Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05348


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Full Text
Anno XXVII
Sabbado 24
PARTIDAS DOS COBREIOS.
Goiaona e Parahlba, s segundas e soxtas felras.
njo-Grande-do-Norte, todas as quintas felras ao
ineio-dia.
Caranhuns e Bonito, a 8 e 23.
|toa-Vsla c Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas feiras.
Olinda, todcj os da.
PHtMIttlDlS
Nov.i, a 1, as 0 h. e 42 m. da m.
Creso, a 8. as 11 b. e 14 m. da tn.
Cheia.a i5,as 5h. e 45 m. d. m.
Ming. a22,as!0h. e 38.m. da t.
niAMlB DE HOJE
Priraeira s 11 horas e 4? minutos da nianhaa.
Segunda s 12 horas (i minutos da tarde.
de Maio ele 1851.
[TRTqo DA soasenipqo
Por tres mezej(adiantados)
Por seis mezes 8j
Por uin anno. 15,
i.,Mtjar.-7JtKsxTaRvmamm3i
DAS da sxkana.
! 19 Seg. S. Ivo. Aud. doj. d'o.f. e m. 1. vara.
20 Tere. 8. Pautilla. Aud. da Chae., do J. da 2
varado c. e dos feitos da fazenda.
21 Quart S. Mancos. Aud. do J. da 2. vara.
22 Qulnt. S. R;ta de Cassia Aud. orf. e do J. ni.
da primeira vara.
23 Seit. S. Ilasileo Aud. do J. da 1. vara do eivcl,
e dos feitos da la enda.
24 Sab. S. Afra. Aud. da Ch. e do i. da 2. vara
do civel.
25 Diuii. S. Gregorio.
UL.
N. 118
CAMBIO DB 23 DE MAlO.
Sobre Londres, a 27 7. d. p. 1/000 rs.
Pars, 320 por Ir. nominal.
i Lisboa, a 95 aatnnn m OOJNV
Ouro.-Oncas hespanholas..... M/000 a 28/50
Moedas de (i/400 velhas. lb/WOO a 1MJW
. de 6/400 novas 16/000 a W"
de4f000....... ?/W0 JCJ?
Prata.-Patacdes braslleiros.... J/920 a 1/9W
Pesos columnarios..... g }$$
Ditos mexicano........ 1/680 a I/7W
SfiM
Bim.
. Moe.j*3aru:r,Yr?w3swnti
PARTE OFFtCUL.
Iti-intovio presentado assein-
liha geral legislativa pelo mi-
nistro c secretario le cstiulo los
negocios la fazend i .loaqnim
Jos ltoilrlgn.es Torres.
(Contiuuaco do n. 117.)
Jui'm doi Feitos da Fasanda.
.i.i nos relatorios de 1846, 1847 e 1848 se de-
monstrou a necessidade de alterar nlgumas
dsposices da Ici n. 242, de 29 de novembro
de 1841, que!, tlm de vexatorla para os deve-
dores da faicnda quando residem a grandes
distancias das capitaes, sao nimiamente one-
rosas para o tbesouro nacional. Concordando
com varias medidas propostas por meus II-
lustrados antecessores, e ouvindo a outras pea-
oas versadas na materia, parecr-ine que
seria conveniente adoplarem-se as seguintes
dsposices :
1. Revestir da jurisdiccao do juio privati-
vo dos feitos da fazenda, nao s os juizes es-
Seciaes na corle, e as provincias da Hahia e
ernambuco, mas tambeiu os julzes de direito
as comarcas, eos juizes inunicipas nos res-
pectivos termos, pela forma e nos casos abai-
xo declarados. Esta medida faria interes-ar
mais directa e etHcazmente estes magistrados
no desempenho de altribuiccs proprias, c c-
vltar a multlpllcaco de cartas precatorias e
executorias, que pela mor parte se expedem
agora intilmente.
2. Determinar que sejam demandados pe-
raule os primeiros:
I. Os devedores da fazenTIa nacional, por
qualquer divida ou quanlia, sendo residentes
na comarca da capital.
II. Os devedores em razao do seu officio, co-
mo os thesoureiros, recebednres, pagadores,
almoxarifes, collectores, c quaesquer exacto-
res titulados pelo thesouro nacional, pelas
thesouranas, ou por autoridades das capitaes;
e o respectivos fiadores.
III. Aquelles que contratarem com o the-
souro, thesourarias, e autoridades das capi-
taes ; c os seus dadores.
IV. Os que deverem impostos, cujo paga-
mento, segundo a lei e reglamenos fiscaes,
deva ser feito as repartices da comarca da
capital.
3. Determinar que si j un demandados pe-
rante os juizes de direito :
I. Os devedores da fazenda publica as pro-
vincias onde nao ha Juizo especial dos feitos
da fazenda.
II. Os devedores das provincias onde ha jui
to privativo, mas que lomii icsMcmes lora
da comarca.
4 Ileservar para os juizes municipaes, rm
materia executiva, o conliecr e julgar dos
cmbaigos de terceiro que forein opposlus nos
prucessos lormados pelos administradores das
mesas de rendas e collectores contra os deve-
(n. de impostos cuja arrecadaco se achar
targo delles.
5. Autorisar os ilutes das repartices fiscaes
de anecadaco e os collectores para proceder
contra ai devedores de impostos, de cuja ar-
recadaco cslrjaui encarregados, nao exce-
dendo a divida de 0t>/, peuhora, avaliaco
e arremataco de bens ; salvo oppondo-se em-
bargos de lerceiro, que sero remetlidos ao
juizo municipal, sem suspeneo, emquanto
nao apresentar o rcccbimi-uiu dos ditos em-
bargos: bavrndo iccurso dos despachse dis-
cizes dos referidos collectores, tanibem
sem suspenco, para o thesouro nacional na
erte e provincia do Rio de Janeiro, e para as
thesourarias as provincias.
6. Providenciar no lucsmo sentido a respei-
to dos procesaos da fazenda nacional as suas
demandas civeis, ordenando-se que as causas
que versarem sobre a pronriedade e posse de
bens de raiz, e ein que a fazenda publica lr
por qualquer maueira iuterrssada, e bem as-
ittl os inventarios, medices e tombos de
bens nacionaes, sejam processados peraute o
juiz muuicipal du termo em que cstiverein os
bens, Convir todava exerpturar as causas
de valor cima de 500/, ou de reiviudicaco,
de nullidade, resciso de contracto de compra
e venda, ou arremataco e adjudicacao de
bens de taiz em que a fazanda nacional seja
t.
7. Elevar a aleada do juizo dos feitos quan-
lia de 200/# as causas da fazeuda nacional a
espeito de' quaesquer bens
8. Ordenar que as comarcas sirvam de pro-
curadores do juizo dos feitos os promotores
pblicos, e nos termos os collecloics das ren-
das geraes.
9. r'ixar de urna maneira mui positiva e ter-
minante a jurisdiccao privativa do juizo dos
feitos, para que em nenhum outro juizo, e sob
qualquer pretexto, se tome couheciiueulo de
materia em que a fazenda nacional seja inte-
ressada e para em consequencia se dever ins-
tituir uelle o concurso de preferencia, quaes-
quer que sejam os credores que pretendam
concorrer com a fazenda nacional; seudo com-
petene o juiz dos feitos na capital, e o de di-
reito as outras comarcas da provincia; salvo
se o credores reconhecerem o direito da mes-
illa fazenda, e couviereiu no seu pagamento
precipuo.
10. Determinar que cesse a jurisdiccao dos
juizes de direito quaudo para a respectiva co-
marca se ttausporta o juiz dos feitos das fazen-
da, por ordem do thesouto para exercicio do
seu cargo, e para mals regularidadc e promp-
ta expedifo dos processos. Neste caso ser o
julio dos feitos subsliiuido na capital pelo
substituto a quem competir.
11. Declarar espressamcute ( para fazer ces-
sar a diversidade de iulclligcucia que se tem
dado a lei de 22 de dezembro de I Tu I, til. 3.,
S 14) que a fazenda nacional na disputa de
preferencias se haver scuipre passivameute,
ilt'veudo em todo o caso os credores que pre-
tndele preferir proceder activamente, legi-
timando-se e produzindo os seus arligos com
todos os ttulos e razes que tiverem.
I abe-me tambem o dever de lembrar-vos
a acessidade de extremar claiamrute o con-
tencioso administrativo do judiciaiio, e regu-
gular o espectivo processo. A auioridade ad-
niniistraliva esl anida entre los destituida
de/meios de execuco em materias de sua
competencia. Para prova doque acabo de e-
nuclar, citarei d'entre oulros o facto seugiute:
Bsssnsw km. -' j. \xsMrKtvBsnsxxni
MP
leniia, de que he proprlctario com destino ao
porto de Pernambuco, transportando merca-
dorias sujeitas a direito de consumo ; e res-
ponsabllisou-se pelo pagamento desses direl-
tos se nao apresentasse o competente certifi-
cado de descarga no praso de 4 meses, como
est disposto no regulaincnto de 30 de malo
de 1836, e na ordem do thesouro de 25 de no-
vembro de 1842. E porque s referido certifi-
cado nao foi apresentadn seno multo depnls
de expirar aquelle praso, exigi o administra-
dor do consulado, como era do seu dever,
que o prnprietario da sumaca pagasse os di-
rritos que afian;ra, c a multa corresponden-
te. Recorrcu este para a thesouraria, a qual
confirmou a declsiin do consulado por despa-
cho de 13 de abril de 1850. Desle despacho i
parte interpoz aluda recurso para o tribunal
do thesouro, que Ihe indefirlo a pretenco .
e iii 11 111 -1 t para o conselho de estado, cuja
consulta, desfavoravel ao recorrente, foi re-
snlvida de accordo com as decises anterio-
res.
Terminada a quesillo .no thesouro, fez a the-
souraria di Bahia extrahir a contada quantia
devida pelo proprietsrioda//orlmin. e a envin
a o j n i/ dos feitos para proceder rxecutivamen-
te, e ser a fazenda pag do que ihe era devl-
do. O juiz porin, fasendo reviver a questao
linda, recebeu e julgou provados os embar-
gos postos execuco, declarando que as ra-
zSes dedusidas pelo embargante pri vain que
nenhum direito tinha a fazenda publica para
cobrar a quanlia pedida; e havendo appel-
lado ex ofticio para a rclaco, foi por este
tribunal confirmada a sentenca da primeira
instancia
f=e osjuiese tribunaes continuaren! a pro-
DJiuiingos Marlius Alves, negociante da Ha-
hla.^despachou em 9 de oulubro de 1849 pelo
cousihiado daquella provincia a sumaca Uor-
ceder por este teor em breve licar a admi-
nistraran privada dos meios de fazer efl'ecti-
va a cobr&nca das rendas nacionaes.
/i;/iW.iiinfu i/" Sello.
Pelo decreto de 10 de julho de l850sc man-
dn executar o regulamento dosello, no qual
se adoptou a venda do papel sellado em vez
das verbas escripias nos documentos sujeitos
a este imposto. A execucao porra deste sys-
tema lie de sua naturera lento, porque exige
preparo de cunhns para as difl'eienies laxas
mareadas na lei e regulamento ; casa para ar-
recadaco do papel sellado e por sellar; eso-
bre tudo preparo e distribuico do papel por
todas as repartices do imperio, onde deve ser
exposto venda.
Para comecar pois a dar-lhe a devida exe-
cuco, in inili'i abrir os cunhos, tanto para o
sello proporcional da primeira classe, como
para o sello fxo dos papis forenses, papis e
documentos civis e livros ; fiz preparar um
dos mais espacosos armazens do pavimento
inferior da casa da morda para arrecadaco
do papel branco e sellado, e para oRicina do
sello; e auexei officina das apolices a es-
tampara das lemas, que devem ser vendidas
depois de selladas. E como cslo promptos
estes arranjos, cont que em breve comec-
r a executar-se no municipio da corte o no
vo systeina de papel sellado, que ir sendo
gradualmente generalisado a todo o imperio.
Como porin era lorcoso continuar ainda,
por nao pequeo praso, o actual systema de
cobianca do imposto dosello em grande par
te do imperio, pareceu conveniente nao s
compillar no novo regulamento as multipli-
cadas ordens expedidas para suas inteligen-
cia e execuco, mas ainda alterar as que pa-
recan! menos coerentes com as dsposices
da lei n. 317 de 21 de outubro de 1843.
Tenho para inini que o systema adoptado no
regulamento uovissimo far angnienlar o pro-
ducto do imposto do sello, que em alguias
provincias tem decrescido sem motivos que
possam justificar semelhante esultado.
Terrtnoi /diamantinos.
Descabrio-se em dezembro do anno passado
urna lavra diamantina no municipi do Patro-
cinio, provincia de Minas Geraes. O juiz de
direito da respectiva comarca, eucarregado
pelo presidente da provincia de csaminar e
dar-lhe informacci a respeito dessa deseo-
berta, diz o seguinte em cilicio de 20 de fe-
vereiro deste anuo :
Ordenando-me V. Exc. em ofliclo de 22
de Janeiro do correte annn i|iie informe cir-
cunstanciadamente sobre a lavra diamantina
ha pouco descoberla no lugar denominado
Uagagem neste municipio do Patrocinio, nu-
mero e valor dos diamantes extrahidos, e af-
fluencia de individuos que paraali tiubocon-
corrido, tenho a honra de participar a V. Exc.
que dirigi-me ao dito lugar, percorri urna le-
gua da uiargem direila dorio Kagagein, e vi-
stelos tres princpaes commercios, ou gru-
pos de casas de palha ; Cachoeira Rica, donde
se tem extrahido os maiores diamantes ; a l'a-
gaginha, ribero contl'ueiite, e o grupo domi-
u.iiNi Commercio de Joaqulin Antonio, .\ni.-i
que csses grupos se ligno entre si por urna li-
aba nao interrompida de casas de palha em
urna e outra margem e, segundo estou in
formado, na extenro de urna legua cima da
Cachoeira Rico, e de outra legua abaixo do
commercio de Joaquim Antonio, continua a
linha de casas de palha, ou ranchos, e calcu-
le! por esta observacu que o numero de ca-
sas excede a duas mil; e a doze mil o de ndf-
viduos ali exlsteulec. Ha 60 aonos pouco mas
ou menos, quando este paiz era anda serlo
iuculto, um celebre garimpeiro Isidoro, per
seguido no Abatbt', veio explorar o rio Hon-
rado, e Quebra-anzol, e outros confluentes do
Paranabyba; e nendo de novo perseguido por
escoltas expedidas pelo governo de Goyaz, a
que cnto pertencia este teriilorio, auxilia-
das por uulra escolla mandada pelo governa-
dor da capitana de Minas-Geraes, foi emlim
preso econduzido para Villa-Rica.
Com a prisao de Isidoro os eiploradores dis-
persram-se, e os servicos flearam abandona-
dos. Ainda hoje se v muntes dcascallio, ex-
cavaedes e ruiuas de arranhaces no Quebia
Anzol, Domado e Sanio Antonio. Assimdis-
persos os garimpelros, como emo se denomi-
naran, abandonados os scrvl(os (as familias
que depois vieram povoaresles lugares, eram
de agricultores) apagou-se com o decurso de
annos a memoria destes fados; e ninguem
prnsava em diamantes, quando em dezembro
do anuo passado alguns individuos acharaiii no
Rio Uagagem pequeuas pedias, que forain re-
c.mili i idas preciosas. Desde logo concorre-
ram algumas pessoas, sendo que a maior con-
currencia data de oilo mezes a esta parle. Ex-
iste memorias ou roteiros legados por Isidoro
a seus lilhos, que at o presente viviam peno
da l'agageiu em estado de estrema pobreza, e
esse roteiro que slulo olio possuir para apre-
*euia-lo a V, Exc., mcuciuu.udo o Dourado,
Ouebra-Anzol e outros ros, nao h?. menean do
rio Hagagem. O rio Bagagem tem um curso
de 16 legoas de sul a norte com a fz no Para-
nabyba, que lie a divisa deste municipio com o
de <' a i a Lio, provincia de Goyaz. O viajante que
se dirige Bagagem procedente desta villa,
viaja em um terreno plano de i3 legoas ate1
chegar i malta que borda anidas as margen* d.i
rio, onde coinrca una decllvinv ique. rom-
nianlo nao mui ingreme, ni fi V'1 de una
legoa, faz subir scnsivelinejrto a temperatura.
Por essa raso talvez as naargens daquelb) rio
conservam-se inli hiladas por insalubres, e
tem-se observado que os raros habitanles an-
tes do descobrimento dos diamantes, tanto do
rio Bagagem, como do Dourado, enntam em
sua descendencia minios rachiticos, surdos o
mudos. Entretanto nao tem apparecido epi-
demia, apezar da estacao e grande mullidlo.
Nolei que o terreno nao he pedregoso, e que
s no interior da matta, toda sobre Ierra fenil,
apparecem alguns rnchedos Isolados. He de-
baixodessa tena que se acha a carnada de cas-
lalhd, mais ou menos profunda, em poneos lu-
gares quasi -mi-' lii i 11.
Como tica dilo, Izidoro esplorou todos os
ros e ribeiros que Ihe pareceram diamantinos,
desde a serra da f'anastra ateo rio Paranahyba,
nao s levado do sen caracler aventurelro, co-
mo porque a incessanle vigilancia das palm-
illas o obrigava abandonar os servicos, quando
eram desenbertos, e a procurar oulros. Pelo
seu roteiro ene municipio e parte do do Arax
he diamantino, e as descobertas no Dourado;
Quebra-Anzol e outros de alguns diamantes
ciinfirniain este roteiro ; d'onde concilio que
por muitos annos podem-se extrahir diaman-
tes neste municinio. O mesmn Bagagem he
diamantino na extencao latitudinal de urna le-
gua. O rio Ragagem at o presente, a meu ver,
nao tem dado grande numero de prdras, ex-
Irahem-se pucuas, quasi todas grandes, e entre
escs mullas de superior qualidade, por seu pe-
so, rigidez e belleza : chamain a esse servico
regular ou jornaleiro. Nao he pnssivr 1 calcu-
lar, m in approximadamentr, os valores ex-
trahidos, ji porque muitos nccultain as pedras
11 no ex ir.i'bc ni, como porque a popularan se es-
tende em urna linha de quatro legoas sem um
centro, e a compra de diamentes se fa em lo-
ria a extencao, accrescendn o mysterio cun que
os compradore costumam envolver essa espe-
cie do commercio. Al o presente sabe-se da
extraeco de 64 pedras de nitava para cima ,
estimandn-se ein 200:000-000 rs. essas pedras,
por ellas calculandn-se proporcionalmente
as de peso inferior, sobe a 500,000:000 rs. o va-
lor exlrahido : he o nico dado que tenho pa-
ra informar a V. Exc a este respeito. Resia-me
iil'orniar a V. Exc qvie o terreno diamantino
pertence a diversos q ue os hmiveram por com-
pra. Ka'o obstante o grande concurso, desor-
dem alguma tem aparecido, o que se deve ein
grande parle vigilancia e energa do subde-
legado do dislricto da aldea de Santa Amia,
cuja jui sdci-an comprehende a margem es-
querda do rio
Ein virtudc dcstas informaces, ordene que
se declarasse diamantino o terreno de que se
trata, e se pu/esse ah ein execurao o decreto
de 17 de agosto de |X46.
Alfwdtgat e Constlailot.
As multiplicadas oceupaces de alguns dos
membros da commssao encarregada da refor-
ma do regulamento das alfandegas, sao causas
de nao haver adiantado seus Irabalhoi como
fra para desejar. Espero todava ve-Ios bre-
vemente proseguir com a assduidade que exi-
ge materia de tanta importancia. Eporquan-
to eram grandes e geralmcnte conhecdos os
inconvenientes de algumas dsposices do re-
gulamento de 22 de junho de l83ti, pareceu-me
nao dever aguardar para reuiedia-los ns tra-
badlos da relerida cnminisso. Assim he que,
vista das representaces e pareceres dos mais
habis inspectores de iiossasatfindegas, c dos
factos que cliegaram a meu cnnlieciiiiento, en-
tend urgente acabar com o syslema dos des-
pachos por factura, como se acliava tstabele-
cdo no referido regulamento, e para esse lim
rxpedio-se o de 30 de julho de l8,")0, que deter-
mina a maneira de arbitrar o preco das mer-
cadoras nao tarifadas, quando os emprea-
dos das alfdndcgasjtilgarem lesivo para a f.i-
senda publica o preco que a parle Ibes der na
sua nota.
O systema admiltido neste regulamento de-
ver encontrar dillicuUlades, e inesino tornar,
a principio, moroso o despacho das mercado-
ras nao designadas na tarifa : mas parece-me
fora de din-ida que acautelle o prejulzo da fa-
zenda nacional ; e medida que se fnieui ha-
bituando com elle as partes e os empreados,
desappareceram, seniio lodos, muitos dos def-
feitos que Ihe assacaram alguns cominercian-
tes. Nao pretendo porcm inculcar com esta
observaco que me opponha a fuer no referi-
do regulamento as allerares que a experien-
cia a conselhar.
Pelo decreto de 4 de julho do auno passado
e restringi o despacho de mercadorias es-
Irangefras com caitas de guia de urnas para
outras provincias do imperio s alfandegas do
Rio de Janeiro, i abia, Pernambuco, Maranho,
Para e S. Pedro do Sal, Esta medida leve por
lim evitar um genero de fiaude a que se co-
inecava a recorrer em grande escala.
He sabido que em geral nem he fcil achar
para as pequeas alfandegas emprrgados to
intelligentes e zelosos como para as grandes,
nem possivel empregar ahi os mesmus ineioi
de fiscaliaaco externa nem finalmente os pe-
queos mercados em que esto estahelecidas
do a certas mercadorias os mesmos precos
que i. ii.iiii as nossas grandes cidades com-
merciaes. Destas circuinstancias pois come-
cavain a prevalecer-se alguns importadores de
mercadoriasestrangeiras para inlroduzi-lasnos
pequeuos mercados, onde Ihes era fcil despa-
cha-las por precos muito diminuios, edahire-
xporla-las comearlas de guia para introduzi-
las livres de direltos de cousuino nos graudes
mercados do imperio.
O, decreto de 4 de julho, sem prejudicar o
commercio licito, pz cobro a este abuso.
Talvez que esta medida nao deva ser seuo
provisoria, se assenlarmos, como parece a pes-
soas minio entendidas, que nem em todas as
alfandegas deve ser permitido o despacho de
mercadorias de grande valor, cujo consumo
[ii.i-i que he exclusivo dos grandes centros
ciiiiiiiiirri.il-. He urna das questes que deve
ser seriamente meditada pela commisso in-
cumbida da reforma do regulamento das al-
fandegas.
Jucsehavioestabelecido as diversas alfan-
egas e consulados a respeito dos manifestos
das embarcaces de cabotagem, lornava ne
cessario que se estabelecessem a este respeito
regras claras e uniformi-s, que sem vexar o
commeroio costeiro, assegurassein todava
a boa arrecadaco dosdireitos nacionaes. Com
esse fnn foi publicado o decreto de 16 de ou-
lubro de |R50. que regulou a maneira de se
fazerem r autheiiticarem os manifestos das re-
feridas riiiliin-ioMs ; ns multas a que lieo su-
jeitrs os respectivos mestres, que os nao apre-
sentarein, ou os apresentai-em semas formali-
dades necessarias; e as autoridades a quem
compete tomar conhecimriitu desses manifes-
tos, etc.
No relatorio apresent.ido em Janeiro do anno
prximo passado dei omita assemdla geral
de haver incumbido a seco de fazenda do con-
selho de estado a reviso da tarifa das alfan-
degas, para cuja reforma esl o governoau-
torisado.
Mas como a experiencia me havia mostrado
que trabalhos de lal natureza, que exigen! a-
veriguaco de tantos fados, e audiencia de ho-
iiii-ns que se orcupam de lo variados ramos
da industria, sero mais fcilmente desempe-
nh idos por quem rsteja em contacto com os
que plem prestar essas informaces. e indicar
os factos ein que se baseam, rrsolvi depois no-
mear '.una commisso, compnsla do inspector
e outrosempregados da alfandega da corte, e
de alguns negociante, a quem encaneguei de
me apresenlirem um projeclo de reforma.
Como pi iii, ip ios bases deste projecto indi
quei commisso : primeiro, que exaininasse
qitaes san as fabricas ou manufacturas ja exis-
tentes no Brasil que promettem prosperar, se
forem rasoavelmente protegidas ; c qne sobre
os productos similares importados de paizes
estrangeiros impnzessc direilos sufficientes
para faze-las sustentar e desenvolver-se ; se-
gundo que procurasse verificar e definir quaes
sao as materias primas que servem de base s
referidas fabricas ou manufacturas, e sobre el-
las lancasse, quando importadas de paites es-
trangeiros, direito de 2 a 15 por rento, confor-
me fr maior ou meuor a facilidade de pro-
duzi-las no Brasil ; e a importancia das ma-
nufacturas em que tiveiem de ser emprrga-
das ; terceiro, que exaininasse quaes sao os ob-
jectos importados para seren emprrgados na
construeco c apparelbu dos navios, e Ihes re-
duzisse os direilos de maneira que se alele
nussa construeco naval ; quarto que sobre os
gneros de primeira necessidade, ou que co
cupa, mandei admlnistra-lo por conta do E-
tado.
Nos cinco mezes incompletos que decorre-
ram de 7 de novembro de 1850. em que co-
mecou a dila administraco, at 31 de marco
deste anno, monlaram asdespezas com aluguel
do trapiche, empregados e trahalhadores a
14:428^560 ; e a receila a 27:869/051 ; verifian-
do-ae pnrtanto nesse praso um saldo de rs.
i3:44049l a favor da fazenda nacional.
Os halrteos de i4l-1848e 1848-1849. eos
documentos existentes no thesouro relativos MI
annos flnancelros de 1849--1850 e 1850 l8.it,
do o resultado seguinle, no que toca s ren-
das de imporlaco :
Annoi. Rendas.
1817 1848. 14,21!).)!/
1848-- 1849.....5,455:000/
1849 850. .17,378:286/
1. semestre de l850-l85l 9,9-22:892/
Compra porin advertir que anda nao fo-
ram remetlidos lodosos balanceles de algumas
thesourarias, pertencenles ao exercicio 1849
1850, e primeiro semestre de 1850 1851; e
deve porta i, tn eleva -se a maior quanlia a rea-
da mencionada neste quadro, correspondente
aos dous indicados excrcicios.
Comparando agora os rendimentos das mals
importantes alfandegas,acbar-se-ha o seguate'
.-/Milu-
1847-1848
1848-1849
1849-1850
I s. 1850
- 1851.
Bio de Ja-
neiro.
6.995:828#
8,8-23:3i0j
8,691:836/
Baha.
2,766:091#
2,298.510/
:,852:394/
Pernam-
buco.
2,072:ari1/
2,?5 :510/
3,52463.1/
5,025:080J( 1,848:482/ 1,624:044/
Annos.
Maraado.
Para.
18471848 ....
is481849.....
1849-1850.....
I,* srin. 185:1l85i
594:215/
598:223/
673:124/
478:27#
323752/
307:293/
400:202/
259:690/
Nao contemplo neste. quadro as alfandega
de San Pedio do sul por me faltaren!, quando
o orgauisei, os balancos de i849--1850, e do
primeiro semestre de 1850 l85l. Dos balan-
celes das thesourarias de fazenda, que alias nao
vieram anda todos, apenas se podem extrahir
,os dados incompletos que serviro para orga-
UIO taes sao considerados, em razao de MU ge- L|MrHe 0 (luad'ro da r'eudl de ,odas as alfan-
ral consumo, laucassc direilos que nao se tor- 'deas
A ambiguidade de alguns artgos do regu-
lamento de 30 de maio de i S"(i; as duvidas que
de continuse susoluvo; e os usos dilfereutes
nem muito oneiusos para as classes menos
abastadas, de modo porm que esta regra
nao prejudique as que cima licam mencio-
nadas.
E porque incumb tambem mesina com-
misso de calcular o augmento ou diminuico
da receila proveniente de cada una das alte-
races que prnpuiesse, forcoso llie tem sido
colligir, classilicare organisar, debaixodo pon-
to de vista indicado, mappas geraes da impor-
tacu do inpeiio. Este trabalho preparatorio
iodispensave!, mas piolixn, e que a cada paste
oflerece ililhculdadcs e trupecos, est a ponto
de concluir-se. Cont, port.iuto, rjue a coui-
misso api ( s. ni ii i ein breve o projecto da
nova lai ila, que ser siibiuettido ao exame da
seceo de fazenda do conielbo de estado.
Conliniio ainda a pensar que, estabelecidos
assim os principios de raioarel protecefio a
uossa industria maiiiifacliireia e fabril, cum-
pre revogar o alvar de 28 de abril de 1809, cu-
jas dsposices nao me parece estarci ein h ir-
inania com as regras que nos devem duigir
neste ramo de adininistraco publica.
O quadro n. 40 moslra quaulo cusa animal-
mente ao thesouro a isenfao dos direilos sobre
as materias primal despachadas para as fabri-
cas nacionaes ; deveudo noiar-se que algumas
deltas nao precisatn de semcihautes favores
para daieiu avantajados lucros
Ao inspector da alfaugeda de Pcrnaiubuco,
Lu/. Anin o de Sampaio Vianua, que foi em
coiiiiiusso provincia do Rio Crandc do Sul
para inspeccionaras allaudegas dell.i, incumbi
i un In ni de i x .iiiiii ii se no canal denominado
da .Maugiicira e na maior vizinhanca possivel
da barra, haveria lugar propiio paja rslabelc-
cillienio de una allaudega i in SUbsIituicAo das
tres in aclualinenlc esistein, ou ao menos
para colima.o da que seaclia esiabclecida na
villa de S. Jos do Norle.
Dos exames e informaces a que pr-cedeu o
referldu einpregado concille elle : primeiro,
que in mnima localidade lia, quer du lado ili-
rrito, quer do esquerdo do canal que condui
da barra a S. Jos do Norte, apropriada para
taes claldeclnenlos, a nao seren a cidade do
Rio Grande e a villa de S. Jos ; segundo, que
cada urna deslas duas povoa(es oll'erece in-
couvenieutes c vantagens que Ihes sao pro-
prias ; terceiro, que ambas sao necessarias co-
mo complemento una da outra para a exis-
tencia de urna alfandega regular ; e quario fi-
nalmente, que a deS Jos do Nurtc deve ser
exciusivameule incumbida da liscalisoco c
descarga dos uavios, rcuuindo-se-lhe a -mesa
docouauladode toda a provincia, e licaudo a do
Rio Grande para deposito e despacho das mer-
caporias.
Discriminando ( accrescenta o referido ins-
pector as attribuices de cada alfandega, e
accoinmodando-as s condices uaturaes de
cada localidade, e s circuuistancias acciden-
taes do commercio, tive por principal filo con-
centrar toda a liscalisaco externa na barra,
canal e aucoiadouio do norte, e a interna na
do sul ; mas he tal a especialidade desse por-
to que, api/ n da nova orgauisaco que pro-
pouho, he turca ainda faier duas excepecs
reclamadas pelo interesse geral. Urna he a
conces:ao do despacho e descarga do carvao de
pedra e do sal para a allaudega do norte,quan-
do s embarcaces nao irou.crem outra carga,
A si gunda excepeo diz respello navegaco
Interna, a qual deve ser regida pela alfaudega
do sul, embura nao seja mesa do consu-
lado.
Tal he o sy'tema proposto para reorgauisa-
co das alfandegas da provincia de S. Pedro do
.Sul, sobre o qual neuhuma deliberaco tomou
ainda o governo, porque deseja consultar ma-
duiaiuente todos os interesse, que devem ser
atteudidos nessa deliberaco.
Reuovei por tres annos o contracto do arren-
dameulo do trapiche da Ordem, onde est es-
tabelccida a mesado consulado desta cidade.
pida quanlia de 23:000/ aiinuars, que se pagou
lio triennio de 1471850 ; mas, ciu vez de
subloca-lo a um particular, a quem o governo
pagasse o aluguel dascoixiasque a mesa oc-
E cabe aqui aecrescentar que, se a renda da
de Peroamiitico iliminuio no primeiro semes-
tre do i no ti o no in n eorrente, relativamente
a de 1819 IN.iii, tem augmentado considera-
velmente lie Janeiro para c : e que parece f-
ra de llovida que a renda da dila alfandega no
anuo linancelro de 1850 1851 exceder ado
anno auti'iioi, isto be, elevar-se-hacima de
3,524:000#.
Se o que levo exposto moslra que as rendas
de imporlaco tem crescido progressivainrntc,
nao acontece o mesmo a respeito dos lireitos
de exporiaco, cuino resalta do quadro seguin-
te, o qual tambem he incompleto no que diz
respeito aos anuos uaoceiros de iS-i'j 1850,
e 18501851.
Annos. Renda.
i847--i848.......4,H8:I01|
1848184!).......3,834:367*
849-1850.......3,738:740/
i. semestre de 1850-1851. 2,0 Nao se pude (odavia dedu/.ir destes algaris-
mos (pin nossa produeco tenha diminuido,
porque lora tal conclusao contraria verdade
dos fictos
Para justificar o decrescimrnlo por elles in-
dicado, basta saber que a lei de 28 de setein-
bro de 1818 redtuio a sete os direilos deexpor-
i nao de 17 pni i < ii i o que anleriormenle paga-
vam os couros do Rio Grande do sul; c que
esta disposicu legislativa produzio um deslal-
que superior a 350:000,01,0 de rs. na renda de
exportaefio; diminuico que se fes sentir desde
o principio de 1849, em que a refi rida lei co-
inecoii a ter execuco uaquella provincia. A-
lm desta, outros rasdes ba de mais ampio al-
cance, que podem explicar o hoto a que me
retiro: i.*, a diminuico progressiva dos pre-
ces dos nossos productos ha dez annos a esta
parte, como demonstre! com as tabellas juutas
ao relatorio de Janeiro do auno passado; 2.',
ao avesso (loque acontece com usobjectos ma-
nufacturados, a expoi lacao dos gneros agrco-
las, que nao sao especialmente coinuierciaes,
nem sempre cresce ua raso do augmento da
produeco. O consumo interno, o assucar,
ago'ai-denle, arroz, fumo c un sino do algodo,
devecrescer medida do augmento da popula
;o do Brasil e das fabricas que einprcgarein
como materias primas os dous ltimos produc-
tos de noss lavoura.
E como he facto averigoada que, em cir*
cumslancias semelhantes s nossas, a popula-
cao agricola cresce em progresso menos rpi-
da doque a urbana, segue-se que a esporta-
ran desses gneros pode diminuir, augmentan-
do alias a produeco delles e a riqueza uacio-
nal, que d'abi se deriva.
((Umlinuar-se-lia.l
Commaiulo Jas armas.
Quartel do commando das armas na cidade do
lecife, em 20 de maio de 1851.
ORDEM DO DIAN. 90.
O coronel coiuiuandaiite das armas tende
em preseuca a comuiunica(o, que cm officlo
datado de 17 do eorrente Ibe fez o Exm, Sr. coa-
seli.i n n presideute da provincia, d scieucia a
guaruicn que S. M. o 1. houve por bem por
decreto de 27 de marco ullimo perdoar ao sol-
dado do stimo batalho de caradores Manoel
Kczerra de Menezes o criuie de deserco que
coiiiin. itnu, segundo foi declarado cm aviso do
ministerio da guerra de 31 do mesmo mez.
Para os fins convenientes publica o aviso cir-
cular que se segne.
Circular. Rio de Janeiro.Ministerio o's -
negocios da guerra, em 16 de viaio de tl.-
llun. c Exm. Sr. D'ordem de S. M. o Impera-
dor, declaro a V. Exc. que deve mandar ad-
iinitir aos exames ordenados pelo aviso de 28
de fevereiro prximo pass .So, os cadetes e sar-
gentos, que alm das mais circumstanclas nei-
le prescriptas, tiverem dous anuos de praca ef-
feciiva no exercito, na conformidade do regu-
lamento, que baixou com o decreto n. 772 de
3i de marco ultimo ; licando revogada a pane
daquelle aviso, que eliga quatro anuos de
<
.^>*i
MUTILADO


im ~ -:-**..'/

prar,a para os cadetes rsargrntos, que nao pos-
auissrm esludos da escola militar.
Deoa guarde V. Esc. Manotl Felisardo
de Sousa i Mello. -- Sr. presidente da provincia
lt Pcrnambuco.Cumpra-sc Palacio do go-
veruo de Pcrnambuco, 19 de inaln de l85l
'ouxa Romos. Conforme. O nlli. i.il luaior,
Joaqum Pires Machado Portilla.
Jos Vicente de Amorim Bizerta.
ORDEM ADDICIIONAL A 1)0 DA (N.90.)
Kao podendo o Sr. cap Uo Carlos de Morara
Cainiso continuar no exercicio do emprego
de conunandante interino da fortaleza do llrum,
por haver de cuidar dos arranjos de -m respec-
tiva companhla, a de artilices, <|iic lem breve
de ser inspeccionada, o coronel command.uile
das armas exonerando-o do referido emprego.
nomeia para substimi-lo o Sr. capitao do quar-
to baUlnfo de artilharia a p, Alfonso de Al-
ineida e Albuquerque; que recebera o com-
auaudo Interino da mencionada fortaleza com
a* formalidades que sao de estylo.
Jos Vicente de Amorim Ilezerra.
TRIBUNAL DA RELACA1
skssa> pe 20 de MAIODB18B1.
Presidencia do Exm. Sr. conselheiro Axevedo.
As lO horas da maiihaa, estando presentes os
aenhorea desembargadores Villares, llaslos,
I.eao, Souzt, Rebello, Luna Freir, e Pereira
Blontciro, o Sr. presidente declara aliena a
aculo.
jiii.cAMPNTOs.
,1/-in'.i.-.'r j erarte,
Apprllante, Sebastin Jos da Silva Braga ; ap-
pellado, Bernardo llenriques. Nao toma-
rain conhecimento da appellacao por ter sido
upiescnlada fura do nraso legal.
Apprllante, Francisco Jos Tbeopliilo ; appel-
lada, lgnacia Mana de Airvrdo. Refor-
maram a srntrnfa,
Apprllante, o juizn; appellado, Manorl Pinto
Morelra. Confirmaran! a senlenca.
Appellanle, Prxedes da Fonseca Coutinlio ;
appellado, Luiz Gomes Frrreira Idcm.
nlLIC.Er.CUS.
Apprllame, losrfa Maria da Concricao; appcl-
lado, Ignacio de Arochellas Galvo. Man-
daram pagar a dizima.
Apprllante, njui/.o; appellados, Jones Patn
.1:. Mandaram ouvir o Sr. desembarga-
dor procurador da cora.
Apprllantr, o juizo ; apprllado, Jos Francisco
da Costa. Mandaram ouvir o curador da
lie ranea, o curad.ir geral e o Sr. desembarga
dor procurador da cora.
DKSIO.ACAI}.
Appellante, Leopoldina Emilia de Moraes Os-
neiroi ; appellados, Mauocl Pires Ferreira e
outroi.
rivisOes.
Passou doSr. desembargador Villares ao Sr
desembargador llastos a seguinte appellacao
1111 que sao:
Appellante, o procurador fiscal da thrsoura-
ria geral; appellados, Kruchemberg Oenys
&C.
Apprllante, Francisco Accioli Gnvea Lins; ap
prllado. Joaquim Jos de Souza.
Apprllantr, Mas Corlho Cintra; apprllado,
Custodio Cnlla(o Dias.
Apprllantr, Francisco .de Paula Pires Ramos;
appellado, Jos Maria da Costa Carvalho.
Ilia de apparecer em que que sao :
Appellante, Eduardo tfocquel: appellado, Jo-
s Joaquim Rodrigues da Costa.
Passaram do Sr. desembargador Leo ao Sr.
desembargado!' Souza as segoiutes appellacrs
em que sao.
Apprllantr, o juizo ; apprllado, Andr Ferrei-
ra Lima.
Apprllante, o juizo; appellado, Joaquim Nu-
nes de Farias.
Appellante, o juizo; appellado, Mauocl Thc-
moteo do .Nascimcnto.
Passou do Sr. desembargad.' Souza ao Sr.
desembargador Rebello a seguinte appellacao
em que sao
Appellante, o juizo; appellado, Mauocl do Nas-
cimento
I '.i- -ai un do Sr. desembargador Rebello ao
Sr. desembargador Luna Freir as seguiutes
ai'pellaeoes cin que sao :
Appellante, Joaquini Lopes da Silva, appella-
do, l.ui/ ruslodio Pereira.
Appcllaute, Domingos Francisco Lavalcanli;
appellada. I). Igoei Maria das .Ncves e uniros.
Appellante, Antonio Perelra Piolo de Faria e
sua inullier; appellados, a viuva e herdeirus
de Silvestre Joaquim do Nascimento.
Passaram do Sr. desembargador Luna Frei-
r ao Sr. desembargador l'ereira Mouleiio as
seguiutes appellacYsCltl que s;io:
Apprllante, a justica ; appellado, Vidal Rodri-
gues Lima.
Appellantes, Antonio Sevcrino Pamplona; ap-
prllado, o juizo. ,
Apprllantr, a mrsa rrgedora da ordem tercei-
ra de San Francisco; appellado, Mauocl
Francisco Cuimbra.
DISTMUUICM.
Ao Sr. desembargador liastos a seguinte ap-
pellacao pin qur ao :
Apprllantr, Jos Francisco Collares ; appella-
da. a fatrnda publica desta cidade.
Ao Sr. desembargador Leao as seguiutes ap-
pellaces em que sao:
Appellante, Joo Lins Vianna; appellado, Vi-
cente Elias de Souza.
Appellante, Jos Brandao de Sobral; appella-
do, o juizo.
o Sr. desembargador Souza a seguinte ap
pellaciio em que sao ;
Appellante, o juizo ; appellado, JoodeSou/a
Carvalho Jnior*
Ao Sr. desembargador Rabcllo.a seguin-
te appellacao em que sao:
Appellanle, o jui/o ; appellado, Alfredo Leo-
poldino de Carvalho.
Ao Sr. desembargador Luna Freir a se-
guinte appellacao em que soi
Apprllante, o juizo; appellado, Joaquim I'ran-
cisco da Cunta.
Ao Sr. desembargador Pereira Monleiro a
seguinte appellacao em que sao :
Appellanle, o juizo; appellados, Joao da Cos-
ta e Jos Mequilino.
Lerantou-se a sesso a urna hora da larde.
PEBMAMBCO
T.UbUSAL.iOJlJHY.
SESSAOORDINARIA,EM 21 DE MaIO DE 1861
Presidencia do Sr. I>r. Manoei Clementino
Carmiro da Cunda.
Promotor publico interino, o Sr. Souza
Garca.
F.scnvao interino, o Sr. Aprigio Jos da
Silva.
'. dvogado da defesa.o Sr. Joaquim Pirca Ma-
chado Portrll.'
A's onze horas da manha, procede-se a cha-
anada, achain-sr presentes 38 Srs. jurados.
' O Sr. Preiidenle abre a sesso.
Prtteede-se ao sorleio do eonaelho, que lem
de julgar.ap reo Urnedirto, eaeravo de Flora
Mai 1 1 Diniz, aecusado por crlme de estupro',
sahindo aortrados os Srs. :--Alexandre Pe-
reira do Carino, Joo Antonio Pereira da Ro-
cha, Joa Xavier Faustino Ranina, Domingos
."(1 aun Alvea da Silva, Francisco Goncalves
de Moraca, Manoei Goncalves Ferreira, Jos
lanocrocio Pneira, Jos Joaquim Antnurs,
Francisco Jos Arantes, Manorl Antonio da
tosa, Jos Eustaquio Gomes e Ignacio Fran-
(seo da Silva.
Prestada o juramento do estilo,
O Sr. Presidente faz ao reo o seguiole :
INTERROGATORIO.
Ju: : Como se chaina ?
Uto ; Rcnedicto.
Juii : He escravo?
Itio : SinfTsenhor.
Viiir : .- Que Idade lem?
Reo : Nao sci.
Juii: Quem o prendeu ?
Rio : Foi soldado.
Jm's : Porque foi preso t
Reo : Nao sei, Itio senhor.
Jii : Em casa de qnem eslava quando foi
prrso ?
Rio : Na Roa Vista.
Juis :__Vio nrssa casa tima mulatinha ?
Rio 1 1- Nao, senhor.
Ju : Sabe que foi offendida una mulati-
nha nessacasa ?
Reo : Nao, senhor.
Juii : em ouvio dizer ?
Rio : -- Nao, senhor.
Jux : Quando os soldados o prendeu vocc
nao eslava sujo de sangue?
Rio : Eu nao sel nada, nao senhor.
Juiz : O que eslava fazrndo nessa casa ?
leo ;__Eslava com o taboleiro vendendo fa-
/cmlas.
Juit : E eslava sentado na escada
Rio 1 Eslava na porta.
O interrogado he do gento da Angola, e
falla por tal manelra, que diflicilmrnle se
compreliende : he aecusado por haver oflendi-
d a nina mulatinha furia, de idade 9 para II)
unos, conta-se o facto pela maneira seguinte :
Indo reo com um Italiano, comqurm venda
lizendas, subi este em um sobrado na ra do
Aragao, c o reo depoisde descansar o labolel-
10 na sala deseen para a'escada, tendo o mea-
1110 lempo descdo coll'endido para o quintal,
sentfram dahl ;i pnuco os seus gritos, aos quaes
acudindo a familia a achou toda ensanguenla-
da, subindo a escada onde s ae achava a preto,
e declarando a oll'endida que havia sido o reo
que Me lucra aqucllc mal,
Lem-sc as pecas do processo c fetas as alle-
gacoes.
O Sr. Presidente : ~ Faz o relatorio da causa
c entrega ao conselho os quizitos.
Oqual vollando dahi em pouco, declara (por
7 votos j haver o reo coiuinellido o delicio,
com a circumstancia altenuanle de nao ter tl-
do pleno conhcciinenlo do mal, c directa in-
tensan de o praticar, a vista duque
O Sr. Presidente : t'.oiidemua o reo a pena
de 80 afnites, sendo obrigado a pagar o dote
Ja oll'endida.
PublicaQoes a pedido.
Illm. Sr. Dr. Pedro de Athayde Lobo Hos-
coso.---Profndame! te impresionado pela
grata scn9acao, que me causou orestabelleci-
mento de uiinlia senhora, accoininettida _de
bexigas no critico periodo de ana grayidacao,
eu me inlo obrigado .a dar um publico les-
teinunho de ineu coinprazimento, j porque
delle foi causa V. S., e j por que o foi com
o emprego exclusivo do mn-.ierno sysleina de
curar, a hoinrxopathia. --Em quanto aV S.,
devo-lbe todas as atiencoes, com que sempre
se preslou as exigencias de nina enferma, que
s achava cnnsolacao nos promptos inedica-
mentdS applicados pnr V. S.: em quanln a
sua nova medicina, rendo-lhe u tributo.de-
vido a una descoberta nova que por to sua-
ve na rreepcao de suas doses, e salular em
seus elleilos, lem direlo ao concurso de to-
das as furcas. que ella auxilia, e restaura com
a saude, para Ihc darem a importancia que
.iirrcee na sciencia medica. Com nina pro-
paganda, quemis se sustenta nos factos. d
que no raciocino, aqu Ihe exhibo o tesllmu-
nho de um, cuja Importancia nao encareceo,
por que nada emendo da sciencia, e pois fal-
la-me a necessai ia critica para apreciar a gra-
vidade do mal, <|ue V. S., como instrumento
feliz da divina vunlade, leve a ventura de cu-
rar; mas rngo-lhc que nos aunis de sua cl-
nica o considere, faiendo expressa mensiioda-
ii.Il.-. lymptomas, que nao escapan! mes-
mu Intelligencias como a ininba, rudes na
materia, Devrdor de mullos alivios. e trluin-
plios alcanados sobre gravssimas cnlc n.nl.i-
iles sombra da velha medicina, eu u.'io re-
nuncio a ertica que ella me inspira ; iniui-
go natural de todos os extremos, eu nao pos-
to ser um iuclusivista da hnuire.ipalliia, em
cuj illicacia alias me ubrigaui os (actos a
acreditar como em um misterio da prodiga
iialureza.
V. S. rcccliendo o meu incrssantr agra.r-
cimenlo, e o publien pesando a .-iuceridade do
presente tcstemunlio, perdorfro os erroscom-
inetlidos por quem Icigo u'uiiia especie, lem
neeessidade de nella fallar.
A imprensa he o canal deque me sirvn pa-
ra lzer ehegarem rslas lindas ao conheci-
inentu de V. S., de quem tenhu a boina de
sci miiilo ltenlo veucradnr e ubiigadu amigo,
Vmbellno Ouedes de Vello.
PiMsiii* reltailn* no tlientro i-
Simia iKattcl iii noltetle IA de
iiiaio'tlc I S."> I iior oi'i'itvjfio ,|()
beneflclo (iiinliaiil. pilo st'ii vcrtladt'ii'ii
iiliniriulof (rail cl.-c < de Salles
(. ni uiarat r (Ullllll.
Anda que teu mrito assombrozo
Aqui nao lenliam vales celebrado,
Eu pobre, huniil 'e aelor, exlasiado,
Vou leu genio cantar alli-faniozo.
Meu estro enfraquecido altria musa '
Teus eflliivins derrama sobre as curdas
Da i\ 1 1 (|ue pi ni 111.1 rm sons cadi*ntes
De mgica harmona riguer um liyuno
Da Italia ao rouxinol, iiiiuie da sceua .'
Ah que cu nao teuha a lyra d'um Fylinto
O eslro d'um Cames, Bocage, 011 Tasso
P'ra que teu nome egregiu em versos divos
Mandasse eternidade, e ali no templo "
Da memoria gentil fusse gravado
Em ureo quadro pelas unios das musas.
Oh.11 o cysne que iinplume a sos almeja
Os ares rcmunlar, l'euder as nuveos,
E que 110 brando esforco alrnto anhela
P'ra o voo susteutar no espaco inundo,
Mas que sem forca alliui t'ra<|ui'iae logo
A ierra veiu buscar U'unde partir,
Tal eu o cysne sou ; pois qu' esta empreza
LVenconiloa tributar-le s deviam
Altsonas cantores despula-la ;
E verein d'enlre tiqutil l'ria a dita
De retumbar mais alto gratos hvmnos
Consagrando-te cultos merecidus
Mas inda que mesquinho, pobre, insulso,
Eu seja, nao desmaio na tarefa j
E se lambetu caliir, seja o desejo,
Quem da queda as azas me alevante.
Nao 1 nsiuiiio .1 lisonja erguer altairs
De refalsado incens pcrfumadoi ;
Detesto a ailulaco; detesto as frates
Que llngoai denegridas labius negroi,
Na 1 r. a iiifame de laes monslios libaiu.
NAO, mil vezrs nao ; qur rstrs acrordes
Qu' ao leu taleulo esimiu buje dedico,
Acri'dita as cordas crystaliuas
Da verdade gentil foraiu vibradas.
SOJVETO.
Em nuvem d'aur^a cor dos cos balxando
as atas transparentes dos amores.
Vejo as musas laucando etheras llores
N'aurora d'esle dia memorando.
D'um polo ao oulro pulo retumbando,
Candan!', o nome teu com mil louvores,
Tua gloria vio allisinos cantores
Pelos dous hemisferios espalhando.
Quito digna, lint, tu s, quao primorosa,
Que Thallaem teus hombros deixa o manto
Porjulgar-teda se- ia a mais ditoza.
Rival s <$ d'Orpheu. pois com espanto
Tu mostras, Candiani portentoza,
Milagrea dejiaiinonia em lerno canto.
Os versos desculpai do fraeo vate,
Elles tro nao lem, nao lem duerna :
Como dom recebeios qaeolferecc
Meu gralo confio, minh' alma pura.
0 ACTOS.
Essa vos divinal que se drzala.
De tu'alma lao chcia de harmonia,
Possue tal atractivo, tal magia,
Q' embriaga, enfeilica, prende c mata.
Nao foi de C.ilani a voz lao grata,
Nem Grlsl possuio mais meloda ;
Teu merilo sem par lem mor valia,
Teu mrito sem par mais arrebata.
Assim pois, Candiani, j que o fado
Talentos le doou, gracas, primores
P'ra/iue leu nomefosse decantado,
Recebe, oh genio raro e sublimado,
Do povo que trapplaude, elisias llores,
N'este dia que a ti consagrado.
l de malo de 1851.
Repartico da Polica.
PARTE DO DIA l3 DE MAIO DE 1851.
Foram |iresos: a ordem do delegado do pri-
nii i- o ilisii 1. i" deste termo Claudino Jos de
Sant'Anna e Domingos Caetano das Neves, sem
declaracao do motivo; a ordem do subdelega-
do da freguezia de Santo Antonio o portugus
1 n.qn 1 ni Marque doaSanios, tanibem sem de-
claracao do ni olivo, e a do subdelegado da
freguezia de San Jos, a preta Joaquina, escra-
va de Senborinha Maria para correeyo.
dem do dia 14.
Foram presos : a ordem do subdelegado da
freguezia de San Frei Pedro Goncalves do Re-
cite o pardo Jos, escravo de Jos Alves Xavier,
seiu di clarayao do motivo ; e a ordem do sub-
delegado da freguezia de Santo Antonio o pre-
to Hilario, escravo, para correccio.

AI.FANDKA.
Ileiiiliinnntn do dia 23 15:157,478
ftescarrega hajt 24 de mato,
Itrigue inglez --Tettnia bacalho
CONSULADO GERAL.
ll'Tiliuii'iiii. do (lia I a 22. 28:201,501
Iddm do da 23........ 732,920
28:934,421
DIVERSAS PROVINCIAS.
ll<>ni!imentoi1o dia 1 a 22. .1:268,031
' lem do da 23......... 66,788
1:334,819
HRC.KIIF.DOniA DE RENDAS C.ERAKS
INTERNAS.
Ilendimento do lia 23..... 321,718
CONSULADO PROVINCIAL.
I lem do da 23......1:044,323
Movimeiito do porlo.
iVhio entrado no dia 23.
Itio iie Janeiro 15 das, brigue de guerra
Iranrvz Le 'aune, commandanle u capi-
llo de Trgala M. Illaizol
Navios sahidot no tntsino dia
l.iveipool pelo Aiacaly -- galers inglesa Bo-
nita, OipiMo \V. Kelly, carga asurar e al
godto. I'assagiiros. All'red Mansell Por-
ver.Ceoige lleatie e sua familia, Inglezes;
JiiSu Joaquim l'agels, Hamburguez.
Itio do Janeiro brigue norueguense i>'or-
dlyset, PapKflo II. M Dalil, carga a mes-
ma que trOUXO dn Dronibeim.
Obstrvaft.
O trale nacional Emilia, que sabio para a
Haba, no dia 20 dn crtente, arribou a este
porto pelo mi lempo.
b<-claiaces.
Pela segunda seceso do consulado pro
vincial, se faz publico, que a cobratiQa de
3 pi r cenlo do imposto provincial sobra-
de diversos eslabcllecunetilos, continua l
0 lim do correnle mol, lindo oqual passa
1 tneaota a ser fela judicialmente.
Agenda da i'inii|iaiiliia inulc/.-i
le pitquetea a vapor.
O vapor da companhia deve
aqui chegar dos portos da Eu-
ropa no lia l. de junbo prxi-
mo futuro, c no mesmudia se-
guir para os porlus do sul. Os Sra. que pre-
tenderen! passagena no mesmo, pdem dri-
gir-se com antecedencia ao escriptorio da
agencia, ra do Trapiche n. i.
i <>iiiia nina Ir. lielirribc.
O caixa da companhia do Keberibe principia
a pagar o sexto dividendo, boje, seguindo a
iiiesma regularidade dos dividendos antece-
dentes.
Thealro de S-Izabel.
Espelucis lyrico inlervallndo de dunca.
nuil. 24 ni. malo di 1851.
Subir scena a primera reprcsenta(o da
grande opera do iinmorlal Roasini ein3 actos :
O IIARUEIRO DE 3EVILHA.
Personagens.
0 conde d'AlinavivaSr. FlippeTatl.
Doulor l n iriu-Sr. Frederico Tati.
Fgaro, barbeiroSr. Capurri.
Masillo, Diestra de msicaSr. Eckerlin.
RosinaSenhora A. Candiani.
1 iurelluSr. Silvestre
Crus, eta., etc.
No inleivjlln do primelro ao segunpo acto
as senhoras lladerna e Moreaux execularo o
lindo passo a dous
Lago das Fados,
'l'i-i ii.ui ii i o eapelaculo com o ultimo acto
da opera.
o. bilhetcs veodldos para as ireitas que lo -
rain Irauslcridas lerao eulrada ueste espeta-
culo
O Sr. Frederico Tati, lendo-se encarregado
da parte de D. Hartlo, e estando inteiramrn-
te fra da seu carcter, pede desculpa ao re-
mi mi aro
peltavel publico se a sua execucao nao foi
completa.
Comecars 8 horas.
Osbilbotcsacham-so a venda do escrip-
torio do thoalro.
No intervallo do t. ao 2. acto as Srs. Rader-
na e Moreau dancarao o lindo passo a dous.
OS JARDINEIROS.
Do 2. ao 3. aSr. lladerna e o Sr. De Vecehl
executarao o passo a dous.
A ROZA.
Comcssar s8 horas.
Theatro de Apollo.
O director do Thcathro de Apollo, que
parece lutar com urna horrlvel estrella logo
no seu primelro espectculo; fas anda esta
vez selente ao respeltavel publico que, em
consrquencia da repentina molestia da pri-
mera dama Mara Leopoldina, fica transfe-
rido o espectculo annunciado para hoje, pa-
ra quarla feira 29 do eorrenle. O mesmo di-
rector condado na benevolencia do publico,
espera que relevar urna falta tao involun-
taria. _____________________
Segunda-feira, 26 de UO de 1851.
i-rila xtraoiilinai ia lie CllIltO
e ila ina mi beneficio do cantor.
GAYO I I KKII.IV
Dividido em tres partes.
Primeira parle.
Grande symphonia executada pela orchestra.
Alia dei Norman! in Pariggi do maestro Mer-
cadantr, executada pelo beneficiado.
Glande terceto da opera
MJCLIEG1A BO.RGIA.
executada pela Sra. Candiani, c os Srs. Fe-
lippo Tati, e Capurrl.
Passo a dous da
DUQUEZA DARGIL
exeeiilado por Madeuioisellc Uadcrua, c o
Sr. Dc-Vecchi.
Duelo da opera
PIRATA
executado pela Sra. Candiani, e o Sr. Felippo
Tati.
Sri/iiiiilo piirlr.
Oovertura pela orchestra.
Duelo das
PISTOLAS,
executado pelos Srs. Capurri e Tali filho.
Aria da opera
OL1N0 PASQUALE
executada peloSr. Felippo Tali.
Terceto delle
SCIARPK,
executado por Madeiuoiselle Baderna, Moreau
e o Sr. De-Veecbi.
MODINIIA BRASILEIRA,
executada pela Sra. Candiani.
Tcrerirn porte
Ouvertura pela orchestra.
ROLERO HESPANH0L,
por Mademoiselle lladerna.
Iiiu-io da opera
MARINO FALLIERO
do maestro Donizzeli, executado pelo Sr. Ca-
purri e o beneficiado.
Passo do
ai^isns5fmiismBs
executado por Mademoiselle Moieau.
Finalisar o espectculo com o multo applau-
dido terceto da opera
..V.V.1 nOLEJVJi,
do maestro Donizzetti, executado pela'Sra. fan-
dianl, c o Sra. Felippo Tati, e Conslanti Ca-
purri.
Os bilhetes acbam-se a disposicao do respel-
tavel publico na asa do beneficiado, ra do
Atierro da lloa-Vista n. 4, 3. andar ; e no dia
do espectculo no escriptorio do thealro.
O beneficiado inuilo con lia na generosidade
do 111o.nado publicodeala capital, ao qual pe-
de toda indulgencia e prolecco.
Avisos maritimos.
Para o Rio de Janeiro segu viagem
com brevidade o palarho nacional Curioto,
calillan Jos da Cunta Jnior, por ler parte
da enrga engajada : quem no mesmo quizer
carregarou ir de passa'gcm, pode enteii-
der-se com o capitfio na Prac,a, ou com o
consignatario l.inz Jos de Sa Araujo, na
ra da Cruz n. 33.
Para a Rahia.
Segu com brevidade por ter parte da
carga prompta o patacho nacional Con-
banca quem no mesmo quizer car regar,
eoleiida-se com o capitSo na p/aia, ou
com os consignatarios Novaes & C na ra
do Trapiche n. 34.
- Vende-se urna lancha nova, que pe-
ga de Irinta a quarenla banicas, a a qual
se acha em petreitissiiuo estado, bem co-
mo tres botes novis, ludo por prego com-
iii(oo : na ra do Vigario, n. II, primeiro
andar.
.. Para o Rio Grande do sul, com escala pelo
II]., de Janeiro, segu viagem por estes dias o
patacho nacional Hitlieroy, por ler a maior par-
te da earga pruinpta.e para resto e escravos a
Irelc '- a tratar no escriptorio de Viuva Gaudi-
no & Eillioi, ra da Cruz n. 66.
'''i a a Itahia. M'XIIC COIII bre-
vidade a escuna nacional Adelaide, de primei-
ra marcha, forrada c encavilhada de cobre,
por ter parte do carregaiuculo: quem o res-
tante quizer carregar ou Ir de passagem, quei,
ra dirigir-se a ra da Cadeia do Recife n. 56-
loja do Sr. Vidal.
L O corretor Migoel Carneiro, far lello
no dia sabbado, 24 do correnle s dez horas
da manba, no seu armaieiu, aa ra do Tra-
piche n. 40, de diversos trastes oovos c em
incio uso, como lambein caudiciros, Linter-
nas, mangas de vidro, quadros relogios, es-
pingardas, pistolas selius iuglezes e.oulros
mullos objecios que sero vendidos multo em
conta.
0 corretor Oliveira far leilSo de gran-
de \ ai n da je do fazendas, que loram da ex-
tiucta luja de Fernnadea da Luz & lrmSo:se-
guuda-feira, 26 do coriente, astohoras da
iiiaiiiiaa, no seu arinazem, ra da Cadeia.
Avisos diversos.
-- Desappareceu Uo Atierro da boa Vista ca-
sa n. 43, um cao da Terra Nova, grande bas-
tante, o corpo quasi' lodo preto, urna coleira
branca uo pescoco, poiCui sendo natural, o
nieamo se uuta uo peito que he todo brauco :
quem o pegar poder leva-lo a dita casa que
ser recompensado.
Madama Augusta i amliaui, retlra-se des-
ta provincia para o Itio de Janeiro, levando
em sua companhia os seus escravos, Pedro c
Isidoro, Africanos, Luia, Claudina e Lucre-
cia,rom nina lillta, crioulas, Feliamindae Pau-
la pardas.
Cajo Eckerlin, cidado francrz, rclira-se
desta provnola, para o Rio de Janeiro.
Precisa-se le urna ama de Icite, que seja
nova; tratar na tua da Cruz n. 19, ou ua
Estancia n. 10, ou aunuucie para ser procu-
rada.
l'asti llaria Italiana.
Cadutf ft limaos abriro na ra da Cadeia
de Samo Antonio, domingo 25 do corrente,
um estabeleciuieuio oude e encontrar toda
as diversidades de caldas e doces; bem como
pastis, amendoas cobertas, tortas, &c O
mesmos se cncnmbem de apromptar bandel-
jass de doces par cha, e ludo cum muito
acelo e peomptldao e por preco commodo.
__TJm/rapaz braillelro, de boa conducta,
de 14 a 15 annos, offeresse-se para caiielro
de urna asa Ingleza, ou outro qualquer eita-
beleclmento, nao de venda: quem o preteu-
der dlrija-se ra da Cruz n. 32
.. O Senhor que, por engao, tlrou cari
do crrelo, vinda dos portos do Norte, par
J. F. Barrote, queira por favor leva-la i ra
da Madre-de Dos, armaiein n. 31, que se Ihc
ficar obrigado.
__O Sr. Jos Francisco de Carvalho Robre,
trm urna carta, do Sul, na ra da Cadeia do
Recife, n. 35, loja.
CFaM MIL ftfilS.
Gullherme Augnsto Rodrigues Sette da
100,000 rs. de gratlficaeao, a quem Ihetroucer
um seu escravo, preto de nome Miguel, criou
lo, baixo e multo gordo que at cusa a andar;
ter hoje 32 annoa, he bom coslnheiro, e gosta
multo de folias epatuscadas. Fugiu a 6 an.
nos( em dezembro de l844) e consta ter es-
tado com Vicente de Paula, e lambem erg
Porto do Calvo pelo eneenho samba (de donde
foi escravo) ou suaa immediacdee por onde
tem urna amasia. Quem o-pegar remetten-
do-o ao atierro da Roa-Vista sobrado n. Iq
rrcebrr loenaquanlia a cima; a cimasegre.
(ficar lambem a quem dr noticias certas do
mesmo escravo, Recife 12 de malo de 185i.
Aos levotos e religiosos per-
nainbncanos.
Acaba de sshir a luz urna noa tresen
do mi'aculoso S. Antonio, padroeiro desta
provincia, conl^'ido lm d excellentes o-
rar;0p.s, urna bella e nova Vadainha e salva
rair ha, privalivas do Santo, e composlai
i ir um italiano, natural de Padua ; assim
como ptimos versos, nos quaes se resiirns
a vida assombrosa do nosso padroeiro, cotn-
posicSo do ptimeiro poeta fliiminense.
He obra prima, o sem rival no Seu gene,
ro, nica que se deve adoptar esap anno ni
fenlividade do grande padroeiro pernimbu-
cano. Est a venda na ra do Rozann s-
Ireita n. 8, e livraria da esquina doColle-
gio, preQO 320 rs.
Os Srs. IIcnrique Jos Brainer de Sou
Rangel, Trislo-Francisco Torres, facam o fa-
vor ir atrs do theatro ns. 16 e 18 a neeocio.
O abaizoassignado adverte que ninguera
compre, troque, hipotheque, ou faca qualquer
sorte de traosacao com o, Sr. Joaquim Fran-
cisco Carvalcante de Albuquerque morador na
fregueiia de Una e con-senhor do engenho
Canoinha relativamente aos escravos e bem
iodlcados na rrlfco lambem abaixa transcrip-
ta ; por quanto, ten.lo sido estes brns da fal-
lecida D. Manoella Francisca de Moura, de-
pois de sua inorte, pasraro para o Sr. Jo,
quim Francisco por urna iniraculosa doaco
feita a seus filbos, sobre o que os herdelroi
da mencionada D. Manoella estao agitando,
perante o juizo de orlaos da cidade do Rio
Formoso, urna renhida questao de nullidade,
na qual lem de provar com luda a evidencia a
maneira argucioza, porque foi forgicada tao es-
tupenda doaciio. Para aalvar pois alguein
q le ignorando a lligltimidade do dominio e
possede laes bens, se arriscada fizrr qualquer
nrgocio, e com elle expor-se aos encommodoi
de um pleito despendioso, e a temerldade de
urna perda infallivel, porisso se fas o prsenle
annuncio, que em verdade, se deve reputar
como carldoso. Relafa'o dos bens. Serafim,
e Juliana pardos, Silvana, Mercncia, ( lemeo-
llna, Isabel, I.eonnr, Pedro, Joaquim l/.abel,
Jaco, Roza, lleiiedicto,Ccilia,Graca, Miquillos,
CardaiKi, Joao, Daniel, Mara dos Santos, t
nina cria, Fabio, Miguel, Margarida, e Da.
miaa pretos, alm de bois de carro, vaceai,
curo c prata, perteneentcs a fallecida. Boa-
Vista 20 de maio de l85l.
i/mu eI Elias de Moura.
Ao respeltavel publico.
O abaixo assignado tem a honra de partici-
par a todos os habitantes desta cidade. pria-
cip-ilini ule aos seus amigos, que tem de novo
aberlo a sua loja de relojoeiro no largo da
matriz de S. Anloaio n. 18, onde promrltc
cunsertar lodo c qualquer relogio, por muito
diflicil que seja o seu estado, pois faz com
toda a pcifelcao qualquer peca que for preci-
so aos relogios, pois para Isso est habilitado
e .i 11 i m.i por seis metra os relogios que o
freguezes entregaren! sua responsabilidade,
e espera que desta forma nao seja mais pre-
ciso os bons relogios irem-se consertar In-
glaterra, si. 11 a iinlo os seus donos a demori
e a incerteza do que aspiram ; para este fin
tenho escolbido, para gerente de todos o
lucos negocios tendentes ininlia dita loja,
ao Sr. Joao Joaqoim Rabello, e que fica i-
ciiiiiliiilu da recepcao dos relngias que me
forem confiados, e por quem me responsabi-
liso. Antonio Jos da Silva (iuimares.
Ignacio Luiz de Rritto Taborda, con-
vida os senbores, cujos nomes em segui-
da van mencionados, a vireui pagaa-lheeni
a sua loja na ra do Crespo n. 10, o que
licaram a dever s exlinctas firmas Idos fi-
nados senbores Antonio da Cunha Guims-
r3es, e Jos Joaquim de Freitas GuiraarSes,
e a viuva de Freitas Cuimaraes depois Ati-
na Maria dos Passos GuimarSes Antonio
Leandro da Silva, Manorl Jos da Silva Le-
te, Manuel Novara da Costa, JoBq Luiz Peni,
Francisco de Albi.querque MeranhSo, Vi-
cente Ignacio Hranco ; Mauricia Feliciam
dos i', n-zeres, das Curcuranas ; Antonio Jt-
nuario Pues llarreto, do Cabo ; Marlinho di
Silva Costa, do Litnoeiro; Jos Cardozo Ci-
valcaotn, de Cania i t; Manoei da Costa llri-
ga, de Inhamaii; Jos de llenevides FalcSo,
do Tara em Garanhuns Patricio losTavare
de Vasconcellos, do RomJardim, comarca
doLimoeirn, e Manoei Gomes dos Santos,
de Lagoa Nova : o annunciante declara que
ir fazendo menso sem eicepcSo algunu
dos noinesdaqttelles senbores, cujos dbi-
tos forem antigos e n3o vierem imediala-
mi-nii! pagar-lbe.
Jos una Francisca de Menezes faz pu-
blico, que niiii tem dado procuracOes bas-
tantes a niuguem e nem as dar, e porisso
qualquer que appareca em seu nome he fal-
sa, pois os negocios da annunciante por el-
la em pessoa team sido e ho de ser tri-
lados.
Quem precisar de urna ama com bom
leite : dirija-se a ra do Hozara da Boa-
Vista n. 45, que achara com quem tratar.
O Sr. Jos Cardozo de Souza, teri a
bondade de apparecer, na roa do Vigarion.
3, onde o mesmo Sr. alugou a sua escrava
Mariana, para receber osalugueis dame'"
in,i e a mencionada escrava, por nSo se Ur
mais pruciso de seus servicos. v,
Gralilica-se bem a quem der noticia,
ou levar a casa de Manoei Antonio GonK''."
ves, na ra doCabug n. 3, loja de oVi-
ves, um porco do mato, muito manso *d'
om i a i, iini.it regular, que da mesma as
fugio na,noute do dia '0 do cotieute,1
mando o deslino da ra Nova, aonde
visio ua .....-.un noi.le
-- Precisa-se de urna sila e de um
lo, em um pnuieiro andar de uiusubt
em ra publica, sendo na freguezia,
Antonio : quem tiver, aunuucie.
I


7 -
I
Lotera da matriz ta Boa Vista.
O andamento das rodas he no
dl/i j annunciado 2 de junho vin-
douro s 8 horas da manhaa no
consistorio da mesma matriz, e o
restante dos bilhetes est venda
nos logares do costume.
0C'onsnltorlnlionia;opatIilcoein9
0 Pernambuco )
{f. Ba Nova n. 58 (3$
>> DIRIGIDO PBLO %
m Dr. J. S. SANTOS JNIOR. 3
$ Consultas remedios de graca aos po- 4)
C 6 re todos os ilias uteis desde < 8 horas .
# 9 fii am (liante, serdo visitados os doentei 0
l* ro leus domicilios, <%
-- O autor rio annuncio publicado no Dio-
ra d 20 do corrente, em que falla de Joa-
qui-n Jos FerrUra, ter um caixeiro ( ou es-
poleta ) que anda armado, ncnliuma res-
ro-l admitte de aduladores, ror Joaquim
Jos Ferreira, quando do mesmo Ferreira
liada niinii i i ;i Tora da responsabilizado, poi.i
nto se enlende que tal annuncio, tenh ou-
tra resposta Tora da responsabilidade.
O Provocad.
|> Roga-s aos Srs. devedores, dn ex- A
> tinta firma social, do Jos Moreira *
+ Lopes & Companhia dissolvida em
+<> 31 dedezembro p p o obzequio de <
S> saldarem seus dbitos, visto quo a $
a> pessoa encsrregada da liquadar;3o >
)) recebeu ontem para a effecluar atn- ?
e>" gavel ou judicialmente. $
MM9il89i$i4ii8SiS
Os Srs. assignuntes das InstiluicOes de
direito Civil llrasileiro, residentes fra des-
ta cidade, dignem-se mandar buscar casa
da residencia de seu autor o Dr Lourenco
Trigo de Lourriro, ra da Saudade, defronte
do Hospicio, bairroda Boa Vista, oprimei-
ro volume dessa obra, cuja subscripto
continua a estar aberta na tnesma rasa ot
conclusSo da impressio do ultimo volu-
lume, que dever lindar em jolln ou agosto
vindouro, si-ndo o prego do ultimo volume
o o i'sinn que o do primero, islo he 5,000
rs., pagos na ocrasiSo da entrega, F.m (Hui-
da pde-se receber Q primeiro volume em
casa doSr. Luiz Jos Conzaga, porteiro do
Curso Jurdico; e na casa do dito Dr. conti-
na-so a vender a 5,01)0 rs. o compendio de
platica do Processo.
S Cura plica.
O caixeiro que desejava arrumar- jK
se em casa ingleza ou franceza, agr- m
dece a alguns. senlinres o interesse '*,
que tomam a seu respeilo, e muilo se 3*
lionra com os motivos pelos quaes l
grangea a estima de 13o prestimosas Q
firmas. <
Ummmmmmmm mmmmmmmmm,
Maria Joanoa dos Iteis, viuva do talle-
cido Ballhazar Jos dos Res, lendo de pro-
ceder a inventario dos bens deixados por
seu marido, perante o juizo de orphfios,
convida aos credore de seu casal, aliin de
que venliam em juizo justificar seuacreditos,,
como be de direito.
-- Oscredores da firma social Francisco
do Prado & Companhia, com armazem do
niolbados, na ra ireila, avisam aos deve-
dores daquella sociedade, que acliando-se
em juizo, aceo contra a mesma, e embar-
gados todos os bens e direilos della, n3o de-
vem fnzer paga^mt nto slgum ao u'ilo Prado,
ou seu socio Antonio Jos Ngueira, sem
aulorisaco do juizofla segunda vara do
Conimercio,esciiv3u aplista, perante queni
pende o procedimiento judicial cima re-
fariifo.
0 No dia 8 para 9 do pataado, as 8 f,
$ horas da noite, desappareceu o pelo q
i Paulo, de nacao Beuguela.de Man- q
2 nos pouco mais ou uieuos, estatura 2
JT legular, rosto um tanto largo, beicos **
** giossos, bocea grande, nariz chalo, ?
J cabellos grandes, coui tulla na co-
O la da cabeca proveniente de caire- 0
0 garprso, falla um tanto lina e des- 0
0 emienda, e em certas perguutas usa rj
l> Uh res^osta senhur tita, ou senlior gj
n niio, no andar ginga uiu tanto com q
t\ as pernaslrocando-as paraumeou- ~,
tro lado, bebegarapa o ago'ardente ; -,
% levou calcado casimira azul-ferrete ^
S com listras ao compiido e alravessa- *
** das formando quadros, camisa de na- v
*. dauelfioc chapeo de pello preto no- O
O vo. liste escravo foi de Antonio Joa-
0 quii, murador em Fra de Portas, e <}
0 com leuda de sapalelio na luada Ca- Q
j cimba, leudo o esclavo principios q
ja do mesmo ollicio : roga-se a queni o q
r' pegar de elevar a seu senlior, abaixo A
assignado, que pagara todas as des- _,
1? pe/as generusamenlo, na ra da Cruz ~
" do Recife n. 63, on airas do ihealro
0 vellio, armazem que se vende laboas 0
0 de pinho, no qual servico sempre es- O
0 lava o uiesuiu escravo uceupado. Q
0 Joaguim Lopes de Almeid. <;
Seguuda-feira, 26 do crrenlo, lem de
serem air ta do juiz de urpliSos, na ra de Hurlas, um
moleque de 16 anuos de i i.-ti sem vicios,
com principio de pedreiio, e um negro de
30 anuos, decorpo r forjado e robusto : os
pieleudenles, devem-e char presentes as
4 horas da tarde.
Anda se precisa, no Aterro da Boa-
Vista, aubrado n. 5, do urna ama para todo
o seivicode urna casa de familia, proferin-
do-se srndo escreva : qcem esiiver neslas
circumslancias, dinja-se ao referido sobra-
o, ou annuncie, para ser procurado.
O annuncio publicado no Diario de 22
deste mez, com as leltras inlciaes A. M. C.
S., n3o se enlende com o Sr. Antonio Mar-
ques da Cosa Suares.
-- No biltiar da ra Nova n. 69, precisa-
se alugar um negru captivo, para lodo o
aervico.
Na ra do Mondego n. 105 sabe-se
quem lem para veuder, dous ferros uovos
i-c fazer ostias e obreias.
OescrivBo Atlwyde, mudouoseu es-
criptorio, paraba ra airas da Matriz da Boa-
Vista, casa u. 33, primeiro andar.
Precisa-se de olio COMO* d rs.' a |U-
ros, lobie hypoihtca eui um engenlm, dis-
tante esla praca stis legues : a fallar no
l'alco do Caroio, veoda n. 1.
I imiliao iV.\nroi-:i.
C. Starr & Companhia, respetosamente
annunciam ao publico, que o seu estabele-
cimento para manufactura de toda a espe-
cie de marhinismo tendo desdo o seu prin-
cipio em 1829 ido constantemente augmen-
tando, tem hojo chegado a um estado de
perfeiclo tal, que nSo he inferior aos me-
iliores queexistem em todo o imperio, tan-
tppclo que diz reapeito a capacidade do
edificio, como pela excellencia dos male-
riaes e pericia dos aeus empregados; o que
os habilita a oflereeer-se com confianca pa-
ra a puntual execugSo do toda a especie de
machinas de vapor, de qualquer lamanho
ou deseripcSo que aejam, fixas, para na-
vios, ou locomollvaa. Igualmente caldei-
ras para vapor de todaa as dimenses, etrge
nhos para cannas movidos por vapor, por
agoa, ou por aoimaei, com todas as varie-
dades de moderna Invencto. Tachas de to-
dos os tamanhos, alambiques de ferro de
todas as capacidades Instrumentos de agri-
cultura, rodas d'agoa e mo>nhos de vento
de todas as qualidades. Alvarengas e em-
barcacOes de ferro dequalqui-r porte ou for-
ma que se desejem. Puntes de ferro de to-
dos as dimensOes, gradaras, varandas, por-
I0es, columnas, sinos hydraulicos, boias de
ferro, e n'umii palavra todas as obras de
Ierro e bronze, de que o pail possa precisar*
(ragas a energa do gobern,-existe ja urna
excellente estrada feita em linha recta da
ponte da Boa Vista para o eslnhelecimento
em Santo Amaro, oqve offerece a inaior
commodidade s pessoasque o quizerem
visitar.
Traspasse-se urna loja defazendasem
hoa localidade, simplesmente com a arma-
i:ni : quem a pretender, dirija-se a ra Ju
Queimado n. 7.
- Roga-se a quem liver penhores na
m3o de Custodio Jos Dias da Molla, te-
lilla a bondade de ir tira-Ios no pfaao de
oito dias, na falla icrde todos o direitos
que nelles liver.
-- A pessoa que recebeu no dia 6 do cor-
rente, 5 barricas com bacalho, no arma-
zem de Annes, por mandado doSr. Vicente
Ferreira da Costa queira drigir-se ao
mesmo armazem, para decidir urna duvi-
da e saliera eniSo o motivo pelo qual nSo
se declara o nome.
Precisa-se de urna preta escrava,
para tratar de urna crianza, e fazer o ser-
vico interno de urna casa de pouca fanii-
milia, com preferencia j idosa: na ra
do Crespo n. 1*. terceiro andar.
i) Escrivao da irmanlade do
Divino Espirito Santo, faz scicnte aos rinos,
que domingo 25 do crreme mea, pe las 8 ho-
ras da maiihaa, dcvein se. ach.ir reunidos, em
mesa gcral para o fin de elegerein a nova me-
sa, que lem de reger a mesma irmandade no
auno de 1851 a l8z.
-- No Recife, ra da Cruz n. 58, precisa-
se de ii a ama de casa, que saiba cozinbar.
Joaquim Antonio Carneiro comprou
por ordem du llvin. vigaro da Villa do
Acarac Antonio Xavier de Castro e Silva
os seguidles ns. da piimeira e lerceira Lo-
teara das casos de earidada do Rio de Ja-
neiro; a saber peteiicente't aJoseAntoniu
Pereira da mesma Villa o hilhrte inteiro n.
1097, o n.eios bllieles n.264, e 4778. e p lencente ao mesmu Uvni. vigaro o nieio
biibete n. 3601.
Da fabrica da ra do llium n. 28 l'u-
giu o preto Antonio de nac3o Angiio, alto,
o tendo urna velida em um olho, o qual he
oflicial de funilheiro : quem o pegar nu
delledcr noticia certa dirija-se a mesma
fab'ica que s-r recompensado.
A abaixo assignada f/. seienteao respeita-
vel publico, que pessoa alguma, fai trausaceo
ou compra com Marta Manoellade Jezus, viuva
do tinado Joa.quim lle nardo da Silva com a ca-
sa, e cilio do Cathang, e juntamente com a
cncrava enuveva, e iluas lilhas menores ; por-
que eses bens te a chao sujeilos a lima sob |>ar-
lilba proveniente do invcnlario (|ue a menina
viuva piucedco dos bens do tinado; doscpiaes
beus he anunciante hcrdejia por parte de seu
falccido iilho; cujas sob parlilhas a viuva an-
da as nao procedeo por se achar liquidando
com o anunciante pello juiso de direito da pri-
inelia vara do civel; e para que pessoa algiiina
sechaiue a ignorancia Taz Publico pelo pre-
seute, protestando alodo tenipo hir haver os
inesinos bens do poder de quem se achar, una
vez que toda venda, e transaeo feita com os
meamos bens pela dita viuva he nulla. -- Mraii
da Matcrvidudeda Jnrtneno t i Santa Crus.
-- Mi ga-.-e a ea.-a terrea da praca da Roa
Visla n. 9 mu hons commodus, quintal e
cacimba : a tratar na mesma praca, n. 6
botica.
Roga-se a todas as pessons que est3o
devendo conlas antigs na ra da Cadeia
du Recife, n. 25 defroule do Becco Largo,
que queiram vir ou mandar pagar seus
debilus aleo fim docuirenle meudemaio,
11 i -. o dSo la/eiulii icr.ui de ver seus no-
mes ueste1 jornal, e se proceder us ter-
n.'i- da le.
Aos amantes do theatro S. Izabel.
Moje, 22 do correte, lem lugar a aber-
tura de urna casa bem surtida de petiscos
exquizilus e boas qualiJades de refrescos,
com umaioraceo e promptidSo, ao gusto
dos freguezes : na ra da Florentina ao la-
do do mesmo lliealro. Cuuipre lembrar
que os pio;os sSo (So commndos que nSo
farm com que os freguezet deixem de vol-
t--r segunda vez.
O abaiio assignado tem a honra de avisar
os seus freguezes, que comprou ltimamente
o eslabeleclmeiilo do Sr. Pedro Allain, situado
na ra da Smala Velna, n. .. .; e que l
achara.*, cuino d'antes, cavallos bous com-
prar, ou allugar. e boa estribara para tratar
os cavallos das pessoas que se dignarem de Ihe
cooliar. Ihnry ftihin.
= O Sr. Francisco Antonio da Silva da ra
do Kangel, queira mandar pagar a as.iguatu-
ra deste iatio, e einqnanto uo o fizer ver o
seu rime publicado em lettra redonda.
= Sr. Jos de Olivcira Campos, ten urna car-
la na pracada Independencia, livrarians. e8.
= U abaixo assignado adverle ao publico
que iiinguem faca trausaeco alguina cun o
Franccz Pedro Alain relativamente aos bens
deste ; porquanto estando elle sujeito a uin
processo crimiual pelo joito da subdelegada
da l'reguczia de Sau Fre Pedro Concalves em
cousequeucia de se ter furtivamente iutrodu-
zido na casa do abaiio assigDado, e dellurado
sua. lillia meuor Garolloa Mryer, pelo que sen-
do preso, se evadir, he claro que os bens do
referidu Pedro Alain, pelo carcter de crimino-
so se acbaiu especialmente bypolbecados des-
de o momento do crnie para a completa satls-
faco do daino causado, segundo a eipressa
disposlco do artigo 27 do cdigo penal. E pa-
ra que alguem, pela Ignorancia do facto e do
chuno se nao comprometa em alguma trau-
saeco i Ilegal c de puraperda, por iso se fai o
presente annuncio. = Jvnhann Jotkim Ueyer.
I recisa-se dJ um bom lurneiru ; airas
da matriz da Boa-Vista o. 22.
-. Offerece-se um mrO brasilero oara cai- -- Dejappareceo no da 21 urna preta creou-
xeiro<{e ra6 u T Spta. ou outra qual- la de nome Rosa, dad 't^"^
ao o niial ,a Nov i. 18. ordinaria; cuja escrava foi do padre Anonlo
la l>nva n. "........-...-.. o.i. A. QT,., nr Loto roeo ai autoridades
3uer arrumac
ucta : na ra .
A pessoa que annuneioii, nos Diario n.
116 e 117, precisar d'uma -iina paraengomroar
e cosinhar com perfeicao, sendo inda queira
nina com estas habilidades, dirija-se ao pateo
do Terco n. 6, que achara coro quem tratar.
O abaixo assignado faz sciente, a quem
Ihe enteressar, que vendeu a sua renda da
ra Drcita, n. 27, ao Sr. Francisco Moreira
da Costa 4 C, e por sso pede encarecida-
mente a quem se julgar seu credor de aprc-
sentar suas contas, no prazo de oilo dias, para
serem pagas
Paulo J""' Gama.
O una das Criizes n. H. 0
0
0
Pedro de Sou/.a; por Isso rogo
pollciaes de prenderen e mandar na rna do
Rozarlo larga, n. :i. que aera recompensado.
ATTF.NCAO.
Roga-sc a todos os Srs. que
estao devendo
jft Comullorio homaopathico do faculta- Q
tivo J. B. Caianova. gj
Gratis para os pobres. q
Na ausencia do facultativo J B. Ca- -^
sanova, o professor bomojopatha J
Cosset Bimont continuar com os J*
. irabalhos do mesmo consultorio,on- v>
9 de poder ser procurado a qualquer O
! hor<. O
O abaixo assignado conslando-lhe ,
um pouco tarde, que se toem oceupado os
prclos com a sua pessoa, 8 os caixeiros da
sua casa de commercio ; declara ao publi-
co, que tanta parte leve nos alaques, como
as defezas : que nSojtltganto tiecessaarto
nenhum dos autores dei artigo* sobre as-
sumptos laes consulta-ffj npnliuma respon-
sabilidade moral Ihe pode caber pelos does-
tos que se teem trocado.
Joaguim Jos l'errtira.
Curso pvosresslvo ITerecendo em 32 estampas, urna linda c
variada collecao de estudos e paisagens, objec-
tos do reino animal e vegetal, do corpo huma-
no, be.; dedicado aos amantes do desenho
de ambos os sexos, a 5,00o cada obra: no pa-
teo d > Collegio, casa do livro azul.
Novo manual lo faxciulclro
Ou tratado completo de medicina e cerurgia
domestica, adaplado inielligenca de todas
as classes do povo ; seguido de um formulario
de medicina e de um diccionario nos termos
aclentificoi, por Bonjean, doutor em medeci-
na, ilumino titular da academia imperial de
medecina no Rio de Janeiro : 2 vola acompa-
nhados de M estampas, por 12,000: veude-se
no pateo do Collegio, casa do livro azul.
__0 abaixo assignado, tutor da menor Lu-
cina Maria Denla, faz sciente ao respcilavel
publico que pessoa alguma contrate venda,
hypotheca e oulras quaesquer transacedes
cmn os bens do portuguez Joo Antonio Lar-
pinteiro da Silva, morador, com padaria, no
logar do Mnoguinho, porque os ditos bens
nao prrteneem su ao dito Carpinteiro, mais
sim pertencem parle a este c paite ao seu
so- io e coinpanheiro use Mara de Sampaio,
o qual se acha fgido dcsla provincia, pelo
criine de estupro comineltido na pessoa da
infelii. orph, cima declarada ; que pelo mes-
mo crime se acba o dito Sampaio pronuncia-
do ; e como os inesnios bens se' acbeui sub-
jeitos ao pagamento do damno causado, que
se acha estipulado no pr> cesso; por isso o
abaixo assignado faz o presente annuncio para
que pessoa alguma se cl>ame iguorancia,
pois o annunciante protesta ir haver em tem
po competente do poder onde se achar, urna
vexque o mesmo annuiiciante tem noticia que
o dito Carpinteiro quer vender tudo para se
retirar da provincia.Thtodoro d'Almeida Caita.
Guiseppi Felici Ue-Vecchi, tendo de rej
ni .n -se para o Uio de Jaueiro, faltara ao cuiu-
prineulo do mais sagrado dever, ccxn justica
seria tachado de ingrato, senao drigisse ao
respeitavel publico desta muilo liospitaleira
cidude os votos de sua sincera gratido pelos
obsequios que recebeo durante o curto espaco
de tenipo, em que aqu se deinoiou. I'arli-
culariuente agradece ao seu collega, o Sr.
Germano Francisco d'OIiveira. a atlenrao, fa-
vores e Ihanesa com que o tratou, coucedeu-
do-lhe urna noite para beneficio no theatro
de S. Isabel, de que he muilo diuuo adminis-
trador, Guiseppi Felice De-Vecchi, pinhora-
do por tantas deinoustraces de sincera amisa-
de, partieipa ao respeitavel publico que muilo
breve vollar com sua familia n lixar. ncsla
linda Veneza da America, a sua residocia,
c eolia espera receber os inesnios obsequios
e proteceo que at agora ha merecido: igual-
mente i iili- ao Sr. Cermano dcsculpa de nao
Ihe ter trabalhado, como era de esperar, al-
lendendo a que viudo a esta cidade s por
passeio, niio poda estar bem preparado para
os servicos de sua arle, mas prolesta-lhe que
na sua volla envidara os maiores esforcos para
agradar-lhc c continuar a merecer a sua mili
aprceiavel estima c amisade.
Francisco Xavier das (.hagas Slcupira,
tendo, haqualro para cinco anuos, aciesceu-
tado o sobre noine de Sicupira ao nome que
at eolio usava, c lendo desde esse tempo
usado seuipic de dito sobre nome, lauto nos
recibos de alugueis de suas casas, como em
actos judiciaes, e linalmcutc em lodos os seus
negocios, foi agora surprehrudido com urna
citacto da Sra. Maria Alanoella d'Assumpcao,
para conliuuacau de urna execuco que o sup-
plleaote ignora, c que nao se pode entendci
com o supplicante ; por tanto declara que mo
lem queslau alguma judicial em que seja reo,
e uo pode se eulender com elle tal citaco,
como bem sabe o olHcial de justi(a Pedro,
que o nolilicou, poique este iiicsmu ufiicia
tem frito .-.vi cii\im, do supplicante com u su-
bie nome supra roga pois i referida senhora
que annuncie sua murada, para o supplicante
Ihe fallar e dissulver o engao; licaudo todos
sacles que o seu nome her'ranctico Xavier
dai Chiuas Sicupira.
No da iS de inaio do correte anuo, des-
appareceo de casa do abaixo assiguado, na
ra da Sanzalla ralba n. 110, um preto de
uaco de Angolla, de nome Joo Pedro, de 3U
anuos de idade, alto, um tanto cheio do corpo
ps grossos, testa grande, olhos um lano dei-
lados para fr, barbado, e baiba por baixo
do queixo, paresse creoulo tanto na falla,
como oa figura; levou roupa branca, vestida;
e talvcz tculia mudado de trajos, chapeo de
palha imitado de pelo, he pedreiro; apreu-
deu o olliclo com o meslre Placido, e foi es-
cravo do Sr. nao Virissiiiio e do Sr. Jos lligino
de Mu anda e do Sr. Torquato de tal e do se-
nlior de engenho Joo Francisco Xavier Paes
Brrelo, e foi comprado em casa do Sr. Ma-
lillas, oa ra das Luraujeiras n. 14 ; e consta
ter sido vislo em vana ras dcsla cidade,
assim como as estradas do Manguiubo e dos
Afilelos; por isso se ruga a qualquer pessoa
lque o encontrar haja de mndalo agarrar e
e va-la a seu seuhor ; assiin como se lecoinmeii-
da as autoridades policiaes a aprebenco do
dito escravo. Jouaum cbalo ttmira
Quem liver urna casa, quu niio seja
grande, nos lugares seguiules: -- Pogu da
I'.mella, Manguiiiho e Munleiro, que a quei-
ra ven -ei : dinja-se a freguezia de S. Jos
defroule da pitea da familia n. 3, parase
tratar do ajuste,
Sr. Jus Euzebio Alves da Silva, tem
urna caita, na ra do Vigario n. 19, segun-
do andar.
l'i i cisa-se de urna ama forra ou capti-
va, para casa de pouca familia, em casi do
Sr. Pradioes, cutileiru : na ra Nova n. 36,
defroule da igreja da Couceicao dos mi-
litares,
uas contas no botfquim na ra Nova, n.DJ,
que no presente mez foi vendido ao Sr. Joa-
quim Jos de Paiva, hajam de as pagar no
mesmo botequim sua ex-dona, no prazo
de oilo dias a contar de hoje, pois do contra-
ro lerao de ver eus nomes neste Diario.
__O juz da irmandade do Sanlissimo sa-
cramento da Boa-Vista, avisa a todos os li-
maos da mesma irmandade. que tem convo-
cado una mesa geral no domingo, 2.'i do cor-
rente malo, pelas 9 horas da manha, para
tratar de negocios relativos mesma irman-
dade ; por isso roga todos os irmaos com-
parecam no ftiesnio da c hora cima desig-
nados, no consistorio da mesma irmandade.
A Sra. I). Anna Ermelinda Arruda Ma-
chado, tem una ca la na ra do llozrio lar-
ga n. 18.
Perante o juj de orphos desta cidade
lo Recife vai praca, requeriniento do lu-
tor dos menores lillios do finado Jos Mara
de Jess Aluuiz, no dia V0 gesle mez, os objec
los constantes do escripto qne se acha em
poder do porteiro do mesmu juizo; o qual
consta de movis, sendo trastes, lou;a e ou-
trfc objectos de casa
f- Como assignanle do Diario da Hiode Janeiro,
vleram-iiii- s linios os ltimos, c no de 10 do
torrente li o decreto por que S. M. o Impera-
dor, precnchend" a lei, dissolveo o (i.* c 8.*
bualh.ui de cacadores de Hulla, e .levidio por
outros enrpos seus olliciaes. Coube-me a
honra e gloria de ir lazer parle da lu/.da olli-
clalidadc do 2." dessa arma, indo assim servir
sob o mi.....imli do distinelo c muito digno
Sr. tenenle-corouel Antonio Maria de Souza;
partilhando pois laca senliuicntns, seja-me
licito i.-iiiilif m expressar a vivissima dor que
sinto n'alma, por ver que o Illin. Sr. irnenlc-
i ni oii II ai:/ Jos Fe reir, bom e hel amigo
e beir.lai jo coininandanle, se afasia jpara Ion-
ge de seus olliciaes; de ofiiciacs em cujos
coraces ergueo para sempre o padro do re-
conhecimculo; augmentaudo-sc nu u pezar
por di i\ ii as lucirs do batalho 8 srparan-
do-me dos caros companheiros e de to subor-
dinados soldados. V oSr. Ferreira cominaii-
dar o li. batalho de fuzilelros, e encontr
ahi eAclaes qift melhor o respeitem e ameiii;
pois que s assim apagar da leiubran(a o no-
me de seus coiinnandados que, como o abaixo
assignado, prezam ser seus amigos. Recite,
20 de nulo de 1831.Joo ilnloaie Uilo, a[-
feres.
AVISO AO PUBLICO.
O abaixo assignado d iXOU de ser corres-
pondente doSr. tir. Pedro Rizerra Pereira
leAiaujn Reltrffo e da Sra. ii Izaticl Bar-
boza Rodriguei Hachado Freir, de< ie o dia
20 de Olaio correnlu de 1851. l'nncisco
Jos Jruntes.
O Sr. Francisco Jos Arantes deixou
le ser procurador e gerente da minlia o da
casa de minha lia D. Isabel Barbota; as pes-
soas, porlP que tiverem negocios que nos
hgau, respeilo,dirijam-8fl oosegundo an-
dar da casa n. 1, da ra do Arago, aonde
achaiSn com quem Ira la r. Pedro Biterra
Pereira de Araujo Beltro,
Pr-cisa-se de unliumem que queira
ser criado, fr da praca oito lego 18, se in-
eumbindo < lie da ludo trato e lelo da cava-
Inicia, sendo boa pesio* e dando conhecl-
menlo sua conduela pode dirigir-se a
Aterro da Boa Vista, luja n, 79, que se dir
quem pretende
O abaixo assignado. faz vera Francisco
Lei le de Aievedo, morador em C ruar, que
procuic o dinhoiro de garrotes, quo vendeu
no engenho Cabrenla, que se sc)ia promp
tu desde odia do vencinienlo da lettra.
Jos de nojosa Vaiej.'iO.
O Si. Francisco Feliciano Rodrignes
Sete, lo.iha a bondade de dirigir-so, a ru
a- Cruz n. 43, a negocio,
Precisa-se de um molequc e de urna
negra, para fazerem oseiviQo de nina cas
francea : na ru do Trapiche Soto n 22.
O Sr. Manuel Joaquim de Alliuqueique
e suas irmSes, lilhos do fallecido Joaqun
Soares de Alliuqueique, inliflo do finado pa
dre Francisco Sitares de Albuquerque, silo
Convidados pelo presente a cu.nparecerom
na casa do advogado Jos Vellez deCuiv -
ra, leslaTieiiieiro do mesmo tinado, na ci-
dade de Oltnda, sobrado defroule da igre-
ja de S. iv.lro Apostlo, par IraUrem a
Compram-se
escravos da ambos os s== d 10 a 30 an-
nos. bonitas figuras: na ra Larga do lio
rio n. 48. primeiro andar .
-- (mpram-se, um ou dous ferrO_W-
zer ostias e obreias, com uso ou mesmo nu
vos: quem os liver. annuncie. .
- Compram-se moeda, de ouro de S0.0O
rs. do novo cunho brasilero : na praca to
Commercio n. 2, primeiro andar.
Compra-sa um escrava ate taO.OOO rs.,
prefere-so se or pequea de Sannosipira
inais: na ra Velba 0.71, so d.ra quem
compra.
Vendas.
I'arinlia.
Vendem-sn saccas de muito boa farinha.
boa medida, plo dimnulo preco de 3,500
rs.: na rna do Collegio n. 25.
-- Vemle-ae doce de caj secco, por pre-
co commodo: no Aterro da Boa-Vista, n.
12, segundo andar.
Pura qnmqnlcer ganlinr dlnnel-
ro com poneos fundos.
Na ra da Moeda, venda da esquina n. 25,
se dir quem vendo urna machina' para fa-
zer vellas de carnauba, com 500 formas de
(landres, sendo algumas com o bico de es-
tanto, 2 grandes taholcirna forrados de fo-
Iha para qnarar sebo, que lpvam 10 arro-
bas cata um. 2 panfilas lamb'm de folha
para derreter enra, levando um 4 arrobas, e
outra 2 arrollas, 1 braco d* balanca com
conchas e todos os mais preparos perton-
cenles no fabrico das vellas, e um moioho
grande pra moer caf, ludo em muito bom
estado : por prepo eommoio, o motivo por-
que se vende s dir ao co npra lor o pode-
ro examinar e tratar do ajuste, de manhSa
at as 9 horas e de tarde das 3 e meia em
diante.
Vende-sn um preto creoulo, de 20 a 24-
annos, bastante robusto, tanto para o cam-
o, como para outro qualquer servico : na
venda da ra das Cruzes n. 20.
Vende-se urna escrava moga de bonita
figura, com excellente conduela, o que se
pode afiancar, cozinheira, engommadeira,
ptima vemledeira, emllm serve para todo
servico de urna casa, por ser intelligente e
activa, a razfio porque se vende se dir ao
comprador tras da Matriz de S. Antonio,
sobrado n. 18, segundo andar, por cima da
venda, que achara com quem tratar.
Vendem-se quatro lindos moloques de
8 a 18 annos, sendo um ptimo sapateiro ;
6 negros de 20 a 30 aniins. sendo um pti-
mo carreiro, outro oleiro, cun pardo sapa-
teiro, que lambem trabalha alguma cous
le carpins, de anuos de ida le; 2 pardas
leiSaSOannos, com habilidades, e 6 ne-
gras com algutnil habilidades: na ruado
Collegio n. 3.
A iiicllior pocliinclin.
Vendem-se chales de soda de lin los e mo-
derno* gOstOS, prec.0 jle 4,500 at 6,000
rs. : na ra do Crespo, loja n. 10.
Vende-se um moleque de 16 a 18 an-
nos de idade, bonita figura, com principio
de cozinheiro : na ra das Cruzes n. 18, se-
gundo andar.
Vcitucm-se ilizia e meia de
cadeiras portuguesas, de pulnaha
fina, una lanjueza imii iiml i in-
lando sof, um par de ronsolos,
mesa redonda e um candiei-
de meio de .sal, tudo em mui-
to bom e-tado : no Aterro da Bm-
Vista, loja de calsado n. 53, que
iln iiient veutic.
Loleii.t \o liio de Janeiro.
Aos 2o:ooo,ooo rs.
>'a ruada Cadeia do Recife n 15, vendem-se
bilhetes, lucios, quartol, oilavos c vigsimos,
da 27. loleria a beneficio do Monte Pi.
Com|iram-se e veniem-se
estravos, e recebem-se de com*
missSo, tanto para dentro como
para lora da provincia com segu-
. i ranea na Ma venda, romo as fu-
uina
10
"cerca do lgalo que Ihe foi deixado, no tes- as tos escravos, que para isto
^-'tga-so'^sr. aVc.s., queira di- tem uma ptima casa : na ra das
14 segundo andar,
rigir-sa H loja de seleiro, da ra da Cadeia
do Recife u. 36, ultimar o negocio que olio
ignora,
Toma-se 3:200,000 rs. a premio do um
e meio por ct'iilo, p.igandn-se lodos os nia-
les o( juros, com seguranza em proprie des ne.-l prag : quem quizer, hiiiiuiicio pa-
ra ser procurado.
No palio da Itibeira, sobrado n.19, pre-
cisa-se de uma ama de leile, forra ou
capliva.
- lioga-se ao Sr. Dr. Honorio Fiel de
Sigmaiiiiga de vascurado, quo se acb bo-
je advognndo err Goianna, que mande pa-
gar a sua lettra que se acha vencida a mi-
no c meio, o qual nSo ignora aonde :
em qn.'iii.) o niio lizer ha du ser lemlnado.
I'reeisa-se de uma ana para engommar
c ni/u,li.ii com perfeicao, para casa de um
hoiiiein sulleiro : ipjeiu quier aunuuciepara
ser procurado.
Quer-se um capcllao para o engenho
Pilos, silo ua freguezia de Santo Ainaio Ja-
boalfio, que queira ser laiubeiu lavrador do
iiiesnio engeubo : a tratar ua ra Uireita
n. 12l.
Precisa-se de um feilor para traballiar em
um sitio peno da praca : quem se achar fies-
tas circunislaneias, podar dirijir-se ao pri-
meiro silio, indo para a Soledade, defroule ao
li i ii-ii i,, que l cucoiiliai com quein tratar.
- l'recisa-se de urna criada purtugueza, que
seja bem couduiida, para urna casa eslrau-
gcira de pouca familia : quem esliver neslas
eiiciiinstancias, dirija-se a ra do \igario nu-
mero 3.
Precisa-se alugar urna preta, que sai-
ba cozinbar, engommar eemsahohr: no
alieno da lioa-Visla, sobrado n. 6, segundo
mular.
Compras.
Compram-se cavallos pira a cumpa-
nhU iixa du cavallaria, sendo grauues,
gordos, e novos : quem os liver e quizer
vender, dirija-se ao enmmaudante da mes-
ma, na ra Nova n. 32, segundo andar.
Compra-se uma uegrinha |de 3 a 4 an-
uos : na ra do Rozario eslreita n 13.
Lioinpruui-se upoiiees da di-
vida publica : na ra das Larun-
geiras n. 18,
,.ar ngeiras
a c|iial(jiier liora do dia.
Loleria do Mi de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
\a ra. estrella do Rozario Iravessa do Quel-
inado loja de 11,111,li /.as n. 2 A, de J. F. dos
Santos Maia, vendem-se os muito afortunados
billitles, melofl, qu.utos, oilavos e vigsimos
da deciina-lerceira loleria das casas da car i da-
de. Na inesiua loa esta patente a lista da lole-
ria da fabrica de vidros.
Lotera do tO de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na prac da independencia loja n. 3, que
volla para a ra do (ueimado e Crespo, ven-
dem-se os muilo afortunados bilhetes, meios,
quartos, oilavos c vigsimos da decima-tercei-
ra lotera das casas da caridade. Na mesma lo-
ja esl patente a lista da loteria da fabrica dos
vidros.
bilhetes do Mi de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na loja de miudezas da Praca da Indepen-
dencia 11 4, vendem-se bilhetes iuteiros, meios,
quarlos, oilavos e vigsimos da decima-tercei-
ra loleria das Casas da Caridade.
liilln les do Mi de Janeiro.
Aos 20.000,000 rs.
Na lojn. le Cambio ila Viuva VI-
cira S Pililos, i'ini ila Catleia n. 2-1.
Pelo vapor ingle/ 7Voiol, chegado dos porto
do -ni, recebemos os muilo afortunados bi-
lhetes, meios bilhetes e camellas da decima-
terceira loleria concedida a beneficio das casas
de caridade, cuja loleria devia ser extrahida
em '21 do crreme mez, he preciso que os aina-
iIihc-, deste jogo attendam que nesta casa se
tem vendido constantemente premios gran-
des. Adverte-se que estao no Um o restante
dos bilhetes, a riles antes que secabem.
Casa de commisso de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se ollerece umitas garantas
a seus linos : na ra da Cadeia do
Mec te. 51, primeiro andar.
r
* -**a
ILEGIVEL
'.'M
mSL


Ra Nova n. 6, loja de Alaia Ra-
mos & G.
multo l)rin Teilas e Tortea: na ra Nova loja de
ferragens n. 16, de Jos Luis Perelra.
Na ra das Larangeiras n. 14
e de sarja de cord.iosinho, sendo ricamante cravos par vender-se por preQO multo mais
guarnecidas de bonitas franjas e trancas as-, barato do que em outr qual quer parte, e
segurando o annuncianle que sao os inais ri-'"
eos que al huje Icm apparecido; c os precos
41
muilao convidan ao comprador.
Yende-se a verdadeira se-
cupra mcrim de toda grossura,
propria para fabrica de carros c
carrocs : quem a pretender, di-
rija-se a ra da f'raia n. 55, qni
nlii se dir qnem vende.
Vende-se um escravo de na
cao botn cozinlieiro, bonita figu-
ra, de idade de 28 un nos : I ru tu-
se com Alachado & Piheiro, ra
do Vigario n. I9, segundo andar.
Arados de ferro.
||Na fundicBO da Aurora, em S. Amaro,
v -iiili-m-M- arados de Trro de diversos mo-
pelos.
Rap areia preta Pnlro II.
Vendc-se este superior rap arria preta Pe-
dro II. pelo preco ja eslabclccido na ra da
Culn do Itecife, loja do Sr. loo Jos de Car-
valho Moraes, e Jos Diasda Silva, e no bairro
de S. Antonio as lujas dos Srs. Francisco l)u-
arlo l.emos, Manoel Kodrigues da Silva, Joo
Carlos de Lemos, Joaqiiim Ferrrira de Araujo
Guinaries, Ju.io Paulo da Silva, Joaquim
Monleiro da Crol, ra do Qneiniado, Victo-
rino ft Guiniaraos, ra dos (Juarteis, Manoel
Dial Fernandos, Hilario Pereira Das da Silva Cardial. Moraes Si Soares, Manoel
los Lopes, ra do Koiario Larga.
Deposito de cal e p tassa.
So armazcni da ra da Cadeia do Recife n.
12, ha inuito superior cal de Lisboa cm pedra,
assim como potassa chegada ultimamenlc a
preco 111111(11 rasoaveis.
Vndese cobre metal ama-
icllo e pregos para forro de navios : vende-se
por preco commodo. 0111 casa de A. V. da Sil-
va Barroca, ra da Cadeia do Recife n. 42.
De superior qualidade.
Cimento novo, chegado ltimamente de
Ilamburgo vende-se no armazem de Vi-
cente Kerreira da Cosa.
Vende-sc urna taberna com poucos fun-
dos, sondo armacHO nova e muito barata, a qual
se acha feichada, na ra Uiieita n. 36; quem
apritender, enlonda-se com Joo Mariins de
farros que llic promelle fazer todo o ne-
gocio.
No armazem da ra da Moeda n. 7, con-
tinua-se a vender saccas com superior colla
das fabricas do Rio Grande do sul, e o preco
em coma.
Allenrao.
Na loja nova da estrella na ra do Qucimado
n.7, com frente ao boceo do Poie-Frito, ven-
dem-se por proco baralissimos pocas de chita*
finas a 6,000, 6.500 e 7,000 rs., chitas l.rgas
franoozas inuitn finas a 280 rs. o covado, cr-
tes de cambraias de salpico niiudos do uliimo
gosto de 8 varase moiaa6,500 rs., cortos do
oassa admascadas de raniagons para cortina-
dos de vara de largura com 2n varas a 14,000
rs.,chitas linas em covados a 160, 180 e 200 rs.,
dila para colMrU fina a 240 rs. o covado, cassa
lisa fina a 48(1 rs. a vara, paniiinlm de vara de
largura a 480 rs. a vara, pocas de tuadapolfio
finu a 3,50o, 3,800, 4,000, 4,4ll0 rs. e muilo lina
a5,000 rs., alpacas do lindo miudas propri-
para palitos, jaqurlas o calcas a 400 rs. o co-
vado, cortos do gaiubrcdcs para cica 1,800 e
'.nuil rs,, ditos de niela casimira de la a 11,000
rs., e outras muitas fazondas por precos < \-
Iraoidiiiariameiile baratas, para se acreditar
dita obra.
~ Vendc-se cora de carnauba do Aracaly,
pollos do cabra e sola por proco commodo : na
ra dos Tauooiros aruiazom n. 5.
Tinta pela.
Tinta pi < i.i muilo preta ruja r|ualidade se
garante om Irascos grandes quetom garrafi e
moia a 48(1 rs. cada lllll! nu pateo do Colligio,
cosa do l.vro Azul.
Loja da estiella, ra do Queima-
do n. 7.
Voiidem-ie sarjas pretal hespanholas pelo-
baraio preco de2,( n e 2,200 rs. o covado, cha
peo! do sol franco7es de seda, do ultimo goslo
11 uitu finos a li..'.un e 7,0u rs a ellos aules
que se acabem.
Loja da estrella, rna do Queima-
do n. 7
Vendein-sc superiores corles de casimiras
pretas, setim com 3 covados e inrio pelo bara
to proco de 9,500 rs. e pannos linos de todas
as coros tambem baratissimos.
Yende-se urna pardinha de 16 annos, que
cose, eiigomma e cozinha, tcm boa conduela,
c voiu vendida do malo por estrea nocessida-
do, assim como um piol crioulo sapaloiro de
toda a obra, mostr de seu cilicio, que d 640
rs. diarios : na ra Urga do Hozario numero
i.'i, loja.
Cheguem no Barato.
No l'ssseio Publico laja n. 11, cortes de
caubraia de cores, o diminuto preco de,
2,000 rs. ; cortes de 13a para vestido a 1600
corles de meias c.isemiras o'algoduo a 1440
rs. : a files antes que seacalieui, em razSo
da ni ma extracto.
Vcndcm-se sapatns do Aracaly, recem
chegados (ara boniem, e menino, leitosja
muito a capucho; islo pelas repetidas le-
coiiiiiicndac,es qucdaqui se le ni felo aos
fabricantes ; este calcado alm de str
nacional, cliega para todas asclassespor
seiem em cotila, e nao fazer callos ; quem
os qui/er, va na ra Laiga do Itosaiio 11.
35 loja.
sabendo-se dos vicios, achaques e molestia <
dos dilos escravos no se oceulta : negras
mocas, mole-cas, urna mulatinha de 16 a 18
anuos, que cose, engomma e cozinha bem,
e he recolhida ; urna preta de 48 annos que
engomma, cose e faz labarinle por 420,000
rs. da-se por este preco por ter falta de
menstriucilo ; urna preta de meia idade que
cozinha magnficamente tanto de fugSo co-
mo de furrio ; nma muito boa quitandeira ;
9 escravos, que servem para todo o servido ;
um negro ptimo cozinheiro tanto de fo-
go como de forno e um molecSo pesca com
o oflicio de alfaiate, e que ptimo pagem.
Novo trem de cozinha
ehaleiras, carcarolas, fregidclras e panellas de
ferro forradas de porcelana, facas com garfos
de cabos de marlim, osso fino, colheres de
niri.il dn principe, bules e cafeteiras de metal,
machinas para fazer cafe : na ra Nova loja de
ferragens n. 16, de Joie Luiz Pereira.
As sen lunas doceiras.
Noval bocetas de faia pintadas a gostos mo-
dernos para qualquer quantidade de doce : na
ra Nova loja de ferragem n. 16, de Jos Luiz
Perelra.
Carlos llardy ourives, ra Nova
numero 34-
Annuncia ao publico que querendo liquidar
as obras de ouro que tem, as vende pelo cuito,
lindos aderecos para meninas de 12 a I .'1 anuos,
com pulsoiras, brincos, allineteae gargantillos
a 40,000 rs.. para senhora a 60,000 rs.. e ade-
recos de senhora brincos, alfinetes e garganti-
Ihas a 35,000 ri., pulceira a 23,000 rs, una a
28,000 rs., aneis esmaltados para senhora mul-
to lindos a 4,000 rs. cada um, um soi liinenlo
de brincos para meninas esenhoras que vende
igualmente pelo cuito, todas estas obras sao
de ouro de lci.
Aviso aos Srs. ourives.
Urna grande porco de cadinhes lrancoz.es
sonidos de tamanho, que se veudem em rela-
Iho c cm pin \.iu por preco commodo, tornos
de nu'iu, armaco de serrotes, ferros de alim-
par tolda, pedra de desunir. Na mcsiiii loja
cima.
Vende-se um relogio patente suisio : na
ra Nota n. 16.
Veudc-ie urna escravacabra de 3o annos,
que engomma, cose, cozinha e ptima ama de
urna casa, una prela crioula, que engomma,
COlioha, lava roupa, 2 preto.* bous para todo o
trabalho, tanto da praca como do campo : na
ra do Collegio 11. 21, primeiro andar.
Aos amanto Vende-se na rua da Aurora n. 32, lalas com
superior bolaxinha de ararula, fabricada no
Rio de Janeiro a 2,400 rs., e a libra a 640 rs.,
manteiga ingleza a 720, 500 e 400 rs., banha do
porco a 320 rs., familia de trigo a 100 rs., dila
de ararula propria para papas e para engoui-
in 11 roupa a 16O rs., i'aiinha do Maranho a
120 rs., sovadiuha a 16O rs., bnlaxinhas ameri-
canas a 200 rs., chouricas a 400 rs., ervilhas a
100 rs.. meias carrafas de servoja a 280 rs.,
ditas inleiras brancas ou prrlas a 500 rs., vi-
udo do Porto a 500 rs., azeite francoi a 560 rs.,
vinho inuscalol a 480 rs., vrllas de esperma-
cole a 680 rs., talharim e letria a 240 rs., 111a-
carro a lOOrs., passas novas a 280 rs., azeito-
nai a 240 rs duzia de pralos beira azul a 1,080
rs., tigellas a 800 rs. a duzia, loucinho de Lis-
boa a 200 rs., vellas de carnaOa do Aracaly
a 300 rs., arroz pilado a 60 rs., dito do Mara-
nho a lOO rs., sendo em arroba o pilado a
1,500 rs., azeite doce a 560 rs., frascos de ge-
111 lu hollandeza a Mil rs em botijas a .'160
rs., -ali.ni branco a 220 rs., amarollodo Ilio a
140 rs., boios de graxa ingleza a 100 rs., car-
las com naques a 240 rs., c lodos os gneros
proprios de venda por preco commodo. Na
iiiesuia casa compram-se oblas volhas de co-J
bre, chumbo, ou outro qualquer metal,
\ 1111I1 11.-so loncos encarnados cor segura
por 2,210 ri. a duzia e 300 rs. o lenco : na rua
da Cadeia Velha n. 33.
Vendeni-sc pecas le cassa lisa sein gom-
111a 00111 20 jardas a 4,00" rs., ditas com l2jar-
dai a 2,4(i0 rs., e rm taras a 240 rs. : na rua da
Cadeia Velha 11.33.
Vendoni-se challes pretos de soda, pti-
mos para lucio, pelo prejo de 5 000 rs. cada
um : 11.1 rua da Cadeia \ elha 11. 33.
\endoni-se pecas de panniuho verde com
38 covados por 3,500 ri., e o covado a 100
r. : na rua da Cadeia Velha 11. 33.
Vende-se
llap Pedro lie
} Vende-se no deposito geral, rua dos i.j
L Guarira n 24, loja de Jos IJiasSimoes y
-,[ o o. o 1 id supeiior rap Areia Preta Pedro
11 eni pequeas c grandes porcocs, pelo ~
S preco ja estabelecido, garantindo o de- j*
g posiiano a soiis freguezes a faculdade -
9 de loruar-lbcs a receber 110 caso de se ft
J achar cm mo estado.
mi*!)*:*),,**,,:. ^^-.^mm~L^*
Vende-se supiriurrs charutos Kmi-
liu., e camaristas : na rua do Queimadu
11. 53, ao pe da loja de chapeos.
Vendem-se pecas de chita a
4 $000 rss.
Veodem-^e pecas de chitas limpas boa.s
para escravos a 4,000 rs., e a 120 a retalho:
na rua Larga do Koaario, n. 48 primen u
andar.
Vendem-se chapeos de pa-
llia do Chile de diversas quali-
supenor p nno
de algodo para saceos de assucar :
en casa de Gto Kewlhy & Com-
i;.Inii, rua da ( nu. n 1.
Yendein se neos appare-
Ihos de metal para cha : em cusa
de Geo Kewlhy & Companhia,
rua da Cruz n. 2.
' Vendem-se telina inglezes
elsticos, e ditos com borranhan*
chegados agora : em casa de Geo
Kewlhy & Companhia, rua da
Cruz 11. 2.
--Vende-se um terreno em matas virgeni,
leudo no centro ja um pequeo cercado, e com
grandes proporces para se levantar um bom
cngenlio de Inzer assucar pela ferlilidade e ex-
teii(o dai Ierras, e distante desta praca ape-
nas quatro leguas : ua rua da Aurora u. 44,
das 3 horas da tarde em diante se dir quem
vende.
Vendem-se relojios de ouro
para senliora, patente inglez : em
casa de Geo Ktwlhy & Compa-
ulna, 1 ua da Cruz n. 2.
Vendem-se cadeados de la-
lao de leltras mu.to superiores :
em casa de Geo Kewlhy & Com-
|i. iil.i.i, rua da Cruz n. 2.
Itemedio especial pura bobus e
travos seceos.
Continua a vender-se este acreditado reme-
dio, e seu receitoario na botica da rua do Han-
gel n. 64, que foi do finado Sebasliao Jos de
lili vi 11.1 Macedo.
' Itap Paulo Cordelro.
Na rua da Cruz u. 49, vende-sc o bem co-
nliecido rap Paulo Cordelro, eiu libras e oi-
tavas.
Calvirgemem pedra.
Chegada de Lisboa pela barca MaflfawMfi ven-
de-se no armazem de Silva barroca, rua do
ilruiii n. 90,
Vendem-se duas pretas boas quitau-
deiras, com algumas habilidades, urna poi
300,000 rs. ; outra ior 400,000 rs. ; una di-
r trrico de casa .
de 15 a 16 annos, com habilidades e de mui-
to boa conducta : no Mondego, casa que foi
do fallecido padre Manoel Jolino.
Vende-se um preto creoulo de 20 a 21
annos, bastante robusto, tanto para o cam-
po, como para outro qualquer servlco : na
rua das Cruzes, vend n 20.
Chegou o novo rap de Lis-
lira, o qual se vende as oilavas :
na rua da Cadeia do Recile nu-
mero i5.
Na rua da Cruz, armazem de S Arau-
jo n. 33, veode-so lijlo para limpar metaes:
por proco commodo, para se fechar cotilas,
tambem se vende tres mil courds de cabra,
por pre^o commodo.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20.1)00,000 rfers.
Na rua da Cadeia do Recife n. 15, vendem-
se bilhetes inteiros. meios, quartos, oitavos
e vigsimos, da decima terceira lotera das
casas da Caridade.
Vende-se um sobrado de um andar, na
rua da Calsada, o um macho dos quo vieram
de Buenos-Ayres, mulo manso e domesti-
cado, proprio para cabriolet, ou troca-se
por um cavallo: na rua das Larangeiras
n. 18.
Olhem que temos anda mais pechxncham, no
Vinario Publico, loja n. 11, do baraletro
Ftrmianojos Rodrigues Ferreira.
Chitas sera avaria, pelo barato preco de
3,600 rs. a pessa, ojBem nflo comprar a vis-
ta de tal preco ? algodozinho com toque
de avaria, a 2,000 rs.; cortes de casimira de
algodlo, a 1,440 rs. ; cortes de coleles de
13a e de seda com mofo, a500rs., e muitas
outras fazendas, por precos rasoaveis.
Vendem-se dous touros de legitima
raca louiina e (loas vilellas, muito gordas :
na Magdalena, no principio da estrada da
Torre, junto do sitio da viuva do Dr Brito.
-- Vende-se um piano e urna estante, pa-
ra mu7ica, ludo por preco commodo: oo
patio do l'araizo o. 20.
Para o invern.
A 2,240 rs. um corle.
Na loja n. 5, de Cumiarnos & llenriques,
vendem-se coi tes de casimira de algodo,
muito encorpados, padroes escuras, com 3
3|* covados, pelo barato preco de 2,240 r.
cada um corte ; assim como outras muitas
fazendas baratas.
A 56o rs. cada um.
Na loja de cumiarnos & llenriques, na
rua do Crespo n. 5, vendem-so lencos de
seda, muito linos, para meninos, pelo bara-
to preco de 560 rs. ; chai eos de sol de pan-
ninho, armBcSo de balis, a 2,000 rs. ; o
anligo algodflo transado monslro, a 800 rs.
avara
Cor es de casemira elstica
pela diminuto preco de 6,000 rs. cada um,
acham-se venda na rua do Crespo n. 5,
loja que volta para a rua do Collegio, lti-
mamente c'iegadas.
Cortes de chita do ultimo goslo
a 2,000 e a 2,500, e algodozinho a 1,600
ea 2,000 rs. a peca.
Na rua do Crespo, loja da esquina que
mlia para a Cadeia, acaba de chegar um
bello sorlimento de cuites de chita de bom
gosto, com 12 euva lo-, a 2,000. e a 2,500 ;
assim como pecas de algodflo com toque de
avaria, a 1,600 e a 2,000; lencos de seda
muilo bonitos, a 1,440, 1,600, 2,000 e 2,240 ;
alpaca de cores para palitos, a 800 rs. o co-
vado ; dita de algodflo, a 280 rs. ; e outras
muilas fazendas por precos commodos.
ff Afff rff f fffftfffff*
i* Arados americants.
I Vendem-se arados americanos ver- ^
>p> dadeiros, chegados dos Kstaiios- ^
> Unidos : na rua do Trapiche n. 8. ^ AMiMAAAA
Cera em vellas.
Vende-se cera cm vellas do Rio
de Janeiro e Lishoa, surtida ao
gos'o do comprador; tambem ha
cal virgem da melhor que ha no
mercado vindo de Lishoa : tra-
la-se com Machado & Finhei-
ro, rua do Vigario n. 19, segundo
andur
Vende-se superior cognac velho, ero
harris de 12 a 24 canadas : na rua da Cruz
11. 55, rasa de J. Kcller & Companhia.
Vende-sc gesso em barricas, vindo no
ultimo navio chegado de Franca, tendo ca-
da bairica 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na rua da Cruz n. 55, casa de J. Kel-
ler 1 Companhia.
gada prximamente do Para no vapor Impt-
r 11 Ir i:.
-- Vsnde-se a loja de calcado, da ras Di-
reils n. 56, o motivo se dir ao comprador.
--Vende-se urna casa terrea, sita ns rua
das Cinco Ponas n. 76 : s tratar na rua
Nova n. 20.
- Vendem-se queijoi londrinos, presuntos,
caiainiiaa de aedelilea porgalivo, conservas de
todas as qualidades, cementes ou passai mlu-
das para podini, carne salgada para uso de fa-
milias em barril de 50 libras e miudos da mes-
ma furnia preparados, ludo ltimamente che-
gado : na rua da Cruz, armazem n. 0. de Da-
vis & C,
= Vende-se multo em conta para liquida-
(ao una porcao de chapeos de palha do Araca-
ly proprios para escravos de engenbo : na rua
da Cadeia do Recife n. 9, loja.
Vende-se urna negra moga, de nacSo,
que cozinha bem, engomma alguma cousa
e lava bem desibBo, di-se em conta, por
precisSo : na rua do Hangol, n. 38.
Vende-se urna serpentina de muilo bom
gosto: na rua da UniSo, ultima casa da par-
te do norte.
Cabos da Rnssia
de todas as grossuras.
Vendem-se por monos 2,000 rs. o quintal,
do queem qualquer outra parte, eem por-
ees a ventado, do comprador : na rua da
Cruz do Itecife, armazem n 13.
Remos de fala
de lodos os tamanhos.
Vendem-se, na rua da Cruz do Itecife, ar-
mazem n. 13.
Na loja das seis portas, em frente
lO I.V l'illllt uto.
Continua a vender barato, chitas, a 120,
140,160, 180, 200 e 240 rs.; cassas pintadas
e bordados, a 240 rs. o covado ; cassa preta
para luto, a 120 rs.; chales de lila, a 800 rs.;
lencos para m3o de senhora a 210 rs., e pa-
ra cabeca a 320 e 400 rs., muito grandes ;
chamalote de seda, a 1.600 rs proprio para
capotinhos e manteletes, e outras muitas
fazendas, por precos em conta.
Na loja das seis portae, em frente
do L runenlo.
Vendem-se cortes de calsas de casimira
lisa, de cores, por 5,000 rs.; chapeos fran-
cezes da ultima moda, a 6,000 rs., e de mo-
las, a 5,000 rs.; cortes de colete de casimira
bordados a seda, por 5,000 rs., e mii'los ou-
tros objectos. por precos rasoaveis.
Fuiinliu barata
Vende-se, na rua da Cruz do Recife, >r-
mazem n. 13, farinha de mandioca em sac-
ras, X preco baratissimo.
Ultimo rosto cm Pars.
Grvalas de mursulina branca, com chu-
viscos de core a Mr Odillon Itarrol, pelo
baratissimo preco de 500 rs. cada urna : na
rua do Crespo n. 21.
Novidade.
Acabam de chegar. a loja da rua do Cres-
po n. 16, pelo ultimo navio, vindo da Fran-
ca, muito lindos manteletes e capotinhos,
de muito superiores sedas de cores e pretas,
e juntamente com lindos enfeites e franjas
de diversas cOres e qualidades, por preco
muitissimo commodo; assim comoum sor-
I menlo do diversas fazendas de gosto, sen-
do lindas cassas e chitas francezas, e ricos
chapeos tambero fiancezes de ( Soie elasti-
i|no) fii/emla que aqu anda nfloveio, e
muilas outras fazendas que so a vista dos
compradores.
Corventes d'aco.
Vendem-so superiores correles de ac
para relogio, do modelo mais el gante, que
icm vindo aqu, por muito diminuto preco.
na rua Nova, loja de ferragens, que faz es-
quina para a Camboa lo Carmo.
Ao barato.
Ni rua do Collegio n. 3,vendem-se fazen-
das e miudezas, o mais barato possivel,
(orno soja ni, grvalas de setim, a240rs.;
chita para cobeita, a 160 e 120 rs. o covado;
corles de lila e seda para colotes, a 640 is. ;
sapatus de sol un decores, para senhora, a
1,000 rs, ; lencos de seda com franja, a
1.000 rs.; maulas de carobraia bordadas, a
1,000 rs.; corles de calsas. a 1,280 rs., e ou-
tras muitas fazendas, que estam a vista dos
compradores.
mmmmmmmmm-.miiimmwmm^ 8
..(.uiiois Failhetck Companhia.?
'-.. Conlinua-se a vender no deposito |
I geral da rua da Cruz n. 52, o excel-
j| l"iiiee bem conceituado rap areia
v preta da fabrica de Gaotois Pailhct & ;j
l Companhia da Babia, em grandes e i
..! pequetas porces pelo preco cstabe- j|
i| lecido. i
mmmmmwmmmmmmmwmmmm
Vende-se
J____L!JLU"55!B!"..... .-
cabellos e stiisaas pretas I na rua doQuelmdo
loja de ferragens n. 31.
Polasaa nacional.
Vende-se superior potassa nacional chep-j.
da ltimamente do Rio de Janeiro, por mu'"
preco do que em outra qualquer qarte : a Ira-
tar na rua do Trapiche n. 34, com Novaes &
Companhia.
Bom e barato.
Vende-se cera de carnauba de pritneiri
sorte, a 6.000 rs., sapatos brancos oara ho-
moni e meninos ; ditos de couro d lustro;
couros de cabra ; chapeos de palha ; peo]
as de ema : na rua da Cadeia do Recife n-
49, primeiro andar,
Moendas superiores.
Na fundirlo de C. Starr & Companhia
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo o
construccSo muito superior
Bom e barato.
Na rua do Passeio Publico, loja n. 9, de
Albino Jos l.eite, vendem-se lindas pecas
de chitas de cores, a 4,500 rs. e a 120 o co-
vado ; ditas para cubera, a 6,000- a pega i,
a 160 o covado ; lencos de seda de cores
lindos padroes, a 1,000; ditos brancos d
cambraia com bicos, a 480 ; grvalas de so-
Iip, a 1,500; chales de chita de cores, i
800 ; ricos cortos de meias casimiras escu-
ras, proprias para o lempo .presente, a
1,500 ; cobertores grossos para escravos, i
640 ; chapeos de sol do pauninho com bar-
ras de cores, a 2,800 ; ditos sem barra, a
2,000 ; brim de linho de cores, a 300 o co-
vado ; riscados monslros, a 200 o covado!;
cambraia da India bordada, a 400 avara'
e outras muitas fazendas, que se deixam de
atmunciar por falla de lempo.
Moinhos de vento
eom bombas de repucho para regar hurlas
d baixas decapim : vendem-se na fundioo
de Oowman & Me. Callum, ni rua do liruin
ns. 6,8 e 10.
0 Algodao pura saecos. 9
/i Vende-se muito bom algodflo parad
%i saceos de assucar, por preco comino- f)
$ do : em casa de Iticardo Royle, na
4 rua da Cadeia 11. 37. 9
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o SUS
Lotera da matriz da Boa Vista.
Aos loe. 5:ooo,ooo rs.
Na loja de calcado do Arantea na praca da
Independencia ns. i.'l o 15, vendem-se oa uiui
lo Mu ion .idus bilhetes e meins dilos desla lo-
tera, que corre Infallivelmente no dia 2 de
junlio vindouro'.a elles antes que ae acabem.
Iliihetcs 10,400
Meios 5,200
('.ciii de carnauba.
O mais superior que ha neste genero, ven-
de-se em porco e a retalho : na rua da Cadeia
do Recife, loja o. 50 de.Cunha & Amorim.
Vellas de carnauba.
Vendem-se vellas de carnauba, pelo bara-
tissimo pre(0 de 1,500 rs. o ceoto : na rua
da 1 .ol 1,1 do Itecife loja n. 50 de Cunha s
Amorim.
Vende-se muilo boa farinha de mandio-
ca de 8. (..iiiii 1111.1 mihI.i recntenteme do Ilio
de Janeiro : no aruiaiem de Ilias & Couveia,
uddesc a precos rasoavtis : n rua I1" co"' ',^"lda'lt's- ."."'v0 de.caSi,1 .
'<_ : '_ r jllopalio ..ininliu de >. Antonio, Sobiadol defrnnle da Litigela no cao da allandcga
Farinha fontana,
Arroz de casca,
Farello novo,
Cha preto,
Chumbo de iiiuuicfio,
Cimento,
Bichas de Hamburgo,
vende-se ludo por precos commodos : no
armazem de J. J. Tasso Jnior, na rua do
Amorim n. 35.
Deposito de cal virgem e potassa
Cunha & Amorim, na ruada Cadeia do
Itecife n. 50, vendem cal virgem em pedra,
chegado pelo ultimo navio de Lisboa, e po-
tassa de boa qualidade, por menos preco do
queem outra qualquer parte.
AGENCIA
da ftindicao Low-Moor.
i:t A DA SENZAI.LA NOVA .Y 42.
[Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorli-
mento de moendas o meias moen-
tlas para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Agencia de Edwin Maw,
Na rua de Apollo n. (i, aruiazem de Ve. Cal-
mont & Companhia, acha-se constantemente
bons sortimeulos de taixa de ferro coado e
balido tanto rasa como fundas, moendas in-
leiras lodasde ferro para animaes, agoa, ele,
dilas para aunar eui madeira de todos os ta-
manhos e modellos o mais moderno, machina
liuiisoiil.il para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucos, paasadeiraa de ferro estauhadoi
para cata de pulgar, por menos preco que 01
|Hap Paulo Cordeirodo Bio de
Janeiro
em ltase frascos, chegado recentemente:
vende-se na rua da Cadeia do Recife, loja
n. 50, de Cunta & Amorim.
Taixas para eitgenlio.
Na fundicno de ferro da rua do llrun,
acaba-se de receber um completo sortimeii-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, ai
quaos acham-se a venda por pree,o com-
modo, e com promplidSo embarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Escravos fgidos.
Desapparecou de bordo do patacho Na-
to Temerario, no da 20 de msio correte, o
escravo marinheiro de nome AITonso, cre-
oulo da llahia, idade 26 annos, pouco mais
ou menos, estatura regular, cor fola e ma-
gro, levou carniza ecalsa bastante alcatro-
ada, e urna sinta encarnada e bonet chato
inglez: ruga se a captura du mesmo, o qual
*e ere prezista nos arredores desta cidade,
porque rostuma embriagar-se, e quem o le-
var a bordo do dito patacho, ou a rua da
Cadeia n. 39, escriptorio de Amorim Irmos,
que receber boa gratificsco.
Desappareceram do engenho Brejo,
freguezia de S. Anaro de JaboalSo os.-e-
guintes escravos : Alexandre, cabra escu-
ro, idade puuco mais ou menos vinte a
vinto cinco annos, marcado com um bex{-
ga, em uma.daS faces, estatura regular,
pouco barbado, tem alguns pannos pretos
no hombro diieilo ; consta andar por Igua-
rass, onde tem prenles ; est fgido ha
quinze dias : r'ilippe, preto crioulo, idade
pouco mais ou menos Irinla e cinco a qua-
renta, annos lem alguns cabellos brancos ;
este est fgido ha um a nno. Cralifica-se-ha
generosamente a quem pegar qualquer des-
tes escravos, e o levar ao dito engenho,
ou tiesta praca a A. I. llego Mdenos, 111
rua do Trapiche o. 7.
j6- Ilesa i'pa recera m do poder do abaixo
assignsdo, os escravos seguintes : Catha-
rina, de unefui cacange, baixa, com falta
de denles na frente, com algumas marcas
as cosas, signaes de sua naco ; a qual
fugio em 1832, com idade de 16 annos, e
deve boje representar 35 annos; Jacob,
pardo de 18 annos, secco do corpo e es-
pigado, tem cabellos estirado, falta de um
denle na frente, e un pequeo talho na
macan do rosto, o mais visivel signalhe
a marca de um caustico as costas, fgido
em dezembro de 1847 1 quem a aprehen-
der ou queira dar noticia dealgum, diri-
ja-se rua Nova n. 16, que gratificar.
Jos I.niz Pereira.
No dia 5 do corre n le, fugio do enge-
nho Alussumb, comarca de Coianna, o
pardo escuro, Luiz, escravo do lavrador
do mesmo engenho, Antonio Pessoa de
Albuquerqe, e tem o dito escravo os sig-
naes seguintes: he baixo, secco, rosto
redondo e cheio, orelhas pequeas, sobre
a sobrancelha direita tem urna pequena
sicatriz, pouco barbado, representa ter de
vinte o dous a vi uto e cinco annos, tem o
dedo ndice do p direito defeituoso : quem
o prender leve-o a seu senhor no logar de
sua residencia, ou no Recife a Verissimo
Jos Murena na 111a do Crespo loja 11. 23,
que ser generosamente roconpensado.
Uesappareceu, no da 18 do passado, o
escravo de nac..1o Cacange, de nome Josa,
representa ter 25 annos, baixo, grosso do
corpo, sem barba, rosto abocetado e ps pe-
queos ; levou calca de algodilu transado
com lislras azues e carniza de algodSozi-
nho j rota : quem o pegar, leve-o a rua do
Vigario n. 22, primeiro andar, ou na rua
da Cadeia do Recife 11. 51, que se recom-
pensar.
Boa graticacSo.
No dia 13 de marco do corrente anno des-
appareceu da Passagem da Magdalena, do
sitio em que mora o Sr. r. Ualet, ornle-
qoeMarcal, o qual he bem condecido e lem
os seguintes signaes : representa ter 20 n-
nos, baixo, cheio do corpo e carcomi, cOr
fula e sem barba ; tem falta de um dente ni
frente do queixo inferior ehefilho do ser-
tSo de Paje, por isso julga so rara l ter
ido : recommenda-se, portanto, aos capi-
llo Trapiche n. 5, escriptorio.
Veodein-ic cunda* calcadas com ac.
o. 4, se dia quem vende.
Vende-sc uuia lida escrava
Na rua da Cruz n. 7, no primeiio andar,
cr con ia, 1 veude-se salsa pairilha de boa qualidade, che-
de cobre, cscovena para navios, ferro inglezltSes de campo a captura do dito moleque,
lano em barras como em arcos folias. e ludo I que sero liem gratificados,
por barato preco.
Conlinua-se a vender agoa de fazer ao
Brf-.iw. naTyim: MF-drParta.


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