Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05349


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anno XXVTI
Segunda-feira 26
FAB.TIDAS DOS COIiaEIOS.
Golanna c Parahlba, s segundas c sextas feiras.
Rio-Grande-Uo-Norte, todas as quintas feiras ao
meio-dia.
Garanbuns c Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 fl 28.
Victoria, s quintas feiras.
Olinda, todos os da.
PHEMERlDES
Nova, a 30, ai 0 h. c27 m. d t.
Creso, a as 4 h. c 8 m. da t.
Cheia.ai3.as-ih.e21m. d. t.
Ming. a 21,as3h. e 38 ID. da t.
FB.EABSAB DE HOJE
Primeira 1 hora e 18 minutos da tarde.
Segunda a 1 hora 42 minutos da manha.
de Maiodel851.
N. .19
PBEpo DA StTBSOB-tPOAO.
Por tres mzcsi'adianlados) 4/000
Por seis mezes 8*000
Por um.anno. 15/000,
das da semana.
' 26 Seg. S. FIlippeN. Aud. do J. d'orf. e m. 1. v.
27 Tere. S. Joao p. m.. Aud. da Chae., do da
2 varado c. e doi feitos da fazenda.
28 Quart S. Germano. Aud. do J. da 2. vara.
29 Qulnt. *vB Ascenco do Senhor.
30 Sext. S. Fernando. Aud. do J. da 1. vara do
eivcl, e dos feitos da fa enda.
31 Sab. S. Petronila. AuJ. da Ch. e do J. da 2. v.
do civel.
1 Doni. S. Firmo.
CAMBIO DE 24 DE MAIO
Sobre Londres, a 27 >, d. p. 1/000 rs.
Paris, ?,'.0 por tr. nominal,
a Lisboa, a 95 aotnnn
Ouro.Oncas hespanho'.as.....25ffSJ: *
Moedas de 6*400 velhas. 16/000 a
. de 0/iOU novas 10/000 a
de4JO00....... 9/JO0a
Prata.Palacdes brasileiros.... ,40 a
Pesos coluninarios..... 1/9.10 a
Ditos mexicanos........ 1//00 a
28/.VM
16S200
16*201
9/100
1/95"
1/940
1760
flll
***ajiora#mKi rm;n.ii*i']TPJ-^rWB"'*','if irriwm--r"-f tht-Ti'fTr'f"" rr'^^
parte ornciM,.
MINISTERIO DOS NEGOCIOS.SSTRAN-
CEIBOS.
Rio de Janeiro em 7 de maio de 1851.
Illm. t Exm. Sr. Pelas Inclusas copias li-
car V. Exc inteirado da inaneira porque licou
terminada a questo relativa ao cnsul fran-
cez nessa cidade
No dia e hora que for arcordado entre V.
Exc. e o commandante do brigue I Paune
portador destn communlcacSo, ser restabcle-
cido o consulado francez, n qual cara o seu pa-
Nessa mesma hora' una das fortalezas do
mar designada por V. Exc. saudar o pavilhao
francesa bordo do dito brigue cmn 2l tiros de
canho, sendo essa saudaco logo retribuida
pelo mesmo brigue, com outra igual de 2i ti-
ros a bandeira brasileira icada na fortaleza.
Foi isto accordado entre mliii eo encarrega-
do de negocios da repblica franceza, licando
entendido que o mencionado brigue, logo que
chegasse a esse porto sudaria a trra na forma
docoslume, sendo-lhe devidamente retribuida
essa saudaco.
Dos guarde a V. Exc. Paulino Josi Sonre
de Sonsa. Sr. lose Idelfonso de Souza Ramos.
--Cumpra-ie, e reglstre-se. Palacio do gover-
no da provincia de Peruambuco, 23 de malo
de 18n. Soma Romos
LciMKfio de Franca no Krn-il :
liio de Janeiro, 18 de Fcve-
reiro de 1N5I.
O abaixo assignado, encarregado de ne-
gocios da repblica Franceza no Hrasll recc-
bru a nota que S. Exc. o Sr. Paulino Jos Moa-
rs de Souia, ministro dos negocios rstran-
geiros de S. M. o Imperador do Brasil, Ihe fez
a honra de dirigir em 8 deste mci relativa-
mente a reclamado da Franca sobre o nego-
cio de Peruambuco.
Dis o Sr. ministro dos negocios estrangei-
ros nesta nota que o governo imperial ci ba-
ver frita ludo manto de d.rcito c devia dcl-
le esperar como reparacao; que o juiz mu-
nicipal de Peruambuco e seus agentes foram,
o priuieiro processado, e osoutros punidos
por iniciativa do mesmo governo, caso iu-
tetramente excepcional ; que alm disto o ac-
to em si, e os que o praticram sotl'reraiiiuiiia
rrprovacio severa da parle do governo impe-
rial; que nao houve da parte deste governo,
nrn de pessoa alguma intenco de o'cuder
a Franca e que emui nao houve insulto a
bandeira franceza, sendo o Sr. Sents quein
principalmente compilen e eiivenenou a
queslo.
Tal he o resumo da nota do Sr. ministro dos
negocios eslrangeiros: resumo que, se-bem
que incompleto, aprsenla ao meuos os prin-
cipaes prometiles.
O Sr. general de la Hitte, em uin despacho
de i'.i de noveinbro ultimo, escreveu aoabai
xo assignado : Pe urna conferencia que acabo
de ter com oSr. Amaral resultara que o seu
governo apartaudo-se do fundo da questo
c d i fado material das violencias practicadas
contra a pessoa do tosso agenie, quer sus-
tentar que nao bouve oil'cnsa a uossa ban-
(i deira, visto que a oH'ensa np deve resul-
tar de uin faci isolado, mas smente da
intenco que presidia ao acto. E a laten-
cao do goveruo brasileiro nunca teria sido
> de insultar a Franca. EJle einliin quizera
que o castigo dos agentes subalternos, o
qual diz ter sido j ordenado, fosse por
nos considerado como urna saiisfacno suffi-
cente. Porm nao queremos entrar em uc-
idioma destas discuisdei secundraias. i\ao
duvidamos admitlir que o goverdo bras-
leiro seja completamente estranlio, de fac-
to e na intenco, este desagradavel inci-
dente ; mas o eslrondo que leve nos forca
insistir contra a uossa vonladc u'uina re-
paraco publica, cujo Hu nao se consegue-
ria com a puuico de aiguus agentes obs-
euros e ignorados <
U governo francez, e nao o abaixo assignado
he quem assiin se expressa.
O verdadeiro juiz da oil'cnsa he o oll'en-
dido.
A Franca considera o insulto que lhe foi
feito como nacional, e actos de incontesiavel
gravidade por dcinais justilico esta opi-
nio.
U consolad > francez em Pcrnambuco foi
assaltado e invadido com urna brutalidade,
que apenas se pode couceber, em cousequen-
cia de um mandado judicial mais que iui-
quo, isto be, resultante de criminosa appli-
caco de urna lei que lra torcida e olliciaes
de juslica e soldados com este nico funda-
mento delle se apoderaran!. i'ralicarain se vio-
lencias pessoaes contra o cnsul no exercleio
de suas fuuccoes olliciaes. Foi eiuprcgada
a violencia por soldados para impedir que
se icasse a bandeira do consulado eonde ue-
uhuuia lei ou uso o prohiba, e oude todas
as leis e usos pcrmittiain que se fuesse. Nova
repulsa totlreo outra bandeira nacional que
um capilo francez do coiumercio fura buscar
a bordo de seu navio, e alirada di ra pela
j un'II.i para o iuterior do consulado, sendo
arrancada das maos do cnsul por aquelles
que se tinham ali estabelecido como senhores.
Estes factos e alguns outros de que foram a-
cotupaonados couslituem a ottensa. Esta of-
fensa j exista na vespera do da cm que o
Sr. Sents lomou a resoluco que o Sr. mi-
nistro dos negocios eslrangeiros parece allri-
buir o mal.
O abaixo assignado disse mais cima que
o juiz da oil'ensa era u oO'endido, e agora
ai. esc niara quesapodem bem avaliar os
que nao sao nisso iuleressados. Ura lodos os
cslraugeiros. cm t'eruambuco sem seren fran-
cezes sympalhisaiam com estes no senlimen-
lu do iinulto recebido e o manifestaran) em
coiiuiiuiii pelo orgo de seus respectivos cn-
sul; oque nao poda ser se nao por cuello
de urna circuuistaucia inteiramenle excep-
cional.
Todos quantos residem em Pcrnambuco,
sem serein franceses nem brasileiros consi-
deraraui o negocio pela mesma face e do ra-
zu a Franca ua reparacao que ella reclama.
Muitos brasileiros mesmo parllcipam de.se
senllmento. lie possivrl que urna parte dapo-
pula(o brasileira de Pcrnambuco uio o parli-
ihe. .Ha, nesia dispos(o s se deve ver o ef-
leiin de una susceplibilidade nacional exlre-
uiada em ludo quaulo diz respeilo aos ctrn-
geiios, disposicao alias honrosa quando nao
passa a ujustica. Nao licaram os brasileiros
saiiifeitos buenos Ayres respeitado no mel de um mo-
lini?
Querero elles que a Franca tolere que o seu
seja Insultado no Brasil?
Talvez o governo brasileiro se delxe tambem
levar pela prevencao nacional que foi ha pou-
co assignalada ; mas nao seria preferivel in-
fluir em casos taes no espirito publico, escla-
rece-lo, e dirigi-lo pela iinprensa epor outros
meios de que dispoe a adininistracao? Os go-
vernos modernos assim procedem; sabem re-
sistir ludas essas paixfies populares que dan-
tes cedlai'n 03 estarlos, e que tantas guerras c
tantos males prodiuiram ; sabem ate arroslar
a opinio publica naquillo em que pode estar
em erro para inanter as boas rclaces cxierio-
res e a paz.
A Franca entre oulros paizes porvarlasve-
zes lem dado o cxemplo desle nobre sacrificio
nacional frito em beneficio de todos ; c o abai-
xo assignado nao tem receio de aflirmar que se
por ell'elio de alguma circumstancia fortuita e
extraordinaria o pavilbo brasileiro fo*se in-
sultado em Franca como o foi odi Franca cm
PeruAmbuco, o governo francez se xpressaria
a conceder o que elle mesmo hoj'- rrclaina.
Seria de deploiar que as boas rHac-s que
existem entre o Brasil e a Franca se altrrassem
por um incidente sem alcance, em urna collisao
desagradavel para ambos os pal/es. A Franca
cuja honra se aclia inlcllzineoie comprometii-
da, ve-se nisso tdb una necessidade inllexivel;
0 Hrasll pelo contrario, pode preceder este
respeito como queira sem faltar sua digniJa-
de; nao precisa recuar paiachegar una con-
cesso que he indispensavel, pois nao far mais
do que marchar no caminho liberal das dcft'e-
rencias reciprocas,aberto pelas grandes naedes
da poca; c sao estes sacrilicios bem entendi-
dos, que s se deve a immcnsa vantagein da
paz de que gozam.
Ogovern da republicafrancezapronunciou-
se na queslo de Peruambuco.
Reclama que o pavilhao francs seja salvado
em Peruambuco com 2l tiros de canho.
A extrema moderacode liugoageiu c depro-
cediuienlo do mesiuo govtrno em toda esta
questo annuucia a lirinezi de sua resoluco.
1. Vejo com pesar diz o Sr. general de la
11 itte em um despacho dirigido ao abaixo asFig-
nado em 8 de Janeiro ultimo i que o mi-
li nisterio imperial procrasliua o negocio de
Peroambuco e procura fazer-uos aceitar una
1 meia salisfaco. Apreciamos altamente os
11 bons oluclos do encarregado de negocios bra-
k siieiro em Bolivia em favor dos Fr.inceies
eslabelecldos naquelle pait. O cnsul geral
de Franca cm Chuquisaca nos havia delle
dado conhecimento c pedia para o Sr. Lisboa
a decoraco da frgio de honra; proposta
que pretendo submetler aoSr. presidente da
repblica. Mas nao se trata aqu de estatre^-
< lecer una especie de compensco entre es-
les actos de nobre benevolencia e os proce-
k dimeulos havidos 110 territorio brasileiro por
u parle de funcclonaiios do imperio contra o
agente e o pavilhao da Franca. Nao pedimos
seno una reparacao perfrilameiile justa, e
a reclamamos do modo o mais moderado.
Convido-vos a insistir com esforco para ob-
t-la.
Tal he o ponto em que se acha a questo co-
mo queslo internacional. O abaixo assigna-
do espera que o governo imperial examinando-a
novaiiieiite, reennhecer o dircito que lem o
governo da repblica de insistir como o faz e
a titulo de inleresse de honra nacional n'iiuia
soluco que satisfaca esse mesmo inleresse,
sem que por isso a dignidade dn Brasil lenba
em nada de ser all'eclada, o que j fez dizer ao
abaixo assiguado que o goveruo francez em ca-
so idntico nao se recusarla ao mesmo procedi-
mento.
O abaixo assignado aproveita esta occasio
para reiterar a S. Exc. o Sr. ministro dos nego-
cios eslrangeiros de S. M. o Imperador do Bra-
sil as seguraucas de sua alta cousideraco___
/. ii< >. eorgei. A. Si. Exc. oSr. Paulino Jo-
s Soares de Souza, ele, ele, etc.
Conformo,
Joaqaim Mara Na$ctnle de Aiambuja
cusaruma prova de deferencia que nao fere a
sua dignidade.
O governo imperial espera que este acto de
deferencia ser retribuido com mitro pelo go-
verno da repblica, saber, a mudanca de Mr.
Sents para outro pais, p"rflualo o seu re-
gresso a Pernambuco fasendo leiubrar_c talvez
reviver ali o que convm esquecer, nao seria
cnmpativel com as boas relavos dos dous
paizes, e poderla dar lugar novas coinpll-
caedes que o governo inpswial milito desoja
evitar.
O abaixo assignado, prcvalecc-se da oppor-
tunidade para reiterar ao Sr. St. Georges os
protestos da sua estima e consdcra$o.
Paulino Joli Soaiei dcSoazi.
Conforme.
ioaquim Mara Saictnlti d'Azimbujit.
GOVERU DA PnOVlNClX.
EXPEDIENTE 1)0 DIA 17 DE MAIO GF- 1851
Oficio.o commando das armas, Inteiran-
do-o da disposicao do aviso do ministerio da
guerra de 31 de marco do correte anuo, no
qual se coinmiinca que por decreto de 27 do
mesmo mez, foi perdoado ao soldado do stimo
batalho de cacadores Manoel llczerra de Mc-
ne/es o crime de deserco que cominetto.
Dito.Ao mesmo, commiiiiicando que, se-
gundo eonslou de aviso da repaitico da guer-
ra de 25 de abril ultimo, seconcedeu um an-
no de liceoca registrada ao primeiro cirurgio
do cm p 1 de saude do exordio Dr. Pedro de
Athayde Lobo Moscoso, que se acha nesla pro-
vincia. Inlclligenciou-se a pagadoria mi-
litar.
Dito. \o mesmo, remetiendo copia do avi-
sivo de 28 de abril ultimo expeJido pela secre-
taria de estado dos negocios da guerra, no qual
se determina que scjaiii enviados aquella se-
cretaria de oslado com a brcviJade possivol o
livro de iuforuiaces reservadas dos olliciaes
inferiores e cadetes dos corpos dosta guarn-
cao, que geraluienie clianiam livros verdes.
Dito.Aou:esmo, para fazor c trahir c rc-
metler alim de ser enviada a reparticao da
guerra, conforme o disposto no aviso de '28 de
abril ullimo, uina certidn do assentameiilo de
praca do segundo tenente do lerceiro batalho
PERNAMBUCO
Tribunal do commercio.
Em ie$tao' de l'idetli mes foi admillida matri-
cula.
A firma social inglcza do Sr. Matheus Austln
&C, ilouiiciliado nesla praca com sua casa de
commercio do grosso tralo.
Km fio de 22 do mennn m'i, foi nicrpto no
liero rfa inulricula doi rommercanici deila
praca.
O Sr. Manoel Dnarte Rodrigues, cidado bra-
sileiro, colino.111 me matriculada na extnefa
junta do commercio do Rio de Janeiro, domici-
liado nesta praca, com sua casa de commercio
de grosso trato.
Secretaria do tribunal do cnminercio da pro-
vincia de l'ernainlioco, 2'l de maio de 185i.
Jos Jeronymo Monleiro,
Secretarlo.
BDITAL.
O tribunal do commercio da provincia do
Pernambuco dolibornu 0111 sosso de 22 do cr-
reme, que so publicasse pelo presente edital os
arligos abaixo designados do cdigo commer-
cial.
Art. 459. He livre construir as embarca-
fes pela forma e modo que mal conveniente
parecer: neiihutna porm poder apparelhar-
se sem se reconhecer previamente por vistoria
felfa na conformidade dos regulamenlos do go-
verno. que se acha navegavol. O auto origi-
nal da visloria ser depositado na secretaria do
tribunal do commercio respectivo; e antes
deste deposito nenhuma embarcaco ser ad-
millida a registro.
Art. 460. Toda a embarcaco brasileira
destinada a navegaco do alto mar, com excep-
cao smente das (pie se ctiipiegarem exclusiva
mente as pescaras das costas, deve ser regu-
lada no tribunal do commercio do domicilio do
seu proprletario ostensivo ou armador (art.
484;, e sem constar do registo nao ser admil-
lida a despacho.
Art. 401. O registro deve conter :
1." A declara cao do lugar onde a embarca.
Rio: Canheco sim'senhor.
Juit : Tem algum motivo que at'.rlbua o
presente processo.'
Reo : Nao, senhor.
Lidas as petas do processo e fmdas as allc-
gc>s.
O 'r. Preiidenle : Faz o relatono da causa
c entrega ao conselho os qulsltos, o qual punco
depois responde anirmativamente s queslfles
i/roposlas, declarando exstrcm circumstan-
cia atindanles avista do que,
O Sr. PreninVnte ; t'.ondemna o reo a 15
dias de pristi limpies, grao niiuino do art. 3
da lei do 26 do oulnliro de Ti.
0IA8I0 l)S ppx.h;.
cao foi construida, nomc dn constructor c
de artilhana ap Candido Jos da Costa, que qualidade das madeiras principis,
sendo soldado particular dn quarlo da inesma 2 Asdimeiisdes da embarcaco em pal-
arma foi nomo 1 10 al lores alumno por decreto I mos e polegadas, e a sua capacidade em tonela*
de 26 de Janeiro de 1846. jilas, comprovadas por cerlido de arqueaco
Dito. Ao mesmo, inteirando-o do disposlo jcom referencia a sua data,
noavizo da reparti(o da guerra de 25 de abril I 3." A arinacao de que
ultimo, communicando que por decreto de 16 bertas lem
do dito mez se concedeu passagem para a se- | 4." O dia em que foi laucada ao mar.
1 que usa e qusntSI co-
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios es-
lrangeiros, em 7 de malo de 1851.
O abaixo assignado, do conselho de S. M. o
Imperador, ministro e secretario de estado dos
negocios eslrangeiros, recebeu a nota que em
data de 18 de fevcreiio prximo passado lhe
dirigi oSr. de St. Georges, encarregado de ne-
gocios da repblica franceza, anda relativa as"
occurrcncias que liveiam lugar em Pernam-
buco com o cnsul Mr. Sents. Della se v:
Que o governo da repblica franceza recu-
sa-se tratar e arranjar esse negocio em Paris,
e pretende que o seja no Rio de Janeiro-.
Que abstrahindo de todas as outras circuns-
tancias do caso, liga a maior importancia aos
factos occonidos relativamente baudeirafran-
ceza :
Que considera csses (actos como constituin-
do um insulto nacional.
O governo imperial persiste em sustentar
que nao houve insulto bandeira franceza, e
isto pelas rasOesproduzdas pelo abaixo assig-
nado em suas notas anteriores.
Considerando, porm, que a bandeira fran-
ceza, como de naco amiga he saudada em to-
dos os portos do imperio, as occasies de es-
tilo, julgando respeitavel at mesmo uina ni-
mia susceplibilidade quando se trata da honra
do pavilhao, entendendo que por uina questo
semelhnnte no devem ficar rompidas as boas
relceles que tem subsistido enise o brasil e a
l'"i ano 1. e visto que o Sr. de Si. Georges decla-
ra que em caso semelhantc o governo francez
se apressaria em conceder ao do Brasil o que
delle reclama, condescende o governo impe-
rial em mandar dar ao pavilhao francez em
Pernambuco arvoradoem nina embarcaco de
guerra frenceza urna salva de 2i tiros, sendo
em segiiimento essa saudafo retribuida com
outra igual de 21 tiros bandeira brasileira, o
que ludo lera lugar verificado o reslabsieci-
mento do consulado francez.
Qualquer, porm, que seja a inaneira por-
que o governo da repblica franceza cqjisidere
esse aclo, o governo Imperial nao eoxerga nel-
le a reparado de um Insulto que entende an-
da nao haver existido He na sua opinio una
condescendencia, urna deferencia, sem alcan-
ce como reconhece o Sr. de St. Georges, ad-
millida para a conservacao das boas relacoes
com una naco amiga que julga sua houra
coinpromeltida. Declarando o governo da re-
pblica franccia que julga a l.onra da Flanea
coinpromeltida nesla queslo, entende o go-
verno imperial uso dever iusiillr wsi" em re-
gunda enmpanhia do deposito de recrutas da
corte ao capilo do segundo batalho do caca-
dores Francisco Antonio de Souza Camiso.
Commuocou-se a pagadoria militar.
Uto. -Ap mesmo, dizend que para dar
cumplimento ao ayiso expedido pela secreta-
ria de eslado dos negocios da guerra em25 de
abril ultimo, faz-se preciso que remeta a guia
do soldado do quarlo batalho de artilliaria
ap Luis Carlos l'ereia, alim de se lhe faier
os devidos assenlamento 110 corpo de deposito
de recrutas da llaliia, onde actualmente se acha
servindo.
Dito.A Ihesouraria defaienda, approvando
a delibeaco que loiuoude mandar proceder
contra Antonio da Silva (usmo por nao ter
recolbido ao cofre at 13 do concille os rs.
l6:o08|5U0 de vencimentos da guarda nacional
de Flores, que recobera como procurador e
fiador do coronel Manoel Pereira da Silva.
Dito.A mesma, comuiunicaiido que, se-
gundo constou de aviso da reparlico da jus-
lica de 28 de abril ultimo, foi nonieado ;i 24 do
mesmo mez o desembargador da rclaco deslc
dislricto Joo Lopes da Silva Couto para servir
o cargo de chele de polica da norte durante o
iuipedlmeulo do actual Francisco Diogo Perei-
ra de Vascoucellosque passa a Icr exercicio na
asseinbla geral legislativa.
Dito.A incsnia, dizeudo que, cm vista do
exposto em seu ollicio, deve o inspector da
alfandega aceitar o lauce de 74/quc em hasta
publica ollreceu Manoel da Cunha Vedeiros,
pela barcade viga 11. 2, que foi posta em ar-
rematarn, em vii lude da aulorisaco do tri-
bunal do Ihcsuiiro de 11 de abril ultimo.
Dito. A mesma, imeiranJn-a de haver
o juiz de dircito da comarca do Itio Formlo
Lourcnco Caotano Pinto participado que em
i.'l do 1 '01 rente entraia em exercicio do seu car-
go. Scienlilicou-se ao Exm. presidente da
rclaco.
Dito. A pagadoria militar para que, vista
dos tres conhecimentot que remelle, mande
pagar Jos Mondes de Souza a importancia
do frete a que elle tem dircito por haver con-
duzido da corle para esla proviucia 11a escu-
na (lalaMe Mara de que lie meslrc, os objec-
tos mencionados em ditos conhocimentos.
Dito. A Ihesouraria da fazenda provincial,
remetiendo a coula dasdespezas feitas do 1*
de agosto a 26 de outubro do auno prximo pas-
sadu com o sustento dos presos pobres da ca-
deia de l^uarassi, alim de que, estando ella
conforme, mande pagar ao delegado daquellc
termo ou a pessoa por elle aolorisada, a quan-
tia de 70,200 rs. cm que importa a referida
conta. Iiiielgeiiciou-se ao chele de policia.
Dito. A mesma para que, vista da coula
que remelle estando ella conforme, maude pa-
gar a Victoriuo Moreira de Souza a quanlia de
185,920 rs. que se despeudeu do I." de marco
at o ultimo de abril deslc auno com o susten-
to dos presos pobres da cadeia deCoiaiina.
Sdcnlilicou-se ao cliefe de policia.
Portara.Momeando cm vista do artigo 7l
do rcgulamenlo de 12 do corrente acerca da
instrueco publica, o professor do lyceu desta
cidade Viccente Pereira do Reg para susbsli-
luirao director do menino lyceu, que de con-
formidade com o arlgo 66 Jo referido regula-
menlo passa a exercer interinamente o cargo
de director geral. Note seulido fizerani-sc
as convenientes coiiiinuuicaccs.
Commando das armas.
Quartcl do commando das armai na cidade do
Recife, em 24 de maio de 1851.
HDEM DO DIAN. 91.
O coronel coinmandanle das armas, leudo
em consideraro a representacio que lhe de-
rigio o seulu 1 major graduado cominandaiite
da coinpauhia flxa de cavallaria, versando so-
bre a necessidade de nomear-se um ollicial da
uiesina arma que se encairegue da iustrucco
da referida companhia, nomeia para este ser-
vico ao Sr. leuenle da quarla classedo exerci-
lo Joaquim Jos de Souza, que 01a considera-
do addido mesma coinpauhia.
Jos Vicente dt Anorin Biitm,
n 0.a O uoinr. de cada um dos donos ou com-
partos, e de seus respectivos domicilios.
a 6. Mos.10 especificada do ipiinho de ca-
da comparte, se fr de mais de um proprleta-
rio, e a poca da sua respectiva acquisico,
com referencia a natureza e data do titulo,
que dever acompanhar a petico para o re-
gistro.
o O nome da embarcaco registrada^ de seu
propriot ni.i ostensivo ou armador sero publi-
cados por snnuncioi nos peridicos do lugar.
Art. 462. Se a embarcaco fiir de construo-
co estrangeira, alm das especilicacoes sobre
ditas, devora deelarar-se 110 registro a nacto a
que perlencia, o nome que liiiha c o que 0-
111011, e o titulo por que passuu a ser proprieda-
do brasileira : podoudo emiltii-se quando nao
conste dos documentos o noiucdo constructor.
Ait. 463. O proprietano armador prestar
juramento por si ou por seu procurador as
nios do presidente do tribunal, de que a sua
declaraco lie veridica, e de que lodos os pio-
piictariosda embarcao.ao sao verdaderamente
subditos brasileiros: obrigando-se por termo
a nao faicr uso Ilegal do registro, e a entrga-
lo dentro de um anuo uo mesmo iribuual, 110
caso de a embarcaco ser vendida, perdida ou
julgada incapaz de navegar: pena deincorre
na mulla no mesmo termo declarada, que o tri-
bunal arbitrar.
Nos lugares onde pao houver tribunal do
coiumercio, todas as diligencias lobreditas se-
ro praticadasperanlc o juiz de direito do com-
mercio, que enviar ao tribunal competente
as devidas participarles, acoinpanhadas dos
documentos rsped i vos.
Secretara do tribunal do commercio de Per-
nambuco, 23 de maio de J85l.
Mot Jeronymo JMonieiro,
Secretario.
TKIBUiNALOJURY.
SESSAOORDINARIA,EM91 DE MAIO DE i85i.
Presidencia do Sr. Or. Mimad Clemcnlino
Carnriro da Cunha.
A's un/e horas da maiiba, I ti la a chamada, e
achando-sc presentes o numero legal dos Sis.
jurados.
O Sr. Presidente abre a sessao.
Proccdc-se ao sorteio do coiiselho, que tem
de julgar ao reo Manoel do Espirito Santo de
Miranda t lirado, aecusado pelo crmc de usv
dearmai defesas, saliudo sorteados os Srs, :
Francisco Goncalvesde Moraes, Domiugos So-
rauo Alves da Silva, Manoel Antonio da
Costa c Silva, Francisco Jos Arantes, Antoni
Paulino da Silva, Dr. Joo Jos Innocencia
Pugge, Joo Antonio Pereira da lloclla, Antonio
de OlUeira Dlnll, Jos Joaquim Anluncs, Ma-
noel Antonio de Jess Jnior, Manoel da Silva
Ferreira Jnior e Jos rraucisco iMamede de
Alincida.
Prestado o juramento do estilo,
U Sr. Presidente faz ao reo o seguinlc :
INTERROGATORIO.
Mi : Como se chama .'
Reo : ~ Manoel do Espirito Santo de Miran-
da Curado.
Jui: : Que idade tem ?
Reo : Naici em 17.
Juix : Sabe cscrever?
Rj : Nao, senhor.
Juir. : Qual he a sua profisso ?
Reo : Sapalciro,
/111: : Sabe porque he aecusado ?
Reo : V. S. queira dizer.
Juit : Porque foi preso ?
Reo : A fallar a verdade, fui preso nao sci
porque ?
Juis : Quem o prendeu ?
Rio : Foi a policia, mas tambem nao sei se
me trouxe preso ou nao.
Jmi'i : Porque o prendeu a policia?
Rio : Porque eslava embriagado.
Juix : Eslava no palco da Ribeira no dia
em que foi prezo?
Rio : Eslava slimenhor.
Juis : Nao eslava com um caivete de mol-
la ua 111.10 que tirou do sapato?
Rio : Tirei, lim Sr.
Juii ; Couuecc ai tesicmunJiai?
azCIFE, DE MAIO DE 1831.
Km outro lugar doixamos transcriptas as pe-
cas olliciaes, que inteiram da maueira porque
licou terminada a questo relativa ao cnsul
francez nesta cid ide : sobre ellas chamamos a
altciico dos leitores.
O governo francez abstrahindo de todas as
outras circunstancias do caso, 11.: ni a maior
importancia aos lacios relativos bandeira
franceza, aos quaes entretanto recoiiheceu que
foi estranho de faclu c na intenco o goveruo
imperial, mas pelo eslrondo que elles tiverain
julgou comprometa Ja a sua honra, c em taes
circumstancas com direito a uina prova de
deferencia da parte do governo imperial, recla-
mando |que o pavilhao francez fosse salvado
nesta cidade com 2l tiros de canho, e isto s-
mente no inleresse de sua honra oomprometli-
da sem que a dignidade do Brasil tiresse em
nada de ser attoctadj, tanto que se compro-
inettia cm caso idntico nao se recusar ao
mesmo procedimeiilo.
O governo imperial persisti cm sustentar
que nao houve insulto bandeira franceza ;
mas considerando a declaraco feita pelo go-
verno francez que julg iva sua honra compro-
iiiettida, altendendo S 'no o governo fraucP7
se oomprometlia a ter igual procedimento em
caso idntico, c que convinha nao fossem rom-
pidas as boas relacoes entre as duas uaedes,
cunde,, eudeii ni ni i u I 11 I a i d i r a.) pavilhao
franco/, nesta cidade, arvorado em urna em-
barcarlo de guerra franceza una salva de
21 tiros, mas coni a condiclodefier essa sau-
daco em seguimeulo retribuida com outra:
igual de 2i liros i bandeira brasileira, a
isto nao como reparacao de um insulto, que
uo existi, mas como una deferencia sem ou-
tro alcance.
Km consequencia deste acerdo. o brigue de
guerra francez Le ?**, entrando liontoin
larde neslc porto saudou a Ierra ui forma do
costuiue, sendo-lhe retribuida essa saudaco
pela fortaleza do Criiiu.
Iloje polas 8 horas da man ha a a mesma for-
taleza saudou o pavilhao franceza bordo do
dito brigue com2l tiros decaiiho, e logo es-
ta saudaco foi retribuida pelo iiiesmo brigue
com outra igual de 21 tiros bandeira brasi-
leira, que para a receber foi icada na lortalera.
Esta poilinto terminada uina questo, que
por alanos di is oceupou o> anuo passado a al-
tciico dosta cidade, e que foi objecto de tan-
tos coiiiineiitarios, e terminada felizmente de
um modo airoso ambas as nacoes.
Una vez que o Sr. Sents,como se espera, nio
vi) I la ra l'criiamhuco no caiacter de cnsul,
estamos convencidos de que inciden les dosagra-
laveis nao se reproduziram.eque entre os sub-
ditos frsneeses e os Pemambucanos jluais se-
ro iutcrroinpidas as relacoes de boa iutclli-
gencia, c reciproca amisade, como tanto con-
vm. _____________^^
IDKM 25.
O brigue de guerra francez Le Faune, hon-
ii ni mesmo foi-sc de vela. A sua commlsso
oslo porto pouca curiosidade tem excitado.
Pelo que temos ouvido, tanto os brasileiros,
como os franceses residentes nesta cidade, in-
formados do ai curdo do governo imperial e da
repblica francesa o ai lino rasoavel, c mos-
tram-sc contentes, -
j'.ll IlillIlfCIHO.
Iloje 26 do corrente, lem de se representar
no Thoalhro de Apollo dill'eientes pedacos da
operas italianas cm benelicio do cantor, o Sr.
Cayo Eckerlic.
A esculla das msicas para este diverti-
menlo he variada, e uina das nielhores, visto
que as operas, as quaes perteneem sao tamlieirx
dos princlpaei e lucidores maestros, que at
hoje tem apparecido, taes como lulini, Doni-
zclly, Mercad inte, e Recci.
\iein disto temos ainda de ouvir una vez
a Sra. Augusta Candan! executar com a sua
v iz melodiosa, e com graca americo-ilaliana,
una das nossas modinlias bra ileias, genero
de msica este, que tanlo arrebata o espiritJ,
c sensibiliza o coraco : c 1'uialmcnle temos
de ver tomar parte os priucipaes artistas quer
de camo, quer de danoa, que em attenco ao
seu collega vo obsequia-lo neste benelicio.
Neste sentido pois, ousamos convidar o pu-
blico desta cidade, que tem sido o protector,
decidido dos demais artistas que se tem soc-
corrido a sua generosidade, para concorrer
hoje a noite ao Theatro de Apollo, alim de mos-
trar, por mais esta occasio, que sabe apre-
ciar as qualidades de qualquer artista que
appella para a sua proteceo, eque tambem es-
t promplo a auxiliar o mrito, e favorecer
os lilhos das artes. Assim espera,
O Uilectanle.
Correspondencia.
Su redactles. OU'erecendo-nos o acaso a
leitura da Imprensa ( peridico) n. 105 de 10
do corrente, e admirando-nos espantar quem
nos ouvia, das falsas, injustas e virulentas as-
serces, que nao sepejou de emitir o autor
de um artigo sob aeplgrapliepolica de Olin-
da fomos, para levar ao cumulo a nossa es-
tupefaco, remettido pata o n. 102 do citado
peridico de 15 deste, e ao lorios ah o com-
municado sobre a assignatura- observador
que be o mesmissimo**** do j cilado arti-
go ; a cada ouunciaco desserecheio das mais
insolentes expressdes, da mais injusta iuveeti-
va policia de Olinda, contra quem serevela
demasiada malevolencia, e despeilo do autor
de semelbante peca, e sabe Dos o motivo de
Unto taucor, ia-uos crescendo a indigascuo,
.
' -~m
ILEGIVEL
* !*!* *,!
A


-
-----
>m
i templos daqui, estais auloiisado a avancar F*^^^^^^^^^^
imprudente asserco de (|iie o dinluiro tcml MOVIITICII
m)N((ii'iili)iu nut oridadts Miseravel iiem es-1 _^______________
19 sao naturacs conscqucucias daquelles lac- I Navios enli
e chegou a ponto de, violentando o nosso gc-
Sio, e transpondo a regra, que nos temos pres-
cr|i', procurar oppor urn escudo aos tiros da
calumnia gratuita, que do silencio poderia ti-
rar algum partido, cnao para aqu, aonde to-
dos secnnlierein, aonde vemos quanto o alvo
cienes tlrosa polica de Olindanao Ihcs
ett alcance, ja pela propria conciencia, j
pela daquelles, sobre quem he exercida a sua
aeco, ao menos para os de fura, para quem
parece escrever aqurlle, que com tamanlio
desfacamento, c como que de proposito nao
aununcia .urna verdade sequer. Nao pensis
ponan, Sr. filntropo, que Unto vos ifanei
por evitar o abysmo insondavel para o qual cor
re esta cidade, que vamos entreler com vosco
nina polmica, e cevar nssim, a custo c sacri-
ficio do nosso muilo 11 ii.- fazer, o genio da ma-
ledicencia, com que.procurais talvcz rncher o
vacuo da oclosidade. Nao, porque seria assim
dar-voi gosto, perdermos o precioso tempo
un acompanhar-vos em tudo quanto a esmo
foi caliindo do bico de vossa emporcalhada
peana, sem alinal se--haver chegado a outro
resultado, do que o de docslosdc parte i par-
te ; por lauto extrememos a qucslo. Conce-
damos, que urna ou outra pessoa l por seus
escrpulos acerca do ccmilerio lenba tratido
oieu defundo para sepultar-sc nesta cidade ;
mas seguir-se-hia j dahi, que se isto tenha
feito >o(i a honrosa proteccilo da polica 1 I. anda
quando se -desse a icalidade do imaginario
grande numero de cadveres vindos do llerife para
os Itmplos daqui, estarieis autoiisado a avancar
a
lf|
tas sao naturacs consequcucias aq
tos, e pols he depravada a vossa lgica, iieiu
taes Tactos sederam, como refers, c impu-
, denlrmeute os adulteraos: logo, quando a lan-
to eicesso de atrcvimeniu vos--abalancaes
sem attencao ao carcter moral daquelles a-
quem traiyoeiramcntc abocauliais, certo por
vos os julgasteis.
Hasta de rcllcxionar que a indignacao nos
nao leve alm do termo que nostinhamos
imposto ; vamos a> escudo, que promctlemo<
oppraos tiros da calumnia, e he este : prova
que grande numero de cadveres vim lodos os dias
to Itecife para se enterrartm nos templos daqui:
qut. j em urna sepultura, sepem dous e Iris ca-
dveres : que ni caes prnelram nos limlos ai rui-
nados, pelo dtsliixo a que dei.eam as sepultuias,
tonsenucm tirar cadveres, comluiir pedacos para
forn e devora-los. Indicai aquellos, de quem a
impa i disreyrada cubica lem sido sulisfeita pura
tonservar-se um prrjuizo louco e estupido lud
gtai as autoridades, que leem sloo magueti-
sadas polo ( para vos ) sacrosanto dinheiro. ln-
dividualisai tu icenas dtpluraveis, que sepassam
em Ulinda, e das quaes desde muilo sois exuccla-
i/"r. Finalmente refer os factos, donde colligis
que os ouvidos do poder fecham-se as queixas.e
abrem-se com religiosa uttencJo ao Unir do uuro.
De quanta inllueucia estimis o ouro, a que sem
leseiva tudo atribus! !
Sr. coiiimuuicador, desde ja vos empana-
mos, para que proveis urna a una as bellas
firoposices, que ficam transcriptas du rnsso
uoso libello, sob pena de o nao fa/.eudo ser-
des havido pelo mal covarde assassino do que
ha de mais precioso areputarao. Mm,qui
antes de haverdes prostituido o bonroso mister
da penna, devicis ter n Hedido, que para passa-
tempo com lucias declaiuaces, nada lie me-
nos proprio do que a odisa materia da reputa-
cao dos mais: que nao era com taes ttulos
vagas, immoracs proposices que podiel*
ter a preleiie.au de dispertar a vigilancia da
primeira autoridade da provincia, que alias
( na vossa fraze J he un ah dominadores dacpo-
ea, cujo programma lieipprimir para governar:
que iii'iu t.ni pouco be coin taes esliiuulos, que
podis assaeiar a vossa horrenda uiissao, u cor-
po acadmico, com quem por meio de sagat
insinuaco, procuraes apadrinbar a vossa ini-
aeria. Se o tivesseis frito nao lerieis agora de
experimentar a lundura, em que vos melesics,
ao sendo capar, de provarumasodaquellas bel-
leas. Sm, de provar, que uo podereis preten-
der ser acreditado n'uutras cousas, cenos cui
materias (u melindrosas, com una liugoa-
gem lio rancorosa- Verdade he, que anida
eris muiius recurtoi : naveii de ladear ha-
Teis de cuspir novo palanfrorio ; c por sal-
vo conducto ihi osla a socapa do annimo, em
que covarde vos envolveste ; eslai ceno po-
i 'ni, que nao mais vos acompanharriuos, em
quanto nao rmiiperdes o escudo, que vos loi
uppos(o necessidade de provas ; por mal
que esganiceis as vossas dcclamaces IminO
raes (ero o devido despreso
Dignem-se Srs. Redactores de dar inscrcao a
estas linli is de scu coustante Icitor
Maio, t i85l.
O Olidense
Bacalho Rctalhou-sc de 10,500 a'11.000
rs. por barrica. Toearam no por-
to tres carregamentos,dos quaes
dous seguiram para o sul c o
terceiro de 2,420 barricas fol
vendido acerca de 9.C00 rs. por
barrica: o exis(cn(e monta a
2,700 barricas.
Carnc-sccca- O mercado foi augmentado com
dous carregamentos entrados
nesta semana : os precos conti-
nuarain de i ,000 a 2,100 rs. por
arroba, pirm as vendas forain
mais animadas, ficam em ser
68,000 arrobas.
Far.de trigo- Vendeu-sea 16,000 rs. por bar-
rica da de Iticbnond, de II a
12,000 rs. da de llallimorc, de l3
a 14.000 rs. da de l'hllndelphia,
e a 18,000 rs. da de TrieslrosSSF ;
exis(em por vender 8,000 bar-
ricas.
Manteles dem de 410 a 480 rs. por libra
da Inglcza, c 42 a 430 da fian-
ecza.
Oleo---------dem de 1,730 a 1,858 por galiio
do de Imli.'. i em cascos de ma-
deira.
Vnhos --Ode Celtc tinto obteve de 93 a
ll3,500rs. por pipa.
Kiciram no porto 45 embarcares, sendo i
argentina, 3l brasileiras, 1 francezas, 5 ingle-
laa. '1 pnrtui;nc7.as, I sarda e l sueca.
lo do porto.
Scrlnhaem, dem, dem. 560,000
Rio-Formoso e Agoa-Prcla, dem 2:510,000
K nos inunicipios seguines nos quaes s pa-
gam aquellcs que talbarem carne para nego-
cio, e os criadores o dirimo.
Bonito e i :,n u ii ii. avallado animalmente
por :5i 0,000
Hrcjo, dem. dem i:6i0,000
Cimbre,-dem, idem 810,000
Garanhuns, idem, dem 940,000
Flores c Floresta, Idem. Idem 3:971,000
lloa-Vista e Ex, Idem, (dein 4:037,000
Nos tres ltimos municipios, isto hcG.ua-
unliuns, Flores, Floresta, e lloa-Vista e Exu
.Su arrematados coiijuncumente os impostos a
cargo dos colicules conforme determina o
irt. 42 da lei provincial n. 26l de 28 dcjunho
de 1850.
23 por ceno obre a agurdente que for con-
sumida nos seguliKcs municipios.
Kccife. avahado animalmente por l250i,00e
Olinda, idem, dem *i0,000
lguarass, dem, idem 81,000
i, i nin i, idem, Idem 62,000
Pau d'Allio, idem, iiiem 1)2,000
Nazirclh, idem. dem 62,00o
Santo Aniao, idem, dem 202,00
Bolillo e Caruar, idem, idem 32,000
Cabo, idem, dem 43,000
Rio-Formoso e Agua Pre(a,idem,idem 40,000
Js-..J3>a;
COMWEftCi
ALFANDEGA.
Ilendimento do da 2* 8:403,043
Deicnrreqa hoje 26 de maio.
Barra ingleza Serafina -ni'cailorias.
CONSULADO GERAL.
Itendimentodo dia 1 a 23 28:931,421
lilouidodia 2i........1:695,875
30:530,296
Tttspnchos rnarilimos do din 94,
Rio i.'.ni.il' do.Sul, hrigiie escuna tincio-
nal Constante Oliveirn, Cnndnz o si'Kiiinle:
52 pipas agoardente 530 barricas e 63
metas ditas com 4,352 arrobas e II libras de
a ss 11 car.
liba da S. Miguel, hrigue porluguez Oli-
veirn, ile 221 tunelladas, con luz o seguid-
le : -- 308 barricas e 5 caixas com 2,011 ar-
robas ile assucar, 982 meius do vaquetas, 50
rainotes doce, 43 relolbis para amolar 4
meji'S de rol*, 7 pranxOes de amaicllo, 2o
barris com mel, 3 saccas com esf, 3,927
pelles de cahr, 400 varas (madeiraj, 4? ye-
dras de amolar (pedamos), 1 sacca l'.innli.i
de mandioc, 2 ciscos de sicupira e 1 quer-
tola com mel.
DIVERSAS PROVINCIAS.
Iteiidimetito do dia I a 23.
I 11'm do da 24 .
1:334,819
81,328
1:116,417
RKCEBF.nORIA DF. RENDAS GERAES
INTERNAS.
Reudimento do dia 24..... 456,623
CONSULADO PROVINCIAL.
Idem do da 21 .1:016,218
PliAfA DO RECIPE, 24 DE MAIO DE
1851, AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios-- Nao houveram saques: hasa:-
i cadores a 27 i;2 d. por 1,00 rs.;
e os tomadores exigem 17 3/4,
Assucar-------As entradas vao diminuindo, c
os presos nao tem sollrido alle-
racao, sendo o mascovado mala
procurado.
Algodo- Entrarafti nicamente 4l3 sac-
cas, o que se deve attribuir s
ebuvas : vendeu-sc a 5,800 ri.
por arroba do.de primeira sorte
e a 5,300 rs. do de segunda.
Altalrao- Vendeu-se a i2,500 rs. por bar-
ril.
A zei te-doce dem a 1,900 ra. por galo do do
Mediterrneo, e a 2,200 rs. o de
Portugal,
ados no dia 24.
S. Matlieus 7 dius, patacho nacional San-
ta Cruz, de 101 3|4 toneladas, cajiloMa-
noel Antonio da Silva Barros, equipageni
10, carga f rinha de mandioca ; a Capla-
noSenteo da Costa Morcira. I'assagci-
ros, (aspar de Oliveira Lapa, Pofluguez,
e Clara Maria do Menezcs.
New York eParaliiha 44 dias, hiato ame-
ricano Uraco, de 102 tonelladas, rapitilo
Thaciier, rqmpagcm 7, carga varios g-
neros ; ao capito. I'assageiros JoJo
Luiz I'ercira Lima, Brasllfliro.
Plavio mkido no mesmo din
Babia brigue de guerra fiance/. Le l'aunr,
rommandante o capilfio do fragata II.
Blaizot.
Navio entrado no dia 25.
alii 3 das, sumaca nacional Carlota, de
64l|4 tonell das, mestre Jos (oucalves
Simas, pquipagem 9, .carga varios geua-
ros: a Luiz Jos de Sa Araujo: Passagei-
ro, Jos Sarcia, Porluguez.
.i......mu im mu i
jhJ>lTAIiS.
0 Exm. Sr. conselhciro presidente da
provincia, lias vistas de darcumprinicnto a
lei provincial n. 278 do 6 do correte, que
o autorisa a emprogir medidas convenien-
tes ifira de removers causas, que produ-
zem ocncarecimcntodas carnes verdes ties-
ta cidade, manda pelo presente convidar as
pessoas qucsejtilgjircm etn circunistaociai
de abastecer desse genero o marcado 4 remet-
ieren! soas propostas em carta fechada a
esta secretaria at o 1." do prximo futuro
Diez de junho, declarando em taes pro-
postas :
1. O maior numero de rezos, fue se cotn
promctlem a talhar por dia.
2. O menor |ircr,o porque seobrigama
vender ao povo a carne verde ba, tanto no
invern, como no veriio.
3. As garantas que leem a, dar, quer pa-
ra seguranza de qualquer iiuantia que pe-
los, cofres pblicos llio- for emprestada,
quer para manutenerlo-do contracto, <]iic se
liouvcr de lavrar.
4. As conJices com que llics convm
contratar o fornecinicnto, de que se trata,
para avista dellus, Sua Excellencia delibe-
rare resolver do mcllior modo a rallslazer
as necessidades publicas nesteobjecto.
Secretaria do governo de Pernanibico,
aos 13 de maio de 1851.
O secretario interino da provincia,
Antonio Francisco Pereira de Camaina
O lllm. Sr. inspector da lili sumaria da
faienda provincial, em cumprimeiilo da or-
il'ni do F.IUI. Sr prosideute da provincia de
lOdo correte manda fazer publico, que nos
dias 3,4 e 5 de juuho do crlenle auno liira
.i]ii.i',.i peraute o tribuual adininisliativo da
mesma tbesoiiraiia para ser arrematado a
quem por menos fuer a obra dos reparos a fa-
zer-sc no Alterro dos Alogados ou ra Im-
perial, avallados em 3:520,000 rs. e sob as clau-
sulas especues abaixo declaradas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matarn comparecain na sala das sesses do
inesmo tribunal nos dias cima mencionados
pelo meio-dia coinpetenteiiiente habilitados
na formado artigo 21 do rcgulaiiieulo de 7 de
innio de i VH>.
1 para constar se uiandou allisar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da tliesouraria da faienda pro-
vincial de l'ei n.tlnliue.>, .1 e I; i ni il e I \ 11 .
O secretario,
.1'.;. '.i t'errtira fAnnunciaelO.
Clausulas eipceiaes da aritmutao.
1.* Os reparos a l'aier-se no Atierro dos Afo-
lados, m i.i" feilus do mudo indicado no orca-
iiienlo aprcsenlado nesta data a approvaco
do Kmii. Sr. presidente da provincia pelo pre-
so de 3:520,000
2.a As obras jirincipiajo no prazo de um
nez, e conclui-se-ho no de quatro inezes,
ambos contados de conloimidade coin os ar-
tigos.'lOe 3i do regulaiiieiilo de 7 de maio
de 1851.
3." O pagamento ser fcilo em duas presta-
ci-s iguaes, a primeira quando liver fcilo
un i.i.le da obra, c asegunda depoisde con-
cluida.
4." Para ludo mais que nao est determina-
do as presentes ciausulas, seguir-se-ha inlei-
ramente o que dispoe o regulameulo de 7 de
maio de 1850.
I,. I' ii in un das obras publicas, 10 de abril
.le Vh--u director, JoM Mamede Alvcs t'crrei-
ra. I ,i mu Uetere l'ortier. l. L. ilaltos,
ajudantc de cngeiiheiros,Appfovo. Palacio
do governo de l'ernambuco, l de maio de
1851,A'ousa llamos.-I oulorincNo impedi-
mento do oflicial-iuaior.O olTicial, Domingos
os SoarM.Conforme.- O secretario,
iliWunio t'erreira d'Annunciaca'o.
O lllm Sr. ollicial-inaior, servindo deins-
p. i lu da ii.i..in.ii u da lazemia provincial,
ni virlude da rcaolncSa do tribuual adiiiiuis-
(rativo, manda faicr publico, que em cumpri-
inenlu da lei, perante o mesmo tribunal, se
ha de arrematar em hasta publica a quem
mais der nos dias 26 27 c 28 de maio corrente,
os ImpOstos seguines :
2,500 rs. P"r cabera de gado vaceum que
tor consumido nos municipios abaixo decla-
rados.
Recife avahad) animalmente por jO:Oi0,000
Olinda, idem, idem. 2:241.000
lguarass| idem, idem. 1:710.000
Coiaiina, idem, idem. 6:510,000
Nazareth, idem, dem. 4:4U5,nOo
Pao-d'Alho, idem, idem. 2:665,000
Liinociro idem, idem. 3:510,000
Cabo, idem, idem l:5i0.000
Santo Anuo, idem, idem. 6;0i0.000
Scrinhaem, idem, idem
1 .i ni i. e i ni. dem, idem
Garanhuns, dem, idem
Hrejo, iilein. idem
Cimbres, idem, Idem
Flores c Flnrrsla, iiiem,
25,000
90,000
47,000
30,000
30,000
dem 32,000
lloa-Vista e F.x, idem, idem 32,000
As arremataces serao feitas por lempo de
3 anuos, a contar do 1 de julho do corrente
anno a 3'* de junho de 1854, c sob as mesillas
ci>ndi(es das anteriores.
As pessoas que ic propozem a estas arrema-
cOei coin pane im na sala das sessdes do mes-
mo tribuual nos dias ..runa indicados pelo meio
dia, competentemente habilitados.
Secretaria da tlicsouraria da fazenda provin-
cial de Pernanibuco, 19 de abril de l85l.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunliaco.
I)pclarac5es.
A quem convier o ancarregar-se da
demoligiJoe compra dos maleriaes do so-
brado de dous andares da ra Nova n. 25,
que lem de spr demolido, se poder* dirigir
aos vareadores Jos Pires Ferreira e Manoel
CaetanoSoares Carneiro Monleiro, afim de
tratar o preco c prazo dentro do qual deve-
la ser fcita ta! .lemolicflo.
Pela spgunda seceso do consulado pro
vincial, se faz publico, q.ue a cobranca de
3 pi r cenlo do imposto provincial sobre
de diversos estabellecimenlos, continua t
o fim do corrente mez, (indo o qual passa
a mesma a ser feila judicialmente.
Agencia la coiupaiihia Inglesa
de pnqaetna a vapor.
O vapor da companhia deve
aqu cliegar dos pnrtos da Eu-
ropa no dia I." de junho prxi-
mo futuro, e no mesmo dia se-
guir para os portos do sul. Os Srs. que pre-
tenderen! pasiageni no mesmo, pdem diri- u
gir-se com antecedencia ao escriptoiio di ,e .,resia,n a eoadjuva-lo em sen beneficio.
agencia, ra do Trapiche n. 42.
CoiiiiHWiliia de ItcDeribe.
O caixa da companhia do lleberibe principia
a pagar o sexto dividendo, hoje, seguindo a
mesma regularidade dos dividendos antece-
dentes.
No dia 27 do corrente depois da au-
diencia do lllm. Sr. I)r. juiz dos Feitos e no
salj. i da mesma audiencia,, se hSo de arre-
matar pur execuclo da I'immiIi provincial
os seguines : Urna casa de lobr. do de
dous andares n. 82 na tua do llurgos do
Itairro do Recife avahada por venda cm
A MJQUEZ4DE ARGIL.
Do segundo ao terceiro os mesinoi scnliores
executarao a bella cena mmica, seguida do
passo a dous
OS JAP.DI.NEIROS.
Terminar o cxpcclaculo com o ultimo acto
da opera.
Comccar as oito horas.
Os blindes acbam-se venda no cscrlptorlo
dolheatro._________________
Theatro de Apollo.
Hoje, 26 de maio de 1851.
Itecita extraordinaria le canto
e lanra em beneficio lo cantor.
GAYO ECK.KftL.lN.
Dividido em tres partea.
, Primeira parte.
Grande symphonia executada pela orchestra.
Arla del Normani In Pariggldo maestro Mer-
cadante, executada pelo beneficiado.
Passo a dous da
UQUEZA D'ARGIL
esecilla.lo por M.lileinuiselle lladerua, e O
Sr. De-Veechl.
Duelo da opera
ELIZAE CLAUDIO,
executado pelo Sr. Felllpo Tal! e o benefi-
ciado.
Duelo da opera
PIIUTJ
executado pela Sra. Candiani, eoSr. Felippo
Tati.
Segunda parte.
Ouvertura pela orchestra.
Dueto das
PISTOLAS.
executado pelos Srs. Capurri e Tali filho.
Aliada opera
OL1NO PASQUALE
executada pelo Sr. Felippo Tali.
Terceto dellc
SCIARPI,
executado por Madcmolselle Baderna, Moreau
e o Sr. Dc-Veecbi.
MiililMU BKASILEIRA,
executada pela Sra. Candiani.
Terceirn parle
Ouvertura pela orchestra.
IIOLERO HESPANIIOL,
por Mademoiselle Kaderna.
Duelo da opera
MARINO FALLIEItO
do maestro Donlzzeti, executado pelo Sr. Ca-
purri e o beneficiado.
Passo do
_& USES? LEU 1112s
executado por Mademoiselle Moreau.
Finalisar o espectculo como inulto applsu-
dido terceto da opera
. / JIMfi I B OL.EA\H,
do maestro Donizetti, executado pela Sra. Can-
diani, e o Srs. Felippo Tali, e Conslanti Ca-
purri.
Os bilheles acham-se a disposicaodo respel-
tavel publico na casa do beneficiado, ra do
Alterro da lloa-Vista n. 4, 3.' audar ; e uo dia
do espectculo no escriptorio do theatro.
O beneficiado muilo confia na generosidade
do Ilustrado publico desta capital, ao qual pe-
de toda indulgencia e protceco.
O beneficiado dirige sinceros sentimentcs
de gratidaoaos Srs. artistas, que por obsequio
PuLiiicaco Iliteraria.
Saliio a luz.
A inttresianle obra, inslituico'es do Direito Civil
Urasileiro ,
formulada segundo o systema do insigne ju-
risconsulto Mello Freir, do qual se colhgio
tudo que nos heapplicavel de conformidade
com o nosso governo, addicionando-se todas as
disposicas das leis brasileiras publicadas at
1850 pelo Dr. Lourenco Trigo de l.ourciro, d-
i rasado multo coohccldo nesta cidade. OMel-
COO.OOOrs. por execueflo que movo f- lo |icire de ba multo que entre nos est sem
s ii la provincial contra os presos pobres : utiiidade, por isso que a nossaorganisaco ju-
ta teira n. 18 na ra (|caria he mui dive
desta cidade; umadit
deS. ConQallo do liairro da llea Vista ava-
llada de ii'n laiiimiial i'i'inla .'in ('iii- r-, por
execucSo que uiovea mesma fazenda con-
tra a ii mandade do Sr. Ilom Jess das do-
res; urna lila dita n. 30 na ra dA'iegria
do haitro da lloa-Vista avahada de renda
animal em 7'2,000. is. por execueo que
uiovea mesma fazenda contra llom3o Fran-
cico Xavier ; uim dita n. 53 na ra dos
Cararapes avahada pur venda em 800,000
rs. | .il i'\eeilen 1111 111. i V.- a lln'MIa l.i:..'ll-
da contra Jolo Ailiinano Dias; urna dita
|n. 8 na roa de S. .Miguel de bairro do Af-
fogado avahada de renda annual em 36,000
rs. por execuco que move a mesma fa-
Iseuda contra os herdeiros de Antonio Xa-
!vier da Silva ; una dita n. 10 na mesma
ra a cima e no mesmo bairro avahado dej
ir da animal em 36,000 rs. pur eseciiQSo
I que move a mesma fasenda contra o mesmo
lacinia ; urna dita dita n. 10 na travessa da
la lieila avahada de renda annual eui
,96,000 rs. por execucSo que move a mesma
.fasenda contra J mina Maria do Hozano;
(una dita de sobra'o de dous anderes n. 71
na ra do padre llorianiio avahada de ren-
da annual em 150,000 rs. porexecuc,no que
niuvo a mesma Usendo contra Carlota Joa-
! quina Muuis Tavares ; urna dita de sobra-
do de um andar n. 8 na ra de Dorias a-
' vahada de renda annual cm 150,000 rs. por
'execuc.no que move a mesma fasenda coti-
lla Jos Rodrigues dos l'assos; urna dila
dita de lido n. 5 na ra do Cordinis do bai-
ro do Recife avahado por venda em 700*
rs. purexecu;3u que move a mesma fasen-
da contra a viuva de Felippe llaudeira d'A-
zeveJo; um .silio denominado Ciqui na
freguesiada Varza coin casa de vivenda e
arvords de lidos a vahado por venda em
400,000 rs. por execuco da mesma fasenda
cutilra Jos liuai le Itaugel ; um dito de Ier-
ras prupiias no lugar de Santo Amaro com
bstanlo arvorea uedifferehtesfruclas, ca-
cimba, viveiro do pelxe, casa de vivenda
leirea de pedra e cal, cusiuliafra, e un te-
Iheiro que serve de estribara avallado por
venda um 5:000,000 rs. por execuco que
move a mesma fasenda contra Elias Coellio
Cintra : urna eserava crila de uome Jo-
auna de ida le 58 anuos avahada em tony
rs. por execuffio que move -. mesma /sen-
da e Miiia Joo Joaquim de Figueredo : urna
dita de nomo Juliana latnbem crila de
i.l.i.l 87 anuos, sadia do servic.0 de casi c
ra avahada em 3u0,0000 rs. para execucSo
que move u mesma fasenda contra o mes-
mo acuna.
Theatro de S-Izabel.
Penltima recita da companhia lurica e danca.
Terca-feira, 27 de malo de l85l.
versas da que em Portugal
exislia no lempo em que esta excellente obra
foi publicada. A obra que ollerecemos ao pu-
blico he de urna necessidade inconteslavel,
guia clara, segura e iiifallivel na sciencia do
direito vende-se por .000 rs. um vol. d 200
paginas : uo pateo do Collegio, casa do Livro
Aiul.
Acha-so no prelo a obra de Direito
intitulada o Advogado dus Orphaot. Ella he
tanto mais inleressanle, quanto so torna
lU'cesssria para o uso daquelles, que ex-
ercitam a advogacia, o se tem dedicado ao
estudo de direito: conlem todos os pre-
dictos da orphsnologia, assim como a pra-
tica em >igor no juizo d'orphaos, e um adi-
tamento le leis brasileiras, que I lie silo
Cancernentes. Subscreve-se por 2,500 ris,
n i i aea da Independencia luja ns. 6 e 8,
n" Paleo do Collegio casa do livro azul.
cpois de impressa vender-se-ha cada ex-
emplar por 3,000.
wm
Avisos martimos.
Para o Itio de Janeiro segu viagem
com brevidade o patacho nacional Curioto,
capilSo Jos da Cunha Jnior, por ter parte
da carga engajada : quem no mesmo quizer
carregar ou ir de passagem, pode enlen-
der-se com o capitSo na Praga, ou com o
consignatario Luiz Jos de Sa Araujo, na
ra da Cruz n. 33.
Para a Bahia.
Segu com brevidade por ter parte da
carga prompta o patacho nacional Con-
liauea quem no mesmo quizer carregar,
enlenda-se com o capilSo na praca, ou
com os consignatarios Novaes & (, na ra
do Trapiche n. 31.
Vende-se urna lancha nova, que pe-
ga de Iriota a quareula barricas, a a qual
se acha em perfeilissimo estado, bem co-
mo tres boles novos, tudo por prego cotn-
iniido : na ra do Vigario, n. II, primeiro
andar.
Para o Rio de Janeiro segu com a
maior brevidade o brigue Deilino, recebe
carga afrete, etem bous cointnodos para
passageiros: quem pretender onlenda-se
com Leopoldo Jos da Costa Araujo, na ra
da Moeda n. 7.
Leiloes.
O corretor Oliveira far leilo de gran-
de variedade de faaendas, que foram da ex-
mela luja deFernnades da Luz &lrmSo:so-
gunda-feira, 26 do crrenle, s 10 lloras da
inuniia, no seu armazeui, ra da Cadeia.
Por ur.leui da respectiva cimmissSo da
extiucia sucieuade Apolnea, o corrector
Oliveira i m Uil3o de toda a mohilia, e
mais objeclus existentes da mesma socieda-
Subir cena, pela ultima vez, a muilo ap- >d con^tjndo em c,deiras usadas, da bra-
pXtU,At^',\hM Sh'sEVIL.IA. v?s o de balance, sendo de Jacaranda de
No intervallo do primeiro aosegundo aclo, 'eo e de oulras madetras, canaps, sof,
a Sra. Baderna e o Sr. e-Vecbi, dancaro o consolos com espelnos, espelho de vestir,
lindo passo a dous (loucador grande, lavatorios do moguo, me-
sa redonda, mesinhas, bsncisde jogo, me-
sa de jantar muilo comprida, cabidos o es-
tantes, arandellas douradas com mangas,
ditas de latSo e bronzeadss, um lustre dou-
rado para 2* luzes com mangas, um dito do
vi.1ro menor, snrpcnteira, lanternas com
mangas. lampeOes, candioiro da entrada
com globos, frascos para cheiros, jarros
para flores, colheres de prata, assucareiro,
conxa, salvas e paliteiros da dita, copos pa-
ra vinho, ditos para agoa, chicaras e pi.es,
bulles, cafeteiras, pratos, tigellas, quarti-
nlr-s, jarras para agoa, talhores e colheres
decasquinha usados, e outros artigos miu-
dos : quatta-feira, 29 do corrente, as 10 ho-
ras da manhSa, na casa da referida socie.la-
de, ra da Cadeia do.bairro de Santo An-
tonio.
Avisos diversos.
Desapparcceu do Atierro da Boa Vista ca-
sa n. 43, um cao da Terra Nova, grande bas-
tante, o corpo quasi lodo preto, uina coleira
branca no pescoco, porm sendo natural, o
inesmo se nota no peilo que he lodo branco :
quem o pegar poder leva-lo a dita casa que
ser recompensado.
I'nstellurla Italiana.
Caduir <\ Innaoi abrir.io na ra da Cadeia
de Santo Antonio, domingo 25 do corrente,
um estubelecimento onde se encontrara todas
ai diversidades de caldas e doces.; bem como
pastis, amendoas cobertas, tonas, ic. Os
meimos se encnmbem de aprompjar. bandei-
jass de doces para cha, e tudo com muito
acelo e promplido e por preco commodo.
Um rapaz braslleiro, de boa conducta,
de 14 a 15 annos, offeresse-se para calxelro
de una casa ingleza, ou outro qualquer esta-
bi leeinienln, nao de venda: quem o preten-
der dirija-se ra da Cruz n. 32.
O senhor que, por engao, tirou carta
do crrelo, vinda do porto do Norte, par
J. F. Barrote, queira por favor leva-la rus
da Madre-de Deo, armaiem n. 31, que se Me
ficar obrigado.
O Sr. Jo Francisco deCarvalho Nobrc,
tem uina carta, do Sul, na ra da Cadeia do
Kecile, n. 35, loja.
Os Sr. Delinque Jos llrainer de Soma
Rangel, Trlsto Francisco Torre, facam o fa-
vor Ir atrs do Ibcatro ns. 16 e 18 a negocio.
CEM MIL rtEIS.
Guilhermc Augnsto Rodrigue Selle d
100,000 r. de gratilicafo, a quem lbetroucer
um seu escravo, preto de nome Miguel, rriou
lo, baixo e muito gordo que at cusa a andar;
ter hoje 32 anuos, he bom cosinheiro, e gosta
muito de folia e patuscadas. Fugiu a 6 an-
uos ( em dezembro de 1844) e consta ter es-
tado com Vicente de Paula, e lambeni ein
Porto do Calvo pelo eiiitcnho samba ( de donde
foi escravo} ou sua immediacee por onde
tem uina amasia. Quem o ptjjar remctlen-
iln-.i ao atierro da lloa-Vista sobrado n. Iq
recehei.i Ingn aqu.iniia a cima; a dmasegre-
lificar lambeiu a quem dr noticias certas do
mesmo escravo, lecife 12 de maio de 1851.
Aos devotos e religiosos pc.r-
nambucanos.
Acaba de sabir a luz urna nova tresena
do miraculoso S. Antonio, padroeiro desta
provincia, conlendo alm de excellenteso-
rae.ics, urna bella e nova ladainha e salve
rainlia, privativas do Santo, e compostas
porum italiano, natural de Padua ; assim
como ptimos versos, nos quaes se resume
a vida assombrosa do nosso padroeiro, com-
pi.sie.li) ilo piimeiro poeta fluminense.
lie obra prima, e sem rival no seu gene-
ro, nica que se deve adoptar esse anuo ni
festiviilade do grande padroeiro pernambu-
cano. Est a venda na ra do Rozario es-
treita n. 8, elivraria da esquina do Colle-
gio, prego 320 rs.
Ao respeitavel publico.
O abaixo assignado tem a honra de partici-
par a todos os habitantes desta cidade. prin-
cipalmente aos seus amigos, que tem de novo
aluno a sua loja de* relojoeiro no largo da
matriz de S. Antonio n. 18, onde promette
ennsertar todo c qualquer relogio, por muito
dillieil que seja o seu estado, pols faz com
toda a pefeico qualquer peca que for preci-
so aos relogios, pois para lsso est habilitado
e aii una por seis meses os relogios que os
freguezc entregarem sua responsabilidade,
e espera que desta forma nao teja mais pre-
ciso os bous relogios ircm-se conseriar In-
glaterra, sollrendo o seu dono a demora
e a incerteza do que aspiram ; para este fun
lambo escolhido, para gerente de todo os
meus negocios tendentes ininha dita loja,
ao Sr. Joao Joaquim Babello, e que fica in-
cumbido da recepcao dos relogios que me
forcm conilados, e por quem me repon_sabi-
liso. Antonio os da Silva UuimarSes.
Ignacio Luiz de Brillo Taborda, con-
vida os so-iliores, cujos nomf s em segui-
da vSo moncionados, a virom pagaa-lbeem
a sua loja na ra do Crespo n. 10, o que
flcaram a dever s extinctas firmas dos fi-
nados senhores Antonio da Cunha Cuima-
raes, e Jos Joaquim deFreitas GuimarSes,
e a viuva de Freitas CuimarSes depois An-
na Maria dos Passos Guimaraes Antonio
Leandro da Silva, Manoel Jos da Silva Lei-
tc, Manoel Novaes da Costa, aSo Luiz Pen,
Francisco de Albuquerque MaranhSo, Vi-
cente Ignacio Branco ; Mauricia Feliciana
dos Prazeres, das Curcuranas ; Antonio Ja-
nuario Paes Brrelo, do Cabo ; Martinho da
Silva Cosa, do Limoeiro; Jos Cardozo Ca-
valcanto, de Caruar i Manoel da Costa Bra-
ga, de Inhuman; Jos de Benevides Falcflo,
do Tara om Garanhuns; Patricio los Tavares
de Vasconcelos, do BomJardim, comarca
do Limoeiro, e Manoel Gomes dos Santos,
de Lagoa Nova : o annunciante declara que
ir fazendo mensSo sam excepcSo algum
dos nomes daquelles senhores, cujos dbi-
tos forem anligos e nao vieren mediata-
mente pagar-lhe-
Boubo.
As 7 horas da noite do dia 27 do passado
/ abril; foi rouhada a loja de ourives da
praca da Independencia o. 25, de Manoel An-
tonio dus Passos Oliveira, consisti.lo o rou-
bu as obras de ouro abiixo declaradas : a
pessoa que descubrir o roubo, ou der noti-
cias ceitas, se promette a gratificacSo de
200,000 rs., a saber : 7 voltis de armacuo
para senhora, 12 peres de brincos gran les
dearmaQo, 8 ditos de ditos pequeos do
dita, 20 ditos de ditos Je differentes gos-
tos, 16 altinetes de armacSo, 6 Pres de
brincos pequeos francezrs, urna porgo
de argolascorUdas, urna dila de ditas li-
sis, 1 habito de Christo, 1 dito da ordem do
Aviz, 1 corrente de relogio, 1* transelins,
urna piircao de palmos do cordao, 30 aaneis
de differentes gostos, tres pulseirss,
urna porc.Ho de rozelas, urna dita de solita-
rias, uina cora gran le, urna bandeira, um
porcSo de solitaria para dedos, urna dil
de ligas de ouro e uuia dila de ditas do uni-
corde.



5
Ao PUBLICO.
Com este Ululo apparcceo neite Diario, no
dia seta-(elra 23 .do corrente, um aranzel;
no meio do qual vem transcripto o auto de
came procedido ein um letra que 03 signa-
tarios dessa pessa, Moreira te Duarle, querem
li.u rr de mim na qualidade de endossante;
cuja accao corre pelo juiso da segunda vara,
escriviio Cunha.
W* verdade, senao fora o reapeito que con-
sagro ao publico, nao me daria ao trabalho
de responder; e aguardarla a deeisao final da
causa, para entilo fazer todo o acontecido pu-
blico ; toreado, f orm, por este motivo passo
a eipor fielmente o negocio.
Tcndo sido avisado por caita do cscrivao
dos protestos desta cidade cm 27 ou2H de ja-
nelro de 1847, de que se presentara em sen
ccriptorlo urna letra da quantia de Ut/OOQ
ri'-is por mim endossada, para ser protestada
por nao paga, e nao tendo eu endossado letra
.-lignina, dirigi-me casa d'aquelle escrivao
e declarel que nao tinha letra nenhuma fra
do endosso, e que portanto qualquer que ap-
parecesse era falsa, e isto mesino o liz publi-
co por este mesmo jornal.
Asslm lirnr.ini as ecusas e nao soube mals
o lini que havia levado dita letra, quando em
das do crrente ntei sou citado requerimen-
to dos ditos Moreira & Duarle, para lhes pa-
gar a tal letra por accao de 10 dias ; ped vis-
ta ; e para mostrar a falsidade da firma reque-
rco o meu advogado eume por peritos nomea-
dns pelo julio, e tendo sido nomeados os Srs.
tabelies Coelho e Costa Montelro, se proce-
deu ao dito examc, no qual, nao obstante a
niant'tra parcial por que se porlou o Sr. Costa
Montelro, todava nao poderam drhar de de-
clarar que a firma eslava viciada e que laes
e taes letras dlffeiiam milito el.s verdadeira9
firmascomo o publico ja vio do auto que
fol publicado. Devendo nao escapar a pers-
picacia do publico sensato a iniscmrcl coarc-
tada de dizer-se que oJ de Jos pareca
ter sido'feito Igual ao de que uso,e que
depois fol emendado de proposito para enco-
brlr. Quem farla essa emenda nu vicio ? Se-
rla porventura eu, em poder de quem nunca
esteve a letra ? Parece-ine que, se por qual-
quer motivo tivesse a letra viudo minha nio
e cu a viriasse, nao teria isso immediatamente
Ido motivo para os Srs. Moreira & Duarte pro-
cederem contra mim ? Certo que assiin acon-
tecera.
Ora, nao tendo nunca a letra estado em mi-
nha 111.10, nao tendo eu sciencia alguma il'ri-
la, quem a viciou Minguem. Alm de que,
para que esneraram os Srs. Moureira & Duarte
tanto tempo para me cbamarem julio, ten-
do li.ivido no protesto a declaracao de ser
a luluha firma falsa? tambein nao sel clasifi-
car esse procedimenlo, o publico, quem
recorreram aquellos Srs., quejulgur. em vis-
ta de ininli'i resposla e da putiliear.io driles,
0 que ha de exacto.
Quanto ao final, em que me intimidam
com a accao criminal, nenhum medo me fa-
zem. por estar com minlta consciencia tran-
quilla.
Findo aqui mtahas observaees assegurando
aos Srs. Moreira iV Duarte, que pdem contra
mim diier o que lhes oprouver, certos deque
' nada mals responder! senao pelos trlbunaes
competentes, se a isso me obrigarem. lleci-
fe, 20" de malo de i85l./'oh/earpo Jos Laync.
FiHppc Tati, Marieta Haderna, Frcderico
Tati, Constanti ( apurri e Joaqiiim Gianiiitil,
artistas .da companhia lyrica do Iheatro de
Santa Isabel, leudo concluido os scus con-
tratos, e retrando-se para o llio de Janeiro,
faltariam ao sentimento de verdade e aos seus
deveres senao dirigissein ao generoso publico
Pernambucano un sincero voto de gialidu e
estima. Igualmente ao seu collega Germano,
emprezario do mesmo thealrn, dedicacao e
constante amisade pelo brm com que sempre
os tratou. Adverte-se que Marieta Haderna
leva em sua cempnnliia um criada.
D. Joanna Francisca Maciel Monteiro, em
virtudc da procuraco c ordens que recebera
de D. Marta da Coneeico da Silveira Maciel
Monlriio, residente em Lisboa, miilher de
seu si.ln inli Joan Osorlo de Castro Maciel Mon-
teiro, previne quem inlcrcssar possa, que
a procurado que este tluha de sua mullicr,
s- arda inleirameDle revogada; pelo que Ihc
he vedadu fazer quac6quer transaeces, jue
obriguem os bensde seu casal, e nein os po-
der veuder, sendo que 'protesta dedu/.ir em
todo lempo a nullidade de qualquer venda ou
transaeces que elle fizer. A niullier do refe-
rido Osorio, destituida de meios, soll're ne-
cessidades em Lisboa, seui recurso ou abrigo
aigum, enlretanlo que seu marido lala de
1 -ii.n jai cm Pernatnbuco a fortuna de seu
casal.'
5o$000 lC (rrtllillcni ;io
Joo An'tonio Villa-Scca, da 50/000 a quem
pegar o seu escravo crioulo, de iiome Anto-
nio "altura ordinaria, cor mais vcrmelha do
que preta, denles limados e linos, olhos um
puuco amortecidos, sem unlias nos dedos gran-
des dos ps, e quando faz forca enverga-os
para deutro, levou calca e camisa de algodo
azul naneado, e mais urna calca de algodo
azul mesclado: esl fgido desde 14 de abril
prximo passado, quando foge costiima incul-
car-sc forro, como tal he de suppor que
oira trabalhando a. alguem : quem o pegar
oonduza-o com toda seguranca, ( porque el-
le sabe multo engaitar ) .i ra de S. Francisco,
segundo andar do sobrad-' n. 16, ou na Estra-
da-Nova, adiantc da Magdalena, prtiucira ca-
sa azul.
Alie bier anwesenden deutsche und
schweizer, werden ersucht sien gtigst ain
Donnerstagc den 20 inai, um 10 uln Morgens,
Im lame ; ra da Crut n. A, zu versainiiicln,
mu sido hlnsichllicb des Hlfs-Vercins zu be-
rathen.
-- Quem for uppriini.lo de molestias Inve-
teradas, como sejam, aslhma aguda, morplia
glica, bobas, roturas, e afi'eccei de pelle,
e qulzer de taes enferiiiidades se curar com
serteza dirija-se ra dos Marlyrios, casa n.
34, das 9 llorar at o meip dia, que ah achara
com quem Iralar a respeito.
Dcsapparcceo no dia 19 para 20 do cor-
rente, da povoacao do Uom-Jardim, um 1110-
leque de 18 a 20 annos, com 09 signaes se-
guimos: meia estatura, sero, peruas finas,
cara cumplida, olhos regulares, de noine lien
laque; c como se suppona ter viudo para esta
praca, roga-se s autoridades e capilej de
campo que se o aprehenderem o podein con-
duzir ra do Collegio n. 6, e entregar ao
Sr. Jos Menezes Jnior, ( que j fol o seu
senhor), que scro bem recompensados.
Quem precisar de urna ama para casa de
pouca familia, ou de homein solteiro, procu-
re na ra do IIngel, casa n. 57.
Precisa-se de um caixeiro para tomar
conta de urna venda, .por balanco, dando-se-
lhe bom ordenado; epassados seis mezes se
Ibe dar Interesse, no caso que agrade: quem
esliver neslas circuinstancias dirija-s praca
da Independencia, n. 10, que se Ibe dirr
quem precisa.
Sr. Krederico C. Elester, queira vir
pagar 78,C00rs., que se acha devendo, na
ra do Queimado n. 10.
-- Piecisa-se de unta ama deleite, que
seja nova : ir* la-se na ra da Cruz n. 19,
ou na Estancia 11.10, ou annuncie para ser
procurado.
Na ra do Montlego n. 105 sabe-se
quem teni para vender, dous ferros un vos
de fazer ostias e obreiss.
Precisa-so lugar tuna prcta, captiva
on forra, quo d6 fiadora sua conducta, ps-
ra tratar de urna enanca : na ra do Viga-
rio n. 3. -
Leocadio Jos de Figueiredo declara
que deixou de ser caixeiro do Sr. Tiburcio
Antonio de Oliveira, desde o dia 23 de msio
do corrente.
Na Passagem entre as duas pontos, so-
brado do lado dlreito, luga-se urna escra-
va, que coso, engomma, ensahoa, trata bem
de enancas o he zeloss.
Roua-seaoSr. S., que tenha a borida-
de de pagar o restante da espada que com-
prou em junho de 1849 : na ra da Cadeia
do llecife n. 36, loja deseleiro.
O Sr. Manoel da Silva Ferreira, queira
ter a bondade de ir na ra do Trapiche ir.
34, segundo andar, a negocio de seu in-
teresse.
A pessoa que annunciou precisar de
nm ferro para fazer ostias : dirija-se a ra
da Concordia, primeira casa terrea, lado do
nasrenle, vindo da oonte.
O major Kelly tendo de retirar-se para
a corle, vende ocavallo dn sua monlaria :
para ver e tratar na ra Augusta, casa n.
80, em que mora.
O majnr Kelly tendo de relirr-se bre-
vemente del'crnambuco para a corle, julga
nada dever, mais se alguma pessoa se jul-
gar seu credor sprarec defd".
I'recisa-se de urna ama ta leile, quo
se encarregue de tomar cnnia de um* en-
anca de Ires mezes, lendo em su compa-
nhia a rnanra : trata-se ua ra de S. Rita
n. 101
Roga-se aoSr. L. f. M. S., que tenha a
bondad de irou mandar pagar, a abaixo
assiguada, a quanlia de 18,240 rs., prove-
nientes dos ohjectos mencionados ni carta
que Ihe dirigi a aballo assignada ; assim
como 1,280 rs., de pintura do um cooiro da
casimira, do qual se acha o mesmo Sr. aci
tu a de posse, isto no preso de tres dias, sob
pena de ver o sor nome por estenso nes-
te jornal, com as precisas declaracOes-
. ). do R. C.
--Em virlr.de de se ter j aonunciado, por
tres vezes neste jornal, que o Sr. Flix Ca-
valcante de Albuquetque Mello, compare-
cesse na botica d 1 Praca di Itoa Vista n. 32,
e com ) o nSo teaha feito ; roga-se ao mes-
mo Sr. de vir pagar o que deve tiesta boti-
ca, pois j he lempo, duque Ihe llcar obri-
gado o annuncianle.
Quem annunciou precisar do urna ama:
dirija-se an Aterro da Uua Vista, vend 11.
70, que se dir.
Lotera da matriz da Boa Vi.-la
O andamento das rodas la* no
dia j aniuinciado 3 de jmilio vin
douro s 8 horas ta iiianhaa no
consistorio da mesma matii?, c o
restante dos biilietes est a venda
nos Inga es docuslume.
t>i) Ituga-se ausvSrs. devedores, da ex- 4)
(. tinta firma social, do Jos Moreira Jj
(> Lopes & Companhia, dissolvidaem $
(. 31 il-1 lio/.- ni a o p p., o obzequio de 4)
j galaretn seus dbitos, vislo que a .5
faj: pessua i-ncnegada da liquadaclo (4)
^ receheu ordem para a ell'ecluar anii- -i
$ gavel ou judicialmente. }
Muria Joanna dos Iteis, viuva do falle-
ciilo Kallhzar Jos dos Iteis, tendo de pro-
ceder a inventario dos bens deixados por
seu marido, peranlo o juizo de orphflos,
convida t os credoivs de seu casal, alitn de
que veiihatn cm juizo justifica! seus crditos,
como lie de uircilo.
scredores da firma social Francisco
do Prado & Companhia, com aruiazcm do
mutilados, na ra Uireila, avisaui uos deve-
drirs daquella snciedade, que acliando-se
em juizo, aceflo cnnlra a mesma, e embar-
.Aluga-se a rasa teir.n da noca da Boa
Vista n. 9 "com bon eommodtis, quintal e
cacimba : a trotar, na mesma praca, n.
botica.
O abnixo asslgnado tein a honra de avisar
os.seus-freguez'os, que comproii iiliimamenle
0 estabeleciinento do Sr. Pedro Allain, silflado
na ru da Sanzala Velha, n. .. .; e que l
achar.i, como d'antes, carvallos bons com-
prar, ou allugar. e' boa estribara para iralar
os cavallos das "pessoas que se dignairm de Ihc
confiar.' Hemu Rehin..
= OSr. Francisco Antonio da Silva da ra
do Rangel. queira mandar pagar a asignatu-
ra deste Diario, c einqnanto gao o fizer vera o
seu nome publicada em leltra redonda.
= Sr. Jos de OlivelraCampos, lem urna car-
ta na praca da Independencia, liyrarians. Ge 8.
'= O abaixo asignado adverlt ap publico
que ningucm faca transaceo alguma coin o
Franccz edro Alaln relatlvamenle aos bens
deste; porquanto estando elle sujeilo a um
processo criminal pelo jdlto dasubtlelegaca'
da freguezia de San Frei Pedro Concalvcs em
donsequcncla de se ter furtivamente utrodu-
zido na casa do abaixo assignado, defiorado
sua filh itienor Carolina Meyer, pel que sen-
dd preso, se evadir, he claro quo 03 bens do
referido Pedro Alain, pelo carcter de crimino-
so se arliaiu especialmente byptitliecados des-
do o momento do crime para a completa satls-
favao do daino causado,.segundo a express.i
disposlcaodo artig 27 do cdigo penaf. K pa-
ra que alguem pela Ignorancia do facto e do
direlto se nao compromet ein alguma trau-
accao Ilegal e.de pura perda, por isso sefazb
presente annuncio. = Jonhann MMmMigir,
I'recisa-se de um bom forneiro : altas
da matriz da Boa-Vista n. 22.
Oflercce-se um 111090 brasilciro para cai
xelro de ra ou de escripia, ou outra qual-
quer arruinaran, o qual da fiador sua con-
ducta : na 11ra Nova n. 18.
-- A pessoa que annunciou, nos Diaiiot n.
1 iG c 117, precisar d'uma ama para rngumm.ir
c cosinhar com perfelcSo, Sendo inda queira
nina com eslas habilidades, ditija-se ao paleo
do Terco n. 6, que achara com quem iralar.
O lua las Crnzei 11 2H. (5
Q Contullorio liomaopalluco do faculta- A
9

9
O
livo J. II. Cuiunova.
Cralis para os pobres.
Na ausencia do FacultativoJ B. Ca-
sanova, o professor bomoeopallia
i.ossri Bimont coulinuar com os
^' Irabalhos do mesmo consultorio, on- &
0 de poder ser procurado a qualquer Q
hor O
Francisco Xavier das 1 hagas Slcupira,
tendo, ha i|uatio para cinco anuos, aciescen-
lado o sobre nome de Slcupira ao nonio quo
at rnl.10 usava, e temi desde esse loinpo
usado sempte de dito subre nome, lauto nos
recibos de alugucis de sitas casas, como cm
actos judiciaes, e finalmente em lodos os seus
negocius, foi agora surproliendiilti com una
citac/io da Sra. Alai ia Manoell.i d'Assumpcao,
para conliuuacao de nina oxocucao que o sup-
plicante ignora, e que nao se pode enloiidoi
com o supplican'.o ; por lauto declara que nao
lem queslao alguma judicial em que soja leo,
e nao pode se entender 00111 elle tal citarn,
romo bem sabe o olticiai de justifa Podro,
que o notllicou, porque oslo mesmo offlclal
tem feito execucos dosupplicaDte com o so-
bre nome supra ; roga pula icferida senhora
que annuncie sua morada, para o supplicanlo
Ihe fallar e dissolver o engao; fu-ando lodos
scientes que o seu nome heFraneitco Xavier
dai (linaas Sieupira.
No dia 18 demaio do correnlc anno, dcs-
apparcceo de casa do abaixo assignadn, na
ruada Suzalla velha n. IIU, um piolo do
narao de Anguila, de nome Juao Podro, de 30
anuos de idado, alto, utn (auto cheio do corpo
pos grossos, testa grande, olhos utn lauto dei-
tadns para for, baibado, c baiba por baixo
do queiio, paresse crcoulo tanto na falla,
como na figuia; levou ronpa branca, vestida;
e talvoz tenha mudado de trajos, chapeo de
pallia piulado de pelo, he podroiro; apren-
deu o officio com o mestre Placido, e foi es-
clavo du Sr. .'nao Virissimo e do Sr. Jos lligiun
dr .Mi anda e to Sr. Torqualo do lal e do se-
nhor de ongonlio Joo Francisco Xavier Paos
l'arrrtu, e fui comprado em casa do Sr. Ma-
lillas, na ra das Laranjeiras 11. 14 ; c consta
ter sido visto em varia ras dosta cidado.
gados tudos os bens e direilos della, n3o de-1*"1'1," ""'"' nas cl,auas do Manguinho e dos
vem Tdzer pagamento algum ao dito Prado, t.^V rur, lsso. sf loiea a qualquer pessoa
ou seu socio Antonio ^s ugueira. &\~~3Z^ttSE
~ No bilhar da ra ^ova n. 69, precisa-
se alugar um negro captivo, para todo o
servico.
aulorisacio do juizo da segunda vara do
commercio,esenvo Baptista, perante quem
pende o procedinieuto judicial cima re-
ferido.
Seguoda-feira, 26 do corrente, tem do
seren ai rematados em praca publica, a por-
ta do juiz de orphSo's, na ra de lionas, um
moleque de 16 annos de idade, sem vicios,
com principio de pvdreiro, e um negro de
30 annos, de corpo r;l'orcado e robuslo i os
pielcndentos, devem-se echar pr.-sutiles as
4 horas da tarde.
Ainda se precisa, no Aterro da Boa-
Vista, sobrado 11. 5, do urna 1 un para lodo
o seivico de urna casa de fau Mu, preferin-
do-su sendo escrava : qtem esiiver tiestas
circunstancias, dirija-se ao referido sobra-
do, ou annuncie, para ser piocurado.
O annuncio publicado no Diario de 22
deste mez, com asleilras iniciaos A. M. C.
8,1 nito se entende com o Sr. Antonio Mar-
ques da Coala Soares.
-- Traspasse-se urna loja de fazrndas em
boa localidade, simplesmenle coma arma
cSo : quem a preletider, dirija-se a ra Jo
Queimado 11. 7.
y Cara pilca.
jf O caixeiro que desejava arrumar- S
se em casa ingle/a ou franceza, agr- S
U dece a alguns senhores o interesse
i quo toinaui a sou respeito, e muito se i]*1
jS honra com os motivos pelos quaes 0
& grangea a estima de 13o prest imosas g
3* firmas. ejf
+tovmm Precisa-se de urna preta escrava,
para tratar de urna crian;*, e faznr o ser-
vico interno de urna casa de pouca fami-
milia, com preferencia j idosa : na ra
dn Crespo n. 14, terceiro andar.
Joaquim Antonio Carneiro comprou
por ordem do Rvm. gario da Villa do
Acirac Antonio Xavier de Castro e Silva
os segtiintes ns. da decima terceira Lo-
tera das casas de ca idade do Rio de Ja-
neiro; a saber pettencenles a Jos Antonio
Pereira da mesma Villa o bilhete inteiro n.
1097, e meios bilhetes 11.264, e 4778, e per-
lencente ao mesmo Kvm. vigario o meio
bilhete n. 3601.
Roga-se a todas as pessoas que estSo
devendo conlas antigs na ra da Catleia
do Recife, n. 25 defronte do Becco Largo,
que queiram vir ou mandar pagar seus
dbitos al o fin do coi rente mee de maio,
pois o nSo fazendo lerSo dever seus no-
mes neste jornal, o se proceder uos ter-
mos da le.
da s autoridades policiaos a aprohenco do
dito escravo. Joaquim Loubolo ttrrtira
-- Quem ti ver unia casa, quo no seja
gramil', uos lugares seguinles: Poco da
l'anella, Manguinho e Monleiro, que a quei-
ra vender : dinja-se a freguezia deS. Jos
de fronte da pra;a da fannliu 11,3, para se
tratur do ajuste,
O Sr. Jos Euzebio Alves da Silva, lem
urna carta, na ra do Vigario n. 19, segun-
do andar.
A Sra. I). Anna Ermelinda Arruda Ma-
chado, tem una caita na ra do lloz.irio lar-
ga n. 18.
-- Perante o juii de orphaos dcsla cidade
do Recife vai praca, requerimonlo do tu-
tor dos menores tillios do tinado Jos Maria
de Jess Muniz, no dia '-(i gesle mez, os objoc
los constantes do escripto que se acha em
poder do porteiro do mesmo juio ; o qual
consta de movis, sendo trastos, louca e ou-
tros ohjectos de casa.
O Sr. Francisco Jos Arantes deixou
de ser procurador e gerente da minha e da
casa de minha lia l>. Izabel llarboza: as pes-
soas, porem que tiverem negocios que nos
digam respeilo, dirijam-se ao segundo an-
dar da casa n. 1, da ra do Arag.to, aonde
acharSo com quem tratar. l'tdro biierra
Pereira de Araujo Bellr",
Precisa-so de um homem que queira
ser criado, lora da piara oilo legoas, se iu-
cumbindo elle de todo trato e zelo da cava-
laricia, sendo boa pessoa e dando conheci-
mento sua conducta : pode dirigir-so ao
Aterro da Boa-Vista, loja n, 72, que se dir
quem pretende.
ti. Sr. Francisco Feliciano Rodrignes
Sete, lonha a bondade de dirigir-se, a ra
da Cruz n. 43, a negocio.
O Sr. Manoel Joaquim de Albuquerque
e suas mues, lillios u fallecido Joaquim
Soares de Albuquerque, muflo do finado pa
dre Francisco Soares de Albuquerque, s3o
convidados pelo presente a comparcccrcm
na casa do advogado Jos Vellez de Cata-
ra, testaruenleiro do mesmo finado, na ci-
dade de linda, sobrado Jcfronte da igre-
ja de S. Pedro Apostlo, para tralarem a-
cerca do legado que Ihe fui deixado, uo tes-
tamento do dito seu lio.
Precisa-se fallar a negocio de inte-
resse com os herdeiios de Francisco Cor-
roa dQuadros, naluial da 11 lia Craciusa,
e que foi fetor oa mina do ouro, fallecido
tiesta cidade, segundo consta, lasele an-
nos. A qualquor dos iiitsuios herdeiros, ou
pessoa quo delUs saioa pede-se quena
dirigir-se a casan. 6defronle do trapicho
novo, ou auuunciar sua morada para ser
procurado.
Roga-se ao Sr. Dr. Honorio Fiel de
Sigmaringa de Vascurado, que se acha bo-
je advognndo err Coiann, quo mande pa-
gar a sua leltra que se actia vencida a an-
no e tjielo, o qual nflo ignora aondo :
em quanto o.nlo fizer ha de ser Irmbrado.
Precisa-se de urna ama para engommar
e cozinhar-cDin perfelcao, para casa de um
homeui snlteiro : qu-eni qulicr annunciepara
ser procurado.
Precisa-se de nm moleque c do urna
negra, paia-fazerem_ o servico de urna casa
franceza ; na ra do Trapiche Novo n. 22.
'Ski*:: :.,: -.:',;..*;:,..%.:.:; &r<-.&
i Coze-se, Hva-see engonima-so com J5
'I toda promplidiio o assoi'o por proco 37
'! commodo 1 narua do Santa Rila n.
<% 45.' p
- Roga-se as pessoas que tuem penhores
em mito do abaixo assignado, tenham a
bondade do os vir resgalar no.prazo de
quinte dias, 'lo contrario ser!5o vendidos
para embolso to'mesmo abaixo assignado.
Francisco Netlo de Azcredo Coulinlio.
.Aluga-se um bom sitio crtm boa casa
de viven.la e muitos arroredos de fructo,
boa agoa-de beber, estribara para dous ca-
Aallos, rendo a frente murada e grande par-
le dos lados,, e portSo de ferro : na ra da
Coieia.decanto Antonio n. 15, armazem de
farlnha.'
a Sra. n. Rita Caotam Maciel que ilrijia
uns penhores de ouro e prala cm podt i- do
Sr: Jlo Xavier Ribeiro do Andrade, queira
dirigir-se a ra do Queimado n. 20, para
lrlar sobre os mesmos que s ach un boje
em poder do procurador do dito Sr. An-
drade.
-- Na ron do Rosario larga n 26, se dita
qurm pri cisa do urna ama mota e capaz s-
menle ,1o servico interno de urna cas.
-- O deposito to farinha de mandioca e
milhti, arroz branco e de csea ila ruada
Cadeia de Santo Antonio n. 19, est mu la-
do para 1 casa n. 15 aondo pretende fazer
grandes compras o vendas desles gneros,
espeta pm tanto o dono tlesle estabelecimen-
t de grande necessidade para esta provin-
cia, pelas continuadas faltas que de tempos
em tempos atparecem; espera como d'antes
a concurrencia dos seus bons compradores
e vendedores de taes gneros.
Compras.
Comnra-se nma girgantilba
cos : na rna ta Larangeira, leja
de onrives 11. 2.
CoTpra-so urna casa, sendo nas sc-
giiiiitrs ras -- Flores, Cambo do Car-no,
pateos de dito e de S.Pedro, Hortss, Tiiti-
ebeiras o t'ruzes : Inti-se na ra da Man-
ueira, nnbairro da lioa-Vista, casaerde
cinza n. II.
Compram-se cavallos para a compa-
nhia fixa to cavallaria, sendo grandes,
gordos, e novos : quem os liver e quizT
vender, dirija-se ao commamlanle da mes-
ma. na ra Nova n. 32, segundo an lar.
-- Compra-se urna negrinha Ido 3 a i en-
nos: na ros do Rozarlo rslreila 11.13.
-- Compratn-se apolioes da di-
vida publica : na rna das Laran-
11. 18.
Compram-se
esrravos de ambos os sexos de 10 a 30 mi-
nos, bonitas figuras : na ra Larga iio Ro-
sario n. 48, primeiro andar
Compram-se, um ou dous ferros de fa-
zer ostias e obreas, com uso ou mesmo no-
vos : quem os llver, annuncie.
-- Compram-se moedas de ouro de 2n,000
rs. do nnvn ciinlio bra-iloiro: na prara do
Cuiiiiuei rio 11. 2, priinoiro andar.
geiras
Ventlas.
l'ara acallar, sarja liespailholn,
limpa, boa, a 1,0201*8.
Vende-sp sarja limpa espanhol, muito
arga, boa fazend, a 1,920 rs : na ra lar-
ga do Rorario 11. 48, primeiro andar-
Lotera dn matriz dn Itoa Vista.
Aos 10000,000 de rs.
1! Hieles ecaulellas ta lotera da matriz
da Roa \ isla, a qual corre impretoriveltnen-
le, no dia 2 de junho viiidouro, a olios que
eslilo-se acabando : no Aterro da Roa Vista,
loj 1 de Clisado n 58
Yendem-se um casal do escravos, de
10 anuos de ilnde, cada utn, rom habilida-
des e una rovilha deraca loutina : natra-
vessa do Veas n. 9.
Vende-so urna negrinha de 13 annos,
bonila figura, propria para se educar: ns
ra do Fogo n. 23, se dir quem vende.
A 2,500 is. a pello.
Pelle de bizmo franccz, de muito boa
qutlidide, a 2,500 rs.: no Aterro da Roa
Vista, loja n. 58, junto ao seleiro.
Vende-se uu>a negra tnpea, que sabe
cozinliar o diario do urna casa, lava Unsa-
bilo eengomma bem : narua do Sebn 8.
Vende-seuma negra boa engommadei-
ra e cuzinlieirii : no Mondego, casa que foi
do fallecido padre Manuel JuliSo.
Vende-se urna Uverna, com poucos
fundos o muito al'reguezada, na principa
ra dosta cidade : quem a pretender, an-
nuncie por esta folha.
Vendem-se dous lindos escravos, de
todo o servido : na venda da ra dasC.ru-
zes 11. 20.
Vendem-se duas escravas quilandei-
ras, urna por 300.C00 rs., e outra por 400,000
rs., eoulra dita de 10 a II anuos, com al-
guinas habilidades : 00 pateo da matriz de
S. Antonio, sobrado 11.4, se dir quem
vende.
i.otci-ia do i:in lio Janeiro.
AOS 20:000,0u0 de rs.
Na caso da fe
Nos quafro cantos da ra do Queimado,
loja de lazendas 11 20, vendem-soos muito
alortunados bi I heles, meios, quartos, oita-
vos e vigsimos da dcima terceira lotera
das Casas da Candado, cuja lista se espera
al o dia 30.
- Vendem-se um lindo mulatinho de 14
annos, muito bom para pagem, sem vicios;
urna dita com 18 anuos, que coze e faz todo
o servico'de casa, 3 negras boasquitandei-
ras ; 2 negros bons para todo o servico : na
ra da Cadeia do Recife n 51, primeiro
andar.
-- Nend-se urna escrava com urna cria,
com muito bom leile, cozinha e lava de sa-
lmo 1 ua ra estreita do Rozario, loja a, 19.
vVnlia. ver c admirar.
Por se querer liquidar.
Na ra do Qielmado, loja n. 17, vendem-
se cazimiras francezas decoros escuras, fa-
zenda muito superior, 5,000, 5,500 e 6,000
rs., cada corte ; ditos do fusto da cores o
mais fino possivel o padroes muito moder-
nos, a 1,600 rs., o corte, panno fino preto e
azul de cores (xas, a 3,500 e 4.000 rs., o no-
vado ; alpaca dn qtisdro decores, proprlo
para palitos o jaquetns, a 200 rs., 0 covado ;
bros transados de cores da panno de linho,
pelo diminuto precotleSOOrs., a vara ; co-
bertores do lila muito eucorpados, a 1,600
rs., ditos muito grandes, a 3,000 rs assim
como um rosto da madapolfles, com pique-
no toque a 2,500 rs, a pee, e outras mui-
las militas fazendas, para liquidar, a troco
de sedlas.
Vendem-se ricas luvas de pelica, para
seiilr ra, pelo barntissimo preQO de 1,000
rs., o ar : na na larga do Rozario, loja de
miudetas n. 26.
Vende-se urna armaco do venda, com
lodos os scus pertences, sita na povoaQS
da Matriz da Varzea :- trata-se na ra Direila
dos AITogados n. 66.
'% Vende-se o verdadero charopede %
I pontos de imhaiha, coniposto e pro- ':
I parado'telo ptiitrmacjulioo Jos da ijj
> Cruz Santos.
Este xarope he excellente contra ; -
i os catarros pulmonares, agudos e p
" enronioos, Lysieas, coqueluxe, e mo- -
ti l slias do coraefo: na praga da Boa- IB
fjj Vista, botici n. 32. Va mesma tam-
'* bem so vende remedio contra os em- W
i briagados, a q,ual jn est experimen- g
I lado pelos seus grandes effe i tos a ti- g
rar completamente por urna vez esle jjff
"J vicio, a quo mullos est.lo snjeitos. J|
. Vendem-se sacaos novos de esidaa ,
eom duas varas, a 320 rs. : na ra Larga do
Rozario ti. 48, primeiro andar. ,
Vendem-se 2 cmodas, urna de jaca-
randa \ 111 la do Porto, outra bem feita o se-
gura, oulrausala deamarelo, um sof de
oleo bem feito, com pouco uso, urna cai xa
de carro rom rodas o varOes para se armar
n qutro rodas, oucabriolel novo : na ra
di Cadeia de Sanio Antonio, armazem do
farinha.
Vcndom-se na loja da Victorino & Gui-
marlos, na roa lar^a do Rr/irio n. 22, a<
mitnlezas abaixo declaradas : -- sgulhas
curtas para alfaiate, ditas muito liiiispari
sennoras e ditas grossi para chapeos, alii-
netesde ferro paro imuco e ditos dela-
llo, camisas d" meia pai.i dentro, bol- abertura de padrOes muito modernos, ac-
lales, hlalos e condeess, agulheirosde vi-
dro didaes de mailim o de metal lino,
dourodos e oratea los, vernicas ditas dila,
milagros s da l'cnlia, cruzes de latlo e cru-
cilixos douradosem cruzos de pao, apilos
le iissu pata marinhn, caixas de chumbo,
de metal, de retratos, de raiz e de buche,
rzanos, conlas de coquilho, ditas de osso,
con'as do pao em croas, peonas de ac li-
nas, lapes e canelas para peas, ciixmlns
de tinta da desenlio, lonetas de metal, pi-
pel de eri-i, fililes gran les c pequeas, di-
to d-i ditas tullas gran los para enfeitar cai-
Sinhas, oatorios.e capas de livros, gravi-
tas de setim com molas, para pescoco, alla-
dores Jo navallias, franjas e trancas d-3 re-
tro/ para vestidos de sarji e capotinhos, es-
colas do lenles, linas de cabo de balis ,
franjas ti 1 algo Io para cortinados, tualbas)
e quardanapos, toilhas deiinho do Porto,
liiiteiios de vidro, proprios para cmharca-
dicos, Hullas de carritela de 300 jardas ns.
100, 120 e 150, ditas maiS groSSSS, ditas fi-
lias de meadas de ni 8 a 15, .nas muito
finas so u iiumeio, transa da lila de cies e
lio de sap.iiiiro amarelio, moiaa pretas para
senhora, ditas brancas linas para borneo),
alacaJores para biozeguins de senhora e
ligas de Sedas do cores, sombras de ditas
para uufeiles, llores, medidas 'do 1111' nales ,
meadinhas de linhas de lustro, ditas de po-
zo linas e grossas.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 2<>:ooo,ooo rs.
Ka ra da Cadeia do Recife n 10, vendem-se
bilhetes, meios, ipiai tos, oitavos e vigsimo,
da 27. lotera a beneficio do Monte Pi.
Lotera do Mi tle Janeiro,
Aos 20:000,000 rs.
Ni ra {trolla do Rozarin travossa do Quei-
mado loja de niiiido/.as n. 2 A, de J. K. doa
Sanios li.m, vendem-se us uiuilo afortunados
billietes, meios, qu.utos, oitavos e vigeilmos
da ileeinia-torceira lotera das casas da canda-
do. Na ine-on 1 loa osla patente a lista da leto-
na da 1'abi ici de vidros.
Lotera do. l\io de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na praca da Independencia loja n. 3, que
volla para a ra do Queimado e Crespo, veu-
deni-se os muito aforluuados bilhetes, meios,
quartos, oitavos e vigsimos da deciina-tcrccl-
ra lotera das casas da caridade. Na mesma lo-
ja esl patente a lista da lotera da fabrica doa
vidros.
lllii'les do Uio de Janeiro.
Aos 30:000,000 rs.
Na loja de miudezas da Praca da Indepen-
dencia II 4, vende 111 se lilllirles lllti-iios. lili lns,
quartos, oitavos c vigsimos da dcima-le eei-
ra I.iiena das Lasas da Caridade.
illietes do Bio de Janeiro.
Aos 30.000,000 rs.
Nu loja tle, Cuinliio da uva VI.
eir & Killios, runtln Cntlein n. 24.
Pelo vapor inglez 7>vof, chegado doa porloi
do -til, recebemos os minio afortunados bi-
lhetes, meios bilhetes c oaulellas da decluia-
terecira lotera concedida a beneficio das casas
de caridade, cuja lotera devia ser exlralda
ein 24 do corrente mez, he preciso que oa ama-
dores deste jogo allondam que nesta casa se
lem vendido constantemente premios grao
des. Adverte-se que cstao no lim o restante
dos bilhetes, a ellos antes que se acabetn.
Compram-se e vemlem-se
escravos, e recebem-se de com-
1111.-..M10, tanto para dentro como
para lora da provincia com segu-
ranca na Ma venda, tomo nas In-
gas dos escravos, que para ato
tem una ptima casa : na ra das
Laraiigeras n. i/ segundo andar,
a i'ualciuer hora do dia.
-*
' -^"J"
P
1 w* wmm



m
Bna Nova n. 6, loja. de Mala fa-
inos & C.
-- Vende-se ricos capotinhos de.verdadciro
sillm-macai\, assim como de chamalote prcto
e de sarja de cordosinho, sendo ricamanle
guarnecidas ("e onias franjas c trancas as-
segurando o annuticianlc que sao os inais ri-
cos que ali! hoje tcm apparecido; c os preco
mnllo convidan ao comprador.
Vendc-se um escravo de na
c5o bom cozinbeiro, bonita figu-
ra, de i'dade de 28 annos : trata-
se cotn Machado & Pinheiro, ra
do Vigario n. I9, segundo andar.
Arados de ferro.
Na fundicio da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos rao-
pelos.
ap :uia preta Pedro 11.
Vende-se este superior rap arria preta Pe-
dro 11. pelo preco j eslabelecido na ra da
Cadeia do Uecile, loja do Sr. Joo Jos de Car-
ralho Moraes, e Jnse Diasda Silva, e no bairrd
de S. Antonio uas lojas dos Srs. Francisco Du-
arle Leinos, Manoel Rodrigues da Silva, Joo
Carlos de I.emos, Joaquim Ferreira de Araujo
Guimaraes, Joao Paulo da Silva, Joaquim
alonteiro da Cruz, ra do Queimado, Victo-
rino & Guimaraes, ra dos Quarttls, Manoel
Dias Fernnndes, Hilario Pereira da Silva. Jos
Das da Silva Cardial. Morars Si Soares, Manoel
Jos Lopes, ra do Rotarlo Larga.
De psito de cal e potassa.
No armazem da rua da Cadeia do Recite n.
12, lia milito ftiperioi ial de Lisboa em pedra,
assim como potassa chegada ultiiiiamentc a
prero milito rasoaveis.
Vendc-se cobre metal ama-
rello c pregos para forro de navios : vende-se
por preco coininodo. em casa de A. V. da Sil-
va Barroca, rua da Cadeia do Recite u. 42,
De superior qualidade.
Cimento novo, chegado ullimamente ilambiirgo : ven le-se no armazem de Vi-
cente Ferreira da Costa.
No .ir in,wi ni da mii da Moeda n. 7, con-
tinua-se a vender saccas coiu superior colla
das fabricas do Rio Grande do sul, c r> preco
iu coula.
Atteneo.
Na loja nova da estrella na rua do Qurimado
n.7, com fente ao becco do Peine-Frito, ven-
dein-sc por preco baratsimos pecas dccl.ilas
linas a G.OnO, 0,500 e 7,001) rs., chitas l.rgas
francezas muto linas a 580 rs. o covado, cor-
tes de cambraias de salpico miados do ultimo
gosto de 8 varase meia a 6,500 rs., tilcs de
cass.i admascadas de ramagrns para cortina-
dos de vara de laiguri. eom 2 varas a H.000
rs., chitas linas em covadus a l, iSO c 50o rs.,
dita para coberta lina a 240 rs. o invado, calta
lisa lina a 480 rs. a vara, paniiinho de vara de
largura a 480 rs. a vara, pecas de madapoln
lino a 3,500, 3,800, 4,000. 4,400 rs. c multo lina
a .p>,000 rs., alpacas de linho miudas propri-
para palitos, jaquecas e calcas a 400 rs. o co-
vado, cortes de ganibrees para cuica a 1,800 e
2,000 rs,, ditos de meia casimira de 15a a 3,('00
t>., e outras mulla! fazendas por precos ex-
traordinariamente baratas, para se acreditar
dita obra.
Vende-se cera de carnauba do Aracaly,
pelles de cabra e sola por preco couilliodo : ua
rua dos Tanoeiros ariiiazem n. 5.
Tinta pieta.
Tinta preta muito preta cuja qualidade se
garante em fi ascos grandes que tein garraf i e
meia a 480 rs. rada um : no pateo do Celligio,
casa do l.ivro Azul.
Loja da estrella, tua do (jucima-
o n. 7.
Vendem-se sarjas pretas hespanholas pelo-
barato preco de 2,04 o c 2,200 rs. o covado, cha
pos de sul frauerzes de seda do ultimo gusto
inulto finos a ,500 e 7,.....rs a tilos antes
que se acabem.
Loja da estrella, rna do Queima-
do n. 7.
Vendem-se superiores cortes de casimiras
pretas, scliin rom 3 covadus e nieiu pelo b.na-
to preco de !)..r>00 rs. e pannos linos de todas
as cores tainbein baratsimos.
Vende-se una paidinhade ili annos, que
cose, engomiua e euziuha, tem ba conducta,
c vcio vendida do mato por eslrema necessida-
de, assim como 11111 pelo crinulo sapateiro de
toda a obra, inestre de seu oflicio, que da (i40
rs. diarios : uarualaiga do Rozario numero
33, loja.
Clieguem ao Barato.
No Passeio Publico laja n. 11, corles de
fitt.braia de cores, f>o iliminulo preco de
2.00o rs. ; rolles ile 13a para vestido a 1C00
cortes de metas casemires d'algodoo a lUo
rs'. : a elles untes que seacaliem, em ralfto
da muila extraerlo.
Vendem-se tapa toa do Aracaly, recem
ebegadoa para bomem, e menino, eiiosja
muito a capichu; islo pelas repet las io-
coniineiiaces quutiaqut se tem feiio aos
labrieantes; este calcado alm de ser
nacional, cliega para todas as classes por
se te ni em cotila, e nflo fazer callos ; quem
iis qi,i/i", va na rua l.atga do Husatiu n.
35 loja.
Kap Pedro 11.
fVenJe-se no deposito geral, rua dus M
Quarteii n 24, loja de Jos DiasSimea ;t
a o muito superior rap Areia l'rela Pedro i.
, II eui pequeas e grandes porces, pelo "
jS preco j eslabelecido, garantindo o de-
posilano a seus freguezes a facnldade
8 de tornar-Ibes a receber no caso de Se
J2 achar em ino estado.
Vendem-se pecas tie cinta a
4$ooorss.
Vendem-se pecas de chitas limpas boas
para escravos a 4,000 is., e a 120 a retalho:
na rua Larga do Rosario, n. 48 primeiro
andar.
Yendeni-se chapeos de pa-
lita do Chile de diversas quali-
dades e a precos rasoaveis : na rua
do Trapiche 11 5, c-ctiplorio.
Vendem-se culada! calcadas coui ac,
muito bem feilas c lories : na tua Nova loja de
ferrageus 11. 10, de Jos Luis Pereira.
. Na ruadas Lirangeiras n. i i
segundo andar, sempreha mullos bous es-
cravos para vender-se por pteco muito mais
barato do que em outra qual quer parle, e
sabendo-se dos vicios, achaques e meleslias
dos ditos escravos iiSu se oceulta : negras
mocas, molecas, uma mulalintia de 16 a 18
annos, que cose, engoturna e cozinha bem,
o he recolhida ; urna preta de 1S annos que
ongomniu, coso faz Idhaante por 420,000
is. d.i-se por este pne,oSjjot lerlalla de
iiicuslrucflo ; una preta de irteia idade que
COlinha magnficamente tamo dajugao co-
mo de Ionio ; nina muito boa quilandcira ; I
i escravos, que servem para todo o setvico; I

I
om negro ptimo cozinheiro tanto de fo-
gSo como de forno e um molecSo pesca com
o odelo de alfaiate, e que ptimo pagem.
Novo trem d cozinn
chalciras, carcarolas, fregldcirasc paoellas de
ferro forradas de porcelana, facas com garfos
de cabos de marliin, osso lino, colheres de
metal do principe, bules e cafeteiras de metal,
machinas para fazer cate : na rua Nova loja de
ferragens n. 16, de Jos Luiz Pereira.
Asscnboras doceiras.
Novas bocetas de faia pintadas a gostos mo-
dernos para qualqucr quantidade de doce : na
rua Nova loja de ferragens n. 16, de Jos Luiz
Pereira.
Carlos llardy ourives, rua Nova
numero 34-
Annuncia ao publico que querendo liquidar
as obras de ouro que tem, as vende pelo custo,
lindos aderecos para meninas de 15 a 13 annos,
com pulseiras, brincos, alfinetes e gargantilhas
a 40,000 r., para senhora a 00,000 rs., e ade-
reces de senhora brincos, allinetes e garganti-
lhas a 35,000 ri., pulceira a 33,000 rs., una a
28,000 ii., aneis esmaltados para senhora mul-
lo lindos a 4,000 rs. cada um, um tortimento
de brincos para meninas e senhoras que vende
igualmente pelo custo, todas estas obras sao
de ouro de le.
Aviso aos Srs. ourives.
l'ma grande porcao de cadiuhos francezes
sonidos de tamaito, que se vendem em rela-
Iho c em porcao por preco commodo, tornoi
de mi, armacu- de serrotes, ferros de alim-
par sida, pedra de desunir. Na inesma loja
cima.
Vende-se um relogio patente suisso : na
rua Nova n. i(i.
Vende-se um a escrava cabra de 30 annos,
queengomma, cose, cozinha c ptima ama de
una casa, una preta crioula, que engotnina,
cozinha, lava roupa, 2 prcto.-. bous para todo o
trabalho, tanto da praca como do campo : na
rua do Collegio u. 21, primeiro andar.
A08 amantes ittbuiu e burato.
Vende-sena rua da Aurora n. 32, latas com
superior bclaxiuha de ararula, fabricada no
Rio de Janeiro a 2,400 rs., c a libra a (140 rs.,
manteiga ingleza a 720, 500 e 400 rs., banha de
poico a 32li rs., farinha de trigo a 100 rs., dita
de aramia propria para papas e para engom-
iii.-ir roupa a lO rs., farinha do Marantio a
120 rs., sevadinha a lOO rs., bolaiinhas ameri-
canas a 200 rs., clioiincas a 4o0 rs., ervilhas a
100 rs., nielas garrafas de serveja a 280 rs.,
ditas intelras brancas ou pretas a 500 rs., vi-
nlio do Pono a 500 rs., azeilc francs a 560 rs.,
vinho inuscalcl a 480 rs., vellas de esperma-
cele a 080 rs., talharini e letria a 240 rs., na -
carro a >(0rs passas novas a280rs azeito-
nas 24(i rs duzla de pratos beira a/.ul a 1,080
rs., ligellas a 8U0 rs. a duzia, loucinho de Lis-
boa a 200 rs., vellas de carnalia do Aracaly
a300rs., arroz pilado a 00 rs., dito do Mara-
nliao a lOO rs., sendo em arroba o pilado a
1,500 rs., azeilc doce a 500 rs., frascos de ge-
nebra hollandeza a 60U rs em botijas a 30
rs., sabo branco a 220 rs., amarellodo Rio a
140 rs., boies de grata ingleza a KiO rs., car-
tas com traques a 240 rs., e lodos os gneros
proprioa de venda por preco commodo. Na
niesuia casa coinprain-se obras ralbas de co-
bre, chumbo, ou oulro qualquer metal.
Vendem-se leiifos encarnados cor segura
por 2,21 0 rs. a duzia e 200 rs. o lenco : na rua
da Cadeia Velha n. 33.
Vendem-se pecas de cassa lisa sein gom-
ma com 20 jardas a 41,000 r*., ditas com I2jar-
das a 2,400 rs., e em varas a 240 rs. : ua i ua da
Cadeia Velha n.33.
Vendem-se challes pelos de seda, pti-
mos para lucio, pelo preco de 5 000 rs. cada
um : na rua da Cadeia Velha n. 33.
Vendem-se pecas de panninbo verde com
38 covados por 3,500 rs., e o covado a lOO
rs. : na rua da Cadeia Velba n. 33.
Vende-se superior panno
dealgodaopart saceos deassucar :
ern casa de Geo Kewthy & Com-
pahia, mu da Cruz n. i.
Vendem se neos appare-
Ihos de metal para cha : em casa
de Geo Kewthy & Companhia,
i ua da Cruz n. 2.
Yendem-se fcelins inglezes
elsticos, e ditos com horranhans
chegados agora : em casa de Geo
Kewthy &c Companhia, rua da
Cruz 11. 2.
-- Vende-se um terreno em malas virgeus,
tendo 110 ceutro j um pequeo cercado, e com
glandes prupotcoes para se levantar um bom
engenbo de lzer assucar pelafeililidade e ex-
leuco das t. iras, e distante desla praca ape-
nas quatro legua : ua rua da Aurora u. 44,
das 3 horas da larde em diaule se dir quem
vende.
Vendem-se relojios de ouro
para senhora, patente inglez : em
casa de Geo Ktwlhy & Compa-
nhia, rua da Cruz n. 2.
Vendem-se cadeados de la-
to de (ettras 11.11.tu sut eriores :
em casa de Geo Kewthy & Com-
\i niliia, rua da Cruz n. 1.
Remedio especial puru bobas e
c'ruvos seceos.
Continua a vender-se este acreditado reme-
dio, c seu ricciloaiio na botica da tua do Rau-
gel n. li 1, que oi do liuado Sebastio Jos de
tlliveia Maeedo.
Rap Paulo Conlcii-o.
Na rua da Cruz u. 49, vende-se o bem co-
nhecido rap Paulo Coideiio, em libras e ol-
la vas.
Cal virgemem pedra.
Chegada de Lisboa pela barca Mnryurida, ven-
de-se no armazem de Silva barroca, rua d
llruiu n. 20.
-- Cliegou o novo rap de Lis-
boa, o qual se vende as iitavas :
na rua da Cadeia do Uecile nu-
mero i5.
Na tua da Cruz, armazem de S Arau-
jo n. 33, voodo-M lijlo para itmpar inttaes:
por pteco commodo, para se Iteiiar cotilas,
lambeni se vende lies mil couros de caba,
por prerjo commodo.
Olltem qut temus anda mais pechinchm, no
J'asseio Publico, loja n. II, do Oarateiro
'inmuno Jos liodriyucs l'erreira.
Chitas mu ovarla, pelo barato pruco de
3,600 rs. a pessa, quem iio cmprala a vis-
la de tal i'icco :' alyodiioznho Com toqu.
de avarta, a 2,000 re.; curies de castmia de
algodilo, a 1,440 rs. ; cortes de cleles de
Ifia o de seda com molo, a 500 rs., e multas
outras fazeudas, por precos rasoaveis.
Para o invern.
A 2,240 rs. um corlo.
vendem-so cortes de casimira de algodSo,
muito encorpados, padrCes escuro*, com 3
3(4 covados, pelo barato preco de 2,240 rs.
cada um corto;assim como outras muitas
fazendas baratas.
A 56o rs. cada um.
Na loja de Guimar.Tes & llenriqes, na
rua do Crespo n. 5, vendem-so lencos de
seda, muito finos, para meninos, pelo bara-
to prego do 560 rs. chapos de sol de pan-
ninlio, innac.no de balcia, a 2,000 rs. ; o
antigoalgodo transado mons'.ro, a800rs.
a vara.
Cortea de casemira elstica
pola diminuto preco de 6,000 rs. cada um>
acham-sc venda na rus do Crespo n. 5,
loja que volja para a rua do Collegio.i ulli-
mamonte chegadas.
Cortes de chita do altimo gosto
a 2,000 e a 2,500, e algodSozinho a 1,600
e a 2,000 rs. a peca.
Na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a'Cadeia, acaba de chegar um
bello si 11 i niciiio de cortes de chita de bom
posto, eom 12 cova los, a 2,000 e a 2,500 ;
assim como pecw de algodSo com toque de
avari, a 1,600 e a 2,000; lencm de seda
muito bonitos, a 1,440,1,600, 2,000 e 2,240 ;
alpaca de cores para palitos, a 800 rs. o co-
vado ; dita de algodSo, n 280 rs. ; e outras
muitas fazendas por preqos commodos.
V^^iH'VV'VV'VVVtVVIfffffl
* Arados americanos. 9
> Vendem-se arados americanos ver- <:J
C dadeiroS, chegados dos Estados-
^ Unidos : na rua do Trapiche n. 8. <
lifAA^ 't't ftAA AA lAAi
Cera em vellas.
Vende-se cera em vellas do Rio
de Janeiro e Lishoa, sortida ao
gos o do comprador; tambem ha
cal virgem da melhor que ha m>
mercado vindo tle Lisboa : tra-
ta-se com Machado & Pinhei-
ro, rua do Vigario n. 19, segundo
andar
Vende-se superior cognac velho, em
harris de 12 a 24 caadas na rua da Cruz
n.55, casa de J. Keller & Companhia.
Vende-se gesso em barricas, vindo no
ultimo navio chegado de Franca, tendo ca-
da barrica 20 amibas pouco mais ou me-
nos : na rua da Cruz n. 55, casa de J. Kel-
lrr & Companhia.
i-
3
er
so
cu

e
ce
o
g
Q.
co
b
CU
N
'3
O"
S
s
&
- va a
& 'X f m a
. so ce Q ia ir
C C- a
"Uh
ta8II"
c ti n;
_ i i- 1- j:
o o
c
a
oa-r
. -a P
14
c
Si
SBJ3
e
<-
5? -
S-8.
o .
z S
- |*-sitiri
C -e o S 3
0 c Sf f "a
Z4 -i**
,S CU q- -O g
o" Otj| J tr
BSrffB
o a
K---S.SB
n co
- M
!?Sf
0 aj;
Si-S-8
Sn
*2S3
i Sii
1 :
I ^:
- o C
=
Lotera da matriz da Boa Vista.
Aos loe 5:ooo,ooo rs.
Na loja de cal(ado do Arantes na praca da
Independencia ns. 13 e 15, vendem-se os uiui-
10 ifoi tunados bilheles e meios ditos desta lo-
tera, que. corre infallivclinente 110 dia2 de
junhn viuduuro : a elles antes que se acabem.
Ililhctca 10,400
Meios 5,200
(^era de carnauba.
O mais superior que ha neslc genero, ven-
dse em porcao e a relalho : na roa da Cadeia, je cozill|iei|.0 a rua J8S Cruzes I). 18, se-
ilii i, i I.. 1 i w. ni t.i I iiuh KJ ( tuAruii *
Na loja n. 5, do Guimaraes & llenriques.l cas, a prego baralissimo
do llecife, loja n. 50 de Cunha S Ainorim.
Vellas de carnauba.
Vendem-se vellas de carnauba, pelo bara-
lissimo prec.o de 1,500 rs. o cento : na rua
da Cadeia do Uecile loja n. 50 de Cunha &
Amorim.
Vende-se muito boa l'arluha de mandio-
ca de S. l.ailiei iii.i viuda recenlemente do llio
de Janeiro : no armasem de Dias & Gouveia,
dcionte da Lingueta nucesda alfandega.
Vdnde-se a loja de calcado, da rua I)-
ii'ii.i n. 56, o motivo se dir ao comprador.
Vendem-se queijos londrinos, presuntos,
caisinlias de sedentes porgalivo, conservas de
(odas as qualidade.s, cementes ou passas miu-
das para podios, carne saldada para uso de fa-
iiiiliis em barril de ,'MJ libras e miudos da mes-
ma lu na preparados, ludo ltimamente che-
gado : ua rua da Cruz, armaiem n. 9. de Da-
vis S C,
= Veudc-se muito em conla >aia liquida-
i ao unta porcao de chapeos de palha do Araca-
ly proprios para escravos de engenho : na rua
da Cadeia do Recite n. 0, loja.
-- Vende-se una negra moca, de nar.'o,
que cozinha bem, engomma alguma couss
e lava bem desabao, da-se em conla, por
precisSo : na rua do Itangel, n. 38.
Veude-se urna serpentina de muito bom
goslo: ua rua da llniSo, ultima casa da par-
le do noi te.
Citiiiixlii Kussia
de todas ai groisurai.
Vendem-se por monos 2,OoO rs. o quintal,
do que em qualquer outra parte, o em por-
i.oi'.i a votitade do comprador: ua rua da
Cruz do Uecile, armazem n. 13.
liemos le fula
di lodos os tamunhos.
Vendem-se, na rua da Ctuz do llecife, ar-
mazem n. 13.
Nu loja las seis portas, em frente
lO l.iMilllH "lo
Continua a vender barato, chitas, a 120,
140,160, 180, 200 e 240 rs. ; cassas pintadas
e bordados, a 240 rs. o covado ; cass-i preta
para luto, a 120 rs.; chales de 13a, a 800 rs.;
lencos para mSo de senhora a 210 rs., e pa-
ra cabrea a \m e 400 rs., muito grandes ;
chamalote de seda, a 1.600 rs proprio para
capotinbos o manteletes, e outras muitas
fazendas, por precos em conta.
Na loja las seis portas, em frente
lo Livramcnto.
Vendem-se cortes de falsas de casimira
lisa, de cotes, por 5,000 rs.; chapeos fran-
cezes da ultima t.oda, a 6,000 rs., e de mo-
las, a 5,000 rs.) corles de coleto de casimira
bordados a seda, por 5,000 rs., e mti'tos ou-
tros ohjectos. por prec"S rasoaveis.
F.irinlia barata
Vendc-se, ua rua da Cruz do Recift), ar-
mazem ii. 13, farinha de mandioca em sac-
TJItlmo .gosto em Prris.
Grvalas de mursulinc branca, com chn-
viscos de cores a Mr. dillon Barrot, pelo
baralissimo preco de 500 rs. cada urna : na
rua do Crespo n. 21.
Novidade.
Acsbatn de chegaT. a loja da rua do Cres-
po n. 16, pelo ultimo navio, vindo da Fran-
ca, muito lindos manteletes e capotinhos,
de muito superiores sedas de cores e pretas,
e juntamente com lindos enfeites e franjas
de diversas cores e qualidades, por prego
muitissimo commodo; assim comoum sor-
timento de dtver.-as fazendas de gosto, sen-
do lindas cassas e chitas francezas, o ricos
chapeos tambm francezes de ( Sote elasti-
qne), fazend que aqui ainda uoveio, o
muitas outras fazeudas que so a vista dos
compradores.
Corrcntes Paco.
Vendem-se superiores correles de ac
para relogio, do i.iodelo mais elegante, que
tem vindo aqui, por muito diminuto preco,
na rua Nova, loja de ferragens, que faz es-
quina para a Gamboa do Carmo.
Ao barato.
Na ni do Collegio n. 3, vendem-se fazen-
das e miudezas, o mais barato posstvel,
como sejam, grvalas de setim, a240rs.
chita para coberla, a 160 e 120 rs. o covado;
cortes de ISa e seda para coletes, a 640 rs
sapatosde setim decores, para senhora, a
1,000 rs, ; lencos de seda com franja, a
I.OOOrs.; mantas de cambraia bordadas, a
1,000rs.; corles de calsas, a 1,280 rs., o ou-
tras muitas fazendas, que eslam a vista dos
compradores.
Parlaba.
Vendem-so saccas de muito boa farinha,
boa.medi.la, pelo diminuto preco de 3,500
rs.: na rua do Collegio n. 25.
Vende-se doce de caj secco, por pre-
co commodo: no Aterro da Boa-Vista, n
12, segundo andar.
Pora qnemqni/.er f nnlmr dinlicl-
ro rom poneos fundos.
Na rua da Mocda, venda da esquina n. 25,
se dir quem vende urna machina* para fa-
zer vellas de carnauba, com 500 formas de
(landres, sendo algumas com o bico de es-
tanho, 2 grandes taboleiros fonados de fo-
Iha para quarar sebo, que le-am 10 arro-
bas cada um, apancllas tambem de olh
para derreter cera, levando um 4 arrobas, e
outra 2 arrobas, 1 braco de balanca com
conchas e todos os mais preparos perten-
cenles ao fabrico das vellas, e um moinho
grande para moer culo, ludo em muito bom
estado : por pre?o commodo, o motivo por-
que so vende se dir ao compra lor o pode-
ro examinar e tratar do ajuste, de manhla
at as 9 horase de tarde das 3 e meia em
diante.
-- Vende-so um pretocreoulo.de 20 a 21
annos, bastante robusto, tanto para o cam-
po, como para outro qualquer servico : na
venda da rua das Cruzes u. 20.
Vende-se urna escrava moga de bonita
figura, com excellente conducta, o que se
pode afiancar, cozinheira, engommadeira,
ptima vendedeira, emflm serve para todo
servico de urna casa, por ser intelligente e
activa, a razo porque se vende se dir ao
comprador: atrs da Matriz de S. Antonio,
sobrado n. 18, segundo andar, por cima da
venda, que achara com quem tratar.
Vendem-se quatro lindos moloques de
8 a 18 annps, sendo um ptimo sapateiro ;
6 nebros de 20 a 30 annos, sendo um pti-
mo carreiro,outrooleiro, eum pardo sapa-
teiro, que tamliem trabalha alguna cousa
de carpiua, de 25 annos de idade ; 2 pardas
de 15 a 20 annos, eom habilidades, e 6 ne-
u'ias com algumas habilidades : na rua do
Collegio n. 3.
A niellror pecliincba.
Vendem-se chales de seda de lindos e mo-
dernos gostns, a pnr;o de 4,500 at 6,000
rs. : na tua do Crespo, loja n. 10.
Vende-se um moleque de 16 a 18 an-
nos de idade, bonita ligura, com principio
gundo andar,
l-'azemh mais lia ruta do que em
outra parte.
Cobertores de algodo escuro para quem
tem fro a 720 rs. cada um, corles de ln un
branco trancado de linho puro a 1,800 rs., di-
tos escuro a 1,600 rs. o curte, riscados de li-
nho a 220 e 320 rs. o covado, riscado de algo-
do trancado limito cncorpado proprio para
escravo a 180 c a00 rs. o covado, picle a 180
rs. o covado, zuarle aiul de 5 palmos de lar-
gura a .'ln rs. o invado, dito de cor a 200rs. o
covado, riscado lYauccz muito finos a 240 rs. o
covado, chita para cobertas decores Iixasa200
rs ,o covado, ditas pata vestidos a 160 e iSOrs.,
cassa chita corea lixas a 440 rs. a vara, casto-
res proprio para palilos a 280 rs. o covado,
pecas de cassa de quadros para babados e cor-
tinados de cania com 8 varas c meia a ?,400
rs., chapeos de massa para escravos a 480 rs.
cada um : na rua do Crespo n, li.
Vendem-se amarras de ferro: na rua
la Senzalla nova n. 42.
Lotera da matriz da Boa Vista.
Aos 10:000(000 c 5:ooo,ooo rs.
No Atterro da lloa Vista, loja de fazendas n.
36, vendem-se os afortunados bilhetese meios
da m-'sina lotera, que corre mpreterivelmen-
te no dia 2 de junho vindouro, nanles se se
vcudercm os bilheles.
Inlli.'le ntciroi 10,000 -
Meios 5,000
Vendem-se as seguintes se- .
mentes:
de abos, ditas de ditas inglesas, ditas de ra-
bauos encarnadas, ditas brancas, ditas de ce-
blas de Setubal, ditas de alface allaua,
ditas repolhudas, ditas de- cove trinchada, di-
las de senoura aman-las, ditas de chicoiia, di-
tas de coentro de loceira, ditas de salsa, ditas
de tomates grandes, ditas de repolho, dilas de
espinafre, ditas de pipinella, dilas de aipo,
feijo, carrapalo de tres qualidades, ervilhas
lorias c direilas, rabaneles encarnados e bran-
cos: na rua da Cruz n. 46, defronte do lo.
Cosme. IVi un sin i casa vendem-se queijos in-
glezes muito frescaes.
Sarja lievpanbola limpa muito lar-
ga a a,oco rs.
Vende-sc sarja hespanhola muito larga e
muito encornada a 2,000 rs. : na rua larga do
Rozario n. 48, primeiro andar.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprala, patente inglez: na rua
da Senzalla Nova n. !\i.
Especial remedio para dores liphiliticas :
conlinua-se a vender na rua do Rangel n. 64,
botica que foi do liuado Sebatllau Jos de Oli-
veira Macedo.
--Preservativo contra o mal venreo: ven-
de-sc na botica da rua do Raugel n. 64, a 1,000
rs. cada boiao.
Oleo especifico para curar a caspa e pre-
servar cahir o cabello : vende-se na rua do Ran-
el n. 64 a640 ri. cada fia -- Vende-se um grande sitio no lugar do
Manguinho, que lica defronte dos sitios dos
Srs. Carneiros, com grande casa de viven-
da, de quatro agoas, grande senzalla, co-
cheira, eslribnri. baixa de capim que sus-
tenta 3 a 4 cavallos, grande cacimba, com
bomba e tanque coberto para banho bas-
tantes arvorodos do fructo: na run da Con-
cordia,primeiro sobrado novo de um andar.
Fil bordado a 1,200 is. a vara.
Na rua do Queimado defronte do brceo do
Pelxe I rilo, loja n. 3, vende-se fil boidado
branco e de cores pelo baralissimo preco de
tres patacas e doze vintens a vara, esta fazenda
pelos leus lindos e dill'ercntcs_ desenboi tor-
na-se muito recomraendavel nao s para ves-
tidos de senhoras, como tambem para man-
teletes : dar-se-hao amostras com o corapetec-
te penhor.
Madama Rosa llardy, modista
brasileira, rua Nova n. 34.
Annuncia ao publico, que acaba de receber
de Franca um lindo sorlimento de capotinhos
prelos e de cores delicados multo enfeltados,
gros de naples e chamalotes, ditos de fil de
linbo preto para senhora, groa de naples de se-
da furia cores para vestidos e capotinhos, ditos
de cor de rosa e gorgurao de roa para vesti-
dos e proprios para chapeos, grot de naples e
chamalotes preto para capotinhos, bolotas pre-
tas para capotinhos. franjas e tranjat pretas e
de cores para capotinhos, trancas de sed*
branca, azul, cor de rosa, roxa, azul paraen-
feitar vestidos, luvas de seda e pellica para se-
nhora e meninos, meias de seda para criancas
de 1 a 4 annos, capellas de flores para bailes e
calamentos, ricos chapeos de seda fraozida
para senhora, ditos de palha para senhoras e
meninas, chapcozinhoa de seda para criancas
d 1 a 4 annos, lindas tocas para senhoras vtn-
das de Franca, romeiras, camislnba com gol-
la e sein golla, com o pello bordado e guar-
necido de renda e bico de linho, peitilhos de
cambraia bordado com bico de linho, mangui-
tos de Al de liuho, cambraias de linho borda-
das, enfeiles de flores de cabeca para bailes e
thealros, cipartllhos para senhora, o que ln
de melhor, armacao e capas para fazer cha-
peos, fitas, penachos, flores, perfumarlas,que
se vende pelo custo, querendo acabar pelo I.
de julho, lioda toucas para baptlsar meniuos
vindas de Franca e l'eitas aqui. Na mesma loja.
se faz vestidinhos de menina e de. casamento,
capoliuhos de encommenda por preco com-
modo.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repiixo,
pndulas e picola para cacimba :
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10,
luiidicao de (erro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambao de sicupira e bracos
de ferro na fundico da rua do
Brum ns. 6, 8 e io.
ngo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapicbe, n. 17, lia
muito superior ca nova em pedra,
ebegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Lotera la matriz la Boa Vista.
Aos lo:ooo$iooo-e 5:ooo18iooo.
Na 1111 da Cadeia ti. 24, loja de camino da
Viuva Vieira & l'ilhos, vendem-se os mui
afortunados bilheles o meios ditos da mes-
ma lotera, que corre impreterivelmenle no
dia 2 de junho prximo vindouro.
Ilillieles inleiros 10,000
Meios 5,000
TeciJo de algodSo trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na rua da Cadeia t. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades,
poprias para saceos de assucare roupa do
escravos.
Conlinua-se a vender agoa de fazer ao
cabellos e sulssas pretas : na tua do Queiuulo
loja de ferragens n. 31.
Escravos futidos.
~ Desappareceo uo dia2l urna pretacreou-
la, iu- iiuiiii Rusa, idade de 3j annos, cor
fula, coiii a cara picada de bezigas, estatura
ordinaria; cuja escrava foi dopadre Antonio
Pedro de Soii/.i; por isso rogo s autoridades
Koliciaes de prenderen! e mandar na roa do
ozario larga, n. 36, que ser recompensado.
Ilesappareceu de bordo do patacho No-
vo Teihtrario, no da 20 de tnsio correte, o
escravo marint.ciro de nome Alfonso, cre-
oulo da llahia, idade 26 annos, pouco mais
nu menos, estatura regular, cor fula e ma-
gro, levou carniza ecalsa bastante alcatro-
ada, e urna sinta encarnada e bonet chalo
inglez: roga se a captura du mesmo, o qual
se cr6 prezista nos arredores desta cidade,
porque costuma embriagar-se, e quem o le-
var a bordo do dito patacho, ou a rua da
Cadeia n. 39, escriptorio de Amorim Irmiios,
que receber boa gratifica^So.
-- Desapparecerm do poder doabaixo
assignado, os escravos seguintes: Catha-
rina, de nacSo cacange, baixa, com falla
de dentes ua frente, com algumas marcas
as cosas, signaes desua naco; a qual
fugio em 1832, com idade do 16 annos, e
deve hoje representar 35 annos; Jacob,
pardo do 18 annos, secco do corpo e es-
pigado, tem cabellos estirado, falta de um
dente ua frente, e um pequeo talho na
macan do rosto, O mus vi nivel signal he
a marca de um caustico as costas, fgido
em dezembro de 1847: qnem aappiehcn*
der ou queira dar noticia dealgum, diri-
jase rua Nova n. 16, quo gratificar.
Jos Lnis Pireira.
--No dia 5 do correle, fogio do enge-
nho Mussumb, comarca de Goianna, o
pardo escuro, Luiz, escravo do lavrador
do mosmo engenho, Antonio Pessoa da
Albuquerque, e tem o dito escravo os sig-
ues seguintes : he baixo, secco, rosto
redondo e cheio, orelhas pequeas, sobre
a sobrancelha direita tem urna pequen
sicatriz, pouco barbado, representa terde
vtnte edousavitite e cinco annos, tem o
dedo ndice do p direilo defeituoso I quem
o prender leve-o a seu senhor no lugar de
sua residencia, ou no Uecile a Verissimo
Jos. Moretra na rua d Crespo loja n 23,
que sei generosamente reconpensado.
Pf.liM. JVA.TYI'. I>K M.F.DR FaII'V


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EXNLTU6BL_CGBS9B INGEST_TIME 2013-04-12T21:37:43Z PACKAGE AA00011611_05349
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES