Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05375


This item is only available as the following downloads:


Full Text
i!,nno de 1845.
O DIARIO publica-sc todos os (lias que
no foreni do guarda: o pceo da assigna-
lura he de MIrs. por quarte Ipagot adiantndos.
Os annunc'os dos assignantos sao inseridos
a raiSo de 2'i rii por linha, 40 rs. em typo
di lio re uto, e as repelieses pela inetade.
O que nao forem assignanles pago 80 rs.
por linha, e ICO em typo dillerciUe.
PHASES DA LA NO HEZ DE JUKIIO.
La nova a A as 10 h. e 48 mln. da tarde,
desente a 13 a 1 hor. c 24 min. da man.
La chela a 19 as 8hor. e 5S rota, da tarde.
Mingoante a 26 a 1 hor. e 7 mm. da tarde.
Fexta feira 27
PARTIDAS 1)05 COMIEIOS.
Goianna Parahyba, e Rio Grande do Norte
Segundas c Sextas feiras.
Cabo, Serinliaein, Rio I'oiinoso, Porto Cal-
vo, c Macey, no 1 11 e 21 de cada mcz.
Oaranhiius e Honito a 10 e 24.
Boa-Vista c Flores a 13 e 28.
Victoria Quintas feiras.
(iiiil i todos os dias.
PREAMARDE 110JE.
Primclra as h< 10 e 54 min. da inanhaa.
Segunda as 11 li. e 18 minutos da tarde.
de Jiinho.
'AnnoXXI K. 30.
DAS DA SEMANA.
211 Segunda S. l'.deltrtides, and. do J. de
I), da2. v., e do i. M. 24 Terca > >& N*cliuento de Joan
BaptUU.
25 (Juana S. Cuillicnne, aud. do J. de D.
da 3. vara.
2(> Quinta S. Virgilio, aud. do Jim/, de D.
da 2. vara, e da J. M. da 1. r 2. v.
27 Sexta S. Ladislao, aud. do J de D. da 1.
v. do clvcl, < dos J. dos (-'ellos.
28 Sabbado S. Argemlro, aud. do J. de
D. da 2. vara.
20 Domingo S. Pedro.
CAMBIOS NO DA 2(DE.lt,NHO.
Cambio sobre Londres.....*' ''
. Pariz 372 ris Pr franco.
Lisboa 120 por 100 de prera.
Dse, de let. de boas Urinas 1 Vi J Va 1> {"
Ouro Onfai bespanliolas 3^)00 a dl/WXr
Moeda de (iMOO vel. 1/^iOO a 17WW
,. de(i^400nov. rffOO a 17/50(>
., de 4/000 <.)ma a !MW
Pra-Pauc5c. ? WW a OJ
Pesos Coluuinares. 1#0M) a XfWn
Ditos Mexicanos 1#!>40 a 1/960
Mocdas de 2 palac. 1/280 a I/SWJ
Acetos da C." do Bebei be de 50/000 ao par
MAMBUCO.
A N N U N C I 0 .
Aohandn se qunsi rindo ente quarte), cuja importan
CO, na frnni dan rondicSe* da iibc.ripco, devia ser
paga a din lilaila; roga-se nos Sr .-..-signante dente jor-
nal, queandn a au anlisfierao, tenho a bonrf.de de fa-
tel-0 quanto antes.
RIO DE JANKIRO
Discuno pronunciado pelo Sr. deputado Alvaro liarla
Ihu Ucha Cavalcanti nasesso de 20 de mato.
O Sr. Ucha Cavalcanti: Sr. presidente, luje pe-
las fnlhas publicas apparecc a milicia d.i mudaiicn do
ministerio; ucit. casa mesmo tecm corrido boatos a esle
vspcito.
O Sr. y. Machado: E lio certo.
O Sr. U. Cavalcanti: A.smpoi, antes de entrar
na dscussio do Tolo de gracaa, deteja*! quo os nnbrcs
ministros que se achia preaeulc doelaraasem < que lia
de certo iiecs boatos rema algum susurro).
OSr. Coelho: Sat.sf.uondo inierpellaftlo do nobre
d putailo, declaro acamara que o nbiuete liu modifi-
eadn.
OSr. S. Martins: l*tn lie milito lacnico,
OSr U. Cavalcanti: Eu linha pedido a palavra,
Sr. presidente, nao para mu oppr rcapniU i falla do
tlirono, mas para f.ner algiumi i>bcrvacc relativa-
mente i pulitica geral, e no niesmo lempo reiponder ana
nobres deputado pela niinlia pruvineia (|uc tornars
liarle nesla discussiii. A' villa porin da deolaraelo do
nobre dcpiil>locx-niiiiilro di guerra.......
O Sr. ('oelho: Nao o declarei; mas aoceitO a quali-
lll-.l l'.l .
OSr. U. Cavalcanti: ......... vista da decliracao
foila, limitar-nie-bei lmenlo a responder SOI nnbrcs
deputadus pela miulia provincia, declarando que voto
pela respnsta a fallo do ihrono.
OSr. .V. Machado: Entilo est conforme cora a
administraran, j labia da modifleacao do gabinete.
OSr. V. Cavalcanti: Nao; mas exhttindo boje
ama nova adminiliraeao, parece-mc nao ter lugar ai
obiernofiei que ou tcncioniva rasar -anotados).
Sr. presidente, V. Ex. nao ignora que llf.i pertOOOO ao
chamado partido naaional di proviuoi. da Parnamuueu,
iioin tambem pertencono partido ohamadu barouita, ou
que lUltentou os principios da idinlnialraCao que dcea-
lio em 12 de feveieiro.
OSr. P. delirito: Bulto nSoperieuoc a ucnhum,
porque lia provincia lia S dnus partidos.
(Beilia algum rumor: llgUOl Sr. deputadus de l'er-
nambuen dlrigem apartci a orador.,
O Sr. U. Cava'canti: En peco a V. Ex. que rugue
aus nobres deputadus, que niedeixciu fallar. Punco a-
ooiiumado subir i tribuna, veju-me por Cito mud
embaracado para exprimir Como devo os meui pensn-
mintos.
Eu dnia que nftn perlen<;o ucni ao partido chamado
nacional da provincia de Pernainbuoo, nemao partido
ohamadu bamnitta mai uinobre dcpuladui diiom logo
qno nao perienco a partido algum. tflohoaaiim; |r-
icnoo quelle partido de Pe nnnibui.o, que e.-leve eui o|i-
puviciu ao ptimelru regante, por au adoptar a idaia da
iu,manilla barata, qu COllo W ipregoava ; pertCDOO
quelln panido i(no estove limbcm em opposieao om u
segnuilo regente, por ni querer e,sa inoiuirebi.i Im le
como cutio so projeetuvu, iuutilisando uunullifioand
ai franqueas.....cedida* is provincia pelo acto addi-
eioinl, p.rl.nco quelle partid,.que se oppni a nter
prelacio d'eiio aeioadilieion.il, i..... porque enleudoiie
que nao liavia neooiiidade denu iuttrprelaeao, un. por
unciiilgavn que no devia, a titulo de interproiaeao, icr
reformada noMiUiente I OnMliloicO, eo.uo fui; pfr-
tenco quelle partido que lUltentou, e vio tr.oinpliar a
deia de prensar u mainrutafa do inonarelia; e quo dc-
pois cuilibano e.sa celebre Ici da reforma (lo eodigui d
proeOMO, e as adminislracOes de 23 de mareo e de 20 de
Janeiro. ..
OSr P. de llrilo: A" vista disto ha nuiso eurrcli-
'"oSr''u. Cavalcanti: E quil he n partido doino-
Lres deputado? Os nobres deputadus a que.n respondo
principiaran na provincia de Pernarobucu porpertenoor
ao partido chin.ango, depois ap-irlu a ad.nimslracao
de l de Miembro e toda a. uuiis que se suecedorao.
O Sr. N Machado: Nao apuiad...
OSr. U. Cavalcanti: Poia ni nobres depulados
ne,.auiio? Os imbrc* deputado lo oppotcrl......laolu
da maiurid.ide, ocivin que su.leiilarau omin.ster.., quo
cnllo .ubi ao poden depois paliarlo a luitcniar o
miniltcrim de 23 de marco e de 20 de Janeiro.
OSr. VHiela Tarares: Mo pelado.
OSr. U. Cavalcanti: Dopoil que os nobres debu-
tados Hieran a de*clfWrt de ser alliadoa perig-.sua, |io-
dem insientar inui'.o bem que nao ap.nrao niinislerio
algum | fjieni appoliClo a moa ou OUlM medida, e de-
pois diiem que apoiarao ou nu o miinsleiio segundo
lima parece ; cslo como os iiiorregos da fbula, que
ora eroaves, ora ipindrnpedes.
O Sr. N. Machado : Havcmos de mostrar quem he
quadrupede.
OSr. Urbano: A palana quadrupede nao be par-
lamentar, he mais appllcarcl loienhor do que a nos.
OSr. U Cavalcanti: Eu nao chamo ao nobres de-
pulados quadrnpedoi: enlendrte-me mal, mas o nobre
depulado saiba que nao o reconheco habilitado para de-
cidir qual de nos ser o quadrupede.
OSr A'. Machado: Mostiar-nos-liemu habili-
tados.
O Sr. U- laralcanti: Eu nao fu mais do que un
i-o ni pan rao para nio.lrar que os nobre deputadus di-
iem, ora" que p' rleiieeiu a una opuiio, oa aoolra,
masque o nobre deputado, depois do tercm apoiado
todas as adniinistracoes panada, depoii de tercm tiesta
casa declarado que 0 barao da Boa-Vista era pouen leal I
urna dessaa nilminialnecs.......
O Sr. filela Tarares: Muilo apoiado.
O Sr U Cavalcanti: ..... e que por isso lie que Ibe
faiio a gucira depois de tercm aqui iiiitentado ludo;
ate que o hachareis formado! eslao snbjcitn ao rceru-
tamento, depoi do tercm nblido dessas adminislracoes
OOndecoracoei para i e para repartirem pela provincia
na proximidade da eleicic : depois de todas esta 00U-
aai o nobre deputado abandonaran, nito o ministe-
rio que nlo se preitnu s inn exigencia, mas o partido
que perlenoiSo, renegrio todo os cu principio ; c
ac v, senhures, queris urna provu do que digo, ei-la
cu vo-ln aprsenlo, aqui tendea, lie a wpoilcu que 01
nobre depulado dirigirlo as capera da Ultima del-
ata aoscleitore da provincia.
Na circular nnignada pelo Sr. Urbano Sabino Pcs-
sna de Mello, Antonio Aft'omo Ferrcirn, e JoaqinmNu-
nc Machado enOOntrio-U a leguintei oxpressc no-
ta veis: _
Para darnio nina prnva da nussa sincoridade c da
noli! boa f, inolomo* ncsln carta una expolelo dos
prineipioi polilieus que no doiem guiar agora 0 no fu-
turo, a fin de que Vv. S. ae convenci da julliC! di
noiSI cansa, que he igiialinenle sua e de toda a provin-
cia, porque nada quereino, nada anhelamos tanto como
salvar o llraail ca realea dn voragem da anarehia, dar
eilabilidade i oonitituica e anaci addioional, cnlh-
viar o povo do pisado tributo que mu partido aud ai,
niaoiavel de mando e de riqueza, lalinou sobre lod.i I
fortuna particular, augmenlanda det'orlca miseria pu-
blica.
O.Sr. A'. Machado: Apoiado, n no oppuicmos
"lui- i
O U. Cavalcanti: 0 habilantri do Pernambncu ile-
vem clar muilo obrigadu aoa nobre deputado pelo
grande esforcos que na cmara tcem feilo para allivial-
o desses tributo. Ma Iciainni a evposicau:
(O orador lo o srguintcs Irechu daexpnicn,ncom-
panhando esta leitnra de algunia observacor sobre a
incoherencia do Sr, depulado que a lignario, poli
que duus denles apmrao o gabinete que nesta peca
tanto oitigmilillo.)
Entre todas as irises por quo temos pisaado, lenle
a nona indcpcndcncii t boje, nenbuma raaiidinlcilc
melindrosa do que aquella em que nos olamos. No da
7 de abril de 1831, depois da abdicaran do primeiro im-
perador, a monarchia eitere em grande porigo, o toda
via o bum seuso nacional lalvou a lrma do goveruo,
conservando esse elemento do unio no presente c no
futuro. Hoje na se irata smenlo da inaneira de exis-
tirnius, mas da propria existencia, islo he, e seremua
mu grande pnvo, reunido pelo laeo de oomiuum inte-
rene e de mutua lympathis. A minoridade do Sr. 1).
Pedro II foi sem duvida una calamidade para esle III-
eeute imperio; porm durante Olgovcmoi das lies dit-
l'irenles regencia jIvoii-sc ao menos a monarchia to-
mo i melhor garanlia da ordem.
.. Sem embargo, quantocmbaracoi, quii! illnul-
.ladea liara o'fulu o nao orearn eslas adniilUllracVi e-
phemerai e de curta dureco A ultima, quo dala de 10
de aelembro de 1837, de aliaga reeordaeo, foi a que
mail eoneorreo para empeiorar o man Miado di.....III
legialaeto. Apoiada em grandemaioria dainuiiaioi-
marai, imiiroviiou um novo yitenti degoverno pela
delapidaetu mais escandalosa, pela corrupe.io e por lo-
do -silicio de nina espantosa iiiimoralul.olc. A nussa
'vid! puhliol, que se linha conservado esla< ionarn de.
pnia da abdicaeo, creieeu oipanloiinenlo durante ad-
ninitraeo doiegnndo rgeme do oto ddioional i a
rebclliudu Rio Orando do Sul, qoli cxlinola pela vio-
toril do Fnfa, foi de novo aeorocoada, e leve podcroia
auxilia pela ineapacidade do cliefo militar mandado pa-
ra dar-lhc o ulliino g ilpo.
O mo estado diquella provincia, a audacia dos re
beldes e a incapacidudo do governo, assim como o cons-
tante dficit lempre em aufinenlo, no espato de tres
annoi, aleni de lodos osdefeitos de urna administracao
eminentemente impopular, apiessrao a declaraijSo da
m.iondade do Sr. D. Pedro II, como nico recurso
para ovitarmos urna revoluco, consequencia necessana
de lodos Miel vicios e da perda do toda a fu rea moral.
