Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05369


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Full Text
Anno de IM5.
Quinta feira 19
R WPaWSWr 9MI
O flARIO piiblica-sc lodosos das que
nao forera de guarda: o pceo da asslgoa>
tnra lie de 4/ri. por quarlcl pagos ailianlailoi.
Os aniiuncras dos assigiiantca sao inseridos
a razio de 20 ris por linlia, 40 r. eni typo
ditferentc, c as repelieses pela metade.
Os que nao lbrein sselgnantea pagao 80 rs.
por liuha, c 1G0 era typo dlcn-nte.
PHASES DA LA SO MBZ DE JUN1IO.
I.ua nova a 4 as 10 h. c 48 inin. da larde.
Crescente a l.'ta I lior. e "4 rala, da man.
I.ua cheia a l'J as 8hor. e ;">S rain: da larde.
Miugoanle a2 a 1 hor. c 7 inin. da tarde.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Goianna Paralij lia, e Rio Grande do Norte
Segundas e Sexta* l'eiras.
('abo, Serinliaeni, Rio Formlo, Porto Cal-
vo, r Macey, no 1 11 e 21 de cada me.
Garaiiliuns e Honito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria Quintas feiras.
Olinda todos os das.
PREAMAR DE HOJE.
l'rimcira as 4 b. e .'io inin. da tarde.
Segunda as 4 li. e M minutos da niauha.
de Junlio.
Anno XXI N. 155.
das da semana.
_ l(i Segunda 8, Joao Franeiseo Ilegis, aud.
do J. de I), da 2. v., e do J. M. da 2. v.
17 Terca *. There/a, aud. do J. de I)
da 1. v, edu J. dos Peitoi,
18 Quarta S. Leoncio, aud. do J. de D.
da 3. val a.
10 Quinta S. Juliana, aud. do uli de I).
da 2. vara, e do J. M. da 1. e 2. v.
20 Sexla S, Silverlo, aud. do J de I), da I,
v. do clvel, c dos J. dos Pellos.
21 Sabbado S. Luli GoniagO, aud. do J.
de O. da 2. vara.
22 Domingo S. Paulino.
CAMBIOS NO. DA 18 DEJUNHO.
Cambio sobre Londres.....25 /
. a Pars 372 ris por franco.
ii Lisboa 13p por 100 de prem.
Dse, de let. de boas lirmas I Vi 1 Va !' %
Oaro-Qucas Despalilllas 3I^HI0 a 31/800
llocda de B400 vel. 174900 a 17^u"00
. dcBOOnov. 17/300 a 17.Ar>00
de 4400 Uf.VIO a jWflO
frote-Patacdcs .... l/B0a 14'iiSO
ii Pesos Columnare. 1/080 a igOOn
Ditos Mcxicauos 1/OiO a l/'Kiu
Moedas de 2 palae. 1/280 a J^JOO
Aeros da C do Beberibc de jO/OUO ao par
INTERIOR
RIO DE JANEIRO.
O RELOGIO DA CAMAH.V DOS DIPUTADOS
[Correspondencia restirada.Comi da corle.')
Sr. StntineL'a. Viva u entente cordial !iliiia Ihc
eu na ultima que tive a honra de dirigir-1 he : a cmara
ndivinhou me o pensamento, e coirespondeo ostrondo-
samenleao meu ira E note que se nao devo confun-
dir osse vira enlbusiaslico, arrebatado e unnime, com
os vivas dt encommenda, ecom as trafcancas da puli
cia neste capitulo dos viras, senipre muito imporUnte
na historia daquella repartido, e que ubsorvem urna
parva guantitat dos lundos secretos.
Quando Ilie digo quo fui correspondido unanme-
nicnle, nio -iiti-iiilii quo com elTeilo a entente cordiale
nao snllreo n'estes dous das alguma quobra naquelle
vigor antigo coui que dantos pareca querer matar lu-
do. Isso seria una mentira, o um relogio nur.ca ment
seno quando indica as horas; a maioria enorme, que
no principio deste anno relinchava bizarra como fogoso
ginete, ou saltava esbelta e nedia como a gazella no de
serlo, anda resentida; o ginete est caneado e j trpica,
talve por aguado, o a gazella esta com lepra, e perdeo o
luzidio do pello!
Nio doixei de fazer reparo em algumas expressGca do
Marinbo, quando o ministro da lazenda voio apregoar
nesla casa a utilidade da sepaiacao do alguns srtigos que
andavio juntos com o projeclo de lei do ornamento; o
reverendo repicbendeo q Monoel por au ter consulta-
do os amigos; mas como ando muilo desconfiado, e nao
pego em qualqucrcousa assim primeira vista, e tem
primeiro convenecr-me da sua solidez, e atlendendo a
que bem poda ser una irona a tal reprebensao, dei-
xei a passar, tomando nota, que e lica guardadinlia na
caixa. II ojo parecco-mo que nao havia irona, oveja
se tenlio ou nfio razo : com estes paluscos he necessa-
rio andar vigilante, porque be forcoso confessar que
lcm militas tretas. He o caso :
Propoz. o ministro a separacio, e por um requer-
mente leve a commissao de orcamento (fi mesma que ad-
ditou os artigus) de dar parecer sobre esta idoia, o sem
o menor embaraco eoncluio contra a separarlo. Nao be
tudo : o Forra/ lembrou a necessidade de urna medida
do corpo legislativo, autorizando o governo a cobrar os
impostos e azer as desperas, segundo a loi vigente : .
commissao apresentou no sabbado urna resolucao nesse
sentido, na qual nio havia limitacfio de lempo. Hoje
entrou em discussfio eiti resoluto, presente o ministro;
o quando eu pensava quo a cmara toda fosse votando,
oque era muito liem pensado, (temiendo s repetidas
protestaris de conlirnca que fuzem os depulados da pa-
tria a ti Iterdadc, levauta-so o inquilino do Hotel de
Jcrus'ilem cunta a resolucao 1... E entilo, est ou nfio
radiada a entente coraWt i'!... Disse este patriota que
com (al resolucao o governo poda licencear a cmara,
(liando bem quizesse o pe. lempo que I lie convesse; e
quu a cmara incumba man ter este resto do systema
representativo que existe no Brasila volaefio da recei-
tn e despczi, pelos representantes da naci. Assegu-
ro Ibe, meu amigo, que, te be smenle a votacao do or-
camento o que os Brasileirot gn/au do systema repre-
sentativo, ja bu muilo que o (al systema evaporou-sc;
porque islo de orcamento he nina pulhu desde muitos
anuos, e principalmente depoil que us cmaras votfio s-
rnente o que os ministros acceilo O Marn lio propoz
que a autorisacao durasse smenle tres mezes, eo An-
tonio Carlos resmungou do seu lugar que roma e-
ineiidu votara; guando niio, no O Ministro da fazen
da disse que nao via perigo na resolucao; que o prazo
de (res mezes era muilo curto, eprincipiou a regatear
com o hospede de Jtrusalem. Esle disse : Pois est
Imiii, durc seis mozes, c oais nada; he lempo suficien-
te : os ministros pdem ir pas-ear. E per^uniou ao
Manoel se nfio ha no gabinete alguma queslfio que pos-
ta pr.lu/.ir urna cnse ou dissoluefio ?O ministro res-
Ti
CAROLINA .NA SICILIA. (*)
In "lllljllin: fti-tlus
DIVISA DA OHDKM DE S. 1 M Milu,
SEGUNDA PAUTE.
Continuafo do Capitulo XXII.
Fabio occopava na pristo de Traptni um quarlinho,
i'pnrado dos OlltrOS, que patsava na cima por mu aloja-
meiito ile principe, c que elle liavia nbtido poder de
dinlieiro. I'.sia dspota cslraordiiiarla Iheliohs dado na-
Inialnienle grande crdito para cum o carccrciro; por
que as priscs sao a imugciu do molido em quadrii abre-
viada; cada no.ro hospede lie tti iulgado brutalmente
segundo h eapacidade tinanceira. Algumas liberalidades
prmliguliadas a proposito lioviau I'eilo montar Polio ao
apogeo da eniialderaeao. O carccrciro ter-llie-lna dado
Indo, excepto o lilcrdude.
Infelizmente Folio nao era rico; a mo primeira icma-
Vido Alario n.- 132.
pondeo muito alouto :NaS. O Limpo acudi quo
nao consenta taes nterpellacCes ; o o Graccbo res-
mungou outra vez, dizendo que votara pelos seis
me/es !
Vej voc, meu camaradinha, o quo aqu vai. O Ma-
rnhohem quer, mas tem molo, nao esta anda bem
certo se j pode aipirar s glorias d > parai/o, ou fe inda
tem de penar no purgatorio; so j he lempo de dizer
que sabio do lazareto para onde o mandn o Jeronymo
da guerra. Esle Marrano cnlende do trafico, c nnguem
o coma por tol ; porque ello nfio he codea, apezar de
o lerj confessado. U Antonio Carlos nfio quer aban-
donar de lodo osprincipios absurdos que sempre so
guo, o segundo os quaes o governo he sompre inimigo
da sociedade; mas o filtro que descora tem tanta graca,
que nfio ha remedio seno fazer consciencia de borra-
cha, e alargal-a confrme as necessidades do momento.
O Limpo (este ralfio de conta) nfio quer que se in-
terpellem os ministros a respeito desua existencia, mes
mo quando a cmara tem a volar alguma medida de
conlianca Que genio !O inquelino do Hotel de Jt-
rusalem disse entfioque nfio insista sobre a intorpel-
laco Bravo, padre .' V assim, quo vai direito.
O nosso Manoel Alves chorou se, disso que a le do
orcamento nfio era la essas cousas, que na origen) o sys
toma representativo bseava-se principalmente nessa le;
mas agora nfio Iho pareca objecto para lmanlos escar-
ceos, eaccrescenlou que eslava persuadido que as dcs-
pe/as podifioconstituconalmentescr votadas por urna
vez smente, e para prova trouce a dolagAo uo Impera-
dor, o ordenado dos magistrados que sfio perpetuos, e o
sold dos militares, e quo, fixada a frca do mar c Ier-
ra, estera ludo feito !I* iquei pasmado, obstupui co-
mo dira o Graccbo; masdepois roconbeci que nao tinha
razfio para admirarme da heterodoxia conslituciooaldo
ministro da fazenda, porque peiores cousas se teein dito
nesla casa, c por desgraca anda se bao de di/cr.O Sa-
lulnino, que nfio quer licar atraz dos ministros, e mui-
to menos do Man el Alves, com toda a razfio, porque
esle be cxo, o elle apenas leve urna perna quebrada,
aKfiegurou com lodo o desembaraceque nfio lia Via ne-
cessidade de lei do orcamento para so cobrarem impos-
tos e lazerem-se as despezas. Ora, aqu para nos, esta
opiniao be a do ministro do imperio, quo disso la no
senado, que s algum uOee, tequioso de popularidade,
poderia em algum collegio eleitoral sustentor que o
governo nfio dte cobrar impostos sem orcamento
Neste ponto esta o Saliilnno do accordo com o governo;
masa maioria abanou as orelhas dnulrina, e ncsle
ponto ha divergencia, e capital, ontre esta e aquellos
lima cmara que soubesse o seu dever, nesse metate
momento negara ao governo seu apoio; mas o con.ba-
yo de que lallou o Sousa Marlins prevaleco a todas as
consideraeois; a maioria da ludo quo o governo quizer,
comanlo quo este a consiirve em suas potifti excel-
lentes; este conscivo-a nessas posirocs, comanlo que
ella Ihe d tudo quanto elle pedir.Uizem os legislas da
casa que islo he um contrato quo se resumo na formula
do ut des, e que he muito licito. Nao o crcio.
Em tamaoha divergencia veio o Antao por termo ao
negocio, e propoz quo a outori-aefio dure o exercicio de
18jalS6.Bravo! disse o Manoel; isso sim, ac-
coito. U Antonio Carlos resmungou do seu lugar
quo votara por esta emenda; o Marinbo pedio licenes
para retirar as emendas que anteriormente ollerecra :
Yotou-so. Os dous ministros doputados votaran pela re-
solucao Oais ampia, e lorfio vencidos !
Passou a ideia do Antao, c agora pudo o governo i
cenciar o corpo legislativo quando quizer. Ora, ai ji
esta porque eu disso ao principio que o meuviva a
enlenre coi dale! fora correspondido eslrondosa
mente.
Depos desla discussfio, quo estove ameacadora, se-
guio-so a dos artigos auditivos. 0 Sousa Martins re-
quoreo que so discutiste um por um ; mas a maioria,
que he apaixonadissima de discussoet, c quo agora tem

na de eapliveiro havia devorado toda a soturna que elle
linlia iratido para Trapani. EsgOtadoS cales recursos,
onde podio elle ochar novo' A ni mesura propiinlia elle
esle problema lerrivcl, e via com iiiqniclaen chegar
o f.ital miiuieiitu em que, fallaudo-llie o diiileiro sera
precipitado do seu pedestal pelo niesiuo cari ereirn, e
espoleo do districlo nolrc que illenio poderia uiais pa-
gar re caliif no dormitorio immundo einfime des la-
dros e assassiooi; tica entendido que a cadea de Trapa-
ni nio era mellior duque asoulros; indioiadoi ecou-
deinnodosolii erAu omontoados lodos junios no niesnio
lito pliisico e moral.
Iiu dia que contristado j pelas melanclicas influen-
cio da prieto, c entregara Palio lgubres preocou-
ptefies que Ibe stiscitava o falta de dinbeiro, pois eslava
no IOS ultima onco, cnliii o carccrciro tiaicndo-llie mu
eiiiliriillin:
Eiwqui, diz (lie, o capote de Y. cnlioria. O Sr.
deixou-o no hospedara do Sol, eoeslalajajeiro veio de-
potila-lo em ininlios raaos, c como pens que Ihe nfio
ser intil para passear lio palco que nao le do mam
queules aqu Ih'o trago : abundancia de bens nunea be
nociva.
Esta Silencio dj parte de um lomein que elle nao 00-
nliecia, c em cuja elolaein so liavia ctodo vinteequa-
tro boros, deo-lle a pensar que a remessa nao era uiais
do que un pretexto, e eneoli ia algUOl novo mysl'iio,
algum novo aviso. Logo que se adran s passou a exa-
minar o capole em todas a suas partes, c dragando go-
tempo do sobejo para ellas], regeitou o rcquerimenlo
por contrario ao regiment, He falso testemunho que
levanlfio ao pobre regiment; nas elle, coiladinlio!
no falla, Id est bem guaidadinho na carleiro tatal do
presidente. Esto gente esta ajuntando lenha parase
queimsr: vem um dio de vento forte, caio mal estela-
do edificio que vo construindo; c dahi fio todos para a
fogueira que armao. Bem vejo que os Saquarcmns se
estilo lavando em Roa de rosas, c quando Ibes chegar
o seu S. Joao, hfiode vero bom e o bonito : eucinfio
tenbo modo ; hei de sempre ser n logo, o digo uim o
patria/cha
Hasta los palos del monto
Tienen su destinacin ;
Unos nacem para santos,
Otros para hacer carbn.
Como nfio loi pprovado o requerimcnlo, l se foi
o Sousa Martins embrenhando pelas materias diversas
que frmao a moxinifuda dos auditivos, c dcsandoii
una sova meslra nos autores Julia.
A proposito : elle deputodo nfio cst i pelo cumpsra-
racoque fez o Satulnino, e de que j Ihe dei conta
nfio he elle o que cania a victoria indevida ; nfio he elle
que leva da mulber ; mas o Satulnino, quo depos d
bem atarracbado grita : Eltl casa ha de cheirar a ho
mem I Em pendencia lao grave, nao metterci o meu
ponleiro.
Lsla sessao comecnu por algumas observaces do Fi-
lippo Lopes, dirigidas (l commissocs de constiluieo e
do justica criminal. Vou goitando deste Fihppe, que
nao tem le com nnguem ; voc inesn.o, meuScni-
nella, nao deixara de conlestar, que elle tem ra/o
os patriotas fazem urna revoluco, legitima >-a com as
vioicoea da conslituic/io quo diziao praticadas nessa re
frma judiciaria, e ja la vio qualro mozos de sessio, e
ncm palavra O l'ilippo di.se lodas estas cous:i, e
as commissues continuarao c.r seu systema de mudez :
s no fim da sessao be, que o Antonio darlos declarou,
que ellas se nfio liohlo anda reunido Korle cou-
sa Quo taes commissues I
O Ferraz tamlcm no principio de sessao de bontem
(8 do abril) deciduu, quo uieteiidia ne quaila fii..i
inteipellar o governo a cerca da' conveinoes fetlat no
llo Grande do Sul para a pseificacao. O Jeronymo
nao efluva no salfio, ncm o Ernesto; mas, lego que
aquello nos deo um ar da sua graca, tiremos o prazer
de ouvir olieialmento que nenbuma convenci bou
ve I Eu o creio ; mas o Sldanos t m algumas du-
vidas a tal respailo, e diz que o melhor he nao fallar
mais nisto, e dar gracas a Providencia pela picificacio !
Amanliaa veremos em que da a c iuso.
Hoje, lerca-feira. comecou a sessao pelo parecer da
commissao de oreomcnlo a respeito da separacio dos ar
tigos additivos. He um dos bons que por efi se tem
feito : Sitio dijeutindo a separacio, e logo depois vio
discutir a moxim/ada, como parte do orcamento !
O -Manoel ma Irugou hoje: quando o Limpo annun
ciou a sua chegada crio 11 '. Eil-0 quo entra no sa
13o ; faz o trplice compriinenlo do eslylo, e vai sen-
tar-ro no lugar do costume. Muilo Irahalliador be
este nosso ministro da fazenda! estim que senlou-se,
logo foi folhcando papis, e, ao que parece, meditan
do sobre ellc-s. Comecou a discussfio da moxini fada ou
miscellanea
I'rincpou a fallar o Ant'io, c eu estou, meu cama-
rada, que, se para outra vez elle fr ouvido com a
mesma alinelo quo boje, encorda de veras, ou be
enlio a rreatura mas tolerante quo Dcos pOz no mun-
do. O .Manoel Alves. ncm para elle olhou; lao en-
Irelido eslava na luilura, e na scea que deo Ihe o
Limpo, o mus alguns que de esporo o espaeo o fio
comprimentar, O Limpo fe- tambem ouvidos do mer
cador um bom pedaro ; mas be | orque nao sabia quera
fallava : apenas asscstou a luneta, e lobrgou O formi-
davel nariz darelieltidoii Minas,
.\;io ficou bomem nao, mas mudo e quedo,
E junio do um penedo outro penedo.
MM:jar i" i i reMwsss
la ai boo-a extraordinariamente pesada o muito mais du-
ra do que era ; dvscoseo-a, c Sorpresa vio que eslava
forrada de oncas.
__ Por minia fe! disse Fabio tirando do escondrijo
este ilicinro inesperado, isto be que lie trrico bem
feito. Emprestar a proposito, bo emprestar doas vetes.
Alcneoada teja a invisivel mi que rae prodigalita mus
dou! Quandu qbegar odia dasreslituioSes, pagarei o
|uc dever ioiu o que me produtir a minia quima. Sfiu
estas as econoiuias que se l'.iieni, quando se lein a li li-
eidade de ser alujado e sustentado a expensas do Es-
tado.
No mais eslava elle as ineii;as llovidas, na niesma ig-
norancia a cerca da Providencia desconhecida que com
ramo telo relava sobre elle. Nao proeorou mais escla-
recer esto mysterio, c vendo-so rico por muito lempo,
sentio-so mas livre do espirito, senio do corpo, cnic-
noa amodrontado das Irevas ao roturo.
Mus os das i ro longos, e as imites anda mais. Pri-
vado de toda a sociedade, pois que anda eslava ineoin-
inunicavel, milito lio cuslavu a precneler lodos o das
nina soldao absoluta de vniie h i|uatro lora. Que po-
lio elle lser? Lor? Nao liavia na cadeia um SO lvro.
Kscrever? Nao se lie permittio, esc c revesse, as suas
carta terlao inevilaveliiieiile interceptadas. Privado de
toda a oceupaeao, de lodo o rcercio eslranbo, e de toda
u ooinmunieaelo cora o mundo exterior, sem saber coli-
sa alguma do seu amigos, que tambem nao tinhio ne-
iilraiuu noticia dvlle, eslava reduiido por nica distrac-
O quo disse o Anlio, cu nao Ibe poderei contar fi-
elmente; porque boje esta sala pareca urna casa de
orales, ou de n.arihondos. l^uo zuuizum que mati-
nadn Nnguem se entendi.
O Saldonha foi te dragando a ver to pilbova algum
pedneo ; o com effeito nao perdeo o lempo.
Ora, taiba vine, que o tal Antao nao he do parecer
do Aureliano: deelarou muito ealbegorioi e magistral-
mente iu islo de oolonjsaelo etlrsngeira, pela lrma
ate luje seguida entre nos, lio a ideia mais mesquinha
e perigOSS que dar-te i do ; pois que os nossos roloni-
tsdoret oquequerem be gente da Europa, tejiem-
bora vrdios, ou que qualidade do genio frtr. Eu c
si u da niesma opiniio ; e vocC que diz .' nao acba que
o hornera tem rozao?
Do '|iio o Saldanlia nao gostou muito, foi quando o
Antao disse, que nos linbanios j muilo boa legitlscao
commcrcial; que as leis existentes sao as de que mais
necessita o coinmercio. Etle Saldanba, ou ja o ne-
g ianle, ou enlendii do risrado; porque, palavras
nfio ero dilas, chegou-so ao Macbadinbo, e tal can-
tiga Ihe tolt u, que es'.e o foi aiompanbando para f'ra
do reposteiro, onde lizerao seus entes de razao a res-
peito.
Nfio crea, nuu charo: V.S. Iicj vello como eu,
e deve conbecer o mundo : isto ho scrmo encom-
mendado.
Qual, sSaldanha O moco sabe onde lem o na-
riz ; he doutur, e portanto complenle pera dicidir da
queslao.
Ksl bom, est bom : isso depois se oiranja :
adeos. que quao ir ouvir o Sr. ministro. .
Com elTeilo, jj o Antao tinba dito fins laus Deo,
quando o Manoel fe levantou para principiar o seu dis-
curso ; mas creio, que j eslava muito fatigado : o ho-
rnera suava em bica o assim mesmo foi indo, e quan-
to mais fallava mais suava: ensopou-sc-lbe o lenco
branco ; puxou polo de tabaco, o ora com um, ora com
oulro, c s vezes com tod.t dous, punlia-so a esfregar
a cara, a esfregar, a eslregar, o o suor pingando cada
vez mais !
fv u lougu-lougulssluio arrozado, ne tambera isto
o de que unicomenle Iho posto dar noticia exacta ; que,
quanto parola, (iquei em jejum : ti por vel-o abrir
a bocea be que conlieci, que o bomem eslava fallando.
O Saldanba ficou desesperado : olbava para o Limpo de
vez cid quando ; olbava pera umo e outra banda ; e o
pobre do voltio nao acbava al li vio. No fim da sessao be
que, pergunlando Ihe a csusa d'isso, mediste muilo
enfiado : Ueixe-me, Sr Belogio : esl tudo perdi-
do, perdido irremissevelmente. Nao ouvio Vmc. o Per-
ras, logo depois que o ministro lallou a primeira vez,
eomcear por dizer que lamentava ho|c, mais que nunca,
o abuso escandaloso do truturem-se questocs importan
tissimns, como a da presente discussfio, assim moda
deconveisa, que nnguem ouve, senio quem esl de
porto? Pois, sim, Sr.; o ministro lallou bojo do tal
lrma, que cu prnprio nio o entend ; cu preprio, Sr.
Belogio, (iquei logrado, ponsando que S. Eso. eslava
talvez ajuslandocoDi o coi rotor ulguma transado, ou
saque para Londres. Li mecautava nfio tei que o es-
tar elle urna vez com culbamaco vem, calbamaeo vai
grotsariof paraca, giossorins para I i. Mas por
Dcos nao n.o passou pelo sentido, qu i ludo fsse discur-
so. Quando coraccei a pescar alguma cousa foi quan-
do o Satulnino principio!] a alirar-lhe. Ab Sr. Re-
logio, islo assim nao vai bem. E com elleito oSol-
daiiha, se o negocio continuar, parece resolvido a ab-
dicar ; oque Dos nfio permita ; porque entfio o quo
s ra de miii, no meio d'esles gallorros!...,
Ao cubo da patriilba ouvi cu distinctamente, nao s
porque me licnu i ilbarga, como tambem perqu elle
linha todo o empenbii em se fszereuteoder. Ah meu
Sentinella que sova pregou o Ferraz na tal sucia, que
nao Ibe consentio tomar aponlamenlo pora fallar ora
respusta oo pobre do Manoel!.,, Este foi s6 enlo quo
se Ihe seccou o suor ; e o l.mpo, quo lovava tambem
_jmiSiif\*mtu\ ao aoa seos prpi ios pensamentot; islo le, virara c rc-
virava sobre si mesura ole a verli;eui, passando alterna-
daraenlc e ncm votes por minuto da ambicio ao amor,
e do amor ambicio, Qucfatia a rsinliai Que lata it.i-
faclla? pcrgunlova de continuo o si mesura ; cnoiufle-
xircl silencio que oladcava era condemnado a fazer a
,,,,,.....na e o dar a respoata. A culera c a Irislcza I lio oc-
oupavio o coracio.
__ lina noticia, lie disse um dio o carccrciro.
Estarc livre'1
Anda nio, detgracadamente para o Sr., c t'clii-
iiicii ti" para ni i ni, que nunca inaia acharei uin preso, co-
mo V. scnliono.
I", enlao que me vem annunclar?
Que se acaban a incommunieabilidade. Osscusa-
migot um bomem lio generoso como V. aenhoris nio
pode delxar de ter muitos amigos] ; os seos amigos, di-
(o cu, jii'lcn agora viala-lo qnanda qoterem. NAo son
eu que Ibes porei obstculo ; apretcnte-te a cidudc cin
uiass.i ao postigo, que cu lie d.uei entrada. A minia
clave le como o sol, gira para lodo o mundo.
Para entrar; mas para salir '
laso be negocio da justica, nio be meu. Se ella le-
vanta a prohibir.io cu abro no mesura instante o porta
sem me deixar regar, como uma rapariga a quem vio
tirar do convento.
O earcereiro tornou a apparecer no mesura dia.
Nio diiia eu esta manhaa a V. senlioria, disse ella
a Fabio cin loui iriumpbante, quo os amigos se nao U-
ILEGVEL


2
tasca na assadura, clieirou duas vezei a bncela, em-|
P'nou-se na cadeira, o com a lur.elaem punho, |e se!
ao Fcrraz com toda a gana. A cantara preatoo a (/cri-
da silencio a S. Exc., rfttM o Liwpo (Apuiudo, gri-
tou nao sel quem.) l'ois eu nao o ou*i [ tirnou o
Fcrraz.)F osta teda! (disseo Manuel Alves, vol-
lando-se para o Muniz Brrelo )
Ocaso he que o Fcrraz impoi silencio u casa, e foi
(lvido Milentamente. A ti i vollao do novo os sucres do
nosso Manuel. Como o caito da pntrullia deolarou que
nio nspondia 10scu discurso, por apenas ler ou< do al-
gumsspalavras do principio, po/ so a fundamentar liniM
eu'.cndaszinhas que oflurcceo ;': considcracio do ministro
da fnzcnda.
Dopois do Fcrraz, laliou de novo o Manuel Alvos,
que oniccou por dizer, que senta prolundamentc nlo
o tor ouvido tambem, por mais e>forco> que lizesse para
isso ; e foi-lbe soltando suas rajadas de tazan quando,
que fazio osean gal liar de ris .v' o Saldanha eslava
sisudo ; tudoo niaisera galhofa!.... Foi a primoira vez
que vi o nosso Manuel tao engranado : ora, nao faz
ideia.... he niuito molcque !
O Fcrraz do que mais se doeo fui quando o ti nii-
nistro dis-i', quu una da- suas emendas propunha corta
cousa, que ja desde muito eslava estbelecida. Ento
frao cannas : eil-o grudadu ao Suu:a Martina, c d lii
a pnuco j ein c.minlio para o.Salulnino. O Manoel,
que peacou o negocio, liiou os olbotem inim, c lrga-
me isti: Nao sei so o nobredoputado incesta ou-
vindo Ah roca caro liquoi lio alterado, que d'ei-
ta vez meesti p.reeendo, que vou parar Ismioldo
Itoskeli. Mas o caso nao se entendi com cate seu cria-
do : o ministro eslava enticando com o eabo da patru-
Ihn, que o ni resposta das pacbuchadas, que aquello llie
fui dizendo, rolorquio I lio :
Fui buscar o roguldincnlo para tnoslrar-llie que
est o ni erro!
Muito eslimarci isso.
Tcrei occas^io do pioval-o.
Nio lenho modo.&c. &0.
Fsquccco-mc di/er Ihe que no piimeiro laido o Ma-
noel Alves laliou moladc em pe, melado sentado, UlvOZ
p-rque estojauinda meio doenle.
O liarrinlios de Ncrgipe esta com o palavra para
jogar as cristas com o ministro, que cabio na limpli-
cidade de declarar-llio francamente quo nao s nao c-
co.tivaa sua emenda, propondo a mudanca da ulfaiide-
ga d'oquella provincia para u villa d s Earangoiras ,
msale, id nao fossem 14 certas razOea, tena depara-
cor que se supprimisse somollianio repartir i.
OSatuloino fe tambem seu pede alfcreshoje
por aqui : tratou o Manuel Alvos aanm por cima do
hombro; s seinprc que Ibc ap|iliquci O pontoiro, vi-o
dando risedas amarcllai acuda palavra i!o ministro, que
nao est inuilo do accordo o asngnar do cruz, lod-.s as
emendas dalle. O quo me pareceo crueldode de mais
loi o quinao que Ihe dco O Salulnino, quando O Ma-
no I Alies, por engao, failuu c:n aguardiente em tac-
eosKm cascos, grilou-lhe ello d.-mo as costas, e
indo al ao reposleiro, t Ivez a eapiar o Saldaoha. O
Manoelembatucou com o quinao.
Seguio se o Marinho, para responder ao que, a res-
poiln iln, IraJoo Ja torra sonln i| glflra II U loa lias SOS
|5m procedentes um deputado do Pemambucu (creio
que o Filippo), que com seus apartas acocBOU-o do-a
piedadamonte, c mais de urna m o p dre cavaeou coui
0 negocio. Trouxc um maco de purUnas, decrctoi, ote
So., quo Ido, para provar quo u existencia desacs Ira
dei na imperio osta rechonbecida pelo guvemo desda a
independencia at boje. K o depuUdo iio l'er-naiiibu
co oponas o Murmlio lallava n'olgum dcoietoou pa
pe, exiga logo quo Ifesi e o padre fazia-lbo av n-
l.i Jo, que he o quo ello quera.
Uisnc que via-se na nccessidadede rollar a essa ques
tao, nao s para responder oo rilippe, mas pala del
truir o erro em que eslava o ministro, declarando li je
que os beni dessos Iradas tmhio ji eai ido eui ootnuiik-
so ; que nem o acobardara na defensa dot Irados um ar-
ligu que buje appar Oa coi ir., elle.e saludo desla mes
ni i rasa. Agora, meu cantarada, por en llio cootar isto,
nio ri roc suspender a publieay&o deala carta : oiui
que o Marinho nao lallou no seu amigo Goncalvoi Mar-
l.ii-".
Eslovo importantissiino este discurso, estove meimo
um dilcrsarrio ; eso nao fosse. como o Marinho dis-
ta, nao querer elle que as ms lingoil o crismiisscn de
termao, deitaril at as avo-marins.
Sabe voc pjrquo he que o boin do padio mor.,
de grao a no hotel de Jcrusalem '.' lio por ser um dos
lyodicOJ dello ; e os frodes leem ohtigacao do o alma
rom, c elle o direito do os desfrutar.
Concluio o discurso, peito do 3',; appellando para
8 justica da cmara, para a sua p:odade mismo ; e pe-
dindo pelo amor de Dos que losaem re-lituidos os lien
a essa snela gente So a cmaro, que ento eatav
r -I ii/ ida a ITdeputados, ficou tao coiimiovido como u
1 "iii do Saldanha, os Irados recobem a pilanca, sem
duvida nenhuma. O vclbinho cborova pola ca.a ahai-
.
rifio eiperor?....... pas preparc-ao a receber una visi-
ta....... quelhoniu lia do dar pona, njlillloil pilCillldu oe
oIIkis, c procurando tomar ares do maligno.
Visita do quem?
V. lenhoria quer fazer-rao fallar, pea tobo inelhor
do que cu de quem se trata.
N.io por oerto.
Em ti ni, ci-aqui. Quando en O deivei Olla nianli'i,
f'ai eliamuil ao Incutorio, Deaei clA acbei u Signor Fi-
nile, u primeiro pintor do IV.qiam, um homoiU a quem
urna pincelada produz mais onca n'unil hora, do que as
lunillas vidlas do eliave me ri'iidiiao em t ida ii vida Que
qner u Sr. Ashini lie que vai o iiiuinlii.
.ii.nuli -o enl.ar, diga-llie que entre innnediata-
nciile. Onde est elle?
Na sua casa ou abjures t pms retirmi-se loco,
E V. mereobania a isso una visita'' Sem duvida
ta ella para o Sr. e nao para iiuti;.
Queira deixur-ino dizer o rosto. Aebei poil no lo-
cutorio o 8ijnor Errante, O copilAo Fabo nftu est
nrail noaegredo? me disBe elle. Nlo, respondi-lho
cu. Sana amigos, por eoaaegninte podem r-Io?
(Juanloe quizercm, com uiinli.i permissau, lniu entendi-
do. E para obt-la, oque lie neoeSMriu lajee Se
ge tratoiisc dcqualquer oillru que Uto finge o captau, ^i
cousa nao seria fcil, mas cuino he com elle o seu uego-
com una genbora que nao quer sor reuoidircida nem m
ta porpessoa aljnnna. Tenho entendido, Icilhu tnlen-
xo, que nem urna rrlanea : muilo religioso be o Salda-
nba F com esta Ihe digoadeos.
Sala das sesses, 29 do abril de 1845.
O /{elogio da casa.
P. S. Veja esabo por ah o que ha o respeilo do
l'ernambuco : os praieirot tom n8o lei o que; e c
voio um sujeito procurar o Antonio Carlos com ludo o
cmpenbo ; mal o Saldanha nao bispou para o que seja.
Estovo meio desconfiado que fosse a apur>c3o senatoria,
porque o nobre liobadella entrou no salo com um
oarpalaoio, que nao largou das anual um bom pedoco
do lemp.i, le'in dobradinbo ; mas urna vez de-embru-
lliou o, e ento se desenganou o Saldanha : crSo as
kellas nulas, ulguns bilb tinlios encarnados o verdes ;
o oliservou que o lansen, dcitandolbc os luzios, dissera
n5o seren das laes do inairori'o cunha ....Mm fim,
averige bem isso, que ha o quer quo seja a respeilo de
l'ernambuco. __________________
.^i:.i>.-M....~-.zBZX!ssz:n-vimn iiiianuawiiaBaia
PEEN MBCO.
A8SEMBLA PROVINCIAL.
Discurso que na sesdo decide maio de tS'io vronun-
ciou o Sr. Noijueira Paz.
Sr. presidenle, j tenho rooeio de apresciilar com
leiaeao da casa qualquer omen.la; porque j tonlio
uma quasi certeza do Funesto fim, que levlo minbas e-
iii. nilas; roas.Sr. presidenle, como me oempromolii pe
ranlo V Exo. a leinbrar qualquer medida de ulilidade
publica, ( supponho, que ueste sentido fui, quo os meus
coromiltentes.....elegerftu, nlo recuo dlante de quaoa-
quer embaraces,lauto mais qiianlo supponlio.quc drvem
existir convieee na cas; luppoilho, quo tomos eiuici
enca; lupponlio inesnio, que devenios ler eonfianc.i re-
ciproca; o supponho anda mais, que em certas medida
legislativas doveuio-nos contentar oom as nforinao3ea(
dadas por qualquer dos nobres doputados, que eonliee-
ruin da materia era diaousaio.
Ora.se aikim be;ae ainda.ba bem poneos das, volamos
I favor de una emenda do nobre deputado, o Sr. Ta-
ques, na qual pedia a ereaolo d'uma cadeira de primei
ras lettras ni rVogni zia de S, culo da comarca de dar-
uhiins; por que razio nao haremos de volar a favor dos-
sa ininlia emenda, que lambeni quer a creaoao d'uina
eadeira semclbanle? (Apoiudos.J
Soiiliores, freguetin do Fatenda Grando be bstanle-
meiile extensa, e bem putoada; nella no exisie uma s
eadeira deesa ensino, ea mais contigua, que .i ella exil-
ie n.\s trpgucsini visinbas, be na Sena Tlibada, em dis
tiiiicia do 24 leguas. Por ventura perroittiremoa, que o
pas piibres inandeni seus fillios OIU lugar lo distante
a|irnderem priineiras lettras ? Sera isso fcil pobre
za ? Creio. que nao.
Parece me, que cataa razSe sSo dealgunia pondera
Ci; me parece, que sku suflleieutes para que a casa
preste seu apnio a emenda [apoiados); por lauto, So-
iihore, obremos oom justica; obiemoseow im|iaroiali
dude; ..bienio com conciencia; obremos niesino com
e..herencia em ilOSSOS actos. Deixarci do tocar em dua
miras emendas m nhaa, que tambem a eulrego a c.m-
aideracio da casa, porque nao quero rouber tanto lem-
po; v passarci a fhaeralgumas ubservaeoos em abono de
urna nitra iiiinlia emenda, que lainbem so ada sobre a
besa, rolaiivamento ao imposto de 2f jtlO n por cabe
ea de gado do consumo.
Sr. presidente, nao lie com O finido provocar adis-
CUSSlo. une alginna cousa vou dizer sobro ella, porque
em verdado son iiinil devoto daquella reooiuiuoiiilac.au.
que em Dclphos l'a/ia o orculo de Platlo nosce teip
um- :u que rae lew dizer algumns pelavras.obonandu i
iiiiuli.! emenda he (|rermilta-sc-mo o exprsalo] aa|ia-
iliia, cni qno ecaa se aoha sobre ella, spalhia, queme
fin presagiar, que urna merlo violenta seibo quer dar,
porque, tendo essa emenda outr'ora feito appareoer
rande c. lennia na easa, nlo po*SU rr.r, que bous de
ejo Jbo estejfto guardados, so por ler sido mu puno..
modificada.
Seuliorcs, rogo, leublo a bandsdo de prestar at-
leura.i o eiiuiula de que pr.seiitemenlo tallo; ella nlv
he, como se Mippo, de neubuma utilidade; pelo contra
n,. olla be de um bem gersl; ella ir evitar muitoa con
lh. los; ella l.uiibeui convence de que a casa creou esac
artigo desigual per nlo ntiingir com esse mal; ella ultl
iiiameut' facilitar a exi caga., dosso arlig, que nao tora
ido completamente execulado. Passarci agora, Sr. pie
sideule, a Riier algumas ubservaeoos sobre una enieudj
de um nobre deputado, que se aoha deate lado: a emen-
da, Sr. presidente, lie que pedo a oreaclo de uma ea
deira de primcirai lettras na freguozio de Ourieury
.i presidente, CU me vejo rodeado deembaraco, nlo
sei momio como darc meu vol; porque para votar
contra, entendo, que desenoarrego minhs conciencia;
volando a favor tambera entendo, que nao fico coros
conciencia paciti.a :vvcroi se posso desenvolver cale
dilema Votando, contra, piejudioo u cousciencia, por-
que solide opiniao, que se devem crear cadeira de pri-
ineiras leliras ni luda as cabera do l'reguezias; votan-
d.. a r..v..r, prejudiio a eonseii neia,porque os preceden
tes da esa IUO latem crer, que ella nao est disposla a
crear lautas cadeiras; e calando dlspOSta a crear essa
eadeira, entendo, que deve preferir qualquer limadas
di.a p'.v ..aecs de Cabrob O Kxii, que sao litis antigs.
muito pomadas, tendo a primoira ja sido ale eabeca de
julgado : dando se ao govomo da provincia arbitrio pa
ra enllocar a cadeira, que so criar cm uma da dua po-
voaCoe.
.... .^rf.i .lido I'.sto que seja contra a regra da casa adnnltir nel-
la desconheoidos ou deiconhooida oondnta o Sr. a sua
mystoriosa dama, ningueui Ibeoxigir signaos, nem dcs-
|a, nem d'oulras vetea.
o que o earecreiro esqneoia dizer, o que todo aderi-
nhiu som que ninguem o diga, be que a sua condes-
cendencia era de vida ao dinheiro, c que elle sebavia
I,,.....men onroveitade da circuiustancia. esta vez lia
via-lllO produzido a sua chavo lauto como o pincel d.
pintor.
Apenas sabia ello do quarto de l'abio, imc Errante ah
entreva e.un.li.it. eoompanliadu do uma uiulher oom>
pfbtamoiltc ene..hera, evocplO o olhoa, por uma gran-
de mana siciliana; niaa csses olhos trabilo o seu im oj-
nito-. s Bafaella o tinha guaca.
Vos aqu! exclainou elle correado ao sen encon-
tr, transportado do alegra.
o" sor a rosea primoira visita, respuadeo ella
deilaiidoa manta para iraz.
_ F es.ibi porque, dii Errante, vultei esta manbla
em 10 ver. Sabe Dees o que rae custou este aacriticio ;
mas linha dado .1 minlia palarra, e deala res oumpri-e.
__ Pulque dizes tu desla vez, n.eu charo Krranle?
__ Porque baria jurada eo bario nada ditera dona
Rabclla do tus pristo, a bem vs como respeitei o meu
Juramento. _
Rendo-te grecas pelo leu perjurio, replieou rabio;
Deua t'opcrdoer no juito final, era oonsidereelo da
ventura quii procuraste ao pobre preso. Mas enlai-vo.
Senhorcs, no Ourieury ainda nlo lia povoacSo, ape-
nas tein a caa do propriotario dessa fazenda, e una, ou
duas uasinbnlas dos voqueiros: o profcs.or, que para al-
l for, ir abrir aula debaixo do urna arvore, alvo seo
proprietario quizer reoolhel o cm sua cata. Assim.
p.ii, Sr. preidenle, eu a ficarin tranquillo era nimba
oonseicnoia, sea caa esliveso disposU a crear cadeira
om tudas aalrcg freguetias npnntadas.ouse o nobre autor
da cmcudfl quizesse fazer oulra 00 sentido que declaren
uto he, tondoa cadeira creada cm uma da dua povoa-
ces.
Toses: Pdem se crear toda
OSr. ]VogueiraPas:Eniao, se os nobros doputados
isso me prometiera, desde j don meu voto a favor, c
sem receio de comprnruetter minha cousciencia; e so fiz
esta observarnos, fui porque a casa, regeilando uma e-
nienda minha para o inssniu fim, dco-nie a entender que
nao quera crear tanta ca eir.
Ottercco lempre a emenda substitutiva, c tocare pon-
co em una uulra emenda do noliro deputado, o Sr. Do-
mingaes, na qual pedo, que so d arbitrio ao govemo,
para dar uma gratficaclo pora aluguel da caa da pro
t'csra de Fra-de-Portas : euqutera, que O nobro de
pillado liiuilasso ale onde deve ebegar esse arbitrio,por-
que cullo (larri ilion voto masseguro.
O Sr. Domingues.S se aoha marcado por loi.
OSr. Nogueira Paz: -Ento voto a favor por adiar
de juitica, assim 00SB0 voto por niinlia emenda.
CORREIO.
COIlBESroNDENCIX UA ( 111AI1K E PROTIHGII.-
Hontem a nouto entre as 8 e 9 horas, o csixeiro do
urna loja da praja da Independenis, contara o dinhei-
ro quo linha apurado, quando entrou Ihe um patriota
pela porta adentro, toiuou o dinheiro, dizoodo-lhe :
nem palavra, senao dou Ibo uma lacada. Mas assim,
quo o rapaz te vio desasombrado, seguio atraz delle,
gritando pega o ladro que deitou logo a correr
e dcscarnou a patritica bicuda, procurando ai ras do
(ueimado o Livnmento Neslo caminho, um rapaz
quiz por-ie-lbe diante, mas o patusco correo-lhe uma
lacada o deixou-o gravemente ftido ; o irmao deite,
quo eslava adianto quiz alacal-o ; mas elle acenou-lbe
outra facada, e se o bomem nao se deixn cshir, estara
la I vez boje com Dos ; epiesentou-se immediatamente
uma patrulha, e um dos soldados calou-l!ie a baioneta;
mas com tal desaso, que o bandoleiro r.de dar-lhe (al
facada na ilbaiga, tuno eslendeo quasi m rio, ese nao
acodo logo outra patrulba, creio que o malvado ira por
dianlo eui sua dcslrucao : um soldado da ultima pa-
trulba deo-lhe com o couce d arma, o ahi o prenderlo.
Quem leoste bravo ? quem sabe ? he um incgnito ;
ho um dos cinco mil. Oizom-me que o soldado deo es-
ta maulia a alma a Dos !
So succedem porm oslas cousas em Sanio Antonio,
na Boa-Vista, est a polica em uma aclividade porten-
tosa. Fiquem Vmca certos, que all no so hado ma-
tar ninguem ; porque o subdelegado he rapaz de rigor,
o vivo, como um albo: vejao Vinel, este pedacinho.
Hontem I mulo recolha-so sua casa o desembargador
Squeira, quando ao entrar na ra do Atierro, foi
chamado por uma patrulha de polica, queoapalpou
dos ps eabeca ; e dizendo aoi soldados o honrado ma-
gistrado, so o nao conheciao, responderlo Ihe, que sa-
biao que era o Sr. desembargador quo fra chefo de po-
lica, e com tanta minuciosidado o corido, quo al
queriSo ver o que tinha na atgibeia, ao quo o deseni-
hargador, apezar da sua incxhaurivel paciencia, se op-
pz, dizendo, quealli s ello meltia a mSo. izem,
que o subdelegado presenciava u um canto, se a sua
insultuosa oidem se cutnpria : ora, fara elle a mesma
diligencia com os seus correligiunaiios, com os seus
c.nco mil ? (^ual ? essa gonte bo a dona da trra.
A razoura praicira parece, que dcscincou buje mon
tem a sua polica, meus cnborcs, monlem; e einquanlo
a na gente vai Matando e roubando, vio empregando a
sua cxeellentc vigilancia era insultar os seus adversarios,
o at os iniparcae, os inoffeilliros, os liomens inais pa-
calu do mundo, se elle nao Iroucerem rudella, se elle
nlo fi.p'in jiraieiro________^^___^___^.^
Variedade.
mil S ESTRANGEIUOS KM CIIISWICK.
Chiswirk he um jardiiu botnico om Londres, ondea
curiosidado ingleza totn reunido a maior colleccao de
plantas /aras, e exticas, que lalvez so conhcea no uni-
verso. Fsla colleccao acaba do ser augmenta com duas
IcquilicOea impoitantes.vindas das regios nicridionacs,
uma das quars anida era pouco conhecida ein Europa,e
oulra apparece nella pela pritncira vez. A primeira das
duas acquisices he a famosa arvore de Java, a que os
naluraes do paiz dio o nonio da Upas-Tienta que a sc-
enca Ihe conservou; a 2 he a Melr'.siaeros robusta da
Nova Zelandia, de que em F.uropa smente se conhecia
onomo. Uma e outra lem j sido o conlinuao a ser o
objecto da att"ii.;o e dos estudos dos naturalistas n-
gleies.
A fama, que, segundo o seu coslume, exaggera ludo o
quo diz, liana propagado, a respeilo da arvore de Java,
cousas verdaderamente para espantar. Segundo o que
se screditava, e se dzia, a sua influencia era de tal
maneira mortfera, que al grandes distancias dos lugs-
imram 11..... 1
res da suahabilacSo nenhum animal se poda approzi-
mar som o pagar com a vida. O soberano do paiz cos-
lumava iervir-se doieu sueco, como do um veneno ir-
reiiilivel, do que fazia presento aos outros soberanos da
sua amizde ; mas, para obter oslo sueco, era necessa-
riu o omprego de um meio extraordinario, e quo nem
sempro era soguido de resultado, fforecia-so a vida
oos condemnadus i morlo, se so quizessem cncarregor
da perigosa colheits. O quo acceitava a proposiclo, es-
colhia um dia de grande vento, e, montando (avallo,
conia a toda a brida em demanda da arvoro fatal, sem-
pro na meima drecco|do vento, e fazia, com a rapidez
queoperigo da aventura necessitava, a eolheita quo la
requera, tendo muito cuidado de estar de volla, antes
que o vento mudasse do directjo Se o vento muda-
va o Ibe Irazia as omanacoes da arvore, antes dalle so
achar distancia conveniente eslava perdido icm
rcrnis'So.
Hoie sabe-so o quo se devo pensar de scmelbantca
exoggeracea. A proximidade da arvoro do Java he real-
mente perigoin, ina nlo raai qae o da inancenilheira
da America. O uceo que dalla so obtem por inciic,
feita na casca, ho um poderoso veneno. O Jo bervSo
com ello a ponUl das sin letlai, o por pequenai que
Ifjlo as feriila ruitai oom sellas hervadas desla maneira,
slo iiifalliveluicnlo raortae Daqui resulta que o cri-
zes, cuja pona teciu sido hervadas com o sueco do li-
pas, lo da anua mais perigngas que so conheceni
A nalureza do veneno he buje pcrfelaiiienle conheci-
da oonsistena itryohinina, quo nello se aehs em gran-
de quaiilidade.o qu'c forma o principio activo d.i notvo.
mica e da fava do S. Ignacio; porm ein Europa o iou po-
der lie muito menor quando exlrabido dai plantas edu-
cadas nascstufas.ondedegeneaodo tal maneira,que f-
elo reduzidas 1 verdadeiros arbustos do gigantei que
eran na sua patria.
Nio menos notavel, polas lingularidadei que a carac-
lerisao, be a Mil maderos de Nova-Zelandia. Malfa-
/eja, como a arvore de Java, assim como esta he o car-
rasco de todos os animaes quo soflrem a sua influencia,
tambem a Metrosideros he o carrasco dos vegetacs, mas
por outra maneira. Se fr a comparar-se cm cousa co-
nhecida pode dizer-le della que reprsenla no reino ve-
getal o mesmo papel que o cuco no animal. He preci-
so accompanbal a duranlo a sua vida toda nteira para
reconhecel as naisuas diflerent s idades : tanto slo ex-
traordinarias o espantos s as melamorphoses.porqueeos-
turna passar. Ao principio he uma parsita mesqui-
nha e apoucada que mal se v. Encostada e implanta-
da na arvore de cujo abrigo necessita para viver, cresce
emqualquor direcelo que seja, ou horisontal, ou verli-
calmente, ao contrario dos outros vogetaes que procu-
rio sempre a posirio vertical. As su is gavinbas agar-
rao-se por onde pdem, e ao principio com pouca lr-
Q8. Mas pouco a pouco vai adiantando em (reas e em
audacia. J a grosura do seu trono he tal, qun pou-
co difiere da arvore que Iho servio de horco. E cresce,
e medra, e Branca, at que urna das suas gavinhas pode
ebegar Ierra Ein vencendo esta glande difliculdade,
est a sua existencia segura, o desenvolve toda a molde-
de que a distingue. A gavnha translorma-se em ra/.
que entra profundamente p la trra dentro. Com isto
adquire a planta novas frcas ; o o primeiro uso que
deltas faz he para matar aquella quo llie servio de ama.
O tronco desta ultima, su florado pela ingrata, a quem
dra genorosa hospitalidade, esmorece, delinba e mor-
re; e a ltlrvsiderot. elevi ndo-se robusta e triumphan-
te, lanca, por uma singulard de que Ihe ho propris,
razes aereas, e estendo-se por toda a p*rle ein busca de
novas victimas quo assassina. Triste da pobre arvore ,
a que uma drstas rai/es pode ebegar. Em isto aconte-
cendo. est a victima segura, porque a Metrosideros,
dosempenbando risca o seu sobrenome de robusta,
nunca mais a larga. A nova aore acaba por tor a sor-
te da primeira ; e o mesmo acontece a 3.*, c 4.", o 5.*,
al que a Metrosideros desassombrada, e sosinba, reina
sem rival em lodo o bosque, 011 na maior parte delle al
que nio haja mais victimas que devorar. Isto, porm. ho
ludo quanlo por ora se sabe sobre est curiosa vegetal :
espora-ie quo o estudo e as ohservaies de que elle vai
ser ob|ecto em Europa, acabom de revelar as outras par-
ticularidades que o distinguem o quo 11 observaco su-
perficial dos viajantes anda nio pi'.do descubrir.
Jti.fi.til IIIMHIilf
que vos quero ver aqui instalados, e por muito lempo.
Tenho justamente dua cadeira ; cora tanto purcm que
me miu clieguc tercrira visita.
E que nlo seja raeu lio, disse Ilafnella.
Tranquillizcm-sc ambos, respondeo Errante) as
uussas medidas cslo muilo bem tomadas ; ninguem vi-
ra boje aqui, nem mesmo u bario.
llera se v que nobre inesnio como era o local oceu-
padn pelo capillo, e por caro que Ihe custase, nao bri-
Ihava nem pela lumptuoiidade nem pelo coininodoa
O mais pobre habitanle do mais mecanice bairro de Pa-
rit mal satera nello aecommodado, Dua cadeira, e
que cadeiras! una mesa do pinbo muilo suja, eamais
dura e muis miseravel cama, eompiiuliio luda a mobilia.
Ajunte-sea islo que a paredes etavio negras com urna
S janella mais larga do que olla e quasi techado p-.r uma
espeesa grade de ferro, era frente da qual se via um
muro esverdeado 8 prelo,^ e fbr-SU-ha ideia desse lugar
de miseria, onde nem o dia, nem o sol, nem uceo se
via. E ainda par alinelo a delicadeza do leitores, e o-
bretndo das leitoras, deixamog n cm silencio a all
moapliera estregada, liumida c nauseabunda, qun lie
umaespeoialidade das prisoes, e quo Independente de
ludas as dores, de tudas oh amargura inaeporavei dn
perda da liberdade, da incerteza e sustos do prisio pre-
ventiva, bastara |u.r i para lomar o nioi curln do-
lenylo em supplicio uiupp..rlavel. Por menos difllcil
4ue fosse Fabi.i respeilo dos seu eommodo, e por
mais acostumado que eslivesio privacio delle, antes
COMWEvIO
Alfandega.
Rendimcntododia 18................U:19bl86
Descarregao hoje 19.
Sumaca Santa- Anna fumo e charutos.
Brigue Carolina A/ariamercaduras.
1IS0 iiiicnlo to fi'oilo.
Navio sabido no dia 18
Babia ; brigue inglez Clio, capillo Jolm Massom, com
o resto da carga, que trouto d'Anluerpia.
aaain inn
011 dopois da sua desgraca. o aposenlo nobre da cadeia
de Tropanl.o roconoiliou oom a huu.il.le c agreste nu-
dez de fioncevino.
Iiafaella, ao entrar nela triste morada sinlioaper-
lar-se-lbe o eoracao, e um cslremeeimenlo Ibc correo
todo o corpo.
Ai de mira Ibe disse Fabio, n quem nlo caeapara
este nin vimento involuntario, que nlu dependo da m-
iba vontade receber-vos ein lugar mais digno da vossa
|iefoa. Perdooi-rae o horror deala ovil infame; com
sto me be anda mais preciosa a von visita.
C0111 effeito, diz Errante, o listado nao o mello cm
grandes despetas de represeiitaclo para o seu hospe-
des ; aconta dn mareeneiro, e lupeei'ir nio p.idc subir
a muito.
Como se pode viveraqui, quaoilo criinin.izo, diz
Iiafaella, se os mesmo innocentes lio mal o achn?
__ Primeiro que ludo, diz o pintor, tratemos, ge he
posnivel, de nlo fazermus de seniimenlaliatas, atientas as
circuiiistancia. O lugar ni. 1 be bello, he verdado, mas
nos o embellecemos com a uossa presenta, c ludo coni-
pemado aposto que o capiliu se aoha aqui mais atisfeilo
ueste muniento, do que o nosso sanio padro o papa nos
camarina do Vaticano.......
Que lalein os lugares por si niesniosP iiilcrr.uii-
peu Iiafaella tornada do primeiro ibais) a sua erinula-
de habitual; elle sao u que pareeem, e nada mai ; o
inundo exterior be u esp.-lho d'alma, triste 011 risunho do
conformidade com ella. Eslou j persuadida de que o
ILEGVEL


Editaes.
50 Illm. Sr. inspoclor da thesouraria das rendas
provincaos manda fuer publica, quo em cumpri-
mento da loi. peronte a mosma tliesourana, se bao de
arrematar em hasta publica, a quem mais der, nos das
20. 25, e 25 do correte, os soguintes imposto.
PrimeiroDuimo do capim do planta nos muni-
cipios do Recilo o Olinda.
Segundo V:ntepor cento ni ago'ardente do consu-
mo da provincia.
A arremataran de cada um dos rendimentos ser feita
por tompodetrcsannos e tres meces, contados do pri
meiro de julbo do corrento anno ate JO de solembro de
1848, sol) as inesmas condices da anterior arrematacao,
com a excepcao Jo pagamento que ser por quarteis
immediatamente aoseu vencimento.
As pessoas, i|uo so proposerem a eshs arrematacoes,
coraparecorO na gala das sesses da sobredita thesou-
raria, nos dias cima indicados pelo mciodia, competen-
temente babilitadas. E para constar so mandou aflhar
o presente, e publicar pelo prelo. Secretaria da Che
souraria das rendas provinciaes do Pernambuco, 11 de
junbo du 1843.Usecrotario interino, Joao Valenlim
Vil/ela. 22
2=0 lllm. Sr. inspector da thosuuraria das rendas
provnciaes manda facer publico, que, em cumprimen-
toda lei, peranlo a mesma thosouraria, se ba de arro-
matar em hasta publica, aquom maia der, nos dias 25,
2G e 27 do corroote, o duimo dos cuco nos se guintes
municipios, segundo as avaliaedes abaixo descriptas :
Recife, (ixi., rs.
Olinda, Itamarac, Goianna, Cabo, Rio-Formoso,
4008 rs. cada um.
Iguarass, Serinhiem, Boa-Vista, 300 rs. cada um.
A arrematacao deste imposto ser leita por teinpo de
um anno, a contardo 1 de julbo prjimo ao ullimode
junbo de 1846, e a arrecadacio conforme o regulamen
lo de 31 demarco de 1832. sendo os pagamentos por
quarleis, immediatamente aoseu vencimento.
Aspessoas, que se proposerem estas arremataras,
compareci na sala das sesses da sobrodita thesoura-
ria nos dias cima indicados, pelo meio dia, competen-
temente habilitadas. E para constar se mandou afli-
xar o presente e publicar pola imprensa.
Socretaria da thesouraria das rendas provinciaes de
Pernambuco, l6de junbo de 18*3. secretario ,
Luiz da Costa Portocarretro. (21
O Ur. Franciieo JoUo Cxrneiro da Cunha, juiz de
orphtoi e ausenta dacidade de Sanio Antonio do
Reci/e e seu termo, provincia dt Pernambuco, por 6.
M. I. C., que Ueo guarde, etc.
Paco saber, que por esto jui/.o foi julgaJo o padre
Tli ).ne da Silva GuimarSos lora do estado de reger sua
pessoa e administrar scus bens, sendo seu curador ad
lona Joo Cailos da ilva GuimarSos, e por isso se faz
publico pelo presento para ningucm com elle contratar
obre seus bens, pena de nullidade: e osto se passou por
bem de minha sentones proferida nos respectivos autos,
que se cumprir Becifo, 17 de junhp de 1813.
francisco Joaquim Pereira de Carvalki, o fiz escrever.
Francisco /olio Carneiro da Cunha.
= IIojo (19 do corronte) ha sessio extraordinaria du
cmara municipal desta cidade.
Peh subdelegada de polica da fregoezia de
Santo Antonio foi recolbida a cadeia dos.ta cidade una
parda, de idade de 24annos, que disso chamar-se Ma-
ra Francisca, e ser esefavo de Joaqum Toscano, mo
rador no Sirid: o que se (ai publico para conheci-
in en lo de quem posta inllressar. Subdclegacia de poli
ca, da freguezia do Santo Antonio, 18 de junbo de
1815.
TEATRO PUBLICO. >
COMPANUIA ITALIANA.
Sabbado, 21 do junlio, ir acea a NORMA.
O bilhetes voiiilcniso na roa larga do Rosario n.SO,
primeiro mullir, o no din no llicatr.
'!
Avisos maritimos.
De; larages.
2=0 arsenal do niarinha tem do contratar, com quom
por menos lizer, o forneciniento de cada um dos ohjec-
tos abaiio declarados, para os navios d'annada, pelo
tempo quo se convencional', sendo da melhor qua'ida-
de : pao, bolaia, carne verdo, ago'aidcnle, cal moi-
do, toucinho, arr.z, izeile doce, bacalho, tintas pa-
ra pinturas do diversas qualidades, espermaceti! ein velas,
so..o em pao, ilit i'ni velas, grana do liio-Grando.
As pcssoas.n quem convier fazel o, sao convidadas pe-
lo lllin. Sr. inspector opresentarein as suas proposta.'
nesla secretaria al o dia 21 do correte mez, em cor-
tas lechadas.
Secretoria da nspeccio do orsenal do mainha de
Pernambuco, 17 dejunho de 1845. O secretario ,
A lexa n dre liodr ig u es das A njos. (14
2= A idininitracBo dos eslabelecimenlos de can-
dado manda fn/er publico, que, em cuniprimento da
lei, e n.M'iii do I ah. Sr. vicepresidente da provincia,
ir praca nos dias 20, 23, o 25 deste corrente mez,
por lempo do um auno, quo lera principio no dia 1.*
de julho prximo futuro, a renda das amostras do furo
dascaixas e lechos de assucar, compreliendenilo todo o
ossucar do furo, quo, em conformidade da rcsolucoda
assemhlea piovinciel, foi appl'.cedo em beneficio do
hospiliil dos lasaros, na conformidade dos rrgulamen-
tos geracs: os licitantes dover cumpaieccr na casa
das sesses da mosma administracao, nos referidos dias.
s 4 horas da l.ird com seus fiadores. 13
Os Srs. accionistas da companhia
da ponte pensil do Thcalro sao avisados
para urna reunio em o dia iq pelas 5
hor.'S da larde no collegio Santo Antonio
Secretario B. J. T'enwndes Barros.
'.:
]ii)de viver aqu em conipanhiu de una boa cnnscicnca.
__ Mas einpre me conceder, diz Errante, que lie
perniiildo ochar-te melhor em uutra p.iile.
Mas figura-te, diz l'abio, que leadlas uobanqui-
iilm itjiiuiiili in!ii a um interrogatorio em furnia.
Ksfm vossa solciiinidade me amedronln, dit Rafael-
la surrindo-se.
EUohi o pintor, de invocar ciu sousneoorro esso boa coiiscicii-
cia, de que ha ponen fallara,
__ Ele bilhete he vossn perginitoii Fabio opreten-
lanilii-lhes asires palarrat enigmticas que receben na
noite de su prieto.
Vejamos, iepondco Errante tomando o papel pa-
ra o ler: Cuida-e rm Vin. En c deelaro-uie iu
nocente do crime: cuidara eot ti, hceerto, mas nao te
eecreri.
Ncm cu, jjiiiitnii li.it.u ii.i.
Taillbilll ><> Fuste VOS, que me enviaste ujjui-
larrista ombiilaut, que me cantn un dia a chcara do
Preso, ncm esse lliesouro cocido na gola do meu ca-
pole?
Nao.
Mo!
Decididamente, raen charo, tena un genio fami-
liar, como Socratc*.
Nao mo compares a Surrates, que morrea na pri-
sti. Conqiani-iue untes a I'edru, que t'nilivredclii.....
Por uui anjo, proseguio Errante. Assini, bravo fi
(i =|'ura o Rio Grande do Sul sai com brevidade o pa-
tacho iVoeo Temtra'io. paracarga.psssageiroseescravosa
frete, trata-se com Gaudino Agostinbo de Barros,praci-
nba do Corpo Santo n. C6, ou com o capitao Jos An-
tonio do Sousa, a bordo do dito patacho, undeado de-
fronte da Lingoota. 6
2 Para a Rabia segu viagoin o brigue Anna e
Constanca, sabbado 21 do corrente junlio; anda pode
recebar carga a (rete, c passageiros : quem pretender
embarcar, cnlenda se com Manool Ignacio d'Uliveira,
ra do Apollo n 18 S
2= Vende se a sumaca San/a -fnna Feliz, vinda
prximamente de S. M-itlieus; acha-se fundeada de-
fionte do trem militar: para se examinar abordo, e
par se tratar com Gaudino Agoilinho de Barros, alraz
do Corpo Santo n. G6. 5
2Para liucnns-Ayres seaue, por estos quatro ou
cinco dias, o patacho sueco Orion, capito Nikoles Las-
son; pode receher pequea quantidade de carga : a
quem convier, dirija-so a Gaudino Agostinbo de Barros
atraz do Corpo Santo, n. 66. K
visos diversos.
- O abaixo assignado faz scionte ao respeitavel pu
iilieo que no dia 18 do corrente, no areial do forte das
Cinco-Pontas, pordeo uns poucosde rei|uerimcntosj
despachados por diflerentes Srs. juizes: e assim quem ti
ver echado, faro favor de levar ao beejo do Padre n. ll,
que poder entregar a quem adiar em casa.Judo
Baplista Fuado,
1 Manuel Jos da Costa Pedrcira relira-se para fu-
ra do imperio. 2
1 A luna-se um bom escravo possante, proprio pa-
ra todo e qualquer servico ; na ra estreita do Rosario
n. 30, segundo an lar. 3
la Pedr Zeferino Birboza di Paiva ebegado ,
ha pouco da Rabia rolira-so para lora do imperio.
1~ Alug3o-se duas casas sen.lo urna na ruado
Alecrn. e anuir na t av s-a do Marisco; a tratar
ni ra da Cadeia sobrado da esquina da travessa do
Ouvidor primeiro andar. 4
"1 A musa regedra da irmandade de Santa Cecilia
desta cidade do Itecile laz sciente a todos os seus ir-
mos, que, tundo marcado odia 19 do corrente para
mesa geral, a lim di ser approvado o novo compromis-
so nao pode esta ti r lugar no mencionado dia, em ra-
zio de anda nao ter dado o seu parecer a coininissao
para este lim nomuada ; por esta razio fica transferida
i dita mesa para a dia 3 do prximo mez de julbo, as O
horas da niuiil.ia. (8
2 O pro\edor da irmandade da Scnbora Santa An-
na, erecta na igreja da Madre-de-Deos, convoca os ir-
maos da mesma irmandade para reunio de mesa goral,
no dia sexta-feira 20 do corrente, pelas 4 horas da tar-
de, a lim de tratsi negocios de grande monta da mesma
irmandaile. 6
2 Pommateau, cutelero francez, com olicina no
atierro da Itoa-Yisla, n 5, acaba de recober um grande
sortimenlo de todas as qualidades do t esouras, tanto
para costuras, como para alfai..tes, barbeiros, cirurgia,
&c. Ai' caivetes, navalhas do barba, e de algitiei-
ra, com caivetes nnidos, do melhor uso, quo Icoin ap-
parecido ; assim cmoalianca, e responde pela qual-
dade: na mesma oflicina se faz t do a qualidade de obr
de prala o ouro, com toja a pcrlcic,ao, o por precos
commodos.
10
LOTERA
do Guadelupe.
As rodas desta lotera nao corre rao na
dia marcado pelos motivos j annuncia-
dos : o resto dos hillieles que exislem s3o
poneos ; mas nao tanto, que a irmandade
os | ossa arriscar. Todos se querein re-
servar para a vespera para comprarcm
bilhetes e nao vcem os amadores que
jsmorasM>v lim de Belluiia, ao faier esta comparnCilo nem nicsiiiu
sabes quanlo ella be ajusUda.
IV'is que de tal tempera sao os mena ferros, que
um anjo pode qncbral-ua ?
Quebrados pur um mijo o ceu, ou pur um mijo da
Ierra, espera o niilagrc.
Tu picas a iiiiiiIi.i curiosidado.
Curisiil.ule o termo he excedente com rfTeito
bem esenlliiilo Ksle aenbor est eoni a cabeca pela de-
peiuliira. < e.-i,i curioso de saber se ficar cum ella so-
bro os hombros.
Por desforra, meu charo fillm das iiiusai, tu tratas
o objectu por um loin UTriveliuculc trgico.
i'ra;ien ou nSo, que importa, se vou com a ver-
ii.i.ie Tu eontprebcBdca, meu charo oapittu, qun duna
H.iI.m'11 i e eu ndo fiemos aqu, pura tratar de f'rioleiras.
Trata sede neftooiva gravissimos.
ir-8e-bia a ouvir-lc que cstou aqu por baver as
saatinndo pai o iuai.
Ninuein assassinaste, mas nem por isso ests mais
iiinncente aos nlhos dos leus inimigos. E esta ? be pre-
ciso eiieni .ir as cousas como ellas s3o.
Nao ercio ter priores olhus do quo os outros
Us niclliores, acredita me, eslo sugeilos a ballu-
enacea. A qual du nsaiuda nao acontecen tomar pe
rilainpul pur estrt-llas, e estrellas por pcrilanipos ? Pare
ee-me que eata lente caso.
Ora bem iiieu olalo, dir mo bus tu o motivo des-
ta repentina voieria ?
sem com|QpS*r j os bilhetes, que preci-
sao, nao se pode delerminar cssa vspe-
ro ? Compren] pois o resto dos bilhetes,
e as rodas corrern impreterivelmente
vespera de >. Joiio.
Quem. tiver pretences na Corle,
qur judicialias, qtirperante o (Joverno,
precisar de quem l as procure, e soli-
ite, dirijase l'raca da IJoa vista, bo-
tica do Sr. Cont, que ahi ser iu/'orma-
do de quem he a pessoa que parle n estes
dias para a ( orte, e quer encarregar-se
d cssas preteuces por um mdico ajuste.
2 Arrenda-se um grande armazem na ra da Sen-
zalla-N elba no bairro do Recife por preco com -
modo : quem o pretender dirija-se a ra do CJueima-
do n. 14, terceiro andar queachir com quem tra-
tar.
2 Arrenda-se ou vndese o sitio du estrada de
Joaode Barros, esquina dn becco do Espinheiro, todo,
ou a relalho cercado de limo em roda casa de tai
pa velha com armacao do venda boas (ruteiras, boa
agoa do beber boas torras para plantacos do melan-
ciiis e pasto para G vaccas, annual : a tratar na ra
estreita do Rozario n. 3. 7
2= Aluga-sc o segundo andar do sobrado n. 43,
na ra da Praia do Itangel com muito bons commo-
dos muito fresco e barato no aluguol ; i tratar no
mesino sobrado. 4
2l)--se dinheiro a premio sobro penhores de ou-
ro e prata bypolheca ou boas firmas ; na ra es-
treita do Rozario n. 22, primeiro andar. 3
2 Arrenda so urna boa casa na estrada do Mun-
guinbo, com 4 salas 6 quartos urna grande cosi-
nha com quintal murado, e um sitio por detraz ,
com alguna arvoredos do fruto : quem a pretender di-
rija-se ao pateo da S. Cruz, I ja de funileiro de Anto-
nio Jos Utas ou na mesma casa que achara com
quem tratar nesles 3 dias 6
2 Precisase de um caixeiro para venda, quo de
fiador a sua conducta : em Fra-de-Portss venda de
Antonio Joo da Kesurreicao e Silva. 3
2 Na ra l'ormnsa, n. 4, precisa-se alugar urna
escrava que saiba tozinhar e faier o servico ordinario
de urna casa. 3
2= Cjuem precisar de um rapaz quo sabe ler, es-
crever e contar para caixeiro de ra ou de escriptorio,
o qual d conbecimento a da Uoa-Visla n. 6. 4
2ac Ficadissolvida a sociedade de Luiz & Delilz ,
desde o dia i do corrente ; co socio Henrique Belitz
esta autonsado para receher o pagar todas as contas
pertuncentes a dita sociedade. 4
2= A luga-se a luja do sobrado da la Yelba n. 61 ,
encllente para estabelociuicnto o com commodos pa-
ra moradia : a tratar no mesmo sobrado. 3
2 D so dinheiro a promio a um e meio por cen-
to ao me/, sobre penhores de ouro e prala; na ra Hel-
ia n 37, primeiro andar 3
2 Aluga-so um prcto apio para lodo o servico de
una casa ; prelere-se alugar para lima casa do pasto ,
onde se apcrleii;ii na cozinha por j saber cozinhar
o diario de urna casa : no Atierro da Boa-vista n. 2G,
primeiro andar. o
2 A scciedado que girava nesta prac,a sobre a
firma t!e Paiva & Alanoel foi dimitida em 31 de
ezembro do 1844 ; licou a cargo de Manoel Maxi-
mianno Guedes a liquidaco da mesma ; c como ulga
estarem todos os credures salisfeilos laz o presento
annuncio para conliecimenlo de quem conwer o
havendo quem se julgue credor a ine?ina podo apre-
sentar sua conla pura ser pago. 8
2=Bozi Tliomazin dos Anjos, Portugueta ulna
se tiesta cidade pi.ru o Rio de Janeiro com seus lillios
Carolina de Jess Lscolastica Candida, eManoel Joa-
quim Cavares. 4
2 Aluga-so u ii i casa terrea com muito bons com-
modos para lamilla na ra da Alegra do bairro da
lina \ ista ; a tratar na ra da Cadeia do liecile loja
de ferragens n. 44. 4
j Na ruada Praia, n. 22, d-so dinheiro a juro>
com penhores do ouro e prata mesmo em pequeas
quanlias. 3
3 Aluga-sc um inoleque completo cozinheiro; quem
o pretender dirija-se a ra Nova n. 35, segundo an-
dar. 3
3 Aluga-se o terceiro andar da casa da ra larga
do Rozario defronle da igreja : a tratar na ra do
Cjueimado loja de lerragens n. 30. 3
Fazem-sc trancellins de cabello de
qualquer modelo, pulceiras, atinis, filas,
&c, tkc, ludo o mais bem feito que he
possivcl, por preco mdico ; na ra do
Cabug, loja de fazendas u 6.
3iendo-se apresentado nesta cidade alguns atiesta
--*-.......
U motivo lie faier te entrar em ti mesmo, c Ira
icr te raxao. So me bouveras acreditado a primeir.i
cz, nao olivera aqui. Julga tu niesuio da situaeao em
que le ochas voluntariamente enllocado, lu vou f'.ui'i-
te a conla pelos del dedos; pois que lamlii.iil o coiicclho
ile guerra he conquisto de dez Miembros i cinco Ingle-
tes e eineo Siciliano. Nos lugleies nao fallemos; por-
que nesses cinco, leus cinco iiiiinigiia,podes contar com
isso. Pstenlos uns Sicilianos Conteni ;primeiro o co-
ronel que le fot dcniittir; segundo, o r.qul.'io que tu ha-
vas substituido; terceiro, o que le subslituio a li; quar
tu, um lente imberbe que deve o seu posto muito
npeoial protOCCto do nio sci que Dulcinea de um dom
Quicliole ingles; quinto, einfiui um sargento aqueni K-
leste robaixar do posto por furto, c de ujunjn, depnis d.i
loa deinistau, se t'ei um inariyr Agora faie-ine o favor
de soininar, e dizer me quanlos amigo eouUS no tac
rnCOntica, Eajuntt ito, par .oroar a obra, (pie o
eoiicellin ser presidido pelo proprio Mac Farlanc
' Tu tulla na verdaiio conm se nao liouvera Cdigo
nilitar, c se coiideuiiira a geule sem forma de pro
cesso.
Oh! quauto a io, meu charo, podes estar sore-
gado, far le lian o leu procesan, e ludas as formas srrao
rigorosamente observadas para a tua condcuiiiaco. A
rale rcapcito -" lera ile que te que'xar K primeiro
que lodo abo que o imple duelo, sem circuiiutaueiu
uealiumaaggraranie, lie punido oumdezannosdcgale
. He uiua lei absurda, o quo se nao etecula...
dos do inspectores do quarleiroes a respeito de alguns
guardas nacionaes, que allegao ser moradores ou
freguezias de fura desta cidade, para o lim do reguere-
rcni passagem de batalho, a lim do n io servirem nem
om urna, nem em oulra parte; por isso, roga-se *
autoridades a quem competir, ue velarain a respeito. 8
3 A CASAD AGENCIA COMMEBCIAL
da ra da Cadeia do Becifen.G, 1. andar, acha-se ja
abeita todos os dias de semana desdo as t) horas da ma-
nila i as i da tarde : empresta-so all dinheiro sobro
prala, ouro, pianos e mais mobilia : vende no seu ba-
zar, o recebe, para este lim,qualquer objecto.em segun-
da ruiio.da guaroicio de urna casa, seja mobilia loucas,
vidros. roupas, ou joias, etc.: incumbe-se da venda de
predios e de qualquor oulra, oda correspondencia pa-
ra fura des'a praca sobro negocios nelU pendenlec: tudo
mediante urna pequea commisso. Ha para vender um
apparelho de cha do prata contrastada,um piano inglez,
comisas feitas de uiudapolo, comillas de hnlio, urna
mesa de mogno, e oulros trastes, ludo barato. 14
3Aluga-se o arma/em do sobrado n.confronte a
greja de S.Francisco: quem o pretendcr.enlenda-secom
l! J. PcrnanJ"s Barros, no secundo andar do mesmo.
oA. Piloux, morador no atierro da Boa-Vistan. 3,
estando arelirar-so desta provinciano corrente deste mez,
tem a honra de prevenir ao rcspeilavel publico pira que
as pessous que leem em sua rno relogios e oulros ob-
jectos para so concertaren!, lenbo a bondade de mndal-
os buscar quanlo antes, pois do contrario ver-se-ha na
necessidade de leval-oscom sigo, muito ao seupe/.ar;
vender tarnbein um cxcellenlo e magnifico daguerreo-
tvpo, ao primeiro Unianho, iuteiramento apparelbado
de um tudo, proprio para qualquer urna pessoa tirar
islas do paiza.-em, o retratos de pessoas; tambem von-
dera dous baliOes, e sua competente armacao da loja,
um mostrador grande de porta, urna grande vidraca do
cin.a dos balces, una porla de repartimento, o tam-
ben) una glande latioleta sem letreiro, ainda nao ser-
vida. 10
3Aluga so urna casa antes do chegar a ponte gran-
de da Passagem, junto a olaria do Sr. Jos Joaquim
llezerra, com muitos commodos,. etambom so vende:
assim como aluga-se por preco mdico urna casa sita
ua travessa da Passagem, com commodos ; na praca da
lloa-Vista, venda n. 18. 0
3 escriplori i da companhia do Bebiribo translerio-
se para a ra da Cadeia, l. onaardo sobrado n.con-
fronto a igreja de S. Francisco. 3
3Um moco hrasileiro, quo pretende ordenar-se
este anno, para o que espera somenle. que se complete
nestes quatro mezes a idade necessaria, visto adiar se
protiiplo do lodosos preparatorios necessarios, cat de
man, como sejio francez, inglez, e geometra, seofle-
reco a crismar os lilbos de algumsen! or deengenho
perlo desta praca, nfio s as primeiras lettras, como as
disciplinas, que esto a seu alcance, para o que tem
propensao, inlelligencia, o aclivdado; e o mesmo, or-
denando se, servir do capellno do mesmo engenbo :
quem do seu presumo se quier utilisar, dirija-se ao pa-
teo do Carino n. 3. 1*
5= Precisa-so ulug^r urna prela lorra ou escla-
va para vender, na ra, doce o bolinhos; na Boa-vista,
tuu da malriz esquina para a ra da Gloria : na mes-
na casa ensinao-se meninas em ludo quanlo diz respei-
to as primeiras lettras, u coser camisas vestidos o
costuras ('ealfaiate bordar,e marcar lencos e camisas.la-
zer luvnrinto de todo o modelo, loueas de meninas, ricas
e singlas, a (azer doce de tojas as qualidades, boli-
nhos c confeitos a 1000, 1280, 1600 e 2000 rs. men-
slmente ; o faz-se de encommenda tudo quantoest
exposlo. **
o LOTERA 1)0 TIIEATBUPUPL1CO.
= O thesoureiro desta lotera, disposto a empenbar
todos os estoicos para augmentar o crdito de que
sempre ellagoscu, pela regulandadede sua eitrsccJo,
declara que os bilhetes da segunda parte da 16.* loteris,
cujas rodas devem ler andamento muito brevemente, se
i chao a venda nicamente no bairro do S. Antonio,
na botica do Sr, JoSo Morcira na ra do Cabug ;
na ruido Cjueimado, loja do mesmo thesoureiro, o.
39; e nu ruada Cadeia do Recifo loja de cambio do
Sr. Viero. 10
9- Aluga-se a casa terrea da ra da Aurora n. 38;
quem a pretender dirija-se a ra da Cadeia do Kecilo
n. 10. 3
C Rap vinagrinho.
Este superior rap torna invsriavel a sua qualidado
por nao m-ifar. ncm seccar; nao fere o nariz, nem pro-
du/ irrilacoes vertiginosas, porque a sua composico lie
a mais simples possivel. A geral estima que tem tido
esto rap pelos apreciadores de urna boa pitada, e a ap-
provocao que a respeitavel sociedade de medicina Iba
conceden reuiatao o seu mais completo elogio.
Nova tornadas d'eslecxcellente rap, com a cor mu
escura, se achao a venda nos depsitos da ra da Ca-
deia do Itecile, n 50\ praca da Independencia n. 28,
Aterro da Boa-vista n. 10, e Atierro dos Afogadoi n.
209, aonde so vende a 1*000 rs., a libra, de 5 libra
pura cima. O embrulho deste rap he azul, e os rtu-
los broncos.
, ... '
Mal que pode cxeciilar-sc; elle t'o fario ver.
Mas ciuriiit que queres tu que cu faca ? Anda que
repilas al ainanliu que ealou em ms circunislan-
eiaa, aSo a inilborara eom isso. Se a minha condem-
uacao est d'anie niao esoripta, forca lio resignar-mc a
soll're la
Ol que u.o Poica he prevem-la pelo contrario.
li porque meio agora que cstou debaixo de chavo .'
Ha um bem simple, o mais simples de todos.
Qual lo- '
Kvadires te.
liu evadir me !
Ahi temos o palavreado do outro dia, quando to
iu pedia que te nao .leianse prMider; grilaslc, firmas.
|C te no leu pundonores, que lo Iroucerao cm direilu-
ra para aqni; se quero quo elle le evein irais iunge, a
l'avigi.aiu porexomplo, prosegue na tua teinia, es livre,
igem te rete.
E'a admrate!, meu charo Errante, de nada duvi-
das; nao fallo do coiiselho em si mesmo, csim da possi-
Lilnladedeo preniexecuciin. Parece a ouvir-te, quo
a sai de nina prisa, como do um llicatro, o que basta
,.m loque do Irombeta, como en Jericbo. para foier
Mhironi muro de quinie [inlmos de largura I
Faie nos a justica de acreditar quo nSo tomos in-
leiramenle vi.ionorios. Quando so le propio urna c
vaso, |,e porque provavelme.ilo ha mems de le faier ef.
fectua la, ,. .. ,
fConfinwar-t-Ao.;
TZ-ZL


3>
O abaixo assignado, reipondcndo ao ennun-
co do Sr. Joaquim Jote de S. Atina inserto no lita-
rio de 16 do corrente o qual diz que o......in ian
to no (em escriplura do sitio denominadot-'undo
em Bebiribe-dit -Huno, e quo nao lio capuz de aprc-
sentar escriplura ; declara que b scnhor e possnidor
do dito ait refreir da Penha este de Amaro Nunes Handuira .
o ete finalmente do proprio Sr. Joaquim Jos de S.
Anna parecendo al imposaivel que o mesmo S.
Annaqueira vender urna cousa queja nao lie dellc .
e nem de leu genro u ajudante Bornardino e que pur
elle ja foi vendida, asignando so na escriplura de venda.
o como teitemunha o seu mesmo genro o ajudanto l'.i-r
nardino. Declara mus o annuncianto que nao he
i'in Diariot, que alguem deve exigir ttulos; mas em
juizo', aisim, so o Sr S. Anna intenta poder encon-
trat algum inexperto que Ihe compre un sitio no
qual o mesmo Sr S. Anna esta como rendeiro do an-
nunciante do que at j recebeo pagamento de bem-
foitonas n8o he isto por certo o quo tirar ao an
nuncianleas acues de nullidade e todas quo Ih
competem : e para que ninguein allegue ignorancia do
fado be que o annunciante faz o presente annuncio.
Juo de Aliemo CiinetVw
JoSo Pinto de Lemos embarca para fra da pro-
vincia o seu escravo de nome Jos
Francisco Chabrillaque .quena univcrsilade do
reino de Franca oceupou o lugar do lente para cnsinar
certos esludos boje em Pernimbuco o oflereco para
cnsinar publicamente ou particularmente, a Nogal
franeexa com o molhor methodo ; historiu natural,
geographia e grrgo : quem o pretender diria-sc a
ruada Gloria na Uoa-Vista casa n. 37 ou annun-
cie.
Quem tiver um escravo fgido ba 4 para an-
nos, de nome Antonio do gento do Angola lieo
guela de idade de 25 a 30 annos, alto, secro hein
espigado do corpo rosto comprido nariz afilado
denles largos pernas finas ps chahoqueiros : quem
for seu senbor dirija se a casa do Manoel da Silveira
Hozado, na passagem do Salgado, termo da Parabi-
ba e o mesmo senbor, que annuncia diir todo o
fundamento na fazenda em que o dito escravo existe
= No pateo do Carmo casa terrea n. 10, cose-sc e
engomma se com perfei^ao.'o por preco comino Jo
quem precisar de urna ou outra cousa drija-se a mes-
ma casa que achara com quem tratar.
Na ra Direita casa n. 87 existen duas car-
tas para Antonio Jos Morcira da Costa vindas do Rio
de Janeiro e enlrega-se.s b seu dono proprio.
Prreisa-se de um caixeiro e de um pequeo
para venda; na ra do Hospicio, n. 34. so dir.
1= Precisa-se fallar a um mojo de Magoz filhode
um bornean da casa da fon te de Moz provincia do
Minbo ; na ra das Cruzes n. 40. 3
1= Quem precisar de urna ama para casa c ra. di-
rija-se a ra das Cruzes n. 17, 2
1 Trocao-se dous ricos sanctuarios sendo um
tnais pequeo do que o outro e um muito rico vin-
doida corte, proprios para alguma capella particular
o maior por ter 3 ricas rr.agens; quem os preten-
der annuncie por esta folha para ser procurado (i
{ Aluga-se a loja da casa da ra do Nngueira n.
lG caada e pintada de novo com quintal e muito
boa cacimba: a tratar na ra da Cruz n. 6,- primeiro
andar. *
1= Antonio do Paula Teixeira embarca-so para o
Rio Grande do Sul. 2
1= Precisa-se de um caixeiro para tomarconlade
urna venda por balanco: quem estiver nestns circumitan
cas drija-se a ra de S. Francisco, venda n 08
1 Da-ie dinheiro a premio sobre ouro c prata ;
na ra das Flores n. 18. 2
6 Aluga-se urna casa terrea na Soledadc n. 17, ao
p do Sr. Vieira, cambista ; os prelcndentcs dirijo-se
ao pateo do Carmo n. 17, a fallar com Gabriel Anto-
nio. '
8Precisa-se alugar um preto por mo? para tomar
conta em urna casa e tratar do seu quintal) muo porto
desta praca, que seja fiel; quem o quizer alagar e ali-
ancar, dirija se a ra da Cadeia do Recife n 25. (4
5 Alug8o-se duas moradas de casas terreas no
Coelbo na ra dos Prazercs, com bous commodo
para familia tem duas salas 3 quartos ro/inlia lo-
ra quintal e cacimba por barato preco : quem
pretender, dirija-se mesma ra n. 10.
Compras.
5Comprio-so dous escravos pedreiros e dous carpi-
ras para urna encommenda para lora da provincia : na
ra da Senzalla-Velha n. 110, primeiro andar. 3
2 Comprao se os Loziadas. m bom estado edi-
cao denominada Morgado Matheus: no puteo da Pe-
nd n. 4.
1= Compro-se relogiosde algibuira em secun-
da mo de ouro e prata e que sejao moaernos ; na
ra das Flores n. 18. 3
1 Comprao-se pretas mocas para fra da cidade;
no Atierro dos Afogados, sobrado n. 31. 2
1Compra-sea Bibliotheca Familiar e Recreativa,
toda completa e em bom uso ; quem tiver annuncie
para ser procurado. 3
1 Compro-se, para lora da provincia, escravos de
1 i a 20 annos sendo de bonitas fisuras pa;ao-so bem;
na ra da Cadeia de S Antonio sobrado do una an-
dar de varanda pao n. 20.
Vendas.
3 ylen(o ao baraleiro I I
= Vende-se a 120, 140e ICOrs. o covado docilita ,
ditas finas escuras a 220 rs. n covado chila a 1 SO ri.
o covado madapolao a 150, ItiOe 18!) rs. a vara, di
to fino a 200, 220 e 240 rs dita, madraste de superior
qualidade a 280 rs avara, pannos linos azues o 2,'i00
rs. o covado de bonita vista purapagem, meios cha
les decena de quadros a 300 rs. cortes de cassa-ibi-
tat de muito bonitos padroes e boa qualidade a 2000
ra. algodao trancado azul mesclado a 240 rs. o cova -
do zuarte aiul de vara de largura a 2G0 rs o covado ,
muito boa faxenda para pretos lencos de cassa unta-
dos a 160 rs. algodSo liso de muile boa qualidade a
160 rs. a vara dito americano a 220 rs. a vara, muito
encornado, chidrezesdelioho para jaquetas a 320 o
covado, sendo fazenda muito grave o de boa'qualidade ,
eximirs de quadros do bom gosto para calcas e de no-
vos padroes a 1200 rs. o covado, pecas do bretanha
de rolo ii uito larcas e de 10 varas a 15)00 r<, ditas es-
iicit.i- de superior qualidade a 1800 rs castores ou
i i-e i n. a 240 rs. o covado de bom gosto para calcas,
brins trancados de muito bonitos padroes a 300 rs. o
covado, riscadinbos trancados a 200 rs. o covado, mui-
to boa fazenda para meninos cortes de cambraia de
listras bramas adamascadas a ?> rs o corte tendo 6 va-
ras o mcia ditos do ditos de cor do novos padroes de
vara e quortu do largura e com G varas o mcia o corte
a 5f rs., pecas de madapolao a 2800, 3200 e 3400 rs.,
dil i lino a 4000 4200 e 4(00 rs. a peca, madraste
fino a 5400 rs. a peca ditas de chitas a 4400 5200 ,
5300 e 0000 rs. escuras, bretanha de linbopuro, fina a
040 rs esguiSo de superior qualidade do verdadeiro
hnho a 1500 rs. a vara cassa do quadros para babados
a 3000 rs. a peca cambraia lisa muito fina de vara e
tant> do largura a 000 e 800 rs. cortes de vestidos de
seda com llores a 30,000 rs. o corte mui rica fazenda,
ditos de chali de listras de seda do melbor gosto a 10.
rs. o corte chitas finas de vara de largura a 440 rs. o
covado sendo Irancezas o de muito bonitos padr's ,
escocez do algodao para vestido a 300 rs. o covado ,
brim trancado branco do puro linbo de muito boa
qualidade o muito encorpado a 1400 ra. a vara pecas
do bretanha de 0 varas, do puro liohoa 3200 rs a vara;
aJvorle so aos compradores quo todas estas fazendas
sao limpas e do boa qualidado alcm de outras muitas
la/ondas por barato preco : na ra do Collegio loja
n. 1, de Antonio de Azevodo Y illarouco & Irmao. (47
13Ycndc-sesal de Lisboa, em grandes e pequeas
porees; na ra da Mocda armazem n. 7- 2
13Vende-so farolo em barricas vindo de Lisboa ,
ao bjr:to preco de 4500 rs. ; nos arma/ensdo Bra-
guez ao p do arco da Conceiio e de Antonio An-
nes no largo da Alfandcga. 4
13Nos armazens de DiasFerreira, ao pi! da Alfan-
dega c na ra da Mocda n. 7, continua sea vender
barril de superior vinbo da Figueira. 3
5_ Vende-se tira Jvradudo Rio de Janeiro, em
ciixas de 180 libras dda urna sortidas com ve'as de
meia libra at 10 em libra; no eruiazein de assucar da
ra daSenralla-Velha n. 110. 4
5 Ver.de-se muito boa farinha de mandioca, por
barato preco ; a bordo do patacho F/or de Maruim e
no h ate Conceiplo, fundeados defronle do caes do Col
legio ou no armazem de porta larga defronte do
mesmo caes junto ao boliquim da F.slrella. 5
4 Churuloi regala.
Na ra da Cadeia do Recifo n 46, ha setnpro um
grande e esplendido sorlimento destes abroados charu-
tos vind s recen (emente da Rabia ; assim como gran-
de sorlimento de vinbos do Porto, .Madeira, Xerry e
agurdente do Franca ; lado se vende mais em conta
do que un outra qualquer parte. 7
4Vende-le um crieulo bom Irabalhador de enxa -
da por pre^o comm do: no lim da ra da Aurora
n. 40. 3
4= Yendo se urna inobilia com pouco uso toda de
Jacaranda contendo 20 cadeiras um sopli duas
baase bertas de pedra marmore e urna banca re-
donda de tneio de i-ala tambem cubera da mesma pe-
dra ; a fallar com o Sr. Manoel Jos V reir na loja
de cambio da ra da Cadeia. 6
4\ ende-se urna preta mui boa eozinheira lava-
deira, fa/ todo servico de urna casa, muito fiel humil-
de o sem vicio de qualidade al^um ; na ru atrax da
matriz da liua-Yisla, sobrido n. 11. 4
3 Vndese um atlas geographico ; grammatica
franciza de Si-vene ; ditaingleza de Constancio; his-
toria universal de Bossucl ; dita sagrada; Selecta; bur-
ro do Salustio ; geographia de Gaultivr; as cartas geo-
grapbicaiem poni grande : no pateo do Carmo n 3.
;j Vende-so um preto crioulo e um moleque ,
proprios para qualquer servico ; vendem-se pira ajuste
de contal: na ra da Cadeia-Xelha loja n. 29. (3
3 Vende-ie um nioleque do bonita figura, de
idado 16 andoi, bom eotinbeiro o he ptimo para
todo o si rvico de urna casa ; na ra do Aragao, sobra-
do n. 12 *
3 Vendem-so duas moradas do casas terreas no-
vas, sit'snarua da Concordia : a tratar na mesma
ra n. 3 de inanlia at as 9 horas o do una as 4
di tardo 3
3=Vor.de-so un escravo de nac3o sadio de boa
estatura bom pescador canoeiro o padeiro, bem
fallante c proprio para todo o servico ; ao comprador
se dir o motivo da venda ; um dito sadio do boa es-
tatura bom vaqueiroe proprio para todo o servico ,
com espetialidado de campo ; na ra da Cadeia do
Recien 40 6
',', \ ende-so urna escrava do 2o annos de idade.
de boa figura cjzinlia o diario de urna de casa e lava
de 3= Vendem se 50 uiilheiros de cachimboimui bem
leitos para embarque por preco muito comniodo ; na
ra Nova n. 67. 3
Ti Vende-so um bom piano inglcz em meio uso,
por 80/ rs. com muito boas vozes para qualquer
pessoa aprender ; movis do varias qualidade*, por
preco commodo ; na ra Nova loja de trastes n. 67.
3 Vende-se urna preta de naci de 30 annos ,
por preco commodo ; na ra do (^abug n. 5. 2
3- Vende-se um forto-piano, por preco commo-
do; na ra da Cruz n. 7, primeiro andar.
Yendem-se boas caitas de tartaruga proprias
para rap por preco commodo ; na ra lara do Ro-
zario n. 50. 3
3 Vendem-se 4 cscravas de naci, muito mocas,
proprias paia todo o servico e s8o ptimas quitandei-
rus ; urna d.ta de nacao de 26 annos, cozinbeira e
lavadeira de sabio ; urna negrinha de ll annos, muito
linda com principios de costura ; um moleque mui-
to bonilo de 12 annos ; un molecole de 17 annos ,
para todo o servico ; um mulalinbo de 16 annos, opti
mo pagem ; umnolequede 14 annos, para todo o
servico ; na ra das Cruics n. 41, segundo andar. (9
3_. Ytndiin-se3 escravos para engendo com 3
(lliosde 7 a 10 annos a dinheiro ou a prazo ; tam-
cm IrocSo-s por algum predio nesta praca; igual-
mente vende se urn carro de 4 rodas ingle/, para um
cavado com cavado e arreios : na ra de S. Amaro
n. 6, si- dir quem vendo 6
3 Vendem-se, pelo barato preco de oito mil ris.
Iiapos de castor branco, do ultimo gosto : na praca
da Independencia nmeros 24, e 26. (3
3 Vendem-se mccii d* farinha ditas de arroz
pilado, ditas de midi ditas do arroz do casca, ludo
muito bom e barato ; na ra da Cadeia do Rec;fe n. 8.
3__Vende-se um palanquim com vidro e palha sem
defeito algom ; um violio com sua caixa ; um relogio
de parede ludo em bom uso e por preco commodo :
na ra do Nogueira n. 40.
3= Vende-so urna prcla da Costa, muito moca, e
de bonita figura, sem vicio, e nem achaque algum ; a
vista do comprador se dir o motivo por que se vende :
na ra das Cruzes n. 15. (*
2Vendem-se duaa pretal parida, mocas, com
bom leite sabem engommar perfeitamente, cozinbio,
cosem e com mais outras habilidades e sio de bonitas
figuras; 3 negrotas de 13 a 16 annos com habilida-
des ; um preto de 20 annos; urna preta de 36 annoi ,
cozinha bom e vende na roa por 300/ r. ; na ra
das Flores n. 21. 7
2__ Vende sosal, por preco commodo ; asstmcom
oleodelinhacaem barris e quartolis; a tratar com
Firmino Jos Felis da Roza & Irmo na ra do Viga-
rio n. 23, segundo andar.
2 Vende-se um piano de Jacaranda de muito
boas votes e por preco commodo a vista de sua qualida-
'de ; na ra do Crespo loja da esquina n. 4. 3
2 A bordo do briguo brasileiro Feliz Unido, fun-
dcadodefrontodo Passeio-Publico vende-se farinha
de mandioca muito boa por grosso e a rctalbo. 3
2 Vende se, para forada provincia urna escrava
de naco Angola de idade de 14 a 16 annos, cose ,
engomma e cozinha o diario de urna casa e he de bo-
nita figura : na ra por detraz dos Martyriosn 66. (4
2= Vendo-se urna pequea armacio de taboai de
pinho muilo proprias para forro de obras de marci-
neiro ou qualquer tapamento por muito commodo
preco e todo o nogocio so fara ; na ra do Sol, junto
a serrara do Snr. Queiroga n. 17 ; na mesma casa
vende-se urna cabra de leite, por preco commodo. (6
2Vende-so urna mulatinha muito sadia, de 14
annos; na ra do Collegio n. 1. *
2- Vende-se um preto de 20 annos de boa figu-
ra canoeiro e de todo servico ; urna preta cozmheira
e lavadeira por 580.000 rs.; urna dita por 200.000
n. ; urna bonita parda de 16 a 18 annoi, porleita
costureira e engommadeira ; na ra Direita n. 81. K
2 Vende-se um preto de naci Angola embarce-
dlo ; na ra do Pilar n 111. 2
1= Vende-se una pareha de canarioi de imperio,
muito cantadores e de boa qualidade, por prego com-
modo ; na travessa das Cruzes venda n. 10. 3
1 Vende se um guarda-louca, e um guarda rou-
pa ; no Atierro dos Afoga-Jos, sobrado n. 31. 2
I- Vende-se azeilc de carrapato a 7 patacas, a
quem comprar de 10 caadas para cima ; na Soledade
indo pela Trempe quaii ao p da igreja caa n. 7.
Lembra-se
[aos apaixonados do cxcellenle rap
Principe da fabrica de Gasse do Kiode
Janeiro que acaba de ehegar, pela bar-
ca firmeza una poixao de libras e
meias ditas desle agradavel e delicioso
rap nico existente nesta provincia ,
que pode supprir a falta do l'rinccza de
Lisboa ; seu preco be de i4'oo rs. a li-
bra e vende-se na na da Cruz do Re-
cife, deposito de rap n. 38 no mesmo
deposito se cabao a venda, eiti libras e
meias ditas as qualidades de rap j
bem condecidas, como sejao : Frinceza
lino, grosso, c meio grosso tambem
ebegados ltimamente e pelos piecos
j anntinciados. (20
l=Vende-se um quarto e urna beata, por precisio;
no armazem de sal de D. Joanna. 2
Noticia aos professores de primei- s
ras le tiras da provincia.
A livraria da esquina da ra do Collegio recebeo e
tem venda por preco commodo os seguintes livros ele-
mentares compostes pelo Sr. Luiz Francisco Midozi:
compendio de grammilica porlugue/a publicado em
1842 ; compendio da historia de Portugal 1843; ex-
positor poiluguex terceira cdcSo de 1842 ; estes
cscriptos elementaressogeralmenle estimados em Por
tugal como os melhores que tcem apparecido neise
genero para inslruccio dos meninos e o Sr. Midozi ,
que he i-onbecido por sua variada instrueco lem me-
recido os elogios dos jornaes portuguezes pelas pu-
blicares destes compendio! que boje se adoptio ge-
ralmcnti) as escolas do reino. 14
1 Vende-se urna casa terrea bem construida sita
no becco do Padre Lobato n. 4 ; a tratar na ra do
Collegio n. 14, primeiro andar. 3
1 Vende se, pora liquidado de contal, e por
preco muo commodo o seguinle : um piano ham-
burgus em meio U60 um candiciro de machina
( carsel ) patente um clarinete usado em B Um
bracalete de coraes azucs encastoadoscm ouro a peso
e som fetio um transclim em bom estado um par
de (velas para suspensorios dous alfinetes de ouro pre-
sos por urna proporcionada corrente : a tratar na casa
n. 15 ao lado do novo thi atro no largo do palacio do
governo ; adverte-se, que ludo se vende impreterivel-
menle al o dia 23 do corrente, pelo menor preco
odrecido. *'
1 Vendem-se 3 escravasde naci, de idade de 2o
a 55 annos, boas lavadeirasde sabao e varrella, co-
zinhio o diario de urna casa engommio liso o len-
do urna dolas boa co/inheira e engommadeira ; urna
dita de idade de 18 annos, com principios de costura ,
cengommado; um mulattnhodo 16 a 18 annos, bom
carreiro e he ptimo pagem ; 2 escravos de naci, bons
para todo o servico sendo um dolles canoeiro : na
ra Rireila n. 3. 8
1 Vendein-se 3 barris de viuho do Porto de su
perior qualidade, de oito em pipa por prego commo-
do para fechar contal; no largo do Corpo Santo
n 17. *
i = Vende-se arroz branco por alqueires e por arro-
bas saccas de milbo e arroz de casca ; tambem garra-
fas de Imla de escrever, e meias ditas ; travs de lou-
ro de 50 a 56 palmos ludo por preco commodo ; na
ra do Rrngel, venda n. 50.
1__ Vendem-ie duas pretil boas engommadeiras,
cozinheiras e fazcm todo o servico de urna casa ; duas
molers muito lindas, o boas para sorcm educadas,
urna de 12 annos e a outra do 16 annos ; urna preta
de meia idade por 2o0 rs. cozinha, engomma e he
boa lavadeira de roupa ; um pequeo sitio na Varzea ,
com osa o arvoroJos de fruto ; na ra do Crespo n.
10, primeiro andar. "
1 Vende-se urna colleccSo do Panorama enca-
dernacio inleira; na ra do Collegio, botica n. 6. (2
1_ Vendo se o muito superior o acreditado rap
grosso e meio grosso da labrica de Gasso do Rio de
Janeiro, em libras e meias ditas, o as oitavas; em
Olinda lojasdosSrs. Domingos Jos Alvos da Silva,
nos Qualro-Cantos; Antonio Ferreira defronte da
cadeia; o Manoel da Silva Amorim na ladeira do
Varadouro. ">
__ Vende-se superior vinho do Porto, engarrafado
de 1819 dito da Madeira de 1835, e chapeos de cas-
tor ; na ra da Cadeia-Velha n. 21 primeiro an-
dar.
=Vende-seuma escrava de bonita figura com urna
cria de annoe meio a qual sabe lavar de varrella, e
he muito boa rendeira ; na ra das Trinchoiras n 23.
__ Vende-se um adoreco e uns brincos de pedras
muito finas, e encastoadas em ouro c prata ; na ra de
Agoas-Verdes n. 15.
=- Vende-se urna laholeta do ourives, e doui ei-
pelhos do parede ; na ra de Agoas Verdes n. 15.
= Vendem-se ricos cortes de seda branca para ves-
tidos de noivas lindas capcllas de llores brancas le-
quecom plumas luvas de pellica enfeiladas de mui-
lo bom gosto, sapalos do-setim branco, borzeguins pa-
ra homem e senbora mantas escocezas, brins de listrai
para calcas chapeos pretos franceses para homem e
um sorlimento de outras muitas fa/endas do gosto, por
preco commodo; na ra Nova n. 8 c esquina da ra
do Cabug n. 11, lojas de Amaral & Pinheiro
= Vende-se caf a 120 rs. a libra dito a 140 rs.
a libra manteiga a 640 rs. a libra, dita a 360 rs., di-
(a de porco a 560 rs. a libra toucinho a 120 rs. a li-
bra ea 100 rs dita, cevada a 320 rs. dita, cha a 2210
rs. a libra dito a 2200 rs. dita velas do Porto imi-
tando espermaceto a 360 rs. a libra, bolaxinha in-
gleza a 160 a libra presunto a 320 rs. dita quarti-
nhssa 120 rs. cada urna azeitonasa 160 rs. agarra-
fa, e todos os mais gneros pertencento u venda: de-
baixo dos ireos da ribeira da Uoa-Vista venda do Pu-
aleo.
= Vendo se urna preta, parida de pouco, com mui-
to bom leite, sem filbo, bstanle moca, pois foi a pri-
meira barriga que leve, sabe engommar, cozinhar, o
coser solrive : na ra da Aurora, segundo andar, casa
n. 54.
3 Vendem-se lindos cortes de cassa chitas de qua-
dros e listras a 4500 rs ditos de tarl..t na do ultimo
gosto a 8000 ss. corles de cambraias do listras de co-
res a 4200rs. cortes de riscados de quadros e de goi-
tos muito modernos, pelo barato prico de 3500 rs. ,
cortes do chitas de bonitos padres e cores fixas pelo
barato preco de 1700 is., bretanha de rolo de supe-
rior qualidade com 10 varas, a 2200 rs. brim de
quadros para calr;asa 480 rs o covado pecas de ma-
dapolio de todas as qualidados, por preco con modo ,
e outras muitas fazendas por barato preco ; na ra do
Crespo n. 8 loja de Campos & Maia. 11
Vende-se cirvn de pedra mindo ,
proprio para uso de olicinas de ferreiro,
em grandes e pequeos porces, e por
mui barato preco : na agencia da Coin-
panbia Brazileira de Paquetes de Vapor,
ra d' Apollo. 11. G.
Queijos londrinos muito frescos a
48o ris cada libra, no armazem 11. 44 ^a
na da Alfandega Vellia.
Vende-se farelo, pelo mdico pro-
co de 4000 e 256o rs. ; na roa da Sen-
zalla- Ve Ida d t38. 4
Escravos Fgidos
7=Na noulede 9 do coi rente desappareceriio,do sobra-
do novo da Capunga dous oscraios com os signacs se-
guintes : Domingos, alto o corpulento de idade de 22
a 23 annos com urna cicatriz na testa ps grandes ,
com um fero no pescoco ; levou ceroulas do algodao e
camisa de bala encarnada : Concalo baixo do corpo,
de idade de 26 annos, muito vivo e alegre levou rou-
pa bastante, jaqueta de panno fino, camisa fina c tam-
bem do bata encarnada ; sao do naco Gabao : pede-
se portento a todas as autoridades policiaes o capilSes de
campo o favor de os apprehender e leval-os no dito so-
brado na Capunga ou na ra da Senzalla-Velha n.
138 que os portadores serao recon pensados com 1008
ris. 11
3=No dia 14 do corrente lugio um prelo de nacao ,
de nome Antonio Cinje de idade de 30 annos, den-
les aberlos, mas calejadas, com urna corda na cabera,
muito alegre peitos botados para lora estatura re-
gular ; lovou camisa e ceroulas de algodao e chapeo
de palha pintado ; quemo pegar, leve ao Atierro da
Boa-Vista n. 45 casa da viuva do Dr Bri'.o 7
50$000 ris de gralificaco.
3= Desappareceo no dia 2de junho do corrente an-
no um moleque, de nome Estevao, idade 12 annos,
pouco mais ou menos, bonita figura, baixo, cheio do
corpo, rosto redondo, nariz chato, beicos grossos,
P' s pequeos, e os dedos curtos e aber.tos ; tem urna
lettra Aem um dos peitos; he muito ladino, e
parece crioulo : quem o pegar, levo-o ra do l.ivra-
mento n. 38, quo rcccbcr a quantia a cima. (8
1__ Fugio a prela Caetana de naco Benguela ,
de idade de 25 annos, baixa seica do corpo, cor pre-
ta com falta do doua denles da frente do queixo su-
perior bci' o inferior vermellio tem um dos lados
do queixo mais grosso c com um signal de fstula ;
tem urna queimaduia em um dos bracos e una per-
ita mais grossa do que a outra ; andava vendendo agoa;
desappareceo no dia 14 do crranle me/. : quom t pe-
gar, leve a ra de Agoas-Verdes n 21 que ser bom
recompensado. 10
PEH>. ; NA I'VP. DE M. F UEFA RA lfoq.&.


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