Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05356


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Full Text
Anno de IMS.
feira 5
de Jim lio.
"Vwiwhuwi. i*cm!*se8
CUUBHMBIHMnaHB
0 DIARIO publica-sc todos os das que
nao forera do guarda: o prego da assigna-
tura he do -lf tt. por quarlcl pagos adianlailos.
Os annuucios dos osslgnantes sao inseridos
a raiao do 20 rii por linha, 40 ra. era typo
dillerentc, o as rcpelicoes pola motado.
Ol que nao foreui assignaiites pagao bO rs.
por liulia, c 10 em typo dill'ercnle.
PILASES DA LA HOMEZDE JUNHO.
I.ua nova a 4 as 10 h. c 1S min. da larde,
i'rscente a 13a I lior. c 24 ralo, da man.
La chela a 10 as 81ior. e 58 min. da tardo.
MUigoantc a30 a 1 lior. o 7 min. da tarde.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Coianna Parahyba, e Rio Grande do Norte
Segundas e Sextas (Viras.
Cabo, Serinliaein, Rio l'oiuioso, Porto Cal-
vo, c Macoy, no 1 lie 21 de cada niez.,
Garanliuus o Uonito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 c 28.
Victoria Quintas fciras.
Olinda todos os das.
Anno XXI N. 120.
DAS DA SEMANA.
2 Segunda S. Marcellino aud. do J. de
I), da 2. v., o do J. M.da 2. v.
3 Torva o. Paula, aud. do J. de D. da 1. v,
edo J. dos Pello.
'f.if-y 4 Ouarta S. Querino, aud. do J. de Di-
2avK?/ Yeito da 3. vara.
5 Quinta S. Marciano aud. do Juiz do Di-
relto da 2. vara, o 0 Sexta S. Noborlo, aud. do J. do Diroiio
da 1. vara, o do Juiz dos l'eilos.
7 Sabbado S. Roberto, aud. do J. do Di-
roiio da 2. vara.
S Domingo S. Salustiano.
CAMBIOS NO DA DE2 JUNHO.
Cambio sobre Londres.....25 '/a-
Pariz 372 res por franco.
Lisboa 120 por 100 de prcin.
Dse, de let. de boas firma* I '/, 1 Vi P- %
Oaro-Oncaslieananholas 31#50J a 3lf-i00
> Mood. do tifiH) vol. 17^500 a 17/0O
do (fiOD nov. 17^100 a 17^500
. dci^O'J .. !l>00 a D,f(i0l>
Piala Patacoe* .... 1.^050 a 1/llSl)
Posos Columnaros. 1#980 a 2/00n
Ditoi Mexicano* Iti40 a l.f.*V)
Mocdas de 2 palac. 1/280 a 1/300
Acedes da C." do Beboribc 50^000
_ ..

uco.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO D!5 PERNAMBIJCO
triz, 25 de abril
A discusso da projeclo da reforma da lej^iaLigo co
lonUli proporto pelo governo cmara dns pares, co
niecnu no clin 3 c cnccrrou-sc no dia 12 : .i-..iin, so ai
disposicoes da lei, que acaba do sor votada, lio sahiro,
cuino seria do desojar, nem fui por falla de lempo pura
refloclir, visto que o prnjooto fui apresentidn o auno
paasado, noin niingua de deb.ites que eselarecessem
a qaflltSo. A lei, tal qnal a cmara acaba de fazel a, h
nem ni hs nein menos do que un plano do cmaneipaco
n inarclio-inarchc, que vai introduzir a dcsnrganisncHo
do trahallio lias colonias, c que lia de consmnuiar a 8ua
ruina dentro do breve toinpo, se acunara dns deputa
los nos no aodc; mas tal fui o sacrificio exigido por
Inglaterra como condicao das coucessoos quo poderla
faseraat quesles, quo pendein aetualiucnto entre o du-
que de lSrolio o o Dr Lusliingluu, o era necessario,
priraero quo tudo, obcdceor-liio. O norte do gabinete
Guiot, cm tudo o que dit e fat, he o quo o governo n
glez I lie determina.
Se so disser quo de todos os oradores, que tomarlo a
p.ilavra nesln ocensiao, apenas honre un nico que
coniprclicndcssc n queslSu peiFoilamcnlc, no se levan
tara teslemuubo nlgum nobre cmara. Eslc nico foi
o baro Carlos Dupin, oujo ditourso, pronunciado no
dia 3, lie um tratado completo 8abroa materia, truel > de
]irofiind'i esliido, e do eonsciencioso trab.ilbo, o digno
de ser lido c meditado por todos os quo tonino inters
se nesta questo i os mais, salvas punqusimas oxoop
cuca, extraviaran-su horas esqueoidas pelos audurriics
da* abstraeces e dai generalidades, sem jamis deseo-
ivn as applioacffo* pratieas c roaos, quo era o iinio.o la-
do, por que a quesUo devia ser oiio.irad.i Todos ellos se
doivr.o iinpollir polo vento do falsa pliilantliropiia quo
oprava do Inglaterra, o nao tiverao (orea* para resistir
Assuggettdet do demonio de abolicionismo que os ten*
lava.
Nao lia naila mais oommodo, nem mais faoil do que
tleelamor contra a csuravido em feral.o repisar. por ea
ta oceasio, lodos os argumentos da Enciclopedia con-
tra lito odiosa iustitiiico; porin, so o duque d'II.ir-
OOnrt, o conde do Mnntalcinhci't, o conde Mengulo, o
tollos os que tomaran por c siilur.ir a omisa como olla realmente exista,aobariSu quo a
Gscravidio, i.il ojual n espirito, os cos unos e a civilisa-
C"io da poca a toein feito, nao be boje scnio nina espe-
eio de proletariado organisado, cm que o proletario ou
0 eseravo recebe do cultor tudo aqoillo que llie be no-
esaariii para viver, o o senluir gota da certeza do traba-
1 lio do quo precisa ein paix ondo eecaoean os bracos. Nao
quer sin diier quo a oscravidia dora ser conserva
da, como Dotualmento existir, por isso que lie benigni;
mas quer dizer que nao he olla tao horrorosa, nem a
neoessldadedeabolil-a tan ingenio quo, para restituir
ana negros una libcrdado deque no calado em queso
noliflo u'io ptlcm rsor uso que Ibes coiiTCnlia, soja nc-
i i'.-r uo poiloni subsistir sem o Irabalbo forendo. Do corlo
ninguom advoga a causa da oornvid&o, nein aqu, nem
u tuto na Ilavana ou no Brasil; porm advuga se a cau-
sa do irabaUm o da prosperidade dos paizCS do eserava
tura, o preleiiik'-so quo a omaueipaej i possa faxcr se
sem prrjuiao do tan grandes intorctsel, c ao niesmo tcui
]>o c i un mclhoramento real da nondieio, da moralidade
o dns llllercsaca da raca negra : ora, os resiillailns da
cnmioipaco, lia pouoo frita por Inglaterra as auaa
colunias da America, bem longo de satisfiner estas duas
condiros iudisjieusaveis para que pusso ser allegados
como -M'iiiplo digno do imilaelo, produzirau precisa-
ineulo elloltiis oppostos aos quo so dosejavo. A ruina
das dilas colonias ohcgou ultiinaniente a lal ponto, que
at o proprio governo da inetropole ncuba do aliando
unl-as >.ua funesta sorlo, depois de ler visto a inutili-
dade de lodos os esforcis c sacrificios que falla para re
medial o; c quanlo ao niolborameiito da 0011111550 da ra-
a negra, eaaa aloluu se, desde a cmancipae.au, em un
mar de vicios ln espantoso quo, segundo o testemu
nbo unnime de lodos ns doeumciilos oriiciaca, a em
briagucx, o roubo, a praiica da prostituiclu edo in-
fanticidio cm grande escala conslitueiu b je o osla o
normal da populacho negra di' todaa as colonias ingle-
BfS-SP ?*"
CAUOLIlNA NA SICILIA. (*)
/n tanguiie fiedus
DiriU UA OI11I1M UE S. JA.1LAI1IO.
PRIMEIRA PAUTE.
XVII.
O HOMEU DOS CAMAFEOS.
Era o dia do encoiitrus: anda l'abio nao baria dado
cen 1 assos, qunndo se cuoonlrou cara acara cun o lia-
rn Schiiiina, que elle suppiiuba 1111 S. Julin.
Por Baccbo exclaroou o bario recuaudo tres pas-
sos, s tu ou alna sombra? Corpus re timbra?
S"u iiiiiesmo, em carne eosao, coino meu padri-
nbo iodo desenganar-sc apertando-nie a man.
Poiaquc! tu eslavas aqu, e nos nao o sabamos?
Decididamente queros agastar-te coui usco.
O Vidc Diario n.-118,
xas da America. Adiar por ventura a cmara dos pa-
ros do Franca que semelbantcs resultados an milito de
coliicar ?
A emanciparlo que se vai proceder cm virtude da
nova le, na siipposicSo de quo a cmara dos denotados
a nao altere, lia do ser o resultado do duas ordena do
ineos: 1. concessSo do dircitoa exorbitantes aoa es-
Oraros; 2 c suppresslo do todas as garantas possiveis
aos senbores O eseravo adquirc : 1.a o direito do
substituir o sustento diario, quo o sculior Ibc deve, por
mu dia de irab illm para ai niesmo cada semana; X.
direito de exigir do 8cnbor una porgan do terreno fruc-
tfero quecultivar para 8; 3. e o direito do adquirir
pnssuir liuns movis o do raz, 011 pela aua industria, ou
por doaco, ou por bcrauca, assim como o direito do
transniittil os do inesino modo. Do cxcrcicio de todos
estes direitosnaicer o peculio legal; c logo que o pe
culio legal estiver constituido, lera o eseravo o direito
de obrigar o acnhnra cinaiicipal o, mediante urna amu-
111a, quo aera conveiicionada amigavolincnte cutre os
dos, ou determinada pela auloridade, so a convenci
smigavel nao poder ter lugar. Esto direito deoinanol-
pacio foicada podo ser cslondidu pelo eseravo, quo li-
ver lucios para isso, a todos os scus prenles em linha
aseeinlcnte 011 descendente; de maneira que nJo s o
pai 011 o av peder exigir a eniaucipacSo do fillio ou do
noto, mas rice versa.
Nlo be necessario esperar pela applicaco prtica
deslas dHercules disposicoe* para ao poder sabor quaea
s5o os resultados quo lia de ter. Est ctabelecdo por
lei um oslado parmanoule do guerra o do discordia en
Irc as duas ragas branca c negra das colunias franeczas
da America. O eseravo aervir-sc-ba a cada momento
dos direitos que ndquiro para inquietar o sonlior : o SO-
nhor abusara a cada inoinento da sua posico por causa
da noocssidade do defender-so. A noe.ossidado d.i intor-
venelo da auloridade apreseiitar-se-ha o cada hora o a
cada iustanto. Os pritnciroa facravos que han do sabir
lo estabeleoimento liio do ser precisamente os mais ne
oessarios, ou os mais trabajadores c mais ntelligontos,
que 80 us que primeiro hio do formar o acu peculio;
o sabidos cases, ficar o sonlior redolido aquella* quo
nao podrao formar peculio, ou por nao podorcm, ou
por nao quorcrem Irabalhar. Accroscciitese a islo a ne-
eessidado o a rihrigacSo imposto ao sonlior de retalbar a
na fazilda ciu ?u-..tus rotalbos quaiittis l-rem os escra
vos que tiver, e ter ao lia feito ideia da dosiirgsnisaoao
a que van finar expostas as puncas colonia" O a Fran
ca ainda possue no novo inundo, por Purea da nova l.
Quanto a miro, parece me ser pussivcl que todas esiaa
considerarnos se nfo oHerecan esponMnoamentO ao es
pirito da maioria da cmara dos deputados, o i|iic ella
nflo remedie cm grande parle o mal que acaba do sor Pe
lo 11,1 nutra cmara; pnriu cnni gnvorno, como o que
actualmente existe, O pelos lempos quo correal no lia
nada de que so u3o dova ler niedo.
O mais curioso de ludo lie que o proprio gmerno, a
julgar-sc do sen pensamento pelos seus sotos, parece
atormentado coro remoraos do mal quo Pez; porque j
propoi .1 enmara dos deputados, na sessau de 21 do cor
rente, una medida que nao pude sor interpretada de
nutra maneira, (pie como tentativa para remediar, ato
onde Por pussivcl, aspesiillias conseqiiencias da le vo-
lada. Esta medida consisto cm pedir acamara um cr-
dito do COI),00U Francos para favorecer a emigracao do
Irabalhadorea livros para as colonias, o para a Fnndacao
do estabelociinenlos agrcolas por meiu de Irabalbo li
vre e pago. Por ventura nflo importa esta proposigo do
governo a meima OOUia que a coiiRhSo de quo o traba
Ibo vai a ser essrncialincntc ilosorganisado por nieio da
applicacSo da nova Ie, cm conseqoenoia da falla de
bracos que lia do ser o resultado infallivol da emancipa-
ciio ? E se o governo reooohece iatn, como se atroveo
a priipr una medida, deque j Bat rece-indo es rcaul
tados, visto que traa de prevenil-OS ? A cxplic.15.io
leste misterio j Pica dada 110 principio destC artigo : he
que Inglaterra mandn, t que a Franca a dovui obe-
decer.
A questo da conversan das rendas Foi discutida c de
Cdida nos das 21. 52 c 23. Asscnlou so que o ministro
da faicnd.i proporia na immediala sessdo legislativa una
ei para operar a conversan dos Fundos de por r.entq
m Finidos .le 4 ]|2 : ora, como, antea da immttSTses
ido legislativa, lia de ter lugar i uissolugo da cmara,
e o miOUtero provacimente ha de mudar, nao lio prc-
-saJM^a-.saa:'.--'; .;^-MtraisiWfcv. -
Polo contrario, meu cbaro padrinlio, nunca apre-
cie! lano a aua boa ainizadc.
Poia nao parece; mas nao importa; tu sabes muito
bem que tudo ac le ponina, eabusas de miaba Facilidadc.
(jue vens tu Fazer a Trapani?
E sem esperar pela rceponta, o (|ue poupava Fabiu
una mentira nceessaria.
Tenlio ainda nina luir por minlia, disse olbando
para o rologio, e be mais do que so precisa para te moa
irar a ciliado, nina viata d'olbos basta: qucui vio urna
ra, lio todas: abunodisceomnes. Tudo Uto,como vos,
lio bem construido, bum aindiado, bem calcado, e, dizem,
bem fortificado; porque, gracas 11 Cario 5., Trapani he
una praca de guerra, oppidum fortissimum.
A "quciu o diz Vin.? Nio eslivo cu j aqu degllir-
nl(ia por nicus peecodos?
Ah! lano ni'Ilior, puia mediapensarci de moa-
trar-to o hospital de Santo Antonio, o palacio du Sena-
do, a igreja dosjesuilaa, c nSo aei quo mais. Ninbarias,
c conventos sem numero, que u espero ainda ver a Pbi-
usopliia dar cabo dellea.
Vm. Falla-mc em tanta cousa, meu cbaro bario,
Jucncn a niim nem a Vm. interessao; entretanto que
Api nina palavra me diz du que me respeila! Duna Ra-
faeH^ln esta em Trapani?
-y Tu me perguntaa se niinba sobrnba ficou cm S.
JuliSVo.
cisn engenho muito agudo para poder penetrar tudo
quanlo lia do Ilusorio cm scmclhanle deoisSo. Para dar
as Chuses o nomo quo Ibes compele, nao lio pussivcl
mangar mais solemnemente oom o povo soberano do que
L. Pliilippc tetn feito, ha 13 aunas.
29 de abril.
Al n do que fica Jilo no artigo antecedente, nada
encontr, em tudo quanto se letn passado na* duas c-
maras, quo vallia a pona de ser referid 1; mas, em des-
cont, tomos nos acontocitncnlos, occorrilus fura del
as, bastante que considerar.
Nao obstante o atrevimento ser grando, j nao ha
duvida alguma que o projoclo do loi para o armamento
das fortilicacoes de Pariz, i examinado pela comir.is-
sao da cmara dos deputados, em brevo ha deser sub-
inettido i discussao : e du tal modo se vao encarando as
cousas quo me pareco quo passara. Tbiers, om cujo
concurso nao be possivel qo a lu p:sse, ost calado ;
oapezardoa imprensa opposicionista o cslar provocan-
do todos os das para quo declaro a sua opiniio sobre a
materia, o (Jonsli/ueo/ia/quo ho o orgao especial das
suas opinioes, ainda sa nao moveo. Uaqui inlerem os
entendidos quo o tnanhoso chelo do ccntio esquerdo,
conbccond o ardor com que L. Phippo desoja ver as
fjrlificac5es armadas, esla rosolvido a sorvil-o nosla im-
portante occasiaocom os votos dssua pbalangn.a verse
pode comprar com ollcs a pasta por quo suspira. Prova-
vclmento nao se enganao; mas, si'ja du que maneira for,
nao ha du ser sunJd dopois do torrivol e pelojadissimo
cmbalo quo esta victoria ha de passar: o assim mus-
mo, ainda dupois d'ulla obli la na cmara, eossaboo
|ue ser. A irritacfio da populaQao du Pariz por esto
motivo tetn subido a um ponto itnpossivtl du descrover.
Falla so por toda a parto a esto respeilo com urna lber-
dada que cusa a accroditar sotn a ouvir. Diz-so que
L Pbilippo, lombrado dequo utna rovolucao dorribou
em 1793 urna dynaslia, oque outra revoluoaodorribou
oulra dynaslia etn 1830, o qu.! pretonda lio por a sua a
salvo de semelhantos eventualidades, apodorando-so dos
meios necossarios para osmagar qualqucr tentativa da
mesma natureza no momento em quo ella ousar apre-
sentar-so : dii-so mais quo o fado de cingir Parit de
urfla linha de fortt'ficacoes armadas bu indicio evidenlu
da ntonco em quo o governo su acha du acabar do di-
reito com o sysleim representativo, o qual por out'a
M(ja de faci licara duixanJo de existir, vislo quo leis
votadas diail! di'i'Sfcas de logo nao pdotn dizer-se vo-
ladas livremente, na forma-f-xpressaincnle exigida pela
con-l Inicio para que sejao Valida! o ccroscenla-se
por cima de tudo uto, quo o nico recurso quo resla ao
povodacjpital para salvar osso resto de liberdado que
Ihe deixou a revolucao de 1880, consiste em levantar-
so contra a fxeoucio da soin.ante projeelo, e em aca-
bar por utna VOZ com um governo quu olynnnisa,
com una cmara que o alraici. E nao leem sido pa-
lavras sem resultado : ja por todos os bairros da capi-
tal correm contenas do policoes, cobertas de milhares de
asignaturas para seretn apresentadas a cunara dos de-
pul idos antes de a discussao cotnecar. Duzentos ofl-
ciacs da guarda nacional promovem com aotilidade este
negocio; otendo-oi01 roa/ra respectivos, naconfor-
midadedeordont que livcrlo, chumado amapreaenea
para Ibes ostra 11 harem eslu procoiimenlo, delerminan-
do-lbes ao niesmo lempo que se abstivessem dclle, lo-
dos Ibes declarrao, que, como nada mais tinb5o feito
do quo usar do seu direito do puligo. cujo exercicio
Ibes nao podia ser disputado, cstavo disposlos a conti-
nuar, quaesquor que podossemser as consequencias do-
sagradaieis que isso podesso acarrctar-llies. Esta res-
posla foi seguida du um poqdono castigo, quo o gover-
no se resolveo a infligir, a titulo de correceo : 30 dos
signatarios lrau suspendidos por espago do 2 mezes do
ejercicio das suas funegoes. Suppoz-su quo esto poquen 1
embrete seria sufficie-te para langar agoa na fervura
aosniisbaticnsos c para 'rvir do escarment aos que
tivisem tontacoes de imital-os ; porui C efftos do
remedio frao inter amento opposlos intcncao dos fu-
cultativos que o rcccilrao.
Kecoberao-so noticias do Taily al principios de
Cuino que a iniulia pergunla o onibaraca! sor ella
indiscreta.'
Nada tcm disso. A proposito, voces no nutro dia
em Segcsto nlo se reconciliaran? Haladla vultou aiuila
mais pensativa do que liaba ido, c desdo cutan evita pro-
nunciar o leu iioiiic. Mas, li.go tornaremos a Fallar oslo.
Apmvcilomos o lempo que me rosta para visitar as onti-
guidades. Tu sabes j sem duvida, que Trapani lio o u-
lico porto do Drepanum, Funesta praia, illo'tabilis ora,
onde Eneas pordeo scu pai ; mas o que tu nao sabes be
que cu, que aqu te fallo, en niesmo descubr o tmulo
do velbo Ancbisos, como o provo na niinba Tiinacria
vetus.............................
Isso nao me diz, intorrompeo o irreverente labio,
se Rafaella esl em Trapani.
__ tem! hojouSo ost ella, mas estar amanilla.
Pode-se saber o ipie vem ella oqui Fazcr.'
__ lio justuiueiilc u (|uo nn devia dizer-to; be um
segredo, mas niiiiba mullier sustenta que en nada aei
iiceullar. Que queros lu, inu bom amigo ?cu estouobcio
de Fondas, como diz Terencio, plenus rimarum sum, c
Papo agoa por luda a parle.
__ Vni. nicf.it tremer, meu padrinho..... Que inystc-
ri be csse ebeio de horror?
Horror nao be o termo, porque e trata do relrato
de Rafaella, quo vcnbo eiicommeudar ao nosso amigo
Errante.
novembro, que em nada corrigem o que havia de dea-
gradavcl as que linho vindo al fins do setumbro pas-
sado : os indgenas resistem com a mesma obstinacio
quo dtiles ao eslabelecimento da dominaciio franceza ;
a rainha, semprc fra da capital o protegida por Ingla-
terra recusa constantemente collocar-su debaixo do
protectorado francez. e teima em nao acceitar o dom da
soberana trazido pulo almirante Hamelin, e decretado
pelo governo de Tranca contra o acto d'espoliacao pra-
licado pelo almirante Dupelit-Thouars. Que tudo isto
sao resultados du manobras d'lnglaterra he evidente ;
mas o caso be, quo correm a este respeilo, em circuios
bem informados, as mais eslranlns noticias que pdem
dar se. Diz-se por cxomplo.que ocapilao Pago que da-
qui parti, ha pouco, n'uma corvla,encarregadodeuma
minio secreta, em lugar de tordado 4 vela para asAnti-
llias, como ao principio se disso, foi realmente para
T'ailv, levando comsigo ao almirante Hamelin as ins-
truciJOes necesarias para realisar a evacuacao e abando-
no completo do todas as acquisieOes, ltimamente feilas
pela Franca na Polyneaia. Nao dou como inteiramente
fra de duvida esla noticia, que, de reito, em brevo lia
do ser confirmada ou destruida ; porui quem sabe de
que be capaz um govorno quo desde que nasceo al
agora, nada mais lem feito que sacrificar lodosos inte-
resses do paiz 6s exigencias d'lnglaterra i'
Tambcui se diz que se conclulo com o Imperador de
Marrucos um tratado commcrcial, em que us mais ca-
ros interesses do commercio francez frao indignamente
abandonados. Estipulrao-se algumas condices fa-
votaveis relativamente ao commeicio por trra, que he
nenhum ; mas quanto ao commercio martimo, quo be
todo, deixrao-se 5car as cousas no mesmo oslado quo
me bellam, que iio a mesma cousa que consagrar por
meiu deum tritado especial, o absoluto monopolio de
quo gosavao os Inglezus! Para dizer a verdade, be pe-
na o mais quu pona ver esta franca, outr'ora tao res-
pcitada o anda hojo lo rica do meios e de recursos, e
com ludo
Fraca e sem frca s por ter sugeito
O corsean a quom soubo vencl-a.
C\MoES.
J Icrminirilo as conferencias do duque de Erogue
com o Dr. Lusbington a rospeito do direito de visita ;
mas ainda nada ie sabe com corteza do rebultado : tudo
quanto a este "pello tcm sido publicado pelos peridi-
cos, he inteiramente destituido de fundamento. O pa-
rpor doscommissarios foi remettido ao mesmo tempo
aus dous govemos do Franca e Inglaterra, os depois
de approvado, ou modificado por olles ho quechegar
.10 conhecimento do publico.
(iin/ot lem eslado .lente, poim ha muitos das,
quo as folbas ufficiacs teem annunciadosuccessivameole,
primeiro a sua melbora, depois o seu completo resta-
bclecitnento. isto nao obstante, eis que apparece ago-
ra um decreto no Monitor, concoJendo-lbe certo lem-
po de lieenc para Iratar da sua sade, o encarregando
interinamente ao ministro do interior a pasta dos nego-
cios cslrangciros que elle oceupava. Esta contradiccio
tcm dado muito que fallar, e faz realmente nascor urna
infinidude de supposieus ; mas por agora nada posso
accrescentar ao quo j disse a este respeilo na minha
correspondencia do 1." do abril, etn que eu j previa o
i|uo devia acontecer, O tempo aclarar dentro de pou-
co esto myslerio.
30 de abril.
Occupar-mc-hc agora com o que na po i tica axte-
rior me parece mais digno de memorar-so. A inquie-
tacao que causaran um Inglaterra as reseluces dos Es-
tados-Unidos relativamente a anncxago do'l'exaiei
oceupacao exclusiva do regon, em breve se communi-
cou ao jornalismo ao parlamento. J em ambas as
cmaras se fallou do guerra em voz mu alta ; R. Peel
as doscommuns, e lord Aberdeen na dos pares, am-
bas declarrao pela maneira a mais explcita, que 00
caso du o governo ameri'ano execotar as ducisoes do
tfYff?.'fV.'tivo sobre as duas questes pendentes, o de
Inglaterra considerara somS.'t-iio proced.'m,nn,'> YZ
casut belli, o obrara debaixo dcste principio. isaD-
Pelit pintor! Xlaj porque f>ier raystcrio de cousa
l0 nal!.ral.'
Porque, ingrato? Hequeesse relrato pertendo eu
dar-l'o, e dollc n.lo es dignu. Anda l, tu nSo merece*
o que por ti se faz.
Ob! l por isso, meu padrinho, tcm Vm. toda a
raso, ccreia que cu a iiiim proprio laen josUc.i. Eu n3o
meii'Co mais o retrato do que o original.
llcpitu-tc, que lili, ac ha do arranjar, doix.i-mo
Iratar do negocio. Ao menos nao vas dizer ipao te fallei
no retrato A baroncta, para me castigar, nao Paria, es-
te auno, doce de alfosligo, c Rafaella nao me perdoaria
nunca a niinlia iiidiscnciio. Ella ainda 11.10 sabe nada.....
Ora tu fazes-mc fallar, como una pega, sivut et pica, a
no t mus mais lempo do ir onde te quena cundutir.
N5o ae alormeute Vm. por isso, que cu eslou con-
solado.
Ai do meu pobre Fabie, que ainda he o mesmo
Poia nada te poder converter ao nobro culto da anti-
guidade? Para que senSo diga que perdemos intoira-
inenic u nosso da, levar-tc-hci i casa de um meu amigo,
que.......
Tari elle gabinete de medalhis? ioterrompeo Fa-
iim com mal disfarcado terror.
Tu me Patea injuria. Como! pois tu conheces o
meu gabinete, o primeiro da Sicilia, priiniw nter pare$,
e desejas ver outro.
MUTILADO


tes desta declaragao combinada dos don-; ministros pro-
ptmderantos, R. Peel, respondendo na cmara dos com
mam a urna interpellacSo de lord Palmerston, havia
dito que, bem longe de o governo so esquecer do que
exigiao a honra e os interesses do paiz. as suas dilTe-
lencas com os Estados-Unidos, segundo o oradoroppo-
sicionista pretenda, a grande elevaco por (|ue 0
budget di marinha acnbava de passar, era prova eviden-
Uiuma da (|ue nada Dio dava tanto cuidado. Tudo
isto he muito claro ; nio oslistanto porm o que so nota
d.- explcito o decisivo as ameacas proferidas no parla-
menta, estou persuailido que toda a trovoada se ha do
dc.lazor em agoacciro, e nada mais. A lingoagoin, cin-
progada polo governo do Inglaterra, he evidentemente
calculada para intimidar o de Washington ; por6m.se
e.toso nodcixar ontimidsr, como do certo naodeixa-
l, he mui provavel que o leopardo recolha as unhas, e
que dovore csse que Me lez mais esta alTronta. Kntre
tinto falla-se muito de partidas de tropas para o Cana-
d, c cuido que partir ; masofim desta medida ho
ruis para segurar esta colonia quo est em perico, que
pira fazer a guerra Uniao. Tudo o que Inglaterra
pder fazer sor excitar o Mxico a que a declaro, r
11 au\ilial-o com todas as manciras possivois, se o con-
ejIIio (r abracado.
Nada de novo da Irlanda. O'Connell est calado,
os repealers nao se inovein: se nao fosse a (ormidave
i-ampunha parlamentar e eitra-jkarlamenUr, sugoita-
la por ciusa do bil do Maynooth, at le dira, que
Irlanda nao existia. Pobre O'Connell Depois do ter
injuriado, pela maneira a maii grosseira que so tem vis-
io, K. Peel, a quem chamara ihis poorbobby (este po-
Iiro tolo) na > faz agora senfio cobril-o de elogi >s, i que
11 ministro ho provavelmente 15o indillorenlo, como ;s
injuria! passadas. Porm he preciso desenvolver pelo
luiudo a historia desta qucslo.
Dopois de tantos annos de hesitag s e incertezas.
comprobendoo fnahnenlu I!. Peel que o nico modo
e pacificar a Irlanda consista em ir removondo pouco
pouco, por meiod.ll conccsscs que as circtimstancias
Ihe perniittis-cm, a* differentes raiSai de queixa que
tlavao alimento agitayao, o a O'Connell toda a im-
porta nca de que gosava Asscnlado este plano em con-
i-elbo de ministros, comegou 8 pol-0 em execuclo por
ineio do MU de Maynooth.
Ha em Irlanda um seminario, chamado do May-
nooth, oude S. Patricio onde o clero catbolico cos-
luina a/.er educar todos, ou a maior parle dos manco
ho! destinados aos dfrVrentet ompregos ecclosiasticos do
paiz. numero dos alumnos. que o estabolecimonto
admiti, sobe a 450, dos quaei lliO. admitlidos por
especial recommendaclo dos bispns, s papa) a nica
propina de 8 guni por todo o lempo da sua residencia
lio seminario (quo sobo a 5 anuos. 2 para o estudoda
pbilosjpbia, e um para o Ja Ideologa;, e osoulros4
guies de cntraila e 21 guies por anuo Todos os
recursos do estabolecimento consisti as propinas pa-
gas pelos alumnos, no producto de alguns dons de pes
soai pias, c em urna pensao de quasi 9 mil libras, pa-
ga pelo governo. Para um pessoal do mais de 600
pessoas, queencerra a casa, era mui pouco ; o j sobre
isto se lindan levantad o altos c justos queiiumeidi par-
te da popolaeSo calholca do paiz, que, pagando com
lingoa de palmo o; di/.imos aos ministros de Urna reli
jjao. que nao era a sua. osquaes 3o comal-01 longo
,|r|anjj .naotinha com que aecudir asmis urgen
.... ~..0.liAlte* do seu proprio culto. Iloberto Pee
eol
tes necessidaaS5
cnlendco (o nft> TrrTrHL'i llQjlV 0 era possiwl
encelar o nova carreira, que se propunlii. Sflgjjir, "O
urna maneira mais agradavcl aos Irlandezes, fe ^
jittendendo. primeiro quo tudo, aos interesses religo-
sos do pai/, e assim o fe/. ApmentOU na cama-a
ios rommuns um MU para quo n pensiio, comedida in
seminario tic Maynooth, fosse elevada de 9 a 28 mil li
bras esterlinas.
Apenas o Ai'//(o apprescntado mine atamente
solevantou contra elle grande opposcio da parto dos
protestantes. Nio menos do 11 i votos protestaran con-
tra elle logo na primeira leitura; e no ntcrvallo da
primeira segunda, tal tempestado de poticOes, de
meeilng e de clamores pelo peridicos, sem cxccpco
dos ininisteracs, se levanlou,. que s n'um da leve o
presidente da cmara do:, communs que receber 2,372
peticSes, cada urna dolas cubera de milbares de as-
ignaturai. Iloberto Peel comprebendeo do que isto
era svmptoina, e vio que era necesario ompregur DCS-
ta blalba todas ns suas (oreas. eclarou quo farin
do o le,que o Mil tiraste, questio de gabinete, oque
no casod ello cabir, pedira o gabinete a suademis-
s3o.
Esta ameaga do governo deo ao negocio una im-
portancia immensa o loi debaixo da mprossJo que
rila produzio que a segunda discusso comecou no
dial*. Seis das sucessivos dureu a aegao ^porque,
; inda que a decisSodclla so retira as lolhas mgkv.is i
scssSo do dia 18, o lorie do combale desse da passou-
KS depois do nieta noute e a volacao p' r que elle
Icrminou, j lo allumiada pelos primeiros raios da au-
rora do din 10. H. Peel s comerou a fallar depois que
orejogio do WesUsinster tinba Jodo M 3-ArtwafarrtT
un it'-:^r*OTUirilfos mejores que ello tem pronuncia-
ilo riJsta sanio, pela (orea o clareza dos argumentos de
Nao, nao.
Anda bein! Alm de que s adiaras nhi nmaa me-
dalhaa mutn inaigniftoantea <~ lodaa gregal e Incaca,
cu tenho-al pnnioaa, o qoe lie moilo dfferente, opesra-
ri'is/mo*. I'-"' compensar"! pnssuc esic amigo mu bella
colleccao le oamaieoa indgenas, poi que t'"i um Tra-
nanense, Joo Anselmo Typa, que inventan gravar em
Luxioa.
l'.ibio segua o bario dcbeni ma vnntaiie, eaproeu-
rava ota pretexto dse esquivar snacivilidade.
__ He nqui, lase o liaro parando em frente de ama
casa lelilil apparencia.
__ \o DteniM levo saber a casa de qneiii me leva Vni.'
,__ Do conde Allegroni.
Ali. excliuini PabiO apressando us pasaos, o ebefe
da contraria dus Nubrca?
__ Elle nieiiiui. Un lioinem secco, punco ciimniuni-
catvo, em auraina, um dincnxnbdo.
__ au imporla; leroi grande prazer cm ver os tru*
ciimafoa.
,__ \iiiii o 'ineio si-ii ii t ilirii, a ma i s feroz c todas as
concurrencias, fes brecha no bario, atrava da sua hon-
dada natural; enjjanad n cerca do repentino interesal-
un- Fabo aniftatarra, lembruu-se com amargura qnc
<> sen muai'-o nunca excitara, nesso afilhad.i ingrato, mu
13o vivo accesso de ciiriosidiide, o arrepcmleo-se de
haver jabado tanto as riquezas do eeu amigo.
quo obrgasse todos os homons soltoiros de idade madu-
ra a se casarem todas as vozes que para o fazerem nio
tivcsscm legitimo impedimento. O presidente respon-
deoque este negocio precisava madura reflexao; quo ne-
nhuma duvda loria em apresentar o Ai// de que se
tratava, so se enlcndesso que isso podona convir ; mas
que, antes de ludo, seria necossario oxaminar.se^ di-
que podio ter tantos casamentos contrahidos contra
vontado, o por violencia. Esta resposta nem por is-o
ndicava boa vontade da parte do presidente ; mas pa-
rece que a cousa nSo fica aqu. No momento em que
escrevo, andioas senboras de Londres a/.alamadas em
promover assignaturas (quo Ibes nSo biode fallar) para
urna petico acamara dos communs. requerendo-lhe
que o Mil de que so trata seja apresentado, anda nes-
ta sessao, eque nolla mesmo soja discutido, e com ur-
gencia. Voremosseocomeguem.
Falla-se cm novas modificaces no gallineto inglez ,
em consequonca do desntelligencias que nascflriio entre
um dosseus mo.nbros e R. Peel, por causa do bil de
Maynootb.
-iiiacaMMl^
TTROR.
que se servio, contem a confirmacao do tudoquanto
lenho dito nesto artigo. A conccssSo feita ao seminario
fa/.er Irlanda durante o curso desta sessSo ; e o moti
vo que o moveo a entrar por oslo caminhofnole-so bem
sto que l'c essencial) (o a nocessidade do conten-
tar os Irlandores vista da possibilidade do urna tUD! ""-"
guerra com os Estados-Unido,, por causa da ques.ao minuido por me.o delle ^am^l^^BSZl
do Oregon. uas cousas, o ambas ellas mui impor- nos, se nao .na augmentar *f?'
tantos, resulta,, desta declarar oflicial do primeiro masculinos em ^^^^.^XJT^Sl
ministro da Grao-Rretanha : 1." que no heao espiri-
to do justica do governo, masaonvdo que a Irlanda
dove agradecer as vanlagens quo fr ohtendo ; 2 que
o estado actual das relaeoes entro Inglaterra o os Esta-
dos-Unidos est mais prximo, como eu sempro tenbo
dito, do rompimento da guerra quo da conlnuarao da
paz. Foi provavelmento a esta grande consideraco
que a cmara obedeceo, dando ao governo urna maiora
do 323 votos cm 499 volantes ; por6m nao menos de
loOme.nbios da casa nio tomarlo parto na votarao.
Foi o partido dos sanlot c dos devotos.
A tabre radical da Suissa abrandou muito com a e-
nnrmo sangiia que lev irao os corpos Irancos. So o re-
medio foi tcrrivel o valente, ao menos nao doixou do vir
a proposito ; porquo, se a victoria se tivesse declarado
pelos redicaes, j eslava decidida a oceupario do paiz
pelas tropas da Franca, da Austria oda Prussia, que
entraran por dillorcnlcs partes ao mesmo tempo, e as
qtiaai nao licitaran de se unir tambem S deSardeiiha.
Foi n i-essjriii a inminencia de todo esle perigo para a-
brir os olhos ao roori, e para Ido fazer comprehender
a necissidade de adoptar medidas enrgicas c cdlcazes,
romoadoptou No mesmo dia cm que convocou a dic-
ta, chamuu igualmcnlo s armas o primeiro contig'nte
federal ; c como tudo isto nao era anda bastante, man-
dou ao mesmo lempo commissarios polos conloes, en-
carregando-os do operar a dissolucSo dos corpos Irancos,
que anda estivessem reunidos
Adieta, reunida no dia 5, segundo Ibes dssse na
mnli.i correspondencia do lia 7(*),nomeou logo urna
COmmasSo para propir as medidas quo Ihe parecessem
maisproprias pata verificar a pavificario do paiz. Co-
mo a neressidado bata porta com toda aforra, nao
liouvo desta vez tanta des;repancia deopniOes, como
tulla bavido entros Miembros da commissiio, noinea-
dadufanto a primeira rettniSo da dicta. Tudo agora
man >ava com decisSo e rapidez: o parecer da comalia*
sio foi apresentado no dia 10, adoptado no dia 12, e
executado nodia 19. Approvro-sc as medidas toma-
das pelo roror/ para a dissoliiro dos corpos Irancos, o
votou so urna rtcomme".da( para que concodosie aos prisioneiros o mais implicados
polticos, quo ero inuineravois, utna amnista. Are-
commtndacSo di dieta fui intimida ao governo do Lucer-
na na dia 15; mas, quando este recebeo a communira-
cio oflicial que se Ihe fazia, respnndco apresentando o
erreto quo linha publcalo 3 das antes, cm que havia
concedido completa amnista a todos os implicados pol-
ticos de qualquer calhegoria que fossom, exceptuando
nicamente o cheles dos corpos Irancos, cuja sorte
llovera ser decidida pelos tribunaes na conlormidade
das luis. Estas feli/es disposifes, tao contra o quo os
radicaos proplietisavao c desejavao, lizeiao pensar a dio-
ta que tu lo ia a entrar espontneamente na ordem, e
que nao havia necossdade do omprego do moios extra-
irdinarios para obler o completo roslaheleciment du
(ranquillidade do paiz ; c em consequonca deslas es-
leranias, licenciou immedatamente quasi todas as tro-
pas quo tinha chamado s armas, o dissolveo-so de no-
vo no da 22, depois de ter habilitado MOfott com os
pojares necessarios para rsgslir qualqucr tentativa de
desortkm ",' puf ventura sobreviesso. Ninguem de-
seja mais to que cu que as esperances da dieta se reali-
sem; mas tudo me faz raeear que o contraro do que el-
,i doseja so verifique, ^uo o radicalismo ha de fazer
das suas, o que s esperara por occasilo opportuna pa-
ra obrar he para niim ponto de f : as folhas que ah
lorem chegando, o farao ver em occasiao competente ,
secircumstanciss independentei da ininha vonlade, me
embaracarem deo ir communicando em oulras corres-
pondencias.
P. S. Cliegio nesto momento noticias inloressan-
tissimas de Inglaterra, ao menos para as senboras. Ha
males que veem por bem: o suicidio do urna donzella,
que niorria pe i nao ser, abri para as senboras inglo-
zas que pr'tenderen! casar-se a perspectiva do urna
nova era matrimonial, com que ellas seguramente nao
continuo, anda que todas a desejassom. Proccdoo-sc,
no lia 21, sob a presidencia do dcpulodo Wakley ,
membro do parlamento, a urna investigarao sobre as
circunstancial dodilocrme, eachou-so que a suicida-
da linda sido conduzdu a porpetral-o, de desosperada
por nao ter nconlrailo marido com quem casasso. Es-
ta desgrara, que, segundo parece, uo ho oxemplo ni-
co na histora dos suicidios inglezes.tal 1111 j > r ?.-. Ti > liv. snbre
o jury, que, ntmme discrepante, so dirigi ao presi-
dente, pedindo-!he que, na sua qualidailc do membro
do parlamento, apresent?s"e" na cmara" -Aw com-
muris um itll para provocar alguma medida legislativa
Porlo-de-Pedras, 11 do maio de 1845. IHm. o Exm.
Sr. brgadeiro graduado Henriquo Marques do Ohveira
Lisboa, vice-presidente desta provincia das Alagas.
yoie Paulino da Albuquerque Sarment, coronel chefo
la legiao de Porto-de-Pedras. ^__^_
PEBN&SflBOCO.
(*) ( Esta correspondencia anda nos nao veio s
maos) Os U. 11.
Aqu para nl, diz ello lesmeiilindo-se fnrmal-
ini nte, "i qnc nos ramos vrniu lio grande omisa c sn-
to mesmo ter-lo c lratido nao vale apena; casas ba-
gntellaa so maisproprias para divertir meninoa emu-
llicrea, do qno para interessar domea enmpotentca.
Vamos aempre, ilii Fabin batendo porta, ficarc-
mosquites, nao olhando para illas.
A discr a verdado n burn linda algoma raso.a eollec-
cao do cunde Allegroni tinlio mais ares da um talwlci-
ro de amustias do qi.o le um iiuiso. Afora o camafeos
inecrao bellns. porm a nlbos vistos muito innderiins.
i i o lia elle reunidas mais de mil obrindas de alabastro,
coral, in.nlit-pirula, marmore de tudas as cores, tnib,:-
Ihadosum a claaaiea perfeicfiy des operarios Traoanen-
ses, Cassim cuino ,i h.'i.i o'i l.i'.i, eran as malcras do
paiz.
Punca attencan den Fabo a ludo isso, o quo mais
o ndmirava era o contrallo |uc exista entre o museo,
0 o seu proprietario. Figorcm-sc os nossos loitores um
bonieii) alto c magro, serio, grave, fallando pouco, nun-
ca suirindo-sc, c descrevendo niiudanienle as dclicnde-
ist microscpicas de am camafeo, como sedera ns cx-
plieacOes de S. Fcdro cm Roma, ou das pirmides do
Egyto, c ter.ii"> diante de si o conde Allegroni. Rcpreaen-
tava elle uitl papel, mi era Smente um simulacro ? O
museo era para esse borneta a rauda lo cu de Alcibia-
dea, ou na rcalidade frivolo tinha (rnente, como be tao
4:597,609
ALAGOAS.
Illm. e Exm. Sr. Paseado se mislcr, quo con-
tinuo a estar nesto acampamento urna (orea eflcctiva de
guarda nacional, pelo menos de duzentas pracas, dos
termos do Porto-Calvo e Porto-de-Pedras, eu lenho or-
denado aos commandanles militares, e aos delegados e
subdelegados de polica dos dflerentcs termos o distri-
tos, que alisten a todos oscidados no easo deservir
(visto nao competir agora esse alistamento aos com-
mandanles do guardas nacionaes por estsrellesuspensa),
e que enviem j com toda a promptido cem pragas, as
quaes deveni ser rendidas por outrascem, lindo o prazo
do um mez, continuando apraticar-so a mesma cousaat
segunda ordem E porque baja chegado aomeu conbeci-
mento.que por vozes tem V. Exc. posto pas, ou amba-
ra eos a semelbanlesreunioes,jporadmoelacoes,jpor
conseldos perniciosamente dados aos guardas nacionaes
suspensos do quo nao devem odedecer ao chamado da-
quellas autoridades; nao seslrando a V. Exc. tal pro-
cedimenlo, como o prefino do que se abstenba do o
pralcar, devendo pelo contrario concorrer, para que
minhas ordens sejSo cumpridas: do qualquer contrarie-
dad!), quo ellas tenhao, favo a V. Exc. mediatamente
responsavcl Dos guardo a V. Exc. Cjuartel general
da vico-presidencia e commando das frcas da pro-
vincia das Alagas no acampamentodo Riacho-do-Malo,
5 de maio do 1845. Henrique Marques de Oliveira
Lisboa. Sr. coronel de legiao Jos6 Paulino de Albu-
querque Sarniento.
Illm. e Exm. Sr. Tcoho prsenle o rcspeitavel
oficiode V. Exc, de 5 do corrente, no qual me par-
ticipa ter ordenado aos commandanles militares, dele
gados e subdelegados, para fazerem o novo alistamento
de guardas nacionaos para os destacamentos, quo tem
determinado persisti nosse acampamenio, o ao mesmo
lempo hiendo me ver ter chegado aoconhecimento de
V. Exc. ter eu por vozes posto peas, ou embaracos a
iguaes reunios ordenadas por essas autoridades, no s
estranbando-mo tal- prtiCedimcnto, como prevenindo-
me de que mu abstenba do o praticar: c como urna tal
rcprchcnsio minen cida me de a conhecer, quo V.
Exc. com toda a fcil idade acredita quanto a meu res-
peito di/em os meus detractores odesafeicoados, per-
milta V. Exc, que com lodo o respeito Ihe laca as ob-
servaces, quo he justo fazer a um cidadao ferido atroz
mente em sua reputagao. Depois dos ltimos servicos,
que ptestei no governo, oppondo-me a nassada sedic-
" a i, c que live em recompensa ser suspenso, e a legiao
do meu commando, nao dei um s passo, que tivesse
por lim negocio poltico, para o que desalio, que o pro-
vem estes mesmos, quoousao calumniar-mo perante V.
Exc; porm com isso me do bem a conhecer, que nio
tecm lrca moral, prestigio c inlluenca para reunirem
povos a co.i 'jinarao de una guerra to justa como a que
se faz ao salteador; quando cm poca bem recente po-
Jrio insurgir-se e a|untar squito para atacatem a ca-
pital, ao delegado de S M. I., c a muitos pontos, que
Mist oita.a a legalidade, em um dos quaeseu tivu a hon-
ra de estar. Nio lenho precisan. Exm. Sr., do derra-
mar a desordem em urna provincia d'ondu sou natural,
tenbo familia e possuo alguns hens, setn fim algum ;
porque nunca tive vistas de fazer lortuna pela poltica;
amo as instiluices do paiz e a monareba, do que te-
nbo dado nao equivocas provas ; mas s tiro proveito da
agricultura, e esta nao pode prosperar sem muito soce-
go ; eu desojo a conservarlo do V. Exc nesta provin-
cia ; porque se, que o espago do tempo far V. Exc.
conhecer, quem sao os revolucionarios, so cu, ou aquel
les, que, com imbusles e calumnias, quercm espagar a
:iierra para li ns, que nao escapeo ao olho menos pers-
picaz: pe'a secretaria desta provincia conhecer V. Exc
os 01001 servigos, e alguns pregados em pocas bem
melindrosas.
Dens guarde a V. Exc Quart I da /egia'o da tilla de
IIlla i iigissiuaiav*m..e-.t.-.szt-'
vulgar, as apparcnciaa da gravidado^1 Queslcs erao es-
tas que Fabiu a si mesmo sepropunba, irin poder re-
sol ve-las.
O cuide era homem tuo pouco accessivel, que o seu
/litante nio sabia por undu investi-lo. U baru Ihe fa-
cilitn ii attaque, tratando de retinr-se ; que tinha elle
COnvencionado com Krrante ir n essn hura n sua casa pa-
ro tratar do grande negocio do retrato de Rafaella, c nao
quera fallar por modo algum. Fabio da sua parte tinha
grande cnipeulio de demorar se, o achou pretexto deo
fazer.
Sonlior conde, disso elle alfoutamcntc quandu se
achou sos com o dono da rasa, diiseriio-mo que V.
oteelloncia era o olieie da confraria dos Nobres?
Sim, senhor.
llavera indincriro em pedir-ldc algnmas infurma
i i'n's ,'iluv cssa singular asauciai/u.'
Nio, senhor.
Lila be inlia''
Sim, senhor.
S.ibo V. cxcellencia, se ella procedo de alguma ins-
litnirJo anterior, como do Ueati Fauli, jior oxemplo?
Nao scnbor.
Sim, senhor! nSoseiihur! disse Fabio a parte, n5o la
fcil a communicagio cun o tal sugeito.
Por algum lempo rcinuu o silencio, sem que o con J,
mestratse o menor des-jo de renovar a con versaruo.
Rendimenio arrecadado pela mesa do consulado desla
cidade no mes de maio prximo passado.
A SABER :
Despachos martimos.
15 Ancoragens
16 15 p-c. das embarcagoes
cstrangeiras, que passao a
nacionaes.
Exportacao.
17 DireitosdeT p. c 41:4
18 Dito do 2 p. c
19 Dito de ', p. c de ouro e
prala amoedado.
22 Expediente da capataiia.
23 Emolumentas de certides.
24 Multas decididas.
18.056
21,241
16,'760
41:615,162
Interior.
47 Sello proporcional. 925,51a
Ditofixo. _512^!?
Depsitos.
84 Consumo.
92 Imposto de 5 p.c. na com-
pra e venda das embarca-
goes nacionaes
Diversas provincias.
Dizmo do assucar da provincia
das Alagas. 831.956
Dito do dito da dita da Pa-
rabiha. '1,080
Dito do dito da dita do Rio
Grande do Norte. 1,109
Dito do dito da dita do Coar. ,509
1:437 993
80,000
844.714
48:475,378
lleceita provincial.
Dizimo do assucar. i 3:843.892
Dito do algodo. 3:453.757
Dito do cal. 9,822
Dito do fumo. 7,560
Tan de 40 rs. por sacca do
algodo. 117,480
Dita de 160 rs. por caixa de
assucar. 282,080
Dita de 40 rs. por lecho de dito. .600
Dita de 20 rs. por sacco com
dito. 541,600 18:256,691
66:7.". 2 069
Mesa do consulado de Pernambuco, 2 dejunbode
1845 O administrador,
Joo Xavier Carneiro da Cunha.
CORREIO.
CORRESPONDENCIA DA ( lliAin: K PROVINCIA.
Oqueapraia mais ardentemente licseja, nao da-
gora mais de mnito tempo, hosem conlradicgo por os
hmeos de bem a merco da pl be, ho exultar as pai-
xes destapara a levar a coinmetterattentados contra
quem tem o grande crimo de nao ser praieiro.para con-
seguirem a vioganca do que andao devorados sem com-
prouiriiiii.enlo de utna ineia du/ia de traanles que por
traz dos bastidores acudao esses desgragados que Ibes
servem de instrumentos, quig seui o perceberem. A'
esse ponto "'stamos nos quasi chegados, e todos os das
he preciso empregor o paciencia mais perseverante, pa-
ra nio dar lugar a dcsaguizados de graves consequen-
cas. Pelo dedo se conhece e giganlo. Hontem,
noute,dous embarcadicos ao de companhia para o Rcci-
fe, e na ponte encentrarlo nm sugeito que fumava, e
como um dos dous tivesso o mesmo gnsto, dirigi so
ao sugeito o pedio-lbe o fogo : ao accender do charuto
mostrou que trazia barba grande com seu bigode, etc.
etc ; foi quanto baslou para o meu fumante que vinba
a ruga do outro miliante, pregar-ihe urna descompos-
tura furiosa, o com os seus companbeiros, e todos na
mesma ladainha f rao acompanhando os dous embarca-
dicos at a ra da Mauro do Dos, c os h unens foriio-
se calados o tranquillos, admirados quo seja motivo pa-
ra ser insultado em um paiz civlisado trazer barbas dos
te oudaquelle modo.
Escrevem-mc do Limoero o seguinle :
Pulas oito horai da noute do dia 27 do correnta
(maio), houve um barulho to grande nesta villa, fe* i i o
por dous atrevidos praieiros, Manuel liuriti, o l'enlo
Pacheco, que tocou hainadu de campo, e o resultado foi
o liento Pacheco esbordor o inspector do quarteiro, o
olleros Jos Ilarbosa da Silva, na occasico em que esle os
quera prender : o que semprn acontecer; porquo o
commandanto do destacamento cflectuou a prisSo. Meu
amigo, a impunid ule do crimo he causa da repetiro
dcstesattentados. Estes dous dffortferos faquisias sao
Sr. conde, proieguio Fabio, V. excedencia dev
aubar-inc importuno, queira perdoar as miabas per-
guntas.
Bu, senhor, respondo ellas como posso, pcia-me
smentd nftu saber mais.
I-'.. Ion ili's.inir.'ailo ComecOU a suspeitar qnc o maldo-
so Errante Ihe quizera pregar urna peca, remeltendu-n
esta pcrsi.nagein moiinsyllabea; e nio sabcndu mais u
tic Ihe dissrsse, Irmlirou-sr de pcrgunlar-llie sem mais
rodeios:
Sr conde, V. eiecllencia gnsla dos Inglctes?
Ousnri'i ru, meu senlinr, fazer-ldo a mesma per-
guiita ?
Iloiu! disse Fabio entre si, ei-lo agora que me
respondo perguntando ; comprninette menos. V. exccl-
Icncia me pergunta, se cu gusto dos Ingle-e. Correndo
i risco de xurrassuas aflbiedes on convicedea, ilir-lbc-
hei francamente qoe os detesto cum Indas asfurresda
minlia alma.
Vin. aborrece es Inglczei I cxrlaiuou o conde pon-
do-se de repente cm pe, como se fra movido por nm
maqninisnso,
Fabio nao sabia bem o quo penaasse desta subit.i e\-
clamarao, nem qnc sentido tinha rila na bocea do con-
de ; nao lardn porm a desenganar-se.
Repita, Sr., repila, coutinuou o cunde, que abor-
aece os Ingleses. Oh Vm, nio sabe o bem que me faz!
i
MUT


da sucia dos cceles, que frao a porla do Albino para o
espancarem na noute de 13 de marco, que com o seu
bando trazom esta villa assustada : sao estes o outros a-
gentes, quo o delegado Mano I Barboza, e a sua poli-
ca teem garantido para espancarem u insultarenia gen-
te ordeit.i Klles di/.em aqui publicamente, que ou ol-
lus em Limociro, ou Albino Jos dos Santos, o 0C00-
Iho, c que o guabiru empoleirado, quo be o Dr. juiz
d direito do crime Joao Mauricio Cavalcanti da Bo-
cha Wanderley lia do sor sangr.ido como poroo. Veja,
ini'ii amigo, em quo poca estamos.
iiiariu de PEiiaiiium
UM NOVO PIANO KM PKRNAMBUCO.
Urna cidade eoim> n no>sa, onde o gusto pela boas-ar-
te*, o cun especialidad!! pola da uti*, se va i deten-
volrciido rpidamente, deye sentir-s tomada d'um pro
fundo santimona de prater,oada vos que v augmentar-
se o nomero d'artittu quo aqu oonoorrem, o que pelo
seu talento e escola nos pdem revelar publica e particu-
larmente todos os prodigios quo a msica lia folio na Eu-
ropa estes ltimos anuos.
lio deste numero o Si\ EiluarJo dos Santos Suhmitz,
recent?inentooliejado ilc Lisboa, omctlja capital era el-
le considerado insigne meslre de piano, e o <|ual, segun-
do nos consta, dentro cm pimcus das se propoo a dar
mu Concert, no hotel Francisco, listamos informados
por aljtumas pQMoaa quo teem tuda a raiiio de o saber,
olio o Br, Eduardo dos Santos Sohms tem uma, energa
d'expreasao pouco oomraum, e que, atona uoite do seu
Concert, pretende cxecular, com a raao esqiierda s-
raente, alguna grupos d'harroonia, que augiuontaraO
pura os espectadores a potencia do piano, d'uina ina-
njira notavcl,
'rremos pela primeira vez ogoslo do ouvir a execu-
i-,'i i das mais brilliantes sonatas de Clementi, do Muzart.
lo Ilavdeu, udeCimarosa; c a* noaaat familias tero a-
gora oecnsio Umbem de ofl'orecer ascusfllios um cx-
qellente c polidu mes'.ro do |iiano.
U piano, tal como elle lio coustruidu, be por si s,
no incio de urna sala, urna harmona completa ; portn
n reeoubeoida babilidade do artista cuja chegada hoj
annunoiamoa, justificar sem llovida a expectativa d
publico de Pernambuou, faicmlo-o sentir, cada vez que
quo o for escotar, as variadas e profunda! cniucca que
ileiva no espirito a pureza da msica, quando desemba-
racadu dos prestigios do charlatanismo.
Detlaragoes.
-u
. JO
Alfandega.
Rendimento do dia 2................. 5:523*601
Descarregao boje 3.
Galera inglo/aColombusinercadorias.
IlrigueSkctlcfca larinba.
Moviiiieul do l'orlo.
Navios entrados no dia 31 do patsado.
liba de Santa Arcm (liahia); 12 ai.is, lancbao brasitei-
ro Conceicao Oliveira,tle 32 toneladas, capilao Joao
Fel de Menezcs, oqulpagem O, carga farinba de
mandioca ; ao capilao
Rio tirando do Sul; 31 das, patacho nacional Pagele
do Rio, do 119 toneladas, capilao Jos GonealvH
Mindello, cquipagom 10, carga carne secca; at-au-
dino Agoslinbo do llarros.
A'ai'io entrado nodia 1."do coi rente.
Liverpool ; 27 dias, galera inglcza Columbas, de 3:.()
tonelados,capilao Daniel Creen, equipugem 19, car-
ga fa/.endas ; a Me. Calmonl & Companhia.
Navios sahidos no mtsmo dia.
Rio de Janeiro ; barca nacional l'eniamenlo Feliz, ca-
pilao Antonio Silveira Miciel Jnior, carga lastro.
Genova ; pulsea sarda l'Hades Urestes, capilao An-
tonio Gboxandcllo, carga ussutar.
lidhia ; gnroupeira nacional Ar. S da Penha, capilao
Jo-e berreira l.ouro, carga lastro.
Rio do Janeiro ; polaca sarda i Francisco de Paula,
capilao i arebese. carga lastro.
Navio entrado no dia 2.
S. Thomc ; 20 dias, briguc portugus Ido llavrt, de
1-ii toneladas, capilao Jos Rodrigues litas, equi-
pagem 15, carga sal c tilba para lustro ; a Manoel
Joaquim Ramos e Silva.
Aavio salado no mesmo dia.
Baltimore; patacho americano Virginia, capilao Edu-
do Cooper, carga assu'car.
Edilal.
9=0 Illiu. Sr. inspector da tbesouraria da Huenila,
em cumplimento da ordem do tribunal do tlicsouro pu-
blico nacional de 24 de abril prximo pastado, manda
faier publico, que se val concluir a substituidlo das no-
tas de &l)00 rs. da i.' estampa, dando-sc valor Igual ate
O de iiovenibro ilo concillo anuo, cil'abi por diante com
deacontoa progrcssWos de 10 por cento cm cada mes
na liirina do regiment dr A de uorembro de 1836, Se-
cretarla da thesourarla de Pcrnambuco, ii de maiodc
1813. O ollicial-muior interino,
lunario doi Santos da t'onseca. (11
'au-a -,_.$.t.i, zaicji
Nao o eunheco, cjonino; Vm. oilc.i oslnglexes!.....
I'.u so tiulia um Albo, Anlinous, o orgulho de sen pai,
gloria de seu pai. Rsso filbo, Sr linha smente vinte
iiiinos, eji fallava todas aa linguas, Indo liavia lijo, e
guardava tudo o que li danoava como Veslris, ma-
neav.i a espada como Sao Jorge, montara acavallo como
um rabe do Deserto. Um dia, vai para quiltro anuos,
os Ingleses, csses fieisslliadus, tinhao oomprado iodos
os cereses da Sicilia, c produtido asim nailha urna fu-
me horrivrl; fiicnclo-si; entilo eompassivos, ellcs nos
revendao a precoincritel o nosso proprio triga como
(l'Odcssa: nesso lempo bouvo em Trepan! una ooiu-
mocao popular: mcu filhu deseen a ra paraproela
mar ao poro, porque delle era querido, eama patarra
sua bastara para apasigua-lo. Nesse momento os suida -
ilus, os carrascos ingleses corregi sobre o pov<> a balo-
ncta callada,eall, debaisu das niinhasjonellaa, aoa moas
tilbos, assassinro o meu filho!.......
A estas palavras o cumie cabio como suffocado sobre
a eadeira, c cnbrindo cora ambas as mos o rosto, esso
lioniem tAofrio, lio reservado, debulliou-se em lagri-
mas, l'iibio todo a Un n i (I o desla inesperada eiploaao, j
se arrenendia ile baver sem querer cxcilado seraelban-
le ti'iii| estado, c oo ousando inlcrrompcr a ddr desaer
desventurado pae, esjierava cm silencio que o cris se
acalmaste.
3O abaixoassignado, prolessor publico da eadeira
degrammatica latina, novamente creada nafreguesia
de S. Jos desla cidade, fas sciente, a quein convior.que,
liavcndo prestado juramento, c lomado posse do seu
ainprego, abri no 28 sua aula, c convida aquein ml-
la se quizer matricular, a o lser desde j; pols que pode
para isso ser procurado todas os dias uteis e a qualquer
bora em a casa de sua residencia, na ra das Ciiico-pon-
tasu" 11. Lourcnco Avctlino de AWuquerque Mello. (10
e=A directora do arsenal de guerra precisa mandar
retclbar parte dos telbados da sala da mesilla, do quar-
tel dos aprendices menores, c dasquatro ollicinas: quem
quiser se eucarregar compareca na dita directora para
contratar. Directora do arsenal de guerra, 21) de malo
de 1845. No impedimento do escriturario, Jimio Ricar-
do da Silva. O
2 0 Bacbarol LourenQO Jos de Figueiredo pri-
meiro supplento do juizode orpbaos, reside na ra da
l'enlia n. 5, primeiro sndar. 3
1 O escrivSo e administrador na mesa de diver-
sas rendas internas provinciacs desla cidade faz saber
a lodos os proprietarios de estobelecimontos, quo pagao
impostos provinciaes, laos como sorrarias, otarias, fa-
bricas de chapos, de charutos, o do tabaco, casas de
cambio, de molas, e do leilao, situados no municipio ,
devodores dos referidos imposto*, que vai proceder eje-
cutivamente contra aquelles, cujoi dbitos ja se lo-
nhSo vencido. E para quo cheguo noticia do todos,
mandoi aflixar o presonle, e publica-lu pela imprensa.
Luiz Francisco de Mello Cavalcanti. 11
1 Companhia de Bebiribe.
Os Sonhores accionistas da companhia do Bebiribe
bajo de realisar urna prestacao da 4 por cont (2^000
rs. poraccilo) sobro o valor de suas aeces, dentro do
pra.ode30dijs, contados deSdojunho a 5 de julho
do correte anno. Escriptorio da companhia em ses-
so de 2 de junho de 18i5. O secretario, B. J. Fer-
nanda Barros. ____o
Avisos maiitimos.
4=Para o Rio de Janeiro sal na semana presente o bri-
guc nacional llinerra, forrado cpregado de cobre, o com
excellentes commodos para passageiros; recebe alguma
carga miudaa frte, ecscravoa; quem pretendercarre-
gar,entenda-SC com o seu consignatario Manocl Ignacio
deOlivcira na ra de Apollo n. 18, ou com o capilao a
bordo. (C
4=Para a Habas ai emplleos dias o briguc nacional
,4mia e Constancia com a carga que liver.por nao convir
deinorar-se: quem quizer carregar ou ir de passagem,
falle com o consignatario Manocl Ignacio de liveira na
ra de Apollo n. 18, ou com o capilao Malhias I'crreira
'r,i_ i, n.i piaca do Commereio. (
1 A barcaca S. Francisco parte para Maceiu
com brevidade: quem nella qnizer carrogar, dirija-so ao
arco do S. Antonio, loja doManoel Jos Goncalves Bra-
ga, ou ao meslro a bordo. 4
2=Para > Rio de Janoiro pretende sabir, no dia 4
.do.Drcsonlc, o patacho nacional S. Jos Amencano,
anda recebo alguma carga e esctavtiS a frea; quem no
mesmo quizer carregar, ou ir de passagem, para o que
lom excellentes commodos, dirija-so a Gsudino Agos-
tinbo do liarros, na ruada Cruz n. GG, ou ao capilao
a bordo. ________(7
l.eilo.
20 corrotor Olivcira continuara o leilio de tras
les novos, proximamenta vindos do Porto, consislindo
em cadeiras de Jacaranda, d'oloo e cidreira de difieren-
tes qualidades, mesas reJondas, bancas dojOgo, com-
modas, toucadores, sofas, marquuzas, poltronas, car-
leiras o inoxos para escritorio, etc. : quaila feira, 4 do
correato, ;is 10 horas da maiihaa, na casa do Exm. Sr.
Manocl do Carvalho, na ra do Amorim, onde conti-
nao a vender-se diar8inento o trastes, quo resta-
do
iclti.
visos diversos.
Tcntlo de scorg.iiiisar a companhia
da ponte pensil do llteatio por ssc tor
subscri tu inaia tic inclade das acedes ;
os Sr. accionistas estao convidados a
roncoriercn a rciwiiao rjuc para este
IIni teta lugar hoje, 3 do torrente as 5
horas da tarde no collegio S. Antonio.
0 CLAMOR PUBLICO.
Sabio boje o n. 17, o acba-so a venda na prac da
Independencia livraria n. 6. e 8.
Quem precisar do um caixeiro para tomar conta
de qualquer venda por balaneo,do que tem pratica, di
rija-sea pra^a da Boa-Vista n. 88, venda da esquina
que volta pora o Hospicio, quo achara com quem tra-
tar.
SebaslioJos do Oliveira, meslre harbeiro,den-
tista, e sangrador, faz sciente a quem convierquose
acha estabclccido com loja ns Iravessa que vai para a rus
do Vigario n. 2, aondo o acharO a toda bora promp-
lo a exceular qualquer objeclo tendento ao seu ofi-
cio.
1Parlcm para Lisboa, a tratar de sua sudc.Joao
Cavalcanti do Albuqucrque, e sua mullier. (2
Pergiiniar-me-ba Vmc. aiuda.continuou o conde,
quando alimn um pCUOO, mas ainda com carrejada
vo, se gusto ibis Ingleses ? Ha quatro anuos que entra
orriipnco, onlro pensnmeulo nao lenlio sonlo f.ner-
Ihcs mal. En tambera, Sr quizera que 0 poto ingle ti
vesse s una cabera !.. Porcm, ai do mim I restituir
ine-bio isso o iik'ii querido filho ? !
Estabeleeeo-se immediata intimidade entro Fabio c o
autor de nina cuntissao to franca, lio absoluta, l.'io
conforme ans senlimciito do primeiro; um quarto de
bora lora bastante para ligar cstrcitnmcnte csses dous
homons ainda ha punco estranhos, e por pomo nao le
voii Falli a conrlanca ao poni do revelar ao onndii o
segredo da Spagnola. Terrivel intimidado, naseida no
odio e prcnbe de vingtinca.
'ngora em diante, conliniiou Allegroni, com tan-
la effueko qaanta eiroonispicei mostrara d'antea, res-
ponderei sem reserva s >uas pergiintas, pois que pens
eonhecer Ihes o fim Saiba piis Vine, qne as suas con
Ociaras sao bem fundadas) mas um juramento solemne
me prohibe de diser-lho boje mais nada, no depois sa-
ber tudo. Todo aquello que aborrece os Ingleies he
dos nossiis, e Vino, por este titulo merece inleira inicia
g3o. Quando for lempo cu o preveiiirei. Al l nao d
mostras de conhecer-me, nem Tenhara rainha casa, se-
na para ver esta bugiarias, que como Vmc. dcspreio,
Roga-se a pessoa quo fez o aviso no Diario de 2
do correte n 119, respoito a prela Isabel, de dirigir-
se a ra da Cruz n. 52, ou declarar a sua morada.
Faz-so sabor a qualquor pessoa que preciso do urna
pessoa para rosinbar diversas comidas, que dirija-so a
Fra-de-Portas no beccoda Molcfa, casa n. 1.
Quem livor c quizer vender um fule proprio para
foliar furmigas; dirtja-se a praga da Boa-Vista n. 32.
Andt Manoel do Amodo embarca para o Hio di
Janeiro, a sua escrava crioula por nomo Severina.
1Estao por afugar os segundo e terceiro andares e
>olo da cssa n. 7 da ra do Cruz, muito feseos, epin-
tados de novo : a tratar no primeiro andar da niesina. (3
3 Alucao-se as casas seguintes: o terceiro andar do
sobrado n. 4 no Atierro da Boa-vista ; os primeiro c
segundo andares do sobrado n. 14 no pateo da S.
Cruz o segundo andar do sobrado n. 21), da ra estrel-
la do Rosario ; a casa terrea n. 30 da ra de S. Ama-
ro ; a grande casa terrea n. 7, prximamente acabada,
na ra Formse ; a casa terrea n. 80, ra ao lado da
matriz a Boa vista i a casa terrea n. 35 na ra da
Snledado c'a casa n. 37, na mesma ra ; quem as
pretender dirija-se ao escriptorio de Francisco Antonio
do Oliveira n. 26. i 8
1= Othesouroiro da rmandade da Sra. Sant'An-
na, erecta na igreja da Madre do lieos, convoca a todos
os irmos da mesma irmanJaJo, para se rcunirem cm
mesa {jeral quinta-feira, 5 docorronte, as quatro horas
da tardo, para 6e trotar negocio de grande urgencia. (5
No dia 28 do maio do correte atino, perdeo-se
da ra Nova, do pe da ponto da Boa-visla, indo pelo pa-
teo do Carmo, tua de Hurlas, ra do Palacete, ot os
Afogados, urna maca do sola, quo levava dentro 1 catni
ras, 2 calcas de brim, 1 sobre-casaca de briin rOxo, 2
neos do tabaco encarnados, 1 ctico de leda, 1 llandres
redondo piolado do verde, quo ovava d.'nlro dous aulos
do demarcarlo da propriedadu da llura j velbos :
pede-se a quem achou a dita maca quo a entregue a lli-
niz Antonio do Moracs Jnior, morador oa ra Nova ao
p da ponte da Boa-vista, casa da esquina que volta para
a ra do Sol, quo lera de grahlicacao 32,>000 rs.
1Franc^ca do Paula Sanl.s, lendo o Diario de
Pernambuco a. 112, de 23 do mez pasudo, ncllo en-
contrn o annuncio de Lu/ Candido lerrcira, que ma-
ldosamente pretende embaracar a annuncianto em seus
direitos: sim, a annunciante dove a eslo Scnln r ris
211 000, porru sem onus nenhum no sitio da estrada
do Arraial, do que a annunciante he proprietaria o
qual so acha desembargado, e livre do hypolheca; po-
dendo por isso a annunciante vendel-o a quem bem Ibc
convier. A annunciante aproveita a occasiao para convi-
dar ao Sr. Lu/. Candido para que aprsente ao publico
0 fallado documento, pelo qual pretendo exbulhal-a de
seus direitos 13
1 Prccisa-se fallar com o Sr. Candido Poreira de
Souza para negocio de sou interesso; e como se ignora
a sua inoradla, a queira annunciar por esta olba, ou
dirigir-se a casa do Joaquim Goncalves \ ir ira Guima-
racs no annazein n. 1, no caes da Alfondcga, ou no
LoriC-uVMatlos ra da Mocda n. 7, primeiro andar, que
dir a quadadu do negocio. 7
1 llap t'inajriuS.__
Este superior rap (orna invtriuvcl a sua QBaiiGMI
por nao mofar, nem seccar; nao fere o njriz, ncm pro-
dur irritacoes vertiginosas, porque a sua composico he
a mais simples possivel. A gcral estima quo tem ttdo
rila rap pelos apreciadores de urna boa pilada, o a ap-
provaco que a respeilavel sociedado de medicina Ibe
concedeo remala o seu mais completo elogio.
Novas fornadas d'esluexcedente rap, com a cor muj
escura, soacbao venda nos depsitos da ra da Ca-
deia do Bccifo, n. BO, praca da independencia n. 28,
Aterro da Boa-visla n. 10, e Atierro dos Afogados n.
209, aondo so vende a ljOOOrs., a libra do o libros
para cima. O embrulbo dcsle rap be azul, e os rolo*
bsbrancos. IB
2 Precisa-se alugar urna mullier f rr,. ou escrava,
de ii.in bonseolumes o sem fillios para criada de
urna casa de pouca familia : quer-se que saiba cozi-
nbar o engummar. Dirigir-se a ra eslreila do Rosario
n. 30, primeiro andar. 6
Aluga-sc unta casa terrea com muitos com-
modos para grande familia 0 com porlao para a inar,
sita na ra de 8. Bita Nova : por delraz da mesma ra,
serrara n 21. 4
;, Lava so c engomnia-so com per eicao roupa
de homem e de scnhoia; na ra das Lurangeiras n. 27.
2 Arronda-se una olaria por dtlraz do recolhi-
mento Ja dloria ; procuremao Ur. Pcreira, na mado
Rang< I n. B9 primeiro andar. 3
2 Traspassa-sc a renda de um pequeo sitio per-
la da Casa Forte com bastante ro,a e mais lavoura
plantado ; comprando a dita lavoura : quem pretender
annuncie. 4
2 O grande concert vocal o instrumental que
Eduardo dos Santos Schmilz professor do piano c
canto, linha destinado dar no dia 3 do Junho, lica
transferido para sabbado 7 docorronte. 4
3-z()s credores do casal de Joao Callos l'crcira de bur-
gos siio convidados para se rcunirem na sala do Com-
mereio delimite do rpo Sanio, na segunda feira, 3 de
luino.s 11 horas da uianhaa,para trataren) dos negocios
do mesmo. (>
5 = No dia 23 do concille, as 8 horas da noile, appa-
recco na ra da Prala um quartao perdido, com canga-
... v.
mas que servem a minlias vistas, dando pretexto visi-
tas cinc sein it>so se poileriao tornar notareis. Ein mim
so o homem dos eaiuafdos, c esta npiuio he una
paseara por cojo favor overdadeiro huiucui escapa a
todas as Vistas.
Quando Fabio se achou s no quartoda suaestalagem,
fra, ma, Iluminada apenas pi.r una lampada entuma-
cada, c abcrtii aos viajantes coma urna estrada; ueste
estranbo retiro se aproveitou da solidan para rcolhcr as
Mina ideias; quanlo mais isolados estamos, mais por as-
sim diser una oonomitramoa. Era noute escura; as ras
Iluminadas smenlo pelos lainpics do alguns nichos,
uta vio deaerlaa, e ora uu ouiro viandante retardada que
apparooia, snmia-ae como una sombra Tudo eslava ni
sib'iieio na cidade; de repente, urna banda do msico
reunidas cm frente da visinha igreja dos carmelitas,
comccoii, n lu d'archotes, un concert espiritual, Hi-
jas melanclicas melodas u vento ila noute cspalbava nu
espacu.
Embalada por eaaa harmona sagrada, a alma do Fa-
bio se abandunava a uma visiu pacifica, u se eleva va gra
dualmente cima deste mundo tempestuoso, nuda tan
los lar"-, i'iii.i i .i prcudiSo Encarando face a face o sen
destino com a penetrarlo de um jais impsroial, Fabi
recapitulara o sen pastado, o estabeleeia o problema do
seu futuro, como se de oulreiu se tratara ; Carolina,
Iba e mais algunias cousas quein for seu dono, dando
os signaos cortos, e pagando a despea que com o di-
to se tem feito, Ibc ser entregue, na inesnia ra da
Prala n. i. (8
BOjOOO rs. de gratificacao.
Fugirao do engenho Sousa, da freguezia de Agoa-
Prcta, quando erSo oscravos de Sr. Manoel Francisco
Leinenlia l.ins, que os codeo ltimamente ao abaixo
assignsdo, os cscravos seguintes, quo o annunciante
prometi nao castigar, so so apresentarem voluntaria-
mente, c vendo qualquer delles que tenba conseguido
tlludir aalgucm o so ache em sua casa, e por cada um
dosquaes finalmente dar SOS quem Ih'o apresen-
lar no Rio-Formoso, ondeo annunciante he morador:
a saber:
Caetano, Angola, carreiro, alto e secco, pernas ar-
queadas, fugio em junho do anno passado.
Miquilina, Angola, baixa e grossa, sicatrisada pelas
costas, de re lio.
Maria, du Contente, alta e secca, cor fula e bem la-
dina.
Matheos, Angola, baixo e grosso, corbempreta,
reprsenla ter de idado 24 annos.
Francisca, mulata, alta o secca, coxinheira, engom-
madeira, o canta bem.
Joaquim, crioulo, altura regular, bem preto, mui-
to ladino, fugio ern oulubro ou novoinbro do tnno pas-
sado. Francisco Jos de Araujo Lopes. (2J
2 =No dia 29 do maio tarde, desapparceco do por-
to do boceo Largo em Fra-de-Portas uma canoa de
carreira aherta o curta, he encavilliada na caverna da
proa e da popa, com cavilhas de co'jro, nao tem panei-
ro, mais lem travcr;es para paneiro de tirar e por, foi
pint.ida do cinzento, mas est j toda desbotado por
ser nnliga, e tem corrente nova ; julga se ter sido tira-
da por olgum curioso : quem soubcr della e demoli-
da em l-'ra-de Portas n. 95, ser bem recompen-
sado. (o
2~Jooquim Baptista Morcira retira-so para Lis-
boa, donde tem a voltar a esta cidade brevemente, a
duranlc a sua ausencia deua nella por seus bastantes
procuradores, o cncarregados do todos, os KOI nego-
cios aos Srs. Miguel Jos Alvcs, Thomazde Paria, e
Joao Carlos Augusto da Silva, pela ordem, que neste
se achao designadas. (<
Caro de commereio de compras e 'cendal de ncravot, na
rita de Agoas verdes n. 4G.
Becebem-se escraves para se vender por commissao
levando-so dous por cento do venda e compra, assiro
como so recebem objeclo* de ouro, e prata, trastes &c.
dando se a tudo competente seguranca: na mesma cosa
ba pessoa idnea quo se encarrega de tirar passaportcs
para dentro o fora do imperio; correm-se folhas; co-
hro-se dividas dentro da prac,a dando seguranca ne-
cess.rij. 10
2 l'recisa-se do dous officiaes do choruleiro ; na
ra Direila n. 117. (2
issA Sr.* A. M. C ( com venda no Manguinho) ,
queit a mandar pagar o saldo de sua conta, que devo na
ra daC deiadoltecifo n. 48, terceiro andar, pois pa-
rece ser lempo sufficiente. (4-
o. l'rccisa-se de um pequeo com al-
"iiiih conlietimentos de plinrinacia ; na
botica das CBCo-pontM n /4. (3
2Jos Maria Tioncaives txSsu(m tCu-
a satisfacao de annunciar ao respeitavel
puldico, c especialmente a seus amigse
condecidos, tanto desta praca, como de
dentro e de fura da provincia, que elle
acaba de abrir urna nova botica e casa de
Irogas em a rita larga do llozario n. 12,
junio ao quarlei de policia ( antiga ra
dos Quarteis):0 annunciante protesta, no
leseniptnlio deseos deveres, preencher
fielmente a expectacao do respeitavel pu-
blico. (i3
3 Precisa-se do 2 Irabalhadores de masseira, que
sejao bons na sua arle, cd-se bom ordenado ; na ra
do Bangel padaria n. 45. 3
3= Cjuem annunciou precisar de uma mulber
bronca, ou parda para coser e engommar, dirija-sen
ra das Crazas n. 28, terceiro andar. i
3= Arreoda-se o primeiro andar da casa n. 18, da
ruado l'ogo ; a tratar com seu proprietario na ra daa
Cru/es n. 20 primeiro andar, nos dias tercas, quin-
(bs leiras csabbados. -V
2 Precisa-se de uma mulber de bonscostumes pa-
ra orna do uma casa de pequea familia, que saiba bem
engommar; em Fra-de-Portas, ra do Pilar n. 145,
primeiro andar. 4
2O Sr C.S. A. queira (era bondade devirouman-
dar |.'..'i a conla quo deve na loja da esquina da ron
do Crespo ao p do arco de S. Antonio pois j basta
de demora. 4
2 Ouen. tivcr um preto que seja bom oflicial de
rarpina o queira trocar por outro muito moco gil o
ptimo socador de assucar e canoeiro nao de profissio ,
voltando-se o que se sjustar, dirija-se a ra da Cadeia do
Becifc n. 35. t
Itafaella, o conde Allcgrnni, os Ingleies, os seus com-
panheiros d'armaa, a rendeira da Spagnola mesmo, c al
a Zngara, dulas esaat fiyur^a pasravc c tnrnavSo a pas-
sar diante delle como adores de um drama mystcrioso e
complicado, aoqnal nesse momento fura ello cstranho.
Mas cm breve as lembrancas vitas do dia revocando o
ao sentimentu do sua posiefio, interviuba elle na nenio,
c inquieto pergontava que papel rcpresenlava nesse dra-
ma, e que surte o esperara no desfecho. Porque cm fim,
que viera elle faier n Trapani ? Atlrahir, soduzir a Iro-
s, pregara matonea, oonsomal-a talve na realidade-
i'ii ni o o fizia no pcnsamentO) cm urna nalavra vinha ni'
fronlar o eadafalso Que perspectiva Que apostolado!
Levado a reboque por suas paites vingativas, ambi-
cionas, ao ddalo obscuro c sangrento das intrigas, das
conspiracoes, entregava>se oorpo o alma aos perigos, o
isto sem a iiiiinma esperauca de alguma cousa determi-
nada, fijo era possivel envolver se em empresa mais te-
meraria; a sua vida, como a dos jugadores, era verda-
deiramente urna febre cujas intermiltcncias o lanrarilo
ora no es|iaco, ora nos abysmos.
Esses assomo8 de sinceridade er5o gempre favorareia
Rafaella, cuja nobre c casta imagem extingua ento
todas as nutras, c radiava seus olhos como o astro a-
beiicoado dos amores serenos, c da tranquillidade da
alma. (ConfMuaT-l-Afl.)
ILADO


4
A pesso, que annunciou no Diario do bontem
querer saber de uma cscrava fgida, ba 7 para 8 anuos,
dirija-le a na das Cruzes n. 41, segundo andar.
O abati assignado, vendooannuneio, no Diario
de 30 do Marco, do Sr. d cngenbo Maravilba Jos
Feij de Mello, declara que ello nao pode embarcara
dita acerara Bita, o outro qualquer; porque esli po
nlloradoi pelo o abaixo assignado para pagamento ai'
ri'i-osicaodopartHhas, que elle tem do fanr ao abaixo
enguado csuas irmaas ; c as providencias a esto res-
f -,1o j* eslo dadas pela polica ; ussim como declara ,
que o dito Forjo nao podo dispor nem do cngenbo Bam-
urral nem de nenkam de teut beni, tem ctleituaro
'do pagamento ; porque todos esto subjeilos ts Jilas
loposicde.Joac Gabriel de Moratt Mayer.
- Antonio Forre-ira Braga fn/scienlc ao respcilavel
publico que deixou de ser seu caixeiro, desde o da 2
le Junho do crrante Manoel Fernandes da Cruz.
= Precisa-se do un caixeiro para luja e ra dan-
do fiador a sua conducta; na ra di Cabuga toja de
loleiro,
Manoel Jos da Silva Cuimaraes pela terecira vez
declara nada d< ver a pessoa alguma nesta cidade, ou
em oulra qualquer parto ; com ludo quem so julgar
eredor a presente sua conta ou titulo no prazo de
i j dias, que, reconhecido verdadeiro ser indemnisa
do; o lindo dito prtUO declara nao attender.
Hoja, 3 do crtenle, se ba de arrematar a porta do
i'r. jure do cita) da primoira vara, Silva Keve, na run
Nova, lioo escravo vcllio, por ser a ultima praca; quem
pretender comparece.
1 Aluga-sc o prilOoiro andar do sobrado por cima
da botica da ra do Queimado n. 15. (3
1 Joo da Costa faz .cenle aos seus freguezeg da
l.oja do eapateiro da ruada Cruz que fo do Sr. Ka-i
1 iuI Fernandes branles <|ue comprou a dita loja e
continua a servir a lodos om a niesma promplidao co-
pio at aqui i
1 D-se dinbeiro a pt.'cmij sobro pcnliores do ou-
ro, mesmo em pequeas quantias; na ra do Rangcl
li. 3. primeiro andar. ;j
1= Uin moyo babi litado para cnsinar primoirai let-
tras, que tem 3 preparatorios latim, francez v. geo-
metra ofTereco-se a a Iguiu senbor de cngenbo, que
lucir mas commodeim 'nte encinar os seus filbos ; na
un Direita n. 18, seg'jndo andar. fj
1 l'recisa-sodo un trabalbador de masseira ; na
tua doCoelbo n. 13. 2
1 l-'ranciscoJoaquim Cardoso embarca para o I,>
de nomo Cactano por ordem do Sr. Francisco Coelho
da Fonscca. \
1 Jos de Mello Costa Olivcira embarca para o
Rio de Janeiro o seu escravo Antonio, crioulo. 2
|s No boceo di Viracao, n. 5, lava-so e engom-
ms-se com perfeicao tanto rom ail como suin ello,
sosseguintes preeos: calcas a meia pataca, camisas a
quatro vintcns collctos a tro/ vintens o jaquelas u
meia pjtaca. 6
1= Precisa-sede um caixeiro del'2alG annus.j
para urna venda ; e do uma criada Porlugueza : na So
ledade indo pela Trompe do lado dircito '
... .,uu3l
ao p da igreja, n. 7.
1- Aluga-siU-na -^ tmn muo |arga ( pQr
proco commodo na ra da Soledac'o, com duas salas,
tj quarlos, corredor ao lado c un grande quintal mu-
rado com oulrj niaior cercado ; a tratar na ra da
Aurora n. 58. 5
1 Aluga-sc urna casa terrea atrnz da matriz da
Boa-rictC repartida a moderna com duas salas G
cuartos coznba lora, corredor ao lado e quintal mu-
rado com cacimba com muito boa agoa ; u tratar nu
ra da Aurora n. 58. 5
1 Aluga se uma casa terrea na ra da Soledado ,
( im duas salas, 3 quartos soto o quiutal murado ;
i tratar na ra da Aurora n. 58. 3
1 Aluga-so uma preta por 1"S "cnsaes para
I j o servifdde casa menos o de vender na ra : na
Iravessa do Lobato n. 1G, acbar-so-ba com quem tratar
considera-sc nada dever nesta cidade ou
em outra qualquer parte a pessoa algu-
ma, coiiitiidoqiiem se julgar eredor, apr-
senle sua conta ou titulo, que.sendo ver-
ladci
o, sera
pago.
-
.MBr-ii^rniiiMiniaiimnai
Compras.
3 Comprau-se tlTeclivamonlc para fra da provin.
ciu escravosdo 14 a 50 annos sendo do bonitas flgu
ras pegao-sc bem : na ra da Cadeia de S. Antonio '
sobrado do um andar de varunda de pao n. 20. 4
2 Compra so uma escrava que saiba perlera-
mente engommar sendo do bonita figura ; om Fra-
de-Portas ra do Filar n. 145. primeiro andar. 3
2 Compra-so papel de diario para cmbrulho a 100
rs. a libra e a 3200 rs. a arroba; na Iravessa da Madre
de Dos padaria n. 11. 3
2 Compra-se um tacho de cobre com o peso de 12
libras pouco maisou menos e una taboleirocom tain-
pa para vender doce ; quem liver annuncie. 3
1 Comprao-se de 100 a 400 garralas valias de
conta c limpas ; na ra larga do Rosario n. 53. 2
1 Compra-so o livro Lunario Ferpcluo=, an-
da sendo usado ; na ra do Sil, serraran. 19. 2
= Comproso 15 oitavas da ouro cm cordao ou
Iranwlim, sendo ouro do lei; na ra das Cruics n. 14.
leudas.
2 Na praca da Independencia livraria ns G e 8,
vendem-se excedentes livros de papel branco pautado ,
de 50 a 300 folbas, por preco commodo. 3
l< ATTEMiJAO!
Vendo-se a H0 o 10o rs. o curado de chita di-
tas finas escuras a 220 rs, o covado cliila a 140 rs. o
ovado madapolo a 150 o 180 rs. a vara, ditos fi-
nos a 200, 220 e 240 rs. pannos tinos prctoa e azucs a
2500 rs. o covado do una linda vista, servindo o pri-
meiro para pannos de pretal e o segundo para farda-
mento de pagem rucios chales de cassa de quadros a
oliO rs. corles do lanzinlia do bonitos padrocs a o200
re, dolcovados, algodo tranv'ado azul mesclado a
'tO rs. o covado zuarte azul do vara de largura a 260
rs. o covado muilo boa fazenda para pretos, lencos de
cassa pintada a lOO rs. algodao liso do muito boa
qualidade a 160 rs. a vara dito americano largo a 2211
is. a vara muito enc.rpado casimiras de quadros de
bom gusto para calcas a 1200 rs. o covado castores ,
ou rlscadoi trancados de quadros a 2tU rs. o covado de
muito bom gosto para calcas, pecas do bretanha de
rolo a ISo rs. ditas de madapolao a 2800 e 3400 rs.,
ditos linos a \g, 4200e400ri. apeca, rnadrasto flno a
o./ e 400 a peca, ditos de chitas a 5200, 5500 o 07 rs. ,
escuras bretanha lina do puro linho a 040 rs. a va-
ra es^uiJo da nielhor qualidade do verdadeiro linbo
lino a 1500 rs. a vara c ssa de quadros para buhados
a 3# rs. a peca cortes de vestidos do soda eern Dores a
30jf rs. o corte mu rica lasenda sarja hespa-lllola
muito encorpada a xSUO e 2500 rs. o covado cainbraias
lisas multo linas, d.V, eialll0 de ,argu;a m e
^. .o. u vara riscadiuhns trancados a 2u0 rs. o cova-
do : adverlindo aos compradores que todas estas la-
sendas sao limpas e de muito boas qualidades alem
de oulras miiiiai fasendas por barato privo ; na ra do
Uollcgio u. t, loja do Antonio de Azevcdo Villarouco ,\
Irmao. ju
10 Vcndem-so lindos corles de chal do mclhor gos-
to a \6 rs. o curto, com listras de seda cmbralas
de listras adamascadas a 520 is. a vara chitas france-
sas muito linas do vara de largura e de bonitos pa-
drees a 410 rs. ocovadj, eicoceide algodao para ves-
tido a o00 rs. o covado brim trancado de supurior
qualidade, muito incorpado sendo do puro linho, u
1400 rs. a vara ; na ra do Collegiu u. 1, loja de Auto-
nlo de Aiovedu Villarouco ) Irmao. 0
Livraria da esquina da ra do Collegio
CUBLICACOG NOVAS
JFSUS CIIKISTO peranto o seculo ou Iriumpbo da
tc'iigiao clinstau proclamado pelas recentes dcscoberlas
das leiencias oataraes, I v. emoitavo; esta admiravel
i Precisa-sc de um padero drf meia idado para I obra do Sr Roaolj de Lorguts produzio uma sensaco
lazer po am urna casa distanto desla praca duas ou .
le o s : na ra lar.a do Uosario n. 33- 3
J =Ouom precisar de uma lavadoira de varrella que
i\\ conbecmenlo u'e sua capacidado drija-s: a ra do
Sol, serrara n. 19. 3
1 Arrcnda-se um sitio no lugar dos dogados ; na
ruada Concciraodo Boa-vista n. 58. 2
J=Oaliaiio assignado, vendooannuneio inserto
no Diario de l'emamuco, n. 117, por Domingos AI ves
(arjjosa se Iho ter desencaminhado uma ordem do
lheo( teguinlc : = A quem convior pulcra entregar,
ou vender cem arrobas de carne secca quo pelo trato ,
que o mesmo fuer pelo presente me responsabiliso,
abaixo asvignado dccl.ira que hu falso o ter-so Ibe
desemeaminbado ; pois quo o dito Alves liarbusa a
rnlregou para so Ihe dar as cem arrobas do carne cujas
o abaixo assignado as enlregou a vista da mesma orJem;
mas o abaixo assignado tem testeinunbas d. vista em
como o dito Domingos assistio a pesar a carne no dia
2ij Feveroiro e levou pessoa que ajudou a pesar ,
o ficando de vir passar o recibo, nao velo, para usar
do monopolio de dizer que a dita ordem est sem vi -
gor. Antonio Pinto Soaru. 13
3 Manoel (Jomes da Cunba Silva embarca para o
Rio de Janeiro a sua cscrava parda, de no me Jo-
anna. <3
3 Cactano de Assis Campos embarca para o Rio de
Janeiro a 6ua cscrava crioula de nomo II nilacia. 2
3 A olficina do cncadernacao que o l'adre I'ran
cisco Coelho do Lemos e Silva dirige, mudou-se da
ra Bella para a de S. Francisco n GG, primeiro an-
dar ( anligamente Mundo-Novo) onde so aclia provi-
da do ricos lerros do dourar, magnificas placas de re-
ovo e cxccllenles couros o rnarroquins de todas as
cures, com o que pude executar asmis elegantes en
cadt-rnarScs quo se exigircm quer inteiras quer
carlonadas : a incsina uflicina se encarrega de brocha;
quaesquer obrai impressas com a porlieao j condeci-
da do publico e a um preco commodo. 10
3__ A viuva Cunba Guimaraes aluga um grande ar
mazem ou alii dous, queso communicao do lugar
do embarque na praia de S. Francisco ao outro lado
da ra do meimo nome. 4
1-S Aluga-sc uma excellenle casa na ra do Scve
d. 14, perto do Collegio S. Antonio, aondo se acbao
as chaves ; a tratar na ra larga do Rosario n. 48. (3
3 Manoel Jos da Silva Guimaraes
lao extraordinaria, que em pouco lempo se lizorao sO
em Parta 14edictos, e fui Immedlatamente tiaduzida
am quusi todas as lingoas da Europa. A traduccao por-
tuguesa dcslu precioso escripto he do l)r. Caetauo Lpel
doMoura cujo mereclmeuto, como traductor, sobeja-
mcnlccoriliccidodispcnsa-nos de licor elogiosa esta no-
va traduccao notavel pilo primoroso estilo. L1VIIO
D'OUKO dos meninos por J. i. lioquette, obra destina-
da a inslrucco moral das prim iras idades enriqueci-
da de estampas lints I v itlSTIUA dos meninos
celibres, desdea antiguidade airx.nossos tempos posta
cm lingoagem, e accrcsccntaa conr urna prefaccao Ili-
teraria por Itoquette 2 v. com retratos do Delphim
Luiz XVII, do lilho de Napoleao e outras estampas
finas. Nesla livraria se cncontra un variado sortimento
delivros classicos para o estudo das lingoas e da bella
litteratura por un preco moderado fazendo-se aba-
tnenlo ventajoso aoi compradores do 0 exernplares
para cima. 20
o \ emir-: i-urna grande pii.io do ferros velbos,
proprios para algum (erreiro por preco commodo; na
ra de Agoas-Verdcs n. 4S. 3
i, Venein-se duas pretas de meia idado por 220^
rs. cada urna, cosinhao, lavo roupa o vendem na ra;
urna cscrava de 20 annos, recolbid, cose engomma e
cosinha ; 3 ditas que oollnbio origommiio o lavao
roupa ; dou.s escravos bous para todo o trabalbo ; um
molequede 12 annos, muito ladino; na ra do Cres-
po n 10, primeiro andar. C
Charutos regala.
Na ra da Cadeia do liedlo n. 4G, ba sempro um
grande c esplendido scrlimenlo desles afamados charu-
tos vindos rccciitemcnle da Rabia ; ossim como gran
do sortimento do vinho do Porto, M'ideira, Xerry o
ago'ardente de Franca ; ludo so vendo rnais em conta
do que em outra qualquer parte. 7
2Venden-fe ps de caf da viveiro para plan-
tar a 1000 rs. o canto ; a fallar com Jos Gonjalvos
Forrora Costa. 3
2 Ver.de-sc urna venda sita nos Quatro Cantos n.
6 fin Olinda com pouios fundos, e com sufficientes
comrnodos par- familia; a dinbeiro, ou a prazo com
bots firmas; a tratar na mesma, ou com Joo Nicolao
Gomes da .Molla. 4
2 Vende-so uma morada de casa terrea com totao,
sita na ra dos Copiares n. 22; no cartorio dos orpbao
acbar-se-b com quem tratar: todo negocio sera feito
com moda mente ao comprador. 4
2 Contina-so a vender a agoa de tingir os cabellos
e suissas; na ra do Queimado ns. 51 e 33. 2
2= Vendem -se, por mdico preco, 01 icguintei li-
vros ; os diccionarios inglozes por Vieira ; Horacio ;
Popo; Voltairo; Historia da Grecia ; Martin direito
natural; as colleccoos das Cartas familiares; na Ira-
vessa das Cruzos n. 8. 5
2 Altencio !
= Vcnde-so o resto dos buhles da lolcria do Gua-
dalupe primeira que corre; tambero se trocao por
outros da primeira parto da terecira lolcria do Rosario;
na ra da Cadeia do Recilo casa da cambio n. 2i, do
Vieira ; adverto-se, que nesta mesma casa forao vendi-
dos os bilhetes que tiverio 01 premios seguiles na lo-
tera do Livrarnento alm de outros muiros menores;
um mcio n. 2464 que tirou a sorte de 6:000} de r.,
outro dilo n 3109, que tirou a do 3:000j de rs. ou-
tro dito n. 1152 que (irou a do 1:000$ de rs. oulro
dilo n. 2432, quo tirou a do 500.-* rs. 10
2 Vende-se bom pao o encllente bolaxa de 4 em
libra e hiscoulo d'agoa o sil e doce ludo da roo-
Ibor farinha e da mais superior, que ha no mercado;
aisim como bolaxa de dillerentes tamanhos ouca e tu-
rada da segunda qualidade propria para venda o para
o mallo o muito em conta; tambem so d pao de
vondagem dando banca os vendedores ; na prrea da
S. Cruz, padaria de urna s porta junto ao sobrado
n. 106. 8
2Vende-sc fumocm folha para charuto!; charu-
tos tinosa 1200rs. acaixa ditos de regala muito fi-
nos a 2500 rs. a caixa ; ludo ebegado ltimamente da
Haba ; na ra Direita n. 69. 4
2 \cnde-se um piano inglez ptimo para quem
quizer aprender tem boas vozes, e por preco commo-
do ; na ra do Crespo loja n. 16. 3
2 Vendo-se a padaria da ra da Glora n. 55, lan-
do ludo quanto be preciso para trabalbar ; a tratar na
S. Cruz padaria do uma s porta. 3
2 Vende-se muilo bom cal inoido de primeira e
segunda qualidado qualquer porcSo muito em con-
ta ; as p.idarias da S. Cruz junto ao sobrado n. 106
e na Iravessa di Madre de Dos n. 11. 4
2 Vende-10 uma bop casa terrea do pedra e cal ,
lita no areal da Fenba n. 9 em chaos foreiros; na ra
Direita n. 40. 3
2 Vende-se uma canoa de carregar agoa por
preco muito commodo ; na ra Nova venda n. 65. 2
2= Vondem-sc eicelh ules charutos leitos na Ierra o
720 rs. lOM-ento ; na ra \ el ha n. 72 e no pateo da
Carmo n. 3. 3
2- Vende-se a vendada ra Nova n. 50, na esqui-
na da ra do S. Amaro; a tratar na ra daJCruz n. 46.
2 = ^ ende-sc um violao francez com superiores vo-
zes o um metbodo novo encadernado para clarine-
(a ludo por prceo commodo ; na ra estreita do Ro-
zario n. 20. A
2 Vende-coum lobradode um andar, com ex-
cellenle loja para qualquer eslabelecimento .AAiMMi
proprioi -jr.'uoem "3:800/ 'ti a-se"pela meta-
a pela precisao e pela deterioracao lmente na coberta,
e a vista do comprador ie far todo o ajuste ; o sobrado
be na ra do Codorniz: a (ralar na ra da S. Cruz
n. 24. 7
2 Vendem so ricos loques, chapeos de sol, de seda,
para sr., borzoguins e sapatos do morroquim e de lustro
para homcm e senhora botins Irancezes do bezerro ,
e sapatos de pala de lustro para bomern llores fran-
cezas para cabeca e cbapros de senhora crep do cores
para chapeos, mcias de algodao para senhora e meni-
nas, ditas do algodo ir para bomern, aventaos de
seda para senhora suspensorios de seda bordados ,
ditos ordinarios Icncinhos do seda para senhora, ri-
cas bengalas estojoscom lodos os pertences para bar-
ba, Irnos e lilas de s da setim lavrado de muito bom
gosto, luvas de pellica pespuntadas para hornero, di-
tas do seda curtas ecompridas para senhora pentes de
todas as qualidades chapeos de seda e loucas para 10-
nbora e n.eninas, perfumaras, o afamado rap Areia-
prcta de Meuron & Companbia dito Imperial do Rio
de Janeiro, e outras mu tos fa/endas e miudezas de
muito gosto por preco commodo ; na ra Nova lo-
ja n. 21. 1G
2Vcndc-se muilo bom mili,o rn saccas por ba-
rato preco ; no deposito do farinha do mandioca na
ra 'la Cadeil de S. Antonio n. 19 3
2= \ endem-sc portas noval do costadinbo de ma-
dera amarcllo ; na ra da Praia do S. Rita serraria
n. 21. 3
2 \ ende so um carrinho de duas rodas, usado,
por preco commodo ; no sobrado da Trompo n. 72.
2=Vendo-se ur>ia negrinha de ntcao, de 15 annos,
de bonita figura engomma liso coso chao cosinha
e lava ; urna dita de nacao Angola, do 26 annos, cosi-
nha, lava e be ptima quitandeira; umn dita da mes-
ma idado e de boa figura para todo o servido ; um
escravo de nacao Angola do 20 annos, bom canociro;
um dilo do naco de 40 annos, para o servico de cam-
po por 350,000 n. ; na ra das Cruzcs n 41 se-
gundo andar. 9
3Vendem-ie ricos corte! de leda o sarjas brancas
lavradas para vestidos dilosdeseda escoceza, mantas
escocezas crep de cores para chapeos o vestidos lu-
vas de pellica com guarnicao, ditas curtas de cores para
scnbora ditas pespontadas para homcm chapeos de
seda com plumas e sem ellas para lenhora luva de
seda curiase compridapara senhora chapeos de cas
lor de aba larga a 10/re. ditoi preloi da ultima mo-
da ricos jarros douradoi, figuras de porcelana dou-
rada para cima de mesa flores finas tpalos do lus-
tro setim e marroquim pira senhora ditos de du-
raque de Lisboa a 1000 rs. o par botins de beierro e
de duraquegaspeados para homem rap rolo bam
burguez muito novo e outrai umitas izendas por
preco commodo ; na ra Nova n. 6, loja de J. F. Ma-
mede de Almcida. 13
3 Vende-se uma olarii no lugar dos Coelbos, bem
afreguezada, o com ai mclbores qualidades ou troca-
se por um sitio quo tenha arvorec de fruto, e teja nos
Aulictoc, ou Roierinbo: a tratar na ra da Gloria, so-
brado n. 7. 5
3 Vende-se sola o couros miudos, por preco com-
modo ; na ra da Cruz n. 26 venda de Luiz Jos de
S Araujo. 3
3Vendem se a dinbeiro, e parte praxo com cegu
ranea 3 predi robustas, para o mallo com 3 filbus
de 6 a 10 nnnoi proprios para qualquer fficio; tam-
bem se vendem a troco de alguma propriedide nesta
cidado ; ni rui Nova de S. Amaro n. 6 se dir quem
6
tina pretos do Maco, velas do espoimaceta farinha do
milbo o cera amarclla em pao ; cm casa do Matheus
Auslins & Companbia, na ra da Allandega-Vclha
o. 36. 6
1_ Vendem-so 6accas com fnrinhu ditas com ar-
roz pilado o do casca tudo por p/ego commodo ; na
ra da Cadeia do Recilo n. 8. 3
1 Vendom-sodous escravos, ru forao do campo ,
muito bons trabalhadores de louco o enxada, o sao pti-
mos cortadores do canna, osem drfeilos alguns ; na ra
ra do Vigario armazcm do assucar n. 22. 4
i- Vende-se em carrinho de duas todas, muito
leve com seu competente cavado o arreios outro di-
lo de 4 rodas tambem com arreios; na ra da Cruz
n. 7 primeiro andar. 4
1- Vendo se uma escrava de idado de 22 a 23 an-
nos, ptima lavadoira do varrella o sabSo com prin-
cipios do coitureira e cozinheira, sem vicios; bo de bo-
nita figura e muilo sadia ; na ra do Rozario da Boa-
vita n. 16. 5
1 : Vende-se urna casa na ra da Concordia, da
parle da sombra com fundos at a baixa-mar com
seu quintal de 40 palmos quadrados; a tratar na mes-
rua n. 4. 4
1 Vende-so toda a qualidade do pedra do canta-
ra lavrada o de muito boa qualidade ; e bota-ge om
qualquer obra, que se ajustar, a 700 rs. o palmo ; na
ra Imperial n. 63, ou na travessa do Lima n. 1. 4
1 Vendem-se boas caixas de tartaruga para rap .
no patooda matriz de S. Antonio n. 4. 2
1 Vendem-se dous molecotes crioulos de boni-
tas figuras de 15a 18 annos; um mulatnbo de 16
annoi, todos proprios para pagens; na ra das Cruzes
n. 41 segundo andar. 4
1 Vendem se duas negrotas de 15 annos, muilo
lindas e com habilidades ; dous moleques pecas de 17
annoi, de bonitas figuras ; urna mulalinlia do 13 an-
nos e com algumas habilidades; uma negra de naco,
que sabe engommar, coser e cozinbar ; duas ditas do
20 annos quitandeiras ; urna negrinbado 12 annos ,
muito experta ediligente ; um moleque de 9 annos;
uma preta de meia idade por .11111. rs. ; um preto de
20 an.ios ; na ra das Flores n. 21. 8
1= Vendo se um terreno j prompto para edificar,
com largura de 40 palmos de frente e ()() de tundo ,
e faz frente para a ra nova do Brum o para o novo
caes proposlo ; 4 macacos de patento quo servem pa-
ra arrumar algodo ; na ra dos Guararapcs no tan-
que d'agoa. 6
Vende-se um escravo de n,"c5o anda moco ,
muito lado e robusto ; toda protica tem dos trahalhos
de cngenbo sitio e mesmo do servico da praca ; bo
cargueiro e sabe tirar leite ; tambem se (roca por uma
escrava do meia idado do bonita figura e robusta ; no
Atierro dos Afligidos.., tewa do lado da ruar
%'ralen. 17"I. -- -" ..
= Vende-so um moleque de idade do 14 aunes,
muito lindo co/inha ptimamente o diario do uma
casa e lava bemdesabao ; una cscrava do idade de
18 annos, ptima para todo o snico ; 3 ditas qui-
landeiras c cozinhao bom o diario de uma casa ; um
pardo de idade do 18 annos, bom cirroiro; 5 escra-
vos de nacao mogos ; na ra Direita n. 3
Vendem-se 4 relogios de ouro sendo um pro-
prio para senhora, um dilo de praia 5 anncles, dous
pares de brincos um alfincteu um adereco moderno ;
na ra do Rangcl n. 3, primoiro andar.
= Vcndcrri-sc5 voluntes do Panorama ; na ra
das Cruz es n. 14.
Vende-sc um moleco sadio, sem vicios ; do ida-
de de 16 a 17 annos; vende se por prtcisiio de um pa-
gamento : na procinba do Livrarnento n. 45.
= Vendo-se 480 oilavas du prata de galao ; no At-
erro da Roa-vista loja de ourives n. 67.
Vcndom-se couros de cabra e bezorros do muilo
boa qualidade ludo por preco commodo ; na ra da
Cruz n. 51
Vende-sc um moleque de 18 annos canociro;
na ra Nova n. 50, de manltaa at as 9 horas e de tardo
das dursas 6.
Vendem se couros de cabra sorlidos cm porco
e a rctlho proprios para calca.'o, porscrern de mui-
to boa qualidade ; duas redes umn pintada o a outra
branca de taiporana bem foila ; uma parda propria
para vender cm taboleiro por (er uso ; e dous quarUoi
de carga ; na ra da ConceicSoda Roa-vista n. 88.
= Vcnac-sc urna preta ama do leite, com uma
cria de um mez muilo bonita a preta cozinba, lavo,
e he quitandeira ; urna paria du 16 a 18 annos, per-
feila costureiraeengommadeira ; um prclodo20 a 22
annos, de bonita figura para Indo o servico; duas
pretas para todo o lervico, sendo urna por 360$ rs. ; na
ra Direita n. 81
Vende-sc fardo, pelo mdico pre-
co de 3ooo e 5ooo rs. ; na ra da Sen-
zalla-Vellia n i38. 4
Escravos Fgidos
vende.
2Fugio.no dia 25 do correle, uma prcla por no-
me Antonia, de nacao Angola, de idade de 22 annos,
pouco mais, ou menos: com os ligones seguintcs, bo-
nita figura, de estatura regular, cor bem preta, com al-
gumas marcas do Lechigas no nariz, e quando lt lia lio
dcscancado, levou um vestido do cbila azul, camisa de
algodaozinho entroncado, e um panno da costa ja volito;
quem a pegar levo ra da Cadeia do Recite, loja do
Joao da Cunba Rlagnlbaes, quesera bem recompon-
cado. (io
2=Fugio no dia 29 do p. p. pelas 6 horas da nta-
nha de casa de Victorino remira do 1 arvalho a
sua escrava de nomo Maris crioula de 36 anr.os
pouco mais ou menos setca do corpo estatura re-
gular, muito conhecida nesta praca por (er sido qui-
tandeira em outro lempo o de presente aridavn ven-
dendo taboleiro de frutas: quem a pegar leve ao seu
senhor, na praca da da lioa-visla, em sua botica, quo
ser recompensado. Q
4 Anda esl fgido desde 6 de Janeiro p. p. o pe-
lo Manoel Rengela haixo, cueto do corpo ps gro.<-
oj pouca barba < fula, anda do vagar, o tem ol-
flcio de lerreiro ; quem o penar, leve a ra da Aurora
n. 30, quo ser generosamente ratificado. 5
M Vendem te lencos pretos de seda da India se-lPBRN. ; NA typ. de m. r. defama l8q..
-
MELHOR EXEMPI


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