Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05374


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Atino dp I845.
Quinta Teira 26
O DA RIO pubca-se todos os das que
naoforcm de guarda: o prev da asslgna-
tura be de 4/ rs. por quartel pagos UianMo.
Os aniiuncins dos assigiiantcs sao inslidos
a i-Mo do 20 rt'-is por llnha, 40 rs. em typo
diferente, e as repetices pola mrtade.
Os que niio forom assignantcs pagao HO rs
por lilil, c 1(30 cin typo difireme.
PHASES DA LA NO HEZ DE JUNIIO.
I na nova a 4 as 10 h. e 48 inin. da tarde.
Crescente a 13a 1 hor. c 24 inin. da man.
La clicia a 10 as 8hor. e 58 nuil, da larde.
Mingoanie a 26 a 1 hor. c 7 inin. da tarde.
PARTIDAS DOS CORBEIOS.
Goianna Parahyba, c Rio Grande do Norte
Soguudas e Sextas foiras.
fabo, Serinharm, Hio Fornioso, Porto (."al-
vo, o Macey, no 1 11 e 21 de cada mez.
Garanhuns e Honito a 10 e 24.
Roa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria Quintas feiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE IIOJF..
Prima iia as li. 10 o (i inin. da nianha.
Segunda as 10 h. c 30 minutos da tarde.
d> Jim lio.
DAS DA SEMANA.
23 Segunda S. r.deltiuiles, and. do J. do
1). da 2. v., e do J, H. Ha 2. v.
24 Terca Naschnento da s*. Itao
BaptUta.
25 Qnarta S. Gnlllierine,and. lo J. de D.
da 3. vara.
6 Quinta S. Virgilio, and. do Julz de D.
da 2. vara, o do J. M. da 1. o 2. v.
27 Sexta s. Ladislao, aud. do i de D. da I.
v. do civel, c dos .1. dos P*ltoi.
28 Sabbado S. Argeiniro, aud. do J. do
D. da 2. rara.
20 Domingo S. l'c.lro.
Anuo XXI
n nii a ..-
VT
ir>n.
CAMBIOS SO DA
''amblo sobre Londn-.....-'
i, Par 372 n'H i r ii mi i .
,, jsbu i 1201
I). .<-. de let. de boas li '
Onro Oi.cis lu ipa di. '
Moi'da il :;- : ivol. I i0 a I
de;; I '
., ,v-i.. I la !".'
I'atia- Patacn '
Pe los oluinnii la. .
Dito* M -.i anos i
Moedas .1-2 pnlne. 1/280 a i :''"
Aordesd.i C.'do Beberibe d l '"
..-_-
L J
...-....
ANNUNCIO.
Aclinntlii-sc qu.iM fmdn cate quartel, cuja importan
ca. na forma das oiuidifo.-t da subscripeo, devin ser
paga ilimitada; roga-so nos Srs asignantes dente jor-
nal, qucoiiidn a nao latmfiero, tcnlio a bonda.ludu l.i-
icl o quauto antes.
FXTE |CR
i
E T* DOS-UNIDOS
Washington, 4 dkmvrco
Discurto proferido anle o congrtttti do EttadotUni-
dot pelo novo prtiident* da liepuUiea Mr l'olk.
Concidadios: (em o irr sollicitado fui eleito pelo l-
vre voto dos meus compatriotas para desemprnhar as
unecoes mais honrosas de maior responsabilidad' ,
que lia sobre a trra. E-lou pea.'trado .1.- reconheci
ment pela confianza que em mim se depositou.
Honrado com esta distnecio n'uma idade monns avan-
zada do que a de nnnbum de meus antecessores, nao
posso dissimular a desconfianza, com que entro no ejer-
cicio das funecoes ofhVaes.
Se homens de mais idade e da mais experiencia, que
teem oceupado a presidencia Ja Repblica ho descon-
fiado aesua hahilidade para cuinprir com os deveres
de tio alta posicao o que devera experimentar um
homem mais joven o de dotes menos feliies boje que
os noisos do mnios se estendem de Occoano a Occeano,
hoje que o numero de nossos compatriotas se augmen-
tou loconsideralvemento e n'uma poca, em que
reina tal divergencia do opiniOcs sobre os principios, e
a poltica que devem caracterisar a odministraeio dos
negocios publico? O mais corajoso nimia e o mais
prudento tremera ao assumir tanta rcsponsahiltdade ,
da qual dep -iideni a paz e a prosperidade do nosso par,
e at certo ponto as espera mas c a lelicidade do geno
ro humano. Ao tomal a sobro mim invoco o auxi-
lio do Todo-Poderoso em cujas mios stao os desti-
nos do* homens e das naces para que livre esto pai
piedileclo doCeode lodos os males, que podero.>
resultar d-urna poltica imprudente. Com firme con-
fiante no sabedona do Todo-Poderoso para guiar mi-
na senda do dever que s >u chamado a percorror
colloco me em presenca desta mullidio do compatrio-
tas reunidos oara obrinar-me solemnemente a man-
tor. proteger, e defender, em quauto possa, a constitui-
dlo dos Estados Unidos. Cumpre azet urna enumera-
dlo dos principio! que me servirs de norma no po-
litica administrativa dogov-rno nao s porque aisiiii
o lecm leito os meus antecessores como porque con
viii lias actuaoscircumstancits,
A constituidlo do estado rcdigida em termos sim
pies, MI salva guarda di) nusso pacto federal, emanada
dasconeesso.-s e transo Set.que ligio con a paz o a unan
esta grande e crescente lamilla, ser- a lei que me sirva
do guia. O meii pnm iro cuidado tura administrar os
negocios pblicos segundo o verda.leiro espirito dola ,
e nio me arrogar la cuidado alguna que nella nio e--
toja eipressa ou implcitamente eslahelecda. O go
veri.o dos Estados-Lindos be um govoino de >ode
res doleg ,di)S e limitado : so com um.. estricta adhe-
rencia nos p uleros claramente concedidos, e nio no
exercici.i de poderes duvidusos ou nao aulorisadul
lio oiido onciiiili remos a um. a gr..tilia segura contra
i reprodcelo .lesa s funestas collisoes entre o poder fe-
deral eos autori d.-s do estado que em certas cir-
cumstancias leem alterado lio vivamente a harmona do
n- sso sysleina o ameacado a perpetuidad* da DuUI
gloriosa uniao. Aos estado rcspoeti.os, ou > povo ,
furo reservados os poderes nao delegados au E.lados-
Undos pula constituicao Cada estado he uina sobe-
rana completa na t-spbcra de suas altribiiigoes proprias;
e o governo da Unio, obrando no circulo de su., auto-
ridad* delegada he laii.btir, una soberana complo
ta. Ao passo que o governo geral d.-ve abster-se de
toda a autooidad.-, que nao Ibe baja sido claramente
delegada, cumpre qu>- os estados tenho o m. sino
cuidado aodelendi-rem seus direitos de nio ultrapas-
ar os limites dos poderes <|uo a coorliluieo Ibes tein
reservad... Um dos meus mais distinctos antecoss re-
ligava a maior iinpoitanc.a em sustentar aos estados lo-
dos os seus diruitos porqi.e formao a administraiSo
mais apta para dirigir nosso inleresses domsticos o
baluarte mais seguro conlra as tendencias anl-ropubli-
cana e pira manler o governo geral em lodo o scu
vigor como a ancora de nossa tranquilizado no interior,
e do nossa seguraiiea no exterior.
Ao gov.-rno dos Estado Unido confiou-se a direc-
Cao exclusiva de nossos i.egocio externos e alm dis-
to tein com Indo alguna poderes geraes Nao mpoem as
relorma aoi elodos,'doixa eos individuo a qu m pro-
tege em plena liberdade de melborireni a sua condico
em o legitimo exercicio de todos s suaslaculdad.-s phy-
sicas e intellecluaes. He o protector commum do qual
quer atado em particular e de ti.dos em geral; lam-
hemohed.' ,uali uer individuo, que vive no nosso
olo. quer seja estrangoiro ou indgena ; de luda a sei-
la leligiosa que rende culto ao lo lo-!' aJoroso, segn
do o .nspiraio de sua consciencia ; do qualquer opi-
niao qual deixa a liberdade do exame ; do qualquer
prolUsao. commercio ou industria coniputivol COOI
leisdos Estidos-Uni.ios, e lodos nos appluu.ii.oos em
I resiiii i da ventura commum, pela prosperidade e pro-
gressis do nosso paiz de.idos a liberdade e nao ao po
der. Este sjtlema, o ruis adiuiiavel eo oais sabio que
r .
o cntondimenlo humano tenha j.imais ideiado paia fun-
dar um governo, tem sido provado por una seria ap-
phca(oo, ha mais do meio seculo, eso osla ao abrigo
das usurpa, oes do governo (edcral p' oulra de toda a usurpaio do poder pelos estados, es
pero o crcio firmemente que assim permanecer nos so
culos vindouros, demonstrando ns geracocs futuras as
vantagens da liberdade civil e religiosa. (,)uero preca-
ver-me conlra o perigo tao grande para a unio harm-
nica do nosso svsteina,' que consiste em substituir a
vontade pura u o capricho do poder executivo ou das
rnaiorias parlamentares aos poderes quo lrSo retirados
aos governo federal pela constituicao.
Segundo a carta do nosso governo, as rnaiorias go-
vernao, porm ele direito nio he arbitraiio, nem Ili-
mitado ; he um direilo cujo exercicio est subordinado
a constituicao, e devo ser conforme com ella Umdos
grandes obj>dos da constituido ha impedir que as
inaiohasopprimio as minoras ou uiurpem o seus di
reitos. As minoras teem direito de appellar por uso
para a constituicio, e de servir-so della como do escudo
conlra tal oppressio.
Para quo tanto as maioria como as minoras gozeni
das vantagens da liberdade que a nossa constituicao ga-
rante, loi investido o poder executivo do um veto quo
llicalivo sobre o actos da legislarlo : he um poder ne
gatvo e conservador por essencia. Uelcm as leis anti-
contlilucionaes ou feitat com demasiada precipitayao ;
convida o examnalas do novo ; e submette ao juno
daopiniio publica as questoe sobre as quaesopoder
legislativo, e o executivo estio do accOnio. Comot.-
dosos demai9 poderos osla su lije ito a enganar-se, mas,
sendo exercido prudente e judiciosamcnle, pode salvar a
constituicio de qualquer inlraoco, e sustentar c prote-
ger o direitos de todos. O inopprociavel valor do nos-
sa umuo federal he geialmento c nheiido. Por este
sysletna da estados unidos o confederados, o nusso
p ivo pode, coll ctiva e individualmente, procurar sua
propria lelicidade segundo as sus ideias, e a conse-
quencia oesta sero sen.pre alisfatlorias Desde qu.
se forniou a unio o numero dos estados elevou-se de
13 a 28, doaquaesdoiM tomarao lug-.i orno nwuibroa
da confeierooao durante a ultima semana
A nossi pupulacio elevou so de tros a vinlo milho
de almas Novo* estados huscio apoio o protecoo sob
sua eg.de, e mu'.tidoes de homens do velho mundo veom
as nossas plagas para participar dasMnUgem da domo
eoM(tU{0 A paz o a piosoondade teem remado sol.
a sua Mate influencia ; l|IH dos incenvenienles e dos
desastres da guena, o nosso eoinmerciu o nossa indus-
tria teem se estendido pelo oibe. O eiilendiiiiento que
j i se nio oceupa de projecto ambici isos de usuipacao
o de conquista consagra-so oos verdadeiros interussedu
lioiiieui.desabiocbando u* foculd-des, e os r. cursos
la naturo/a para augmentar uas eommodidades. t)
genio pode an.iunciar as suas lovonees e descobertas,
o braco pode executar ludo oque amonto euocebe, e
quo nao he incompotivel com os dueitos de lercer .
Aboli-so toda a distincao do nsseimento ou classo.
lodos os cdldOf, naturaes ou adoptivos go/iio de
igualdade, teem u uiesmos direitos e recebem o me-ii.a
proteccin ; em fian a mais completa liberdade de opi-
nioes acbo-se garantida a todas as .-.citas e uencas.
Eis-aq j algumas das vactagons que a i.o.- uniao fe-
deral aprsenla ao nosso venturoso pal. Pura porpe-
tual-as b um dever legrado para nos o io.i-.e'v..l-a lu-
tada. (Jan m reara lunilcs as preduOgSe do espiri-
to o dos bracos livretob proteocio deita uniao glo
riosa i' Desde a Olganiacio da sociodado nao tena coin-
meltid i iraicao igual a do quo se alrevesse o levantar a
nao para destr-il a, porque derribara o mais nobre
edificio da sabedoria humana quo a elle o ao seu some-
tanle protege, obstara ao progresso do um governo
livre, e lancaiia a sua patria na anarebia ou no despo-
tismo, apagand- oulrosim o logo da liberdade quu a-
ima e inflaiiima o corac.50 de null.oe de homeiia feli-
/es, convidando as naioei da tena a imitar o nuso
exemplo. Se se prelendesse quo teem havido fallos ou
erros rommeltido pelo governo, niio d. veria esquecer-
se que nada do que be humano he perleilo, c que em
ncnbumoulrosysleina de governo, revelado pelo Co ou
iiiibginadu pelo homem, lem tido a razio um campolo
livre e lio vasto para combaler o erro.
O alfange dos despotas tein sido por ventura instru-
mento mais seguro da reforma de governo do que u ra-
jao ilustrada!' 1'de existir oa fumas desta unio una
situaco mai lelu para os nossos compatrolas do que
o que tem oclUdlmente ? (uem quer que iCit ainoulo
do seu paiz deve retroceder unte o pensamento da possi
bilidade da sua dissolucao, e abracara este tentimcnlo
patritico. He preciso ustentur a todo o custo a nossa
Unio federal Para conserval-a cumpre que se obseivein
religiosamente os convenios, nicos que balulitarao
nosso poii pira lunda urna constituicao commum para
govein. e prolecco do tantos estados e communhes
dulinctas, com hbitos, inleresses e liistilu:cc> lo cp-
postas.
(Qualquer tentativa para modificar ou il.--.tmir estes
convenios, que (oiuioo pallo do coiitiat. da Unio,
levara inlalliveluieole s eorisequencias mais lerriveise
desastrosas. He para sentir quo em algumas parte* do
nosso pan, p-!Ssoas desvairad se leuuao enliegod > o<;
casionalmei.te a projectos e machino, oes, cujo ob|.-cli>
bo destruir as iiislituices dome-tica d oulraa partes
que exitiao dede i dopvio da comtiluicao, e que el-
l.isleom nconliecido c protegido. Qualquer conlicc n
lacilmente que so essas m.:chinac,o s clicg is-som u reali
sar-so lijo lardara em consummar-so adissoltifi> d I
niio. e porcouseguinte a destruico na nolis ventu-
rosa forma do governo. I.isongeio-mo de n-iedit.i
quuein todas as pocas da nossa existencia como na-
to existi e existo ainda na grando maiona do ioso
povo urna udbcsao unilo dos estados que O protege-
rlo contra a traco moral de quem pretender loro ;-l
mente deslruil-a. Para que esta adhetio continu be
mister na > somonte conservar eiinv.-nios quo serve
de base i constituicao. como combater os cumes e o-
dios que existi entro os estados
Toiloi devem recordai-so quo sao memhro; da mes
rna familia poltica, e que teem o DieOlO de-dino.
Para que se augmente essa adlicsio do nosso povo i
unio, devem sor justas as nossas leis. Toda a poli
tica que ten.lesse a laiorereros monopolios ou o inte
.esses privado) de seccO.-s ou de chales, prejudicnn
infallvelm-nle os interissiscommun, e por isso mis
0 .levo evilar-se. Se se obse.vao os o ovemos que
servem de base i constituicio, c se extingueni os -dios .
rivalidades. ntro os estados ; seas nossa leis sao justas
e o overnose conserva dentio dos limitelega, dissi-
parenms lodosos receios sobre seguran?* da Uniio.
Con. est.s .leias cerca di nalure/e, carctereob
ledos do governo e valor da Uiuo me opp .re con. lir
meza a creaeao do instilueocs, e ystemu, qu por su
MtureU), o alTastem do leulegilimo objecto. e oron-
verloem instruui- nto d,- scceO.-s, dais s e individuos.
N .s nao tomos necMiidido do b.mcos nariomei, neo.
lo nutras institu, oes ealriOgeiral, enllocados em torno
do governo para o contrariar OU firmar, em opposiciui
com a vontade de seus autores. A experiencia nos ten.
demonstrado a inulilidado .lestesestabeb cmicntos co-
mo auxiliare da lUlOlididoi publicas, oque imp--ten
tes para f./er o be.n. sio mu poderosos para la/.er u
mal. O nosso governo deve sor simples o f.ug-l. v
considero "como um devor meu recommen I .r .... con
greno u nuil restricta economa nal despeai publicas,
que soja compativel com s inteiem i pblicos.
Urna divida nacional t-m obegado aierquaiiuuii
ihttituiio das monarcb as europea, e em Igunia h.
uonsiderada como um meio essenciol de existencia para
os ovemos. Ti i le be a condicio de um pov CUJn
governo nao p-ie iuslenar-c ionio por meto doum
ifitema, que pedo peridica., enlo lommas eoniidea
veis, producto do trabadlo da eommuiiidade, aoico-
Iros de alnum individuos Senielh mlu >v -1000' '.o m-
eompalivel com o objecto para o qual so estabeloceo o
poi 1 govcim. ri-r.iil.licano. Grapas a orna sabia pol-
tica tem-se extinguido loli/uiento a, dividas coiitralii-
d..s durante a nosa revolma. e guerra do 181-, o h
deesperar quo. dando um emprago udicioio aos ren-
din rolos que nao teem um destino preciso, se satisface
de pron.pto a d'viJa que te m causado os eircuawton-
cia .los ultiri.osannos.lclic.toos nieusconcidadnosi do
completo resl,bo'ecimeiilo docredilodogovemogeia.
da Linio, e do de muitoa eiUdo. Fortuna, e nao pe
quena, seria para O etUdoa que teem dividas, fiear em
breve liwe e detembaracidoi deltas, posto que mu
tas tenbgusido imprudentementecontrabidii,
Anda que o governo d.i Unan nao s-qa leg-l nem
moralmente respeilasel pela d.v.do dos estados, ean-
da que loase Ulna violooo do pacto ledci. I euca.regai
sed.-ila, comiuJon. pode, amo* ver, su. un vivo in
leresse, a ludo os estados curop.ir as suas ubiigocoe
publicase paga audivida legitima Wodepressa
uuanto soja poss.vel.Nobo motivo algum para duvida
de quo nao o larao lao depiessa 0011.0 po^ao, lem gra
var demasiado o ieui cidadeoi. Wo Be pode dovlda.
dosentiu.enlo do honra e de boa f do povo dos e.t,.
dos devedoies, o nl nos felicitamos vendo urna d..,.o-
s.cao da sua parle, depois d-a emarasos pecuniario
sen. exemplo. a pagar, segundo p..o lodo, oacred.
los legtimos o auouif a toda e medida ra/oavel para
conseguir sle objecto.
Lina das d.lculdadcs que tem 4 encontrado na ad-
.nn.stra^ao dos negocio, do paiz, he a appliav0 ue
*sas leis lis. aes, e a impos.eo do c0BUlbU.9Oel na
eeuarial para sustentar o goveino. i o los lee .nbeceii.
a mxima de que nao devem impone mais coolril ui-
cocs Jo que as que requer urna adininiBlracio cu-
nomica.
lodo o mundo parece acbar-se detecordotambem
sobre este ponto ; que nao leu. o governo dneito algum
para gravar com imposto urna porQao do pal/, ou urna
cUssedecidad.s. ou urna propnedade em benefioiodc
OUira. A |ui>va, v o .....~- Ujqro 1
overno federal lavon.? um ramo de industria con. u<-
uiment deou'.o, nem eiHetwaoa de urna puiggo o
Mi em prejuiio de nutra poreo uomiMpoiria J
oeelarci aos ineui concidafllu, que n mmba o,,in.ao
he do dever do governo tender tanto quauto Se|. pos-
,hel, por meio de suas leis scocs, e de todas as de-
mais medidas que cstejio ao seu alcance, a sua protOC-
eio de urna uuiieira justa, o ampia, a lodos ni gfan-
des inioiesaes da Unio. A agricultura, as labncs, a,
arles mtcaaiuaS, ao eommercio. ensvegacao
Tambem lenlio. decUradoi minha opmiao tav*Mel
a u .. tarila produaliva para o tbcMMiro, e fuando os
poni.eu.r.s de.ta lano, de a nimba approvv o *oa
nre.i.'S dillei.ocidos m derados, que piodutio a renda
uecessaiia, a concedi o 11.es.no lempo urna pioles
eioraroavol, eaccessoriainoisaindu Iriai rna, o>-
p.ndo me a urna tarifa puramenle p ol tora, e quo
nioproduza renda alguma. A f 11 la lo impar, o
pa oebei a eontr.iiuicOoi deve confent se ao oveino;
que snm esta faeuldade nio po I ra ol odoi 1 ua con-
seivacio.
Pondo em eieoucioeite po le .!; applcar urna l
d dneitos, o lugu.....lod 1 rendas 00 ; cto, el
l> ot. hc.ii ii's-a indudiM o < 1. Tianstornar
inte princip o, a I .zei da proteccAo o objeclo o as ren-
das o arecsiorio, seria comnu Uer 1 m-
nifvita a reipiito de lodos os li sseaque
nio (ossein proteg 1 s. !..... cnlo das
rendas o objecto dos imposto1, neie: estabele-
cer diflorenva noprincipio da ronda, .. limdequedfl
aos no sos inleresses nacionaos urna prol ;o accei-
soria,
.Nos limite*darenda*, I n be 1 raidiffc-
roncaicom disencio, do m o q et nroteccio
ao* interesal interno, p is (ora d tes lmites 11Q0
Oliste O exercicio leg I do
Acredita 50, que ser imporlanl 1 a prol cei-
sorio dado nos nossos uvtir. .... | ..:::>da3
illcie;..-,s estal I na tarifa !V. 11 I s dif-
I -renca loos os.n es naci.n ri3 ., no
! -S.-IVI igu-lmenlo prole idos. A parte in isconii-
lor-vol do nono povo compoa-so do agricultores, a
diutia emprega-ie nos lobncas, c.......ercio, navega(Bo,
i< atte mecnica ; dedicada ai sua la.ifai, e*lraba-
Iboirespeelixos, lormioa indu ran i I ou inter-
na. Gravar um ramo de*la indtisliia inl rna, em be-
neficio deoutro, leria ni..... "' :,o-
nbum .lestes nteresse t"i" diroilo a rcrlo urna van-
lagein sobre lodos os outros, nem dese |u cido
em prejui/o do oulroi. Todos teem gu I Itroiloaoi
deivlol, eprolecdiodo governo.
Eslaelecendo os direitos diller- neiai i uonlro dos li-
mites preacriptot, devera le se cuidado du que tstu so
lee* de um maueira que nao laja prove 10*0 para al-
^uns neos 1. cu*ta de milboesde indiviu. uvem
lo seu trobalbo ; ni. deveroO, pois, esta, 1 let, r-:.u le-
ve imposto para lum o que 1 10 da vid
ou aiw ailigo de qualnladolupenor, .i-, en
11 nc i, e sobreeane(vr p s dai en I ncressi la les
do .id... osaigo groMCiros, e de b 1 loqueo
pobre, 1 a maior pait,-uo povo 1 1.0 U < icar-
gi, do governo devein iepri.i-so, qu to I protic rl,
usa, o igualmente enli lod a el i-sdi upulovio,
renboiulgodoeonven.oiileclioiiiara.il u Lo ubroes-
toassun.pio pul I. r.. leu .-. medita revpeil >
qual se oupi n, que exiat. u 11 iillielo 1 iintoreSioi 1
dislnct.is, e de piopiiedode poiein, lixando o por-
Bieno os d laril couf .in.ou
icsaio, so conseguira quo :.-.,
mo coi lo lo* os ponto .1 > nosso rosto | no 1 -
eo meio de conierva a li irma ia, eobl .
lodos na applicafiu do nossas 1.1 liacaes. Ut .
Boncidauioa patriitai *e i*ubiiiellerao piomptam.
pagan ento da eontiibuu.-des, euiqu ito ] mee
r^s p ra a susti ola ao du seu ,. ivi 1110, ou a em U -
po de paz, ou em lempo do guertn, : *e
imponhao, .le uaneira que so reparlao os n r
Igualan ule entre ellis.
A repblica de TVxn* manifetou o .1 rar
na n.iSBa unio, do fo......1 urna irt. d.n.s '
ilerucao, a de dei fru 1 con........ la .li-
berdade osscjUiada, o .. tui-
l-o. '. e,a-, que n'outro ten 1 11 ..1 | ite do
novio pa..-, o lo .eiiio o r a urna poten-
cia iwtrangeia, be I j 1 in uc o di-
reito loduiniaiel dedispOi loloJo, |i ..^'djseu
leriilor.o, e de reunir a ua a i. ......1 como es-
tado separado e independente .< 1 uieupaiide
que por um acto do ultimo con 1 lisiados-Uni-
dos selenita dad. awt reuii nlimontodo
aoverno, restando j-i 11 ntonderia
ubieaclausulas neceisaria, liui d trumne-
goeio l. > ini| url inte para o ; i 1 qaJ-
nu ,1.. ,,,., -,....... preferenci iva Jos Es-
dot Untdos, o de po-
biicim iode| sndenl 1 1 L-ntt-a pai c nlratar, o
. ,:.ll ..,, .!,: I. I : ..! ltcrVt
testa una-. A. poli i II -I rCCIO,
.o ,. ,,;., ni er, eonvenieui imi nle o verdadoiro ca-
actet do no gov no. A u un... be una con-
federucio .i-- cuja poltica he-i
.aentro si, com o 1 111 loioteiro. \ 11 irosMM
miles be >-i....... Urril tos e
povoai |u 1;
11 t.uiiio 11 u leu que temer da a .militar do
isio govni a.. U 1 piiuoipal .'->, o a
,[,. |>u, ,1 1! ugM u .- um lempo
1110 cuito,o '. porta*
.10 o poso, a as mm '.orno
io pudo deixardese lico. As | 1 eslr*n
,,-iri.s uever.o pulla ... considera I .r.i.aode
l'vxas aos Estados-Unidos, nao com mquilndl)
Uina afio, que busca estender osieui lominio* por
'moloda* aunas e davioloncui, maisimco o a pacii-ca
acquisicao de um terrilofo que n'outr. te pos nos
lem pcrl'-ncida, como b addioiio do un !,ro a
no>-o conlodr. cao com o-eu eonentiment), o como
u......neo) ia -pi- ton-l a .....muir a li .Mes da
guerra, s b"'a estapotencia novo re :Tpara
I
ILEGIVEL


"'^$i
O
**iuas proJuccoes. Para Tpxb ttla reuno he m-
Porlan'c ; porque o buco lorie o protector du uosso
goviTiio >r eslenduia avine ella, c |i iiiut u grandes
recursua uoeu solo lertil, e Je seu clima se descntol
vers (.romp, m, i e, scuuo ao mesn lempo uul ae
gurami) du .N"*a inicuas, ede tndaauossa Ironleir.i du
Sud'Oesle, o aos uilereases geiaca de luda a LJiiiao Nos
nlm todos i das recebia iufnrmaccs do eitado da du.
ruja do Eminculissimu (irclmlo. n .1 iihmiiI I ulna prlo 111C-
dii'u de au rrnl pesaua, o L)r Francisco Elias Rodri-
gues da Silveira, o (|ual por unten ti- nic.uii augusta
Multara, visituva o Liuineniiaainiu prelado, e fuieren
va coiii us facultativos, i|iii< llie assisti.io. o rom o Dr.
A hiaiichcs. que lambcui visitava o funincnlissiiuo prcla-
.'li'i v/vaiu, u oui lincic-ota triur* u luud o ( odo ixu i .
. I uu por rccomiliClldacao do seu sobrillho 3 M, t'1-rei
primciros tarpus da DOtM existencia nacional p.eva ecen.....r ,.,, j 1 u
' I |'"i nuil de um. v(i hnumu a aua huitiiencia eum .un
aopioiao entre algumaspettoas, de que o nosau systema
du cstiidos conledcrados nao pon 1 .yplicar se cutti fe-
liz aillo -obro un.a grande exienso de territorio, o eni
occasides dillerenles se teem dirigido serias objecc6ei ao
engrandecimento dos nossos liante. Estas objetos
fizerau se principalmente, quando adquu irnos a l.ui-
mbii.i : a experiencia len> mostrado, que nao erao luo-
dadas. Tcem-se extinguido oadireilos de numerosas
tribus indias a vastos o extensos ternlurios.
Notos calad" lee tu nido ndiiiiliidu na lluian; lie ni ac
cread*1 novoa lerrilurios, r a nuaaa jui isdicjao v na 110a
ana Ici r lei-iu ettciuldu snbrc elle. A' medida que a
11 is-a pupulajau ac ti 111 capalliadu sobre hu grande pait,
11 Viiiao ti mi aillo Pili beleeida e rrtnriada; a liuaaa |>o
piil.ic.Hi agrcola leru e esieitdtdu sobre urna gran
do ccala; ouoaau yicna federal lia adquirid l'ur
,:B scguianca lir.n pude uppf-se que corra Ua
pcrign tic aer dcalruido ae .1 n>.a popularn actual se
limitarse au terreno oomparativemi'Uti rstreitu di>a 13
Orinaros estados, que lmjo ae aclul rslabrlccidu aobre
mu paiimais varlu. Pensava-*e inlerinruiciile que h una
o avslciua poder eait-nder are ni segur, ncn ana niara
ap.u liiiluii lunilla iln muwi ierril--i m, e que u laj" d.i
nossa Luan ein Ves de cnfr.iqucrrr se apertaf Wu cada
vez inais. Mngucm dcix.ira de lr upeng, que ItBVC
ra para a noasa seguranja e paz futura, pcm.nurr, udu
Texa calado indi'|iendenU', oltcgattdu a s, r mu all..do
cu una potencia dependentti de alguma naco calratigei
ra ums pudorosa do que elle II.1 Iguin 4 cutre tiuwos
Ciiucidadoa, tpie nao prctra una pa |itt| i'lna ernu Te-
\a.- aa guerraa que lio trcqocnleiucuti.- r. Iieulao entre ai
naci iiidrpeinleiitea e frioiieirua ?
