Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05368


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Full Text
Anno de 1845.
O un ra cira 18
O DIARIO publica-sc lodosos das que
nSoforein de guarda: oprimo da assigiia-
tnra hede-i^rs. por quartcl pagm adiantiiitot.
Os annunctns dos asslgnantes sao inseridos
a rasfiodo 20 ria por linha, 4o ra. om typo
diflfcrente, c as repelieses pila melado.
<1 que nao foroiu asslgnantes pago 80 rs.
por llana, e 100 em typo dlfferente.
P1IASES DA LOA NO HEZ DE JUHHO.
La nova a 4 as 10 li. c 48 min. da tarde.
Crescente a 13a I hor. e 24 min; da man.
Llia clioia a 19 as 8hor. e ;">S min, da tarde.
Mingoaiile a2 a 1 hor. e 7 min.. da tarde.
PARTIDAS DOS CORKKIOS.
Goianna Parahyha, o Rio Grande do Norte
Segundas o Sextas foiras.
("abo, Seriiihaom, Ro l-'ormoso. Porto Cal-
vo, o tlacoyo, no I lio 21 de cada niez.
Garanhuns o Honito a 10 e 24.
Boa-Vista o Floros a 13 e 28.
Victoria Quintas foiras.
(Muida todos os dias.
PRF.AMAR DE 1IOJE.
Primeira as .'1 h. e 42 min. da tarde.
Segunda as 4 h, c minutos da inanhaa.
ARIO
de Jiinho.
Ai.no XXI N. 152.
DAS DA SI-MANA.
l(i Seunda S. Jo o franciscoUrgs, and.
!< do .1. de l>. da >. v., o do I. M. da -1. v.
17 Torra o. Tlierata, and. do J. di' I)
da 1. v, o do J. dos Fritos,
1S Ouarta S. Leoncio, aud. do J. do
a 8. vara.
l'l Quinta S. Juliana, and. do Juiz d(
da 2. vara, e do J. M. da 1. e 2. v.
20 Sexta S. Silverio, aud. do J de l>. da I
v. do clvel, o dos J. dos Feitos.
21 Sabbado S. Lult Gonxaga, aud.
de D. da 2. vara.
22 Domingo S. Paulino,
I'
D
do J.
CAMBIOS NO" DI \ 17 DRJUimo.
Cambio sobre Londres.....2 '/.
.. Pars 373 n'is par franco.
i, Lisboa ISO por lODde prein.
Desc. de let. de boas urinas 1 ", I '/. p '
Oiiro Oncas hespauholas 3l*TiO0 a SlTMO
Moeda do 6/400 vel. 17*500 a I7*W0
.....IcO iOlluov. i:.:in'i a I7|500
de4*TK)0 .'i ii a U >00
/Va-Palacoci .... IJMW a 1^980
Pesos Coluinuares. 1*080 a 2^00o
i. Ditos llexioinos I-/':' 'I a l/:KI0
IMoedas de i patac. I.#280 a l,f 500
Aeros da C do Bebcribe 50.#000
'

INTERIOR.
CEARA'.
CIDA DE DR SOBRAL.
Do Pedro II. lranscrevoini)9 o s gainte :
O estado do desmoralisacio aniquila as sociedades
mais I i'in orgonisadas e estabclecdas; (anto mais quin-
to aquella parte das pessoas que, pula sua posic.ao, e
rathegora importante e grada, do quo se acbao revesti-
das, nao trato do reprimir os crimes. Equando ellas
sao a9 primeiras ,i apoiarem os criminosos, entilo dessp-
parerem o respeito e o temor das luis; coda um julga-
so haliilitado i praticar quanlos desatinos llies pdesug
gerir suas paxes, quo, nao contando com a repressao
legal, produzem calamidades espantosas ; passamos ao
primitivo estado da natureza, onde s se respeita a Tor-
ga ; a loi he a cada passo violada ; a autoridad, sem o
prestigio e energa, que I he ministra aquella, he dosres-
peitadt, e menoscabada ; a virtudo o honestidado suc-
cumbem ; a anarebia, a desmoralisacio o o crime, pas-
tando a oceupar esse vecuo, amcarAo com suas hnrriveis
cataduras devorar tudo. Eis a presento situacao de nos-
sa provincia ; nio sio declmateos; as provas esto abi
patentes a todo mundo : quando a primeira autotidade
emmaranba- so cegamento na tortuosa carreira das rcac-
coes, das violacdes flagrantes da legislayio, d> stituindo
e invertendo, sem discrirao, a macbina poltica judicia -
ra administrativa, que foi entregue a turbulencia, a
anarebia, c al ao propro crime, ter-se-ha cm resul-
tado p apparocimcnlo do que se observa om todos os
pontos ; para isto loi, que se conliou a taca mimosos o
poder; s dest'arte podera ser extorquido oolodopo-
vocearense, manil stado livro e espontneamente as
cleirScs, que lorio annuladas polo anarebisadorcon-
ventculo da cadoia-velha. E so assim nao fra ; seos
cacelistas nio contassem com a decidida cosdjuvaQao do
governo; se, quando abusassem do poder, solfressem in-
mediata punicSo, o nao tivesscm os applausos e elogios
da faceto desorganizadora, o esanceio do administra
dorda provincia, nao haviamos sem duvida do lamen-
tar as deploraveis secnas, que so vio reproduzndo pe'
Jardim, Grato, Aracaly, IpO, etc., c para cumul i dos
desatinos o que lia pouco tono lugar cm Sobral!! Quom
be criminoso persegue o innocente ; os processos sAo
postos em almod.i : quem devra excrcer o cargo do
jui/. do direito oecupa o municipal; quem cumpria es
tar de uosso desle lioa privado ; porque umterceirose
encaixa no primeire, para dar habeaicorput fi assas-
sinos, abalisal-os, para ser invadida a villa por gnnle
dessa laia, parase commellerom horriveis morles, para
emlirn reinar a anarchia, com que sealimenlo ; quom
loi cleito totalmente juiz de paz ec marisla, >-se s-
bulbado dos seus emprogoi, quo panto a ser preenchi
dos. pelos que derramaran a ronslernacao, 0 pranlo, e
o luto em urna cidade, mandando espingardear o povo
inerme, quando nunca folio eleitos ; quem deve pro-
cessar os prevaricadores, passa a ser por estos, e assim
sao violentanier.tu cxpellidos da comarca suas prmieirus
autoridades, por um scelerato subdelegado.
Ora, quem consent1, tolero, c d lugar a csso estado
de cousas, no be o "-r. \ asconcellos Qual a provi
dencia apresentada por S, Eso. pura conlor os abusos,
quo vimos de enumerar i' Em lugar de demiltir esse
insolento subdelegado, pelo seu inaudito procedimento,
monda exigir doli informttfOtl, o traa do atlribuir es-
sas monstruosidades o i inmoralidades ao juiz de direito.
queostava cumprindo o sou dever, ruspoosabilisando 6
tres empreados prevaricadores A' vista desso inqua-
lilicavel proceder de S. Exc., o que so deve cohibir he,
Maifcn -rt,
CAUULLNA NA SICILIA. (*)
I saitguine [wtlus
DIVISA DA olilil M ni. s. l M l-.H i,
SEGUNDA PAUTE.
Continuado do Capitulo XXI.
Una pessoa hnvia, cuja nomo o discreto Folio so aba-
leva do pronunoiar, api inr de srrem siian visitas a Fi-
cutta flequen lene notorias; era Lucilu Migliacoin, prin-
ooia do Partauna, joven o linda finta licilianna, quo
soubera entivor o curaran do vellio miniaron, e <|ue dos
ftbyanoa da pulir, em qnc a sua viuve a baria langa-
do, iinlia devir a ser, por un lance de fnrti.ua, e algu-
inas semanas apenas depoia da norte de Carolina, rainha
fantiislica das Duas-Sioilia, snb O titulo do duquesa de
l'l.iridin. Kssa nova Mainteiiiiu podera ter tomado im-
periu ,ili- idiiiu sobro u espirito de sen real amante, mas
ella s cuidava em vivor alegrcmcnto, o eom tanto ciue
lin- nao cstnrvasseni os |iraieros, por nnda c ingera nos
negocios do Ksludo.
Tornada a i do simio que litera, Carolina nao pode
deixar do aorrir-ao de Mtiaifio. As infiirnincoes que
acabara do dar-He o criado, esobre ludo a maueira pon-
en cortea porque lord Bentinek baria sido despedido,
I lie prnvaiai, que ella nada baria perdido dir sua iiiBnen-
() Vide Diario n.' 131.
quo nao he estranho a csses torpes manejo;; porque en-
tilo oulra seria a sua marcha; nao o veramos rebalsar-
se a ponto de, com quebra do sua autoridado, servir de
echo do sua faccSo, attribuindo ao digno juizdedirei
todeS bral o que s foi obra de sous mimosos cacc-
tistas ; portn caro lliocustou sua imprudoncia: a res-
posta quodcoo Sr. Machado a essa torpe insinuaeo, e
que agora fazemos publicar, dispensa-nos do entrar na
minuciosa analyso da figura trisle, que tai fazendo S.
Exc. no governo da provincia.
Ora, linhSoosSrs. Machado e Theopbilo, so eslives-
sem as prisoos publicas do subdelegado Rufino, bem
que esperar pelas providencias do Sr. Vasconcelos ; pois
quedopoisde A dias do recebiinento dos oflicios, que
lite dirigirao, oxpondo o monstruoso procedimento bavi-
do para com clles, e reclamando modidas enrgicas,
que os pozessem acoberto das violencias, que Ibe estavao
imminentes, lio quando manda-se inlormar ainda do
subdelegado, e isto mesmo quando j sabia-se, que se
achavSo fugitivas nesta cidade as duas primeiras autori-
dades da comarca Nem tanto Sr. Vasconcellos nem
tanto escndalo E que espera S. Exc dando ISoter-
riveis exomplos de immoraliia le ? Ms emllin tudo
toremos de >r ; porque o Sr. Vasconcellos nao gover-
na a provincia, assigna de cruz o que Ibe aprsenla o
louco e mal intencionado secretario, que be capaz de
tudo e para tudo : pobre Ccar !
N. 10. Com dissabor recebeo este governo aj>ar-
ticipacao, que Vmc. Ibe dirigi em seu olTicio n. o, de
9 do corrento, enmmunicando mo ter-se emlim reali-
sado o facto, que a 21 do p. p., em officio n 2., Vmc.
prevenio A esta presidencia estar abi a acontecer, em
consequencia do processo de rcsponsabilidado, que Vmc
eslava formando ao subdelegado dessa cidade, o coro-
nel Rufino Eurtado de Mendonca, quo diz Vmc. o ac
ha de processar, e ao r. Manoel Theopbilo Gaspar de
liveira em crime de resistencia sordens legacs.
Mu sonsivel me tem sido essa anarchia judiciaria,
que por abi vai grassando, e que s lera fim, se as pes-
soas, qne nclla se loen envolvido, o qu^ suppunha pru-
dentes e circumspectas, deposercm por um momento
seus odios, e resent inenlos no aliar da patria, econver-
girem, para quo de urna vez elles nao dem nuis moti-
vo a procedimento lo represado no |uizo de lodos os
homens sensatos. Esse triste estado eu previ, logo que
Vmc. encetou em vesperas i leitoraes o passo, que unlia
dado na carreira dos processos. E como, para poder
dar urna providencia tal, que inteiramente ponha obs
taculo a conlinuacodessasscenas. seja-me preciso en-
trar no verdadadeiro conhecimento desses fac s, passo
a pedir informacocs ao subdelegado, e, logo que ellas
mo ebeguem. tomarei as medidas administrativas, que
estiverem ao meu alcance, o que o caso pedir. Entre-
tanto espero, e cunto que Vmc. so porle do modo, que
concurra para o s.,cego dos espirito*, que nessa cidade
se alteraran do pouco lempo para c.
Dos guarde a Vmc. Palacio do governo do Cearj, em
17 demaiode 1815. Ignacio Coima de Vaiconcel-
loi. St. Dr. Antonio Jos Machado, juiz de direito da
comarca de Sobral
Illa), e Exm. Sr.Em additamento ao ollicio que
em data do S) do presente mez dirig a V. Ex. relativa-
mente a ordem de priso que por parlo do sublelega-
do do polica da cidade do Sobral, Rufino Furtadode
Mondonga, me foi intimada, enho a dizer a V. Ex.
que, nao leudo querido eu annuir a lo Ilegal quio
monstruosa ordem de pristo, foi no da seguinte, 10 do
correle,ao amanhec r, a casa da minba residencia cer-
cada por20 pracas de 1.a linha e G.N .coinmandadas poi
r-raifm-rtr-iiwr -vr- vi1Mlir*""*""' "****"*''*'
familiares os mais ntimos lli'a podia disputac. Ella po-
da appliear-se o profundo dilo do Tatito : A soa ima-
gein eslava lauto mais presente quaulo olla eslava au-
sente.
So o roi nao caca nem pesca, porguntOU olla i Fe-
liu, priisegiiiudo u seu interrogatorio, 001 que passa ello
o lempo?
Em ouvii- missat cconfessar-se. Feolia-ae dias in-
leiros com O sen confessor, n padre Cacoamo, o todaria,
apelar da onntiaiie.i a toda prora que elle musir a s. re-
verencia, e da (pial lio S. reverencia to digno a tudos os
respeilos, v-se claranioute que S. magostado nflo est
inda consolado da niorte do padreStraaoldi.
Ora, tere en de onvir sempre tallar desse frailo?
Bsolamou a rainlu com violencia. Ignoras lu que o seu
minie nunca deve ser repelido em niinlia presonea .
Ku nao osabi.....lageatade. Agora tico advertido;
e antes corlaroi a lingiia com os denles do que violarei a
prohibilo.
O padre Slrasnldi era um jesuta que havia sabido
tomar tal ascendente no animo do re, qne este nada maU
fjzia, nem pensava senio por sua inpira{ao, cale Ibe
linha medido em cabrea de-lo poreonreasor n rainha
mas Sttaaoldi morreo do repente, e ns inimigoa de Caro-
lina aecuearao-na de se barer desfeito dello, pera abalar
no nasoedonru urna riralldadc cuja torea tema, listes
niniairoa rumorea aerrilo multo nos nnibiciosos prujeo-
tos dos Ingleses, para que elles nao proearaaaesB propa-
ga-loa e rato-Ios acreditar; 0 para mais odiosa anda tor-
nar a miillior que elles querido perder e substituir, jiin-
l.ivn, que ella era capaz de ludo, o que ao embarear-so
para a Sicilia ordenata que se pozesse fugo nos angolut
de aplos. *
l.'io mais longe anda: na occasio dessa molestia do
Lugar-tOlienle, da qual Fernando disorn somonte duas
palavr.-is de passajeiu nnposl-soriptuui da sua carta a rai-
nha, clles iiiuriiiurrao prfidamente o nome do vene-
umtencntcc acompanhadasdo um offleialdejoitica.mo
nido do mandado para cITectuar -so violentamontea minba
priso ; o porque as portas de minba casa naofossem a-
herlas, e j:i so tivesse panado mais de duas horas que
ella se achava cercada, declaran o commandanle da es-
colta a um mano meu,que, logo quo so ompletassem -1
horas de cerco as portas torito escaladas, o cu levado
pristo! Nestc interim appareco-mo o alfores e com-
mandanle do destacamento do l.anha, Antonio Joa-
quim da Silva Tamborim, e mo declara ter esohdoo
referido subdelegado quo fosso levantado o cerco, mas
com a oxpressi comlc de cu me retirar immediata-
mente do comarca,c quo.se o nao fizeise, seria imprete-
rivelment' preso. Em semolhanto eollslo achei roail
conveniente e prudoule subjeilar-me a ausentar-mo de
minba comarca, o que fiz no di* seguinte conjuneta
mente com o juiz municipal o Dr. Manoel Theopbilo
Gaspar do liveira, relirando-me para esla cid ule, onde
che-uei boje p la urna hora da tardo, o aqui me ado
para recebar as determiostoc de \. Ex.
ueste procedimento monstruoso e revolt.inle do sub-
delegado collige -so claramente, que o seu lim prin pal
era arredar-me de minba comarca; para que ossim lirre
da 1.a autoridado judiciaria da comarca cm quem en-
conlrava obstculos a seus desvarios e de seus aiMClas,
continu na carreira delles, levando a elleito sous te -
nebrosos planos do cruel perseguirlo contra s-us ad-
versarios polticos, e cerlamenle lendo tamlem poi
fim.usando de taes meins.alcancir um Iriumpbo oleito
ral as prximas eleioom Oque.porm, assis be de
lameaiar he que tao rorollante procedimento do subde-
legado,muitos dias antes que elle liteue lugar, fosse an -
nunciado e applaudido tas salas do palacio da presiden-
cia como acto muito glorioso, quando era do esperar
que elle losse altamente cstigtnatisado o punido severa-
mente.
Dos guarde .i V. Ex. Cear, 1" de maio de 18V.
Illm. e Exm Sr. Ignacio Corris do Vasconcelloi, prc-
lidenle da provincia. Antonio JtU N 11Sendo-me hontem entregue o seu oflicio de
17docorrentoem additamento ao de '.l.lomesmo.ja res-
pondido, em quo,dando iiio Vmc. cunta dos motivo! de
sua rinda a esta capital, pede previdencias a respeito,
tenboa dizer-llie, qus be para lamentar a continua re-
producn de actos de somclbant nalureza, que nada
menos importa que um systematico ; irrefleclido procc-
dimenlo, improprio da prudencia, o discerniinenlo de
um magistrado, que devia ler em lempo obstado a
quo ehegaitem as cousas a esta potii;io, inteiramente
roprovada pelo bom 160(0.
Na deficiencia inda de caba s informaron, quc.co-
mo ja disse em meu primeiro ollicio, tenbo exigido da
Otoridade de quem Vm. so qucixa, nada por ora mo
cumpro resolver; derendo-lbe nolar, que a gratuita
o menos pensada iniinuacio, com que Vmc. ultima o
s.-u dilo ollicio, ha inteiramente dostitunja de todo o
lundamento, e indigna de urna autoridade que abe, o
fa/. respeilar a sua posico om face da loi Dos guarde
a Vmc. Palacio do governo do Ceara.em 20 de maiude
18',;, Ignacio Coi rea de Fasct.ncelht. Sr Dr.
Antonio Jos Machado, juiz de direito da comarca do
Sobral.
Illm. o Exm. Sr.Depos de minba .bogada n
osla cidade me foi entregue o oflicio de V. Ex. de data
de 17 do corronte em resposta ao quo eu la cidade do
Sobral baria dirigido a \. El.,participando o mol-
anle procedimento do subdeleg.do itulino Fui lado de
Mendonca, que linha processado-mo e ordenado a mi
nha pristo, e quo nisto nao s linha obrado Ilegal-
mi, o essa lorrircl patarra om breve paasuo do bucea cm
bocea. Aqui ora a apeutacao anda mais nliominavel ]
poli que ni traja va indas as eis da uatuceza: una nii en-
venenando um lilho !
Esta sella, a mais venenosa de todas quantas 0 odio
baria diaparada contra ella, llio fes noeoraefio, quando
a ferio, Inurivel oliaga, Anda que habituada, ha milito
lempo, a calomnias de toda s especio quo o furor dos
partidos deslilla e derrama eom tanto afn, easa era os
ocasiramente cxeccarel ; fcria-a, rasgava-Iho a libra
mais sonsivel, a maternal. Alas, no momento em que nos
acbnuiis, csses infames boatos anda nao hatillo chega-
do ans seu6 ouvidos. Ella sabia sim, o que j nto era
pouco, os que liavia ooeasiiin.idn amorte do Slrasnldi 1
oporissn nao [india nunca ouvu pronunciar esse no-
me, t ni que a sua alma so retoltasse do indignacao,
foruando porm esteta longe de lomar aaeouaaa tanto
ao tiro: os iiegooioapolticosniu Ibe imporlavto abso-
lutamente; so Ibe davlo cuidado ns obstaoolot vul;;aros
que interroiiipiao ocurso do sua DCCUpSCdOs, qoero di-
ier de suas desoecupaoSea qnotidianas.
Assim oliaviao criado, coni ajuda da ualureza. O prin-
cipe deSan-Hloandro, seu preceptor, o tinha rdacadn,
lo como mu re, man como um athloia destinado a bri-
lliar o a reinar pelos exercioiut do Corpo, o 0 discpulo
bata pastado muito alm das eaperanoaa do mostr.
Naturalmente furto, robusto e orgulboso do sen vigor,
o real discpulo nao enoontrou segundo em a tirar o ii in
passaro toando, em derribar um corvo, oujavali, em
jomar um eataUo; corra comoEurtalo; pescara roo-
ibor e mais (pie Coilpigny; coima como son talaiav
l.uii XIV; que forca de horanca A vista disto, dcscobii
abi alguw lempo para o esludo e tralialbns du espirito!
Verdade he que lambetn ellb os nao procrate j rounin-
do na sua pessoa, em Igual grao, a ignorancia da ftirea
calora da ignorancia, era um chelo de barbaros om
sua pureza primitiva. Pouco Ibe mportava que amolcs-
[mjnle, mas quo ale o fado criminoso que servia do ba-
so a esse monstruoso processo era interamonle imagi
naci, polo qu i eu pedia providencias a \ Ex. em or-
doin a por termo SOS desvarios dessa aulori lado, c a
essa immoralidade que so estiva representanJ') em So-
bral; e pnslo seloslmento ro me ache no exercicio do
meu empreg i pelos motitos que expuz a V. Ex. om meu
oflicio de I" do presente mez, algo dever alguna cou-
si dizer a V Ex. ern relaeao a osla resposta de N Ex. ;
pois que nclla parece,se intenens de urna maneira atro-
cissima os meus actos, < mecumpre defender de iflo
calumniosas impulacSor, occasionadas cerlamenle por
ter V. Ex sido prfidamente Iludido por quom lio po-
derosamente tem concurrido para este oslado dosgraea-
dissmo cm que lem oslado a comarca do Sobral.
Quando eu esperara que \ Ex. sitamente reproras-
se o procedimento inaudito do SubJelegsdo do Sobral
i|ue levo para com as primeiras autoridades judioisriss
da comarca, dcsrespeilsndo-as, insultan loas com esso
monstruoso processo que loriou, ao ronlnriocom tna-
"oa vejo qu-'V. Ex parece justificar sdm Ihantc proce-
dimenlo.allril uindo-mo a causa d- lie, por toreu prin-
cipiado a rsanitar alguna processos de responsabilida-
de contra o mencionado subdelegado eoutros (mprega-
dos pblicos de miiib i comarca manifestando ao mes-
mo lempo que eu fui a isto levado por motivos ele to-
racs Sao he,poico,d-'admirar que tao d slealmento
se procure invonenar os actos quo na minba ultima
estada na comarca do Sobral pratiquei na qualidade de
juiz de diieito; porque, existid Jo o desordenado desojo
de apresenlar 10-0)0 tal qual nto SOU, paro que assim
hajao pietoxtosquo pareci justificar as sollicila(0es do
minba remonto da comarca do Sobral, o dealguma
turma justifique os desvarios das autoridades policiaos,
necesssrio be laucar mo deslos meios, risto a falla ab-
soluta do motivos justos e honestos ; mas realmcnto
nunca me persuad que esto desej.i cbogass" ao ponto do
que por alguma lrma V. Ex. jnstilicasse c consentiste,
que o subdelegado do Sobral praticasse seto tao contra-
rio a lei o a moral, e por isto reprovado pelos homens
honestos e sensatos.
So digo que V Exo eonsentio, be porque V. Exc. em
cu citado (illicio me diz, quo previo a rcnlisaoin deslo
aeiintceinieiito, logo que eu cheguoi a Sobral; o se V.
lito, previ,i, e desejaaso, quo elle uto apparcoease, em
poder de V, Eto. eslava dar provdenoiat cm ordem a
eviial-o; piirom assim nuaoounteeeo, ccoufossn com
luda a franquoia a V Exe que s persuad me que esto
aoniiteeitneiito so realisaria, quando fui bom informado,
que, senao a idoia.ao inenns o enoor.ijjmcnto para a
cxeoueSo dola, parta do lugar que j annuncei a V.
Exn Entretanto pasma mo rr a foifidada oom que V.
EXO me (Milpa (leste aeontccinientn de que cu e o dig-
no juiz municipal
o Dr Manuel Tbcofilo Gaspar de Ul.
vena, fomoi victimas, principalmente ditondu me V.
Evo. que por falla de nforniac/oe nto podia nada pro-
tidouciar 6 cerca desle estado do ouusas; eobrando V.
Bse assim, mostr cerlamenle multa prerencao contra
as duas primoiras autoridades da oomaroa, e connanca
desmarcada no subdelegado Rufino Portado de Mondl-
es Devo, poreiii, manifestar o prooedimeiito que tiro
em nimba enmarca, para que se CnnllOCO que nao nicre-
cn a inpiltacio (pie V. Exc. adrede me faz; pois (|ne el-
le fui sempre guiado pola lei e pelo justo o honesto, o
oeste sentido espero tcrjulgado pelos bomens scusati*
e imporoiaes;Juiso queso aprecio o muito respeito.
Quando em lins de maro > eheguoi a uiiulia comarca,
oentrei nooxeroiciodo meu emprego, contoquei logo
a primoira sctslo du jury no termo da cidade de Sobral,
puii que al cntao u.i linha sillo convocada no crran-
le anuo, o lugo abr a curroicAu ordenada pela le; tvc,
pois, do verificar se os juises oescriviea do tormo ob-
ta 00 morte onlrassem om sua familia, que os seus exer-
oilos fosseiu balidos, os sous Estados invadidos, desola-
dos, qno pordoate cm lim a cora, comanlo que os seus
costuincs particulares, o seus grnaaoros praserea uto
Risaom alterados' Do bom grado liouvora elle dito: Aca-
be-so o mundo antes, do que perca eu una partida do
caco :
Fcil ho coniprehcnder que oom somelbsntes aplidos
este inuntoiro-ni-ii- coreado eslava condemnado, pola fa-
talidado de sua natureza e do sua ednenoao, urna luid-
la eterna : cm qu.illlo iiiciinr, liavia obedecido a Taniic-
ci, depoi, (le niaiiir Carolina, lim poltica nao linlia
lie nenliuma iniciativa, nenhuroa intclligencia: nlos
nlo llio data impulso algum, come que oreoebiasens
peroobe-lo; nodemaia no deixata de ter oerto sonso
arosseiro, tinha a pliilosophia protico da indifforeofa o
goiamo nu poasuia, a oxeepcto de una nico c a mo-
nis milite deluds, nenliuma das paixes do Carolina;
njo qne fosso melhwr du que olla, muito pelo contrario;
linda quo tiugatira, perdona algumas vetes, ello
nunca,
Sstitcsse o Jpiter dos lazsaroni sentada sobre ns
novena do Napoli s do Palermo ou de Fioouzza, u ave do
Olvinpo lito eslava por iss I duslocado, nein a nr.lein do
Universo sensivolinentc alterada. K loica girava como
Cantos.
Wll.
UM PHOJECTO TEylKINO
Ento Vm. er, na verdade.......
Repito-llie, dona Rafaclla, inlerrorapoo Errante,
monada ereio, ebselutamnate nada. J oommctti umn
norme indiserioto em dfser-lhe que Fabio eslava preso,
quando liarla promettidu a son to oooollar-llie esta dea-
8raea.
Mas agora queja a sei| Vm. nao pode maisnter
que cu a ignore.


serv/avlo ou ileseroprnhavlo os *ous devores; c porque
verifiquci quo alguna o nao (asilo, e entlo era meu do
ver proredor contra elles, assini > fiz, instaurando uiu
procesan do reaponsahilidade contra um substiiutu do
jniz ir.nnicipnl, por trr deixado do pronunciar n um i
dividuo, quando n prucetao tinas testemunhns depu
nhfp ilr vala t eclo da quema, pronunciando tndavia nutrem rrspci-
(o de quera nenhnma prova existia, nu que manifeatn
va-se que esto luis, jnlgou ueste caao levado le odio e
contempladlo, eemnioilondo ataim o crirae do prevori-
cacao; e pr esto mesmo inolivo organiaci outro procea
so contra um substituto do subdelegada forraador i
culpa. Foraiei ouiro prone*t contra o subdelegado Ru-
fino FurladotteMendance.portei elle dado poase o rece-
liiilo juramento do icu csorivlo.seiu ter sido pago o icllo
do cu titulo; c mate done contra o ubellin, sondo un
por ter cscripto em o livro do noto actos lobjeitoi ao
sello 80UI o tor previamente papo, o uulru por mser ou
deixar esrrever era Iit.> livro pesaos nao habilitada para
iaao. E devo dnor que oslas Pulan, e erro er|o reo
nheeidns pelos proprius empregados contra quem en
I rocedia, Ora, so he manifest que cu nada ronis fi do
quo oumprir cora u meu dever, como lio que V. Evo,
ditqueeu Fui qoem dei motivo para apparecer esse
monstruoso prooedimcnio, que leve n subdelegado ac
Sobral contra mim c > jnii municipal ? Rui verd.ido isla
maravilha! Quereria V Exc que eu dcixaaw do ptoee-
der contra empregadoa prevaricadores, o conscntiaao
que cllca cnntinnaaicm na carreira doa tena crimea ao
monos ale quo so pasaaascm as el iefics Kalou que aun;
poia sao cllca mimoso* de V Lxr.jmas 111 nin regulo
i inoo proceder pola vontade d< \ Kxc e ncm jamis
o ro; alai oso lio que mecumpn exceular.
E 6e por ventura o meu pro odiniento nio i ra regu-
lar, aquellei contra quom olio tinba lugar quo usassem
do recurso legal, e nao de uni immori li ll loj tnas isto
nao so fez e ncm conunha (azor; porque o grande fim
era arredar violentainente as primcirai autoridades da
comarca, faz ndo-as perder todo o prestigio, c igual-
mente alterrar, ameagar, e perseguir aos oidadloi mais
importantes do partido da ordem, como so esta lazendo,
para assim alcancarcm um bello triumphu eloitoral as
prximas elcioVs, visto que por lucios honestos e jus-
tos Ibes lie isso impossivel. E tanto isto lio verdado, que
o subdelegado preleria antea a ininha retirada da co-
marca do que miaba prisao, e 6 se resolveo a execu
lal-o, mandando por dclmixo de corto a mlnba esa,
quando se convencen que ru nao largaria o meu posto
cooi simples ameacas; e a pro\a esl que elle desisti a::
prisao, levantando o cerco da caa, apenas cu me resol
vi a doixar a comarca cm vista da extrema viob ncia do
quo eu era victima; e disto existo em meu poder valioso
documento.
Diz-me V. Exc. em seu citado officio eleitoratseu nao devia encelar estes procoesos de respon-
sabilidadc, insinuando assim que o meu procedimento
foiilho de manejos elciloracs; dcvodeclarai que certa-
mente V. Exc lormando este jui/.o de mim,reo rduva -
sedosaclosdeinvers.io quo V. I xo lein praticado nos-
ta provincia,dcstiljindo urna immensidadedeemprega
dos inlelligentese honrados, c substituinuo-OS por lio-
mens sem estes requesitos. porem adequadoa para sup-
plantarem o voto da malaria da provincia na prxima c-
Icicao: regulou-mc V Tac. por si; mea devo dizer a V.
Exc. quo nisto enganou-so, poia nimbas arcos, quoi
como particular, quor. como empregado publico, so
aempre reguladus pe justo e honesto, e nao pela torpe-
za c infamia. E do mais, oaubalitulo do juil munici-
pal, o o laballo publico contra quemeu eatava pro
cu fosse recCbido a prisao nol, prem.ncceri. *jj., ^gg*. fiKS55
gara audacia de querer obrar rom dignulade, resolv- \V^ J ,JJ ho> pMi na ,,r0voe.ir a
me obedecer ao imperio da loica, o retir?'-me pata es- i J:_ ...,i .. ..., Munmsi
la capital a quo cheguci na tardo do da 17 o estou as
lo
ordens do N Exc.
Aqui me fui entregue o otillo do V. Exc. do 17
oorrente era reposta aquello meu [ao que brevemente
responder!}, e verificarn se meu recelos, poia, V.
Exc, em lugar de dar providencias, eommonioa quo la
pedir informeeftes Dos nardo n V. Etc. Coara, l'J de
mato do leK. lllm c Exm. Sr Ignacio Crrela de
\ mci.....ellos, providente da provincia. lanoel Thfofi
lo Gaspar de Oliveira
CORKEIO.
CnnllESPONDESCIA IIA CIDADE E PROVINCIA.
Nunca pensei quo um homcm, eom quatro olhos,
visse menos do que outro com menos E cabir o Ja-
cinlbo nosta! dar uma denuncia, apprebender um con-
iral> ndo depo-brasil. o no lim do contas acbar-secom
pao campele I Ja vejo, meus amigos, que nunca
mais me converto para o partido nacional, porgram
quo olio soja. Abaluu o Jacinlho este Rccifo todo; ja
fazia o calculo do quanto Ihe renderia a pechincba; e
reparta, na mente, este producto, quando se Ibo trans-
lormou o tbesouro em carvfio. Coitado pois eu sinlo,
sinlo ainda mais nao so pegar um contrabandista nesto
oca.
Hontem foi di.i santo para a pr::ia: he vordade, que
a segunda leira aempre f<>i dia do pouco Irabalbo, ain
da para os mais labuiosos : mas em lim boje ficou ludo
compensado a rasoura tirou ainda um bom cogulo ao
corpo de polica, aperar do que ainda Ihe ficou muito
quo tirai. V o oles hoin ns com um vagar estupen-
do! Para que islo!' lio verdado. Sao as disputas
Jos boceados.
../...--as
C respoiulencia.
~Srs. Redactores. ^>m<> o D. noto publieuu o dsour
so do ramio pudre J.....lario, rogu-lhea o favor de pu-
blicnrcnieata pequea oualyae de8cacrmao,frit4 por um
correspondente da Senlinella. >"u oto.
Oinimlgodos sevandija*.
(VOS TIM Tlil.ll.MoS OEVIDBO....
Sr Editor Os b llue versinboa do lllm Sr. oonego
Jauuorio da Cunda Barbosa, publicados nu n." "' do (i'
nadeiro, cnelierfiu-nio de enlliuslasiuo e agradecimcnio
para ia.. dis'.incio littcriilo, que so nao descuida do dar-
noa froquontoa provaa das suaa eminentes qualldadee
maraes, ele S 6 poia, ni levar a mal cjuc o R-licitc-
iuoa por essa pi.iduco.io da aun algum tanto decrepita
musa, e que lomeinus a lilicrdade dediier-lhe que para
i.s (raecjus lem mais grito (bol que a ua artcias
pi miau sempre para a imuiornlidadoj do que para quea
loes graves o senas. Pai excmplo eitarci o sen disonr*
sn nu sermau, rcoilad..... dia .'(I do inireu. em aocio de
raras pelo nnsciiiicntii deS. A I., discurso que remel
ion "paia a Raiiia rum recoiiiimiuiuro rr.ommendatel de
.presentar se omu modelo de mproiiso. E s de ini-
provisn podara a Se. oonego Januario obaiuar principe
au tiliin de l'oilya-i.cuiiaul da repblica romana, alera da
m applicaoo jlio d > vorau de Virgilio fez k soloninida
do do dia. Esse Albo do Pollyao, que o Sr. oonego Ja
nuario ncha apto p ra cora ello sor oomjisrndu S A. I .
Icvu una surte desgranada; jioit Tiberio Cesar O man
dou matar & fume. O Sr, conego Januario, para fiter
rm ludo maia uulnvel essa m aiqilieaelo, lii fui desen
prpra-sc-lheoliiidodia todas os anas asquerosas ma-
zellas. ., _
A Mimosa Fi.on.
S. oaaa, 21 de inaio do ISiii.
P. S. Esquecia-me dizcr-lho quo n3o he propno
citar na cadeira sagrada,o no prcsenQa do Sancta Sanc-
lorum, versos do um gento ou pagao, para cumulo de
.' vergonha traduzl-os a martcllo Regerft o imperio,
instruido na escola das virtudes deseas Juguttos l a\s
o patriis virtutibus de Virgilio (queira perdoar-
nos) nao se refere aos progenitores de Pollyao : os Ro
manos chamavao-pa'resconscrpi os senadores da
repblica; as palavras, pois, patriis virtutibus, ex-
primemos votos do poeta para que roapparocessem as
virtudes republicanas (patriis virtutibus, virtudes de
nossos pas, dx o poeU) as virtudes do Bruto, de
Cassio. *e.; e loi por isso quo Augusto Usar, rallan
do de \ igilio, o tacbou de muito pjmpeiaao.o que n a-
quelle tempo designara os partidistas das antigs ms-
ttuicoespairist!rlMiui. E Dos nos livre dse-
melbantci virtudes, quo inspiravo o linbao como sal-
vador o odio realexa !.... ^^^^^^^
nu, u u iauv,i, |.^....^ ^.....- -,------- -- --- i-..............................-.....- -ii- '
cedendo, nenhuma influencia exercem nos trabalboada cnvar, na doscida deEneasaos inrernos, as palvras d
Manoel Joaquim Silveira, fiscal da freguizia da loa-
Vista, em irtude da Iti, etc.
Faco saber aos habitantes da referida Ircguezia. pro-
prietarioa do casas da negocio, ealabelecimentoa de
commercio. ou induslia. pessoas oceunadas no trafico
de comprar e vender, que, pe" qualidade do suas oceu-
pacoes. aaoobrigadaa a usar do hlanos, posos, ou mo-
rdidas; mostresd'obrns.carpinas, podreuoa, canleiros,
vendedores de madeiras, o lodos aquellos, que,pela que-
lidade de suas profissSes, sao obrigados ntorrgoasdo
10 palmos cravoiros ; que em o dia M> do crrante me/.
espira o praso marcado para a revisao, o que nd da 1
do prximo me/ de julho proceder., contra os emissos: o
para que ebegue ao conbecimento de lodos mandei pu-
blicar o presente pela imprensa. Boa-Vista, 17 de ju-
nbo Je 1845. Manoel Joaquim Silveira.
CMMEi&IO,
Alfandega.
Rendimento do dia 17................I9:a50i683
Descarregaii aoje 18.
BrigueAnn Johnsonbacalbo.
BrigueCarolina A/arialarinba.
Sumaca 5an/o Anna fumo charutos o logo da
China.
jUuvimeto'cib Iorto.
Navios sahidos no dia 17.
Rio de Janeiro; briguo nacional Almena, capitio Luiz
Martms da Coste, carga dillerontea gneros.
Rio Grande do Sul; brigue nacional Flor do Sul, ea-
plao Jos Ignacio Pimenta. carga diversos gneros.
Editaes.
cleicao; o luhdelogado sim, mas os subslilutos deste
profsalo a mesma opiniio poltica; e assim intil se
ra o meu proceder.se por ventura elle loase (Ibo de ma
nejos eleitoiaes. He, poia, uma accusaclo indigna osla
que se me laz, eaqual cu entrego ao soberano dee-
pre/o.
Dos guardes V. F.xc. Cidade da Fortaleza,23 de
maiode 18*'i lllm e Exm. Sr. Ignacio Corroio da
Vasconccllos, prcsidenl" da provincia do Cear. An
tomo Jos Alachado.
lllm o Exm. Sr.Em data de 9 do correte ofiiciei
aV. Exc, communicando-lbe, quemebavia sido in
tr:,do um mondado do pristo, passado pelo subdelega
do do polica da cidade de Sobral,pelo imaginario en me
doreaisteociaordensl'gaesem que fui pronunciado
como juii dedircilo daquella comarco, erecUmave pro-
videncias.
Vendo, porem, segundo 08indicios aprcsenlados, que
o fim do tSo escand luso processo era dcsautoran m me
das atlriboicOea juridicaaque aleieS. '. mvconfia-
lo, e recciando qu lq er violencia se demona com a mlnba prest neo, em aignal do contrariar aquello
lim. e preven o que V. Exc. nSo dara as enrgicas pro-
videncial que uii tao melindroso caso exiga, e que, se
'MsaAJHJaasjau..- .
Abi mesiiio he que esl o mal; que be lana maior
quanto be irroporavcl.
Possaiba, para aliviar a ana consricncia, que eu
nlodeisava dedeaoonfiar algaras cuusa. Essa viagem
l.1orepentina, 15o myslerioaa, euioia\a iidar-moqoe
suapeilar, e a final eu navio do dos, nbrir a venia le.
Pode ser; mas era por iaao deixei do faltar 6 mi-
iina palavra, sem fallar em que depus que ino eacapou
cate desgracado srgredo, Vm. ulu me deixa mais irabe-
llisr no retrato.
E como quer Vm. que empresenta do tul calss-
tropbe, tentia cu maia penaamenlo no meu retrato?
Quanto mais queeu nunca me mporlei muito com ello;
Vm. bein o sabe.
Muito bem o tenho sabido a iniibo cusa mas se
.1 Sra. se nao importa, ao meuoa pcrmiiia-me que en Ira-
ballie por sllenjo n mim e por amor da arte. Ijuesr nu
dir, se cu t.ir cum ealorilrotof Neill au menos lorci
a doscnlp usual das didiculdadei do original. Nunca
artista algum leve ronil perfijita cabeca para modelu.
Bem feliics cro eaantigua que linb&u do representar
divindsd.'s; mas o .lies n vissem, uu k-riiu maia que
oopiaraervilmcDle aualurcxa. Nem do baldo habito a
Sra. oinontcEryx.
__ Eo amigo qoc habita um calaliouru, nao Ihe mu
rece que te oecupe drlle
__ Quem Ihe disse que me nao occupuf
Ento fallemos, e uaran nos para tratar do seu li-
viamento. lima pobre miillior s nada pode ; mas bcu
Sr tM indar, alarlo que poderci alguran oousa.
_ Que quer o Sra. queeu laca ralle. \ m. sabe mul-
to bem que nado su Ihe pode recusar, a que o seu impe
rio be irresistivel. J Ih'o tenho dito muito mais ve-
tea do que devora. Sabe DeoSOquo me val Vm. agora
P"J Nada do que Vm. tcnba o envergonbar-se, ncm cu
to pouco. 0,Sr.sabe qaanla amizade lem meu lio a l'al.io.
Aucbises, quando esto son filho liso porguntava quem
ora ii mancebo que ac.nnip.niliava a Claudio Marecllo.
lien, miserande pater.' siqua (ata spera rampas.
Tu Marccllut eris!.....................
Este Mareelb, sobriiibu de Augusto, e declarado her
dtiro do imperio, morreo infelizmente unios de guver
liar I Ora, quem negar no Sr Oonego Januario talento
para chaces udequudas Eonde acbou S S. que Vir
gilin proforira eiaaa paluvraa nn gruta da Sibyla, oun
lomplaiido em plmiitasia o uaseido principe, que faria
as delicias do imperio romano ?Esaas palavras sao do
Anebiaes o Enoas, e quondo Virgilio aoinpos lo btllo
peda(o da sus Eneida, Marc II" j era morto, eomo de
ve saber um chronisla la pulpa do Sr eonego Januario
da Cimba Barbosa, quo novo erro uoinnielteo altribuin
don piieifienfAu d Rio Grande ao nasoi monto de S. A
I !__\ pi'url.iiiiaoao ilo t.anavarru, datada de 23 de fu
verciro, nftopodio partir do fausto nascimonlo de S. A
I. cm 23 : isto he, dousdias antes dessaproelamajio,
qu.......tal nascinii ntu nao falla, nem poda fallar, at-
i ma a distancia do Rio de Janeiro au Ponche-Verde.
O Ilustro chronisla devo sabor d'islo, e tambem nao de
ve ignorar que he arriscado nffonder a quem nao o pro-
voca, s pelo goslinho de mover riso eom um versinhu
mi iuiiii um dito picante (antes deixasse isso para os ro
raies)
__ Son lio!......... Nao ha malaningaem que
nmisado ao preso 5
__ En tambem, responden orgulhuso e resoluta Ita-
l.i.ll.i. Pabio para toda a familia lio um amigo......
I M quanto llflo be nutra cuusa.
__ Ignoro o quo ello iodo ser para o futuro; mas le
quo ncsle momento be infeliz, que neocsaita de nos, e
que ni,i loriamos desoulpa, su o nao soeuorresseiiius.
Diga-IIIO ludo o que teni sabido, ludo oque slico o que
iroosabe; nada me uceulte; esqueca-so do meu sexo ;
iiiolbcr uoiiio sou, terci a furca deumhomem pararou-
v ir o para obrar.
Poia que lie preciso sor sinceru com Vm., cu o se-
iii o vuu fallar-lbe com h brutal franqueza de um artis-
la. Qui por olgura lempo fechar os olhos verdado
mas li leja ii i" lie possivcl, pnsifflo deFubo he mui-
ln melindrosa: do Inl snrie envenrao o negocio, ein que
ella por iinpruiloncia so e.....prumelleo, que conseguirlo
faior ilissu um ni-gooio de Estado, c be o que Iho pedia
ser mais funestoj juslica polilica heapeior do tod^s
usjiisliciisdrpuis da inqnisis&u, e at antea della.
V'm amcdronts-nio; mas em lim o que ha? anda
nao comprehendi bem a oousa.
que ha be esse famoso duelo, cuja victima a Sra.
eiiooulrous iorl.is de Trapani; as tcatcmiiiihas inglczai
qui-ri'iu qoe a pendencia se nflu passasse om regra; as
Sicilianas suatcuUo pelo contrario, quo as lela da esgri-
ma I, rao rigoroaamente observadas. Ora entre oslas
duaS assercoos ha a dialaneia que vai de lim desafio de
,i>iii.i un assassinat". Asnonsequciicias Vm. bem osve.
1: qual lio a opiniio do Sr
Que os Sicilianos tero rasio; mas recelo que por
vinganca o espirito de partido Ih'a mo deem.
E cultor
U un una que pode acontecer au nosso amigo, que
jao ;iua ilamelliur reputaCAo pira cum o novo govor-
uo, he.....
De. laraces.
4-t; lllm. Sr. inspector da thesouraria das rendas
provinciaes msnda fazer publico, que em cumpri-
ment da loi. peranle a mosma tliesoursria, se hlo de
aircmatar em hasta publica, a quem mais der, nos das
20, 23, o 25 do corrente, osseguintos imposlos.
PrmeiroDi/imo do capim do planta nos muni-
cipios do Recilo e Olinda.
SegundoVintepor cenlo na ago'ardenle do consu-
in i da provincia.
A arremataco de cada um dos rendmentos ser feta
por tompodetresannos e tres mezes, contados do pii-
meiro do julho do corrente anno al JO de selembro de
1818, sob as mesmas condcoes da anterior arromataco,
com a excepclo do pagamento que ser por quartes
inmediatamente ao seu vencimento.
As pessoas, quo so proposerem a eslas arremalacOes,
comparecero" na sala das sessSns da aohredita thesou-
raria, nos das cima indicados pelo meiodia.competen-
lemenlo habilitadas. E pora constar se mandou affixar
o presonte, e publicar pelo prelo. Secretaria da the-
souraria das rendas provinciaes do Pernambuco, 11 de
junho de 183. O secretario interino, Jodo Valentim
Yiliela. 22
1=0 lllm. Sr. inspector da tbesiuraria das rendas
provinciaes manda fazer publico, que, em cumprimeo-
loda le, peronto a mesma thesouraria, se ba de srre-
malarem hasta publica, a quem mais der, nos das 2B,
26 o 27 do corrale, o dizimo dos cucos nos sozuintes
municipios, segundo as avaliscOes abaxo dcscriptas :
Reeile, 600 rs.
Olinda, Itiitn i rae";, Goianna, Cabo, Rio-Formoso,
ioiiS rs. cada um.
lgu,rass, Setnhaem, Roa-Vista, OO rs. cada um.
A arremataco deste imposto ser feta por tempo de
um anno, a contar do 1.' de julho prximo ao ultimode
junho do I S'iii, o a arrecadaco conlormc o regulamen
toile.'ii demarco do 1832, sendo os pagamentos por
quarleia, immediatamente ao sou vencimeato.
Aspessoss, que so proposerem estas arremstaco.s,
cu ni |i icca u na sala das sessoes da sohrodila thesoura-
ria nos dias cima indicados, pelo moo dia, competen-
temente habilitadas. E para constar so mandou afli-
xar o presente o publicar pela imprensa.
Secretara da thesouraria das rendas provinciaes de
I'er iiain buen, iCdejunbo de 184o. U secretario ,
Luiz da Costa Portocaireiro. (21
mmmmfmmmmmmmK* s-mrnwT*sxxzwmmmmmmmm*B-
Acabe.
Ser deporlodo para Fovignana.
Meu Dona! cutio nio bajostica?
Em poltico nao ec julga, ferc-sc, e as commisscs
militares foro instituidas |isra dar golpes e nlo sen-
tcncas.
Esees golpes convem prcveni-los. Quando peina
Vm. que o ooneelllO do guerra dar o seu jnlgamentu ?
__ O negocio, segundo me parece, levar uma ae-
mana.
He um scculo. Nos conseguiremos o nosso intento.
O' [loder da Ciinvioco! Aa Sanias Esoripturas li-
aban rasan, quando disscrSo que a fe transporta oa ilion
lanlias.
__ liasta-nos por agora que olla livre os presos.
O segundo milagro nao bo maia dillioil do que o
priinoiro.
Vm ento Bupi'oe que nos obteremos opera-lo?
Ao ver a Sra com tanta segundado, au ooso du-
vidar ; o duvids perecer-mc-hia pusillaiiimidadc.
E Vm. lalla-ine com tailln desembaraco, que mo
d confia ufa. Parcce-ine quo se Vm. nio livuaac eapo-
ranca, "&" se muslraria tao prouipto.
A raperanca nunca deaampnra o coracSo do bu-
iiioiii, por mais quo o rae a inquielaen.
__ Fallemos seriamente o aera figuras. Piimeiru que
ludo, pde-SC fallar a Pable ?
__ Penan eu. Ello j nao deve estar iiicomiiiunicavel
Esse be opriuieiro pontoganbo. Agura respunda-
mo com toda o ainceridado qucstAo que vou propor-
llie. tima cvnaao be pnssivel, sim uu nao :'
Sim, sciihura.
E quo lie precisu i.ira isso?
Priuiciro, dinlioiro, muito dinbeiro.
Nos o ler.'iiius. Que su necessita maia?
Islo be maia delicado : preciaa-ae de una peasoa
de corageiu e boa vontade.
1= O administrador da mesa de rendas internas
provinciaes avisa aos proprioloros de predios urbanos
desta cidade e Afogados, que do l.do correnlo mea so
contao os 30 dias.desgnados por le, para pagamento,a
bocea do colrcs da respectiva dcima lindos os quaes ,
iucorrem os devedores na multa do 5 por cenlo do va-
lor do debto.= Recfe, 16 de Junho de 1845. Imx
Francisco de Afelio Cavaleanti. 8
1= A admnistraco dos eslabelecimentos de can-
dado manda fazer publico, quo, em cumprimento da
le, e ordem do Exm. Sr. vce presidente da provincia,
rpraca noa das 20, 23, e 25 deste corrente mez,
por tempo de um anno, que lera principio no dia 1.
de julho prximo futuro, a renda das amostras do furo
das caizas e lochos de assucar, comprehendendo todo o
sssucar do luro, que, cm conformdado da resolucoda
assemblea piovncial, foi appl'.cado em beneficio do
hospital dos lasaros, na conformidade dos reglamen-
tos geraes: os licitantes dever comparecer na casa
das sessoes da mesma adminislraco, nos referidos das.
s 4 horas da tarde com seus fiadores. 13
__ Os Srs. accionistas da companhia
da ponte pensil do Theatro sao avisados
para uma renniao em o dia 19 pelas 5
horas da larde no collegio Santo Antonio.
0 Secretario B- J. Fe-nandes Jiarros.
1 =0 arsenal de marinha lem do contratar, cotnquem
por menos fizer, o fornecinento de cada um dos objec-
tos abaxo declarados, para os navios d'armada, pelo
lempo que se convencional', sendo da melhor qua'ida-
de : pao, bolaxa, carne verde, ago'ardenle, cal moi-
do, toucnho, arroz, azoilo doce, bacalho, tintas pa-
ra pintoras de diversas qualidades, espermaceleem velas,
sebo em pao, ditaem velas, grasa do lo (rande.
As pessoas, quem convier fazel o.sSo convidadas pe-
lo lllm. Sr. inspector apresentarem as suas proposlos
nesta secretara at o dia 21 do corrento mez, ern car-
tas lechadas.
Secretara da inspccc5o do arsonsl do marinha de
Pernambuco, 17 do junho do 1845. O sccrelatio ,
Alexandrt Rodrigues dos Anjos. (H
iio geral das cortan existentes no c-trrexo, entradas
em todo o mez de maio de 1845.
I). Anua Barbara de Mallos Costa H., Alves Eugcne,
Andr Mandin, Angelo Custodio Rodrigues Franca,
Augusto Luiz Pereira da Cunha, Antonio Ayies Re-
bello, Amonio Carlos Francisco da Silva. Antonio
Co' Iho de Feria, Antonio da Cosa GuimarScs, Anto-
nio Francisco Caslol-Hrumo, .Antonio Francisco Souza
Saldanha, Antonio Francisco da Trindade, Antonio
Gomes Pereira. Antonio Jo3o Alves, Anlon;o Joao
Machado, Antonio Jos Fernandos de Carvalho, An-
tonio Jos Lopes da Silva, Antonio Jos da Silva Cris-
piano, Antonio Jos Vianna, Antonio Mrlins Ferrei-
ra, Antonio Nunes, Antonio Piolo de Barros, Anto-
nio Romano Franco, Antonio da Silva Mcdei.os, An-
l, nio Simio de Moraes Jnior, Antonio Teixeira de
Barba i Ballhatar d'Araujo o Arugo, Braz Floren-
tino Henrique de Souza, Domingos Duotto de Souza
R., Domingos Jos d'Azevedo, Domingos Jos do
Carvalho, Domingos Jos da Cosa Biaua, Domingos
Jos Rodrigues d'Azevedo, Domingos Jos Tavarea,
Domingos Pereira de Mendanha, Estevo Jote Pache-
co, D. Francisca d'Assis Gama, D. Feliciana Josepba
Cirne, D. Francisca Mara de Carvalho o Sa, Eelis de
Quadro Braner Lns, Francisco Boggino d'Andra,
Francisco Barbo/a Nogueira Paz, Francisco Chabrillac,
Frsncisco Carado da Fonceca, Franc.sco Ferreira Bor-
ges, Francisco Honorio Bezerra Monezes, Francisco
Jos Alvos Guimarhes, Francisco Jos da Costa C.am-
I ello, Fraocisco Jos de Souza, Francisco Machado
Bandeira, Francisco Rodrigues de Carvalho, Francs-
Para que?
__ Para dar escpula aupreso fie ando pin sen lugar
O Sr. est inteiramenie doaecurdo com migo; be
o ideio que prmeiro nio occorreo.
A ideia nao basto ; heopcssnn que convem des-
cubrir.
Procurando-a bem, ba de apparcerr.
Est bem corla diseu ?
Eu aei Talvesjn esteja achnilo. As mullirrrs |>-
dem enlrar na prisao '
Porque nao ? A chave de ouro abro lodos as por-
tas, c a todo o mimdii.
Do surlc que u Sr pensa. que eu, pi.r rxenipln, au
encoiitroria dilliculdade alguina cm fazer un.a visito a
Feblo D
Nonliiiina; mos esporo quo Vine, nio ir so o case
cnvil, e que sen Un a acompiiihar.
Quero antes que soja Vine.
As suas ordens, uiiiiho bella sigiiorina. Segu la-
hei como cavolloiro fiel alo o fundo dos iiit'ornna. Mas,
diga -me por favor, a que devu eu preferencia lio liaun-
giro pora mim P
Vino, o saber!, tenho c o meu projeotO. O quo
unieamonle reclamo por agora da suo amiaade, be que
me franqueio o camiiibo para ebegar ti Fabio o mais
breve posaivol, aein que eu tcnba que involver-iuo nis-
ao, e sobro Indo sem dizer a meu lio una s palavra da
nossa temeraria cumponbo. Eu mesuradle diroi ludo,
quando for lempo.
Juro guardar o sen segredo do bario, imllior do
que guarde, n di lie para enm o Sra.
Bata conversac-'io liaba lugar em Trapani no labora
lorio do pintor Errante, einquanlo elle Irabulbovo 110
retrato de Haladla. Quo finia rulan na ana prism o cb-
jeclo de lio affecluoaa t viva snllieilude?
(Continuar-sc-ha.)


coda Silva, Gabriel Antonio Pereira, Guiiberme Jos
Ferreira, ilenriqua Allemio, Herculano Alvc da Sil-
va, Ignacio Camillo Pessoa do L.corda, Jorge Joo de
Souta, Jacinlho Jos doSouza, Jeionyino Rihciro Ro-
sado, Jeronyciio da Silva Pimental, Joaquimi Co/inbei-
ro, Joaiiuim Prancisco d'Azovedo, Joaquim Tranco
Ferreira, Joaquim Jos do Mosquita, Joaquim Lopes
da Cruz, Joaqom da Silva Moura, Joaquun Saares.
t. Joanna Philomona Vctor, Joio Antonio Machado,
Joao Antonio Rodrigue, Joo Raptista Acciulis Lint,
Joio Cor rea da Carvalbo, Jlo Francisco d'Arruda,
Joio francisco Catalcaoti, Joao Jos d'Ulivoira, Joao
Lopea da Costa, Joao da Motta R.itelho, Joao Mauricio
d'liveira, Joio Waldevino Antonio l.eitao, Julio i
Sibilher, Jos d'A/evcdo, Jos Antonio Fvrnandeade
Carvallio, Jos Antonio d'Olive.ira, Jos Dias Simos,
Jos Fernandas, Jos Ferreira da Silva Maratones. Jo-
s Francisco (l'A/.evedo, Jos Francisco d'Araujo Vian-
na e Almeida, Jos Goncalves Curado, Jos lizoquiel
dos Pastos, Jos Joaquim da Costa liis, Jos Jouquim
Dias do Reg, Jos Joaquim Leite Bastos, Jos Joa-
qun) da Silva Guerreiro, Jos Joaquim de Souza, Jos
Joao de Vasconcellos Soiua, Jos de Mello Costa, Jos
Mandes Guimaraes, Jos Malaquias Leal, Jos Marlins
Ramos, Jos Maria da Casta, Jos Mara Navarro Por-
ta, Jos Maria Ribas, Jos Maria de Serquoira Cazar,
Jos dUliveira Marlins, Jos Pereira, Jos Paulo Al-
ves, Jos Rudrigues Nunes, Jesuino Jos de Souza,
Jos de Souza. Jote do .Sacramento o Silva, Joseph
Wervalen. U. Leopoldina, D. Luiza d'liveira e Cas-
tro, Leandro Jos Ribciro, Luiz Moroira ia Silva Pin-
to, D. Marianna do Medeiros, t. Maria Candida, U.
Maria Candida Serqueira M. D. Maria I heresa, O.
Maria Thom dos Santos, vlaximiano Antonio, Miguel
Goncolves do tirito, Miguel Pinto da Cunha, Manoel
Alves Cardozo, Manoel Alvcs Ferreira, Manoel Anto-
nio de Carvalho, Manoel liuarque de Macdo e L. ,
Manoel espinla, Mauocl Joaquim Pinto Machado,
Manoel Joaquim da Roclia, Manoel Jos Goucalves de
Alera, Manoel Jos Gomes, Manuel Jos Soares Gui-
maraes, Manoel Luiz de Mello, Manoel Leandro de
Mello, Manoel Nunes da Costa Loal, Manoel Pereira
de Figueiredo, Manoel Peroira do S, Manoel Rodri-
gues Machado d'Abreu, Manoel da Silva, Manoel de
Souza Santos, Manoel Tooodoro, Manoel Ventura de
Mallos, Nicomedes Maria Freir, o Pancho, Peone
Colmo, Pedro d'Alcantara Lima, Quintiliano llenri
que da Silva, Ricardo Jos lrasiliense, Saniaro Sriaco,
Siman Hobden, Sabino d'Azevedo o Silva, SobastiSo
Antonio Coelbo da Silva, Silvestre Goncalvos Curado,
Theret* Xavier do Maalhaes, Tilo Franco d'Alniei-
da, Jolinas Selles W.'" Pailbet, Alexandre Baibire,
I i i j w Colno.
6=Pelo lyceo desta cidade se faz publico, qu?, eni
consecuencia di que otdcuou o Fxm. Sr. presidonto da
provincia, ir..o a concurso da data desle a 00 dias, as
seguintes endeiras de primeiros lettras paia o sexo mas-
culino : a de Uuricury na comarca da Boa-vista, u da
Fezenda-orando nadcP.ja, ns c A^oas-IBolIas e S.
Rento na dedranhuns. Os candidatos, que as refer*
das cadeiras se quizerem oppr, habilitem-so nos termos
da le.
Secretiria do lyceo, 6 de junhi de 1845. No im-
pedimento do secretario, Hermenegildo Marcellino de
Miranda. (12
s Pelo lyi o dcsta cidado se faz publico, que, em
consequentia do que ordenou o Kxm. Sr. presidente da
provincia, ir a concurso da dala desle 40 dias a ca
deira de primei as lettras para o sexo fominino na villa
de Iguarass. As condidalas, que referida cadeirase
quiurem oppr, babiliteoi-se nos tormos da lei
Secretaria do lycfio. 5 de junho do I85. No im-
pedimento do secretario, Hcrmerugido Marcellino de
AI nanda. (9
0 c= O administrador Ja mesa de recebedoria doren -
das internas aeree! .dve te as peatoai que team matri-
cular oscravos, (|ue devem tra/cr novas relceos em-
hora nao lenhao a diminuir ou augmentar onuinerodel
les \i dados, o que tmente date ser urna re lacio da-
tada e atlignada : aJvortindo quo o toin: ra o recobiincnlo das reltCOOt he 0 correte mez do ju
nho: o para quo chogue a noticia a lodos faco o pre-
sente annuncio Recifo, 6 de juobo de 1845.Fran-
cisco Xaver Caralcanli de Albuqnerque (10
:"i= OaJminislradur do recebedoria do rendas nter
as geraos convida as pessoas, quo quizerem so encar-
regar da venda das cartas de jogai, no municipio desta
cidade, e noanno financeiro prximo futuro, de con-
formidade com os arligos 53, 54 e 55 do rogulamento
de 26 do abril de 18i4.a comparecerem erudita repar-
ticfo todos os dias ulois ot 20 do corrente. Recebedo-
ria, 9dejuo;:o de 1845. l'rancuco Xavier Caval-
canli de Albuquerque. (9
C0MPANII1A ITALIANA.
THEATRO PHII.O-Dn AMATICO.
Hoje, 18 (Jo corrale.
Ultima reproscnlacio, que ter a honra de dar a com-
panhia, sendo a beneficio do artista A. M. Costa.
O divertimentoser conbinado como segu :
l'rimeira parle
1." Escolhida symphonid a toda a orcheslra.
2 Aria Se Horneo t ucisc um figlio da opera
Monlechi e Capulleti pa 1.' dama Margarida Lo-
mos vestida de boinem em carcter do guerreiro, msi-
ca de l l:nii.
3." Gran duelo Sul campo del/a gloria -- da opera
Helttario, pelo \." tenor Carlos Kicto e o boneliciado.
Segunda parle.
l.'Overlura pila or.beslra.
3.' A bellsima aria Qui m acoll da opera Hea-
irici di Tenia, pelo l.< bailo da eooir-tnbia i.uigi
Gui'zoni, msica do i'ellini.
3. Scena e duelo He pescalor ignobile da ope-
ra I.ucncia llorgia, pela I.' dama Margarida Lemos,
o o I tenor Carlos ltico, msica de Donizclli.
Terceira parle.
Findar o divcrlimcnto COTO a lindssima produccio
dosemprebem acolhido I.'acto da opera il Raibiero
deSeiigha muzira do celebre maestro Rossini.
U beneficiado recommenda se nos amadores pan esta
npies ntacao, com a qual termina-M o contrato da
ti.n pinina, liaoogeando ae lar urna mdica coron nsa-
jio aos esforcoe, que lodo: | rocurar:io para no Ihor do
empenho de soas ultimat tarefas: as scenas, decoratOes
e vestuarios serio todos ao piourio carcter.
Oshilbctes vendem-so na ra larga do Rozario n. 30,
i. andar, o no da no (hcatro.
Principiar as horas do costme.
Avisos marilimos.<
,' i'ara o Rio Grande do Sul sai com brovidade o pa-
tacho iVoi'o Temerao. paracarga.passageiros eescravosa
frete, trata-so com Gaudino Agostmbo de Barros,praci-
nha do Corpo Santo n. 00, ou como capillo Jote An-
tonio de Souso, a bordo do dito patacho, tundeado de-
fronte da Lingoota. 0
1 Para a Haha segu viagem o brigue Anna e
Constanca, sibbado 21 do crrante junho; anda pode
receber carga a trote, c passagniros : quem pretender
embarcar, entenda se corn Manoel Ignacio d'liveira,
ra do Apollo n. 18 5
1= Vende so a sumaca Santa Anna feliz, vinda
prximamente de S. Matheus; acha-se Tundeada de
lionte do treni militar: para te examinar abordo, e
para se tratar com Gaudino Agostinho de Barros, atraz
do Corpo Santo n. 66. 5
1Para Buenos -Arres seeue, por estes quatro ou
cinco diat, o patacho suoco Orion, capilio Ni liles Las-
son; podo receber pequea quantdade do carga : a
quem convior, dirija-so a Gaudino Agostinho de Barros
atraz do Corpo Santo, n. 66. 5
l.di
ao.
o O corretor Oliveira tara leilao do grande sor l-
menlo do fa/endjs devendo algumas ser vendidas
para liquida.a.i adinheiro, O por isso a qualquer
preco e oulras a prazo : hoje 18 do crranle as
10 horas da manhaa em ponto, no primeiro andar de
sua casa. 6
visos diversos.
1 A mesa regadora da rmandade de Santa Cecilia
desta cidade do Recile taz scicnle a todos os seus ir
m. s, que, tendo marcado odia 19 do corrente, para
mesa geral, a fim da ser approvado o novo compromis
so nio pode esta ter lugar no mencionado dia, em ra-
zio de anda nao ter dado o scu parecer acoinmissao
para esto fim nomeada ; por esta razio tica transferida
a dita mesa para o dia 5 do provimo mozdejulho, s 0
horas da manbia. (8
A fabrica da botijas vdradas, na ra da Floren-
tina n. 18, contina a ter este genero ern progressivo
melhoramcnto, e vende a mil Inoro mais em conla; bem
como recobo oncomnicndas de panelldes vidrados, para
uso de manteiga, c doces, a imila.ao dos quo veein da
Babia.
1 O provedor da rmandade da Svnhora anta An-
na, erecta na groja da Madre-de Dos, convoca os ir-
ruios da iiiejina irman.lade para reunio de mesa geral,
no da sexta-fera 20 do corrente, pelas 4 horas da tar-
do, a fim de tratas negocios de grande monta da mosma
irmandade. 6
1 Pommateau, cuteleiro francez, com officina no
atierro da Roa-Vista, n. 5, acaba de receber um grande
sortimento do todas as qualidades do t esouras, tanto
para costuras, como para alfaiates, barbeiros, cirurgia,
&c. dic. caivetes, navalhas de barba, o de algiei-
ra, com caivetes nnidos, do melhor uso, quoteeinap-
parecido ; assim c mu alianza, e responde pela quali
dado: ns mesilla odi.iiia se laz t da a qualidade de obra
de prala o ouro, com (oda a porleicio, o por procos
i oiiiiiiod.li. 10
Offerece-se, para administrar engenho, um bo-
mem capaz, e j-i alTeito a isto, por ter oceupado este ser-
vico : se alguem precisar, annuncie por esta folba para
ser procurado, e tratar do negocio.
do Gtamlchipc.
As rodas dosla lotera nao correto no
dia marcado pelos motivos j aonuncia-
dos : o resto dos hillicles que existem sao
poneos ; mas nao lano, que a rmandade
os | ossa arriscar. Todos se q itere ni re-
servar para a vesporj para compraren,
bilheles e nao veetn os amadores que
sein comprar j os bilheles, que preci
sao, nao se pode determinar tssa ve.spo-
ra ? Ooinpiem pois o resto dos billieles,
e as rodas corrern mpreterivelmenle
vespora de S. Joao.
Quem tiver pretcnces na ( i te,
qnrindiciaras, qur peanle o Governo,
e precisar de quem l as procure, c soli-
cite, dirija-se l'iara da Boa vista, bo-
tica do Sr. Couto, que ahi ser informa-
do de quem he a pessoa que parle n'esles
dias pata a Corte, e quer eucarrcgir-se
d essis prelmcoes por um mdico ajuste.
= Boga se aoSnr. Scveriuo Jos de iMoura ,quei-
ra ir pagar os 'l'.< rs. do alu uel de dous uie;es da casa,
em que morou na ra da Senzalla-Vellia, da qual mu
don se devendo a dita quantia e som dar a menor a-
tisfacao; pois, o n.-o la/en.lo no prazo do 8 das se
proceder judicialinente.
I ^ Arienda-se um rande armuzein na ra da Scn-
zalla-\elba, no bairrn do Recifo por preco com-
mod.i : quorn o pretender dirija-so a ra do Queima-
do n. 14, tercoiro andar quoacharcom quem tro-
tar. 5
1 Arrendase ou vende se o sitio da estrada de
Joio de Rarros, esquina do becco do Kspinheiro, todo,
ou u relalbo cercado de limo em roda casa de tai
pa vi Iha com armacio de venda boas Iruleiras, boa
agoa do beber boas torras para plantacdes de nielan-
ciat e pisto para 6 vaccas, annual : a tratar na ra
ettreUa do Rozario n. 3. 7
t= Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 43,
na ra da Praia do Itan^ol com muito bons coinmo-
dos, mullo fresco, a barato no aluguol ; a tratar no
uicsino sobrado. 4
Tomou-se no dia 14 do Brrente, a um prcto tem a honra de pretenir ao reipeitayel publico para quo
um chapeo do Chile, por se julgar ser furtado e
oflorecel-o por diminuto preco : quom far seu dono ,
dirija -so a ra da Madre de Reo n 0 que, dando os
lignaet, I he ser entreguo pagando a dospeza desle.
I L).-so dinheirou prei,io sobro pcrihores do ou
ro o prata hypolhcca ou boas firmas; na ra es-
trella do Rozario n. '22, primeiro andar. 3
1 Arrendj so una boa casa na cslr.da do Man
guiobo, rom 4 salas, 6 quarlos urna grande cosi-
ol i com quintal murado o um sitio por dclraz ,
com al ,uns arvoredosdo fruto : quem a prcteoJer di-
rija su ao pateo da S. Cruz, I .ja de funiloiro do Anlo-
nio Jos Das ou na mesma casa que achara (om
quem tiatar ncsles 3 dias. 0
1_ Precisa-se de um caixeiro para venda, quedo
fiador a sua conducta : ern l,-ra-de-Porlus, venda de
Antonio Joao da tiesurreicao o Silva. 3
1 as Na ra l'ormosa, n. 4 procisa-so alugar urna
escrava que saiba cozinharo fazer o servico ordinario
de urna casa. 3
1= Queffl precisar de um rapaz que sabe ler, es
crever e contar para caixeiro de ra ou de escriptorio.
o qu -I d cunhecimcnlo a sua pessoa dirija se a praca
da lioa-\ isla n. 6. 4
1^: Picadissolvida a sociedade do Luiz & Helilz ,
desde odia 4 do corrente ; o o socio lleniiquo Belitz
est autorisado para receber o pagar todas as contas
pertencentes a dita sociedado. 4
- Aluga se o primeiro andar da casa da ra da
Senzalla-Velha n. 52 : a tratar ua ra do Vigario n. I uestes quatio metes a idado necessaria, visto ac >ar so
10, armtrem de charutos ou na ra Direita n. 42. I
as pessoas que teem em sua n ao nlogios c oulros ob-
|vi'tos para seconceilarcm,lenlio a hondada do mndal-
os buscar quanlo antes, | ois do contrario ver-c-ha na
necettidade de letal -o con sigo, muilo so seu p-zar;
vender tambemum exc.'lenle e magnilicodaguerreo-
IjpOi ao primeiro tamaiiho, inteiramefllfl apparolhado
de um ludo, proprio para qualquer i:ina pessia tirar
vistas de paitagem, e retratos d pestoat; lambeot ten*
Jera dous lub Oes, o sui competente armario da lo ja,
u.n mostrador grande do porta, una grande vidraca do
ci.iia dos balcOes, urna porta de rcparti.neno, etain-
bein una glande taolata sein letreiro, ainda nao ser-
vida. 16
2Aluga so urna casa anlcs do chegar a ponte gran-
de da l'assagem, unto a olaria do Sr. Jos Joaquim
liezerra, com muilos commodos, e lamben) se vende:
assim como aluga-e por preco mdico urna casa sita
na travessa da Passagem, com commodos ; na praca da
Roa-Vista, vendan. 18. 6
2__Hoj', 18 do corrente, so ha da arrematar em
praca pu>lica do Sr. I>r. jui/. do civel da 1* vart a ren-
da do sobrado a sitio Je Joanna Maria da Concilio no
lugar da Trempe, por execucao que coaita ella aste
Fernando lielenot, sendo as 4 horas da tarde. 5
2__Oetcriptori i da companhia do Bebiriba translerio-
se para a rui da Cadeia, 1. anaardo sobrado n. con-
froniea groja de S. Praneitoo. 3
2l, ni moco brasileiro, quo pretende ordenar-se
sle anuo, para o que espera somonte que se complete
1= Aluga-se a luja do sobrado da la Velbt n. 61 ,
excellenle para eslabelocimento o com commodos pa-
la inoradla : a tratar no meso.o solirado. '!
1 Di-so dinheiro a piemio a um e uicio por con-
t ao n.e/, sobre penhores de ouro e prata; na ra Hel-
ia n 37, primeiro andar 3
l-=Aluga-so um prelo apio para todo o servico de
urna casa ; prefere-se alugar para urna casa de pasto ,
onde se aperfei^oe na cozinha por j saber cozinhar
o diario de urna casa : no Atierro da Boa-tilla n. t0,
primeiro andar. 5
IssRota Tbomaiit dos Anjos, Portuj;ucza ictira-
Si) deta cidade para o Rio do Janeiro COIII seus lillio-.
Carolina de Jess escolstica Candida, o Manoel Joa-
quim Cavares. 4
1 A scciedado que girava nesta pia(a sobre a
firma de Paiva & Manuel fui dissolvida em 31 de
Deiembro de 1841 lioou a cargo do Manoel Mtii-
mianno (iuedes a liquidacio da mesma ; e como julga
eslarem todos os eiclores salisfeitos laz o presento
annuncio para conliecimento de quem convier e
havendo quem se julgue credor a meeiua pode apro
sentar sua conla para ser pago. 8
|__ Aluga so urna casa terrea com muito bons com-
modos para familia na ra da Alegra do bairro da
lio.i \ isla ; a tratar na ra da Cadeia do Itecile loja
de ferragens n. 41. 4
2 a ra da Praia, n. 22, dase dinheiro a juros
com panhores do ouro o prata mesmo em pequeas
quantids. 3
2 Aluga se um moleque completo cozinheiro; quen
o pretender dirija-so a ra Nuva n. 35, segundo an-
dar. 3
2 Aluga-se o terceiro andar da casa da ra larg
do Rozario defronle da igreja : a tratar na ra do
Ouciuia.lo loja do lerragens n. 30. 3
3 Uio-se 2008 a premio sobro penhores; na
ra Nova n 63.
Roga se a pessoa quo guardou urna carleira,
pequea encarnada nuiu* is, em cdulas, sendo
di.as de '2$rs o de l/ rs. um palacio velho, e mais
alguns papis entre os quaes urna urdem para o Sr
Joaquim Jos Cameiio .Monteiro do importe do fogo
quo o dito senhor gaslou na festa de S. Gualo, no
Poco, do que se previne ao dito Sr. Monteiro para a
nao pagar a pessoa al^uina a so ao abaixo declarado,
ou a seu lillio quii era a pessoa, quo (razia a carleira,
cuja, di xando-a em cima do balcio da lija do miude-
zis defronte da matriz, da Roa -Vista aonde leve apa-
gar o que comprou, na occasio s estava o caixeiro e
dous pretns csahindoo pequeo a chegar a praca ,
deo por falla da dita carleira e volt..mo a loja e
perguntando ao caixoiro responder, quo nio sabia ;
ecomo so suppo que a perdoo roga se quo a va
entregar, que su guardara segredo na ra da (on-
ce.' ao da iioi-Vista a Rufinio Gomes ; sondo isto
a contecido as 6 horas da tarde do dia I6docorronto
^ Fazcm-sc tranccllius de cabello de
qualijucr modelo, pulceiras, aunis, titas,
5c, &c, ludo o m&is bem eito que
posnivel, por preco mdico ; na
Cabug, loja de fazendas n. 6
Sociedade Pesquisadora
Erudicco.
ScssSo extraordinaria na (piarla feira ,
ao meio dia na sala do coslume.
2 A C SA NACENCIA COMMERCIAL
da ra da Cadeia do liedle n. 6, 1. andar, acha-so j.
abeita todos os das de semana desde as 9 horas da ma
ohia as i da tarde : m, resta se all dinheiro s lire
prala, ouro, pianos e mais mobilia : vende no seu ba-
lar, e recebo, para este fin,qualquer ohjecto.cm segun-
da mi,da .:u.u mvfi.i de urna casa, seja mobilia loueas,
vidros. roupas, ou joias, etc.: incumbe-se da venda de
predios o do qualquer outra, c da correspondencia pu-
ra fura desta pra(a sobre negocios nclla pendente!! tudo
mediante una pequea commls.-io. II i para vender um
appar- Iho de cha de prata contrastada,um piano ingle,
etniitaf feilas de madapolio, ceroulat do buho, urna
n.e-a de nio.no, c oulros trastes, ludo han to. 14
Si=Tendo-te apresentado nesta cidade alguns altala
dos de inspectores do quarleiroes a respeita de alguns
guardas nacionacs que llegio ser moradores as
freguezias do lora desta ciJade, para o fim de rejuero-
roni passagem de batalhao, a .im de noservircm ncm
oin urna, ncm em outra p.-rlo; por isso, roga-ses
autoridades a quem competir, de velaren a respoito. 8
2Aluga-se o armanon do sobrado n. confronte a
igreja do S. Francisco: quem o prelcnder.entenda-secom
R i. Fernandos liarros, no segundo andar do met-
mo. 4
2A. Piloux, morador no atierro da Boa-Vistan. 3,
estando a rotirar-io dosla provinciano correntedestemet,
he
ra do
.1
.sania
gueza
rompi de lodos os preparatorios necessarios. o at de
mais, corno teji francez, inglez, c geometra, se oflc-
reco a ensinar os linios de alguin senhor deengenho
perlodeslt puna, nao s at primeirat leitras, como as
disciplinas, que ettio o s u alcance, para o que lem
propensao, ntelligencia, eaetividada; eo mesmo, or-
denando se, servir de capellao do mesmo engenho :
quem do seu prestimo se qui/er utilisar, tlirija-se ao pa-
teo do Carino n. 3. '*
3 Precisa-so de um ir.oco Porlugucz do idado
de 10 a 20 anuos p-ra trabalhar em urna padaria o
toinai conla de urna fregUazid de vender pao, aqui mes-
mo na praca ; as Cinco Pon tal n. 30 4
.'! I) -se dinheiro a premio sobre ourn o prata ; na
ra das Plores u. 18. "
Precisa-se de m hoinrm idoso, que
icilV-itamente gramtnalica porlti-
, latina elVanceza, entenda de te-
da qualidade de escripluracSo, para en-
sillar meninos, e servir de escrevente em
1101 engenho distante desta cidailc : ad-
verte-se, que, se for padre, inellior ser,
em raiSo le haver urna capellana para se
llic dar ; os prelendenles antitinciem as
suas moradas pata seren procurados, ou
dirijao-se cidade de Ulinda, na rua da
Boa-llora n. 0, ou na rua da (.'ro do Be-
ei le n, (">'. '
3 Aluga-so urna casa terrea na rua da Concoicio da
Boa-Vilta, com bastantes commodos, o preparada de
novo e pintada, 8 Um segundo andar na rua larga do
Roiario delronlc do Sr. ailholoinco : a tratjr n i At-
urro da lioa-\ isla n 43. l->
6 Precisa so de um leilor ou borlelo, que seja
Porluguez, para um eng. nho distinto desta praia 16 lo-
guas, o ollerece-se commodos para'a ida ; a tratar na
rua Nova n. 44, segundo andar. 4
1= Precisase alugar urna preta lorra ou escra-
va para vender, na rua, doco e bolinhos; na Boa-vista,
rua da matriz esquina para a rua da Gloria : na mes-
ma casa ensina-te mininas em tudo quanto diz respai-
lo as primeirat lettras. a coser camisas, vestidos, e
costuras de alfaiato bordar,e marcar lencos e camisas, la-
zer lavarinlo de lodo o modelo, loueas de meninas, ricas
o singelas a fazer doce de todas as qualidades boli-
nhos o confoitot, a 1000,1280, 1600 a 2000 rs. men-
saluiente ; o faz-se do enconimenda tudo quanlo est
exposto. **
4__ Alugao-se duas moradas do casas terreas no
Coelho na rua dos Prazercs, com bons commodos
para familia tem duas salas 3 quartos cozinha fu-
ra quintal e cacimba por barato prcto : quem M
pretender dirija-se m*-sina rua n. 10. 5
4 LOTERA DO THEATRO PLPL1CO.
ss O thesoureiro dcsta lotera, disposto a emponhar
todos os estoicos para augmentar o crdito, de que
tempre ella goscu, pela regulaudade de sua extraccio ,
declara quo os bilheles da segunda parto da 16.* lotera,
cujas rodas devem ler andamento muito brevemente, se
tcblo a venda nicamente no bairro de S. Antonio ,
na botica do Sr. Joio Morcira na rua do Cabug ;
na la doCjueimado loja do mesmo thesourairo n.
39 ; e na rua da Cadeia do Recifo loja de cambio do
Sr. Vieira. .,0
Pordeo se una Icllra, acccita pelo Sr. Victorino'
de Catiro Moura em data de 5 de Junho a 6 mezoi ,
en locada em bramo pelo S Justino Meroz, da quan-
tia de 2o6j rs. : quom a tiver ochado, quoira restituir
ao Sr. Bruguiere na la da Cruz n. 1, quo Iho agra-
decer ; adverlo se quo o aeccitante esl provenido
para nao pagar. *
5_ Proeisr-sealu-ar um moleque ou negro felo.
quo taja blbil, nlclligentoe sem vicios para todo o
servico de urna casa de pouca familia o paga-te bom
alugoer. Ririgir-se a rua estieita do Rozario n. 30 ,
terceire andar.
7 Precisa-so alugar um prcto por moz para tomar
sonta em ama can o tratar do seu quintal, muito porto
lata praca, que seja fiel; quemoquizer alugar o ali-
iicar, dirija so u la da Cauoia do nOCifa n. 25. v*
8 = Aluga-se a casa terrea da rua da Aurora n. 38;
quem a pretender dirija-sc a rut da Cadeia do Recito
n. 0. 3
II Aluga-se urna casa terrea na Soledade n. li, ao
p do Sr. Vieira, cambista ; os protendentes diri|io-se
o pateo do Carmo n. 17.a fallar com Gabriel Antonio.
NOVA FABRICA di: MACHINA.
O etutteleclmento dos cngcnliciros e maclnmslas Ule.
CallumfcC, na ruado Hramn.tte8, acharecompei.-n-
lemente uioiiUdo moderna pw o concert deinaclu-
u. .le vapor, inoendaa de canoa C OJUalqoef outro BU-
cbinUmo. No mesmo fab.icao-se ttmben, con. amalor
perTeicio, molnho. e prensas de mandioca, aguilhOtsic
ohumacciraa de rodas de agoa, veos c outrat r*9Mp*ra
serraras, parala** de lodos os lan.ai.hos, c qiia.qu .
especie de obra de Icneiio ou macUimstu
(10
""- m
^f*


A
- O livreiro da esquina do Collogio declara Dies-
tra Coiaco que, depoil quo sua encyelopcdiea me-
c se arvorou cm censor da tradcelo do Cbristo pc-
rantoosrculopelo Ur. Lopes de Moura, lem esta
sido cada vez mais procurada. E que diz a isto mtitrt
Coiaco .' Poii sera postirol, que nein a (aballa dos
erros engendrada c publicada pulo enoyclopedicu
censor, haja proJuzido o cfleilo des aado .' O phe-
nomeno eiplioa-to pulo modo leguinte Todoi r co
nhacem qoooDr Moura labe perfeitamente a fin -
goa francesa ; que teni adquerido u'ii conheciuicnto
particular da portugueza que esta pal das in.it -
rias, quclraduz; que mu ettylo revela um golo de-
licado devido .1 licao reflectida dos boni inodoh s e
ao longv habito de traduzr. Ora nao estando mos-
tro Colado era termos de ser comparado dcbaixo de
qualquer destos respeilos com aquello tradoet r, n*o
be de admirar que o enciclopdico censor t tilia in
corrido na justa indignado dus que conhecom o scu
fundo lilleraiio (*J O livreiro repet- a inestrc Coluro,
que o l)r. Moura declarou como por cautela bave
traducido : obra sobre a 14." edico de Pai: parece
ter previsto, que mestre Coiaco ferido em s us in
lereHei liavia de arguil o cont oulra tiifo na
thao de ter saltado passagens ccommeltido erros de
tradcelo, livreiro nao dice que tinha a 14."edi
cao original: dice, que o Dr. .Moura traduzira aobre
cssaedifo quo mestre Coiaco confessa nlo ter visto,
allirmando todava baver discrepancia pata uggudir
0 livreiro guc o n>> provocan, o podor imp dir
dcserclo d'aquellea tous assignanlrt qoo nao esto no
caso do polla video mtliora iro'wquc deteriora te
ijuor. 111- portanto lora de dunda, que mestre I olaco
1 !! j verdade ou inenlio despej i lamento, qu uni,
desprezaodo a declaracSo do Dr Moura, o nSo lendoa
1 i.* adicto insisti, em que havia salios e erroa d
tradcelo Mestre Coleco ( e quem o dira P j
comeca a mostrar te arrepcndidode suaalloutea cento-
na, porque, lendo antes dito quo o Dr. Moura com-
meitera erros, diz agora que esset erroa uio deven
ser attiibuidos senoo a mero descuido do traductor
Continu, pnrcui, mestre Coiaco nao desista do pro
psito de publicar, como prometteo os d .mais erros
que abunda, na tradcelo; mas pode-se Ihe que nao
occuile que mencione a edi(o do original que l
terve de guia no oame dos erros; o rogare outro
aim, o encyrlopedico censor baja de signalur quact os
erros, ou faltas, quo altribuo mero descuido, equaes
os que revelan no Ur. Moura ignorancia, inhabilidaile,
ou ausencia dos requisitos in liapensaveis para bem Ira
duzir: teja franco a ganhar alvifaras.
= No pateo do (armo casa terrea n. 10, cose-so e
engomma sa com perfeico, o por preco comino Jo ;
quem preaisar de urna ou oulra cousa dirijaso a mes
ma casa que achara com quem tratar.
O NAZARENO n. 104 est a venda nos lugares
do costume.
Compras.
4 Comprio-se dous scruvos pedreiros e dous carpi-
ras para urna cncommenda para (ora da provincia : na
ra da Senzalla- Yclha n. 110. primeiro andar.
3 = Comprao-se relogiosde algibeira em segun-
da mo de ouro e prata e que teji rnoaernos ; na
ra das llores n. 18. *
3= Compilo-se vaccas de leile na ilba do No-
gueira < u no Atierro dos Afogados em cusa do Silves-
tre Joaquim do Nascimcnto.
3= Compra-so urna preta de nacao de idade de 28
annos, que saiba engommar o corinbar, sendo de bo-
nita figura, pega-sebem; na ra do Cabug n. !t il
1 Comprao so os Luziadas, em bom estado edi-
Cao denominada Morgado Matheus: no paleo da Pe-
nda n. 4. "
Com:ra-sc um scllim que seja usado; na C-on-
ccieo dos militares, a fallar com o sacrisl- o.
Vendas.
2 y/llencSoaobaiateiro !
\ ende-sca 120, Hile ICO r-, o corado de i hit i ,
(lilis finas escuras a 220 rs. o corado chila a 1 10 rs.
o corado madapolao a 150. l60o I8!> rs. a vara, di-
to fino a 200, 220 c 240 rs dita, madrasta de superior
qualidade a 280 rs avara, pannos linos a/.ues a 2500
rs. o covado da bonita vista para pagem, meioscha
les de cassa do quadros a 3<0 rs. cortes de cassa-i hi-
tas de muito bonitos padrOes e boa qualidade a 2000
rs. algodao trancado avul mesclado a 2() rs. o cova
do zuarte azul de vara d- largura a 200 rs o Covado ,
muito boa fazenda para pretos lencos de calta piala-
dos a 100 rs. aUodao liso de muito boa qualidade
100 rs. avara dito americano n 2:(l rs. a vara, muito
cncorpado cbadrez. s de linho p>ra aquetas a 520 o
corado, sendo fazenda muito grave o de boa qualidade ,
casimiras de quadros de bom gusto para caigas e de no-
vos padrocs a 1200 rs. o covado, cas ile bretanba
de rolo n.uito largas e de 10 varas a 1900 rt ditat es
treitas de superior qualidade a 1800 rs ,,castores ou
riscados a 2i0 rs, o covado de b m goslo para calcas ,
brins trancados de muito bonitos padrees a 500 rs o
covado, riscadinbos (raneados a 200 rs. o covado, mui
to boa fazenda para meni.os cortes de caoibraia de
listras bramas ail ni iseadkS a 3 rs o corte leudo li va-
ras o moia ditos do ditos de cor de novos padroi-s de
vara e quarta de largura e Com 0 varas e mi ia 0 COM
a B# rs., pecas de madapolao a 2800. ."200 e 3400 rs ,
dito fino a 400U 4200 o 4600 rs. a pea, madrasta
fino a 5400 rs. a peca ditas de ehital a 1400 5200 ,
5500 e 0OO0 rs. escuras, bretanba de linho puro, fina a
(StO rs esgniio de tuperior qualidade do terdadeito
linho a 1500 rs. a vara cassa de quadros para bab dos
a 5000 rs. a peca cambraia lisa muito fina do vra o
tanti do largura a 000 c 800 rs. cortes de vestidos do
suda com flores a 50,000 rs o corlo rnui rica la/enda,
ditos de chali de listras de seda do melhor gusto a lj
rs. o corto chitas finas do vara de largura a 4'i0 rs. o
covado sendo francezas e de muito bonitos padio 5
escocez do algodao para vestido a 500 rs o covado
l.rim tranyado branco do puro linho do muito boa
qualidade e muilo encorpado a 1400 rs. a vara pecas
de bretanba de 0 varas, de puro linhoa 3200 rs a vara;
adverte se aos compradores que todas estas fazemlas
sao limpaa o de boa qualidade alm do nutras mullas
larendaa por barato preco: na ra do Collegio loja
n. 1, de Antonio de Azevedo Vi|larouco& IrmSo. (47
12Vende-sosal do Lisboa, em grandes o pequeas
porcea ; na la da Moeda armazn) n. 7. 2
12Vende-M fardo em barricas, vindo do Lisboa ,
ao barato preco de 4500 rs. ; nos armarens do Bra-
guez ao pe do arco da Conccicao o do Antonio An-
oes no largo da Alfandega. 4
12Nos armazn* de Ibas Ferreira, ao p da Alan-
dega e na ra da Moeda n. 7 continuao sea vender
bai ris do superior vinbo da Figueira. 3
4 \ ende-so cera lavrada do Hio do Janeiro, em
caixas de 180 libras coda uma sortidas com velas de
meia libra ate 10 em libra; no armazom do assucar da
ru.i da Senralfi-Velha n. 110. 4
Vende-se muito boa farinba de mandioca, por
barato preco ; u bordo do patacho flor de Maruim o
no biale Conceifo, (undeados defronte do caes do Col-
legio ou no Brinazem do porta larga defronto do
masillo caes junto ao hnliquim da Lstrclla. 5
3 Churulos regala.
Na ra da Cadeia do Becife, n 46, ha semprc um
grande e esplendido tortimento dettei altanados charu-
tos vind s recentemente da Babia ; assim como gran-
de soriiiiieelo devinbos do Coito, Madeira, Xerry o
ago'ardente do Franca ; tjdo se vende maiscm conta
do que om nutra qualquer parte. 7
3 Vend! se um relogro novo, do ouro; na ra
estrella do ito/aiio n. 33 2
3 Lm casa do Sr. Garnicr, relojoeiro na ra
Nova ha per.i vender muilo borato ou trocar por l-
vros bespaubuea 136 voluntes dos melhoies autores
Irancozes sendo: Historia de Franca, religiio, via-
gens tlie.lro, memorias, litteralura e sciencias. 5
3 \ esde-se uma loilha de lavarinto toda aber-
ta obra mui bem fila, o oulra degosto na ra do L'a-
oug loja n. 9. 3
3 \ eiide se um crioulo bom trabalhador de cnsa-
da por prefo comni do : no li-n da ra da Aurora
n.
("J Isto posto, parece quo podo allirmar-se, sern pe-
rigo do erro e antes do apparecer tradureao d tn
eyclopedico que esta nao pode competir rom a do Dr.
Moura A conclusSo de que tio pietla foi lirada pelo
eruychpedico, que he meifr* de lgica.
40
3 \ ende-s um (scravo sem vicios, muilo bom
trabalhador de campo ; ese vende por so tor recebido
em pagamento na ra dot^ueimado n. 29 3
3= \ ende se una mobilia com pouco uso toda do
..caranda coiitenilo 20 cadeirus um supl i duas
bancas c hei tas de pedia marmore o urna banca rc-
d nda do uni de sala tan.bem coborla da misma po-
dra ; a fallar com o Si. Manuel Jos \ ireira na loja
do cambio da ra da Cadeia. 6
3 Vende-te um pretodv 20 a 22 annos do bo-
nita figura alio e foite d> corpo cntendo do cosinhar
a moda Iranceza o lie ptimo para o servieo de uma
casa ; na ra da Crui n. 40. 4
3;=Vei)dc-se urna escrava do naco de bonita figu-
ra engommudeira coslureira cose para pretos h la/.
todo o ruis serviio de uma casa; na ra do Vigario
n. 19. 4
3Vendem-se duas grades boas, 2 sepos para acou
gue, por preco ro ..modo ; na ra Nova n. 63. 2
3-- \enie-ae 1 alfineta do peito, do ouro, com
13 diamantes por commodo preco : na ra Nova
n 63. 5
3\ ende-se uma preta mui boa cozinheira lava-
deira, (i lodo servieo de uma casa, muito fiel humil-
de c sem vicio de qualidade alguin ; ina ra atraz da
matriz da Boa-Vala, sobrrdon. 11. 4
2=Vinde-se o cslabelecimenlo da fabrica do fazer
licores, com todos os s us pertenece silo no largo de
N oo Terco jioi preco muito commodo : a Iralar
no mesmo estahelecimento ; assim como se vendo em
separado o que agradar aos compradores. 5
2- Ven.le-se um ail.s gcographico ; grammatica
Iranceza de Sereno ; ditaingleza de Constancio; bis-
toria universal do Bosauot dita sagrada; Selecta; bur-
ro i'e Silo-lio ; geographiade Gaultier; as cartas gco-
graphicasom poni grande : no paleo do Carn.o n 3.
2 Vende-se um pnto crioulo, o um moloque ,
proprios para i|uali|uer sorvico ; vendum-so pira ajuste
do cuntas: na ra da Cadeia-\ elha loja n. 29. (.'i
2 Vendem se liiiissiinos corles decassa-tbilastrans
parcnlea de Indas as 'ores c muito largas a 2500 rs. ,
ditot do liBtras o quadros de todas ta rrea a 4200 rs ,
dilosde chitas linas do to las as cores a 1000 o 2000 rt. ,
riscados finos de quadros e listras do todas as cores, e
do melhor, oslo a 280 rs. o covado, hnissimas chitas
li in i zai muito largas.. i in rs., ditas a 260 rs. risca-
dot Irancezea de quadros a 320 ia brina francozes de
adrOcs oscoros e quadros largos a 320 o 100 rs. .pe-
cas de bretanba de rolo a 2> rs. oila de linho a 3200
rs. tlgodSo azuide quadros e listras muito eaoor-
ia lo a 20 rs. dito muito largo proprio para roupa
di escravoi a 210 rs cassa lisa de vara de largura n
400 rs. cassa dequsdros e listras, muito fina a 400
rs. pecaa de cambraia brmea lilas do cOros a 4
ra., lencos escures muito linos o de quadros a 480
rs, ditos de cambraia de quadros de todas as cores a
320 rs., Iiiins de linho branco a 880 rs., dito de supe-
rior qualidade a 1 00 rs. dilii escuio do quadros a
' 1400 rs u vara, briua de algodao muito encorpado a
80 rs a vara, mi ias para meninos o meninas a 200 rs.,
ditas protaS par hornero a IttO rs. o oulras mullas la
rendas por barato preco ; na ra do Oespo n. 1 4, loja
de Jos Francisco Uias. 21
2i= Vendo-te um molcquo do bonita figura, de
idade 10 ..linos bom cozinheiru e be ptimo para
lodo o servieo de uma casa ; na ra do Aragao, sobra-
do n. 1 2 4
2 X ende-se, ou arrenda-se um sitio om Agoa Fria,
com bastantes commodoi: a tratar na l'onte-Velha
o. 25. 3
2 Vcndcm-sc duas moradas de casas terreas no-
vas sil s na ra da Concordia : a tratar na mesma
ran 3, do mantisa al as 9 horas, o de urna as
da larde 3
2 Vendem-se lindos corles d cassa chitas de qua
dios o listras a 4500 rs ditos de tarlat na do ullimol
dapolSo de todas as qualidades, por preco con modo,
o outras muilss fazendas por barato preco ; na ra do
Crespo n. 8 loa de Campas & Maia. 11
2=Vende-so um cscravo do nacao sadi > do boa
estatura bom pescador canociro o padeiro, bem
fallante c proprio para todo o servieo ; ao comprador
so dir o motivo da venda ; um dilo sadio de boa es-
tatura bom vaqueiro o proprio para todo o servieo ,
com especialidade de campo ; na ra da Cadeia do
Hecifon.40. 6
2 BAPE' IMPERIAL
Eslo rape, j bom conbecido imitando ao de Lis-
boa vende-so nos lugares soguintes : Rccifo, loja dos
Srs Guedcs & Mello, rus da Cadeia ; em S. Antonio ,
nasdosSrs. Gomos & Carvalho no canto da cadeia,
Ferreira & Oliveira ra do CJucimado Menezos J-
nior rus do Collegio Joaquim Francisco Duarte ,
ra do Cabugi Jo5o Jos de Fsria ra Nova ; na
Boa-Vista, nasdosSrs Caetano, e Jos Ferreira de
Maltos Estima no Alt'rro : preco 2/rs. a libra, e 50
rs. aoilava. II
2-= \ ende-se uma escrava de 25 annos de idado ,
do boa figura c zinlia o diario de urna de casa o lava
do sabio e varrella ; na ra de Horlas n. 112. 3
2= Vendom-se 50 milheiros de cachimbos mui bem
(eitos para embarque por preco muito commodo ; na
ra Nova n. 67.
2 Vonde-seum bom piano ingles em meio uso,
por 80/ rs com muito boas vozes para qualquer
pessoa aprender; movis do varias qualidades, por
preco commodo ; na ra Nova loa de trastes n. 67
2 Vende-se uma prela de naco de 30 annos ,
por preco commodo ; na ra do Cahuga n. 5. 2
2- Vende-se um forte-piano, por preco comino
do ; na rus da Cruz n. 7 primeiro andar. (2
2 \ endem-se boas caitas do tartaruga proprias
para rap por proco commodo ; na ra larga do Ro-
zario n. 50. 3
2 Vcndcm-io 4 escravas de naci, muilo mogas,
proprias para todo o servieo eslo ptimas quitandei-
ras; uma dita de naci de 26 annos, cozinheira e
lavadeira de sabio ; urna negrinha de 11 annos, muito
linda com principios de costura ; um molequo mui-
lo bonito de 12 annos; um molecote de 17 annos,
para todo o servieo ; um mulatinbo do 16 annos, opli
mo pagem ; ummolequedo 14 annos, para todo o
servieo ; na ra das Cruzes n. 41, segundo andar. (9
2 \ endem-se 3 escravos para engendo com 3
llllm- do 7 a 10 annos, a dinheiro ou a prazo ; tam-
Icrii tro ao se por alguin predio nesta praea ; igual-
mente vendo se um carro do 4 rodas, ingle/, para um
cavallo com cavallo o arreios : na ra de S. Amaro
n. 6, se dir quem vende. 6
2Vende-so um palanquim com vidro e palha sem
defeito algum ; um violio com sua caixa ; um relogio
deparede, ludo cm bom uso e por preco commodo:
na ra do Nugueira n. 40.
2 Vendem-se saccas de farinha ditas de arroz
pilado, ditas de milho ditas de arroz de casca, ludo
muito bom o barato ; na ra da Cadoia do Rec'fe n. 8.
2a Vendem-se os livros soguintes : Biblia Sagrada
du llariiel em ltiro com a respectiva concordancia, 3 v.
em folio; Biblioteca de Ferraris 8 v. em quarto;
Thealro Lcclesisslico 2 v. em quarto; um |ogo com-
pleto do (ablas de marfim para gamlo: na ra da Ca-
deia do Recife em casa de Jos Gomes Leal. 6
2 Vende-so um prelo bom canoeiro sem vicio
algum e bem sadio ; na ra oslreita do Rozario n. 22.
2 Vendem-se, pelo barato prego de oilo muris,
chapeos de castor branco, do ultimo gosto : na praca
da Independencia nmeros 24, e 26. (3
2= Vende-so uma piola da Costa, muito moca, e
de bonita lisura, sem vicio, e nem achaque algum ; a
vista do comprador se dir o motivo porque se vende :
na ra Jas Cruzes n. 15. (4
8 Vendo-se uma casa de um andar, com grande
quintal e cacimba em chlos proprios, sita na ra das
l'rincheiras ; duas casos terreas na ra do Padre Flo-
ianno com cacimba meieira ; e um palanquim aca-
bado de novo, que ainda nlo seivio ; na ra da
Cadeia do Recife n. 25. 6
1Vendem-se duas pretas paridas, mocas, com
bom lo te sabem engommar perfeitamento, cozinhSo,
cosem e com mais outras habilidades e slode bonitas
figuras ; 3 negrotas de 13 a 16 annos com habilida-
des ; um prelo do 20 annos; uma preta de 35 annos ,
cozinha bom e vendo oa ra por 300# r.', ; na ra
das Floros n. 21. 7
1 Vende se sal, por preco commodo ; assim com
o'eo do linbaca om Larris e quartolas ; a tratar como |
Fumino Jos Fclis da Roza & Irmlo na ra do Viga-
rio n. 23, segundo andar. 4
1 Vende-so um piano do Jacaranda do muito
boas vozes c por proco commodo a vista de sua qualida-
de ; na ra do Crespo loja da esquina n. 4. 3
1 A bordo do brigue brasileo Feln l/mo, fun-
deado defronto do Passeio-I'ublico vende-se farinha
de mandioca muito boa por grosso e a retalho. 3
1 Vende se, para fura da provincia urna escrava
de nacao Angola do idade de 1 i a 16 annos, cose ,
engomma e cozinha o diario de uma casa e he de bo-
nita figura : na ra por detraz dos Marlyriosn 66. (4
1= Vendo se uma pequea armarlo de taboas de
pinho muilo proprias para forro de obras de marci-
neiro ou qualquer lapamento por muito commodo
preco e lodo o negocio so fara ; na ra do Sol, junto
a serrara do Sor. Queiroga n. 17 ; na mesma casa
vende-se urna cabra de leite, por preco commodo. (6
1Vcndo-se uma mulalinha muito sadia de 14
annos; na ra do Collegio n. I. 2
1= Vende-se um proto de 20 annos de boa figu-
ra canoeiro f de todorervico ; uma preta cozinheira
e lavadeirt por 580,000 rs! ; uma dita por 200.000
rs. ; uma bonita parda do 16 a 18 annos, perleita
coslureira e engommadeira ; na ra Oireita n. 81. 5
1 Vende-se um proto de naci Angola embarca-
digo ; na ra do Pilar n 111. 2
- Vende se uma estola preta bordada um ro-
quete crespo eum ornamento de seda para missa ,
ludo por pr?o commodo ; a fallar com o sacrstio da
matriz da Roa-vista.
- Vendc-se uma boa sobre-casaca a lisbonense ,
propria para qualqu r capillo, ou piloto de navio ,
ou outra qualquer pessoa martima, a quol he pro-
pria para fri ou chuva farenda muilo encorpada o
orte como nao ha neste imperio : na praca da In-
dependencia n. 21.
Vendem-se duas corr.modas do amarello uma
estante de sedro duas camas de vento, uma cadeiri-
nha para menin tudo obra nova ; na ra do Ara-
gio na Boa Vista n. 33, achara com quem tra-
tar, i
- Vende-se um pardo perilo pedreiro e mestre de
assucar bonita figura de 18 a 20 annos; um mole-
que bom ollicial do carpina de bonita figura do 20 a
22 annos; 3 moleques para lodo o servieo sendo um
bom carreiro ; uma preta com habilidades necessarias,
cozinha muito bem, engomma o coso cblu ; uma dita
com as mes nas habilidades ; uma prela da mesma ida-
de para todo o trrico ; uma parda recolhida com
boas habilidades para fra da provincia -, na ra do
Agoas-Verdes n. 46.
>= Vendem-se ricos cortes de seda branca para ves-
tidos de noivas lindas capcllas de flores brancas lo-
que com plumas luvas de pellica enfeiladas de mui-
to bom gosto, sapatos desolim branco, borzeguins pa-
ra bomem o senhora mantas cscocezas, brins do listras
para calcas chapeos pretos francezes para hornem e
um sortimento do outras muilas la/ondas de gosto, por
preco commodo ; na ra Nova n. 8 e esquina da rUa
do Cabug n. 11, loas de Amaral & Pinheiro
Vende se um braco de balance com conchas e cor-
rentes de ferro o pesos al 12 arrobas; na ra do Vi-
gario n. 10.
- Vende segallo fino largo e estrello para divi-
sas, adragonas do Rio para odkiacs apparelbos para
barretinas, tianca para fardas e bandas de lia, tudo
bom ; na ra da Cadeia loja de miud zas n. 9.
--Vende se nina escrava de bonita figura com uma
cria de anno e meio a qual sabo lavar de varrella e
be muito boa rendeira ; na ra das 'l'rincheiras n 25.
Vende-sc farelo, pelo mtdico pie-
00 de 4ooo e i'JGo rs. ; na na da Sen-
ialia-Velhn i38. 4
Vende-se o repertorio das leis ex-
travagantes de Portugal, pelo desembar-
gado r Vlanoel demandes Tliomaz, segun-
da edico muilo augmentada, em a vc-
1 ti mes grandes, boa impressSo, a t0,5oo
e 10,000 is. tomando mais de urna obra :
na loja da viuva Cirdozo A y res. 8
Vende-se carvfto de pedro miiido ,
proprio para uso de ollicinas de ferreiro,
em grandes c pequeas porces, e por
mui barato preeo : na agencia da Com-
panbia Hrazileira de Paquetes de Vapor,
ina d Apollo, n. 6.
Queijos londiitids muilo frescos a
"Ho ris cada libra, no armazem n. l\\ da
ra da Alfandega Vcllia.
Escravos Fgidos
6=Na noutede 9 do coirenle desapparecerao,dosobia-
do novo da Capunga dous escra\os com os signaos so-
guintes : Domingos, alio e corpolonlo de idade de 22
a 23 annos com uma cicatriz na testa ps grandes ,
com um Ierro no pescoco ; levou,ceroulas de algodao e
camisa de bafita encarnada : (.enrulo baixo do corpo,
de idade de 26 annos, muito vivo e alegre levou rou-
pa bastante, aqueta de panno lino, camisa fina e lam-
ben) de bala encarnada ; sao de nacao Gabao : pde-
se portanto a todas as autoridades policiaes o cepilles de
campo o favor do os apprehender o leval-os no dilo so-
brado na Capunga ou na ra da Senzalla-Vollia n.
138 que os portadores serao recon pensados com lOOg
ris. 11
2 No dia I i do corronte fugio um prelo de n, pu ,
de nome Antonio Cu.je de idade de 30 annos den-
tes ahertos, maos caleadas, com umacoroa na cabeca,
muito alegre, pcitos bolados para fra, eslalura re-
gular; levou camisa e ceroulas de algodao, o chapeo
de palha pintado ; quemo pegar, lete ao Atteiro da
Boa-Vista n. 43 casa da viuva do Ur Bri'.o. 7
2P'Jgio, ha dous atea do engenho liomfica ,
urna escrava de n uie Joanua do nacao Congo, cr
prela aliara regular tem o cabello da cabeca quasi
todo branco e os dous dedos grandes dos ps sao Un-
tos para dentro ; levou saia e cami.-a do algodao da mal-
la; esla escrava foi vista nos Afogados pedindo esn olas
de farinha aos matulos que passaiao : quem a pegar,
leve a scu senhor Joaquim Antonio do Oliveira, no
engenho a cima dito ou nesta praca a Jos Pereira da
Cunha morador na ra da Cadeia do Itccifo n. 14 ,
que ser recompensado de seu trabalho. 11
50^000 ris de gratilcaco.
2= Desappareceo no dia 2deunho do corrente an-
no um moleque, de nome Kslcvao, idade 12 annos,
pouco mais ou menos, bonita figura, baiso, cheio do
corpo, rosto redondo, nariz chato, beicos grossos,
P s pequenot, e os dedos curtos e abortos ; (cm uma
cllra Aem um dos pcitos; he mu to ladino, e
parece crioulo : quem o pegar, leve-o i ra do l.ivra-
mento n. 38, quo recebera a quanlia a cima. (8
Fugio em G do corrente, da padaria
do aterro, de Lourenro Antonio Mesqtiita
Falcan, o escravo Manoel de Angola,
baixo, giosso, falla
algiuna cousa emba-
gosto a 80U0 ss. cortes de cembraiai do listras de c-t = Vende se uma prela para todo o servieo ; na.ra
4200 rt corles de ris. ados de quadtos o de gos Jestrella do Kosorio n. 22
los n uito modernos pilo barato pii cu de 3500 rs.
cortes de chitas de bonitos padres c cores fizas pelo
bar'lo preco de 17(0 ih., hrttaiiha de rolo do supe
rior qualidade com 10 var>a, a 2200 rs. brim de
quadros pura calcas a 480 rs. o covado, pecas de ma-
Vende-sc uma venda em bom local e bem afie-
L-ue/ada com o fundo de 1:400,000 rs. pouco mais
nu menos ou troca-se por uma caga terrea ou sitio
perto da praca, voltando-se, sendo preciso o que se
ajuslar ; na ra de Agoat-V erdet n. 46 se dir. J
racda, ps gran.les, suppde-se estar
mesmo na praca, ou nos arrebaldes dos
Afogados ; quem o pegfr leve-o ra
Eslrcita do Uosario n. i3, ou do Vigario
n iia entregar a seu .senlior Francisco
\lvaresda (Jimba, que gratificar gene-
rosamente.
PERN. ; NATYP. DE M. F.UEFAHIA |S/J5.


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