Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05420


This item is only available as the following downloads:


Full Text
I^r-


'
Quarta-feira 25
de Feverero.
O DURIO puMica-se todos os das que nao
f m 'le ouri> i o preeo da signatura Jic ilo
,.'L, rs. por querWl, pago adiaatados. Os rt-
ios do assi^inantes sin inserido i rasaodo
"','",. p,,rlin!n, 40". e,n typo diferente, tu
in-ii-oes pe' meted. -<- T>e ""> ,0''e,n -
i .niriP6 ,0 r*- Pr d'u' e l6 "" 'yP
|d:ge;l.orca^P"bHc.c-J0.
PHASES DA LU.V NO MEZ DE FEVERF.MO.
I im n0. *> as li '""*3 e mxn' d U^''
r.rcente e 11, i 1 hora B mi. d Urde.
PARTIDV DOS CORREIOS.
Gpianna e Paraliib as segundas e sextas feirts' |
Rio-Orande-dn-Norte qululas!ciraso meio-dia,
Caho, Serinliem, llio-Formoso, Poito-Calvoe
Macci, no I.*, a 11 e 11 re cada mtz.
Oaranhuns e Bonito, a 8 e 21.
Boa-VI.U e Flores, a ft-e J8.
Victoria, s quiitas-feiras.
Olinda, todos os das.
AnnoXXV.

y. *%:
Cicscenle
LUa cheia a horas c33 ">"> I niantiS. jlVimeire, s T horas e 42 minuto da man
M.utoaute a 58, s 8 lloras e I mi, da maulia .Segunda, s 8 horas e 0 minutos d larde
DAS da semana.
21 Segunda. S. Maximiano. And. do J. dos
orptkcdo J.doc. da 2 v. do J. H, da5 v.
22 Terca.S. Margarida de Cortn:.. Aud. doJ.
do civ. da l. v. e do i. de pardo 2diit. de I,
21 Qnarta. S. Lzaro. Aud. do J. doeir. dt
2 v. e do 1. de paa do 2 disi. de I.-
24 Onjhta. S. Pretxtalo. Aud. do J. de orpli.e
do i. municipal da I. r.
2i Sexta. > S. Matl.ias. Aud. do J. do cir. da
!. v., e do J. de paz do i. dlst. de I.
26 Sahbado. S. Ctzarin. A-id, do J. do civ.
da I. v. edo J. de pat do I. dlst. de t.
27 Domingo. S. Torquilo.
CAMBIOS NO DA 2J DE FEVERERO.
Sobre Londrea 21/4 e J7'/ad. por II rt.t 60 d."
Pars 800 rs. por franco.
Lisboa 95 por 100 de premio.
fese, de leltras de boas firmas I a 111 Yo m-
OuroOnras hespanhol......28J5nO 78/800
MoedasdeB.OO velh. IfijtOO 10J30P
dt 61400 or.. lefOOO a legua
dt4f00..... 9fn00 a ajino
rVala PaUcoes.......... 1*980 a l|980
Pesos columnares... U40 a 1195
Ditos mexicanos.... I|480 a 1*879
Miuda............. I|00a lfi
Accoesdacomp. do BeberibedeSOfOOOrs^opar
PARTE OFFICIAL.
(JOVfiRNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 29 DO PASSADO.
Omcios-V' adininlstracao-do patrimonio dos.or-
phaos e jfcs/stabcleciinentos de caridade, reelegendo
as por ...ais dous annos, em allcncao a mancira porque
lo d^empenhado os seus deveres, e na espera 09a de
UfS itinuaro a preslar-se' ao servico em que tao
iroveitosas te lino tornado hunanidade.
DEM DO DA SI.
Officlo. Ao Extn. Ajilnuio Ignacio de Azcvcdo, dan-
do-seporintcr&do de haver S. Ex. reassumido a presi-
dencia da relacd.
Dito. Ao director do arsenal de guerra, ordenando
entregue aocabo-de-esquadra Francisco Sverlano Ke-
uicio de Carvallo, para seren levados ao delegado de
Scnnhein, mil rartuxos embalados, e vinte e cinco ar-
de aa-,,c lo. ra iClf.vtf-iC <" CuCc.u puuuia,
que requitraa expedifSo dcsta ordeiu.
Dito. Ao administrador das obras publicas, desig-
nando o engenheiro Rodrigues da Silva para orear a pe-
dia adiada no lanco da estrada da cidade da Victoria,
arrematado poi' Joao Hvpolito de Meira Lima.
COMMANDO DAS A LIMAS.
Quarlel do commando das armas na cidade do fecife, 21
de feverero de 1848. ,
OltDEM DO DA N. 63.
Ocommandante dat armas, em consequencia de com-
municaedes omciacs recebidas da presidencia dula pro-
vincia, d data de 19 do andante inez, faz publico, para
coiiheciincnto da guarnico, e fios convenientes :
1.* QueS.M. o Imperador houve porbem, cni avi-
so da reparticao da guerra de 3 dcste me/, (abaixo trans-
criplo), mandar declarar que aos coronis do eirrrn,
na forma da imperial resolucao de 2 de agosto de 1842,
compete o tratamento de = Vossa Mcrcc =, e que 09 of-
ciaes niio devem dar-se entre-si tratamentos que nao te-
nhamporlci, nao se devendo aceitar documentos, ou
correspondencia de servico, em que taes tratamentos
apparecam.
2." Que o mesmo augusto senlior foi servido de-
terminar, por aviso da sceretaria dos negocios da guer-
ra de 8 do corrente, .que fosse trancada a ola laucada
nos assentamentos do Sr. tenente do 5." batalha de fu-
.ilciros, Joaquim lian 000 de Curvuliio, pela prisao que
ltimamente sol, eu na c6tlc.
3. Que, li nal mente, S. Magcstade se dignou conce-
der, por aviso expedido pela aicstua secretarla 11a data
ile 24 pe Janeiro passado, un inri de I cenca com sold
ao Sr. 2." tenente do 2." batalha de artilharia a pe, addi-
dn .10 l. da mesniif arma, Narciso Biliieiue Alincida de
Giiatiinosim,
AVISO.
1.* SECCAd.'-Criia lllm. e Exm. Sr. S. M. o Im-
perador, a qtiem liz presente oseu ofAcio n." 226, que
veio acoinpanbado de urna representaffio do Icnente-co-
roncl eon.inand.inte das armas dessa provincia, pedindo
esclarecimcntos sobre o tratamento que se devedar aos
coronis do exercito, manda declarar a V. Ex., para
Ih'ofazer constar, que, em conformidodc da imperial rc-
solucao de 2 de agosto de 1842, nao compete aos coro-
neis senao o tratamento de Vossa Merc, eque os ofli-
ciaes nao devem dar-se entrc-sl tralamentos que no le-
lil na por Ici, nao devendo-se aceitar documentos, ou
correspondencias, de servic.o, emque taes tratamentos
apparecam.
11 Dos guarde a V. Ex. Palacio do Bio-de-Janeiro, erp
"i de feverero de 1848. .4nlomo fa'noel dt Mello. Sr.
'Jiresideute da provincia Uc Pcrnainbuco.
(uupra-sc. Palacio de Pernambuco, 19 de feve-
iciro de 1848.' Pinto.Chichorro.
Conforme.. Antonio Jaiid'Oliveira.
Manoel Ignacio de Carvalho Mendonca.
Quartel do commando das armas na cidade do Red fe, 22
de feverero de 1848.
OltDEM DO DA N.' 63.
Por aviso expedido pela secretaria de estado dos ne-
gocios da guerra a 18 de outubro ultimo, houve por
hemS. M. o Imperador conceder licenca, para residir
nesta provincia, ap Sr. coronel graduado do eslado-
naior d. pi 1 lucir,, elasse do exercito,.(.ypriauno Jos de
Alu.. ida ; e por 011 tro aviso de 8 do correute se declarou
que o reverendo Fr. Antonio do Amor-Divino foi des-
pachado capello para o 5.' batalha de caladores, e
11 ao para o ."i." de I'n/.leirn5 : oque ludo foi participado
ao couiiuaudantc das armas em olcios que Ihe dirigi o
*'"" Sr. coucelheiro presidente da provincia em data
e houlem, e se fa/. corlo para cunhecimento da guar-
nlfo.
lanoel Ignacio de Carvalho Mendonca.
EXTERIOR.
ESTADOS PONTIFICIOS.
CONCELUO DR ESTADO. -PROCRAMMA.
Apenas Inslltuido por Pi ix, tratou logo o concelho
Ue estado de redigjr uin pragramma de scus trabalho e
aprcscnlou-o a esse illusuado pontilice no da 21 de
novftnbro. tste documento, que a folha ofliciai de llo-
1111 (o iiinol nos troute hoje Parte, e que lie por elle
Cualificado-de accao de gratas (olio di ringrasiamenlo), lie
scn duvida da mus alta importancia. Leudo o, verao
quao cffica tem de ser o.concurso prestado pelo conce-
I Hio as vistas libertes do suinino pontilice. Sem esperar-
I nigs que tao vasto prograuma possa ser promptamente
I ecutado, folgamos comtudo de potjr unir desde j4 os
nostos esforcos aos dos hoinrns esclarecidos a quem Pi
IX confiou a missao importante de expor-lhe as neces-
sidades e os votos dos scus subditos.
Eis a inensagem do concelho a PI IX:
Santissimo padre. s membros do concelho de es-
tado (consullori diilato) comprehendein perfeitamente
3ue o seu priineirodever, de accordo com seus inaisar-
entes desejos consiste em depositar aos ps do throno
de Vossa Santidadc os agradecimentos das provincias
donde frain chimados, com o protesto unnime da sua
dedica;ao c gr.itido, e bem assiin da confianja quatcem
os vussos subditos na alta inlelligencia e inagnanino co-
racao de Vossa Saulidade. Vendo as homenagens que
Vossa Sanlidade recejic da christandade edo inundo in-
teiro, ufanam-se c dao-se por felizes de seren governa-
dos or tao sabio pontfice.
Lugo nos piimeiros momentos do seu pontificado,
peusot Vossa >'antidade que pnderiam milito bem mar-
char de accordo o progresso civil do teculo e os prin-
cipios (mpereciveit da religio calholica; uniao admlra-
vel que, por urna parle, garante igreja inalor indepen-
dencia e prepara novos-lriumphnsa rcliglao, eqne, por
ouira, iraz aos povu aaivay e bci-rsiar, e aure a et--
le bello pais novos destinos.
t 4Jos ininiei osos beneficios que Vossa Sanlidade tem
concedido ao sen povo, a inslUuieo do concellio lie por
sem duvida o maior. Por ella Vosta Sanlidade eonvidou
de novo ot seculares a tomarem parte nos negocios p-
blicos, e por esta forma deu a este povo urna dessas ga-
rantas estaveisque em nada oBendem as condlcdes es-
senclaesdo governo pontificio: Cheios de gratldo pela
confianca com que Vossa Santidadc nos honrou, esfor-
ear-nos-hcnios por corresponder Ihe dignamente, pro-
curando quanlo pdennos cooperar na ardua larrfa da
organteacao do estado, e para que a verdade, e so a ver-
dade, reine entre un pal tao aflecluoso e seus pronrios
lilhoi. '
Animados pelas benvolas palavras de Vossa Santi-
dadc c pela bcoco de Dos, que Vossa Sanlidade se dig-
nou impetrar para nossas peisoas, preparamo-nos a exn-
miliar, com tanta franqueza quanla iinparcialidade, as
Importantes materias de adniiiilstraco'publica que nos
lrem submcltida ; evitando com igual cuidado urna
timidez inactiva c pretences exageradas.
Assim, por. jnuilo feliies nos daremos concorrendo
para a obra dcgfeislaco emprchendida de ha milita por
Vossa Santidadc, e contribuindo para que a uslica, a
Igualdade civil e a unifonnldadc sejam inlroduzldas em
todas as partas da nova lei.
Pelo que diz respeito s financas, ser do nosso de-
ver propr os ineios n.ais apprnpriados ao rcstabcleci-
inenio do equilibrio entre a 1 -recita e a despea, tendo
em vista_eslabelecer este equilibrio por mel de justa
reparticao dos mpostos, e aproveilando a opporlunida-
dc para diminuir e at abolir certas taxas mullo onero-
sas ao pobre, 011 que obstain o desenvolvimento da ri-
3ucia nacional. Farcinos votos pelo augmento do crc-
ilo publico, e pediremos que, sem te ollender o direi-
to, se opprimam cerlos monopolios, nteis a ccrlos indi-
viduos, porm onerosos a populacao nteira e, cheios
de adinlrafo pela parte que Vossa Santidadc tnmou na
liga das allandegas italianas, coadjuvarer A todo o pro-
gresso que tender liberdade eoniniercal.
n Na administradlo interna, trataremos de auxiliar os
nobles disignios de Vossa Sanlidade, que quer rcslaurar
nella a, moratidade, a economa, a simplicidade, e quan-
toem nos couber procuraremos que ajerarhia dos em-
piezos, sempre aemnpauhada de rcsponsabilidade, se
tome a arena do vtrdadeiro mereciin.cnto, tendo em
vista o lina a que Vossa Santidadc se propox instluindo
ouvidores do concelho. Serla igualmente para us agra-
davcl tarefa a de ministrar todos os esclarecimentos
proprios para tornar llorescentc a lavoura, nossa prin-
cipal industria, e bem assim asmis fontes de produc-
fo, porque sempre porcinos a mira no bem-cstar das
elasses inais numerosas e mais indigentes.
Quand aprouver a Vossa Sanlidade tonsultar-uos
sobre negocios'mili lares, concorrcreinos para o aprr-
feicoameiitd de una tropa cvica (di una.tropa cittadina)
fortrmente organisada e acoinpanhada de todas as Ins-
lituces accessorias, alim de que seja o ncleo ruda
do qual se rena esta guarda nacional que mostra tanto
xelo pela defensa da ordem publica, e que, sendo pre-
ciso, sustentar a independencia dos seus estados : con-
sultados a respeito dascadeias e asas de delencao, pro-
curaremos que, lqnge de seren una escola de perver-
sidade, torneui-se uin meio de regcnerac.no, e que, pela
punirn e bons cxetnplos, os espritus Iludidos sejam
tanlo fr possjvel convertidos moral e relgiao.
Uin dos primeii'ospensameiitos de Vossa Santidadc,
mesmo antes da iusiituico do concelho de estado, fui o
da 1 eorganisaco do rgimen municipal c provincial co-
mo base fundamental de toda a reforma. Ser este o
principal objecto das nossas nvesliga;cs, c esforcar-
lios-hemos por subineltcr Vossa Sanlidade todos t>g
projectos proprios para conciliar o maior desenvolvi-
mento das iustitucoes lucaes com a frca do governo
central.
Se a lodos estes inclhoramcntos juntarem-se, como
esperamos da alta sabedor!* de Vossa Santidadc, os de
mu vasto syst'- ... .j.io e iusti-uceo publica, 0
bem assiin 11111,1 adn.........icio de polica justa, moral,
destinada a velar, prevenir e auxiliar sendo preciso os
cdadAos, confiamos que estas reformas dar.i-i em resul-
tado a segu-anca, prosperdade e dignidade de todos os
seus subditos.
Mas tao grande e tao difRcil tarefa exige, para ser
cumplida, muitus estudos, limito tempo c profunda
paz. Comtudo, confiando em a nobre tranquillidadc de
que as popuiaces que Ihe sao subjeilts tecm aado tan-
tas e io nianilestas provas, esperamos que aguardeni
com paciencia c confian; de un governo, ao mesmo
lempo forte e benvolo, os frtelos salulares das seuicn-
tes que tem espalliado s nios clicias.
Sua obra, 6 padre santo, nao tem por li 11. favorecer
la! ou tal classe, 011 tal e tal ordem de cldados ; abran-
ge todos o seus subditos no n.esi.u. amor. Esla obra he
o grande, que admiraui e at seguern ouiros sobera-
nos de Italia unidos a seuspovos e ligados cutre si jic-
os vnculos da concordia, dos principios, das sympa-
.hias c dos interesses.' Tem-se visto umitas vezes pro-
PERNAMBUCO.
Cmara municipal do ttecife.
.' 8ESSAO ORDINARIA AOS 15 E FEVERERO
DE 18*8.
PRF.SI0E!Ct4 DO SEXHO B. NEnV DA FONSRCS.
Presentes os Srs. Barros, Ferreira, Dr. Aquino,
Gaudino e Matiieile, ahrio-so a sessSo, o foi lida c
upprovada a acta da aiitecedonle.
O secretarlo fez a leitura dos srguinte ofncios:
Ifm do Exm. presidente da provincia, aecusandoa rc-
cepcao das coplas authenticas das actas da eleicao de
eleitoresdas freguesa oeste municipio, que acamara
Ihe remetiera. Inteirada.
Outro do mesmo presidente, instando pela inforinacno
que pedir, se em alguiua freguezia deste municipio
deixou de haver a revisao, de que trata o artigo 25 da le
de 19 1? "o;!o de !84t>, eoin declnrncan deMas, e que
eleitores fncconarain uas cin que se lez dita revisao, se
de 1844, ou de 1847. linchada, por j ter sido atisfei-
ta esta exigencia.
Outro do concelho de salubridade publica, pedindo
que a cmara exigisse de Alberto Lavanre c de'llraullo
llodriguesTcixcira seus ttulos por onde exercem a ar-
te de pharmacia e lh'os rcinetesse, afim de que, em cuni-
primeiito de ordena do governo geral, podesse sobre el-
les formar o seu juizo. Que se expedisse ordem ao fia-
cal da Boa-Vista, para que exija daquelles individuos
taes ttulos.
Outro dojuiz de paz do l.'distrcto da Hoa-Visla, rc-
.]ni.liando uin livro mais para a qualificacao dos volan-
tes daquella fri-gUczU, por j estar completo u que se
Ihe remetiera. Que se satislizesse.
Outrodoprofesior.de priineiras lettras da frrgueiia
de Jaboatao, parlicipuudo teroblidodo Kxm. presidente
da provincia 6 mezes de licenca, c propondo aocidada
Joaq Manoel CoUtlnho para o substituir durante oseu
impedimento. Que se pedsse ao Exm. presidente da
provincia a approvacao do proposto.
Compareceu o Sr. vereador suppleute Francisco Ma-
mede de Aimeida, edepois de haver prestado o jura-
mento do cslylo, toinou assento.
Dcu-se principio apuraco de votos para deputados
provinciaes.
Dcspacliaram-se as peticSes de Francisco da Silva Me-
deiros, de Jos dos Santos Torres, de Joaquim Maria de
Carvalho, de Jos Anacleto da Silva, de Jos da bilva
Campos, de Francisco Alves da Cunha, de Jos da Fon-
seca e Silva, de Joaquim Rodrigues de Almelda, de Ba-
silio Alves de Miranda Varcjao, deJoo Thomaz Percira,
de Candido Theodoro Rodrigues Pinto, de Antonio Joa-
(|iini Peicra da Silva, ae Manoel Autono de Jess, de
Francisco G0119alves de Moraes, de Francisco Alves da
Cunha, de Jos Antonio Percira Rodrigues, de Aprigio
Carlos l'cssoa deiiello Saboia, de Jos Haptista Ribeiro
de Farla, de Jos de Aimeida lima, de, Maria Francisca
interrompidas por urna de suas criadas, que, apezar
do rigor das ordens, se alreveu a penetrar no quarto
de sua ama, edesfazendo-seem desculpas pela liber-
ilade quo linlia tomado, sustentava que so havia re-
solvido a isso, porque um criado muito formal as-
segurava quo tinlia quofazer duque/a urna com-
-municacjlo imporlantissima, eque n3o podia demo-
rar-so.
A du'queza enxugou os olhos, carregou a fronte, o
voltando a cabeca perguntou : ,
F, quo lie esse homem .'
Oescudeirodosenhormarquez do Chauvolin.
Ao ouvir este nome, lovantou-se n senhora do Gue-
hriant, e disse commovida :
. Diz-lhc que entre.
Puncodepois apiesentou-se La Terrise.
O rosto comprido e eurugado daquelle pobre vo-
Iho, nunca linna apresentado os sigr.acs de urna si-
tuacilo mais sincera. O continuo exercicio linlia con-
servado o vigor 0 a claslicidade os seus bracos e
(lemas, quo pareciam mais mnens do quo a cara, so-
bre tudo naquelle momento eni que as lagrimas cor-
riam por entre as onrugadas faces do bom vclho.
La Terrise, vestido com tima casaca cinzcnla, ves-
ta prota, cal?uo de velludo o mcia do seda, apresen-
lava uin conjuncto respeitavel que anitnava a seguir
opreceitodc Plalflo, quo rcommenda se tratom os
criados cpmo a amigos desgranados ; c hem desgra-
nado era soguramenlc aquello, pois senlia ainda o ef-
feito da dureza com quo o tinba tratado seu amo.
A duqueza, pois, auimoua La Terrise dizendo-llio
quo se approxitnassc, o quu ello fez com passo vaga-
roso, e sem levantar da alcatifa seus olhos hmidos
pelas lagrimas.
Que ha de novo, mcu amigo ? Mo pergnntou a
senhora de Guebriant com urna benevolencia, mis-
turada com ulgunia ctiriosidado. .
Ah senhora responden elle dando um profun-
do suspiro. Ha militas cousas bem tristes para inim.
Porm senhora duqueza nada llio Importa 111 as
desgranas do um pobre diabo.... Ndo devia fallar de
inim, porm uo o pude evitar.
Desgragas, diz voss, La Terrise I Talvcz algu-
ma perda, algum accidente.... ?
Se se tratasse so do mim, pouco importava,
disse o velho com um tristo sorriso ; porm o meu
bom amo.....
KntHdquo Iheaconlccou f pcrguntot com vi-
vcza a duquoza, redobrando a sua atlenQo.
Meu bom amo talvez se est agora mesmo ma-
tando com outro.
He possivei! exclamou a duqnezn. Com quem I'
nin.le:' como?
E vai morrer n'm dosalio, tlisso ostou seguro ;
porque, se assjm nfio fosse, teria permitlido que o a-
ue rana, da Conceicno, o levantou-se a sesso Eu, Joao Jos companhasse ; e nSo mo tena dito : Prohibo-lo
Ferreira de Aguiar, secretario, a subscrevi Dr.
Scry da l'onseca, pro presidente. ~ llanos. Ferrei-
ra. Jquino. ~ itlamede.
UI.1IIIU UE PEHNAliBlJCU.
^jjui Jsi ad louaJiiya3!saa a>* aoua^
Recebemos um dos exemplares do Soticiador Parahi-
bao, publicados no daT4 do corrente.
O mercado da Parahiba achava-se em situaco igual a
essa de que iuforiniiiosos leitores em o numero 37 des-
te Viario.
o Sr. Caelano Alves de Souza Filgueiras linha tomado
posse do cargo de capihio do porto dessa provincia.
VMtlEDAU!).
OS DOUS CASAMENTOS NO TEMPO DE I.UIZ XIII. [*j
EX.
th
ciparcm as reformas por exigencias populares, drseu-
volverciu no meio das desordeus c disscnses, e'nao se
obtcrcui seno a custo de militas lagrimas c muito san-
ge. Ms, entre os, he a priuicra c mais respeitavel
das autoridades que quei niciar-iio em os progressos
qu'c a civilisaso exige he ella que, impriinindo aos
espiritos um inoviinenlo pacifico e gradual, os guia pa-
ra esse lini supremo, que be o reinado da justica c da
verdade sobre a, ierra, (Jornal do Commercio.)
Por outro lado, nllo podio pensar na huniilliRiitc
manoiru com que o seu amante se tinha rotirado de
sua casa, sem reconvir-so de ter sido a causa della, e
sem qucixar-seda sorto daquelle de quem tao abor-
tamonlc se tinha vingado. A vinganca lio urna pai-
xo ignobil, cuja forocidade o baixeza s o ardor
brutal quo excita no homem quo so entrega a ella
pode dissimula-las.
,Salisfeita,aposenta-ses6b sou verdadeiro aspec-
to, o s produz o desgosto ; o so antes podia a pcssa
vingada compadecer-se de si mesma e ser compade-
cida pelos demais, apenas a desculpam depois que
so tein vingado. Ainda ha mais, a sua vinganca a
colloca ao nivel da pessa a quem todos olhavam co-
mo criminosa a respeito della, e absolve a urna, ou
condemna a outra, pois as represalias justificam do
cert modo a injuria primitiva. Por todas estas ra-
aOa que a duqueza senta como por instincto, se
lastimava de tor obrado com tanto rigor a respeito
do marquoz, e sobro tudo do Ihe ter tornado a man-
dar entregar o seu mimo.
Acorca tiesto ponto devemos invocar a favor da
senhora do Guebriant, nio tuna ciicumslancia ate-
nuante, mas si 111 uin mandatario attenuante. Segu-
ramento teria temido envenenar muito as cousas
eiliprcgando b coronel para desempeiihar aquello en-
B|o, e por isso o tinha condado a um creado; po-
rom o senlior do Laslic, que saina qual era a mensa-
gem, o quem o mensageiro, tinha conseguido do
criado que Ihe doixiisse cumplir a commissSo que
Ihe linliamdado, (cando responsavel por todas as
conscquenciasqjjepoderia ter aquella substiluicSo.
As desoiaJoras meditacOos da pbbrc amante fram
[*j Vidc Diario n. 87.
que me sigas. E comtudo ou chorava como a-
gora.
Foicombaler! exclamou solucando a senhora
de Gueliriant. Porm, com quem? Fallo, La Ter-
rise
Dizendo isto, agitava o braco do criado, a quom
os solucosnilo deixavam fallar.
Gom o sonhor coronel do Laslic, disse elle u-
nalmente.
Gom meu primo! Alt Isso he espantoso. E
onde '! para que parle ? j partiram '!
Todas aquellas perguntas su prccipitavain em sua
bocea, eo velho s rcspoudeu a todas ellas Com um
signal allirmativo.
E veioaqui, para quo vejamos como se ha do
evitar essa desgrana'!
Mo, senhora ; vim para llio entregar em milo
propria esto retrato que meu pobre amo beijava com
o maior cnlhusiasmo antes de cingir a espada.
Pebre mancebo .' exclamou a senhora de Gue-
briant, derramando lagrimas E soube o motivo do
desali ?
Nao, senhora ; s vi entrar o coronel... e quan-
d se relirou ouvi eslas palavras : Dentro de um
quarto do hora. Talvez queja tenha morrido al-
gum dos dous ajuntou com voz desolada.
Diga-me, meu amigo,eslavam muito irritados?
Ouvio vozes ? Accusava o"coronel a sou amo do tor
subido de noitepor urna escadade corda para a ha-
bitacilo da souhora de Fargis ?
Gomo! lera alguem supposto... ? Porm a se-
nhora duqueza nfio ignora quo eu habito naquella
mesma casa. .
E quo importa isso ? He provavel que o mar-
qiiez desejasse occultar-lhe isso Talvez lomesso
couiiar-llie o seu segredo I
Senhora, he urna calumnia, ou o juro. Meu a-
mo he incapaz de...
-Ah I O faci lio demasiado corto, ajuntou a du-
queza.
Asseguro que he pura irivenfo, ptoleslou o cs-
cudeiro.
Porm sorprenderam-o, viam-o desuor.
Senhora duqueza.... he mpossivel, ter-se-hilo
engaado.... Ah Estou bem seguro do contrario.
Porm, disse a duquoza com anciedado, om que
so funda para assegurur tanto isso ?
Noniolerilo amor que meu amo professava a
V. Exc.; nesse amor que ainda honlcm me altrahio
a clera de meu amo ... O faci he eslo quo vou di-
zcr,ja que a necessidado mo obriga a isso. Meu amo
lii 11 i perdido aojogo lodo o dinheiro que linha, e
honlem mesmo recebemos urna carta de um dos seus
amigos, o sonhor de Voilure, que, informado da sua
situado, Ihe euviou duzonlos dobrOes, mas por pru-
dencia mandou que se me etilregasscm mim para
que os adminislrasse. Acreditara V. Exc. quo o mar-
quez quera empregur iiumediatameute motado des-
sa quautia em comprar um mimo, julgo quoum 1c-
Ique, para otVoi ecer hoje senhora duqueza ?
Ingrata'. exclamou esta. E eu lh'o recusci ?
*
MUTILADO



cbr*r5 ou", ,a V- Exc- ? Perguntou La Terrise
2 1 Tr "9,!fllurelaCSo a sahir das regras da
mKMet,nha observado.t entao. E filiando
comsigo mesmo, continuou dizendo :
,i7 g0r8 a antevejo a verdade... Esso leoue... Po-
i?m?r U1maesca'a S3 IImSSLtod0-;.Por,n ent,oSo liecul-
TilVS m "tenderen, !.. Porm quem sabe?
car^me 8 ^ V0U eorrendo a Cerlifl-
virEm,,rlase^,am?c0ef'som "adamis ou.
v>r, tem explicar, saino da sala com urna lieeirera
SUiU-^06"?0 'leVa e-*e demando a duqueza atormenlada com .i. 2
desgrana que a untiam assustado muilo. o com'um
enigma que nflo Ihe era fcil adivinhar
Apenas o coronel sanio de casa do senhor de Chau-
vel.n, q.iandoeste tratou de utilisar o quarto de ho-
ra que se Ihe tmha concedido, eprocurou. o tirou
luido retrato da duqueza, que temosvisto,X"
ao seu original pela mffo de 1.a Torriso. Oepois de
ter desped, o este criado, cscreveu preaka urna
carta, e ..hiodlrigindo-se ao sitio indicado p.ra..
quelle encontr mortal. F
,w ^r0ne.1, I"1? sua parte' 'anibem tifio quiz per-
lr.rlUr valor do lempo, quanto menos ha de que dispArA-
conselh.de, pelo demonio dos gelos, "m.g nou ue
omaoreJu.aor rr00^0 muit0 n"?moqn a
? n d *CU e8P|r'to. 'le urna conferencia
com a mulher cuja .nconstancia o enviava morl
ouS'ea0lCrOSO,''raZer' I"0 desfructava a tes
Jard.s6 Cnduzi Paraa casa da ""os Tres-
r,Il0mClmnh ia r,',e*onndo com tristeza Acer-
ca da oiapeira que devena tomar naquella solemne
i"l,8,c,leloseuamorf ora aos ule-
reases da sua v.nganca. J so preparar para se anre-
sentar com modo alrivo e severo a u.nYmuIher a
ErPCAhSaVa hum ,har com sua8 "coovencoes e op-
pr.m.r son o peso da sua justa indignaeflo. Ve-
remos, dizia comsigo mesmo. so tem o .Waramen-
lo de negar .. atiento de descular o seu ri-
me. Ku pcrm.necerel firme e itnplacavel, o v-la-
he. arrastar-se a meua ps pedindo-me perdlo, e fol-
garc com a sua vurgonha. '
( Continuar-te-ha.
Alfaiulega.
BENplHENTODODlA............ 7:2)900
Descarregam hoje, 23 Je fevereiro.
Escuna Galanlt-lUaria mercadoriaa.
"arcaT Thomai-Uclluri -- dem.
Barca Either-Ann earvao.
Escuna Laura merendona,
Brlgue Cora -- idcin.
IMPOKTACAO'.
tnGZL?rte,'aria escun brasileira, vinda do Por-
Cr'iZ tlr,corrcnte consignada a Silva &
<>riiio, manifestou o seguinte :
Bor"X30dVerMS mo,Cllori; Franciscq Manoe)
del5nrinrf^',4dlOSpr,lgos' lcunhete mod.
TrProzo ^ ,,0ra "'' Mendes *
s(30c.ixas pomada; a Manoe! Joaquim Ramos e
2 fardos peneiras, 7 barris pregos, 4 caius nom
la ; a Antonio Jos Rodrigues .le Souza P
ra d.Va!!^ mCrCadraS ; 8 "ra""cisco Te'"-
10 caisas pomada, 5 ditas r.-chaduras, 25 barris
pregos ; a Francisco Xavier Martina Basto
4 caius castanha pilada, 2 ditas nmada <\ .,
.ihetca velas; a Joto'Joan Ro.lriie.PMS,. 1j U"
3 caixas diversas mercadorias, 7 barris prego* 15
ca.sas fecbaduras, 1 dita palitos, 1 dita ferros' de
ongohimar, 2 ditas linhas e pn,,,, de I 0 hrd 5
penoirag. 7cunhctcs machados, 1 caiu counw ?
lita e 2 fardos fio porrete, 1 caix. "va, 8 u-
iihetes machadinhas, 2 caixas chapos vareiro. a
caizinhaa, nedra e palitos. 1 caixflo obras deTata'- a
Antonio Valontim da Silva Barroca '
hUfSStn,eias de li,,h0; a JS F,an,!iw;o *
2 caixas pentes, 1 dita relroz 8 ditaanomad.
4 ditas l.nb.s, Ccunhctos machados, e cix s
cunhote fechaduras, 10 barris prego 4 d os chou
10 pipas vinhft a Francisco Alvcs da Cun'ha
5 bari.s choungas ; a JoBo Jos Pereira Borra
raes Clr0Z; Jil0 JS de CarvaKo-
1 caixflo diversas inercadoi as, i cuiihele 2 ne.m
KortSu0na.o?dtS "C ^ 'S** Sffl*BS
Cir,,CcUj'im.UPann0 ^ UDh0; A"l0,,i0 de *W|
1 caixa nozes; a Joflo Antonio de Dos
28 saceos feijao, 10 ditos cayada ; a Pauio Jos Ai-
W.S lid >||\(|
a Sosr ir ssi. 24 ma,hos para tan--;
da2Sii;aSMaSiaPreSUntOSeSa,pC,5:8; ^oaquim
d41Si"v.rU"U' PaniW) de,i,,h0 a Maoei Cregorio
I omftrtffto rneiss ; a ioaquim Jos de Amo-
150ancoretasazeilonas; ordem
iA?i.p.*i0-lp",l!0 de ,Dl!0' ic"le rctroz, 200
co ue Wiveira dC P"'' P'Pa ?ioho* a ,a"oeI '-
18 barris presuntos, 20 barricas cevada. 10 caixas
pomada 5 ditas palitos, 2 ditas couros, 3 fardos ca
pachos, 10 cauta, nozes, 20 barris azeite, 4 Da e
a4 barna v.nho. 450coreUs azeitonas 20 canas
tr.srolhus, 12 feixes arcos, 2 barris enudea *
cuiihete. n.achados, 24 barr s pregos fl BOta.'lln
' cn0iU?()*hre8lT d" cebo1'8 a 8 Iva & no
n.rn?I iibra8 d. pr*'" a i08e Velloso Soaes'
br des de fe rroT^'in^6 pcneira9' u">"
anudas i c.\l,%.,X P ".ferros P,lres, 3 barris
SfeSCaW"7unionr.Caml,e,r0S e *** a **
n.i ?^?, raZM ,de- *,fi 5 "coreM azoito-
Basto maSs" a Francisco Jos Tcixeira
n i5,_c,fc *echapeos, 4 barris azeite ; a Anto-
nio Jos Pedro Goncalres.
1 caixSo obras de prata ; a Josquim Martins Mo-
reir.
3 saceos rolhas; a Jos Duarte das Neves.
2 raixas fechaduras ; a Manoe! da CunhaGuima-
rfles Ferreira.
i caixSo freos de ierro; a Jos Joaquim Pe-
reira. ^
3 barris pregos ; a LuizGonzaga dos Santos,
13 barris pregos, 1 caixa diversos objeelos : a Joa-
i|uiui Monioiro da cruz.
2 caix.s diversos objectos ; a Jos Carlos Ferreira
Soares.
200 canastras batatas; a Manoel Duarte Rodri-
gues.
1 caixilozinho obras de prata; a Bernardino Gomes
det.arvalfto.
1 paoote moeda de prata ; a Jos Pereira da Cu-
nha.
Thomas-Mellort, barca inglcza vinda de Liver-
pool, entrada no corren te inoz, consignada a Rus-
sell Mellors & C, manifestou o seguinte :
60 caixas fazendas de algodiio, 121 fardos ditas de
dito. 162 toneladas do carvflo de pedra. fardo fa-
zendas de Ifla e algodiio, 1 barril comesliveis, 283
logareiros, 1 barrica grelhas dos mesmos, 2 laixos
de ferro ; a Itussell Mellors & C.
50 bairis barrilha ; a t. G. Pereira Lima.
1 caixa bicos, 2 ditas machinisino ; a Ridguay Ja'
misson. .
52 taixas de ferro, 3 caixas fazondas de algodflo;
a Me. Calmont & C.
6caixas fazendas de linbo; a Jones Patn &C.
1 barrilinho carne, 3 caixas ferragens; a Itob
Bruce.
2 caixas fazendas doalgodSo : a Adamson llowaie
& ('..
3 fardos fazendas de algodflo; a Deane Youle
a (.
9 fardos fazendas de algodflo, 8 caixas ditas do di-
to : a 11. Gibson.
13 caixas linhas de algodflo, 1 dita miudezas. 2
barricas ferragens, 3 caixas miudezas; a G. Ke-
neworthy & C.
3 fardos fazendas de algodflo, 1 caixa ditas de di-
to; aJ. Stewart.
6 fardos fazendas de algodflo; a Fox Brothers.
1 embrulho livros ; a Ghristophers.
20 fardos fazendas de algodflo ; a Latham & llib-
bert.
1 caixinha 1 retrato; a G. Pachett.
Cora; barca americana, vinda de Baltimore, en-
trada no corrente mez, por franqua, consignada a
Matheus Auslin & C., manifestou o seguinto
1:200 barricas farinha, 400 barris banha do porco.
150 ditos manfeiga, 140 caixasqueijos, 124 presun-
tos, 25 barricas bacalho, 100 ditas bolacha ordi-
naria, 40 ditas dita fina, 100barriq'uinhas bolacbi-
ina, 25 duzas do vassoura, 10 ditas de baldos, 6
temos de tinas, 30 0audres agoa-raz, 60 barris car-
ne salgada. 10meios ditosdita, 10 barris vinagre
40 caixas cidra, 10 ditas cerveja preta, 20 ditas dita
branca, 20 caixas cadeiras, 3 marquezas, 4 barricas
arroz, 25caixas macarrflo, 25 ditas verniecille ; aos
mesmos consignatarios.
UM
MASGARADO.
No anno de 1844 tere lugar no thtrd de San-
Pedro-de-Alcantara da corle do Rio-de-Janiro o
pnmeiro baile mascarado pelo tempo do carneval,
e com tflo boa ordem e successo, que se repeli as
demais festas daquclle anno. Km 1845, os mais thea-
tros daquella cflrte, seguindo o exemplo do thealro,
de San-Pedro, lizeram os scus bailes mascarados
distinguindo-so muito os dous theatros do Sr. Joflc
Cnetano, da Praia-Crande e San-l'rancisco-de-Pau-
la. Em 1846,j nios os theatros, msate mudos
especuladores adoptaramesse modo de vida, dando
ao uiaacarados, aiugando roupas proprias para
taes dive timcnlos, para o que se preveniam as ves-
peras de todas as Testas do anno, em que naquella
corto est em uso o baile mascarado. A estos bailes
concorrem pessoas de todas as gerarchias o condi-
cOes de ambos os soxos, porque a mascara he sa-
grada em um rosto qualquer, eos Fluminenses, as-
saz potidos e civilisados, sabem respoitar este an-
tiRo costume da Europa.
sivel. o brigue portuguez Taruio-Prmutro tQt
e encavilhado do cobre e de boa marcha' Dn
a maior parte de seu csrregamento prompu
o restante e passageiros, para o que offireco '
lentes asseiaduscommodos e Iratatameato 1
se como consignatario, Frmino L F. da Rs,'
ra do Trapiche, 11.44, ou com o espitao (,'
deOlivoira Fanec. I "
Para o Ceara em .escalla pelo A ralea t y t
seguir breve o hiale Roxo-OUnda, sendo que
este ultimo porto, s se tratar, receber carea'
poisde para all ter sabido, ouficar promptoe'f,
bao barco que se .cha propo.lo; osprelea^-
oe enienderao cun u unic Antonio Jos y._'*
no Trapiche-Novo, ou na ra da fttleia-VeJhi n
segundo andar."
- Para o Rio-de-Janeiro sahe, no di. 26 dom I
na Galanle-Marta, forrada en?J
rente, a veleira escur. .
gada de cobre : recebe nicamente passageiros e^l
cravos para o que tem liona com modos : traii l
i-iarus para o que lein nona commouos :
com Silva & Grillo, na ra da Moda, o. 11.
Para o Rio-do-Janeiro saldr breve o brit.
ifto costume da Europa. r" o mo-ue-janeiro satura oreve o britu,
Pernambuco, cuja capital rivaJisa em luxo e po- *treantil> capitflo Antonio Ferreira Lima Fogam
idez com a corte deste imperio, nfio deveser vic- 1"fl'te"'bous commodos para passageiros, e im,
ima Jos prejuizos do soculo XVIII, om que as nos- t.ambem para escravos: quem pretender podo enie
lidez
tima dos prejuizos do soculo XVIII, om que as nos-
sasjanellas eram cercadas de miudasgelozias, as
portas de urupemas, etc. etc. He contando com
civilisacflo e polidez dos habitantes desta segunda
capital do imperio do Brasil, que se vai dar este an-
no o pnmeiro baile de mascara, publico, debaixo
das condic/Jes suguintes, que serflo religiosa mete
guardadas :
Salao do baile
CONSULADO GERAL.
RENDIMFNT DO DA 22.
fiera I .
Diversas
provincias
3:867,235
38,692
3:905,927
CONSULADO PROVINCIAL.
IIENDIMENT DO DA 2a ... .
2:021,581
Movimcuio Navios takidoi no dio 22.
navre ; Nelie-Malhilde, capilo Killiard. carga asiucar e
cobre vclho. Paasageiro, Caiaemiro Garnicr.
Nrw-Bedford ; gatera americana Darlmouth, capilo
Jmese. Oabern, carga a menna que trouxc, islo he,
petrexos para pesca.-Voltou para o .mea.no poro
donde aalira por estar o capitao doenle e baver se a
maruja insubordinado.
EDITA I
Jodo Xavier Carnetro da Cunha, fidatgo cavalleiro da
caa imperial, cavalleiro da ordem de Christo, e admi-
nistrador da mesa do consulado desta provincia, por
S. Um Imperador, que Ueos guarde, ele.
Faz saber que no dia 28 do corronte, a urna hora
da tarde, se ha de arrematar cm praca.na porta des-
la repartido, i caixa den. 1.1 com assucar branco
e mascavado, pesando o branco liquido 38 arro-
bas o 24 libras, 1,700 rs., e o mascavado liquido,
14 arrobas e 8 libras, a 1,300 rs., consignada a
Victorino de Castro Mrjura.eappret.endida pelo guar-
da Aloxandre da Silva Fragozo, por estar o assucar
viciado, o a tara inexacta: sendo a arrematacflo
livre do despeza ao arrematanlo.
Mesa do consulado do Pernambuco, 23 de feve-
reiro de 1848.
O administrador,
Joo Xavier Carneiro da Cunha.
uenslruir-se-ha nm grande pavimento ao nivel
do parche-scenico (coma no lo-de-jaueiro), este:
sor todo guarnecido em roda de cadeiras : as so-
nhoras oceuparflo o lugar da direita, os cavaihoiros
odaesquerda: para este grande saldo s enlrarflo
as pessoas mascaradas de ambos os sexos; as de-
iiijis pessoas quo nflo vierem mascaradas, oceupa-
rflo os camauea.- as pesoas que quizerem dan-
car sem Vestido de mascarado, poderflo usar dn
ilumin, que he smente o rosto coberto com moia-
mascara, e o rstante franzido de sedas escuras,
que cobrem al ao peito [como no Rio-de-Janeirol.
Hesacrad. a mascara, nom por pensamento se Ihe
deve locar.
Duas bandas de msica precnchem alternativa-
mente o lempo do divert monto.
Polica da sala.
Para o grande saldo s enlrarflo as pessoas mas-
caradas do ambos os sesos': nosalflo he prohibido
o fumar: nflo so admittirflo bebidas espirituosas:
11 tirante as dancas reinar o mais completo silen-
cio. Toda a pessoa qtio dr causa a qualquer tu-
mulio, go o harmona quo deve reinar na assembla, ser
mandoda retirar pelo mostre-sala, ordem da auto-
idadeque estiver presidindo. lio prohibido todo o
brmquedo de ontrudo. O meslre-sala, depriia de e-
presentados os cavalheiros para o arimeiro baile
designara a senhora quo deve ser Ai par, e an-
iiunciara o ultimo bailavel que deve terminar' as 3
horas. S haver urna porta para a ontrada-geral:
ne vedada a entrada a pessoas de jaqueta: todas as
maisdeverfiovir decentemente vestidas. Os mas-
carados srneute poderflo vir vestidos como a sua
phantasia Ibes suggerir.
n?S|ob"10leS. l0 eralmente a dez tustes, ese
vendem no becco atrs do theatro -
dennilTJ'it8 qUe nao 1U2er ^H^r poderflo.
dSPPn1rd5, Prar S Seus ^-npetentes bilheles
do entrada, comprar camarotes para estarem mais
ordem, pelo diminuto preco de 2,000 rs.; frente 4*
rs.; ordoin nobre, o diminuto preco do 3.000 rs-
WtfffifiCSS-- *#* Kt
loitm os que se quizerem vestir no theatro acl.a-
rflodousquartosilluminados, junto a lerceira or-
dem, onde se poderflo vestir a'sua vontade
irn ,q^,qU,Ze-r0mP,r" osle 0m vestuarios do thea-
tro, os alugarflo a 2,000 rs. para cada noite.
O salflo do baile so franquear as 8 horas da noite
As dancas principiaran s 9 em ponte, etermi.a-
rflo as 3 horas da madrugada.
Os bilhetesaso vonderfloat ao dia 24 do cor-
ren e. a 1,000 rs tanto para homem como para
senhora : passando este dia, ser oada bilheto 4,000
res.
O primeiro baile he domingo, 27 do fevereiro.
-------... para escravos .- quem preienuer podo entei
der-se com o capitflo, ou com Ainoriih Irmflos ra/
Cadeia, n. 45. m
Para a Babia segu viagem cem brevidide
liiateSan-y: para carga o passageirs, pdem
lender-se na ra da Cruz, n. 26, com Luiz Jos a*
Araujo.
Para o Rio-Grande-do-Sul pretende salijf
mais brevo possivel, o bnguo Juno, 'por ter or
de seu carregamento : quem no mesmo qu!jr
regar, ir de passagem, ou embarcar escra
rija-se a ra da Cadeia, n. 5, a fallar coi
ritn Irmflos.
Para Lisboa sahe com brevidad/., a muito ve-
leira barca portugueza\Ligeir de rjjae he caniu
Antonio Joaquim Rodrigues: quem quizer cirre
gar. ou ir de passagem, para o que tem excellenta
com modos dirija-se ao mesmo capitflo, napna
do Commercio, ou aos. seus consignatarios. FrS
cisco SoverUnno Habeo Filh"
Os Srs. carregadres da barca Bella-Pernamk
cana queiram mandar os seus conhecimenlos.
casa do consignatario, na ra da Cruz n 34 .
ceiro andar.
Leilots.
James Cocksholt & Companhi farflo leilJo
por interveneflo do corretor Oliveira de grande sor-
ti monto de fazendas, todas proprias do mercado,
inclusivo utn rico suiineni de pannos prolos
propnospara a-proxima Quarosma ; quinla-feir'
24 do corrente, as 1 horas da manhfla no seu ar-
mazem da ra do Trapicho-Novo.
06rretor Oliveira far leilflo de urna esplend*
da mobilia quasi nova, e mais objectos de ca&!,
inclusive obras do prata, sendo bandejas, silvas,
casticaes. apparelho para cha e caf, *tc.etc.: ho-
jc, 23 do crremelas 10 horas ua manlifla, no 1." ajt.
dar d. sua casa, ra da Cadeia.
Avisos diversos.
Publicoslo Litteraria.
NOVO DICCIONARIO DA LINGOA NACIONAL.
or base a ultima cdi?flo do diccionario da L ZnirT.^i, "8 Correspondeiica om resposli
digno litterato o Sr. Morara, publicado om T, L ,^elle 1"e corro impressa no mesmo Diario
no anno de 1844. Declaramos entilo quo se- afnrmai?aCTrente anno ; e so desposta frpeU
em ludo o systema daquelleeximio lxico- nnht n,e?mo abaixo assignado o desafia
Declaracao.
-; Aadministracflo geral dos estabelecimentos do
candado manda fazer publico, quo no dia 28 do
corrente pelas 4 horas da tarde, na sala das suas sos-
soes, ira a pra^a, pelo lempo que docorror do dia da
arrematacfio a 30 de junlio de 1851, a renda das casas
11. 3 da 1 ua da Roda, e 33 da ra de Hortas, sondo a-
quella teiroa, eosta de hum andar o solflo, ambas
lecentemeiitu reedificadas.
Administracflo geral dos estabelecimentos do ca-
ndade.21 de fevereiro de 1848.
O oscripturario,
Emsetembroe ontubro do anno prximo passa-
do. annuiiciamos ao publico, que se ia laucar ao
prlo un novo diccionario da lingoa nacional oue
teVO pOr lin o till A^:nftA j ..:-_:------- "
muito
Lisboa
gimos em ludo o systema daquelle exiniToicxico-
grapho, porque suaauloridadc, j por si so bas-
tante respeitavel, accrescia a edieflo sobre que fun-
damos nosso Irabalho, a dos Ilustres Fr. Francisco
deS. Lliiz, Souza Monteiio e padre Casltfe. Obser-
vamos ainda por aquella bcca.iuu, que pequeo
seria o resultado da existencia do urna obra tflo
utilcomo.de que se trata, se o seu preco nflo
rosse tal. que habilitasse. a todos a podeiem obl-
la. Cloriiuo-nos por ter conseguido a resolucflo
tiesto problema, por isso que o preco por assigna-
l"ra sena o de 20,000 rs., pagos em duas presla-
ccs. Iloje laciic amos quclles annuncioa, accres-
cenUndo que brevemente se achara prompta a 1.'
parle daquella, em que dividimos o nosso Irabalho;
continuando a receber subscripces por cada una
dellas, a rasflo de 10.000 rs., pagos adiantadamenle.
Subscreve-se na ra Formosa, 11. 2.
LOTERA
Do Hospital Pedro II.
A manliiia, i! do corrente, correm fra-
prelerivelmeute as rodas da segunda
quinta parte da.primeira lotera'do uo-
vo hospital, e os bilheles respectivos es-
tSo a venda at as 6 horas da tarde de
hoje (i3)
"~Des.encamlnhou-so do meu escriptorio na na
no 1 rapiche, n 44, urna lettra de rs. 636,000, por
mim sacada emlldo outubro de 1847, a pagar
minha ordem, 6 mezes precisos, contra o Sr. Joa-
quim Francisco de Alm, que a aceitou na mesmi
uata. Quem a entregar ou delta dr noticia certa no
lugar cima indicado, ser recompensado, ficando
ceno ae que o aceitante est prevenido do tal ex-
travio. Ijecifc, 22do fevoreiro de 1848.--F/rmino Jo-
s Flix da Ron.-
Joflo Pinto dd Lemos embarcaca, por ordem de
seu senhor, o commendador Manoel Thom e Je-
ss, o escravo Maximiano, crioulo.
... ~ s.r- Bernardo Jos Monleiro dirija-se a ra do
Qucimado, n 42, a receber urna carta vind do m.t-
. 1J0' > "' para as 8 "ora9 da manha, cn\ ra-
sflo do portador sabir ao meio-dia.
i?,.- a ',", ussle,lado pergunta ao Sr. Dr. Joflo
rirrcira da Silva, seaellesflo allusivas as oxares-
socs : iioiivo. porm, alguem que nesse lempo com
a mais negra perfidia pro.curou calumniar-me, do
que ten 110 documentos, que.se lem no Diario di
lemambuca,.,,.40, na correspondencia om resposli
B
avisos uiat'iiioos.
Ia||-- Para o Porto saho no dia 5 de margo imprct-
nvclinente, a bem cenliecida barca portugueza
11 i ---- T ~~.....v... u,iu funuguexa
lietia-i'ernambncana capitflo Manoel Francisco No-
gucra : para passageirs smenle Irata-se com
oapitflo, na juagado Commercio.
-- Para a Babia sahe, no dia 28 do corrente, o pa-
Francisco Antonio Calateante Cousstiio. ttocho S.-GVu : para o resto da carga e passageirs,
|_trau-se ao lado do Corpo-Santo, loja do massames
i 11. 28.
Par Lisboa partir, com a maior brevidade pos-
.-,- "..,u uiiu assignado c
ni ,.r Cim cll?,ess documentos ; pena, se o
nflo fizer, de ser i.do.por um calumniador.
.,, Jo** Francisco Pinto Guimardes.
No.1 !-g.a"1 se8"" Nova: a tratar na loja da n.esm a.
umT .l' .J3,aquim, Venancio de Souza vai fazer
urna viagem a Portugal.
mMo?lrn1l\pehs,Jho?8da noile pouc.omaisou
cruuL' lo,M"foo.b.ixo assignado un. preto
d iend ser"Z** E,olrio. P^ para o Comprar,
oizenao ser escravo do Sr. Jos | n fiezerra mora-
se" ZhorT ,lrngCnl, S-F'SSo : po io
Mr lvm""ieln,,r conla e"e. quanto antes,
sab lk ni'grar''"- leerlo de que so nflo respon-
lecifP 0 ifUrga t,U "lo escravo possa fazer. r
dalJp'es, Jafwereiro <'/* Almei-
MZ^T^CTu a78J"rS Cm P*H! D0
lea"e^!,MV,fn Um prsto Y0,n0 ; bem COmo "m m0'
bel romo t "nS Pa,a 8erVC0 do a" P' "
ruaao ffiV. ,3.P"ra Ulr qUalqUer SCrV' : M
dando bOT,Pfi^S,rdaUmc0"l0d0 ris PTetD0>
Sirbo8.nJarrnaS'd,r,Ji-rearUad l'enh' *'
i.r7nA,iug!"S0 70""' ou gra'"le armazem, sito no
M,!,Hr,(in?mb,ea,'eun,f>ue teve Igodflo Manoel
no, ns dee7"v,,ra Lobo : a traUr na "ra do Viga^
o.,"^0^rece"se uma mulher branca para ama deal-
guma casa : na ra da Penba, n. 29.



-- Precisa-te de um aprendiz de charuteiro, e
juntamente de um molequo : em Fra-de-Portas fa-
brica n. 27J|
Precisa-sede urna amado moia-dade, para to-
do o servico de orna casa de pouca familia: na ra
das Flores, n. 31.
-Precisa-sede um caixeiro no HotelrCommer-
cio, da ra da Cadeia de Santo-Antonio, n. 13.
Se porventura estiver nosta provincia resdn-
do, anda que temporariamente, o Sr. Joaquim Ma-
noel Pereira, quo de tonente da oxtincta segunda li-
nlia passou a alfores para o primiro hatalh.To de ca-
tadores do exercito, por decreto de 2 de de7mr,ro
de 1839, queira, d'ordom superior, dirigir-se ao
quartel do commahdo das armas, aqnde se The com-
municar a raso deste diamntenlo.'
Jote Joaquim de Medeirot Reg Monttiro,
Ajudanle d'ordens.
CURSO DE GEOMETRA.
F. N. Colaco pretende abrir, no da dia 6 de mar-
co, um curso do geometra. O annunciante onsinar,
nao s a porte nocessaria para a academia, como
tambem para os que quizerom algebra e trignome-
Iria. As pessoas que dosejarem frequentar oste cur-
so dirijam-so o atinuncianle, no bairro da Boa-
Vista ra da S.-Crz, n. 38. As licOes sero dadas
no bairro de S.-Antonio.
-- OfTerece-se urna mullier forra para ama de casa
de hornera soltero : quemdeseu prestimo se qui-
zer utilisar dirija-se a ra do Fogo, n. 49.
- Procisa-se d qra caixeiro braileiro ou porlu-
guez, para urna venda ao qual, tenda as qualidades
nectssaiiasnIo so duvidar dar bom ordenado :
l/molinda^nos Qua'tro-Cantos, venda da esquina,
com portas para a ruado Coxo.
&
--JoifoToseli,subdito romano, vai a provincia
ta Babia. '
- Goorge Chadwick, subdito ingle/;, vai a logia-
ierro.
Agencia de passaporles.
Na ra do Collegio, n. 10, o no Atrro-da-Boa-
vista, n. 48, continuam-sc a tirar passaportes tan-
to para dentro, como paradora do imperio; assim
como despacham-se escravos: ludo com brevidade.
O doutorem medicina Manoel Adria-
no da Silva Pontea contina a residir
na ra larga do Hozario, n. 30, se-
gundo andar, onde pode ser procura-
do a qualquer hora ; tambem trata
homceopalhicamente quelles que se
quizerom subjeitar este metliodo
curativo, e receilar gratuitamente
das 6 as 8 horas da mandila, e das 3
as S da tarde, aos pobres, quo tam-
bem terilo os remedios gralit forno-
cidos pelo boticario.

AGENCIA DA FUNDICAO" DE LOW-MOOR.
Na ra de ,Sonzalla-Nova n. 42,.contina haver
um completo sortimonto de.mcndas e machinas de
vapor, para engenho de assucar : bom como laixas
do farro batido e eoado, de todos os tamanbos : lu-
do por preco com modo.
QOi quizer lugar urna escrava com habilida-
des, para o servico de urna casa, dirija-so atrs do
S.-Rita-Nova, n. 43.
Aluga-seum sitio na estrada dos.Remedios,
passando a.pohtezinha no segundo portfio a tra-
tar no mesmo sitio ou na ra do Codorniz, n. 1.
Aluga-se o segundo andar do Sobrado da ra do
Hangel, n. 46, bastante fresco com duas alcovas ,
4 quartos, ptimo para urna grande familia : a tra-
tar na ra Direita, n. 3.
Manoel Jos de SAraujo responde ap annun-
ciodo Sr. Callado, quo elle nuncaencarregbu ao
annuncisnU de reeber, comodiz, da casa do Sr.
Desenclos os 1,115 rs. pois o annunciante nunca foi
seu caixeiro, e s sim o Sr. Gallado por duas vezes
pergtmlou em casa do annunciante, se o caixeiro do
Sr. Desenclos deixott algum troco para elle ao que
respond que nilo : e por iss ho escusado o Sr. Cala-
do andar metiendo o annunciante em polmicas,
pois tem mais em que cuidar.
Precisa-Mi do um homem que seja acreditado o
liabil, para ajudanle de um procurador do causas :
na ra do Itangel, n. 36, segundo andar.
Aluga-se um segundo andar, na ra da Senzal-
li-Nova com commodos para familia por proco
muito mdico: na praca da Independencia li-
vraria ns. 6 o 8.
-Pertence a Sendora Angeca-Maria Rosa do Es-
pirito-Santo residente em Macei, melado do meio
bilnete n. 399 da segunda quinta parte da primeira
loteria do dospital Pedro II, em Pernambuco.
--JoSo Gomes Mailitis, solicitador vitalicio de
causas, transferio a sua rosidencia do paleo do Car-
ino para a ra do Rangel, n 36, segundo andar.
Alu^a-se, por preco commodo o sotfo do so-
brado n. 36 da ra do Rangel, com bons commodos
para homem que n3o leuda familia :-a tratar no se-
gundo andar do mesmo sobrado.
Precisa-se de um caixeiro portuguozdo 12a 14
nnos: na venda da ra doCaldoirero, n. 94, ,\a
mesma tambom se venden tres pipas vasias, proprias
para ago'ardento.
Precisa-se de um caixeiro para venda, que te-
ma pratica da mesma : queni quizer dirija-se den-
troda ribeira da Boa-Vista, confronte ao atjougue,
Jos Caetauo de Corvalho vai Babia. x
Por detrs do thealro na coebeira de Joo da
tunda Res., alugatn-se muito bous andadores o
gordoscavallos, proprios para passeios : tambem so
jilugam ptimos quartos para viagens, com muito
uonsarreos: ludo a gosto dos pretendentcs. Na|
mesma cocheira vendem-se 3 excellentes cavallos,
com todos os andares, novos gordos e sem acha-
ques.
-Precisa-se de um bom ofllcial do charuteiro,
para ir irabaldar em urna fabrica em Nazareld : pa-
ga-se bem : na ra do S.-Cccilia n. 9.
--1 recisa-se de urna pessoa capaz, domem ou se-
nnora, que queira cnsinar msica vocal o tocar pia-
n.emum engendo, pouco distante desta praca :
na ra larga do Rozario, n. 48, segundo andar.
Precisa-se alugar um preto do inoa ida-
"b. para vender em una canoa agoa, estacionada na
./os Maria de S.-Paio relira-se para Lisboa a 1ra-
tar de seu negocio. -
r- O abaixo assjgnado substituto de philosopdia
e geometra do collegio das arles, vai residir em
Olinds do primiro de marco do crrente auno em
liante, na casa que desoecupou o capitila Passos ,
junto ao thealro o recede aboletadps sb sua direc-
?flo : quem o pretender podo j entender-se com o
seu amigo, o substituto do latim na ldeira da S,
ou com o abaixo assignado, no pateo da S.^Cruz,
sobrado-do doutor PerettL
Joao'fcenle da Silva Cotia.
' Aluga-se um bom armazom par carno secca,
na ra da Prni.i, n. 43. com cnmrnodcs "ar fami-
lia : atratar no mesmo armazem.
3| CHAPKOS DE SOL^
Ra do P Joo l.oudct participa aorespeitavel publico, que
recobcu, por estes nlliniosnavioMrancezes, um com-
pleto sorlimenlo de chapeos deso, de seda, a mais
rica e superior qualidade; furta-cres e ouli as mui-
tas condecidas, tanto para liomens, como para Sras
e meninos. No mesmo ostabelecimento da um sorti-
mento de chapeos de sol de paninho, dos mais mo-
dernos; ditos muito grandes, proprios para liomens
decampo : tambem tem chapeos de sol. de paninho
para meninos o meninas, por scrom muito linos: po-
dem-seedamar chapeos de economa. Na mesma loja
ha sortimento do bengalas, bengalinhas e chicotes
multo modernos; cobre-se qualquer armaro de cha-
pos ilo sol, com sedas de todas as coreo anualida-
des. Na mesma casa ha um grande sortimento de
paniiinlios* trancados e lisos, imitando seda, para
cobrir os mesmos: desta fazenda se vende arelaldo.
Conccrta-se todo qualquer chapeo do sol, por haver
um completo sortimento de todos os pertenecs para
os mesmos, com toda a perfeiclo o brevidado.
Existe parase arrendar urna
muito boa loja, no melhor lugar
da ra do Queimado, para qual
qirer estabelecimento commcr-
cial : d se seguranca do arren-
damenlo por lempo sufficiente.
Osprelendentes dirijam-'se a mes-
ma ra, n. 2.
CURSO OE GEOGRAPHIA E HISTORIA.
Jos Soares d'Asevedo tem aberlo tm sua casa, ma do
Rangel, n. 59, segundo andar, um curso completo de
Geographia e Historia. As petsoas que desejarem c$-
ludar estas disciplinas pdem dirigir-se referida resi-
dencia, a qualquer on.
Precisn-se de duas costureiras que
enlcndam de obras dealfaiat.e, para tra-
bfilharem por das dando-sc-Ih.es al moco o
janUr, "e una pataca por dia: na ra No-
va, n. 6o.
Quem precisar de um santuario muito proprio
para um bom presepe dirija-se as Cinco-Pontas,
casa do Pelxoto, defronte do forte, n. 128.
L. de C. Paes de Andrade roga as pessoas que
aforaram terrenos no sitio Campo-Verde, hajam
de procurar os seus ttulos de aforamento, dentro
do mais curto prazo quelites for possivel.
Casimir Carnier, com loja de relojoeiro na ra
Nova n.22, faz publico, que fez sociedade com o
Sr. Achule Dumesnil. e quo sua firma social hoje
--------... ,. u ,,.t .il( ( 1. UUI ,-lUil .lilil) .IW'IOI IlUJO
de Casimir Garnier & Companhia Rea incumbida
de sua liquidagao.
Perrleu-se no dia 17 do corrent*,
desde a venda do Le3o d'ouro, na ma do
Hospicio, at o cemiterio inglez*em San-
io-A maro, nma vernica d'ouro, recor-
tada pela beira, e com os tres Res Ma-
gos, Nossa Senhora, e o Menino Dos de
um lado, certos nomos no verso- da
mesma vernica : e por isso pede-sc a|,l,,sa-: "',
., i 1 .-i Vende-se vinho do Porto em pipas
quem a achar, que baja de entreg^l-a na
Vende-se, por precIsUo, urna escrava do 19 an-
nos, com urna cria de 4 annoa, de bonitas liguras
sabendo aquella engommar, ensalmar, cozuihar o
Tazer o mais servico de urna casa, e sendo do natjflo
Mocambique: na ra do Vigario, ns. 5 o 7 : onda
tambem se vendem pelo mesmo motivo, alpuns
escravos,- proprios para todo o servico interno e
externo de qualquer casa ou sitio.
Lotera do Rio-de-Janciro.
Vendem-se bilhetes e moios ditos da nona loteria
a beneficio do theatro da imperial cidade de Nic-
theroy : na ra da Cadeia n. 38 loja de Manoel
Gomes da Cunha Silva.
Vende-se um carneiro grande e
bonito, proprio para menino montar, por
ser milito manso na ra do Camarao, n.
5.
Vendem-se 2 casas terreas citas no largo de N-
S-da-Paz, na povoacao dos Afogados, as quaes tem
communica;0o por dentro, sao novas e construidas
a moderna, com duas cacimbas e parreiral no q m ir-
la I : atratar na ruada Cadeia-do-Recife, casa n. 39 ;
tambem se irocam por outras no Itecife, voltando-se
de parte a parte, a differenca que ouver.
-1 Vende-se cera para limas
de cheiro, pelo preco de 880 rs.
a libra: na ruado Rangel, so*
brido n. 51.
Vendem-se lingoiQas vinda do Lisboa, de su-
perior qualidade, a 160 rs. a vara : no caes d'Alfan- '
ra do Hospicio, n. i^, certo deque se
l.be dar urna generosa gratificado.
- Jusnu Nuie da Costa, ua cidade do Maceio ,
declara ao respcitavel publico, que lendo sido con-
vidado por Jos Correia da Silva Titra da mesma
cidade, para fazerem sociedade cotnmercial.debaiio
da llrma social Titra & Costa e havendo-se
dado principio a operares de compras e vcndas.de
fazendas, nunca se chegou afilrmar eslipulaqiloal-
guma entre elles, Titra & Costa que houvesso de
servir de regra, ou lei da sociedado ; o que todos os
lucros e quaesquer vanlagens foram sempro al bo-
je percebidos smente pelo convidante Jos Correia
da Silva Titra nico caixa e definitivo gerento :
tanto que acaba o mesmo do declarar espontnea-
mente ,eem obsequio a verdado que nflo he elle
annunciante responsBvel por cous- alguma e que
so em poder delle Titra tem estado at hojo todo o
activo o passivo da sociedade, que. nunca entre el-
les chegou-se a formular de maneira legal e nein
de facto so verificou pola mesma rasilo dita e con-
fesada por aquella Titra, que he nico responsa-
vcl, e que tem estado na fruicSo boa ou tii de qual-
quer resultado das negociaces feitas. E para que
iifloliaja rasiodeenganooabaixo assignado assim
o declara. lustino Nunes da Costa.
Copia da cautela. Nos abaixo assignado, ten-
do dissolvido a sociedade que tinhamos sb a firma
de Titra & Costa, declaramos que lodo o activp c
passivo da casa at boje, fazendas o o mais fica -por
conla do primiro de nos (cando desresponsabili-
sado o segundo do pagamento dos dbitos o do mais
relativo a mesma cesa. Para constar passamos dous
deste Iheor. Macei, 7 de Fevereiro de 1848. Jos
Correia aa Silva Titra.Justino Nunet da Coila.
Precisa-se d.e um amassador que saiba bem oc-
cupar a sua prolissSo : na padaria de urna s porta,
na praga da S.-Cruz.
o barris do
4. a 8 o, superior e mais inferior; poneiras do ra-
me de laido ; panno do linho ; cal virgem de Lisboa
em barricas pequonas e grandes; sementes de horta-
lice : ludo por procos commodos. na ra do Vigario.
armazem n. 11.
Farinha de mandioca.
No armazem de farinha da ra do Collegio, n. 21
vendem-sesaccas com farinha a mais fina possivel'
por preco rasoavel.
Vendem-se 10 escravos sendo : 2 lindos mo-
loques de 16 annos; 3 pardas mocas, com habilida-
des.; 3 prctos bem robustos, sendo um dclles bom
carreiro ; 3 pretasenm habilidades sendo urna der-
las por 180,000 rs.: no pateo da matriz do S.-An-
tonio, sobrado n. 4.
Vende-sc um rico orna-
mento para sala conteudo os
seguintes objectos : um lus*
tro de bronze, com oito lutos muito bem feito e
moderno ; 10 cortiuados decassa, com lodos os seus
pertenecs ; 18 serpentinas com as suas compe-
tentes mangas, por preco comino Jo : na ra Nova,
n. 35.
Potassa e cal virgem
Vende-se muito superior potassa e cal
virgem de Lisboa, prximamente desem-
barcada : no deposito de BaltSr & Olivei-
ro, na ra di Cadeia do Recite, n. 12.
Aluga-se a casa nova do becco da Campia ,
oa-Visla, defronte do aijouguo mu piopra pa
. na
Boa-Visla, defronte do acougue mu piopra para
venda : a tratar na ra do Vigario, n. 13, lerceiro
andar.'
Oabaixo assignado, nico herdeiro de sua m.li
D. Clara Cavalcantedo Albuquerque avisa ao res-
pcitavel publico, que consta-lde ter ella por mera
simnlicidade, enviado a Manuel llias de Toledo al
guns papis em brauco por ella firmados para o
fim de se elTeituara venda de alguns escravos seus,
que pelo mesmo Manoel Dias mandara vender : o
como estes papis firmados pdem ser extraviados,
o delles fazer-se differenles applicac,Oes o abaixo
assignado desde j protesta contra qualquer contra-
to quo sb firma de sua mii haja do appareccr em-
bola seja com dala antecedente ao presente aviso ,
n excepcilo das vendas dos escravos Itomao, Joflo
Jacintdo o Claudina. Itecife, 15 de fevoreiro de
1848. Joo Florentino Cavalcantidt Albuquerque.
Participa-se ao respeitavel publico,
que o hotel Ooinmercio mudou a sua re-
sidencia da ra do Queimado. para a da
Compras.
- ------- v ...., uwaii^u UQUUI VdlUtilWIIMUU tIU ^- 1
nernl datravcssa'"portal = quem convier este Cadeia de Santo-Antonio, n. t3.
negocio procure na ra Augusta n. 60. Na mesma
w vende-se urna betmba de sicupira, com 22 pal-
mos de comprimenla, o que est prompta. .
I'recisa-se arrendar annuolmente,
m siiio que seja na Passagem, Monde-
g> Trempe, ou em outro logar prximo
a esles, cuja casa de vivenda tenba bons
commodos para familia : na ra do Ara-
~'if>t sobrado n. 12, se dir quem pre-
cisa.
""" Perdeu-se no dia 17 do corrente, desde da ra
.wspoat B Passagcm-da-Madalona, trezentos o
-cmcocnla mil ris, einbrulbado om meia folha de
papel; sendo duas cdulas de cinco mil ris bran-
"s, urna de cincoenla, c cinco do vinte ; roga-so a
Wm ncbou de restituir nesta typographia, que ter
" .oenta mil ris de gratilicaeflo.
"."Aluga-se urna boa casa terrea, com grando
qumial murado na fenle cercado pelos lados, com
nipCe agoa o l'ober parreiral, figueiras, ro-
"iras e cutios arvordos de fruto, no principio da
Mirada dos Afflictos ao p do Manguinho: outra
I sa com solo corrido cacimba e sem quintal no
riiC0 do Serigado : a tratar na ra da Cadeia do
l,ccife,n. as.
vi"'!!o AntniodcSaboia fazscientoa quem con-
ereParlictHarmento aos seus antigs freguezes,
Ida '"udadno seu estabelecimento de relogios,
l a pri^a da Indepcndenoil para a casa da sua res-
i,n na ru *a Cadeia de S.-Anlonio, sobrado de
unnaf b.2, por cima da venda.
Pede-sc encarecidamente a pessoa que tiver em
seu poder um lenco branco de lavarinto o bico em
roda com as iniciacs i. V- S. C. no centro o favor
de o mandar levar ao segundo andar do sobrado do
Snr. do doutor l'orelli, no pateo da Santa-Cruz, que
recober o importe do dito lengo, de qualquer que
soja o modo ro'- n-el!.' icnha ido parar em seu po-
der que muilo se u;iadecor.
Jos Dias da Silva responde ao onuuncio doSr.
Antonio Jacintho do Amaral Aragio, que a lettra de
que he portador, o pela qual o cbainou a juizo con-
ciliatorio, Ihe foi cedida por o Sr. Jos Antonio Ma-
galhiles Bastos da qual he sacador, aceita por Mano-
el ''rancisco Augeiras o garantida pelo mesmo Sr.
AragiJo, e contra a qual so agora por condecir vai
ser assionado, diz nSo ser sua a firma, felizmente
militas pessoas que conhecem oSr. Aragio c sua fir-
ma, se tem ido certificar, c anda a nilo desconbecc-
rain; queira embora oSr. Aragio furtar-so ao paga-
mento, ms capacito-se que por moios laea ea pror
priamenle seus, nilo silo bstanlos para deixar de
pagara lettra, cem juizo se pruVara a veracidado
da firma que o seu autor teve acobardia de negar ;
no lo ro do domecilio do Sr. Aragio que ser con-
vencido e demandado, e nilo nesta praca, e protesta
o annunciante publicar por este jornal, todos os ac-
tos que em juizo so pralicarom at final, afim que o
publico faca a Justina que mereco o Sr. Antonio Ja-
cinto do Amaral o Aragio.
Perdeu-se, no dia 14 do corrente, um cdula de
50,000 rs., do escriplorio de James Crabtree c C.
at a porta da alfandega : quein'.a achou e> quizer
restituir, dirija-se a travossa da Madre-de-Deos,
sobrado o. i, que ser bem gratificado. a,
Compram-se os seguinles livros usados : com-
pendio do geographia do doulor Vellez, 1 v ; dito,
de historia sagrada por Bcrnardino Froire 2 v. ;
dito de historia antiga e grega versflo portugueza,
1 v. ; dilo de chronologia do doutor Vellez; Atlas
geographico de Simencourt, ou doabbade Gaultier
quem tiver annunce.
Compram-se cabras [ bicho ]: na ra Direita ,
venda n. 72.
Compra-so um comento de Oraco: na ra
Direita, ti. 45.
Compram-se duas canoas do um s pao sendo
urna de 4 palmos de largura ea outra de 2 i a 3
palmos, esta nflo mais de 30 palmos do compri-
inenlo o aquella al 45 ditos : na ra do-Vigario,
ns. 5 e 7.
Compra-so um ferro de fazer hostia, sendo do
duas grandes o duas pequeas do cada vez o quo
tenha pouco uso : quem o tiver e o queira vender,
annuncic a sua morada, ou dirija-se a ra da Ca-
deia de Santo-Antonio, casa de um andar, n. 18.
Coinpram-sc, colectivamente, garrafas, meias
ditas e botijas vasias : no Aterro-da-Boa-Vista fa-
brica de licores n. 17.
Compram-so os livros Oraco e Tito Livio, es-
tando em bom estado : na ra estreita do Rozario ,
loja de relojoeiro, ua esquina da ra das Laran-
geiras.
Vendas.
Na coxeira por tras lo lhea
tro publico
vcudem-se bous cavallos bem gordos por prego
commodo, a saber : 1 pedrez muito gordo, por
120,000 rs.; 1 de clinas brancas, por 100,000 rs ; 1
cachitinho muito bom, por 150,000 r.; i alaslo-
chito, por 80,000 rs.; 1 pedrez, por 45,000 rs.,- 1
mellado, por 50,000 rs.; 1 dito mellado-baio, por
45,000 rs.; 1 castanbo pequeo, por 50,000 rs.; 1
rugo, que foi do carro, por 60,000 rs.; 1 rozilho,
loor 12,000 rs.
* Vendem-se os utensilios de urna fa-
brica de phosphoros, qual nada falta
para poder fabricar ; ao comprador se en-
sinara gratuitamente a faze-los com loda
a pe feico : o dono os vende por se querer
retirar para lora : no Aterro-da-Boa-Vis-
ta, ou na ra do Carnarao n. 5.
Na venda da ra estreita do Rozario, n.
23, de fronte da ra das Larangeiras ,
vendem-se por preco muito commodo os
seguintes gneros para liquidar o :
vinho superior de PRR, a 1,760 rs. a caada, e a gar-
rafa a220 rs. ; dito de Lisboa bom, a 1,600 rs. a
caada, c a gnala a 200 rs.; dito mais abaixo, at
1,280 rs., e a garrafa a 160 rs.; superior vinho mos-
catel engarrafado, a 320 rs.; dito de Bordoau en-
garrafado a 280 rs. ; licor Irancez, muito bom a
440 rs. a garrafa ; dito da trra, a 220 rs.; azeile do-
Ce de Lisboa a 3,500 rs. a caada e a garrafa a
460 rs.; vinagre lquido do PRR a 1,000 rs. a Cana-
d o a garrafa a 140 rs. ; ago'ardente do reino, a
120 rs. a garrafa ; ospermacete, muito superior, a
640 rs. ; velas de carnauba a 280 rs.; papel alma-
co hoiu, a 3,000 rs. a resma; dito de peso a 2,88
rs.; cha hysson, muito superior, a 2,000 rs. a libra;
cevada, muito boa a 100 rs. a libra ; farinha do Ma -
ranhilo, a 100 rs. a libra; copossortidos, de medi-
da a 1,440 rs. a duzia ; garrafas brancas, para me-
sa, a 360 rs.; quartinhas da Baha, a 100 rs.; vinho
branco superior, a 280 rs. a garrafa : esleirs mui-
to boas, a 320, 360 e 400 rs., grandes; garrafOes
vasioso novos a 880 rs.; bolachnha ingleza a 280
rs. a libra ; sal refinado,a 1,280 rs. oalqueire velho;
pratos e ligcllas, a960.rs. vinho doce, malvasia a
1,600 rs. a caada e 220 rs. a garrafa ; e todos 03
mais gneros quo se vndenlo por prego muilo com-
modo. Tambem so vende urna porcio de garrafas
vasias.
- Vendem-se ancorctas re
diversos tamaitos, com vinho da
Madeira, tinto e branco, de supe*
rior qualidade: no escriplorio de
Oliveira Irmos & C, na ra da
Cruz,.4i. 9.
Vendem-se duas pretas muito mogas, que co-
zinham bem o diario de urna casa, engommam co-
Isem chflo fazem renda e vendem na ra ; urna par-
da de 22 annos que cose bem engoinma cozinha
o faz todo o maisarranjodo casa, por ser desemba-
rcada e nflo ter vicios; um caboclinbo de 9 a 10 an-
nos muito lindo o esperto ; dous pretos muito mo-
cos bous para todo o servico : na ra do Vigario ,
n. 26, aodira quem vende.
Vende-se un preto da Costa, anda moco a
bastante reforcado ; um pardo de 15 a 16 annos,-
muito proprio para pagetn, por sabor bem montar
e tratar de cavallos, tambem entciide do cozinha
alguma cousa : vande-sc por seu senhor retirar-se
para fra da provincia : defronte do oilao do theatro
novo n. 11. Na mesma casa tambem se vendem 3.
ou 4 apparelhos de metal branco para eir por pro-
co'commodo.
Na ra do Trapiche, armazem
u. 54,
vende-se assucar retinado, em p3o, a oo
Vendem-se relogios de ouro, patente Ingles: ... '
a ra da Seuzaila-Nova t a. 42. [rs. a libra.
'
MUTILADO
^a



h
*
1
I

Vendem-se 6 cadeiras de pao d'oleo urna mar-
quesa a imitogOo de sph um par de bancas urna
ca-ma .lo casal, nina mesa de jantar : tudoem bom
uso : na ra do Nogueira, n. 47.
Vende-se una preta moca, de bonita figura ,
queiava, tcose, cozinha e ongomma : venda-m por
seu dono retirar-se, e|por isso se a'd barato: na-ra
larga do Rozario, loja n. 35, sedirquem vendo.
G
az.
y A. CaSA de caumont,
dourador, na ra j> ova, n. 5l.
fabrica d*? cauriiciros,
lanto de ga/. como de azeite, j so acba proropto um
grande sorlimento dos mesmos, de muito bom gos-
to. Omesmo fabricante avisa ao respeitavet publi-
co, qu vande os caodiciros mais cm canta do que
cm outra qualquer parte pois que ello mesmo os
fabrica, e se responsabilisa pela sualoa qualidade i
tambem doura, piale-a e bronzoa todds os metacs do
diversas cores; concerta e torna a por de novo lo-
dosos candieiros, tanto de gaz como de azeite;
prtc os caniciros de azeite para gnz; concerta tam-
bem qualquer objecto de metal. Tambem tem pa-
ra vender um grando sortimenlo de objectos de
ivrctal para igrejas tanto dourados como pfateados
c bronzeados. Muga tambem para bailes candiei-
tos, candelabrose lustros, por commodo preco;
compra todas as qualidades de metaes ; o precisa do
um aprendiz para o mesmo olRcio.
Vendem-se 5 lindos moloques de 16 a 20 anuos;
dous nietos, umliom cozinheiro, eo outro pti-
mo oflirial de sapateiro, de 25 muios; 2 pardos,
sendo um proprio para pagem e outro bom car-
reno de 16 a 18 anuos ; urna mulalinlia o duas ne-
gnnhas de 12 a 13 anuos, c'oin principien do habi-
lidades; 4 protas do 25 anuos, entre as quaes sl-
guinascom habilidades: na ra do Collegio, n. 3,
segundo andar se dir quem vende.
. VrnHe-se uj balso urna clarinota cm ala-
mire, um par de pratos ; linio cm bom uso, por
jiiecn commodo : na ra da Cadeia do Recite, loja
do fctr.igens ao sabir do arco da ConccicHo se
diraqueni vonde.
9.a lotera do Rio-de .Janeiro
a beneficio do thcatroda im-
perial cidade de Nictherny.
Vendem-se bilhetes o mcios ditos desta lotera :
na ra da Cadeia-Velha, n. 29, casa de J. O EI.STF.R.
Vendeni-su duas eccravas rccolhidas sondo
urna parda de 16anuos, c a outra preta de 20 an-
nos, que sao do lindas figuras, o com habilidades :
no liceco do Sarapatel sobrado n. 12.
Vende-so una cscrava do boa figura o possan-
te, que lava bem de sabao vende na ra c faz lodo
o mais servico de urna casi: na ra da Trompe ao
virar para a Soledade, n. 31.
S quem tio lirer miio
Deixara de ter luas nesta occasio.
Na loja nova n. 17, do l'asseio-l'ublico, vendem-
se luvas de algodio de cores, para homcm e senho-
rn, a 160 rs. o par; ditas de seda, a 1,000 ra,
-- Vendo-sc, ou permuta-se por predios nesta pis-
ca um tcrronti com 200 palmos de frente e fundos
desde a ruada Aurora at ao Hospicio, com urna
cacimba e olaria na ra doSove com alicerces j
principiados para urna caca : tambem vende-se, ou
permuta-so melado desto lorreno : a tratar na larga
do Itozario, n. 26, p'rirnciro andar. .Na mesma casa
vondo-e um estojo ile engenhaiia por preco mui-
to comiiiodo.
A 70 rs a libra, bolacha, a 70 rs. a libra,
de familia de mi Dio., muito sahorosa propria para
n pobres, por ser barato ; na na larga do Roza-
rio padaria n. 48.
Na na do Trapiche, n. 17, con-
tina a luvcr deposito da verdadeira cal
virgem de Lisboa, ebegada proximamen
te 5 advcrlindo-se tos cumpa-adores des-
te genero que o deposito he j muito pe-
queo, c que da nova nao lia mais em
parle alguma.
Vendem-se chitas pelas finas asselinadas do
ultimo gosto : na ra do Quciinado, loja 11, 5.
Vendem-sc duas boas escravas; crioulas do
bonitas figuras e mocas, que cozmham, lavam turn-
io bem o engommam silo sadas-, e n.To so duvida
dar a contento |ra serem experimentadas : na ruu
do Quciinado, loja n. 51.
FAZftNDA DO NORTE, A 640.
Na loja nova da ra do Que-
mado, n. II A, dcRaymuii-
do Carlos Lcitc ,
echa-so um novo sortimenlo de alpaca de liulio, ou
fuyenda do norte a 640 rs. o rovado. Esta fazenda
torna-so, rcrommcndavcl pola sua boa qualidade o
acertados fiadrOes : seu principal uso lie para colle-
t''s palitos o calcas.
- Vendem-se acedes da .ex-
mela companhia e Parahiba; no escripori de O-
Jiveira rmos & C, rui da Cruz,
11. 9.
Vendem-se chitas limpas para luto de bons
pannos sele vintens o.covado; ditas escuras a
120 rs.; (litas corderos muito bonitas, a 160 rs.;
um sobrado novo de um andar o soliio, paredes do-
brad'ns chitos proprio*, quintal pequeno e murado,
o qual sobrado ronde 34,000 rs. mensa luiente : lam-
liem se pe nula por alguin sitio pequeo porto do
Itecifo ou casa terrea : na ra estreila do Rozario ,
n. 10, terceiro andar.
Cortes de a Id na.
va
tidos de se ahora, nao s pelas delicadas
cores, como pelos lindos padroes, por
no dcsbolarem, c por serem do ultimo
gosto de Pars. Estes cortes vem pti-
mamente acondicionados, cada' um em
sua capa, e sao leitos na principal fabrica
de Pars ; sendo de qaatro qualidades dif-
ferentes, c aos precos de 3,aoo, 3,6oo,
3,8oo e 4i mundo Carlos Leile, na ra do Queima-
do, n. u A.
Ilanocl da Silva Santos
contina a vender superior fa-
rinha de trino da marca S^SF.
-- VCnde-rSe um mulalinho de 12 annos, proprio
para pagem por ser muilo esperto : no Hospicio ,
n. 4, at as 9 horas da manhia.
Vendem-sc chapeos de superior
itos, por p
nwiiio~barato : na ra do Crespo,n.
M
castor, brancose pretos,
por preco
12,
A iiz.-nda maLs peileita que tein*i>na-
recido sao os cortes de alema, para ves- loja de Jos Joaquim da Silva Maya.
Milbo.
Vende-se milbo, a 2,000 rs. a sacca : no caes da
Alfandega, armazem do Antonio Annes.
Vende-se un terreno com 117 palmos do fren-
loe 89 ditos de fundo em estado do se edificar,
por n5o precisar aterro om cujo terreno podem-so
Facer tres ptimas mei'agoas na ra do Pilar, em
Fra-do-Portas, do lado da mar grande: nadita
ra, n 11, no pateo da igreja do Pilar, das 6 horas
d manhia s.8.
Vendem-se 4 grandes depsitos de parafusos ,
para assucar;uraa excellonte balanza grando com
um braco de aulor; 12arrobas do pesos; o outros
utensilios para armazem de asucar, nutc araiCS,
em rasiloda muanca da casa: na ruada Sonzalla-
Velha, n. 110.
Vendem-se cabos de cairo em grandes, ou pe-
quenas porQOes: no trapiche do Ramos, armazom
da esquina.
Vendem-sc ancorelas com cal virgem a mais
nova qu existe no mercado por preco mais com-
modo do que em outra qualquer parto: na ra da
Moda, armazem n. 17.
Aos amantes da b-a pitada
se offerece o rapprinceza Novo-Lisboa : acha-se
venda, om porcilo o a retalho, no deposito da ra
larga do Rozario, n. 24.
FAREL0S.
Vendem-se saccascom farelos, chegadas ltima-
mente, a 3,500 rs.: no armazem de J. J. Tasso Jnior,
ra do Amorim, n. 35.
Vende-seo cngeuho Bom-Jesus-da-Maltq, co-
marca do Po-do-Alho, com ptima casa de vivonda,
outra dita mais ordinaria e 3 para lavradores, bom
cercado de pasto campias que servom do soltaspa-
ra gado ptima destilaco organisada de cobro ,
moenda de ferro, muito boas Ierras, tanto paracan-
na como pnraoulra qualquer plantacflo', as quaes
ha ptimas varzeas o maltas cntendo cerca de
lego meiade fundo -.rende de foros 70n,nnn r.
annualmcnle com os vencimentos em o mez de Ja-
neiro : a .tratar na ra do Concordia, n. 95, com Joa-
quim Teixelra l'cixolo que se ncha autorisado para
ultimar o ajuste a dinheiro ou a prazo.
Na loja nova da ru do Quei-
mado, n. 11 A, de 15 a y mun-
do Carlos Leile,
acha-soum completo sortimenlo de pannos finos de
todas as cores, principalmente pretos: bem corrrt>
chapos franeczes.; los pretos, de seda e linho; sar-
ja hespanhola verdadeira; e todas as mais fazendas
j annunciadas por procos mui rasoaveis tambem
ha chapeos to Chili, vindos do Mont-Christo da
mclhorqualidade. a 16,000 rs. ; chilas francezas
muito largas a 2t0 rs. o covado ; oplimas pecas de
luslrim ,sem defeilo, crde caf, verde e azul, a
6,400 rs.
Vendc-se, ou arrenda-sc um grande sitio na ra
Imperial, cem duas moradas do casas, una para
grande familia, na frente da ra o outra mais per
quena dentro do mesmo silio coirijbons parreiraes
e muilas fruteiras de boas qualidades todas novas
e j dando fruto com um grande viveiro no lundo :
na ra Direita, n. 135, loja de cera onde se far
qualquer dos negocios, por seu dono ter do retirar-
le por molestia.
Vende-se urna porcSo do sebo refinado muilo
puro e alvo : a tratar na arcada da alfandega, com
o preto Benedicto.
Vende-so um bra^o do halanca grande autor
Romilo : na ra da Senzalla-Nova, n. 4.
Fabrica de sabao.
NA RA IMPERIAL, N. 116,
vende-sesabto amarello o preto, cncaixdo, em
porches a volitado do comprador, pelos probos.se-
guintcs : amarello, a 100 rs. ; preto, a 90 rs, ; e son-
do partidas do inais de cem caixas ser monos 6 rs
om libnr.
Vendem-so5scrav'os, sondo: um preto para
todo o scrviQo ; duas pardas o duas pretas sendo
una perfeila cozinheira o outra boa engommadei-
i.i uque cozinha bem o diario de urna casa : no pa-
teo da si-Cruz, n. 14, so dir quem vende.
- Vendem-so 3 molecotes do 16 anuos ; 2 cscro-
vos ca renos ; 3 ditos de todo o servico; 3 mulati-
nh.is, 4 escravas de 20 annos, quo cosein o engom-
mam : na ra Direita, n. 3.
He muito proprio.
No Aterro-da-Ba-Vista, loja n. 78,
anda existe nm restinhd de bonetes de
marroquim, de superior qualidade egos
lo, proprios para i.r-se s novenas em
Santo-Amaro.
Vendc-se urna prela de na^fo, que cozinha o dia-
rio de urna casa lava de sabao e he boa quitau-
deira .da-se por progo commodo, visto vender-sc
por necessidade : na ra da Gloria, n. 85, se dir
Vende-se um deposito de assucar que faz bom
negocio e tom moradia para familia i na ra Direi-
ta, n. 54. ..ft-
'Vende-se urna morada do casa terrea, sita na
ra das Cinco-Montas, n. 78: a tratar na mesma ra,
n. 119.
Na nova loja da ra da Cadeia do Recife, n. 32,
do Claudino Salvador Pcreira Braga vPndem-se pe-
rcas de chita de cores escuras e claras, a 4,500 e
5.3Q0 rs., e om ovados, a 120 e 140 rs.; los pretos
com palmas, muito modernos, a 11,000 rs.
Carlos Hardy, ourives, na ma
acaba de receher, pelo ultimo.navio, um lindo sor-
timento de obras de ouro de loi; como sejam : ade-
recoscom pulseirase geni ellas ;aoVercgos de mo-
saiqne; gargantilhas solas; alfinetes para senhora ;
brincos; antteis; botos para camisa de homcm:
bem como outro sortimenlo de obras da torra .tam-
bem de ouro do lei. Na mesma loja vendem-se ton-
cas e vestidos para baptisar meninos : ludo de bom
gosto e muito barato.
ALVINA RAS, ALVICARAS!
He cliegdonovamente o ami-
go barairo4i frente e con-
tinuando a vender por to-
do o dinheiro.
O antigo baraleiro continua a vender na sua bem
conhecida loja da ra do Collegio, n. 9i papel alma-
co, a resma a 2,600, 3,000 o 3,200 rs.; dito do peso,
a 2,700 e 3,200 rs. -r muilo finos chapeos de sol para
senhora do soda a se.to patacas cada um ; caixi-
nhas com agulhas inglezas cantofas a pataca ; di-
tas francezas, a 280 rs. ; travessas do tartaruga,
para marrafa a 960 rs. o par ; caixas de tartaruga
para rap a* 1,600 rs., grandes ; ditas pequeas a
1,200 rs. ; caixinhas com linhas de marcar, a 120
rs. cada umi ; c-sccvr.s ds }catcs, a SO rs. ditas r~r"
falo, a 320 rs. cada urna ; luvas de seda, curtas e
sem dedos, a400rs. o par; ditas comoridas com de-
dos a 800 rs. o.par; torcidas para candieiro de lo-
dos os nmeros, a 100 rs. a duzia ; linha de carre-
tel om duzia, a .320 rs., branca e de cores ; tesou-
ras com toquode ferrugem, a 120 rs.; caivetes de
urna folln, a 200 rs. cada um ; dilos de duas fallas ,
a 480 rs.; e outrasmuilas miudezasque ninguem dci-
xaro de comprar pelo seu diminuto preco pois he
para fechar contas.
Vende-so um bonito cavnllo castanho, andador
iiaMi: na ra das l.arangciras, n. 18.
Vende-se um grande terreno com urna olaria
que tom barro para toda obra, defronte da Capunga ;
urna mcia agoa que serve de cocheira : a tratar no
silio doCajueiro.
Na loja de Magalhcs & Ir-
mao, na ra do Qucimado ,
n. 46,
vendem-se coi tes das bellas princezinas, a 11,000
rs.; ditos docambraia aberta, a 5,000 rs.; ditos de
dita de dilfcrontes qualidades, a 4,000 e 4,800 rs.;
ditos do barra a 4,200 rs.; lencos doseda de peso ,
a 1,600 e 2,000 rs. ; dilos de setim para gravata a
4,000 is.; chale* de seda de H q-uarns, a-li,O00rst;
mantas de seda a 9,000 rs.; chales de balzurina a
2,000 rs. ; ditos mais ordinarios, a 800 rs. ; pecas de
luslrim roxo sem defeito a 4.800 rs.; brim bran-
co trancado de puro linho a 1,120o 1,400 rs. a
vara ; corles de collelc de casimira e seda, a 4,000
rs. : ditos de setim preto dolistras, a 4,500 rs. ; di-
tos de fusliio a 800 rs.; lirim de algodio para cal-
Cas a 210 rs. o covado ; riscados franeczes}, a 220
rs. ocovaiki; bicos de difTerentes qualidades o pre-
ens; cassa do quadros muito fina e do 10 varas a
3,200 rs. ; meias para homem, senhora o meninos;
o oulras muilas fazendas que pelo seus mdicos
procos devem agradar aos freguezs. DSo-se amos-
tres a qualquer casa que as pedir.
Vendem-se caixas com muito bons charutos,
chegados ltimamente da Baha por preco muilo
commodo : no Aterro-da-lloa-Vista loja do lonja
de barro, n. 47.
JSa ra de Agoas-Verde<, n. 46,
vendem-sc, para liquidncflo, 2excellcntcs moleques
de 12 a 13 annos ; 3 escravas para todo o servico ; 3
mulalinbos de 9 a 13 annos.
Na ra do Trapiche, n. 17,
vendenvse barris cxim superior
cal virgem, chegada ltimamente
de Lisboa, a.cinco mil res cada
barril.
gados'no oKimo navio : na]rua da Cruz, n. 46,pri-
meirO andar.
VinhodeBordeaux.
DEPOSITO
NA RA DA CRUZ, N. 20.
' Vendem-se, ou trocam-se efectivamente livros
por outros, quo, apezar de velhos, nio Ihes faUm
folhas, a saber: Artes latinas do.differentes -autores
eedicOes; Seletas; Fbulas; Virgilio; Cornelio;
Eutronio: Tartas de Cicero; Horacio; Salustio
latino', o tradUzido ao p da leura; iiio livio
Terencio; Sintaxe do Dantas; Ovidio; Meth-
mophorzes; Diccionarios de Fonseca da fbula;
Fonseca, latino e portuguez;.Callipinos, etc.; Ar-
tes francezas de difTerentes autores e ediedes ; Dic-
cionarios franeczes o inglezes ; ditos italianos o
francezes o viee-versa; Telemaco frnoez de dif-
ieren tos edcOos o inglez; Fbulas de la Fon-
taine; Historia de Inglaterra; lita da Grecia; Thomp-
son ; Airens ; l'Oufendorf; Zoillef ; Licoes do di-
reito publico constitucional; Modo de injuriar por
jurado ; listit'-"" de Jusliniano, latinas e francezas:
colleccIodasleisdo Brasil,, do.differentes annos-
Diccionario historje ; Tratado da, religifto; Direc-
tor ocelesiastico; Breviarios romanos; Ceremonial
dito; Prosodia de Pereira ; Diccionario historio;
e outras muitas obras, que n3o so anruimUam por
mo fazer muito extenso o annuncio : na-;, ra de
S.-Fraticisco antigamenle Mundo-Novo n: 6.
Vende-se um piano horizontal, de cinco .->iu.
vas, por 120,000 rs : na ra do llangel, u. 12, pr-
moiro andar. .yj
Vende-se um bicudo, um curio duas papas,
vas o um canario da torra : todos muito bot* can,
tadores ,o quo soarianca e ha pouco chegadode
Goianna : na ra da Cruz, n. 36, venda do Sr. Jo2o
Jos Rodrigues Loffler, a fallar com Claudio Jos da
Costa.
- Vende-se urna venda, sita na. ra da Praia,
n. 42: a tratar na mesma venda.
Venda-so tcounuuia Jo moge, com pauso uso,
e diversos trastes riovos, por proco commodo: na
ra da Cadeia de S.-Antonio, n. 18.
Vende-se, por proco commodo, urna casa ter-
rea, bem construida, sita no bairro da Boa-Vista:
na ra da 8.-Cruz, n. 38.
Vende-se um casal de escravos acostumados ao
servico decampo sendo o preto velho e proprio
para algum sitio, pois disto tom bstanlo pralica : na
ra da Cadeia, n. 5, a fallar com Jos Dias da
Silva.
Vendem-se mcios oilliotes da lotera do hospi-
tal TedroII, cujas lusnndam qunta-feira, 24 do
corrente : na ra Direita u. 7.
Vendem-se 3 escravas do mallo sendo: urna
crioula, de 13 annos, com algumas habilidades;
urna dita de 32 annos muito sadia ; um mulalinho
de 15 a 16 anuos : na ra de S.-Francisco no pala-
cete de inantiaa at s 9 horas o das 3 s 4 da
tardo.
Vende-se um carro de 4 rodas om meio uso,
com urna boa parelha de cavados: na ra da Seo-
zalla-Nova, n. 42.
Escravos Fgidos.
Dircito civil patrio
ou rom montano a l'nscoM Jos do Mello, pelo dou-
tor A. R. detiz Teixeira, lento da universidade de
Coimbra,3 grossos volumes encadernados : ven-
dem-se alguus exemplaros desta obra, receqtemen-
te publicada na livraria da esquina do Collegio.
Na fabrica de M. Callum & Companhia, enge-
nheiros machinistas e fundidores de ferro na ra
ilo Brum, no llecife, contina haver um grando sor-
timeiito ile moendas de caima, de todos os tama-
nhos e dos modelos os mais mudemos e approvados.
Na mesma fabrica se continam a construir de cn-
commenda machinas de vapor, rodas d'agoa, rodas
dentadas o todos os mais objectos de machinismo .
com a pcrfcicio j conhecida por proco commodo,
Ra nacional Andaraliy.
A extracto que tem lido o rap nacional Andara-
hy moslra oquauto tom sido apreciado pefbs ama-
dores da boa pitada; portanto, sem pro o acharfo
fresco em libras o meias dilas, o frascos do dito
lijado no deposito da ra do Trapiche, n. 34, on-
de se vonde de 1,0 libras para cima, o a retalho as
lujas j annunciadas.
Charutos fama-va, de
S.-Fclix.
Vende-so, por preco commodo, para se-fecharem
contas, urna por^So desle afamados charutos che-
Fugio, do enp^nhoMalarv nm cscravo criou-
lo, de nome Alexohdro de 18 a 20 annos, baixoe
grosso do corpo muito feioso dos ps; lem um
signal muilo visivel as costas e urna marca do l-
mahho de um-patcito ; he bastanteembigudo ,efoi
daqui da praga : quem o pegar leve-o ao dito en-
genho ou a ra da Cruz, no Recife, n. 26 que
se gratificar generosamente.
Fugio, no dia 15 do corrento do engenho Co-
queiro, um preto, de.nome Manoel, crioulo, de 35
annos, bem condecido pors ter urna perna quem
o pogar leve-o ao dito engenho ou o ra da Cruz,
noRorife, n. 43
Ausenlou-se, no dia 13 do corrento, oescravo
Antonio cabra, baixo, grosso olhos um tanto en-
covados o amnrellados, tests o cantos largos; ha
pouco tempo levou um caustico debaixo do braco
osquerdo; lio muilo conversador, toma bastante
rap; foi bolioiro neste cidade andava calcado,
e inculca-jo forro; foi vendido nesta praca pelo Snr.
Ilaymundo de Araujo Lima,tcndo sido escravo do ci-
rurgiSo l.ourenco de Castro e Silva do Cear : quem
jo pegar leve a ra da Senzalla-Velha n. 138, a seu
senhor, I!. Lasscrre, quo gratificar generosamente.
Fugio, no dia 18 de Janeiro prximo passado ,
da povoac-o de Pcdras-de-Fogo, um escravo criou-
lo, de nome Cosmo do 22 a 24 anns .estatura re-
gular edr um tanto fula naciz chalo com falta
deum dente na frente; tem urna cicatriz em um
dos bracos ; he secco do corpo ; portenco a Pedro de
Albuquerque Mello : quem o pegar love-oa seu se-
nhor ou a Francisco Xavier de Albuo,ucrque Mello,
na mesma povoacSo do Pedras-de-Fog que grati-
ficar com geucrasidade.
Acha-se fgida, desde o dia.16 do julho de 1847,
a preta Joanna ,de na cito Rengelo de 30 a 35 an-
nos pouco mais ou menos; he bam conlieciila Pof
usar de vender sapa tos para senhora frutas, bolos,
etc.; he olla, secca do corpo, cr fula, rpslocom-
prido, olhos fundos nariz um tanto afilado, denles
limados, be i eos grossos ; tem no lodo esquerdo do
rosto urna marca antiga proveniente de urna den-
tada quo Ihe dernm ; bracos Rnos o- comprldos ps
seceos e tambem compridos, peritas clioiasde vei
o enea rocadas; lio bastante ladina. Esta prela, por
ter muitosconhecimentos, julga-so estar acollada:
or isso, protesta-so usar de todo o rigor da le con-
ra quenin tiver em sua casa ,e muito so recom-
menda as autoridades policiaes, capitiles do campo,
e mais pessoas do povo.que a apprehcndam o levem-
naao A1rro-da-Boa-Vista,ti. 17, fabrica de lico-
res, de Frcdcrico Chaves, que prometi aos lti-
mos boa recompensa.
-- lia 30 e tantos diasdesappareceu da cocheira da
Joioda Cunha Rcis q escravo cfouIo-< do nott(\
Cndido, alto, secco; representa 40 annos; por
sagacidade, unas vezes so lingo mudo e outras leso;
inliliila-se forro, e costuma dizor que lio soldado,
mas v-seo contrario pelo porco trajo o mo trato
do todo o corpo ; lem muito pouca barba e alguns
signaos de chicote; suspcitarse ter ido para as- par-
tes do Goianna aondej fo captivo: quem o pegar
levo-o a dita cocheira, qu'o ser gratificado.
J?ftN. :NA TYP. DIfM. Jf. DEFAMA. 1848


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EQJJBLTWD_OWUGT5 INGEST_TIME 2013-04-13T02:07:34Z PACKAGE AA00011611_05420
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES