Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05366


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Full Text
Atino de I&I&
Segunda feira 10
.mwiinp
O DIARIO publica-te todos os das que
nao forcni do guarda: o proco da assigna-
tura lie do Agvs. por quartol puqoi adiantaao.
Os annuncloi dos assignantcs sao inslidos
a ra.So de -O rcis por linha, 40 rs. eni t] DO
diiloronto, < as repetlcoes pola nietade.
Os que nao forom assignantes pagao 80 rs.
por linha, o ltil) om typo dillrrculc.
PUASES DA LA NO MEZ DE JU.MIO.
La nova a 4 as 10 h. e 48 min. da larde.
Cresceute a 13 a 1 uor. c 21 min. da man.
I.ua chela a 19 as 8hor. e 58 min. da tarde.
Mingoaiitc a 20 a 1 hor. c 7 min. da tarde.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Goianna Paraliyba, o Rio Grande di Norte
Segundas o Sextas fe i ras. '
Cabo, Scriiihaoin, Rio I'ormoso, Porto tal-
vo, c Mace} no 1 ", 11 e 21 de cada mea.
Garauhuns e Honito a 10 e 24.
Boa-Vista e Floros a 13 e 28.
Victoria Quintas foiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE IIOJE.
Primcira as 2 h. e (i min. da tarde.
Segunda as 2 li. e 31 minutos da inanhaa.
de Tunli.
Anno XXI N.
,.~r."- .
. VU).
DAS da SEMANA.
1G Secunda S. Jolio Francisco Regs, and.
do J. do D. da 2. v., o do J. M. da 2. v.
17 Terca Thcresa, aud. do J. do I
da I. v, edo J. dos Pello*,
18 Quarta S. Leoncio, aud. do J. de D.
da 3. vara.
10 Quinta S. Juliana, aud. do Jni/. de l>.
da 2. vara, o do J. SI. da I. e -J. v.
20 Sexta S. Silvciio, and. do I de D. da I.
v. do clvel, e dos J. dos Pello*.
21 titubado S. Luis Gomaga, aud. do I.
de I). da 2. vara.
22 Domingo S. Paulino.
CAMBIOS NO l i DA DEJI NHO.
Cambio sobro Londres.....25 '/*
., Pars XI rcis por fraileo.
> Lisboa 120 por 160 d> proni.
I Ice. de le. de boas Urinas I '", I ;
Oare Oneas despatilllas 31^500 a 31 i
Mocua .1" u/401) vel. IT-.Viii a 17,
.. de BfiOO nov. 17^300 .i '" 5 '
ii do4?imil. !l.;.V:0 a '.-. I
Praia Patacocs .... I/WJO a .' >
Pesos Columnarrs. l'.iso a 2
Ditos Mexicauo* U" W a l 10
Hocdas do 2 palac. 1/288 a l/JOO
Acruesda C." do licborilic .r>0#HIU
PERNIMB^CO.
CMARA MUNICIPAL.
5.* SESSAO OIIDINAniA EH 12 DE JIMIO DE 18V5.
Presidencia do Sr. Mello Cavalcanli.
Adiando M prsenles ns Srs Ramos, Olivcira, Cintra
e Carneiro Mnntcirn, faltando em cama participada os
nutro* Senhores, *brio-ea sess.fo, e lilla a acta da anlc-
cedente, foi npprnvada.
Dando o secretorio conla do expediente, leo uin ofli
ci do Kxm rice presidente da provincia remet-
iendo a copia do nvio imperial do 15 de malo prox-
m.) panado. Expedio-io circular a* cmaras da pru-
vinoia, commuiiieando o ejercicio do inesnin Exm. vi-
re- presidente, mandando-so archivar o oflieiu e copia.
Oulro do mesruo, remetiendo uin annuncio relativa-
mente a rrofio do una estatua equeilre, que un Braii-
leiro propo, para *er dedicada so magnnimo fundador
do imperio, o Sr. D. Pedro 4 Inlcirada, e que fique
adiado at qoec (inste etlomomcadn a cnrainissao central.
Foi lido c approvado um parecer da coininiiao de
edificaban obre um requerimontn de Tliomat de quino
Fonieca, ein n qual pede lieenca cmara para reedifi-
car nina cara na rua da Praia com esquina para o becco
do Carccreiro votando contra os Srs Cinlra cOlivcira
Foi tambera lulo e approvado nutro parecer da merma
enmmissan obre o reqiierimento de Jos Fernaniles Ei-
ras, cin que pede 11 cenca cmara para cuiistriiirem sun
casa, que est eilifieando na rua de Santo Amaro, corni-
ja ilifFcrente da geralmente adoptada, e cujo desenlio n-
prcsentnu, votando contra o Sr. Carneiro Munleirn,
Fui mandada ouvir a oommiitio de sa.lu sobre a pe-
ticao d'Eugcue Dnpcrron, era que pede lieenca para e-
labelecor nina fabrica de licores, ein um dos extremos
da rua da Concordia.
Despacharn se os requcrinicntos d'Agnstinho JuSo
Martin*. Antonio Jos Rodrigues da Silva, Domingos
Ferreira Jorge, Francisco Gomes de Olivcira, Francisco
Jos de Campos; Francisco JosMartins, Francisco Xa-
vier do Socorro, Gandino Agiistinho do Marros, Jos
I Fernandos Eiras, Julo Evangelista da Costa e Silva, Jo-
s Antuncs Guiarte* Jo* Carlos Muriuk da Silva Fer
de 1845, vigsimo quarto da independencia o do impe-
rio. Com a rubrica de S. M. o Imperador. Ma-
noel Antonio Gualo. Corfornto, Joo Carneiro ae
Campos.
Esi conforme: o oflicial inaior, Antonio Jos de Oli-
veira.
Em ciiinprimcnto do que determina S. S. que *o fa-
ca publico pela imprensa, e por qualquer outro meio,
o presente ordem do di.i para que ebegue a noticia ao
nonlieeimento dos guarda* nacionac dos corpos do sen
nominando superior, cnniprehendido* na referido ile-
crcto, c se rceolliorem a cu* corpos no praio de dous
mojes contados de lioje.
Claudino fenicio Machado.
Capillo ajiidantc d'ordens.
rao, Joao Ferreira da Silva, Jos da Silva Mcndunca Vi
anua, Maria Manuolla do Espirito Santo, Manuel Ferrei-
ra Accioli, o do Thomai de Aquiun Fonscea; o por ter-
se passado a hora, levaniou o Sr presidente a 808(30,
dando para ordem du dia a OOIllintMCflu da ilc boje E
eu Jodo Jos Ferreira de Aguiar, secretario a escre-
\. Mello Cavalcanli, pro presidente. )liveira.
llamos. Cintra Manoel. ( arneiro Monteiro.
Pareceres a que se refere a acta supra
Fui proposta ii ouromisslu de edificac&o o requer
ment de Tilomas de Aquino Fonscea, i'in que podo li-
eenca para reedificar a cusa n 8 da rua da Praia, com
esquina para o becco do Canereiro.
Esta casa, segundo o plano ta oidade, be do minera
das que leem de ser em parle demolidas, para so dar ao
iLO-nin becco a largura do 30 palmo*; mas allcndcndu a
coinmisaan. que naeontinuaeSn ila rua da Praia ha a tra-
versa do arsenal da parle do Norte, o a nutra do lado do
Sol, ein pequona* distancias, a que dan serventa para a
rua do Rongcl; 0 que demolida om parle a cata do su|i-
plioanle, ainda a**in nao Dea o boceo em linli.i recia,
neiu com sullioicuto pastagem para a rua do Rangel i
he do parecer, que edo no caso de ser deferido o sup-
pilcante; e que se peo.a ao gorerno da provincia autori-
saefio para se alterar neala parte a planta da oidado,
Reeile, 12 de jiiulio de IStii.Jos Ramos de Oli-
veira.
Jos Pernande* Eira* expAe em seo reqoerimenlo,
que, temi edificado urna oaaa na rua de Santo Amaro,
com lieenca e eompeleulo oordeafjo, foi construir a
cornija de forma difforente da geralmente adoptada, oo
mu se v do plano que jiintou; o leudo em coniequcncia
delta alterac.lo inoorrido una penas das posturas iiiuni
cipae, e pago a mulla, implora a graco de ser conser-
vada a dila cornija visto nao projudioar, ante* afornio-
aear maitO predio e a roa : be a eommissao do edifica
(Ao de parecer, que se conceda a grafa pedida.
liocife, 12 de jmilio de 1S45. Ramos. -
Quartel do caminando superior da guarda nacional do
municipio do Recife i> dejunho de 1S45.
ORDEM DO UIA.
S, S., o Sr. coronel commandante uperlor, manda pu-
blicar para conliecimenlo dos corpos da guarda nacional
do sen cumulando superior, o para que tenha a devida
execncao, o ollicio do Exin. Sr. prctident da provincia,
aeompaahadu daoopl* do decreto abaixu transcrito.
llliu. Sr. Rcmctiu a V. S. para sua inlelligenoia e
execucao na parte que lbc tocar o inclusa copia do de-
creto de C de maio ultimo, que me foi roinoltido com o
imperial aviso de 24 do referido mes, pelo qual S. M. o
Imperador honve por bem perdoar a pena* un que po,-
ao ler inoorrido ns guardas iiacionaes chamado* ao ser-
virn de destacamento
Dc-os guarde a V. S. Palacio de Pe nambueo, 4 deju-
nlio de 1845. Tliomaz Xavier Garda d'Almeida.
Sr euinniaiulanlc superior da guarda nacional do niiiui
cipio.
DECRETO.
Hi-i por bem, poreffeitode ininlio imperial clemencia,
periloar as penas, ein que poille ter incurrido os guar-
das nacionaes, que ilepois do decreto de 2S de agosto
de 1940, chamados destacar para auxiliar o exercilu
de primcira linha. em qualquer provincia do imperio,
oo nflu se apreseniariu para fater eateaertieo, eude-
pi i* do *prc*ontarenv>ae abandonarlo o momo icrvieo
si m previa lieonc.i da autortdade conpetenle Manuel
llltonio ti.ilvj.., de uieii eoneolho, ministro c secretario
Pealado dos ntj^ooio* da juttija, o tenha a**in entendido
) faca cxecular. Palacio do Kio de Janeiro em 0 de maio
CORREIO.
correspondencia da cidAde e provincia
Creio, nieii* amigos, que agrande partilha do banque-
te provincial nao se fai sein eao.heirada: por niais que o
trinchante tenha demorado us buceados, oque antea di-
os licitar nos pratos, estendidos pelos famlico* era roda
dclle e junto cara, consulte as turbas a quera dove por-
leocer o mais gordo, o nal*aventajado, o domis pulpa,
lia scroprc kriga, c mal o bashaque ab.iixa o garfu-mona-
tro, co ctelo enorme, pem-sc em grita oseonviventea
este he nieu cate be meu que ucn elles niesnios
ao eiilondem. A posta do inajoratu da pulioia havia pro
duzido grandes disputas, earrebatinhas, todos a queriao,
e por militas vcies o trinehantc se vira obrigado a erguer
o braco em todo n sen cnmpriineuto para que Ih'o niO
arii'liat.iasc alguiii guluso; mas tocn em fin a um que
j eslava com n prato servido, ecum ludo roannva mal-
onnlcntc; ciiatou-lhe caro, pois pagou duirado gorge-
las e preparos; c pelo que moslra he dos mais dilectos
e attciitliilo.s, ainda que diiem que osen inaiur servico
lio dar noite na ponte da Boa-vista certas carrctilhaa,
paraasquaes tora superior liabilidado. Muilo \iniiad
deve estar com a forqmlba certo quebrado que, elidien-
do d'ar as chochas c famlicas boclicchas, gritara balen-
do om tildo ((ii.uito linha (liante de si: Nao cedo, nao
cedo! Ora, o pobre diabo he mais morillo do que um
eoelh, he pcdac.0 d'aano como outros minios da quadei
Iba; ina* ningiicm Ihe pdc negar o relevantes e reve-
lantes serviros da eleicAo de rleilore* &c. &C.; o urna
VOI que a deavergonha he um titulo poderoso l para el-
los, lino ve injiistica clamorosa, que deroscr reparada na
primeira oceaaiao.
Tambera foi accowmodado um tal I'irmno dotAfoga-
do* com gran boceado, que Iheeedeo o mellnir nqui-
nhoadomajor: dicin (|iie no curpu de polica se precisa
de reo* ib lia para o que der o vicr, c por isso so vai en-
eherlando a estrovenga do alto e malo, anula que c por
ninii ontendo que vvnha o diabo esculla.
A raioira policial havia ntregue o Urcjo aos desor-
dero*, houlcn entregnu ella Iguarass e Pao do Albo
netma gente! cstto otdou* raioa de Norte c Noroeste
purificado*.fallando lamente um intermediario entre et-
ica don* os oulros viro ehegalido. O centro he que
Cali muilo demorado ; nao sei para que esse chele de Do-
lila ha de estar a f.uer rulara paciencia dos pretenden-
te* de subdelegados Una vez que o adminisliar.ao, a
lela, ludo se resume ein dcuiiltir e uoiiicar, facftu
logo iato, etica o trabalbo feto, e pdein enl.'io p6r se-
de piriiiiiha para oar mangando no mundo! Que diabo
de cuiiaullas ru casas, quaiido ludo eslava d'antC-inSo
determinado!' Por causa das hrigas?Ora, iaso o (pie vale0
Por mais que ellos eapichein, para o gran partido nacio-
nal nao pode haver banquete quo u farte; poia ento le-
ve o diabo paixes : qucni se langar que se langue.
U meu correspondente de Goianna, que ha tanto lem-
po un1 nao ila va uin ar da su.i graca, e que se desculpa
com as soas plaulaces, com a tecoa, e ate com os uivos
do co da fila, couta-u.c ag.,ra, que iicm s no llecife
eslava preatea a exploso de una rusg i do gran partida
nacional; que iiaquella comarca tambora tinha prepara-
das assuas veaperaa aieilianaa, que devlao ter lugar no
dia do correte, e que ficrao adiadas com a noticia da
talviirrlo ;ei al, que trouce o ultimo vapor; mas que se
prepara com grande afn um batalhiui ligeiro, que vira
a dar no incsmo que a* vesperal sicilianas, s com a dif-
Icrciic.i de que cale he legal. Legal, ini Srs., pois que
os sen* actos devem dimanar de autoridades lentes. E
jue ha In boje quo legal nao aoja?
Couta-me mais meu correspondente, que o Cuiiha
Raposo, de quera em oulra Ibes tallei, leudo sido absol-
vido no jury do criuie, por que fura aecusado, poucoa
dina depoik por mandado de un Manuel Corroa d'Oli-
ceira dirigio-ao cora genlc armada, entre ella inultos es-
eravos, ao sitio Covao de Antonio Trigueiro, sitio que
aquello Corroa quer comprar a frca, conde mora, ha
O anuos, um pobr- velllo de lime Cusme Beierra, c ah
o tal Rapte miidou arrancar toda a roca, e derribar aa
arvores defruelo, e entrando depius em casa i|nebrou
iiuanto achou', (iue o pobre vollio lodo ohoroao tora ler
com o Diabu-coxo, soccorrendo-ae-lhc naquolle attvu-
tado ; mas (pie este o despedir disondo, que rcclaiiiaseo
justioa da*autoridadea. Eaoariieo inaiiltaiite, poia que u
di legado he pruno do criminusu!
Anda m ; cunta o narrador de Goianna que, ha poneos
dias, um pardo que fra cria de una lia do cJti de fila,o
que diiem ser tilho bastardo de um Jos Corroa, sera
mais ncm menos matara a uin morador do lugar deSivi-
jo, mide mora a sua yaya, e cono pertcnce a familia no-
bre, o cao de fila molla.
. j y,u. :^' v, nw.r-ygrfi*s bracc* genealgicas, o ncnlium fttlingio, moelrnndo in
ment que de gcnealogisla nao sabe ncm o mue quil
clorar I ascendencia do sen amiga menle, o Sr. Auto
nio Joaqun de Mello, c fatlioo naaua cmprea; qoiare-
baxar a familia dos cus desafeic,nulos Cavalcanli*, e
soiis caforcos foran baldado*.
Na primeira empresa esquecen c u Geneatoyico de
una diier qiiem eran os poia c ava da mai do eu ami-
go ausente, deixando aasim lugar a errera o que
nio c*lSn pela sua palavra honrada, quo o ramo que por
ah e Dio offereoeo para a sua aryore genealgica, linha
eapinbni raas soja enmofdr, para tirar a limpo a es
tirpe do sen amigo, forcoao beque case ramo voiiha a
Un, verde entecan, llorido ou com ctpillhu*; e inellior
fura niosiuo que elle fraucaraente apresenlasso u que a-
clioii, do que cae silencio denunciador Su a Senliura
D. Maria do Mello he a terceira av do Sr Mello, como
diio Genealgico, o que puf ora nao posso conlrslar.po
dia por ah continuara sua atceiulencia; porill, cora os
que de*creveo at u prineim, he forfoao diier-lhc que
paita abi leenoontra dn condecorado, o antea he ludo
mediano ou cnmiiium; o neiu o Sr. Genealgico dovia i;;-
nnrar que Indo o hornera tcm pai e mai, 4, S e 10 avos.
ete. etc.; queiii cates lejo ? ahi est o busiris; seiulo
mullas tetra dillieil apresontal os aera ir parar as coatas
d'Afrioa, ou na mai* haixa plebe
Tambem nao devin ignorar, que a nobrcta dos Srj,
biapoa nao pasaa de modo alguin a linha* rectas, quan
lo mais as transversacs, pudendo milito hem tucoeder,
como ni ii i la a vetes snecede, que iodos os sen* prente*
aejio pura e simplosincntc plebcu* E a vista disto para
pie, por ser prenle dos Srs. hispo do Maranho e os
iiolcr-mr, com que penauu o Genealgico haver metti
do lauca em frica, vicso o Sr Mello a ser uolire, ora
preciso mostrar prinu-iro a pobreta da familia desses
doiuPernambucHiios, alias dignoa de rospeito por mui
tos litlos
Tenho, eieio cu, mostrado que a nohiea do Sr Mol
lo nao ganliHii nada com os trabalbo do Sr. Genealgi-
co, que loria feito inellior servico ao aou amigo, dandn
ae & outras invesligacocs mai valiosaa, pois que aos o
Ihoa da philoaophia, c peranlo a oontlituiclo do inpe
rio, o* raerecmentoa para o* emprcgii, o verdadeiro
mrito conaiste nao na accidental nobrcta de pait 0 a-
nis; mal lia* virtudes, eservicos prestidos ao pait Por
aqu he que o Sr Genealgico dovia rsliibcleoer o jos do
aun amigo senatoria, alvo final das lisia* do Sr. Genca
lgico.
Nflo fui mai, felil este Sr. no seu segundo eniponlio,
do que no priraciro E*sa cabucla, quo elle chama Ma-
ra do Espirito Santo, lie reputada na inesina nobiliar
cha pernanibiicaiia do Sr lente coronel ttorges da
Fonscea, que o Sr Genealgico inculta haver consulta-
do, cuino urna princesa, pois era fillia do Rcguliu Tai-
bar do Olinda, o .4reo Verde : iato nao vio o inoil lio
Ilion apetar de trater nenio*. Ka rabuda be a av
da maioria da gente disiincta do Pernanbuco, eoutrai
provincias, c al era Pnrlngal ten iictna muilo nobre.
A* llia8 den oabocla casarn com peasoas nobiliaai
mas da Europa, cuj descendente nao se julgAo dos
duerados, com rasto, por proeedereni era lenhura dcata trra, de cuja poasc e dominio a havia
'bulliado ratrangcra frc.i.
Ene soldado sargento, como o trata o Sr. Gcnealoc/i
co, mas que neiu por ISO dexa di- ser o coronel Fian
cisco Xav le Cavalcanli de Albuqucrquc. cavalleiro pro.
fi-sso na oiiloni de ChriltO, era filhu legitimo do nieslre
de campo d'engenhciroi Luis Xavier Bcrnardcie de ana
mull'i'r D Francisca Cavaleauti do ANinqucrquc, filha
do coronel Jcronyino Cavalcanli do Alhubiiorquc o de
sia niiilher Florencia de Castro Rucha : no lempo
ein que elle leve proea nao havia a de cadete, (pie, n ha
vel-a, o seria elle, d D1REITO, de primeira clasto.
Eis aqu cuino o Sr. Ge/ica/ooico,qiiorcndo,s para a
lisfatci a sua uialdade c inveja, nbocanlnr a pielles em
Dflem ii'io pido penetrar o dente de taca vboras, vio oa
cus quebrado, cm conaeguir exaliar cm couaa alguna
o cu dilecto.
. Seu, Srs Redactores, ele. etc.
O aculo de elr ao longe.
-fcou-Lf-. ****> .->- -f uta xB i
ihcsouro, salvo, a Irave <\ da horrorosa toinpeit.nlo de 1703, linha cabido en po-
der de Napole.io que o relilnio ao arcobispo do Paril.
Esto ulti'iiu o o'insorvava empre uoenjto, nao Ihe pare-
ecudo a oocasiilu ainda Opporluna para etpiM-0 a ver.e-
lacao dos fiis l'.m 1830, depois do ler de novo eaoapa-
do aquello terrirel paroxismo de delirio revolucionario,
deque fui friiolo a demolilo d' palacio are hi-pa!,
exoeulada pelo pnvn soberano, passou para o poder do
arcobispo Quelen, 0 das loaos dosto para as do actual ar.
oebispo, quoconlinuou a conaerval o escondido alo a-
gorn. Iloje, p'ireiu parecciido Ihe a poca mais ti.m
niiilla, o peneando quo .1 ronlenpIacSo do objectm I3u
venor.iveis, o que .uido ligadas tan altas recordarles,
pollona contribuir para que melhur se lanlifieasie a ic-
niaiia privilegiada en que o groja celebra .1 memoria do
alliasimo niiaterio da redenpeSo, e quo ora ludo o c:i> 1
servira para dislrahir o publico d.i capital dos especia-
culos (pie a impedaile, OU a euhii'.i, ou ludo junt > < OS-
111 mu iifTerecer-llio cm puc 1*0 ponen propra para sc-
melhante* pniF.inacCes, delerminnu fater a etpnticao
publica do parle daa roliqnins do que era depositario, o
0800Uno para is.....i Ircs (lian de quarta, quinta o texta
feira, santa, que sao aquellos rm que COStumaO ter iu -
ar ns famosos corridas do Lnngchainps com tudas os
mais escndalo* que por vio da regraa* acompanhau
A lembranca do prelado fui oxcellonlo, d o i IFeil i del-
a prodigioso; mas o que lio hom cusa caro, c car 1! '
vi i-iistar-lhi! o bem que fot. Cabio Ihe 0111 cima o i-i
luadrao dos philosnphos com tal furor como se na 1 a
dado so livesso mito roo de prime impcnloavcl C.i ,i
urgi da seila philoaapliiua da capital Iho di qiarou n
seita, mas ou nenas nervada; porn, nenlinm le\ a
delirio ato tal ponto, coma Democracia Pacifica qno na
imprensa porindica parisieme heoorgito esp
novaa ideiai fnurioritlna artiga que a folha oel loria
publica por esta dccasiSo, he unaonfioda de ul.isplu mas
uo l'.ioiu cstreraccer O uusao Dr em socialiiuiu, que
provavelraciile 16 ha do ler cousoivadas CID grande ve-
ueraco nlgumas cm'oas de Fonrior, o que pelo menos
lia de Irator era alfineto dopcito uacabolloa da sua da*
na, nio pide levar a proco que O arcebispi do i'ori.ein
lugar de se eociipar rom a iirganisar.'iu do trabalbo, q 10
ora o que Ihe eiiiiipria f.ucr, MCIliveaaO a ooonpiirile o.
nelhante* pneriliiladca, ouuvidando com glande ippa .
rato o povo da capital para ir ver um cravo do ferro,
una cora de capullina, e um educo de iio inoil,, < .
teril.
Lea quera pudor as blaipheniai que ficlo eseriptasj
om o sentir abrasar cm logo de indignaco o de colera,
que en, pela iiiiiiba parle, declaro,que o nffil posso laior.
Que Poia 0 instrumento que aorvio para a ooniuinma-
can da grande obra da redenipetlo, nao liO aos olhoi du
redactor da Democracia, que se ufana do sor ahriitlo,
miiiio ttmpedaco de pito mor tu r estril Poia hepotsi-
el val oaiiida salpicado diiquelle sangiie de valor infi-
nito,
'muiiitiprctium
fudit gentium
sera enhirem evlals.lo adoracui c do amor de Deas, o
sein repetir ciultii cur.ioaoc com a bucea O'Crii 1 tatll
tiuima '. Ac
UiscelUnea.
EXPOSICES DE RELIJUIAS EM PARIZ.
(EITaACTO DE CORRBSrONBBKCIA l'ARTICCLAII.,
Pars, 22 de marco..... Fallarei agora um pouco de
COIIStl santas, visto que estamos na semana do nicaiiu,
nomo. Aa corridas deLoiigehanips, e nutra* indecencias
om que ein Parit cotluilia ser profanada a poca mai
veneiavel de todo o anuo, teve ueste de l!4> um cor-
rectivo do grande effeito quo foi motivo de muita con
solajn para lodos aquello quo, cuino cu, dcploravlo
Coi respondencia.
Senhores Redactores Venhu pedir-lhe o favor de
uin cantliiho na ana caliuiuvcl folha, para ducr duna
palavra um correspondente do D oco n.u 83, que se
baptisou por Genealgico de oculos.
Doua fin disimulo* leve esse ugeilo na* ua locu-
pale* escndalos. Conaerva-se na denomiiiada ('apella
Santa d antiga palacio dos reia de Franca un tbnsuuro
de reliquias, que foi Irando a I'.uii em 12,1'J e 1241 po-
lo piedoao ro S Luis, a quoni o imperador de Consian-
tinopla Valdevinoa, ou Baldiiioo o vciideo a polo du 011-
ro. Ua objeeloa de (|ue consta osla preciosa eolleccao,
lio OSsegllintes : 1 u um grande pedaeo da verdadeira
crin; 2. a onra de rapiiho* do Rcdcmplor, que S
Luis, a po, descalco e em oamita conilusiu de Sena a Pa
rit un anuo de 12.(0, 3 um dos cravo* em que letu
Cluislo foi pregado na crut; 4 a lunfa cora que o con
luriao Ihe alravessou a lado; 6.a a esponja com qno Ihe
dran Ful e \ magro, 0 a canoa quena jiidons.por cacar-
neo, llie poterSa na m,i o ni ar de seeplro; 7." o manto
de purpura do que *e aerviro na inesnin oceaaiao; S
mu pedaeo da toaiha cora que o Senhor liinpou os pea
ac apolllo* na uoulu da ultima ocia; '.) a cadea com
que fui preso columna, 1(1 o sudario ein que toi a-
innrtalhado; II. um pedaeo do santo aepulchro; 12"
una poican do aligue do Rcdciiiplur; 13 nutra do le-
le de Noisa Senhora; 14. a vara de Movss. Todo cate
Porni, as vote do huiro d.l
Democracia nao chcgiirao (nom podiftu chogar aa ce i.
Ao nicaino leinpn que os lenca 0 IcOBS de Lonchan! le
doieipcravao por falla d'eipecladore que admiraiscni a
elegancia daa suns Inventes o a magnificencia do quo
Rieran nttentacao, ninguen poda mci hor se coro gi nto
en Nutre llame.
Da reliquias, oonfiada guarda dn arcebiapo, tu fo-
ro expoataa aa trosseguinles o cravo, a cura d'eapi*,
ulioa o o Santo LeilllO. Diiem que u motivo deala reser-
va foi porque i anllenlo dado das nutras lian lio intei-
ranenlo livre deobjeoflo; mas se este argumento vale,
o ncimo 80 poderla ditcr de nina, o lalvci incaino du
,'uas daa (roa qno l'urao exceptuadas. De laclo a nica a
que nao pode 0|lpr-SO objcccfio raioavcl, pula clareza
daa pravas era que i sua authenticidado so Unida, bu o
pedaeo do Sanio l.culio ; a daa oulra labora em graves
dilliculdades, quaudo se .trata dcdiseiilil-a cum a historia
na man.
Ditera as olironiea* do Franca que, quaiulo era III
estove lente o filhu do Philippe Augusto, veiu visjul-o
om prooiitfio a coininunidadii dos inongci do 8, Dinis,
iraiendo oumaigo a corea d'eipinhoi do Rcdemptor, quo
ae conservav.i Hil sanotuariu dn *eu lllOSleiro. Se pois ja
era ll'JI existi unaoorad'espinhus cmS. Dinis, quo
eor.i he cata quo S. Luis compran ao imperador \ slde-
vinas pnrconi nul bina en 1233; Accrcicc a istoque
taiiiboiu a oathedral de .11 l.iu pretendo poiinir a carn
d'espinhos de .lesna l.hristo.