O que lia de boiii. ou luo uaa ioslilui<;oea de Texaa,
permanecer iniaclo, aeja ou lian iiMHirpiiradu eaec paii
lindo. Nenhutudua uoaaua ealad< a aera rrMiiuisavel
dcaaaa inatituire, como nao o au tambeni daa iuaii-
liiii.i a lu ara eulrc ai Se i-uiiaidrr.iaacni rerloa ub) toa e|iciiars. (pie podiiii iinpi du una unio per|ielua
Coiii Texaa. na nuaaoa auie|iaaaadoa nao leriao Juuli
creur a 11.nl. il' i.ii.iui americiiua.
>au vendo "bjeicu aluiiia furmal ti medida, nem 111-
(ls que all CIO > lltluiente a |iaz,a aejjurauca e a jiruaperi
dade de aiutiua uapaiti'a, \eudo pilo ruulrariu imiila
razoes fiara a ana jiio quefnrniou a baae da luaMi collaltlufctni e na no
ineaquiuho espritu de |iartidn,o uu-iu de eveeular Cuna
liliicionalnienie o di ai jn, maiiiteai.ido pclu |m>% (;u-
veriiu di.a l.aiadua Uuldos, de unir Texas a nuaau pal
no uiiia enro prato dera eapeei. lioeule mu dvvcr para
linio alli.-near 0 aiialeuiar por |utla oa llolna euiialilu
ciouaea o dircito dua haUlna-tJuiilna aj..ut' do terri-
torio, que eat.i situada inaia aleiu daa uuii.l.'nliaa Ruello
18B Ua nuaaoa direilua au 11 rrilurio do lln g"ii a>> cla-
ros c iiicuineaiavcis, e o nuaau p.. v eats pruiupto 1
cumpleiar ua aeua din Una, indo ucoupar rae pait cun
Suaa a|iusas e sena nllma
Ha MlaniluH a nuaau pupulacaure ,11 nava tilintada a O
Cate pela radeia de Alli-| li.-nu a I di-ailc ae.i epuea, iiug
nienlaudn-ae tml"s ua diaa, ti m < iirluli.' s taba dn La-
lo, do MiaMSaipi. di pula lem euUliuuadu u aeu culwi a-
veittttrciru ale as rVi>iilrirwa du Misauun 1 ja d rratna us
bciifhYiia du auvcril ileiiu'ir.ilie. IMUticltes talea, eu
jua riua rao laucar sctlu Ucean. P.uilieo
Uiuulidu uaststr ua niunqdu jiaciru ua da uidualiia
dua iinaana 1 uti^radua : lma-U' oever de prutegel
ignalmciile coi qualiiui r |iurte du tlussu ulu eut que se
encoltlreiu. Ajuristln vaudc itoaaas lea, eilos buten-
Clos de uuraaa uialitoicoia republlOullaS, dcVCttl ealen-
der-ae aubre ellea uaa rcgiAes luligniquas que tisoulhdilu
para lixar scua duinicilius. a riuultiiade das culliiuulli
caroca, que ae aogim-ula calla iba CiittlIttStra na ealadua
lija inr111.15.1u tiesta parle d" nuaau iiriilurm uAu pod.-
demorar ac puf niois lempo, a entrar ua esplicra de uua
.-.1 itiiiAu federal. An mi amo terupu todas as ubriga(6es,
itnpoataa peina tratados, aao resputiadas eum u ntaiores-
crpulo
.Na direccan de nmaaa relaeea talrangeiras lerei por
obicctn ooiiserrare ntaitler ctii cuidado os dtrcilo- d
OUtras liaydes, ao jaiasu que na DosaoS SOfaO alteiididn
cun vigilancia activa juslica earaetcrisar aa no
sas relaeAaa enm as putenuaa eatrangciraai todas aaal-
liaucaa, que tendao a C'iUlprOUietlOr 11 beui catar c 11 llun
ra du nuaiu psiz. un 1 saeilinar algUUa dua iiuaaua nit.-
ressea a.uiuiiaea, si rao evitadas cun destelu. Tudavi.i
nao perderc m MaiSu de cultivar tuna boa iutelligenci
Oum ns goveruui talrsugcirus, que ample uuaaa nave
acto e ciii.iu. rciu e ijia una de tu s mercadua exter-
nos urna saluda fietl < tatti josa para ua variados Fru
tus do nuaau li 1I1I li rri no, | ara na ubJl'OtuS maniif..c-
turadus puf nussua liabctaupiTariua.
Velando para que as ii 1a sejau li< ItnenlO c\i 1 ul.ulaa,
Oiigirei de ludos os Fiincciuliarins publico o rigoiuau
ciiinpriii.i ntu do aeu dever.
I'oalo que cm iii.saa pairis 11 prillieiru magistrado le-
nha nccesaarianicnic de ser quarisinprc a cacullta ic
mu pan iilu, e de permanec r unido a. a 1.....flpiu c un'
didas dessepartido, lodavia na ana mi; uuietal deve
sar o presidente uto de un partido, mas poto dos
E'tadus Unidos. Execiitaudo aa lea eum imparcialidad",
nSo eaquivarei ajusta ropcnsabilulndc.
Fazend.i observar fielmente lio guvernll a |i linea doa
hi.iiuii que n eleijrao lito deve perder de nata qui us
aeuaeonpatriotssdedivi rsaojnmauteeiiijus aueumpletu
o livre cxereii.iii da suu, e ao respeito doa aeua diretlnl
Cunlcmoa cnulisdanunte cun oapoiu doa ilihVrciilc
tiraros do governu para dirigir os iiegueios publicos
Katrrionie un deaempeiibo dua altoa drverea que me
furto aaslgiialadua pelo jaita, auppl.eeiido ao Uinnipu
tente, que lew velado aobre a uuraa querida patria,
que a teui n legldu desde a aua m igeni ale misan Uiaa,
para qm* lio cnutinu a >\v/*f beiic^oa.a liiiioe que p<.
sainosaeiupre ser um puvu filise pi apero
[UtUMUml InUUgencer.)
(Diario do (jovemo)
PORTUGAL.
O UnBHTIIStMO CalDBAL I'AthUBciiA.
No dia 9 de natude l.'S i.utSi lugar, na real igre-
ja de i Vicente di Llab a. us auffragius icligi s)u
Eininentiaainio c Met leiuliaaiui.. hi tardral Saiaiv..,
uatriaicba de Liabua, I) fiaUtiaiu d< Lull
U fcniiu iiti-aiinu prrladu.qi.e di 'ic u da 1 n de mar-
co do or en le anuo ludia cuutiuuadu tu catado de
prolongada dueuca. t'"i in> di I de abril prntinm pas-
tado, por cnnaclliH da incdi que Ihe aalallSu. irn
ferido dn p.ilai 1 pairiurcbal ue >. Vicile par.....le
Mai*Jrla cund zul eiu ulna eaiiiirmlia.e ai c..u.p..i,li.,d..
p.-rseu si.biiiilu'u Di.Anu ni (oficia (..iluira p r sen*
familiares, por algn uc *en anigoa.8. M. aun
viaitaa, durante a aua molestia. >.v AA, aa Soreniaai
niaa Senllurna Infama, repeiul.is veze dialiuguirao a
pessoa do KiiiiiienliaaiiiHi prelado, mandando aaber do
atado de sua saudr. U h\c"llculi;nin internuncio
apoeti lico, e us ntsia ministros do corpo diploinatiuo,
a grande do reino, os altos fuuceionarios dn estado, o
ludas as pessoas que reennliocian no Eniineulisaiino pru
lado aa nobrea qualidadea de um verdadeiru Portuguri,
tndo ua da alb lao ou mandavo procurar novaacoiu
que podesaem diminuir ojuato cuidado, que a cada 11111
Irada aterrad pelo perigo eni que ao acbava to precio
aa vida.
I'i i.;;ii'xiiiiiiii-ule ae turan j iigmenl.iiiilo us padeci
meiilu (lo Kniineuiiiiuo preladu, ea tal ponto de pe-
rigo aua Eminencia recnheneo, que elle tiiihAo cliu-
adu.que pnaintin aproximar ae a bora cloque,pela ul
nina ve, pediaae ua sua cunara os snceorrus eapiri-
luaea, ip,c lr(fipieutea vezea em calado de saude proeu-
lava na aua capella. Fui aquella llora, una das do da 3
e 111.no, cm ouju dia recebeo a ultima visita de S M
I ro, que llie permituo a oonsnlaeio de repetir ainda
una vil ua prolCaloa de fidflldadu e delliear.iu eum que,
.1 11.111 inimiiavelmenle. puroertu 11.10 excedido, se ludia
; resi.nlo durante luda ana vida ao arrvic do catado.
Yeaa. uieaiiio da, depois doler rcounimendado ao ea
pellao sen secretario, cao eaerivjo da cmara ecclcaias
lico, a disposii,;!.) e expcdienle d'alguus nrgocius inaia
ui'g' ules da sua jiiriadiecfto, o entre uniros os da diueo
so de Angula siitfiagauea da de Liabua, e tendo feto ,ip
ufnvart cerrar aeu tcalamriilo. fez cbuiuar junto ao eu
leilo us aeua fanuliarea, e por despedida da aua vuii lhcs
deixuu nuvir as eiprc.-aoi s de carinho c benevolencia
eum que eostumava exigir-lhes o aeu serti(o. Aasiiu
deapedido dua neg. eioa puUlOOS e da atteices monda
IMS. cuiduii de leeiiiniliar a sua couseienea coiii o cu
euiifcssnr un tribunal da penitencia, e pnr mu du um
du aeua cap lijos receben o Sacramento da Km lian.lia
.Na larde desse da, o lllm r.onegu Alves do Hiu, ac-
euuip. nliadi du lllm. cuiicgu Ib.ver da santa igreja pa-
iriarotial, miuistrarlu ao bninenttasimu preladu, Sa-
nranrntu da bvtrcma UnoSu, que sua Kiiiiiu ncu rece-
ben entnaildo a orace propria daquellu acto.
Nu di.i 4, fez rliaiuar jniil.i 110 aeu leito o aeu subri-
nli.., 11 Di Antonio Curris Cabbira. para o enriquecer
eum a ri pelicAli dus vulmsua 1 uiiacllios, com que, desde
a ana iiii'uicia. lio- aaaialira asaim na vida domestica, e.n-
nu ua aua earreira liilerarij; e da;:ilu-llic um cordeal a-
In Co lio- enireguo aeu teaiaineulo
iNu din f.,i a Kimuentiaaiiuo prelado visitado pelo
Exoi arc bispo interiiuucio apostulioo, o qual, eutrali-
iln na cmara dn Kiiiiiienliasimo prelado, pude dar lliu a
cuuaulscao espiritual da absolvietu apniolica, quo 6.
Eminencia Ibe pedir e que S. Euiiiicucia aceeituu luui
dexolamente np. lindo eum o Exiu iiilcruuiicio as u
r.ieoe do rilual
Nodiaf "inda o Eiiiineiilissiiiin preladu deixou per
ecber a existencia de vida que e Un- ia rtcacetudu,puf
que mais de nina vei se Ibe ouvlu repetir diaute de um
ei'.ieihxue de una iinagem da Virgem Man. : Se-
nlior .leaiiH Vale|.||ie por pe- 111.111 podrs
Ni da 7. pelas acia lluras ti-* inaolicla, o EnuoPiitissi-
um prelado, leudo ja apreacnlado aquella trauquillidade
de enrpu e aeu uidaile de r.slu, que parece indignar a
pioxiiuidade da unirte du lo.nn 111 juslu, escudo cutan
"berv-ido pi loa sena assidims e n-losu auiign e facul-
lativ.i, o Di. I'iaiieiaen Tlu-inaz da ulveira franco, c U
'irorgiao l'ibppe Jos de CafValbu e Castro, recuiiliec
rui ipie ia paaaandu o momento cm que o Emiuentiasc
um preladu eiitregava a sua alma ao Creador
Desde u di.1 3, que o c.-nf.-saor de S. I'.uiini lua, iis
cus rjprlldi s C oa reverendos paruchoS daa fregueiisa
do* Olivaos c de S IWtlmiuneo de Xabregas, acconi
panliirao alternad'mente o Eminenlissinu prelado na
sua cmara, assialindo- Ibe eoin as eonsulaees espiri
loara pinprias do aeu ministrcrio (
No itiesmo dia 7, depois de tercm deeorrido dez llo-
ras aubre a du fallerimentu do Eniinentiasno prelado,
fu aeu (Muqu embalsamado : e mcitidii hhiii oalsflu fui
.....idulido, a pedido de aeu aubrinbi., |ielna amigos du
Kiuiueiitiaauiii [irelado us cnncellieiros Ant. 1110 Joa
quii Guinea de Oliveira, Bartliulumeo dus Martyrea
Diaa c Sonsa, Antonio Prreiru dus Iteis. u cuminendadoi
Alttuniu Tliuiuaz de Almeida da Silva, Jnae Maria de
Suoaa i'..- 111 e.r.i e Eiuiliu Aebilbsdc Munie-Verde, a um
cucbe a quatro panillas do servico da casa real com 01
tu mofjoa de areliuio, que por urden de S. M linba si-
dn mandado p.u.i enndutlf a S hminenea para 11 pa. .
palriarehal de S VicOntc Saliiu du palacio de Marvil-
la nceumpaiiliadn de um esqoadrao de eiivallarta de
laneeirna e de uutrii de ('avallara da guarda iiniiui ipal,
fu spgnidn daa rnrruagens de S huuiicucia, que leva
vflu o retercudu paruebo da frcguezia de S. liartllulu
iiicu e na tifa capell*', e taiuilinrcs, e unirs mais e.o
i'uagrna que cuiiduiin os smigua de S Kmiucncia. A'
ou ia lu.uic cb'guu 11 picsiiln u 5 Vicente, onde 11 cor
po de S Eminencia fui recebido pelo Reverendo pnr..co.
da fregus ia de S. Vicente, aeliando-se lambcni presen
te o da frcguezia de Santo Andre; turnadas a argas du
catxAo peina si breditua cavalheirus, o murdunu da caaa
de S Eminencia encaminliuu o prcstiio para a capella
du Kiiiiiicutiaaiui prelado, onde o Itevereiido parucliu
da frcguezia de >. Vneiile fez a pruneira encuiumcn
daflo
Mu dia S, aobsndo-se as salas du palacio patriarcli.il
iieaiin ule ornadas cm lrma de capella, fui o nurpu do
Enincnllasino prelado revcatido a puntiHeal, e cuiidu
zulii pelos veos familiares, ioi expuatu un casrum dn
loris que defrunte de um altar ac lilil.1 levantado na aa
ls urilicipsl dn llieamO paCo. Neaae da eniiu Cario a
turres das if rejas da rpita! .niniiiciar com u tuque de
auiua n norte do l'.miuennasimn prelado, e desde aa/|
iiniaa da larde colieunro ..a paruebus e eollegiad s
dua freguciias du 1 u, 2 c 3 julgadu do Liaboa ao pa
90 patriarcbal s ein oniinciidare du corpu de S. Ku.i
iienea : cm toda a tarde cnuulu fui numeroso o con
curso dos diocesanos, que prucuravn, anida que por
ultima vez, beijar a mo do sen ropeilavel prelado.
No da y, 1. iiieiiiu prl.i madrugada a dciuunitrafa.i
ti,liebre un 1 asi. lio, turres e (aauf degella : us salta
deqiilitiu a qnalio, as baudeira a tu.ia asle, e as ver
gas iiiclui..daa no V'ibiib (b-gin ira, d.vn mu lespeit...
an i-gcral lisleiniiub'. He do pi la lllurtc de um prelatl ,
ne por rua tiili lidade pude sen ir de modelo da nuc.,.
pi rlugucza. O aluna cmilinnardu p,,r lodu u dia a un
niuo-iar a mi.rtc do principe da igreja, e oa parnebus e
c. Ilegi.idus daa lleguen.is ,lo 4 u, u c C.u jolgadn de
Liabua, e..|ieurrcr.n. aleas 10 bura da nianliaa ao pac.,
pin r. lo I pera < onliiiuareo as euC".niiueudaces.
A's Id bura,auliaudu-se 11unido o lllm. c Kvm. cabi-
do da santa igreja palriarehal de Lisboa na capella patri-
arcbal no pafu deS. Vrente conecnu o oflleio solemne
capitulado pelo lllm. deio 11 concellieiro Juan da Silva
Ca \.illm.ruin accniipaiiliaiueiitn do coro (le unifico da
real cmara. Nos aliares levantados na sala inmediata
se celebrarlo pnr toda a manliaa missas de corpo pr-
senle. Aonueio dia chegou S. M. a rainba e S. M. el-
rci, acompanliadus de aeus ollioiaes mores, dos ministro
il'estado, c da curie ; SS. MM. fizero orago (liante do
altar, lancrao aguo benta ao corpo do Eminentistimo
prelado, e se ntu aran para a tribuna da igreja. De-
pois fui u corpo do Emincnlissimo prelado cun u res-
pectivo auto do .eu fallecimcntu.cscriptn pelo escrivao
da cmara ecclesiastica, incerrado cm um caixau que.
fui conduzidu pur uito capellaes penitenciarius.acum-
panhado pelo lllm. e Rvm. cabido al so coche.
A' urna hora ds tarde oaminhou o salimiento, indo em
primeiro lugar o capelln crueiferann, montado cm
mulla branca levando alevantada a cruz palriarehal me-
Uopolitana : eguiao-sc duus capelUes penileiiciarioa
e o Keverendo parochu da fregnezia de S. Vicente com
tufli.iaacecsas,montados em cavallos ucolu rtados de pre-
til, aeompaiibadiis de mojos de pe da casa real: ia de-
pois o cucho que fura du uso do Emincnlissimo prelado,
puchado ein grande estado a quatro pan-lba, couduziii-
ilu n e,ii\;1o que guardaa u corpu de Sua Eminencia:
aua Lulos do coche ifio IR mojos de pe da rasa real emu
lochas accesas. Alrax du cucho ia a cavallo o inordomo
de Sua Eminencia vestido de do, ein capa e vulta com
chapeo derrnbado, levando na inao n chapeo cardiuali-
eio. Seguia-se um esquadrao do ('avallara de laneei-
ros, e noli o de ea vallara da guarda municipal, conti-
nusvo u salimiento, o cocho d'calado a 4 parrillas, e
nutro a 3 em que iao us familiares du Eininenlissiino
prelado: ambos estes coches crio du servijo da cssa
real: em remate do prestito rodavio as carroagens
dos grandes do reino e as dos altos funeciouarius du ca-
a I... Fui o sal 1 ment pela porta principal do pala-
cio palriarehal em direitura tu campo deS. Clara, e se-
glo pela rua do arco de S. Vicente, at ao largo da
igreja : ua paruchoa e clero da capital enlorao os res-
punaurioa e us psalinos no transito funeral: no cam-
po de S. Clara eslava postada toda a guarnirn militar
da capital, debaixo do cmninando do general da \ divi-
san u l'Ain. conde ele Santa Maria, c au largu de S. Vi-
cente se achata postado o haialho 2 de rajadores:
as salas e igreja tana o servijo a real guurda dos ar-
cheiros.
Chegadn o prestito ao atrio da igreja, fui o caixau li-
rado du coche pelos eapelles penitenciarios para sobre
urna eja que all se acliava, o d'alli fui couduxido peb
lllm. c Rvm. cabido, e aunnipanhado dos ministrse of-
ticiaea da rclsjau eccleaiaaiica, para o castrum dolorit
que se tiiilui alevantado sobre 11111 locc.u de tres degraus
no eruaeii o da igreja, oude fui enllocado ; all so cun-
sert aran, jos lados, 11 nionlnlllo colll 11 ella peo e.udinali-
eio. o capelln secretario eum u bago o capella.
esmollcr com o barrete de cardeal outro, com u pulen
areluepiacop.il uulro com crin iiielrnpulitana 011-
tro com a insignia douloral da faculdade de theulogia, e
iiiitru ruin a grao cruz dn ordem de Christo : ciis
ealavao ua igreja os parochus c clero de tuda a capital
com as anas crines alcvanladas. Seguiu-se a misan so-
lemne celebrada pelo lllm. o Rvm. den, das sbsolvijcs
pelos lllm. conego, Antonio Bulelhu da Funseca Paga-
llinn, chantre Jos Maria l'ercstrellu Ailiaral Vilhe-
11.1, arcipreste Francisco da Mi dos llomens Aunes
du Carvalhu, thosuureiro-uiur Ji.au Anluniu Sarumi
d" Amaral, arcediagu e a ultima competi ao lllm.
deao.
SS. .Mil. assisiun ua tribuna real u Iaiii. inter-
nuncio apualnlicu e us luais uiiiiislrus diplnmaticus n'uuia
tribuna eapeeial e us l'.xin. bispos de Cabo-Verde e o
d'Elvaa tm na ooncellicirua d'eotado os imuiatros d'es-
Cido, ua cawaristas viadores e ajudanles de campo de SS.
M.M. Us sucios da academia real das scieueias, a
dcpuiajlu da caara dua dignus pares outi 1 s grande
du reino ofliciacs generara membros dos tribunaes
e iuiiia.- oulras pessoas de dislinejo, oceupiro us lu-
gares que Ibes cslavAo destinados, alem de um numeru-
se coiieu-sn de pessoas de todas usclasscs du estado que
eurhio a igreja.
Pelas 3 horas da tarde se concluio to solemne acto,
deposilandn-si! u caixau n capella contigua 1 do Sacra-
mento, onde o parodio da frcguezia com o seu clero en-
tnnu as ultimas orajOcs, em prcacuja de um grande 11 li-
mero do aun,o..-, do Emiiienlissiiiio prelado, que au si
afustrao do seu ladu seuao no derradeiro momenln.
Kiit.in as descargas d'artilharia, e fusilara da guaruiju
da capital, o ua salvas do castello, fnrialczas e vasos di
guerra, annunciro a esta capital u dcscauju eterno do
l'.iniieiiliaauuu prelado.
Asaim vio a uajau portugueta desappnreccr d'eutre si
u Eiuincntissiniu e Rut. Sr. D. Frauciscu Saraiva de 5.
Luiz, u qual, por sua ded.e.ir m ao estudo d. s livros sa-
grados, blete agraduae.au Iliteraria do duutor na facul-
dade de ideologa, e pur seu disliuelu inen cinieni
pode ser indignado eapplaudido por una naco inteira,
durante o reinado de tres aobcranns, 11 Sr. D Jua VI.
uSr. I). Pedro IV, cnSra. D Mana 11, tudus tres prin-
cipes da luais escrupulosa esculla, para exercer o ele-
vados cargos, o gozar as distine.tas humas, de vngal d,i
juma restauradora di. Portugal membru da regencia
du reino deputadu a corles cm diftereutes legislatu-
ras hispo de to i 111 lua cunde d Argnuil reilur o
reformador da univeraidade de Coinbn presidente
dn cmara dos depulados em differeutes sessoes ordina-
rias secretario d'estado doa negocios do reino
grao cruz da urdem de Christo guarda-mr da Torre
do Tombo par do reino paluarcha arce hispo de
Liabua 1 apellau-iiiiir da casa real concelheiro d'cs-
lado net-pi eaidi ule da academia real daa scienuias
de Lisboa, e suciu hunurariu de differculea academia
nacional a c estrangei 1 as vice-presidente da cmara
dos pares c cardeal presbitero da santa igreja de
Roma.
Naacco na villa de Punte de Lima a 20 de Janeiro
de 17tifl morreu na cidade de Lisbua a 7 de mam
de 1848.
O Eininenlissiino prelado D. Frnnciscu deS. Luit
hispo titular du Cmnibra, fui Horneado patriarcha arce-
biapo d" Liaboa, pnr decreto de i de Janeiro du 1840,
fui nomeado vigurio capitular da meaua diocesn por
provn.io datada du 13 de Janeiro de|lS40, de D. Ir. Es-
tet.io, hispo d'Angra, sulfragancu inaia antigu de Lia-
bua. Fui conliunadu em Ruina uu palriurchado de
Liaboa por lettras ap. stnlicas de 4 do mez d'abril de
I Vi .'> as quacs se Ihe houvc pur dada a p-.ase da eadei-
ra palriarehal, purque entlu nao bata igreja patriar-
eloil. legiiinianiiute instituida.
Fui creado cardeal no cuiisistorin de 10 dejiinhu de
1843. Hceebeo o barrete esrdinaliem por uup.nejo
nal em arlo sulemiie de corle no pajo d'Ajuda eiu 20 do
mez de julhu de 1843.
Dan entrada na santa igreja palriarehal de Lisboa, lo-
depois (pie a mesilla santa igrja fui cuiisliluida, ua
tarde du da 11 d'aguatn de 1844.
Nu aeu uiinislciio palriarehal distinguio-sc o Eminen-
titsimo prelado, pela bcnignidade e favor com que
proinptamenti! responda, cm cartas do seu prnpriu pn>
ufan, a ludos us paroe.hos e prelados das paruchi.i* .
convenios do seu palriarchndo. Fui bistautemeiiie eg.
crupuluso na a.lmia.-iVi dnsurdeniiidn do seu pairiar-
ohado s rdeos sacras ; nao Ibes permitla raoiltnenie n
lispensa dos intersticios, nem Ihe fa ililava us cxmncs
de seienr.in c mural, procurando nssim preparar bous
miriisiros para oservico da igreja. Vagina escrupulosa-
mente, c reeiuniiieiiduii cnislaiitcineiite aua seu dluoe-
SUI108, a observancia do preccilo quarcsinal na satiafajio
do sacramento dn peniti ncia. Fui justamente severo
pai.1 com os coufessores que menosprcsatCu a santda-
de dn seu ministerio, e nao o fui mciiiis, para eum al-
guns parochus que nau d.iv.io.i guarda du vasos sagra-
dos c alfaias da igreja a devida u recatada seguranza. __
\lleiidco s iiecessidades coiiventiiaea das religiosas do
seu p.iiii.ireliailu, recnnimeiuhuido un goverim eum a
iiiaiur snliciiiide asaiias pretrnces, como que fuageru
de requerentca des'aldos. Exllorluii us paruchoa dn
sua diueeac nina c multas vexes, par 1 quo olhaem pela
regular escriplurajau dos seos carinos pamchiae, u
pela coiiHrrvacAo dos seus litros, Cunto deposito infHr-
i.inie, piirconter o regalo das pocas principara da vi-
da de cada um dus sena diocesanos, Concurren ell
cazmente para que se 1 (instituase cannicamente n santa
greja palriarehal de Lisboa, mide por espajn de 10 an-
ima se tinha fiuiccionadu em n approvacao da santa
t. Na esculla dus paruebng eneunimeiidadus, e nu
exereieiu dos inaia actos de sua juriadiejao. (pie depen-
dan so do seu prudente arbitrio, reguluu sempre nasa
esculla c case arbitrio, pela habililai,iu-s c diaposiroes
recommendada pelas leis da igreja. Febt o sobruilio
do Emineoiissiiuu preladu, e fi-lhys os seos amigos Ili-
teratos, que para tecerem o elogio historien da vida rc-
ligiusa, poltica e Iliteraria du Eminenlissimu prelado,
ttem i sua dispusijlo a poca inteira de urna vida toda
chea de brilhantcs orcasides, que,sabiamente aproveila-
das, fizerau respeitar e admirar o Kiniiienlisriuio prela-
du em toda a parte onde u sen nume ettcgou,
^^^______________________ (Da RettaurafoJ.
PERN MB C0.
CORRKIU.
CoBllEsl'iiMlKNt IA DA CII1AI1K li PROVINCIA.
Nao quero seinp e occupul-tis com coua&s Itislcs: li-
le quero tallar de um caso jucoto. ja que as cousss gra-
ves esli buje no ilalu quo
Segunda-fcira, um preto, provavelmenle ebrio, ficou
trancado na alfandeiia, sem que ninguein dssa por *-
ao : de ooute, vendu-se s, grilou com tanta lrja, quo
acudi a guards ,e o oomniatdsnte mandou azer os con -
venientes avisos, mas sem saber o que na realidade era
Procurou se una aulondade policial, e quando eu.fm
appareceo o delegado o que teiu um glande minien do
I batalhao de encadles, ahno se a alfande^a, e pol-
n 0 negiopara a rua, tornandu-se tranquil'-i a cidude,
que por alguns momentos sejulgata cm grande pe-
ngo.
Publicando a pedid
i).
Chegou ao estado inais lamentavel, que considerar-
a pude, esta provincia, nilo se rc-peilaioiii mais au llo-
mens ruis disiinclos do paiz ; sendo estes insultados por
todas as formas pela sucia prsieita ; dirigindo-se del-
ConplIltlITM pelas olhas, e insubos pailicularts e 1 osi-
vos as pessoas dos barn islas, inliluladna pelo otilin-
lainedos maiitafcdcs, pur gusfuius cabano, a ponto do
expdr eos homadus liaromstas a conimetteifin desali-
uos atro/cs, vendu-se 11 assacradus pur 1 ates intitulados
do partido legal ; que tal a lcgalid.de!!! eo6u. tbelo
de pulicia nao luu ,1 cuiili. niiiciit das ailoli.ii icii.oie-,
que to appaieccndo da parle doa seu agente.-, uein
tao pouco S Exc. que quer parecer me, a ludo po-
da remediar se procedesse com a prudencia, que exige
o seu ministerio.
Na noute do dia 21 de junho, serillo p'.uro mais ou
menos 8 horas, qusndu loi insultado, tindo do Poco
para os A Togados, utu verdadeiru patriota Sr. dem^u-
nho, que s cuida cm seus interestei, e que, leudo lin-
do a esta cidade a tratar de seus m gocius parlit ulares, e
h vendo ido faier uno, visita a seu prenles uu ja non -
ci nado lugar, ao voltai d'alli, eocunttou una palrulha
de pananos qoe. depois de batel mandado lateralloi
elle c ao pagem, li/ciao-oa ebi;ai ns cavallus, 11 ette-
iao- nos nos meto o grupo, con.posto de (una huiiu-ns,
obugarao-no a ai ear d, s cavollos. dingindu-ll e as
111..1 insulluosas alatr s, e c llflrau nos dos ps d a
cabeca. Cuino se o honrado 1 idado lsse al.um lacrao,
ou assassinu mas, cuino felizmente, nem o pruuento
Sr. de cngrnho, m ni uuu citado cairagaasen armas,
que suppunho pudiao Ira/er, visto que viajatao, e n'uma
poca como a presente, em que o IsdlOeS e molla/cjus
loruiigo de todos os ladu, deitaino no ir em paz. de-
pois de o havcrein insultado pela maneira, que lica dita,
ede ter esse piudentemente solliido, que por eaae mu-
do se o tratasse, no entreunto que ana rns de polica
secunenle vagar inc lomes, sem que lites procure tirar
os morilleros iusliuinenlos, cun que quotiiiianaiiicnle
lano mal causan a aociedade, de que sao podres mcin-
br escaposa laes incummodos, masen^anrao se, poisd'a-
h a pouco, pello da ponte du PsHageni, 5o de noto
corridos por urna uulia palrulhs, em vemade mais cu-
medida, que a precedente, u apern. tersa ucabado do
pas-ar a ponte, nota coirida ten lugar, enlao nica-
mente no servo, por ser mais niud< >lo, u boiiiem que
nesse lugai diriga a operaco Lsineutavel poca I des-
gravado lempo! infeliz paia, onde nau tena a virlude, o
s3o nivelados aos assassinos e lu roes os homens mais
honrados e dislinctos! Censrate! polica, que ao p. que nao toma as precisas medida para pieienu o-roubos
e assassinos que coii-t, ntcinciile se repiudu-em, e deixa
que os que sao capazes de abusar dos armas,d'ella andem
carregados, persegue e ridicularisa os bumens pacficos
com assuas insultantes pesquizas'J! Ao lindar estas mal
tnjadas linhas.nao pusso deixar de adtcrLr ao Exm Sr.
vice-presidente e ao Sr. chele do polica, que se quercm
que o partido, de que sao chefes, 101 ronnnue a disa-
(-1 editar se, I. t,0o itiin qi.e os reu agentas piocedao
com m un prudencia. lm mame da uniim.
t^-MMfiLIO.
AU.iikIcjj.i.
Rendimcnto do din '/$..................851 j786
Hei'airtguG huj- M.
l-rigucSeriaceneja e traste,
tingueA rayomeicadoriu.


ILEGVEL


pap.
BrigueFelit Destinodem.
Encunachrmiineidem.
Barcafel'Cefarinha o passa*.
liarenItenuwn canos do Ierro.
IMPORTA! *3.
Aragn, brigue franco*, viudo do Havre di Graco,
entrado no corrente me/, consignado a I. Bruguire :
manf''Stou o seguinte :
1 caixa fitas da seda. 3 d'tas suspensorios, 1 dita fa-
zendas de algodio ; a lolli \ Cbavanncs.
2 caixas fazendas de algodio, 1 dita fazendas Jo se-
da ; a Kalkemann & lv semun I.
10 caixas armamento, i7i barris manteiga, 1 caia
I dita fa7eml.il de seda ; a N. O. Bieber&C."
lilO barris inanteiga, 50 ciixa- queijo, 50 barrica
farinha, 10 caima vela. I dita fazendas do seda, 2 di
(as ditas do In. 1 dita dita de lia e algodio. I dita d-
la do. Itnlio 2 dit .* vidros I dita cuica.io, 21 ditas pa-
pe', 3 ditas c apeos, I dita vjrios ubjeetoi ; a L. Bru-
guire.
71 birria inanteiga ; a Lo Bretn Sehramm & C."
"2 oixas lazendas de seda ; a J. V A.iouri&C.*
1 dita re i||l 2 barr.s queijos, 12 caixas absinlho; a Beb-not,
i rana pcrulas de vidro, 100 barris manteiga; a Cala
Freres.
12 caitas faz>'ndasde algodio, 1 dita fazendas de se-
da ; a J. Keller
I caxi fazendas de seda, 1 dita dita de algo lio ; a
Tablar.
.'>() .ligOS cliampanlia a Me Calmont&C
1 caix.1 retratos ; a J. Pandre
1 caixa p.'lucia, 1 dita macas para chapeos; a \V.
\V i I liarnen.
1 caixa pilulas ; a l-irnos & Silva.
1 caixi roupa, Iruta e conservas, 3 ditas papel pinta-
do ; a Meuron
1 fardo rendas ; a Dubarry.
7 caix.is drogas ; a B.irtholouieo Francisco do SoU'a
27 barris manteiga, 100 ditos chumbo de munic/io,
'-'.()() i-dixis volas, 17 ditas papel,4 ditas arces para sel
lins, 4 ditas sollins, 3 barricas alunlos de Litan, G cai-
xas chapeos de sfida ; a li Lasserre & Companhia.
1 caixa vidros, 1 dita perlumaria, 5 ditas papel, 1
dita gravuris, 500 gigos tatatas, 9 ditos ignora-se, 1
dita reloitins, 3 ho Oes comestiveis ; a un ni.
Iriculodos, osor de noto, som que o dono aprsente o
titulo por que o possue.
Art. 23. Passada a poca da primeira matricula, os
donosdos escravos que os n3o liverem matriculado, ou
dcixarem de o fazer, serio multados de IOjCOO i 30*
rs. 21
2 !endemia jurdica de Olinda.
Por molestia dos pr. ft-ssoresdo collegio das Arles ,
nio leve ainda lugar o c nrurso da -o! si tuicao das
duas cadeiras ja onnunciado o qual lica por issn ro-
l=Aluga-*eo segundo andar do casa u SI, na rus
da I adea do Kecifo, o qual tem .'> portas de Irente, _
sal v 2 gabinete, (iquarlos e co/mba fra ; a tratar
na iiiesina ra n 53. segundo andar, i
1 Aus rtguczts ao bom i barato.
Jo3o Lubcl, com luja do chapeos de sol, desoa e
panninbo csl-beleridi, na ra d.i Passeio eo pe do ano
le S. Anloiiio, faz \or, que tem um lompleto sorlimrn
(o do cbapeos do sol de variados gostos, tanto cin sfia,
mu en i p-nninlios e hoasarmares.por commodos pre-
servado para HO ueste mez Secretaria da academia J eos ; assim conio os laz e os cobre a contento dosseus
de Olinda 23deJunbode 1815 liacliarel tiduur Ifreguezcs. e lambem vende as fazendas, ludo por me
do Soaiei d'Albergara official interino servindo dolnos quo outro qualquer : os preteiidentts pdrm din-
secretario. 8JKr se ao.mencionado lugar, que so Ibes promette irem
9=Pelo lyco desla cidade se faz publico, que, om satisfeilos.
Alo-, i id e n lo do t orto.
Navio entrado e o da 23.
Angola ; 20 dias. brigue nacional /lo, do 235 tone-
lada i, capitio I 11 11 .n .1 is l'.'i r i de Mello, c jui
pij.iin I i, eiii lastro; a Gabriel Antonio.
A'uinof $ahidns no mesmo da.
J'i.rlos do Norte ; vapor nacional Sebattio, cxn-
ni indulte Manool dos Santos O.nolUs.
Genova; polaca sarda Monte Car millo, capitio An-
dr \nlonio Exida, carga assucar.
.Vacos mt adus na da i-
Genova ; "i i das, ti.i'c i sarda i'elu e, de 19S tonela-
das, capitio Antonio Nitro, equipagem 15, crg
farinha do trigo mais gneros ; a Lu/. Bruguire
S Malhcus ; l'l.lia-, sumaca n Cion.il Incanmiel Ca
rol, de 38 tonelada*, capillo JoSo llaplisla Ferrei-
r, equipigeiii 7. carga familia du mandioca; a An-
tonio F ranci-co d >s hafitol Braga.
Navios sabidos no mesmo da.
S. Malhous ; sumaca nacin,! feliz t'entwa, capitio
Juo Perrera da Silva, ein I>lro.
Macei; bri.ue inglcz Kiekmond, capitio Roberto Tilo-
mas, em lastro
Vacio entrado no din 25.
Seith ; 01 dias, bngue ingle* Cicero, de ;58 tonela-
das, cap.la.i James J.iiilisson, equipag m 9, carga
carvao de peira ; a ordem.
Vano subido no mesmn da.
Parsnt'gu; bngup-estuna nacional lasuqui, capitio
Jos Moieira de Olmira Jnior, carga diversos g-
neros.
consecuencia do que ordenou o Exm. Sr. presidente da
provincia, irO a concurso da data deste n 60 dias, as
seguintcs cadeiras de primeiras lettras paia o ICIO mas-
culino : a de Ouricury na comarca da Boa-visla, a di
Fazenda-Orande na de Paja, as <.e Auoas-Bellns eS
Bento na de Garanhuns. Os candidatos, quo i releri
das cadeiras se quizerem oppr, haliilitein-ic nos termos
da le.
Secretaria do lyco, 5 de junhi de 1845. No im
pedimento do secretario, Hermenegildo Marcellinode
"iranda. (12
8 Pelo lyco desla cidade so faz publico, que, em
ronsequencia do quo ordenou o Kxm ^r. presidente da
pmviniia, ir a concurso da data deste a 40 dias a ca-
deira de primeras ledras para o seto feminino na vilL.
le lguaras. As candidatas, quo A referida cadeira se
qui/erem oppr. habilitem-se nos termos da lei
Secretaria do lyco. 5 de junbo de I.Ni.'i. No im-.
pedimento do secretario, Hermenegildo Marcellmo de
Miranda. (9
7 idministrador da recebedoria de rendas nter
as geraes convida as pessoas, que quizerem se encar-
regar da venda das cartas de ogar, no municipio desta
cidade, e mi anuo lin,inceiro prximo futuro, de con-
formidade rom os artigos 53. 54 e 55 do regulamonto
le 26 de abril de 1811. a comparecerem indita repar-
ticao todos os dias uteis al 20 do corrente. Recebedo-
ria, 9deju,i:io de 18V5. francisco Xavier l aval
cunt de Albuquerque. (9
Avisos maiHunos.
I Para a Babia sabiri em poucos dias a sumaca na-
cional Sunta Jnna ; quem na mesma quizer carregar,
ou ir de passagem, dirija-se a NovBes & C*. nu ra di
Trapiche n. 34. 4
Segn visgem para o Cear, no dia 28 do corren
te iinpreterivelmente, o brigue Feliz: e os Srs carre-
gadores do mesmo, queirio sem falta nenbuma man-
dar seus conhecimentos boje, 26 do corrente, na ra
da Cudeia de S. Antonio n. 25-
3 Para o Porto o brigue portuguez Ventura fe-
liz de que be capitio Antonio Francisco dos Santos ,
sahiri no da 3 do prximo mez de julbo ; ainda pode
rect.'b r pequea quantidade de carga, assnn como pas
-^i'irus, par. o quo tem muito bons commodos l a
qu mconvier, dirija se aos consignatarios Mondes &
iveira na rus da Cruz n 9, ou ao relendo cap
lio 8
Le.lt'S.
Edila
7^sU Illm. Sr. inspector da ibes ur^ria das rendn*
provinciai'S manila late' pulili.o, qU". em cumprimen-
to da le, peranle a mesma IbeiOuraria; se ha de arre
mat r em Dalla pnilicu aqueni mais der, nos uias 20
(boje), e 27 Oo correlo, o diurno dos cocos no
tequiles municipios, segundo as uvaliicoes al ano des -
criptas :
Becile, (no.) is.
Olinda, Itamarac, Uoianna, Cubo, liio-Foimoso,
400$ rs. cada um.
igu -ra-Mi, Serinhidii, Boa-Vista, oOOjr rs. cada uro,
A arrematarn .leste imposio sera fall por lempo de
um auno, a contar do 1 de julbo prximo ao ultimude
junb de I S ili, e a arrecadaco cunlorme o regulamcn
tode.'it demarco do 1832. sondo os pagamentos por
quarteis, immediatamente ao seu venci.ento.
As pessoas, que so proposerem a estas arrernatsc,des,
compareci na sala das sosses da sobredita Ibesoura-
ria nos dias ai una indicados, pelo meio dia, competen-
temenla habilitadas K par constar se mandou afli
taro presente e publicar pela imprensa.
Secretar.a da Ihesourana das rendas provinciaes de
Pernambuco, 16 de junbo de 18io.O secretario ,
Luiz da Costa Portocaireiro (21
3= Ocorrelor Oliveira lar leilo de grand.i surli-
inento tanto de fazendas cmodo miudezas inclu-
sive reln/, linbas de nvelos e de meadas, calca-
do, tu., boje, 26 do corrente, as .0 horas da
nianba no primeiro andar da sua casa ra da (.a
lea 6
2 Em rinde do desparti do Dr. ju de orpt'On
e ausentes proceder-se-ba a leilo de urna loja de
caldudos ecouros ; o que constitue a fa>enda de Joa-
|onn Pereira CmUIIO ; na ra do Livramento casa
tU> fallecido boje, 26 do crrente as 10 buius da
manba. 6
visos diversos.
De laraces.
:= H |e, 2. ba sessao extraordinaria da cmara mu
cipal desta cidade.
2 O administrador da mesa de rec Ledoi ia das ren
das geraes internas avisa pela ultima vez aos morado-
res dos bairros do Becifo, Santo Antonio, Boa-Vista,
o A fugados, para que tragao suas relares dos escravos,
que possuir. m at o tundo correte mez: e |ucllcs
que -c neg iiein a isso, nlowiio rece idas.sem que -
presentem o titulo por que os poHUem.coiuo deteruiinao
artigo 6 do ren .lamento abaito transciipto, eserad
multadns em i oSa .10.) rs : e para que cheque a noliru
mai.dei fa/ei o presente annunio tteclied rii, 21 de
junhode 1845./'/ue/ieo Xavier L'uvalcanii de A'bu-
quergue.
A O-o 6.* No neto de priineira n nlr rula a ninguein
so exigir i o titulo por que peNue o e.'cr..o; lindo, po
rm, o lempo deilo,n<.iibuui etla\o, ulein dus ja iuj-
= A pessoa, que annunciou por este Diario d-s jar
al! i i nin p id,'rs inais ebegados do padre francisco
Serafn) de Atsil, qneira dingir-se a ra Augusta n.
12. o s 6 horas as 8 da manbaa. e das 9 as 2 lia larde
na nlbiiidcga a lallar com o guarda da mesis le/erra.
= OSr que annunciou pelo Diario urna ama bran
ca, para tomar conta de urna casa, e de educar moni
nos ,iiei ,i din -ir se a ra do Baugel n. 75, se.un
iKi nri.fr. que achara com quem tratar. Boga-su ao un
uunciunlc. quo nJu trole com oulra petSHia, que pare-
ce achara quem pretende.
I Negocia-se, por Iroca, ou venda, um mulalinbo
iidtertindo-se, quo a ser por troca ba de ser por um
outio), o i|ii I nao puliera ter inais do que 20 anuos,
sendo um perleito bolieim, bonita figura, multo honi
cabell.i, sem actiaque, ou deleito; o qual, tendo pela
primeira vez fgido por seduccio de um outro lorro.
indo lr a cidade da Babia, onde foi mandado prender
i) recolher a cadeia do Lunoerro, e s por este motivo,
i o que se negocia, obrigando se o dono, no caso dse
realisar qualquer negocio, a vida do mesmo t o dia do
mesmo negocio ; assiin como de nio se responsabilisur
nrdespe.za alguma das feitasalli, at que elle Ihe te-
lilla de ser entregue : a quem este negocio convier, di-
rija-se a ra cstreita do Bozario n. 8, que achara o do-
no do mesmo, com quem tratar 14
I Ollercce se para qualquer emprego em algum
engenho, menos feitnr, um rapaz solteiro, o queentende
de ludo por ter pralica bastante, principalmente do des-
tilacOes, o qual da conhecimento de sua pessoa ; queni
pcrcisar, annuncio para ser prorurado. 5
l=Aluio-se dous andares de una casa, na ra da
Cruz do lenle ; os ii< tendentes dirijio so a ra da
Cudeia Vclha n. 16. 3
l=Prccisa-se de 1:600 rs juros sobro hypol beca
em urna casa terrea, por espaco de um anno ; na ra
Veiha. venda n. 65, so dir quem be. 3
I 1'rei isa-se de um preto para servir a una casa, c
que nnlenda de botar canoa ; quem o tiver, dirij -se a
ra dos Co hos n. 11, ou annuneie. 3
I O ifin fOr dono de um corda", cun urna cruz d
lerdemro r liquias, pr cure no Atierro da B m \ i|.i
loja e ouriies 11 57, (|iie. il 111L1 os ~i-naes rertos, Ihe
sera enlre.ue; pois loi luinado a um paidjnbo, que an
data vendendo, por desconfiar-se.
1 =Na casa d'ngencia commercial, na rus ds Cadeia
do lie. ile n, 6, primeiio andar, se vendern os trastes
nmeros 3 06: seus donos, presentando as c.iutellas
dostes nmeros, raO all receber seus productos. No
m Sino estal.el cimento se contina a recetor pora ven
der, por .uta de seus donos 3 commissao, pianos e niais
instrumentos de msica, livros, moieis, roupas, vidro>,
louca, paineis, prata, ouro. etO, e se eni|ireta di-
1 bciro sobro estes un sinos objectos, ou so compiuo, la-
zendo conta. 10
I =0 abaito assign.ido avisa, que nao se piiJe con-
tratar negocio algum com a casa da ra di Pilar n. 100.
outr ora I08,iiorque dita cisa se acbasebjeia a legadns,
orno consta do inventario, que se acha no carlono dos
oiphos..ionquim liodrigues de .limada. ti
Augusto Luiz da .Molla retira-se para o Rio de
Janeiro.
Na ra larga do Roz-rio, n. i9, eiistem tres car
tas para o Sr. Manuel Jos da Molla Ri imai, cujas car
las sio vindas da cida o do Porto.
Itog.. se ao Sr. .1. I.. de G.de pagar em lim iquan-
ta de no.) rs. que ot anda devendo, na ra das Fl i
re n. 18, e nao lazendo por estes 3 das, ver seu no
me p >r extenso, c denotar-se sua vida escandalosa de
velhaco.
Mannel Jos da Silva Braga embarca a sua escra
va, por nonio Calharina, nacao Angola, para u Bio de
Janeiro.
Precisa-so do um feit.n, que trubalhc, entenda de
hort o vareas, para um sitio na Magdalena; a tratar na
ra d'Agoas \ erdes sobrado n. 60.
Claudio Uubeux embarca para o Bio de Janein
os seus eterno de noti.es Guilbermo e I homazia
Antonio da Silva Gusn.io embarca para o Rio de
Janeiro asuaescrava, de nome Lucinda.
Man clima Bita Mana dos Pra/eres cmba.ca para
o Bio de Janeiro a sua escr. va, du nuine Constante.
<' correlor Oliveira, lemlo recelado u sua carlei
ra perdida, segundo o aonunilo feito Dette Diario, e
dentro delta a quanlia de is. 89.000 rs., por diligen
cas do seu benigno, quanto especial amigo o lllin. Sr
Manuel Josa ta Costa ; succede ter dep isapprecdo a
si dula de du/.enlos mil is. que fura trocada, em mo
dos Srs. George K' nw rlhy e C ', que em b >a fe a
recelirao em pagamento no da immediatu ; e 01110
uenliuinat loueoei h ja, da parto do aunuuciante ero 111
vertlgar maiieira poi que Ibes viera a mi ; pelo pro-
ile declara desistir da robr.inc.i da men- o.nada ai-du-
la, e que a mesma poder* conef livremeule como s.
lo-encaminnad 1 nao lucra sido
I Arrenda-3 a propnrdade Chacn a mar-
gem do 1..1 C.piliaiilie, defionte do engenho Cor ni
10 com iluas ca.as pra babltaeio, sendo urna dolas
nova, e com mudos loinmodos, c m boas sciizjIL.s, em
numero du dolaseis, que suuutraS I. lilas CiSiS, que
le poJniii alo-,o no lempo de vero ; com Iret grandes
baixas multo frescas, paia plantaran de capul, ou cali-
na, ou nutra quilquer ; rom bistanle Ierra mais alta,
.1 111,necio d 1 rio e outras com:iiodidades; arrenda-
se por tres anuos, e quem 11 pietender, dirija-se a casa
do adtogado Jos Nareiso Camello. 11
I l'rocisa-so lugar urna preta forro, ou escrava,
para vender na ra locas de meninos, o bon.asde
panno, pagando se o da, ou a vendagem : na Boa-
\ 1.1.1, ra J 1 matriz, esquina p.ra a ra da Gloria: r.a
mejnie casa vende-se um laboleiro novo, com lampa,
para vender doce, ou nutra qualquer cousa. 6
1 I'recisa-se d dous fi ttoies, um para silio, que
1 1 te, da de incbrrlar. c de borla; e outro pora urna
I ./ei.iia no Seilo, distante desla prata 6(1 legoas : no
alt. rio du Moa Vista, n. 43. 4
2 Mr Groslidier dar brevemente um grande con
ciitu vuc.l, e insiruinenlal. O piogrjmu.a e u luaai
do dnerlimcnlo serio dentro em poucj annunciudos
Dette jemal, (4
2 O llii'soureiro da irmnndade do Divino Espinl
Santo leuihra ao- irmos da mesma inuaudade, quei-
rao ter a bondade entregar as capas, que teeni em sen
poder perlenc ules a mesilla na ra das Cru/es ao Sr
Lima; pms neulium dos irmos ignora, que o mesmo
ibcourciro tem de entregar ditas capas no Domingo.
29 do ndame me/., a mesa nota. 7
2Nao leudu-se reunido suflicicntc numero de ir-
mos da iiinandi.de da Senhora Santa Auna, erecta na
igreja da .Madre de Dos, para a mesa geral, o piuve-
tlor de mu a 11. en le convida a todos os 1 ni.aos, ,. digneni
reunir no da 26 do corrente, as 4 horas da tardo. 5
2 Na ra das Cinco-I'ont.is, casa n. 6j, ha lima
grande p- rio de eslruuie ja curtido para sitio, por | re-
ro multo commodo ; lieando o ptrlendente obligado a
tralo do quintal un dita casa: assim como lamino tem
una p..rcao do lijlos quebrados, proprms para ilieercei
de casal. 0
Di-te dinheiroa premio com p nhores de ou-
ro mesmo em pequeuas portees ; na ra do liang I
n. 3. primeiro andar. 5
2 F. C. Hulmn cidado Americano ret ra se
tere O* Estados-Unidos. >
2= Precisa se da quanlia di' 4:000- rs, a piemin
sobre bypult eca em una prnpno lade.nn qual se esta le
\,.litando n.o -li enlio ii i In'gne i de N S da I. Ca
da, distante desta prai,a 16 leguas; quem Ihe con
vier anniim ic sua inorada para ser protur. 2O D. abbadedo mosteiro de S. Bento da cidade
de Olinda e o religioso ex-geral Fr. Antonio do Car-
ino vio Bahia a negocio da sua congregaro no
primeiro vapor que ollar do Norte ; o o U. abba-
de leva em sua roii.p.'iihia um criado que ja loi leu
rsrr.no de nome Martinho, g
2=t|anool Kebcianno Gomes de Figueir.do ret ra
se p ra lura du imperio >
3 D -S'- dllilieiro a premio por mu o rnodica quall-
dasCruresn. II segunJo undar de urna bota os 3
da tarde. i
3= IVrnando Helenot n.barra para Lira da pro-
vincia o -cu etciavo Nicolao. 2
"> Alug se urna rusa leriea grande, corniola,'
no qual Ininlieui tem ro/mlia hita na iua do Noguei-
ra ; DalCD>0 Ponas n. 158. Ti
3- Precisa-se er g.,|ar um ou dous homens que
M-liO perfelus unsties de kliurll o purgadons; na 100
i..ira do lio/aiio padariu i!. 18. 3
3 Quem precisar de um rapaz Biasi'eiro de bej
conducta,sdieiro,que sabe ler,' sircverccontarperfcila-
mento para caixeiro de algum engenbo o qual di
fiador a sua conducta annuneie sua morada para ser
procurado. >
i H1TA ATTENCAO !!!
O abaixo assignado tem a disela honra de annun-
citr ao respeitavel publico desla cidade. e aos habitan-
tes em geral da piovincia de Pernambuco, quo acata
de Ihe clieg.-r de Bostn, pelo hiato americano A/aco-
imii, entrado no rente mez de junbo, umcaixote
com caixinlias de pilulas vegetaes do Dr. Brandreth.
O mesmo abaito assignado ul..n-i-si> do aflirmar, que
sio as nicas, e veidadeiras pilulas vegetaes. queexis-
tem nesla praca.du seu proprin autor, o est prompto
para apresentara sua veracidado a quem quer que fr ;
por quaolu o mencionado doutor Brandreth o autorisou
em um diploma, legalisado pelo cnsul brasileiro d'a-
quella cid.ule, para ser o seu agente arela provincia.
Os preli'iidei les uirqio se a sua botica na ra da Ca-
deia do liecile n. Ti6 Vieejili los de llrtlo. 16
3 Oabarxo assignado,caixa dorunlratudoconsumodas
lielii das espirituosas est r,i ngei ras, previ ne aos senboiesde-
vedoresdo mesmo, que o pagamrnlo de seus dbitos se-
ra realisado impreteritelmenle at ao dio 30 do corre-
le mez, em dinheiro, ou em guias de rccxporta(io ;
.-eiios iL- que nao seio estas rcrebidas depon daquelle
da, visto que alguns dos ditos senbores, a pretextu de
as nio biiverein tirado,se tcoo) excossivamento demora-
Jo na ultiiiiai.ii do futs contas. Thomaz de Aquino
Fonseca. 10
9 LOTERI \ DO THEATR PL PUCO.
= O ibetoureiro desta loioria, disposto a empenbar
lodos os eaforcot para augmentar o crdito de que
leinpre i lia goaco, pela regularidade do sua exlraecio ,
declara quens Iiilbeiesla segn la parle da I ti." lotera,
rujas rodas ilevem ter andamentomuito ('levemente, te
... Iifin.1 o'inli iiiiii' mi-lili' ii i bairro de S. Antonio,
na botica do Sr. Joto .Moreira na ra do Cabugi ;
na ru i do 39; e n ruada Cadeia do Becile loja de cambio do
Sr. Vicira. 10
PUBLICACAO L1TTERARIA.
R. GUIZOT, lioceletrado entre os homensdo
estallo nrrop i lugar nao menos eminente entre os pu-
liliristas. A sua doutrma do governo repre-entalivuca-
r.icleiisa urna grande escola poltica, e tem se tornado
iiulavel pe'a* disi lissoes. que h produ/ido Nuentre-
lanto o eximio p'olosor, s. m reunir em um tratado as
uis idelo- des nvolvid. >j-lemalicam ne. ......ente lein
em seus vanados escrip o, na maior pait- historeos,
eii..m.nlu leu* pensciiiienlos explicandu o svslema cont-
lltu lonal.
Colh.ir as i'Xjji in.H.es de sua Iheoria di-persas em
diveisos vo umes; exoAr os seus pniicipios le um modo
lacil s p r ii'io ludo qu he deciicuuisi.nicin, ou pura-
mente luaturicu;curiienal-os eacoinmodal-ns con oem
iiimpendio, lOlilendu- u Iheoria do governo representa
too- be Irali Ibo.que naoileixarade ser Lein rceitu.pe-
lusque, dse jos d<- con bcerra d.iu Irmas de Mr. tiuuo!,
estima ao poner prescindir de col bel as em suas proprias
obras, ruja tritura requ. r llial espac e medilacio. Poli
este ti a bu I lio loi lelizinentc conclu'do por um dos nos-
sos mais illuslrados cultores dal scienrias polticas o
esta prestes , forman io um vo'uine en s "
francez, nepresso com luda a ndidez e p-ru na olli -
na dos Ts Sanios & Companbia.
Subscievo se pelo pieco de .'i' rs., pagos na recep^ao
da obra, na livraria dos meMiios Srs. no CorpoSauto ;
n.' do Sr. Figurn.a, na pr.-c.i da Independencia ; e eui
Olinda, na cau do >r J L da C. Parnagoa.
jiia sendo cun penhoiesde ouio ou prata : na ra
MIJITO IMPORTANTE PARA o povo de pf.rnamrtjoo
10lie espantoso o numero Us notaos teiuelhantcs,
ifiie rada anuo suceambe molestias que, se fssem
tratados slniplesinenle, serian aluda vivos! Kntre nus
oslas molestias sao feralmente a |ilitbvsira calbarros ,
iiidigrslao dvpep>ia apopli.sia i. luis de toda a
especie ussini como iulii inilli'iiti'.s, bilis, esiai latina,
golla mol. -lia de ligado pleuresi inllaiiiiiiaccs ,
paialisia, livdiopesia, beclligaa, narampo, lombiig.is,
dysenlerlo, erytipelas. incliassoa de pes v pomas,
lo nioi ilioid.r-, lora as molestias de senboras.
Militas distas molestias sao radir.ilnit'iite curadas e
tollas alivia.tas com aquella celebre niediciua popular
do Di. Siirll e as pilulas vegetis do I ir. Brandretli.
Iti'couiliieudaiiios .< todos os doenles pois nao ic-
en i resguarda algum. Na Inglaterra o nos Ksiados
Cuidos estas pilulas Icen) sido o nico remedio de na'-
la lamillas por longo lempo, liandu senipie o desoja-
do Olll, i'oslabolri'i'iido a saude.
Na i .'.i ie e na provincias lecui umaextraccSoenornae,
e sao leteiladas por inultos dus mdicos Inais Iiabcis do
Rrisil.
Acaba de ebegar nina nova porfo deataa invalua-
veis pilulas, ao nicos agentes para Peiiiaiubtico J.
Ki Hit .v C. e voiidciii-!' unicanii'iilc poi .uio.i i,o(lo doa
ditoa agentes, na botica fianceza dos Sis. Saisset & C.
na i na da Cruz u. "2"2, ao preco de IslMMl ra. rada caixinha
anillas as qualidadcs, advci lindo-so ao publico que
as unirs veiilailrii.is pilulas vegetis sao eiiibi'ulhadas
nu seu recelluai'io, fechado com o sello eiu lacre prcto
dos uniros agentes pelo brasil no Kiu de Janeiro.
12Precita se alugar um preto por mez para tomar
Mola em una casa u tratar du seu quintal, muito perto
desla piaca, que tej fiel; quem o quizer alugir e afl-
amar, dirija so u ra da Cadeia do Kecife n. 2S. (4
fap vinagrinho.
Este superior rape torna inmiatcl a sua qualidade
por nao ni lar. nein seccar; n.i fere o nariz, nem pro-
du/ iriitacrs vertiginosas, porque a sua couipostcio lie
a mais simples possivel. A geral eslima que tem tido
ella rapo pelos apreciadores de urna boa pitada, e a ap-
provacio que a rcspoitavel tociedade de medicina Ibe
concedeo rematad o leu mail completo elogio.
Novas Tornadas d'etteexcellente rap, com a cor mu
escura, te achio a venda oos depsitos da ra da Ca-
deia do Re. lie, n 50. prava da Independencia n. 2S,
Aleo da B ia-vistu u. 10. e Atierro dos Afuudoi n.
2(1(1, aonle se vende a 1.000,- a libra, dpihr,:s
para cima O embrulbo deste rap he azul, e os rtu-
los blancos. 15


4
O VERDADEIRO REGENERADOR N 31 os-
lar a vend.) nos lugans d coslume ao n ca dia.
= (,)u ni p rcisar '( U'ii.i iiin.i imr. rata le pouea
familia nu de hume ni tolteiro, dff'jeo ao pateu de
S. Pedro n 3
lPreciia-teelugar uini cata terrea do bairro de
S. Aotooic eujoaluguel Dio exceda de 8000 rt, para
pouca fanulia ; a tratar ra rua do Hangel n. 17. 3
1 I)ao-sc Ei00..< rs a premio com penhoret de ouro
prata ou byp iiiieca em algu:n predio; i|uem precisar
annuncic. 3
1= Jos Joaqun l.citc roir.i-n para o Aricalj ,
levando un sua campanilla oseu criado Sutorio da Su-
ti a n :. eaeravo.
- Alugiio so as casas segundos : o lerceiro andar
do sobrada n. 4, no Atierro da Boa Villa ; o lerceiro
andar don. una metros ru; o secundo andar do san a
lo ti. -_'0, na ra estrella do Rosario; o casa terrea n
30, m ra de S Amaro; d tu tarrea prximamente
acabada n S, na roa do Sote j dita torrea ron eteel-
Icnlescumniodos, ama Formoia n 7; dina ditai
terre s na ra lado da matriz na Roa \ la u. 90 : n i rtil d i Aurora
n (), etcriptorio de Francisco Antonio do Olivara di
Filho. 11
J Manuel Felii Ivs da Cm/ mudou sua mi ra-
da da ruado Padre Flor i nno, cata n 13, para a ra
Cinco-I* ntai ,e ta n lio ;l
Con
4-*= Compra-ae urna prela que sniba engoniinai
perfcitatnonta e i|ue toja gcitoi i ira in u j >s d
casa a anda mes no ojito exceda d<* 30 uunos do i
com tanto que no lenha molestias, e oaeu n
pasto de V00 000 s; na praca d i ln !,. nde icia n i.
pira tratar do ajuate. 0
2 Compra-so um marac do prata oslando ciii
bom uso ; na ra doRaug I n o-. 2
2 Compr -sc, pira lora da provincia esoravosde
14 a 20 annjs sendo do bonitas (uras, p.gao-te
bein : na rua da Cad'ia de S dotonio sobrado de
u:n andar de arando do pao n. 20. -1
1 Compra se una preta de nacSo de idade de
23 anas que su'l i entornillar c co/inhar sendo di
bonita figura paga se bein ; na ruado Cabiigi I ja n.
9, ou na ru i do Atagn n. o h
1 -js Compra" i e por cooimissao, eicratoi deambos
os sotos, de lilaila de 12 a 24 unnos, pegio se bem; na
rua Uni'it i n 3 3
Coisprio se as cartas sobre os Eatados-Unidot,
por Arliiiui tlurat; nalypogr plii.i Netaren*,
.as Compra se una rotula a una porta paia quarto
anda sendo osudas : na rua do ueimadu luan. II
V*i|las.
8 A trufan no baratura I I
x -Vendo sea 120, I 0 ItfO K o rotado de chit-i ,
dita* linas ricura .i 220 is. o notado dula i 140 r
o cotudo Mii.il i.iol1.1 h lO Hit) e ItfO rs. a tara, di-
lo fino a 200, 220e 210 ra dita, iiixlrasle de'upenoi
qualldaiie .1 2t>0 (s avara pannos lino- ii'.iles 500
rs. ucotado, du uonila vnt pre pageni, molos clia
les de cassa de quadros a 300 ra. curies de casta ibi
tai de inuito bonitos pddrQ-t bou iiu.'lid >ia a 2000
rs. algoilao trancado aul mezclado a 210 rs. o cota
do, Hilarte rul d tal.i d lagUi*u260ra o cu.a lo,
milito boa fatenda para protut tomo de cuita pula
i!os a l(0 rs. ukodio liso de mullo boa uUalldodo ,i
100 rs. a irara diloamer cano 1 UiOri. o v.ia, mu to
oncurpadii, cbadroi sdolmliop ra j quetrs a 520 o
COlido, wnd 1 la n.i luuitu grave de liua 'u ldadc,
cosiinir is de qu idros de bom go>to para ob s e .0 no-
vos pande a 1200 ri. o cutado ceas de brelanha
der don uito lrgate de 10 val -.. l'.loo r-, dit iu-
treita do superior quiliJade liuO is castores ou
ri*c ios a 210 rs. o cotado de b- m gasto p ir -.-ir. ,,
Irii.str.Mi- os lo muila I mitos patiifto a 300 rs o
cotado, ritcadinhos trancados a 200 ts, o covad 1, mu
to boa foronda pr,i mrni.os, curtes de camliraia de
listras brane sao m scadi.s aZi i> ocortetendo l! ta
ras e meia ditos de ditos do coi do notos padroes de
.1 c .uorta do lurgun, < com 0 varase memo coii
a 'i r., pecas de madap ilo 2800, r2t0 o 3100 rs.,
. lino a 000 1200 e IGOO rs. .. peca m h
lino o fiit'ii) rs apcfa, ditas de dilles 1 H00, 00,
'O e UOOO rs < ur.s, lir.-t o!. 1 de linbopurortuia a
'i.iirs 1 le superior i|u ndade do ter 1 dono
-lio a 1500 v r s 1 i!e 11 Oro- pira ti
a "000 rs. o r 1 c ...'i,: lisa mullo lina do tar a
toiil. de I -.:.., 11 : i' 10 :.>< us de
seda co'ii flores a 50.0001 o corte, mu rica la/einl
ditos de chal de li li .. sed do nelb r g i .. it;,
rs. oeorle cbitaa finat do tra de I rguraa iiOrs. 1
covado sendo Iraooezti e de 1 i lo \ mutus p o ,
oscocet de algoddo pira tostidu .'.(i) r-. u cota 1,
brim trancado branco de puro I nlio de 11 iln lio
quadade o milito encorpdo a liOis .1 11. -,
le i relanlia de 0 taras, de puro Indi 1 3.00 r- \,. ;
adtrrte se aot compradoiet qur todas n.
s.io liinpis e de boa qualiuadr alm do oulra
(a/endat por barato prejo: 1. iua di Coilp^io lua
n. I, de Antonio do Ateredo Villarouco& irmao. [irilii
2= Vende te urna es resaladla, atiendo eno:.i [raitedeonmkrawdeliilraldocroio 4800 rs.
mar o co'h.li r ; na rua da C deit do liecili! n. -17, de
irianliSii at as borat Ja tarde, 3
2 Yendcm se bclia-.de llaniburgo muilo su
periores ; I l.i 111 o alu o pedral pra alin nata-
IIms n>uilo liual, |i |. r'i s pura balenos o (arlicu
lares; fhcourai fin isde UMII raes, parj corlar uulus,
dat raais propriaiqoeteem mdo; na rua da <_.ru,
no He, ile, n !3 dulronto do becco do Porto-dai-
Canjt, I ja de barbeiro de Joaquina Antonio cur-
neiro. }j
i- Vende-te um pardo do bonita lisura de ida-
do de 22 annos, sem ticiot nem arbniues di ruada
rs. o cotado ditas do sssento do coresa 180 e 200 rs.,
Mis de lilas decores fitas com 10 covado a 1000 o
1110 rs. riseados d''lia o seda a 280 e 520 rs. o co-
tudo cortes de cintas eseuraf. cuui 13 cotudos a 2000
rs ditos de lisl'at e quadros a 3/rs. .ditos de cain
: i.m.i lnnle/.i .1 'iKMl 15. dit tde ndiannas com vaa
.lo taigura a 4500 rs. pecas de bietanba do rolo com
10 v. ras a 1800 rs ditas de puro linlio oom G varas
o .'200 rs. p- jas de cassa de quadros abeitos pro-
pria para cirtiiisdoi com 10 jardas a 2j rs ditisde
litoinericaiiocon varado largura o com 12 jardas
a 1 (mil ra. ditas de cassa lisa transparente com 12
j rilas a -i rs. ditas de panninbo de 12 jamas a 2880
rs. pille azul com 4 palmos de largura a 340 rs o
cotudo rscudo francs a 120 ri o covado chitas do
cuenta escuro c cores fitas a 120, 140 e 160 rt. ca-
simiras de ulgudao de quadros c listras a 440 rs o co
tado ri.M'adinbos esculos inuito encorpados a 220 rs.
o Durado I neos de cinta a ICO rs. cortes do cam-
braia adamascada a .1 e V. rs. com 5 taras e meia ,
o .i'i,M:,ipiis alrochoados a 2.> rs. a du/ia, atualbado de
'IgodSoa 320 rt. avara, pe^us de ganga azul da ln
lia com l3cota dal por mdico pravo; na ruado Crespo n. 10, luja da
Mua l'unha (uimuiics. 24
2Vendem-sr charuto! de regdia o madeira de
ji aranda de superior qualidado chegada, ba pojeo ,
1.1 i. lua ; no rscriptono de Kotlie & Uidoulac, na tua
Jo Vigario n. 4. 4
.1 \ lliMi se ediles de c.tssa-cliil.'s do padroes
notos com listms e flores assontos do todas as cores,
.mulo largas e cores finas pelo barato preco ue 2000
is. dita coi vara a 400 rs. dita transparente de to
3 s ai cores a 2500 rs o corte dita em tara a 480 rs..
iiaissioioicortes do quadrot e du lislrus a 4200 rs. ,
. 1...... 11." 1.1111 de pailmrs n mo inmle nos e de
ulanos e iislrutdo cores litas a 240 rs o covado cin-
i.-is liancezas escuras muito largs a 2G0 rs. o cotado,
lilas de 4 palmos Ue largura com listras o <|u dros, de
asiento escuro, eiret litas a 320 rs. o covaJO al
godio meselado muito largo pruprio para escravos a
210 rs o cotado, dito a/ul du quadros o listras a 240
rs o covado, briin trancado escuro o cor do ganga to-
lo do puro linli.i, pelo barato preco do 700 is. a vara,
dito branco a 880 rs., dito do superior qualidade a
I20is., ditos Irancezos do quadros, muito encorpadot
i.iiOis. mu I, dito a 400 rs. cassa lisa muilo
. igaaiOOis atara, dita de quadros e listras a 360
s lencos de cumbiaia de quadros muilo grandes a
320 rs dilu de ganga ledas as cores a 520 is.,
ni las p ra 11:1 nulo e meninas a 200 rs ditas pretas
P ia no.iioia 160 rs. luvas brancas de algodao a
200 rt. pecas de madapolo en fe te 10 muilo fino a
bHOOri. uiuntas de linhu grandes a 3000 rs. chales
de Ha adamascado! muito grandes a 22^0 rs., chitas
le cubera, ducdiee Giat a iCOrs o covado, o nutra
mudas la/endS por barato preco ; na rua do Crespo,
loju o. 14. de Jos Francisco Das. 26
6 Vendcm-se duas pri tas bosi engommaderai,
eossinbeirat o fazcm todo o servico de urna casa ; duas
.nulo as i. 111I11 lindas, o b as para serum educadas,
orna de 12 -11111)5 e a oulia de 16 anuos; urna prela
oe mea idade por 2.'0.> rs. cozniha, engomma e be
..na Iat, deiia de roupa ; um pequeo sitio na Varzea .
i'Oin c ta e artore loi do fruto na rua do Crripo 11,
10. [irimeiro andar. 7
3 Veiido-so urna casa terrea de pedra o cal, sita
na rua ile S Miguel n 70, na potoaciio dos Aloga-
oos, em chaos propriot oiloes muiciros 1 cacimba, e
quintal murado; a tratai na rua atrai da matriz da
lina-Vi.1.1 sobrado n. 11 5
> 3\ 1 iiilrm-ne chitas escuras de bnnilos padroes, e
encamadascumfloreaantarellal a 160 rs o cotudo,
riseados IraucO'Cl de quadros para vestidos e aquetas a
210 rs. o cov. do ca.tor escuro a 200 rs. o covado ,
fusto pintado a 'i_0 rs o covado briin liso do lio lio
es.uio a -Si) n, u muito fino a 400 e 10 n. a vara ,
d>tu 1 v '"' escuro de dgodao n 100 rs a vara dito
trancado escuro de listras, de puro linho a u60 rt. a
tara, bretaolia de lii.hu puro a 480 rs e muilo lina u
610 rs. ra cassa lisa a 280 ra. a vara e cm pc-
c -_7 iiio rdoiKii .'ul a 640 rs o covado chapeos finos de
u .-.a a 2660 a 30110 rs c com aba e-lreila a 1000 rs.,
. .1.15 deso, dsela, superiores a B800 rs. e ou-
tras inuilai ratandat por cummodo proco; na rua do
iju 1 ik.ju lujas n. 8,0 46 de Caclano Jos da
Silva. 17
3Vende-te una du/ia do cadeiras do Jacaranda,
um ropli uui.icoiumod de dito ; urna mesa dejan
liir moderna que admiti 18 pessoas tendo 4 ta-
lo).s 1101 guarda ioufia bom fcitoc moderno, de ama
rollo lustrado, urna mesinna de madeira branca unir
0 nquinba de |unto de oama ludo por preyo eomino-
lo j m rua do Arago o. 57. 7
ii Neudein seoito tiestas e um burro de muito
na raya nu cngrnlio das Alalias Ireguezia do Ja
lio liiu. 5
3 Venden se 4 pretot do Loas figuras, tadioi ,
piopno-. jiiiia traballiurcn em trapiche de caitas, por
1 i 111. pial ou ou para outro qudipjcr servido por te*
rem furiosas; na rua da l'raia n. 52. t
v." ..- Na rua do Crespo n. 8, luja do Campos* Maia
eontinuaS se a tender curtos de iluta escuros e do eflres
s pelo barato preyo fe 1600 rs., os mais modernos
ditos
de casta chitas de quadros o listras a 4500 rs. casta-
1 Inl.is muilo linas e du bonitos pudro spelo mdico pre-
ro ue 520 rs. o rutado, lucos de fil de luibo de todas
I i,:iii- ue 11 (1 .V'H rs 11 vara, chitas du lama-
gon> 1 un figuras e du coics litas para lobera, pelo nm
ie .e ItiOrs. o catado coi les d torio taita de
gito .110 le no 1 i.'illH 15. o i tus do lia e seda de bom
los gottol a 8000 rs. corles de riseados muito moder-
(i s a .'.'ir 1 rs., e em covado a 240 e 280 rs. parizi-
ii-es ue quudros e listras muilo modernos a 520 ri. o
novado cimbris lita a 480 rt a vara, o outrai mu -
las fezendoi por preco mais comuiodo do que em ou-
Cadeia luja do Julo du Gunha Maga hio*. 2 Ira qualquer parla. 16
i=Vende se Uin estrato rnoulo. dobouita Ggura, 3Vnidem se otcellentet n.ippas para batalblo e
bom carreim; na rua -'a Caleta do Uecifo loja ur coipanbias da guarda nacional. a 80 rs. cada um, e
Jooda Cunha Vlagalhilis. 3 em pandes a 60 rt. ; na pr..{a da Independen ia li
2 Narua doCudornn, no Forlidi) Miitosn. 9 tr-ru ni 6e8. 4
rende-s bom fumo le jirimein ors:- para cbaraios, e 5- Vende-te muito superior tinta de ctcreteren>
charutos de regala ni rallldb s de liO. rn I, n ;,.. iu us bu:oe. a 1 -0 e a 16O rs.; po palco do Carme
da JM ori'C" comino ). 1. -
"*- SsaWendem-M' os inait uti de cassa pintadas com 4 palmos Ue largura, a 320iproprioi para palanquim por loiem boas figuras e
um besurrtdor ; um moleque pera de .12 annot, de
linda ligurt ; um dito de 18 annos, trabalbador de en-
xada ; dual negrinhas de 12 annos e urna dellat Oe 16
anuos com habilidades ; uina prela parida de dout
inive. c un bom leit ~, ua rua dai Fl< ret n 21 7
5 = Vondc-se um escrito pruprio para engenho ou ou-
tro qualquer servico de campo por ser do mallo ; na
praemha do Livramento, n. 42, segundo andar. 5
^2Vendem te chilti francezai muito final, e de
coros fitas a 280 rt o covado, corles de tarlatana de
padroes modernos a 48 rs. bretanba do superior qua
lidade cm pecas de 10 varas a 1920 rs. lia de qua
droi imitando a casimira a 800 ri. o covado cortetde
finssimasciisat-chitit com 6 vares e meia a 4 rs. ,
sarjas de cores para collete a 1/ rs. o covado, riseados
Iraocezet de boro gosto a 320 n. o covado lenco de
sedi de cures a 1400 rt. pecas de cambraia lisa, mu
lu fina a 48 n lencos bordado de finissima cambraia
com cercadura de renda e bico a 960 rs. chales gran -
des de lia e 3* rs. lencos de fil de linho do 4 ponas
a H80 rs. e alm dostas, outrat muitat lazendat por
mdico preco ; na rua do Cretpo n. 16, luja do Joi
Azeredo de Andrade. lo
1 ss Vende-sc um sitio na estrada de S. Amaro pa-
ra Belem com urna escolente casa para grande fa-
milia muilos arvoredot de Iruto trras par plan-
tarles baixa para horlalca e pasto para ter 4 vaccat
deleito, litree desembarazado; a tratar na rua do
Ka n ge I n. 17. 6
1= Vrnde-ie um cronometro noto cbogido lti-
mamente de Literpool ; na rua da Cruz n 13, pri
meiro andar casa de Ridgway Jamison & Compa-
n ti iu. 4
1 Vendein-se a posso e bemfeitoriai de 200 palmos
de terreno no novo honro de S. Amaro coro frente
para a rua do Hospicio para Olinda, e para a rua do
Canal, que borda o l'assriu-Publico, dando so de
fundo 00 comprador 300 palmos, em grande parle ja
alterrados o postes lra das mais altas man; o foro
he de 60 rs. por palmo do frente; o preco dat betn-
feloiias ser o em que le combinar o tendedor com
o comprador : a quem fizer conta pude fallar com Ma-
nuel Luir, da Veiga, em sua casa. 10
1 ss Vende so urna barretina e um bon do meia lua,
ludo em muito bom estado proprio para guarda na-
cional por preco commodo ; na rua da Praia ar
ma/om n 31. 4
1= Vendo ie muito boa estopa proprio para
saceos: na ruado Trapiche-Novo n. 10 2
1 Vemlrm-s duas morada! de casas terreas 00
Atierro dos Mugados, ni. 223 e 225 ; outra na rua
dat Lsrangriias, do um andar n. 4 ; o um terreno na
Passagem da Magdalena defrooto do Cajueiro ; a
tratar na rua das Larangeiras n. 18. 5
1 Vende te urna escruta parda do 16 a 18 annoi,
de bonita figura tibendo perleitimente engommar, e
coser; urna preta de bonita figura cozinboira e la-
tadeira por 380/ rt.; um bonito escravo de 20 an-
not de todo o tertico e proprio para armaiem de ai-
turar uu campo ; urna preta de todo o servico por
500 n.; na tua ireita n 81 6
1__Vende-se urna toalba de lavarinto toda aberta
e obra muilo bem loila por prego commodo ; na rua
ao Cabuga loja n. 0. 3
1= VeniJe se muito bom vinho do Portj engar
rafado a 480 rs. a garrafa presuntos do Lisboa a 400
rs a libr< ditos ingle/es para fiambre a 320 rs. a li-
bra cevadinba de Franca a lliO rs a libra azeite
doce de Lisboa a 480 rs. a grraa, e a cunada a 5520
rs larinha de Maranhio a 100 rs a libra esper-
inoceto francez u 800 rs. dito americano a 880 is.
passas superiores a 320 rs e mais gneros ludo por
preco commodo ; na praca da Boa-Vista venda da
esquina que volta para o Hospicio n. 88. 10
IVende-se uin carrinlto de 4 rodas, quaii novo,
com os arreios competentes para dous caballos; outro
dilo do duas rodas com os arreios pertencentes ; na rua
da Cadeia-Vclba o. 16. 4
1= Vendcm-se 4 oscrava? de naeao de bonitas
figuras, proprios para todo o servico e iiie.ino para
quitandeirat ; una dita de na,io de 26 annos annos.
o/inlieira e lavadora de sabio olio muito diligente
para ludo o seivirode urna casa ; um molecole de 17
annot, ptimo para pagein ; uro molequo do 13 un-
noi, ptimo para lodo o servico ; urna negrota de na
rio Angola de 16 annes cu/inha, lava e seno bem
a urna casa; na rua das Cruzcs n. 41 segundo an
dar. 10
I Vende se urna venda era muilo bom local, su
lida o bem afreguezada no bairro da Boa-vista, com
o fundu de 1:400/rs. poucomais 011 menos ; o tam
!'m io iroca por uina casa terrea ou sitio pequeo
perto da praca ; voltando-so de prte a paite u que
o justar : a quem couvicr annuncie para sor procu-
rado. 6
l=i Vende-se um preto crioulo bom trabalbador
decntada, proprio para o sertico do campo; na rua
da Aurora n. 4. 3
\ende-i" um moleque com principioi de canoei-
ro ; 110 pateo do Terco 11. 1, segundo andar.
\endeii.-soc ites do muios botins francezet, a
400 rs. o par ; na rua Dimita n. 64.
y Ckega ao bom e barato !
\ endem-ss os bem condecidos o acreditados ocu-
los de armacio de 150 ditos de mele ior ricoi ra
mol i iincccs o grinaldas proprios para chpeos e ca-
beca fitas letradas mui ricas, bicos o rendas largas e
estrellas, Icquei finoi a 4$ o 6 cha a 200 11. meias brancas para meninos e meni-
nas ditas de seda preta para tenhora luvat curtos
prota pira aenbora a 240 11 ditai com pal mis 800,
I000ol280 rs. ditas compridas todas bordida 1
2400 is ditas curtas todas pretat, e de doui lio a
1000 rt. ditas de pellica para hoinem a 1120 rs. ,
muilo boas, papel almsco a 3200 ra, a resma, dito de
peso a 3/rt. dito a 2700 n. dito a 2200 rt fil de
linho lavrado a 1/ e 2240 n. dilo liso a 400 560
e 640 rt., lencoi de garca a 200 rs. pescociobot de
linho a 800 ra, ditos a 200 rs. capacboi redunden e
rompridos o 1100 rs meiat de algodao cr muilo for
til, galio entra-lino para chapeo de pagem bu-
lo. brancoi linos proprios para ditos ditua ami-
rellot ricas aboluadurat duuradat de Pedro II. ditas
para marmba ditas para guarda da alfandega, cattei-
ras de marroquiro com mola e sem ella, transelim dou-
r do e praleato a 640 rt. varios quadros das batalhas
de Mapolean ta sacia papel dourado c praleado ,
liso e larado pontea de balis para alisar, escota.
para dentet, falo, o cibello. espolhos para parede, do
varios tamanhoi c^ulhis francezas em caitas voltas
pretat de tarios modelos, lano de tidro romo de fila-
graa pentesdouridoscom bololas a 1000 IODO o
2500 rs., cascos do chapeos proprios para cobrir.
allinetes de ferro espnlbos de damas. pinceis para
barba a 240 e 520 rs. corlat francezHS finas, 11 edidas
propriat pata allaiale d:las para carpina, abotuadu-
ras de duraque a 400 rs o cm grusa a 3^ rs., ditas do
0110, grandes a 300 rs. a duza dilas amanillas para
cataca ditas para collctes suspensorios para escro-
tos rap de todtt at qualjdadei, e nutras niuilas iniu-
dezai por banto preco; na rua do Cabug, loja do
Riiudezai de Francisco Joiquim Uuarte n. 1 C.
- Vende-se um bom quartao para todo o servico ;
no pateo do Pararlo n 4.
- Ven te-te urna porcio de madeira da imirello e
louro em prinrbes ; m rua do Crespo a. 11.
v Rom c la alo!
Na rua doQiieimailo n 27, luja da es-
quina que volta par l'alatio acaba de
chegar um rico sortimenlo de bellos
cortes de chitas linas, e nscades com
o asseutocoberlo, e diferentes lamanhos,
por preco muito commodo : aiiunca-se
que os freguezes do barato nao deixar
de ser bem servidos
Vendem-se presuntos de superior
qualidade e commodo preco a retalho ;
iioarmazrm de Guimaiaes Se C, de-
IVoiite da escadiuha da Alfandega.
Vende-se um carro ingle?, de
patente de qtialro roda.- por
preco muito commodo; na rita da Aurora
n. 6a.
Vendem-se coeiros de : cin bor-
dados de cores muilo bonitas a
5sooo
ris cada um lencos bi ancos bordados
de cambraia de linho muito fina a -.sooo
ris cada um mantas de setim macan
matizadas e franjadas muito ricas a
iCsooo ris dilas brancas de cambraia a-
damasenda finas piop as tambem para
cortinados de cmllio de alcova a .sooo
it'is, cortes de oito va-a-, de cumbiaia
transparente de coi es mtiiiissimo bo-
nitas a S.sooo ris ditas brancas com
quadtos de cores tambem de bonitos pa-
droes a /(.sooo ris; na rua doCt-hug,
lojas de fazendas de Per eir &c Guedes.
Escravos Fgidos
1 Fugionodia 15 de Maio do correle anno, a
escrava Culbarina de nato Kebolo de idude de ?'i
annos pou'o mais ou menos estatura regular secca
do corpo rosto rudunUu nfio he mal parecida lem '
entre os pedos uns enlodes du sua trra, bo nem pre-
ta ; levou vestido de chita | desbotida panno da
Costa ; andava venilendo mrl cm um lian lie: quem a
pegar, leve ao engenbu do niojor Filippu Duuite t'e-
lena em Bebiribe ou atraz da matru du Boa-\ isla
n. 26, segundo andar quesera recompuosado. 9
2 Fugio no dia 21 do corrcnle um escravo de no-
mo Caetano de nacao Congo de idad de 50 an-
nos pouco mais ou menos alguuiacousa atrucha-
do no fallar, com os signaos seguinlos: cum Iguns ca-
bellos brancos rosto eniiflliailo no embigo le 111 um
calumbo do carne junto pea pequeos stalura b. i-
xa ; levou calcas de algudao escuro du riscado camisa
do linho ceroulas de estopa, cliapeo de pulba ordi-
naria : qu 'in o pegar, leve a rua do Aragao n. 16 ,
que sera g' neioiuuienlo recompensado. 8
2 l'ugio no dia 2o do crrente as 9 horas da
noule un., prela ile non.e (JuiU-i a crioulu alia
que represenlx ter 22 anuos bem preta, gorda pei-
los grandes ; levou vestido de chita encarnado o nutro
asul em una trouia da sua luupa cbale de n cliiu es-
curo com franjas e uns i.nucos Uouradus: p-oe-seas
aiilondi'des e capilc.s de can pu a h. |m ile np.lidien
der e levar a seu senhor na rua Noa n. 12 8
2 l'ugio do engenho Mamucabas Iregueiia do
Rio-Formoso urna parda de nomo Mana, de 25 an-
nos de idado cor nao muilo escura, altura e corpo
regulares, cabello carupinbo olhos prcios, denles al-
vos nariz, chalo, bocea rasgada falla descansada e
mostra disfarce no andar; he escrava de .Marciannu
Goncalvesda Rocha e est fgida desde Maio pausado;
suppoe se que ser embarcada no porto de Tamandar
para esta praga : quom a pegar leve a rua da Cam-
boa do Carino a Antonio Luu do \ mar I e Silva,
que receber urna avultada gratificaran. 10
3=Nodia 17 de maio p. p.. de bordo do patacho
brasilero S. Jote /imtncan, lugio un escravo negro
denome Mathius, Cabunda, altura regular, barbado,
relorcado, orelhas furad.is. cujo escravo be do Jos6 An-
tonio Matlounboi Capilao do dito patacho o j
perlenceo a Francisco Antonio de l-'igueir do, morador
em Fra-de-Portas; quem o aprehender, queira leval-
.1 a casi de Gaudino Agostinho de Barros, praemha do
Corpo Santo, n. 66, porcuem aera gratificado. 0
50^000 ris de graliicaco.
7= Desappareceo no dia 2 de junbo do corrcnle an-
no um moleque, de nome Ksievuo, idade 12 minos,
pouco mais ou menos, bonita figura, bailo, cbeio uo
corpo, rosto redondo, nariz, ebalo, bei(os grussos,
p i peque not, e ot dedos curios e ai oriol; lem urna
letlra Aem um dos pedos; be mu lo ladino, o
parece crioulo : quem o pegar, leve-o rua do Livra-
mento n. 38, quu recebor a quantia a cima.
(8
fmti. \ NA TP DE M. F DEFAMA-- tt|5.
ILEGVEL


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E8SFKI3UZ_UEEY1S INGEST_TIME 2013-04-12T22:19:43Z PACKAGE AA00011611_05374
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES