Santos o Manoel de liveir
Guimaraes, e o alferes Antonio Eloy da Cunda
Mello.
Macei, 4 dias, brigue de guerra inglcz Crecan, com-
mandante o capititoTindal.
Parabiba 2 das, date brasileiro Santu-Cru*. de
21 toneladas, capitao Antonio Manoel Alfonso c-
quipagem 4, carga toros de mangue ; ao capitao
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio-Grande-do-Sul por Santa-Catharina, patacho
hrasileiro Espadarle, capitao Folizardo Jos Ma-
na, carga assucar: Passageiros.o capitao do 3. ba-
tallmoderuzleiros Antonio dos Santos Vasques
com sua familia, Manso Soarcs de Noronha, Dra-
sileiros. '
Lisboa, patacho brasileiro Clsmenlina, capitao Izi-
dro Ayres de Souza, carga assucar.
Grandecosmorama
Hoje starSo oxpostas, das 6 horas da Urde em
diante, no saiao do Collegio, junto a Coogregacao,
as seguintes vistas:
1.' A coroacao do Sr. D. Pedro II. Esta allegoria
representa o imperador sobre urna esphera rece-
bendo as felicitacOos das'provincias, em comnu's-
sfio, tendo dos lados dous indgenas, do sul e do
norte; e na base, a justicie a virtudc : representan-
Ido o resto do quadro muito povo e tropa, o alguns
j pedacos do paisagens do Brasil.
2.* O interior da matriz de S -Jos que aqu
est odilicando, delineado por A. II. Willmor.
3.'A cidade do Itio-de-Janeiro pelo lado da icreia
de N. S. da Gloria. '
4. A cidade do Lisboa polo lado da Almada.
5." A ruad'Alcalla em Madrid.
6. A passagem de Napoloflo sobre os Alpes em o
annodc 1800 naestagao invernosa.
7.' O interior de um convento na Blgica.
8.' A cidade de Tunis, em Argel, pelo Jado do ba-
lacio do governo.
9.' A cidade do Zurich, na Suissa polo lado do
rio.
10. A cidade do Messina na Italia. .
11. O palacio do rei em Stockholmo, pelo lado do
mar.
12. A cida.de de aples.
13. Urna casa de campo, na Polonia, em urna noi-
te do la.
14. Um Bazar na cidade de Florenca.
15. Lina cscala em Tyrol, n'Auslria.
Adverte-se que os buhles vendem-se na portada
entrada a 1,000 rs. para homem e a 500 rs. para
as senliorasc meninos os poderSo tor entrada as
pessoasque frem decentemente vestidas.
Elementos de direito natural,
pelo doutorP. Autran da Matla Albuquerque: obra
approvada pelos Srs. lentas do curso jurdico para
servir de texto s licOes do direito natural, 1 v.,
1848: na livraria do edictor', na esquina do Col-,
legio.
Publicaco jurdica.
Acha-se sb o prlo o 2' e 3' volumes do Direito ci-
vil lusitano, por Mello Freir, augmentado com notas
dos melhorespraxistas o icios, e legislacao brasi-
leira, at o prsenle publicada. Subsc/eve-se para
este volume na praga da Independencia, livraria, ns.
6e8, onde se irao entregando aos Sra. acadmicos
as folhas que so frem publicando.
Publicbalo polifica.
Sahio luz, no dia 25 do corrento, e acha-se
venda na livraria do doutor Bernardo Coutinho, na
esquina do Collogio, urna Memoria acerca do gover-
no representativo'; na qual, tratando-sede algumes
ilas mais transcendentes questOesom poltica indi-
ca-se, alm domis cousas importantes ao. Brasil ,
etc., o moiodo todos os partidos, bm intenciona-
dos, conscguiremseu desidertum. Cada exemplar
custar 1,000 rs.
EDITA L.
Mtguel Arrhanio Monteiro de Andrade ocial da im-
perial ordem da Rosa, cavalleiro da de Christo e ins-
pector da alfandega de Pernambuco, por S M o
Imperador, que Dos guarde, etc.
Faz saber quo sal.bado 1." do mez vindoii-
ro, se h,io de arrematar em basto publica porta
da alfandega, ao mcio da, 7i duziasde lencos de
cambala do I111I10, no valor de 250,000 rs impug-
nados pelo feitor conferenle Gustavo Jos-do llego
sendo a arrematadlo sulijeita a dreilos.
Alfandega, 30 de marco de 1848.
Miguel Archanio Monteiro de Andrade.
Declaractk
>s.
CAPITANA DO PORTO.
Estando anda por sercm arroladas e numerados
militas embarcacOes emprogadas uesla cidade na
pescara, e em diversos oulros servcos do mar, in-
clusive as de servico particular, n3o obstante os e-
iiaes marcando os prazos em que doveriam ser 0-
presentadas para esse lim ; faz-so publico aos res-
pectivos proprielarios, que, nao subjeitando-as a is-
so no do lo das, contados da data deste, se pratica-
ra contra ellos na conformidade do disposto no aviso
imperial do 22 de fovereito lindo, cujo contexto de-
clara o edital desla capitana de 3 do corronle mez,
pubhcadp nos Diario dcsta cidade.
Capitana do porto de Pernambuco, 24 de marco
UG 1848, *
Rodrigo Theudor*de Frtita,
CapitSo do porto.
Pibiicacoes JLiiteraras.
^* Devendo o Cinco Mil, poema escolenle,
Aos CINCO MIL, parlido atragoado,
Desabusar o maisco.nplctamenle.
Para que nem um s fique engaado;
A elle, CINCO MIL, porcSo valente !..
Vai seu prego ficar mais moderado ;
Por um cruzado s compra-lo-heia:
Da Independencia praca o acharis.
GRAMMATICA LATINA.
Brevemente sahir luz o Manual noviscimo
dos estiidantes de latim oxtrahido doa mclhore*
compendios de grammatica latinbate agora publi-
cados o organisado do modo mais cuuveniente pa-
ra so ensinar. Conten, em menor espaco do que a
arto do padre Antonio Pcreira, quanto he esaencial
saber-sede cor, semlo acompanhado era cada pa-
gina de copiosas notas explicativas das regraa e ex-
cepces mais precisas quo se nao usara dar de cor.
As qualro partes da grammatica sao [raladas com
ordem e clareza ; a syntaxe be segura de modelos
deanalysegrammatical, para guiar a fraea com-
prehensSo dos principiantes. Conm. alm disso ,
a arte mtrica a niylhologia o um brave tratado
dos coslumes e ceremonias, tanto civis com religio-
sas dos anligos Romanos, materia ulilissima para a
intclligcncia dos classiros latinos. O sobredito ma-
nual formar um volume de cerca do 300 paginas
em oitavo. O prego para os assignautes he 3,000 rs
cada exemplar ; depois da distribuig.lo ser elevado
a 5,000 rs. Asuhscripgaocstabertanarua daQuci-
mado.loja 11. 17 o 110 lercciro andar por cima da
dita loja c as lojas do livros da praga da Inde-
pendencia e da ra da Cruz, no Recife.
Avisos martimos.
Frela-se ou carrega-so a volumes para qual-
quer dos porlos do norte at o Cear a barcaga San-
Jo/lo-Baptista : quema pretonder diriia-se a ra da
Cruz no Recfo, n. 36,
Para Lisboa pretende sabir, com a maior bre-
vidade, o inuito veleiro e superior brigue porluguoz
Sublime, capitao Jo3o Francisco de Amor; quem no
mesmo quTzer carregar, ou ir de passagem diriia-se
aosseusconsignatarios, Oliveira irm3os & Compa-
nhia ou ao capitao., na praga do Comtnercio, e na
ra da Cruz, n. 9.
Avisns diversos.

IRIS,
jornal do sciencias, lettras, conhecimentos uteis,
noticiase variedades, publicado no Ro-de-Janeiro
eredigidopeloSr. Jos Feliciano .de Casllho Bar-
reto e Noronha.
Esta publinagto le.m por lim o iustrucgo, raereio
einteresse dasduas nagOes brasileira o porlugue-
za, vulgansando com especialdado noges donde a
iimaou a oulra possa resultar proveito, esforcan-
do-se por tornar anda mais condecidos ua Europa
a natureza e o progresso do Brasil, mais condecidos
anda no Brasil os adiantamentos da sociedade eu-
ropea. 0 Iris sabe a luz nos dias 1. o 15 de cada
mez, em folio, cada numero contera 32 paginas de
impressao. Nao se tomam assignatura senSo por
semestre canto; porm, o primeiro semestre de
1848 encerra nove nmeros A assignatura he paga
odiantada, por semestre 8,000 rs. e por auno 10,000
rs, na na da Gadeia do Itccife, luja de livros do
Cardozo Ayres, onde os Sis. que j assrginram.
podem ir buscar o 1." numero.
Os Srs. accionistas que anda tifio realisaram ..
prestaglodc4porcento queiram faze-lo, quanto
antes; certos do que a administraciio vai dar cutn-
prnncnto ao artigo 9 dos estatudos.
O secretario,
D. J. remandes llanos.
THFATBO PUBIJGO.
DOMINGO 2 DE ABRIL ,
^beneficio da joven Je4uina, se representa o grande
A vetdadeira D, lgnez de Castro,
a qual ser decorada com alinda vista da fonte dos
amores de Ignez, denominada depois a K das
Lagrimas: sera ornada con. o repuso o o me *"
1 r.ifiani.smo com quo em 1836 foi cm benfico
da pnmeira dama, que foi tal a concurrencia, que
Chrunica Iliteraria, jornal Je nstrucgo e recreio
publicado no Rio-dc-Joneiro, sernanalinente, por u-
111a associagaode littoratos brasileros. Oprego da as-
signatura do de 6,000 rs. poranno, pagos adianta-
dos por 52 nmeros. Rocebem-se assgnaturas, para
este intcressante jornal, na ra da Cadeia do Recire,
loja do Joflo da Cunda Magaldfles, sonde j Se en-
conlrarao os us. f a 8. .H
Na mesma loja se vendem as poesas de JoSo de Lo-
mos Caslclbranco, 1 volume por 1,500 rs.
Ilevisla Universal Brasileira, jornal de nstruc-
gfioerecroio, l voluroo, 5,000 rs.
Sadiram luz os QucslOes de philosophia,
conleudas no programma adoptado para o exame
do bacdarelado em lettras da universidade de Parig,
por A. Cliarma Iraduzidas do francez da terceira
edigflo, por Antonio llerctilano de Souza Bandeira
colS ZrT1!!0'!? !,r?fessor. -le pdilosophi .- u*,roesaores de daguerreolyp
Approv.do e adoo.Hln nH^'^ JUnd'C%,le .t>M':'la- ^ifkso(; w- "rodricks ?etiram-se
A|i|iiovatio e adoptado pela congregacao dos Srs, -~-
itnles.para servir do texto s ligOes o examespre-
domianOS re,paMva disciplina na mesma aca-
"Nua ra da Santa-Rita,n. 27,onsinam-se meninas,
as primoiras lettras, grammatica portugueza, aritd-
motica,costura laVarinto, marcare fazer Dores,
quem quzerdirija-se a mesma casa." .
--Na lypographia Nazarena precisa-se de compo-
sitores al 4: pagam-se-lhes bem o servigo que
presta rem.
Alugam-so as seguintes casas-: um sobrado
comsotao, lojas e quintal, na ra do Sebo, n. 50,
por 300,000rs. anuuaes; duas casas terreas com
quintal, cacimba e mais commodo para grande fa-
milia, na ra da Uniilo, por 14,000 rs. mensaes ;
duas ditas com iguacs commodos, na Trempe, ra
da Solodade, ns. 35 e 33, por 10,000 rs. mensaes ;
duas ditas pequeas, na ra do Sebo, ns. 52e54, por
7,000 rs. mensaes : quem pretender dirija-se ao es-
critorio de Francisco Antonio deOliveira, na ra
da Aurora, n. 26.
4. Precisa-se de 100,000 rs. a juros, a dous por
cento ao mez, sobre ponhores de ouro: quem quizer
dar annuncie com brevidade.
HEBRA lil), ra Nova, n. 69, tem a honra de avi-
sar aorespetavel publico, que estabeleceu desde
o [..niciro de marco do correte anno um arma-
zem de comestives o moldados debaixo da firma
de Hebrard& Companhia na ra do Trapiche-No-
vo, u. 22. O Sr. Fernando de Lucra, como empregado
neslecslabcleciment, lie autorisado a fazer todas
aslransacgOos necc'ssarias d compras e vendas.
Polo ultimo navio chegou-lhe do Franga um bel-
lo sortinientodo conservas, como hervidlas, lingui-
gas, fructas conservadas em licor o xarope, vinhos
de Bordeaux em quartolas e garrafas, verdadeiro
niaraskinodeZara, absinlhe, kirek daSuissa, azei-
tolliio do Sr. Plagnal de Marslba etc. Oabai-
xn assfgnado roga as possoas que o leom honra-
do at agora com a sua confianga, a continua-
c-io da mesma para o sou novo estabelecimen-
to para o que empregar todos, .os seus esforgos ,
iilim que se torne elledigno do respetavel publico. -
Pernambuco, 30 de margo de 1848. Hebrard.
, Mr. Calinont &C. avsam osSrs.de engndoe
seus agenlos, que continuam a ler um completo sor-
tiniento de moendas, taixas de forro batido e coado
de todas as dimcnsOes e varios modelos. Temos
principalmente a recomniendar a nossos freguezes
a boa construcgiio, tanto na seguranca como no per-
feto acabainento do todos estes objects, pois s3o
foitos de ferro da mais superior qualidado, do modo
que rivalisam com o mais lino que da nesle genero.
Tarjibem se vendem todos os utensilios necessarios
e indispensaves nos fabricos do assucar, a saber :
formas de ferro, espuuiadeiras, canecos, reparti-
deiras, etc. etc., feilo de metal branco muito du-
radouro, o por prego muto mais commodo do quo o
desses que se usaram de cobro.. Os pretendentes dl-
rijam-seao armazem da ra de Apollo, 11. 6,ouao es-
criptorio, ua praga do Corpo-Santo, ti. 11.
O annuncio publicado hotitem com as lettras
J. de F. Baiboza no se entonde com o Sr. Jo3o de
Freitas Barbosa, mas sim com os Srs. Silveira &
Froitas, e este mesmo negocio j so achu liaui-
dado.
O tnturciroquo morou na ruadas Agoas-Ver-
des, mudou a sua residencia para o fin da ra do
Sunta-Thcreza travessa do Poclpho ond# esta
prompto para lingir lodas as q^alidades de fazendas
de laa e seda, los do todas as qualidades, chapeos
do Cbili para se ror preto, por prego commodo na
casa n. 7.
---Precisa-se alugarum sobrado, 1.'andar, para
pequea familia, nasseguintes ras: Direita, Ca-
deia, Cruz, llortas, Collegio e estrella do Rozario,
preertndo-se de um s andar quem livor dirija-
se a lypographia deste Diario.
Manoel de Almeida Lopes roga ao autor do an-
nuncio, a rcspeilo de urna escrava do Sr. Manoel Xa-
vier Carnetro do Albuquerque, que baja declarar
se seentendoconi elle.
--Joo de Froilas Barbosa, empregado da alfan-
dega roga ao autor do annuucio publicado no Dia-
rto de 30 do corrente, que baja de declarar so se
enlaiide com elle..
-- (,,> professores de daguerreolypo L. I). Fre-
s retiram-se para fra da
provincia.
j, -* Aluga-se urna casa torrea na ra do Caldeirci-
* uesu cuiade n. 70 com duas salas, 3 quartos,
co/inlia tora bom quintal, cacimba e um telheiro
no fundo: a tratar na ra larga db Rozario, n. 4tf
LOTERA
. Ho Hospital Pedro II.
Correm sem duvirja nenhuma as roda
desta -lotera no .dia 8 do prximo niez de
abril como se tem annunciado, o Jj.
minuto numero de bilhetfii que anda
existemsse venderao at as 6 horas da
tarde do dia 6, porque desta hora cm
(liante, se restaren) alguns, ficarao uer,
lencendo a urna pessoa que os quer' com.
prar. ",
Precisa-se alugar urna preta, o um molenu
quoseja fiel e esperto, para vender na ru azeitd
carrapato e outras vendas : na ra Direita, n 78
~ A masa regedora da irmandado do Sr. dos pj.
sos da matriz de S.-Fr.-Pedro-Gongalves, tendo 1
xpOr aos fiis, o mesmo Scnhor om solemne procit
sao no da 7 de abril prximo vindouro previn
aos moradores das ras, desdo a matriz da Roa-Vis
ta em direitura at a ra da Cruz, e dahi pelas ni
Tanoeiros e Trapiche, para quo tonham as niesmu
ras limpas e assoadas para maior decencia de u
acto de tanta religiosidade : lambem roga ao Srs
sacerdotes-e minoristas, que se dignarem compi-
nliar a mesma procisso, so aprosntarem com
soiis roquetes alim de que possam receber o bran-
dSo da irmandade, e tornar-s deal'arle mais pora-
posa o drllhante a mesma procissao. .
Frecsa-se de um bom refinador de
assucar, od-se bom ordenado; na ra
da Cadeia do Recife, loja n. 5o. Ni
---Joflo Vasques, Hespanhol, retira-se para a ci-
dade. do Porto, levando em sua compendia seu crii-
do, de nome Manoel Gongalves da Silva.
Manoel Correia dos Santos, Portuguez. retir,
separa a ilda de San-Miguel.
Lindes de latim.'
Dfio-se licOes de latim duas vezes ao dia, dsst
horas da manhfla at as8 : e das da tarde al ls g
na ra do Queimado, n. 17, torceiro andar: a tratar
com Umbelino Guedes de Mello, nesse fugar a es-
sas horas e na thesouraria da. fazenda entre as a
da nianhaa e asduas tarde.
lioga-se ao autor do annuncio,re-
lativo a escrava que se deu para Tender,
que quera declarar se fica foi passado
pelo vendedor de escravos da ra das La-
rangeiras Francisco Matbias Preira da
Costa.
A pessoa quo annunciou qucrer.comprar, pan
urna encommenda duasescravas mogas, quorenJo
urna de 14 anuos que sabe cozinliar o diario de
urna casa, eque lom principios de engommar liso,
dirija-se a Camboa-do-Carmo, n. 33.
Na ra de Agoat-Verdes n. 46,
ha urna pessoa idnea quesepropO a ensinar cor-
rectamente traduzir e fallar a lingos franceza e n-
gleza inda mesmo em casas particulares: tambera
so tiram passaportes para dentro e fra do imperio,
por prego mais commodo do que em outra qualquer
parte e com a maior prorriptidSo.'
Manoel Jos de Aguiar faz sciente ao respeta-
vel publico], que comprou a venda do Sr. FranciVcu
Vaz Percira, sitana ra doVigario, n. 13, desde odia
13 de fevereiro de 1848 : (cando certos de que dita
firma n&o fica responsavel por divida alguma,conln-
dida no lempo do dito Pereira. Recite, 28 de mar-
go de 1848.
-- O dono da padaria de urna porta, na praga di
S.-Cruz desejando que seus bons freguezes sejia
bem servidos-, e achem sempre o que se faz em
oulra qualquor padaria quando no possa sernie-
llior, ao monos igual, resolveq fazer bolacliinhai
que chamam de araruta, monos elle, p pode asse-
verar aos seus froguezes que all a acdarSo sempre
tresquinhas a 320 rs. a libra, e que as vende de
baixo do titulo de regala para nao confundircom
outras quo tem.
Aluga-se um prelo, ou preta para yenderfazen-
das com oulra pessoa : qiiem a tivpr annuocie, no
dirija-se a ra do Vigario, n. 19.
SOCIEDADE H. THEATBAL.
O primeiro socretario, em cumprimento do artigo
10 dos estatutos, scionlifica aos Srs. ocios, que na
dia2doproximoabril,-pelas10 horas da manlii,
lia^sra rountao, no salao do Uiealro de Ajiollo, di
assemblea geral, para execu,gao do disposto no 1.*
do artigo 13 do mesmo estatuto.
SebastiaoJosp da Costa e Antonio Jos de Sou-
za retiram-se para Portugal.
--- Precisa-se do um caixeiro. para venda, con
prattea ou sem ella, que d fiador a sua conducta i
na ra da Santa-Cruzan. 3.
0 Sr. Iie.nrique Pereira da Silva baja de procu-
rar urna carta vinda doJ'orto, na tenda de emni-
Ihador, ra da Cadeia de Santo-Antonio, n. 14.'
Outlherme Antonio Saborido e Jos Antonio
Branco reliram-se para fr da provincia.
-- Atrs do theatro, na cocheira de Jup da Cunhi
itois, alugam-se bons.cavallos para passeios e ia-
gens,eleuibamcoinpram-se, vendem-se e trocam-
se: na mesma ha parase alugar'urna preta, sendo
ba^cozulietra, compiadcira, muito del o sem vi-
--Tdom do Reg, natural da ilha de San-Miguel,
reilra-se desta provincia, para tratar de sua sade.
. Os Srs. que assignaratn para a traduccilo da
piiilosoplua deCharma, emlinda. a quero raltim
as ultimas folhas, queiram ler a boudade de as ir
receber no |ugar j sabido.
Retratos do daguerreolypo.
O abaixo assignado avisa aspessoas que encoin-
mendaram medalhas, que acaba de receber um bel-
lo sorliment das meamas; o como tenciona demo-
rar-so por-uns poucos de das mais nesta cidade,"
scieutilica a aquellas que anda precisarem dos seus
servigos, a aproveitarem o lempo com toda a brevi-
dade. possivel.
Carlos D. I'redricks. .
--aSrs. dotttores Miguel Ar-
chanjo da Silva Costa o JoOo Vicente da Silva Costa .
queirarn dirjgr-at a ru.a do Crespo, n. 9. ti
- Ju3o da ^M Boleliio retira-, para fra do I
imperio, levanoo obriulio menor om sua com-
pauliia,.


*
====3!

--Precisa-se de urna Ioja com armagBo ou sem
ella : do-so 300,000 rs. ou mais de I uvas pela cha-
ve sondo as seguinte* ras : Cadeia do Itecife ,
Nova, Cabuga, Livramento e Quoimado : quem%a ti-
I vor e quizer aiugar dirija-so u ra larga do Rozario,
floja n. 35, a Tallar com dono, que elle dir qucm
precian, ou anuncie por esta l'olha.
Kouard, horticultor de f
Lyoi
tcm a honra de participar ao respeitavel
publico, e principalmente aos amantes das a
bellas flores, que tenciona demorar-so nesta
praga smente at o limilo me/.: por conse- 2
S guinte, convida o inesmo Rouard as pesadas S
C que quizerem aoroveitar-se da occasiflo, a se S
5 dirrgirem no" Alerro-da-Ba>-Vis|.a, onde o- f
g charUo vondendo as mesmas flores e semenles s
S por todo o prego. J?
Oabaixoassignadofazscientcao publico, que
linhaem poder do seu procurador, o solicitador
jolo Gomes Marlins, duas leltras assgnadas por Jofo
FreJorieo de Abreu Reg, sacadas pelo annuncian-
to, sendo escriptas pelo mesmo Marlins a quom
foran entreguen para tratar de sua cobranga as-
sim como uns.ponhores de ouro e dous relogjfta
tambeni de ouro k e procurando-os o annuncaql;
antes que o dito Marlins fatlecesse, leve em respos-
mqueos tinha nm-casa, oque existia em sua casa
urna carta quo por olla se saberia onde elles se
achara : e agora, procurando o annuncianteas let-
Iras o os penliores no apparecem o a "mulher do
mesmo responde que nSo sabe de taes cousas. Por-
tnle, ninguem faca negocio a respeito das das
leUrea,* o annunciante gratificarn quem Ihe der
noticia onde seacliam ditos penhores o no caso de
i'starem cmpenhados por alguma quantia o annun-
ciaaase responsabitisa a pagar, para os receber.
Jos da Silva Moreira,
Dentista.
D.#. Baynon, oirurgiSo dentista dos Estados-Unidos
da America do Norte, recentomente anegado a esta
cidade, participa ao respeitavel publico e aos suus
amigos que tencionn seguir dcsla cidade para os
porto* sut em breve lempo : assim, roga ss
pussoaaque se quizerem utilisar do seu presumo,
dirijam-ac a ra da Cruz, n. 40, segundo andar.
CIIAPKOSDESOL^
Rhjh do Passeio*Publico, n. 5.
Joflo Loubct participa ao respeitavel publico, que
recebw. J>or osles ultimosnavios francozes, um com-
pleto sortimento de chapeos de sol, do seda, amis
rica e superior qualidade; furta-cOres e outras mui-
tas cmihecidas, tanto para homens, como para Sras
e meninos. No mesmo eslabelecimento ha um sorti-
mento do chapeos de sol de paninhe, dos mais nio-
deruos; ditos rauito grandes, proprios para homens
decampo : tambem tem chapeos de sol de paninho
para meninos e meninas, por scrcm muito finos: po-
dem-se chamar chapeos de economa. Na mesma Ioja
lia sortimento'de bengalas, bengaliuhas e chicotes
muito modernos; cobre-se qualquer armacSo de cha-
peos de sol, com sedas de todas as cores e qualida-
des. Na mesma casa ha um grande sortimento de
paiiiinlios trancados e lisos, imitando seda, para
colirir os mesrtios:. desta fazenda se vende aretalho.
Concorta-se todo qualquer chapeo de sol, por havor
um completo sortimento de todos os pertenecs para
os mosmos, com toda a perfeicflo e brtvidade.
Vflo comecar. no coltegio de Santo-Antonio os
cursos de philosophia e geometra ; e o respectivo
profeasor, oSr. Antonio Pedro deFgueiredo, com-
promette-se a esforcar-se, para que os seus alum-
nos aproveilem-no o mais possivel: os quo quize-
rem eatudar estas disciplinas, apressem-se, quanto
antes, para, nao perderem as primeiras ligos,
-..Agenceiam-se as coapras e vendas
de quaesquer, objectos serios, com aquel-
la ^romptido e intelligencia de tima pes-
aos que tem >4 annos de pratica de com-
mereio : na ra dds Larangeiras, n. i4,
CvSA DE MODAS FRAN"
j CEZAS. "
M.MILLOCHA,
no Atcrro-da Boa-Vista, n. 1,
primeiro andar,
com a entrada pelo portfo do oit.lo, acaba de rece-
ber, pelo ultimo navio vindo de Franca, um rico
sortimento do modas e de objectos para a Quaresma,
a saber : lindse oscolhidos chapeos do senhora ,
do todas as cores e do ultimo gosto: sedas pretas
achamatotadas, para vestidos emanteletas; grs de
aple preto e encorpado, para os ditos; trancas e
franjas pretas, muito ricas, para enfeites de ves-
tidos e manteletas ; ricos bareges pretos, sem mis-
tura dealgodo e com listras assetinadas; mantas
e manlilhas para a cabeca de rico bico proto, para
senhora e meninas ; veos ; bicos pretos verdadeiros,
de muito lindos desenhos o de todas as larguras;
(los de bico preto; dito de linlio preto, muito lar-
go ; luvas pretas com dedos e sem elles, compridas
e cortas, lisas e bordadas, de todas as qualidades;
leiicinhos do (.'arca para gravaliuhas de senhora;
ditos do rede do retro/.; ricas filas pretas largas o
estreitas; um lindo sortimento de camisinhas. col-
larinhos c bordados camiiraia do linho; lencos do
mlo etc Fazem-se sempre na mesma casa vesti-
dos para casamentse para" a Quarosma mantele-
tas, chapeos, toucas, e, em geral, tudo o mais do
toilette das senhoras : tudo por prego muito em
conta o com promptido.
Precisa-se alugar urnaescrava que saiba cozi-
nhar c t'ngoinmar, para urna casa do pouca familia :
quema tiver annuircic.
n
8

Qlha
tse
andar
Vende-se um bonito moleque do naclo ,
de 18 annos com principios de cozinha ,
& sem vicios ncm achaques o que so nfian-
\)l ga ao comprador; urna prota do nacSo,
quo cozinha muito bom. ongomma, cose
chSo lava muito bom e vende na ra ;
urna dita com as mesmas habilidades : na
ra do Vigario, n. 24, se dir que vende.
8888 88098*
Precisa-se fallar com o Snra. 1). Silvana,
do fallecidoMiguel Vieim natural do l'asso-dc-Ca-
maragibo, provincia das Maguas, para negocio que
muito intcrcs.saa mesma senhora : na ra do Quei-
mado Ioja n. 4, ou aunuocie sua morada.
A sociedade de Guimares Seralim & Compa-
nhia ficou extincla no da 7 do correnle mez por
seterdella desligado o socio Seralim Percha da
Fonseca Bastos. Os liqudatenos du dita sociedade,
no activoepassivo, silo Guimares & Companhia ,
que conlinaui com esta firma. itecife, 23 de mal-
eo do 1848. Guimares & Companhia.
I'recisa-se de un refinador de assucar, quo sai-
ba desempenliar-oseu lugar, e que seja forro ou
captivo : na ra Uireta, n. 17.
-- Vesteui-se alijos para pro-
cissao com todo asseio, e por
preco commodo : na ra do
Cubug, n. 9, primeiro {indar,
junto a botica.
Para una casa de pequea familia necessita-
se de urna escrava que seja muito boa cozinlieira ,
para se oceupar nicamente nos respectivos urran-
jos: pagam-so-lhe 10,000 rs. inensaes : na ra da Flo-
rentina, casa da esquina, defronte do thcatro novo.
O mnibus saho do Recifc para Olinda, sexta-
feira, 31 do correte, das7 s9 horas da inanhDa, e
do Olinda, sabe das 10 horas ao aicio-dia : recebe os
passageiros uacocheira defronte de S.-Francisco, no
pateo da matriz de S.-Antonio e no paleo da ma-
triz da Boa-Vista.
JoSo Baptisla Lago de Marcino e Jofo Rebalno,
Sardos, retiram-sc para a Baha.
Vendem-se cabos do linho, d.e patente; rame
de Taino, de diflorentes grossuras ; pesos de ferro
sortidos : tinta verdo em latas ; bigornas para fer-
reiro ; escovens de ferro, de todos os tamaitos ; li-
mas de ac : tudo por proco muito commodo : em
casa de Me. Calmont & Companhia, na praca do
Oorpo-Santo, n. 11.
Na ra de Agoas Verdes, n. 4(,
vende-se, pelo commodo preco tfe 250,000 rs. urna
encllente escrava do mcia idade, boa cozinhoira do
diario de urna casa, muito limpa, lavadeira o insigne
engommadeira de roupa de homem ; urna dita de
26 annos, que ho quitandeira e muito fiel, por 320/
rs.; um parda com habilidades, c que nao tem vi-
cios por 400,000 rs. ; dous bonitos escravose um
ptimo moleque ; umescravo bom carreiroj urna
escrava muito habilidosa, com urna lillia mulalinha,
muito linda, com 5 annos.
Vende-se na praca da Independencia, livraria ns.
6 e 8, a 5,000 rs., brochado a 5,500 rs. moia enca-
dernnefio, o a 6,000 rs. encadernacSo intoira.
No Passeio-Publico, Ioja nova n.
17, de Ricardo Jos de
Freitas
vendem-se riscados francezes azues-escuros, do lis-
tras equadros, muito proprios para jaquetas, caigas
e vestidos de negros, por sorom muito fortes, a 160
rs. ocovado; urna porco de algodfozinho, pegas
de 20 jardas, com alguma avaria, a 1,280 rs. ; sarja
do seda prota larga, a 2,000 M ; dita estreita, a 1,440
rs. ocovado; cortes de lila transparente, a 4,000
n.; ditos de caga, a 2,240, 2,560, 3,200, 4,000
5,000 rs. ; ditos de barra, todos brancos o multo fi-
nos, a 5,000 rs. ; pannos para cobrir mesa, a 1,280
rs.; cortes de tarlatana, a 3,200 rs. ; cortes de pello
Jo diaho, d muito lindos padres, a 1,410 rs. ;
urna porgHo de chitas fixas, a 120,140,160, 180 e 200
rs. an covado ; chapos do sol de seda, a 6,000 rs. ;
ditos de bastea do ferro muito linos,a 7,000 rs.; cortes
decambraia branca lisa, a 2,000 rs.; chitas do ro-
barla, a'160 rs. o covado ; casimira do duas largu-
ras, preta, azul-escura e ronxa, a 2,200 rs. ao cova-
do ; e outras muitas fazendas, que vista do com-
prador devero agradar em prego. .
Vendem-se diversos escra-
vos, chegados prximamente do
Cear, mogos e de boas figuras ,
entre os (juaes um pardo, com
officio.de alfaiale e i|ue he pro-
prio para pagem ; urna parda boa
padeira ; um preto peca, por 250$
rs., poi\ser defFeiluozo dos ollios:
na ra do Crespo, Ioja n. 2 A,
se dir quem vende'
Vende-se, ou arrenda-so um grande sitio na ra
Imperial, com duas moradas de casas urna para
grande familia, na frente da ra e oulra mais pe-
quea dentro do mesmo sitio com uons parreiraes
e muitas fruleiras de boas qualidades todas novas
o j dando fruto com um grande viveiro no lundo :
na ra Ilireita, n. 135, Ioja do cera onde sn far
qualquer dos negocios, por seu dono ter de retirar-
se por molestia, i
Na ra do Trapiche, n. 17, con-
tina a haver deposito da verdadeira cal
vtrgem de Lisboa, ebegada prximamen-
te ; sdvertindo-se aos compradores des-
te genero que o deposito he j muito pe-
queo, e que da nova nao ha mais em
porte alguma.
Ainda ha a sublime banha franceza para con-
servar o cabello, pola sua frescura e bom aroma .
em potes do duas libras, pelo diminuto preco de
1,600 rs.: vende-so na ra larga da Rozarlo, n. 24.
Cortes, a 5 Quemdeixar do andar de vestido de cambraia ,
do padrOes modernos e ptima fazenda palo bara-
tsimo prego de 3,000 rs. o corte? A elles,freguezas,
antes que so acabem. Na ra Na da Cadeia do Red-
fe confronte a ra da Madre-dc-Dcos n. 50, Ioja
do barateiro. '
K 3TO\ ^?K AxK. W Pf/*k ZURIBRW
Vendem-se corles de vestidos de seda
preta lavraJa ; verdadeira sarja do se-
da hespauhola; los de linho preto, bor-
dados de seda ; cortos do colletos do
velludo lavrado, pretos o brancos de
ricos gostos; superior setim preta do
Maciiu, para vestido ; chumaloto de
listras o ondeado ; merino preto muito
fino a 3,500 rs. 0 covado ; chapeos de
massa francezes os mais modernos ;
superiores chales c mantas de seda;
meiasdeseda de peso, brancas o pre-
tas ; longos de seda para grvala, de
bom gosto ; riscados francezes pa-
drOes novos e muito linos para vesti-
dos; pannos de cures o pretos, de todas
as qualidades ; e outras muitas fazen-
das de gosto por menos prego do quo
em oulra qualquer parle : na ra do
Quoimado, Ioja do Jos Moreira Lo-
pes & Companhia qualro-canlos, ca-
sa a mal el I i, II 29.
Compras.
Compra-so o diccionario de Fonseca odeRo-
quette : quem tiver anuncie.
Compram-so, para urna encommenda, dous nio-
dreZacherretlra-separa a Europa a tralar loques e duas pretas mogas : no palco da matriz de
sade. ,,.v _Santo-Antonio, sobrado n. 4.
-- lieceberam-se ordens para
Compram-so potes vasios quo fram de graxa :
na ra da Cadeia, n. 53.
Compra-so um preto de meia idade e de| boa
conducta : na ra larga do Rozario, n, 25.
Compra-se um taixo do cobro do 16 libras
pbuco mais ou monos, e que csteju em bom uso :
na ra Direita, n. 17.
Compra-se urna preta, ou parda, moga, que
saiba perfeitamente coser engommar : no largo do
'"dio, de 10 annos ; um dito de 8 annos, muflo lin- <-orpo-Sanlo, armazem n. 4.
do; um moleque muito forte esadio, de bonita H- -CompraiK-ae,,eirect. va mente, cscravos de am-
8 annna' iln nnt- bos os sexos, de 10 a 40 annos, para urna encom-
menda : na ra estreita do Rozario, n, 31, primeiro
se vender, muito em conla, 10
escravos queexistem na ra das
Larangeiras, n. 14, 2. andar, a
saber : um mulatinho de 13 anuos com um peque-
no principio de frialdad* f um dito muito
peq
esperto e
i\ovos riscados
monstros.
Na Ioja confronte ao arco 'do S.-Antonio, n. 5,
chegou um novo sortimento de riscados monstros,
de corea fixas p lindos padrOes com urna vara do
largura, pelo barato prego de 320 rs. cada um co-
vado.
gu 1%, de 8anuos; um pardo ifo 88 annos", do opt
ma conducta ; um dito de 22 annos, muito forte e
sdio e que he proprio para o campo ; um dito de
35 annos, com urna pequea molestia que lie mui-
to fcil Ue curar-se por 290,000 rs. ; duas pretas
de 20 annos ; urna dita de 19 annos, de bonita llgu-
r quo cozinha e engomma com perfeicito esta s
se vende para Tora da provincia.
Aluga-ge um sitio na estrada do Remedio,
con soffrivel casa, bastantes arvoredos de fruto,
lioa agoa urna excedente baixa para capim ou
utra qualquer plantagao: a tratar na ra do Pires,
u.27\
- O abaixo assigrfedo partici-
pa ao respeitavel publico aos
seus fregueses e amigos, que ha
mudado
o seu eslabelecimento d'a ru.i do Quoimado, n. 11 A,
para o grande armazemda esquina da mesma ra, u.
i fe iW aonde se encontrarlo, no s as fazendas
J 'M J" annuncidag, como un grande sorli-
m y ment chegado pelo-ultime* navios ,
para vender por atacado o a retalho, o mais barato
possivel. Nesle novo armazem encomtrarflo os con-
eiirrentesmellior commodi^^^^^Ruas compras ,
no s pelo espcoso aro^^l ci pregos
baralissimoa, ecompleto nrnMHn^
Raynwnto Ctrlot Uilc,
V
andr.
Compra-so um moieque do 16 a 90 annos que
nflo tenlia vicios, aiii'ia mesmo sem habilidades: em
Fra-do-Portas n. 95.
Compram-sc duas escravas mogas, que tonham
algumas habilidades : no becco do Sarapatel so-
brado n. 12.
Compra-se um fiteiro com caixilhos: na ra do
Queimado Ioja n. 10.
-'- Compra-se urna mosa de jantar, sendo do ama-
relio e quo esteja em bom uso : na ra do Cabug,
Ioja de Joaquim Josua Costa Kajozes.
Vendas.
Azeite de carrapato,
a 40 rs. a medida: na Camboa-do-Carmo, n. 33.
SA1H HESPANIILA, A 2,500 lis.
Na ra do Livramento, n. 14, vende-se sarja hos-
panhola, de duas larguras, a 2,500 rs. o covado; ca-
rnudo superior, a 3,000 rs.
.... Vendem-se ancoretas de
diversos tamaitos, com vinbo da
Madeira, titilo e branco, de supe
rior qualidade: no escriptorio de
Oliveira Irmos & ('., na ra da
Cruz, n. 9.
- Vcndcm-se semenles de borlaligas de todas as
qualidades, chegadas prximamente do Porta, por
piego muito commodo : na ra estreita do Rozario,
venda n. 8.
Polnssa e cal vilge/n.
Yende-se muito superior potassn,
poneos das desembarcada, e cal de Lis-
boa : no armazem de Bailar & Oliveira,
ni na da Cadeia no liedle, n. i?.
rttlenc-n.
Na Ioja n. 50, na rna da Cndeia, de Cunha & Amo-
rim, ha um completo sortimento de fazendas pro-
prias para a Quarosma como sejam : boas sarjas
pretas c veos ditos; luvas casimiras pretas ; selins
pretos ; pannos pretos finos e de superior qualida-
de : tudo se vende por commodo prego c por me-
nos do que em oulra qualquer Ioja : oulro sim, tam-
bem ha bous o baratos merinos ; bom panno preto
para 3,000 o 3,500 rs. ao covado ; dito verde cor do
garrafa, superior, a 3,500 rs. DOo-se as amostras.
PARTICIPA-SE
aoi fregueses do bom e barato, que se vendem
orles de cainbraias abortas, a 4,500 rs; ditos de cassa
de coros, a 3,600 rs. { ditos do 13a o seda, a 7,000 rs.;
i'egas de bretanha do Franga, a 3,500 rs.; ditas de
mnilapolIoenfe.tado, a 6,500 rs.; chales do seda le
14 i|iiarlas, a 10,000 rs.; ditos de I ja eseda, a 5,000
rs.; meis do seda preta para senhora, 1,800 rs.; lu-
vas de dita pretas pura senhora, a 600 rs.; superior
sarja despatillla, a 2,500 rs.; Icngos bordados para
senhora, a 320 rs.; mantas do seda, a 8,500 rs. ; casi-
mira preta elstica, o covado a 3,000 rs.; los pretos,
a 2,400 rs.; fazenda do raiga, ocovado a 240 rs.;
setim preto; merino; esgun fino; brins do linho, c
Vende-se a venda defronte da matriz da Boa-
Vista n. 88. As pessoas que leom estado em nego-
cio com ella, dirijam-sea mesma, quo se far qual-
quer trato quo mclhor Ibes convenha ; bem co-
mo oulra qualquer pessoa que a queira comprar.
A tras do thcatro velho nos antigua
armazens de Joaquim Lopes de Almeida ,
caixeiro do Sr. Joao Matlieus acha-se
um grande sortimento de tjboas de pinito
da Suecia, proprios para nrnvicSes de lo-
jas e vendas por se poder al enverni-
zar por nao ter nos : bem como costa-
do coslndinlio, assoalho lorio e para
fundos de barricas ,- por preco mais ba-
rato possivel. Cheguem freguezes, que
se queima por todo o preco ; assim co-
mo (puro e forro do mesmo.
Vcndeiu-sc duas boas escravas crioulas, de
bonitas figuras e mogas, que cozinham, lavam mui-
to bem c engommam sito sadias, e nSo se duvida
dar a contento para serem experimentadas : na ra
do Queimado, Ioja n. 51.
Advertencia.
Chegou no vapor Sau-Sebastiao' urna remessa do
superior o estimadsimo rap grosso e meio-gros-
so.da fabrica de Cusse do Rio-de-Janoiro: vende-
se em porgto no deposito da ra da Cruz, n. 38, o
a retalho nos lugares do costume.
Frocodc cores.
Vende-so, na ra da Cadeia do Itecife, n. 19, fro-
co do todas os cores c grossurns proprio para mui-
tos enfeites; bom como franjas do algodlo para cor-
tinados, de muilo limros padrOes por prego mais
commodo do queem oulra qualquer parte.
mm&%@>BBB
m
j
a
VELAS DE CERA.
Vende-se na ra da Ga.
deiado Recife, n.3T, cera
em velas, de superior qua-
lidade, fabricada em Lis-
boa e v.o Kio-de-Janeiro,
em caixas pequenvsesor-
^) tidas ao gosto do compra-
m dor : tambem se vendem
^ barandes, por preco mais
barato do que em outra
qualquer parle.
300 Q.\
BOM E BARATO.

)
figuras ; umaipreta moga de nag;1o que cose bem,
Taz lavarinto o engomma tudo com porfcigSo com.
urna cria do 5 annos: na ra da Penha, n. 21. 4
.Vende-se una grammatica franceza por Emi-
9Mvcue, em muito bom estado por prego com-
wodo ; na ra da Muudu, armazeui, a. 17.
Vcndein-so 2 mulalilios c2 mo'lcques,do bonit#loulras' muitas fazendas, muito baratas e sem defei-
lo, franqtieanilo-sc amostras aos comprailores : na
, ra do Queimado, n. 46, Ioja de Magalhes & lr-
hrto.
--- Vende-se urna cadeira de balango de Jacaranda,
em pouco uso : qucm a pretender anuncie por esta
fOla.
Longos brancos do cassa, a 200 rs. ; ditos de seda
pretos para grvala, a 1,280 rs. ; setim preto para
collcle, a 2,400 e 5,000 rs. o covado; sarja do seda
preta hespanhola, a 2,400 rs. t panno prelo do supe-
rior qualidade, provade limfio, de 4;000 a 10,000 rs.
...ovado; aleiu destas, um completo sortimento de
fazendas por barato proco: na Ioja dos quatro can-
tos da ra do Queimado, n. 2(5, de Francisco Josa
Teixoira Bastos.
Farelos
em"barricas, chegados ltimamente: no armazam
I de J. J. Tasso Jnior, na ra do Auioriui, a. 95.

MB
Hbbbb



*.
