Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05361


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Full Text
Anuo do ifW*.
Segunda feira 9
O DIARIO publica-sc todos os das que
nao forciu de guarda: o p 1-090 da assiiia-
lura be de -^ rs. por quartel pagos adUmladot.
O annuncins dos asslgnantes siio Inseridos
a raiSo de -20 res por linha, 40 rs. cni tj po
dilioi'onto, o as repelinos pela motado.
Os 11110 nao forem assignontcs pagao 80 rs.
por linlia, c 100 ein typo dlfferente.
PIIASES D.Y LA NO MEZ DE JUKHO.
La nova a 4 as 10 h. c -18 ma. da tarde.
Crescente a 13a I or. c 21 rain, da man.
La chela a ni as 8 or. c S min. da tarde.
Mingoautc a 20 a I liar, o 7 min, da tarde.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Goianua Parahj ba, o Rio Grande do Norte
Segundas o Sextas foiras.
Cabo, .Soriiiliacni, Rio I-'ormoso, Porto Cal-
vo, o Maccy, no 1 11 c 21 de cada inez.
Garaiiliims c Bonito a 10 e 24.
Boa-Vista o Flores a 13 c 28.
Viotoria Quintas foiras.
Oliuda todos os dias.
PREAMAR DE 1IOJE.
Priincira as 8 h. c 30 min. damanhaa.
Segunda as 8 h. e 54 minutos da tarde.
ARIO DE
de Junlin.
AnnoXXI N. 19S.
DAS DA SEMANA.
0 Segunda S. Feliciano, and. do J. di
I). da 2. v., o do I. U.da 2. v.
1/ 10 Terca S. Margarlda, aud. do J. de D
Wrf da 1. v.odo J. dos l-'oitos.
11 Ouarta S. Hai nabo, aud. do J. de D.
da 3. vara.
12 Quima S. Facundo, aud. do Jull do D.
da 2. vara, o do J. M. da 1. c 2. v.
13 Sexta > >fc S. Antonio Padroeiro da
Provincia.
14 Sabbado S. Eli/.co, aud. do J. do I).
da 2. vara.
15 Domingo S. Vito.
CAMBIOS NO 7 DA DE JU.N1IO.
Cambio sobre Londres. .
Paria 372 ris po
Lisboa 120 por 100
Dse, de lot. do boas Urinas 1 '/i I
Oiiro Oncas hespanholas 3I500
Uocda de ti/400 vcl. 17^00
de 6/400 nov. 17^100
) s de4ju0il 0/500
Piala Patacoes .... l/ooo
i) Posos Columnares 1#080
n Diios Mexicanos 1/040
Moedas de 2 patac. 1/280
Acones da C* do Beberibc 50/000
25 r franco,
de prein.
1/ o'
a 31/800
a 17U0O
a 17/500
a O/BOO
a 1/08O
a 2^00(i
a 1/960
a 1/300
. .
BUCO.

SK^es-sas-
PABTS FF!C
MINISTERIO DA JT1CA.
3.' StccBo Illin. e Exm. Sr.TonJo sido prosonte
iS. M. o Imperador o oflicio quo a esle ministerio da
justica dirigi o juiz de diroilo da comarca da Instancia,
0:11 dala de 10 do mareo ultimo, a cerca do proesso de
rcsponsahilidade instaurado contra o padre Jos Zacha-
rias do Souzi vigario do Itabayaninlia, houvo o mesmo
AugustoScnhor por bem, vista do contedlo no dito
oflicio e papis a olio juntos, e cm conlormidado com o
parecer do procurador interino da cora o soberana
nacional, decidir,que exercendo o referido parochofunc-
ces puramente ccclosiasticas o puramente civis, o ha-
vendo sido pronunciado unicamento por estas ultimas,
o no foro civil,nao duvo o efTeito dcsta pronuncia consi-
derar-so to lato quo possa pro u/ir a suspeosao das
fun.'coesocclesiasticas, como mostr pretender o men
cionado juiz dedireito, seguindo-so dcste principio ser
bem fundada a opini3o contraria do vigario goral,
e devendo a nomeacao, quo se hsjade fazer de um
parodio para supprir o pronunciado, limitar as func-
fes do suppenlo eos actos mcramento civis, por-
quo suestes eslao vedados 00 vigario pronunciado. O
quo communico a V. Ex. para sen conliecimento,
para quo ossim o faca constar ao referido juiz de di-
mito.
Dos guardo a V. Ex. Palacio do Rio de Janeiro,
cm 10 domaiodo I85.Manoel Antonio (ialvSo.
Sr. vice-presidento da provincia do Scrapo.
3.* stccBo.Illm. o Exm. Sr--Tundo sido pre-
sento a S. M. o Imperador um oflicio do juiz munici-
pal do Icrmo dessa cidade, em data do 1. de margo
ultimo, noqual participa que.havendo llio sido romel-
lidj pelo subdelegado do districlo do Amcuns um pro-
CCS80 crimo, com pronunia por eslellionato, a fin de
ser esta sustentada ou revocada, fura polo reo requo-
rida a aJinissaodo um documento e prora testeinunhal
com quo mostnsse a sua ionoceno a, com o fundamen-
to do que,resid 11 do ello no districto, linbSo sido prete-
ridas a seu respeito as formalidades do artigo 142 do
cdigo do processo criminal, ora rolaclo com o artigo
262 do legulaincnto 11. 12Jde 31 de Janeiro de 181-2;
c solicita quo o governo imperial Ido declare se em ca-
sos idntico! dove ou nao o juiz municipal admittiro
roo a provarcom testcmunliasou documontos a sua in-
nocencia, antes da insten Ucao da pronuncia : llouve o
mesmo August" Senlior por licm.de conformidude com
o parecer do procurador interino da corOa o sobe-
rana nacional decidir que ao juiz municipal ,
no caso apuntado competo nicamente oxami-
nar o processo, c ver se houvo ou nao pronuncia le-
gal, depoil do lustsnlada a qual Le quo principia
a delesa do pronunciado a quem nenhutn grvame se
faz com esta pratica, fisto ter elle livro o recurso de
^W injusti pronuncia, 110qual pudora alegar ludo o que
llio parecer conveniente, ascrescondo u istoqueoarli
lii-o O da lei da reforma, e os oiligos 90, 291 e 292
f do respectivo regulamento, explicSo circumitmciada-
mente, e ot com exemplos, os actos que ojuitem
I de praticar para e ratificarlo das quoixase denuncias:
I nao podendo concluir-so delles que soja licito BOJ pro-
nunciados produzir tosle.nunbas cm delesa ; licando-
llu-s porm livre a cxliibituo de documentos, a qual nao
I lies podo ser negada. O quo communico a V. Ex. pa-
ra scu conliecimento, o para quo assim o faca constar ao
mesmo juiz municipal, cm resposta ao supracitado of-
licio.
Unos guardo a V, Ex. Palacio do Ro de Janeiro,
cm 13domaiodu I8i5.~Manoel Antonio Galvtio.
Sr. presidente da provincia de Goyaz.
SeecBo \.>Illm. o Exm. Sr.Cuinprindoostabe
lecer reira lobre o lempo em que as liecncas concedi-
das aos magistrados e mais empregados corgodeta
secretaria do oslado, deveriio sor apresentadas aos pre-
sidentes das provincias, ou a qualquer nutra autonda-
de, a Km de lereui a devida execuoao : lia S. M. o im-
perador por bem mandar declarar a V, Ex. que osa-
visos de taes lieenca s devorad lor cumprimentu,quan-
do apresenlados dentro do prazo de dous mezes conta-
do de suas respectivas datas: o quo communico a V.
I'-k para suu intelligencia c cxecui'o. Dfos guarde a
V Ex. Palacio do Rio do Janeiro, cm H de maio de
18io.Manoel Antonio GalvBo.
N. 15. Nesta mesma conformidado a lodosos presi-
dentes, menos aos de Goyaz e Mallo-Grosso, para on-
de s. marcou o prazo de quatro mezes.
cumprindo que por isso 6e guarde nos lermososmais
restrictos e som elleito retroactivo, n5o pdom os que
assim frem legitimados adquirir direito rcst;tu;ao do
imposto, se o tivercm pago antes de oblerem as cartas
do legitimacSo; 3., que a via exocutiva ho compo
tente para taes cohrancas, comanlo que se intente com
as formalidades quo requerem as leis e os regulamentos,
~uo sao bem expressos o claros a este respeito.
A do I'ara, respondendo ao oflicio de 23 do
dezemhro n. 138, emque enmmunicou a rosolucao
cerca do pagamento do sello dos documentos das dspo-
tas qua se azom pela pagadoria das tropas, se declara
que, avistadas instrucces do I i-de agosto, taes do-
cumentos nao sSosulijeitos a sollo,porque consistem em
guias, altostadoi, folhas, recibos authenticados eou-
tros ttulos puramento officiaes, oxigidos para rcgula-
ridadedioscripluracao c contablidado. e para a boa
economa o filoilisa3o doslo ramo do sorvico publico.
IOEM DE 2 DE ABRIL.
A" tbeiourarl* do Rio de Janeiro, declarando que n-
dcviclaincnto su (ero cobrado na mesa de rendas'do Ita-
gfuahy o imposto doanooraeem das orabarcaeSes naoio-
U.108, como repreicnlrao Nuno Nory de Carrallio o Ir-
inflm, a respeito das barcas do vapor llrazilia e America,
por quonto o decreto n. 371 do 20 de jullio do nnno pas-
siulo, promulgado em virtudo do artigo s." da lei do 21
de oiitiibi-o de 18'ij,n.io rcvo;jou oart. 4,' da lei 11.60 de
20 do ontiibro do LS.'S.quo manda arreoadar aquello im-
posto unicamento no* porto onde ha alfandcgas.
A' da li.iliij, 0111 soliican .10 oflicio do 21 de Fove-
VCrciro, a respeito dosdireitos que se dovom doduiir
di f.izcndaii abandonadas polos donos, se declara quo o
art. 1S do regulainenio do 12 do agoato passado so trata
d.i8 meroadorias que oxeoderfm o praao mareado para
podoreni estar na alfandega, c as que forem Icgalmente
tantcmentc recusado o Sr. Machado de Olivcira, que tom
ido propoitn em ambas estas Iuas eombinaedea iiiinis-
terines. Nao garantimos n .luthentieidiido do que fien
e8oripto, bem que o tendamos uuvido .1 ]ie89oas que ralmonlc seaeiedito bem informadas-, mas o quo niu-
ruom duvida lie que, 80 o ministerio lodo llfioott na
ultima hora, alguna do seus mcmbroi astin j.i dcaenga-
nadoa, e com vela na mo. Don osuerdoo, ea tau-
to cliega o poder da sua infinita misericordia!.....
Mais urna traficando do tiran Couro D'.inta !
NSo |ulgando o papa ainda bom pagua os servieos do
scu complico Varejio com dous eonlos de rola do orde-
nado) de secretario do jruverno; 'HUO mil rs. do emolu-
mentos; 2'i0 mil r*. do gratiflcaolo na qualidade do of-
oial de gabinete; (100 mil rs na do secretario da oolu
nieaclo; e 1:200.000 rs. na do director das oselas da
provincia (apcxnrda ser oliorooouhoeidamcnto analpha*
lirio) total 4,810,000 rs. do vonoimeiitui annuaea!
mindiiii-llio tlir, como nffarla na ooeaao em que,
obriamando-o, miidnu-llie o nomo do Antonio para Joa-
quina, do/, ilus Africanos livroa, oujoa servieos, por dis-
iribuie.io do govorno geral, pertcnoem provincia du
Rio do Janeiro : o para cumulo de osean al -, easoa doi
Afrlanos, queatagora trabalhavao naa "liras publican
aem o menor vcncimonlo, gaiihio, na rallo le loes cada um, des mil ris diarios para a aljiboira do
Sr. Varejio, pagos cosa dos cofres da mesma provin-
cia, cm uiij is ulir.is continuio 01 uioncionadus Africanos
qaalieada com a varia geral, enio as que frem ab.11:
donadas antes daqaelle prazo, as quaes pnrtanto dovom
pagar por inteiro o direito ftxo eatabeleoido na tarifa j
pois, so oiilra fusse a intencto do artigo, faria delles cx-
prossa monedo, multo mais podondn dar-so o caso de
abuso cm taes abandonos. Por isso o regulamento da al-
t.uidega os nullificoii eom 11 systcma dos consumos, e
bom que a ordera do 21 de fovereiru de 1837 os permit-
tio, ficou ello aendo intil, porque, anbslab'ndo o dito
systcma, nao poderlo os quo a solicitiii-.io colher dcllo
o proveita quo etperavSo, o quo ora oolherO, so os taes
abandonos c cntendercm oomprebendidoa no dito ar-
tigo 18.
MINISTERIO TA FAIEPOl.
Expediente do mez de marco.
A' thesnuraria do .Minas Gcraos responJendo ao
olicion. 10do2i. do Janeiro 1., que no caso espe-
cial do que traa, he indispensavcl, para a iscncao do
imposto da heranca e do legado, quo preceda, nao urna
si-rplcs juslificocSo ou babiiitaeSo coi prova da lilia-
cao, mos urna legitimario eom todas as solemnida-
des, na forma da logislacSo om vigor, visto quo a her-
deira c legatario, nao estando comprehendida na regru
estabelecida p la ord. I. .', ., (it 92, por 1er nascidu
dcpunivel coilo, apenas adquiri direito heranca e
ao legado por virtudc da inslluioao l slinicntana.como
crapermiltid) pelo decreto dol de agosto de 18-1.1 ;
2.*, que, sendo a logitiuiacao uestes casos um vorda-
poiro ct do graca o do dispensa as leis da successao,
RIO DE JANEIRO.
Lo so naSentinella o seguinlo:
NOTICIAS DivBasis.
J.i nao ha llovida do quo a Pandilha lio ilemitlida. O
Sr. P. U.irbosa acaba da cliojar da fabrica da pnlvnra, o
assovera que doixuii l as coosas arranjaduilias. Parece
ijiio amanhaa he odia do enterro. Dos demonios s lio.io
oom vida o dragio e n mllbafrc do arsonal.
Entran: para a justica, Linipo; para a fazcnd.i, C.
liaptista; para a guerra, marques do Lagea; o pura os
ealrangeiroa, l,opos Gama.
No reinado de I). Julo VI liouve criados que ti ve-
rio grande valiincnlo oomnquello monaroha; mas no-
iiliuiu tere influenoia na poltica do paia, nenhuin on-
8011 por cdispOf el-is uiinistorios. Sirva esta nota para a
Joaniia.
Ha mais do 2 mezes que S M. receben um magni-
fico prsenle de medallias que lho enviara o imperador
da Russia. Ale agora o Sr. Ernesto nao aecusou 1 recep-
tan d'ostCK objoetos, apezar de todas as inbtancias do Sr.
I.oiiiniiosoll. Diz-so quo a causa da demora he estar S.
Kx. oproiidendo a liiigoa russa, na qual desoja dar a
resposta exigida.
O batalh.o que cliegou do Rio Grande no vapor
Imperador cst'i destinado para Pcrnainbaoo. Espera-so
t.imhem d'ulli ocoronol Arroda, ,1 ijucm se quo i- dar o
enlamando das armas d'esla ultima provincia. Todo8 es
tes preparativos, a pretexto da guerra dos calanos, tem
por fim esmagar o Cavaloantia. Nn finemos mais que
repetir o que nos disse um pruiciro da ultima conferen-
cia que levo com o gamba da guerra.
Modificaco do Ministerio.
Correm,lia dias,duas versos 8ohr>- modlficaclo do ac-
tual ministerio Ditem uns que contina o Sr Jos
Carlos no imperio, o na (Millos seus collcgns sor subs
titoidos pelos seguimos Srs. :
Justica. Urbano (Praieiro\
Fasenda. Saturnino Joannico puro).
Guerra. Judo Paulo 'Jounnico-Lu:ia-Saquarema_.
Eatrangciros. Darlo de Caj ro Modeado;
Marinba. Candido 11 ip-.i.sia Joannico-I.uzia puro,.
Uizom outros quo 111 ha ver iiiuduncu de tres minis-
tros justica, guerra, e cstrangeiros o que ncatf
cao passor para .1
Justica. O Sr. Alvos Bronco Joannico-Luzia-Sa-
guarema,.
Faienda. O Sr. Candido BaptisM cima classifi-
cado).
Guerra. O Sr. Joto Paulo 'idem;.
Eslrangeiros. O Sr. Aoreliann [Joannico-I.uzia-
Saquarema, &0., &c., &c- EXCELLE.NTK).
Aasogiirii que o Sr. Aiireliano aeceitar a paita, urna
vez quo nfla entre scu irmilo Saturnino 110 ministerio,
enndic-an sinequa non. Nesta treta vom os Jounnicos
o praieiros um artificio para se perpetuar a poder as
oaos da Joanna; sendo provavol que, quando S. Ex
Couro d'Auta houvcr por bem derribar seus collcgas,
consiga por o ministerio as m.1os do scu irniao.
lio i.iinlioiu vox geral quo S. M. o Imperador tem cons-
.1 sor emnrngados I E viva o Batalha, iaiinigo dos la-
dros o da ladrnoira da chapinha '.
O Revcroinlo Maritmo disso na sesiio do 17, d.i
cmara dos dopulados, ijiio .1 poltica do actual g.biuo.
te ho toda doc(Ji! que o Brasil so acti'a eui'Hn violenta (m/iajracdo '. .'
Ora,nomo oprojecto quo maula restituir os li.uis da
Torra Santa, o regula a adinioistrae.'io dolloa, e o que
cria nesta curto mu academia de scionoias ccclosiasti-
cas, indican quo esto dcsilercssado patriota nio he too
''i7'W i-iini-i .-i- iiii-ul -.i, dovo-.o oonolilir que ello nao
quil perder occasilu de dirigir tamb.un a sua jaculatoria
ao agoniaantesendeiro.
MINAS GERAES
RepresentarSo que a S, M. o Imperador dirige a .
semidea legislativa provincial.
Sonhor! A assembla legislativa provincial do Minas
Goraos, convencida do que n"o est na rbita de suas at-
trlbulcoos O prover do remedio aos malos que sulfreni
seus eomprovincianos, julgou nio Ibe restar oulro ro
curso, ao encerrar seus trabalhos, lenlo dirigir-so a V.
M. I a fim do rogar a V. M. I. so digno attender s anas
supplica8, o, como a origen que ho do todo o bem, ar
rodar de sobro O pai/., que ella representa, 08 males que
o sfHIgom.
A assembla legislativa provincial, Sonhor, prescindo
de narrar os .montados commettiilos pela ndminislraoao
provincial com 0 unieo fim do arrancar s urnas elcito
raes votos quo ellas jamis proreririo, se a nvagestsde
das leis tivesso sido acatada, so o decoro do poder o a
morolidade publica houvossom morceido a mnima con
templacliit. Ella nfto desoja magoar o ooraeao paternal
de V. M. I. cura a narracoo dessa serio de desatinos quo.
principiando pola aunnllaeSn dos trabalhos das juntas
qnnlincodras, por urna circular ordenando o recrul.i-
iiioni 1 em esperas de eleiefics, pola invengo do pas of-
fioial no sentido do raovlmento do 10 de junho do 1842,
augmenta do numorn c inlonsldade com as desigaaedes
llegaeadna presidentes desjuntas, eom os tactos desea
Irosos do Ilaopcnrly, Coiiecioan do Serr o Piumbv, e vai
terminardeagracadamente na carnificina atroz e brutal
lo Araxa. Tuca erfio as coudicoes indisponsaveis da vic-
toria : a adminiatraclo qnoria vencer a todo o transe;
au reaou, pois, ante ellas
So bom qiic esses faotos sojio da mais alta tr.insccden-
ci.i, o li.1j.1i) mais quo milito influido sobro o estado de-
plorare! a quo se ocha redolida a provincia do Minas Ge-
raes, n&ojulga a assembla legislativa provincial conve-
niente ciiunicr.'il-os ciretimstaiioiadamcnte; porque nao
he da sua intcncOo comparecer cm presenca do V, M. I.
para reviveras paixes do paasodo, que ella desoja pro-
fundanioiitc adormecidas, a fim donan virom perturbar
a pudo prosonte o do futuro, Outros sao os factus que
f.izein o olijocto principal dcsta repretentacdo;diversohe
o ponto do vista, sob o qu.il convoin apreciar .1 lituoco
actual da provincia le Minas (orues.
Si.-nlioi, a posicao critica cm quosoacha OOllsliluida
esta infeliz prnviiioia ro lama da parto do governo do V.
M. I. as mais serias providencias. O cxaltaniontu das
paixes, provenientes do causas quo todos os das se AO-
cumulan, tom scoroenadu o crimo, quo, oontaudo com
a iniptinidado, roeresoe do nusadia, e ameaca abalar a so>
guranca publica ni.s seus mais solidos fundamentos,
Dous magistrados do crencas politieaa diversas apabilo
do expirar ao bacaraarla do assassiun, c om varios pon-
tos da provincia so team perpetrado outros homicidios^
actos som oonta do inqnalifioavcl violenoia. Povoacoct
intcirai so ach&C aasostadns o estremecidas, multo prin-
cipalmente naqiioiios lugares om que as providencias da-
das para a punicao do crimo p.ireccm diladao polo espi-
rito do partido o mais exaltado, c silo ao niosino teuip
um ci.....1 inoio de prosoripgao para aquellcs em quem
n5o confia a administradlo actual, como acontece cm
Tamandu.
lista inultiplioidado do crimes, Sonhor, em una pro
vincia tilo distincta pelos seus iastinetos do ordem, ro
vela a existencia do causas que convom anniquilar. c
que coutiniiaro do corto a obrar com toda a energa,
ouiqiianto a admiuistracao provincial 10 nao persuadir
do que for.i da senda da justica o da imparcialidado nao
ha governo possivol, mxime cm um provincia to pro-
fundamente retalhada polos odios das dissoncoes civis.
A assembla lelialatixa provincial na onza dirigir
V. M. I. mu voto do rcprovacao contra o systcma poli
tico que boje dirige os destinos do imperio; contenta-
se apenas ooni manifestar suas ap; rclicnsocs cerca do
futuro, se um systcma governativo mais justo o impar-
cial nao fnr substituido ao que ora domina nesta infeliz.
provnola.
Sonhor, aaasembla legislativa provincial julga liar-
baro c cruel que, (piando so tem laucado o vi-o do es-
qoeoiinonto por sobro quantos facciosos tocm alii per-
turbado a paz dn imporin, conservo so viva .1 memoria,
o s njjti os perseguir e nviltor, d'aqiielles oidadjloi quo
eoiirT5i?to denudo pclejrSo e vencerlo em 1S'2, om
pr.i das instituiefies do pas so nao sju dignos do lou-
vor os fsfiircus d'aquollos quo 00 reclamo do \. M. I.
11.10 olhandoa sacrificios, corrern aonampo dos com-
ales, em cumprimeiilo de um dover do lo.ildadoc obe-
diencia, ao monos pedo a razan o a JUSICS que i,j entregues a vindicta, o, o que lio mais, a zumbara e es-
carnen do seus adversarios, implaonvcia porque lorio
vencidos I'ara dovidamenlo apreciar .1 iiioi-alidadc do
tal procoder, fdra nooeasario que as adminiatraeoos pro-
viiii-i.ies, que assim leoin praticado, doolarassom pri-
meiro desdo quandoa lealdade he um orinie, o victo-
ria 11:11 acto digno do castigo.
Sonhor, os interesses pblicos reclaman altamente pa-
ra .1 provincia do .Minas (i-raes Um governo quo nio te-
lilla OillUprnmtSSO oom algam dos partidos em que so
divido o papulacao, que nio tenha eom algum delles
o. 1 mu mili io du interesses; porque do mitra surte nao po-
do sor justo, nio podo impedir mal, nom filiar o bem.
Alo .11(111 > i interesses permanentes o roaos da provincia
lera sido preteridos pelas conveniencias do partido do-
minante. Em beneficio do paiz eonvem quo qnanto au-
tos cosso oslo estado do cousas, o s V. M. I. ho quem o
nido f.izor coss.ir.
Justamente aspo raneada era quo V. M. I. so dignar
attender suas supplloss, a assembla legislativa provin-
cial do Minas Geraos vera eheia de confianc apresen-
tal-.is .1 V. M. I certificando quo estos sao tamlicm os
.nais ordentes dosejos do povo raineiro.
A mesma assemul.) dirige continuamente votos ao
oo pola preciosa vida de Y. M. I. o de sua augusta fa-
milia.
Pi'Co da assembla legislativa provincial, em 7 dn
abril de IS'ij Francisco Diogo Pcreira de Vasconcel-
los, presidente. Honorio Pereira de Azcvedo Couli-
n/10, I." seirolarlo Hilario (lomes .\'ogueira Ilarba-
za, 2" secretario. (Senlinclla da Monarchia-)
Projecto de representaedo acerca da guarda nacional.
Sonhor, O governo do V. M. I. julgou convenien-
te destacar nesta provincia de Minas Genos urna forra
do priincira linh.i do exercito, quo actualmente excode a
jilo pracaa.
O mesmo govorno julgou depnis conveniente mandar
retirar essa foroa para a corlo, o substhuil-a por um ba-
lalhao provisorio, composto de guardas naciunaes cha-
mados a sertico de destacamento.
As difllouldades do cnmplctar-sc eslocorpo odar-lhe
a necossaria disciplina, jiara satisfazer as necessidades
do servico, Burlo que o mismo govemo dcV. M. f
mandssse conservar na provnola aquella frca de pri-
incira linha, em quanto o batalhlo de guardas uacionacs
n.io estivesse completo, o devidaraente disciplinado,
'aqui n.isoc quo actualinontc pesio sobro os cofres pu-
blioos a dospeza com a frca do linha, c com algnma
guarda nacional que existe destacada, mi entretanto que,
nao sendo provavol, ou polo menos sendo muito dilc
eompleUr-se o cornado guardas naoionaes, tem seme-
IhantO duplieata do dospeza de continuar por maito lem-
po, so V. M. I. nio sedignar do tomar algumj outra pro-
videncia.
Alora deste inconveniente, Sonhor, um oulro existe
do maior importancia para esta provincia; e ho que
doorcto que mandn destacar 000 guardas naciunaes
cansa muito serios dainos n industria, j lio definhada
e enerada; porque he classo mais industriosa da pro-
vincia quo sopedem cases bracos. Ainda nio seria o
mal tio gravo, se aeaso o mencionado decreto tirasso
industria smente 000 honiens repartidamento por toda
a provincia; mas na suiexecucio se exigirn todas es-
as pracaa daslogies dos munioipios proximoa capital
da provincia; oque torna o sacrificio demasiadamente
pesado para estes logares. Domis, aehando-se n popu-
lacio dividida era partidos politioos, quo so combatein
oom o maior vigor, os euearregados da deaignacio dos
guardas que devoui ser destacadus deixo-se ordinaria-
mente dominar mais pela espirito de partido, do quo
pola justica, no acto das dcsignocOes, e cutio aquclles
que se julgio designados com injiistica, nio lendo f nos
recursos lgaos, porque s se dio para otitrna autori-
dades, que teoin o mesmo inlcressc, ou as mesmas pai-
xoes, tralio do rofogiar-so OU demudar de domicilio;
0 quo da logars m..is violentas perseguirnos, quo cad.-
vei irritan mais os partidos, o nio dio oulro resultado
lenSofoffrimcntosindividuaos, o ruina da industria. Re-
conhocendo estes malea, a assembla Iegislatiaa provin-
cial do Minas (icracs, conitiido so abstcrla de pedir,
vista delles a V. M. I. se dignasse remedio] os, mandan-
do CCSSar o destacamento da guarda nacional, se o feliz.
aeonleomento da pacificaolo da provincia doS. Pedro
do Rio (raudo J0S11I nflo llio fizesse pensar quo o-gover-
no do \ M. I. ]iodcr tolvea agora dispensar a Iropa do
littha existente nesta provincia do marchar para a corlo;
caso em quo poder prescindir do sacrificio da guarda
nacional, no entretanto que nem lie do esperar que lio
cedo esta so completo, nem quo fif.i tambero o servico
como o fazeni ns tropas regulares.
Por todos estes motivos a assembla legislativa pro-
vincial ilc Minas Geraes resolvoo levar esta reverente
SuppUoa presenca augusta do V. M. I.; pensando quo
insto representa o vordadeirO interesse do povo miuei-
ro, o satisfaz a scusjustosclamores; e espera da pater-
nal sollicitudo de V. M. I, pelo bem de seus subditos
ADO


2
quO se digne le escutal-a com bcnigiiidado. A asscm-l
Idea legislativa provincial de Mina (eraos dirige no eco
naraaia fervorosas preces pela coneorveeflo da preciosa
Tiia do \. .M. I. c do iia augusta familia,
Paco da astemblea provincial, '/ de abril "lo 1845.
V ir mi no Rodrigue Silva. Manod Julio de Miran-
da. Luis Antonio Barbota.
(dem).
MARAMIO
POLTICA DA PROVINCIA.
Dcpois do passada a quadra des eleicocs cm que osla
provincia se vio lao agitada, e lano levo de sollrcr du
ominosa administraran do Sr. Moura Magalhacs, vo as
colisas, por ordem o successjo natural, correndo curso
iiiois sereno o lmpido,O os paitidos, aindaha pouco tao
irritados, eslo coma em treguas entre si. Por oulro la-
ti a apparico do papel falso nao concorreo pouco pa-
ra esta especie de calmara podre ; teja chamando a at-
tcncao geral paia urna questio nteramcnlo eslranha
polic; teja (azendo cun que o partido governista per-
desso a conliai ca nos seus principocs cheles, altamenti'
denunciados pela o,iin5o publica, como envolvidos c
interessados no negocio, ISada menos era preciso, que
urna lao horrorosa calamidado para trazer alguma di-
vorsao us nossas diioncOei !
A idmnietracBo do Sr. Angelo Mu/, so nao teni si-
do imparciul, tein ao menos sid > razoavol o moderada.
1. em verdade ja nao he isso pouco n'uin delegado do 2
do foverciro. Deni ao rotre do seu antecessor Moura
filagtkluies, quo poz em pi tica toda a sorte dedoepro-
psitos para servir ao partido, que protegeo a suu niola-
xcnlurada candidatura, o agoia la na cmara dos do-
; uladi est fazendo helios discursos om opposicao ao
meimo, que aquidisse eobrou, S Exc. o vce-preai
dente (em tidoo bom sensode resistir a certas von'.adi-
nhas caprichosas da misma gente, e do nao praticar
cousa alguma, que possa rcbaixar a sua dignidad de
prmcill autoridado da provincia. Mal he, que o Sr.
AnfC lo Mu/, leva vantagem aquello outro Sr. em duas
quididades, que sao esse .caos a quem governa, cm ser
bomem honrado, o independcn'o por sua posiC&O so-
c al. Se os miniltroi allendessem essas qualidades in-
i:.-,). nsaveis, quando (ivessem de noniear alguui presi-
dente, as cousas teriio seguido outra mareba, e nao
andariBo tao fura dos eixos. Nao se procurSo, como
cunipria, bomens para ot lugares, mas lugares paraos
bometii.
A presente sessao da issembla provincial deve ne
t ariamente participar deste estado de cousei. E com
( ilo, o mismo torpr, que se nota no espirito publi-
co, parece baver-se communeado acamara; porque
nada Icm por ora ah aj>parecido, que denoto exaltacao,
cu egitccSo como o anuo passado. Asscssies leein es-
tado pouco nterossante discutom-io alguns projec-
losde annos anteriores, con.o posturas de cmaras, c
outros Je pouco momento. At so nao sobe ainda
queui he que lem de dirigir a maoria, ou se esta se
dhidir cm grupos, como be mais provsvel,visto que a
opp sieao,representada por inpplen'ei, e collocada em
posiio precaria, be lao pouco numerosa quo nao podo
pela sua resistencia operar o milugre da concentraran
das torcas adversas, Dizcm mesmo que olgumasques-
toes se preparan que pdem suscitar graves debates on-
Ire membros influentes da casa; mas nada por ora
lem transpirado, lie ludo calmarla podre e ruar bon-
iciro, dentro e lora da assombbia
Ser,porm,estacalmaapparente um signal de apro-
xmaciio ou syiiipathia occulla entro os partidos? Nao;
mas un armisticio tcitamente convencionado cnlie el
les para se relazereuii lindo o qual, vollrao de novo ao
combato com os mosmos ou ovis cheles, o tfio incar-
nicados como d'antts,
[./Perista.)
CEARA".
7 dr mato.
lie una lo.ra ua tardo; enhilo docbognr nesta capital
r.< Srs. Drs. Machado, e Thcofilo, fugitivos do procesan
que Ibes orgnnisou o tocleralo tiibdclegado Rufino Fur-
lado de Mendonca, por ciinif de resist ncin a ordena le-
gaee) quandomesmoelle nao fussoficticio, pcrlencoa
claaso dosdereapunaabilidade Fot cercada a casa do
irimciro por 2(1 pracas, o se impoi Ibea condicio dere-
lirar-sc para estacidade, quando nao qiiitesso ir para
a luidoia!!
Tudo isio be bello, ludo he ordem ; ludo hosocego 1
-O presidente da cmara, o Dr. Ponte, oSr. Franca e
maia outros and&o lodos errantes na maltas, onde a-
ckflo seguranza! I
31 de mato.
Ainda, ha pouco, referimos o rcvoltante proccJimeo
to do delegado do polica do Cascavel, bavido para com
o instructor da guarda nacional daquelle municipio, o
ajudanle Brrelo,-i quem S lixc pondo em liberdade,
c mandando quo losse continuar no cxcrcicio do seu
emprego, ossegurou, que nada solreria, o que os pro
'ceos nao se formariao, e vndo o delegado a esta cida-
dc, dcpois do occorrido, era muito do suppor, que as-
sim suceedene: porque S. Exc. teiiado er.probrar-lhe
.seu procedimento, mas os cacetistasque dovastao a pro-
vincia ncnbum caso fazem do pobre bomem; clles s
cumprom e respeitio as niinuac&es e instrucces dos
seus corilcos, o "a prova bo, quo o delegado, cheganilo
ao Cascavel, cm lugar do observar as deierminaijoes de
b. Esc, organisa um proeisso imaginario, ooqual n-
volveoajudant liarr. lo e o cadete commandantc do
destacamento, que chegou a 2 capital, nao acontecondo o mesmo com o instructor,
porque aqu se achava. empando o arrojo a ponto desse
d legado ofliciur a S. Exc. quo se nao approvasse a sua
resolucao, que o demttisso.! 1 Consta nos, quo o viga-
rio Saboia dissera, quando o cadete entran preso nesta
cidade, que agora quera ver so S. Exc. o livraria mais
io procetso!
Lsto vigario, autor s:m duviJa do semelhantei perse-
{jicOes, e as ques nao sao cslranhos o hojudo carrapa
lo, o o proprio secretario do Sr. Vasconcellos, antes da
ch'egada do cadete ja contava tudo como occorreo: tanla
ora a certeza quo tinha de que o seus mandados erao
ejecutados com preferencia sdeterminacoes do presi-
dente I !
Form, em vista disto o que lana um presidente.que,
conscio do sua propria dgnidade.quizcssc rospeilar o lu-
rat quo oceupa ? lira demitlir immediatainente este
insolente delegado, emandal-o responsabilisar; maso
pobre, qjc resido em palacio, nao bo pres donte da pro-
vincia b" instrumento cgo da laccao dcsorganisadora;
ios ses prmeros arrancos mandos lavrar a portara do
dcroiBsao, porm o hojudo carropato, que dcsta vez que-
brou o protesto quo fzera do nao ir mais a palacio, ven-
do deseita a sua obra, e punido o seu queriio desordei-
ro reo de polica, dirq;e-se a S Exe., o consegue que
se casse a deinissilo I quem assim procede he amigo
do S. Exc; quem obriga ao governo da provincia robai-
xar-so lao indignamente procura acreditar a adminislra-
(.'5o do Sr. Vasconcellos ? Cousas ha que se nao deven
pedir, o ainda menos fazor-se; esta bu urna dolas, i^ao
miseravel figura est representando o presdento do
Cear 1 /
/Veras victimas.
O punhal e bacamaitc continuao a deciJir da sorte do
cidadao cearense; a mpunidado cresco de urna maneira
horrivcl; a consterna('3o e o receio so v.-.i apoderando de
lodos; os annuncos tao diarios; as victimas se apont'o;
vultos apparreein cm diversos pontos desla cidade: a
poca est para assim proceder-se; porquo o (acinora
dispoo boje de ludo, o he s a quem so respeita. Ainda
a 28 deste {mey do maio) foi assassinado um pobre p&i
do familia, cidao manso, o pacfico no lugar Cauipe,
do nomo Vicente Lopes doAmaral: mesmo d'enlro
desta cidade acaba du haver um gravo ferimento (eito
em um soldado de primeira linha; e assim marchSo os
nossos negocios, o a polica nada obra; no ha mais res-
peito nem temor algum; tvrrivol estado! Dos nos a-
cuda. (Pedro II.)
1'IAUIIV.
O padre Mannel Quntno do Hrilo, vigario collado
de Paranagun, foi brbaramente assassinado com qua-
tro punhaladas, a 15 do uiez do abril pelas oilo horas
da noute n'uma das ras princ paes da cidado de ei-
ras. Dos 4 ou C assassnns quo o atac6iao, s um loi
preso; he soldado de primeira linha. O padre era um
dos mais distinctos o decididos upposicionislas admi-
nistracSo bestial, que pesa sobre o infeliz I'iauby. Esta
(ircumstancia, e a de ter sido o assatsino perpetrado
por soldados de primeira linha, comanlo arrojo e es-
cndalo, fai acreditar geralmcnte, que o golpe Iho voio
do alto, o foi dirigido por pessda influente na poltica
dogoicrno. 'l'al lio pelo menos a persuasSo da opposi-
cao piauliyensc.
I'oro igualmenlo cssassinados na Piracurca o de-
legado de polica Miranda, 111 vi I la dasltarras o promo-
tor publico. Tudo induz a cror quo a poltica bo a pri-
meira occasiae deslcs altcntados, quo vao reduzindo o
l'iauhy ao mesmo estado do Cear e Pernambuco, on-
de o assassioato esta na ordem do da,
[A llevista.)
. i *_(. -. t;
-.:i.- icstiV MJ'J^w.'.-vuviv.inutAsa
PENMBCO.
u III111. c Ex ni. Sr. Thoinai Xavier Garoia de Alrae
da sanooionuu o mandn publicar cm dala de l'.i de maio
do crrente anuo a seguintc :
LE N "l'i-i.
A atumbla legislativa provincial de Pernambuco
decreta.
Artigo 1." Fina creado, nesta cidade,nm conoellio ge-
ral de salubridade, oiiinposto de tre dontorca em me-
dicina, versados un esludo da hyicnc publica n da me-
dicina legal, C do don pliariiiieeulieoa experimentador
proanalyaeebimioa e)iraticas loxloologlcas. Alin de
le.s cinco Miembros titulares, havera dous adjuncin, que
lOrAli l.inibem doiilorrs OIU medicina, 11 quac suppri
rao os tres prinieiro em sena impedimentos, e trabullia
r oolloolivamcnlo com elle.-', quando as nccessiJodes
nublicei o rcuiamarem.
Art. 2." O conceibo ter um presidente, que vencer
o ordenado de um conlii <- lmenlos mil res; um secre-
tario c um medico do municipio, que perceber, nada
um, tooentos mil ris.
Art. 3 Em cada municipio da provincia haver un
facultativo, quo ser considerado como delegado do
eoueillio do salubridade dcsta cidade, olera nmagrali-
fieacffo, que nao devora exceder quatrooentos mil ri,
nos termos de Goianna e Victoria, e i tresentos mil ris
una ileiu.iis da provincia.
Art. '1 Estes divcisos funceionnrioa, na organiaacao
do concellio.ter.'io nonicadn, pela presidencia : iualalla
do que seja o referido eonoelho, aerfio \* fagas preen
chillas mediante proponas do mesmo, dirigidas pre
sidencia, (pie escollier entre Iros candidatos propostos.
O membros ailjinelos picenclier, porin, ns vagas
dos titulare* indi'peiidenle He propoSlA, O SCguilldo a or-
dem da nnliguidaue.
Art. Ao COncelllO do salubridade incmiibc inspec-
cionar, vigiar, o prover aobre iodos oaassiunptos, qui-
se riTeriiem hygicne publica c t polieia medica; 0
mili detormlnadamcnlo Ibe enropetci i- propagar a vao
cia, ciliar a pureza e ellieaeia do puz; 1" vieilar a
(irisos e casas de soce.orros publico!, c examinar Ibes
f'reqiiciiteiucnle calado e o rgimen) 3." iimpeccionar
os eslabeleciinentos indoslrises, fabricas eolTJcinas era
relaelo a aade publica; 4 examinar a (ilanla o mais
oireuinatanoias das cidade, villas epovnacGos, sua pra
gas, mercados, reirs, aqueductos, matadouros,csterqui-
linioe, c mais logares do cuja infeccao poda resultar
pi'cjnizo gatillo (iiiblica; i>. vigiar obre na crniilerioa,
catacumbas e outros quaesqoer lugares de nhumaeso;
(i.(1 curar dusnioios do prevenir as epidomias Indemicas,
e contagii'8, e verificada a apparico de laes flagcllos,
acoordar no iratamento quo a exporicnoia baja reoom-
mendado como mais adequadu o eflleat; 7. reprimir os
effeitos do charlatanismo, ou aeja no que toca a pratica
da medicina, ou no que respeila venda de drogas, ou
onacaquer preparatOes pharmacenlicaa S a examinara
sanidadodos aliinenloa desuado ao consumo publico,
c prevenir a folaificacln da bebida; !) visitar o* boli
ca, anal.sar o remedio lUipeitOS, e assim tanibem vi
ciar obre a materia do vasosenqiregado.
Art (." T.imbeiu inouiube ao concclbo geral do salu-
bridade; I." (iiojuir ao presidente da provnole, asea
niara miinieipaos, ao eliefede polieia, o 1 qoacaquerou
iras autoridades ou OorporsCfl*, como Por conveniente,
todas e qoaesquer medida, e providencia, lendenles a
melborar oetado da sande publica, ou i\ acautclar o seu
cmpcioranienlo, C8|ieeialmenle a que reportareni s ma-
lcra do ai ligo aiilecedeiile, 2 colligii-, o eoordenai
lodos os liados o nialcrias, que frem necefsarias para
claboraciu da calatialica medica da provincia; 3 alis-
f.ucr as requisicCS, que forera feitaS peloS diversos che-
fes da ropartijes publieas, em ludo quo Por rola tiro a
livgienc publica; ." dar inslriiece ao facultativo do
municipio, vigiar no deaempenbo de suai obrigacoes,
Upetintenderem seus acto, quando fr conveniente, t
informar presidencia i cerca da idoneidad*, e procedi-
nienlo do inclines; B. organisar relalorios, e formular
ooneelbos medioo-legeea, quando for misier, cercado
variados pontos de inedicina Irgai, que frem debalidos
110 foro, tina de esclarecer a jiiatica.
Arl. 7." O concclbo do aahibridadc publicar opporlu-
namento as folbas da capilal todas as notioias, o regu-
laccs quo frem relativas a polica medica desla rodada
c provincia, o liverempor fin o melhoramento da aa-
do publica; o lodo os trimestres aobmettora ao conhcci-
mento da presidencia o rotatorio (loa sen trabalhos.
Art. S u Alom das obrigaedMt, quo Ibes ao ioi])i)Stas
como delegados do concell.o geral do aalubridado, a
quem siio inmediatamente subordinado, e do (piein re
ceber as necessarias inslrucee e regiil.imentoa, os
facultativos dos municipios sao obrigadoa; i." a vacci-
nar aa criancas, o nutras pessooa nao vaccin adaH, ou qoe
dovJo sel-o iiovamente; 2. i fazer oorpos do delioto.au
tpalas, e quaeaquer outraaoveriguaces do dominio da
medicina legal, que frem requeridas pela niitoridadc
publica. Batas diaposices comprehendemenmprlaamed
to o medico do municipio.
Vil. 1). Ncnbum do membros do conccllio lo aalu-
bridade o eos delegado. rcceberO, o excepto do sen
ordenado, alario, nem relribuicao alguma pelo desom-
(icr.ho de funcre ofliciaes.
Disposicoes diversas.
Art 10. O eonoelho geral de alubridado organiaar o
sen regiment interno, 1.0 qual estabeleccr as devidas
raers (.ara n seo regular andamento, o bom deaempe
nlio das obrigace dos aeua respectivos iiicmbros; O do
facultalivoadoaniunicipioa. late regiment 11J0 IcrA,
porm, vigor sem a approvacflo da presidencia, que o
wder modificar como julgar conveniente.
Art HA preaidencia da provincia, ouvido o eonoe-
lho geral de aalubiidado, fari a d8triboiSao da cou.ig-
naci marcada para aa suas deapezaa, e fiscalizar a exac-
ta anplieac-io da incsma.
Art- 12 A providencias euggeridasj.cloconccllio ge-
ral de salubridade c sua sanitanana regulaces, serio
examinadas pela presidencia, quo as mandar por em
pratica, quando o Julgar convenlenlo.
Art 13. concclbo eral de salubridade, pelo inter-
medio da preaidencia, aollicilart todas as iitVirioacee,
p eclareeimenloa que frem necessanos para o exacto
deaempenlio da uaa funeces. ....
Arl l'l. A presidencia da provincia designar o edifi-
cio cm une se lllo de celebrar as sessdes do concellio ge-
ral de aalubridade; o a.-erctario do concclbo he obrigado
auxiliar o medico do municipio cm ludo qiianlu n
prsenle lei Ibe he proscripto.
Arl 1). Fieao desde j abolidos os lugares del.Oe
> O nirurgiBo da vaecina, e de nenhun eifettu toda as
.lis,, sicoes legislativas concernenle a tac lugares.
Art. 10. Fieao derogada todas as lea c diapoaieucs
em contrario. _
Paco da aseembla legilalivo provincial do Pornam-
bueo lo de maio de IS.o.-Francisco de Paula Caval
canti de Albuquerque Lacerda. vioe-pres.dento.-f ran-
ciscoXavier Pues llarreto, i. accrciano. Custodio
Manuel da Silva uimares, 2. secretario.
CMARA MUNICIPAL-
3.' SESSAO OBDUURU EU 4 de lOMBO DE 1845.
Presidencia do Sr. Jiego e albuquerque.
Achando se presentes os Srs. Cintra, Mello Caval-
cnti, Nery, Carneiro Monteiro, llego Barros, 0OI1-
veira, abriu-se a sesso, o foi approvada a acia da ao-
lecedente. O Sr. lvera pedio lcenc,a para retirar-
se por acbar-se inconiniodado, o lho a foi concedida.
Passando-sc au expediente mencionou o secretario
um aviso do ministro do imperio, cm o qual scontili-
cava a cmara de ter sido nomeado segundo vice presi-
dente d'esta provincia o commendador Manoel dcSouza
Teixeira Inteirada. mandou-so archivar.
Um olico do presidente da provincia, designando a
hora do meo da de 5 do corrente, para sor juramenta-
do o supradito vce-presidente. Inteirada, mandou-
se archivar.
L'm outro do mesmo Exin. presidente, respondendo
a cmara, que a elle se dirija, quando bouver necess-
dade provada do sor alienado o plano da cidado a requo-
rimenlo de particulares. Intcirada.
Urna carta de Manoel Jos de Medeiros, remetiendo
uns impressos relativamente ao melhoramonlo do meio
circulante. Mandou-se archivar
Um cilicio do fiscal de S. Jos, mencionando o tota
do rendmento das multas no mez Je maio.Inteirada.
Uutrodo mesmo fiscal, pedindo providencias sobro o
grandoaeougue das Cinco-Pontas. A'commissSo de
peti^oes.
Uulro do cordoador, psrticipando nao ser mais preci-
sa a scntnclla da ponte da ra da Auiora. Inteirada,
e que so cilicio ao Esffi. presidente.
Um outro do fiscal da Boa-Vista, parlicipando o re-
sultado das multas no mez de maio, o pedindo o paga-
mento de algumas despozas miudas. Mandou so pas-
sar mandado. -
Outro do fiscal de S. Antonio, dando informacoes so-
bre a casa de Josa Eernandes Eiras. A quem as re-
quereo. ....
Outro do cordeador, informando sobre o requenmen -
to de Antonio dos Santos Serpa. Quo n'esse senlido
se officie ao presidente.
Oulro do cantador, inlormanlo sobre o que restadas
quotas para nivelamcnto das ras, concert de predios,
e companha de rberinhos. Mandou so quo a despe-
za da ponto da ra d'Auora seja levada verba para
nivelamcnto o calcamenlo das ras, votando contra es-
la decisio o Sr Mello Cavulcanli.
Urna carta do cidadao Manoel Cardozo da Fonseca,
olerecendo cmara um terreno, quo tem na ra con-
tigua a d'Aurora, no hairro de Santo Antonio, e oc-
recendo se a assignar a cessSo. Que se ofiicie ao pro-
curador para promover a acccilaco judicial, e seres-
ponda convenientemente ao supradito cidadao. Ofi-
cou-so ao vce-prosdente para vr prestar juramento.
O Sr. veriador Carneiro Monteiro leo um parecer so-
bre conlas doporteiro, e foi anprovado. Mandou se
Pa8ar- J A .-
O Sr. Cinlra requorco urgencia para se dar destino
planta da Capunga. A cmara deliberou, que se
rcmettesso commssao do edificacao para dar seu pare-
cer com urgencia
E eu lodo Jos Feneira de Aguiar, secretario
aescrev. Mello Cavalcanti, pro presidente. 9/-
veira. Carneiro Monteiro.Cintra Manoel Har-
tos. Dr. Nery da l'onsecu.
CORREIO.
COBRESPONDFNCIA DA C1DADB B TROVINCIA.
O aeua com|ii)8torcs ainda ac nao habituarlo com
s nieus garranchos: oonfesso que tistecous.i be ter m
letra para quem escreve para jomaos mas o lempo quo
tein corrido desde que tomei o encargo de seu oorreio,
[larecia-me 8iillii;icnlc para ipio ellos j me deeifraaaem
atacbigrapbia informe. Paciencia! Na minha oorree-
ndenoia de quinta feira levanlriio-uie elle falsos aoa
pares; porm cm fim um leitor atilado pode eotender o
|U0 eu quera dizer, mas na ultima de toxta feira troc-
rao-nic urna jialalavra que nio devo deixar passar sem
observacao. Dizia cu, fallaiiilo acerca do batalho, quo
para aqui veio, que certos milianles roa de polica so
andavao intromctteiido com o aoldado &e e^e. o
.-lies trocaran me a palavra miliantc para militares; no
pie todava bom e v que lia absurdo, porque entio
nao seria a cousa tanto do cslranliar; poil quo as rela-
ces abi erao naiuraos.
O noaao vico-presidente ha demostrar para o qno
prcata: a praia representada ao vivo na presidencia,
111 polica, na guarda nacional, cm toda aa posicoea
ollieiaes, ha de |ir esta provincia um brinco, vl-o -
bao! No (irimciro dia tres demisaea, una pedida mas
illeg.il, miIiio a praia, una legal subi a praia, nina arbi-
traria subi a praia: lirada a primeira, que mo devo en-
trar em linha de cunta, c leudo bavido 110 segundo diu
qiialrodem6i"ieteino8aprogre8sao2,'l,S, 10,.">2,C'l&.e,
o que dar, no fim de 8lias de vico-presidencia, qui-
nlienl.is edez demisaes! AollSo que he muito ? pois do
muito mais julgo cu oapai a rapaziada, e quando nio
lembrem-se que sem se desviar da lei, s no artigo
polieia no municipio dacapital pode ella cfFectuar
mais de 00. Ora agora ajunleoi-lbo todas a mitrase
maia as llegaos, &c C0- c digio-me no o meu caloulo
tem alguma consa de exagerado.
Asprimciras trea demiaaee doque fallei foro a do
ehefo de polieia para que foi nomeado o Amida, a de ca-.
(lilao de (Milicia Joto do liego Barros, de quem foi suc-
oeasor o Miguel Affunso, e Bnahnenle do Dr. Perelra
de 2." para 0. tupplento de juil municipal da primeira
vara.
No segundo dia foro o coniniaiidaole geral de polieia
Pedro Alexundrino substituido pelo Antonio Carneiro,
1.".....nniaulanle Camp'.'ll aubsliluido por Joo Mon-
teiro d'Andrnde Malvinas, 2 eominandante J-18 l'ran-
ciaco Carneiro Monleiro aubalituido pelo Cuiiegundes,
c 3. commandanle Rarballio aubsliluido por nin meni-
no, de quem a me aonbero dizer que ao chama Moracs.
Eal pois definitivamente abolida a policial Cbcfe civil
Arroda, obefe militar Carneiro ; pilcm conipadcccr-ae
laca iioineaees com couaa que leulia vislumbres de po-
lica? Os felos o mostrar.
Hontem houve na llieaouraria provincial um escndalo
extraordinario: o portoiro daqnellareparlicio insulten
verbal o pobleamenio o contador, porquo este o havln
reprehendido por falta de eiimpiiinenlo de seus devo-
res; ao que me dizeni O porleiro merecia a fraterna ;
mas acudo praiciru, ejulgandu-so ,com rasgo, nodirei-
to de fallar o respeito (i seus suporiores e de obedecer
aoa suas caprichos, nao tcvcdiiviJu de insultar o aeu su-
perior, anda que nao tivesse elle a pecha de baroniala .
e de maia foi o contador tocar-lhe cm um dia de glorias,
n com calrondo repellida
De nada quauto tem apparecido neates das do ra ida
des, lio u ve pera mm cousa que tanto me excitusse o riso,
como corlo artigo que 1 no aeu Diurio, do lionloui. e no
qual lalvez Vina, nao rizesaem reparo. Fallo no anniin-
cio do espectculo annuuciado para boje no tliealro
e.'.poeiro, cm applauso da (iiisae do IhhUSTKlSSIMO
E EXCELLENTISSIMO SENHOR VICE-PRESIDENTE.
Quem ha hi que se nio escangallio ao ver que o Gam-
boa dedicou posse do tal vice-prcsidenle, a comedia
111 FUGiims DA i'iusai'i 11 \ i.vs'i ii.ii \, no que j ha muito
de que rr; mas aobre tudo a farea o pAa-vonis7 Uar-se-
ba (-aso quo o Gamboa qoiaesso casuar com ns rapatos?
I)ar-8C ha caso, que com toda a ana perspicacia nao vase
o Gamboa Oquerque seja de analoga entre o aeu espec-
tculo c o objeolo da dcdlealoriar Nao me quer pa-
recer; mas 1 in fin viva n cacuada, e na verdade be bem
lembrada.
IIIUIII) DE lEIAAJliC.
SCI UUI l|,Vl,v,..
I)ospachar5o-so as pclicoes do Anaslacio Aavier Ue
Coulo Domingos liarreiro Francisco I.uiz de Car
taino Franca & IrmSo Miguel Felicia da Silva
Jos Mara Freir GamoiroJos Francisco Collares
Jo5o Jos Ferrora da Silva Jos Joaqum do Fre-
Las Guiarles Jos Goncalves Curado Joaqum
Jos Dias Ferora Jos Goncalves da CruzJoio
llano de Barros Luis Jos Marques Lnil de Fran
ca Mello Jnior Manoel Antonio da Silva Molla
Manoel Joaqum da Silva MBnool GonQalves Ferrei-
ra o Silva Manoel Figueira de Paria Mana Xa-
vier Manoel Viera Lima Mara Marcelhna do
Espirito SanioPaulo Pereira Simes; e dndose pa-
ra ordem do da a coolnuaeao da roetma, levantou-e a
O vapor Imperatriz, que hontem chegou do Norte
deixou sem alemelo aa pruvinoias por onde passou.
Por alguna artigas que deixamos transoriplos dosjor-
nace qne recbenlos, pdem os nossos leitores avallar o
que por l rai. 0 lixm. Sr. Dr.Zacaras havia chegado
ao Maraiilia 1 c seguido para o l'ia-iby, onde a ana adini-
natracao pora termo ao malea que olli dorramou com
inflo larga o inepto conde do Rio Pardo,
CGMME-v,.aa
Alfandega.
Rendmento do da 7.................12:5G7j>tG9
Descarrega hojt 9.
Galera inglezaColumbasmercadorias.
HrigueJoscph Coiopcrlhewait dem.
PRACA DO RECIPE, 7DKJUNH0DE 1845.
AS 3 HORAS DATADDE.
nr.visrv SKMANAL.
Cambios EfTectura -so Iransages regulares a 25 '/
d p. 1S rs e a i 11Ja ha saccadores a isla quo-
lacao.
AssucarContinuao limitadas as entradas, ocont'na
a ser procurado do 1*300 I a400 rs. sobre
o ferro por arroba do branco; do 1*200 a
1*250 ris do imscavado encaixadd ; do
2*500 3* is. do hranco einbarrica e cnsac-
cado; e do 1*300 & 1*900 rs. o malcarado
dito dito
Algodo Tem sido procurado do 4G00 1*700 rs.
a arroba de 1.'sorte, e de 4sl00 4*200 is
da 2.*, sendo as entradas muito escassa?.
Couros llouvero vendas regularon a 110 rs. a libra.
liacalbao Nao bouverao miradas, o as vend.s lee 111
sido moderadas de 11*500 a 11*800 rs. a
barrica.
Bolaxinha Vendo-so a 3*800 rs. a mcia barrica.
Carne spcco CbegarSo dous carregamintos com quin-
te milairnhas, com os quaes o depo/ito lio
de (inte eduas mil nriobas, oasvindashV
n'io regulares de 2*600 a 3*200 rs. a do Itio-
Graode, eo*rs. a de Duucos-Ayres. _
MUTIL


Cha Hi'son Vendeo-so do 1*850 2} rs. a libra.
Cansa dem de 4*00 6 i)600 rs" a duiia'
Ferinos do trigo O depozito em prime ira mBo.
Dita de
ta semana, o em segunda do 3,000 ; a as ven-
das de lGj i 17S". u americana, ede lOj
208 a de Trieste,
mandioca Contina a ser grande a exlraccao,
o tem-so vendido a O rs. a sacca; ten do en-
trado hoje qualro cairegamentos de diversos
porto*.
Folha de ('landres Vendi-se a 23 rs. a caixa.
Entrao no decurso do semana 15 embarcacoes, e
sahirao 10 : existem no port) 46; sendo 2 americanas,
20 hrasilciras, 2 francezas, 2 licspanholas, 4 ingleaa,
2 porlu^ue/as^ "6 sardas e 2 suecas.
....^^aafc< W^^Mi^^^
Mo miento do S'oro.
.Vanos enlradot no dia 7.
Ne\v-Bed(ord, pelas ilhus da Sociedado ; 19 metes, ga-
lera americana Timeleon, de 340 tonelada, capilo
J. II. Browen, equipagem 28, carga azeitn de peixe;
ao capilo.
Montevideo; 23 dias, pataclio Iiespanbol Iiengo, do 110
toneladas, capilo Antonio Columer, equipagem 12,
carga lastro; a Joao Pinto de l.einos & Filbo.
Rio de Janeiro ; 22 dias, patacho brasileird Guapo, de
175 toneladas, capilo Antonio Marianno (Jante,
equipagem 14, carga carne e sabio; a Amorim Ir-
mSos.
Caniarr.il; 5 dias, patacho nacional Flor de Maroim,
do 128 toneladas, cnpitSo Manoel Francisco do San-
tos, carga (ttinhl do mandioca; a Amnrim Irma s
Rio de Janeiro ; 13 dias, briguo-escuna nacional Cor-
re/o do Biaiil, do 137 toneladas, capito Domingos
Jos Caetano, equipagem 11, carga carne ; a Gau-
ilino Agostinho do Barros.
Caravellas; 9 dias, byate brasileiro ConceicSo Grande,
de 30 toneladas, capilo Manoel dos Santos Ponles,
equipagem 5, carga (arinha de mandioca ; a Manoel
Joaquim Ramos o Silva.
S. Matheus ; 14 dias, sumaca nacional Sania Anna,
de48tonoladas, capito Antonio Rodrigues, equi-
pagem 8, carga larinha do nundioca; a Gaudino
Agostinho do Narros.
ditaes.
Jacome Gtra servindo de intpector, r/u alfandega de l'ernamliu:c.
Faz saber que no da 10 do corrente se ha do arre-
malar, em bata publica na porta d'allandega, urna
caixinba da marca M.S.N. .conlendo Irinla caixinbascom
linhasd Guimaracs no valor doflOOO rs. .apprehen-
dida no acto da conferencia do briguc portuguez Ventu-
ra Feliz pelos empregados que a lizcro Allandega, 0
do junho de 1845.Jacome Gerardo Mara Lumachi
de Mello.
O Illm. Sr. inspector da llicsuuiarla das rendas
provincias mando fazer publico, que, em cumprimen-
lodasordens do Exm. Sr. presidente da provincia, de
15 de fevereiro ultimo, c 27 do corrento, so ba de orre
malar em hasta publica nos dias 20, 23 e 25 do prxi-
mo futuro mi-z do junho, ao meio dia, a quem maior
proco offurecer, por lempo de tres annos o arrend-
incnlo do jardim botnico dacidado do Ulinda, sob as
comlicocs abaixo transciiptas.
As pessoas, <|ue se propozerem esta 8rrcmalscfio
compareci na sala das sessOes da mesma Ihesouraria,
nos dias cima indicados, competentemente habilitados
li para constar se mondou aflixaro presente, c pu-
blcalo pelo prelo. Secretaria da Ihesouraria das ren-
das provinciaes de Fernambuco,3l de maio de 1845.
O secretario interino, Jtao Valentim Vi/lela.
CONDl(,OES.
Art. i.' Ojaidim botnico (JeOnda be arrenda-
do por tresannos, pelo precoannual de duzentos mil
res pagos no (m de cada trimestre, entrando o rendei-
ro pa'a o cofre da ihesouraria com tantas leltrusquan-
tos frein os trimestres, na lrma da lei.
Art, '2. O rendeiro he obrigado a prestar danta
idnea,
Arl. 3. triennio do arrcndamcnlo decorro do dia
j.'dcjulho prximo futuro, ou do dia da posse, se ella
se verificar posteriormente.
Art. 4." O actual director do jardim dar posse del
le ao rendeiro, no pra/o improrogavcl de tres dias con-
tados d'aquelle, cin que Hie lr participado pela thesot-
raria, que oconlralo foi approvado pelo governo da
provincia.
Art. 5." Se vencido o pra/o de 15 dias, depois que
fdr approvado o contrato, o rendeiro so nao apresenlar
para tornar posse do jardim, presumo-se que rescindi
oconlralo, e pagar urna inulta igual o valor da ren-
da de un trimestre,
Arl. 0.* O rendeiro he oblgalo a lozer os reparos
do que carece a casa da residencia, a s. nzala, estriba-
ra, pacos e cacimbas, a fontc d'agoa (errea, o cara-
maoclllo, a oseada e asscnlos do mesnio, uosassentos
que llie lico em (rento aos lados do carninho, quo con-
duz as palineiras, bem como as latadaso pilares.
Art. ". Se lindo o contrato, os reparos nao titerero
sido feitos, pogaia o rendeiro urna n.ulta igual ao va-
lor da renda de tresannos, c be responsavel pelo dai-
no, que vier da demora dos repuros.
Art. 8 O rendeiro \io obrigado a abrir e conservar
abortas e limpas as velas, quecortio o jardim em diver-
sas direec&ei, e a conservar as arvores, eobjeelos cons-
tantes da relacao (unta; pagando pela infrurcao dista
disposioao a indemnisariio, que fOr liquidada.
Tliesouraria das rendas provinciaes dePcinambu
co, 31 do maio de 1815. inspector, JoCLo Bautis-
ta Pereira Lobo. Kst conforme. O secretario inte-
rino, Joa~o Valentim Villela.
O illm. Sr. Inspector da ihesouraria das rendas pro-
vinciaes manda faser publico, ein cumprlmerHo ila or-
ilcm do Exm. Sr. presidente da provincia de 20 do cor-
rente, que nos dias -U, 23 e 25 do prximo futuro me de
jiiulio se lia de arrematar cin basta publica, por lempo
de um anuo, na forma da lei, amia das barreiras das
ponles do Casanga a fujary, sendo a prlmcira pela quau-
lia de dous COOtOS de res, C segunda pela de UIU cont
e qulnhentos mil rls.
As pessoas quo se propozerem a esta arrematacao
compareci na miadas sessdesda mesma ihesouraria nos
das cima indicados, coiiipeteuleuieiitc habilitadas. V.
para constar se mandn atnxar presente, a publical-o
pelo pelo.
Secretarla da ihesouraria das rendas provinciaes de
Pcrnambuco, 23 de maio de 1845. O secretario Infer- das cadeiras se quizerem opnr, babili(em-se nos termos
no, Joao Valentim Villela.
=0 Illm. Sr. inspector da ihesouraria das rendas
provinciaes manda facr publico, que em cumplimento
dc.ordoni do Exm. Sr. presidente da provincia, datada
de bontem, Ir a piara no dia 27 de junio prximo fu-
turo, ao mel dia peante esta tliesoiirari.i, para ser ar-
rematada a quem por menos lizer sobrada l'ciliirado
nina carnada de barro no primeiro tai da estrada do
Norte, desde o caniiuho do I'mnbal ate o Varadonro de
(llinda, oreada na quantia de SCS conloa Seis ceuloi e
q 11.11 rula c sete mil rs., as quaes SCrO c.\ecu ludas con
forme as clausulas especiaes abaixo transcriptas.
Os licitantes devidaniente liabililados tonipare ao
no dia, hora, e lugar indicados, loni as suas proponas
ioriiialis.nl.h segundo o regulamenlo de II de junho
de 18-13.
Secretaria da Ihesouraria das rendas provinciaes de
Pcrnambuco, 28 de inaio de 1845.O secretario interino,
o. Valentim Villela.
n.ll si I ,AS ESPECIAKS A ARREMATArto.
> 1." As obras depcudcules. il'csta airriHolajo serao
feilas de coaformidade com o orcamcuto approvado em
23 de maio de 1845 pelo Exm. Sr. presidente, pelo preco
de seiscontosseis contse nuarenta esetc mil rs. (:l7/)
.2.* As obras principiar no decurso de um niet. e
scriio acabadas no de oilo mezes, ambos contados con-
forme ao artigo dcimo do regulamenlo das arrema-
tadnos.
3." O pagamento do importe d'arremata(o realisar-
sc-lia, conforme as prescripees do artigo 15 do regula-
menlo respectivo, sendo de oito mezes o praio da res-
ponsabilidade.
i." Para tudo o mais que nao est determinado pelas
presentes clausulas, segiiir-se-ha intciraiucnte o que
lispe o regulamenlo das arrematacoes de 11 de julho
de 1843.
lleparli(o das obras publicas, 2 de maio de 1845.
O engenheiro em chefe, Vuulhier
>ai> leudo concurrido houteiu licitantes para a ar-
rematacao do acabamento das obras da capclla-mr da
matriz da villa do bonito, oreados em dous eolitos de,
rls, o Illm. Sr. iiispector desta Ihesouraria manda l'aioi
publico, que ir novanienle praca dita empresa no dia
2U de junho prximo futuro ao nielo dia. Y. para constar
se mandn allixar o presente, c publicar pelo prelo.
Secretaria da Ihesouraria das rendas provinciaes de
Pcrnambuco, 24 di' maio de 1845, O seretario interi-
no, Joiio Valentim Villela.
DeularaQdes.
da lei.
Secretaria do lycC>, 5 do junho de 1845. No im-
pedimenlo do secretario, Hermenegildo Maicellinode
Miranda. (12
3=PeIoljc0 desta cidado so faz publico, que, em
eonsoquencia do que ordenou o Exm, Sr. presidento da
provincia, ir a concurso dadaladeste 40 dias ac
deira de prirncias lellras para o sexo feminino na villa
de Iguarass. Ascandidatas, que referida cadeira se
qui'crem oppr, habililem-se nos termos da lei
Secretaria do IvcCo, 5 de junho de 1845. No im-
pedimento do secretario, Uermenrgi.do Marcellmo de
Miranda. (9
5 Companhia de Bebiribe.
Os Sonbores accionistas da companhia de Iiebiribe
''o de roalisar urna prcslacao da 4 por cento (2*000
rs. poracejoj so'oro 0 \l\zT. de suas accCes, dentro do
prazo de 30 dios, contados de 5 de junho a 5 de JUIuC
do corrente anno. Fscriptorio da companhia emses-
sao do 2do junho de 1815. O secretario, B. J. Fer-
nandet Barros. 8
Companhia brasileiro di paquetti de vapor.
1= O frete de ouro embarcado nos pi quetes quan-
do no lor pago na mcsina especie dever regular se
pela maneira seguinlc : redu/ir o ouro a papel pelo va-
lor que a dil:i moeda valer no mercado, e carregar so-
bre o resultado o Irete que corresponda a quantia em
papel segundo a tabella; o niesmu so deve entender eoill
a prata devendo ser estes dous met.es previamente
despachados. 8
Avisos mundillos.
O vapor Imperatriz recebe as malas para os por-
Is do Sul, boje (9) ao meiu dia, devendo acbar-so no
correio a cssa hora tudas as correspondencias.
= Cartas seguras existentes na administrarlo do
correio, para os segundes Srt. Jo; Alves de Lastro,
I). Luiza Mara de Franca, Antonio Carlos Pereira de
Burgos, Fr. Domingos Santa Cruz Crea c Antonio Car-
los Francisco da Silva.
- A mesa do consulado desta cidade precisa com-
prar para o leu expediente papel ahnaco,peonas, cani-
vets, lapes, tinta, obreias, cariaco, e bunecas do gom-
ina-gracha : as pessoas que qui/.erein vender ditos ob-
jectos, injao se a referida mesa no dia 9 do correlo,
com as respectivas amostras, na certeza de que tero
preferencia aquellos que n.clhores gneros apresenla-
rern, e por menos tenderen!. Joao Xavier Carneiro
da Cunha.
1=U administrador da mesa de recehedoria doren-
das internas geraes adveite as possoai que leem a matri-
cular escravos, <|ue devem tia/er novas rdaces em-
bora nao tenhao a diminuir ou augmentar onumetodel-
les j dados, e que somenle deve sur urna relacao da-
tada o assignada : advcrtirido quo o lomeo marcado pa-
ra o recebimcnlo das r. luyos he o crrenle mez de ju
ni,o: e para que chegue a noticia a todos fajo o pre-
sente annuncio. Recife, 6 de junho de 18io.Fran-
cisco Xavier Cavalcanti de lbuquerque (10
1=() .administrador da mesa do rendas internas
provinciaes desta cidade avisa a todos os proprielarios
de predios urbanos da mesma, c fregue/ia dos A loga-
do., que desde o 1." do correnle mez so ronlo es Irinta
dias marcados por lei, para o pagamento,a bocea do co-
Ire.da respectiva dcima, do 2.semestre do correnle
auno (inanceiro; lindos os quaes,so proceder excesiva-
mente contra lodos os devedores, pelo principal e mu
ta de 3 y. ,ein que, na conformidade da lei.incornm o.
mesmos devedores, (|uc deixarem de pagar dentro desse
pra/o. liccife, G de junho de 18V5.Luiz Francis-
co de Mello Cavalcanti. (12
2=Pelo juizo da fa/onda desta provincia le faz pu-
blico para couhecinionto do todos o oicio do Sr. ins-
pector da Ihesouraria geral
Ufficio.
Nao podendo continuar a pratica de se darem, pelo
earlorio do juizo dos feitos da fazenda, guias as partes
para directamente enlrarom para os cofres com sommas
dequo sao devedores, porconvir boa fiscalisar;5o que
as entradas tose fucilo por intermedio do solicit.dar,
cumpre que V. Mp. ,um conformidade da dilibera(ao
tomada em sessao desta ihesouraria, deas providencias
a este rospeito, fazendo tr no mesino earlorio, que o
solicitador he o nico competente para receber taes
guias, odas partes as sommas respectivas, quando estas
as nao quizerem acompanhar alazor a entrega. Dos
guardo a V. Mine, Tbesouraria da provincia do Per
na minio, 13 de fevereiro de 1845.Sr. Clemente Jos
Ferrcira Costa, procurador, fiscal desta Ihesouraria. O
inspector, JvUo Goncalves da Silva. (19
3 Adminislruco do patrimonio dos orphos.
Pcrante a administradlo do patrimonio dos orphSos
se ha do arrematar a quem mais der, e pelo lempo, quo
ha de correr do da da arremalaeo ao fim de junho
de 1810, as casas n. 7 no largo da praca da l>oa-\ is-
la, o. 20 na ra da Madre do Dos, n. 41 na da Lapa,
e n. 43 na do Codorniz : as pessoas que quizerem lici-
tar poderao comparecer na casa das sessoes da mesma
administrado nos dias 9, 12, e 10 do corrento mez,
ao meio dia com -mis fiadores. Sala das sesscs da ad-
ministrucaodo patrimonio dos orphos, 4 do junho de
1845.J.M.daCrui, escripturario. (12
3 -Temi a mesma adminielracao de mandar pro-
ceder 6 facluia de tres camas para ocollegio dosorphaos
com a lrma e diiuenses das que l existem, convida
as pessoas que se quizerem encarregur de scmelhante o-
lira a coinparecerem na casa da dila administracSo no
dia 10 do presento mez ao meio dia para so (ratar do
ajuste. Sala das sestcs da administrado do patrimo-
nio dos orphaos,4 do junho de 1845. J. M. da Cruz,
escripturario. (9
2=Pelo lyco desla cidado se luz publico, que em
consequencia do que ordenou o Fxm. Sr. presidento da
provincia, iruo a concurso dadaladeste a 00 dias, as
seguintes cadeiras de primeiras lellras paia o sexo mas-
culino : a de Ouricury na comarca da Boa-vista, a da
I ../.onda l.rande nadePaja, as de Agoas-liellas e S.
liento na de Garanbuos. Os candidatos, que as rele i-
4 Para o Porto, a seguir em poucos dias o briguo
lortuguc/ Venlwa /'c/t'z,capil3o Antonio Francisco dos
Santos'.quem quizer carregar, u ir de passagem, para o
quo tem bous comino.ios, dirija-so aos seus consignata-
rios Mondes & Oliveira, na ra da Cruz n. 9, ou ao
referido espitfio. 0
3Segu viagem para o Ceara, no da 25 do corre-
le imprclcrivclmcntc, o brigue Ftlif, por j ter a maior
parto do seu curregamento, podendo uinda receber al-
guia carga a frete; assim como recebe pipas de ago ar-
dente, pelas quaes leva o Irele gratis, com-a condicio
do serein anegadas a!6 odia i0 do corrente : apossoa,
que llie convier, podo dirigirse a ra daCadeiadeS.
Antonio casa n. 25, ou ao capitao do mesmo brigue .Ma-
noel Jos Itiheiro abordo, ou na rus doVigario casa
do Firmino Jos Feliz da Hoza ; Irmao. (10
l=rPura o itio de Janeiro o briguo Principe .4ugus
lo sahir qu .ra eira, 11 do corrente ; he bom do vela,
o oflereco bons cominodos para passageiros o esertf s :
quem perlendvr,|,doenlender-se com Amorim lrmaos,
na ra da Cadeia n. 45. (5
l=Sagitario, bergantim brasileiro seguo para >
Ass prontamente no d.a 14 do correnle : pura carga,
ou passageiros, trata-so na ra da M Ja armazem nu-
mero 11. (4
l=Para o itio de Janeiro sai o briguo brasileiro
Minerva, do superior marcha; sai esta semana, tem
pouco lugar para ainda receber alguma carga miuda,
passageiros e iscravos a frete : os protendenles qucir.'io
entender-so com o consignatario Manoel Ignacio do O
li.veira na ra de Apollo n. 18, ou com o capilo a bor-
do. (6
l-=Para a Rabia sai o muilo veleiro brigue nacio-
nal.iiHi tonsiunra; sai esta semana, recebe carga
a Irele al quinta--feira: quem qui/.er carregar ou ii de
passagem,entenda -se com o consignatario Manoel Igna-
cio de Oliveira na ruado Apollo n. 18, ou com o ca-
pilo Mathias Ferreira liraga _________(6
J ,eilo.
1 O corrector Oliveira far leillo de umgiandee
variado sortinn rilo da fa/endas de todas as quslidades,
e po todo O [Teco, para liquidaiTm : quarta-feira, 11
do crrenle s 10 horas da manbaa, no primeiro a-
ilar da loa casa,na ra da Cadeia. / 5
visos diversos.
= A pessoa, quo annunciou p.rcisar de um feitor
para um sitio; dirija80 a ra do Caldcreiro n. 58.
2 (Jjucm precisar deum olTicial de pharmacia cn-
nuncie para ser procurado. 2
2= Koga se aos Srs do cngcnbos e as autoridades
policiaes do Sul, Centro o Norte quo apprebondo em
alguns dos seus respectivos dislrictos um moleque de
norne Cuspar com idade pouco mais ou menos de 20
annos, de nucao Loanda assemelhandu-sea crioulo ,
por ter vindo pequeo ; levou calcas de panno prelo ,
velbas camisa de algodo azul americano; ausentou-
se no dia 2 do corrente ; lio do mediana estatura tem
sulrivel figura sabe contar multas historias: queirao
apprehendel-o e rcmctlel-o a Fortunato Pereira da
Fonscca liastos na ra do Crespo desta cidade; o
qual se obriga por esta declaraco a pagar quaesquer
dspotas que so (aeaocom cssa apprchenc,3o de cu
jo obsequio protesta o annunciante ser eternamente
agradecido. 12
2Aluga-so urna prela para o servieo de urna caso ,
eosinha lava e engomtna muilo em conta, coman-
lo que naotaia a ra ; na ra das Cruzcs n. 30. 3
3a: Troca-se urna parda do meia idade, robusta e
sadia co/inln o diario de urna casa lava bem de var
relia o sabao e he boa para trahalbar do enxada por
ser criada no mallo por una prela que lenha as
mesinas habilidades ; quem quizer annuncie. 5
2Joaquim liaplista Moreira, confu do Portugal
nesta provincia, e agento da companhia brasileiro de
paquetes do vapor, tendo-se retirado temporariamente
para Lisboa, e Dio Ihe sendo nossivel despedir-sede
todos os seus amigos, e affeieoados, em razio do pouco
lempo que leve, pode-llies desculpa; o summamenlo a-
gradecido pelos favores e delicadeza com que semprc o
honrro os Pernumbucanos, os Brasileiros em geral,
eos seus compatriotas, so despede de todos com viva
saudadoe grata lemhranca, oflerecendo Ibes o seu dimi-
nuto prestimo iin Portugal. 1 i
5Nodio 4 do corrente a larde achro-se 2 cavados
na ruada Florentina, um solado, c oulro c m cangalha;
quem lor seu dono, diiija-se a estribara na mesma ra,
que, dando os siguaes cerlos, Iho scrS-> entregues, sendo
obrigado as despe/as quo fizerem. (5
2 Manool Joaquim Silveia transferio a sua resi-
dencia para a ra Velba n. 61. 3,
TERSA
DO CiUAIIELUPE.
As rodas d'csta loleiia correr
mprelerivelmente na vespera de
S. Antonio, menos que nao estre
a devoco a lo glorioso Santo. O
resto dos billietes ah e aclia
venda nos lugares | annuncia-
dos : a elles, e viva S. Antonio !
5Arrenda-se um sobrado do dous andares eloja ,
na ra do Nogueira n. 19 muilo fresco e com boa
vista e commodos bstanles, muilo bem pintado ; ar-
ren-e nao socada um dos andares como a urna su
pessoa; a trate, 20 *"* ^a-Vista com Manoel
Rodrigues Anjo. ,
3=Arrenda-se um sitio nosQuatlo-Canlosaa_Mtr-
da do Belem, (ronteiro ao do Exm. Visconde de lioian-
na pelo lempo do 5 annos a 200^ rs. annuaes, dan-
do-se ao rendeiro o primeiro anno de fogo morto, obri-
gando-se a luzer, (indo elle, a completar dous annoi,
as obras qu-3 falli no mesmo sitio como sejo ; estri-
bara coefaeira e quarlo para pretos tudo de pedra e
cal e alguns reparos na casa de vivenda o no portao ,
cujas obras entrars em ojuste no prego do arrcndamcn-
lo ; o dito sitio tem boa cusa do vivenda, com solo, boa
torra, arvores do fruto cacimba com boa ogoa, lodo
cercado de liu.ao, e portao; a quem convier dito arren-
damenlo drija-se a ra do Cohegio n. 10. primeiro
audar 12
2OSr. chcfcdc policio desta provincia precisa fal-
lar ao Snr. lose Alcxandro da Costa quo morou na
ra de S. Puta Nova sobre negocio de seu interesse.
3_ I.avo-se o engommo-sc com asseio c por muilo
barato prego ; na ra de S. lita da parle da ribeira .
n. 15, segundo andar. 3
3 lape vinagrinho.
F.sle superior rap (orna inviriavcl a sua qualidado
por nao nufar, nem seccar; n5o fere o nariz, nem pro-
du/ irritacoes vertiginosas, porque a sua composieo lio
a mais simples possivtl. A geral estima quo tem tido
esto rap pelos apreciadores de urna boa pitada, c a ap-
provaeao que a respeilavel sociedade de medicina Iho
concedeo remata o seu mais completo elogio.
Novas fornadas d'esleexcellenle rap, com a cor mu
escura, se achao venda nos depsitos da ra da Ca-
deia do Itecile, n 50, praca da independencia n. 28,
Aterro da lloa-visla n. 10, e Atierro dos Afogados n.
209, aonde so vende aljOOOrs., a libra de 5 libras
paro cima. O embrulho dosle rap be azul, o os rolu-
I is braneos. 15
o SENTINELLA DA UONARCHIA.
.' ubscreve-se paia este peridico da opposico da cor-
le, na liviana da prava da Independencia a razo de seis
mil ris por semestre, do 1 do abril por dianto, fa-
zendo-se logo entrega das lolhas al a ultima dala : na
mesma livroria so entregaran us folhas, que frcm che-
gando nao saos unios subscriptores, cuino tamben) ,'i-
quelles Srs., quo o sao desde o 1." de Janeiro dcsto
anno
Us Srs. subscriptores quem faltar algum dos nme-
ros de G10 a 614, e de 022 024, pdem reclamal-os na
mesma livraria, lendj a b miado de restituir os nme-
ros, quo hnuvcicm recebido duplicados (14
NOVA FABRICA DE MACHINAS.
i) estabcleciuicntn dosengcnhelros emachinistasMe.
CalluinltC, na ruado Iiruinu.6e8, acha-secompeten-
temente montado moderna para o concert de machi-
nas de vapor, moendas de caima c qualqucr outro nia-
chinismu. .No mesnio fabriciio-SC lainbem, com a maior
peiliicao, nioinhos < piensas de mandioca, aguilhocse
chuni.iciii.is de rodas de BEOO, velos i' outras pejas para
senarias, |i.n.ilusos de lodos us lanianhos, e qualqucr
especie de obra de ferrelro ou machlnista. (10
2 Oflercce se urna ama com muilo bom lei lo, para
criar; quem a precisar dirija-se a ra da Senzalla-Yo-
ih.-i n. 70 3
'.! I'iei i-1 so de mil homein quo estoja habilita-
do o fabricar f.izendas pelo mesmo melhodo que se
fabricao no Porloe em Lisboa : oque so achar nestas
circunislaiicias dirija so a praca da Independencia n.
4, para tratar de seu engajamento. 5
1 Pelo Juizo da segunda vara, escrivao Sontos ,ae
bao do arrematar as rendas do sobrado n. 1, na ra Au-
gusta por execucuo do Joao lavares Cordeiro con-
tra Jos Mara Placido de MogalhSes cuja arrematado
tera lugar no dia I do correnle. 5
- Ollerece-so urna pessoa de bons constumes para
lavar engommar e cozinhar em sua casa ; tambern
cose costuras chuas c marca, tudo com muitaperfeicJib;
quem de seu prestimo precisar dirija-se ao becco da
Unmha n. 3, que ochar com quem tratar.
- A viuva do finado Joao Francisco de Souza Peixe
pela ultima vez avisa aos credores de sua casa que ain -
do nao apre-oritai iin as suas contas, do as apresenlar ot
amanhaa para seren admididas ao inventario, que
dos bens do mesmo casal se est proco lando do con-
trario licar.i [ ora boverem especialmente de lodos os
berdoiros.
= (J Verdadeiro Regenerador n. 28 est a venda
nos lugares do costume.
= sellim em meio uso dirija-se a travessa do Marisco
n. II
No dio 2 do coirento furtrao, da ra de Apollo ,
um quarto de um comboi de assucar do engonbo
Jardim de JaboalSo; cujos signaos sao os seguintes: ruco
rodado tem sobre a p esqueruX marca de (erro o
tambern sobro o cochaoda perna dircila ou esquer-
pa tem urna veiruga nos peitos mais pora o lado es-
querdo tem urna cicatriz por causa de urna estrepada,
abano da cauda uuovc.snnuo o cuchan para dentro, di-
nas aparadas do facao : quem o achar ou delle tiver
noticia, dirija-se a ra do \ igarien. 10, ou ao en-
cenbo Jardim ao Sr. Antonio Pedro doS Brrelo.
Cjucm precisar de urna ama parda para o servieo
do urna casa de um homem solteiro ou de pouca fami-
lia dirija-se a ra do Fogo n. 50 que acbar com
quem tratar.
as Precisa-so de um caixeiro para um engenho '
e deum homem, quo enlenda de borta ; na ruado
Queimado n. 4.
Aluga-so urna preta para o servieo do casa; quem
a pretender dinia-se a ra do llozario da lloa-visla
n.45.
LADO


Precisa-sc do um cairciro para venda comprati-
ca de negocio e quo do liador a sua cenducla

. quem
estivcr nestas circumslancias annuncie.
Urna mulher parda que sabe bem pensar de
enancas, se oflereco para ama do ct'sa de pouca familia,
subjcitando-sua todo o servico inlerno da casa a ex
cepc5ode engominar ; a quem convier procuro em
Fora-de-l'ortas no licceo do Jos Teiieia n. 8.
ss Precisa-so de 12 a 18 pos do laruigeirai do cm-
Ligo (da verdadeira ) o que estejao em estado de so po-
derem transportar para lora da provincia em caixoes :
na na larga do Rosario junto ao quartel de polica ,
B. 18.
- Empresla-se dinheiro com penhores do ouro ou
prata dol a 20,000 rs. ; na ra do A::oas-Vordes
a *10 ; na mesma casa offereco-sc um rapaz para co
irar dividas nesta praea o fra dclla otn distancia de
duas leguas.
O abaixo asignado roga encarecidamente a
soa quo por engao lirou do correio ;irta n. 1008,
vinda do liodc Janeiro. l/'Vu .. uondade de mandal-a
^ntregar no AUn'rr.o da Boa-Viiti n. 18, ou lancal-a
no correio, quo o abaixo assignado Iba licar muito
agradecido. Octavianno de Souza franca
isa l'recisa-so, por 4 annos o meio do 4:000,000
rs. a juros do 2 por cont ao mez fazendo-se a pa-
;a em 3 pagamentos ; o primeiro em Janeiro de 47 ,
o segundo em o dito de S c o ultimo em o molino de
49: dando-se pata garanta a bypol'acca em um on-
gcnbo com mcia legua quadradas e torras mui boas, 2o
captivos 30 bois e inais utoncilios do um en'.enho o
qual dista dcst cidade r.O leguas ; a quem convier ,
annuncie para ser procurado. 8
1 Da-so dinheiro com punliorcs di1 ouro mesitio
rm pequeas quantias ; na ra do Itangcl n. 3 .
primeiro andar. 3
1 Aluga-se urna boa casa torrea com G quartos ,
duas salas, solio corrido cozinha lora, quarlo para
pelos, com um grande quintal lodo murado cacim-
ba com boa agoa do regar-so, bastantes frulciras ; a
tratar na mesma casa na ra nov.< da Aurora om S.
Amaro ionio da fundicao ou na ra Nova, venda
do Antonio Ferrcira Lima. (i
1= Aluga-'c o lerceiro andar do sobrado da ra do
Qaoimado n. 9: a tratar na luja do niesnio sobrado. (2
1 = Aluga-so a casa terrea da ra da Aurora n. 38;
i: m a pretender dirija-so u ra da Cadcia do Kocife
n. O. 3
1 Aluga se o primeiro andar da casa da ra do
Qaoimado n. l com duas salas mui espacosaf, e bas-
lantes commndos, cozinha fra i o acabado do pintare
preparar em 7 do corralo*: a tratar no segundo andar
da mesma casa. o
"Aluga se un>a casa do lado da sombra com 3
quartoso duas salas cozinha (ora, cacimba, quin-
tal grande e murado sita na Itoa-vista na ra do S.
Gonzalo ; a tratar na ra da Alegra n. 34. 4
l = Lm bomem branco casado, c babilitado a cn-
sinar as primoirat ellu so oflereco para dar lices
em osa? particulares inda mcsno pelas casas de si-
tios visuibos a Olla cidade e tambem recebe meninos
om sua casa para o mcsuio u'o c pioinetle o devido
d.-sempenho c preco rozoavcl : quem o pretender an-
nuncie, ou dirija so a ra da matriz d.i lioa vista, ca-
si n. 42; na mesma casa se faz todo o negocio com
um sitio no lim da estrada do Arraial para a do Mor
teiro que com a vista se dir as propon oes. 8
l=PreeM-M de um homcm idoso quo saiba per-
leramente grammatica portugueza Mina c Iranreza ,
enlcnda de toda a qualidade de oscripluracao c tenba
boa conducta para ensinar meninos, c servir de escro
vente em um cngcnbo, distanto dcsta cidade; adverlo-
so quo, se for padre, inelhor ser, em ra/ao do baver
urna capellana parase llie d.T : o pretndanlesan-
nunciem as suas moradas para Foreui procurados, ou
disijao se a ra da Roa-llora em Oiinda n. 'i.
lr= Constando ao abaixo assignado, que pcs mal intencionadas dcsta praea c tambem fra dclla
quo sao d- safectas ao annunciaiilo tom loito espalbar
| or lora desla cidade que o mesino aniiuncianto pre-
tende rctiror-sc lurlivamente para o Rio de Janeiro ,
com 0 intuito lalvez de I lie diminuir o concoito, ousi-
_ demento adquerido para com os seus correspondentes
agricultores : o annuncicnlo declara por molo dcst
annuncio quo tal boato he fillio nicamente do mOS
desejos o manevolencia o solemnemente despreza
intcncao do quem quer firmar o seu crdito com
detrimento do crdito alhlii: o annuncianto tem Icito
, onnuncios a respeito do inventario dosbens do seu casal,
, para poder prlilhar cm conscqucncia de seu divorcio,
, mis nao tom nada o seu inventario com os I8UI corres-
pondentes, agricultores: o abaixo assignado v-so firme
em habitar nesta cidade onde tem sua honesta oceupa-
( cfo = Joaquim Antonio de S Tiago Lrua. Ib'
1= D-so dinheiro a premio sobro penhores de ou-
ro ou prata hypclbcca ou alias bou firmas: na
ra largado Rozario botica n 12, se dir<;um di.
tas n. 96 a fallar com Joaquim Lopes de Almeida ,
caixeiro do Sr. Joo Malhers 5
Vendas.
3=s Vendem-se na livraria da praea da Indepen-
dencia ns. o8, ossoguiutes livros: Sontencas es-
piritases, 4v.; Historia abreviada da religiao 2 v. ;
Retrato da motte, 1 v. ; Goso do si mesmo 1 V. ;
'randea d'Alma, 1 v. ; Religiao do homoin honrado ,
1 v. ; CbrisUo do lempo presento 1 v. ; Carcter da
amizade, 1 v.; \erdadeiros interessesds patria, 1 v. ;
Agricultura simplificada, 1 v.; Universo inigmalico 1
v. ; I.ingoagem da religiao 1 v. ; Lniao da philoso-
phia com a moral, 1 v. ; os Amores de Napoleo com
estampas, 1 v. ; Alfabeto da malicia das mulhores .1
v. ; Summarip da lliblioteca aVrdTia,ti v. ; Dcadas
Ou liarros e Couto, 24 v 3
21 ATTENCAO!
Vende so a MO o Kio rs. o covado de chita di-
tas Anas escuras a 220 rs, o covado cliila a 140 rs. o
covado madapolSo a ISO e 180 rs. a vara ditos ti-
nos a 200, 220 o '240 rs. pannos finos pretos o azuos a
:jiM rs. o cavado de urna linda vista, serviiido o pri-
meiro para pannos do pretas e o segundo para farda-
mento do pancrn meios chales de cassa do quadros a
>60 rs. co.-lesdo lanzinha do bonitos padrees a 3200
rs. do lo cnvados, algodo trancado azul mesclado a
24o rs. o covad zuarlo azul do vara do largura a 261'
rs. o covado muito boa (aieuda para pretos, lencos do
cassa pintada a C0 rs. algodo liso de muito boa
lualidade a 160 rs. a vara dito americano largo a 221!
rs. a vara muito cncorparlo casimiras de quadros do
i t.ii gosto para calcas a 1200 rs. o covado castores ,
ou riscadns trancados do quadros a 210 rs. o covado de
muito bom gosto para cuicas pecas de bretaulia de
rolo a 1800 rs. ditas do madapolo a 1*800 o 3400 rs. ,
ilitos linos a i,-, 4200 o 4000 rs. a peca, madrasle uno a
5/e 400 a peca, ditas do chitas a 5*200,5:>00 e 6# rs, ,
escuras bretanha lina de puro hnho^u 040 rs. a 'va-
esgui'ioda mellior qualidade do verdadeiro linho
ca da lin :or. inglcza o porlugueza ; novo metbodo de
Antonio Pereire; Horacio, 1 v. 600 rs; no paleo
do Carmo n. 3. 7
2 Vendo-so potassa russiana de uperior qualida-
de em barris pequeos; na ra da Cudria do Recito ,
armazem n. 12. 3
2 Vonde-se urna preta ama de leite com urna
cria muito bonita ; duas ditas' de lodo o servico de
bonitas figuras; um preto canoeirode 22 anuos; um
preto muito reforjado e proprio para campo padaria
ou armtzem do assucar; uma preta por 20W ri.: na
ru i Direita n. 81. 6
2 Vonde-se uma cabra com muito br-.m leite, por
engommadeira e lavadeira, ambos sem vicios nem
achaques; no ra do Crespo, luja n. 4- 4
1__ Vende-so um lindo moloquo do 16 annos, pro-
prio para qualquer servico mormonto pa ra pagom ; na
rm estroita do Rozario n. 31, 5
1_ Vendem-se charutos superiores de regala, che-
gndos pelo ultimo vapor, por proco commodo ; na ra
da Lingo'.a n. S4,segundoandar 5
l Vendem-ie, na ra do Vigario armazem n.
II,barricas e meias ditas do laiinba de trigo americana,
dita de SSS sal do Lisboa retroz de primeira e 2. *
sirte de diItrenles cores, massos de meias de linho,
fecbaduras grandes para portas do armazem um bra-
preco commodo: no largo de N. S. do Terco n. 16. (2|co de balance com conchas e correntes de Ierro e
2Vende-se um molecaocrioulo, do lannos, bo-1 pesos de duas arrobas, e de uma arroba at meia libra.
Compras.
2= Compra-se urna casa terrrea com quintal sen-
do as ras seguinles : Atierro da Boa-\ isla praea
da dita, Araglo,ConceicJo e praea da S. Cruz ;
a tratar na ra do Aragao n. 4 4
2Compra-so a obra do Moral pelo hispo Monte ;
quem liver anuunci''. 2
2 Compra-sc uma batanea grande quo sirva para
padaria que leja usada c com scus competentes pe-
sos ; quem tiver annuncie pjra sor procurado. 2
2Na ruada Cudiia do Rccifo n. 4o, cornpra-se e
paga-s bem urna escrava de boa figura e quo sej i pe
lita costureira o engommadeira. 3
2CompraO-sc para fra da provincia cscravos de
11 a 20 annos sendo bonitos pagao-so bem ; na ru?
da Cadcia de S. Antonio, sobrado do um andar do va-
randa de pao n. 20 1
B Compra-so urna colher de prata de lei de tiiar
soupa uma dita do tirar arroz c uma imagem pe-
quena da Conceico de ouro, para (escoro do me-|
nio tudoscm eitio ; quem tiver annuncio para ser
procurado. 5
1-= Cnmpro-so escravos de ambos os sexos, al 30
annos do dado agradando, pagSo-se bem ;, na ra es
troita do Rozorio n. 31, primeiro andar. 3
1 Compra-sc um preto ou moloque, quo saina
bem co/inbar. dando-so a contento pagando-se o
fino a 1500 rs. a vara c ssa de quadros para baba dos
a 3/ rs. a pcc,a corles de vestidos de seda com flu es a
30,^ rs. o curie mui rica fasenda sarja hespanhola
.nuilo cncorpada a .>00 o 2500 ti, o covado, canil raas
isas muito linas, de ara o tanto de largura a C00 e
800 rs. a vara riscadinhos trancados u 200 rs. Ci cu va
do ; advettindo aos compradores guo todas estas la-
scadas sao limpas o do muito b.aas qualidados alcm
de oulras muitas fasendas por barato preco ; na ra do
!ulb';io n. l.loja de Antonio do Azevedo Vili.arouco iV
Irmuo. 30
l Vendein-so lindos corles do chali do inelhor gos-
to a 1G^ rs. o corte, com listras de seda cambraias
de listras adamascadas a 520 ts. a vara cintas franco-
as muito finas, do vara de largura o de bonitos pa-
dres a 410 rs. o cavado, cscocezde algodiio para ves-
tido a 300 rs. o covado, brim trancado do supernr
qualidado, muito encorpado sendo do puro linho. a
1400 rs. a vara ; na ra do Collegio n. 1, loja do Anto-
nio de Azcvodo Villarouco$' IrmSo. !)
7Vende-se minio bom mili.o em saccas por ba-
rato proco ; no deposito do farinha de mandioca, na
ra 'la Cadeil do S. Antonio n. 19 3
6 \ ende-so toda a i|ualidado do podra do canta
ra lavrada e de muito boa quaiiJado ; o bota-so em
qualquer obra, que se ajustar, a 700 rs. o palmo ; na
ra Imperial n. 63, ou na travessa do Lima n. 1. 4
5 Veude-se sal do Lisboa, em g' dea e pe|uenii
porgues; na ra da Moeda armazuiti n. 7 2
5 Vende-se farelo em barricas, vindo do Lisboa ,
ao barato proco de 4500 rs. ; nos araran! do Bra-
guez ao pe do arco da Conceicao e de Antonio An-
nos, no largo da Alfandega. A
5 Nos arinazens de Das Ferrcira, ao p da Alfan-
dega c na ra da Moeda n. 7 continan su a vender
barris do superior vinho da figuoira. 3
B Yende-se cera de carnauba ; na ra da Madre
de Dos loja do Cimba. 2
4 Vcridcm-so quartaos noves c bem carnudos; na
ra da Conceicao da lioa-vista n. CO 2
4Vende-so, por precalo, urna preta que paga
400 rs. por da pelo preco do .'lj'0,000 rs. ; na ra
da Velha n. 119. 3
3 Vende so o sobrado n. 7, na travessa da Madre
de Dos de dous andares o sotao om chaos livres a
dinheiro, ou a prazo ; a tratar na ra da Cruz n. 60.
3- Vendo se cera lavrada para igrejas cm caixas
do 180 libras cada uma o com um sortimento do velas
desde mtia libra at 16 cm libra cada caixa ; no ar-
mo:em de assucnr na ra da Scnzalla-Vclha n. 110.
3 Narciso Jos da Costa ainda tem alguns cortes do
eslamenha para hbil > do tere iro franciscano, para
vender. 3
3 Vendo se uma mulalinba do idade do 13 a 14
annos muito sadia c do bonita figura ; n.> ra do
Collegio n. 1, loja do Antonio de Azcvodo Villarouco
& liman, 5
2 = Vcnde-so uma boa mesa de jantar o um apa-
rador, por proco commodo; na ra Nova, loja de
trastes n 67. 3
2Vendo-se uma parda moca boa costureira en-
gommadeira c cosinbeira com um filho de trez annos
do idede ; na ra Nova n. 67 primeiro andar. 3
2 =\ ende-so um preto da Costa de bonita figura ,
de idado de 23 annos ; vende-sc por motivos que so di-
rio ao comprador, para engcnlio ou para fra da pro-
vincia por preco tnuilo barato; as Cinco-Ponas
n. 154. b
2- \ende-seum guarda-roupa um guarda louia,
um trem com espellio o uma cadeirinha de Jacaranda
para menina de escola ; na ra Imperial n. 37. 3
2= \ ende- se uma casa torrea do taipa muito bom
cila coberlade tclba e ladrilhada na ra da Cobra
em Pedrat-de-FogO por prego commodo ; no Altor-
ro da lioa-Visla fabrica de licores n. 26. A
2= Vende-sc um lorrador o um moiiTbo grande pa-
rnoer caf ; na ra do Amorim n. 36. 2
Attenco '.
Ni ra do Qucimado loja do miudezas n. 2 4 ,
vendo-so marroquim encarnado o azul a 1600 rs. a
pello, c verde eamarello a l.'i.'io rs. o outras muitas
miudezas por mais commodo preco do que em outra
qualquer parle, como os comprapons podero indagar
o preco em qualquer parte, se o proco da dita ser mais
barato ou nao. 8
2 = Vcndo-seuin atlas geograpbico; historia univer-
sal por Bossuct; Virgilio em latim v. ; philosopbia
de Geruzcz ; burro do Salustio ; grammatica franceza
dial, que ostiver para ver so agrada; em 'ra de-Por-| por Scvcne ; os Luziadas de Camoes; nova grammati-
nila ligar sem vicios nem achaquos, e be bomofll-lfl nn*.;rr'---'>.oir.'nA(la
cWtjiidreira; com a condt^dwKe'r embarcado ii
ra fra da provincia : na ra da A urora n. 42 segun-
do andar, se dir quem vende. b*
2__Vende-se urna venda com poucos fundos e bem
afreguezada para a trra ; a casa tom commodos pu-
ra familia ; a tratar na ra do S. Rita n. 7 ou na ra
Nova venda n. 65. *
2 Vende-se a venda da ra Nova n. 50, na esqui-
na da ra de S. Amaro ; a tratar na ra da Cruz n. 46.
A rica tratlnccao do ChristO pe-
rante o scalopelo r. Lopes de Mou-
ra ipic lia tido tao copiosa extiaccao
uestes dias, continua a vender-se na livraria da esqui-
na da ra do Collogio cujo proprietario alludindo ao
annuncio inserto hontorn nesto Diario declara que
ta tradueco est restrictamente conformo com a XIV
recento cilicio do Pariz: por tanto os erros e salios ,
que a ignorancia ou a malicia pretendeo enxcrgar na
traducan, nao sao senao supprcssii's e emendas (citas
polo proprio autor nesta ultima ediyo qual se elo-
gio como dovia o distincto traductor iAIuura.
Advette-se outeo sim aos assignantes da traduccao
Cotafu que sobre nao podor esta competir, debaixo
da respeito algum com a traduccao Moma lora de
m lis o deleito de baver sido trabalhada sobre uma cili-
cio atrasada ( a iii ou 6.*); e por isso j nao pode ex-
primir tao lilimente as opinies e sentimentos que do-
minavio o autor ao lempo da odicao quo inculcamos.
Alguns ligeiros erros typograpbicos que nom se quer
inlerrompein o curso da leitura devem ser desculpa-
doi cm mprcssSes ejecutadas no estrangeiro. Pro-
co iSOOOVs. 23
2- Vende-se urna mu la linh a de I \ annos muito
lin la cose bom ; duas pretas do 12 a 16 annos, com
habilidades ; urna negrinha do 10 annos tambem co-
se ; 3 moloques pecas de idado de 17 annos ; 2 pro
los do 22 annos proprios para padaria ; uma negri-
nha da Costa do 12 annos, muito ladina; uma pre-
ta do 30 annos, por 3008 rs., que sabe cozinhar bem;
na ra das flores n. 21. S
2 Vendo-se um escravo do nacSo Baca do 38 an-
nos de idado ; na ra dasCruzes n. II. 2
2 Vendo-so salame de Bolonha, presuntos inglo-
zcs, queijos londrinos muito frescaos mustarda inglo-
za vinho Xerry de superior qualidade vinbo branco
frunce/., Haut-barsac, Saulcrnes, Prccgnac, do diver-
sos procos, vinho do llicno superior, vinho do Por-
to o de todas as qualidades conservas inglezas e fran-
cesas, licor marraschino, o oulros objectos por pre-
co commodo, charutos regala, o faiin-va, do 16/a
35S rs o milheiro o cm porcio mais barato ; em ca-
sa de Fernando de Lucca ra do Trapiche n. 4. 8
5 Vende-se um casa de um andar c un grande
quintal e cacimba em chios proprios, sita na ra das
i'rincbciras ; duas casas terreas na rus do Padre Flo-
rianno com cacimba meicira ; e um palanquim aca-
bado do tovo, qua (inda nao seivio ; na ra da
Cadcia do Recite n. 25. C
= Vendem- o20 a 25 libres de tartarug;'; na ra
do Toiresn. 18. 2
n,1 = Vendem-se os livros seguintes ; uma grammati-
ca franceza ptr Constancio ; urna guia da lingoa Iran-
ce'.a c portugueza;! Lunario Perpetjo;l lomo do cont
a meus lilhos lu rato preco de ICO l rs. ; na travessa da Madre do Dos
a. 9.
1 Vende so um molequo de 18 annos perito
cozinheiro coso de allaite o serve para pagem ; na
ra Direita n. 43 primeiro andar, ou na ra da Cruz
n. 64. 4
1 Vende-so uma escrava de naci Angola do 26
annos de boa figura cosinha o diario do uma casa ,
ava de sabio e he ptima quitandeira ; uma negri
ola de 11 annos, n.uiti iiidij om principios do cos-
tura ; duas escravas do nac&o mocas, para todo o ser-
vico ; um molecoto de 17 annos, de boa figuro para to-
do o servico ; um mulalinbo de 16 annoi ptimo para
pagem ; um escravo de naci de 22 annos, bom ca-
nooiro ; um moleque do 12 annos de bon ta figura ;
na ra das tiro/es n. 41 segundo andar. 8
1 = Vcnde-so um terreno nc lugar dos Coelhos, na
esquina conforntn a casa aonde estove o collegio do
Dr. Theberge, com 32 palmus do frente e 130 do
fundo ; tambem se troca a lijlo do qualquer qualida-
de : este terreno est todo atterrado e fica em frente do
porto de embarque : a tratar na ra Novo venda do
Antonio Ferrcira Lima. 7
1Vende-so una oscrava do 20 annos, recolluda ,
cose en^oinma o I a z todo o mais servico do urna casa;
3 ditas que engommao, cosinbio, e lavao roupa ; uma
moloca do 16 annos, de muilo boa figura ptima pa-
ra ser educada ; 3 cscravos bons para todo o servico; um
m lequu de 12 annos ; um pequeo sitio na \arzea
com casa o Srvoredos de fruto; na ra do Crespo n.
10 primeiro andar. 7
1 Vendo se uma preta crioula de bonita figura,
engomma cozinha o fai renda ; na ra da Cadeia do
Recile loja de Joo da Cunba Mngalbcs. 3
1 = Vende-sc uma boa casa terreado podra e cal,
eom commodos para grande familia,i om 1 soffrivcl sitio,
o ciui lugar na lente da estrada para se edificar mais
duas propiedades, na ra do S. Sebastiao na villa
de Iguarass : a tratar na ra do Queimado na se-
gunda loja do sobrado n. 18 ou na esquina do Roza-
rio n. 39. 7
1= Vende se uma escrava do idade de quarenta an-
nos cose e cozinha todo o diario de uma casa ; a obra
do Theologia Moral, do bispo Monte; no Passeio-
Publico n. 13. 4
1Vendem-se dous escavos um preto de boafi-l ---------------
gura para lodooseivito, o uma parda muito moca,PEitN. ; na typ de m. f.pe fama. i8/|5.
lio- --. 8
1 BOM GOSTO
. Vende so o resto das superiores perolac da India,
muito iguaes tanto na cor como no tama o lio ; assim
como duas colchas bordadas do retroz obra muito rica,
vinda tambem da India ; no Rccifo ra da Cadeia ,
loja n. 2*. 6
as Vende se uma preta para qualquer parte com
bini leite cozinha o diario do uma casa ensaboa o
t'in principios de engommnr; tambem se Iroca por
outra quo saiba coser, eengomtnar bem ; na ra do
Sebon 11.
Vendem-s i 4 commodas de amarello um jogo
de bancas de ditos, uma mesa do jantar, 3 camas c'e
vento, duas cadeirinhasde menino uma estante pa-
ra livros ; na ra do Aragio n. 33.
Vende-so uma commoda do amarelloem bom uso,
por 15,000 rs. o uma cama pelo mesmo preco; na
ra de S. Rita casa terrea n. 72.
Vende-se, ou arronda-se o sitio -Casa Calada
no rio Tapado de Oiinda com boa casa de vivenda ,
muito ps de coqueiros, e trras para plantado : a
fallar com o seu proprietario Jos Francisco llclom no
Forte-do-Matto. 5
Vendom-se duascadeiras do bracos, Lem fritas,
e de angico por preco commodo ; na ra do igoas-
Verdcsn. 38, propriapara homoin ou sonbora.
Vendem-se 40 apolices do encanamento das agoas,
te-ido-so pago at 46 por cento : na loja da esquina da
da ruadol/espo, que vira para a do Queimado, ao
dir quem vendo.
- Vende-se um excellente terreno na ra Augus-
ta com 60 palmos de frmte junto a casa nova do
Sr. Amli : no Atierro da Boa-vista loja do so-
leiro.
Vendcm-se barriccg vasias de bacalho quarto-
las de a/cite de carrapato r mais cascos ; na ra Direita
n. 72.
= Vende-se um brr) do balanca com conchas o
correntes do ferro e pesos; na ra do V igario, arma-
zem do charutos n. 10.
Vendem-se barris com niel; na pren-
ca do xieudooca, no For le do Mallos, a
fallar na ma Nova, armazem de lonra
n. Ai.
Na teja de Manocl Jos Gonralvcs,
ra do Qucimado, esquina do berco do
I'eixe Frito n. i, vende m-sc corles de
vestidos de lindissima cassa chita a 4SoO
ris.
Vende-se leite puro sem mistura a
iGo ris a gnala ; na loja de louca da es-
quina da ra da Aurora das 6 horas cm
vante do dia 8 do crente.
Vende-sc farelo, pelo mdico pre-
co de 4ooo c 256o rs. ; na ra da Sen-
zalla-Velha n i38. 4
Escravos Fgidos.
1 Anda esl lugido um pelo de Angola, de no-
me Joao baixo reforcado do corpo cor bstanlo
fula cara rcJonda; levou calcas usadas de brim bran-
co trancado o camisa de algodSo/inbo liso ; quando
fugio tinha uma cotrento no p direito que (levo ter
a marca o consU que j a tirou : quem o apprchcn-
der, leve a ra da Alegra n. 34 que ser recompen-
sado pelo seu scnbor Marcellcno Jos Lopes. 8
AUenc&o \
'Dcsapparecco de honlem para ca, sahindo a ganbar
um crinlo do nomo Manoel, do bonita figura, barbado
e ebeio do corpo; levou vestido uma fjrda de arlilhetia
j velha, camisa lina com pregas, calcas do chita escura
e chapeo de castor com abas largas; quem o peg r ,
ouquier danoticias dirija-so a ra da Mangueira n.
5 que ser recompensado.
= Dcsapparecco desde o dia 5 do corrcnlc um pre-
to de nomo Andr, levou calcas ejeamisa de chita encar-
nada de quadros miudos ; quem o pegar, leve a ra da
Hiela n. 16 quesera gratificado.
-i Fugio ou furt iriio o moleque Julio em 25
do Agosto de 1813, bein conhecido que venda 680-
gica de naco Rengela secco do corpo, meio fulo ,
do 14 annos pouco mais ou menos, tem o embigo
muito grande com um taquinbo tirado na ponta do
uma orelba ; quem o pegar, leve a i na da Guia a leo
senlior Manoel Anloro de Sou/.a Reis, quesera recom-
pensado. 8
4 Ainda anda fgido, ou furlado o escravo do no-
mo Jacinto de nacao Roblo de 22 annos, de bonita
figura bem preto com urna morca no peito esquerdo
a imitacio de uma ancora falla meia descansada, to-
ma bastante tabaco ; fugio a 20 do Maio do 18dl :
qunm o pegar leve a roa da Guia casa de 3 andiros
n. 53, que recebis 100/ do graticic5o, do seu scnbor
Manocl Antero do Souza Res. 8
i Fugio, lia 2 para 3 mezes, um prelo de non o
Jo3n de nacao Catango de idado de 36 anuos, | o i-
co mais ou un nos, estatura regular grosso do corpo,
pernos meias arqueadas, os tornozclos dos ps lovciros,
falto de um a dous denles na Irente da parte supoiior ;
recommenda-se a qualquer pessoa particular, ou ou-
loridade policial de o pegar e levar a ra do Qucimado
n. 24 que ser recompensado. 8
MUTI


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