Comumaudo este acio.apparecco urna nova administra
cao, mais calculada para tempos tranquillos do que para
urna quadra agitada, em que um partido audat ucabava
de perder o poslo, que Ibe lra errancado por urna ex
ploso do ontendiment > nacional. O gbinetfl de julbu
nao comprebendeo hem asuamissao; nao leve o lino,
a lrga e energa sulliciente para desenvolver urna pol-
tica nacional, poltica de pu e prosperidade; o guer-
reado cruelmente pelos seus advenatios, Ua de ce-
der-lhet o posto sem nada ter Jeito cm beneficio do
.' Kssc gabinete, deixando o poder, ebrio as portas ao
partido de 19 declembro, quo rleiramente whivii
apoderado da handeira da monarchia; e proclamndo-
se delensores do throno que elles mcsinos tinlio antes
querido aullar na pessoa do Imperador, comeeirao una
luiiosa reaccio contra todos aquelles que mais serucos
tinbao prestado a causa do llrosil Lima pcneguicao a
cintosa provocou, como era de esperar, um lonipimcn-
lo as duas importantes provincias de Minas e f>. 1 aulo,
onde corieo a jorros o singue brasileiro, e em cuja lucia
se escutaiao os cofres pblicos. Malograda esta tenta-
tiva (ali.s condcninada pelo bom senso de todos os Bra-
sileos) lorio tratados os Mineiros e Paulistas, nao co-
mo cidadaos que nunca baviao deixido de respailar o
nome do Imperador e a integiidade do imperio, m
como una roca pioscnpta, quem era preciso exter-
minar.
Tantos o 18j horrorosos forao os actos commetli-
dos pelo gabii.cte reactor de 23 de narco, que a pro-
pria cmara de I81S, cleita derni.0 da sua vara de
ferro o n5o p6Jo supportar, c dias depois da sun ins-
tallacao Ibe nogou o seu apoio. A prisao e deportacao
do senadores, adeporlagao de varios cidadaos para fora
do imperio, excmplo horrivcl de proscripcao civil, que
faz recordar as luctas entro Mario o Sylll, <>u a poca da
dinolitclO do Baixo Imperio; os sequestros escndalo
sos, itnitato tremenda dos scenas do 1817 em Pernm-
buco, oespancamento, is priso-s illegacs o rouho, o
estupro o o adulterio, forao apenas simples enunciados
do programo! daquello ministerio, qu ac bou pelo
despre/o, leudo vivido de torpezas, de injuslicas e de
graves crimes, Todavia a cmara que oahandonou nao
era de melbor condieao, c pausado o primeiro momento
de enfado, voltou ao que dantos era, iito he, fetura
dessa mesma gcnle.
i Organisado o novo gabinete do 0 da janeiro,
pensou so ao monos que fi/.essu bsleiieao da beran?a
-io anterior; porm nao so Ibe b rdou os vicios, como
abundou de hypociisia e de atrocidade : era a mesma
gente com dilerenln nome. Honorio Herineto, chele do
novo gabinete, deil u a barra adianto ioi Paraongus e
('.ementes Pereira, e para cumulo do impudente escar
neo. fiuardou-se urna pasta para o limlgendo Paulino
Jos Soares de Souza. ministro di justica das medida*
airees para iMinas e S P.'ulo.....
. Senhoreeleilorc, tendeldinledo v ocle-
bre lei agraria que aniquila I vosaa propriedade; o im-
posto de ucnngein, que mala n vuaaa lavoura; do
ello, que ablorvc o VOISO lempo c entorpece o voilul
negocio*; o da eapiUCd de eaoravo, que deslrea vos
aa induslria, porque he um trbulo pesado lobre o VOMU
capitaluendes a reforma do loto addicinnl,quo vo cha
ma ao IIi de Janeiro e desloen lodos os VOMOI inleres-
e, ccntralisando o poder com mingua e quebra del
voasos direitos o regalas pruvinciae : finalmente, ten
des a reforma do cdigo, que precita de revuao, para
evitar que continuo a er umiiialrumeuto de ipprelio
li o preiente, o o que e vo aguarda no i'-Tvir,
secunlinuar a mesma polilirn, se foiein rehabililailos
... huucn da rtorganisaco c do /''""'". reorgMinacn
de vicio c delapidacao, o futuro de males aem hu : Ou
n ou elles Bieolbri i
Eis-aqui, aenlioies, prova quo es nobles depulados
offcreooin dama boa fe elealdido. A oaraara compro-
ve a liuRoagem dessa expu.ic-'io dos nobres deputado
e,...... loMarrcira poliiioa.e decida so eu tenlm .... nao
raiu .piando digo, que ..So lei que pa.lido elles per
tcncem.
Ro pos.., Sr presidente, dulcir de responder aos no
br.s deputado*. porque pela gencr.il.d.i.le com que tal
lr.o. ooroprehendem o lado que jiertenco, [com......r-
,,, .levo def, nder a amigos que tenl.o 110 oulro, linio
mais que elles se acho ausentes E ass.m entrare, ag-
r no exume do que etles dissero arespcilo dprovin-
cia de Pcinanibueo.
O Sr. Yiltela Tavam i Nao so cquec do engenha
"o 'm-'l'. CMim:-N*u me e.qucccrei, mas tenho
ouliaa oouiai do que me oc.eupi.rci piiiuciro.
Quaildo M nob.es deputado. de. la.iao na casa que
:, niovinea de l'ornoiubuio 10 chava Clll CllH.igrCao,
,,,. |,vi..um partido, que quer. fuer a Separado do
S,l0, que por.....a a parle se ciispiava. alo lUCimo ni
...cuiblc proviu.ial. t p.ei ailUltadu, porque ente... .
(|U 3 ..obres depulado uto arnioorio .em.ll.aol.a
propositos .m icrem diuu fortiiiim provw;
doiioi. .ieouv.l os, llo pode de.xar do nr me d tacdi-
,|.l,. com que o nobres dcpulod! hiera., impulacoe
toi'ravessei.iaediraot.abJlia de provale O no-
bres deputado principiarlo, dltondn, qne bav.a uro
ocieddeseer.la que tr.ilava di p.ac..o du Norte. Ku
soi uue all esil um woiedado novamenle orgaiuada,
mas (ainbom IOI que existe outra soe.iedade crela do
nobres deputado. o neata casa existen pesuas que pa-
ra esta fono convidada ese reeuaio, como icjo ol
Sr Antonio Joiquim do Mello o Monde dai Coiiha;
mas Sr. presidenlo, paree.-ino que o simple laclo de
hater una .oeiedi.de eeroln nflo demonstra que llU o
oledade trate eparaoa do Norte do mperio Bnire
, b,es deputadol8|.pelll.l p.n.13 lolba.de Fui
nambneo par., eomprovar o e.. dito; en II toda ai lo
Ib,, d.qu, lia provincia e ene-nlro. em unido a. 1.
r, do noto, depoi de inmensa injuria ooiiira >
dvoraariol pulllieol do nobre. depulado, um nota
benevm que ae dlt que O eoronel Mirliill foi quem ......mi quecxulia o ociedado ..cela para iraniir a
oparaeSo du Norle; C llwil quem he U coronel .Mai-
lins P He um ail.ado dos nobre d. pillado; ...a OOIBO
olledeelarou que exilli a looiedade ecrat para ira
., icpiraco do Norte, logo nu ie pode por duvid
que tal ...eiedade exisla co.u e.n. Ilianlo hm Haro.e ma
b,-i" til lem. Ihante iccuia^oi nivel que os ..obre do
puiados entendo, que so o cu partido be parmiltid.
rouiiir-se, c que Iba deve porlenoer a exelusivo .la 10
rieuailes seerelas. oui l O iini, segundo vejo do
llatOtOl que aqu WnllO prsenlo., a que o dirige
inciteo, a qne allildem o nobre depulado: 1. o.
tabcleVoruina typog...phia que cl.egue por se ponen
apoiieo a par da lorea. di provincia; 2.u, oeeoiier
oom 01 seos iiieio, nao o a iodo o aco.uni.la que,
conservando M cu p.ineipio coiuagrado pela lo-
Oaeu, vierem I precisar dcilc mccorrui, como lam
bem a lodo us lem correligionario, que por cu bom
comporlamenlo O pobreza so fueren, digno di.lo; ma
muilo c.pecaliueulo ao oscriplores do lem peridico.
g todo ol acu genio, Ora, nao sel que ulo leja 000-
aa de maneira alguiua nolavel
que c oompirav* ara a leperaela do Norte polo dis-
curso 0 iraballio da llirinbloJ provincial; eu pe.li ao
..obres depulado que me mosiiaasem IgUM ditciino
a respeilo; nenliiim me apr.......lro. remetieran me pa-
ra ai Folhai de Pernambuco, onde lambem nada cncun-
tre; mas ramal mi faotol
Um dos r.ieloa que 01 iiobrea depulado alleg.i para
provar que em Pernambuco c Irania a deimembrayo
do imperio, he urna lei prutincial que um nobro depu-
lado disae que linha tornado vitalicios todo ni empre-
ados publico. V cmara me dar lieMICa para qno lea
a'lguns arligosdeala lei; e a cmara ajuiar dola e da
exaotidO da propnlieao do nobro depulado. O artigo
2.e delta le nit :
Oieinprrgidoi prnvincac, ou 5o vitalicioi oun-
movivois:
1 > S3o vitalicio n empregado da themiirana
provineiil, mesa de renda interna. d lecrcUru do
gover.i,'.vo do profesaoralo, ni do Ijeo e oulroi quo
a le posteriores como laes qualificarem
ll* Sao anioviveis o nllieiaeidocorpo de polica,
Ibenourciros de Inda a reparlic.V. colleclorc c cu
norivla, porleiro, enntinu.., lollieiwdore da faien-
ili. proviu.ial, empregados das obra publ.-a. profr.n-
reubsl.lutoou djunetOl, empregado do etlbcle-
eimeiilo de eardade e de nrphaot
Ma Senhorea, nl.-i.i de nao seren tudm emprega-
do, considerado vitalicios, esta vitalicdade he tal quo
quaai nao existe; para ilio lerei anda don artigo de-
la le : .
Artigo G u A demiaio do empregado amovivci
discreeionaria A nica forma exigida para clhs de
lii* nii-crufitiiioili n ....- ...... n--
pois de ..iivido previamente o empregado, ho a tleclara-
eo especificada do seu motivo,
Arl 7 0 A ilemissao do empregado publico vitl-
lieosa lem lugar por cuenca do tribunac compo-
Inica, aalvono oao egnintei:
. I.n Quando o empregado j liver mo upenio
dua retel por eorreeeia e reincidir.
' MCa.T."Hd"re.Srputdoraind fnierM deu.on.lrar|a, e nena occa.io convidou par. que o .eo
.. 2 0 Quando dirigir a., prc.dente d provincia in-
juria, verbae, o por eicrta no cxcrcicio de ua timo,
ee* publicas. .
' u %3 o yuado, era liccncn, dcixar por man de oilo
meies o exercci do emprego.
.4 0 Quando liouver impowibilid.de pbyucn ou
moral iiMoiibeeida por name inedieo.
5.0 Quando o empregado da secretaria revelar o
" :em "v'a cmara qno, 6 vista .losta dispo.ice, qua-
ai que n&ooxi.le viUlicid.de] mas anda que exi.li.e,
segu se.laquique se conapirava para a separncan do
Norte ? Eniretanto he lo una cm.spiracilo na opinio
dos nobres depulados .
Ouira prova da conspiraoo da a.scmbl.a provincial,
foi que em dnus mei......o Ion. f.-ilo o.camcnto Ora,
nos ,'qu ciamos lio 3 mezes, e anda na hzemo. timor.
Cimento; estaremos lambem conspirando i Srmclliaute
eeiisaco nao mer. ce re.posla.
Um .....ro lacio pelo qual quii moslrar a con.p.ra-
clu foi ii ter 1 assemble.. mudado o da da abertun do.
seos traball.o para o 1. de junho ou Jollio; parece mo
que I aasembl.-a piuvineal leve ni.itu bu.. raioe. par.
islo. A sua reunan era ordinariamente no lempo do
vern, quo as grande eidade he icniprc ineouimodo,
lie mes,,,,, p......o snudavel; ale... diiio. nS pequen.
parle do depulados provmcUel IvpMOM do fora; pe-
lo .cu,,.,, do invern he qo.ndo Mlla de.occupado,
quando .,.. Il.or pode... estar lu.CntOl de sua. propr.o-
dad. Massup oulia.nos que islo R.l foilo com a i.!.
10I.CI.I de excluir do leu sei- os nobre depulado, nao
deo e.t. croar, n cxemplo eiel.iind.....gitlmo. repre-
.oulanle d*. provine.... para dnotlir aquello que el-
las na linliaocicolliido.i' tlimor em diversos rti-
"oSr fice Presidente observa ao orador, que nao lio
perm.ii.do pelo regiment fallar conlra o vencido na
OSr. UchoaCavalcanti;-Eeom.. e lem comentido
fallar aqui eontra a lei da. reforma e muita nutr.de-
e.aoe. : nao he i.o fallar conlra o vencido i E.loo no
...cu dreilo quaudu censuro uina dccilflu d* caa quo
julgo injoila.
lia vano aparte ) .
0 Sr Ucha Cavalcanti: Senhore, pon podo o
iiaii, pde.lguem oonvenccr e quo fro ju.ta. tac.
'xrloses. quando v que Ol meimol principio nao re-
.M.larao para Inda, aa provincial, que aquillo que pro-
Suiia nullid.de na Babia nao produii. em l'ernaml.uco,
* 1 ll'* illlUlllll m
O Sr. rice-Presidente: J advert ao Sr. depulado,
que nao he peru.iliido fallar contra o veucido; nao poi-
ao conten ir que .onliuiie a fallar aini.
O Sr Ucha Cavalcanti:- Bem, Sr. prndente, vejo
que nao agrada a V Exc. o que c.lou duendo; p.arci
a ouira cousa.
Quu se, Sr preadenle, provar que cm Pernambuco
se conspira, allegando que o meo nubre amigo o conce-
Iheiro Sebaal.Ao do Rogo Barros felona visita, quando
pasou em Alag..,a Y lenlo Forren a ce Paula,enm quem
osla i-m rolices Priuieraunnlo, nto p >so coiiscnlr
que ae de o "nome de visita a tacto de ter 0 dito conce-
lliono, por nina eurio.id.de hem natural, proeurado yr
na Aiagn o tacineroiu Vieenta Fcrreira do Paul.