A
. >


:
Vendem-se 9 eseravos, sendo : 1 moleque de 17
nnos; i preto bom carrero ; 1 dito be ni robusto,
para o servico de campo; duas, pardas de 25 annos,
com habilidades ; urna preta de 20 annos com ha-
bilidades; 3 ditas quitandeiras ; urna dita boa do-
coi ra : no pateo da matriz de S.-Antonio sobrado
n. 4.
FOGO.
I'rederico Chavos, com fabrica de licores, no
Aterro-da-Hoa-Visla, n. 17,. tcm sempro grande sor-
timeiito de palitos do rog", de primeira qualidado,
pelo diminuto proco de ,000 rs. o cento do magos,
os quaes nSose vendem menos de 25 para cima.
V k m r/V
brauaate,
de II palmos de largura.
Na loja da osquina que volta para a ra do Colle-
gio n. 5, yende-se o novo bramante de puro linho,
com 11 palmos do largura, pelo barato preco de
2,800 rs. a vara.
--Vende-se na lojademiudezas du ra do Crespo,
d. 11, um ricocinteiro de ouro para crianza, o um
bom rere muito bom do fogo, por preco com modo.
Kicos tapetes
Jara orm.r salas, mesas, candieiros, lanteruas,
., cas-
aos o.eampainhas, redondos, qundrados o trian-
gularos bordados e de oleado, com lindas franjas
tle lila de todas as cores; luvas do torca I, proprias
para aQuaresma, ao ultimo oslo de l'aris, pretas e
Brancas com dodososom ellos, n 1,600 ts. o par
alp.ira ,1o linho, a 640e800 rs. o covado : na ra do
Queimado, n. 27, novo urmnzcm de fiizciidas/do
Rayrmindn Carlos Leito.
- Vondom-se ricas colchas de seda, por oommodo
proco : na ra do Queimado, loja n. 17.
no armazem do Sr. Dias Ferreira, defronte do guin-
daste da atfmdega.
a:
i
A
$
Ao detenga no do bom
barato.
e
Vende-se superior sari preta hcspsnhcla pele
barato preco d 2,050 rs. o covado : a sua quald-
de he tilo excellento que nilo precisa de elogio al-
""egio, na nova loja da esliejia,
gu ni
i.l.
na ra do Col
v Vendem-se aeges da ex-
mela companhiade Pernambnco
e Paraliiba: no escriptorio de O-
liveira Irmos & C, ra da Cruz,
n. 9.
-- Vendem-se 5 lindos moleques, de 10 a 20 annos;;
3 pretos, sondo um ptimo sapateiro.e os outros
proprios para todo servico de 24 a 30 anuos ; 4
pardos do 16 a 25 annos, sendo dous bons carreiros,
eos outros proprios pura pageos; urna mulatinha
de 14 anuos ; urna negrinha de lo anuos, com prin-
cipio/ de habilidades ; 3 pretas de 20 a 25 anuos,
entre as quaes algumns com labilidades; una pre-
lado idaile, por 180,000 rs. : na ra do Collegio n.
3, segundo andar, se dir quem vendo.
GALAO' DF OUKO,
a 720 rs. a oilava.
Na praca da Independencia, n. 19, loja de Oliveira
uics-
envi-
Ramos, vende-se galn de ouro, do todas as largu-
ras ; bem como canutilo do ouro, de todos
meros, a 720 rs. a oitava.
Vende-se doce do caj, muito bom feito, a
320 rs. a libra : na ra do Cabug, loja n. 5.
Vendem-so 1700 tenas : na ra Direita, venda
n. 72.
Vende-se una muito linda mulatinha do II an-
nos; urna negrinha de 14 minos : ambas cosom bem,
islo por sen senhor se retirar para fra : na ra lar-
ga doltozario, loja u. 35.
Vende-se urna canoa de carreira, que leva 5 pes-
soas : ua ra da S.-Cruz, n. 36.
Vende-se una casa terrea nacidade do Olinda ,
ladciradn bica ileS.-l'edro-Marlyr, do lado da som-
bra por prego cora modo e que serve para quem
quizer pi.ssar a festa ; Uinbom se vendem una chaos
da ra da llica-dos-Quatro-Cantos : a tratar na
na cidade ra do S.-Denlo loja de couros,
d iacada.
Vende-se una capa de gorgurao ,
com sua croa deouro fino, cni tudo premp-
la para qualquer procissao : na ra do
Hospicio, n, i.
Sarja ti es pan hola.
No novo annazcm le fazendas, de Raymundo Car-
los Leite, na ra do Queimado, n. 27, ha chegado
um ptimo sorlimenlo da verdadeira sarja hespa-
nhola, a 3,200 rs. o covado ; tambem ha do 2,200,
2,500, 2,800 e 3,000 rs. ; panno fino, prova de li-
mio, a 3,800, 5,000, 7,000, 8.000, 9,000 c 10,000 rs. ;
chapeos francezes linos, do ultimo gosto do l'aris ,
com aba inaior, conformo a nova moda, a 7,000 e
8,000 rs. Ncslc armazein tambem se vendem razon-
as por atacado o mais barato possivel.
faunos para lenges.
Vende-so superior firetanlia de Irlanda, de puro
linho, rom duas varas e meia de largura fazenda
de multa utilidade para lences i 3,000 rs. a vara ;
zuarte azul de vara do largura a 240 rs. o covado ;
cambraias lisas a 640, 800 o 1,000 rs. a vara ; len-
cos Je seda dos mais modernos e muito finos, do
meior gosto a 2,500 rs.; rolos de bretanha a
1,800 e 2,000 rs. ;diia de linho muito fina a 720
c800rs. ;cassa para babados, a 2,600 e 2,800 rs. a
peca ; chales do lila, grandes e de muito bom gosto ,
a 2,000 e 2,500 rs. ; riscados trancados, do multo
boa qualidado para eseravos, por serem escuroso
de muita duracilo a 200 e 220 rs. o covado ; o ou-
tras militas fazendas por preco milito commodo : na
ra do Collegio, loja nova da estrella, n.l.
Marciana.
Vendem-se superiores cortes da fnzonda denomi-
nada-Marciana, assontada em chiUs os padrOes
os mais bonilosedej melhor gosto que tem appa-
recido, pelo diminuto preco do 4,500 rs. com 14
covados: na ra do Collegio, loja 11. 1.
Vendem se caixas, meias ditas o quarlos com
pasaas de superior qualidado, por preco commodo ;
5#>00 rs. o covado.
Vende-so merino preto muito fino, que se
tom vendido a 5 e 6,000 rs. e boje vende-se
a 3,500 rs o covado; pannos finos, pretos o H
de cores, de 4 at 10,000 rs. cada covado; cor- M
tes de collelos do velludo bordados, pretos M
e de cores ; o outras muitas fazendas de gos- aj
to : na loja de Jos Moreira Lopes & Compa- 9
nhia na ra do Queimado, quatro-cantos 3
casa amarella 11. 2. j|
Chitas pretas assetinadas-
Vendem-se.as j bem acreditadas e superiores
chitas pretas assetinadas do ultimo gosto a 240
rs. o covado : na ra do Collegio, loja nova n. 1.
Pannos finos.
Vcndcm-se superiores pannos finos, prova de li-
mito, pretoe azul, a 3,000 rs. o covado; dito fino
azul o preto e 4,500 rs.; dito preto de superior qua-
lidade e j bem conhecido pela sua haraloza.a 5,000,
5,500, 6,500 e 7,000 rs.; casimira preta limisle da
melhor qualidade, largusa de panno muito lina a
11,000 e 12,000 rs. o corte de calca : na ra do Col-
legio, loja nova da estrella, n. 1.
Vende-se o engenlio Timb a 4 legoas distan-
to desla praca, correlo e moente com agoa de boa
e regular produ.cco, com a safra de 2,500 piles pon-
fo mais ou monos, ou sem ella : este engonho he de
consideravel importancia, n.los 110 preSento como
no futuro por conter mais de quatro legoas do ter-
reno coberto do malta virgem o com capacidade
de levantar engolillen d'agoa e de bestas : a Iratar
no mesmo nngenho, ou no sobrado ao lado da ca-
deia n. 23.
Vendem-se presuntos o queijos americanos,
ultiQUUnebta ehegados dos bsiados-nidos inuico
frescaes ; vassouras para variar salas e tapetes ; bal-
des e balaios americanos proprios para embarque;
eoutrosobjectos por prego commodo: na ra da
Cruz, n. 7, armazem de Davisci Companhia.
33ais barato nao he possivel*
Vondom-se corles do calcas do casimira, de pa-
drOcs oscuros o claros a 3,000 e 8,500 rs. cada cor-
te ; e outras muilas fazendas muito em conta : na
leja de Jos Moreira Lopes & Companhia, na ra do
Queimado, qualro-cantos casa amarella n. 29.
*
Vendem7sp superiores bichas, a. 10,000 r
cento, tambem a 6,000 e 8,000rs conformo
qualidade : a vista do comprador se.far todo o ne-
gocio : tambem so alugam por preco commodo : no
Atorro-da-Boa-Visia, venda rjuo foi do Maya.
. Vendem-so pentes de tartaruga, de toda a mo-
da, [e.do marrafus: tambem fazem-so quaesquer
obras desto genero tanto novas como de concert'
desmancham-se pentes velhos e fazem-se novos: ni
loja de tartaruguiro, no pateo dc> Carmo debaiio
de sobrado da esquina que volta para a ra das Trin-
che i ras, n. 2.
Eseravos Fgidos.
mem e senhora ; ricas mantas de soda ; chales ; len-
cos; cortes de cambraia ; um rico sortimenlo de
sedas brancas p&ra novas, ultimamento despacha-
das ;capcllas de flores de larnnia; peonas brancas*
muito (inas; ponnchos marab para toucados ;
sapalos d;i setim, para senhora e meninas ; um sor-
timento de calgado de lustro e marrogufm, para
enancas; setim preto maceo, muito fino; chapeos
pretos francezos; e outros muitos objectos por pro-
co mais commodo do quo em outra qualquer parte.
- Vende-se um piano sem defeilo, por diminuto
preco : na ra da Florentina n. 8.
O barateipo.
Na nova loja n. 4 da ra do Crespo, ao p dn es-
quina do arco de S.-Antonio, de Ricardo Jos de
Frailas Ribeiro, ha, novamento chegado um bel-
lo e rico sorlimento de fazendas de todas as quali-
pades, e muito principalmente das mais apropia-
das aprsente estaco penileuciaiia como sejam :
encllenles sarjas pretas de seda hespanhola, a 2,500, 'yoJ ca1?gg e aqueta de algodSo riscado t
2,800 e 3,000 rs., o melhor possivel neste genero; camisa de madapolilo e chapeo de baota branca-
luvas pretas de seda, do todas as quahdades ; los quando anda hesempro decabe^a baixa, opara nw-
protos de linho e de seda, a 9,000 11,000 e 15,000 ||,0r signal tem um lobinho no cachaco, quo rom
rs. j ditos pequeos de algodflo, a 2,000 rs.; pan- a ser carne crescida sobre o mesmo cachaco,
nos linos de todas as cores e principalmente pretos ,
um rico sortimento por preco mais commodo do qua
em outra qualquer parte ; cortes do collcles de fus-
tflo, de 500 rs. at 3,000 rs. ; ditos de velludo e gor-
gurlo do soda, lavrados e lisos; a 3,000 e 6,000 rs. ;
cortes de collete de gorguro de algodo, a 320 rs. ;
cortes do casimira do urna s cor alvadia da mais
excedente qualidade a 6,400 rs. ; sedas o setins de
todas as qualidades tanto para vestidos como para
colleles; merino preto ; alpaca da melhor qualida*-
do possivel : alm disto, ha um sorlimento de fa-
zondas de procos haixos, como sejam : chitas finas ,
o de cores fixas, a 120,140, 160,180 e 200 rs. o cova-
do ; riscados fnuicozes azuos, de xadrezes, cores fi-
xas o bastante encorpados, a 160 rs.; luvas de al-
godo de cores a 160 rs. o par; leos de soda a'
1,600 rs.; ditos finos, a 2,500 rs.; e finalmente tudo
quantofor concernenle a oste estabelecimento se
vender o mais commodo possivel, para chamar a
attencSo do sua-freguozia.
Fugio, no dia 24 de Janeiro do correte anno
da cidade da Parahiba-do-Norte do poder de sou se-
nhor Jos Pereira Guiotaraes, um preto crioulo
de nomo Jos.Maria, j vellio, de 40 a 60 annos al-
to ealguma cousa seoco do co/po, barbado; lo-
0 mesmo cachabo. Bato
escravo he natural da.llahia. Roga-soa todas as .
loridados policiaesocapitfles de campo, queoap-
prehendam e levem-no a seu senhor, ou na ra i|a
Cadeia-Velha, loja n. 22, de Joo Pereira Moulinho,
que recompensar.
100,000 rs; de gratificncilo
ajquem levarla casa da ra da Aurora, n. 2G, ou 10
piigenho Queluz da froguezia de Igojuca o preto
Antonio, de nacfio Mengela, oscravo de Miguel Au-
gusto de Oliveira, que o comprou 8 Manoel de Al-
moida Lopes, desla praca ; fgido do dito engenho
no dia 17 desetembro do anno prximo passado,
com os signaos seguintes estatura alia o bom car-
po olhos grandes e um tanto a verme! hados ; ja tcm
aJguns cabellos brancos; levou camisa de chila azul,
de quadrinhos, ceroulas de .algodilozinho branco,
ou hamburgo e mais alguma roupa em urna trou-
M\ loja de Manoel Joaquim
Pascoal Ramos, no Passeio-
Publico, n. 19,
Na ra da Cadeia-Velha, n.
9, loja de .I.O. Klster,
vende-se vinho ilo Porto, de diversas qualidades ;
irilo da Madeira ; dito do Malaga-; dilo do Sherry ;
dito do Carcavellos; dito de Lisboa ; dito de Graves;
dito Sautcrne ; dito San-Julien ; dito de llordcaux ;
dito Chateau-la-llOse; dito de San-Gcorge; ago'ar-
dentc de Franca, do diversas qualidades ; whiskey;
cherry-cordial ; marraschino licores finos ; punsch
da Sueciu ; xarope do framboises ; optfltrtr Ctrampn-
nha em garrafas o meias ditas ; velas de composi-
cilo ; cha preto e verde do superior qualidade ; pre-
suntos e salames de lia mburgo; sardinhas em latas
c vidros; petits-pois em dilas; salmn em ditas;
mostarda ingleza o Iranceza ; frutas om vidros com
nu- calda de assucar e espirito ; agoa de flor de larauja;
charutos de Havana e da Babia : tudo chegado re-
centemente e de superior qualidado.
--Vende-se urna loja de niiudezas, com boa ar-
maQao.com bastantes commodos ainda'mesmo
para outro qualquer estabelecimento com os fun-
dos de 10,000 rs. pouco mais ou menos a qual pa-
ga de aluguel 4,000 rs. mensacs sita em Olinda, na
ra do Baldo, n.24: a tratar com Jo3o Estevcs da
Silva.
Paiino-Couro.
I Vcndem-se superiores cortes de calcas da fazenda
panno-couro par ser do duraco extraordinaria e
e padrjs oscuros proprios para o trafico pelo
diminuto preco de 1,600>rs. o corro : na ra do Cul-
legio,loja nova da estrella, n. 1.
ha chegado novamenleum sortimento de fazendas
linas e grossas bem como urna grande porcSo de
chitas escuras de pannos linos e cores fixas, a 4,500
rs a pe(a o o covado a 120, 140, ISO, 200, 240 e 300
rs. ; cortes de cambraia do quadrose lisiras azues ,
de muito bom gosto ; 1,920 rs.; ditos do multo su-
perior qualidade, a 3,000 ra. ; lencos de sedo de
corea, muito bonitos, a 1,000rs.; ditos para grva-
la 400 rs. ; dilosde caca, a 200 rs.; casimira fina,
a 6,000 rs. o corte ; dita de 13a, a 2,500 rs. ; panno
preto a 4,500 e 5,500 rs. ; dito azul ; merino muito
fino a 3,200 rs. o covadu; aarja hespanhola de duas
larguras, muito boa a 2/e 2,500 rs.; dita de urna
largura, a 1,500 rs., esta sarja he a melhor que tcm
apparecido; riscados francezes a 200 rs.; algodSo-
ziulio azul, a 180 rs.; pelle do diabo, a 200 rs. ; cas-
tores do todas as qualidades, a 220, 280, 300 6 320
rs.; chapeos de sol, de seda, a 6,400 rs. ; setim pre-
to a 880 rs. ; madapolSo de todas as qualidades a
2,800, 3/, 3,200 3,500, 3,800, 4,000, 4,50b, 4,800 e 5/,
rs.; e ludo o mais quo perlence a loja de fazendas,
por menos preco do que em outra qualquer parte.
..*i
nncavn
?- --rsr.i
esvea. t-sic esersr umpiiiu-u
Aira
Casimiras Anas e elsticas.
Vendem-se superiores casimiras finase elsticas,
a 1,000 rs. o covado; cortes de ditas do cores, muito
linas, a 6,000 rs.; superiores casimiras pretas da
melhor qualidado, a 6 o 9,000 rs. o corte : na ra do
Collegio,loja nova 11.1.
Vendem-se la reos da melhor qua-
lidade que teni apparecido, pelo dimi-
nuto preco de 5,000 rs. : no armazem de
Antonio Annesj-defroate da escdinha e
na travessa da Mare-dc-Deos, n. la.
Passas de amcixas
e de peras, em latas de 5 libras as mais superiores
que teein vindo a este mercado, n.lo s pela sua su-
penoridade como por vlrcm muito bem acondicio-
nadas : vendem-se no caes da Alfandega armazem
n. 1, por preco muito mdico.
Vende-se um terreno com 117 palmos do fren-
toe 89 ditos do fundo ,: em estado de se edilicar ,
por uno precisar aterro em cujo terreno podem-se
lazertrcsopiimasmeiagoas na ra do Pilar, em
ora-do-l'ortas, do lado da mar grande : na dita
ra, n. II, no pateo da igreja do Pilar das 6 liaras
da mandila as8.
Vendem-sc chapeos de superior
castor, brancos e pretos, por preco
muito barato : na ra do Crespo, 11. ta,
loja de Jos Joaquim da Silva Maya.
II i I ho.
da
Vende-se mil lio, a 2,000 rs. a sacca 1 no caes
Alfandega, armazem de Antonio Annes.
.Me. Calmont & Companhia, na qualidade de
nicos agentes, vendemos inelhorespianos do bem
conhecido o acreditado autor Broadwood os quaes
s5o feitos com urna conslruccilo propria para os
climas quentese hmidos, tendo sous autores re-
cebido do governo britannico as patentes por meio
das quaes so teem tornado tilo clebres nos melho-
ramentos dcstes instrumentos. Adverte-se que
um grande numero de pianos teem vindo a este paz,
e sao vendidos por baixos o diminutos precos, com
o falso nome deste autor; engaando o publico e
servindo-sedesle artista respeilavel para Iludir os
incautos edarem crdito ao que vendem. Na pra-
Ca do Corpo-Santo, n. 11, se vendem os verdadeiros,
por um pceo o mais commodo e rasoavel possivel,
em rclaco a sua ptima c superior quilidade.
-Vemlem-se, ira loja de sola o calcado, ao p do
nicho do Livramenlo-, lamancos marroquins, cou-
ro de lustro be/erro francez chapeos de todas as
qualidades, bonetes, c um taixo de cobre, com o pe-
so de um arroba e libra e meia em bom uso, e por
preco commodo.
vende-ge urna excellenle escrava ,
qiiQcozinha o diario do urna casa : na
pifio 11. 48.
Vendc-se um preto da Costa, ainda moco e
bastante robusto; 2 sellins novos cora lodos os seus
pertcnces ; 2ricos apparelhos de metal branco, para
cha : ludo so vend por preco .commodo por seu
dono ter de retirar-so para fora da provincia : de-
fronte do Iheatro novo, n. 11, ou na cocheira de
Julio da Cunha Reis por detrs do Iheatro voltio.
Vende-so urna preta da'Cosla do bonita figu-
ra boa boecleira com duas ulnas muito lindas,
de 10 anuos; urna parda de ISannosJcom muito boas
habilidades e de bonita figura; una preta por 700/ ,
por ter habilidades e ser de bonita figura, e perita"
om governo ue urna casa ; um preto pescador, mo-
co c de bonita figura : na ra das Flores, n. 17.
Lotera do Siio-de-tlaneiro.
Vendern-se bilhelese meios ditosda quinta lote-
ra a beneficio Jo tliealroda imperial cidade de Nlc-
llieroy : na ra da Cadeia.. loja de cambio, n. 38, do
Manoel Comes da Cunha e Suva.
do gentio ,
ra Ho Hos-
Sa na do Cabug, loja fian
ce/a, que faz esquina para
a rna das Trincheiras. de
Manoel Pinheiro de ||en-
done a,
Vendem-so dous molecolcs de 16 annos, son-
do um delles cozinheiro; um oscravo de meia idade-,
com muilo boa pralicade sitio ; dous eseravos mo-
cos de todo o servico ; 3 mulatinlias muita lindas;
uiua escrava boa cozinhoira 6 engommadoira ; 4 di-
tas com varias habilidades: na ra Direita, n. 3.
~ Vende-so um moi'nho grande, com duas- rodas,
?roprip para quem vende caf modo : na ra Nova,
oja n. 41.
Vcndem-se bichas grandes chegades ppoxi-
riiauyinlc, por commodo preco : 110 becco da Lin-
gota n. 8.
Tou"' i,aKI"a'SS"pCn elvf,r,ladeif fll l'espa-L Vende-se um. escrava crioula ainda^
lo?.Tl roei'wdt,; ,., pretos .lo superior propria para todo o servico de cample
2 mLllL f.?!.FrrlS ,rU"l. flno,.s u*ze6u'' pnneipiosde costura e co.mt.a : na ri.a*do (
muito- novo; luvas de pellica o de seda, para lio- do, loja de fezamUts u. 4, de Aed & iauflou
o Sr. Manoel de Almeida Lopes a Ignacio
Coulo, da villa do (rato na Barra-Grande.
Fugiram, do engenho Taquary, dous escrjvos,
sendo um preto crioulo, de nome Luciano quo re-
presenta ter S annos, de estatura bal grosso,
nariz chato ps grossos ; e,o outro cabrinha de
nome Bazilio, de 18 annos pouco mafs Ou menos;
tem os beicos grossos, pernas Anas e ps grandes;
snhiram do dito engonho com urna mulatinha forr,
a qual furtaram, e so suppfle que.o dito cabrinha
quer casar, e ha noticias que se acham nesta praca.
Quem os pegar Jeve-os a ra do Queimado, loja 11.
7, de Manoel Pereira Lamego, que recompensar.
Fugio, no dia 18 de Janeiro, um cabra, donme
Joaquim, alto, reforcado, de idado, coma barba
branca cabellos corridos e bem pretos; levou um
sumi de pelle de carnciro chapeo de bata usa-
do, calcas de algodo do listras rolas no assento;
tom os tornpzellos dos ps um tanto inchados. Es-
te escravo j foi preso em S.-l.ourenco-da-Salla ,
lornou a fugir junto aos Remedios, do'poder ile
urna pessoa que o eonduzia para esta cidade; vein
do Maranhio o diz ser de Caxias: qnem o pegar lo-
ve-oa ruado Vgarfo, n. 24, que ser1 recompen-
sado.
- Rm Janeiro de 1843, fugio, do engenho Rio-
Formoso, pertenecnle ao abaixo assignado, um es-
cravo crioulo, de nome l.uiz, com olcio de carpina,
o tambem carreiro ; he alto, cheio do eorpo, cara
pannenta, beigos grossos ; tem urna marca muito
visivel na testa, de um couce de cavallo que levou
em upa das sobrancelhas, quo lli'a parti ; j foi
surrado d bacalho as nadegas; quando falla g<-
gueija. Este escravo, om fevereiro do mesmo anno,
procurou em S.-Anto a Joito Francisco para o comprar e de l evadio-se. O abaixo assig-
nado roga a todas as autoridades polieiaes e ca pilles
de campo, que o apprehendam e levem-no ao,dilo
engenho, ou nesta praca ao seu correspondente,
Sebaslio Jos Gomes Peona que serlo gratifica-
dos com 100,000 rs. .
Francitc da Rocha Wand'erlty.
Fugio, no dia 19 do correte do engenho Pas-
sassunga, o preto Benedicto, crioulo, alto, olhos
vivos, muito regrisla ps cambados e rom algum
roldo de bichos nos calcanhares; levou camisa o
calcas de algodflo azul, chapeo do, palha ; ha toda
a probabllidadeTque tenha fgido para o Recite a
procurar um hornera que o quera comprar, quamlo
lia pouco aqui esteve : quemo pegar leve-o a ru
do Queimado, n. 10, a Luiz Antonio Pereira, que-
recompensar.
Iiesappareceu, nodia 12 do corrente a parda
l.uizn, baixa e gorda, cabello pequeo, porm amar-
rado cara larga bastante feia ; tem efeatrizes as
costas, do chicote, por ter sido comprada assim, c
tambem um buraquinho nas"costas, que diz ella ser
de um antrs ; levou vestido de oliita om listras
azues e um chales de chita ; a qual dizem que fdra
ilcsi'iicaniinliada por um soldad de polica, eqaea
levara para o Rio-Formoso, ou para Una: quem a
pegar leyea-a a casa de Claudio Dubeux na ra das
Larangeiras, quo ser generosamente recompen-
sado.
No dia 21 do corrente auseiilou-se da casa de
seu senhor o pardo Valentn, de 30 nnos, estatu-
ra regular grosso do corpo cabello bem pegado
no casco; he claro, peinas arqueadas para fra, com
marcasde vaccina nos bracos inda frescas. Este
escravo os primeirosenhoros que levo silo moradores
em Inliamus, fazenda do Figueirodo, oSr. Vctor do
Barros e a Snra. D. Bita Bezenajos quaes o vouiieram
ao Sr. Joaquim Lopes Raymundo do Buhar, morador
11a villa do Ciato e este o veudeu a Jos Vioira do
Figucircdo ecsleao abaixo assignado; o dilo es-
cravo levou calcas do ganga azul camisa de risca-
do no corpo, e guardadas calcas brancas ditu
d riscado azul em quadros camisa do madapolflo
com pregas no pollo, ejaquetaile riscado cor de
cafe, itoga-se aos scnhdres que fram (leste escravo
e as mais passuas que o pegaron) levem-no a run'a
Mangueira.n. 4, que serio generosamente grad-
eados, Jut Joaquim Bolelhi.
Ainda contina a estar fgido o escravo criou-
lo, de nome Patricio desdo o dia 5do correuto me',
pelas 10 horas do dia tendo signaos suflicicnte
para so poder pegar ; tem una fisluU em um lado
da cara, mui visivel, com falta do dentes n rente,
secco do corpo, falla muilo explicado ; ,levou calca
do riscado largo americano camisa do algod'10-
Esle escravo veio do sertflo do Crato papvincia
Cear. Quem e pegar leverO a ruada Cruz, no II'
cife ,n. 26, qub ser gratificado generosamente.
V&J4M i tid, i> ja. f. oEFxaiA. rr84*>
i


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