Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05377


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Full Text
r
i
r*{ Anno de 1843.
Segunda feira 50
l
O DIARIO publica-sc todos os dias que
nao Ion ni de guarda: o prec-o da assigua-
tura he de 4/ rs. por quartel fagot adiantadoi.
Os annunclos dos assignantes sao inseridos
a razo de 20 rris por linha, 40 rs. ein typo
(liQ'ercnte, c as repeticcJos pela metade.
Os que uo forcm assignantes pagao SO rs.
por linli.i, e 160 ein typo difireme.
PHASES DA LA NO MEZ DE JUNHO.
La nova a 4 as 10 h. e 48 min. da tarde.
Crescente a 13a 1 hor. e 24 min. da man.
Lia cheia a 19 as 8hor. e 58 min. da tarde.
Mingoante a 26 a 1 hor. e 7 min. da tarde.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Goianna Parahyba, e Rio Grande do Norte
aegundos e Sextas feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Fonnoso, Porto Cai-
vo, e Macr'y, no 1 11 e 21 de cada mei.
baranhuns e Bonito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria Quintas feira.
Oiinda todos os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Prime-ira a 1 h. e 18 min. da tarde.
Segunda a 1. h. e 42 minutos da manha.
de Jui.ho.
'Anno XXI N. 141.
DIAS DA SEMANA.
30 Segunda S. Marcal, aud. do J. de l>-
da 2. v., e do J. M. la 2. v.
1 Terca o. ThendorIi:o, aud. do J. de O.
da 1. v, edo J. dos Fritos.
2 Quarta S. Olton, aud. do J. de I). da
3. vara.
3 Quinta S. Jacintho, aud. do Jiliz de
D. da 2. vara, e do J. M. da 1. e 2. v.
4 SextaS. Isabel, aud. do I de D. da 1.
v. do rivcl, e dos J. dos Pillos.
5 Sabbado S. Atlianaiio, aud. do J. de
D. da 2. vara.*
6 Domingo S. luisa,
CAMBIOS NO DA 28DE JUNHO.
Cambio sobre Londres.....2-'> '/i-
.. Pariz 372 rt'is por franco.
Lisboa 120 por 100 de pretil.
Dse, de le. de boas firmas 1 '/. 1 '/a p %.
Owro-ticas hesnanholas 31*7)00 a 31/800
Moeda de 6#400 vel. 17^500 a 17/300
.- de fijMOO nov. 17/300 a 17/500
a de i/fOOO 9^500 a 9/B00
Piala PaLicdcs .... 1/960 a 1/1)80
Pesos Coliimnares. l'.lSO a 2/OOa
Ditos Mexicanos 1#I40 a 1/960
Moedas de 2 patac. 1/280 a 1/300
Acedes da C do Beberibe de 50/000 ao par
.... **-.'-.vj
DIARIO DE PEMAMBUCO
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
O RELOGtO DA C\MAHAD0S IiF.l'UTADnS
Juito da prtmeira sess da actual legislatura.__A
falla da abertura ta legunda samo.
Meu Sentineila.Mi erao smonle as leis do cotice
Iho de estado e da reforma judci iris que deviao ser re-
vocadas : a honra dos pitrilas anda exilia mais ; o
systema eleitoral devia merccr-lhes a atlenrio, con-
junctomente com a guarda nacional, o com os imposto*.
Eo que fizerio nenies 4 tnezes, quo deeorrerio do 1.
de Janeiro ao l.'demoio? Nao reforma ro, nem re-
mendio nado : limiito-se o desacreditar a legisla-
cao do paiz ; o quo, na opiniio destes senhore, he
sempro proveitoao e benfico para a ordem publica.
Entre dos o systema eleitoral be deploravel; mas an
lo as inslrucces do 24 de marco de 1824 rom os seus
cacles, antes o decreto de 4 de maio uo 1842 com o si-u
sorteamento secreto, do que o tal projecto delineado,
concebido sobro a Venus descarnada e asquerosa do>
dous Joannkoi Paulo e Odorico (Pylad.i e Orestes).
As jis eleitoraes sioescollos, em que tem naufragado
umita cibeeo bem organissda : assentar o svslema elei-
toral sobre a base da bem entendida liberdado, eiitando
o assomos Jas minoras turbulentas e os abusos da au-
toridad, au he obra para dous remondo s quo nem ao
menos conbecem a Iheoria do governo representativo.
A Inglaterra e a Franca, os dous poizes em quo o sys-
lema representativo tem lancado msis prolundos razes,
anda nao conseguirio ter urna le soflrivel que regule
as eleicoes. No Brasil os taes dous maganoes da Joanna
metteo-se-lbes nos casco', que com duas palbetadoi es-
Uta ludo feito Pergunle-lbes, meu Sentineila, donde
se deriva o direto eleitoral, e estou cerlissimo que Ihes
dar um famoso quinao; e todava sao esses os pin loso-
pbos profundos que fizerao a indigesta argamassa, a que
chamarlo projecto de le eleitoral !...
E que direi enlio do projeclo que deve entrar em ter-
ceira discussio P Isso he cousa nolavel : o uso do cace
te seria uoi anachionismo em 18 i5 ; govoroar a cama-
rio foi bom para outras pocas .- taniliem era (rabalhoso
o uso das sortea, um lapso de memoria podero compro-
metter a eleicio : a commissao de conslituicio aprovei-
tou da Venus inmunda a inatiluicio do reitor-mr.
Parece-me eslar vendo como o negocio so ha de airan-
]ar. O (al mais votado era seinpre o amigo dos turbu-
lentos (e se nao fr, com elles se ha de haver); vai a ma-
triz para o alist metilo ; e se os equidistantes nao I he
agradao, entra a bullas com elles ; se elles lorem lei-
mosos. mondos aquietor; se anda temarom, remet-
te-os ao esrereiro da radeia do lugar Ora, quem re-
sistir a esso podet! He, pos, indulntavel que nao com-
parecers na mairi/ senio os equidistantes amig s, c
estes lorio o alistamenlo como Oeos manda, zoilo o
alislaiiie.-ilo. esta meio caminbo andado ; no da da
eleiro anda-su o testo. O cirio he que o tal mais vola -
do para juii de paz designar os cl< lores, ques-rioou
tros tantos instrumentos da cabala em que cnlrou aquel-
la. I'.sle projecto he urna miseria ; o entretanto lie o po-
dri do -lor.i quo a cmara quer erigir sua sabedoria e
patriotismo Eu linda teotioduvda que lej epprovo-
do em lar oir discussao o projeclo modelad pelo es-
queleto da Venus do Paulo llorboza.
i'eforma da guarda nacional. Nao bouvo um
passo dado para obler-se e-la reforma. U Joan Paulo,
com lodo o deaembaraeo deque he capa/, promctleo
aqu um da que apresontara brevemenio um projecto
sobre a materia, o la vio dous me/es .' O bomem iicou
desacoroe,~do com o fim que levo o seu prezado projec-
to de r crui,iMenlo, que nanceo para morrer na carteira
do I.impo ; e nao se tem quelido adrar de novo aos ma-
res da coroposico. Pon. he pena O Joio Paulo tem
geiio para os improvisos ; e pt-rdem os amanlcs de pe-
cas curiosas um documento da maior importancia. A
lei do recrutainenlo e a da guarda nacional erao as duas
pernas ein que o Joio Paulo pretendi ir caininhanJo
para o Panlbeon, o conquistar a iininortalidade ; que-
brrio-lbe a primeira, e elle esta determinado a nao
usar da segunda.
Acamara, pois, tem faltado sua misiio, e atienda
v- ce que apenas vou apontando as leis mois importantes
que os patiiotat devio la/er. tem lembrado estar o
meu amigo da gritara, do alarido que lzcrio o> cpala-
es do grande partido nacional por causa dos impostos
decretados poro augmento do receita. 0 governo de ni
lio eocorpo legislativo nao atlendiio ; pobreta do pin/,
assassinavo a industria insignificante do imperio com
toes impostos, quo naoerio necessanos. O Saturnino,
que pretende ser o primeiro financeiro do Brasil, pubii-
cou um folheto combatendo esses impostos, e pronun-
ciando-se por urna capilocio sobre os escravos. Pensavo
eu que novo sysiema de imposicoes seria larga e profun-
damente discutido nestasessio, consultando-so as cir-
cunstancias do imperio. Ainda nesle ponto pararo os
patitolas em palanfrorio ; os impostos horno como ti-
nhio sido decretados em 1843 O que dir esta genle
ao povo, quando Ihe p rgunlar pelo cumprimento de
suas promess.s ? Queixar-se-bo da opposicio, dirao
que ella obstou realisacao de seus ponimientos? ..
Que se fez nos quatro niezes da sessao ? As duas
leis de fixacio de Torcas de mar e trra, copiadinhas das
anteriores; o nrcamento Dio foi discutido ainda na ca-
no com urna resolucio quo o autorisa a fazer as desperas
e cobraros impostos em 18451846 pela lei de 1844
181b' A lei do recrutamento teve urna discussao, e
morreo ; a lei de elnco < leve duas discussoes, e est
muilo enferma I Esta primeira sessio lia de brilliar por
sua completa esterilidade.
JSi. pois, Sr. Sentineila, queosnossos patrilas
ao mesquinhos cm concepeio, e miseraveis na execu-
cio. O ministerio abandonou a cmara dos deputados
seus instinctos ; a cmara doixou o ministerio na iner
ca I 0 que ser o governo do paiz em lio desgranada
posieao ? Do lodas as parles levanlio-sc reccios e terro-
res ; ha em todos os homens um pensamonto intimo de
desespero, urna voz geral que traduz esse pensauento
a causa publica est perdida !
Ouvem-se estalidos horrorosos para as bandas do Nor-
te : o Sol mostro-se ameacador, e o ministerio parece
navegar cm mar do rosis Ai dos Brasileiros I !I
Meu camarada, nio posso continuar ; (cara para ou
Ira corla a falla do tlirono.
Sala das scsses, S de mnio de 1815.
O Keloci'h da Casa
Meu Senttnella. Rogo-Ihe, primeiro quo tudo,
dvirta ao seu revisor, que nos folbas de 7 e 9 do cor-
rele deixou escapar dous orros palmares, quo bo ne-
cesstrio corrigir: naquell*, no 0 da minha caria,
linha 10, passou um tndispensavel, que eu nio tenha
escripto ; a pal ivra he dispensavel: nesta, no 7.,
linha 7, nio sei como se uiudou em de desespero que eu bovia escripto. Se voc julgar que
o homom se pode zangar com estas correerdes, nio Ihe
diga nado.
Tinhu eu (ornado a tsrefa de escrever o meu juizo, a
cerco da primoira sessao da actual legislatura, e desem-
penbei-a como Dos me sjudou ; mas de corlo nio te-
ria continuado a escrevl-a, se o Saldanha me houvesse
lido o discurso do Hollando, que be brilbanto pola fran-
queza louca do tal ministro da marinha. O Hollando
disse no senado : Maiorias faiem-te com muita fa-
cilidade, porque, ha muif > emprego, muitas honras,
muito dinheiro, emfim ha muitas cousas com aue se fa-
ceto maiorias l.... E depois do dizel-o uro ministro
de estado est dito; nao ba que replicor I Essas pou-
cos polavres proferidas dlo minislro da marinha, por
aquello menino que (evo o orcanicnlo sem discussio, sao
lerminanlcs, e ningucm m.-.is ounaro levantar a voz pa-
ra julgai as maiorias que leem apoiado esse ministro :
he asqueroso, he cynico ; mas la est escripto em ledro
redonda, e nio ha que duvidar as maiorias fazem-
se com empregus, honras e dinheiro'. Meu amigo,
nem mais urna palavra sobre as maiorias do ministro
ila marinha ; esli julgadas.
Agora direi olguma cousa sobre a talla do Himno, co-
mo Ihe bavia proinitlido.
A lallu com que foi encerrada a primeira, e aber-
ta a segunJa sessio da actual legislatura houm docu-
mento do ineplidio do ministerio. A nica novidad-
quo se noto nessa p*ca, que devena ser modelo de elo-
quencia e transumpto do poltica ministerial, he a de-
claracio do quo a m/(o biasilcira mama, a quol se en
contra logo no l.. Ninguem anda o tinlia dito ;
mudos lem offirmodo que a naci bftsileiri est.i ulia-
zado, qu seus goveinos nao leem procurado p rmndn
olguin denenvnlvoi suas brilbanto^ di>posicoes noturoes ;
mas que mama be o primeia ve/, que se disse Oro com
efleilo, a noc,o que aturo to frescamente o ministerio
actual, est sern a menor duvida mamando E lio
certns esli os ministros a esto respeito, lio jusla Ifaea
parece a sua MMrcao, que fazom om a noci o que as
amas fa/em com as chancos do mama : cantao-lhc cha
caros, ii unir.io-Ihe tleos, danco, o at asiczcsla-
zi-in tutu, pata que a naci s-aquiete e adormcia.
Urna novio'Je mama nao pode ter outro ministerio que
nio seja o actual, estupido como as amas, ebeio, co
mo ellos, de preconceilos, o como ellas descuidado.
Por oiilra, entendeo o ministerio que a posieao que
oceupa be a do bomavenlurodo tulor que vai desfrutan-
do os bens do pupillo, que vai esbonjando-os sem re-
ceio de dar cuntas, porque o jui dos orpbaos bo ami-
go, e vai feilo na patota.
Afora osla ingenua declaracio, por mais que procure,
nao encontio um s pensamonto : palavros oniaispa-
lavras, ed'ahi nao passa Talvez algueni se persuado
que minio imparcialidade com que lenbo escripto es-
tas caitas, e me diga : Pois nio ve o Relogio ( nao
tallando da porlicipocio, em duplcala, ao corpo legis
lativo, do noscimento do Principe Imperial) 1.*, a
promesso o respeito dos negocios do liio-da-Prota ; 2...
o agrodecimento pelo decrelacio de fundos para o sem-
en publico, e pela iniciativa de leis importantes ; e 3.
finalmente, a recommendacio de promover os nteres-
tes moraes o materiaes do imperio ?! Meu amigo,
ludo isso nio pasta de palavros, que, segundo a sabe-
doria das nacOes, nio aduhio sopas.
(^uo quer dizer o quo 10 escreveo a respeito dos ne-
gocios do Rio da-Prata ? Venba o liomem de melbor
vonlode tirar desse palovreado um so pensamonto, urna
ideia sequer, que nio seja o commum de (odas as fallos
do tbrono, e protesto nio eicrever mais urna so palavra.
E be depois que no parlamento inglez Sir Robert Peel
declara o proposito em que eslava de inlervir, coojuno-
tomente com o Brasil e com a Franca, nos negocios do
Rio-da-Prati, lazendo assim acreditar que o visconde
mira doi deputados, nado uecessirio habilitar o go ver-1 de branles lo vara para a corto do Londres inslrucces
nesse sentido ; lio depois quo nos chrgio nolicios de
Inglat rra, annunciando quo o gabinete do Si. Jomes
desistir da Iriplice allianca para intervir sosinho as
questes que pelejio na repblica oriental; he de-
pois dos furibundos o omeacodores osscitos da impron-
ta de Bucnos-Ayrcs ; bo depois de ludo isso, acom-
pnnhado com os grandes armamentos navaes brasileiros
no Rio-da-Prala, quo o ministerio se contenta com
urna plir se banal, commum o insignilicanto '.... Pa
I nras e so palovras !
O agradeciim-nlo pelo decrelacio do fundos lio urna
zomhoria, o como nio tnm roalidade, porque inda os
fundos so nio decretarlo pela ossemhla goral, tambero
nao pisss do paluvrorio. A iniciativa do leis importan-
tes bo outro polavreado vasio do sentido: a que leis '
refere o ministerio? Sor do recrutamento i' Ess
foi para o cadoz do papel suj >, com bom magna do
Joio Paulo, que pretenda fa/er della o seu hord.io pa-
ra subiros alturas ministoriaes : est portanto condem-
nada. A'm disso Jeronymo chamou-n a utopia ine-
xequivel.A ledas eleices passou em secunda dis-
cussio, e servio pora demonstrar quo o governo nio an-
da muilo ccrlo nesto negocio. Todos virio os dous
ministros deputadosvolarero em um ortigo importante
dessa lei coro a minora ; e om urna emenda nao monos
importante volou um o favor, o oulro contra. A op-
niio do governo a respeito dosss lei loi cousa que nin-
gucm inda pesenu .' A maiorii esteve quasi desmante-
lada por amor dola, e odios bem profundos, que inda
mais se irritrio coro o discurso do corajoso Hollando
no Senado,sobro o matoria artificial, esto ah
refervendooceultos, espera de que chegue o momen-
to de !o/er espantosa ciplosio. Diversos outros pro-
jectos leem ,ip|i irend i n sla casa, mas ou nao sio im-
portantes, ou nio morecem o epprovacio dogoierno;
porque com um presidente to condescendente, como o
I.impo, j tero (ido ss honras do discussio. Enlao,
a quo veio esse agrodecimento i1 Palavras o so pala-
vros !
A promoci dos interessrs moraes o materiaes nao
quer dizer nodo ; espero pelos relatnos, e (enho cer-
teza do que essa oiprcssao anda nao passa de pala-
vros.
Era quanlo eu linha que dizer a respeito da falla d*o
llirono. Agora conlinuarci na minliu larefo.
A discussio do sexla-le.ro (9) loi bem pouco impor-
tante A lei provincial do Rio do Janeiro, cercado
canal de Ilaguahy (esse noio Tamandu ) loi comba-
tida pelo Saturnino e sustentada pelo Dios da Molla.
Estes dous luzeiros da maioria oslio um lano orrufodos!
0 Saturnino die que calova os motivos desairosos que
fizerao volar essa lei na asscmbla provincial; o Dias
da Molla otirou coro dn Saturnino com insinu* oes
da mesiiia noture/a. Andrio por oqui dizendo que o
'/(pillado inspector do alfandega fazia tamarilla guerra
a tal lei provincial pora vingor-se doCardoso, quo Ihe
nio deo votos cm Itogua' y para senador; outros falla-
vio n'uro (al Coulo Res, muito inlcressado no revog.i-
ciodalji. Seja pelo que fr, o corto lio que a discus-
sao andou o lina I lio ombarocoda de fados eslranbos ,
tan prenhe do documen'os graciosos que io aborn cen-
Jo morliilmeiile. Assim devia ser: quando os grandes in-
tereses do estado sio desprezodos, quando ss mximas
quesloes sociacs.moraese polticas,possiocomoinaperce-
bidas.heinduhitovel queo individualismo toril invadido v
ahsortido tudo;e cntio os interesses privados sio aloca-
dos e defendidos coro todo o vigor que se nio despende
nos negocios graves.Depois do ler tallado o Solurnino
p dio o trmoariolhador o Macbadinho do Pora) que
searrolhasse o discussao ; roos a cmaro, tequiosa de
oimr u-ta descompostura formal ao Saturnino, nio
consentio, e fallou o Das da Moli !
aqu ppareerlll sexta feira tres rniiiintros; o da mo-
i-iiili.i que opriscnloii a propona finando na forana de
mar, a qoal em verdade nao nii-reee n honra demolime;
oda guerra quenpresenlou a da Bxacta Ji- icni-ji du
ierra, siipprimindo .j.0110 honienn; c o da (afonda, que
Ir.niec o proputU do oroamonto elevando a despez n 27
mil coulo, e leo o relatorin do sua repartilo,
Kmpiei-i.-i-iiic dni-i- lhe Santa Luzia deo commissao
a Pedro de Alcntara para (presentar uro projeoln di
ri-fornia do cdigo do procesa. Bato onnuniaaario senipenhoii se, c pedio que fulleo sen projeclo remotli.
do an oorumUtoei incumbida! dente negocio II i dins ro
mo lio- iIism- j,i. n Nono Machado uuiiApreicndr o non
projeclo ; veio agr*a Santa lomar adianleira praia;
mas n Nunei, quo he indcfectivel, nio se deo por venc
do, e proloatou que aabbadu aprcicutaria u seu Vere-
mos ohi que d lodo isto.
A -e-.-.iu do hiiiiteni prineipioii cmn i Helio por um
liseiirao du lal Nuiles Mochado ipreaentandn o projec-
lo promeltido liomem 4110 lie praieiro genuino, pro-
mino contra a* reforma aniiodadaa e radicaos; o quo
fez ducr ao Wanderley quo o Nuiles est no regresao
Paie.-e-me, que lia a ponto de teparncio entre os praieiros e os I.uzias ?!...
(i'l'hoiiuu liiiinon loo urna curia para pro vai- que o So
liirmnii mentin na sesnia de i) do crreme : sin brin-
cos, l lecnlendem.
0 Ferroz pedio o oncerramento da discuuio do novo
romanrfu : venceo se o rolha, e a famosa reoluco
alnliiiiia 11 respeito do canal de Itagu.ihy cabio etlron
doniimeniu Volarlo a favor dclla os homens das/Van
auezasprovinciaes, para em tudo seren incoherentes
O aldanha fivou iniiito conlente com a volar;io, o dine-
1110 que prrlemlni d.irao Saturnino os parobens, porque
utu teri mais o trabalho de andar de cadeira em caueira,
pediudo, mendigando votcicouira a lei provincial, Pa-
rece que cale ped lo rio j .inda vi milito escandaloso; al
gnus clopui.iilos tom fallado ilellc com escirnco pira
o pobre S.ilurninu, quo
Todo 11 trabalho prrdco.
Foi approvoda nina rcKoluc'io mandando pagar a um
fulano da Bohil o que se llm deve O patriotas asurao,
|inrqiio um dos seus principie! eardeoes lio que quem
deve nio tem ohriga^lo de pagar.
Ahi caldo os dona uispauos pura o Rio Grande do Sul
o para <> Coar, Ue bem boa |ioohin\a : vale 111.11* a mi'
Ira de hispo do que a carocha de niunicnhur....
11 Mour.i M.i[iilli.'ioa roi|ueroii que folie o projecto
oumroiilio ecclciiaitioa; o liarrinhoi de Sergipe quera
ouvir a opineio du governo, c fot tanibeiu o leu requo-
riniento. Ilouve grande discuuSo, c o Ernesto dos ei-
traiigciros n.io deo nina palavra Os debates .-ipanharao-
o oiiiin-i-M'iulii, o deix.irao omiversando : he o honein
un eiterrilo de Horacio.
Imparidum ferien! ruina;.
Corri que o Blir-ibu para o Rui Grande do Sul he mu
(loa artigo do convenci com os dissidentes, e que o ou-
lro he o eiimpriiiieiilo de urna prumcsau feita ao Rev. se-
nador Alenear. tem pude ser que tudo so teja men-
tira : cllaa j nao currem, voio !
O Ferrai qois mellor 11 eulhor mi negocio; falln enn-
Ira a crlacio aem infurmac^SO; diaso que ouiras provin-
cias hara <|uc maia careca.1 de bispadoi do o oiii.ul.is, o final monte ia proseguindo que o governo
representativo era um pluuit-isina no Brasil, quando o
I.impo foi Un- .1 mi. U cabo da polrulho quasi metteo
a mi 00 relio; maa lembroii-ae que catava por detrs
los tlenles da Vemla-Grando, e aquielou-se .- todava
respondeo coui frea ao Limpo, que o chamara i ur-
lem. O Porral appellou pora a naci; mu u tal Sr.
I.impo est omliaiido para ealas appellafes : c o rnaii
lie que f,n muito bem !...
O Alvares Machado enriqueceo o lingoa oom maii
um miLIjiiivo- em voz de mentira, diz-sc purlamenlar-
mente inverdade.0 I.impo nao fez cara ao novo termo;
d'oqui cm dame pode ae dizer a quolquer ncita caa
por oxeiuplo ao ciiiiquiriador das Sabinas : V. Exu.
disse una inverdade ; e esl-sc cm regra.
O Saldanha regalou-ae coro as liinurias; tem con-
tado cousas assombroaos, o repetio me cala quadrinha :
Como as dades sSo varias !
J reinara-) ui fugeles;.- .
.I.i iciu.ir.io os Jj.iiiquce-s; ,*1 ./-*"
Ilojo reiiSo liiinnariasi..-.-. .
Dinno me depois que ullvira a um sugeilo ir.iduzir ai '
inieiics da cifra do alio da columna nacional por cite
modo
Pblicos TuRSiunm Ardet ;
mas, que, nao sabciulo Inlim, ficra em jejura. Asiere-
ruu me liualiiienle que est firmo em favor dcito ininil-
terio quando mais DIO fosnf, pelo muilo que Clti de$-
frulavel Adoos. blltl de morada.
Sala das sesni'ies, II de luaio do 18;i.
O Bblooio O Caa.
PERNAMBUCO.
F.is-jqui urna nyniijine dos apurados trahalhos da vice-
preiidenoii delta provineia desde (i al 20 do uorrente.
1) boje 0111 dianle acompaiiharomos dio pordia oactoi
dcS. Kx., como mil-no ministrar a su publicaCtD.
Dia 0.
i.1 loto limo demiaso, que a deferencia paro com
o governo imperial, nenio rentricto dever, Ihe nao per-
iniltia ; lie 11 do Sr. desembargador chele de policio, cu-
jol liona servicos sao louvados.
2. acto Niiiucaco do Sr. doutor Arroda para luc-
cessor daquelle desembargador panno da amostra da
pulira que a provincia lilaila de corregar.
3.' o ii. PertieipacBea doata mudanca.
o.0 |l.-ni iso para os desertores do corpo de poli-
ein, que acapreneiilarem em virtudn do indulto.
6. Ordem ao Si-, Dr. Mavignier, para optar um doi
doua cinpregos, de cirurgto-mr do corpo de polica,
de iin.feaor de obatreticia, por ncatamenlo lei pro-
vincial 11 Mi): quanias deseortezios nio loffrer ella
em breve.
7. Manda ao Sr. Dr. Pcreirn entregar a vara de
juiz municipal oo novo nomcodo, o Sr. Dr. Oiinda: le-
gnuda contradanza Ilegal.
8." Providencias cerca da casa para I yeco, cojo
director apona os sobrados do Sr. Ranioi no caes do,
Collegjo.
'J-0 Pede parecer au procurador da cora cerca de
torronu de marinha, disputado entre a cmara municipal
a mu particular.
10. Segunda demiilio, do l.commindan(e de po-
lioia J. do liego Barros nonseacSo de seu lucceuor o
Sr. Miguel Afioniu.
11. Negocio de um clarim do Pao do Alho.
"; "i menino, que o chi-fe de polica baria re-
niL-t'.ido, admiltido no anenal como educando.
13. Manda admoeslar o porleiro do arsenal de
guerra por pouco teloso, cdemillir o guarda Bcrauger
[eremos que Borenguor para ser nomeado quem ie-
lltor sirva e nao esle/a fura da reparlico por Ido longo
lempo. r '
14. Portario que produiio o 7." acto : lio 01 sa-
guiutesiuppleutcs depois do Sr. Dr. Oiinda, nomcaea
que corre parelliaa a cerlos rcipeitos coro a do Sr. Dr.
Arroda, os Sn. Drs. Anjos, Cabrol, Toicaoo, Fulgencio,
e Pcrcira.
lo. Portara que deo lugar ao 2. acto.
l. c 17. Dilas iJem ao 10." aelc.
*" E*ige do arsenal de guerra oulra rclicio de
nbjeetoi para o Ccar.
'^ ?"' c 21. Couimunicu ao presidente da relelo
e ao juii municipal du l.1 vara desta cidide, a uumeicio
dossiipplentci, e au l.aiua nomcicio.
22 e 23. Comuiunica ao cumioandante dai arma*,


e ao cnrnroandanto do cnrpo de polica a noracaco ilo
Sr. Mijfncl Affonso.
24. Msndii qiieemcomprimeMn drav*ojfii pre-
sos n couiniaiidnnlc o B'.Madoi ( ;iur I.. .1.. titeeunriira
no dia i'ni que fui r-oubadu o cofre d 25. Exige por ordem Imperial omappa dti forja do
guarda nacional deGaranliuns.
20. Exige pelo mesmo motivo i o formar Jo da thc-
suiraria d.i faicuda i cerca das mallas do catado e scus
conservatorios &f.
Dia 7.
27. Nognoia do impedimento do ofllcitl da secre-
taria do curso jurdico.
28 o 2'.). Cominunica ai> presidente das Alagos,
que tcm ordenado a remessa do 20 eontos no pr.-iuii
vapor para as desperas da guerra, o d esta ordem the-
souraria.
o. Concedo licenca ao commandnnte superior du
guarda nacional do Brcjo.
31, Responde ao cumraandante da pulila, dando as
rnzea do acto i."
3% a 38.Participares das seguintca dcmisscs e
nomeacoes: deniitidus, o cummandante geral do oor-
jio de polica Pedro Alejandrino de Barros, I.' eom-
inandautc Ignacio dos Rcis Cuiupello, 2." J. F. Cirncim
Aloiileirn c 3. L. F. Barbalho suecessores destes; A
Carneiro, J M. d'A. Malvinas, J. unegiindc, e Mar-
colino .1. de Moroc.
39 O 40. Participaeoes da drmissAo do instructor
da guarda nacional de Oliuda, capitn Manguind, c da
nomcacao do inajor Joan Paulo.
til c'i'2. Reuv tte thesouraria e pagadura militar
a eonta dos objeotoi rcmettidos .i presidencia do Cear.
43. Remello cmara municipal o aviso sobre \iec-
piesidcutes.
44 e 45. Rcmettc ao presidente da rclaeao c thesou-
raria un aviso (obre licenca de magistrado o empre-
ados.
.'i(i Negocio de um amanuense do consulado.
Dia '.).
47 a 51. Communicocoes sobre a passagem c enl-
lueque do Sr. Thoniat Xavier, c salvas da Prtale** o na-
. o de guerra ao menino Sr.
2.__Accusa a rccepcSo do balanccte de plvora do
arsenal de guerra.
53 o84. i ao director do mesmo arsenal, que se
leo ordein para indemiiisaco dos eonccrlos de anuas du
. corpo de polica, e oxpede-se esta ordem.
f > j c ;(i. Manda nomear oflloiaei para eonoelhu na
oompanhia d'artiflcca, e oommunica esta providencia.
.j7. Sobre a saluda do vapor.
58 e o). Participaeoes da demissao concedida ao i.'
atipplente do delegado do lirejo.
(0. Commuiiica ao oniiiiiiandaiitc das armas a pns-
geni do pracas de Sergipo para o 2." batalli.lo d'arti-
llieria.
01 ef>2. Cominunica ao coininissario pagador que
se levrao ao tonheetim-ntu do governo imperial di ver
a os ollicios scus a cerca de inp primete* de quolua.
Dia 10.
fi3 a 00. Rcmesia de decretos 07 a 70. Pede, por ordem imperial, informococs
sobre obras necessarias, pelas rcparliCoe da blenda,
justica, guerra c niarnlia.
71 e 72. Remelle cmara municipal eassociacao
conainercial um aniiuneio par subscriptores de urna es-
tatua do Sr D. Pedro 1.
Dia II.
Este expediente he moiuorovcl. c pede alinelo.
Eis-aqui o primeiro acto publicad nesse dia por inte-
gra, para nao baver duvida.
7.'i. __ Remeti a Yin. a inclusa copia do imperial a-
\iso do I de iiiarf.. ultimo, participando, que alguna
individuos cin llespanha pretondem fabricar u papel
moeda (leste imperio, afim deque Vm. haja de dar as
necessarias providencias no sentido d" dllo aviso. -
Dos guard.- o Vm. Palacio d" guvern- de Peni mbiic
l dcjui.lm de 1845. Manuel de Sousa Tewira, vice-
presidente. Sr. chefe de polica interino
Copia. lllui <;E\m. Sr. Constando au governo
imperial, por ofllcio do consolad., geral d. Brasil eni
Ilo.-naiilia, qiicalguus individuos, um dclles Francez, C
uqui outr'ora residile, pretondem fabricar naquolle
paix O popcl-mocda do imperio ; Ha 3. M Imperador
porbemquoV Es. reoommende os autoridades com-
petentes a vigilancia para impedir a intrducco de no-
tas falsas, leudo particular cuidado pe" <|ue respeltn
aot paiaagciroi de navios, queontrein dequalquer dos
portes de ilespanba. Dos guarde a V. Ex. Palacio do
Rio de Janeiro em 1 de marco de 1845. Manuel An-
luniu Culio. Sr. presidente da provincia de Peruam-
buco. Cunipra-sc. Palacio de Pcrnaii.bucii 11 deju-
nbo de 1S45. ~ Sousa.
Oepois deste acto de prudencia administrativa, segu
uina espicha congratulatoria do coniniaiidanle superior
de (oanna, onde o vicc-presidente so coxergou elogios i
mas onde Iodos, menos agente do Sr. Manoel de Sonta,
virio a animadversao indirecta e sobtil, que ol he para
ollios que to cheios cstavo de alegra.
Apoi esta espicha vem o
74. Respusta coiupctenle.
75 a 81. Portara de dcmissSn do promotor de
Goianna Rodrigues d'Almcida, e nomeacao d seu suc-
cessor Vas Curado, o as respectivas participaeoes.
83 aSO. Portaras c participaeoes da demissao do
supplenledo delegado, e subdelegado e scus supplenles
do termo do Brcjo, c nomcacao dos seis supplenles do
delegado: -- coronel Francisco Xavier, teuenti-coronel
Anlonio Francisco, inajor Jos Caclano, Riajnr Louren-
no Bezerra, Joao de Dos e 1". Coideiro Dias .los Sanios.
AJmira que o exlerrainador da familia Ciivaleanti anda
ah deixosse dous cm pe.
87, 88 e 8'J. Portaras e participaeoes de demissao
c nomeacao do subdelegado de Tejiicupapo e supplenles
do subdelegado de Goianna:--dcmlltidoi, Antonio Gon-
calves d'Azcvedo subdelegado, Antonio Francisco Perei-
a, M. J. Peixoto Guimarle, Antonio Pedro Tararea e
J L. deSouza Barbosa Horneados. Manuel Sil veelre de
A. Pinheiro subdelegado, 1. i. da Rocha Faria 1.0, M.
Dias da Costa 2., F. Sinfronio Olimpo T. de Mello 4.0,
J. F. Bezerra de MenezesC", supplentes.
90, 91 c 92. Portarlos e parliuipacio de demisslo e
nomcacao dos subdelegados das freguezias da Boa-Villa
e Afogados.
93 c 94. Nomcacao c parlicipacio de subd..-lrgado
do Brcjo JoseCaetano e supplenles LoureuCo Becerra,
Cordeiro Dias, BenlO Rodrigues, Isidro Dias, A. Vellu-
zoCordeiro, o A. Alvca Campos.
95. Cominunica a pprovacao imperial da noinea-
rio de um guarda d'alfandega.
* da cidade da Victoria. .
97e98. Coiuinunicocao defornecimento de Og
,, paracnitinnacao do calcomenl do largo de palacio.
'90 Ao conunandanlc das armas sobre casas para
" Ion" A' cerca de um desertor do corpo de polica',
Dia 12.
101 a 104. Portara e parlicipeces das demiudei
de 1." commandanle de policia Sovcrino, 3."1 Marlini
Pereira, c Almeida Guedes, e secretario 1. C. de Soma,
e das uuineacoVs dos scus suecessores A. Camello, Joao
Lucio da Costa Monlciro, Joio Cavalcnr.ti d'Albuquer-
uue Jnior e l'olu.o .lo Firmo d.i dilva.
105 a 107. Manda concluir o calamento do largo
de palaeio.
IOS. Sobre mappa de conciliares di villa da Boa-
Vista.
109 o 110. D destino oos utensilios da aula do cn-
sino mutuo.
111. Rocoinincnda cuidado e vigilancia das patru-
Ihas sobre a illoiuiine.io publica.
112 e 113, Mandando dar 500$ n. para despezas do
arsenal de mariuha ueste niei.
114 e 115. Dando previdencias cerca de despea
indispcnsavdis para recrutamento, o oolras.
116 a 1-25 Poilarioi e pmticipaioei daidemissoef
de delegado de Iguarass Joio Csvolcantide sulule
legado da mesma freguezia -de delegado e subdelegado
do Po-do-Albo, o lodos es sous supplenle e d^
nomeac8cs de Joo Vieira, delegado de Igusrais e dos
supplenle do niesn o M. J. de Serpa. F. Honorio,
de M. Jnior, F P. d'Arruda C B. C. Ja Cunha
Ucha, A. II. Cordeiro de GusmSo, A. F. Vellozoda
Silveinde M. Perein do Moraes, subdelegado de
IguarMad o dos supplentes do mesmo, Aleandrioo J.
doAinaral. M. Alves Pereira. J. P. Maciel Monteiro,
A. I.. Fcrreira da Cunha, M. Juliao dal'onsecaP., e
B J. do Regde Francisco J. de Barros e Sila, dele,
gado do Pao do-Alho e dos lupplontri do mesmo
Mauricio F. du Lima. Jtronyn.o d'Alb. Mello, J. J.
Soaren Ferrein. A. P. da Luz Borba. F. C. deVai-
concellos c J. C. da Silva Beltraodo vianoel Correa
de riujo, subdelegado do l'o-do Albo, e de seus
suppleiiles K. J d'Alb. Pinto, F. de Barros Silva, J.
C. da S. Beltrao, V. Fcrreira da Bocha, o M. de
Lemos Vasconcelloso dos supplentes do delegado do
Liinoeiro, Henrique Pereira de Luceno, Ignacio Cor-
rea de Mello Chrislovao das M. Gongalves Guerra,
II. Baibo/a da Sil.a, J. F. de Vasconcellos Aragioe
Maximiano A. de Pinbo Olivaes.
|90a 129 Portaras o participaeoes das demisses
do segundo coinniandaiite geral Manuel Bezerra do Val-
le, e triceiro cumulan,lauto Manuel Pedro de Souia, c
das nomeacoes dos scus sueeersores, Miguel Arloiiso,
PirminoT. da Cmara Santiago para 11 logar que deixoii
vago Miguel AffoniO, e Francisco Berrngoer do Almei
da Gucdes, demittid pila vico-presidencia de guarda
do arsenal Vide acto 11 13.
130 a 133.Providencial sobre a eessao de un Ierre
110 para a estrada da Victoria
134. Repelilo da communicacao no inspector da
alfdiidcga da apprnvacio imperial da nomcacao de um
guarda.
!S5c 130 Approvandi as bases da arremataban do
ditimo dos conos, o declarando, que thesouraria pro-
vincial competo a cxeouclu do artigo 32 da lei provin-
cial 11.o 144
137 ix a thesouraria, quo competo administra
5.I0 do hospital de randado a Heoucgo do artigo 32 da
lei provincial n. 144 : quein quier que adivmlio.
(Continuar se-ha )
CRREIO.
CORRESPONDENCIA HA ClUADR E PROVINCIA.
Contava dizcr-lheso que me occorre>se, depoii que
viesse da festa de S Pero, quo n5o quiz perder; mas
tao larde acabou. que mal me cuega o lempo para di
zer-lhes. que o nosso F.xm vice-prcsidenlo, que nin-
uiiem dir que mi he um presidente talliado para lesta e
procisso.ulli esteve.e oceupava urna tiibuna lendo a seu
lado o incomparavel ir. Comta, com quem cenversavu
cm multa lamiii-iridaJe e cordialidade.ao que pareca.
Ilontein a noute S. Fxc. estove n > Ihoatrn; ao levan-
tar-seo panno, nao sei o quo pensou o liomein, que
poz -se de p, como quem lena de recitar urna Ida a pli-
eia; mas.quando principiou a cantoria, o honiem.como
se reeonliecesse que nao era 1 llegada a tua ye, sen-
lou-se.
Coiniiiiiiiicado.
PON TE PENSIL DO THE VTRO.
Lima nova emprezn, (Iha do espirito d'associacao, es-
t se desenvolvendo entre nos, e he do 10 esperar, que
Ha produc leli/es resultados, tanlo para os que n'ella
einpie_arem o seu Iraballio e capitaes, como para o pu-
blico, que desfrutara os beneficios, que ella deve pro
duzr: queremos alludir 6 coinpanhia, que acaba de
se formar, para a construccao d'uma ponte peusil alraz
do tbeutro novo, a lim de unir a ponta >eplentrional do
bairro de S. Antonio com a ra d'Aurora.
O Sr. Yaulncr, engenboiro em chele da provincia, a
quem so duvo a ideia d'esla emprcia, pedio, em primei-
ro lugar, assembla legislativa provincial, na sua ses-
sSo pnssadu, que se lhe lornecensem os meios do por ero
ratica a obra, pelos cofres proviociaos ; mas, nao po-
dendo ser deferida esta prctencao, por causa da grande
escassez dos mesmoscolres o dito engenheiro requeren
novamente, o sem difficuldade alcancou da mesma as-
semida, que se autorisasse o governo da provincia a
oonoodi r o priviligio do pedagio, na ponte projeclada,
a 0011 companhia que se apresentasso para construil-a
-ii.i custa, como consta do requerimento do Sr. Vau-
thier, o do artigo da lei do orcamonto, pelo qu a I osle
requerimento foi delcrido (").
Fo em razo dos fados precedentes, e na esperance
de quo o goveino da provincia ha de olbar favoralmente
para urna ompreza evidentemente benfica ao pair, que
se promoveo a subscripto dasaecd.-s, cu|a metade loi
logo extrahida, e deo lugar a so poder orgonisar a com-
panhia. Ella ucha-se ja delinilivamcnle conslituida, pe-
la nomeacao dos membros da direccSo, cujos nomes
ha-lo para mostrar o gr.;o de confianca que a compa-
nhia merece ; sao ellas os Sr., Jos Ramos de Olivei-
ra, director ; Dr. Jos Uento da Cunha Figueiredo,
vice-director; Bento Jos Fernandas Barros, 1.secre-
tario Dr. V cente Pereira do Reg, 2. secretario; e
Christovo Starr, caixa. Ja houverSo varias rounides
da companhia em que le discutir-), por miudo. todas
ii circunistancias do aisumpto, e ja foi tambem apre-
senlado, por urna commisso nomeada adhoc, um ex-
tenso parecer, que abaixo transcrevemos (documento
n. 2.),sobre o plano, descripcao e orcarnento da ol ri,
(')Para maior cUre/.a, transcrevemos no fimo citado
rci|u-11 iin-i.t>>. e o respectivo artigo da le (documento
n.* 1.) notando que o dito artigo refere te timbem a
Hit o requerimento, relativo a comlrucco d'uma pon-
te do lugar doi Colboi.
aprescntidoi pelo Sr. Vaulhior. Elle parecer coordo-
m. e reiume todoi os pontoi da discuuio a quepiide
dir lugar a empieza, e encerra em ti urna descripcao da
obra, bastando apenai accreicentar, que a ponte lera
perto de 65 bracas de extenio, quaii o triplo da do Ca
xanga, e que sera formada dedouimeioi leos,sus-
tentados no meio por um s pilar, lendo mu laoil de
conceber, para quem j vio aponte, queacabamoide
citirj quio elegante perspectiva apreientar ella. O
conceito bem merecido de que goso os membroi da
drecelo da companhia, o patriotismo, e bom espirito
da nona populaco. 01 lucroi infalli.eis, que promette
a emprea, asgaranliu Kientificai. quo apreienU o en-
genheiro, que fir a obra, noi auegurio, que aempro-
xa lera umi marcbi fcil o regular, e que breie goaa-
remos doi mu beneficio!, ae be terdade, como noi aa-
sevrio, que o engenheiro compromelle-ie a dar a
obn prompti em meoo* d'um anno Baila entretanto,
que se effectue o contrato com o governo,e qoe te com
pele a aisigoatura dai accdei, di quaei ji doui tercoi
estilo lubscnptoi, pira se por mo 1 obra. Praia a Deoa,
que eila nova empreza cuntribua a deienvolver entre
nos o espirito d'associaiao ; eite poderoso agente dos
lempoi modernoi, sem o quil nada, ou poucose fx, e
com que se move o mundo; e queira Deoa tambem, quo
o gosto du taes einprezas, allrabindo asi a actividad dos
espintos, o o applicando a creaciko doi meioi de melho
ramelo material, os airede da miioravel lenda da po-
ltica do dia, em que nio lo pode achar senao engos,
dimes e remonoa. ...
Documentos.
N l.lllmi. Srs. meiiibroadoaseuiblalegilatTapro
vincial.-LuuisLeger Vaulhier.nSolendo podido impetrar
dessa augusta assembla os meios de por cm execucio,
com auxilio dos cofres provintaes, o plano, por elle
concebido, de construir um 1 ponte pensil entre a las
beiras do rio Capibaribe alraz du theulro novo delta ca-
pital, litigando, quo a empresa se posan rcaliaar, por
mein de nina companhia, vera requerer o privilegio do
pcdigio da dita ponte 10b a* condicrs aeguintes, que
submetic a considerajao d'eisa augusta assembla
1. A punto ser tirita conformo a planta e descrip-
cao o orcaniento.aiibiueltido a essa augusta asscmbla.e
que serSo para eite fin rcnieilidos ao presidente da pro
vineia.
2 u O privilegio do peilagio ser concedido por eapa-
Co de 50 anuos, contado do momento cm que e aca-
bar a ponte.
3.0 Poder so cobrar na ponte urna laxa at 20 r. por
p.'.-toa p, o cavallo de carga, e 40 rs. por cada caval
leiro
4 0 a ponto aor acabada no praxo do 18 raezea, de-
pois do momento em que a cuiupauhia der parto ao gu
verno da sua formaco.
5.0 U privilegio sera Irnsmissivel pelo impelranto a
companhia, que so formar para execujao da ponte, ou
a qualqucr nutra pcssa.
0. O privilegio caducar se no prazo do nra anno,
depois da dala da loi, O impetrante 11S0 tivrr organisado
a companhia.
Portante o supplicanto roga a essa augusta assembla,
que Ib delira como raquee E R M.
Recife, 15 de maio de 1845.L l. Faulhier.
Artigo 41 da lei du ornamento provincial para o anno
financeiro de 1845 a 1840.
He o presidente da provincia auturisudo a contra-
tar, por uonipanhia, a conslruc{*o de duna pontea peo-
sis, una do novo lliealru publico para a ra da Aurora,
o nutra do logar do Cocido para o otlcrro do Afaga-
du, nos termo c segundo a bases aprcicntada a as
lembla provinoial pelo engenheiro L. L. Vaulhier no
seus rcqucriiiiento, que enlo com 11 plaa e orcamen-
lo presente a presidencia
N o 1\ commiaso encarregada de exominai o pla-
no apresenlado pelo Sr LouiaLrgcr Vaulhier, engenhei-
ro cm chefe do provincia, para a construccao de u.ua
ponte pensil alraz do lliealru, a fin de formar nina nova
cinmiiiiicBCio do bairro do Santo Antonio com o da
lio,.-isla, examinou miudamenle, cora aasistencia do
autor do plano, o ruco e popis, que lhe torio pre-
sente, c concordou no parecer, quo vai desenvolver 1111
ordem do ponto ou quesloe, que foro pela mesma
comuiissao suecessivamentc examinados.
0 1 ponto examinado foi o da cullocacao da ponte.
A coniinisso concordou com o autor do plano, que a
uicllior poMC. 10 ero a supra-indieada, porque, ao estire-
se mais 110 Sul ficarin o ponte limito visinha a da Boa-
visla, e nao terio a vautagoin de cummunicar direula-
menle cun a pru(a, em quo catn situad.>s o palueio do
governo e o lliealru novo, e pretende e edificar a futu-
ra caa da cmara municipal, 11 sala das audiencia, tri-
bunal do jury, o payo da assembla legislativa provin
eial, reparligoea eaiai que chaniaro grande oftlucncia
de primal] e se ficaaso man ao Norte, Viril a perder
ultima vanlagcm, em quo todava M eneuriasse a com
muiiicrcao do bairro novo do Boo-visla, do S. Amaro e
dos mais pontos .10 Norte delle, que teein de utilisar so
dn ponte pi. jetada cora os bairro de S. Antonio e do
Recife.
U 2.0 ponto que chamou o ottenco da conimitiao foi
a mesma ponte, considerada amata a na forma, largu
ra, modo deoonBlrucySo, etc. A repeito da forma, a
commisso julga a obra projeclada elegante, e auaeepli-
I do produzir.no lugar indicado,urea da maia agrada
vci perspectivas," de dar a cln cidado inuito realeo e
lustre
No que se refere ao modo de conslrucco, a coromi
So emende, que, sendo a forma e dimenso das parles
fundanieniaeade urna ponte jienail delenuinada pelas
regraa invariavei da mecnico, de que le nao p
do afastar o oonatructor.laciliina 4oexperienciapro
cisaa para aabcr-ic 10 o modo da cuiisirucc.'iu he regu
lar, bastando para csse fin carregar so o aaaoalbo da
ponte com peso equivalente ao maior, que possa usten
lar a moma ponte, quando for entregue Oo tran-iio pu
blicn, e limiloiido-e ante diaiu i-a exainc a veriricar-e
a qualidade do materiaet empregado, O que c torna
far.il, sem aer ncecnario entrar em indagacOes e calcu
lo proprioa da arto do engenlieiro. Relolivamento a
largura,a ooinmian entendeo, que a de 14 palmos, pro-
posta pelo aulor do plano,he Bollicente 110 caso de paa-
arem na ponte smente pee c cavallciro, e ale ca-
vallo com carga; porque, haveudo um poaseio de coda
lado para oa primeiro, a carrera de seto palmus, que
rica no meio. he uHlciente para com facilidade o eru
zarem o ultimo, anda aendo a carga de algodo, o
quo pouca vexc acontecer, por ser provavel, que a
cargas procurcm a actual ponle da Boa vista
A commiaaoquz indgar,o nao eouviiiha augmentar
a largura da ponte, para que nella podeaaem pa.ir car
ro, edopoi de ter p.'di.l. ao a'iii .1 do plano ai preei
a explicayoe, eonheceo, que, crecendoa detpcxa de
urna ponte suspensa com o augmento da largura, nao
smente na raxo dessa largura, na tambera da maior
forja, volume e peso, que deve ter o anoalbo, ai cor.
rentes, o peloiroi e pilares, a ponto so tornara do cus-
i muito ovullado, ac e quizesao tornal a igualmento
propria para carro, c illa na rasan quadrupla do orna-
mento feito, acgiinilo os nalenlusda seicncia; o como lio
visivcl. que o augmento do lucro nao correspondera ao
daa deapesa, a commiaso deixou de parle a aua idoia,
tanto mais qunnto em rigor, na oarreira He ele palmos,
poder faoilmenlc passar nina fila do carros as noules
em que se abrir o Ihcalro, regulando-ae csse transito do
modo, que esae nuuca se encinlrein em direccoe op.
|)ota.
Entretanto, podendo aoonteccr, que para o futuro a
etividade das cummuiiicaces pela ponte pr.'jeetada
eja tal, que convelida augmentar a largura deila 00111
beneficio do publieo o iiiierss d.-r*c,iMripaiilna, cnlcndo
a conimitsio, quo he de toda a conveniencia, que o pi-
h-r do rio (parte da obra que nao e podero augmentar
sem destruir quasi todo o pilar primitivo, em qunto
que aa outras, com excepclo do aasoalli, pdein aug-
mentar-so c refor^ar-se sem ee innoiiveiiienle) foe
logo feito com dimeiisoe paro poder servir a urna pon-
te cora 28 palmos de largura, oiiifWi que d'ahi resulto a
deipeio do r. 2:500.000 sobre o .Vtf amento feito, con-
aiguindu-ae dcala forma prevenir se futura eventuuli-
dade, quo deiiisiidarilo urna deapezn do mais de acto
eontoa deri, e de podrrcui ser e..lineados no loesino
pilai assentos pora descanvo do p.igciri. quer de dia,
quer de noute, alenlo a cxtcnsAo du ponte
A commisso, portento, pmpe eata inodificaca.. no
plano apresenlado, jiilgainlo, que no mais deve (car co-
mo fui indicado pelo acu autor.
O 3.' ponto examinado foi o das vantageni e lucros,
quo produzira a empreza para os accionistas; por qusnto,
poato que a commisso esteja persuadida,que ai vistas de
patriotismo e de oteresse publico gui-rao principal-
ment aos cidados que lomarSo parte na empre/.a, jul-
gou conveniente tocar de leve sobre este tpico, ao me-
nos para chamar a iltenco dos que quizerem ulterior-
mente ser accionistas. as circunstancial actuaei nao
ser considera ve I o transito pela ponte projeclada, por
ter anda pouco povoado o Dairro-Novo da lioi-Visla, e
faltarem-lhe meioi de cominunicaco para o Norte; en-
tonde.poim.a uommissio, que este bairro nao deixar
de tomar rpido augmento 10b a influencia da ponte,
visto o que temelli tem tido ; e que, abertis asiim
as communicacoos da ra da Aurora com a do Hospi-
cio, ecomacidade nova de Santo Amaro, para o quo
j se concederlo rs. 4:000,000 no orea ment provin-
cial par 1 o anno financeiro prximo futuro ; crendo-
le um passeio publico entre o noto bairr. da Boa-Villa
e Santo Amaro, como se pretende ; estabelecendo se a
communicacao da estrada nova de Olinda pelo vallo da
Tacaruna em ra/o do acabara, nlo das pontes ; abrin-
do-se o non Ihealro aos lecreos do publico, e cons-
truindo-se 01 eslabelecimentos puhlicoi j supramen-
cionadoi pela commisso, e muilos outros particulares
ern redor do largo do palacio, tornar-se-ha anda mais
rpido e extraordinario ene augmento, e dar gran-
des vantageni auiaccionistas. Se a estas considralo s
accreicenlir-se quo o burro de Santo Antonio para o
Norte ir tomando maior actividade, se se realisar o
proieclo, ji concebido, de formar o porto de Pernam-
buco na parte do rio, que tica entre o arsenal de mari-
nha o a ponte do Recife; que provavvlmenle le cons-
truir oulra ponte para unir a ponte septentrional do
bairro de Santo Antonio com a ra de Apollo no bairro
do llecil i ; e que estas e outras circunistancias nao dei-
xard de desenvolver excesivamente a actividade do
transito; nSo pode a commisso deixar de concluir, quo
os dividendos dos accionistas crescer n'unia razo
comideravel, e teio ronseguintemente maiorcs lu-
cros do que os obtidos em quulquer outro dos communs
enipregoi dos tapitaos ; mxime dando-so a circuns-
tancia de eslar em concetta ou rcedi cacao a ponte da
Boa-Vista; porque,vedado o transite por esta, concorre-
ria para a de ferro extraordinario concurso de viandan-
tes.
O 4." ponto, finalmente, com que se oceupou a com-
comisso versa sobre o on amento e o modo de contrato
proposto pelo mesmo engenheiro em chefe, or.L L.
Vaulhier, acerca da facturada ponto pensil. Apezsr
de nao estar o orcatncnlo muito detallado, a commis-
so enlende que elle lunda-se em dados verdicos e que
conseguintemente 6e deve co.itratar essa obra, urna vez
oblido do governo da provincia o necessano privilegio
por inlermidio da directora,a quem incumbe tratar Jos
negocios da companhia.
Kosumindo quaiilc fnaeiposlo, ho a commisso de
parecer, que su ad. pie o pa 1.0 apr. sentado ; que se
laco as precisas diligencias p r se realisar com a pre-
sidencia da provincia o respectivo controlo ; o quo se
contrate a lacturs da ponle com o Sr L L Vaulhier
conloiii.e as L'ondicdos, que Inicio rom ello dcl.,iti.i. s ;
accrescenlsudo a coniiuisso. que, h..vendo a assembla
legislativa provincial concedido ao governo aulortsa-
co igual a de que se lem tratado para a construcc&o
de oulra ponte no lugar dos Coelbos para o atierro dos
AfTogadoi, esendo esta obra de vantugens talve* tnsio-
rei, attenta a teconhecida necessidade de fazer comrnu-
nicir esse lugare, e encurlar ocaminbo actualmento
leguido pin ir de um a oulro, be da maior conveni-
encia, que a companhia obtenhd tambem o privilegio
dessa obra, sem que entretanto ella faca desamparara
1 nem irrefecer o ardor.com quo deve ser construida,
pois que nao convoui quo sejo senuillanoa, mas suc-
cessivaniente
esta maneira juUa a commisso ter desempenbado
o seu dever : a discusso quo se vai encelar supprir 09
seus defeitos, e a vossa bond de 01 deiculpar.
Recife, 10 de junho de 18(5.
twMME 10
Alfandega.
Rendimento do dia 28................3:940a410
DeicarreguO hoje 30.
Barca/*e/icimercadonaa.
BrigueAragoidem.
EicunaCArmin idern.
BrigueCicerocarvo.
SumacaFlr-do-.lngetimchsrulos e fumo.
PRAGA DO RECITE. '8 DE JLNH E 18V5.
AS 3 HORAS DA TARDE
REVISTA SE1I.VNAL.
Cutnbi.s As transa! oes da semana lro nicamente
feiUs com o governo a 2o V d. p. mil r.-. a 90
din illa.


>-
!
Assucer Nio existe depozito, e o pouco que ha entrado
lem sido procurado del i 350 lj400rs. por
f arroba sobre o ferro do branco, e do 1*230 4
1 300 ra. sobre o dito mascavado encaxado ;
e do 2*500 3i rs. a arioba do branco em-
bairicado e emaccado, e do I 800 14900 ra
mascavado dito.
Algodio Nfio soflreo alteracSo nos ollimos precos ,
continuando mu limitadas as entradas.
Couros Frio menoi procurados ao preco de 130
ra. por arroba.
Ago'ardente de 25 graos | NiQ ^
Alcatrio sueco I
Alpista Vendeo-se de 20* a 22g ra. a barrica.
Alvaiade Mem de 44800 a 5j rs. a arroba.
Amendoas Falli.
A/i-iiu doce Vendeo se a I j900 rs o galio.
Bacalbao O depozito esta rcduzido a 1,000 barricas,
e est se relalh.indo a I1> rs.
Ciirne secca No excedo a 7,000 arrobas a existente,
leiido-so vendido de 2gG00 a 3*200 rs. a do
ICio -Grande.
(jra Vendeo-se a tj200 ra. a libra da branca, ea900
es. il i amarella, ambas em pao eprocedentes dfli
Angola.
Cha bysson dem de 2 2*100 rs. a libra.
Corveja dem de 3*500 a 4*500 rs. a duzia de gar-
rafas da branca, e 3*500 a 4* rs. da preta.
Enxore Vendeo-se de 1*750 a 1*800 rs. a libra.
Farinha de trigo Chegarao 600 barricas de Genova,
e o depozito em primeira mi he do 2,400
barricas, cas vendas de 16* 17,- rs. a ame
ricana, de 16*300 i 16*500 a franceza, e de
19* i 20* r*. a de Trieste
Dita de mandiocaOlegario cinco carregamentos,
que andio por 6,200 saccas, as quaes fOrao
vendidas de 5*200 a C* rs. a sueco.
Feijo Vendeo-se a 8* rs. a saces.
Fio de porrete dem a 12* aarroba.
(arralos dem a 1* rs. cada um.
Geoebra dem a 3*010 rs. a duzia de botijas.
Mansas dem de 6*200 A 6*400 rs. a arroba.
Pixn daaucia Nio ha.
Presuntos Venderio-se de 6* i 6*100 ra. a arroba.
CJueijos dem de 1* 100 a 1* 150 ra. os flamengos.
Rap de Lisboa Nio ha.
Tabaco maependim Vendeo-se de 5*200 a 6*400 rs.
a arroba.
Vinho de Lisboa dem a 128* rs. a pipa PRR. 115* rs. do outras marcas, e 110* rs.
da Figueira, nao havendo do Malaga, Celte,
Hespanba e Catalunha.
Entriro 17 embarcaces, esaliirio 13 : existem no
CONDigOES.
Art. 1. O jardim botnico delinda he arrendado
pelo preco annual de 150.000 rs., pagos no fim do cada
trimestre, entrando o rendeiro pora > cofre da I lioso u-
rariacom tantas lettras, quantos frem os trimestres, na
forma da lei.
Art. 2. O rendeiro he obrigado a prestar fianca
idnea.
. ArL 3. Oarrendamento decorre dodia dapossodo
rendeiro 30 de setembro de 1848.
Arl. 4. O actual director do jardim dar; posse dcllc
ao rendeiro, no prazo improrogavel de tres das, con-
tados 1 aquello, em quelhe fOr participado pela thesou-
raria, que o contrato foi approvado pelo governo da
provincia.
Art. 5." Se vencido o prazo de 15 dias, depois que
fr approvado o contrato, o rendeiro se nao apresentar
para tomar posse do jardim, presumo-se que ns -indio
o contrato, e pagar urna multa igual ao valor da ren-
da de um trimestre.
Art. 6.' O rendeiro he obrigado a fazer os reparos de
que carece a casa da residencia, asenzalo, estribara,
pocos o cacimbas, a fonte d'agoa frrea, o caraman-
cbao, a escada e assentos do mosmo, e os assentos que
Ibe ficio em frente aos lados do catninho, quecooduz
spalo eiras, bem como is latadas opilares. Emol-
iendo a estes reparos e concertos, sobro ser mdica a
renda calculada, ser gratuito o !.? anno.
Art. 7." .10 lindo o contrato, os reparos nio tiverem
sido feto, pagar o rendeiro una multa igual ao va-
lor da renda de tres annos, e be rosponsavcl pelo dem
no, que vier da, demora dos resparos.
Arl. 8.' Onnddiro be obrigado a abrir e conservar
abertas e limpas as valas, que orino o jardim em diver-
sas diroeces, e a conservar as arvores, e objectos cons-
tantes da relucho junta ; pagando pula infraccio desta
disposi'cio a indemnisa^io, que fr liquidada.
Secretaria da t- esouraria das rendas provinciaes do
Pernambuco, 28 d junho de 1815. O secretario ,
Luiz da Costa Porlocarreiro.
De- laraca.
porto 44 ; sendo 1 americana, 27 brasileiras, 3 fran-
cezes. 1 hamburgueza, o inglozas, i portuguezas, 4
sardas e 2 suecas.
tiovitiiL'iitu do I'orto.
Navio entrado no dia 27.
Rio de Janeiro ; 20 dias, sumaca nacional Ptrola, de
130 toneladas, capilio F. Nicolao de Araujo, equi
pagom 12, carga varios gneros; a Manoel Ignacio
do Oliveira.
.Vacio mirado no dia 28.
Baha ; 7 dias, patacho nacional Feltt Aurora, de 00
tonelada, capilio Jos Angelo dos S.mlos, equipa -
gem 9, carga varios gneros ; a Manoel Duarlo Ro-
drigues.
Navio lakidoi no meimo dia.
S. Matheus ; patacho nacional Mana I.uiza, capitao
Jos Joaquim A Ivs, em lastro.
Caniam ; patacho nacional Flor de Maroim, capilio
Manoel Francisco dos Santos, em lastro.
Editaes.
= Nio tendo concurrida licitantes a arrematado imposto de 20 por conlo sobro a ago'ardente do con-
sumo, nos municipios abaixo declarados, o lllm. Sr.
inspector desta thesouraria- manda fazer publico, que
em virtudc do oflicio do Exni Sr. vice-presidente du
provincia, datado buitcni, ir-i novamente praca no dia
4 de julho prximo futuro, sol as seguinles husos :
Municipio do Itecile...................9:100.000
>, delinda................... 500.000
ii Goiunns................. 60,000
B do Pao-do-Al o............. 00.000
deNazaielh................. 61.000
do Cabo.................... 30.000
' deS. Antao................. 200,000
a do Bonito................... 30.000
., de Cimbres.................. 29,000
Flores.................. 30.000
da Boa-Vista................ 30,000
Os licitantes devro comparecer no dia indicado, ao
mcio da, na sala das sess5es da dita thesouraria.
Secretaria da Ihesouraria das rendas provinciaes de
Pernambuco, 28 dojunb) de 1845. O secretario ,
Luiz da Cotia Porlocarmro.
= O lllm. Sr. inspector da thes uraria das rondas
provinciaes manila fazer publico, que boje, 30 do cor-
rente, ir a praca, para ser arrematado nouiesmodiaa
quem mus der, o imposto sobre os leudes, creado pela
lei provincial n 14i. art. 30, 18, oreado na qoantia
de 1:000* rs. annual, por lempo de lo mczns. a contar
do 1.' de julho prximo vindouro, a 30 de setembro de
1816; conformo o regulamento da p.esidencia desta
dala.
Os licitantes, devidamente habilitados,compareci na
sala das sessdes da mesma thesouraria boje 50 ao
moiodio.
Societaria da thesouraria das rendas provinciaes de
Pernambuco, 28 de junho de 1845 O secretario ,
Lu da Coila Purlocarreiro.
= O lllm. Sr. inspector da thesouiaria das renda-
provinciaes manda fa/er publico, que emvirtudedu
ordem do Kxm. Sr. vice-piesidunte da provincia, de 27
do corrente. ira novamente a praca, para ser arrematado
a lut'in mais dor, nn dia 4 de julbo prximo futuro, o
arrendumenlo do jardim botnico de (Jlindu sol s no-
vas ciinilu-o s abono transcriptas devendo o dito ar-
renameiilo durar do da da posse do rendeiro at 30 de
setembro do 1848.
Os licitantes compareci na sala dassesses da the-
souraria no indicado oa, 4 de julbo futuro, ao meio da,
devidade habilitados.
10= O administrador da recebedoria do rendas nter
as geraes convida as pessoas, que quizerem se encar-
regar da venda das cartas de jogar, no municipio desta
cidade, e noannofinanceiro prximo futuro, de con-
forlindado coni os artigos 53, 51 e 55 do regulamento
de 26 de abril de 1844,a comparecerem em dita repar-
tilo todos os dias uteis at 20 do corrento. Recobedo-
ria. 9dejunno de 1845. Francisco Xavi.r (aval-
dos (todos tio cobardes como elle) foi tambem ar-
mado do faca o pistolas, que, vendo-so aos fogueles, as
deilou no rio; masseu patrio (com toda a ra/ao Ib'o (ez
pagar as pistolas por scu justo valor, c a faca com mui-
(9s juncadas J; mas, renda gracas ao manso cordeiro,
pprque, desarmado como foi, cmlcnlou-se com a ver-
gunha, o cobarda de seu adversario asssssino.
O Viandante.
Joio da Silva Braga faz scientc ao publico, que
Joao Raimundo Tcxcira deixuu do ser seu caiieiro,
desdo o dia 28 de junho.
Quem anuunciou no Diario de sabbado 28 do
corrente, n. 140, querer lugar duascanoas d'a.oa ,
dirijs-sc atraz dos Martyrios, n. 66, quo se far lodo
o negocio.
1= Prtcisa-se de400,000 rs. a premio, sobre hy-
polheca do um sitio, livre c desembaracado ; tambem
precisa-so d'tnn moruno liraseiro, ou Portuguez, que
sirva para alguns mandados; o quom annunciou no
Diario de sabbado querer dar 500,000 rs. a uros, pa-
ra bypothoca d'algum predio, procuro no atierro da
Boa-Vista, n. 63 ; o tambem so aluga um primeiroou
segundo andar da mesma casa, quo lem rento pora o
no do Capibarib:-, c entrada no atierro da Boa- Visla,
honi para pouca familia, e muito fresco. 10
LOTERA oguadellpe.
II- ja muito diminuto o resto dos buhles dispersos
pelas mos dos vendedores ; mas, reunidos todos estes
restos, anda lazan um olor, que a irmandado nio
pode arriscar. Acabem-so boje estes r correi improlerivclmente as rodas.
Roga-se ao Sr. Jos Luiz do Gardel, ounves
italiano, untos do sahirdaqu, de pagar a quantiu de
60.000 rs. que est devendo na ruu das Flores, n.
18 ; e nao ofazendo, ver denotar-fe sua vida escanda-
losa de v el hoto.
Os abaixo nssignados fazcm scienle ao publico,
que umingos Correia do Reiendn Reg, doixou de sor
seu caixero desde hoje. Recife, 29 do junho de 1845.
Guerra, Silva e Companhia.
1= Avisa se a un corto Sr. morador na ra das
Cinco-Puntas, (alludor de profissio,- j bem ronhecido
pela visinbanca queira deixar-so do andar lovantando
suas costumadas c iluminas a um raixeiro da podara
da mesma ra, n. 63 ; advcrliudolhe, que, so conti-
nuar, vel o seu nonio por extenso ueste Diario, pora
provar ludo quanlo tem dito do mosmo caixero. 7
Jos Mara lionralvcs llamos lem
a satisfar o de anouuciar ao respeitave]
mas
Cautellas contra as fals-
ficacoes.
Constando a Mechn ck C. que em al-
lojas desla cidade se vende um
rap com a falsa denominado de BAPK'
A MEA PKKTA e com astuciosa imita-
cao, nao s dos boles, rtulos e sellos de
sua lubrica, como do proprio nome dos
annnncUtntes, fazcm scieote aos scus
fregueses e ao publico, que, em resguar-
do de sua proprictlade e dos scus direi-
los, lodos os boles e mcos botes de seu
rap levao por extenso a firma dos an-
nunciantes Mf.ibon &C : e rogfio a scus
nao confunda 'sua firma com
iis Domes de Maurfto & C. Muibom
Se C, ckc. &c, inventados para Iludir
o publico por este meio, digno de seus
autores. I'orlanto quubpier oulro rap
que se aprsente debatxo da denominadlo
de RAP A HE A 1M.ETA he urna fal-
sificarlo dos prodtictns da fabrica de
IMeron (k C, inventores, e nicos pro-
prietarios das fabricas de nAI'L' AHEA
PRETA, tanto no Ro de Janeiro, como
na Ballia e nesla provincia ; e rogo aos
>rs compradores, e com especialidade
aos do interior da provincia ( para onde
consta aos anniincianles lerem-se feito
grandes reinessas ) se acautellem contra a
laude, pois nao
canti de Albuquerque.
[9
Avisos maiilinios.
1= Para o Rio de Janeiro segu com brevidadea
barca brasilera Firmeza, capilio Narciso Jos de San-
la Anna: para carga, passageiros, e escravos arele,
(rala-se com Gaudino Agoslinho do Uarros, pracinha
do Corpo Sanio, n. 06. o
4Para a Baha sabiri em pouco- dias a sumaca na-
cional Sania Anna ; q.uem na mesma quizer carregar,
ou ir de passagem, dirija-sea Novaes&C, na ra do
Trapiche n. 34. 4
2 Para Lisboa segu viagom com toda a brevidado,
por ter j parte do seu carregamento prompto, o bom
conecido e acreditado bngue porluguez/,/-' de que be capilio Antonio Joaquim lo iribes : quem
nomesmo quizer carregar, ou ir de passagem, dirja-
se ao referido capilio, na |ii(,'.'i do t.oiniiiori. io, ou aos
seus consignatarios. O
2 Para a Haba segu viagem com muita brevida
de o hiato nacional S. Jote, novo, de primeira viagem,
e muito bom do vela : gar, ou ir de passagem, dirija-sea Manoel Ignacio de
Uliveira, na ra do Apollo, n. 18. 5
2 Para o Aracaiy sai impretcrivelmenle.no dia 3
de julho. o bem conhecido paUcho LaurenUna Uiait-
leira ; para passageiros Irata-so com o capilio do mes-
mo, Antonio Germano das Neves, ou com seu proprie
lario J.ouicnto Jos das Nev, na ra dos Cruzos, nu-
mero 64.
Legues.
1= O correlor Uliveira convida a seus bons trege-
les para comparecerem no primeiro andar da sua casa,
quarla foira 2 do corrente, s 10 horas da manha,
(ini de Ibes apresentar a venda, e por lodo o preco, um
lindo sorlimcnto de lazendas. 5
\^2 L'ilio, que faz o correlor Uliveiro, de varieda
de do fazendas limpas o avariadas, consistindo em cha-
les pretos, o brancos, vestidos bordados, leucos o man-
tas, tudo do fil, bicos o rendas brancas e pretal, lan-
o de algodio cmodo linho puro luvas para honorn,
romeiras objeclos de fil" bordados para altares cha
peos de seda para hornero &c. ; assim como de gran-
de porcio de tinta a oleo do varias cualidades, sendo
ditos artigos provenientes do carregamento da barca
francezi/ Ucean; osquaesseruo vendidos em prosenca
do Sr. Cnsul da Franca por corita e lisco de quem
pertencer : teri,a feira primeiro de Julbo as 10 iio-
ras da manhia no armazem dos Srs Avrial l'rerc ,
ra da Cruz. '
\isos diversos.
O CLAMOR PUr.LICO
Sabio o n. 19, eacha se a venda na praca da Inde-
pendencia livraria n. 6 e 8.
1= Lopes de Barros, pintor, e retratista, chegado
re.-enlmenle da curie, e residente nesla cidade, roa do
(ueimado, n. 14, prim iro andar, oflerece o seu pres-
umo na arte (|uo prolessa is pessoas que delle se qui
zoroin ulilisar, mediante r.zoavel letribuirio ; para o
que o podero procurar a qualqucr bora da inanbaa ('
annunciante dar, do primeiro do julho em dianle, todos
os das uteis, na sua residencia, das 9 al as laboras
da manhia, um curso do dcsenbo creio, e pintura a
aquarella e a oleo.a razio de urna mensalidade de 2,000
rs. por cada discpulo. II
No dia 0 do corrento, certo Hercules da ra No
va desaliou um manso cordeiro, pora no dia 'li so a-
eba em Santo Amaro, tanto um como oulro desarma
dos para ahi deslindarem sua polmica ao usoinjlez,
mas o tal valentio Hercules sempre leve seu recoio, por-
que, Dio contente em levar cinco guarda-costas arou-
Ipublico, e especialmente a seus amigos e
coniecidos, tanto dota piae>i, como de
dentro e de l'ra da provincia, que el-
le acaba de abrir lima nova botica e casa
de diogas em ra larga do Rosauo
n. 12, junto ao quailel de i oficia ( en-
liga roa dos Qaarteis). O nnuiinciaute
protesta, no desempenbo de seus deve*
res, preencher iielmente a expcctacDo do
respeitavel publico.
2= O abaixo assignado, liquidatario das dividas da
estincta firma de J. A. M Bastos & C", nao s da
melado do ditas divi las, que Ihe perlenccm, como
tambem cncarregodo pelos credocs do dita oxiincla fir-
ma para receber a outra melado quo aos mesmos per-
tence, tendo encarregado a Lucio Ignacio de Alhajde,
desla liquidaco, como ja tez publico pelo Diario de
Pernambuco e tendo este adalo mmensas duvidas da
parto dos deveJores, uos com o frivolo pretcilo dcle-
rem pago, som quo apresentcm recibo ; outrosdi/en-
do, que toem enconlros a lazer com o cx-socio da dito
extincta firma ; e outros, eiiifim don.orondo anda mais
ditos jiagament< s.
U abaixo assignado, pelo presento declara, que, da
dala do piesente a 15 das ern dianle, dar ordem a di-
to seu encarregado para cobrar judicialmente de lodos
uquelles, (|uo nao tiverem pago em dilo prazo : decla-
rando mais, i|U" nio seru levada em conta qualquer
quantia quo nao seja entregue a pessoa uutorisada pelo
abaixo assignado, nico autorsai o para dila liquidaoao.
E para quo pessoa alguma se chime a ignorancia, faz o
presente annuncio lucilo. 98 de junho de 1845.
Jti Antonio de Magalhet Raitot. 23
2 Pretende-so comprar a cas:, n. 4, do boceo do
Calahouco, peitenccnto a l'horesa Mara de Jc?us :
|uom so julgar com direito mesma casa por qual
quer titulo, emienda se com Miguel Joaquim da Cosa,
ra da ^eiwolla Nova, n, 4, notes 3 dias. (5
2 Alugo-sc duas canoas do o nlu/ir aj>oa, pa-
gando-so oalugutl mensalnicntc ; quem as liver on-
nuneie para se as ir ver, o trotar do ajuste. (3
2Aluga-sc um prelu moco o possante para socar
assucar ou oulro qualquer servico, pos que he bom ca-
noeiro, sondo o aluguel pago mensalmcnle ; em ('lin-
da, rua do li.ildo, casa torrea n. -i. (4
3 Na noite do dia 8 do corrento furtirio do sitio
do Pina, districto da Boa-Viagom, um quartio casta-
nho, novo, tendo urna lerida pequea na ...rucn, e
no quarto direilo o ferro .\l travessio C : quem o pe-
gar, ou dello livor noticia, dirija-se i rua Imperial.
n. 6~>, quo sera recompensado. 6
3= Nsaliaivo assignados, rendeirns dos trapo h s
denominados //nae/o,Allandega-\ elliu,Pelourinho,No-
vo e Compcnhia, fazenios publico, que do prin.eiro de
julho do corrente onno ero diante,cobraremos mil rs.de
peso de urna coixa com assucar, e du/.untos o quorenla
r. pela descarga. Itecile em 27 de junho de 1845 -
Fianciico Fernandei Thomaz, Jote francuco Ittbei-
ro de Souza, Antonio Coelho de Mello, Francisco
Magito da Costa Guimardes. 9
3 PerdCrao-se, do Recife al a Ba Vista, qualro
voltas de conlinhas do Itio de Janeiro, e urna cruz pe-
quena : quem as achar, o quizer restituir, queira f /<<
o favor levar a ru i d > Kncantamoi.to, n. 3, quesera
recompensado, levando ao recolhimcnto da Gloria. 5
3 Pretende-se negociir a casa terrea sita no nair-
ro da lio.i \ isla becco do Veras n. 12; quem se jul-
gar com direilo a mesma cos queira declarar no pra-
zo de 8 dias da dala deste. 2
5 Deseja-se lallar com o Sr. Lu' Baptista Fins a
negocio de scu particular inloressc e que veio para
e>ta pruvincia ha 6 annos o he natural de Setubol ;
na rua das Larangeiras n. 18. 4
3 Joao Antonio Gomes Guimaries relira-se para
fura do imperio 2
trocao, c ncm se res-
|io:;saljilisao pela rpialidadc dos botes que
nao tenhao a sua linna. O preco he de
isooo ris a libra, e nao se vende menos
de 5 libras. MEUKO% & C.
1 ilos Ireguezes do bom e barato.
Joio Lubet, com luja de chapeos de sol, desda e
panninho estabelecido na rua do Passeio ao p do arco
de S. Antonio, fa/. ver, quo lem um completo sortimen-
lo de chapeos de sol do variados goslos, lano em seda,
como empanninhose liOBsarmaoocs.por commodos pre-
tos ; hssim como os laz e os cobre a contento dos seus
froguozes, o tambem vende as lazendas, ludo por me-
nos que outro qualquer: os prelendentes pdom diri-
girse ao mencionado lugar, quo so 1 ti es prometi irem
satisfeilos. 10
12 LOTERA DO THEATRUPL'PLICO.
= O thesoureiro desla lotera, disposto a empenhar
todos os esfuroos para augmentar o crdito do que
sempre ella goscu, pela regulandade de sua extraccao ,
declara que os bilhetesda segunda parte da 16.* lotera,
cujas rodas devem ter andamento muito brevemente, se
achio a venda nicamente no bairro de S. Antonio ,
na botica do Sr. Joio Moreira na rua do Cabug i
na ni i ilo Oueimado loja do mosmo thesoureiro, n.
39 ; e na rua da Cadoia do Recife loja de cambio do
Sr. Viera. 10
3 Arrenda-se i propriedade Chacn a mr-
gem do rio Capibaribo, defronte do engeoho Cordei-
ro com duas casas para bobitacio, sendo urna dolas
nova, o com muitos commodos, com boas senzallas, em
numero do dezaseis, que sio outras tantas casas, que
so podom alugar no lempo de verio; com tres grandes
boixas muito frescas, para plantario do capim, ou can-
oa, ou outra qualquer; com bastante Ierra mais ella,
n niargcm do rio c outros commodidades; arrenda-
se por (res anuos, c quem a pictender, dirija -so casa
do advogado Jos Narciso Camello. ll
1 tap vinagrinho.
lisio superior rapo torna invsriavel a sua qualidade
por nao m >far, nem seccar; nio fere o nariz, nem pro-
du/ irniai.oes veiiigiiiosi's, porque a sua coroposicio he
a mais simples possivel. A geral eslima quo tem tido
este rap pelos apreciadores de urna boa pitada, e a ap-
provaoao quo a respeitavel sociedade de medicina Ibe
concidoo rematad o seu mais completo elogio.
Novas Tornadas d'eslcexcellenterap,com acor mu
oscura, se achio a venda nos depsitos da rua da Ca-
doia do Recife, n 50. prava da Independencia n. 28,
Aterro da Boa-visla n. 10, e Atierro dos Afogadoi n.
200, aonde se vende o 1;('('() rs., a libra, de 5 libras
para cima O embrulbo deste rap he azul, e os rtu-
los brancos. IS
5- Aluga so o primeiro andar da casa da roa do
Quoimado n. 14, com bastantes commodos, cozinha
lora acabado de pintar o preparar, ha poucos dias :
a tratar no segundo andar da mesma casa. 4
3 llernardino de Sena faz sciente ao respei-
tavel publico e mu principalmente a quem convier, que
te n de relirar-se para lora da provincia : e quem so
|ulgur seu eredor queira apresentar suas contas no pra-
zo do 8 das para sercm pagas na rua Dircita n 5. ($
HU1TO IMPORTANTE PARA O POYO DE PERNAMBUCO
lie espantoso o numero Jos nossos seiiiclliantcs,
que cada anuo succuinbe molestias que, se fdssem
(ra.ni.is simplesiiionie seriao anda vivos! Entre nos
oslas molestias sao goraliiieiito a phthvsioa catbarroS ,
ndigoslao d_rs|)e|>sia apoplcxia febeos de toda a
especie assim" como inlt'i niiltentes, bilis, escarlatina,
gotta molestia do ligado pleuresi iullaiiimaroes ,
paralisia, hvdiopesia, becbigas, sarampo, lombrigas,
disenteria eryalpelas incbauos do pos c pernas,
lieinoi i liool.i-, lora as molestias de senhoras.
Militas deslas molestias sao radicalmente curadas e
lodas aliviadas com aquella celebre medicina popular
do l)r. Suell c as pilotas vegotaes do l)r. Brandretli.
Ilecoiiiiiiondainos a todos os doentes pois nao ra
quer resguardo alguui. Ka Inglaterra c nos Estados
I linios estas pitilla-, tein sido o nico remedio do irt1
(as lamillas por longo lempo, tirando sempre o desej.v
do lint, rostabolecondo a sade.
Ka corte e as provincias tcm urnaextraocao enorme,
e sao reccitadas por muitos dos mediros mais habis do
Brasil.
Acaba de chrgar urna nova porcao destas nvalna-
vois pilulas, aos nicos agentes para Pernambuco J.
Keller ScC. c vendem-se nicamente por autorisaco dos
ditos agentes, na botica franceza dos Sis. Saissct S C.
na rua da Cruz n. 2*2, ao preco de 1/000 rs. cada caixinha
de ambas as qualidades, atlvci tiinio-se ao publico que
as iiiiit as verdadeiras pilulas vegotaes sao eiiibrulbadas
no seu i eceiiiiai io, fechado com o sello em lacre prcto
dos nicos agentes pelo Brasil no Rio de Janeiro.



^5
4-
Quem precisar de um repuz Rrasileiro, para cat-
xeiro de mu, ou do qualquer esta beleei ment, o quU
dn li u r ,i gua conduela dirija so u pra<,'a i.a Uoa-
Visla n 6 ou ar.nuncie por esta lolha.
A pessoa que mandou uns bronzes aronipa -
nhados de uin molde para fundir, dirija-se a ra deS
Amaro n. i. bairro de S .-lntimio
Joaqun) Lopes Raymundodo llilbar comprou 1
bilbele du n 1265, e 1 meio dito do l>09 lodos da pri
meira parle da terceira lotera de N. S. de Guadolupc
da cidadede ('linda.
Koga-sc a pessoa. que lirou do corroio um mr
ta para Francisco Moreira Das vinda de Lisboa no
bngue7'/is Destino de entregar na ra das Laran-
geiras, casa do Sr. Claudio Dubcux, ou sununcie pa-
ra ser procurado.
= Prccisa-sc de tima ama secca, para co/.inbar, en-
gentmar o la/rr o mais servico interior do urna casa
capaz ; na ra larga do lio/ano venda n. 33.
l=Prccisa-scdo ma ama de leite ; na ra do Ca
btigi, luja quo foi do Sr. Banleira.
1 l'rocisa-sedo urna ama, que aaiba engommar, e
cozinhar para pouca familia ; na ra do Crespo
n. 11 3
1= l)-se dinbeiro o premio sobre ouro transelim
n relogios de algibeira em segunda mo o quo sejo
ni Jemos, o prata : na ra das Flores n. 18. 3
1 Furtrao um ponleiro de ouro, liso volteado a
maneira de paraluso em um cordao de ouro, grosso,
que lera urna vara pouco mais ou menos: a quetn for
i II : 11 por venda oj einpcnho tenba u liunda-
de de levar a ra Uircila n. 82, primeiro andar que
ser bem recompensado. 6
l=Anlonio Fernandcs Eiras retira-:c pora fura do
imperio. 2
2 Aluga se o terceiro andar do sobrado da ra do
Qucimado n. 9 : a tratar na loja do mestno sobrado. (2
2 Aluga se, na ra do Amorim, todo o faqueiro :
a tratar na ra do Queimad >, loja n. 9. 2
2= D-sc dinbeiro a premio com penbores de ouro.
mesmo em pequeas quantias ; na ra do Rangel n. 3,
primeiro andar 3
2= Aluga se um sobrado de um andar esotao, mui-
to proprio para pequea familia o al;uns cscravos ,
por preco muilo cointnodo : na ra da l'raia n. 74. 5
'l A pessoa, que annunciou.no Diario n. 135, ter
para vend r 15 coritos de ris mais ou menos em di
vidas cobraveis dirija-se a ra do Pocinho, casa n.
d, de Cactano I lieodoro Antunes Villaca 4
2 Furtrao,da casa da esi|uina do becco do Peixe-
Frilo um papagaio na vespera do S. Joao; e como se
s: lio quem lie roga se ti. ja de o mandar entregar para
livrar-se de queslei judicims o piomcle-se guardar
sejrcdo. 5
2 Sur. Domingos Ferreira Maia quoira procu
ror urna cafta, vinda da Parahiha em im.o do J. J.
Tasso Jnior. 3
2 O Sr. fos Pcriira Gomes tenba a bondade do
apparecer em casa Jo Novaes & Compaiibia na ra do
Trapicbe n, 34, a negocio que iba dii respoito. 5
2= Aluga-so o segundo ndr da casa da ra do
Amorim n. 14 no Rccile ; a tratar na ra do Quei-
2 Da-ie um ordenado de 200,000 rs. annuaes,
pagos em quartol, na thesouraria provincial, pelo lu-
guel d'uuia casa terrea, ou sobrado d'um andar, no
murro de Santo Antonio, por lempo certo, e conven-
cionado, dand.i-se 20 por cento, sobre o preco do alu-
guel, pela demora que possa haver no recebimento do
dito ordenado ; dando-se tambem toda a seguranca por
qualquer incidente que baja de nao se receber^ quando
bouver de se pagar na thesouraria. A quem convier
este negocio, dirija-so u ra de llortas, n. 28, obrado
d'um andar. 11
2 Aluga se una casa terrea, com bons eommo-
dos, tem quintal, e cacimba, edificada na tiavessa do
Marisco : trata-s no sobrado da esquina do l.ivramen-
to, n. 1, com o Burgos Ponce de Len. (4
mallo n I i, nm-lo andar
a

Noio baveod rounio o nuiuei.i engi o |.ilos es-
tatutos para formar assemblea goral convocada para o
dia 2." do correnlo a rommiso administruliva de
novo convoca a assemblea peral para o dia primeiro de
Jullio prximo declarando, ein observancia do art
17. qu o objeelo da convocaciii he a reforma dos is-
tatuloi em vigor prosposla por um do seus membros.
A gesfSo ser aberta as 5 horaa da tarde 8
3 Precisa-sc de um boinein idoso que saiba per-
feitamenle grammalica portuguezn, latina e franceza
cnlcnda do toda a qualidade do escripturacBo e tenba
boa conducta para ensinar meninos e sirva de cs-
crevenle em um enpenho distante dcsta ridade : adver-
to-se que, se lor padr melbor ser, em razio de haver
urna capellana para se Iho dar ; os prelendentes an
nunciem suas moradas para serem procurados ou di
Compras.
2 Compra-so urna papeleira enliga de Jacaranda ,
ou de oulra qualquer madeira ; na ra do Queimado
n. 29.
3 Compra-so um candido na ra do Crespo
i. !. 2
5ComprAo-se dous escravos um pedreiio e ou-
tro carpina para urna i ncommenda do Rio de Janei-
ro ', pago- so bem ; na ra do Collegio armazem
n. 19. 4
2- Compr3o-se urnas laboadinhas requisitas. que
estejo em bom uso ; na ra Direita deposito de as-
sucar n. 54. 3
2= Compr8o-se dous prelos ofliciaes de carpintei-
ro o pedreiro ; na ra da Senialla-Vclba n. 110, pri-
meiro andar. 3
2 Compro se pennas de ema por bom preco :
as (lineo-l'ontiis n 71. 2
Compra se um burro que seja bonito e tenba
bons andares ou nacho que seja proprio de viagem;
na ra da Cruz no Kecife n. 63, achara com quem
tratar. ,
i Compr8o-se garrafas o botijas vasisi e lim-
pas; na ra larga do Rosario venda n. 33 2
Vendas.
rijo-so a ra da Boa-llora em Olinda n. 6.
8
3= Aluga-se um preto muilo fiel cproprio para to-
do o servico ; na ra Direita n. 43. 2
3 Precisa-sc arrendar um sitio que seja perto da
praca e tenha pasto para 10 a 12 vacias, papa-so bem:
quem livor annuncie para se tratar do ajuste. 3
5 Precisa-se de um caixeiro para um boliquim c
de um moleque para alugar : na ra do Queimado
n. 29.
3 Aluga-so um preto possante c moco proprio
para todo e qualquer servico por mez ou semana
na ra das Flores n. 21.
5 MUTA ATTENCAO.!
O abaixo assignado tem a distmeta honra de annun-
ciaraorespeitavel publico desla cidade. o sos habitan-
tes em geral da provincia de Pernambuco. que acal a
de Ihe chegar de Boslon, pelo biate americano Maco-
mul, entrado no corrente mez do junho, umcaixoto
com caixinhas de pilulas vegetaes do Dr. Brandrctb.
O mesmo abaixo assignado ufana-se do aflirmar, que
s3o as nicas, e verdadeiras pilulas vegetacs, que exis
tem nesta praca.do seu proprio autor, e est< prompto
para apresentar a sua veracidade a quem quer que fr
por quanto o mencionado doutor Brnndrolh o autorisou
emum diploma, legalisado pelo cnsul brasileiro d'a-
quella cidade, para ser o seu agente ni sta provincia.
(Js prelendentes nirijlo se a sua botica na ra da (la-
deia do Recite n. 7>GVicente los de friio. Ifj
2 A viuva 1). Theresa Goncalves de Jezus Azeve-
do, como cibeca do casal, e tulora de seus filhos me-
nores, participa s pcssoas.que tiverem negocios com a sua
casa, quo ella est constituida com suflicicnto autorisa-
co para continuar-no pirodamesma sua cosa, at
terininacio do intentarlo do seu casal ; assim como que
tem aulorisado afls seuscaixeiros Manoel Lu- da Vei-
ga Jnior, e Joao da Cunta Noves, para continuaren!
as suas cobrancas. (9
2 D8o-se 600,000 rs. sobre hypothcea em algn,
sitio perto da praa, que tenha casa de vivend. e ar-
mados de Iructos, ficundo os juros oodnheiro pelo
arrendamento do sitio : procure na ra do (Miniado,
loja n. 57. (5
3 Vendem-so diccionirios do Constancio, fran-
cez e portuguez, o portuguez o Irancez em dous olu
mes por prcoo commodo ; na cu* do "^rarteis
n. 24. +
3 Vende-seagoa a 30 rs. o caneco no tanque
do Atterro da Boa-vista ; a qual esta sumprc multo
Iresca porestarem as canoas eflectivaaiento em um
grande sombro. 3
:i \ende-so um soplni de Jacaranda, um guarda-
lonca de ama'cllo cnvidracado ; um serimonibl mo-
derno da provincia da Arrabida segundo o rito roma
no ; as (.lineo-Ponas n. 160, se dir quem vende. (4
7 Vendoin-se coitos de cassa-chilas de padrOes
novos, com lislras e llores, sssenlos de lodas as cores,
muilo largas e cures fixas pelo baralo preco de 2000
rs. dita em vara a 400 rs. dita transparente de to-
das as cores a 2500 rs o corte dita em vara a 489 rs.,
finissimos corle de quadros o de listras a 4200 rs. ,
iiqui.simos riscados de padres muilo modernos e de
quadros o lislras do cores fitas a 240 rs o covado chi-
tas francesas omuius muilo largas a 260 rs. o covado ,
ditas do 4 palmos ite largura com lislras e qu dros de
a-e i. lo iscuro, e cores litas a 320 rs. o covado, al
godo metalado muito largo proprio para escravos o
240 rs. o covado dito u/ul de qubdros e lislras a 240
rs -o covado, brim trancado escuro e cor de ganga lo-
do de puio linlio, pelo baralo preco de 700 is. a vara,
dito bramo u 880 rs. dito do superior qualidade a
1280 is., ditos francezes do quadros, muilo encorpados
a 320 rs. o covado dito a llO rs. cassa lisa muilo
larga a 400 rs avara, dila de quadros e listras a 360
's lencos de cambraia de quadros muito grandes a
320 rs. dito ue ganga de l> das as cores a 520 rs.,
ni las pura ironinoe meninos a 200 rs ditas i retas
para bomcm a 160 rs. luvos brancas do algodo a
200 rs. petas ue moi'apolo enleslaio muito lino a
5800 rs. mantas de linbo grandes a 3000 rs. chales
de lia adamascados muito grandes a 22.|(> rs., chitas
de cubera, de cotes Ihosa 160 rs o covado e oulras
muitas la.cnd. s por barato preco ; na ra do Crespo ,
loja n. 14, de Jos Francisco Das. 26
ti Yende-se urna casa terrea de pedra e cal, sita
na ra de S. Miguel n. 70, na povoaco dos Afoga-
dos em chaos proprios oilocs meieiros, cacimba, c
quintal murado; a tratar na ra alraz da matriz da
Boa-Vista sobrado n. 11 5
6 Vende-se muito superior tinta de escreverem
pequeos boioc> a 120 e a 160 rs.; no paleo do Car mo
n. 22
4= Vende-se um cronometro novo ebegado lti-
mamente de Liverpool ; na ra da Cruz n 13 pri
meiro andar casa de Ridgway Jamisun & Compa-
nbia. 4
4 Vendem-se duas moradas de casas terreas no
Alterrodos Alegados ns. 223 e 225 ; oulra na ra
das Lsrangeiras, de um andar p. 4 ; e um terreno na
Passagem da Magdalena defronto do Cajuoiro ; a
tratar na ra das Larangeiras n. 18. 5
i=- Yende-se um preio crioulo bom Irabalbador
de cntada proprio para o servico de campo; na ra
da Aurora n. 4. 3
3 Vende-se um preto moco proprio para qual-
quer servico e mesmo de campo : na ra da Cadeia di
S. Antonio n. 25. 5
3Vende-se urna carrofa com seus pertcners ; na
praca da Independencia n. 18, loja do Meroz 2
5 Vendem-se 1 2 escravos sendo una prela en
goinri.adoira coznboirao cose bem de idade de 20
annos, de iiuinia lir na ; 5 negrinhas do 12 a 16 ali-
os com habilidades e de boas liguras ; urna pela
parida de 2 me/os ; 3 prelos moc,os, de boas figuras ;
urna prcla de meia idade boa cozinbcira ; um mole-
que muilo lindo, de 10 annos; na ra das Flores
n.2l 7
:_Veiuleiii-se 3 focas de pona apparolhsdas de
prata sendo obra de multo bom gosto, 'citas em Pas-
mado ; na ra do Livramenlo, loja de miudezas
n.14. 4
3Vende-se urna venda com os fundos que agra-
darem aocomprador dando-se um pruzo suficiente, e
sendo a moeda, um ventajoso rebate; a tratar no largo
deN. S. do Terco n. 11. 4
2=Vende-se urna prela moca quitandeira per-
toncente a urna pessoa que se retira ; na ra da Sen-
zalla- Velha n. 110, primeiro andar. 3
2= Vende-se urna rede de pescar, nova da pri-
meira tinta, por muito commodo preco, malba de
cmara o ; no Coelho n. 5. 3
2Cootinua-se vender agoa de tingir os cabellos:
na ra do Queimado ns. 31 e 33. 2
2 Vende se palha de carnauba ; na ra da Cruz
n. 64. ^ 2
2 Vende-se urna mobilia com pouco uso (oda
de jaearanda feita pelo marcineiro Joio Bsptista ,
conlendo 20 cadeirss, um sapb duas bancas cober-
te* *e pedra mormoro e urna banca redonda da meio
de sala tambem coberta da mesma pedra ; a fallar com
oSr. Manoel Jos Vieira, na loja de cambio da ra
da Cadeia. 7
2Vendem-se as admiraveis navalbas de seo ** Chi
na, que teem a vantagem de cortar o cabello tem oflen-
sa da petas, eixando a cara parecendo estar na sua
brilbanla mocidade : ette ac tem exclusivamente da
(lliina eso nelle Irabalbio dous dos melhores e mais
ablusados eutelleiros da nunca escedida e rica cidade
de Pekim capital do imperio da ChinaAutor Shore.
N. B. He reeommendado o uto destas natalhas
maratilhosaj, por todas as sociedades das sciencias me-
dico-cirurgicas tanto da Europa como d'America ,
Asia e frica nao s para provenir as molestias da
cutis, mas lambem como um meio cosmtico: vendem-
se nicamente na ra do Cretpo loja o. 8, de Cam-
pos & Maia. 12
2=Vendem-se charutos de regala muito superiores,
cliegados ltimamente da Babia pela sumaca 5. Anna ;
em casa de Notaes & Compaohia na ra do Trapi-
chen. 34. *
2 Fernando Jos Brsguez, ao p do arco da Con-
ceicao, tem para tender sarca-parrilba e colla da
Babia em aaccas por proco commodo. 3
2 Vende-se sal do Astil. em pequeas e grandes
porgues ; na ra das Cinco Ponas n. 82. 2
2 Vende-se a propriedade denominada Sitio
dos Coqueiros em Behiribe-de-Baixo, terrea pro-
prias, com muita extensfio para trabaIharem6 captivos,
mu extenso cercado para conservar 6 ou 8 taccas de
leite com mais de dous mil ps de coqueiros mallas
e n.uitas oulras arvores de fruto mangueiras da ilba
de liamarac jaqueirase oulros arvoredos; e as tr-
ras produzem mandioca que admira, e tendo ptima
baixa paracapim ; a tratar com seu proprietano na
ra da Florentina n. 16. 8
2 Vende-se um escravo de naci sadio de boa
estatura bom pesesdor canoeiro e perito padeiro:
na ra da Cadeia do Recife n. 40. 3
2 Vende-se urna escrava de afio de bonita G-
gura robusta e possante para todo o servico princi-
palmente para enxada por ter tido muito uso; em
Olinda ruado Balde casa terrea n. 24. 3
2 \ en le-se una canoa grande abarla propria
para conduzir lijlos, ou para atierro ; na ra de Apol-
lo tanque de agoa da esquina que volts para o l'or-
to-das-Canas, n. 30. 4
2 Cera airada.
- Vende-te em caixas de 180 libias cada ama, sor-
tidss desde duas at 16 em libra ; na ruada Semalla-
Vclba armazem n 110. 4
2Vende te o bom o afamado loucinliod Minas, a
180 rs. a libra ; delronte da ribeira da Boa-Vista
n 58. 3
2 Bom gusto !
= \ endtin-se muito boat o superioret per..las da
India, iguaesnacor e lamanho proprias para or-
nato do senhora conforme o bom gosto ; duat ricas
colchas tambem da India bordadas do retroz, assim
como ricas salvas de prala ltimamente ebegadas do
Porto obra muito bem trabalhada ; na ra da Gadeia
do Recife casa de cambio n. 24. 8
2 Vende se urna cabra (bicho) com duas clies,
e com muito bom leite por preco commodo ; na ra
da Conceioo oa Boa-vista n 8. 3
2Vende-se ou aluga-sa urna canoa de conduzir
agoa, poraluguel de 10/rs. mensaes.e por venda,a vis-
ta dola s>- lar ii preco ; na ra da Concordia n. 15. (3
3 \ende-se, paro (ora da provincia ,*una linda
nepi uilia ptima para mucama de urna casa de 14
a 15 annos de idade de nacao Angola, ongbmma li-
so ens boa e determina bem 8 urna casa ; na ra
do Queimado n. 32,primeiro andar, 5
13Vende-se urna casa de um andar, com grande
quintal e cacimba em chios proprios, sita na ra das
I lincheiras ; duas casas terreas na ra do Padre Flo-
rianno com cacimba meieira ; e um palonquim ac
bado de novo, que anda nao servio ; na ra da
Cadeia do Becile n. 25. 6
1 = Vende-te um bonito moleque de 16 anuos, pro
prio para pagem, ou cilicio ; duas pretas de boas figu-
ras por commodo preco ; um preto muilo reforcado,
de20 annos, proprio para armazem de assucar ou
campo ; na ra Direita n. 81. 5
1 \ ende-se urna escrava moca de bonita figura,
engommadeira e coiinbeira refina assucar, cose
cbo e lava bem de sabio e he muito babil para
todo o mais servido: na ra do Vigario n. 19 4
1= Vende-se 1 sobrado de 1 andar o dous solios,
em cbSos proprios, ha pouco acabado ; na ra estreita
do Roztrio n. 10, lerceiro andar. 3
)=> Vendem-se 4 escravas de nac,io de bonitas
figuras, proprias para lodo o servico, e mesmo para
quitndonos ; urna dita de oac,io, de 26 annos,
eo/intia e lava de sabio e lie muito diligente para
todo o seivi(,-o ; urna molecota de naci Angola de 16
annos com varias habilidades; um moleque de 18 an-
nos proprio para pagem; naiua das Cruzes n. 41,
M'gundo andar. 8
1 Vende se uuia prela do genliode Angola de
idade de 35 annos, lava do sabio e varrella, e be qui-
tandeira ; em Fura de-Portas, ruado Pilar o. 102 (3
1= Vende se tcucinbo a 100 rs. a libra e em por-
cto a 80 rs. ; na ra Direita, venda n. 23. 2
1 Charutos regala.
Na ra da Cadeia do Recife n. 46, ha sempre um
grande e esplendido sorlimento destes alunados -charu-
tos vindos recentemenle da Babia ; assim como gran-
de sortimecto de vinhos do Porto, Madeira, Xerry e
ago'ardenle de Franca ; tado se vende mais em conta
do que em outra qualquer parte. 6
- Vende-se urna casa de sobrado de um andar e so-
lio feita a moderna e muito boa na ra da Guia
o. 7 : a tratar na mesma ra n. S.
1_ Vende-seo Velbo e Novo Testamento, com
estampas finas com a sspliaacio de cada urna em 3
em folio por 26 h. : na praca da Independencia,
livraria ns. G e 8. 4
\l Vende se um carrinhode 4 roda, quasi novo,
com os arreios compet< ntes para dous cavallos, e um
dito de duas rodss, com os arreios pertencentes ; na
ra da Cadeia-Velha o. 16. 4
Vendem-se csixss de tartarugaverdeidara para rap,
por preco commodo ; gomma-laca, propria para (abr
cas de chapeos e dita superior para obras de marci-
neiro ; na ra da Crus armazem n. 48.
= Vendem-se duas commodas de amarello, duat
cadoiras de condur para meninas dos camas de
vento, urna estante para litroa, ludo por preco com-
modo ; e tambem urna tenda de marcineiro prompta de
um ludo que se, precita para dito estabeleciment e
os fundos nao excedem a 400/rs. ; vndese por nio
te querer mais continuar: na ra do Aragio o 33.
Vende-se urna escrava do 15 annos de idide co-
zinba e entaboa ; na ra do Sol n. 23, primeiro an-
dar.
Vende se um molecote do 19 annos de idade,
ptimo sapateiro : na ra da Sol n 23, primeiro an-
dar.
= Vende se urna escrava de elegante fisura de
20annos faz todo o servico de urna cata com muita
perfeico c assoio ; 6 ditas de naci, de idade de 18
a 25 annos proprits para lodo o servico ; urna parda
perfeita engommadeira ; um mulatinho de mui linda
figura, de idade de 18 annos, bom pagem e ptimo
copeiro ; um moleque de naci de idade de 13 an-
nos ; um escravo oticial de carpina ; um dito bom
carreiro ; dous ditos pecas para todo o servico i na ra
de Agoas Verdes n 46.
Vende te urna meia-agoa na ruada Prsia de S.
Jote n. 12: a tratar na ra do Fagumies n 56.
Vendem-se os seguintes pastaros: 2 bicudos 2
bigndes 3 curijs urna palativa 3 papa-capins,
l canario do reino un dito da trra um atulio ;
em Fra-de Portas n. 124.
Vende-se urna cssa terrea na ra de Xavier de
S. Rosa; 20 barra vasios, de azeite de peixe e dito doce
assim como mil e tantos cintres de boi; os chiflos ven-
de rn te por todo preco : em Olinda ra da Bica de S.
Pedro, a fallar na venda de Ant> Imo Jos Ferreira.
Vendem-se dous molequet de 18 annos, um sa-
pateiro e o outro canoeiro ; ao comprador se dir o
motivo da venda ; assim como urna canOa aberta de
carregar (amilia por prego commodo; na ra Nova
n. 57, das 6 as 9 da manba
<- Vendem-se os linos seguimos: os diccionarios
inglezes por Vieira., por 21* rs. ; Voltaire, por 3tf
rs. ; H recio, por2S's. ; Maiteni diroito natural,
por 4/ rs.; historia da Grecia por 1/ rs.; as carlss
familiares, por 800 rs. i na travessa das Cru'es n. 8.
Vendem-se velas de carnauba, de 6 e 7 em libra:
na ra do Rangel n. 52.
fia grande fabrica de licores do Atierro da Boa-
vista n. 26.
30Acba-se sempre grande sorlimento de todas as
qualidades de licores esde o mais lino at o ordina-
rio de 160 rs. a garrafa, assevera-te que ot licores imi-
tio perfeitamente aquellos que veem de Franca ; tam-
bem exilie grande sorlimento de genebra tanto em
botijas como em caadas ago'ardenle do reino, o do
Franca dita de ans espirito de 36 graos, charopet
de todas as qualidades para refrescos, dito feito da ver-
dedeira resina de angico, escolente para tedas as pes-
soas que padercm do peito; na mesma labrica se en-
earrega de qualquer encommenda de champes, licores
e ago'ardentos, tanto para a provincia, como para ex-
portacio;as amostras seactiao sempre francas aoscom-
pradores e os procos sao por menos do que em oulra
qualquer fabrica. 14
Vendem-se 6 Larris de mel; na
ra Nova, armazem de louca, n 44
Na botina nova da ra dos Quar-
teis, de Jos Mura GenColvea I amos, lia
um bom soi tmenlo dos melhoirs semeii-
tes de liorlalira, vinds prximamente
de Lisboa.
Escravos Fgidos
2= Fugio em Solembro do anno passado um escra-
vo de nome Jos dcneio lleca, estatura regular,
de idade de 25 annos magro ; letou alguma roupa de
estopa e no corpu camisa de riscado e calcas de brim
liso : quem o pegar, leve a ra da Cadeia do Recile n.
39, que ser recompensado. 6
1 F.m odia segunda Icira do Espirito Sanio do
anno prximo passado fugio a prela Calharina de na-
ci Angola ladina alta, bastante secca do corpo ,
seio pequeo cor muito prcla bem feita de rosto ,
ollios grandes o i mo Un s com lodos os denles na
frente, ps grandes mellidpt para dentro, muito con-
versadera e risonha de idade de 22 annos ; tem sido
encontrada na Estrada-Nova da Passagem da Magdale-
na e no Atierro dos A fogados, vendendo vei duras, e
aot domingos no marscat dos coqueiros no dito At-
terro a cima e ha noticias de ter o teu coito certo na
matriz da Vanea ; cuja escrava perlence a Manoel
Francitco da Silva n orador na ra estrello do Roza-
rio n. 10, terceiro andar, ou em teu sitio em S. Ama-
ro junto a igreja o qual gratificara g' ociosamen-
te a quem Ufa presentar. 14
50^000 ris de graljlicaco.
10=Desapparcceo ngdia 2 de junho do corrente an-
no um moleque, de nome blstevao, idade l2onnot,
pouco mais ou menos, bonita figura, baiso, cheio do
corpo, rosto redondo, nariz chalo, beicos grossos,
pi s pequeos, e os dedos curios e alertos ; tem urna
leltra Aem um dospeitos; ho muilo ladino, e
parece crioulo : quem o pegar, lee-o ra dol.ivra-
mento n. 38, que receben a quantia a cima. (8
Fugio em Agosto do anno pascado um escravo da
Costa de nome Joao Caetano baixo de idade de
25 annos ps grandes. tem um lobinho na cara; I-
vou calcas brancas camisa de chita e jaqueta de brim
pardo : quem o pegar, leves ra da Cadeia do Recife
n 39 i que ser recompensado. 6
PKRN.
NA TVP DE M. F.DE FAliIA---- lc/|5.
i!


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