I'arree-me, que, quando iu trai o nomo de .mi* pcs.oa
lao vanlajoaincnleco.ibecida, como he O Sr. Sebastin
do llego, para c Ibe faicr uina MOUMOo dc.la naturo-
ta, ouinpre ter prova muito positivas, c nao sei que o
simple fleto de ter o Sr. Scbasliao do Reg procurado
vr ee heinorXHO *eja prova de que ello concorreo
para aua fuga, a.im como pra a ua comervicao nal
.altas do Pernambuco. He abiia que o Sr. concclheiro
soha.iijo do Rogo procuroii ver nal Aloga. n Vicente
Ferreir.de Paula, quando veio lomar naicnto uta ca-
ooiRpanhai-


BU i -T-
2
si'in a (liffTrnt'- deputados. So o fin rio Sr Sebastian
do R> g toase trr intelligriiriaa ecrea c.un Vicente de
Paula,aem du\ ida que au si f.iria ,u con panb .r por pea-
u.i algiinia O tu tires deputados disaeriio que liiihao
caria* port provar esln intclliguncla, o alo realmente
i'ei-ine alguma inipreao; mas ipinl lie esta caria? Eu
ii von 1er i cmara.
a lllm Sr. lenle Pedro AffnlWl Fcrreira- lie ver
ihme que fui com o coiuiclhcim Sebastian du Rcgu Bar-
rea casa onde se chava o tauriilho Yin lite de Paula
cm occasioo cm que la ae Mhavlo mus de 30 onriosoa
cniii'i elle; porcm n.iii ciuii certu ie fui un dia 31 de de-
ZCiiihrn mi algliua dias anlcs, como auppoiihu Sun ele.
Jos Antonio de Mendonca
Esta caria prova que o Sr Scbuslioo do Reg vio a
A iei ule de Paula ante 3U e lanliia pcaauaa M.is us no-
}>res ileputidoa ainda querem faicr perauailir que exiult
connivencia, porque diiero que o meu nobro amigo ba
r.'m da Bua-viata (irnian do Sr Sebattia) comervou Vi
tenle de Paula as mallaa, e leve inlelligoncia com elle
lie verdade que o Sr. bario da Boa-viala entended, que
nio devia peraeguir cmii aa amina a Vicenta de Paula e
uoa milis c.ibanua que tinlilo ido aninystiadoa. O Sr
liaran leve a bnnriade de consultar-mu c cate rcapeito
roorava cu no Rio l'urmoso, e era prefeito da comarca,
c declaro que me aehou inteiramentc de accurdo com a
aaopinilo O Sr bartojembrou-ae derbanwr alguna
dos eabanoa para o servicu e com elfoilo ulguus furao
Horneados
O Sr Aunes Machado:Offloiica Ja polica.
O Sr. U. Cavalcanii : Esses sao os que presente-
mculc fu/ciii toda a opposieo a \ cenlo l cireir de
Paula, he o capitn lSarrinhos, Cactano AI ves o uulros,
cujo, nomes me nao record. Vicente Ferroira du Paula
jamis se quu prestar 6 accordo algum : o Sr. bario da
Boa \ isla mandou un missionurio a essas multas, o
qual, pregando a palavra do Evongclho com zelo verda-
deramente apostlico, prestou imniensos servlcos ; o
caudilho pareceo arrepender-se; pronulieo consentir
na odilkaco de tima capclla no lugar ein que eslava,
c mesmo aeccitar algum emprego de polica, parecendo
quu ilesla vez se consegua o lim, que era chamar esses
humos obediencia do governo, sem empregar mcios
quu podessem provocar urna nova cabanada ; poiui in-
do o missionario ter outra vez com Viccntu du Paulo.de-
clsrou este nao estar mus resolvio aconsendr que se II
zesse acapella, nem a reconhecer o governo, acceitando
a sua n imeaci porque os seus amigos assim o aconse-
i.i'io ; quaes sao,pois, os amigos de \ cenle de Paula:'
OSr. Aunes Machado : Sumos nos ?
O Sr. V Cavalcanli: He o bario da Boe-Visla P
U Sr. Aunes Machado : Ouem sio i'
OSr. U. t a vale ni i : Sao aquelles que o procla-
miao mi general em Alagoas, que bncro mi das
armas, porque du outra forma perdenao a eleicio ; sao
aquellos, cu| i causa defendio as lolhas dos nobres de-
putados, aecusandoa admnislracio do nobru duputado
do Par, ex-presidente dessa provincia; sio os amigos
dos nobres depulados. Senhores, para que nos illudir-
mos ? JA se lizerio as eleicocs das Alagoas. jalrium-
plwo os adiados dos nobres deputados ? E romo que
res que Vicente de Paula se entregue e sais da provin
ca .' Como, pois, attribuir essa fuga de Viconle de Pau
la para as maltas, e a resitencia, que est fa/endo. a
insinuacoe desses dous Pernambucanos dislinctos, cu-
jos servicos em favor da orden, publica teein sido Man-
pre constantes? Issu he una miseria.
AfeirSo uiiulii os nobres deputados o estado de Per-
nambuco, apresentando a'li peiseguida a iii.pien-a li-
vre, o trouM'ia i em prova dessa osserco o laclo de ter
sido chamado responsabilidado o edil r dn J) Novo,
Sr. liorna, quo dizum os Srs. deputados anda lugido por
se oo querer aeccitar responsavel do artigo por elh
apresenlado Senhores, so liouvesse lim de per-eguir a
iuiprensa. se o partido que os nobr a deputado. comba
tein livesse em algum lempo estas vistas, nao procuran,
rcalisol as, quando o baro da Bu i Vista esteve na pro
sideocia ?
U Sr. S'unei Machado : E nao prorurou realisar?
" Sr. Vitela Tavare : E por lodos os meios.
O Sr. U. Cavalcanli : Nunca procui uopprim
aquellesque Ihe dirigido insultos constantemente .Mu-,
senhoros, os nobres deputados parecc-me quu trouxerao
este laclo com alguma inoxactido ; nao sei de certo o
que huuvo, mas pelo que consta das lolhas daquella pro-
vincia, e mesmo por cartas, sei quo. sendo chamado
ii";ji(in?aliilidado um ortigo do l>. /Vovo, o Sr. Roma
apresentou uin responsavel. quo o juiz nao acbou id-
neo, c quo depois, querendo apresentar outto responsa-
vel, quando ja se achava pionunciodo, o juiz nao o ac-
coitou.
O Sr. /'Hiela 'lavares: E quem era esse juiz?
O Sr. U. Cavalcanli: au sei se isto he ou
niio exacto ; mas o quo sei be, que um nobru deputa
do disse, quo o responsavel apresenlado foi o capilo
I' ir ni no dos Afogadns; mas cu ten lio urna lolha do
partido dos nobres deputados, quo prova o contrario
disto, que prova o que acabo de dizer. Mas o que
quero fa/er sentir acamara he, que seria o niaior dis-
parate possivel quererem aqueiles quu se achu fura do
poder perseguir a imprensa, quando nao o lizero es-
tando no poder.
.Mas dizem os nobres deputados que esse juiz levou
lH, quando cstudava na academia d'Olinda. Paic-
ce-me que sim ; mas o certo lie, que tem una c tta de
hachare! formado. Dizem tambem, que esso juiz j i
foi levado a um tribunal por um crine : he urna ver-
dado ; mas foi absolvido. Accrescentou o nobro de-
putado, que se no su partido houvessein humens desta
natureza, elle os renegara : ten lio ra/des para duvi-
dar porque tenho aqui com que provar. que os no-
bres depulados nao sao lao escrupulosos a este res-
ucito.
0 delegado, ou subdelegado do I.imoeiro. .Manuel
Iiarboza da Silva, foi pronunciado em 6 de oulubro du
1820, peloouvidor Venancio llernardno Uchoa por
ciime de morte, feita em o pardo francisco Xavier,
por antonomasia o Bocea, no lugar da Onca dos Mouros
no termo da villa do Limooiro, e foi sentenciado pela
relaeio de Pernambuco em 10 annos de degredo para
o Rio-Negro, sondo pela mesma relaeio comulada a
pona em 1:200,000 rs., em 14 de oulubro de 1826.
o cntretetanto esto homem foi proposlo polo nobre
depulado, ebefe de polica de minha provincia, para
delegado, eescolbidoa instancias do nobte depulado a
quem respondo.
O Sr. IS'unei Machado I He homem muilo de
bem, mesmo na opiniio do notiie depulado.
O 5jSkZ7. Cavalcanli: Nao conheco, mas nao
duvido-^jue osej : toJivia o fado be vetdadeiro, e
eu lerei acamara o depoimento de urna dts testemu-
nbas do proresso, ruja certidao he esta (l.
( (la diversos apartes.)
O Sr. Villela Tavaret: E foi nomeado coronel
ebefe de legio pelo hariio da Boa-Visla.
OSr. U. Canalcanti : Nao sei se assim fui; mat
qunnrio o foi* r i ai uu dialrue o facto Se cu qiiitesse
M'rvir-mc du bmitus, eomo os imbres deputados; se qu-
eae nicaiiio aervir-me de cmisaa qne n sabemos e nao
podemos provar, cu ira aimla milito adianto; porm
n.ni imil.irri o exeuiplo dos nobrea depiiladua, o mi Ira-
re Olta f'ae.loa quando na poder provar
Sr. prtaideotu, moda nulra prova da perteguie.rio quo
iiu partido ilus nobrea depulados su fax em Purnambnoo
foi o reirolJineolii Diaaerdo elles que mi no suu partido
ac recruluva; mas qumiloa trito oa reerutadoa ? Dm.se o
nubre deputado u Sr Nunca Machado quo oa tem aulla
do; ora, cu nao aei que tmente se leulia reerutado -i
meinbroa do partido do nobre deputado; o nobre tx
ininialro da guerra est piesenle, elle nos poder dizer
ce lio vei il.ide quo Iveiit sido solt* oa nienibros do part
dudo nobre depulado, que tem aido reerutado, e se t
ueste partido ae tem reerutado.
O Sr. C.oelho:Ha tuembroi de todo na partidna.
(Conlinuar-se-ha )
da rclacSo, cdo haver assim maior faoilidadc nos examco
que se liouverem de f.izer.
Temi olisi'rvailo.qiie i's conheciinentos,p.iasnrioa po-
la recebedorio das renda internas geraea, lecm dala
muito poaterior n das guias entregues pelo sollicitndor,
as vezes com differenca de qninie o niftic sullicitadnr verbalmciilc que nao Ihe era lirito demorar
l.ul* a entrega das guias, pois que ella devia cfi'cctuar-jo no
ciativa, e abandooou-a acamara; julgou que era in-Jinesino din ein que crao dninriaa, u no seguinie; eco-
tantos; em todo o resto da sesslo foi lempre s mesma
cousa. Desde o principio da sessio, que o ministe-
rio procura evitar as dscussOes, e foi lio bem ajudado
pela maioria, que principios genuinos do governo re
presenUtivo, conquistados depois do grandes lucias, frlo
esquecidos, postergados, o, direi mesmo, tondemna-
do! O ministerio entendeo que nio devia usar da ini
O REI.OGIO DA i:\MAHV nos liEI'UTADOS.
Juizo da prtmeira tesso da actual legislatura,
falla da abertura da segunda sessdo.
Meu Sentinella Est a cmara dos deputados ele-
gondo mus c iiiimissoi'S ; nao ba portanlo agora ohjecto
inturessante de que dar conta au publico nesta caita
Alguns liroleos lem bavido, algumas vingancinhas se
t'-em tirado, algumas licoesse leem dado nestas eleiedes:
-ulireiii i.i multa a perda de 19 volos que soflreo o Lim-
|io de Aiireu, os quaes recahirao lodos no Fernandes
Torres. i)i/em que alguns dos ministros, ligados com
ter'.os praieiros, e auxilmd s pula opposieo, deraocau-
sa a perda dos taes 10 votos. Suri assim :' Nao sera
assim ? Veja l se vori, com seus ol os do lynce, pode
sondar esses n ysterios, em que me nao mello, porque
n.oi estou nclles iniciado.
Nao lenho. pois, noticias quo Iho dar ; mas o habito
de escrever-llie esU adquirido, e nao sei como satisfar)
isso, que ja conslitue m-cessidade. Consultei o nosso
Saldanha, e este, depuis de muito parafusar, aconse-
Ihou-me que escruvesse a biographia dos deputados sc-
tuaes. A lembranca n3o lie ma ; porm, sobro ser lon-
guissimoesse trabalho, ser para mim impossivel ; pois
nao conheco todos estes pan da patria, e alguns escon
dem-se por tal modo, que bem se po.lein chamar os
impenetraveis. l'oi, pois, rejoilada a idoia dn bio-
graphia ; e cnlo o boin do velho, que tem cacbimoniu
para a cousa, disse-mu que escrevesse o Juizo da pri-
meira sessao da actual legislatura e do caminbo en
Irasse pela Falla da abertura da segunda sesso. O
Saldanha explicou-me por miudo a Iheiria das fallas du
throno, o convenico-me quo, como pecas ministeriaos,
eslo subjeilas ao leuvor e censura. Pareceo-me pos-
sivel tirarme bem da ideia, e laco-o juiz da questo :
se Ihe nao agradaren! estas rabiscas, atire-as para o can-
lu dos papis inuleis, e au I lies d publicidade. Srs
jornallas ministeiiaes e da opposno, com a devida
venia, vai fallar o ilelogii da Cmara dos Deputados.
