Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05417


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Full Text
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%_______
O DI A JllO puilic'-todos os das i-ue n"o
ft*n de gmrd i o ,reco l* Ms-gnarura he Ja
4*("l(' rs.pcr quartel, tai'ts ad-intadot. Osaii-
nuncios do* asso-nantes sio i,is:'*do* i ras "o da
JO rs. por liona, lrs em tvoo dii'ei ol, e as
i epetr.oe-, p'la mtade. Os quenco .-oti Usig-
niit pagarlo 80 rs. po. linha, e 16o .ca lypo
dilleiente, porcada pu'iti :a(o.
PflASES D\lTno mlz. ue fevereiro.
P\HTI0\ IJ3 CGRuKIOS.
(oianpa c Pa rali Iba lis secundas ese* tas fer,s
Flio-ilr unle-In-NortenuinlasfeirasHO i.ieio-di
t.\bi; Sr-i'ih'n!., liio-FoTaotn, Potro-Cal ve
Macelo, no l.', a l! 21 de cada ircu.
tbraeniu.s e Hondo, a 8 3 28,
'->-\i-i..i e Plores, a 13 e 58.
Victoria, t quiltas-feiras.
(lida, tbdos o dial.
.i
Lu.nora, .4^ Alhora eMmio.dat.rdo. PREAMAci DB JiOJE.
Crescenle a 11, i 6 lloras e 38 mir>. d-> tarde. (
i-ua cnaia a ia. >2 DOtaaeSS iniu. da manlnia. (Primerea, as 4 horas e >u minutos ianie
Btintiouiite a 38, s.6 lloras e 2 niio. da m'U.'iia .'Segunda, s 4 horas t 64 aiiuolo da manilla
everefrtn
DAS DA SEMANA."
HanoXXT-
14 Secunda S. Valeut.m. AuJ_Jt, J. das
' l.'I. -J,!,,
,orph. cdo J. do c. ds 2 v. e do '. M.
f$ '.'.erra, S. rawlin. Au..'. ,lo '. do
I. v. e rir. f, ri| '<~i do > d;. ,. ti
Ifl Quarta S. Porfirio. Aud, il t. do c:.v. .>
2 e i'a 1. de pu do'? d it fyOnui. 8. si.vi'c. Aad.doJ.de oipn. v
di J. 1,111.1 .o|>11 el. i.v.
18 Sexta. S. Tiifotonio. Au.l. do J. Jo riv. da
I, v., e do J. de pal do i. dist. de t.
i a Jabbado. S. Conrado. A-d. doJ.do cir.
di I. v. cdo J. de patdo I. Jit. de t.
10 Domingo. S. Eleuterio.
'.\-trun* np i ; 18 w:rE((|
o'.re L-v'n* a 17/, o 27 V, I. i]*jMj
Paiv 3fl -j. p.,, franCf.
T.Ut.Al !" DOT lfl''/ .' ve l.il.
lell-as Jo loa-: lirin;. f l|4.''Jj
11J.MOOa.v; i-ts ,>! Jm.. JalaM
Mo<]asds"*'i) f'tt 'C*:oo
\ i i!c Vliii1 y>vi.
t c Ijfrt-jn------
Prafd Patacoe.........
Pesos culum na res...
xicanoa...
d.
*'-'
l#f.O
14870
i#9:..
Acedes da compvdo Heljeril)e de 50/000 rs.eo per.
i(i*)(tn
l|lM)l)
1*9(10
II
XTftrR.
CORRESPONDENCIA DO Df*HlO DE PERNASIBUCO.
tiSBA, 9 a
O di: ISiS.
0 duque da Triceirn psl nmsicadn rjnb.iU.idor de
Portugal fin Vienna-d'Austri.i ; o .conde de Thoirftir,
embalxador para Franca, seu irino Jos lirrnardo, pa-
t* einbalXador no Brasil, c n conde re Via-Real, pira
embai-iador em Londrea. Sobre as duas primearas no-
leacfles no existe duvid.i alguin.i, porque o EttandnrU,
rnal dos Cabra,*, as annuncla ofcalincate, o que he
nto como e virsseni publicadas no Diario do (opimo,
Einquaiito, por'o, i nomc.-ic.'n de Jos Bernardo para
a einbaixada do Brasil, contiuiia a asseverar-sc, mas o
Eilandarie nada diz. a este respeilo.
Comtudo resta saber taes noineacfiok tero ciTectl-
"S!!!8dCC;5!5p "iSi^ una iiil.l CJUiall.l, Jil 1.1
lan9ar pocha nos olhos ao gnverun inglez, mostrando-
Ihe que Se i/ner alTastar os Cabraes da governanca. So-
bre Istofis diversas opinies : susteAum uns que 8a Ida-
nha e Gorjo se querein descartar dos Cabraes, para af-
fastar terriveis competidores ao poder querein oulros
qoe o governo esteja de aecrdb com os Cabraes, c que
estas niimeacOes aie liculas, isto he, que os Cabraes
lio nomeados emblxadores, recebem a ..juila de cus-
topara a partida, e os tres quarteis adianlados do eos-
turne, c nao sartem para os seus destinos, como fez ul-
tiniainente o mareelial Saltlanh.i, quando foi nomeado
einbaixadoffpata Madrid.
Os que opinam desta manelra fundam-se noseguin-
te f.n-ns. Na reintegraeo dos governadores civis ca-
bralistas, felta por Gorjiio, pois quOos despachos do Srs.
Meollo de Arrochela c l.uiz de Almeida, nomeados, lim
para governadnr civil e outro para secretario geral do
dlstrcto de Braga, foram annullados c reintegrados o
goyernador civil e n secretarlo geral antlgos. Alm dls-
so, Callase que o.Si. I.ourctico Jos Moniz, actual ,go-
vernidor civil de Coiinbra, e que tem contentes os po-
vos do seu districto com asna ad'iiinistracao. val ser
demittidn e nomeado para o substituir o Sr. A ntunio K-
mlllo Krando, queja o foi no teinpo da revolta, <: qui,
em 1845, exerciao mesino cargo em ViannA-do-Minho,
tornando-se all nolivel |)elos excessos que commetteu
as elcicoes a favor dos Cabraes. Diz-se inais (|iic.n ac-
tual governo dirigir uina nula a os embaixadores das
tres potencias signatarias do protocollo de 21 de ulaio
nllitiKK declara mo que este settehava cumplido ui to-
das as(suas jiartes ; e qlf o Sr. Ajilon. ministro de lies
pawba, teniAido, pom este motiva, repetidas conferen-
cias com o miiiir.t o de Franca. Allegn-se que asexone-
i raedes do bario de ItendnHe, de ministro de Portugal
i'in Pars, e do baro de Moticorvo, de ministro purlii-
guez em Londres, san nina viugan^a dos Cabraes ; con-
tra o primeiro, por ter dito mal delles ; e contra o se-
gundo, por ter asslgnado o protocollo. l-'in.ilnientc, Ao
t.i-sejjue o Estandarte, peridico cabralista, lece ao ac-
tual governo os maiores elogios pela sua marcha gover-
nativa, do que querein deduzir que s.io os '.abra.es, e
nao os actuaos .ministros, que governam. Por conse-
guinte, todos estilo anciosas por ver o desenlace deste
drama singular.
A cmara electiva anda se nopde constituir por fal
ta de numero. Na sua sessao do dia 7, suscitou-se a diajj
ciisso sobre a Jupa preparatoria poder ou nao funcclo-
nire deliberar ooii 48 ineinbros presentes. A moctio foi
felta por Jos Bernardo daSilvaCabr.il. e o debate foi
animado. Porcina opposicao ijue logo llie fiteram oj
amigos mais dajdioatloH do autor da inocao, parecen Jar
a conhecer que aquello incidente nao liuha nutro objec-
to seno mostrar que a junta quera fazer algiima cou-
sa, e Ijvrar-se do odioso que couiecara a espalhar.-se, de
ABoal, decidio-sc que, segundo a lenra da carta o do
regiment, a junta nao se pndia constituir sem estarem
presentes os 72 depuliidos eleilos, que be o numero le-
gal e por isso, at que venham os deputados das pro-
vincia* do norte, lian haver cestas), posto que a junta
se reunir lodosos das.
-Vesta prinieira discusto uotou-sc que Jos Bernardo,
que se figura o .chefe da mabria, lera a lulaf conl oppo-
sltores com que nao oontavn. O Sr. Francisco d'Assisdc
Carvallio, medico c doputadn pelo Algarve, na pppoli-
cao que fez a proposta, declarou -- que votara Compre
conforuie t sua consceneia, ojur as mocos vicsscni ti
extrema esquerda, qur ta extrema dlreita
Fallou tambem o Sr. Corroa I.eal (rrcta pronuncia), c
expressou o quantu he curt de Jobs, no cuilissimo
aranzel qun fe*
A tegurauca publica contina a sor punco satisfacto-
8* ^ ct",ce,ho de Almendra, mu destacamento que
foi recoirhecer un sitio aoude aonstava que havia gen-
te arpiada, ful atacado, licamlo le r i dos dqus oiciaes.
Parece que os aggrossor.s linhain peViVncido 40 excrci-
to da junta do Porto. Falb-sc oletjiie no districto do
Thomar existe urna guerrillia,nt Jinuebrou o tclegra-
pho. e comiiietteii outros excesos. Por outro lado, os
cabrat'mtas fazelu t.imbeA lias su.is, conimeltondo ,is-
saatloios, em pleno dia, como o pralicaram no dia 2 do
crlente ein lWio-tle^fV^Htj)te|(>-dia, na pessoa >
Jos magos, no presepio do Bnlhletti. A funcclo aca-
l)Oll 11 mu llora, lina guarda de honra do 2 bala-
lh3o provisorio estav*pslda no largo da s.
ite.forejse quo, duflkito que SS. MM. passavam
hela calcada d sito parro palacio, 11 m individuo, por negligencia
ou de proposito, no tirara o chapeo, e qtieumof-
licial do guarda do lalceiros que acompanhnva SS.
MM. despedir urna entilada contra o dito honieni,
eortaiido-lheo chapeo em duas partes, mas mo Ihe
uir^ndciidotapor milagre, a cabera, A imprensa da
co, ario desculpando o acto de incivilidade
hoinetn, eslygmatisa, comtudo, o procedi-
ineiito doiilcinl, ili/eiiilo quo he proprio dos lem-
pos (lo absolutismo, equo no ha lei que obrigtie a
tirar o chapeo aos soberanos quando se encon-
tram.
No tus
Sdocorrcntc, queimsram-se pauicaineute
ecom as solemnidades docostume ris 264:000,000
de papis Ue crodilo do governo amortisado ; e
192:102,000 rs. do notas do banco de Lisboa tam-
lin amorlisadas. O agio das notas acUa-se a 2.050
tois.
No da 5, polas 3 horas da madrugada, fallecen,
dopois de ti na dolorosa enfermidado, o Sr. Joaquim
Antonio do Magalhcs. coiitclliciro do supremo tri-
bunal dejuslica, ministft) do estado honorario, e
cmbaixador que fui de Portugal na corte do Uio-
de-Janeiro. O seu funeral, que levo lugar no dia 6,
f3-se com toda a pompa.- O cadver foi condolido
no cemiterio n'um cocho da casa real, seguido de
mu esquadriio do lanceiros. No ccmilerio aohava-se
urna brigada da tropa, qu Ihe fez as honras devi-
das.e dou as salvas do costume. O cadver foi depo-
sitado no monumento collossal, quo anda no es-
t, concluido, para a familia do duque' de l'almella.
I'ognram ao caixSo os concclbciros do estado Jos
da Silva Carvslhoe Rodrigo da Fossoca Magali.les,
o tiiinislro da marinlia e os tros concelheiros do su-
premo tribunal, Manocl Diiart Lei tifo, Joaquim An-
tonio do Aguiar o Jolo Uaplista Filgueiras. 0 cun-
de Thomar, como irmtO do genro do defu,nto< leva-
va a chiivi do caisilo. Todos os iorna&k sem e\cep*-
efio alguma-, lamontam a perda deste liomein, c fa-
zomtMogijAtj'os servidos quo presin su p.atiia,
Diz-sc^pie cslo nomeados : governajorda hulla,
o Sr. Sola, [bariio de Francosl; -- de Angola, o Sr.
Adriao Acacio da Silvcira Pinto, quo j foi govarpai
dorde Macau ; de Cabo-Verde, o Sr. XinienefJ
judanle d'ordensdo duque de Saldvhn ; o do ""
inflo, oSr.Torcato, actual governadnr de Angol
Oconcellieiro Antonio l'ereira dos IkLs l'n n
meado inspector geral dostliealros, caigo quvil"
eui|ieiihavaoinarquez de Fronloira, sem as confpe
lentes habilitacOes. O Sr. Reis tem bastante I i lite-
ratura, o ha do cumplir molbor as suas allriBU,f-
eos. ^ ^
Oconcolbo de saiide publica annunciou etn tod*^
Bsioiu.ies (|tio o citolera, ao norte da F.uropa, iiJ
vailrla Mosrow, mas quo no passra dalli; e ao suf
invtuira Constantiuopla, onde os casos cram raris-
simos, do carcter benigno; por consecuencia,
no havia motivo de receio.
0 governo, relerindo-so a participacOus olliciaos,
fez os musuios annuncios
0 (ruticro apostlico man lou ao vigario gera
la diocestt urna pastoral para que todas as posi _
dosto bispado podesseui comer unto do porco, o-
vos e lactecimos, us dias que al iiqui erain pro-
hibidos, pagando urna esmola que coriespontlesse n
amelado do que payava cada chelo de familia pola
bulla das cruzadas.
No diaidocotrenle, abateu a bella Cata chamada
do l'rovedSr dos Armazens no largo do SM-^ebas-
lio, entre as duas estradas do Henifica elf^y l'a-
;tjc que licou muito damnificada com a aiulharin
nwgiiolista, durante o cerco de Lisboa, o allulda
com os ltimos iremores de trra. Era una bella
casa, c tiitvez. a uielliur o a mais elegante oseada de
Lisboa Pertencia agora ao estado, que a tinha ou
completo iibandojio"-. lii/.em que niorrou um honiei
(ue all liabitava, o licaram dous feridos.
elevada potieo, para responder ao que disseaos em o
n.".32 deste Diario. Mas, quando esperavanios por una
retposta em "que rcsuuibrassem a llnura, a frca ca
nero.b, que deve de possuir aquello que julgou ser-nos
applicavelo pnupsr ptrfuu dos .Sanios Evangelios, o que
viaitM ist)s ? Alguinas linhas, as quaos qiiein qu(ftje
as etereveu, ao passo'que dexa apercebor mili riVsuie-
dido orgulho, inculcando que, na sua pessoa talvez, a
iii nutras (hias, ollondramos lodo <> partido da op-
posiefio, em inTiue desse partido, nos barntoia os nics-
uios insultos com que os adversarios nos bao mimosea
do. Paciencia NSo heesta a prlineira vez quetunia
mo, que se nos cstendia como amiga, aprcsenta-i
ta9a da cicuta !...
Admiris, djtincto eserlptor. que nos tivesseinos
^oado tanto com as expresares que deram causa i po-
lmica ein que nos adiamos einpenhados, no entretanto
que, sem ao menos isperntar nem gimer, nos temos ti-
rado tspancar pelo Diario-Noto, u F.sta asseve^ao do
.i rrsentcna do faita de exaotilHo ; e, aimia que se
lioseai
o^una
i-ntB .1
os m.*-
hn.
-1 rald
ohocamo
a que
Manocl de Atenm. O ajisatiinn foi perseguido pelo fV
voque o prenden. ?f
" que lio para admirar beque, ton !o o ministro do
reino mandado proceder logo contra os autores do at-
teutadodo concelho de Alniendia, nao praticasso o inos-
ino afetpelto do assassimo de Porlo-iIc-Mo/.. Desgr.ifa-
damente em ludo se mauifesta o espirito d*,' partido.
Parece que oa-cominissarios do banco do Portugal,
<]ue loram*aLondres i- Caris negociar um emprestiino,
Jiao o podernm rralis.ir, apeaar das iisongeiras proines-
vas lentativas Allribaie-ae este resultado desa-
i;radavel aos embarazos pebuni.a.rh)S eiflrque se icciu
ochado as pracas de Londres e pris, uestes ltimos
metes.
SS. MJI a rainha b el-rei frasn a assislir .fes-
la dos ,ajs, O cardeal palnarcha, o cabido, acorte
o QS inifl|t|Fes reeobeniin SS. MM. porta principal
do lciii|4i>, o dopois do fazeiem orarjflo na capella
do Tabernculo oceuparam SS. MM. o lliroim, ex-
pressamente preparado para esse fin, o prelado o
solio, o a corla p* lugares, segundo a etiqueta.
Cantou a niissa o cliantre, no impedjmenlo do
deflo. Ao ofrertorio (lcsccram do throuo SS. MM., c
servida a rmha pelo osmoloi-mr e criados da real
p, olTercceti de joelhos no solio ao prelado Ires
ron tes vasos do ouro, em memoria ila offerta
VEHkmiiC
U'
Cmara municipal do BU'cilc.
i.' SESSA0 OHDINAIUA AOS 7 UE FEVEIlF.lltO '
DE 1848.
MESIDENCIA DO SKXIIOI nBOO K ALUL'yUEnijUl.
Presentes os Srs, Rgydio Ferreira, Cintra, Aqiiino,
Itarata e Reg Barros, abrio-sc a sessilo, c d^clarou
o presidente que ia proceder ti npuratjTo dos votos
para deputados geraes e provinciacs. Nessa mestn
occasiflo fram entregues por Cornelio Carlos
soto d'Alincida as actns doscollcgios do Era o
gueiro, dando-so em seguida principio su pa
apuraciio. Eu, Joo Josii ferreira de A-juinr, secreta- ^oinenloisHle setombro*'do anuo lindo. Pelo amor
rio, a subscrevi llego Atbuqurque, prosidente.
r. Niry da Fonseca. A. di Varrss. -- Ferreira. -
Aguino. Hartos. Barata.
'DIARIO IIG .iSlo'AllllUliO.:
i33!iiM> as a>uj aTi'jiiajas u>n ao *
AO REDACTon DO SBGDN0O AHTIGO DO LtDADOR 258,
DE 17 DO CBRENTE.
Ao cabo de oito das tem estirados, um dos collaiift
radores do Lidaior decidio-se a descer de sua mui alia I
nao ro.sonii-.se de temelhaiile falla, a sua admiracao
nao era bem cabida : porqnanlo sabe todij a gente, c ,
sabe-o por experiencia proprb, que as oflensas sao irtaiT '-,
dolorosas, e por conseguinte cnnipiingem mais,. qiian-1^
do parlein de homens com quem en tro temos reboes o
que se nos cmifessain atl'eicoados, dvque quando pro-
cedcni daquclles de quem nada temos a esperar seniio o
odio que, de ordinario, se votaui uns aos outros os indi-
viduos que, em materia de poltica, pensam por diver-
so modo. A re ,! u .ao do Diario-Novo he composta de
pessoas que nos tceni ogerisa pelo simples faci de mi
estarmos de aecrdo com as suas dlas, e pois nao he
para sorprender que nos trate da manelra como o aftlr-
lu.iis ; mas vos, que nos tiuheis syinpathias, que nos es-
maveis, que nos daveis o titulo de amigos o corro*.
gionarios, que nos consideravels alliado lirmo, ettavelt,
de alguma sorlo, obrigados a nao ferir-nos com Indi-
rectas tao oll'ensivas como essas pelas quaes tentastes
apresentar-nosante o inundo lutclrn como um ente t-
mido, como um ente dtposto a acatar qualquer dos de-
positarios do f>odr, nao por entender que nssiin dovem
de proceder aquellos que pregavain que o respelrtSSs
oiiordades constituidas era urna das cousas que mais
coucarriam para a iiianiileiicao da ordem pobtiea ; po-
, com o intuito de cortej.1i a esses depositarios,
r-se digno das gracas coulijiie ellcs sem pagar
ItiJtaias que se Ibes fa/.em : gra9as que, gruigeads
ful tao gnobels, rejeitaAios mui terininaflteiiien-
s que, nsuuiclrtites como souio.s, temos, ein nos
s, bastantes recursos pora adquirlrmos os meios
llslencia, sem que' precisemos de arrasiar-nus
qur que as dispensar,
riiciilarlsar-nos, chamastes-nos
lembranca de assegurar que nos
os receliido do Lidadnr o qui-
osjulgavninos com tlireito. Kste
porui, recahio^todo sobre quem se nao pejou
no-Ib atir.ir. Se nossuppo/.essemos raridade, portar-
l-hiamos como todos quantos se repiilam tal: incul-
- nos -liianios, l'req nenian amos os vossos circuios, afa-
nar-iios-liamos por tomar parte nessa dirccfio, de que
tanto vos ufanis: Ti no nos lodiiiiriamos a vivercir-
eunisciipto, dediclo tmente ao artluo irabalho cujo
praduclo nos habilita a man ter, sem que a iiijigucni
anus posado, a numerosa familia que JajiUJL ao uosso
nos es
rttet
podis
ceio de (|uc vo-los vamos mendigar.. ContenUmo-nos
com o juizo com que nos hourou nina das nossas illtis-
t, .iones, o Iliterato cujo saber he reconhccido'prlos
si ii. pioprius ininiigbs, o cidadao cm cuja sliiccrida-
de i -minamos jniiilo, o Exm. Sr. cdticclheiju Antonio
peregrino Maciel Monteiro ; o qual, cm una-arta que
onscrvainos com o in.iior cuidado, nssliu so exprime a
osso respeilo: Xii' Sel que ningucm diz nielhor oque
ente....... Adeos, meucharoSr.it.... Nao pode escon-
der a nclinncao que llieJj'iii como 111090 de talento, o
sttn, ic. ^3S Nao he por iiAwo desvaiiecimento, que pu-
blicanios estas palacras de S. Kx.; nao, mil ve7.es nao :
ellas j.imais teriaui sido comuuiuicadas a alguem, ase
nao dar a penosa situaran cm que nos collocou a impru-
dencia de quem qur que, ao inesino passo que nos con-
sider.n .1 ailiado firme, nao perda occasiao de chamar so-
bro nos o odioso dos iieniliros do partido, a quem mais
respeitamos e amamos: e que, uo contente com este
proceder, menos digno, sem duvida, do honicm que se
estima, assentou de escarnecer de nos nagaaeta, que he
coiihccida por orgao ollicial da pai eialnl.ule o que per-
tonceinos, o da qual nos nao havoinos desligado, apo/.ir
d tudo quanlo temos soll'rido, inclusive a demssao do
nnprego que occupavanios..... Nao lie o desvaiieciinonto
'que nos*acunsellia seiiielhaiilc publicacao, anda o repe-
timos : se elle fra a causa primaria deste nos.o.ieio,
entilo, inserovorainos ahi o nosso Dome, c nao o occul-
tramos, como Usemos.
Com a delicadeza que somos o primeiro a reconhecer-
vos. distestes que ofnossos artigos sao emmnroB/inrf ,
rtcheados de eompridas ptriphrasts c de grotescas invocacoes,
&c., ate. Com Isto, vostes, certaiiicrue, cm vista fazer-
nos p issai- por osc ipfor de Hflo gosfo ; mas periuitti-
tiiis que dcelinciqoa da vossa auloridade cm semelliaiilc
materia: outros, que nao vos, devem de ser osnossos
juizes. IJ vosso artigo, ele quo nos estamos oceupando,
he, per si si), um tUscmenio mui poderoso contra a vos-
sa pretcncao. F.nlretanlo, ngtr-*os-lieiiios, de passa-
gcui, que alguns desses aijfoaicqimaranfiados term sido
transcriptos em mais de um dos 'riotlicns do norte, o
em quaai lodos os do sul, inefusive o.bom conlicciifo
Jornal iln fommercio do Illo-dc-lanclro, e fallecida Sen-
ifln ilu ilonqrcMa.
Accusaslos-Tios do Irahidor a o lartitlo da opposi-
cao, porntlu termos noticiado os ramantaveis acon-
morrer com os bldados no campo da batalha : en-
tretanto, apenas se oncetaram os trabalhos elcitora*s,
apenas pptrcceVn m as ctmtoslagoW, apenas aparte
do pnvo, que aotiuipanli i\a as influencias governis-
tas, soltpu-se pelas r.uaa dosla cidade a dar viva a
isto e Iquillo, denunciando disposico para qual-
quer acto a que a incitassem ; apenas tudo isto a-
contcceii, dizemos-ns.csse Lidador, quo tilogalhar-
do se mostrara, fui definir o somno da indiffereuca,
ou tiritar com o fri que assalta o militar covarde.
logo quo lobriga o ininigo j esses prlos, de que ha-
via sabido o novo e denodado campean, foram ser en-
terrados cm profunda cova ; e aquelles que conta-
vam com a cooperario prometlida, aquelles que t-
nnm f do no seren abandonados, 110 momento
mais critico vlram-sc siis,'entregues aos seus pro-
prios reculaos. K*> vista do ex posto: a niiam eatinr.
injurioso epithetoe traidor; a nos quo, se nada li-
zemos, nada promettomos; ou a vos, que, tendo
romettidotudo, nada fizestes, c que, logo que ou-
nstes o som da primeira descarga^ recolhestes a
quarteis, e po/est a bom recado toda a munieflo de
quepodieis dispor LKespoiidam os assisados; res-
pondam os quo nos ereiii dcsapaixonadamento.
Muito vos esu>rQBStcs por*vos mostrardes respei-
toso para com o proprietario deste flartp ; decl-
rales al, que todas as vossas sellas nervadas tar.
ser disparadas contra nos; mas, ao arrematardes O
mimoso ramal hete com que nos brindnstes, desvi-
asies urna tlessas sellas, do nosso para o seu peito.
Queremos fallar da iinpress3o dos discursos dos de-
putados provinciacs. Esta impressilo, 'como vos sa-
bis, nao fo contratada por nos,, mas sim polo
mencionado proprieiario: c pois, tudo quanlo cs-
crevestes a scincllunte respeilo, a olle sonMhte so
relVre. EntrcmenWs, convidamo-vos aexhibirest*
contrato, pelo qual o mesmo proprieiario'se obri-
gou a nao focar as notabilidades praieiras.
BajtM2=7g*ar^--7=-
. ^,(>!i"<#,oi'ciiews.
-i---, ...-..Tj-.-.-......^.,..-
rgal ^10 aiiibieioiamns os vossos jdt|
bmagamos cnnivosco por no-Ios lino
idispr delles como vos parecer, sem o mcnqi> re-
do Dos!. Mlp queirais attribuir-nos qm crime
que, se porvciilura foi cqmmetlido, vos pertenco
0 JiQuffm&JternUnibuco nao linha lomado
palla na queft4b ehjitoral; nao so havia couipro-
) 11 su pAr a frente daquclles que, nessa ques-
llo. se decidissem a Iq'lar contra os partidarios do
gofeino ; njo linha, emliin, comproinissos cqm nin-
giiem arjkeiul^Kte-reapeito c, segundo vos mes-
mo apregoa: ,i;a retirar-so la poltica : mas,
vos linliei\41ittttttttttttBsilii i' Nao corlainente :
Ko vosso Liaaoor J^^m^^S^SS^
a# po>, Oaj|^^K!eu-!lic prompla e ulucaz coadj
vaQfli^; as vesperas, un novo peridico sabio dos
vosaos pielosjjMJjUiitaiido 11 lingoagein do mais in-
Irepldo guorTWro, o general quo est disposlo a
r *
Senhores Redartoret. -- Depois de quatro metes meio
de espera, apparcceu alinal a resposla do Sr. Jos Fran-
cisco Pinto Cuinaraos; e, a jiilgar-so pela sua estrnsao,
paif ceriq I1"- Italia respondido salisfaotorlainenle : mas
til lie a,sorte de quem argumenta sem rasan, qucrrin
a nreessilar de muitos rllelos, c por ultimo nada
prova.
Principia o Sr. Pint asna correspondencia pela se-
guinte epigraplie : rnicas Plato, magirmuiica veritas.
A slo responder! cflin o sogiiinte laclo, deixandn ao lei
lor-fazer o juizo que Ihe parecer. No dia em que publi-
que! a observaran da molestia do Sr. I'olj carpo, no Ota-
rio de Ptrnamhuco, eneontre-mc noilc com o Sr. Pinto
no pateo do I.irauonto : nessa occasiao, pergnntando-
Ihe como linha adiado a observacao, o Sr. Pinto reipon-
dcu-iie que o essencial eslava conforme ; mas que pe-
queas inexnctidoes haviain-beui como a do Sr. Poly-
carpo mi ter qurridu por ultimo fazer a opcraco'jj
ligadura ; ao que Un- respond (fsK o Sr. Polvcarpo ln-
lire^hc linha allirmado que nao t,subjeitaria aquella-
oporacao, sem que Ihe garantiste u bom xito. Netta
iiiesma eccasi.io, o Sr. Pipo comuiuiiicou-ine que linha
rcoebittn nesse dia com mil ris pelas visitas fcitaa .10
Sr. Polycarpo, c que ouvra dizefquc teme destnavain
dureiitos mil ris ; mas que lomara* a qtianiia quo se
Ihe havia mandado como ulna all'ronta ; porque, dando-
se-inc duzoiilos, quera olle ter quatrocentos ; ao que
Ihe losponili que nada sabia a respeilo ; c entao pedlo-
ine como amigo, quo, pela confianca que mereca Mi
casa do Sr. Antonio l.uiz, fosse fallar-llie para mando
llic mais trosentos mil ris, accresceiitando que,' te o
Sr. Antonio Lu/, nao ainiuisso, o i llamarla a julio, e
com islo talvez provocaste una polmica da parte de-
le Soulior, e para responde-la soi ia olirigad a patealear
alguns lacios que fosse 111 de encontr iiunhaUiblica-
co ; ao que respondl-llio : que nao receiaya 84 con-.
teslacao, por oslar convencido da vordatle e oxacrldao
da observacao, c caso ptililicassc alguma cousa eu>coti-
trrio, que Ihe respondera ; que, como amigo "unlca-
nicntc, irla tcacom o-Sr. Antonio Luiz ; o que effectlva-
mente tlt no dia seguinle, e este Scnhor retpondeu-nic
que dlssesse ao Sr. Pinto, que Ihe rscrevesae, e d'ahi
ein diante nada mais tibubc al apparecer a primeira
conlosiao.il, do Sr. Pinto.
'l'cndooSr. Polycarpo soQrido um aneurisma da I-
liaca externa, talvez em toda a sua extensao e priiiciplp
da pcmoral, e tendo stfo decidido na ultima confereii-
cia, que a laqueacao da arteria devia ser pratlcada como
quasi o uulco recurso que havia para salvar-lhe a vida,
c por ultimo sarandn elle sem este ineio, que anda era
inulto pergoso, nao considera o Sr. Pinto, que o caso
fosse extraordinario, au obstante ter dito o contrario
(documento n. P), c apezar de nao achar aqu ein Per-
iiambiico um caso semclhaiitc, de sua pratica ou mei-
1110 alhcia, para provar a frequcncla da cura desta mo-
lestia sem ser pela laquearan.
.\ao.s iti-i'eit'i com isto, anda me culpa por haverdito
ao Sr. Polycarpo, que esta operacao era o lucio mais se-
guro de obter a cura, mas que poda succunibir em,
poucos das. Quando o facultaiivo trata una molestia
medica, c que s tem de einpregar os meios pharmaceu-
ticos e liygieuicos, al certo poni nodo oceultar ao do-
cute os riscos que corre ; mas, quando se trata de fazer
una operaco da natureza dessa que devia subjei-
tai-sc o Sr. Polycarpo, nao deve encobrir as vanugeos
011 inconvenientes que pdem resultar ; tanto mais sen-
do p 11 :iisto instado pelo enfermo. Esta pratica, segui-
da pela mor parte dos facultativos, teve, neste caso, o
mais feliz resultado ; porque, recriando oSr. Pop/carpo
abreviar os seus das com a opcra;o, veio alinal a ficar
salvo, sem expr-se aos riscos dalaqueaco.
Comquanto o Sr. Pinto queira dizer que o gelo he uta
dos priores modificadores curativos do aneurisma, nao
obslanlc exislirein alguns tactos de cura por este agen-
te, todava nao indica outro ineio, coiu o jjual se tennam,
obtido inelhorrs resultados, excepfo da galvano.
puucttira, que o Sr. Pinto considera de pouca inonla-
ncttira, por tercm as aguilita
. penetrar o peritoneo, diz o Sr. Pinto. Se lesse
atlcnrao as observacoos da gazeta medica, nao
ria se'melliante juizo : porque vera que era multo)
cil evitar esta membrana, cque, pelo confrrio.-altai
ra traria maioi risco, isto he, talvez occaslonassC in
AR ENCONTRADO


_



*

i todas
i nas
[mafctiolevia se nao fx'idf chamar Inflamma-
"frein,Hurnio 0 S(. curso, apparerldosymp-
.mniatonos : mas he preciso que, rtes'lf o
^^fiBjntf de desenvolver se, preceda oe
>. rendo npnareeido depnia da appllrari
IMnn.reiti-rao no tumor pela mihtracco do f'io. 3tjr>{
Hnrrnisailicnr en.iio'mna nrtcrite o aneurltma do
*^*Barpn, e o Sr. IV vira rio i. affirma ; apena*
inie-se nos termos seeninles : u Se as.hn se pode
"r. Intil fu! o Sr. Pinto faier tantas cilactW par..
l"Ovar que a indainitmcSo pode prodn>i' aneurisma,
quando na minha corrrspondenria afurmei que
i alteracoes podiain ter por causa a inflanunacGe
que esta nao pruduiia todo jn aiuollecimentos, dogene-
receucias dos tecidos, etc. *
DizoSr. Pinto, que he Ihexactissimo quo o gelo
teso empregado ao mesmo tempo com os outros
camentoscom que o mal se curon, por lor des-
de os principios da maio suspendido o gelo e subs-
tituido polosanliphlnijisiicut o calmantes [sanguisu-
gas, tiidacio, agoa de louro-cerejo, digitalis]} o que
o doonte s estove om uso tiesto tratamento at OS
tinstO' 1'iPtoroccitoua agoa de louro-cerejo no dia 25 de
fc|Ge repeto-se osla recoita at ido jtintio,
^fwj.as bixas rcceiradas no dia 21 de maio, e qup
>odfe tintes de desapparecerom completamente
2
=
^mmim^E5"Sffl
DOCUMENTOS.
nos, foi para evitar repeticOes, tendo ji fallado no
trata monto dos aneurismas da erossa d'aorta. E he
neste ultimo caso, qn a applicac.lo do fri ptSdo). no soque v. a pene,, iemu-iiir.
oausar niales iucaiculaveis ; porque, sendo o fri ao Sr. Polycarpo 1 uliXonvle Ferrehl
causa poderosa das inflamuiacoes, spgunio ham dis-
N. 1 Illm.Sr. Dr. Perretra da Sila. -JRespondrn-
doaoqueV. S pede,, lemujD-iur, naonfo^|n.cia feita
se o Sr. Pinto, a sua accJlo sobre o peito p lo pro-
luzira pleinsia, a pneumona, etc., e.fazor o do-
ento sueenmbircom nuis rapidez, do quo se espe-
rtase pola terminacho do mal primitivo..Anda ha
punco uin tinento de um aneurisma desta regi.Ti,
tendo-me consultado sobre a conveniencia dseme-
Ihante applicacAo, fui de parecer, com o seu medico
assistente, que nfio tinha lugar esta prescripcAn: e
depois, tendo feito uso do urna dissolue.no de sulfa-
to de ferro sobro o peito, por ttnsollio do outro col-
lega, sobrcveio-llio una forte broucliile. que o obri-
gou a suspende-lo por vezes. O Sr. Pinto diz qiis
algumas vozes o gelo applicado sobre o peito coagu-
la o santue e oblitara as 'cakidades do coracAo ,
dasartcras.dest rglAo, rnti}-se que, nestes casos,
se nnop.leempregaraooinprBssBoL!-mas mo ad-
miti que o rnesmo agente seja capai do produzir
essn resultado nos aneurismas menores, onde, sem
duvida, com mais facljdidesc pode obstar ocurso
do sangue. A este rgsjpBto diz : a compressAo nAo
f'J&Ipi tacos do lumorj'foi que o Sr Pinto recei-l foi praticada, em rasAodo oslado doloroso e meteo-
letj-essa pocto. No mesmo dia 21 conferencie! com"rsado am quo teve sempro o Sr. Polycarpo o baix
Pinto o deeuuei que o tumor eslava muito me-' ventre durante olraUmento; logo A gefti nAo folo
llionH|Pndoo Sr. Pinto affirmava o contrario; e.'aaente principal da cura do anourism* era ques-
continuando a visitar, fui eunun ptimeroache
o aneurisma tinha desapparecido ; c deste tejipo etrf
diante o Sr. Pinto com mas frequoncia visifouoSr.
Polycarpo; mas. todas as vozes que o recoilava, o Sr.
Polycarpo nAo fazia uso do remedio som.primeiro
cpnsultar-me, seguindo em tti.lo os meus conselhos.
I'orltinto a nexactidAo esl da parte do Sr. Pinto,
e v-seque no dia y maio, e nAo nos principios,
foi que o Sr. Polycarpo comecou-a usar d'ogoa da
louro-cerejo, e que contitiuou a loma-la, quando
a molestia j tinha desapparecido, om juuho; e ten-
do o gelo sido suspendido.(no meiado de maio, nio
opodia ter sido pe|o Sr. Pinto, naftccasulu da sua
primeira receita. Desde o pgncIpoiJo tratarnento.
o"r Polycarpo foi muito sangrado, j tinha appli-
cado bisas, estcvescmpreein dieta muito tenue, o
ineitio-lo numrico ou
queoSr. Pinto u3o nega ; comludo, nada disto'scrjqiie muito bem so p.le applicar ao s
vio: estes agentes, na sua opiniilo, aSLo sio antiphlo- A tendencia a itmtacao he tflo fo
ftisticos ; s as bixas no antis te.miftte epilbeto : di-
gitalis, tridacio o agoa de louro^erojo fram os cal-
mantes, que com as sanguisugas curaram a moles-
tia Ja dua> ncaMiesta agoa IViram bastantes para
vencer uma molestia rebelde ao tratamento medico !
Tilo grande descoberta niio devia perder-so. NSo do-
sejo roubf o renomo do Sr. Pinto; declaro que nio
receitei esta agoa miracutosa. Se o Sr. Pinto ler com
in'ais attencilo minha correspondencia, ver que o
adverbio mtim apmo refcre-so morphina, e
nSo oracio incidente, guando cu j tinha feito,
etc. O meio mais seguro de calmar a dr pela
morphina h'e, sem duvida, pelo iftelhodo endermico ;
sfomcnlaQfles raras vezes prodjgtem beneficios; e
niio cntendo como o Sr. Piulo diz que o caustico,
al/m de exacerbar as dret, poda provocar a gangrena !
J?.oii>a vesicacao de um pequeo vesicatorio applica-
do erft um ponto aoarlado do mal, era capaz do pro-
vocar a gangrona? Urnas poucasilc moxa|p(stasso-
bro o tumor, segundo quera o'Sr. Pinto, ogo pro-
luziam'nenliuns lestes inconvenientes O caustico
no.tpi supprimido, comoalurmaoSr. Pinto: oSr.
Tolyearpo conservou-o ainda muitos mezes depois
do dosapparecimento ds palpitado .'s.
tilo, a NAO posso conciliar estes periodos.
Emquanto a Hrous^ais, e ao pequono plagalo do
Sr. Pifito, respondere que, desde muitos anuos, o
tystema physiologico ficou redu/.ido ao seu justo va-
lor, o, felizmente para humanidade, este etlthusias-
mo c exmlacAo syslcmaticos, a que mflitos faculta-
tlvosjpxagerados so eulregaram, a ponto de eleva-
tcste systoma historia do iloutor Sangrado, j
existem na mente de alguns emperrados,
com proguica de osludarem ou por afrtrro
ioutrias que profossaram, fecliam os'olhos rasfnP
c verdade, e tornan-se verdadeiros rnlineiros,
sem so importaren! com o progresso que tolos Os
das fazem as scioncias C.oncluirei esla parto com
uma citacAo do propro Broussais, quando fallado
cstalistico em medicina,
uvtiy.-.\.
!-Of%CStC
ll0J* (]e, cor
rte entre os ho-
mons, que, iles le'fte una ideia nova apparece, a-
pressam-sc as experiencias, e multiplicam-se as ap-
plicaQilM. As pesadas que mo reflectem coai malu-
reza, julgam immediatamente ter adiado a pedra
philosophal; mas, no lim de um certo lempo, a ef-
fervescencia se calma, o bom senso volta, o o metho-
do ho apreciado.
OSr. Pinto esforca-se por pro va r que nJo cabio
em coulradiccAo quan lo disse que o gelo era um dos
jmtiphlgisticos, o ohivia recoitado para comha-
tera phlogose do aneurisma ; e tendo este se ex-
acerbado com a applicacAo, s^guntlo a sua liugoa-
gem, conclue que o aneurisma era inflammatorio,
por ter desapparecido com osantiphlogislicos Ja cu-
ino o Sr. Pinto niio considera ser o gelo anliplilo-
gWco :
(Mi
cmquanto aos documentos apresontados poroSr
Pinto, niio lentio o que reclamar, a excepeo da
carta do Sr. May, nadarle que diz ter adiado o In-
mor augmentado eirenRUme ; oque attrihuo tf-
gano naiopreciacAo dotamanho: oi|iiivocacfio 8*t
fcil do acontecer, por ha ver decorrido algu n toJb
po enlie as duas conferencias. Quanto do Sr."tK
Sarment, comquanlo tifio partilhe complelifmnte
que o Sr. Piulo e dotu outros rcspeiWveiseoUegai vota-
< pela faqueafao iininedlaia da arteria o mai
possivel,.como onnlco meio capaz de Ule calvar a vloaj
mas nao posso alnrinar e que fui dito antes ou depois a
respeito das inoxas. Sou de V. S. at(cu(o venerador e
oollegal.^r6Kellr.Boa-Vista, 10 de feverelro de 1848. .
N. 2Illm. Sr. Dr. Joo Ferreira da Sifao. Recebl
carta de V. S., datada do 4de feverelro tfb correute.
emiiue exige saber quautas receita passou o Sr cirur-
giiio Pinto para o Polycarpo, e a que lein agoa de louru-
cerejo quintas yze le repeli, c quintas de Y- S. Sou
a responder que, pelo maj das recelta que existem
nesta casa, achei lmente quatro receita aein data, e
que nfio dizein para quein; porin sel que fram para o
Polycarpo o primeiro bilhete de repetlcao tein data de
25 de maio, c o ultimo, de 18 de junlio, e con un seten-
ta e duas repetiedes, haveudo dia de duas e tre repe-,
de. A formula he: da alface, '/ i xaropede trldace, '/, Encoiitrei 6 re-
celtas de V. S., a saber : 2 em 18 e 30 de abr 1, 1 em 26
de maio, 2ein 21 e22 delunho, e l em I8dejulhu. Sup-
puulio ter satisfeito tV.\ a quem com grande estima
aou J)e V. S. obsequioso criado. Jote luil Innocmcio
Pogge. Boa-Vista, o de fevereiro de 1848,
onsEimclo. .
*
F.....escravado Sr. vigarlo geflp, Idade 40 anuos, coro-
pleiyo fraca, em marco do anua prximo pasagdo, sen-
lio mu pequeo tumor na regia popltea esqjierda, o
qual, foi desenv'olvendo-ie a ponto deobrigala adei-
tar-ie no mez de abril: em julho o tumor oceupava
duna pollegadas abaixo da articulacao tlblo-feineral,
elevava a regiao superior do msculos geineos e mia-
res e etendia-9eat ao meio da coxa, tendo de elevaco
um volume equivalente ao da cabeca de tima pessoa
adulta; todos o msculos desta regios Jjatavaii
aos e desviados da direcc.in natural. O tuftTbr prj
tava palpit yes itochronea ao coraco e todos ol
Momas do aneurisma. Em agosto, vi pela primeira ves
n docnte e obtervei o que cima tica dito; e-fui mais in-
formado, que desde julho, poca em que sabio publica-
da a observacao di molestia do Sr. Polycarpo, o Sr. cJ-
rurgiao Bcrnardino tinha mandado applicar uma bexiga
d'agoa fria obre o tumor, fazendo renova-la com pe-
queos intcrvallos, c que com este meio tinha podido
obstar o progresso do mal. Adiando o pulso fraco, a
cousiitiiieao dbil, nao prescrevi sangrias nein bixaa, e
siiiiplesiiiente aconselhei a continuicao d'agoa fria, q iianto nao cliegava o gelo, e dieta tenue Com este tra-
tamento, o aneurisma melliorou algunia cousa. 0 gelo,
sendo applicado muitos metes depois, por ospac.0 de
quinze.dias, augmentou asdres da perna e tornou o tu-
mor muito mais duro e as paljiltac&es mais fraca. Acn-
teceu, porm, naojiaver nial gelo em Olinda; o porta-
dore que O vinhaui buscar no Recite, nein icnipre o
ievavam, e outra multas difneuldade appareceram que
ubngarain ao Sr. vi'gario geral a suspender a sua appli-
cacao. Entiio, mande! fozer um instrumento para a coin-
pressao da femoral, e o appliquei cima do tumor, aflin
de preparar a clrculacao coltateral, quando houveue de
ser interrompida no vaso principal. Nao lendo possi vel
continuar com o gelo, ncm havendo um instrumento
apiopriado para praticar-ie agalvano-puuctura, resol-
vi faxer a laqueacao da femoral, e puz esta operacao em
pratica no dia 10 de dezembro prximo passado, ajuda-
do peloSr. Bcrnardino Jo Serpa. Depois d operacao,
a circulacao da perna nao goffreu aKeracao; no oitavo
I- ___.lata -; .v .x I .;... mii lilioioil'-l illtiilienn II iiii
\ OSr. Piulo julga absurda ;i Ihcoria, que a
ser minha, de se nAo curar os aneurisma:
por meio da obliloracao dos vasos dilatados, e pa-
ra o provar cita o Sr. Vidal [de Cassis] com quem se
identilica, o dtz que, alm da te/minacAo fatal que
tem lugar por meio da hemorragia, os aneurismas
pdem ter ou'ras tcrminaQOes. NAo esperava se,-
mclhante propwicAo do Sr. Pinto I Quem nAo ve que
a palavra curt nAo ne synonima de leruiinagAo ? E a
tomar-se nesle sonlido, resultara o absurdo da ter-
minacho fatal sf uma cura.
OSr. l'inlo quiz empraglar ao Sr. Vidal uma IhOo-
ffkV'qiM, de ccBtMMMOo aceitar.
>Sr. Velpeaucxpime-se a oslo respeito do it^lo'
seguintc : Emauanlo peiisam-sn que o aneuriftna
/ira formado, as mais das vezes, pela dilatacAo si-
nnillaiiea do. lodas as tnicas da arteria, esperava-so
cu'a-lo, conservando o calibie do vaso em sou esta-
do natural. Jolgava-se que, por meio de um trata-
inento apropriado, era pbssivel fazer com que o
sacco aneurisma! se cnnlrahisse e voltnsso pouco a
^H(cu 0 lugar que oceupava no estado natural, !i-
(?aalpajiilenn com o sen calibro primitivo o com
aRribulus do oslado normal. Searpa pro-
""elecero contrario em axioma, disse que
> oblera cura radical da aneurisma, qual-
Sja i situacAo, sem que a arteria corroda,
, 011 ferida, liqucem urna corla extensAo
ixo do lugar da alteracAn, convertida om
liot/-neta solida, liameiilnta, sendo que esta
launa so lenha elFectuado pelas Micas da nalu-
;i OU pelo cffoilo d'aitc. Limitada ays aneurismas
"jiropriamcnle ditos, esta projiosica be rerdailera e pa-
rece nao lerexcepcom rcaes. As observares dos Sis.
Darrack, Cloquet, A. Cooper, "*ue ha pouco frtram
citadas, e algumas oulras que se acliam na obra do
Sr. Ilogdson, noatepulamdetortea'lgvina; porque,
Si (lenles quo fazc... o objeelo de laes observa-
es, a arteria afTeclada nAo toinou do turma algu-
ina o esloo natural. A'vista disto, de que parle
ostui o absurdo ?
OSr. Pinto, no frenisi deludo nogar, a principio
diz que abaudonoi o docnte, dopois quer que o.u nAo
t\sse o medico assistonle do Sr. Polycarpo, nAo obs-
tante ter sido considerado como tai, j tas conferen-
cias, e j por ter lomado cotila do tralamonto, visi-
tando-o lodos os das, soui que oulru co)lcga me a-
coniparibasse iu-8se acto ; eso depois que aulftcci, e
que nAo podia ver o docnte aenAu de tres em Ires
clias pouco mais ou monos, foi que o Sr, Polycarpo
convidou o Sr. Dr. Arbuck, comose vede sua res-
posta, e o Sr. Pinto, segundo se infere de sua cor-
respondencia quando diz : que receitou a agoa de
louro-cerejo, etc., porque a este lempo estava cu
incotnmodado, o deixra de ter auiduo. D'onde se
vA que o Sr. Pinto, nAo sendo o assistenle, e por
isso nfio devendo receilar, s o fez cm *9 de maio
pela primeira vez, por me adiar impedido.
0 Sr. Pinto diz que Broussais apenas aconsclha
gelo nos aneurismas internos, particularmente no
da rossa d'aorla-em desespero de Causa, mas nAo
nos externos, por ser O'frio una causa muito pode-
rosa da arlerito ; oque, nfio cxislindo aneurisma
sem inflammacAo, jamis mpregaria nesta classe de
aneurismas, etc. : e conlesso quo nAo encontrei
^^^Blc proposicAO em Broussais as paginas
atiriliuo a sua opiniAo, lo lavia niio posso djixar ie Jazer
t seno' observar ao Sr. Pinto, que na nota aquella jVla,
nAo combaten a idea da comjrfnsAo ; t0njju) olla
nAo s se pode cstbelbcer aduja fio lumrJfeo*fcB-
liaixo, o o methodo do Brasdor fnda-se nestfl^eii-1
cipio: "-
Tenho respondido s quesles principaes, e par#-
ce-me ter demonstrado um granaejiumcro de inex-
actidOis, contradicedes, etc., iff que cabio o Sr.
Pinto. Itesta-me esclarecer alguns Tactos pessoacs,
do que o Sr. Pinto falla na sua correspondencia, e
conclairjJMll duas cartas dos Srs. Dr. Arbuck o.
"oggegji
o iins na, qafc, ha pouco, observo.
lleMcrdade que, quando choguei do Paris, o Sr.
Mulo tflcconviitou para ver (lenles sous ; lie lam-
beirfeerl que, .comquinto pouco conhecido cntao,
igualmente o liz chamar para visitar doenles n^os,
e rocipriMjmente* prostamo-nos os olTicius do enma-
lle : marn'unca pretend tirar o ere lito e reputa-
rlo, de que tanto se ufana o Sr. Pinto cm sua cor-
respondencia ; honvys, porm. algucm que nesse
tempo com a mais negra perliJia procurou calum-
niar-me, do que tenho dnHimentos. Tendo o galo
augmentado as drc.^ e a*ntevonilo que, a conlnuar
este estado, obligara'ao Sr. Polycarpo a 'abando-
nar o Iralammito pelo fri, nAo obstante o luirior
npresentar alguina melhora, o que provavelmcnte
recorreria laqueagAo, que tinha sido decidida pe-
la maioria da conferencia, drigi-me casa do Si.
Pinto, expuz-lhe as ninhas apprehensOes, c pedi-
Ihe um cadver, qando'o houvosse no hospital, a-
fim de repetir a dita operacAo, para com mais des-
treza a por em ~oxecucAt>, caso viesso a ler lugar. 0
Sr. Pinto prometteu parlicipar-m", logo que mor
dia a oiicao cicatriiou-se por primeira intenaao, e no A administraco geral dos estabelecimentos
^^^^^tl^^t^SS. decaridadem.ndaLefpub.ico, que no dia 2, do
siu.WComqn( ac nao (ivesse curado ueste caso o corrwte pelas horas da Xarde, na sala dassuasses-
hnneurunia com o gelo, lalvez por nao ter continuado I SOC,*. ir a praQa, pelo lempo que decorrerdo (lia da
.com elle pelo* fVaiHtaoinanifestas, que ainda boje o Sifcigario ge- ns. 33 da ra do Hurlas, e ''.8 das Cinco-T'iiljtas,
ral allirma qrte o aneurisma terla deaapTiareefrt) do me-'arrtbajuratiicadlS de jovo ; sendo aquella' ilu m a-
ino nodo, se corilinuasse a eihpregar o gelo. Esta opi- ; ,|ar e soia0, o esta lrrea.
nlao he idntica a do Sr. Serpa. AdministracAo geral dos estabclecimentos do ca-
COSSULADO GERAL.
HENDIMFNTO DO DA 18.

fieral ..........
Diversas -provincias
4:7*3,783
56,95
4;802 773
CONSULADO PUOVLNCIAL.
RENDIMENTO DO DIA 18..........! 2:597,336
'Movimcnio do Porto.

SaviM entradn to dia 18.
Phlladelphla ; 42 das, barca americana Cora, de 188 to-
peladl, capitio Thomas A. Morgrave. equlpagem 10,
carca farinha, bacalho. mauteiga de porco e mala
gcinrot do palz ; ao sobrecarga.
Porto','82 das, escuna braaileira Galante-Maria, de I4
tonelada, capio Jos- Mendo de Souza, equipagem
15,xarga vinbo, cebla e mai gneros do palz; a
Silva* & Grillo.
Navioi tbidos no mesmo- dia.
Trieite; barca austraca Carona, capltao Marlim Sero-
vieh, carga assucar ewjm<
' openhagen ; barca liaiiTOttlfheia Norma, capllSo C. H.
llallesen, carga assucar.
Pasahiba ; hiafc bran*lro Puma-dt-Karia, capltio JoSo
Francisco Martina/carga vario generoa.
dem ; hlate Jirasflelro Tra-IrmSo, capltao Francisco
Crrela da Silva, carga vario genero.
Obtertafo.
Fundeou no l.anieirao, para acabar de canegar, abar-
ca pruaiiana B'iilmina, capilo F. SclinilJJ.
EMTAL.
B-
oarretile, ao meio-
i do arrematar em
Miguel Jrchanjo Montero drkndradt o/fkial da im-
perial ordem da Uva, cavalleiro da de C/iristo e ins-
pector da alfandega de Pirnambueo, por S. M. o
Imperador, que Dos guarde, ele.
Faz saber que no dia 21 do
dia, na porta da mesma, se hUo
hasta publica 5* cortes de colletes de seda borda-
dos, pelo valor de 220,000 rs., e 2t trunteletes de
seda para senhora, pelo valor de 320,000 rs., im-
pugnados pelo segundo escup urario Antonio Fran-
cisco do Moura, no despacho por factura n. 3,508:
sendo arrematagflo subjeilo ao pagamento de di-
reitos.
Alfandega, 18 de fevereiro de 1848.
Miguel Archanjo Monlsiro de Andrade.
Declaradnos
Queiram, Srs. Redactores, desculpar eite trabalho,
MUgcm-se publicar estas linhas no prximo numero
deeu iiirto; com oque muito obrigaro ao seu as-
siguante.
* 4, Dr. Joio Ferreira da Silva. -
ridade, 14 do fevereiro de 1848.
Oescripturario,
F. A, faroleante Cousteiro.
vcs.se no huspila
por isso que esperj
dito Sr. Polyca
vista disto,
ler pedido"o
po eslava
exacto dizc
.Sr. Redactores. Rogo-lhes o obsequio do inse-
rirem nesta acreditada folb^ uma estranha aven-
tura quo acaba de me acontecer, a qual passoa
jjervacAo doum outro CMo-tfb *hirrar. Tendo eu um pcquenogpstabelecimen
carno secca, na ruada Praia, e Yendo que nAo
va vanlagem alguma om conscqueiicia do nogwo
irescaceando progressivamente, tratei, quanto an-
tes, de tirar um balanco radical, afim de saber em
que altura so achavam as miidias transaeces ; e
comeffeito, vendo depois que eslava um Unto al-
cancado para com os meus crodores, liaStantyke
ultou este dezar; mas, afinal, vencias^allernati-
vas do pojo, e doliberei-me a fallar-llias para fazer-
Ihes ver as tristes circumstancias enTque nicacha-
va ; e desde entilo, tenho permanecido espera ncoso
le um bom rosultado. Occorro, porm, nesle inle-
rim, que, pegando ou casualmento nese"papel inti-
tulsdo a Vofdo Brasil, depnrei nellc com um arti-
go tejiiloaie a mim, o contra mim : isKThe/obser-
vei nesse 'contexto um desabrido insulto dirigido
contra um'dbs meus credores, que Ir-m iluyid,a-
gainlo-ine cumplico dessoa-ffrontoso escripto, in
tora na cotila doseuinimgo dagal. Talvez o au-
tor desse mal organisado artigo ^HtfAriEsequc
tnn beneficiara por esse meio efganou-se
completamente ; elle nao fez mais do qflwaccarro-
tara odiosidade sobre mim, porque esse homcm
ludihriado por meu respeiU nAo"micrecia que se
Iho fizosso semclhanle injirsttQa ; be ht.nrado libe-
ral, bemfazejo, c em sumina, nAo lenho dellop me-
nor aggravo.
Dirigir epithetos vergonnosos sem motivo, pu-
blicar aleivosiaadescaradaincnto, e querer offuscar
o crdito do oulrem por falsos pr.Uxtos, h
proprio de almas vis.
Srs. Bedactorcs, cu jurei de no doixar passar iw
colme esla negra calumnia, aleada contra o meu.
credor ; mesmo para Ihc fazer conhecer que eu
jamis inlcrvim nesse indecoroso artigo, inserido no
n. 14 da foz do Brasil, (hijo contexto he lodo falso;
e cslou prompto a prova-lo. torlarilo, liajam do
l.licar sem detenca catas linhas, para ficar intei-
iKe desoneraJo dequalquer imputacAo ou des-
tea que contra mimpossa apparecer.
Manat Domingos de Sanl'Anna.
Escravos apprehendidos pela polica.
Bernab, Ludgero eJoaquim, que confessam per-
lencer : o 1." a Antonio l.eite Pereira Dulra, com-
meiciante em Rio-Formoso; o 2. a Goocalo Ma-
io Falco, lavrador no ongeulio Cocheia, termo
._Lrto-Ca!vo ; o 3 a Manuel Itereira Guimarfly.
Acliam-se recolhidns Cadoa desta cidade, e
devem do ser reclamados na subdelegada do Ue-
cife. *'^m
resse algiim doente, o nesta occasiAo disso-^ie que
caso oSr. Polycarpo vissea fazer a operag.lo, talvez
fosse para isso oscolhido o Sr. May, segundo ouvra
dizer, rcrnsconlando que s assisliria a osle acto
se fosse cu o operador: pelo mesmo mndo aflir-
mei-lhe, que, sendo euo assisftnlc, me retirara se
oulr'lizesse a operacAo. que de direilo me tocava ;
c apenas cedera^ elle como amjgo: Para prova dis-
to appcllo para a carta 1W Sr. Dr. Fulgeneio, que o
Sr. Pinlo fez publicar com su C0MW|n5ndeiicia,
oudo le-so : n que linlia pe^UKWV. S. que I lie con-
cedesse algum cadver, quand porvenlura hou-
ajim de a praticar ;
ferida operacAo no
ella leiotitcao A'
o, a i m!
^^m, o
que foi uessa ocoasi
me commuTfh>r.u \fv
anda mais inierosimil so^rna, q^tnrmo Sr
to cunfessa que no da -21 do m
elle para applicar a Rain
otaiois do meu pedido.
iS mo irroga o Sr. Pinto
harer outra pessoa qW
o Sr. Pinto, e o deaalli
facto om que eu tenlia
outro tanto algucm n
servio-sedos cadavres
naquelles (lias re
or Sr. Pinto'; o qual parece que se deu afr Iliaca sem me particij
lo de o eonmenlar, falto de provas; antes per-
SU
pr
tono que, se Broussais nao repello a mesma
H|K'."iu, quando tratou dos, aneurismas exter-
na xi ao
gulVllt
o, di/.en
into
t percersm
llaquen^Ao da
//Ai de qu: fosse eu o operador / N'este n1n* tfni-
poeusoube dooccorrido; porm ine nAo ij^H
ao Sr. Palo, por estar em aou direilo.
COMMERCIO.
Alfandega.
R^DIMBNTO DO DIA 18............ 4:163,601
Detcarregam.hoje, 19 de fttereiro.
VncW^-SmUx-Orut mercadorlaa.
Barca TnoaKtt-HVMori dem.
Animaes'apprehendidos pela policio. |
Um'quarlo que se suppe ser do engenboPaulisla,
eulro com cangalha e dnus cassuaes.Devem de
ser reclamados nasuhdelegacia dollecife.
----------
PuhcaQao Littcraria.
Historia do cerco do Porto, nosannos de 1832 e
1833,^|irocediilft do urna extensa nolicia das difTe-
j-entes phnsel polticas por quo lem passado a roo-
narchia porluguoza, desde as mais remotas eras ate
o auno do 1820: bom como dos principaes aconte-
cimontos, que desdo aquello auno liveram lugar
at ocmeco do sobredito cerco. So corpo dcsl
obra, se achara tamban uma doscrpco da cidado
do Porto, suas irlieulilatles, edificios notavoi#,
estabeteeimentos litierarius e o mais que nells ha
de cnrio-A; stuulo ludo isto acnmpanhado de um
resumo bislorion dos acontecmentos que na refe-
rida cidade liveram/1qgar contra os Francezesnos
aunes de 180% e ISW.aeom quo se completa uma
verdadei ra historia ileTurMgal dosre o principio do
isente seculo MAjaM^fjiacihJ do govertio legi-
o". ()s Srs. sgi^H| RfodjBm mandar buscar o
moiro voluro^^^|*rpZ.Ca*it n.1, c segundo
andar. O snijjJWa fi d3j000 rs..bo cm oilavo
Ifancez, e lem 600paginas
Ma-
lge
. -----,--------------------!------,----------------------,
Para a cidado do Po^o segu viagoqj?jn
la brovidade a.galere porluguoza Tentada ^^^
Kmidio Josigle Oliveira : -quem nolis" q
gar ou ir de passagem, para oque ten
commodos. dirja-seao mesmo capitAo,
upel Joaquimjtanios e Silva.
Para o HUkcloHaneiro snhira
Mercantil, capitAo Antonio Ferreira Luna li
qual lem bous commodos para psssagehmj* assini
tamhem para escravos quem pretender iHn^nlen-
der-se com o capitAo,ou com Amoi m IrmAos, ra da
Cadeia, n. 45.
Para o llio-dc-Janciro seguelffagem, imprete-
riveimento no da 20 do crranle, o l'.rigue-escuna
Helia-f'irginia : para passageiros Irala-se na ra
daCadeado llecife, botica n. 61, de Vicente Jos
de Brilo.
MELHOR EXEMPLA


Hf"
Para a Babia seguo viagem cotn brevidade o
hiela San-Joo: para carga e passageiros, pdem en-
ten-Inr-ae na ra da Cruz, n. 26, com Luiz Jos de S
Araujo.
Para a Babia sahe, o mais hrovo possivcl, o pa-
tacho Santa-Crui : paracaifra on passageiros, Ira-
ti-seao lado do Corpn-Santo n 23 011 rom o ca-
pito, Joaqun. Amonio i oncalvcs dos Sanios.
I'ara Lisboa sali rom hrcvidade, a muito ve-
leira Parea portugueza Ligeira de que he capitSo
Antonio Joaquim Rodrigues: quem quizer carre-
gar ou r de passagem, para o que tem excelentes
com modos dirija-se ao mesmo capit.lo na praca
do C(Kmercio ou ao seus consignatarios, Fran-
cisco Severianno Mbello & Filho.
Para o Rio-Grarrdc-do-Sul pretende sabir, o
mais breve possivel, o briguc Juuo, por" ter parle
deseu cirregamento : quem no mesmo quizer car-
regar ir depaasmem ; ou embarcar cscravo^^fa-
rija-aea ra da Cadeia, n. 5, a fallar comiP
rim Irmilos aa^ j
lail'WiM i ii.ii. _________ii______._
Le lo
18.
Me. Calmoqt & C. farlto leilflo, pr inlervnc.lo
do corretorNveira, do grande variedade defazen-
dis inglezas, proprias do mercado, e entre ellas
algumas avariadas : terca-feira, 22 do correte, as
10 horas da mandila, no seu armazcm largo do
Corno-Sanio.
Ocorretor Olivoira faf letlffo de umn esplendi-
da mobilia quasi nova, o- mais objectos de casa,
inclusive obras de prata, sendo bandejas, salvas,
oasticaes, apparelho para cha caf^ etc. etc. : quar-
ta-feira, 23 do correte, as 10 horas d mantilla, no
1." andar da suacasa, ra da Cadeia.
Avisos
diversos.
________.*_
CUR8 DE GOfiRAPHIA E HISTORIA
Jos Soares d'AzrvcdJmm aberlo em sua casa, ra do
llangel, n. 59, segundo andar, m curso completo re
Geographia e Historia. As peisons que desejarem es-
tudar utas disciplinas pdftn dirffftr-se referida resi-
dencia, a qualquer. hora.
O Sr. F. l.fid Rosa, tendo mandado exigir no
da 12 do rorrlppjror um caixoiro M. II. I", cer-
ta porgo de cadeirasdo Jacaranda que disse fal-
tavam em sua casi e que della Ihe tinham sido
roubadas, Cujo numero he o exacto que o annun-
ciante possue, etrouxo de sua casa quando dei-
xoude ser seu caixeiro, irva-se de tora bondado de
lh'as exigir polo contencioso onde quer deduzir
a falsldade dcsle' faci o o direito que dellas Me
assiste, demaneira quosua conducta fique illibada,
edo resultado desta acg.to injuriosa possa fazer o
usoquo Ihe aprouver.
crmso de co.ntabii.idadf, e escripturaca
COMERCIAL.
F. N. Colado pretende abrir com brevidnile um
curso de contabilidadeo escripluracao commercial.
O annuncianto ensinar, em primeiro lupnr, a resol-
ver, por meid d'arithmctiea, n3o s as difTcrentos
questes que conimumiiicnte se offerecem no Iralo
mercantil, como as que silo peculiares ans banquei-
rns, laes como os arbitrios de cambaos etc. Eiisinara,
em segundo lugar, ariscar o escrlpturar os livros
de commercio, ja por partidas singelas ou simples,
j por partidas deliradas, j por partidas mistas. En-
sinar, en terceiro lugar, as diversas mniras de
exlrahir urna conta crrenlo, ja com nmeros ver-
mclhos, j sem piles. As pessas que quizerom fre-
quentar esto curso, enteiulam-se com o annuncianle
emo bairro da Boa-Vista, ra da Santa-Cruz, n. 38.
Perdeu-sc rio da 17 do corrente,
desde a vend do Lcao d'ouro, na nu do
Hospicio, tile o cemiterio jnglez'em San-
to-Amaro, nma vernica d'ouro, recor
tadi pela be/Va, c com os tres Res
gos, Nossa enhora, e o Menino Ueos de
um lado; certos nomos np verso da
mesma vwonica 5 c por isso pede-se a
quem a adiar, que hoja de cntregtl-a na
rua do Hospicio, n. i/|, certo de que se
Ihe dar uqpa generosa gra'.iiicacio.
--Manoel Jos de S Araujo lando 110 Diario de 18
do corrente, o annuncio doSr.iJosme Jos dos San-
tos Calado em quo o propOo tfwno toslomunha da
transaceflo que leve com o Sr. L. V. ,Dcsnulos ad-
vqrlo ao mesmo Sr. Calado, que ello tifio presencien'
IransaCQfo algumii que o mesmo leve com o Sr.
Desenclos : por conseguidle oscusado lie ainlrfr
rain.
11 na 1
a ten lar
seu amigo, o substituto de latim na ladeira da S,
ou como abaixo assignado no palco da S.-Cruz,
sobrado do doulor l'erclli.
_ Joao' Vicente da Silva Costa-.'
D-sc dinheiroajuros com penhores: n
do Rangel, n. 10.
- Precisase du um bomem para tomar conta
um sido que trabalhe cntenda do plantar
geiras o'Iimoeiros : na ra do Rangel n. 5*. a Ira*
lar com Victorino Francisco dos Santos.
Antonio Jacinlbo do Amaral Aragfio, morador
ha cidada-da PaYabiba com eslabelecimrito de ne-
'gocio, declara que, a requerimento de Jos lilas da
Silva
metiendo o nomo do annuncianto em seus negocios.,
omciacs da nlfaiatc para fazero'm
zercm
arga do
Prccisa-se de fflciacs de nllaiato p
o faldamento do corpo de artilhariu: na ra
Rozario, n. 30.
Francisco Jos de Souza Ribeiro, cliegaltB ha
. pouco da llhia, segu parao Hio-C.rande-do-Sul.
--Luiz Antonio (leSiqueillBmbaic.i pira p llio-do-
*Janei|i>a cscrava Joanna com dous filliojr^peno-
M. da Rocha Guedes embarca para o Bo-de-Ji-
neiro o escravo.Piulo.
Pede-so encarecidamfcu.a ^icssea que tiver em
seu poder urn lnqo b^ncojlolavarinto e bico em
roda com as iniciaos J. V. S C. no centro o
1
do sobra
nta-Cru
ualquer
r em seu pe-
de o mandar levar no s
Snr. do doulor;J'r
receber o importe,
seja o modo por q
der, quo muito so a_
O abaixo assignadjfl 10 Diario de l'er-
iiamhuco n. 38 o anniini .1 f*do pelo Sr. Anto-
nio Jacinlho do Ainni Hd ao respeita-
vel publico baja do sutiHH ^wlquor juizo que
por acaso.Iaja de iHzejBelfca ifp abaixo assigna-
1^ promet nito dias, apresentar
Cenles, e ustifUyie a Iveracidi-
lllrario piibtifatfaUlo dit^r. Aragfio.
Jos Antonio de Magalhei Basto,
. J. I It. lenha a bouiiadatilj pagar a qyan-
^^Bp-s,. que est deWhdiPr,.i venda da ra
n'relM, ii. 8 : sto bo, sa_nu"o quizer ver o seu nome
publMdO por extenso.
" Das Moreira retirarse para Portugal a tra-
tar de sua aadu e dcixa cncarregado de seus ne-
gocios dufUKe sua ausencia, ao Sr. JoDo lavares
Cordeiro. "Jp1,
L. deC.Paesde Andrade roga as pessoas que
aforara 111 terronos no sitio Canipo-Venle r hajam
de procurar os seus ttulos de aforamento deuteo
I do mais curio prtzo que Ibes for possivel.
O TRIBUNO N. 83
esta venda aoa lugares do costume, e tito variado,
que, elle conlcnh.a, em Iflo
artigla e tetos de um interes-
s. que nsslgnaram para a compra da I*-*
pngraphia nazarena, queiram ter a hondadn de
pagar suas quotas nos lugares em que |ssgna-
A VOZ DO BRASIL tlf 18. "
est a venda nos lugares do costume.
Penlcii-Se, no da Heto corrente, um cdula de
B.OOO rs., do oscriptorio de James Crablree & C.
at a portaTta alfandega : quenr]aachouc|a quizer
restituir dirija-se' travessa da MeMre-de-Deos ,
sobrado n. 1, que ser bem gratificado.
~ Richard Royle, subdito inglez pretende ir a
Inglaterra.
tima rapariga portugueza se offerece para cria-
da do qualquer casa de familia, qne tenha de seguir
para Lisboa : quem a pretender annuncio.
Oabaixo assignado, nico herdeiro de sua mii
D. Clara Cavalcante do Albuquerque avisa ao ros-
petavel publico que consta-Ule ter ella por mera
simnlicidade, enviudo a Manoel Dias de Toledo al
Runs papis em branco por ella firmados para o
flu do se offeiluar n venda de alguns cscravos seus,
que pelo mesmo Manoel .Dias mandara vender : e
como estes papis firmados pdem ser extraviados,
o delles taMr-se difieren tes ap.plicac.Oes, o abaixo
assignaalfr desde j protesta contra qualquer contra-
to quo sti firma de sua mili baja do apparecer, em-
bora seja com data antecedento ao presente aviso ,
a itxcepcSo das vendas dos escravos Bom3o, Joflo
Jacinlho oClapdina. Recife, 15 de fevereiro do
1848, Joio'florentino Carvalho de Albuquerque.
luga-jfcuma casa terrea nova euvidracada ,
_dos (rarapes em Fra-de-Portas n. 15 :
ir na ra da Cadeia do Recife, n. 18.
Prccisa-se de um amassador que saiba bem oc-
cupar a sua profissfio: na. padaria de urna s porta,
na praca da S.-Crtiz.
-- Cosme Jos dos Santos Callado pede de novo ao
Sr. I.. V. Desenclos que Ihe v pagar a quanlia de
1,115 rs. excesso da factura com recibo, da lou-
eaqneo annuncianle Ihe comprara, o quo est
promplo a comprovar com os lestemunhns idos Sis.
Matine I Jos do Sa Araujo, negociante,e Antonio Jos
deFreitas, que ficaram do receber cssa poquena
3uu 11 ta, e com o do Sr. Iloienclos fjue prosumo bem
o annuncianle: emborao lache do louco gentileza,
que poder ser retribuida por ;oulra mais veros-
mil. Entendc?
A pessoa que annuneiou, no Diarfo n. 38 de 17
do corrente, querer lomar contn do urna venda por
balanco dirija-se a entrada da ra do Rangel, n. 9.
Alugam-se dous prctos padeiros : 110 boceo do
Abren casa de pasto de Jos Caetano.
O mogo portuguez que (em bastante pratica de
venda, e que se offereco no Diario de quarta-feira pa-
ra cilixei 10, dirija-se a cidade de Olinda nos Qua-
Iro-Cantos, venda da esquina, com portas pata a
ra do Coxo.
Precsa-sedeum feilo'rpara tomar conta de um
sitio o pial d fiadora sua conducta: no Alflrro-
da-Hoa-Vista, fabrica do licores n. 17.
Manoel Rodrigues Machado faz saber ao respei-
lavel-publico, que de boje om diaulo se asRgnar
por Manool Jos Marques de Abren,
-1 \grj>jtii|iiini junio ao thcalro dese-
ji-se faBlrcom os herdeiros do finado Jo-
s Antonio do Valie Tedioso, a negocio
de seu nteresse.
Joito Antonio do Saboia faz sciente a qiie;n enn-
vier e particulanriente aos seus aniigos freguezes,
quo tem mudado o seu eslabeleci monto de rehuios,(
da prara da Independencia para a casa da sua resi-
dencia na ra da Cadeia de S.-Antonio, sobrado de
un ailar 11. :, por cima da venda
O abaixo assignado substituto de philosofihia
e geometra do collegjo das artes, va i residir coi
oda do primeiro de margo do corrente anuo em
'e na casa (]ifi desocciipoii o canito Passos ,
ao lliealro e recebo abolcladossb sua direc*
cnV: quemo irclcnder podo j entender-se com o
LOTERA
Da lospital ledro II.
Achwdo-sc marcado o di 2i do cor-
rente mez pira a exlr.'iccao da segundi
quinta parte da nova loteria do novo
hospital ; o respectivo thesonieiro convi-
da -ao rcspeiftvel publico para que haja
de eoncqrrer ao restante dos bilhetes ;
pois que s estarao a venda at o dia a3:
e assegnra que bj6, imprcterivel o anda-
mento das rodas naquelle dia, fiquem ou
nao alguns bilhetes.
Aluga-so um bomjjraazem para carno secca ,
narua da Praia, n. 43 fwm compdos para fami-
lia : atrillar do mesmo armazcm.

O Sr. Joo Cavalcante de
Mello o Albuquerque, empregado na Th. Prov. ,
queira, por favor, dirigir-so'*. liviaria quina
do Collngio.
Na ra da Cadeia-Velba, n. 41, primoird andar,
precisa-so de urrtS ama que saiba lavar, corintiar, 011-
Kommar efazor as compras de una casa do pouca
familia.
Na ra da Cadoia-Velha n^ 4t. primeiro an-
dar, tomaro-seaprendizos para ofllcio de alfatale ,
daiido-so-lhes 0 sustento. a
Compras.
Compram-se 300 ps de limoeiros e 600 de es'-
pinhoiros para cerca : ni ra do Rangol, n. 54, a
fallar com Victorino Francisca dc^Santcs.
--Compram-se, cftectivamente, garrafas, meias
ditas e botijas vasias : no Alorro-da-Koa-Vista fa-
brica de licorean. 17.
Compram-se diarios vclhos: na ra largad
Rozario, botiquimda Cova-da-Onca n. 34.
Compra-s urna commoda moderna, de Jaca-
randa; urna duza de cadoirascofn pouco uso ; una
ou duas venezanas: na esquina do Livramento ,
lojade 6 portas.
--Compram-se os livros Oracio o Tito Livio es-
tando em bom estado : ra ra estrella do Rozario ,
loja de relojoeiro, na esquina da rda das l.aran-
geiras.
Vendas.
Livros para vender.
O general J. I. de Abren e Lima tem exposto pi-
da ama gran le parto da sua cscolhjda livraria, eeni-
posla de oxccllenles obras do bella litleratura, sci-
enoias caries, em varias liogMU, a sabor: porlu-
Kueza, fianeoz.i, ingleza, liaMBbla e italiana. Os
Iftleratos do bom goslo, quo (fizerein aprj|veitr a
occasilo de comprar obras muito escolhidas, o por
preces commodos, pdem ir ver o calhalogo na loja
delivros do paleo do Collegio, 2, ond lambem se
iicham ilepositadas as mesinas obras. A' pessa, que
tomar urna RtfC<1o dcstas obras, faz-se-ha um abate
nisoave^ALDrecos'j'iiiuio baixos.
.- Wfffita do Trapiche, n. 17,
vendem-se lyarris
na.
""":
illa lio I
laran-l
anuos
c cosem
s figuras; 4
de todo o ser-
as ra litro i la ,
com superior
cal virgen, cliegada ltimamente
de Lisboa," a cinco mil fiis cada
barril.
' Vnde-se um moloeoto mu
para pagein de 15 anuos; 3 i!it
2escravas de 20 anuos, que e
bem ; 2 escravos carreiros, de"
niiilalinbas do 14 anuos ; :i ,;scr
vigo; u,m escravo bom cozi jloi
n, 3.
Na venda da ra estrella do /iozerio, n.
23, de fronte da na das Larangeiras,
vendem-se por preco ihnito cootniodo os
seguntes gener*ara liquidaceio :
vinlio'supojrior de l'lli, a 1,760 rs. a baada, e a gar-
raT.i a i20 rs. ; dilo do Lisboa bom, a 1,600 rs. a
cunada c i garrala a 2O0rs.; dilo mais abaixo, a
1,280 rs.., e a garrafa a 161) rs. ; superior vinho mos-
catel engarrafado, a 320 rs.; dito do Dordoau en-
garrafado, a 280 rs. ; licor francez muito bom a
440 rs. a garrafa ; dito da torra a 220 rs.; azeite do-
c de Lisboa a 3,.'>oo rs. a caada e a garrafa a
460 rs.; vinagre liquido de PRR a j(oo0 rs. a caa-
da e agarrafa a 140 rs. ; ago'ardente do reino, a
20 rs. a garrafa ; ospermacete, muito superior,
, N fabrica de licores, na ra Direita,
n. 17 ,
vrndem-se licores de todas as quididades ; jMO-ar.
dle do reino ; gnnobra ; aniz por preqo* qu
(L^ga^radarSo ao comprador.
Na ruado Trapiche, armaxetri
n. 54,
vende-se assucar refinado, em pSo, a
rs.l.libra.
Vende-se urna escraM do genlio do Angola, de
nacHo Congo, boa marfsclueira a quitandeira, que
paga urna pataca por dra e que lambem cozinha o
diario de urna casa so dir o motivo porque ao
vende : quem a pretender, dirija-so a rua da Cadeia
do Santo-Antonio, sobrado de um indar n. 18.
JSa rita de Agoas-Ferdes, n. 46,-
vonde-sc um bonito moleque do ISannos; 3 oaula-
tinbas ; urna negrinha; 4 oscravas ; dous escravos ;
um casal deitos, por 650,000 rs.: todos estes es-
cravos sedJ^icefitonto, ese afiancam suas venitos.
%*\0m*\0 *i* %p m& m& *\0'
5 v .
g Vendem-se 200 palmos de terreno proprio,
^ trras nnii productivas dividido em 50 pal-
ff nios de frente cada um, ou lodo o Ierren*'
Ui com 500 a 600 ditos do fundo, com urna gran-
0 de cacimba de exccllante agoa do beber, bas-
tantesarvdredosde fnlo, como sejam : la-
P rangciras, inangueiras, cajueiros, coqueiros.
*s> goiabeiras, diversos pesdo sapoti novos, bas-
p) tan tes pes de a raca pilangueiras jambrei-
j ros, um p de baba-de-boi, ou coco e
"ti diversas nutras plantas junto do sitio do
lss Sr. Amaro de Barros Corroiawtle e Theolo-
0 nio Joaquimda Costa, na projectada rua que
6 segu da Soledade para estrada do Mangui-
& nlio ,ou da iilacia : oaro terreno proprio, ^ na mesma rua', cun H palmos de frente, e O
0 420"e tantos dire*de|uiido, com os meamos ^S
arvoredos do fruto com grande alicoree, di- #
vididososquartosecozinlia fra para casa
terrea, ou sobrado cm a> frente murada|: O
arabos os terrados vendem-se pormuita pro- %
cisilo: a tratar na rua estrella do Rozario, ca- 9
sa junto a igreja'n. 7 com Jos Adelo. ^
Vendem-se somenles de hortalice de todas as
qualidades, cmuito novas, por proco commodo :
na rua eslreita do Itozario, venda 11. 8.
Na rua de Agoas-Verdes,
11 46 ,
vendem-se diversos escravos entre os quaes um*
excollcnte escrava ,-fcoa engomniadeira cozinliei-
ra o lavadeira.
Vemle-s alfarema. cliegada ha
pouco de Lisboa, de muito hda qonlidade,
em meias barricas e barricas : no afna-
ze'm dg^arnanjjo Jos Braguez, ao p
do arco da (lunceicao.
' ADMIIUVL1S NWALIIAS DE A^O HA CHINA.'
Na rua larya do Rosariopi. 35, loja do Ludy.
F,sla/|navalhas teem a vantagem de cortar o ca-
bello som ofiender apelle, deixando a cara pr
recendo estar na sua brilhanto mocidade. Este aqo
he da China c seu autor he Sbam.
* Por ludas as sociedadeeHas sciencias modreo-ci-
rurgicas tanto da Europa como da America, Asiae
frica he rocunhecido o uso destas navalhas ma-
ravilhosas nao s para provenPr as molestias cu-
tneas, a que a huinanidado esl subjeita mas
lambem camo um meio de as curar.
Veiidcin-se as verdadoiras so na loja cima nd.i-
optimfi -caala.
Hao ha cousa mais barata !
. fai citado boiitem, 15 do corrente mztle/e-
rqk para comparelfr peranle o Sr. juiz de paz
"prlffleiro dislriclc* de S.-Kr.-Pedro-Goncalves ,
(testa cidade do Itccife na qualidado do pranle na
UBra (jfcatO.BOl) ;rs. que se diz sacada por Jos .,
Anloniri.do slagalh'iles Bastos, ha 3 mezes precisos, ,
erri 3 duTnarr;o de 1847 sobre Manoel francisco j_
Ang." cuja garanta lio falsa : ecomo o annunciau- 640 rs ; velas do'carnaba ,a280 rs"; papel ala-
lo se relira boje memo para* aquello seu domici- ?0 bom. a 3,000 rs. a resma ; dito de peso a 2,880
lio, faz o prosento annuncio para obstar al- rs.; cb hysson, muito superior, a 2,000 rs. a libra;
cevada, muito boa a 100 rs a libra ; fgrinlia do Ma-
ranhfio, a 100 rs. a libra : copos sonidos, du medi-
da a 1,440 rs..a dzia ;garrafas brancas, para me-
sa, a 360 rs. ; quartijUias da Haba, a 100 rs ; vinho
branco superior rSo rs. a garMIa: esleirs mui-
to boas, 11.980 ^300 e 400 rs., grandes; garrafocs
vasosetifjls,*|Ors:;bolachinlia ingleza a 281)
rs. a libra eal rj^Blo, a 1,280 rs. o alqueire velho;
0 rs' 'n'10 ''oce, malvasia a
1,600 fs. ^"gaTara; o todos os
mais ge IRP,0' Pr<-'C niuilo coni-
rrdo unja porijao de garrafas
lanoel da Silva Santos
tttina a vender superior la-
*
guma citaeflo falsa e esta promplo no dito seu do-
micilio para ser citado quando o referido Dias da
Silva quizer apurar a verdade do que expu
nu/lciaiilo. Hecife, 16 de feveroiro de 1848.
tonto Jacinlho do Amaral AragSo:
AOS SUS. DE ENGENHO.
Qualquer senhor de engenho quo precisar de quem
ensille primeiras lcllras, douti ina cliristoa grain-
malica nacional nritbnietica e francez, dirija-se a
rua Direita 11. IJ9."
Antonio Jos Pimenta da ConcciQfio emb
para o Rio-de-Janciro a sua escrava (ienovar
Alfonso Saint-Martn -, com esta bel
sedas o primeiro andar do sobrado n.
dosQuarlcis, boje larga do Rozario, norcTo
loja de nidezas, de Victorino de Casero Moura
alm de outros objectos de seus artigos sii|
chapeos de seda para senhora conforme i mas
recentes figurinos os quaes veem estampado
carios dos niesmos chapeos, e juntamente os|
de palbinha aberlos ja eufeitados u oulros fJ
cascos ; mantas de seda muito ricas o de escomi-
do goslo ; cortes de seda para vestidos de noivas.
Para inelhor coinmodidade dos senhores queaAC
ilade de inundar avisar ao annuncianle., que se
Na rua da Cadeia, defronte da rua da
Madre-de-Deos, loja n. 50, de Cunha
& Atnorim $'
vendem-se superiores cortes' de cambraiade listras
e quadros pelo baratissimo prego do 3,200 rs. o>
corlo; crtesMccassasgintadas, fazenda quejigo
desbota a 2,560 rs. o corle; los de liih*8upCf*Dres,
prelos, a 12,000 rs, ; pannos linos de toda^^A'qua-
lidades por baratissimo prego; sarjaejl^Hte se-
da do todas as qualidades ; selins prctos pi n collo-
le; merino pelo de todas as qualidades-*Or ba-
ratissimo proco casi miras pretas e do copie; chi-
tas escuras propriis para casas a 140*rs. (j^oVa-
do ; e nutras umitas fazeinlas, por baratissimq pre-
go, que vista dos compradores se moslrarflo.
Vendem-se 8 escravos sendo : 3 di-
tos muito mogos, ptimos para todo o
servico; 11111 caboclinbo muito lindo o
esperto de 0 a 10 annos ; urna (torda
de 22 annos que engomma, cose, la-
va niui bem, cozinha soffrivel, e nSo
tem vicios ; 3 escravas muilo mogas ,
sendo urna dcllas perfeilacozinheira e
belri desembarazado : na rua do Viga-
rio, n. 24, se dir quem vende.
sarem de quaesquer desses objeclos ter3o V
:-nle,
m
Corredor-do-Ilis-
Ven
|na ti
ais
lo em
a. Vend
tVr ra e el
ou apr,
110 so a
a fallar
apressar em Ibes levar. ~%X^
Aluga-se urna casa terrea no Corredor-do-Ilis-ipar v.
po : a tratar na casa contigua quasi de fronte do I da Silva e para ajusur, na rua da ijuio a0 pe da
palacio do Sr. bispo. 1 lypograpliia, ou na rita do Amonio, o. 41.
i6 da marca fc^ftF.
L^Hft* porta para miudezas;
adelra de pipa pintada Ca-
ler ser grande ludo nWt-
ilondcgo, n. 31-
la bem afreguezada para a
pan familia a dinheiro ,
as : veiide-s'o por seu do-
iarer tratar de sua sade :
gfa rua Formosa n 5.
bastante gordo e majtfo :
em casa de Elias bapista
MM&W
- Vendcm-se duas moradas do casas Je dous
andares e sotflo cada'urna, sitas mis ras do Amo-
rime afoda, no Fortc-do-Mattos : quem as quizer
comprar dirija-so ao caes do Ramos, na casa nova
da esquina, por cima da venda.
Vendem-se 80 mcios do sola de muito- boa
qnal dale, o bstanle alva : na rua da ConceigSo da
Boa-Vista, n. 4.
Vendem-se carta elphebeticas com
difl'ercntcs desenhos, Dar as meninas a-
prenderem a marcar; assim como tam-
be m estampas grandes com modelos para
se bordar em tapetes, su patos e suspen-
sorios : na loja da rua larga do Kozario,
n. TI, no seguimento do quartel- de po-
licit.
AR ENCONTRADO




"r""~" ;
---------"^^^H
^cj

_
A

Vendern-se aecoes da es.
1i'.om co:T)pbnhia de Pcrnambuco
Pjurtilifba: no esoriptorio deO-
^lira !rrnaos & C, ru da fruz,
n.9.*
v" Vende-se urna mesa do Jacaranda de roeio de
la; urna cama de armacAo ; um chapeo armado
de pello: tudoem.bom estado: no Aterro-ds-Boa-
v-sta loja n. 48.
n-Vendem-se chitas Ifmpas para luto, de bons
annos a seto Vintens o covado; ditas escuras a
20 rs.; ditas cor do rosa muito bonitas, a 180 rs.;
m sobrado novo do um andar e soto, paredes do-
oradas chitos pr&prios, quintal pequeo e murado,
o qaal sobrado rende 34,000 rs. m?nsalmente: tam-
ben se permuta por alquil sitio pequeo perto do
RecUc ou casa terrea : iva rua estreRu do Rozario'
terceiro andar.
Jrtes de albina.
"A fainula mais perfeita.que tem appa<
Te$ s3 o cortes de alcina, para ves^
tirios de senhor, nao s pelas delicadas
cores, como pelos .lindos padrSw, por
nao desbotarem, e por serein do ultimo
gosto de Pars, Estes cortes vcem opti-
. mmente acondicionados, cada um em
sua capa, e sa^eitos na principal fabrica
de Pars ; sendo de qnafro qnalidades dif-
ferentes, e os precos de 3,200, 3,0oo,
3,ioo e 4,000 rs : na, loja pova de Koy-
mnndo O.fIos Lete, na ra do Qnema-
do, n. 11 A.
^^^^castor, blancose prejos, por preco
milito barato : na ra do''Crespo,n. la,
loja de Jos Joaquim da Silva Maya.
IIIlO.
Vende-se milho, a 2,000 rs. a scca : no caes da
Alfandega, armazem de Antonio Aunes.
Vende-se um terreno co lee 89 ditos de fundo em estado do se edificar,
por nao precisar aterro om ctijo terreno podem-sc
fazer tres ptimas mci'agoas na rul do Pilar em
Fra-do-Portas, do lado da ar grande: nadita
ra, n 11, no pateo da igreja doaPilar, dasC horas
da manha As 8. *
~ Vende-se o tresenario de S. Francisco de Paula ,
obra'titil aos devotos do dito santo, as lojas de
livros dos Sis. Sanlos& Companhia atrs do Cor-
po-Santo ; Cardo/o Ayres, ruada Cadok: e em S-
Anlonio pra'ca da.lndpcndcncia ns. 6 c8,
FA REOS.
Vendem- se sarcas com fareos, ehcgarlas ltima-
mente, a 3,500 rs.: nomazcm deJ.J. Tasso Jnior,
rus do Amnrim, n. 35. _
Vendom-se espadas prateadas, muito ricas ,
rara ollieiacg superiores e subalternos: na ra Nova,
foja de ferragens, n. 16.
nova que existe no mercado por pre(o mais cora
modo do queom putra qualquer parte: na ra da
Moda, armazciii u. 17.
Aos amantes da boa pitada
Vendem-sc chapeos de superior so ofTerece o rapprinceza ovo-Lsbrta acha-se
vendij, em porilo e a rctalho no deposito da ra
larga do Rozario, 11. 24.
Vende-se, ou arrenda-sc um grande sitio na ru
Imperial, com duas moradas d casas urna par
grande familia, na frente da ra ,eoutra mais pe-
quena dentro do njesmo sitio com bons parreirae
o muitas fruleiras de boas quadades todas novas
e ja dando fruto com um grande vveiro no lundo :
na na Direita, n. 135, loja do cera onde se Tara
qualquer dos negocios, pqr seu dono ler de retirar-
se por molestia.
-- Vende-se azeite de carra'pato, a 1*0 rs, a garra-
fa : m ra do Crespo, h. 14, nrimeirj andar.
--Vendc-sn urna venda,eoei poucos fundos, p.o-
pria par/i-qunlqiier principiante por ser bem flfre-
iiiezada o mesmofior serein multo liom lugar da
Boa-Vista, na ma do Camr.raP yoltaiido para o
fforpicio, n. 7 : a tratar na mesma venda.
par
tiniu. a 'jqver deposito da verdadeira cal
vugtmUe Lisboa, cheg&d prximamen-
te ; dvertitido'-ae aos compradores des-
te genero que o deposito be j muito pe*
queno, e que da nova nao ha mais e;n
parte alguma.
Vendem-se chitas prelas inafSsselinadas do
ultimo gosto : na ra do Queimado, loja n. 5.
Vendem-se duas boas eaeravas crioulas d
bonitas figuras e mocas, que cutiiihum, lavam muj-
to bem e ongommam sffo sadias, e nflo se duvida
dar a contento para erem ejC|irimentadas : na ru
do Queimado, loja n. 51. ,\'jg
FAZENPA DO NORTE, A 640;
Xa loja riova da rua do Quei-
mado., n. II A, deftaymtm-
do Carlos Lei,
acha-se um novosortimento de alpaca de linho, ou
fazenda do norte, a 640 rs. o covado. F.sta fazenda
lorna-sc" recommendavel pela sua boa qulidade e
acertados padres : scu principal uso he para coll*
tes, palitos e calcas.
~ Vendem-se cabos de cairo em grandes, ou pe-
queas porgues: no trapiche do Ramos, armazem
da esquina.
Vendem-se 4 grandes depsitos de parafusos,
para afltocar; urna excedente balanga grande rom
iim braco de autor ; 12 arrobas de pesos; o outros
utensilios para armazem de assucar muito baratos,
em ijs.'mi il.i mimanca da casa : na ruada Scnzalla-
V-Vendem-sc ancorlas con, cal virgem a mais ^'^^^'^feK^tt&JI
;om- versal, 1 v., por 7,000 rs.; do Bergicr, diccionarn
AL$9AR iS, ALVICAR1S!
He elieaado novnmenfe o ani-
>~p barafeiro a frente e con-*
tinoafido a vendar por to-
do odinheiro.
antigo narateiro contina a vender na sua bem
a loja a'a rua do Colleiio, n. 9, papel alma-
foa a ,60O, 3,000 e 3,200 rs.: dito < peso,
60!
.^esma a /..uyw, *,w .- ,->.....
ji.2,700 e 3.200 rs. ; muto finos ehrtpos do sol para
senhora d seda a sefe patacas cun um ; caixi-
nh8s rom agulhas nglzaS cantofas a pataca ; di-
tas rran'rezag, a 280 rS. ; travessas de tartaruga,
para marrafa a 960 rs. o par ; caixas de tartaruga
para rap 1,600 rs., grandes ; ditas pequeas a
1,200 rs. ; calxinhas com llnhs de marcar, a i?p
rs, cada urna ;escovas ile denfe, a 80 rs. ; ditas para
fto, a 320rs. eadauma ; Invs do seda, curtas o
sem dedos. a400rs. o par; ditascompridSB.com de-
dos a 8(Jo rs. o par ; torcidas para candieiifo*, de to-
dos os nmeros, a 100 rs. a ddzla ; linha de carre-
tel ,em duzia, a 320 rs., branca e de cores ; tesou-
ras com toquo de ferrugem a 120 rs. ; caivetes de
urna folha, a 200 rs. cada um ditos <\o duas follias ,
a 480 rs.j e oulras muitas middezsque nlnguem dei-
xaro de comprar pelo seu diminuto pr#b poia
para fechar contas.
de thpologia, 9v.
Polassa.
Vende-se'muito nova e superior polassa cliega-
da ha poneos dias no llio-de-Janeiro : na rua da Ca-
deia-Vclna, armazem 11. 12, do Hallar & Otivcira.
40.a lotera da 8. Casa c Mp
sericidia da corle.
Cheguem freguezes loja de
Maiioe Joaquim Pascoal
4tamos, no l'asseio-Ptiblico,
ii. 10, as novas pechnenas :
chilas linas de creajfcas a 120, 140, ICO e 200
rs. e muito finas, l|Pfc c 320 rs. ; corles de cassa-
chita ,112,000 rs. ;-duns muito linas, n 2,600c 3,000
rs.; lencos de seda para algibeira de bonitos pa-
drOes a 1,000 rs ditos para grvala, a 400 rfl.;
ditos de cassa a 200 rs. ; pello do diabo, a 200 rs. ;
anzinha para calcas a 240,280 e 3: is. cortes de
1,1a para calcas a i,r>on rs.; ditos de casimira a
6,000 rs. ; esgui.lo, a 2,000 rs.; panno jmelo, a 4,500
rs. ; dito azul, a 4,000 rs.
Novas pechrichas.
No Pnsseio-puhlico, lojas ns. 9e 11, rfe Fir
Jos Rodrigues Fcrrcira v,epdem-se merinos pre-
tos pelo baralo preco de 4,000 rs., asseverando-se
sera mclbor fazenda que presentemente sj aelia no
r miao
Vondem-se bilhetes meios ditos desla lolcria
na rua da Cadeia-Velba, n. 29.
Ba doQuefniado.n.lO,,
laloja decirgueiro.
Lima
ule uniformes militares para todas
k& esplenles de legislo cavUlara c in-
* fantaria da guarda nocional ; gnles de
ouroe prata ; espadas pratradus, com
roca e sem ella ; chapeos de couro de
lustro para pagens; couro hranco de
lustro para canhOes de botas dos ditos.
. o de seda parn collete panno li-
o ricos padi'Ocs ,,goslos o iIq cures
its diversidades do razchdas
s o prcens rom modos vp-li>
endas por menos proco do que
m
Vende-e o engeulio llom-Jesus-da-Matta co-
marca do Po-do-Allo, com ptima casa d%vivonda,
oulra dita mais ordinaria e 3 para lavradores, bom
cercado de pasto campias que servem do sollaspa-
ra gado ptima de.-tilacSo organisada de cobre,
moeuda de ferro, muito boas Ierras, tanto para can-
na como para oulra qiwlquer planla(3o1t as quaes
ha ptimas varzeas e maltas conlendo cerca de
lKda e mojado fundo : rende :lc loros 700,000 rs.
nualmcnie com os vencimentos em o mez d Ja-
neiro : o tratar na rua do Concordia, n. 25, com Joa-
quim Teiscira l'eixolo que se actia auorisado para
ultimar o ajuste a dinheiro ou a prazo.
Na loja nova da rua do Quei-
mado, n. 11 A, de Raimun-
do Carlos Lete,
clm-soum completosortimento de pannos finos de
todas as cOres principal ment pretos: bem como
cbfSa frahcezes ; los pretos, de seda c linho ; sar-
ja hspmihola verdadeira ; o todas as rqnis fazendas
jaaiinn or piccosmui rasouveis : tainbcm
lia chaj eos do tllnli, viudos de Monte-Christo da
ifKihnrqulidade, a l.OOO rs. ; chitas francezas
muito largas 240 rs. o covado ; ptimas pecas de
Insiri defeito.crde caf, verdee azul, a
rua do Trapiche, n. 17, coti-
jnercadvf
j**io pret
'segurifs..
do todas as
se'vendere
em oulra qu
ptimas na va I h as tempera
pelo procer so de Guimaraes,
cliegadas nilfmmente de Lis-
boa.
Fslas navalhassSo feilas do mesmo fino ac da
Suecia e temporadas em agoa que eonlm os mes-
mos principios qnp se enconiram na muito afamad"
deGuimarles epara provar a su superior quali-
daile bastar saber-se que sao preferidas por qtfeiri
urna vez as espcrimenlou a quantas vern de In-
glaterra Franca o outros paites onije a arle do cu-
lilaria osla inqucstionavclmenle em grande adian-
taiiienio. Teem mais as sobreditas navalhas a im-
portante circumslancia do conservnrem por muito
tempo afiacAo, decortarem com rapidez o cabello
da barba e finalmente de no offenderem nem lo-
vanlorem a pello. Vendem-se nicamente na rua do
iccionario
por 12,000 rs. [ do Comte, tra
e .........,, i v. por 6;OAnr de FrttGt ,
tincia do publicista II V., por 12,000 rs. : na rua
do Cabuga loja de Jos Brandflo da Rocha, defron-
te da matriz,
Vende-se cera para limas de cheiro a 880 rs.
a libra: na roa do lUngel, sobrado n. 51. -*'
A'eude-saumbraco de balanca grande, autor
Romffo : na rua da Senzalla-Nova, n. 4.
Vende-se urna escrVa de naclto, boa engoin-
madeira n que cozinhe bem o diario de urna casa
na na da Aurora, n. 50. -
t^" No pateo do Terco, venda n. 7, vende-se fa-
rln'lta da terrt, muito fina, a 3^840 rs. o alqneire ve-
\\\o; e noy a 1,760 rs., e om cuias com caculo a
120 rs.; toUcinho de Minas muito bom alvo e sem
nrne ,a 20 rs.; lonibos do porco banha ; carne
de loucinho propria para feijoadas a 80 rs. a li-
bra ; urna porgSode bolacha da trra muito
por prijo muito em coiita ; e todos o mais gol
por menores precos do que em oulra qualquer parte.
Fabrica de sbulo.
NA RUA IMPERIAL, N. 116,
vende-se sabitr marel'o o prelo encaixado, em
porces a vonlade do comprador, pelos precos se
guintes : amarello, a 100 rs. ; preto, a 90 rs.; e sen-
do f artidas de mais de cem caixas ser menos 5 rs
om libra. r '&*-
' ~ Vende-se assucar refinado ifc todasT^qualida-
de; d|lo branoo, smenos e mascavaao'; rafe moldo
c de carneo ; dito de cevada por preco eorhmodo :
na praca da Boa-Vista, n. 7. Na mesma casa precisa-
so de um caixoiro do 12 a 16 anuos quo dC fiador a
sua conducta.
Vendc-seuma preta que cozinha bom o diarlo
de urna casa lava bem de varrella o tem principios
de erigommado : na rua das' Trincliciras sobrado
n. 19 se dir quem vende.
Vende-se na rua do Crespo loja n. 11 Chefs
d'oauvres de Voltairo,5 v. por 2,500 r.; Elementos
de Euclides : Les dvoirs .16'I'
tituicSo serSo curadas por esta to til appro-
vada medicina.
O extracto seguinte he de urna carta recebidn do
8r. Mace, poissu rtiulher fci atacada de escrufu-
las no nariz, das quaes os melhores doutres em
Franco a no lodorflo tratar.
t Renrjos, departamento Je Ule e Vll'ain.
Franca, julho 17 de 1844.
Sr. Santii. A salsa-parrilha mandaHIa por Vm.
foi recebida com a maior satisfazlo poesivcl, minha
mulhera tomou, e em pouco lempo se acliou me-
iiiuf,- polos giaiius beneficios, que iHcetiur desia
medicina, a considera como urna das melhofes me-
dicinas do mundo para taes doencas pois dou-
tores de alta sabedoria nunca a poderam tratar. Mi-
nha mulhera contina a tomar, at se achar in-
tegramente boa. Por favor nosquefra ohsoquiar com
alcumas garrafas o mais depressa possivel.
ndpicremos o gosto de fazer conhecer a sua medi-
cina nntneos nossos amigos, assim como entre o
povoa> sem dujrida ser usada aqui, bem como em
todo o munde?, como efficaz medicina para alliviar
c tratar o corpo humano.Tcnho a honra de ser o
mais attento venerador.
/. Mace.
N. i, ruetouis Philippe.
JLegacilo dos Estados-Unidos,
j Berln, Prussia, abril 8 de 1846.
Sr$. A. B.& D. S&nds. Srs., tendo-se a sua sal-
sa-parrilla usado nesla ciJado, com grande efiVito,
em casos inui severpa,da escrfulas, me pedem tres
duzias de garrafas da sua medicina as quaes as es-
pero sem falta que para isso rometto o pagamen-
to. Espero que Vms. fiquem do toda a certeza quo
a composi-ilo de salsa-parrilha he urna das melho-
res medicinas do mundo, assim como se vai |in-
Itroduzindo muto entre opovo Sou o mais aliento.
Theadore S. Fay
Preparadas vendida por junto e aretalho, as-
sim como se exporta por A. ft. Y D. Sands, cimi-
cos e droguistas, n. 100 Fulton-ltrpe.- esnflina .do
Wlliam.New-York.
Vende-se na botica do agento, Viccnto Jos de
Brlo na rua da Cadeia-Velha, n. 61.
Carlos Hardy, ourives, na rua
Nova n.
"nomine; Fbulas de
lera por 3,000 rs. ;
.,"asados, por 1,#00
la Fonlaine; Historia delnglatc
TelemacoS riovos^ por 1,280 rs.,
rs. ; Solera: Saliislio; Cor'nelio ; F.ulropi ; l'hed
e outros livros de aulas, por preco cem modo : l
bem se trocam por outras obras, estando em bom
uso.
Vcndc-se urna prcla moca ,do gento de Ango-
la de bolilla figura; sem vtlos nem achaques, mui-
to boa eozinheira.engommadeira o cnsahadci'fi ,
e que faz lodo o maisservico : na rua dasrrinchei-
ras, n. 52, segundo andar.
Vendent-4p, por muito emmodo presar, os so-
guinteslivros : Ahr>ns, curso do direito natural,
I v.; The vicar ofWakefield i v ; Or'cfletde(Cice-
ro ert portugUez\ 3 v. ; Historia do ln(flatarra; Tliea-
irode Voitaire, 5 v. Arithmetica Algebra', Ceo^.
metrUewignomelria por Lacroix ; as Aventuras
de Telemaro em portuguez :. no Atcrro-da-fiw-Vur,
la loja t^S. '
tle muito proprio.
terxo-da-Ba-Vista, loja n. ?8,
existe um restinlio de "bonetes de
No
anda
rnarroquim, de superioj qtiatidnd'e e gos-
to, proprios para ir-se s novenas em
Sarito-Ariiaro. ^
Crespo, loja n. 8.
Vendem s/cjrico eseravos,'
sendo utna preta* neffeita engom a exiraceno que tem tdo o ia| o
# hv moslra o quanto tem sido apreciado pelos ama-
ner"
Ra; nacional ndarahy
nacional ndara-
,' .' hv moslra b quanto tom sido apreciado pelos ama-
maoeira, COStliretra, e COZUllieira, dresdaboa pitada; portahto, semproo achanlo
. i i o fresco em li tiras o mcias ditas, e frascos de dito
muilo moga e de el^ganle figura; ,;,, ",, ,,(.ns,0 da rua do Trapiche, n. 34, on-
um lindo moleque de cloze anrlos;- fjjf"j^imJfctti.r"* par,c^a> e a reUlh0 na
e tres pretos mogos e de milito
boas figuras: na rua do Crespo. Vlllliode ItorOCailX.
loja n. 2 A, se dir quem vende'
acaba doreceber, pelo ultimo navio, um lindo sr-
timenlo do obras de ouro do le; comosejam : ade-
reces com pulsoiras e sem ellas; aderemos do mo-
saiqne; gargantillas solas ralflnetes para senhor ;
brincos; anneis; bolOes para camisa de lioinem :
bem como oulro sortimento do obras da loria tam-
bero do ouro do le. N mosma loja voudem-se ton-
cas e vestidos para baplisar meninos : ludo de bom
gosto e muito barato.
Vende-se, ou permuta-se um engenbo distante
desla pra^a 4 a 5 leguas com um grande sobrado :
o engenho est todo preparado de novo com bas-
tante Ierra e maltas,, bom creado, o piania para
maia do 1,500 piles, 3 grandes casas c sitios com bas-
tantes fruleiras, para lavradores, porto deembar-
qiie c desembarque, com 2 fornos bstanle grandes,
pedra preta e branca capella muito bem prepara-
da onde so diz missa urna destilacio, com 30 es
cravos, 30 beslaS, 14 quarlAos, 20 bois de carro:
lamliem se arrenda : no principio do Aterro-dos-
A fogados, n. 39. wr
Vendem-se 5 barris rorirseh'o viudo do Ara-
caty ; bem como uma.porclodc pelles de.cabra : na
rua da Cadeia do Rccfe, u. 18.
Vende-se um bonito cavallo castanho, andador
haixo : na rua das I.arangeiras, u. 18.
jin____i_-ra
m
Escravos Fgidos.
ALCATRAO1 DA SUECIA.
a 14,000 rs por barrica ,
rAertlementochegado v
Iwrrica para cima por p
nos armazn* de iflnssaml
mino Jos Kelix da Rosa
Vende-se. urna pbrcS
pombos grande bn^l
por pre^o commodo<^^H
Vende-se um bi
ptima madeira : na rua da Floren
Venderse urnlfrorcao de sebo refinado mulo
puro e alvo i a tratar na reada da alfandega, coit
o preto Bdnedlote, j W
.
&, llov o de
,n.1fi..
* DEPOSITO
NA'afiADACRUZ, N.20.
SALSA-PARRILHA DESAf*DS.
te cxeellente remedio cirn todas as enferrni-
||. a quaes 8*0 originadas pela impureza do
Ht, oo do sistema ; a saber :
* Kscrafulas rheumalsmo erupedes cutneas,
'brobnthas na cara, hcmorrhoidcs, dofilicas chronl-
:casf hrebiitnas, bertoija, tinha, nchagOes, dores
nos oaswn jnnlas, ulcar, doencas venreas, citica,
ehfermlda'es que atacam pelo grande usb t)0 mer-
tollfc,'Midtoli'oslli, xpstosa urna vd 'extrava-
gante, Assim como ebronicasd's6rdis' di e'ns-J
Fngio, do engenho Malary um escravo c
lo, de nomo Alejandre de 18 a 20 annns baixo c
grosso do corpo muito ffioso dos ps; tem um
signfil muito visivcl as costas o uhia marca d te-
mando de um patelo ; he bastante emhigudo e foi
daqui da praga : quem o pegar levo-oso dito en-
genho ,ou na rua da Cruz, no llccifa n. 26 quo
se gratificar generosamonlo.
Acjia-se fgida, desde o da 16 de julho de 1847,
a preta Joanna de nacflo enguola de 3o a 35 an-
nos pouco mais ou menos; he bem conhecid por
usar de vender sapatos para senhora frutas, bolos,
etc.; healta, secca docorpo, c6r fina, rosto com-
p'rdo, olhos fundos nariz um lano afilado .denles
limados, beicos grossos ; tom no lado esquerdo Wo
rosto una marca anliga proveniente de urna den-
tafla queIhe doram ; hrac/isfinoso compridos ps
seceos e lambem compri.los, pernas rhciasde vetas
o enearocadas;,he liastauto ladina. Esta prela, por
ter muitos conhecimentos, julga-se estar acoilada :
por isso, prolcsta-sc usar de Ictap rigor da lei con-
ra quema tiverm sua casa ejnuito so recom-
menda as autoridades policiaes, capules do campo,
o maia pessoas do povo.quea apprrhrndam e levem-
na a. A|erro-da-RoaVisla n. 17, fabrica de lico-
res, de Frpderico ChaeS|que promelie aos.ultl-
moJuMi reomponsa.
regio, no da 13 do corrente, o prelo Jos de
nagflo fcengUela, i\o 25 anuos, eslalura regular; tem
cara um pouco comprida olhos afugucados pou-
ca barba K bcieps grosso,; levou calcas do riscado
tul camisa de algoABO trancado.; consta andar
elas parles do l'oco-da-l'anrlla. Roga-se a lodosos
apites de canino e pessoas panictihires que o
$ftrehcndam'e lewnMMfh rua tarjra do Rozario, n.
8, que serflo recompensados.
Fugio, na norte dQl3^ira 14 do corrente, o
prelo Autonio que rojircsunta 30 a 34 annos, de es-
lalura regular, baslante barbado, bem preto; o
qual he iharinheirodo patacho Livramenlo quo. se
acha Vendendo carno no caes do Collegio. Este pre-
lo ja aqui fez ou tra fgida o foi pegado aqui mes-
mo na cidad ; porm'lie natural que fosse passear
al o engenho do Jfrum, deSr. Bernardo Antonio
Miranda, por onde andou da oulra vez qaWjH^
Quem o pegar^eve-o a Alandol Ignacio de Ofiveira,
na rua JaCadeia, n. 40. _,
Fugio, ha 4 para5dias, o pardo Ai
cliojo do corpo, belJjs corridos, ps
inchadus das fe^s ^ic ha pouco leve ; le
cas novas do algodflo de quedros eseun
inudapolfio jaqueta branca velha chai
foi escravo do doutor llerCulano do Araujo Safes, do
Sobral, dondo tambem he natnral o dito pardo:
quemo pegar leveao largo do l.ivraflrienlo. n.22,
prHiicro andar, que ser recompensado.
"&*
HBm
ii i ni iir
PeRN. : A TTP. PBM T. ETARlA. 1
MELHOR EXEMPLAR


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