A nica ni ini-ira de resolver satistaelor.inioiilc esta
dilliciildade, eunsislo era suppr que todas as ircs coi oaa
.jn verdadeira, nula que ucnliiima dolas lie Inicua; quo
a cura de que ua Evangelista* fatera motieAo fui dividida
em tres parte, para atlsniser a avidet com que a pieda
de olirisila proeurava estas memorisaj oque por esta
llindo as provas que cslabelocem a aiitlionlicidalo de ca-
da una dola, poden couciliar-sc una cum nutras m ni
iicrigo de coniradicclo. Quanlo araiiu be osla a Ojiuiju
quo icnho por vord.uleira. IJucm considera con] atlin-
r.in a coma d'espinhos de Paris, deveoohel a deniasia-
d.inioiilc delgada o p.ibrc do materia para *cr lal qual a
de que os judeos se servirn, os quaes, cm lespesa* -
ta natureta, deoerlo nao havi&o de aer mciquinnoi o
una obaervaejo quequadra perfeilamento com eita mi-
nba idoiii, he que seiuelhan a do* dons espinhns di
vciiladoira cora, iratidos a Roma por Santa Holcua, o
de nutro espin'.ui que fat parte do uiorgado i.\ casa do
!rag.inca,todo os quaes eu ri,0on os Ij Oufa de Parit,
be, alo" onde pode chegar niiulia Iciiilnanoa, extraordi-
uaria.
Mais inveneiveti 3o as ebjeoces que se pdem ele -
var cantra a aiilhenlicidade do cravo. Quaiulo Santa He-
lena, l'oroa detrabalhoa diligencias, pode liiuliu'u-

NUMERAQAO INCORRETA
"


2
te desenterrar a sania ero dehaixo do cnlulhi> r rainal
de todo o genero, em que o Romanos linvio sepultado
o Calvario para fsrorcm perecer a memoria d srande
nennteciinento que havia de transformar Roma, lano n
cruz, como os nutres instrumentos da paixlo, fu-rao rni
seu poder. Un dos cravns, cujo numero, segunda nc iue-1
llinre* opicies, fui dequnro, deoella a ICU filil o m
ella infama a Roma, e l se conserva na baiilica de S.
Cruz de Jerusalem, onde cu o vi milito a ininha vuninde
em .'!(! de morro de 183o, o lereciro foi transformarlo
aquella famosa cora de ferro dos ni lombardos, que
se conserva no thesouro de Monte, com a anal fui co-
reado o imperador Napoleio, e o alo anda bolo os iui-
jicr.-.dore* de Austria'cnmo soberanos do reino lombar-
do-venetiano ; sobre n qu.irto filialmente pende ueste
memento grave demanda entre o bispo de TrWea a o
principe de Mcttcrnicb que o conserva en, sen poder, c
de <|mu o prelado o reclama, como pertencento ao llic-
souro da ana citbcdral, dondo. o mullirn. Qual lie poli
osle quinto cravo, de que cm Paril se fez a exnosicBo?
A inesma objccriui se pude f.ner contra aautlicniiei-
dade da tanca do eenturiflo, que tambeiu fu parto do iln-
t ouro da capclla sania desla capital, lina das priuiciras
coisas que da nos cilios a qucni visita a igrrjn do Vati-
cano cm Hoiii, s.'i.i iii.iii-|i bcllissimns ettalnilS Colc-
anos que ornan a rotonda, em que est a onlifissao dos
apoaolos. (jada uui.i uestes estatuas esl acompanltaila
de crias reliquias ; c una das ditas Cilatuat lio o do Jv
Lmiguidios, por cima da anal s.- le este li treiro: Jjinyi-
7i laiiciviii qtium liittoceniut lIII, Pontiftx laxitnut,
u llajacelo Turcaruin Igraunoacrcpit. Aasiiu, ae a lonja
que est cm Itoiua lie a vcrJailcii.i, a de l'.uiz nu pode
ser senao falsa.
De iicidiuin dcstes argumentos, qnc tanto lliopodiu
aervir, ic valco a lltmusracta Pacifica, quero n que
falla em aidilo a conliccimcnu liiatoricua, sobeja cm
in,i vunladc; mas lodcllea se livesse valido, aminlia res-
jinsta seria esta : que antea quero mil retes oanpcrsticSu
ji que assim Ibc quercm chamar daqucllca quu do boa
te fu rao visitar c adorar reliquia! qnctinliau por verda-
deiras, cnibora algbmaa dellna u jan suspeilas, do que a
jiliilosopbia que levoii a tulla I 'iir.-i irla a blnsplicmal
cunta ellas, npeiar de lel-ci por vi rdadi Ira. Da piedn-
da ultima nao pude pruduiir ooisa la.
urna pequea amostra delle para te poder vOr al que
pontoolatim. deque se servem oa jornalistas d'llun-
aria, se opproxima da lingoa de Cicero e do Virgilio.
Eisaqui urna ciUciio lirada ao acaso do um numero da
Gazeta de l'reilmrgo que neste momento tenho i vista.
I Pag n,r certi- a/fi'tnant To'onium perlatum'essemanda-
perada, Conatantino Magno, que con, extravagante"'';m medio lelegraphis utcopi.o Titeen atquecastra ad
[.o.toqne piadosa ntencko\fci delle freio para ncavallo,! (*/** "Unquant. Quer uto dizerem portuguez .
con, que oo.turuava entrar m.batallias, o otro trouw-n U r"1'" ""R"'"1 (ommfce alfirmo com certe-
za, cnegara ordem pelo tclographo para que as Iropas
so retirastem do 'I'lenicoin o de Taina.
Oulra cilacSo : Ephemerides ohjiciunt ministril
i/uod malum delegermd lemput, ele. Em portugunt. 0
Courritr Frncait aecusa o ministerio debaver escolhido
mal a occasio ele Todo esto lalitn lioccrtnmonle
mu curioso ; mas este Pagina; para di/er Commerce, e
este Ephemeri les para dizer Courritr 'iancats sao m-
psguveis. Yoltemos porom ao objeclo do que rsla J
giessSo nos diitrabio.
Km (i"lt.!. ,, publicn-se um jornal que nao (rala do
oulra cousa senao da sciincia do (I ienle. A medicina
Moni grande numero de representantes na imprenta pe-
ridica de Allcmanha. S a lioineop.tliia, a sua parle
(em tri s, o a livdropalliia dous.o mus nolavcl dosquacs
bu o Waner/ ettml (amigo da agoa) que se publica em
Erlangcn, iindc a Bavira tom urna das suas universi-
dades. He um gosto ver a quanlidado de milagres nue
a agoa tem Icitu em mobslius que a medicina vulgar ha
va dado por inruroveis ; c, a fallar a verdade, cusa a
or como leudo os homens Unto m5o remedio lo
abundante, tito suave o lio barato, ainda se resolvi a
recorrer ;s boticas, dundo ludo o que sabe bedosagra-
vele caro.
IJeiliin ponuo um jornal que soso oceupa de malho
metical pur.s. A historia natural luz o objeclo de gran
de numero de lulhas ; e para que nesta mal ria se nao
padeya neoenidado, nao :6 ha lulhus quu tratio de to
dus os ramos d'liisloria natural em gerul, mas at as ha
que se occupo com urna classo du animaos ern particu-
lur, o ainda com urna nica especie. Assim, em I.eiprig
ha um jornal d'enomologia, que muilo so oceupa com
os insectos ; e em llannover publica o conde d'Holmer
tStnPA<0i:s Do J0RNALISM0,
lmprensa cientfica cm .llltmanhi.
De todos os progicssos, ou revolucei, bu oataslro-
I.lies de que (ern sido leiti Diunba o oosso sceulo, nao be
menos nolavel du todas urna do que a imprenta leinsi-
do c est sendo tbralro.
urna especia de lolln do hypjlologia, especialmente dcs-
linadii ao i|uu di/, respeilo ao cavado. Cubera aqu (a -
zer nenia.i uas iillerenles folhas que se occupo da
hoilicultura c da agriiultura em gcral ; porin sao ti
(as, i uc so o lisia dos nomes eiigiiia muito espaco.
Sendo os Allimaes lo apatronados pelo esludo da
jurisprud ncia,cio que na reaadade leetn (cito grandes
progretsol, n&o be de admirar quu as lolhns queUutao
dcsta ni.leria teji, i'on,o de f.ctosi), em grande nu-
iiiero. Asiim, cm Slsltgard saliem a luz os slrc/uvosde
Aciibou-se o rcinudo doi li
vrc, que forSo dclhronados pelos peridicos. Adeo.-j ,egisla( leituras serias e rellcclidas! A impaciencia da pora\i\jurisprudeneia germnica em Altemberg
ae nao accomtnoda senao com a Icituru fugitiva do po
riodico do dia para psssar amanhOa A outro objeclo,
no dia stguinto a uulro, sem muis su lembrarou se
imporlar com a leilura do dia anleced> nto. I! ao prin-
cipio, nao se trafilo os peridicos a eslender-se alem
dos acontecimenlos polticos ; mas pouco a pouco ferfio
passando das noticias a pul u na, da polmica ao ro-
mance, do romance historia, da historia as scien-
cias, e em lint a (udo. No es(udo actual das cousas um
jornal be urna especie de enciclopedia quolidiana por
cujo meio a poltica, as arles, a litteratuia e as silen-
cios, voo alirando gcrai.Se que passi com os peusa-
mentos, com as idc.as, e com os descobrimenlos de 'a-
da dia. So, porin,nisto ha des,antajens, tamhein na
ileina do baver vantagens c grandes. A nstruc(3o i o-
neralisa-se muilo, o adquie-se por menos pnco : alm
disto, o descobrimento que, por meto dos livros, neces-
cilava de annos para lazer o giro do mundo, luje, por
meio dos peridicos,dentro de poucas semanas tcm dudo
volta ao globo.
Nao lentos por lano de que queixar noi re .tivan.cn
te as usurparcs dos jornaes, propriamunle ditos, por
que a uliltdade que deltas tira o publico be ovidcn(e;mas
que diremos das ntonsliuosidadcs do lolhetim que, nlo
.lenle do haver nu nopolisado o romance, acaba di
cahir sobre a Ittteralura e robre o : iitoria com una ra-
idude que be sem a ninima dcsrulpa, purqu lie
fcni a miuima ulilidsde '.' Ubras serias de Scmaisvu
lumei leemsido por elle deipedacadaieotniigalhadei em
ii.il (rugrnenlos, c sem a mnima necetsidade, para
serum oflerecidas ao publico aos bocead i nhus. Debalde
Chateaubriand e Lamartine tcem protestado contra so
uclhante atrcvimcnlo; debalde Lamartine declarou
que, se consenlisse em cnlrcgur os tuai obras ao publi-
co, quera que fossem tratadas como a estatua que aca-
ba do sabir da mo to osculptor, a qual hsdeser ex-
Annaei Crticos de
os A ini'ies
ds cumas crimes ; c:n Hallo os Archivos de direilo cri-
mina'; o muda nao lio ludo quantoa Allemanha possue
nesta materia
Kscus do he dizer que La multas folbas cspecialmen-
tededicsda a msica, porque os Allemacs sao msicos
por uattireza ; loas quem he que bavia de sup|>6r, que
ueni a theologia, propriumenlo dila, bouvesse de es-
capar as inviiso.'S da imprensa peridica ein Allemanha?
lie com tudo o que de fac'o se verifica, e nao so em um
oemplo, ou dous A Abelka da conta mu circums-
lanciuda dos dillerentes trabalhos das missocs ; o Atha-
motifl*cterets para os plegadores; a mistica, propria-
meule dita, tem duus orgiios especiaes, que sao o ion
eo Txmetheus ; cm l-'rejburg publica-so una Gazeta
J'heoiogica ; cm Tubiiiga outro peridico com o iiioj-
mo titulo, sem -rais dillercnca quu ser oprimeiroca-
Ibolico e o segundo pn tostante ; cm Vienna subo lu/
a .Vom Gazeia Theologica ; em I.eiprig a Gateta de
thco/ugia histrica.
l'.nlie asdillerentcs folbil ou religiosas, ou theolo-
gicas pdem clussilicar se as que se oceupo exclusiva-
inentocom o que he relativo aos interesses do judaism >.
Sao 7 os peridicos dcsta catbegoria; o os mats notaren
de lodos ellas lo os '.l seguintes : I.", o Oriente ; '.',
os Archivos do judaismo; 5., os Annact Ismaelitas.
todas i sta> fol as abundao de erudieao a lio escripias
com muilo talento c muilogosto.
Dos peridicos que se occupfio doobjectos accbcolu
gicos, somante conbero Gazeta de Numismtica; po-
rin lu de baver com certeza muitoi oulros de que cu
nao lo tili o noticia.
Finalmente ( ccom islo acabo ) para que nao baja
um nico ramo de unhecimentos humanos que ni im-
(renca peridica de Aileuunlu nao seja representado,
ule ha um jornal que sostente se oceupa do mgicas,
feticarioSe appari(des! Cliama-so il/ayiconou Gtis-
pota inteira a nao boj co, e por fim as extremidades : as Memorias d' llcm- janno.
2'umulo o a Historia dus Girondinos lulo de ser trata-
das como o Judeo Errante de Eugenio Sue
e todos os paizes em quo a imprensa peridica tom
leilo usurpacocs, o que mais se distingue nesta especie
de progresso ho a Allomanho. .' ai nao trenos de 3il)
as revistas scientilicos publicadas nest^paiz, du que ou
mx, rrzz?is?pz2Sri;
Publicaca a pedido.
Lsatioioso, e mu la^limoso bu o estado desla nossa
provincia!!! B qual sera o l'ernainhucano, cujo cora-
cSo palpite de amor o de inieresae pelo bem estar,
lenho conhcciim-nto, u talvez ainda me escape alguma. I pela prosperidad^ honra o gloria de sua bella patria,
I'or mats abslrusj, por mais ando, por mail sublime, i que se nao sinta transido de dr c d.' consternaco ao
por mais sagrado que seja qualquer ramo da conheci- contemplar o aspecto moral, civil e poltico dcsta int-
rnenlos humanos, ha de ter na impronsa periodic i illa*
mia um, e as vezes mais orgaos especia.s. Darai doa
mais conhecidos urna ligeira ideia, porque a materi
nodeixa de ser curiosa.
Os Annaei de f iennac le Jlerlim Ira lio cx-p o/c*
ressantissima parte do imperio da banta Cruz. P?j Ho
debaito da mais d llorosa mprostto, que tomo a penna
para expr aos olbos do paiz asconsiderac,5esquo me
inspira qualqucr \ isla d'olbos por maisligeira que seja
quecu lanco sobroa provincia, que ino vio nascer, c
to de tudo quanlo d i resp-i'.o aos objeclos deerud So i que na a (unlidade excita os mus enrgicos, n ais do-
critica. AscilacOcs em hebraico, om graso, e em I lomsos latidos do mcu roracSo.
snscrito succedem-se untas as oulros comanlo deseo-J Co.u clleilo este nosso Pernambuco, oulr'ora ia>
medimento o prolusau, que, a final, cusa a decidir I bello, lao nolne, lio robusto e vigoroso, quu tanta ad
em que lingoa o joi nal lio realmente cscripto. Aquclir t inira(5o e invria caus iva aos povos mais iudependentos
fau.oso Lae I''ox que, quando csl de inaic, costumo
onipulbar a cmara d is counnuns com cnxurradas de
textos hebraicos e gregos que talve nem elle mesmo
cnlenda, leria n'um s numero do qualquer dos doui
pcriodici S materia para urna boa duzia de sessdes. Nu.,
sabuoSr. Andrada Machado deslc th souro : sonrio li
provavel que j so livosse servido d He em slguma cera
sto importante.
Porm, se os ilsnacs de Vienna e de ''.crlim se c n-
tenlao com citaces de lingoas moras,ha folias em Al-
lemanha que desde a primeira pslavra al ultima nao
sio eteriptas em oulra cousa. A (azelade l'resburgn,
por ciemplo (Ephemeiidtt Posmitnse) publica so em
I,.(un, e o mesmo acontece com nutras foiltas u II m
jjria. \'crdade be que be llim de cosinha, e lalve/
mesmo de escada abaixo ; mss holatim ; che preciso
teresludsdo a lingoa para o poder entender. Darei
ivraa do mvorso; que era as espera ocas o o abrigo
dos verdadeiros amigos da justa o hoin entendida li-
herdade, que era o espanto c o terror do despotismo,
c deseus hediondos o lerozes aaseelai, a que he queso
seba buje redusido!!?? Cm simulacro, um vo phan-
thosma do queloi, um nada, sou tentado a dizer. A-
qucllcs qUO antes o a mutuo como um joven robusto, bel-
lo, aurii rinit p, hojeo desprezar.. o como dbil, estro-
piado, coberto de andrajos, comido de vermes : aquel-
los que o re mo impotente o fraco. Tiremos urna constitualo li-
beral, porque l'ernanibuco aqni eslava heroico, im-
perligado, c firme, olhando em face os conspiradores
que sin ejaio pi lo despotismo, e quu tramavio contra
s iberdad s publicas ; mas que atterrados pelo olhar
torvo e sinislro, quo llics laneavamos, nao seatreviioa
lirar a mascara.Mas boje! ,.Ah Julgio-soaulorisadosa
zombarden()S,atenlartudo.Eporque?Porquetantoopro-
bo,porquoUntodespresn?|iorquoumgoverno perverso o
atroz, o mais perverso, ornis atroz que temos conho-
cdo desde a descobcrla da tefra da Santa Cruz, assim
como niopoupou meios,por mais indignos, por mais
upes, por mais infames, que osiom pura quebrar o
'ji.ol darnava oannol de ferro das abas da serra, as-
sim tem pelos meios lio perversos o infames, como ella,
procurado, e procura com o maor encarnicamento que-
brar o nomc glorioso, a alia importancia, o ascenden-
te desla nossa bella e heroica provincia ; quebrar o quo
om seu delirio deo em chamar o feudo ds Ptrnambuco,
islo be, n sus propriedade territorial toda inteira, a
sua riqueza, o seu commercio, o seu esplendor, a sus
loria ; semeaudo a intriga (antigo o nunca abandona
do plano dos absolutistas); armando Pernambucanos
contra Pernimhucanos; proclamando o sangue, as ves-
peras sicilianas, o da dos desenganos;organsando guer-
rilhas de assassinos lerozes; nomeando-lhcs chefes san
guinarios; e sobre tudo plantando em nossa trra a ar-
vore venenosa e corrosiva da immoralidsde publica, c
tornando-nos um povo sem decoro,sem honra, sem
virtudes algumas quer civiess, quer moracs. E de que
meios para isso se tcem servido esses monstros do inler-
no? ir
Algunshomens sem mrito [ nao ser sua inquaiili-
caveledevoradora ambciojacrediUrfio baver nsseidopa
ra donatarios improvisados desla provincia, quo os ba-
via de eleger sempre deputodos, ou seria annqulada
do mappa mundi ; e para isso nao procurro fazer-se
estimaveis por seu mrito pessoal, por suas virtudes,
pelo exacto cumprimenlo do seus deveres, e pela assi
luidade no servico deseus empregos, e na recta e im-
parcial adminstracio da justica aos povos confiados ao
sou tribunal: nio, nada dissn, nenhuma conlianca
Ihesinspiravio esses meios: um partido, um partido ,
fosso qual fosse, ora prociso organisar, o para ssj ca-
racteres os mais antipatbicos, principios os mais oppos
tos derSo-so as mos. Nlo bastava isso, era preciso o
excitamonto das paixoes as mais ignobeis c rancorosas,
os mais perniciosos prejuizos das massas deviio ser sus
citados, a agitacao, a revolucio mesma nao os devia
lazer recuar, e elles so lancrio braco sollo nesse pe-
lago horrivcle tempestuoso de todas as paixoes em tu-
multo. Kstrerio seu apparecimento nessa medonba
carreia polas publicaco-s as maisimmundascimmoraes:
nada loi respeitado ; as personalidades mais indecoro-
sas o torpes, as calumnias mais atrozes, as provocavoes
mai sangrentas encl.erao as hediondas columnas de suas
inmundas publicarles : is suspeitas mais improvaveis
Ionio dadas aos seus desacauleludos leilores como
verdades inconlestavcis; o recndito da vida privada, o
misterio das familias, nada, nada fui para ellos sagra-
do ; a moralidadu publica solTrco; ofreioda decencia e
do decoro foi leilo emped8cos; os assassinatossucce-
dem-secom urna rapidez honivcl ; o esses assasinatos
sao olicialmonte altrihuidos s proprias autoridades
encarregedas de velar na segoranca publica o indivi-
dual ; e ssas autoridades sio desse partido, assim fe-
rozmente organisado, e essas autoridades sao conserva-
das nesses mcsinos lugares, que saoolhoatro do san-
gue que ellas fazem derramar, e ellas o seus agentes II-
cio irremissivelmente impunes. A fea desbridou se.
e ondo ir ella parar do caneada ? E porquo corre isso
assim nesta oulr'ora lio bella, lio inleressante, e tao
respeilada provincial'
Porquo um governo atroz, que se tom agarrado aos
concelhos da coroa, como o polvo i pedra, assim o tem
uerido; porque entende levar nisso ganho de causa pa-
ra seus interesses, o para o seu canibalismo, cujo ins-
tincto o induz a lavonear, incitar, o acular o funesto
partido, cujos chefes l Ibc fazem acreditar que Per-
nambuco be seu, o que para que seja tambom do go-
verno, forca ho lazor-lhes a vonlade, cevar Ibes a furia
sanguinaria, e nio mandar paru aqu um presidente
que se nio quoira prestar a s.-r instrumento passivo e
ceg de suas paixoes desTcgradas E o caso ho quo os
dous qu) teem sido nomeados, se tcem echado em urna
posicao (alsissima. Se nao aiem testa a lodos os des-
validos dessa gente, ogiverno os pune s.icrilicando-os
vergonhosamento aos seus exigentes lavoritos : para ce
der-lhcsum ponto que seja, elles su nao satisla;em,
ezigem mais, ezigem ludo, e a deshonra que taes con-
cessoos ocarrolariio sobre o carador pessoal, sobre o de-
coro da autoidade, na responsab lidade da desordem
cerla da provincia os leein leito estremecer: ellos tcem
pois estado como pairando, ou tentando caioinhar a sal
vo por entre Scylla o Carybde ; o, seja-me pormiltido
dizel o, tcem perdido a tramontana,o naulragado. As-
sim acontecer a qualquor, quo con, algum senlimenlo
de honra, de dignidado pessoal, o de dever, so prestar
a vir governar Pernambuco com um gabinete como o
de levereiro, qnese quer luzer forto om um partido co-
mo o da praia. li qual o resultado P
O partido da ordem em Pernambuco faz p atroz para
escorar a provincia, que emeaca desmoronar-se; mss,
desprotegido, apoiado em seus propros recursos, e as-
sallado por todos os lados com os mais asquerosos ul-
trajes,tom preciso do defender-se, e para isso precisio
tem do reagir, o levantar unta pona do negro veo,que
esso partido da desordem procura laucar sobro si para
cobrir suas torpezas, sua hediondez, e a inlamia de
mullos do sous membros. Acredito que haver mui-
tas pessoas estimaveis nesso partido, mss o centro direc
tor he torpe e infame como o revelo as publicaco, s
horrorosas de sua asquerosa imprensa. Algumas publi-
cacoas.pois, de pequeo lamanho, e que esli muito a
perder de vista deseus adversarios,teem apparecido com
o destino de lomar olbo por olbo, e denlo por denle, e
que com razio declario aos sanguinarios guerrilbeiros,
que nos estamos promptos, e os esperamos a p firme,
dispostosa vender caras as vidas.
De tudo islo resulta que Pernambuco esta em muito
icrigo; quo sua u.oralidado, seu esplender, osuaglo-
i.i, seu antigo, respeitav I, e respeitado nome se eclip-
tio ; sua civilisaco recua a olbos vistos para a barba-
ridadesclvagem ; qnesous invejosos mostiio um sorri
so de pra/.er alroz quu a calurva do gallineto de rode-
la do citno do Pao-de-assucar go*a d'ante-mio.em sua
deleitacio morosa,dos docuras do sangue pernambuca-
m, e do total aniquilamento da honra, da gloria, da
furca e do renome assustador do nosso heroico Per-
nambuco E o que fazer para conjurar a borrases i1
Pernambucanos de todas as persuases, que leudes
familia e interesses, que devem pangar em o naufra
gio de nossa bella patria, alienta! por vs. I'ernam-
bucanos que em boa f, e vos oulros que por frivolos
motivos distes as mios, e ganho de causa s ambice
desregradas do slguns individuos, abandnnai sua causa,
nio vos envergonhois de urna retirada honrosa; nio
vos scais solidarios dos desvarios o loucuras dessa rw-
lica progenit. Pensis quo nessos individuos, quo vos
illudirio, ha um dedo de patritico desintoresso ? As-
seguro-vos, quo nao ; o voso veris ao primeiro von-
lo que sopro de outro lulo. Alguna, quo pdem di-
zer omnia mea mecum.porto, ja para li torio levando
os fardos n l,en 2, contando aproveitar a monsio pa-
ra por li searranjarem, o deixsr-vos aqui apatetades,
rindo-se do vos, como dis quo ellos cha.nio os tolos
do partido. Como fazem os acluacs ministros, assim
fazem elles; aproveilar a mar do ganho, e doixal os
fallar que elles se calar*: he a grande mxima.
O vadio-mr do imperio, o feliz fazondeiro, o her-
deiro doextincto banco do Brasil, Jos Carlos Pereira de
Almeida Torres, que talvez om todo o lempo da sua
desombsrgatoria, nio tenha tido occasiio do assignar
um s acc rdao da relacio da corle, acaba agora de dar
urna prova do seu patriotismo, e amor ao publico servi-
co, reformando so no supremo tribunal de |ustici, pa-
ra o qual nunca fra noraoado; e para cohonestar, ao
seu modo, osse escndalo, fez quo tambom lsse aposen-
tado no mesmo tribunal, para onde nunca fra Hornea-
do, o volito e prestimoso desembargador Maia. H est
aberta a porta: taes escndalos nao lero mais limites.
Vede o bom, o desinteressado Manocl Alves liranco,
para quem o despotismo he o mais detestavel crimt em
um ministro : embalou o Sr. Moura Magalhies com
urna desembsrgaloria quando foi para o Marunhao, e
sem mais ceremonia deo por vago o lugar de juiz de di-
reto da cidade da Baha, o nelle mellen um prente
seu ; assim ho que ho, e o mais he ser tolo. E o Sr.
Moura .Magalhies ? C otado Espere pela creacao das
relceos de Minas o S. Paulo, quando nao, ndo. E
qu' he das promossas pomposas, que vos fizeiio os es-
pertalhes do vosso partido ? Qu' be das dospezss, que
diminuirio ? Qu' be dos impostos, que suprimirlo ?
CJu' he dos bens, que promeltrio fazer, o nao fuerio
oulr'ora por nio poderem tallar ? Qu' be das fallas,
que teem leito em vosso beneficio? Sim, alguns pedrao
o obtiverio augmento dos ordenados dos substiludos dos
cursos jurdicos, o volaran todos dusentos contos de ris
para espionagem, dos quaes talvez alguma quota lites
caa no rejaco. E vos ? Sim, vos aqu Picareis para
carregardes com a solidariodade do suas travessuras, e a
nossa bella provincia com as consequencias da gcral i in-
moral idade, por elles profusamente plantada; rom o des-
crdito, com o opprobrio, com os perigos da desordem,
e com a quebra da fortuna publica e particular.
Sei que o amor proprio, urna mal entendida vergo-
nbii talvez vos aeatihe de resilir do mi passo, em que a
seduccio, algum desgasto talvez vos haja arrojado; mas
a resolucio e a coragem nao lallio nunca s limas no-
bres e generosas ; o com elToitu vos tendes coracio; im-
possivel me pareco, que vos nio tenbio espirado indig -
naci o horror as atrocidades da imprensa praieira. Sa-
bis o que he espirito do partido? \ de com quu o com-
para um h iineiii, quo vos tendes por um orculo : o es-
pirito do partido infecciona, emposta como os marita-
caras : assim o disse o Sr. Antonio Carlos ; e eu vos
digo, que be mesmo como a praia, emposta e suja. As
inlamias dessa hedionda imprensa dcshonrfto os homens
bem intencionados que por fatalidade se tenbio mistu-
rado com gente semellianle, e os perigos, quo essas
provocarnos uttraem sobie natal provincia, nio respe-
tar.'io/ossas cahceas. Fugl, fugi cm quanlo lie lempo,
mais tardo talvez vos nio possais salvar docommum
naufragio.
Variedade.
Populacho car-aliar em Inglaterra.
Os ni;;!' es nao se oecupilo smente com a er.iali.-ea da
populaeSo;aca vallar lie I ida rualniculc por elles em gran-
de cont, e toilos os anuas se far. o reeeuseatucnto ibis
cavallos dos tres reinos com o niesuui cuidado, pelo me-
nos, que n dos individuos da especie humana. Os re-
sultados deslc reeensea,nenio pan, o mino de 18'l aca-
ban de ser publicados; cisaqui o que elles di/cio :
Existen, actual,,,ente no reino unido da Inglaterra o
Irlanda dous ulilhocs 116,105 cavallos. Deslc numero
.in omprega los nos dilfercuies trabalhos dcagrioultura
um inilbao e 200 mil individuos. U numero dos caval-
los de Iriin ii ai passa detiUO mil. ().- cavallos subjeilos a
tribua s.lo 1,307,U'.t. Comparando o numero dos ca-
vallos actualmente exiulcntes con, o mesmo numero nos
anuos antecedentes, vc-so que a pnpulac'io covallar do
Inglalcrm tem tido, de certa poca para e, um aug-
mento progresivo. Caleula-se cm 9,011(1 individuos por
auno este aogmouto.
(O Patriota).
CMME JO
Alfandega.
Bendimento do dia 14..............
Detcarreguo hoj: 10.
BrigueCarolinamercaduras.
BrgueShatemut idom.
BriguoAnn JoAmon-bacalho.
BriguoC7io^mercadoras
10:931^330
IMI'ORTACAO.
Caro/i'no& Mary, brigue americano vindo de Bal
limore entrado no cotrente mex a consignscRo du
Henry Fo'slcr & Comparltia manifestou o segulnle :
150 barricas manleiga de porco 30 quartolasanoz,
5 barricas presuntos 350 presuntos a granel, &0 bar-
ricas carne de vacra 100 ditas leijin 100 ti i las mi-
lito 25 ditas farnba dito 30 ditas bolaxa 200 bar-
riquinhas bolaxnha 1012 barricas e 50 muas ditas
lamilla de tligo : a A I'. Clark.
'Adtamuf, hiato americano vindo do Boston, en-
trado no c rrente mez, a conslgnaco du Hcnry Forstcr
6 Companbia manitestou o srguinlc :
50 fardos e <2 caixas 1; zondas do algodic, liso, tran-
cado branco n de cores 275 barris e 10 caixas com
500 latas de plvora 55 barricas o 40 caixs bolas*,
225 caixas sabio 300 ditas cha 6o ditas velas, 2401
ps de taboado, duas caias com 12 reiogios de pare-
de 210 barris manteiga do porco 5 barricas Icijio ,
til) ditas milito 201 barricas de farinlta do trigo 21
caisas queijos 26 ditas pl'opbnron, 7> barris lint 1
mappa 30 barris carnes 5 caixas chapeos de palha ,
4V fardos lio norrelo 3 caixas pentes 306 cadeiras ,
136 pecas de cabos urna cana medicina urna dita
ignora-se, 6 caixas ealeailo : aos consignatarios
Anne Johnslon; brigue inglez, vindo de S. Johns,


-
entrrdo no corrento mea, a eonsignacio de Jamei
Crabtree & C. manifostou o scguinte :
207 barricas bacalho ; so consignatario.
PRACA DO RF.CIFE.~H DE JUNIIO DE 18*5,
AS 3 HORAS DA TARDE.
riBVISTV SEMANAL.
Cambios Eflecluarao so transaces a 25 'Ad.p. U ".
Assucar Nao bouveri.) vondas do encallado para ex-
portadlo; mas vendrao so cerca de 300
400 caixis do brnnco para desmanchar om
barricas, a IgiOO rs. por arroba sobre o
(erro.
Algodio Nao eflorece alleracSo de preco, o continua-
vio as entradas limitadas.
Ago'ardenle Vendeo so a 45* rs. a pipa.
Couros Sao ollerccid.,1 a 130 rs. a libra.
liacalbao Chegou um carregamento eom 2:047 bar
ricas, que foi vondido proco oceulto.
Carne ocia Com ubi carregamento ontrado esta
semana, o depozito be de 25,000 arroba,
tendo-so vendido do 2j400 n 2,)700 rs a ar-
roba da do Rio-Grande, e 2|G00 rs. da de
Uuenos-Ayres.
l-'arifi lia de trigo Os precos nio teem sofTrido altera-
do, tendo entrado 1,300 barrica dos Esta
dos-UmJo.
Hito de mandioca Entr rao tro pequeo carrega-
mentos ; toodo bavido vonda de C i 7 rs.
a acca.
Milho Vendco se de 2800 i 5*200 rs. a seca.
Entrro durante a semana 11 omtiarcacoes, e satu-
ran 12 : existem no porto 45 ; sendo 2 americanas, 2
brasileiras. 1 francesa, 1 bo tuguezas, 8 suplas e 2 suecas.
llmi.lH'llo do Porto.
.Vacio enfado no dia 13.
Antuerpia ; 38 dias, brigue ingles O o, de 201 tone-
ladas, capitio John ossom, equipagem 10, carga
fa/endas ; a N. O Itiober t Companllia.
Naviot saludas no mesmo da.
Rio di' J ineiro ; brigue americano Jozeph Cuwpcrth-
toaile, capitio Evans, com o rosto da carga que
trouxe.
Rabia ; lanchao Conceico Oliveira, ctpito Joio F-
lix de Mene/es, carga lastro.
Naviot saludos no dia 14.
Parahiba e Rio Grande, do Norte ; brigue-escuna do
guerra nacional Guararapei. cummandante o 1.
tenonte Jos Secundno Gomonsoro.
S. Matheus ; patacho nacional -/mizade Constante, ca-
pito Antonio Joaquim deSouza, carga lastro.
Editaes.
- i) Illin. Si. inspector da thesouraria das rendas
provinciaes manila lser publico, que rm cunipriincuto
de nrili'in do Kmii. Sr. presidente de 27 do naasado, Ir a praca no dia 27 do torrente,
ao lucio dia peante esta thesouraria para ser arre-
matada a quem por menos llzer a obra da l'eitura de
urna carnada de barro no primeiro lauco da estrada do
Norte, desde o caminlio do I'onibal at o Varadourn de
(Huilla, or,-ada na (juantia de seis eolitos seis centos e
quarenla e sele mil rs., as quaes scra cxcciiladas cou-
l'orinc as clausulas especiaos publicadas eill o u. 126, e
muros d'esle Diario.
Os licitantes devidaniente habilitados compareci
no dia, hora, e lugar indicados, ioiii as suas propostas
lu mal.s nas segundo o icgulaniculo de 11 de juuho
de 1843.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciacs, tic.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria das rendas pro-
vinciacs manda lser publico, em ciimprimento da or-
dem do Kxm. Sr. presidente da provincia de 20 do pas-
sado, que nos dias 20, 23 c 25 do crreme, se ha do arre-
matar em hasta publica, por lempo de un auno, na for-
ma da Ici, a taxa das barre!ras das pontes doCaxang
c /lljaiv, sendo aprimeira pela qiiautia de dous tontos
de res, e a segunda pela de um cont e quindenios mil
ris.
As pessoas que se propozerem a esta arrcinalacao
compareci na sala das sessoes da mesi.ia thesouraria nos
dias cima indicados, competentemente habilitadas. I.
liara constar se mandou allixar O presente, c publical-o
pelo prelo.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciacs, tic.
O lili. Sr. inspector da thesouraria das rendas
provinciacs manda fa/.er publico, que, em cumplimento
d'ordem do txin. Sr. presidente da provincia de 20 do
passido, ir i piata, no dia 20 de juuho corrente.
a empreza das obras da matriz de Santo Amaro de la-
liiiaiao, oreadas na ipiantia de 3:320^1100 rs., sob as clau-
sulas especiaes piililicadu ein o n, 121 d'este Diario.
Os licitantes, devidanienle liabiiitados, dever com-
parecer no dia, hora c lugar indicados, munidos das
competentes propostas, conforme o regulamenlu de 11
dejulhodc 1843.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciacs, &c.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria da rondas
provinciacs tunda 'azor publico, que, em cumplimen-
to da ordens do Exm. Sr presidente du provincia, de
15 de fevereiro ultimo, e 27 do pastado, Se ha de ar-
rematar em hasta publica nos dias 20, 23 e 25 do
corrento, ao meio dia, a quem niaior preco offerecer.
por lempo do tre annos, o arrendamento do jardim
botnico da cidade de Ulinda, sob as condigoes publi-
cada em o n. 12o, o outros 'este Diario.
As pessoas, que se propozerem a esla arrematarlo,
toin|i,i.'ijo na sala das sessoes da mesma tliesouiaria,
nos dias cima indicados, competentemente habilitados.
E para constar se mandou affixar o presonte, e pu-
blical-o pelo prelo. Secrclaria da thesouraria, &c.
211 lllm. Sr. inspector da thesouraria das rondas
provinciaos manda fazer publico, quo om cumpri-
menlo da lei. per. ule n mosma thesouraria, se bao de
ai rematar om hasta publica, a quem mais dor, nos dias
20. 25, e 25 do corrente, os seguintos imposto.
Primeiro Dizimo do capim de planta no muni-
cipios do Recib e Olinda.
SegundoV:nteporcenlo na ago'ardenle do consu-
mo da provincia.
A arremataos.) de cada um dos rcndimcnlos ser feita
por lempo do tres annos o tres mozos, contados do pri-
meiro do julbo do corrente anno al .10 de Miembro de
1848, sob as mesmas condices da anterior attomalacio,
com a excepcao Jo pagamento quo ser por quaitois
iiiiinrdialamenle ao seu vencimonto.
As pessoas, que se proposerem a esta arremataces,
comparoccriio na sala das sessoes da sobredita thesou-
raria, nos dias cima indicado-' polo mciodia,competen-
temente habilitadas. E para constar se mandou allixar
o presente, e publicir pelo prelo. Secretaria da the-
souraria da rendas provinciacs do Purnambuco, 11 de
jtinbo do 1845. Osccrotario interino, Jodo Valentim
ViVela. 22
Jo/lo Xavier Carneiio da Cunha, /dalgo cava'telro,
cavallv'ro da ordemde Ciritlo, e administiador da
mesa do consulado porSua Megestade o Imperador,
que Dos guarde, etc.
Fax saber quo pcranlc a administracio da mesase
ha de arrematar,n') din 20 do corrente,;! porta da mes
na,nina caixa de n. 6, marca F. I., com ssucar hran-
co de 3." sorte, avaliada om 127,050 is. fabricado
o engenho Campia, consignada Gabriel Antonio,
apprehendida pelo empregadp do Trapiche-Novo por
inex clido da lara;sendo a arrematadlo livre de despega
ao arrematante. Mesa do consulado de Pornambuco,
14 de junhode 1845O administrador, JooXavier
Carneiro da Cunha.
Declaragoes.
5 Administracfto do patrimonio dos orphaot.
Peranle a administraojm di patrimonio dos orphaos
te ha do arrematar a quem mais der, o pelo lempo, quo
ba de correr do da da arremalarao ao fim de junho
de 1846, a casa n. 7 no largo da praca da Boa-Vis-
la, n. 26 na ra da Madre de Dos, n. 41 na da I-ni
on.43 na do Codorniz : as pessoas que quizerem lici-
tar poderd comparecer na casa das sessoes da mos-
ma administragao no dia 16 do corrente mez, (boje)
ao meio dia com sous (adoros. Sala das ses-sos da ad-
ministradlo do patrimonio dos orphaos, 4 de junho de
1845.J. M. daCrux, escripturario. (12
5 =Tendo a mesma administradlo de mandar pro-
ceder factura de tros cama para ocollegio do orphaos
com a lurma e ditnensOcs da que la existen), convida
a possios que ae quizerem encarregar de semelhantc o
hra a comparecerem na cata-da dita administraco no
dia 16 do presente mez (boje) ao meio diapara so tratar
do ajuste. Sala das sessoes da administraco do patrimo-
nio dos orphaos,4 de junho de 1845. J. M. da Cruz,
eacripturario. (9
o Pelo lyceo delta cidade se las publico, que, em
consoquencia do que ordenou o Exm. Sr. presidente da
provincia, rao a concurso da data deste a 60 dia, as
eguintescadeiras de primeiras ledras paia o sexo mas-
culino : a de Ouricury na comarca da Boa-vista, a da
l'azenda-Urande nadePaja, as > e Anoas-Rcllas o S.
Bonto na dcGaranhuns. Os candidatos, que s referi-
das cadeiras so quizerem oppdr, babilitem-so nos termos
da lei.
Secretaria do lycCo, 5 do junho de 1845. No im-
pedimento do secretario, Hermenegildo Marcellino de
Miranda. (12
5 Pelo lyieo desta cidade se faz publico, que, em
consoquencia do quo ordenou o Exm Sr. presidente da
pioviiicia, ir a concurso da dala dcsto 40 dias a ca
deira de primei as letlras para o soso fetninino na villa
delguaran. Ascandidata, que referida cadeira se
quizerem oppr, hahilitem-so no termo da lei
Secretaiia do Ivco, 5 de junho de 1845. No im-
pedimento do ecrclario, Hermenegildo Marcellino de
Miranda. (9
issPor ordom da directora da academia jurdica d
Olinda o faz publico, que sexla-feira, 20 do cor-
relo mes, ho o dia aprazado para o n annunciado con-
curso da substituido das cadeiras de pbilosophia e geo-
metra do collegio das arte. Olinda, 10 de junho ue
1845.O bacbarel, Eduardo Soaret de Albergara, of-
li -ral interino,sorvndo do secretario.
2=0 administrador da recebedoria de rendas inter-
nas faz saber a quem dissor respeito, quo o corrente
mez de junho bo o marcado pela lei para o pagamento
da 2." decima de mS-.i morta em dita mes: cosque
deiiarcm do aisitn cumprir, proceder-se-ha conformo a
mosma lei. R'cobedrria, 9 de junho de 1845.Fran-
cisco Xavier Cavalcanti de Albuquerque.
K O administrador da mesa de recebedoria de ren-
da internas gerae advertc a pessoa que leem a matri-
cular eseravos, que devem trazer novas retacos em-
bora n5o tenhad a diminuir ou augmentar onumerodel-
le ja dados, e que tmente devo sor urna relac3o da-
tada o assiqnada : aJverlindo quo o lempo marcado pa
ra o recebimento das rolucoes ho o corrento tiiez do ju
nho: c para quo chogue a noticia a todos faco o pre-
sente annuncio. Recite, 6 do junho do 1845.Fran-
cisco Xaver Cavalcanti de Albuquerque (tO
3= adminsltador da recebedoria do rendas nter
as gerac convida as pes'oas, que quizerem so oncar-
regar da venda das cartas de jogat, no municipio desta
cidade, e no anno financeiro prximo futuro, do con-
formidade com os artigo 53, 54 e55 do reglamento
de 26 de abril de 1844.a comparecerem emdita repar
ticSo todos os dias ulois al 20 do corrento. Recebedo-
ria, 9dejuulio do 1845. Francisco Xaw.r Caval-
canti de Albuquerque. (9
8 Companhia de Bebiribe.
0 Sonhores accionista da companhia de Rebiribe
bajo de realisar urna preslacao da 4 por cento (JOOO
rt. por aceito; obro o valor de suas accOe, dentro do
prazode 30 dia, contado de'i de junho a 5dejulho
do corrente anno. Escriptorio da companhia em ses-
sao do 2 de junho de 1845. O secretario, B. J. Fer-
nandes Barros. 9
G=Tendodee alugar, para residencia da officiali-
dadedo l. balalho de caradores da 1 linha. cinco
moradas do casas, quo fquem as immodiaces do
quarteldo Hospicio, ecujos aluguci devem ter pagos
pela pagadoria militar; sao pola prosonte convidado
remellar sus proposta ao quarlel general desta pro-
vincia aquello dos Sr. propietarios, quo possuirem
casas em a ja mencionada localidado. 8
4=Pela secretaria da polica m faz saber, para conbe
cimento de quem convier, que no lugar da liarra do
Ceara-Meiriiu foi apprebendido um proto, que diz cha
mar-so Joio, c ser do naci de Angola, ecsiravode
um tal Antonio de Souza, morador no lugar Pctimb
a Praia da provincia do Rio Grande do Norte; o qual
seaclia recolbido na cadeia daqueha provincia. (7
ionio de Sousa, a bordo do dito patacho, tundeado do-
fronte da Lingoela. C
-)=Para o Rio de Janeiro sai com brevidade o pata-
cho Paquete do Rio: para carga, passageiro e cscra
vos, trata se com Gaudino Agostinho de Barros, pra
cinha do Corpo Santo n. 66. 4
1__ Para o Rio de Janeiro sai lerga feira 17 do
corrente Junho o brigue Minerva: o Sr. pattagei-
ros e carregndores do eseravos qneirio entonder-so con
.Manuel Ignacio doOlvcira, na ra de Apollo n. S8. (4
Lellocs.
Avisos maridillos.
7, l'.ira o Aracaty pretende sabir com brevidade o bem
conbecido patacho nacioral [.aurentina Brasilea :
para carga o passageiro, trata-se com seu proprietario
Lourcnco Jos das Noves,na ra da Cruz n. 64. (4
5 = Para o Rio Orande do Sul sai com brevidado o pa-
tachoiVoBo Temerao. para carga, passagoiros eoscravosa
frele, trata-so com Gaudino Agostinho de Barros,praci-
nba do Corpo Sanio n. 66, ou com o capitio Jos An-
2 O correlor (lliveira tara Icilo de mobilia toda
nova vinda prximamente do Porto conaiitindo em
cadeiras de varia qualidade o madeiras, sopbis, mar
quezas canap, toucadores, poltrona, mocho, com-
nodas de diflerentos gostos, dic.; a qual ser vendi-
da pelo mai que se offerecer, por estar prestes a se
guir ao seu destino o capitio do b'igue Ventura Feliz ,
que para esta a conduziu : terca feira, 17 do corrente,
as 10 boras da manhia na ra do Amorim casa do
Exm. Senador Marmol do Carvalbo. 10
m Adamson llowie& Companhia farad leilao por
ntervencao do correlor Oliveira de urna porcao de
queiji'S londrinos ebegado prximamente pela galera
Columbas; hoje 16 do corrente, as 11 bora da ma-
nhia no armazem por baixo do eteriptoro dos Srs
Jo5o Pinto de l.emos*/ l'ilho.
1 O corretor Oliveira lata leilao do grande sorli-
mento de fazonda devendo algumas aor vendidas
para liquidacio a dinheiro e por isso a qualquer
preco o outres a prazo : quarla feira 18 do corren-
te a 10 horas da manhia em ponto, no primeiro an
dar de sua casa 6
\isos diversos.
A pessoa, quo empcnbou um anetio na fabrica
de charutos da ra do Vigario. bajado o hir tirar no
prazode oito dias, na ruado Pilar em Fru-do-Porl.s
n. 109.
2Urna mulher de minio bons costuinos so euearre-
ga da criacio do meninos de peito impedidos e deiim-
pedidos ; e tambem rocobAm se mcninns para e des
niamrem no qu" promette esmerar-so ; quem de
seu prostiii.o >o quizer ulilisar dinja-sc ao pateo do
Csrmo ii. 24. 6
1 PreciSB-se de um moco Porluguez do idade
de 16 a 20 annos pura trabalhur em urna padaria e
tomar cunta de urna freguezia de vender pao, aqui mis-
mo na praca ; na Cinco Pona n. 30. 4
1 Perdeo So urna ieltra, acceita pelo Sr. Victorino
de Castro Moura em dala do 5 do Junho a 6 mozos .
enllocada ein braoro peto Sr. Justino Uoroz, da quan
lia de 256j rs/: quem a livor uchado, quoir'a restituir
ao Sr. Bruguiere na ra da Cruz n. 1, que Iho agra-
decer ; adverle-90 que o accetanto est prevenido
para nao pagar. 7
I Precia-so alujar um molequo ou negro hito,
quo teja hbil inlelligente e sem vicio, para todo o
sorvico de urna casa do pouca familia e paga-so bom
alugucr. Dirigir-te a ra estieita do Rosario n. 30,
terceiro andar. 5
t_ |),-so dinlieiro a premio sobro ouro o prah na
ra das Mores D, 18. 2
Precisa-se tic um hoiiiein iduso, que
sailta peii'eilaiiieiile gratiiiuatica portti-
gneza, lalina c franceza, cutenda de to-
da cjualidade de esciipturacao, para en-
sillar nieninos, e servir de escrevenle ein
un engenho distante desta cidade : ad-
verle-se, (itii', se for padre, nicllior ser,
ein razao de haver uuia capellana para se
Ihe dar ; os pretenden tea anuunciem as
suas inoradas para seren procurados, ou
dirijSo-se cidade de Olinda, na ra da
Boa-Ilota n. 6, ou na ra da Cruz do lle-
cile n 64. t5
1 Aluga-so urna casa terrea na ra da Conceicio da
lina-Vista, rom bastantes commodos, e preparada de
novo e pintada, e um segundo andar na ra larga do
Itozario delronto do Sr. Railholomeo : a Iratjrn Ai-
t'rro da Roa-Vista n 45. (5
2 A pessoa, quo achou um bulan de ouro, grande,
cortado, de peito ; querendo restituir, dinja-se a si r-
rariada ra do Sol n. 19, que ser recompensada ge-
nerosamente: o ho ao foi perdido na festa de S. Antonio
na Congregacjio. (o
3 Agencia de passaportes
Na ra do Rangel, n. 34 trio-se passaporle para
dentro e fofa do imperio correm-se Libas e despa-
chaos eseravos, ludo por preco commodo, e brevi-
dade. 5
">Ollercce-se um boinem a qualquer Sr. para levar
cartas a qualquer parte mesmo ao Sertao, do quo tom
platica; o qual d conhecimont.s do sua capacidade,
e ho morador na casa n. 4 na Eslrada-N olha, indo dn
Chora Menino para a P.ssagern. (.1
3-Jos Francisco Ribeiro de Sousa embarca para o
Rio de Janeiro o seu escravo de nomo Sebastian, do
gento do Angola. 3
3 Aluga-so um sobrado do um andar e solio na ra
Nova: a tratar na mesma ra n. 3.,venda do Antonio I'*.
Lima. 3
5O bacbarel Francisco Carlos Rrandao acha-se
morando na ra do Coitegio sobrado n. 14, I.o andar,
onde ein eslahelecido o seu escriptorio do advogado :
as pessoas que do seu prestio se quizerem utilisar, p
dem all procuial-o das 9 horas da m.inbaa al as 4
da tarde. >
5 D-se dinheiro a premio ubre penhores do. ouro,
piata hypotheca ou boas firmas ; na ra larga do
Rozario n. 42, se dir quem d,i. 3
5 Manool Jos Antuncs faz sciente ao Sr, admi-
nistrador da mesa da recebedoria de rendas geraes, qui
deixou de vender calcado o perlumarias emsua luja
de lateadas na ra Nova n. 55. 4
3 Aluga-so um sobrado de um andar, o qual tem
bastantes commodos para morar c mcimo para reco-
Iher objectos mudos do negocio por ser prximo a
alfandega na (ravessa da Madre de Deo por cima da
padaria n. 1T"; "a tratar na mesma. 5
4 Precisa te de um leitor, ou hortelio, que teja
Porluguez, para um eng-nho ittanta Josls praca 1B te-
guas e oflerece-se commodos para a ida ; a tratar na
ra Nova n. 4 4, segundo andar. *
do Gsiadehipc.
Bem quizera o thesoureiro d'esta lote-
ra poder annunciar a quero j compran,
hilhetes Oh meiis amigos, as rodas
eorrem, sem consa que duvida faca,
amanhaa vespera do multe glorioso S.
Antonio ; mas, como (diel-O, se an-
da cxislem mais c seis contos de iis
em hillietes '' lia pessoas, qu tccn
mais le com as sortes de S. Joao, e
he sem duvida este o motivo porque o
resto dos bilhetes se nao vendrio ; mas
se uestes 3 011 \ dias os freguezes acudi-
nm, enlao o tlicsoureiro nao esperar
( e perdoe I lie o beqi aventurado Bap-
tisia ) porque as rodas correro antes do
seu di.).
3 Roga-so ao Sr. Manool francisco Rorgos, que
declare ana morada para ser procurado. i
3 Precisa-so do urna ama forra ou escrava, que
-eja porila engommadeira c co7nhoira do bons cos-
tumes 1 ara urna casa de pouca familia; paga-se bem:
na pracinba do l.ivraiiienlo, luja do fu/ondas n. I. 3
;;_ Na nouto do da 8 do corrento furtario do sitio
do Pina distrielo da Boa-Viagem um quarlo cas-
la.ilm lap id 1 ; tendo urna forida pequea na sarneira,
e no quarto direito o ferro M com um C na primera
pama ; quem o p gar, ou delle tiver noticias, dirija so
ao pinei|iio do Atierro dos A fugados n. 63 quo sera
bem recompensado. 6
'2=: Precisa-so ulug: r umn prela torra ou escra-
va para vender, na ra, doce e Dolinbo; na Bos-vista,
tu a da matriz esquina para a ru 1 da Gloria : na mes-
ma casa ensina-se menina em ludo quant.) diz respei-
to as primeiras letlras, a coser camisas, vestido, e
costuras de alfaiato bordar.o marcar lencos e c.amisas.la-
zer lavorinto de todo o modelo, tuncas de meninas, ricas
osingel.is, a fazer doco de toasai qualidadea boli-
nbos e confettis a 1000, 1280, I60 e 2000 r. men-
salment ; u faz-te do cncommenda ludo quantocsln
exposto. 11
2 Aluglo -se duas morada de cssas terrea no
Coelho na ra dos Prazoros, com bons commodos
para familia lem .iu s salas 3 quartos conba fu-
ra quintal o cacimba por barato preco : quem as
pretender, dirija-se mosma ra n. 10. 3
LOTERA bo THEATRO PL'PI.ICO.
O tlicsoureiro desla lotera, disposlo a tmpenhar
todos os esfoicos para augmentar o crodito de quo
einpr olla goscu, pela rugalandade de sua cxlraccao ,
declara que os bilheteida segn Ja parte da 11).' lotoria,
cujas rodas devem ler andamentomuito brevemente, se
xhio a venda nicamente no bairro de S. Antonio,
na botica do Sr, Joio More ra na ra do Cuhug ;
na tua doQueimado toja do mesmo tlicsoureiro n.
39 ; c n Sr. Vieira. 10
2 Quem cntregou um volume no trapiche a
um preto, a semana passada procure na venda da
ra de Hortas, que fa esquina para a ra de Agoas-
Verdes que, dando os signaos corlo o pagando as
despeas deste c o frele Ihe sera entregue. &
2 Na ra de Agoas-Vcrde n. 40, empretta-se
dinheiro com penhores de ouro, ou (trata do um a
M rs 3
2-=Joaquim Jos do S. Anna Lima, respondendo o
annuncio do Joao do Alternan Cisneiro declara ao
publico, que a propriedodo denominada sitio dos Co-
queirosom Bebiribo-do-liaixo pertenco por dominio
legitimo ao Sr tenonte Joio Rernardino do Vascon-
celos, como se pode ver pela cscrplura publica, laucada
no cartorio do tabclliao C0II1 ; sendo portantouma
falsidadc o direito de compra por escriptura que a 11
nunciou o referido Alloman ler fcito ao annunciante ,
que nunca foi propr< tario do referido sitio o desalia
para declarar por esla lolba qual o cartorio, ondo est
aneada essa la Isa escriptura que diz ter-lbe passado ,
nica maneira, por qu 1 so podo defnder do ter publi-
cado urna calumnia 14
2= No sobrado de um andar n. 7, na ra do Ran-
gel lava-so e engomma-so roupa com perfeicio e as-
seio por pr co commodo'. 3
2 Aluga-te um arma/om no boceo do Carioca ,
junto a sociedado tlieftral l'halionso proprio para vi-
veres, por sor perto da< candas: a tratar na ra da
Piaia 11. 32. 4
2Pica dissolvida a snciedade de llaltiday Raymond
& Cou.panbia desdo o dia 5 do crrente e o tocio
Diogo II.1II1.kn esta autorisado para receber o pagar to-
das as contas p rtencenles a dita sociedado. 4
5= Praxedos da I'onseca Coutinho como inventa-
renlo d s bens do casal do seu fallecido sogro o co-
ronel francisco do Andrade Rrederodo tendo convi-
dado peas (selas ans crednres do mosmocasal para se
habiltale 11 ci'iiipeleiitciii ule a fim do seren alien -
didosseus dbitos na paililha o se Ibes mandar dar
pagamento, o nao ti ndo al agora apparecido algn
dos credoies, cujos dbitos sao onerad >s com premio,
oujuriis. sem duvida para continuaren! a perceber os
juros isliput.idos; pelo prsenle declara aos mesmos
Srs. credores, que, se at o ultimo do corrento mez nao
se habilitareiii em juizo ello annunciante c os mais
herdeiros do dito casal pelos moios judiciaos protes-
tarlo nao responder ni mais por a conlinuacaodot juros,
que bo om dmino do annunciante o nia's hrrdeiros. 15
5Prccis* o alugar um preto por me/, para tomar
corita om urna casa o tratar do seu quintal, muito perto
desla praca, quo soja fiel; quem o quizer alugar e afi-
ancar, diriju tu a ra da Cadeia do liecifo n. 2. i-
0= Aluga-so a casa terrea da ra da Aurora n. 38;
(uoin a pretender din ja-so a ra da Cadeia do Recito
n. 40. 3
3 Aluga-se urna casa terrea naSoledade n. 17, ao
p do Sr. Vieira, cambista ; os pretonduntes dirijao-so
ao pateo do Carino n. 17, a fallar com Gabriel Anto-
nio. 4


*.

O Iraduclor da obra Jess Christo perantn o
leculo .haveniiu siJu mmoteado pelo minio sabio,
muito probo I muilo civil Sr. l'outTiho livreiro do
esquina do palo > do Collegio, com os bonroSQl epilhetos
de ignorante malicioso a affuulo, lum nunca o bave
i ndido asmenlo porque 10 atrever a publicar)
i] atraduoeida mesma obra pelo l>r Lopes de Mou-
ru a qual o dito livroiro annunciara venda nSoes-
t ra conforme con o original, declara ao raMmo'li-
vreiro que deia do rea on er-lhe sobre este ponto,
por issoqueiua morco, di igindo-lhc taes insultos, sem
acr provocado, j bastantomento ba dado u conbecer a
fina edueaoao que de seus paiarecebeo
Nunca lo da intencao do traductorannuncianlo pro-
curar abalar o crdito Iliterario do Sr. Lopes di! .Mou
ra ; ;'so publiou algumas das patsagens que forao
menos bom traduidas por estcSr. (sem duvida por nao
!: r empreado ludo o cuidado que s fazia msler)
i i o olirigou o muito*sabio e probo Sr. Coutinbo ,
dsonde em leu anmincio quo s a ignorancia 011
a malicia pojoria onchargar salios c erros na traducan
d i Sr. Mnura.
O traductor anounciante torna a publicar quo, nao
fallando cm multas quenSo forao bem traduxidas,
I i n i trniluc 'fio quo so icfa i i ve ra na liviana da
i lina do paleo do Collegio algumas palangana, que
dem no original sonJo a muis nolavel una da? G
'
O traductor nXo nvrntou, romo dit o Sr. Coutinho,
" ; s iltos ( julga o I idr 10 pelo seu coracao), elle nun-
< montio no pul l< ; al ese afllrmou a Siist acia dos
i lio, (o que anda (firma) foia vista da 3', 5.* e
12"cliroes de Pari', da* |qnaes lem exompiares em
mu poder : com estas edictits concorda n (ue recente-
mtnttfoiannunciada venda nalnraria da ra So-
ta c que he da BelgicafSo o sabio Coutinho quizer ,
que o acreditara 4 cerefeda nao existencia dos salios,
ipr. uto oiii sui \wx/;\.\ um eiemplar da li.* ediclo
do Pariz (b) c convida sos que qui/erem desenB,anar-
so a irem abi combinar u Ir iiuryao do Sr. .Moura, com
esta lia toda a quostto a esto r % ito rcstando-lhe tmen-
te justificar os erros de traduccao que >ua sabia e pro-
ba merc Dio se atreveoa diier, qu ero da inven
Cao do traductor annuneiante.
Em fim o traductor antiunciante publica pira di
Mt tmenlo do subi e p obo\\\ -.-iio maisaLumas das
passagens, que ao Icetri na tradcelo quo tom ven-
da oque nao esto da accord > com o original neo
podendo ialisfazel-o em todas, [ 'ir j i Ibe ir sabindo i
greca muilo cara.
V. Aj I. i gistro severo dos pastores, urna inquisicio mal nten
clonada dosoctos do are bispado. I.o-ie no orig. Un
controle amer des mondttntni une inquxsilion mal-
veillanle des aclis de l'spiscopat s'exercait sans re'ache.
V. 101 1.6Sao estes bancos inorada c fa-
brica dos polypoi os quaessem desemparar as primei-
ras vivendas em cima di-las fabrico out'as J.-so no
orig. L'ei rcifes sont t'ouirage el l'habital'on da po
lypts.gui, mesure qu ils traraillent aiandonnent
leurt primieres demeures tur les (tiles ili continucnl
batir.
P. 12i, I. 26 A succosso c conc^tcnacao dos rae-
tos s8o por veros expostas com poura claro/a pela per-
plexidado om quo seacba o narrador de seguir ja a or-
den) clironologicj j. aquella 001 que os a contccitnen-
tossolhe a presentarlo, nu em quo se Ihu antolba ,
que ellas influirlo nai outras pessoas, L-se no orig
.a successionet ienchainemenl des fitits foul quelqiie-
'.is moins clairemen expuse! parceque le autew
hesite perpetuellement entre l'vrdrs chronologique
it relu dans lequcl ees fais l'ont frappi dans
lequel ils lui paraissent avuir in/lu les um tur les
unte!.
P. 27G, I. 2 Conservem-voi os dcosos ellos n
quum todos os morlacs quo habitlo ni mundo vono-
riio o honrao por mil differentej modos, concordando
todava todos n'um p i eommum que be tambem o
osso, l.e se no o i':. Que les dieux voui conservent ,
i t pirqui nouslons mortels qu hnbilons la Ierre ,
I tul rne'rons et honorons de mili manieres dif/crentes,
t s'accordent pourtant leur pere Commun qui esl
ssi lentre.
!'. '."23, I 10 Com mais archaismos, que nen-
buin dos demais livros do vulho le Lmenlo, &c. Lo-se
::-.> orig. I'leind'arrhaismef que on ne relrouvc dam
".re /ir i del' lncien 7'cslaincit &>-.
I'. ijS I. 2 O palriacha ganliou suas duas mu*
Hieres guardando rebullios por SSpaCO do 2'J anuos
se no orig. Ctst en garlan! les Irnupeaux pen-
dant vinglanm'ei que le patriarchegagne sei deux/'m-
ts des eclaies el du betail.
P. 191, I. -20 Phara a espida do rei de Baby-
! n a caliir sobre ti. Ouandoeu livor destruido ogyp-
lo, quando suas ruinas bou\erom desapparecido, e
quo seus habitantes tiverea sido morios, ootlo enten
derS, quo cu sou o Sonlior Le-sanoorig. Phuraon,
li ylaivedu roi de Uabi/lone ra /undre sur toi. Qaand
favrai dso' l'Egyple, orsquts set riches>es se
feront ecanouics et que ses habituns mentele frappn,
alo's ils sauronl queje suis leteigncur.
O NAZARENO n, 103 eta a venda nos lugares
do costume.
0 VEBDADEIRO REGENERADOR N. 9 est
a venda nos lugares di costume.
Joto da Silveira Borges como procurador bas-
tante do Aluxandrinlio Jos de Mello e oulios avisa
quo boje pelas i bol II da tardo na porla do Dr, Jui
de orpbaos, t->m do ir i prac i pela primeira vez, a quem
mais der, urna linda casa terrea em chaos proprios .
ita na ra da matriz da lloa-\ isla n. 13, pelo preco
de 2:400a000 rs.
O ahaixo assign ado lem a fcenra d agradecer
ao Sr. chote interino da polica de l'eroamhuco o Sr.
!'.> '.i iri I .los Francisco- do Arruda Cmara a pros-
polta do sua demissao do Jugar de subdelegado da (re
guetia dos Afogadot, asseverando-lho ao mesmo tom-
po quo somelliante ai que por elle cncioso espera-va desden memorando da 5
do corrento so tendo a sei iIt oSo ser o primoiro agra-
ciado na partilha (leste gra ndo bollo nacional. O mos-
ao abao assi^nado folga de- ser, na crise actual, desti-
tuido dos nniprcgos pblicos quo cueree, o do nen-
li.ima oonanca morecer dos agentes do urna poltica
feroz que, manejando os ole montos da anarebia dos-
ordem, crimeso sanguo saluiejaoo desmoronamen-
to da nrdem publica para molhor so locupletarcm.
O abaixo assignado tom a .'ogar ao mosmo Sr. che-
fe du policio interino, e aoSr. 2 "Vico-Precidenle, que
na grande foine canina du denusiioos qua os devora ,
inteiitem-.se nni-.i.iieiite com OS mprugos pblicos ,
nao o demittindo da posse de sua casa amarella o noni
t.'io pouco o ,-emoi jo deste para o oulro mundo da
conformidado com os desejos do grande par ti do nacional
da praia quo nao podo tolerar o direito do proprieda-
do de honra e vida do seus opposicionistas. O ahaixo
assignado, eiiilim, protesta o maior ruspoito e admira-
cao a sabudoria, as tiiludcs c s altas qualidades do
dous illustres Pornainbucanos, sobre cujos hombros pe-
sao hojo o desmancho e total destruido da provincia de
Pernainbuco exclusiva patria dos Suusas o Arru-
llas. Afosados, 13 do Junlio do 1845. ManoelJoa-
quim to llego e .-llbuquerque
Precisa-su do um caixeiro, que onlcnda de miu-
dezas para a provincia das Alagoas : a tratar na ra
do Cabuga loja que foi do Sr. Bandcira.
1 Dfto-se 200$rs. a premio sobro penhotes; na
ra da No/a n 63.
1 Alugao-se duas casas contiguas na ilha do Re-
tiro na i'assagem di Magdalena : a tratar no paleo do
Carino n. 3. 3
1.= Munocl Joaquim Pascoal Ramos embarca para
o Rio Glande do Sol o oscravoSiniio crioulo a en-
tregar a leu Sr. Jlo Antonio Jorge. 3
1 Alugj-se o primoiro andar da caa da ra do
Qu'imadoil 11, com dua* Sblas muilo espa^osas e
bastantes commodos, cozinba lora e acabado de pin-
tor e preparar om 7 do correte: a tratar no segundo
andar da meima casa. 5
Compras.
2 Compra-se um escravo carpma o um pedreiro ,
para una encommonda, para o liio do Janeiro ; sen-
do bonitos pagan su bem : na ra do Collegio n. 19.
ComprSo-ie para lora da provincia escravos de
IV a 20 annos sendo de boniL.s liguras pagSo-se bem;
ni ra da Cadeiade S Antonio sobrado do urna an-
dar de varanda pao n. 20. 4
2 -Compra )-s.i dous escravos pedreiros o dous carpi-
ras para urna ene inimonda para lora da provincia : na
ra da Senzal!a~\ o I lia n. 110, primoiro andar. 5
5=: Coinnra-se papel para embrulbo, sendo diarios,
a 3360 rs a arroba e u 100 rs u libra, caf em grao,
descascado da trra qualquer porcao ; na travessa
da Madre du Ucos n. 11. 4
3 Compra su un paramento om booi uso, e em bom
est.'do sendo cazua oslla manipolj una bolea
para corporaes ludo do duas cores branco e encar-
nado um cuidao e unas sacras ; na ra da Cadeia ,
loja n. 50. 5
o -- Compra-se um Iranselim de relogio ou mesmo
urna corrent, sem feitio que seu peso nao exceda a 3
oituvas ; quem livor anouncie. 3
.">Loinprao-su garra loes vasios, e papel proprio
para embrulbo ; na ra Nova venda n. 6b. 2
i= Cinpro so relogiosdo algibeira em segun-
da m:o de ouro a prata o que sejao modernos ; na
ra das Llores n. 18. 3
l=Co:npra-sc um preta boa engoinmadeira e som vi-
cios ; c 3 moloques de 10 a 12 muios1: naruadasCru-
/esn. 30 3
1= Compiao-sc vacess do loite na ilha do No-
gueira ou no Atierro dos Afogados cni c isa de Silves-
tre Joaquim do Nascimento, i
1= Compra-se una prota de nacao de idado de 25
annos que saiba engominar e cozinbar sendo de bo-
nita figura, paga-se bem; na ra do Cabuga n. 9. (3
I- Compra-se u.na casa terrea que tenba grande
quintal e cacimba,e que nao exceda de LOOOf a 1:200
rs. ; aira/, dos Mailjrios ra do Caldcireiro n. 4t
Compra-su por todo o proco a obra de Achi-
les Mural, sbreos lisiados-Unidos: na typograpbia
Nazarena.
Vendas.
(a)Lso he bom para o sabio e pr<-b.t Sr. Coutinho,que
lmente ncsla pequea questao j-. o le/, duas vezes : a
primeira, quando sffirmou, que a tradcelo do annun-
cianto havia sido trabullidj Mihiu una adelo atrazada
(5.*, ouaG.'l ; sondo ella feila vista da 3.'. 5. e
12," : a segunda quando nfrmu quo o annun-
cianto be niest.'i) de Hbetorica ; sem nunca haver elie
ensinado esta disciplina !
(\>) O Sr. Coutinho deve-n a ter visto, p ,s ha cons-
tantemente annunciado quo a tradcelo eiti confor-
me com ella ; do contrario lio o 3.* ve/, que nesla
queatlo engaa ao publico. Grande amor consagra
o sabio livreiro verdade!
10Vende-so sal de Lisboa, em grandes e pequeas
por,Oes ; na la da Mocda arinazeiii n. 7. 2
10Vende-se Trelo em barricas, vindo de Lisboa ,
o l.jr.to preco de 4500 rs. ; nos arma/cns do Bra
yuez ao p do arco da Conceicao e do Antonio Au-
nes no largo da Alfandega.
10Nos armazens de Ibas Ferreir, ao p dega e na ra da Moeaa n. 7 continan so a vender
barril de superior vinbo da Figucira. 3
6\ endo-so urna escrava do 20 annos, recolhida ,
.ose engomina o luz todo o mais tantico de urna casa;
3 ditai que engominlo, coiinblo, lav:roupa; uma
moleta de 16 annos de muilo boa figura ptima pa-
ra ser educada ; 3 escravos bons para todo o servico; um
m-deque de 12 annos ; um pequeo sitio na \ arzea
com casa e arvoredos de li uto ; na ra do Crespo n.
10 primoiro andar. 7
6= Vende so umu escrava do idadede quarenla an-
nos cose o cozinba kdo o diario du uma casa ; a obra
do Tbeologi Moral, do bispo Monte ; no l'asstio-
Publicon. 13. 4
6 \ endem-se charutos superiores do regala, che-
ga los pelo ultimo vapor, por preco comroodo ; na ra
da Lingocta n. 54, segundoandar 5
5\ ende-se uma mulalinha de 14 annos de bo-
nita ligur ; na ra do Collegio n. 1. 2
5 Vende se urna preta para lodo o servico de uma
casa; na ra da Cadeia do Recife casa de joio Jos
do Can.ilii'. Moraes. 3
4 Vende so uma escrava coiinheira ; na ra da
matriz da Bea-Vista n. 33 segundo andar. 2
1 Vende se um carrinlio de 4 rodas o oulro de
dan rodas, ambos c 111 os compontes arreios ; na ra
da Cruz o. 7 primeiro andar. 3
4= Vcndo-se uma morada do casa de dous andares,
sita nos Quatro-Cantoi da Boa-Vista ; uma dita terrea
unto ao mesmo sobrado ; um dita terrea na estrada do
Manguind ; uma dita terrea na ra do Padre Flori-
anno ; e uma morada de casa do 3 andares na ra do
Amorim : a fallar com Manoel Caclano Soares Car-
neiro Monteiro. 6
3Vende-se a padaria da ra da Gloria n. 55
prompta de ludo para o seu andamenlo e muilo em
coota ; a tratar na mesma padaria. 3
5Vende se um sitio na nova travessa da Passagem,
entre a> duas pontos n. 5 com duas casas terreas
murado na frente com portao de ferro, e viveiro no
fundo lugar para banbo e com arvores de fruto ; a
tratar na ra dos Pire n. 24. 5
3 Vende-se um cronometro novo ebegado l-
timamente do Liverpool ; na ra da Cruz n. 11 pri-
meiro andar, casa do Bidguay Jamisson & Cooipa-
nbia. 4
3=Vendemse 80 palmos de Ierra de Trente, no lugar
do Cortuine-dos-Coelbos ; 00 largo do Terco n, 20,
se dir quem vendo. 3
3 Vonde-se uma esorava de nacao de 26 annos,
de boa figura cozinha o diario de uma casa lava de
sabao e vendo na ra; uma negrinba de ll annos,
muilo linda com principios de costura ; um lindo
niulcquu de 12 annos ; um niolecotu do 17 annos, pa
ra lodo o servico ; um mulatinbo de 16 annos pti-
mo para pagem ; 3 escravos de naci, mocos e de boas
figuras para todo o servico de casa ou ra; na ra das
l.ruzes u. 41, segundo andar. 9
3= Vende-se um lindo molecole de 18 annos e de
excellenlo conduela ; ao comprador se dir o motivo da
vendu : na ra eslreila do Lozano n. 51 primeiro
andar. 4
3 Vende-se um tanque que serve de deposito de
agoa e be muilo proprio para deposito de azeite ; na
ra eslreila do Rosario o. 1. 3
3 Na padaria de uma l porta na praca da S.
Cruz, junto ao sobrado n. 106 ha continuadamente
excellente pao igual bulaxa bolaxinba biacouto do
te e de agoa e sal roscas, e ludo o mais que be pro-
prio de taes estabelecimenlos; assim como bolaxa mais
inferior propna para quem quer mais barato ; e ca-
l moido qualquer portao e tudo muilo em conta
2= Vendem se setins de diversas cores, proprios
para torro de qualquer obra por preco commodo ; na
praca da Independencia ns. 24 o 26. 3
2Vende-se uma escrava de idade de 18 annos, boa
oiigomiiiadeira e cose bem; um mulalinho bom carreiro;
3 escravas que cozinhio e lavio ; 4 escravos do na-
ca o mogos, do muilo boa conduela ; na ra Di-
reita n. 5 5
2 Vende-se muito boa fariohi de mandioca por
barato preco ; a bordo do patacho flor de Maruim e
no h ate Conceicdo, tundeados dofronto do caes do Col-
legio ou no armazein de porta larga defronte do
mesmo caes junio ao botequim da Estrella. 5
2 Vende-se cera lavrada do Rio de Janeiro, em
caixas de 180 libras cada uma sorlidas com velas de
nieia libra at 16 em libras ; no armazem de assucar da
ra da Sen/a lia- Velha n. 110. 4
2Vende-se o rap do Bandeira com muilo bom aro-
ma e paladar, c do cor escura : na ra do Cabuga ,
lojasdosSis. Aquino Fomeca, liandeira Jnior e Fran-
cisco Joaquim Duarte ; na ruadoQueimado defron-
te do Sr Magalbaes Bastos, na loja do Sr. Germano;
no Atierro da Boa-Vista o. 46, loja do miudezas de
Caetano Luia l'crreira; na ra Nova, defronte do Sr.
Lopes Neto, e na loja do Sr. Quaresma ; no botequim
do l'ana junto aotheatro ; e no primeiro andar por
cima do dito botequim onde mora Antonio Jos Ban-
deira e Mello fabricante do dito ru| e, e vende a 1800
rs. a libra engarrafado. n
2= Na loja do lanoeiro na ra das Cruzei de-
fronle da typograpbia vendem-se uns barris e folbas
de lian.iros e diversas medidas, que survein para
azeile do carrapalo e eslao com pouco uso. 4
2Vendem-so saecus com milbo novo a 38400rs. cada
uma; no armazem do caes da alfandega n. 1. 2
2 Vendera-se manguinbas de vidro para candinos
de estabelecimentos;na ra larga do Rozario,armazem de
louca n. 28. 3
2 Vendem-se duas beslas novas, proprias para en-
genho ou carro ar qualquer cousa ; na Roa-Vista ,
armazem de sal. 3
2Vendom-so riscados de chali, cortes do cassa-chi-
las, lencos do cassa de cores, cassa lisa muito lina ,
setins Uvrados para vestidos de meninas voludo pre-
di e branco de soda, liso, meias para meninas de lodos
os tamaitos, madapoloes de todas as qualidades chi-
tas cambraias adamascadas e lisas de diflerentes crese
as mais moderoba por preco commodo ; assim como
cora em velas ; na ra de Crespo, arco de S. Antonio ,
loja n. 2, de Manoel Jos Concalves Braga & Compa-
nhia, 10
2= Vende-se nma escrava de naci Rebollo, boa
vendudeira de ra e be muilo liel; na ra eslreila do
1 Vende-se um prctode 20 a 22 anuos do bo-
nita figura alto e folio do corpo enten de cosinliar
1 moda france/a o be ptimo para o servico de uma
casa ; na ra da Cruz n. 40. 4
I =:Vende-se urna escrava do naco do bonita figu-
ra engommadeira coslurcira cose para prctos o fai
lodo o mais servico do urna casa ; na ra do Vigarin
n. 19. 4
1Vendem-se duas grades boas, 2 se pos para acou -
guc, por preco commodo ; na ra Nova n. 63. 2
1 Vende-10 1 alfinete de peito, de ouro, com
13 diamantes, por commodo preco : na ra Nova
n. 63. 3
1 Vende-se um escravo sem vicios, muito bom
trabalbador de campo ; e se vende por se ter recehido
em pagamento ; na ra do Queimado n. 29. 3
1 Vendo-sc uma mobilia com pouco uso toda do
Jacaranda contendo 20 cadeiras um sopb duas
bancas cohei las do pedra marmoro o una banca re-
donda de meio de sala tambem coberta da mesma pe-
dra ; a Tallar como Sr. Manoel Jos Vircira na loja
do cambio da ra da Cadeia. 6
1Vende-se uma preta mui boa cozinheira lava-
dera, Taz todo servico de urna casa, muito fiel humil-
de e sem vicio de qualidade algum; na ra atraz da
matriz da Boa-Vista, sobrado n. 11. 4
= Vendo-so um escravo do naci sadio do boa
estatura bom pescador camaroeiro o padero, bem
fallante e proprio para lodo o servico ; ao comprador
se dir o motivo da venda ; um dilo sadio de boa es-
tatura bom vaqueiro e proprio para todo o servico ,
com especialidade de campo ; na rus da Cadeia do
Recifo n. 40.
= Vendem-se cortes de cassa-chitas muilo finas ,
com !3covados, a3/rs. ditos de lia muilo Tina,
a 5200 rs. ditos do cassa muito lina, a 4/ rs. lies
de quadros para calcas a 900 rs- e outros mui tos ohjoc-
los por proco commodo : na ra Nova n. 12.
Vendem-se velas de carnauba du 6. 7 e 11 em li-
bra por preco commodo ; na ra do Rangel n 52.
Vende-se uma grande porra*o de
Lunticos, c de chapeos do l'orto, tudo a
33ors; na esquina do Livramento n. 5i..
Vende-se farelo, pelo n.odiro pc-
eo de 4 zalla-Velha n i38. 4
Vende-se a ouvertura da opera A
Gaza Ladra) arranjada para msica mi-
litar, pelo compositor Jozef Iluei la,-pelo
mdico preco de 1,00o rs. : na ra das
Ti iih licitas n. 12.
Vendem-se a quarlos liem gor-
dos, e servem para sella e cangallia : na
ra estrella do Hozado venda 11. 1.
v Vende-se o repertorio das leis ex-
travagantes de Portugal, pelo ursembar-
gador Manoel Fernandos Tltomaz, segun-
da edico muilo augmentada, em 2 vo-
I ti mes grandes, boa irapressSo, a i0,5oo
e 10,000 rs. tomando mais de uma obra :
na loja da viuva Cardozo A y rea. 8
Rozario n. 22, primeiro andar. 3
2Vendem se saccas com milbo do Rio de Janei-
ro por preco commodo ; na ra da Praia n, 49. (2
l Charutos regala.
Na ra da Cadeia do ReciTe n. 46, ha sempre um
grande e esplendido sorlimento destes alunados charu-
tos vindus recentemenle da Babia ; assim como gran-
de sorlimento Ue vinhos do Porto, Madeira, Xerry e
ago'ardente de Franca ; lado se vende mais em conla
du que em nutra qualquer parte. 7
1 Vende se um relogio novo, de ouro; na ra
estrellado Rozario n. 35 2
1 Km casa do Sr. Garnier relojoeiro na rus
Nova ba para vender muito barato ou trocar por li-
vros hospanbes 136 volumes dos melboies autores
Irancezes sendo : Historia de Franca religiao via
geni theatro, memorias, lilteratura e scieneiai. 5
1 Vende se uma tonina do lavarinto toda aber-
la obra mui bem Lita, e oulra degosto na ra do Ca-
buga loja o. 9. 3
1 \ ende-se um crioulo bom trabalbador de enxa-
, por preco comm-jdo: no iini da ra da Aurora
n. 40. 3
1 Vende se uma preta de qualidades e he muito
sadia para fura da provincia ; o motivo da venda se
diraaocompndor: nai Cinco-Pontam. 50, loja de
fazendai. 4
Escravos Fgidos
2Desappareteo nodia 15de Maiodo corronteannoa
escrava Catharna de nacao Rebolo, de idade de 25
annos pouco mais ou menos estatura regular scc-
ca do corpo rosto redondo nao he mal parecida ,
entre os pe i tos tem uns en Liles de sua trra, be bem
preta; levou vestido de chita j disbolado, panno da
Costa; andiva vendando mel em um llandres : quem
apegar, leve aoengenho do major Filippe em Hebi-
rihe ou atraz da matriz da Boa-vista n. 26 segundo
andar, quo ser recompensado. 10
4 Dcsapparecco no da 2 de Junhodo corrente an-
uo um mi loque de nomo K-Ionio de idade do 12 an-
nos pouco mais ou menos do bonita figura baixo,
cheio do corpo rosto redondo nariz chato beicos
grossos.ps pequenos.dcdos curtos eabertos,tem a marca
A em um dos peitos be muito ladino pureco criou-
0 ; foi escravo dos Srs. upcron e Justino Meroz o
foi comprado ao Sr. Jos6 da Fonseca e Silva o qual
o vondeo por commissao do Sr. Juslino Meroz : quem
o pegar, leve a ra do Livramento n. 38 que ser
generosamente recompensado. H
4=Na noutode 9 do coi rente desapparccerao,do sobra-
do novo da Capunga dous escravos com os signaos se-
guintes : Domingos, alto e corpolento de idade do 22
a 23 annos, com uma cicatriz na testa ps grandes,
com um Ierro no pescoco ; levou ceroulas de algodao e
camisa de bata encarnada : Gonzalo baixo do corpo,
de idade do 26 annos, muito vivo e alegre levou rou-
pa bastante, jaqueta de panno lino, camisa fina o tam-
bem de baeta encarnada ; sao de naco Gabao : pede-
se portento a lodas as autoridades policiaeso capiles de
campo o favor de os apprebender e leval-os no dito so-
brado na Capunga ou na ra da Senzalla-Velha n.
138, que os portadores serao recon pensados com 1008
rii. n
= No da 14 do correle fugio um preta de nacao ,
do nome Antonio Cinje de idade do 30 annos den-
les aberlos, ii:ios aleqadas com umacora na cabeca,
muito alegre, peitos botados para fra estatura re-
gular; levou camisa e ceroulas de algodo e chapeo
de palha pintado; quemo pegar, luve ao Atierro da
Boa-Vista n. 43 casa da viuva do r Bri'.o.
Fugio em 6 do corrente, da padaria
do aterro, de Loureneo Antonio Mcsriuita
KalcSo, o escravo Manoel de Angola,
baixo, giosso, falla olguina cousa eraba-
racada, ps grandes, snppoe-se estar
mesmo na praca, ou nos arrebables dos
Afogados ; quem o pegfr leve-o ra
Eslreila do Hosario n. i3, ou do Vigai o
n. 11 a entregar a seu spubor Francisco
Alvares da Uimlia. que gratificar gene-
rosamente.
PERN. J .ATYP. DE M. F DE FAMA iSlib'


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