Saber* o amigo Sentinella que nunca me parecoo
conforme com as ulenisd justicae de bom sonso que As
partes su dssu o direilo du corrumper ou coagir aos seus
juizes ; som a menor riuvida o governo era parlo no pus
sudo processo eleitoral, piincipalmente tendo dissolvido.
como dissuheo a cmara dos deputados. Ora, ha pro-
vas de corrupfo e de cuan Do, que o governo nio pode
oscurecer; o enia i he claro quu a sentunca peces por
nullidade manilesta, poil juiz corrupto ou coacto pela
parte au he jui/. NSo pense todava voc que eu cen-
suro o governo pelas deoiis-ocs que deo aos agentes po-
liciaes ; cliamare a i-.so luxo de arhilrio ; mas nunca
em meu entender servira essas domissoos pan funda-
mento de c .ndcinnacau, quando por ellas nao fossem
directamente oflendidas ;s leis. Nao consuio as demis
soes, mas repruvo, condumno as instruccoes dadas aos
Huios nenie..ilus para ocaso especial las eleicocs : e que
houve lao-iiisinic res prova- se evidentemente pela ac-
quiescencia do governo aos actus do mus escandalosu
arbitrio. Nao duvidu que us seus amigos Saquaremts,
creio mesmo que nao lanao menos esses .seiilio.es cun
u intuito de excluir o< seus adversarios da rupresenlacao
naconal mas o que fanio os .^aquaremas uo justifica
nem (ilt- nuii o que fez ogov rno, que se proclamoujusfo,
conciliador e nacional, > c|ue,para mostrar quo mereca
esses ttulos humosos, devera ser escrupulosamente igual
para todos os lirasilcuos, e pautar S' us actos, anda os
mais insignilicantes, pelas legras da inais severa juslica.
'orao o Saqusreniiis excluidos da cmara dos depula-
dos, e alguns, que se esrapArSu pelas mullas da rede
lanzada em toda a eitenil" do imperio, liverfio de lar-
gor os bancos da cmara por decido da maioria I !
Os diversos actos de purificacdo lorao outras tantas
(cridas graves que a maiuriu fez em si mesmo, o qu< de-
terminureo sem a n enor dunda o seu suicidio. Os de-
putados, do Cenra, P rnambuco e Babia, excluidos nao
excediao u do/e ; c incsmo, suppondo quo oulros doze
se Ihcs reunissem na cmara, o que uo era pruvavcl,
porque a op|insi(5o actual nnoconta mais do oilo votos
e inda n3o eslo ludos unid s em tudas as qucsldes;
suppondo, digo, que fossem 2i os menibros ds opposi-
eo, elles s servirio para unir a maioria, para agui-
Ihoal-a. para dnr-llie a fdrea que nSo tem, pura livral-a
da somnolencia o inercia em que rabio. .. Unidos ca-
cnos da cmara, unidos penetrareis cima que a
maioria deveria declarar depulados s l dos quanlu trou-
xerao diplomas das respectivas cmaras municipaes.
A maioria nao quz adoptar o principiu, e uo pusso que
reprovava o decreto de 4 de maio do lS'ii, por /Ilegal
c inconstitucional, que declarara que cum tal decreto
mili havia liberdadn devoto, que confessava que seus
membros erao depulados da polica i liega ndo mes-
mo a dar-Ibes vestuario como tais, foi mandando
passear todos aqueiles que a polica nao d signou, ou
nio consinti quo fossem eleitos. E para em ludo an-
dar como devia, mandou a maioria que se 'cssem elii-
cciet em certas freguezias, collegios, e al em urna pro-
vincia, por esse mesmo decreto quo alcunbou Ilegal e
inconstitucional '.
'lana leviandedo, Unta incoherencia, tanta con
tradiceo, nunca ninguem vio em humens que poein a
nsvalba na cara ; be bem provavel, e muilo para dse
I .ir que este exemplo sejs o uniro.
Desde o principio da sessn que o ministerio *e mos
trou segregado da maioria em negocios muito impor-
dispenssvel a sua intervencao as discussdes, inda nos
casos mais graves no juizo sobre leis orgnicas ;
e acamara louvou o ministerio por no querer influir,
com a pratica dos negocios, com a experiencia da ad-
ministrarlo, as suas deliberares: o ministerio des-
prezou o principio da solidsriedade, e a cmara nem
pestenejou !.... Nao sei, se os Srs. jornalistas mi
nisterises, e da opposieo querem a adduccao dos fac
tos, que comprovao o que vsi dito ; estou fallando tub
venia imptrala, e nio pretendo que mu imponbio a
pecha de descortez : se os querem, aqui os tenbo todos
guardadinbos, e rlassilicados por ordem, e oenhuma
duvida terei em addusil-os
A maioria i.o pode negsr que tomou armas, le
vanlou gente, e rebellou-se contra o governo : as cau-
sas que derao origem a esse movimento.... seje gene-
roto, forio as leis do conceibo de estado, e da refor-
ma judiciaria. Vierio para a cmara os cheles desses
movimentos, lem numerosos votos de que dispem ;
era pois indispensavel, sua bonra eliga que dessern
uma prova de que nao tomarau as armas por conquistar
posicoes que ambicionavuo ; e essa prova era a inme-
diata revogaco dessas duas leis. Direi mais, o mi-
nisterio, que no prembulo do decreto da amnista jus
tificava os ilumnenlos de S Paulo e Minas, devia pro
por ao corpo legislativo a revogaco dessas duss leis, e
tratar de em outras propustas organisar o psiz, no sen-
tido das franquezas provinciaet, do progretto, e do
movimento. Todos o esperavio ; baldada esperan
cu 1.... U ministerio nada propz ; pelo contrario um
dos ministros asseverou em seu relatono que a ex-
periencia ainda o nio habilitava para julgar da reforma
judiciaria. A cmara conlunluu-se com um reque-
nmento, para revsio dessa le, a quaj loi remedida a
duas commissdes, e estas deixrio correr os quatro me-
zo la sessao, sem traba!har! Este procedimento sera
til, ser convenanle a quem com tanto escndalo ex-
plorou o Gongo Soco, do arbitrio policial; mas, em
minha consciencia entendo que nao be decente.
cimo de todas as cusas est o dever; a naci boje
escarnece desse procedimento, ri-se dos patriotas, lai-
Ihes alguns epigrammas, alita-lbes a lace alguns sar-
casmos ; mas dia vira, em quo puna e atnaldicc. Na
le do concelho do estado, ainda ninguem fallou ; e o
proprio Paula Souza, pater patratus dos houiens da
patria o da liberdade, quo tanto argumentara cintra
essa lei, como aberracio de todos os principios, e nor-
mas constitucionses, aninbuu-se no concelho de esta-
do ; e dw-inu o Saldanha, que elle ( Paula Souza
acha sua grace em estar fazendo parte daquella corpo-
rac ao, principalmente no lim do mez. .. A que pon-
to descerno o grande partido nacional, os sustentado-
res ds constituicao, os mantenedores da librbdadb,
os apostlos do PRucnesso 1 Isto be sina ; o parti-
do nusieu em da aziago ; elles proprios o reconhecem,
coi lados, e lamento a sua sorto !...
Seguire, meu cantarada, com esta carta em outra
occasio ; por o1 a Taco aqui ponto.
Diz o Saldanha, que muito so ba do divertir es-
ta noite, vendo a columna ( a tal bondonntere j do Ro-
ci toda illuminadinhu, que ha de ser cousa guapa I
Hilas 1 um pobre relogio de parede nio poder mover-
se !.. .. Aqu licarei nesta solido ssinho com os meus
peiisainentos.
Sala das acucies, Ii de maio de 'IVi-i.
O II Fu ir. i o da Casa
a 1 j.w-fij aiacnirsiixiLaac..
PEftN MBtCO.
JUIZO DOS FE1T0S DA FAZEffDA.
Illm. Sr. No empanda de Bsealitar os dlnlieiroa,
que jielo juizo dos feito da fizcnda se cobrao dosdeve-
diires desla, dclerniinou V. S. por seo ullicio ao procu-
rador fiscal interino, du .de.....dcale anuo, que
aumente ao aolliciludor da fazenda loase permiltido re-
ceber esses dinbeiroa, cesanndu n pratica de o fuzerem
igualmente o escrivAo. eos nfliciucs na OCCMu, ciu que
rulan iiiiiilie.ii,Tica .-.os referidos devudorea. Pareueudo-
ine, porm. quo esta pruvidenei*, com quauto teja muito
mil, nao obsta, que deiiein ele entrar para oa cofres pu-
blico todas a qiiaiitiiis urreeadadas. nina ves que o sul-
licitadnr deise de exigir do jiiitu os ueceasario guiat,
ou, leudii-aa exigido,nao faca com ellusa elFcctiva entra-
da da inipiirlaneia que mencionaren!, hubo lembrar a V.
S a providencia de cutregar-ae aiiiiiialiiic lite um hvro
de t.iies, do qual elle cxlruia lodos oa re ibes, que der
asparles, tem que jamis Ihe seja permiltido passol-os
d'outra ni.-.neira; pois que d'esta arte se obtura a dupla
vautogem de as quanliaa .irrccmlados ticiirem demoiis-
tradas aparle do tiili'io que ficor, c que ser em tud
aeinclliaiilu a que fnr duda aos devedore; c de ae co-
nliecer facilmenlu, ac essoa quauti.is cntrru para os cu-
fies pblicos, combinando o livro de lolu com a
juina renicliidaa no nin de coda auno Knaneeiro, ou du
cada semestre, ou mesmo antea, se fur preciau fazer al-
gum cxanio. Osollicitador vira a prestar asaini oa
suas eu olas cun Mnima lacilidnde, e a tbrsoiiraria lee
Sobre elle a mais promjila tiacaluocao, oque ale agora
tein sido inipoaMvcl, como V. S. nao Ignora,
A esta medida, que me parece da maior importancia,
julgo iyujlin Mite que outras Ao ncccasariaapelus funda-
iiieiitoa que paaso expor a V. S.
Em virtude do nfliciu que V. S. me enderecou sob a
data de 9 de agosto du anuo lindo maiuiei crear no juizo
um livro, a cargo do aollieilalor, em que aecscrevessea
importancia de codo guia; a reparticlo que era dirigi-
da; a data delln e&e ; dundo-ae-lbe una iniiHCrao.au se-
guida, segundo V.S. ver da portara inclusa; como, po-
rm, esaas guias sSo dirigidas, conforme as circuinstaii-
i'iiia, ora tlieaouraria de faicnil.i, cora a recebeduria
du rendas iiilernaa gerucs, parece-me Conveniente que
lenliao nina iiouierac.au especial pan cada repartieu,
poia que asaim iieelaa se snberi [icio numero se alguma
falta ou nao, c quem he diaso culpado.
Outro sim,rindo diffurcntes relaeoes de devedores para
que judicialmente sejo executados, p.ircec-uie conve-
niente que iiuli.'iii mu iiuiiier. ir i., segiiidci c cspecia|
tanlo a que proceden! desea thesuurana, ou a que re-
sultan da recebeduria, para que se udu posan extraviar
ii' ii 11 ii ni i> do e.irliirio aem conliecei-.-e qual ella foi, c
pussn aupprir-se essa fulla. Alm desta olilcio-ac ainda
mo elle me infuniiasso, quu e88.i nnlavcl differenca do
dalas pruvinlio ilcllicnio dar a mencionada roparlic.ui
oa cuiibecliiicntoa.logo quu elle f.uio us entraclaa dos di-
nbeiroa, sob o fuidiuiienlo de que e-lava cncarregadu du
trabalhos mais urgentes, acudo alias curto, por um lodo,
quu ella au pude demorar a cnlregii dus cuiilicciiiicnlua,
ou aflirniar'que a futrada dos dinbeiroa se fez coi dia di-
verso do quo ni reolidodc iiuoutecro ; por outro, quu o
Bullicitnrior nao deve continuar a ter a rcsponaabilidade
dos diiiheirns que en 1 regu, nem ler por muito tempo
grandes quanlios em seu poder, (au leudo prestado i-
anca) parece-uic acertado quu V.S. ordene, quo oa oo-
iilicciuii'iilus se enlrcgucn no niesino din dua entradas
do dinheiriis, ou no primeiro da mil.
Nao devendo as cxccuvocsdareni-sepnr Rudas, seno
depuia que I lie furrm uiiiilus oseunliecimcutiia, por mi-
de cnale que os reos exocutodos unlrorao pora oa cu-
ntes pblicos cun na quanliaa que devino, acontece quu
inultas vcica se nao posan iaau l'.iicr acm emburaco, ou
sem graudu nuniero de eupias, porque os eiiulieeimentos
poas.iJus pelas repartico.s. que recebrioessas quaulias,
n refcrcni n mais deum reo exeeiiiado, ou conten tan-
to os devedores que psgsio com simples notificaco,
como os que tiverlo penhoras julgadas por sentenca.
Cumpre portento, que sejo especiaes es conheci-
inentos relativos atalclasse de devedores, e que elles
nio contenbao mais de um s nome.
Tambem me parece acertado, quo tanto as guias, ro-
mo os conheciinentos nio posso conler os nomes de de-
devodores pertercentes a mais do urna relucao. a ini do
que se possio ir successivameutu unindo esta no cario-
rio os respectivos conbecimentos; e as rep..rti< oes su
conhecio fcilmente quaes os devedores quo deixrio do
pagar, e seapurem novamenlo as rulaces para se acti-
var a cobranza pelo juizo, se tanto for preciso.
Finalmente, opin.ndo alguns juizes procuradores fis-
caes, fundados no decreto de .. desettmhro de 1785,
que os 6 por cenlo,pagos pelos reos executados, dovem su
extrahir na sua totalidadedosprimeiros pagamentos,por
elles eflectuados em rclacu a totahdude do debito, te-
nbo eu entretanto determinado quu sement se deduzao
em relaeio as quanlias arrecadudas, porque rio dou a
mesma intelligencia esse decrc to, combinado com a
legislacio anterior e posterior; porque julgo que a la-
zonda nacional (icaria assim pn judicadu; u porque fal-
tara aos empreados do juizo o neres.-ano incentivo pa-
ra ellucluaiein a cobranza rom a conveniente diligen-
cia e actividade. Entretanto, como posso duixur de estar
noexercicio dcste lugar, parecc-mu conveniente, que
se estabclcca esta regra de modo invanavel, quolquir
que soja o juiz; oque os procuradores fiscaes dola li-
quen) inteirados, para se opporem a quulquer contraria
determinacio pelos meios ao seu alcance.
Sendo laes ss medidas, que julgo dever opresenlar a
V. S. para seren adoptadas, de commum accordo, e
execuladas por esss thesuurana e recubedona geral, o
pelo meu juizo, permita me V.S quu passua redigil-
l&sem forma du regulamento, el!iupe(i baja de dar-
Ibe a devida correceo:
1 D'ora em diante smente ao sollicitador do jui-
zo dos feitos da fa/.enda ho permiltido recebot dos dove-
dores desta, que lorem ajuizudos. as quanlias porque
elles estio responsaveis ; licandu coiiseguinlcmente
prohibidos semelhanles reccbimciitos a lodus o quaes-
quer empregados do juizo.
2 Estes recibos serio exlrahidos de um livro do ta-
los, que ser i fornecido pela thesonrana; u por tanto
nem o sollicitador podera suppnl-os com recibos passa-
dos por oulra forma, nem os devedores seio obrigados
a acceitar laes recibos:entregar su-bao u cada devedor
lanos recibos quantas frcm as relaeoes enviadas para
o juico, em que o seu nomo venba esenplo.
3." 0 livro de tales ser impresso, e organissdo, se-
gundo o modello junto ; s ra rubricado pela Ihesoura-
ria, como us livrus dos cullecluies ; e lera nu verso a
rubrica do juiz dus leitos da fu/unda, ou de quem suas
vezes fizer.
4 O sollicitador do juizo dos feilos ser obligado a
recolber thesouraiia da lozerdu, ou reculiedona de
rendas internas teraus. as quantiis, que livor cobrado
dos devedores,imme'lii lamente que as teceber; no Ihe
sendo pon m ein caso nculiuiu Rilo demoial as em >eu
poder por mais de seis das. lantc a thcsouiuna,
como a recebe don., deiau os c nlici iiientos do isl}lo ao
sollicitador no mesmo dia, em que elle li/ci us entradas
das qusntiAS arrecadudas pelo juno, ou pelo menos no
diu seguinto til.
S. As guias que se costumao passar pelo juizo
dus feitos, nio (ero d'ora em diante urna nuuie-
racio geral; mas numeruro especial, segundo as
repaiticoes, que frcm dirigidas, a lim de que se
c nlieca se alguma falta ou nao. Da mesinu soile se-
rio d'ors em diante numeradas < s reltcoes dos devedo-
res, que se reilicUVcm da Ibes Olalla, ou da re el c li-
ria de rendas geraes internas; u cada una nu podira
contar mais do que urna classe de di vedorus, correspon-
dente a um imposto dado.
Ii.- laida guia do juio nao pocier conler mais do
que urna classe de devedores de inipostos, e deven re-
ferir-so sempre ao numero da relaeio que loi recebida
das repartirles indicadas ; os coiiheciuu utos entregues
por estas sero tunt s, quantas forem as guias, c se re-
ferirao ao numero deslus Para cada um dos devedo-
res, que pagrio, om consequencia de penbora julgada
porscnle c.i, so passara guias e cuiihccimenlos espe-
ciaes Os conhccinientoa relativos a tues execucOes,
serio unidos As mesmss ; os outros As relaeoes recebidas
pelojoizo, 6 que elles se relerir m. Ni lio licito ao
sollicitador reter cm seu poder nenhum conbecimentn
7. 0 sullicitadnr do juizo declarara no lim du cada
recibo, quo (ica no livro de talos a dala da guia, e o
dia da entrada da quandu arrecodada. Esla declaro
ci-.i ser por elle recebida.
8 Os seis por cento, que as leis fiscaes man I ao eli-
dir dos devedores iiioroso> em beneficio des cmpri godos
do jui'o, seiio deduiidos dos priuciios pagamenios
que se li/cieui, li.au em lelau.o ,'i toli lidfldc do di! ida,
mas son.i ute- cm relaeio a quantia que sea arreradar.
9. Estas delerminari's sero in'pressos nos Diartos
vantagem de puderem aa guias du juizo, e os cunlieci-
nciiius das repartices refenrem-ie ssmpro ao numero I da provincia, para conbecimenlo dos devedores da la-


zenda, o copiadas nos livros competente do uizo dos
/Vitos, ou das repartieres liscacs.
Modefo do livro de talSes,
Anno Snaoe. de 18'i4a 1845. Jolw dosIcitos da fazenda.
Recobi do 8r. F.... a quantia de..... quo devia
lazenda nacional pelo hnpoMa H#....... relativo
aoanno inanceiro de 18... a 18 ., Mgundo consta du
relacfio n.____ quo loi remettida para o jui/o priva-
tivo dos loitos da fazenda eni data do ... de ... do 18...
Rec fe... de... de 18
Passou so guia em
O Sollicilodor do juizo
Hciolhi-a em
Taes sao as disposigoes que auhjeito 6 approvuco do
V. S., para n|i'n ''' 'or consideraos >e importancia
Dos guarde a V. S. Heci'e. 28 de maio de 1845.
lllm. Sr. Joao (oncatres da Silva, inspector da tbo-
souraria de f.i>enda lesU provincia O juiz dos fe i los
da bznda, Jer mymo Martiniano Figueira de Mello.
COKKKIO.
c .'iiiiK-r imikm i 0A < 11 > \ i > i. E PRO VIHal.
Ilareh > a praia a paisos lardos, e ron vigor na sen-
da escandalosa do* gr.m-Douros-d'Anta sc-i cliefe
apoia, e remonta a toito <> a dircito, o oses actos raros,
odevidos necessidudo du manlcr a nrdom e lirar a
torca nos conspiradores, e quo anda assiin eiSo com
tanta acrimonia, com tanto intuito, com tai.ta infamia
censurador, sao liojo pelo mesino thror justifi- dos com
o eicesso, com o cinismo, do que so a prai i sous a-
gentcs sao capaces. E cutan, incessantrs palradorcs,
so licitas hoja as reformas dos lliciucs da guardo-nacio
nal,que tantas tonsuras,ha pouco mais dum anno. vos me-
reciao ? Sim, acuellas mereeiBo todo o vituperio,por
que cro dadas a quem era intil, quando nao nocivo
ao servico; estas so dignan de louvor,porque rec heui so-
bre quem bem servia, os rap izlas sao do um de.-cara-
inriiio lloje lorio reformados o tenento coronel Ha-
noel Joaquim do liego o Albuqueruue do batnlhao dos
Aogados.e o nujor domesmo Aoacleto Antonio do Mo-
raes.nomeadosem lugar delles,o agitador Francisco Car-
neiro.para couiiriandanle.e ucn tal Joaquim Ignacio,>ue
pelj sobrenome nS > perca Agora lito, esta o dislrie-
todos Alogados, salvo (uein ae nao huuver curvado
humildemente as exigencias do Cameiro, quem mo li-
vor sido ligoiro das eleiccs, tom que ajuslar contas !
Dizem-ine tamliom, que so creou mais urna Ic^iSo
neste municipio, cujo major be o Lua lloina e
quo o coronel he o tenonto-coronoi do Ilunarac Lobo.
Vea. ha quanto lempo nao Ibes dou noticia do en -
cbor olb iscotru esta.
Pernambuco, l6dojunbo do 1845.O secretario ,
Luiz da Cosa i'orlocarreiro. (21
=0 lllm Sr. inspector da thesouraria das rendas
provinciaes manda fazer publico, que em cump ment
de didroi do Kmii. Sr. presidente da provincia, datada
de 27 do passado ira a piara hoje 27 do Brrente ,
ao lorio da peante esta thesouraria, para sor arre-
matada a quem por menos lizer a obra da fritura de
urna carnada de barro no primeiro lauco da estrada do
Norte, desde o caniioho do Pombal at o Varadourodr
(Huida, meada na quantia de seis eolitos seis erutos o
quarenta esetc mil rs., as quacs aerad ejecutada*ron
forme as clausulas especiaos publicadas em o n. 12, e
outros (Testo Diario.
Os licitantes devidamrnte habilitados compareci
no din. hora, e lugar indicados, ioiii assons proposlas
formalisadas segundo o regulanicuto de 11 de jnnho
de 1843.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciana, ir.
de-Portas, n. 60: quem pretender, pode fallar com
Manocl da Silva Ncves.
De< laraces.
DI RIO UE PEIIUlll'CO.
O litigue Novo fiomfim. quo bontcm chegou do Rio
com lo das do viagem, du noticia do se ochar mmenlo
ministro la guerra o Sr. marquel de Ligcs.
c&
10o
Alfandega.
Rendimcnto do dia 20____ ...........II :606i050
Descarregao hoy. 27.
Escuna Chritlini mercadonas.
tingueSt\eacerveja e batatas.
litigueCiceromercaduras.
Barca Feiceidem.
IMI'ORTACAO.
Cicero, brigua ingle/, vindo do l.cith, enltado no
coi rente mea, consignado a SI.'' Laltuont & Companbiu,
msnilcslou u srguinte :
522 pecas de mucliinismo, 147 toneladas do can3o
de pedra ; a l). W. Ilowmann.
125 harneas cerveja j a Jones Pat n ftCompanhiu
20 ditas cerveja ; a tdaHMon liowie & Companbia.
10MCOOI farelo, 2 barricas farinba d'uveia, A ditos
cevada, 3 ditas ervilba, COO barrilinbos tinta, 25 la-
boas, i fardos com grossaria aordem.
Sevea, brigue sueco; vtulo de Golbemburgo, entra-
do no crrente me/., consignado a James Crubtrec &
(. o p.iiiinj, un nilestou oscgumle :
500 harneas ceneja, I7(i cudeins, C mesas, 1 com-
nioda o cspciho, 1 lavatorios; a JamesCrabtrce& C
1 mesa, 1 sola, fiO toneladas de lastro do pedra c
arca 20 barrica* btalas, 4 caima pone! e ; no capillo.
An* iuiciitu lio furto.
Navio entrado no dia 23.
Babia; 6 lias, sumaca nacional Fiordo /njo, de 92
toneladas ; capito Bernardo de Souzu ; caiga cali;,
feijlo, u nmis gneros ; ao capillo.
Nanoi ent adoi no da 2(i
Rio de Janeiro ; la das, brigue naeional 3 oro floro-
fim, do 141 toneladas; capi'lo Joaqoini Fernan-
dos Coclbo; equipagem lo, carga faruiba de man-
dioca ; ao capito
dem; 17 das; sumara nacional Tentativa, de 115
toneladas; oapifiojoao Ignacio I'ene ru ; e^uipa-
gcm 12, carga firinba do mandioca ; o Gaudino A-
goslinllo de lanos.
3 O administrador da mesa recebedoiia das ron
das geraes internas avisa pela ultima ver aos morado-
res dos hairros do Recifc, Santo Antonio, Boa-Vista,
e Afogados, para qu trago suas relaedes dos escravos,
i|uc poiiuirea al o fm do correle me/: o acuelles
(|uo se negarem a isso, nao serio rccoilidas.scm que a-
presenlemo titulo por que os possuom,cmo determina o
artigo 6. do regulamento abaixo transcripto, e scr
multados em IOS* 3()jirs.: e para i|ue cheguo a noticia
mandei fazer o presente annunrio. Recebedoria, 21 de
junho do XMo.L'rancitco Xavier Cavalcanti de Albu-
querqut.
Ai ligo 6." No aclode primeira matricula a ninguem
so eligir o titulo por quo possuc o escravo; lindo, po-
roi, o lempo dulla.m nhum esclavo, alm dos ja ma-
triculados, osera de novo, sem que o dono aprsente o
titulo por que o possuc.
Art. 23. I'assada a poca da primeira maliicula, os
donosdos escravos que os nao tivcrein matriculado, ou
deitarem de o fazer, ser multados de IO.iOOO i 3j
rs. 21
8= Oadministrador da recebedoria de rendas nter
as geraes convida as petsoas, que quierem se encar-
regar da venda das cartas do jogai, no municipio desta
eidade, e no anuo inanceiro prximo futuro, de con -
foimidade rom os art'gos 53. 5d o 55 do regulamento
do 26 de abril de 1814, a comparecorem omditarepar-
tieio todos os dias uteis at 20 docorrente. Itecelicdo-
ria, 9 de junio do 1845. l'rancieco Xavi.r laval-
canti de Albuquerque. (9
A ido.inisiruc.ili dos rstabelecimentfs do caridade
manda lazrr publico, que em cumplimento da lei, e
ordein do Exin Sr. vico-presidente da provincia, ir a
praga liojo 27 desto cotrenle mez, por lempo de um
anno, <|uc lera principio no dia l. de julbo prximo
luturo, a renda das amo-tras do luto das caixai o fechos
d'es-ucar, comprehendendo todo o assucar do luro,
que, em cunloimidado da resolucio da assemlila pro-
vincial, foi applicado em beneficio do hospital dos la-
zaros, na conformidade dos regulamentos geraes : os
licitantes dovertO comparecer na casa das sessocs'da
mesma admini:tracao, no referido dia, as 4 horas da
tarde, com seus liadores.
12, 2i0,
ti lOj
%> IliO,
Si lOOj
U 80,
S IOS
Editacs.
8=0 lllm. Sr. inspector da Ibes ur-ria das rend..s
provioeiaei manda fazer publn.o, que, em cumplimen-
to da le, pcrantii a u.csma Ibesouraria, se bada arre-
matar em hasta publica, a quem mais der, no uia 27
do torrente (boje), o dizimo dos cucos nos sejuinlcs
municipius, segundo os avaliacei abaixo descripUs:
Uecile. COO* is.
Olinda, Itamarac, Goianna, Cabo, Rio-Formoso,
400S rs. cada um.
IguaiBSs, Serinhacni, lloa-V isla, 500, rs. coda um.
A aneinataio ueste imposto sera leila por lempo de
um anno, a contar do 1 de julbo prximo ao uUimodr
j ii nli ic I Sil), ea anecadaeao conforme o legulamcn
todc31 demarco de 1832. sendo os pagamentos poi
querida, imn< difmenle oscu vcncui culo.
As pessous, que so proioserem a estas aricmalcdrR
compareci na salu da* MAet da soliredila lin s oa-
na no uia ai ima indicado, pelo tlieio da, compelen
tenienl.- habilitadas. E para const.r se inandou ;fl
xaro presente o publicar pela imprensa.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciaes de
Amgnatura para ot etpectaeuloi da companhia italia-
na, no thtatro publico detta ctdade.
(jiuseppc Maiinangeli, directur da companbia italia-
na decanto, ebegada rccenlemcntc de liorna, tom a
boma de convidar os seus protectores o amigos, para
urna assignatura dos seus espectculos, sob a forma sc-
guinte :
A assignitura ser de 2i recitas, das quacs as ulti-
mas qualro serio gratuitas para os Srs assignantes
Cada esi ctaculo constara da representacao de urna
das mclborcs partituras dos mais insignes composito-
res, ou do que mais intcrcssanle houver as diverjas
operas, que o director possue, de Hossini, Irlercadun-
te, Donizelli, icllini, Verdi, fteci, Lillov oulio.
Cada semana .'(( una recita, e, quando fr possi
u'l, dos, cujas noutes serio annunciades pelos jornais
e cailozcs.
Preco$ dai astignaturat.
Camorotcs do frente, da ordein nobio a
hlciats
de frente, da 1.* ordem a
Inicia s ii -
Coi tirillas a
Platea supetior a
O Iheatro ser novamento artan|ado com toda a de-
cencia possivcl, oflerecenilo a piule i superior todo o
con modo aos Srs assignantes, por serem usseuslugu-
res numerados ; por esta maneira podrao ent ai para
riles a qualqucr hura quo quizerem.
A orebestra ser c imposta dos mclborcs professeres,
e dirigida pelo Sr Grosdidior.
Os espectculos principiro no mez de julbo, logo
que os arranjos do theatro esliverrm ullimados.
Sendo necessario o correr is desperas immediatas o
neressuris, para o descmnenbo das obiigcccs, quo o
director contrabo com os seus illuslres protectores e a-
migos, sera dividido o pagamento da assignatuia em
ouas paites a primeira sera satislcita antes da 1 re
cita, e a outia no liin da 12.a
As assignaluras fazciii-sc em casa do director, na la
Nova n. 7, primeiro andar
O director espera continuar a merecer a bcnevolcn
ca, com que at hojo tom sido tratado pelos illuslrcs ha-
bitantes desta eidade.
1 PUBUCAC ^ LH'I ERARA.
JI-/I..-. l.lllllsio,
petante o secuto.
Obra tradu/ida por /'. .V. Colaco, c ntidamente
impressa pelos Srs. dantos & C'
Os exemplarcl drsM Iraduccao [a nica completa
que exi*le tic tao interesianle enripio ) acbao-se a ven-
da na linaria da piuia da Independencia, n. 6 e 8, e
na da la da CrUZ, numero .'di, pelo preeo de 4-00(1
es. 10
Sahiri bojo as hores da larde o n. 27, cachar-so-
ba a venda na praca da Independencia livraria n. 6, c 8.
A CARRANCA.
Sabio o n. 14, cachase a venda na praca da Inde-
pendencia livraria n. c 8.
1 Aluga-se o sogundo andar do sobrado, n. 143
na ra do Pilar, em l'ora-de-Portss, com vista para o
mar, proprio para pequea lamilia ; o armarcm da
mesma cusa com armoco, e mais utensilios para ta
tierna ; a casa terrea n. 80, na mesma ra bastan-
temente alta, clara, muito arejada, com tres portas na
trente, duas salas, sendo a superior bem espacosa, dos
alrvos, o um quarlo, no meio do corredor, cozinba
futa, o cacimba no quintal murado : a tratar com Je
ronymo Jos Forreira, na mesma ra,n. 141 10
I I ni hornero, casado, de hons coslumes, se of
ferecc para ensin.-r em algum engenlio, ou povoaci irimeiras ledas, du quo lem multa pratira, o alguns
onhcciinentos do lingoa nacional, o msica: a sua
mulbnr tambem so propdo a ensinar meninas a primei-
ras ledras, a coser, bordar, lozer lavar n'os, flores, r
lin ;ir de todas as cores : quem los seus prestimos pre-
cisar, annuncie. 8
1 Na noite do dia 8 docorrente furlruo do sitio
do Pina, dislricto da lioa-Yiagem, um quarto costa-
ndo, novo, tendo urna ferida pequea na sarncin, e
un (piarlo direito o ferro M travcssaoC: quem o pe-
gar, ou delle livor noticia, dirija-s ra Imperial,
n. 05, quesera recompensado. 6
Precisa se de 400.000 rs. apremio, sobro hy-
potheca de um sitio, livro o deS'mbaraeado ; assun
como laiiibem precisa-sc do um menino Hrasileiro, ou
mesmo Poituguez, quo sirva paia alguns mandados ;
|.cilrin piocurar o annuncianle, no atierro da Roa -
Vista, n. 63; do contrario, quem Ibeconvier, an
nuncio a sua n orada.
1= Arrendase ou rende-te. um sitio na estrada dos
Afflictos, com casa de pedra eeal, v solio, estriharia
isra covallos, boa ogoa de beber, com arvoredo de
fruto, etc. : a fallar com Joiquim d'Oliveira, no seu
sitio junto ao mesmo. (
l=r Nos abaixo assignados, rendeiros dos trapiches
denominados Angelo, Allandega-Velha,l'elourinho,No-
vo o (Jonipunhia, fozemos publico, que do piineuo de
julho do concille i-nno in? diante, cobraraomil rs. de
eso de una iza com assucV, e du/enlos u quarenta
rs. pela descarga. Recite em 27 de junho de 1845 -
/'lancisco Fernandes '/homaz, Jos l-rancnco Hibei-
ro de Soma, Antonio Coeiho de Mello, L'ranciso
./itgi 1 Peiderao-se, doRecifeat n Boa-Vista, qualro
mllas decontinhas do liio de Janeiro, o urna ciuz pe-
',ui-na : quem as m liar, o quizer restituir,queira fizer
o favor levar ra do Encantamento, n. 3. que sera
recompensado, levando ao recolhiinento da Gloria. 5
Cautcllns contra as l'alsi-
(icacoes.
Conslandu a AIel'HON & C. que fin al-
gumas lujas desta eidade se vende un
rap com a falsa tlcnontinarao tic UA'.'E'
AUCA IMlhlA c com astuciosa imila-
mut, entrado no correte mez de unbo, um caixolo
com caixinbas de pillas regetacs do Dr. Brsndrclb.
0 mesir.o abaixo asignado ufana-so de afimar, qi.e
sao as nicas, c vcidadciras pilulas vrgetaes, que exis-
tem nesta praca,do seu proprio autor, o est protnpto
para apresentera sua veracidade a quem quer que for {
por quanto o mencionado doulor Brandrelh o autorisou
em um diploma, legalisado pelo cnsul hrasileiro d'a-
quella eidade, para ser o seu agente n Oi prclendentes dirijao se a fu botica na ra da Ca-
deia do flecife n, T>6 Vicente Jos dt frito. 16
2^^Ncgocia-se, por troca, ou venda, um mulatinbo
(adiertindo-se, que a ser por troca ha de ser por um
nutro), o qual nao poder Icr mais do quo 20 annos,
sendo um perfeito bolieiro, bonita Figura, muito bem
cabello, sem achaque, ou deleito; o qual, tendo pela
l'rimeira vez fgido por sedurcao de um outro torro,
indo tr a eidade da llahia, onde foi mandado prender
r recolher a c i.'eia do l.imoeiro. o s por este motivo,
1 o que se negocia, obligando se o dono, no caso de so
realisar qualquer negocio, a vida do mesmo leo da do
mesmo negocio ; assim como de nao se responsabilisar
pordespr-za alguma das feilas all, al que ella Ihete-
nlia de ser entregue : a quem este negocio convicr. di--
ija-se a ra estreila do Rozario n. 8, que achara o do-
no do mesmo. com quem tratar. 1 i
2 OMercce-se para qualquer emprego em algum
ng iibo. menos feitor.um rapaz solleiro, e qurentrndo
de ludo por ler pratica baslantc. priiici|ialmente de des-
tilar s. o|ual d conbecimenlo do sua pessoa ; quem
percisar, ennuncie para ser procurado. $
2Alocuo sr dousanduies de urna casa, na ra da
Cruz do lirrile ; os pn tendentes dirijao SO a ruada
("adeia Vellil n. IC. 3
2 l'in-.v.-sr dr I .i oo i rs. n uros sobre hypolhecu
em urna casa terrea, por espaco de um auno ; na ra
Velba, venda n li,se dir quem be 3
2^Precisa-se de um preto para servir a urna casa, o
que entenda de botar cona ; quem o livor, dirijr-se a
ra dos Codihos n. II, ou annunrio. 3
2 Quem Mr dono de um cordio, com urna cruz do
terden'ro r liquias, procure no Atierro da Boa-Vista
loja de ourites 0 5T, que, d.ndoos signoes cerlos, Ibe
sera entregue; puis loi tomado a utn patdinho, quo an-
duva vendendo. | o desconliar-sc. "i
2Aluga-seo segundo andar da cusa u 51, na ru
da I adeia do Recife o qual lem B portas do trente, 2
alai, 2 gabinetes, Oquaitos e cozinba (ora ; a trolar
na mesma ran. 53, segundo andar. i
2 \ Aos /reguezes do bom t barato.
cao, nSo s dos boles, rtulos c sollos de
sua fabrica, como do proprio uoiuc dos
scicntc aos seus
annunciantes fazcm
fregueses e ao publico
[ue,
(in
resguar-
Amso inai tlitiii).
2Para a Babia subir em pouco- dias a sumaca na-
cional anla Auna ; quem na mesma quizor carregar.
ou ir de passagem, dilija sea Novses & C", na ra do
Trapiche n 3<. 4
Lvisos diversos.
Aluga-se utna casa terrea, com solo, em Fora-
do de sua propriedade e dos seus direi-
to, ledos us lides e meios bolos tic sen
rap levao por extenso a firma dos an-
niiucianlcs Mechn 6 C : e rogao a seus
lirguezes mi cuuliindu sua firma com
us iitmes de /HonrCio S: ('. Mniboni
6c C &C. &C.9 inventados para Iludir
u publico por este meto, digno de seus
autores. 1'urtanlo qualquer outro rap
que se aprsente deba uto ta denominadlo
do l\\l'li All-;.; PIU-TA he urna fal-
silieaoao dos productos da fabrica de
Meubok 6c C, inventores, c nicos pro-
piielarios das fabricas de BAPfc' AltE\
1'IULTA, tanto no Kio de Janeiro, como
na Babia e nesla provincia ; e rogao aos
&rs, compradores, c com especialidade
aos du interior du provincia ( para onde
consta aos annunciantes loieni-se felo
grandes remessas ) se acantellem contra a
fraude, pois nao troco, e nem se res
pousabibso pola qualidade dos botes que
nao ton bao a sua firma. O preco be d<
t.sooo res a libra, e nao se vende menos
de j libias.
Ml'X'ltO, & C.
2 Piccisa-se alugar urna casa terrea no bairio de
S. Antooio cujo aluguel nao exceda de 8000 is. para
poura familia ; a tratar na iub do iiangel n. 17. 3
ao-sc bOOfr* a premio com penhores deouro,
prata ou byp llreca em algum predio; r|ucm precisar
annuncie. 3
t Jos Joaijuini I.eite roli'a-se para o Ar.icaly ,
levando ttn sua companhia o seu criado Suteiio da Sil-
va e un escravo. 3
3 Manuel t'elis Alus da Cruz minino -na mora-
da da ra doPadie Morianno, casa n. 43 para a run
das Cinco-I* nas ctsa n. 65. 3
3=s.lanocl Fclicianno Gomes de Figoeircdo ni ia
so uira (orado imperio. 2
j MUTA ATTF.NCAO !
O abaixo assignado lem a distincla honra de annun-
ciar ao respeitavel publico desta eidade, e aos habitan-
tes em geiul da provincia de Pernambuco, quo acal a
de Ibe chegar de Boston, pelo biate americano itaco-
Joo Lubet, com loja do chapeos du sol, desCJao
panninbo estabelecido na ra dj Passeio ao podo arco
de S. Antonio, fu/ ver, quo lem um lompleto sortimen-
to de chpeos de sol do variudos gostos, lano em sfida,
cuino em p.mninlios e hoasarmacoes.por comuiodos pro-
cos ; assiin como os luz o os cobre a contento dos seus
ficgueics, u tambem vende as (alendas, ludo por me-
nos que outro qualquer : os prelendentes pdem diri-
gir se ao mencionado lugar, que so llies promclte irem
satisfeitos. 10
2Na casa d'ugencia commercial, na ruadaCadoia
do llecife n. G, primeiro andar, se vendero os trastes
nmeros 3 o t: seus donos, spresentando as cautellas
drslcs nunieos, irSo all receber seus productos. No
uiPSino eslahel- cimento su contina a receber para ven
der, por ((iota de seus donos cominissao, pianos o mais
instrumentos de msica, livros, movis, roupas, vidros,
louc, painris, prata, ouro, (lo., o se empresta di-
oheiro sobio estes mismos objectos,ou aecompro, fa-
zundoconta. 10
2=1) abaiso assignado avisa, que nao se pide con-
tratar negocio algum com a casa da ra do Pilar n. 1011,
outr ora |!)8,por|ue dila cesa se acbasubjeita a legados,
como consta do inventario, que se ai lia no rartorio dos
orpbos.Joiiquim Hodngues de .11 menta. 6
','. Arrenda-se a propriedade Cbacon a mar-
gem do rio C, ipibaribej, dcfionte do engeobo ^Cordei
io com duas casas para habilacio, sendo urna del las
nova, o com muitos commodos, com boas senzallus, em
numero de deraseis, que sao oulras tenias casas, quo
so pdem alugar no lempo de verao; com tres grandes
baixas muito liescas, paia plantario de capim, ou can-
oa, ou nutra qualquer; com bastante Ierra mais alia,
a margem do rio o imiia- commodidades; arrenda-
se por tres anuos, e quem o pietender, dirija-se a casa
du advngado Jos Naicisu Camello. 11
2 l'iocna-se alugat urna pieta lrra, ou escrava,
para vender na ra leas de meninos, o bonras de
panno, pagando se o da, ou a vendagem : na Boa-
\ isla, ra J i matriz, esquina para a ra da Gloria: na
mesmi casa vende-se utn laboloiro novo, com tampa,
para vender duce, ou outru qualquer cousa. 6
2 Piecisa-se de dous leitores, um para sitio, que
entenda de rncheitar. e de borla; o outro para urna
fazenda no Serto, distante desta praca 60 leguas : no
alieno da Boa-Vista, n. 43. 4
3 O thesouieiio da irmandade do Divino Espirito
.v.nto lembra aos trmaos da mesma irmandade, quei-
ruo ter a bondade entregar as capas, que teem em seu
poder pertenentes a mesma na ra das CruzesaoSr.
Lima; pois ncnliumdosirmSos ignora, que o mesmo
Ibesoureiro tcm do entregar ditas capas no Domingo,
29 do andante mez, a mesa nova. 7
3 Na ra das Cinco-l'onlas, casa n. 6o, ha urna
grande porfi de cslrumc ja curtido para sitio, por pre-
co muito commodo ; Picando o pretendente obligado a
tiral-o do quintal oa dita casa: assim como tambem lem
urna p n/ao de tijolos quebrados, proprios para alicercee
de rasas. 6
fl F. C. Hulmn cidado Americano retira-te
para os b!stados-Unidos. 2
3= Precisa-seda quantia do -<:000f r. a premio
Sobre hypotlicca em urna proprio ldc,na qual se esta le-
vanl.indo um enenho na fiegue/ia de N. S. da foca-
da distante desta pura 16 leguas ; quem Ibe con-
vicr annuncie sua morada para ser procurado. 5
10 LOTERA DO TllEATBOPLPLlCO.
= U ibesoureiro desta lotera, disposto a empenhar
todos os esfurcos para augmentar o crdito, de que
sempre ella goscu, pela regulendadcdc sua extraccio ,
declara que os bheles da segunda parte da o.3 lotera,
cujas rodas devem ter andamento muito brevemente, so
acbao a venda nicamente no bairro de S. Antonio,
na botica do Sr. Jlo Moreira na ra do Cabug ;
na ruadoQueimado lojado mesmo tbesoureiam, n.
39 ; e na ra da Cadcia do Recife loja de cambio do
Sr. Vieira. 10


A
- Se algum lenbor nogoc.ante precisar de um me-1 tes de cassa de quadros a 360 rs. cortes de OH-tW-
nio de 14 annos, cuidadoso e domestico, quesabo er.ltas de muito bonitos padrdes e boa quahdado a itiOO
eicreter e contar, annuncio. |rs. Igodio trancado azul mesclado a 2*0 rs. o cova-
= Roga-se ao Sr. (cujo nome so ignora ) o favorldo marte niul d-j vara de largura a 260 rs o covado ,
de mandar buscar a imagen, de S. Joto, que, ba mo-1 muito boa fazenda para pretos lencos de cassa pinta-
zes, deixou para se reparar na ra de Hoitis n. 23 .Idos a 160 rs. alodio liso do mullo boa qualidade a
pois a dita imagern', ha muito. se acha prompta. jlOOrs. avara, ditoamencono a 220 rs. a vara, mu lo
Quem tiver urna preta. captiva, para o servico encorpado, chadre* sde hnho para |aquetas a o2U o
ordinario de uina casa de pouca familia dirija-se ao
Atierro da Roa-Vista casa do Sr. Manoel Pires Fcr-
ii"i,i n. 13.
Quero precisar de urna mulher para ama de casa
de liiiinein sulleiro ou do pouca familia a qual sa-
fa" engommar bem e cor.inbar o diario do uma casa, re-
fina bem estucar, e cntende de algumas qualidades de
doces, e da fiador a sua conducta dirjase a ra da
Somalia Velba n. 70, primeiro andar.
Precisa-se de un feitor, que trabalhe enten-
da do horta, o v -ceas, para uro sitio na Magdalena :
na ra Nova n. 52.
Quem precisar de um rapaz para caixeiro de ra.
ou loja o qual da conhecimento a sua conducta di-
rija-sea praga da Boa Vista n. C, ou annuncie.
es Precisa-se de 400/rs. a juros, por 4 mezes .
e a premio al 3 por cento so mex com hypotbeca cin
uma casa na ra dos Marlyrio* n. 16 : a tratar com
Joao da Cruz Gomes na ra do Jardim n. 55
O Sr. August Carlos de Lomos Pacheco dirija-
si; a ra Nova, loja n. 32. a finJar o negocio, que Srnc
nio ignoaa a vista do quo tratou i quando o nao fuer,
dec entender-se com quem nao ignora.
Na ra Nova loja de allaiato de M. A Caj .
preeisa-se de officiaes do mesmo ofBcio e que sejao
perfeitos noscu trabalbo.
1 Precisa-sede um homem idoso. que seiba per-
feitamente grammatica portugueza, latina e france/a ,
entenda de toda a qualidade de escripluracio e tcnba
boa conducta para ensinar meninos e sirva de es-
crevente em um engenbo distante dcsta cidade : adver-
te-ae que, se for padre, melbor sera, em razio de baver
uma capellana para su Ihe dar ; os pretendontes an
nunciem suas moradas para serem procurados ou di-
rijao-sea ra da Boa-Hora emOlinda n. 6. 8
1= Aluga-sc um preto muito fiel epropro para to-
do o servico; na ra Direita n, 43. 2
1 Soctedade thialral Tkalienit
0 primeiro secretario avila aos Srs. socios quo os
bilbetea para a recita do dia 29 do correte, distri
buem-se nos dias 27 28 e 29 em c sa do respectivo
tbt'soureiro, na ra do Queimado n. 67 : o mesmo
faz sciente sos Srs socios, que domingo pelas 10 bu
ras da manhia se rene o conceibo na casa da socieda-
de para approvagio de convidados '
1 Precisa-se arrendar um sitio que seja perto da
prava e ten Id past > para 10 a 12 vaccat, pana-s bem:
quem tiver annuncie para se tratar do ajuste. 3
1 Aluga se o primeiro andar da casa da ra do
Queimado n. 14.com bastantes commodos coxinha
fora acabado de pinta'o preparar, ha poucos dias:
a tratar oo segundo andar da mesma casa 4
1 Precisa-se de um caixeiro para um botiqun* e
de om moleque para alugar : oa ra do Queimado
o. 29. s
1 Joio Antonio Gomes Guimaraes retirase parn
ra do imperio '2
1Jos Joaquim Lima Rairio t> sconte ao respei-
tavel publico e mu principalmente a quem ronvier, que
ten de relirar-separa lora da provincia: e quem se
rulgar seu credor queira aprsente suas contas no /ra-
zo de 8 dias para serem p*gas, Da ra Direita n 5. (a
1 Pretonde-se negocitr a casa Ierres sita no bair-
ro da Boa-Vistu beci-o do Veras n. 12; quem sejul-
gar com direito a mesma casa queira declarar no prn
20 de 8 dias da dala desto. 2
1 Aluga-se um prelo possaule e moco propno
para todo equalquer sorvico, por mez ou semana ;
na ra das Flores n. 21.
i= Deseja-selallarcomoSr. Luii Baplista Fin a
negocio de seu particular interesse o que veio para
esta provincia ha 6 annos e be natural de Selubal ;
na ra das Larangeiras n. 18. 4
3- Alugio se as casas seguntes : o terceiro andar
do sobrado n. 4. no Atierro da Boa-Vista ; o terceiro
andar don. 6 na mesma ra; o segundo andar dosobra-
do n 20, na ra eslreita do Rozario; a casa terrea n.
30 na ra de S Amaro ; d acabada n. 2, na ra do Sevo ; dita terrea com exccl-
lentes commodos na ra Formosa n 7; duas ditas
terreas na ra da Soledade ns. 35 e 37 ; dila na ra ao
lado da matriz da Boa-Vista n. 30 : na ra da Aurora
n 20, escriplono de Francisco Antonio de liveira &
Filho. '
Compras.
3 Compra-se um marac de prata estando en.
bom uso ; na ra do Rang'l o 54. 2
3 Comprar.-se, para (orada provincia escravosde
14 a 20 aooos sendo de bonitas figuras, pgo-se
bem: na ra da Cadeia de & Antonio, sobrado de
um andar de varanda de pao d. 20.
2= Compra se uma preta de nagio de idado de
2o aonos. que saiba engommar e cozinhar sendo de
bonita figura paga se bom ; na ra do Cabuga lija n.
9, ou na ra do Aragio n. 5. *
2=* Compro-se por commissao, escravos de aml.us
os sexos, de idade de 12 a 24 annos pagao se bem ; na
ra Direita n. 3 3
Compra so um casco de sellim 6endo inglez
ou francex estando em bom estado ; quem tiver on-
ouoce para ser procurado.
1 f.ompra-so um candido oa ra do Crespo
i. 9. a
1 Compro-se deus escravos, um pedreivo e ou-
tro carpina para uma encommenda do Rio de Janei-
ro pagio-so bem; na ra do Collegio armazn
n.lO.__________
Vendas.
covado, sendo hienda muito grave o de boa qualidade,
casimiras do quadros de bom gosto para cairas e de no-
vos padroes a 1200 rs. o covado pegas do bretanba
de mo milito largas e de 10 varas a 1900 rs, ditas es-
treitaa de superior qualidade a 1800 rs castores ou
riscados a 240 rs. o covado do bom gosto para calcas ,
brins trancados de muito bonitos padrOes a 300 rs o
covado, riscadinbos trancados a 200 rs. o covado, mui-
to boa fazenda para meni.os cortes de cambraia de
listras brancas adamascadas a 3/ rs o corte tendo G va-
ras e moia ditos do ditos de cor, de novos padrOes de
vara e quarta de largura e com 6 varas o meia o corle
a 5? rs., pecas de madapolao a 2800, 3200 o 3400 rs..
dito fino a 4000 4200 e 4600 rs. a peca medraste
lino a 5400 rs. a peca ditas de chitas a 4400 500 ,
5500 e 6000 rs. escuras, brutanba de linbopuro, fina a
040 rs esgui i do superior qualidade do verdadeiro
hnho a 1500 rs. a vara cassa de quadros para babedos
a 5000 rs. a pera cambraia lisa muilu fina do vara e
tant i do largura a 600 o 800 rs. cortes do vestidos do
>eda com flores a 50.000 rs o corte mui rica fazenda,
ditos de cbali de listras de seda do melbor gosto a 16*
rs. o corte chitas finas do vara do largura a 440 rs. o
covado sendo Irancezas o de muito bonitos padics ,
escocez do algodao para vestido a 500 rs o covado ,
briol trancado branco do puro hnho de muito boa
qualidade e muito encorpado a 1400 rs. a vara pecas
do bretanha de 6 varas, de puro hnboa 3200 rs a vara;
adverle se aos compradores que todas estas fazendas
so limpas e de boa quahuade alm de outras muitaa
lazendas por barato proco : na ra do Collegio loja
n 1, de Antonio de Azevedo Yillarouco & Irnio. [47
3= Vende se urna escrava sadia sabendo engom-
mar e cozinhar ; na ra da Cadeia do llecile n. 47, de
manhia at as 5 horas da tarde. 3
3 = Vende-se um escravo crioulo do bonita figura,
l.om carreiro; na ra da Cadeia do Recife loja de
Joo da Cunha Magalhaes. 3
3 Na ra do Codorniz, no Forte do-Mattos n. 9,
vende-sc bom fumo do primeira sorto para charutos, o
charutos do regala em caixinhas de 100 rica lazen-
da por prego cornrnodo.
6 Vendarn-se cortes de cassachitas de padrOes
novos, com listras e flores, assentos do todas as cores,
muito largas e cores fixas pelo barato preco do 2000
rs. dita em vara a 400 rs. dita transparente do to-
das as cores a 2500 rs o corle dita em vara a 480 rs.,
finissimoscorlesdequadn.se do listras a 4200 rs. ,
nquissimos riscados de padroes muito modernos e de
quadros o listras de cores fixas a 240 rs o covado chi-
tas francezas escuras muito largas a 260 rs. o covado ,
ditas de 4 palmos de largura com listras e quadros de
as-culo escuro e cores fixas a 320 rs. o cova.io al-
godao mesclado muito largo prpro para escravos a
240 rs o covado diloa?ul de quadros o listras a 240
ra o covado, brim trancado escuro o cor de ganga to-
do de puro hubo, pelo barato preco de 700 is. a vara,
dito bramo a 880 rs. dito do superior qualidade a
1280 is., ditos francezos do quadros, muito encorpadus
a 320 rs. o covado dito a 400 rs. cassa lisa muito
larga a 400 rs a vara dila de quadros c listas a 360
ra lencos de cambraia de quadros muito grandes a
320 rs ditos de ganga de t. das as cores a 520 is.,
ii.> las para menino e meninas a 200 rs ditas pretas
j.aru bornean a 160 rs. luvas brancas do algodao a
200 rs. pecas do ma.'apolio erifeta io muito fino a
5800 rs. mantas de linbo grandes a 3000 rs. chales
de lia adamascados muito grandes a 2240 rs., chitas
de cubera, de cotes Ihas a 160 rs o covado, o outras
mu.tas la/endas por burato preco ; na ra do Crespo ,
loja n. 14. de Jos Francisco Dias. 26
)Vendem-te charutos de reg&lia e madeira de
Jacaranda do superior qualidade chogada, ba pouco ,
da Rabia ; no escriplorio de Rothe & Ridoulac, na ra
do Vigario n. 4. *
4 Vende-se uma casa terrea de pedra e cal, sita
na ra de S. Migelo. 70, na povoacoo dos Afoga
dos em chaos propros oitoes meieiros cacimba, e
quintal murado; a tratai na ra atraz da matriz da
Boa-Vista sobrado n. 11 o
4 Vende-se muito superior tinta de escrever em
pequeos boide.a 120 e a 160 rs.; no paleo do Carmo
n. 22
3Venden.se chitas francezas muito finas, e de
cores fixas a 280 rs o covado corles de tarlatana di
padres modernos a 48 rs. bretanha de superior qua
lidade em pecas de 10 varas a 1920 rs. lia de qua
dros imitando a casimira a 800 rs. o covado corteado
finissimascassas-chitas com 6 vares o meia a 4 rs. ,
sarjas de cores para collcte a 1# rs. o covado riscados
Irancezes de bom gosto a 320 rs. o covado, lencos de
seda de cores a 1400 rs. pecas de cambraia lisa, mui-
to fina a 4JJ rs lencos bordados de finissima cambraia
com cercadura de renda c bico a 960 rs. chales gran-
des de lia a ;),> rs. lencos de filo de linbo de 4 ponas
a 880 rs. e alm dcstas, outras muitas fazendas por
mdico preco; na ra do Crespo n. 16, loja de Jos
Arevedo de An Irado. *
2=- Vende-ae uin sitio na estrada de S. Amaro pa-
ra Belem com uma excellente casa pura grande fa-
milia muilos arvoredos dehuto, terral para plan-
lacoes, baixa para borlalica e pasto para tcr4 vsccas
deleito, livree desembarayado ; a tratar na ra do
cional por preco cornrnodo; na ra da Praia ar-
mazn n. 31.
2= Vende-se muito boa estopa propna para
saceos: na ra do Trapicbe-Noro n. 10 *
2 Vendem-sn duas moradas do casas terreas oo
Atierro dos Afogados os. 223 e 225 ; outra na rus
das Larangeiras, de um andar n. 4 ; e um terreno na
Passagem da Magdalena defronlo do Csjueiro ; a
tratar na ra das Larangeiras n. 18.
2Vende se uma escrava parda de 16 a 18 annos,
de bonita figura sabondo perfeitamaMo nngommar, e
coser ; uma preta de bonita figura eoinbeira e la-
vadeira, por 380/ ra.; um bonito eseravO de 20 an-
Zit'XZ^&.'SXZto.fiv'........
JOOs rs.; oa ra Direita o. 81
a 200 rs. o covado fuslao pintado a 320 rs. o co-
vado franklitn de coresa800rs o covado, macc-
donia azul o 640 rs o covado brim liso de hnho es-
curo a 280 rs. o muito fino a 400 e 440 rs o vara ,
dito trancado escuro de algodao a 100 rs. a vara dito
trancado escuro de listras, do puro linbo a 560 rs. a
vara bretanba de linbo puro a 480 rs o muito fina a
640 rs. a vara cassa lisa a 280 rs. a vara o em pe -
ga a 2700 rs. chapeos finos do massa a 2500 e 3000
rs.,ecoro abacstreitaa 1000 rs., chapeos do sol, de so-
da, superiores a 5800 rs. o oulras muitas fazendas
por cornrnodo preco; na ra do Queimado lejas
ns. 8, e 46 do Caetano Jos da Silva.
ees \ onde-ae uma casa terrea na ra da Gloria, com
na ra do Crespo
9 AUtniHo ao barateiro I !
=Vende-ae a 120, 140 e 160 rs. o eovado de chita .
ditas finas escura a 220 rs. o covado, chila a 140 rs
o cavado madapolao a 150. 160 o 189 rs. a vara, di
10 Wuo a 200, 220 e 240 rs dita, madrasta de ?upenor
nualidade a 280 rs avara, pannos lino-azues a 2500
ra. o covado, de bonita vista p' P8m. moioacna-
Rangel n. 17.
2__ Vende-se um cronometro novo ebegado lti-
mamente de Liverpool ; na ra da Cruz n 13, pri
meiro andar casa de Ridgway Jamison & Compa-
Dbis. *
2__Vendem-se a posse e bemfeitorias de 200 pemos
de terreno no novo baiiro do S. Amaro com frente
para a ra do Hospicio para Olinda, e para a ra do
Canal, que borda o Passeio-Publico, dndose de
fundo ao comprador 300 palmos, em grande parte ji
alterrados, e postos lora das mais altes mar- s; o foro
l.edeOrs. por palmo do frente; o preco das bem-
feitorias sera o em que se combinar o vendedor con.
o comprador: a quem fizer conta pode fallar com Ma-
noel Lui' da Vega, em sua casa. 10
2= Vende se uma barretina cum bondo meia la,
ludo em muito )om estado propno para guarda na-
WJ I. |I. ... ... i
2Vende-ae uma toalba de lavarinto toda aborta
e obra muito bem leita por prego cornrnodo ; na ra
ao Cabuga loja o. 9. 3
2= Vende se muito bom vinho do Port engar-
rafado a 480 rs. a garrafa presuntos de Lisboa a 400
rs. a libra ditos nglezes para fiambre a 320 rs. a li-
bra cevadinha de Franca a 160 rs. a libra azeite
doce de Lisboa a 480 rs. a garrafa, e a caada a a520
familia de MaranbSo a 160 rs a libra esper-
macelo francez a 800 rs. dito americano a 880 rs. ,
passas superiores a 320 rs e mais genoros tudo por
preco cornrnodo ; na praca da Boa-Vista venda da
esquina que volta para o Hospicio n. 88. 10
2Vendo-se um carrinho de 4 rodas, quasi novo,
com os arreios competentes para dous cavallos ; outro
dilo de duas rodas com os aneios pertencenles; na ra
da Cadeia-Velba n. 16.
2= Vendom-se4 escravas de nsgo de bonitas
figuras, proprias para todo o sorvico e mesmo para
quitandeiras; uma dita de nagao, de 26 annos,
cozinbeira e lavadera de sabao e he muito diligente
para todo oseivigodeumacasa ; um molecote de 17
annos, ptimo para pagem ; um moleque de 13 an-
nos ptimo para todo o servico ; uma negrota de na-
cao Angola do 16 annos coiinba, lava e serve bem
a uma casa; na ra das Cruzea n. 41 segundo an-
d"' .
2 Vende-se uma venda esa muito bom local, sor-
tida e bem afreguexada no bairro da Roa-vista, com
o fundo de 1:400/rs. pouco mais ou menos; o lam-
hem se troca por uma casa terrea ou sitio pequeo
perto da praca ; voltando-se de parte a paite o que
e ujustar : a quem convier annuncie para ser procu-
rado. 6
2= Vende-se um preto crioulo bom trabalhador
deenxada, proprio para o servico de campo; na ra
da Aurora n. 4. *
1= Veude-se o oslabelecimento da fabrica de lico
res, sita no largo de N S. do Tergo n. 10 com lodos
os peitencesda mesma assim como 7 pipas de vina-
gre ludo por prego muito commodo|, bem como em
separado o que agradar ao comprador ; a tratar na
mesma labrca. I
1 Vende se um preto mogo proprio para qual-
qutrservigo e mesmo de campo : na ra da Cadeia d^
S. Antonio n. 15.
Vende-se um lindo moleque de 18 annos, ofl-
cal de pedreiro e de ptima conducta: na ra eslrei-
ta do Roiario n. 31. primeiro andar. 3
1__Vende-se uma carroca com scus pcrlcncra ; na
praca da Independencia n. 18, loja do Mcruz. 2
1= Vende-se um preto bom carreiro, trabalha-
dor de cnxada trata de gado e lira loile ; una preta
da Costa boa engommadeira e cozinlieira por pre
co cornrnodo; na ra de Agoas-Verdes n. 70. 4
1- Vendern-se 12 escravos, sendo uma preta en-
gommadeira, coxinheirao cose bem de idade de 20
annos, de bonita figura ; 5 negrinbasdo 12 a l an-
nos com habilidades e de boas figuras; uma preta
parida de 2 me/es; 3 pretos mogos, de boas figuras ;
uma preta de meia idade boa cozinbeira ; um mole-
que muito lindo, de 10 annos; na ra das Flores
n. 21 1
1 Vende-se urna duxia de cadeirss americanas ; na
ra Nova loja de ferragens n. 16. 2
l=Vendem-se3 facas de pona apparclbadas de
prata sendo obra ue!muito bom gosto, leitas em l'as
mado ; na ra do Livramenlo loja de miudezas
n.14. *
1Vende-se, por precisaoe preco cooimodo uma
escrava de nago Angola quilandeira, lavadeira e
cozinba odiaiio de umacaia: na ra da Paz n. 8 (5
1Vende-se uma venda com os fundos quo agra-
daren ao comprador, dando-seum pruiosufliciente, e
sendo a moeda, um vanlajoso rebate; a tratar no largo
deN. S. do Terco n. 14. 4
1\ ende-se uma negrinha do idade de 14 annos ,
muito linda, com varias habilidades; urna escrava boa
cozinbeira e engommadeira de idade do 30 annos;
3 escrav js sendo dous molecotes, todos bons traba-
jadores de enxada; um mulalinbo de idade de 18 an-
nos bom carreiro ; na ra Direit n. 3. 6
1- Vende-se, para fra da provincia, uma linda
negrinha ptima para mucama de uma casa de 14
a 15 annos de idade, de naco Angola, engomma li-
so ensaboa e determina bem a una casa ; na ra
doCaldeireiro n. 76. 6
1 Vendem-se dicciomrios de Constancio, Iran-
ez o portuguez, e portuguez e Irancez em dous volu-
n.es por prego cornrnodo ; na ra dos Cjuarleis
n. 24. 4
1 Vende-se agoa a 30 r.. o eineco no tanque
do Atierro da Boa-vista ; a qual esta son.pre muilo
Iresca, por eslarem as canas efectivamente em um
grande sombro. 3
V> nde-sc um quarto bom de carga por prego
cemmodo ; no pateo do Psrsisc n. 4.
Vende-se una escrava ptima co'nbeira, en-
gommadeira e faz lodooservigo de uma casa ; urna
dita com as meiinas habilidades; ume parda para fra
da provincia ; 3 escravas para o servigo de campo ; um
escravo carpina, de bonita figura; dous moloques pe-
gas do 18 a 20 annos ; um rscravo para o servico de
campo : na ra de Agoas-V erdes n. 46.
Vende-se um sobrado de um andar e solo ni
ra Augusta n. 26, com bastantes commodos e bom
quintal : a tratar na misma ra n 28.
Vtndem-se chitas escuras de bonitos padroes, e
encarnadas com flores amarellas a 160 rs o covado ,
riscados Irance/ts de quadros para vestidos e aquetas a
240 rs. o covado, riscados trancados escuras de quadios
para calas a 320, 360, 400 e 440 n. castor escuro
__Vende-se o bom e afamado toucinho do Minas, a
180 rs. a libra ; delronte da ribeira da Boa-Vista
o 68 .
1__Vende-se um sopb de Jacaranda, um guarda-
lougade ama'ello envidragado ; um serimunial mo-
derno da provincia da Arrabida segundo o rito roma-
no ; nasCinco-Pontas n. 160, se dir quem vende. (4
12Vendo-se orna casa do um undar, con. grande
quintal e cacimba em chaos propros. sita na ra das
rrincboras ; duas casas terreas na ra do Padre Flo-
rianno com cacimba meieira ; e um pal nquim aca-
bado de novo quo anda n8o seivio ; na ra da
Cadeia do Kecile n. 25. 6
3_ Vendem se bichas de Hamhurgo, muito su-
porores; lamben se alugSo ; podras para aliar nava-
Ibas, muito finas, proprias para barbeiros o particu-
lares; thesouras finas de (.uim.ires, para cortar unhas,
das mais proprias que tocm vindo ; na ra da Cruz,
no Recife n 43, delronte do becco do Porto -das-
Canoas loja de barbeiro de Joaqun Antonio Car-
neiro. 8
Vende-se um carro inglez de
patente de qualio rodas por
preco muito cornrnodo; na ra da Aurora
n. 6a.
Vendem-se coeiros de i crin bor-
dados f de cores muilo bonitas u isooo
riscadaum, lencos brancos bordados
de cambraia de linbo muito lina a 7x000
ris cada um mantas de stlitn macan
matizadas e franjadas muilo ricas a
iCsooo ris, ditas brancas de cambraia a-
damascada linas proprias tambe01 para
cortinados de caixillio de alcova a ajfooo
ris, cortes de oito varas de cambraia
transparente de cores muiissimo bo-
nitas a j.sooo ris ditas biaucas com
quadios de cores tambem .de bonitos pa-
drOes a 4.^000 ris; na 1 na doLibu^,
lojas de fazendas de F,eieira& Cuedes.
Escravos rugidos
2 l'Ugionodia lbdeiMaiodo corren anno a
escrava Catharina de naiao Relilo do idado de 2o
anuos pouco mais ou menos estatura regular secca
do corpo rosto redondo 11Q0 he mal parecida lein
entre os peitos uns enfeites do sua trra he bem pro-
la ; levou vestido de chila j desbotada panno da
Costa ; andava vendendo mil em um liendres: quem a
pegar, leve ao cngenbo do mejor rilippe Duarte Pe-
rene em BeLiribo ou atraz da matriz da Boa-Vista
n. 26 segundo andar quesera recompensado. 9
3 Fugio no dia 21 do correnle um escravo do no-
me Caetano de naci Congo de idade de 50 an-
nos, pouco mais ou menos elgumo cousa atravessa-
do no fallar, com os signacs seguinles: cum alguns ca-
bellos brancos rosto engelhado no en.bigo tem um
calombo de carne junio |s pequeos, isla tura bii
xa ; levou calcas de algodao escuro do riscado ctinisa
de linbo ceroulasde estupa chapeo de palha ordi-
naria: quem o pegar, levo a ra do Aragao n. 16,
que sera generosamente recompensado. 8
3 Fugio do engenho Mamucabus Ireguezia do
Hin-Formoso uma parda lo' nome Mana, de 25 an-
nos de idade, cor nao muilo i-tcuia altura c corpo
regulare*, cabello carupii.ho olbos pelos, denles al-
vos nariz chato, bocea r.sgada falla descansada o
mostia disfarce no andar; he escrava do Murciunno
Goncalves da Bocha e esta fgida desde Malo passado;
suppoe so que Sera embarcadu no porto de 1 an : mlaie
para esta prega : quem a pegar leve a ra da Gam-
boa do Carmo a Antonio Lu.z do Amaral e Silva ,
que receberi uma avultada gratificacSo. 10
1= Fugio no dia 20 do correnle um pardo, com
os signaes seguinles: de nome Jos lie carpina do
idade do 20 annos, alto, cabellos sollos e crespos,
com o segundo dedo do p esquerdo arrebilado para
cima e be mais pequeo sem iiarba : quem o pe-
gar, leve a la da
lado.
Cruz
11. 5
que sera recompen-
6
1Fugio em Agosto do anno pos-ado um escravo da
Cosa de nome Joao Caetano baixo do idade do
23 annos ps grandes tem um lobinho na cara; le-
vou calcas brancas camisa de chita c jaqueta de brim
pardo : quem o pegar, leve a ra da Cadeia do Hecifo
n 39 que ser recompensado. 6
1= Fugio em Setembro do anno passado um escra-
vo de nomo Jos de afio Baca estatura regular ,
de idade de 25 annos magro ; levou alguma roupa do
estopa o 110 corpo camisa do riscadu e calco de brim
liso : quem o pegar, leve a ra da Cadeia do Recite n.
39 que ser recompensado. 6
50.^000 ris de gralilicaco.
N Uesappareceo no dia 2 dejunbo do correnle an-
no um moleque, de nome Kslevao, idade 12 annos,
pouco mais ou menos, bonita figura, baixo, cheio do
corpo, rosto redondo, nariz chato, beigos grossos,
p s pequeos, e os dedos curtos e alertos ; tem urna
lettra A em um dos peitos; he muito ladino, e
parece crioulo : quem o pegar, lcw-o i iuu do Livra-
menlo n. 38, que receber a quantia a cima. (8
PERPi. J P1ATYP DE M. F DE FAMA---- \i3t\0.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ESUX6LNLD_4DFTIZ INGEST_TIME 2013-04-13T02:16:10Z PACKAGE AA00011611_05375
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES