Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05367


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Full Text
T
Anno de 1845.
Tcr^a feira 17
de Jim lio.
'AnnoXXI \. 151.
O DIAMO publica-so lodosos das que
nSoforeni de guarda: o pceo da aulgna-
uiia ha de 4/rs. por quartel pagos adianiaioi.
Os annuiicins dos assignanlcs sao inseridos
a raijo de 20 re* por llnha, 40 rs. em typo
ilili'ercnte, c as repoticoes pela metade.
<>4 que nao forem atiignantee pago 8t) rs.
por liuha, c IDO em typo dill'ereulc.
PIIASES DA LOA NO HEZ DE JUNHO.
La nova a A as 10 h. e 48 mln. da tarde.
Creicente a 13a l hor. c i\ inia. da man.
La chela a 10 as 8hor. e 58 rala, da tarde.
Mingoantc a 20 a l hor. c 7 mili, da Urde.
PARTIDAS DOS CORIA K IOS.
Goianna Parahyba, e Rio Grande do Norte
Segundas e Sextas feiras.
Cobo, Scrlnliacui, Itiororinoso, Porto Cal-
vo, e Macry, no 1 11 o 21 de cada incz.
Oaranhtins e lionito a 10 o 24.
Boa-Vista e Florea a 13 c 28.
Victoria Quintas feiras.
Olinda todos os dias.
DAS DA SEMANA.
PREAMAR DE IIOJE.
Priinein as 2 b. e 54 inin. da tarde.
Segunda as .'! h. c 18 minutos da mauliaa.
CAMIOS NO 15 I IA DE JUNHO.
Canil)
Deac.
Oura
aobre Londres.....25 '/,.
Parii 379 rlt por franco.
i) Lisboa 120 por loo de prein.
delet. de boas Urinas 1 Vi 'A P
Oncashespaiiholis :il#"i0ii a :l Muedi d.-IWiU v. 1. I"")')0 a !7W00
deOiOOnov. 17*300 a 17/900
ARIO
-^'er r.-^
* de 4JO0O '.i.-.') a
i PalaeOcs .... i.i'.aiii a
Pesos Coluinnarc. I980 a
Ditos Mexicanos lilo a
Moedas de i palac. 1/280 a
esdaC do Beberibe jiitni
0/DOO
1/980
2 lOn
I #000
1^300
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
O RELOGIO DA CAMAJtA DOS IIF.I'UTADOS
[Corretpondencij reservada.Correto dacirte)
Sr, Sentinella. Conquistou voco a minlia gratidao
publicando a minlia ultima caria ; o com essa publica-
cao mostrou quo as ra/Set que produzi ocoovencrAo.
(guando o Saldanha me Irouxe a Sentinella do sextd fei
ra, e n'ella deparei com a garatuja indicadora da mi
nha correspondencia, subiro-me us posos com tal r-
pido/, que fiquei morro nSo morro ; o so A espa
co me tornou o movimenlo normal. Protesto que Ihe
serei agraJecido loda a minha vida; o veja que isto nio
he protesto de deputado ministerial, quando declara
que deposita plena confia nca no ministerio e que du-
ra somonte o lempo da declaradlo.
Meu amigo, eu nSo sou dos taes que promellem e
naocumprem; prometti-llio contar urna historia dos
mariaccat e maiscerlas cousilas quo trazem arrufadi
nhos os patriotas Praieirot o os Joinmcot; pois hei do
cumpril-o ; mas antes sempre Ibe direi, que os patut-
cos d'vsta casa ficrSo lEQJtO conlcntes, quando voc de
clarou quo suspenda a meu reipeilO a garanta da livre
oxpressao do peniamenlo : nunca inais IhesdO esse ale -
grao. Osquesedo por inais sabidos dssrao dogma-
tica menle quo eu linda transmigrado paia o crpo de
um tal Veterano, quo ah principia aatropelaro Gra-
nadeiro da CAROCHA. Fortes pascacios Quo alarvcs!...
Vamos ao que sirve.
Lembrado estar vocfl sem duvida da pocira qun aqu
lcvanlarAo os homens do instincto contra os manaca
ca : o Alvares Machado, com ollios arregalados e voz de
possesso, gritou-lbcs: d"ixem para nos os assentos da
representadlo n.clonal Os mantacca porm nAo
so deixrAocodilbar, e lorao voncedores na votacAo do
projocto da le eleitoral : os homens do initincto appel-
larao para a torceira discussAo, e drAo-sc ao ,-nais insa-
no dos trabalhos ; nAo ba dia em quo nAo facao clubs ;
e prolellSo cousegui a violceo Frao-so aos ministros, e estes com todaacandura
prometlraooteu apoio ; inventario mentiras, procla-
mrAo que a salvacao do paii dependa da oxcJusAo dos
marfciccica de dreitos, que a conslituicAo lliesoulor-
gou. .Madama Joanna osti muito empenhada no nego-
cio ; anda de urna paite para outra, prometiendo a es-
tos mundos e fundos, Aquelles vai impingindo, que mui-
to agradavel ser a exeluso a qubh com estas cousas se
nao importa. ( Odio quo inda nao vi dama mais aloila
emaisdeslarcadal....)
Segunda fera pretrita houve sessa econmica dos
Joannkoi o dos taes do intmelo na anti-cocheira do
palacete, da ra do Rezende, em que reside o ministro
to imperio, e a mesma boia da partida a que vSo os gu-
loscs, aira/, do sorvele e dos bulinboloi. Era um gos-
lo ver o corretor de novidades, o fiJeliisimo Gabriel,
motando para cima os maiitaccas, quo Ao entrando,
e adiiittindo ao gremio dos patriotas puros aquelles do-
putados, que sao conhecidoa pelo culto, quo renJeman-
da aos acros cluce/los. E que l!io parece? Istoem
boni poituguez chama-se DlSVSITA, Gilossi'.RlA.......
mas ossorvetes, os holinliolos, o as (|Uidrilhas, uta....
Tirio todo o vigor aos patrilas!
O Saldan: a aflirma, que ludo isto nao vale urna pi-
tada do eslurro : segundo elle, os ministros drao a mao
ao plano por estrategia parlamentar. Antes de entrar
em terceia discussAo a Venu do Paulo liarboza, om
Lellecida pela commissao de constituicAo, passa na c-
mara o orcamento, a Icos luzes, que se apagfio as can
dtias! Di/, mais o Saldanha, quo os maritacca sa
bem da cousa, e por isso nao so drao por offondidos.
CAROLINA NA SICILIA. (*)
/n lanijuine fiedui
DIVISA UA OllUI'.M IIF. S. h.Mllli,
SEGUNDA PARTE.
Conlinuacao do Capitulo XX.
Vou explienr-nic t.io ealhegorioamenle, como V.
roagestade a fez; e potto (ate-Io, poruae tenbo ule res-
peilo inslriiccoe positiva. Primo: logo quecaiejAo ex-
pulsos rador nSo quer neiu j"la:lr. ncm cDiibecer, e cuja res-
ponaabilidade den* todo a V. magedade; logo que, di-
go cu, o facto eja eiiiisiiiiiniado, uero couccdiilos a V.
raagealade indos o loceorros neetuarioa para prevenir
nova invaso britannica na Sicilia. O comiuancln das tru-
pai franccn ser confiado no general Manlion, se ctlt
escolba merecer aapprovaclo de V. magostada.
He o mesiini que eu liria fcilo.
__ Secundo : em reconliceiiuenlo do servieo prestado
]inr V. magcitiule no imperio franeez, e a fin de ret.li-
belecer paz entre as duas poleuciai o reino de aples
ser resliluido a V. inayeslade, c Fernando lomar o li-
CJ Vido Diario n.* 128.
Esla versSo lem sou geito : be um poquenino commer-
cio de traices, que est na guerra Pode porm acon-
tecer, que o negocio nao se arrange como est plano-
jado, apezar de estero Limpo da parle do ministerio ;
e entao o que ser?.. O cerlo be :
I. Que so trama contra a consliluicao do estado.
II. Que os mariacdca rao desfeileados.
III Que se nSo drAo por ofendidos: lubiro, tor-
veterilo, quadrilhrdo, etc.
IV. Queamanhaa, segunda feira 28 do correnle, l
iro oulra vez.
E viva a nfnrfe cordiale! Egslite', FaATRRHI
tk', oo i.a Mort !
A'lont, enfantt de la patrie.
Le jour de gluirc ett arrivcl...
Demorei-mo demasiado n'esta historia : se voco s
puder contar em menos palavras, faca-o, quo para isso
Mo dou inteira liberdade. Os arrufos entre os l'raieiros
e os Joannicos nAo irao d'esta feita ; mas fique cerlo,
que Ih'os bei de conlar com toda a fidelidade. Agora
tenho obrigacAo do dar-lhe conta das sessoes de sexta
feira e sabbado.
Quinta feira apresenlra o Souia Ramos, como eu
Ihe diste, um requermento, e nAo pode concluir a jus-
tificacAod'ello; sosia feira deo-lhe a palavra o presi-
dente, mas fui logo provenindo-o que nao admitli-
ria quo o deputado pelo Piauby so eslendesse, alm do
iiue era ustilicacao. At aqui vai o negocio muito
bem ; mas o Limpo lio lia suas vistas oc :ullas, e eis o
quesuccedeo. O primeiro ponto do requermento di-
riga -so a pedir ao governo as primeiras ordens, que 16
rAo dirigidas ao presidenle do Piauby ( o metmoSouza
Ramot), ordenando-lho que mandasso proceder at elei-
(068 geraes edizia o Souza Ramos que pedia essa*
ordens, porque na cmara sj tinba assoverado, que elle
mandara fazer aseloigoes rom ter recebido as taca or-
dens... Palavras nAo erAo ditas, quando o bomtinho do
Limpo atallia o deputado, dizendo Ihe quo isso nAo
be jU8tifcac9o do requeriinonlo ; e finalmento que nAo
careca justircal-o, porque nnguem iinpugnava.
lravo, Sr. Limpo de Abrou Assim, assim he que um
liomem deve ser : somos, ou nio iomw i'! Soouii.--
se pernas, ia dreitinho dar urna bo,uinba no preti-
dente, n'aquelle anginho ; como as nSo tenho, dei-lhe
com a liga___segundo cosluma fazer o Saldanha. JA v,
meu amigo e camarada.que nao he soGongalves Mar-
tina....
Depois d'esta brincadeira do notto limpo debrio,
continuou a discussAo uo negocio do canal de Ilaguahy
Fallou o.Moura MagalhAes a rosprito da questAo cons-
titucional, e nAo houve aqui cousa mais notavel do que
a negativa que oppz o JoAo Paulo a esto depulado,
quando dizia quo o prembulo do projecto ora o
maior argumento contra elle o JoAo l'aul i assevera-
va do seu lugar, e com muila intitlencia que o dis-
curso escriptu anlosda resoluco nao be parecer. Es-
te JoAo Paulo lem cou^as!... Elle, o Satulnino, o de
Salles Torres liomem, e o Marinlio, arrazorao na cau-
sa do canal, oscreirAo o arrazoado, o todava nao be
parecer He voidade quo o (al parecer becousinha de
ca-ca-rac, e bojo tem servido para combator a reso-
luco ; mas be de cerlo a opiniao dos quatro loebeiros,
quo assignrAo a resolucAo.
Ahi est o Manoel da Fazenda, quo vom tr discu-
tir o orcamento. O llerculano tornou a dantero, c
atacou diversos arligos do capitulo das wsrosigES ge-
RAES ; seguio se-lhc o indrfeclivtl Nunet, que deixou-
seembaear pelo Marinho, e propoi como emenda ao
orcamenlo um projecto de resolucao, que manda en-
tregar aos fradesda Terra Santa es bons que Ibesfrao
sequestrados. Ora, l)r..voc cahir n esta NAo vio
o laco quo Ihe armou o Marinho?!... O Padre bo meni-
i r mua;
?i&'Viva>
tulo de rci das duat Sicilias, pora que o seu duplo direito
seja mantido.
Ncnliiima ObjeooiO tenho a I'azer a csse baplis-
mo geographieo, ac nao que elle lisongea o oignllio si-
ciliano a expensas do Napolitanos que ficao dcsbapli-
zados.
Tcrlio.......
- O meu protocolo mi tem dous arligos, como tem o
vosso tres0
Digiie-se V. magcslade ouvir-ine ot o fin, c nao
lera ranao, erlo cu, de qucixar-se doate lercciro artigo.
Prosegu ciiio; nos veremos.
Terlio: pora firmar a reoonciliacAo, edaraomes-
mo lempo V. magcslade mu tesleinunlio de amizade
sincera e bom par.'iilcseo, o imperador incorpora parpe
mmenle SO reino de aples actual a ciliado dcAucona
e suas dependencias.
__ De veras, o vosno imperador lie de nina greca en-
cantadora. Dizci-llie que o eu proceder me loeou o 00-
racao, e que ello recupera multa oonuj sem rallar na
nia'gnificeiieia do presente. Eu farei de Ancolia a (jacta
do Adritico.
O imperador em relribuioo t exige urna cousa.
__ Elle exige?...... W temoa oondicoea?...... Napo-
lefio quer ser para iium em aple o que os Inglczes
So fin Palermo ? Se tenbo de i nibdnr de amo, ludo es-
rompido i conservar-inc-liei no exilio. Frefiro a nul-
lidade, a abjfcfao em qe cahi no simulacro de gran-
deza e de poder. Sc o que pesa um jugo, oulro me nao
imporlS. Nio sou dcasca espiritm vaugloriosos que se
eonlcnlAo com opparencias i quero ser e nio parecer.
Que um Mural faca do llirono um tablado, c represente
com emprestado manto a personaren! de comparsa c ma-
nequim coroado, deseoipcnha o en papel o faz o aeu of-
norio, o quor pagara hospodagem, quo tem recebido no
Uotel de Jerusalem com essa resolucJo, que nao vale
nada.
Est fallando o cabo da palrulha Devo dizor-
Ibe, que loda a cmara, ao menos pelo quo ouco aos
deputados, lem reconbecido o tlenlo, estudo, o vigor
com que o Ferraz tom fcito opposcAo. O discurso que
fez nesta discussAo, lem muito que aproveitar. O F r-
raz deo alguns conselhos ao ministerio mas he agoa
om cesto: o ministerio ha de morrer na impenitencia
final! E lanto he assim, quo o Manoel lovanlou-se
para di/.er, que o governo nAo pude fazer milagrea, e
oulras baliu/eiras dcsla ordem A sessao de sexta feira
estivo muito fra.
O Candido Baplista do Olivcira tambem quer o seu
. incflosnAo 1 i no Rio Grande / Com quo voracidad.'
se encaminbao para a pobre provincia de S. Pedro do
Sul! Sao capo/es de devorar ludo!!. .. O governo
entendeo quo devia a cmara ser complico no neo-icio ;
e mandou sabbado para ci a pclicAo do Candido llap-
tirta.
0 Manoel veio hontom do tcncao de nao entrar na
discussAo; ape/ar de ja ter declarado, quo lodos os scus
momentos sAo oceupados no sorvico publico, todava
bontem mesmo houve parola rasgada, e lao interessante
que nao Ibe deo lempo para rever os apontamentos e
coordenar um discurso. Toinou, pois, a palavra para
dizer que ero muilo mal feito olar-se disculindo o
orcamento com materias estranhai a elle; que era con-
veniente separar o capitulo das uisi-osicoes gkhaes, qu'
faria una lei a parle. O Satulnino foi logo mandando
mosa um requerimento neste sentido ; o Alvares Ma-
chado pedio que ene requerimento fosse A coinmissu
do constituicAo ; o llerculano propoi quo fosso A mesa,
ou a primeira do orcamento. Agora o veris : princi-
pia o tirotoio; j ninguein scenlondc Ferraz cha-
ma moxinifada aos ait'gos additivos que ormao as uts-
posicoksgkraks; o Souza Franca diz, queaquillobo
urna misctllanea ; e o Souza Marlins, aproveilando a
occasiAo para meller o Ierro no Satulnino, pedio a
maioria que tivesso compaixio da commissao ; quo a
drio3c resfrwr o o.piul-, pafj arranjar melhiir a roo-
xinifada. Salta o AnIAo furioso ( Com effeito todo
elle era nariz!.... Que penca !!....) c diz quo isto ho
deslealdade da parte do Souza Marlins. Que Ihe pare-
ce, meu camarade, a deslealdade do seu amigo ? Di-
ga a esse Dr que deslealdade he falta do fidelidade.
Finalmente passou quo o requerimento do Satulni-
no fosse A primeira commiisAo do orermeuto, e conti-
nuou a discussAo do tal capitulo lerceiro, que lia de ir
com os seus dous companheiros, do no quo der.
O Satulnino, quo eslava tequioso de tomar a desfor-
ra do Souza Marlins, tornou a palavra, e fallou como
Algarvio. Chamou ao Souza Marlins (raco, cjinpa-
rou-o com os homens casados que apanbAo das mulbo-
ret, e depois saein para a ra dizendo:-- Esla casa ha
docheirar a liomem Do sorte quo o Satulnino he
ainulhcr, e o Souza Marlins he o marido ; e aquella
arruma neste !!... Estove muilo bom o Satulnino;
mascuja nAo posto escrevor mais, ncm mesmo contar
como foi a ultima votacAo da reccita, quo mo esqueceo
na ultima caria. Fica para outra, o basta por boje.
Sala das sessoes, 27 do abril do 1845.
0 Relooio da Casa.
P. S. Por ordem do presidente foi mandado despe-
jar acata o G arnadeiro, a Sabina que etcapou da
galo, euma outra bisbilhoteira, quo por aqui tambem
apparecia om cortos dias a dislraMrdo scus devore! o
repres-jntanles do giande partido nacional! Hojo os
abalrao s na entrada c naaahida.
fico de bislriao ; mas cu! es quccciii-sc de quemsoo?
esqui'ceni-se il'ondc procedo.
Nnguem oesquece e o imperador anda menos.
Traiiqullize-so V. magcslade, que nao lia rasio para tal
rebate. Quando eu diste que o imperador exiga, quera
discr que elle desejava.....
Oque?
Que V. magcslade dcixo aos Napolitanos as leii
fraueczat que eslo acoslumados, e que as utroiluz.'
na Sicilia.
__ Anda urna mudenca di- consliluicao!
__Ol! Senhora quera falla de contlituieao ? Nao se
trata i-ciiao do cdigo NapoloAo : a moda de consltui-
Ocs j passou, gracas .Dos! O abbade Siyes dein.i-
siad.iineiile nos infeslou dcllas. Ksses nniilog nao tctltu
mais crdito acnAo no cerebro eco dos idelogos, lima
boa carta lie um liomem..... ou uiiii iinillier de lalrnto.
por rste ltnlii n Franca, c as Du.if-Siciliai lem a inclhor
das contlitiii^of.
Cada um lem a sua cliinicra e a sua receila, diste
Carolina fallando entre si: un lem o seo cdigo, o ontro
a tur caita, panaceas miraculosas que develo infillinl-
mrnle curar lodos os males da liuiiianidadc. Pobre liu-
mauilaile! liu niio me opponho, uuntinuoil ella voll.m-
do a" njiidoiite, a que os mrus vassallos rejan julgadot
pelas leil franceza, se assim o ilesejAo ; lano valein el-
las como oulras; o que importa nao he a lei, be qoeni a
interpreta e quem a applica. Os lions magistrados fazein
os bous cdigos, c o mais perl'cito cdigo nao pesia de
papel sujo, se o magistrado he Ignrenlo ou corrupto.
Kscusado lie dizer. Sra., pie oh dous Eeladus con
tralann") una allianca illeiisiva, c defensiva, e (pie oiin-
|i rio de Napoleo adiar sempre no reino de Carolina
um alliado hel c zelosu.
PERNAMBUCO.
Ouartel do commando t upeior da guarda nacional do
municipio dj lleci/e, 12 junho te 18V5.
ORDEM I"'.i "I _____
S.S.,0 Sr coronel o commandanle superior determi-
na,que, no dia 13 do correnle moz, faca exercicio e de
a guarnidlo da pra?a o l.tbatalblo, oque o superior
do"dia teja o Sr. capitn Manoel Eleuterio do Rogo.
O mesmo lllin. Sr. manda publicar a decisao, abaixo
Iranscriptu, da junta de laude, na ttalo de II do cor-
renle mez, para inipectito das pragas doenles dat 1.',
.' e i companliias.i.'o 2. batalbao, a lim de quo te
lacAo as devidas notat-
Sesso da juntad- san le no quartel do commando
das armas e-r ll do junho do 1815, senda prsenle o
m. Sr. coronel e commandanle superior da guarda
nacional do municipio do Recite.
1.' companhia.
Cabo, Tbeodoro Peroira Can.ello, quatro mezes do li-
cenca.
Joao Franeitco do Soma Machado, licenca em
quanto faz a operadlo.
lenlo Jos Juliao Mtmi/ dous mezes de li-
cenra.
G. N. Claudino da Silva Ferreir.i, incapaz do servieo
militar
Manoel Peixolo da Paixao, idem
n Jos Flix dos Santos, id m.
n Luiz Epifanoo Mauricio Wandflrlev idem.
Jos Mendos Guimarici, dous meiet de licenca.
Joo Biptisii Corruia, quatro moieide licenga.
AntonioFmigdi Riheiro.dout inezcsdo licenca.
2 companhia.
Lino Alves de Brito, quatro mezes de licenca.
i) Agottinho Jos da Silva, incapaz do servieo mi-
litar.
Bernardino do Sonna da ilva GuimarBei, sois
mezo, de licenca.
Thomaz Antonio l'err'ira, incapaz do servieo
militar.
., Joaqun .Marlinianno de Tafias, seis me/es Oo
licenca.
B Rufino da Cosa Pinto, ineiptl do servieo mi-
litar.
n Joaquim Jos do Sania Anna, idem.
Joaquim Manoel d'Carvallio, seis mezes de li-
cenca.
Jos Ignacio l'croira Dulra, Ires mezes de li-
cenca.
Marcellino da Silva Ribciro, incapaz do servieo
militar.
3.* companhia
Cabo Manoel da Cruz, dous mezes do licenca.
i) SiUerio Joaquim Maitins dos Santos, quilro
mezos do licenca.
Soverino Joc do Nasiimenlo, dous mozes do li-
cenca.
Manoel Patricio do Socalenlo, o apaz do ter-
liio militar.
G. N. Domingos Jos RoJrigucs Braga, idem.
Joaquim lionilacio Pereira, idem.
Manoel Francisco de Mello, idem.
JoAo Jos de Sania Anua, idom.
Inocrncio Miguel Antonio, tres mezct de li-
cenca .
Manoel Francisco Coimbra, incapaz do servieo
militar.
Amaro Jos da CoriccicSo. idem.
>i Manoel Francisco dos Santos Lcssa, idom.
Antonio Pedro liamos, idem.
Tbemoleo Francisco dos Santos, idem.
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Assim eoiiM tambem Carolina adiar em Napulcflo
um amigo e nflo om amo.
O imperador repele muitat reaei, Sra., que a reci-
prnoidadee a equidade fio primeira le eacoudicao,
sinf (ua non dat alliancoi solidas e duraveia.
Proclama a mxima; porm procura elle Mocea
Idee de praliea-la.
Senhora ?
Quaiil.is nao liaverA '.' Inda oduvidas I)
como diz o Taere,l.i de M. de \ nllaire.
F.sla citarn que vinlia a proposito, pois que a scena
doTancredo so paita na Sicilia, fttxiorrfr a rainha, e pox
fin coofereneia, Imito mais quandu a niisso do pleni-
potenciario ueoulto eslava preenebida, Carolina bata
ganlm asna cansa; nao podo evitar mu eslreinecimcnto
de latiafai;flo ao ver-se lio prxima do aeu. alvo, lcm-
briudu-to tobrcliido que t devia ella propria, sua
pcrscveanr.i, tna activdode, sua inabalavel energa,
o ineipcrndu triumplio que tantos canirooi coroava. A
alegra do nrgulho victorioso manifestava-ie-lhe no
olhar, e o iou aorriiu reiprava a embriaguez intima,
inexoravel de moa vinganija saciada, ou pretle a te-la,
o ipie lio mais lrritcl c agradavel. Kseapou-lhc entSu
nina exclamarn, que [iroxava a violencia dasuacriso
Interior.
Ilei do pitar BentincU em um pillo.
Expresado cruel que Ihe era lmilar quando ella dava,
ou Mippunli.i dar ao sen inimigo un golpe mortal.
Ol! agora vejo, pciisou cun sigo o ajudaiitc di-
plmala, purque o imperador a bapiisou por l'redrgou-
vl; 11 s'cn presntela, gardcz-vouid'cn douter,
i
ILEGVEL


G. N. Mmoel Antonio do Sousa, idcm.
Francisco du Paula (uedes, qualro mcies de l
cenca.
Jo-Nunes da Silva, tres mczes de lirenra.
Miguel Josquim de Menoxea, incapaz do sen
10 militar.
J .cinto Antonio l'erreira doui mete* do li-
cenca.
lni< mo Carduzo tau aju )anto do ordeai de semana.
CORREIO.
CnMKIPOHDBKClA Di i.niAlii B PI'.nvi.\CIA.
N3o ,!:ciii. meus choros redactorisinhos deminhaal
mo, (;uo eslou qussi, quaii tornando-me praciiu? Pois
he urna verdade ; e se os rapazes continan Stttm, quen.
poda resistir i convicclo dos fados ? Est Veldida-
mente provado, que os I aronislas siio uns eontralan-
i!islas, e os pmioiros avessi s a toda atrancaseis: la *ai
ut'a prora. Esta manha apanhou o Jacinto do oett-
los urna grande punan de pao-braail, que eu nao sei
ainda de quem lie ; mas que decididamente ha to s-r
de olgum barn isla o hornero ficou lio contente, tu.
.'.amado f-ii Jar a sua denuncia, que quasi perdeos
tilos; mas cnlim fi.'ou esta pechinche, ebomhajaa
sua \ isla de lince, o nao I c r mcetn as pernal na sua di-
li enca. Amanlia Ihe daroi inais circunislanciada no-
li, .i do caso.
Ilonlem a noule, no caes d.i Collegio, umasueia des
tes ropa2es, que airdSo agora-n uito alegres, enconlrou
un polne bomcm queporalli \ e.iva; umduspa-
tuscos, que me diioni si r tacerdoto, foi-so a elle, deo-
Ibscom o (|uerque fdsse nos oiho, c alirou-llie oeba-
pei sonar: bauvo muita galhofa, muili g rgalbada.
e quando o pobre hornera, lastimando se, lequeixava
i'e tao biutal e prejudicial brincadeira, disse um da
uialts : \ se queixcr a liar "o. Uta, que viva
I ibordada e os patriotas .'
Publicares a pedido.
Quandoemo numero preceden! dista lolha assig
nulamos qu "tito bavia da revolucionario o do atroz n
nomeacaodoSr Suusa Teixeira p. ra vire prcsidcnti
tiesta provincia nsi circum-tn 19 lelu idas o porigosos
em que nos adiamos; quando pro uiamos .val: r s
ell tos provsvt9 dcsts desgranada investidura, ooriso
imminente que a ordem publica corra em cons quenci
de i.'i 11..!,! medula, ni. I pensramos nos, que tSocedo
ua actos d.: vi-e-presidencia vieisem confirmar I d..-.
nnssas pretisdes, c justificar lodos os reccios, que po-
pulacho, desta cidade coneebeo,desde que fui divulgada
nova do tal noineacSo.
No h iviSo anda decorrido vinle a qualro hoias de-
pois da sua pnsse, o ja o qovo vicc-presidente tinb
patenloado sua! intent s ni llevlas r desi t. .idas de re-
volver toda a provincial e f rir brutalmente acusad
versarioscom deslituicOosdictadas e concedidas pelo
club, de quesempre loi ni< mbro, sein deliberlo sim,
e sein voto ; mas fiel e sompro lubniisso, s listi 1 d
*ee-presideneia, ou antes do club, tolvero-ae lod-s
p r 1 a polica; e sen prmeiro cuidado !oi organisar e
lispr e ca, c da seguranza do cidadlo em ordem a prestar-so ;.
i.ni^".;..: .u- i.vl.i. oh :t:!.iu.,u'ii'> tciichiosas. (;ue Dos
conventculos do paitido rossern ajustadas : comopti-
meira medida do grande plano foi desonorado o pacifi-
c ecord lo Sr. dtsembar^ador Siqu ii do lugar de
ebefe de polica, e nomeado para subatituil o o Sr,
jui/ dedireito Arruda. A'vistadesto passo impruden
te o verdaderamente revolucionario, todos oaliomens
pacificse industriosos lr>- 11.O110 de susto ; pois que a
ninguem sao boje oceultas es tendencias agitadoras, <
i\ rotea dn novo chele de polica, que aubre mudo noto-
1 i 11. cm vi |ioiico8 cargos que ha exercido, subcjai pro-
va.- li ni dado do di'.-.'binii 1 Mi. c lu bolencia do aeu ge-
liio, dii phreneai do bch i arard r, dn ana irreverenein -
ennveniencina publicas.p em fin dn imiiioilerado desrj
le vinganca, em que ardo iv uira mus adwriuriua, ain
dn 11 niaia witTenaivi s. \' rale el do iriii.-ii.nla bmeu.
ra *cruio se logo mitro de Igual ualiin u u alcance; foi
demillido du enromando do n 1, 11 il ia municipal' pi i-
mancnlc obciicmcriln Sr Pedro Alcxandrino de liar
1. Cerlo nao ho cala n oci 'sino propria pura faier im
I h drale cidodao lao distincto pelo aeu carcter, e pe
J.i 11 dircta dos sen sciitiiui utoa; 11 aa cube aqu memo
rar .1 cireumstancia de liav 1 1 lie sei > idn cun nteiresa,
1 xenijil.ir fidelidilc n t idos ni 1 n sid ntea.qiio se leiiu
succodidu na ndminslra\'Sii ib ^:.l pruvincin dude mul-
los anuos, seni que n posa lollf. r em roatu 11111 10 ae
tu deaairosu nn nicainu equivoeo l'.-i.-,. n,puia,rcaervnda
para o Sr Soiixn Tcixeira a }l rirt de enliulhar de 13o ini-
unrlaiite Buminnnd^ um uflleial di 11,1 du reaficiloi pu
Lliooi, earrcgnJo de impurtmitei oervieos, o o ni' inaii
he, depositario 1I.1 eonriani;.i i!.i p pulu(A>i deiln cidade,
II uo mis eonjonoluras niaia 011 ineimi nrrincada pur que
liaveiuos paavadii, sciupre o cuimiderou 001110 um fiador
pacawi
da. Vale inais ser scu amigo, do que iiiimigo, e 01 In-
glesea coin ella niu levarfl a mi llu r.
Em que pensis >s, Sr. d'l'.lbciiei
No* inglexes, ira.; e como du o u nao grande Ha-
cine, proseguid olio animado pelo resultada da sua pri-
ucira cilaco,
Ao vr que os ten* na rede 011 boro miseros, I
.Alas cia citacao nao leve afortuna daoutrn; porque
pela conibiiinf.'iu das ideias, d.iv.i eibi n entender, qu
IJbiic em aeu foro intimo comparara a rniiha Curoliiu
1 "in a rainha Atlialia ; c cuino il" oulva orle Ihe poderh
r de repeiiton memoria um verso da tragedia bnptita-
da pela lenivel herona? Este raciocinio ca milito ob-
vio, para que a rainha, dolada 1 oran era do urna pi i>-
iiic.icia extraordinaria, o deixae de fjier iiuiuodiaia-
iiicule. Aluda que offeadidu, neiihiimaa motiraa leu
1,. .II. ceom *igo daae:
__ Multo in deve ser a rcpiilaCao, que se me lera (fi-
lo na Europa.
Esle iiiovinieiilo de anal; so lomou-llio por 11111 mo-
ineiilo o roilo anuviadu ; a trislii.i apagn ,1 alegra que
ma olboa uintillava ; o aorrisn deixou a CSpreaaao le
aaliaboju) o tomou a de amargura ; sou Iriuoipho eslava
destruido. >'cste iniindo nao ha pi'.uer ciunplelo, pur
toda a paite aoeiicontrio oalimite* assira oilisaero
maraliataa deoutro lempo, assira odir o* que h.....le
rir: o nosso 'lobo he o imperio daa meiasclaridadese
lucia* trevas; toda a ventura U111 o aeu reverso, toda a
dita o *eu correctivo, aaiiiu como tuda a lu tcm a* aua*
uinbra, a toda a primavera o aeu invern.
A, Je lesplaint de lomber en vos mains icoutables.
do socego publico, um centro do ordem contra a agita
gao c o niulim. Para ubstituir o Sr. Pedro Alexanririnfl
foi nnmeailuo Sr. Antonio Carnciro Machado Rio, ao
bre eiijiis iciitimenU* e O|iinioe* nada diremos, porque
alii esla nbcrtn no*olliOs de lodna a historia da* unsaa*
revolnces.- Esta clama medidas, nlem da doitituictjei
havidaa no meamn enrpo dea rounicipaea, quo jorolu
por ou (i, revelan claraiiicnte o systema com que pre
nuil administrar esta provincia o sen novo vicc presi-
dente; armado como eiift rom o duui grandes inslru
mi nlos, que Uo ouidneroaaroente ello diipi. e apromp-
tou, saber nao podemoa at onde ir n acgflo periegui-
dra, o extioeto evtrrininador do partido desordeiro, e
acra erensas, em cnj.i mos o gabinete de fivereiro
11 uve por bein depusitar o* desliiins da provincia de
Pcrnambuoo.
Nu he noasa inteneao ernaurar a dealiluife* feiln
rom o fim unieamento dedaralgumas migalha doplu
aus Biuigni f.iiiiiutut, que aio muito* c pedem milito
alio; nan, t.d 1180 lie iiosso deaejo : pelo contrario, mu
tu conveniente aebnnio* para ordem publica, queioae-
1 mil mude a quem as ueeessidade provada piidein levar
Cxeesai'S Onndemnavol a desnstrosoa. Tan punco es-
iranhamoa us, que cerlos lugarra de cmifianga icjSo
1 xcrcidui pi.r peaaoaa, cujas npinifiea (nanea prcacindiu
do das b.ibiliai.es e du mciiln; eju eoinuaiitc com
ai da anloridade reipoiisavel; bein quo o cargo de rice-
prraidente, que por sua naturexa nio exerce senau fiine-
eiV intei inas e traiisilurina prefereve cria* regrai de
inndcrneao e de tolerancia que algnm lano modifielo o
rinciiiiu d.i ciHiliaoca U que pniem escita toda noaaa
ealranlicta e reparo, e nos Impe o dever do crguer a
rniconlrn tac* medi.lis, he a prrciilitagau e a luociira,
eon que ellas IVnau adopladaa, e mal anda n influencia
perigosa < deplornvi I. que pdem ter na causa publica,
ooiiftandu-ac a autoridiide tutelar da polica de urna pro-
viueia inleira a huiuriis, que iiciilioiua garanta ullere
roiii em favor da ordem e da seguranza publica, e eujn
nomei sm pur assim dter um sign d de alarma para o
cidad&os pneificos o roapoilavei*; mui principalmanle
quando o espirito de partido, as amhiccs, e qiianlne
paixOei haabi cgaa e infames nessa genle ferox, que
iioc rege a provinoia, ha locado 11 mail aubido grao de
exaeerbaglu e de phn nesi K dnde h je oonsiderauMis
a provincii de Pcriiniiibuoo annroliisnda, e u cus hab
lamo.. oi>treges ai Furor du partido domname, e ca
la m dude* o de vastaguea de una rcvoluc&o Esta ap-
prebenadea luelanculieaa, nos a* deaenlrabamua lio sein
da aliua.e lie un mi m dna angustias que a Blliceridado do
nosso Benliniento nos fin s llrer pela ruina quasi inevi
luvel di te bellu pnil, que cita pruphci ia aliaga nu* e*
rapa da peniu. I ni so riiiRiliu liaveria para lauloi ma
loa; iii.is u s itu \k noaaoi geimdoa, e a verdade das ni's
ina polavras uao chegSu ao throno... Se Ibes lora dado
L'chonr lAoaltn... ali cutio Pcrnambuco seria salvo
Eale artigo u u publieadu no n antecedente mu ex-
trabidos do .idudur.)
.11 l/ti DOS KEITOS DA FAZENDA.
(i procurudor-Hscul interino da lii/cnda publica
nacional requor, se passe mandado de levantamonlo
para o sulliciiaUii' da fazenda receber de Pedro Fran-
cisco tic alelloa quantia de re. 1 l7/990das rendas ven-
cidas da casa,que OCCUpa na ruada Gloriadesta cida-
de,1 lijas renuaso suppllcado arrematou por execur^So
da la/eda : oiiiro sim requor que da quantia rece-
bida se dedusa os por ceios do total Un execueno,
enliando o remanecente para os cofres da lliesou-
laria. Recfe,l3 de marco de IS'i.Uliscal-illterino
l'ini ni iln l'.iisln. .
Despacito.Na furnia requerida.Itecifc,l5 de marceo
de isi.- l'iyueira de Utlto.Em lempo..Vio lem
puieiii lugar a deducciio da porcentagem requerida
scnSo pela quantia, queso rocebora vista das leis,
e para salvar lodo o prejui/o da fa/.enda. Rccife,era
ni tupra.liijuiiru ilc Mello.
ii procurador-fiscal interino da fazenda nacional,
ha vendo requerido a V. S, para que mandaasede-
dusir,em conformidade com a lei,a porcenlagem,per-
tcncente aos funecionarios da fazenda, da quantia
1 ivoiiida da execueflo contra Pedro Francisco de Mel-
lo, foi V. S. servido assini O mandar por sen despacho
de tantos de fevereiroj e passados dias rhumou a si
outra vez esso dcferimenlo, que se achava em poder
do escrivfio dojuizo, oreformou, niaudando que o
liscal (lecliirassequal a loi, em que se baseaia para o
pedido em suapelicfto. (I decreto de -11 deseletribro
de IT8."i assim o diz.Sou servido ordenar,que os jui-
zes, execulores fiscaes, oscrivfio o sollicitador levem
seis por cento, queconcedoo oalvar de isdooutu-
brotlc iTtio a custa dos devedores eexecutados, e
que lliesejo pagos.logoqlio no mou real horario en-
trarqualquer partida de uinheiro, abonando-se aos
mesuios ejecutados smenle o liquido, para que
possfio conlimiar-se as exeeucoe.s pelos restos das
siuis dividas etc. etc.; o que parece (mu conformida-
de com o requerido por ser bem explcito ocisade
decreto; e assim o tem entendido V. s. innmeras
vczes,quandorequerido pelo meu Rnlecessor,para ser
dedusida a porcentagem das primeiras quntas re-
cebidas, bem ionio succedeo na exocu^flo contra
Francisco .lose da Costa,cuja arrecadacjloainda por-
manece, JosJoaquim BezorraCavalcantl, eoutros
am ik.- cir^-^^-^ >j^.^. csj&ucaj^^BBaaaaaa
Ido descaiiear, disse Carolina ai. ajudante, que ha-
veil ib- ler disao ncoeaiidade. Amanh.ia re*jionderei ,-
ininli.i sobrinha a imperntrii, e em bum lermoa Ihe fal-
iaroi di' vos. Por em qudnto, acoreaecntuu ella daudn-
llie un aiiiiel dilbrilii.ioles, Inniai isto eoiiiu um tuste-
luunbii da miiilia s.ilisf.ican Lsle aiuiel servir de di*
larcar niellinr ua* occasiOCS O vuso dedo luyatcriosu.
Conlimiai acmprega-lo noaervieo da boa causa, dos
inii principal, e easa cruel fonda, que fui para v
1 ou 1 bjicto de ilur, aera o inatrumento de vo**a for
: una.
Eu a abencoo hje, Sra poia que Ibo devo a hon-
ra de luncr aidu admitlidu a real prcaenea do V. mages-
lade.
Antes de deapedir emissario das Tuilerica, lem o au-
lor niesiil.nle do repetir, que licite capitulo n3o fui
imvi'lliala o sim biatoriador, 1- que neala cunjonolora
K nu,mu todaa a prerogaliva da imagiimcto nem
mil faci, tic ni um minie propriu he da sua invenoAo,
lunilla un cucan de iiiuguem s fiel ao preoeilo que qoer
que a verdade aeja expuata desataviadaenua, nesse eata-
do a npresculou ao leilor; deixando-lha 11 arbitrio de
gritar quanlo quena que ha licc.io, inicrusiiuiihaiira:
A verdade alguma vetea
Pode nao ser verosmil. I
l'ndera 0 poeta acre;ocular, que be cnlo ainda mais ver-
lade, pur que para lomar acreditateia u sua* iiivcn-
1 cs, u montiroso s inventa o que he provavel; de 011-
ti o modo quem o arredilara?
[i] Le vrai peul quelquefoit n'tlre pas vraittmblablt.l
muitoscujos autos existem no cartonodos fe 1 tos,
e da mesma frmu tem sido entendido o referido de-
creto pelos l)rs. Itocba liaslas, Mines, Irtiano,
Mondes, c Selle as vezes que leutn servido a vara dos
ledos da fazenda, o filialmente assim o cusma o
nosso mestre Pereira e Souza as suss primeiras 11-
nlias do processo civil em sua nota 1,063: e uestes
termos pois requera V. S., baja por bem reformar o
seu ultimo despacho, niaiulando subsistir o pnmei-
ro: comquefara justica aos liinccionarios do loro
contencioso da fazenda. I!eeil'e,lt de abril de 18V.
O fiscal-interino l'erreira da Cosa.
Despacho.Apezar das praticas adoptadas por al-
guns iuizes, tiue servil io de juizes dos eitos da la-
zenda.antes ou depois da creacaodo respectivo juizo,
nilo tem lugar o iiue se rcquer.porque a le citada 86-
menle manda cobrara porcentagem das quantiasque
enlrarem para os cofres pblicos, c o contrario seria
prejudicial fazenda, c tirana aos cinpregados uo
mizo o interesse de promover activa e diligentemen-
te as causas liscaes, um dos motivos por que se Ibes
da a mesma porcoiitagem. Ilecife, 14 de abril de
\8\o. t'i O r-scrivo dojuizo dos feitos da fazenda certifique
ao pe desta, se ha deciso miiiba em autos ou re-
(luerimento ordenando, que das primeiras quanlias,
com (itie os devedores da fazenda nacional ou pro-
vincial entrarem para os cofres, se dedusa 1 totali-
dade da porcentagem que Ibes cumprc pagar por
loda a sua divida, embora cssas quantias nlo clie-
guem para a completa solu^lo da mesma fazenda ;
se na falta dessa decisilo tem-mc sido paga a poiccn-
lageni referida segundo a forma indicada, ou Se-
ment pelas quantia, que se cobrariio, c forao re-
colbidas aos cofres pblicos; quues as causas, em
ue me foi paga a porcentagem pelo prmeiro indica-
u'o modo, quando esse pagamento por acaso tivesse
lugar, com deelaraeflo do lempo do pagamento; e
finalmente se recebi porcentagem dedusida de toda
a divida fiscal as causas de Francisco Jos da Costa,
e JosJoaquim Hezerra Cavalcanli. Cumpra-o ecom
urgencia. Ilecife, lude abril de I8i..fi/iierade
Mello.
Certifico que dos autos c mais papis, que revi no
cartorio, niio encontr dccissJo, cmqueoSr. Dr.
Figueira de Mello, actual juiz dos feitos da fazenda,
mandasse que das primeiras quantias.iecolhidas por
conta pelos devedores dalfazenda.se faca logo o des-
cont de toda 11 porcentagem, relativa ao debito,
que da a lei aos empregados do juizo : certifico mais
((lie dos autos nilo consta, que dilo Sr. Dr. Figueira
de .Mello tetilla recebido porcentosdo total do deb-
to,quaudo se cllectuao entradas de dinheiro por cern-
a ; excepto nos autos de exccuc.no da fazenda con-
tra a Irmandade do Rozarlo de S. Antonio, que,
sendo o principal 2I8#H7C rs., e pedmdo o sollicita-
dor da fazenda guia de 3.ViO rs., dessa t|uantia foi
dedusida a de 13*128 rs. de porcentagem dos empre-
gados do juizo ; recebendo o Sr. Dr. Figueira
1/976 rs. de porcentos, em 13 de maio delSli : em
3 causas provinciaes contra o reo execulado Antonio
Rodrigues Samico, que andfio apensas, e que ainda
se estilo liquidando, n'uma da importancia de
4ll>j00 rs. anecadando-se 395/650re., se dedusio
2i#(l8il rs.iie porcentagem,e recebeo o Sr. Dr. Figuei-
ra de Mello 8/)230 rs., de porcentos, em 3 de dezem-
bro de 1812 : certifico linalmenle que das quantias,
rccolliiilas na execueflo contra Francisco Jos da
Cosa, por 2:200/000 rs., uo foi o Sr. juiz Figueira
de Mello quem recebeo a lolaldadeda porcentagem,
mas outros que servrao no scu impedimento,
quando praaiilcinta do MaranhOo. O mnuno aconte-
ce ua execuefio ronlra Jos Joaquim Bezerra Caval-
canli, que, sendo na importancia de 2:011/*'000 rs.,
quando arrccailou-se 15l#000 rs. se descontou
yi)liO rs. do porcentagem, da qual o Sr. Dr. juiz
Figueira de Mello recebeo 3*020 de porcentos, em 8
de juulio de I8H.
Passo o referido na verdade em cumprimento da
portara retro subscripta eassignadu nesta cidade
do Ilecife aos 26" de maio de 18*5 anuos.Pedro Jos
Cardoco, escrivfio, subscrevi.
CMME.iCIO,
Alfandega.
Rendimentodo da 16................11:297*270
Detcarregao hoj: 17.
UriguoCitomercadorias
llriguo.-Inn yc.Anion--liacnlliao.
SumacaSania Annafumo e charutos.
Ilyate americanoShatemul tres paos.
BrigueCarolina Alarialarinba.
iuportaca.
(Vio, brigue ingloz, vindoda Antuerpia, entrado no
con ente mex, a coiisigiiai,ao de N. U. Uieber & Com-
panbia, mamfcslou oseguinte:
31 barricas pregos du Ierro ; al. D. Wollbopp &
Coinpa libia.
10 ditas pregos, 6 caixas espingardas, 100,000 kilo-
grammas do carvo ; a ordem.
17 barricas pregos, IGo barris manteiga, 12 caixas
,jximmaisammmwmmm
espingardas ; a KalkmanniS: Rosemund.
8 barricas prego!, 9 volumes marmore ; aos consig-
natarios. .
3 caixas veludos, 116 caixas vidros para caixilhoi, 1
dita faxendas de tJa, l dita lencos do fla ; aJ.Kel-
er &Companhia.
3 caixas e 2 barricas rame, 1 c na dcd-ics, I dita
folbas de latao, 3 ditas e-pingatdas ; a F. II. Lutlkins.
1 caixu livros ; a Le Urelon Schramm &Companbia.
20 barricas pregos, 11 caixas espingardas, formas
para balas, o eixcs para espingardas; a Brandcr
Brindis.
Aioutiieiit do i-orlo.
Navio $ahido no da 11.
Ass ; briguo nacional Sagitario, capilao l/.idorio da
Silva, em lastro.
Navioi enlradot no da 16.
Babia; 8 dias, sumaca nacianal 5. Anna, de 72 to-
neladas, capillo Jo'.o le Dos Pereira. cquipagem
8, carga faxendas, etc.; a Novaes (i Companbia.
SantaCalharina; 19 dias, brigue nacional Feliz Unido,
de 188 toneladas, capito b'r.ncisco da Silva Motta,
equipagem 14, carga farinha de mandioca ; a Nas-
cimento SchaelTer & Companbia
Camam ; 7 dias, byate nacional Novo Destino, de 48
toneladas, capilao Joao Malaquias Barboia, equipa-
gem 7, carga farinha de mandioo ; ao capito.
Navio saludo no mesmo dta.
Aracaly ; byate nacional Feliz Amizade, capilao Joao
Antonio da Silva, carga dilTercntes gneros.
Editaes.
Agora quo Carolina c Napoleilo a cada qoal mais ve-
lli.u'ii. c qiierendo tirar mu do outro o cu particolai
proveito, iiulrii*em ambo* nu fundo de seus cora^c* a
egunda-tencio de seengnuarem reciprocamente depoi*
il 1 mii'i'i'smi, lie |i .issivel, he ale pruiavcl ; mas, purera
qiiantn, niio dcixavSo de marchar de accordo ua ualigi-
ii"su ncnila da intriga c do mvsterio; mais de una vei
fiirjo a |uai carta* interceptada*, 01 seus agente* pre-
mi>. e liuss.ll uli 11.111 ful o nico que aclluu eom onill-
giicaeu tcnebroio pacto.
(Juc importa ao principes a vida doaliomens? Por
um que eicurrega e cabe do alio da corda lean, (urgem
vlnte proalea a repetir a arriscada sorlc, na iucerlea d
e salvaren), OU de darem, como u* quo o precedern,
" alto perigoio. A aementc do* enrielaos he vividoura
ic fecunda, floreace sein cultura, em toda a rstncao, rra
ludu* n* paite*, em luda* a* plana* da sociedado, em bai-
KQ cuiun em cima, a cima cuino abaixn, un* e.hain>iu-sc
Leioealor, Conoini, Puteinkim, Acton, onlru* nin lem
nomo un hiaturia, njicna* tem um 110 archivo* da puli-
da; todu* porin, gratule* c iiihiun*, dedc o favorito
triiimphaute, que o vento caprichoso da |iriv.incj earre-
;-i e depoe ao p do throno, e a* vezes cima, ale o obs-
euroc*piao,!iiai tyrimpuro quochega aaltura da torea,
ludu* nu aiiiaskiidus do iiieuino lodo, animadu* du mc-
r.n Miju-ii. derurado* daa meaua* a 111 bienes, todo* teem
sile de ouro e dna groeiro* praxeres, dn ouropel que
elle minislra; todos precisa de urna peanlxa, pouco liie*
iiii|ini'l:i, i|ue ella neja de piala, de ganglio ou lama; com
tu 11 tti que levanten! acibera a eiina dos (uitrin; baixo*
pur arrogancia, licijSo o* pe* do amo a fim de puderem
faxer que o* uulro lhea beijein o* aeua depoi. (ls.ui-,
lue do pi i 1111110 esclavo, era mailir ou menor dao, Ihe*
corre na* vea* de todo*, e nenhuiu doli, ou seja prin-1
__O lllin. Sr. inspector da tbesoinaria das rendas
provineiacs manda faxer publico, o,uc, em cuiiiprinienlo
il'iiiileiu do Exui. Sr. presidente da provincia de 20 do
passido, Ir praca, no dia 20 de junlio coircnle,
a empresa das obras da matru de Santo Amaro de Ja-
boatao, oreadas na (iiiaulia de 3:320/1100 rs., sob as clau-
ulas especlaes publicadns em o 11. 121 d'este Diario.
Os licitantes, dcvidanienle habilitados, deverO com-
parecer no (lia, hora e lugar indicados, munidos da*
competentes proposlas, conforme 0 regulainciilo de 11
de iulho de 1843.
Secretarla da thesouraria das rendas proviuciaes, &c.
5__i) IHm. br. inspector da ihesouraria das rends
provinciaes manda fazer publico, que em cumpri-
mento da lei. pertnle a mesma thesouraria, se bao do
ai rematar em basta publica, a quem mais der, nos dias
20. 25, e 25 do corrente, osseguintes mpostos.
PritneiroDmmo do capim de plaa nos muni-
cipios do Recite e Olinda.
SegundoVinle por cento na agurdenlo do consu-
mo da provincia.
A arrematacaode cada um dos rendimentos ser feita
por lempo de tres annos o Ires me7.es, contados du pr i -
inciro de julho do corrento auno al 10 de selembro de
1848, sou as tnesinas condicoes da anterior arromatacSo,
com a excepcao io pagamento que ser por quaiteis
inmediatamente toseu vencimento.
As pessoas, que so proposerem a eslas arremalaces,
comparecers na sala das sessoos da sobredila llu sai -
raria, nos dias cima indicados pelo meiodia.compelen-
i..ii,r,i hahilitada. I pora constarse mandou ullitar
o presente, e publicar pelo prelo. Secretaria da the-
souraria das rendas provinciaes de Pcrnambuco, 11 do
junbo de 184. 0 secretario intetino, Judo Valenlim
Milla. 22
0 Dr. Jos l'liomat Nabuco de Araujo Jnior, juiz de
dtreito do ci>el delta comarca do iectfe de Perttam-
buco, por S. M. I. C, que Dos guarde, ele.
Paco saber, aos que o presente viren, que o pro-
curador da tmara municipal desla cidado me requereo
por peticao o seguinte : Di/ o procurador da cmara
municipal, que, tendo sido pelo F.xm. presidente da
provincia reconhecida a desapropriacao, porutilidade
municipal, d;. casa de Antonio da Costa Dourado, sita
na ra da Camboa do Carino, na esquina do becio.que
vai pora a ra das Fiares deste bairto* depois de pre-
enchidas as formalidades doart. 15 cap. 4. da lei pro-
vincial n. 129 de 2 de maio de USi- ; u nao (endo o
supplicanlea quem dirigir-se para ajuslar a entupa da
dita casa, que alias he de urgente necessidado, por so
adiar ausente du provincia o referido proprietario, e
iynurai-se quem seja o seu procurador: requer o sup-
plicante V. S., hsja por bem mandar passar editaes,
e publical-os por espado de trinta dias, para notilica-
cao do supplicado e seus procuradotes, nos ti 111 .os, o
debis> das clausulas do art. 30 cap. 5. da citada loi
Pede a V. S. Sr. Dr. juu do civel da l2 vara, seja ser-
vido assim o deferir. esta En cebera ni ri.An-
tonio Joaquim de Mello J'ucheco. s= E nao seconti-
nha mais em dita peticao, ni qual dei e prolcri o meu
despacho do theor segumle. ."".irr. liedle, 28 de maio
de 1845 Nabuco de Araujo Jnior. E sendo a-
cipe como Godoi, nu roi como Poniatovvki, iienhunic
eleva, pelo coracSo, cima de Tallas o liberto.
XXI.
A REAL EPSTOLA.
Vos nos fallai de continuo da rainha, pergun(ar-sc-
h.i sem duviila ; mas o rei? morreo? nio dixeil nada
dalle?
l cumo no* falle o lempo, e tiilve lambeni a vcnlade
de Ihe irnm fazer o* iiusbo* cnnipriuiculo Ficuiia,
eiahi Vicente l'elio, eu criado particular, que un* dar
noticia* de eu amo. Trat elle Carolina una caria do
eu aognilu Capolo, (pie alia nada eserevia, e quo tinha
para iaso valiosas raae*. Tanto horror lillba a peuiia,
que 110 lempo do *cu poder, nlv assignava o decreto
reae ; para *e livrardeto farnialiduile, bavia (lie feilu
gravar una chancella, de que era miiitu cioso, e quo
se imprima em ua picBcnca abanto do acto* que nao
pudio dispensar o u aseigaalura. Um oiilhographo do
SUa mo ero tanto mais precioso qinintu era raro. Por
dei 1 arlas quo a rainha Ihe diriga, eaerevia-lho ella
una, quando muito, sein que a rainha, dizeiu, e quvi-
vasse da despropnrenu : liaba ella muito a peilo que
tiissem a* ua* cartas lilla* cih FicUXta, que era esse o
nico mudo de all dominar em ana ausencia, mas davs-
se-lha punco de receber a upisloln de Fcrnaudu; que
10 poda 1 lie dizer do nutro* e de i incsiiiu, que ella o
nao aoubesaeantea c niclhor do que elle?
Em fim ciaaqui a caria que Ihe entregon Vicciilc
Felio 1
1 Recebi, minba querida Carolina, as las caria* em
devido lempo, e l'a* agradego; ellas me distraen, c cu


(.regentado ao escrivo, que loi diitribuido, passou o
presente, pelo thoor do qual mando oos pois, filhoi, pa-
rantes, amigos o procuradores do ausento Antonio dn
Costa Dourado I lies digao e doclarcm em como pores-
te so cita o chama para o contcuilo na peticSo cima
copiada; o sabendo qunlquer dos ditos, lugar certo, on
dse aclio ausente, venha declarar por tormo, para se
proceder na (ima do pedido na peticao. tudo no ter-
mo detrint.i das da ptiblicacSo e fi.acao deste. ^B
para quechogue noticia de todos, mando ao porteiro
do auditorio Joo Januario Serra-Grando o publique
nos lugares pblicos desta ci I ido. fixando-o na praca
d'ella rom os pregos do estylo. Dado o passado nett
cida.le do Recito de Pcrnambuco sob meu signal c sello,
ou va I ha sem sello ex causa. Rccife, 29 de maio de
1815. E cu Jote Justino Fernanda de Soma, es-
crivo o escrevi.Jote Thoma: Nabuco de.raujo J-
nior Ao sello 100 rs. V. S. S, ex cauta Nabuco
de Aravjo Jnior. (46
Det laraQoes.
J5=Pelo lycfio dcsta cidade se faz publico, que, em
coosequenciu do que ordenou o Eim. Sr. presidente da
provincia, roo a concurso da data deste GOdias, as
geguintcscadeiras de primeiras lotlras paia o sexo mas-
culino : a de Ouricury na comarca da Boa-vista, a da
l-'atenda-Grande nadePja, as da Aioas-ilells e S.
liento na de Garanhuns. Os candidatos, que s rolcri-
das cadeiras se qui/.erem op'Ar, habilitem-se noa termos
da lei.
Secretaria do lyc.i, B de junbo de 1845. No im-
pedimento do secretario, Hermenegildo Marcellino de
Miranda. (12
.'i:; Pelo lyreo delta cidado se faz publico, que, em
eonsequeniia do que ordenou o Kim. Sr. presidento da
provincia, ir a concurso da data desto 40 dias a ca
deira de primeras lettras para o sexo Cominillo na villa
de Iguarass. Ascandidatas, que referida cadeirase
qui/erem oppr, liiilnliio.il se nos termos da lei
Secretaria do lyco, 5 de unho de 18-5. No im-
pedimento do secretario, Hermemgi'do Marcellino de
Miranda. (9
r>=-.0 administrador da recebedoria de rendas inter-
nas faz saber a quum disser respeito, que o correlo
mei de junbo lio o marcado pela lei para o pagamento
da 2 dcima de mi inorta em dita mesa: c os que
deixarem de assim cumplir, proceder-se-hs conforme a
mesilla lei. K celiedoria, 9 de junbo de 1845.Frun-
citco Xavier Cavalcanti de Albuquerque. 7
5 = 0 administrador da n.csa du recebedoria do ren-
das internas geraes adverte as pessoaii que leem a matri-
cular escravos, que devem tra/er novas relacoes ela-
bora nao tonino diminuir ou augmenltr onumerodel-
les ja dados, e que somonte deve ser urna relacSo da-
tada o assiguad.1 : aJvcrtiinlo que o lempo marcado pa-
ra o recobimento das relacoes lio o correle me/, de ju
ni.o: o para quo choque a noliciu a todos fa(o o pie-
sonte annuncio Recife, 6 de junbo de 1845.Fran-
cisco \aver Cavalcanli de Albuquerque (10
4= Oadminislrador de rorehedona de rendas inter-
nas geraes convida as pes'oas, que quizerem se encar-
rilar du venda das cartas de jogai, no municipio dettl
cidade, e no anuo linanceiro prximo futuro, do-con-
formidade com os artigos b3. 54 e 55 do regulamento
de 2G do abril ile I8i4,a comparecer! ni dita ropar-
icao todos os dial uteis at 0 do correle. Recebedo-
ria, Sdejuoho de 1845. Francisco Xavier i uval-
canti de Albuquerque. (9
Avisus III.II llllllUS.
4 = Para o Itio tirando doSulsai com brevidado o pa-
tacho Novo Temerario, paracarga.pissageiros coscravosa
frote, trata -se com Gaudino Agostinho de Barros,praci-
nha do Corpo Santo n. G6, ou como eapitao Jos An-
tonio de Sousa, a bordo do Jilo patacho, lundeado de-
fronte da l.ingoeta. <>
4=Para o Rio de Janeiro sai com brevidade o pata-
cho Paquete do /to: para carg, passageiros e osera
vos trata te com Gaudino Agostinho de Barros, pra
cinha do Corpo Santo n. C6. 4
2 Para o Rio de Janeiro sai boje 17 do cor-
rente Junbo o brigm Minerva : o Sra. passagei-
ros a o. rro^ndores de escravos queirao entender -se con.
Alanoel Ignacio de liveira, na ra do Apollo n. 18. (4
Le loes.
5 O corretor liveira far I i... o do mobilia toda
nova vinda prximamente do Porto consislindo em
cadeiras de varias qualidades o maderas sopfls, mar-
que/as canaps, toucadoros, poltronas, mochos, com-
inodas de diderenles gostos le. ; a qual sera vendi-
da pelo mais quo se olfurecer por estar prestes a se
guir ao sou destino o eapitao do b'igue Ventura Feliz ,
L-\.nr~*-.-*a.sTT'*'*r-v: .*".W7.^ffl
tenhn molla neoeaiidade de dislmcclo. Abnrrecu-uie
aqu : a penca lie actualmente impnssivcl por miiilas
razos, da qnac u primeira lio que nao ha agua em
Fictizia. Que he feito do bom lempo em quo posea va
u mus juntos, no IIOMOI lindo lago do Patria e de Fu-
I aanii, e onde ni vetulia a minlia penen ao fregueze ?
l'.ni rigor, eu poderin pescar com a minlin rede do a-
< luna dcSolantn, nina agora nao he lempo du ItllTO, I
de niel le eu me apruximaiic dn costa, cune amaldi-
caanos Inglcie* havifn de uppor que cu quera osea-
i, par me. I'nrn ir onde1 A Mapolea se. duvida Prnu-
ii vera a Deo* o i S Jauunrio quo a eousa tosse possi-
i. vrl I Ah, minli.i querida Candna, so ha mu Nnpolo
llamando. Ver aplos o inorror, diloin; c cu digo :
turnar a ver aples o .->! vivor Esiou redolida a ca
., oa; mas nao *c parque de corlo lempo para oa i II.i me
da ineni.s pr.'/or, it qutti quo j nlu caco Ilonlom,
lodmia niiitei mu javali no u.nqne c Capollaro; mas
oa jiivnli* siciliaii" nao vnloin o do Puraano. Folio,
portador deala, to diri que o bont padre Caccarao ote
darogiilnnnonlo ilu.is mi*Ml lodos o dia, nlguinas
vetea trea he una graudo coiindacao para u pobre
doslorrado que le enva un affooluusu nbraoo.
Feu>A.ndu.
o P. S. Tornei a abrir eln carta para le diwr quo a
miaba grande pndonga prole pari quatru oadollinlios;
eapera-ie que todo vivirlu, A proposito, ahora que
iio.-mi tillio Francisco, Bien Ingar-tenente, leve ninas
colira, (|ue ijunsi o levu. Anda nao hn cerlea de
i que escapara.
Nunca elle harta tanto escripia l'm dUinleire tnlve
llio nao liiiiuiu hablado. .No mai o re c o hoiiiem esta-
que para esta a conduzio: boje 17 do correte ,
as 10 horas Ja manhaa na ra do Amorim rasa do
Exin. Senador Mi noel de Carvalbo. 10
2 O corretor veira far leilao de grandn soili-
niei.ln de fezendas devendo algumas ser vendidas
para liquidaro a dinheiro o por eso a quslquc
preco outri.s a prazo : quarta feira 18 do corre-
lo, ai 10 horas da manhaa em ponto, no primeiro an
dar do sua casa. G
visos diversos.
Fazcm-se (rancellins de cabello de
qualquer modelo, puleeiras, aunis, lilas,
ce, &c., ludo o m&is bem feito que he
postivel, por preco mdico ; na ra do
Cabug, loja de fazendas n.6.
Sociedade Pescjuisadora de
Erudicyo.
Scssao extraordinaria na quarta feira ,
ao nu'io dia na sala do costume.
Sabio o n.'23, e acha-so a venda oa praca da Inde-
pendencia livraru n. G. o 8.
4= Alugao-se os segundo eterceiro andares do so
brado n. 7 da ra da Gruz ; a tratar no primeiro andar
do mesmo sobrado. 3
1= Ouem tiver prelcoi'oes na corte, quer judicia-
rias, quer perante o governo, e precisar de quem l a<
procure, e sollicite, dirija-se i praca da l!oa-\ isla, bo-
tica do Sr. ('mito, que alii sera inlormado de quem be
a pessoa que parto nestes dias para a corte, e quor
encerregar-be desras protenodes, por um mdico a -
juste. (7
OITcrcce-se una crioula para ama de urna casa
de pouca familia, cozin'ua, engomma, o lava, e Tai
todo o mais servico de casa: no pateo do S Podro,
loja n. 3.
1 AC\SAD'AGENGIACOMMERCIAL
da ruada Cadeia do Reciten.6, 1.andar, acha-so j,
aborta todos os dias de semana desde as 9 horas da ma
libia as i da tarde : empresta-so alli dinheiro i.bre
piala, ouro, pianos c mais mobilia : vendo no seu ba
zar, o recebe, para este fim,qualquer objecto.em segun-
da uiiio,d,i guirnicao de urna casa, aeja mobilia lomas
vidros, roupas, ou joias, ote: incumbo-so da venda de
predios e do qualquer oulra, oda correspondencia pa-
ra fura desta prafa sobro negocios nella pendentes: tudo
mediante una pequea commissao. Ha para vender un
appanlbo do clin de prata contrastada,um piano ingle.',
camisas feitas du madapulao, ceroulas do lioho, urna
mesa du inogno, c outros trastes, ludo bareto. II
I --[ endn-sc apresiintado nesta cidade alguns atiesta
dos de inspectores de quarteirdes a rspeitodu alguns
guardas nacionaes, que allcgao sor moradores as
freguezias do fura desta cidado, para o fin de requere-
rom passagem de hatalbo, a fm du noservirem ncm
em una, ueiii em oulra parle; por isso, roga-se as
autoridades a quom competir, de volarem a respailo. 8
1A. Piloiu, morador no atierro da Boa-Vistan. 3,
estando a relirar-ie dcsta provicia no correte desto me/,
tem a honra de prevenir ao respeitavel publico para que
as pesious que tecui em sua mo relogios e outros ub-
celos para so consert .rem, tenbao a hond.ide de mndal-
os buscar quanlo antes, pois do contrario ver-se-ha na
nccessidade deleval o* com sigo, muito ao seupezar;
vender tamboin um oxcullente e magnilicodaguorreo-
lypo, ao primeiro lamanho, iuteirainente apparulhado
de um tudo, pioprio para qualquer uina pessoa tirar
islas do passagem, o retratos do pessoas; tambein ven-
der dous ualces, e sua competeiito armario da loja,
um mostrador grande do porta, urna grande vidraca de
cima dos halccs, una porta de rupartimento, o taui
bem uina grande taholeta sem letreiro, ainda nao ser
vida 1G
1Aluga -se una casa antes do chegar a ponte gran-
de da l'assagem, junto a olaria do Sr. Jos Joaquim
Uczcrra, com mu i tos commodos : lambem so vende
urna casa sita na travessa da Passagem, com commodos:
aluga-ie por precocommodo ; na praca da Roa-Vista,
venda n. 18. O
1NimIi 18 do corrento so ha do arrematar om
praca publica do Sr. I)r. juiz do civel da '2.' vara a ren
da do sobrado o litio de Joanna Mara di Conceicio no
lugar da Trompo, por execucio que contra ella move
Fernando Belenot, sendo as 4 horas da tarde. 6
1Oescriplori i da companbia do liehiribo transforio-
e para a ra da Cadeia, l.i anaar du sobrado confron
te a igrej.i de S. francisco. 3
oniu wamamsiuat i-: ;;. -.k i un.
vio toda InleirOi nn tun carta. Se agora e comparn-
rem a respectiva uceiipnciies do real par, conheoer so-
ba porque l'ih Jino niiiitu du iiiullier, o inuiln punco du
marido. Com ludo, justo lie confessar, quo os Irabalhu
deste novo renlos ero do mais iniocenli__ inmi
oentos om loil.ib a aioo| oi-s ilu tormo.
I'.ni..i. Folio diz a rainha ao criado do Fernando,
que ha do novo em Ficuzza .'
Nada, magostado, nenio que so aborrece alli n
gente, como u3u he permiltido a ohrisia ahorre-
eerein se.
Suppog lo que se di verle em Caslelvelrano ?
Nao soi, niagosiade, mas he impnssivol que sejn
mni triste; iilm ile que V magostado lira partida da
ludo, minea lom CiiFudaineulo. Quem dora que o rei
tosse asbim !
l'm i-.ii ni litio me dlies nada de sua tunde ?
(Ii,i._.!.-. n Don, i, corpa val honi, mas desgraciada-
mente Oto W pode diter oulro Unto do epii'ilo nos nao
o eoiihi'i'oilio mais, lano se loin mellado o seu genio
MuilO iliClicil he buje aerti lo; porque nada vai oonio
ello onU'iiile; de tildo esl descontente, al du ineu mo
do de penlea-lo e Caici-lhon barba E Folio podo gabar
se do anber 0 quo faz; V. magesladc inelhor do que nin-
giicm bc que no oulro lempo nunca rl lei c queixou
de mi ni; pois iioje uio he imii assiui .- ora dii quo Ihe
polillo milito polvillios, ora ipic as minhas iiavallias bn
una farO.s. tem vo V. magostado quanlo devem ser
scnsivi'i laes reprehensoo n un vellm e fiel servidor
como eu. E dizerem que sVi calca malvados Inglozea que
tooin fuitu tudo istu !
Teiu paciencia, mcu pobre Felio, be nina mi hora
a paisar.
1 Alugi-e o arma/cm do sobrado '.onfronle a igro
ja do S. Francisco : quem o pretender, entenda-sc com
B. J. Fernandos Barros, no segundo andar do n.cs-
mo. 4
A pessoa quo perdeo na travessa do S. Jos urna
carteiracom algum dioheiro dentro, dirija-so a reper-
tico da sde em Tra-de-Portas.
= Kngomuia se n.upa do homcm o senbora cooi
muito asseioe presteza: na ra das I.arangoirsa.t.0 an-
dar,n. 15.
1Lin moro brasilciro, que prelendo ordenar-se
esto anuo, para o quo espera somento, que so complete
nestes quatro mezes a idado necessana, visto ac'.er se
prompto do todos os preparatorios necessaiioi, e al de
mais, como sejslo francez, inglez, e geometria, se ofle-
rece a entinar os filhos de algum sen1 or deengenbo
porta desta proca, nao s as primeiras lettras, como as
disciplinas, que esli a seu alcance, para o que lom
propemio, intelligencia, e aclividado; c o mesmo, or-
denando-se, servir de capelio do mesmo engenbo :
quem do seu prestimosoquizer utilisar, dirija-se ao pa-
teo do Carmo n. 3. 12
Oflc-iece-se urna pessoa habilitada para lazer algu
mas cobranzas aqui dentro da praca, mesmo judicial-
mente ; quem do leu prestimo so quizer ulilisar, an-
nuncie, ou dirija-so a rus Augusta n. H.
2 Precisa-so deum moco Porluguoz do idade
de 1G a 20 aunos para trabalhar em urna padaria o
tomar conta de urna freguezia de vender pao, aqui mes-
mo na praca ; as Cinco Poetas n. 30. 4
2 U-ie dinheiro a premio sobre ouro e prata j na
ra das Flores a. 18. ~
Precisa-se de um lioiuem idoso, que
saiba perfeitameule giammatica portti-
goeza, la tina c francesa, entenda de to-
da qualitlade de escripluiaeao, para en-
sinar meninos, e servir de escrevente em
um engenho distante desta cidade : ad-
verte-se, que, se for padre, mellior ser,
em razao de haver uina capellana para si-
lbe dar ; os preteudenles anr.unciem a.v
suas moradas para seren procuiados, on
dirijiose cidade de Dunda, na ra da
Boa-llora n. 6, ou na ra da (.'ra do K
cife n G4 ,J
2 Aluga-so urna casa terrea na ra da Conceicio da
Koa-Vista, rom bastantes commodos, e preparada de
novo c pintada, o um segundo andar na ra larga do
liozano delronte do Sr. Ilaitbolomeo : a tratjr n At-
ierro da lloa-\ isla n 45. [li
7> \ pessoa, quo achou um bolio du ouro, grande,
cortado, do peito ; querendo restituir, dinja-se a ser-
rara da ra do Sol o. 19, que ser recompensada ge-
nerosamente: o bo o fui perdido na festa do S. Antonio
na Congregacao. \'
4U bachure) Francisco Carlos lirando adiase
morando na ra do Collegiosobrado n. H, i. andar,
aonde tem cslabelccido o seu oscriptorio de advogado :
ns pessoas que do seu prestimo se quizerem ulilisar, p
lom alli procural-o das 9 horas da m.-.iibaa atoas
da tardo 6
5 Precisa se do um fcilor ou borlcloo, quo soja
Portuguez, para um eng. nbo distante desta piara 1G le-
guas o oderecc-so commodos para a ida ; a tratar 01
ra Nova n. 44, segundo andar. 'i
LOTERA
do Giiaclelupe.
Bem quizera o tlicsoureiro d'esta lote-
ra poder annunciar a quem j comprou
bilbctes b .' ni cus amigos, as rodas
correm, sem colisa que duvida laca,
amanbaa vespera do muito glorioso S.
Antonio ; mas, romo fuzei-o, se ain-
da existem mais de seis contos de tis
em bilbetes ? Ha pessoas, que teem
mais le com as surtes de S. Joao, e
be sem duvida este o motivo porque o
resto dos bilbetes se nao vemlcrao ; mas
se nestes 3 ou 4 dias 09 freguezes acudi-
r m, cntao o ibesourciro nao esperar
( e perdoe Ihe o bem aventurado Bap-
tisla ) porque as rodas correro antes do
sen da.
He que esta hora dura mezes o iiiczc, c o nio hu-
mor d'cl ro poiora todos us dia, aohreludo dnpois quo
estes infame Inglezos di'slcrraiao para a Sardenha a Sr
Juque d'Asculi. Nao ha nada que o consol da sua au
enca; S. magestade pordeu o appclilu de comer t U:
ber, e ale a gOto dn oaca.
KulSo anda ninjtueiii subsiilnio o duque ?
F. oingllCm o auMliluIri; S. magostado falla lodos
oa das, e do continuo nelle, CCOtUai laiji-iuia nos o-
llins. Com o devido rospoito, mu Balante nao loria mais
saudades da sua na morada
Mas anula assim rai milita genlc .i Ficuiza ?
Si ni 11 o- mais ilo qiin el-rci desoja, porque hnje
priiouia tile a solidan, como om oulro ti Hipo a tujjiu
Quom sin os visitantes mais assidiins ?
Sompre os mosiuos, o Sr. duque de Sangro, oa Se
iihnres inarquozo de Circelluerdo, o do Tomines!, < Sr.
conde de San-Mareo; uiiida quo esto gciilia-hnmcn se
jfl.ioiu gcral bem reeebidoi porS. niagtealado, Folio,
me diz olio, quando se retirad, tudo islo lian vale u meu
charo Aseoli.
Ello nio d preferencia a nenhuin ?
O que el-roi parece agora rocober com mai pra
icr, he iimi Siciliano.
Que se chama ?
Opnneipede Penlalleria.
F.ssc tal:- i philoopho ?
O non com olloilo dizer, ao nnsios lidalgo napo-
litanos, que he um lioineui falso, c de mais a mais, uniii
ni lingoa; mas ello he seniprc alegre, o que he un
punto essonoi.il paia cl-rei, a quem elle diverlo com us
sou galimanhot
Vao loglczes Ficuzza P
3-= Prccisa-so tingar urna prcla forra ou e.cra-
va para vender, na ra, doce o bolinlios; na Boa-viiti,
rt'a da matriz esquini para a ra da Gloria : na mes-
illa casa cnsini.O-se Uieoioai c:n ludo quanlo di/, refpci-
to as primeiras leltra, a coser camisas, vestidos, o
costuras de aifaialo I ordar.o marcar lencos c camisas,la-
zer lav.iriiito de lodo o modelo, loucas de n cninas, ricas
e lingelai, a fazor doce de t. nhos o canCeitoi a 1(100. 1280, 160I e 2000 rs. men-
sa I n: ente ; o faz se de i'iHommi'iida ludo quant icsii
exposlo. '
Ti Alugao seduas motadas de cssas terreas n
Coclho na ra dos Prezeroi. com hons commodos
para familia lem du.iS solas 3 qnarlos cozinba f-
ra quintal e cacimba por barato preco : quem aa
pretender dirija-se misma ra n. 10. &
3 LOTERA 0 THEATBO PPL1CO.
= Ulbesoureiro desta lotera, disposlo a empenhar
lodoi os csfnii ns para cu|:mcnlar o crdito, de que
sempro ella goscu, pola regulandade de sua cxtraccSo ,
declara que os hilholos da si'gunda parto da IG.* lotera,
cujas rodas devem ler andamento muito brevemente, so
achao a venda nicamente no hairro do S. Antonio ,
na botica do Sr, Jo5o Moreira na ra do Cabug ;
na ruadoCJueimado loja do mesmo tbesoureiro n.
39 ; e na ra da Cadeia do Recife loja de cambio do
Sr. Viera. 10
o Quem enlregou um volume no trapicho a
um prelo, a semana passada procure na venda da
ra de Horlas, que faz esquina para a ra de Agoas-
Verdes que, dando os signaos cortos, o pagando as
despezos deste c o frele Iho seri entregue. 5
3 Na ra de Agoas-Vcidcs n. -10 empresta-se
dinheiro com penhores du ouro, cu prata, do um a
aWn 3
3= No sobrado do um andar n. 7. na ra do Ran-
gol, lava-se oengomma-se roupa com perfcQSo e as-
scio por pr, co commodo.
3 Aluga-sc um arma/em no beceo do Carioca,
junto a sociedade theHral Thtlionie proprio para v-
veres, por ler periodo i caooM a trotar na ra da
lina II.
32.
i
'2 Perdeo se una Icttra, acceila pelo Sr. Victorino
de i..i-iro .Moma cm data de 5 de Junbo a G mezes .
endocada em hranco pelo Sr. Justino Mero!, da quan-
tia de Goi rs. : quem a tiver uchado, queira restituir
ao Sr. Ilrugtiiere na ra da Cruz n. 1, que Iho agra-
decer ; rlterto-io que o accoitunte est provenido
para nao popar. a
2 Prerisa-so alu.ar um moleque ou negro feito,
quo soja hbil ntelligente e sem vicios, para todo o
servico de una casa de pouca familia, o poga-se bom
a';;:.iier. l)irigir-so a ra estieita do Hozario n. 30 .
terceiro an.lar. 5
NOVA FABRICA DE MACHINA.
O eslaholooinienlo dos engcnlieiros e in.iohiuistns Uc.
Catlum & C.i pa ra do Uruin n. lioS, achaveecompeten-
tonieiiio montado moderna para o concert de machi-
nas de vapor, moendas de caima e qualquer oulro ina-
chioliino. \o mcamo fabrlcio-se tambein, com a maior
porl'eic.io, moinhoi o piensas do mandioca, aguillies e
ohumaceirai de rodas de agoa, veios e outras pera para
(errarlas, paraiuso de todos os tamaitos, c qualquer
especio de obra de ferreiro ou inacbtolita. (Itl
nl-"i<-.i dissclvida a sociedade de llalliday Raymond
& Con pauhi.i desde o dia 5 do crrente c o socio
Diego llalliday esl autorisado para receber o pagar to>
das as contas pi rlencentos a dita sociedade. 4
7 Priixcdosda Fonscca Coutinho como invoota-
riaiile dos bens do casal do seu fallecido sogro o co-
tonel Francisco do Andradc Urederode tendu convi-
dado pelas gnsetas iniscredores do mesmo casal para so
habilitaron! competentemente a lim do seren allon-
didos seus dbitos na partilha o se Ibes mandar dar
pagamento, cn&otendoat agora apparecido algunf
dos eredorcf, eojoi dbitos sao onerad >s com premios,
ou juros, sem duvida para continuarem a perceber o
juros estipulados; i i prsenle declara aos mesmoa
Srs. credores, que, se aU' o ultimo do correte mez nao
so babilitarem em juizo ello annunciante c os mais
herdeiros do dito casal pelos meios judiciaes protes-
tarlo nao responden m mais por a continuaeaodosjuros,
que bo em damno do annunoianto o mais herdeiros. 15
G Prccisa-sc alugar um prcto por mez para tomar
conta cm urna casa o tratar do seu quintal, muito perlo
desla prpga, quesrjafel; quem o quizer alugar e afi-
ancar, dirija-so a ra da Cadeia do Recife n. 25. (J>
7 = Aluga-se a casa terrea da ra da Aurora n. 38v
|uem a pretender dinja-sc a ra da Cadeia do Recito
n. 10. 3
4 Aluga-so urna casa terrea naSoledade n. 17, ao
p6 do Sr. Vicira, cambista ; os preteudenles dirjio-se
ao palco do Carmo n. 17, a fallar com Gabriel Anto-
nio. 4
F.u qiiiiera ver isso seria o primeiro a aconte*
lar ao luurdomo mor. que Ihe fechalse z porlo na ca-
ra, c so elle o nao fileno, cncarregar w-hia Felio detse
cuidado
i ui.i i nanea se npreacnt&o ?
Nunca. Una vez snienlc afij-arcccn la un.
Qual ?
I.niil Bontincki
Lord lioiiiiiiek !... I! i uni o sou be Felio, he
assim qaa tamo informal do que c pasta oiu Ficuzza '
Polo lempo que elle l e domoi-nu, magestade,
uo valia a pena; fui o inosino queso la nao fotie.
Chrguu urna manilla, ntrodoiirko o pretcnen de
3 magettade; failou primeiro da chura c du bom lempo;
ale ah nada inelhor I mas oi-lo que muda de cunversa-
eflo e quer abicar a poltica, ecl rei que tu enfada, o
Ihe dil bruscamente : So \ indos aqu para urna par-
tida de caca, i'iiiiuiwinii'i mas c he para tratar de no-
lucios, e aqui vollou-lho as cosas, nilo icnhu (enipu de
i uuvir; diriivos rainha Cnm o quo o nosto In-
glez supprimio o ten discurso, parti para l'nlcrmo im-
inedialanionle bem punco satisfoilo.
Se a visita nn ver,hule se patanu assim, hu prora*
vel, que nao Icnlia a ICHCSo de rcnova-la.
Tanto mais, que na rolirar-se disse ello urna pala-
ir i. uina palavra que cu nao onsarel repetir a V. ni.-
gettade.
Cuta, nao faz mal.
Kllc dille... ditto...
Anda hi!
Poi bem dine : goddam!
(Continuar-te-ka.)


n
Precisa-sede um menino do idadc do 12 a 14
annos, para caixeiro de loja do fazendas: qnom o pre-
tender dirijo-Mu Cinco-PonUs n. 56 que adiar
com quero tratar.
D. Alexandrina Severa remelle para o Rio Gran-
de iLiS-.i! a preta Roza com urna lilha menor de 2
a:;:. oopretoJo&o, crioulo perteocentei a Por-
lii. Fen.:: Nunca.
Icitador interino dos feitos da fazenda mo-
la i Padre J'lorianno n. ls, onde osla proinp-
t i recober as parles das as 10 horas da utanhaa ,
c d i 3 as .'i da (ardo
Na ra Dreita sobra !o de um andar n. 33, ao
pede dous le varandas douradas, se fazcitt lilos de
ti rcnti s massai, onfeitados com capcllas de S. Joo ,
'. s de eonfeitos e de alfinins o o mesmo S. Joao
i dealfinin, osa preparSobaudejaicomeofeiteado
i r "oslo c perfi icao por barato preso; c tambem
XOfli lo !as as iguanas propnas para sobre-mesa
- Quera precisar do um caixeiro Portuguoz de
i de 18 anuos, para loja de ferragons, ou do fa
os, u moamo para armazem de assucar o padaria
loja do ferragena delronle d> l.ivramenlo
mouncie a sua morada para ser procurado.
Quem preciiar do um cozinlieiro, dirija-se a
ra i ingota n. I i, pnmeiro andar ou ai.nuncio
11 para aer procur lo
um ii '. ir ne nte precisar de um me-
nino di I i ennoi, muito domestico, que sabe Icr
i ntar, he Brasileiro annun
Previne-so au r. h i Alve Tenorio para no
pafi r urna lelti I contra ello por Hanocl Jos
de Barros Vicgqi, da quanlia de Gl*3l2 ra. por esta
aer pcrJidadu ao p Jj i i Martyrios ao flm n \uguslo no da IG do correte da em que loi
i.c ta: pede-se a qncm a achou, a queira cntr gama
Cinco Pontai cata de Jos da Silva Morir ou a
Manoel Joaquim Pinto Machado Uuimaries, que ser
recompensado.
! Na ra da Praia, n. 22 d-ao dinbeiro a juros
com nenhores de ouro c prata mesmo-em pequeas
quantias. 3
l Alugo Seum moleque completo co/inbeiro; uen
o pretender diriju-se a ra N van. 35, segundo an-
dar. 3
i Aluga-seotereeiro andar da casa da ra larg
do Rosario de fronte da groja: a tratar na ra to
' miado loja de ferragena i?. 30. 3
.'i tap rinagrinlio.
Este superior rap torna muriatol a sua qualidade
por nao m lar. nein seccar; no forc o n iriz, nem pro-
irrita(6es vertiginosas, porque a la composic&o lie
ais simples possivel. A geral estima quo lem tido
rap pelos apreciadores de una boa pitad i, e a ap-
provaeSo que a respailare! iociedode de medicina Iba
ico rcmata o seu mais completo elogio
Novas fumadas d'estoexcellente rap, com a cor mu
i ira, se aehio venda nos depsitos da roa da Ca-
. lia da Recife, n 50, praca da Independencia n. 28,
Aterro da Boa-vista n. 10, a Atierro dos. Afogados o.
200, ann lo se vende a IjOOO rs., a libra, de 5 libras
para cima. 0 embrulho oeste rap he azul, eosiotu-
l.sbrancos. 1i>
2 Dio-so 2008 rs. a premio sobro penliprcs; na
r :i Nova n 63. '
2 Alug5o-so duas caas contiguas na Iba do Re-
tiro m Pjssngem da Magdalena: a tratar no pateo do
Carino n. 3. 3
L2= Minoel Joaquim Pascoal Ramos embarca para
o Rio Grande do Sol o escravo Simio crioulo a en -
Irtvar a seu Sr. Joo Antonio Jorge. 3
2Aluga-sc o prirneiro andar da casa da ra do
Qurimado n 14, com duas s las muito espaciosas, c
bs intes commodoi, coiinha lora acabado de pio-
lar e prcp rar em 7 do torrente : a tratar no segundo
and.ir da mesma casa, B

Compras.
na
5
un-
:! Compra-s um escravo carp na o um pedreio ,
i urna encominonda, para o Rio de^ Janeiro sen-
do in I u peg&o sebem : na ra do Collegio n. 11).
- Ci nprSo-se paralara da provincia oscravos de
I i nnos, sendo de bonitas figoraa pagio-se bem;
n* roidaC dciade S Antonio soiirado do urna an-
,ji..la pao n. 20. *
\ CoaiprSo-so dous escravos peJroiros e dous carp-
ais p ra uui i ene in m toda p r i lora da provincia
, !; -Volha n. 10, prirneiroaodar.
Cvinpro sorclogiosde algibeira, em seg
,' de ooro e prata o quo sejio moderaos na
r i iN l n. 1 '. ,.*
2=Compra-so um pr^ta boa engotum ideira e lem vi-
cios ; o 3 molequea de 10 a 12 ..unos : na ra das Cro -
nn. 30.
zs CompSo-so Vaccas de leite na illu do >o-
goeira < u no Att. rro dos ifoga los em casa de Silves-
tre .1 laquim do Nascimeoto. 3
2= Compra-se urna preta de naci de idado de 25
ann n que suba engommare co/innar sondo de bo-
nita Agora, paga-sebem; na ra doCahu;; n. 9. (3
2- Compra-se urna caso terrea que teoba grande
quintal e cacin.ba.e que nio exc dado 1:000} a l:200i
rs. ; atraz dos Martyrios, ra d. Luldcireiro n. 4t.
Compra-n a colleeeo Jo Diario di 'ernambuco,
da prirneiro Mario ao ultimo de Main do corrento au-
no : na ra da Cadeia do Recife loja n. 67.
Vendas.
\ slllencao ao baiateiro !
^ Vende-se a 120, 140o 100 r?. o corado decbita ,
Jilas finas escuras a 220 rs. oeovado, dula a 1 iO rs.
ocovado madapol3oi 150, MO 180 rs. a vara, di-
to lino a 200, 20 c 2i0 rs dita, madrasta de superior
laudada a 280 rs avara, pannos finos azues a 2300
vos padrSe a 1200 rs. o covndo pejas de bretanba
do rolo iiiuito largas e de 10 varas a 1900 rs, ditas es-
trella de superior qualidade a 1800 rs castores ou
recados a 210 rs. o covado do bom gosto para calcas ,
brins trancados do muito bonitos padroes a 7>00 rs. o
covado, riscadinhoi tranridosa 200 rs. o covado, mui
to boa fazenda para meninos, cortes de cambraia do
stras brancas ad.imascadhs a otf rs o corto lendo 6 va-
ras o mcia ditos do ditos de cor do novos padroes de
vara e quarta do largura o com G varas o meia o corte
a )< rs., peras do madapoloa 2800, 5200 e 3W0 rs.,
Jilo lino a iOOO 4200 'e 4G00 rs. a peca madrasta
fino a G400 rs. a peca ditas de chitas a 4400 5200 ,
li.'OO e GO00 rs. escuras, bretanba de linhopuro, fina a
840 rs esguiao do superior qualidade do verdadeiro
hnbo a 1S0O rs. avara, cassa do quadros para babados
a 5000 rs. a peca', cambraia lisa muito lina do vara c
tanti de largura a GOO e 800 rs. corteado vestidos de
seda com flores a 50,000 rs. o corte mui rica fazenda,
ditos de cbali do listras de seda do melhor gosto a 1 Gj
rs. o corte chitas finas do vara de largura a 440 rs. o
covado sendo Irancezas o de muito bonitos padrees ,
escocez do algodao para vostido a 500 rs. o covailo ,
lirio) trancado branco de puro linbo de muito boa
qualidade e muito encorpado a I 100 rs. a vara pegas
do brolanha de G varas, do puro linhoa 3200 rs a vara;
adverle se aos compradores quo todas cst.s fazendas
sao limpas e du boa qualidade alm do outras tnutas
fa/endas por barato preco : na ra do Collegio loja
O. 1, du Antonio do Azevedo \ illarouco i Irmio. (4"
11Veode-Se sal de Lisboa, em grandes e pequeas
porpes; na la da Moeda armazoin n. 7. 2
11Vendo-so farolo em barricas vindo de Lisboa ,
ao i) ir. to prejo de 4500 rs. ; nos arma/ens do Bra-
guez ao p do arco da Conccicao o do Antonio Au-
nes no iargo da Alfandega. 4
11Nos aimazens de Liias Per reir, ao p da Alfan-
dega c na ra da .MoeOa n. 7 continuar) se a vender
harria de superior vinbo da Figueira. 3
G \onde-so urna mulatinha do 14 annos, de bo-
nita figur>; na ra do Collegio n. 1. 2
3 Vender so setins do d.versas cores, proprios
para lorio de qnalquer obra por preco commudo ; na
praea da Independencia ns, 24 e 2. 3
;j_ \ ende-se c ra iavradu do Rio de Janeiro, em
caixasde 180 libras c. da urna sertidas com velas de
meia libralo 16 em libra; no armazem doassucar da
ra da Sen/alla-Velba n. 110. 4
;j Vende-so muito boa farinba de mandioca, por
barato preco; a bordo do patacho l-lor de Maruim o
no b ate Canttif&O, lundeados delronto do caes do Col
legio, ou no armazem de porta larga defronte do
mesmo caes junto ao botiquim la Kstrella. 5
! Churu tus regala.
Na ra da Cadeia do Recife, n 46, ha sempro um
rando e esplendido lortiinento lestes afamados charu-
tos vind s rocentemento da Babia ; assimeomogran-
lo lortimento devinbos do Porto, Madoira, Xcrry e
ag4>'ardente de Franca ; Udo so vende maisem conla
Jo que em oulra qualqucr parte. 7
2 Vendo se um rclogio novo, do ouro; na ra
cstreita do Rozario n. 35. 2
2 ICui casa do Sr. Garnier rolojoeiro na ra
Nova ha para vonder muito barato ou trocar por li-
vros hespanhoes 136 volumes dos mclhores autores
(rancezes sendo : Historia do Franca religiao va
gens theatro, memorias, litteratura e sciencias. 6
2 Vndese urna toalha de lavarinto toda abor-
ta obra mui bem Lita, e oulra dogosto na ra do Ca-
buga loja n. 9. 3
2\ ende-se um crioulo bom tralialhador de enxa-
ila por precu coninndo : no lim da ra da Aurora
n. 40. 3
5Y'endem-sesaccascom milho novo a 38400". cada
urna; no armazem do caes da alfandega n. 1. 2
3YenJcui-so riscados dechili, cortes do cassa-chi-
tas lencos de cassa do cures, cassa lisa muito fina ,
setins larvados para vestidos do moninas veludo pre-
to e branco de soda, liso, meias para meninas do todos
os tamaitos, madapoloes do toJas as qualidades, chi-
tas cambra as .damascadas o lisas de difieren tes cores c
ns.....is modero, s, por preso coinmodo ; assim como
cera em velas ; na tua de Crespo, arco de S Antonio ,
loja n. -2, de Manoel Jos l'ionsalves Braga & Compa-
tible. 10
2 Vende-se um escravo sem vicios, muito bom
trablh.idor du campo ; e so vende por so ter recobido
m pagamento ; na ra do Quointado n. 29. 3
2= V ende se urna mobilia com pouco uso toda de
Jacaranda conlondo 20 cadoiras um soph duas
bancas c;bei las de pedia marmoro e una banca re-
d inl.i do rucio do sala tambotii coberlB da mesma po-
dra ; a fallar com o Sr. Manoel Jos Vircira na loja
Je cambio da ra da Cadeia. 6
2 Vende so urna preta do qualidades e he muito
sadia para fura da provincia ; o motivo da venda se
dir ao comprador : as Cinco-Puntas n. 50, loja de
fazendas. 4
2 V ende-sc um prelo de 20 a 22 annos de be-
nita ligura alto e forto da corpo enlendo do cosinbar
a moda fiance/a, o lio ptimo para o sorvico de urna
casa ; na ra d i Cruz n. 40. 4
2s=Vendo-se uma escravo de nac5o de bonita figu-
ra ngommodeira costureira .coso para prelose faz
todo o mais servir o de urna casa ; na ra do Vgario
n. 19. 4
Vcndcm-se duas grades boas, 2 sepos para acou
gue, por prevo co i.modo ; na ra Nova n. 63. 2
2 VonJe-ae 1 allineto do paito, do ouro, com
13 diamantes, por coinmodo preco: na ra Nova
n. 03. 3
2\ ende-se uma preta mui boa cozinheira lava-
,!;:r.:. f" odo servico de uma casa, muito fiel humil-
de e sem vicio de qualidade algum ; na ra atraz da
matriz da Boa-Vista, sobrado n. 11. 4
V nde-ta o estabelecmento da fabrica de fazer
roses, rom todos OS S us pcrtcnccs sito no largo de
D Terco por preso muito commodo : a tratar
em
t< ocovado, da bonita vista para pagein meios cha
, le cassa de quadros a 3G0 rs. cortes de cassa-chi-j no mesmo eslabelecimeulo assim como se vendo
lis de muito bonitos padroes e boa qualidade a 26001 separado o que agradar aos compradores.
rs. algodo trincado azul mcsclado a 240 rs. ocoia-} 1- Vndese un atlas geographjco ; grammatica
ij toarte azul do vara di
a 260 rs o novado .Ifrnncoza de Setene ; iitaingleza de Constancio; nts-
r.uito boa fazenda para prctos, lencos de cassa pinta-
dos a ICO rs. Lodao liso de mullo boa qualidade a
KiOrs avara, diloam. ncano a 220 rs. a vara, muito
encorpado, cl.adrcz sde linbo para aquetas a 320 o
covado, sendo fazenda muito gravo e de boa qualidade .
casimiras de quadros de bom gosto para caigas e do no-
toria universal de Bossuct ; dita sagrada; Selecta; bur-
ro do Salusllo ; geographiadc Gaultier; as cartas geo-
graphuas em ponto grande : no pateo do Carino n 3
1 Vende-se um preto crioulo e um moleque ,
ptoprios para qualqucr lervico ; vendem-so pira pjusto
decontas: na ra da Cadeia-V clha loja n. 29. (3
Vi =Vendem-se finissimos cortes decaisa-chitastrans
prenles do toda as cores e muito largas a 2560 rs. ,
ditos do listras o quadros de todas as cores a 4200 rs ,
ditos do chitas finas de todos as cores a 1600 o 2000 rs. ,
riscados finos de quadros e listras de todas as cores, c
do melhor gosto a 280 rs. o covado, finissimas chitas
franeczas muito largas a 440 rs., ditasa 260 rs. risca-
dua francezes de quadros a 320 rs brins francezes do
padroes escuros equadros largos a 320 e -400 rs. pe-
Cas de bretanha de rolo a 28 rs. dita de linho a 3200
rs. algodioazu do quadros e lislrss muito encor-
pado a 240 rs. dito muito largo proprio para roupa
de escravo a 240 rs., cassa lisa de vara de largura a
400 rs. cassa de quadros o listras. muito fina a 400
rs. pesas de cambraia branca dita de cores a zj
rs., lencos escores muito finos e de quadros a 480
rs. ditos de cambraia de quadros de todas a cores a
320 rs., brins de linho branco a 880 rs, ditodea*e-
rior qualidade a 1400 r. dito escuto de quadrl a
1400 r. a vara, brim de algodio muito encorpado a
480 rs. a vara, meias para meninos e meninas a 200 ra,,
ditas pretas para homem a 160 r. e outras muitas fa-
zendas por barato preco ; na roa do Crespo n. 14, loja
de Jos Francisco Dias. 21
1= Vende-se um moleque de bonita figura, de
idade 16 annos, bom cozinheiro o he ptimo para
todo o servico de uma casa ; na ra do Aragio. sobra-
do n. 12. *
lsrVende-te, ou arrenda-se um sitio em Agoa tria,
com bastantes commodos : a tratar na Ponle-Velba
n. 25. 3
1 Vendem-se duas morada do casa terreas no-
vas sitas na ra da Concordia : a tratar na mosma
ran. 3, de rnanhia at as 9 horas, ede urna as 4
da tarde.
- Vende-se um pardo perito pedreiro e mestre de
assucar bonita ligura de 18 a 20 annos; um mole-
que bom olTtcial de carpina do bonita figura do 20 a
22 annos ; 3 moleques para lodo o servio sendo um
bom carreiro ; uma preta com babilidadea uecessarias,
cozinha muito bem, engommae cose chio ; urna dita
com as mesmas habilidades ; uma preta da mesma ida
de para todo o servico ; uma parda recolhida com
boas habilidades, para fra da provincia ; na ,rua de
Agoas-Verdes n. 46.
1 Vendem-so lindos corles de cassa chita de qua-
dros e listras a 4500 rs ditos de tarlat, na do ultimo
gosto a 8000 ss. corles de cambraias de listras de co-
res a 4200 rs. cortes do riscados de quadros e de gos-
tos muito modernos, pelo barato preco de 3500 rs. ,
corles de chitas de bonitos padros e cores lisas pelo
barato preco de 1700 i., bretanba de rolo do supe-
rior qualidade com 10 varas, a 2200 rs. brim de
quadros para calcas a 480 rs o covado, pecas de roa
dapolio de todas as qualidados por preco co.t modo ,
0 outras muitas fazendas por barato preco ; na ra do
Crospo n. 8 loja de CampuS & Maia. 11
1 = Vendo-so um escravo de nasio sodio, de boa
estatura, bom pescador, canooiro o padoiro, bem
fallante o proprio para todo o ervico ; ao comprador
se dir o motivo da veuda ; um dito sadio de boa es-
tatura bom vaqueiro e proprio para lodo o ervico ,
com especializado de campo ; na ra da Cadeia do
Recito n. 40. 6
1 RAPE' IMPERIAL.
Este rap, j bem conhocido imitando ao de Lis-
boa vende-se nos lugares seguintes : Recife, loja dos
Srs Guedes & Mello, ra da Cadeia ; em S. Antonio ,
nasdosSrs. Gomes & (arvalho no canto da cadeia,
I'erroira & Oliveira ra do Cjueimado MenezesJu-
nior ra do Collegio Joaquim Francisco Duarte ,
ra do Cabuga Joo Jos de Feria ra Nova ; na
Boa-Vista, nasdosSrs Caetano, e Jos Ferreira de
Mallos Eslima, no Atierro : preco 2/rs. a libra, e 50
rs aoilava. H
I -= Vende-se uma escrava de 25 annos de dado ,
do boa figura ozinha o diario de uma do casa o lava
de sabio e varrella ; na ra de Hortas n. 112. 3
1= Vendem se oOmilheiros de cachimbosmui bem
(eitos paro embarque por preco muito commodo ; na
ra Nova n. 67. 3
1 Vende-se um bom piano ingloz em mcio uo,
por 80/ rs com muito boas vozes, para qualquer
pessoa aprender ; movei de varias qualidado, por
preco coinmodo ; na ra Nova loja de trastes n. 67.
1 Vende-se uma preta do naci de 30 annos ,
por preso commodo ; na ra doCabug n. 5. 2
1 Vonde-se um forte-piano, por preco commo
do ; na ra da Cruz n. 7 prirneiro andar. (2
1 Vendem-se boa caizas du tartaruga propnas
para rap por preco commodo ; na ra larga do Ro-
zario n. 50. 3
1 \'endem-se 4 escravas do naci, muito moca ,
propriaspara todo o servico e sio ptimas quitandei-
ras ; uma dita de naci de 26 annos, cozinheira e
lavadeira de sabio ; uma negrinha de 11 annos, muito
linda com principios de costura ; um moleque mui-
to bonilo de 12 annos; um molecoto do 17 annos
para todo o servico ; um mulalinho de 16 annos, opti
mo pagem ; um moleque de 14 annos, para todo o
serviso ; na ra das Cruzes n. 41, segundo andar. (9
i_VUndem-ie3 escravos para engendo com 3
(Utos do 7 a 10 annos a dinbeiro ou a prazo ; tam-
bem trocise por algum predio nesta praca ; gual-
mento vende-se um carro de 4 rodas, ingler, para um
cavallo com cavallo e arreios : na ra de S. Amaro
n. 6, se dir quem vendo.
1 Vendom-se saccas de farinba ditas de arroz
pilado, ditas do milho ditas de arroz do casca, ludo
muito bom c barato ; na ra da Cadeia do Recle n. 8.
1^-. Vendem-se os livros seguintes: Biblia Sagrada
du Hamol em latina com a respectiva concordancia,3 v. ;
em folio; Biblioteca de l'erraris, 8 v. em quarto ;
Theatro Ecclosiastico 2 v em quarto; um jogo com-
pleto do tabolas de marfim para gamio: na ra da Ca-
deia do Recife em casa de Jos Gomes Leal. 6
1_ Vende-so um preto bom canoeiro sem vicio
gum e bem sadio ; na ra eslreita do Rozario n 22.
Vende-so galio fino largo o cslreito para divi-
sas adragonasdo Rio para officiaes apparelhos para,
barretinas, tianca para farda e bandas do lia, ludo
bom ; na ra da Cadeia loja de miudezas n. 9.
Vendse um par de brincos de ouro de muito
bom gosto por preco muito commodo; na ra D-
reita n. 9.
Vendem s velas de carnauba do 6, 7 e 11 em li-
bra por preco commodo ; na ra do Rangel n 52.
Vende-se um palanquim com vidro e palha sem
deleito algum ; um violSo com sua caixa ; um relogio
deparede, ludo cm bom uso e por preco commodo:
na ra do Nogueira n. 40.
- Vonde-se a armacao da loja de couros da ra D-
reita n 48 : a tratar na mesma ra n. 64.
= Vendem-se cortes do cassa-chilas muito finas,
com 13 corados a 3.f rs. ditos de lia muito fina ,
a5200rs. ditos de cassa muito lina, a 4/ rs. lies
de quadros para calcas a 900 rs- e outros muos objee- .
tos por preco commodo : na ra Novan. 12.
1 Vendem-se, pelo barato preco de oilo mil ris,
chapeos de castor branco, do ultimo gosto : na presa
da Independencia nmeros 24, e 26. (3
l= Vende-so uma preta da Costa, muito moca, e
de bonita figura, sem vicio, e nem achaque algum ; a
vista'do comprador se dir o motivo por que se vende :
na ra das Cruzes n. 15. (4
>a grande fabrica de licores du A'IIerro da Boa-
vista n. 2G.
19 Acba-se sempre grande sortimento du todas as
qualidades de licores desde o mais Uno at o ordina-
rio de 160 rs. a garrafa, assevera-se que os licores iml-
tio perleramente aquelles que veem de Franca ; tam-
bem existe grande sorlimentode genebra .tanto em
botijas como em caadas ago'ardente do reino e de
Franca dita de anlz espirito de 36 .graos, charopes
de todas as qualidades para refrescos, dito feito da ver-
dadeira resina de anglco, excellente para todas as pes-
soas que padecem do peito ; na mesma labrica se en-
earrega de qualquer encnmmenda do charopes licores
e ago'ardentes, tanto para a provincia, como para ex-
portasio; as amostras seachao sempro francas aos com-
pradores e os procos sao por menos do que em outra
qualquer fabrica. (15
Vende-se farelo, pelo mdico pre-
co de 4ooo e 256o rs. $ na ra da Sen-
zalla-Velhan. i38. 4
Vende-se o repertorio das leis ex-
travagantes de Portugal, pelo desembar-
gado!' Manoel Fernandes Thomax, segun-
da edico muito augmentada, em 2 vo-
lumes grandes, boa impressao, a i0,5oo
e 10,000 is. tomando mais de uma obra :
na loja da viuva Cardozo Ayres. 8
Vende-se a ouvertura da opera A
Gaza Ladra, arranjada para msica mi-
litar, pelo compositor Jozef Huerta, pelo
mdico preco de 1,000 rs. : na rita dos
Tai 101'i ros n. 12.
Vende-se uma grande porco de
Lunticos, e de chapeos do l'orto, tudo a
320 ris; nacsrpiina do Livrameuto n. 52.
Vende-se carvo de pedio miudo,
proprio para uso de oilicinss de ferreiro,
em grandes c pequeas porcoes, e por
mui borato preco : na agencia da Com-
panbia firazileira de Paquetes de Vapor,
ra d' Apollo, n. 6.
Queijos londiinos muito frescos a
|Ho ris cada libra, no armazem n. l\\ da
ruada Alfandega Vclha.
Escravos Fgidos
5=Na noutede 9 do corrente desapparecerio,do sobra-
do novo da Capunga dous escravos com os signaos se-
guintes: Domingos, alto e corpolento de dade de 22
a 23 annos com uma cicatriz na testa ps grandes ,
com um ferro no pseos ; levou ceroulas de algodio e
camisa de bata encarnada : (loncalo baixo do corpo,
de dade de 26 annos, muito vivo e alegre levou rou-
pa bastante, piqueta de panno fino, camisa fina e lam-
liem de bata encarnada ; sio de naci Gabio : pede-
se portante a todas as autoridades policiaeso capilies de
campo o favor de os apprchcnder o leval-os no dito so-
brado na Capunga ou na ra da Scnzalla-Velha n.
138 que os portadores seno recon pensados com 100$
ris. 11
1 =No da 14 do corrente fogio um preto de nasio ,
de nomc Antonio Cuije de dade de 30 annos den-
tes abortos, maos [calejadas, com uma cora na cabeca,
muito alegre, peitos botados para fra, estatura re-
gular; levou camisa e ceroulas de algodio, e chapeo
de palha pintado; quemo pegar, leve ao Atierro da
Boa-Vista n. 43 casa da viuva do Dr Bri'.o. 7
1Fugio, ha dous mozes do engenho Remfica ,
uma escrava de ame Joanna de nacao Congo, cor
preta aliara regular tem o cabello da cabeca qua-i
todo branco e os dous dedos grandes dos ps sio (or-
tos para dentro ; levou saia e camisa de algodio da mal-
ta, esta escrava foi vista nos Afogados pedindo esn.olas
de farinba aos matulos, qu 1 passavio : quom a pegar,
leve a seu senhor Joaquim Antonio de Oliveira, no
engenho a cima dito ou nesta praca a Jos Pereira da
Cunha morador na ra da Cadeia do Recito n. 14,
que ser recompensado do seu trabalbo. 11
50^000 ris de gratiicaco.
1= Desapparcceo no (lia 2 de junho do corrente au-
no um moleque, de nome EstevAo, dade 12 annos,
pouco mais ou menos, bonita figura, baixo, cheio do
corpo, rosto redondo, nariz chato, beisos grossos,
ps pequeos, e os dedos curtos o ahertos; tem uma
leltra Aem um dos peitos; he muito ladino, e
parece crioulo : quem o pegar, levo-o l ra do Livra-
mento n. 38, que receber a quantia a cima. (8
I'"ugio em G do correte, da padaria
do aterro, de Lourenco Antonio Mosquita
Palcao, o escravo Manoel de Angola,
baixo, giosso, falla alguma cousa emba-
1 arada, ps grames, suppoc-se eslar
mesmo na praca, 011 nos arrebables dos
Afogados ; quem o peg?r leve-o ra
Eslreita do Uosario n. i3, ou do Vigario
n. 11 a entregar a seu senbor Francisco
Alvares da Cimba, que gratificar gene-
rosamente.
PERN. : NA TYP I)E M. F DEFAMA. l8/|5


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