Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05347


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Full Text
Anno XXVTI
Sexta-feira 23
VAIITIDAS DOI CORB.EIOS.
Goianna e Parahib, s segundas e lextai felras.
RIo-Grnnde-do-Norte, todas as quietas fciras ao
neio-dia.
Garanhuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa- Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas fciras.
Olinda, todos os dia.
FBIMIlllDM
'Nova, a 1, as 6 h. e 42 m. d m.
Cresc. a 8. as 11 b. e 14 m. da m.
Chcia. a 15, as 5li. el5m. d. m.
Mlng. a22, as 10 h. e 38jra. da t. |
VBU1UB SC HOJ:
I Primeira s 10 horas e 51 minutos da manhaa.
Segunda s 11 horas ti 18 minutos da tarde.
de Malo de 1851.
N. 117
rmcqo DA suBSCrvippAo
'. Por tres mezes(adiantados) 4/000
Por seis inezes 8JOO0
Por uin anno. 15/1)00
,'ioaawaBi
A-i-~t>- mv??
DAS DA SEMANA.
19 Scg. S. Ivo. Aud. doJ. d'o.f. e m. 1. vara.
20 Tere. S. Pautilla. Aud. da Chae, do J. da 2
vara do c. e dos feitos da fazenda.
2i Quart S. Mancos. Aud. do J. da 2. vara.
22 Ouint. S. R;ta de Cania Aud. orf. c do J. m.
da primeira vara.
23 Scxt. S. Ilasilco Aud.do J. da 1. vara do eivcl,
c dos feitos da fa enda.
24 Sab. S. Afra. Aud. da Ch. e do i. da 2. vara
do civel.
25 Uoni. S. Gregorio.
CAMBIO DE 22 DE MAlO .
Sobre Londres, a27 /, d. p. 1/000 r*.
Pars, 320 por fr. nominal.
Ou*ro. ionV. b"e5mtol SgfgO a |g
Moedas de 6/400 velhas. lggOO a 162M
. de (i/400 novas lb/000 a 1W20
. if ooo........ M; ffl
Prata.Patacdes brasileiros.... i/U a #J
Pesos colutnnarios..... $20 a 1/BW
Ditos mexicanos........ I/''803 1'7W
PARTE QFF8C3A1.
Kiluloiin ;i|.r-< nlail i nssent-
Mc.i geral legislativa pelo mi-
nlMro c secretarlo rte estado los
negocios da fazend i .loaquiat
Jos KodrlRiies Torres.
Auguitni i digninimus Srs. representantes da
nofo.Na proposta que acabo de apresentar-
vos avalici a receita peral do imperio para o
exerciclo de 1852-1853 em 30,500:000/.
Para justilicacao deste orcamento basta ob-,
servar i priineiro, que as rendas de importa-
cao tendo crescido progresslvamente, e produ-
ir.nn, no semestre de julho a drtembro do
anno passado, mais de 10,000:000/ ; e que. sal-
vo o Caso de alguma calamidade imprevista,
nao parece provavel que retrograde, ou mesura
se torne estacionario este muviniento ascen-
dente dc'prosperidade ; segundo, que as outras
rendas devem elevar-se no cierclcio crreme a
mais de 11,000:000/. Nao parece pois ex agera-
do avallar em 19,500.00(1/ as rendas de iinpor-
taco para o exercicio de 18521853 ; e em
11,000:000/as de cxporlacao despacho marti-
mo e rendas Internas.
As tabellas ns. I, 2 e 4l confirman! o que
deixo exposto. "
Helias se ve que a renda geral subi, a saber:
Em 18471848 a......24,732:1100/1)00
. 1848-1849 a...... 26,156:330,0000
E pelos documentos que exis-
ten no thesouro, calcula-sc que
'"eu? 1489-1850 a......28.000:000^000
. 1850185i a'......31,119.000/000
Devo todava ponderar que nessas quantias
rslo contemplados os depsitos, emprstanos
do cofre dos orphos e bens de defuotos c au-
sentes.osquaesteemsidoconsiderados como re-
ceila cui nossas leis de o j-.un. 'lito, lora porm,
no incu conceito, mais acertado que esses di-
nheiros rio figurassem como recurso ncm
despeas do estado, naos porque, sendo limi-
to variavel a importancia dos que annus.line-
te entrsin c se ritiram dos cofres pblicos, nao
se prestam a nenhuma lixaco razoavel, mas
ainda por induzirem a erro, quandose trata de
avallar e comparar a receita e despeza eflecti-
va dos difl'erentes exerclcios.
A despeza geral foi fixada em 29,368:578/721
Da qual deduzlda a amortisa-
co dos einpiestiinosba muilos
idnos suspensa........ 9,270: l52,j(888
27,098:425/833
O,500:000f000
3,401:574/167
Comparada com a receita or-
tlda ,............3o,500:000|000
Ha mu saldo de. ..'"..
27,098:425f/833
26,275.681/708
Comparada a despeza 'oreada
Coma fixada na lei, de. .
llau.nexcessode ....- 822:744#I25
Do qual pertcnce reparlicao
dafazenda o daquantia de. 326:^637/745
Este excesso'provm : priineiro, do agmen-
to de 56;376/na verbaDivida interna fundada
- ; segundo, da maior despeza com a nova or-
panisacao do thesouro, que alias ainda nao tem
0 numero de einpregados necessario* ; tercei-
ro, da maior quaulia pedida este anno para
vencimentos dos einpregados das alfaudegas,
mesas de rendas e collectorias, cujas porcen-
tagens cresccm com as rendas que arrecadam ;
c quarto Hnalmente, dse haverem incluido
no orcamenloojuroecoininissesdeJLs. 100,000
que, como refer no relalorio de Janeiro do
anno passado, foram adiantadas pelos agentes
do brasil em Londres e despendidas de l839a
1840, as quaes nunca figuraram as tabellas da
divida publica, posto que desde euto Ih'as es-
tejamos devendo integralmente, e paguemos o
juro dellas na rasio de 5 por cento.
Divida pa$siva externa.
Os fundos i emeltidos para Londres, desde o
1 ."de abril de 1850 at l5domezproxiainmente
passado, soberna Ls. 523,223. Assiin, pois, te-
mos j.i em poder de nossos agentes nao s as
quantias precisas para pagamento de 1,000:000;
que se mandaram por disposicao do ministe-
rio da guerra ; para o de um vapor de forca
de 300 cavallos, que se est construindo em
Liverpool porordemdoda marlnlia;ede varias
encommendas de ariiiameulo por conla de am-
bos ; mas anda a importancia quasi Integral
dos dividendos de junho c outubro do auno
corrente. O cambio medio das remessas foi de
28,5 dinbeiros, ou 5,5 por cento cima do
Os fundos brasileirosdoemprestimo de 1824
estavam em marco prximo passado a 9294 ;
e os do empreslimo portugus, a cargo do lira-
sil, a 88-90.
Divida passiva interna.
A divida interna mudada subia em 31 de
marco do anno passado a 52,441:400/ nomlnaes
tomo se v do relalorio apresenlado assem-
bla gcial no comeco da segunda sesso desta
legislatura ; e a 53,186:800/ cui 3i de marco do
anuo corrente (tabella n ), tendo porlauto
havido o augmento de 7l3;0l0/nas apolices de
6por cento, por contadas 4,000 vendidas a Go-
mes e l'alva em 28 de fevereiro deste anno a
preco de 86 de 3:000/por conla do crdito de
7 de junho de 1843; e de 29:400/ as de 5 por
cento para pagamento da divida inscripta an-
terior a 1827
Exporel resumidamente os motivos que me
levarain a realisar aquella operaco. No lnn de
fevereiro do anno correte suba acerca de
6,700:000/ aemissode bilheles do thesouro,
alm de 500:000/ em letlras dadas em paga-
mento do trapiche da cidade. Os preparativos
que raziamos pelas repartieses da guerra e ina-
rinhaexigiamde dia em da maiores suppri-
inentosdos cofres pblicos; e a prudencia acon-
selhava que nao uos liasseinos uomuito preca-
rio recurso dos bilbeles do thesouro.
Poder a alguem parecer menos acertado re-
inlr letras ou bllhetes do thesouro, que ven-
ciam juro de 5 1/2 por cento, emittindo apoli-
ces com vencimenlo de juros reaes na rasao de
7 por cenio prximamente; mas tambera a es-
ses devra inaravilhar que, dando as apolices
oflerecldas diariamente venda no mercado o
subido juro de 7 por cento, baja capitalista que
prefira comprar bllhetes do thesouro com juro
multo inferior. Sao todava obvias as rasoes de
peculiar conveniencia que assislein ao thesou-
ro e ao capitalista para procederem diversa-
mente no caso de que se trata. Com efl'eilo, o
capitalista quando emprega seus fuudos em bl-
lhetes do thesovro, realisaveis a curios prasos
e de fcil transferencia, leva em vista tornar o
seu capital productivo e ao mesmo tempo dls-
pnnivcl sempre, para ser appllcado oppor-
tunamente a outros einpregos que Ihe pare-
cam vantajosos.
O thesouro porra remindo seus bllhetes ou
letras a curios prasos( quando a emissao del
las temporfim a cre-cao de urna dada receita
extraordinaria, e nao inera anticipacao de ren-
da ) procura libettar-se das conditoes precarias
inherentes divida fluctuante, convertendo
aquellea paitis de crdito em apolices da divU emissao de apolices na linpor-
da fundada, medanle condifdes em verdade
nenos moderadas, mas que tendo o carcter
de peipeluidade,garantem-o dequalqticr even-
tualidad^ que possa tornar-lhe menos lavora-
veis os 'irscon los ordinarios da praca, circums
tancia esta qnc mais de urna vez o tem posto
em serios embaracos. A abundancia de capi-
taes cado na poca em que reallsei a operaco a
quealludo; a posslbilidade de acharem mais
tarde emprega lucrativo, ede dillicultar-se as-
sim a operac" ponderosas de carcter puramente poltico, in-
IIiii rain grandemente na deliberaco que toinci
de fundar parte da divida fluctuante.
Desde n comeco de julho de 1850 al o lim
de fevereiro do anno corrente, o preco de nos-
sos fundos de 6 por cento oscillou entre 83 e 88,
nao excedendo o termo medio a 86, preco por
que erain colados na dala da celebracao do
contracto. He pois manifest que nao havia
probalidade de subida dos referidos fundos ; e
queenutaes circuinstancias era de esperar que
o supprimenlo de mais 4,000 apolices, que
julguei deveremlttir, nao deliasse de concor-
rer para deprecia-las. 'ccresce que o estado
de nossas relacdcscom os governos do Rio da
Prata havia estabelecido a crenca que he for-
coso (iint.....ai mus a fazer despesas avulladas,
para que nao pdem ser sufflcicnles nossos re-
cursos ordinarios ; e esta circumstancia era
mais um poderoso obstculo eleva(o do pre-
co das apolices.
Nao parecendo, pois, provavel que taes fun-
dos se i-lev.i-srni cima do termo medio em
que Ii iv a i n sido colados nos sele mezes ante-
riores operaco, cabe examinar se foram re-
gulares as condices com que liz a venda de
4,000 apolices ao preco que no mercado obti-
nham pequeas parcelias desses ttulos da di-
vida publica. Ninguem Ignora que nenlium go-
verno tem contraciado empresliraos sem con-
ceder condices aos contratadores que os po-
n lia ni a abrigo das eventualidades a que esiao
sujeiias sctnelhantes operacacs, c Ihcs assrgu-
rein alm disso um lucro rasoavel doemprc-
go de seus capitaes ; c que, em igualdade de
circumstancias, taes condices sao de ordi-
nario tanto mais onerosas para os governos,
quauto mais avultam os emprestimos que con-
trabein.
Ora, no contracto que lis estipnlei que o
thesouro recebena a importancia das 4,000
apolices, isto he, 3,440:000/ porque os vend,
em dez pagamentos iguaes, de marco a dezeiu-
bro deste auno ; o que equivale a receber inte-
gralmente a referida quaulia no lim do prazo
medio de cinco mezes ; e como o tliesouro es-
lava tomando dinheiro a 5 i| por rento, se-
gue-sc que a difl'erenca entre as cgndicdes do
coutracto que fiz, e as da venda de 4,000 apo-
lices realisada de um s jacto, e pagas vista
la ao preco do mercado, equivale acerca de 2,3
por cento era vantagein dos compradores. E
iioto-seinais que us compradores nao rcceberaiu
lodasas 4,000 apolices na poca do contrato,
mas que bao de ser-Ibes entregues ao par e
passo que entrarcm no thesouro com as pres-
tares correspondentes.
Hasta pois considerar quaes sao as commis-
ses que he de coslume pagar ao cominercio
desta corte pelas encommendas que llic faz o
governo, para recouhecer-se que nao he exa-
gerada una dill'crenca de 2,3por cento em ope-
raco i.io aleatoria para os compradores, na
qnal se constitularm responsaveispara com o
Un-.i.ni o por to avulluda soiiima, medianre
solidas garantas que prestaran!.
Leltrai do thesouro. A somina destes papis
de crdito em circulaco inontava em 3l de
narro do anno passado a 4,631:000/; e a
(.448:5001 em 31 de marco ultimo (tabella n.
0 ), iucluidos 4O7:499yJ0O em letras emiltidas
para pagamento do trapiche da cidade. Para
dar rasao deste accrescimo da divida fluctuan-
te, apezar da emissao das 713 apolices deque
cima falle!, seja me licito entrar em algumas
cnnsidciaces, que pdem aqu ter cabimento.
No fim de junho de 1848 existiam em circu-
laco em bllhetes do thesouro 5,l02:u00/000
Se a esta quantia ajuutar-se :
1. Supprimenlo feilo pelo ex-
exercicio de 1848-1849 ao de
1847-1848 (tabella o. 10. ) 3.102:432/000
2. 48,000 libras (tabella n. 12 )
pagas com remessas feitas no
exercicio de 1848-1849 aos nos-
sos agentes que as adianlarain
para satisfaierem os divideudos
de outubro e dezembro de 1848,
c que ao cambio de euto mou-
lao a............. 480:000/000
Keconhccer-se-ha que os en-
cargos que passaram de I847--
1848 para o seguiule exercicio
soberna............8,684:433*000
Ora, os recursos extraordina-
rios creados do principio do an-
no hnanceiro de 1848-1849 at3l
de marco do anno corrente con-
siste m :
1. No producto liquido das
apolices vendidas cm 1849, que
produiiram......
2. No producto liquido de 7id
apolices emittidas no mes de mar-
co do anno corrente......bloMbO/UOU
3. Na emissao de bilheles do
thesouro........... 6^448:500/000
l0,492:579"0O0
Abateudo-se a quantia cima
mencionada, que representa
despezas rea usadas por coma do
exercicio de 1847 a 1848, e an-
teriores.......8,084:433/000
Fica demonstrada que os re-
cursos creados por va de opera-
res de crdito para acudirs
despezas aos exerclcios de 1848
1S49, 1849 1850, e dos 9 pn-
meiros mezes de l8b0 1851,
que a le de 28 de outubro de
i848 decretou despezas na im-
portancia de.....26,802: l77f 000
E comquanto a recelta eflecti-
va no exerciclo dessa lei fosse
superior a oreada e se elevaase a 2(,156:330<000
Abri todavia um dficit pre-
sumivel, para ser preenchido
com bilheles do thesouro nu
3,430:8994000
montam a.....
Releva agora observar; i.,
1,808:146/000
tancia de
2. Que Unto essa lei de orea-
memo c as dos anuos seguintes,
como outras leis espeeiaes, aulo-
risarain despezas avultadissimas
para as quaet nao crearam ou-
tros recursos senao os de opera-
ccs de crdito, c que essas des-
pezas, realisadas do l. de julho
de 1848 ao ultimo de marro de
IS.'u, Miliem a nada menos do
que quantia de ( tabellas ns.
4 a 16.)......
645:847/1300
5,298:953/709
5,944:800769
Deduzindo os recursos crea-
dos para despezas dos (res lti-
mos exerclcios..... 1,808:140/000
4,136:654/769
Assim o dficit com que foi votada a supra-
cilada lei de 28 de outubro, e as despeas de-
cretadas e realisadas, mas uao contempladas
as dillerentes verbas dos orcamentos para os
exercicios de 1848 1849, 18491850. e I8.)ti
l85l, exceden) em 4,136:654/769 a soinma havi-
da por malo de operaces de crediti no de-
curso dos tres ditos exercicios. Nem devo ontit-
tir que a mor parte da despeza extraordinaria
a que me retiro, ou teve poi lim o cumpriinen-
to de deveres sagrados a que eslavamos liga-
dos, e a defensa e segurauca do estado, ou
cnnstrucccs c acQUllIcoei de proprios naeio-
nacs de grande vantagein publica. Taes sao a
quantia de 653:462/000 rs. paga aos Estados-
Unidos c ilollanda a de 556,349:000 rs. para
s.aislaran de dividas de exercicios lindos ; a de
1,000,000:000 rs, postos em Londres disposl-
(o do ministro da guera;ade i,151,000:000/
para as obras do eiicanaiueolo de Maracania, e
a de 500,000:000 rs. para a compra do trapiche
dx cidade.
E cumpre aindaaccresceotarquenos mappas
a que me reportei flgurain como despeza a
quantia de 572,900:000 rs. empregada na com-
pra Ce prata cm barras, mi em moedas doan-
tigij i nnho, a qual tem de ser amoedada ou re-
i in,h.ni.i a de :150.0 0:000 rs, eraprestida a
lieneo Evangelista de Soni'rt"W>ir"T>Tngo Ilarlley.
como meio de proteger as suas fabricas de fuu-
dico de ferro e de tecidos de algodSo.
Assim, pois, nem a dill'erenca de rs.
4.136,654:769 entre as despezas de que Icnbo
fallado, e os recursos extraordinarios creados
de julbode 1848 paraca, nem as despezas fei-
tas at aqui para elevar a forca do nosso exer-
citc, e comprar grande porctio de armamento
eos vaprese mais vasos de guerra emn que
tem sido augmentada a earjuadra brasilea,
concorrerain para av-.iltar a divida fundada ou
representada por bilheles do thesouro. Por
grandes que tenham sido as despeas necessa-
rias para esse lim, bastn felismenle para sup-
pri-las o augmento da renda publica.
E digo que baslou, porque demonstrando a
tabella n. 17 que uo lim de marco do anuo cor-
rente devia existir nos cofres publicos um sal-
do real na importancia de maisde 4 000:000/rs,
claro tica que mesmo os 1,808,146:000 rs. obli-
dos por va de operaces de crdito para acu-
dir s despezas dos exercicios de 18481849.
18491850 ede 18501851, representan! una
mera anticipacao de rendas, c nao deilicicncia
de recursos.
Devo ainda chamar a vossa allcncilo para a
tabella n. 18, a qual mostra que do lim de fe-
vereiro ultimo para c tem-se retirado da cir-
culaco a soinma de 1,558,083:383 rs. cm billic-
tcs do thesouro, sendo com o producto dasa-
plices emiltidas em virlude do contriito, de
que aciina;falle.....1,010,000/000
i-, com os recursos da renda or-
dinaria....... 518,083/333
_AR ENCONTRADO
l,558:083/<33
Cunhtcimentoi ili inecripcei. Tabellas ns.
l8e i9. iNo relalorio de Janeiro do anno pas-
sado declarei que, por ter lindado o termo le-
gal da prescripcao, havia sido eliminada do
quadro a divida passiva anteriora 1817, ins-
cripta no grande livro, mas mo convertida ain-
da em apolices ; e que s seria paga a que por
justos motivos dcixira de ser reclamada pelos
credores em devido tempe- Entrei, porm,
depois em duvida se deviam ser applicadas as
disposices do capitulo 209 do regiment de
fazenda a dividas ja liquidadas, reconhecidase
inscriptas no grande livro ; e porque vai nisso
o inlcresse de partculaies, que podein ter di-
reito a receber do thesouro nacional nao pe
quenas quaniias, peco-vos que revolvis esta
questo; e no caso de entender-se que devem
ser pagas as referidas dividas, conslgueis no
orcamento as quantias necessarias, tanto para
o juro das apolices que nao de ser emillidas,
como para o pagamento a dinheiro das addi-
ces menores de 400,000 rs.
A divida de que trato eslava redutida no fin
desetembro de 1849 a 192:556,810 rs. inscripta
nos auxiliares das thesourarias, mas nao anida
no grande livro, por nao ter sido liquidada no
thesouro; e a de 43:112,896 rs. reclamada por
dillerentes credores, cujas conlas se eslao li-
quidando.
fc'jmcioi findos. -- Tabellas ns. 21 a 27. -- O
crdito concedido pelo decreto n. 599 de 16 de
setembro de 1850 esta competentemente es-
cripturado uos livros auxiliares, e lie por isso
possivel dar-se adeinonstracao exactadoquan-
lo foi pago pelo thesouro por conla delle; do
que se mandou pagar pelas ibcsourarias, e do
que ainda resta por pagar. Nao aconicce o
mesmo a respeito dos outrus cicdilos, porque
nem o thesouro os escripiurou nunca nos li-
vros auxiliares, nem as thesourarias cosluma-
vam declarar a que crditos perlencem as di-
vidas pagas por conla de exercicios findos, que
sao contempladas nos seus balancos.
Nao foi, pois, anda possivel liquidar eses
crditos, aliin de conheccr-se o verdadelro es-
tado delles, e extremar as dividas que eslo
prescriptas.
A tabella n. 27 mostra o que se tem despen-
dido no thesouro, e mandado pagar as pro-
vlucias cm vii lude da Uisposico do artigo 15
iZSL
da le n. 586 de 6 de setembro de 1850: a ta-
bella n. 28o total da divida pa no thesouro at 24 do inez ltimamente findo,
liquidada e por liquidar, que tem de ser paga
por torca da mesilla disposicao legislativa ; e
a tabella n. 29 a divida passiva condecida al
mesma data, para a qual he necessario pedir
crdito ao corpo legislativo, na forma do artigo
6 da lei u. 599 de 16 de setembro do auno pas-
sado.
/m/irrjfimo do cofre ;e vrphni. Tabella n.
.'{0.__Segundo a demonstradlo apresentada
com o relalorio de maio do anno passado, ele-
vava-se a 1,713:007,808 rs.nqueo thesouro de-
via destes emprestimos ; e, conforme as ulti-
mas i-ii i i, recebidas das thesourarias at n fim
I- in ii o ultimo, a 1,789:695,486 rs., haveudo
portantn um augmento de 76:687,678 rs. no es-
paco de um anuo.
Devo ainda aqni observar quao pouco rasoa-
vel me parece que esleja o governo pagando
por estes emprestimos juro inulto mais eleva-
do do que o dos bilheles do thesouro, alm da
porecntagem aos collectores.que arrecadam os
dinbeiros dos orphaos, e do prejuizo resultante
da demora at definitiva entrada uos cufres do
thesouro ou thesourarias.
Divid ao cofre doe depxitot publicoi. Tabel
la n. 3i. A somma em deposito, segundo os
ltimos balancos recebidos das provincias,
inontava a 9.'i6:957,0i8 rs ; sendo 92:285,239 rs.
em objerlos de ouro, prata e diamantes ; .
2 2.679,986 ris, em papis de crdito, eris
59;991,793 em dinheiro. Persisto ainda em
julgar conveiiiente que reduzam a dinheiro os
bjeclos de ouro e prata, quando nao i u em le-
vantados dentro de certo praso marcado por
lei, e n;io se opponham as part interessadas.
Depsitos dedinhiirm de ausentes. A tabella
n. 31 mostra que un municipio e provincia do
lliode Janeiro elevava-sc esta divida l,*U9:5l2/
rs. no lim de marco ultimo. Dessa quantia en-
ivou para os cofres publicos a de 1.010:894,720
rs. do principio do auno de 1808 a 30 de junho
de 1832 ; e vc-se d'ahi quanlo importa cstabe-
lecer prescripcao para os romancente! n.io re-
clamados dentro de um prato rasoavel.
olas vu papel motia. O papel circuanle,
que constitu: esta divida, eleva-se, como se v
do quadro n. 33, soiuina de 4t.684:3l7,000 rs.
A di Mere m.-a para menos de 236:191,000 rs. que
se not i neslc saldo, comparado com o do qua-
dro aiineio ao relalorio de Janeiro Uo anuo pas-
sado, procede da indeinnisaco Celta pelo the-
souro caixa da amortisacao pela quantia de
235:423,000 rs. em notas novas enviadas s the-
sourarias de Matlo-Orosso e Goyaz para subsli -
luicao das de 2,000 rs da primeira estampa, e
qur na forma da ordem do priineiro de maio
clcios de 1848 1819 e 1819 1850; e de rs.
708,000 recebidos da de Mallo-lirosso cm notas
substituidas e inulilisadas.
Divida activa.
Segundo o resumo aniiexn ao relalorio de Ja-
neiro do anno passado, subia a divida activa uo
ultimo de dezembro de 1847 a 4,904:679,113 rs.,
por h verem algumas thesourarias eliminado
indebidamente dos respectivos quadros a i|tian-
lia de 1,913 982,302 rs., que julg.iram presorlp-
la mas bavendo o thesouro decidido que a
prescripcao so deve correr do priineiro de Ja-
neiro de 1843, cm vii lude da clara disposicao
do artigo 20 da lei n. 243 de 30 de iiovembro
de i84l ; e devendo portaulo additar-se esta -
quella quantia, licaria a divida activa elevada
no ti,., de 1847 a........0,848:071/415
Da tabella n. 34, junta a este re-
lalorio, consta importar o que
restava por arrecadar-se cm
3i de dezembro de 1849 em 5,883:087/974
Cobranca.
964:983/441
Accrescenlarei todavia que nao dou por exac-
tos os algarismos que repicseiitam a impor-
tancia da divida activa lias duas mencionadas
pocas, porque, nao leudo havido at aqui una
verdadeira liquidaco dclla, nao me he dado
confiar iiileirainciite lias tabellas d'oudc foram
collrgidos.
Caixa de amortisacao.
Durante os 20 das do pagamento dos juros
do ultimo semestre, foram transid idas 738 apo-
lices de seis c cinco por cento He um inellio-
rameuto devido i lei n. i09 de 22 de julho de
l85'i, que aulorisou edeu tunos de realisai-se,
conjunctaiuenie como pagamento do dividen-
do de cada semestre, a trausfeiencia das apoli-
ces cujos possuidores livesseiu ja rccebido os
juros correspondentes.
Suppi imio-se como determina a citada lei, u
lugar de um das amanuenses da coutadoiia da
caixa de amortisacao, por ter sido uomeada a
pessoa que o exercia para o lugar de ajuilaule
do corrector, novamenle creado ; e achaudo-sc
vago um dos lugares de escripluiario, que
lamn ni pude ser supprimido, deixci de con-
templar no ni i amento o ui iU nado que Ihe cor-
responde.
No priineiro semestre do anuo financeiro cor-
rente coinpraram-se, com os fundos do cofre
dos juros nao reclamados, 100 apolices de 6 Um
a 83 1)2, c lu de 5 Om a 08 j3 ; mas foi em vir-
lude disso necessario que o thesouro suppris-
se o referido colre com a quaniia de 30:000,000
de rs., da qnal j recebeu 0:904,000 rs.
lleforma do thesouro.
Autorisado pela retolucfio n. 563 de 4 de ju-
lho de 1850, publicuu o governo o decreto de
29 de novenibro do mesnio anuo para reorga-
oisaco do thesouro e thesourarias de fateuda.
A le de 4 de outubro de 183l havia acctiuiula-
do em alguns neuibros do amigo tribunal lo
multiplicadas e importantes l'uiiccoes, que,
por maisactiridade e zelo dos que liouvessem
de desempenba-las, Impoetivel fra latlsfaie-
rem cabalmente a seus deveres, o decirlo a
que al ludo procurou evitar este inconveniente,
dividindo por maior uuiueio de meinbros o
servico dasu|>rcina inspeccao e liscaiisaco das
rendas publicas.
A experiencia de. mais de 18 aunos havia
igiialmenle tornado evidente que o pessoal com
que haviain sido orgauisadas s dillerenles re-
pjrlicoes do thesouro c tliesoui arias era nimia-
mente exiguo.
Provava-o el.tramen te uao s o arbitrio adop-
tado por todos os miuislros da fazenda de ad-
direm contadura geral pessoas esiraubas
reparli(o com veuciu.ento de gralifica9es,
mas ainda u facto de nao se haverem cumpri-
do nesse longo tracto de lempo algumas das
mais importmites iucumbcucias do thesouro e
thesouiarias de lazeuda.
Nao se pude tainbem duvidarque a circums-
tancia de seren nimiamente mal remuuerados
(os empreados dessas repartices arredava del-
las homens convenientemente habilitados, que
ocha 1.11111 as casas cotnmerciaes muilo maiore
v i ni.loen, do que lhes oU'ereclain as reparti-
ces de faieuda.
O decreto cima citado teve em vistas evitar,
alm de outros, estes graves defeitos da ici de
4 de outubro. No curto espaco de quatro me-
zes de existencia, que tem a nova organisa-
c.io do thesouro, com a falta de sufficlentcs c
habis einpregados que ainda eiste. c no lucio
de embaraces qoe sempre se encontrara no
comeco d execucao de todas as leis, nao era
possivel que a nova orgasico tlvcsse j pro-
ducido resultados to satisfactorios como fo-
ra para desejar. He todava innegavel que al-
gumas vanlagens se tem j cohido dessa me-
dida pelo que toca ao thesouro, como se mos-
tra pelos documentos H,"C. D e E appensos a
este relalorio, e ouso esperar que, se o de-
creto de 20 de novembro fr executado ci.ra
zelo c perseveran;!, noiavel inelhoramento
llavera na arrecadacao e dislribuico das ren-
das publicas, e maior clareza e exaelido no
b Mancos e documentos que devem ser apre-
seut.vlos assembla geral.
.Nao tem sido ainda posshirl fixar o numero
de einpregados tanlo das (fTl'erenlcs reparti-
eses do thesouro, como das thesourarias de
fazenda, nao s porque ainda nao se recebe-
rain todas as iuforinares que dellas foratn
exigidas, mas especialmente por nao ter a ex-
periencia demonstrado quanto sao iudispen-
saveis para tomada de cotilas, c outros tra-
balhos de escriplurarao, que nunca foram ale
agora execulados.
Casa da loeda.
Em um dos relatnos do anno passado del
conta de haver incumbido a seccao de fazen--
da do conselhn de estado a organisaco do no-
vo regulaineulo d i ea-a di uioeda, aliin de
executar a disposicao do artigo 31 da lei de
28 de mi mili o de iS48. E cun quanlo tenha
ja a referida seccao desempenhado com lou-
vavel zelo a tarefa de que foi euc.irregada,
pareceu-me conveniente adiar ainda a reso-
lucio desla materia, aliin de submclier nlgu-
nies disposi(es que devem fazer parle do
regulamenlo fisauccSu da experiencia. A ca-
sa da uioeda loi por muilos aunos um esta-
belleciuieiilo quasi intil, porque, leudo dc-
lapparecido da circulaco os metaes precio-
sos, nao poda ella desempenhar o principal
fundo mi i insliiuicao, isto be, fabrico da uioe-
da un t iliui
Esta circumstancia, c a falla de einpregados
para dingirem una reparlico eujos trabalboa
exigcm i.ibitilaeui-, muilo eipeciaef, priva-
raiu-nos dos dados indispensaveis para resol-
ver algumas quesles de grande importancia
inundo se trata do systcma monetario, '-um
a aetivi-l i le porm que tem lomado ltima-
mente os ti .malln-, da referida casa, c a nova
direceo que se Ihe deu, espero estar em bre-
ve habilitado para realisar as intcuedes do
corpo legislativo quanlo aulorisou o governo
i' H i reformar essa reparticao,
E aqui he do mcu dever observar que uao
s a casa dimocda tem inelliurado muilo no
Iii'- loca ao emprego de machinas e apareihos
indlspeusaveii em taes esiabeilecuneutoa, e ua
introdueco de procesaos mais apeifcijoados
para as delicadas operaces da apariacao, ali-
naco e eusaios dus metaes preciosos, mas
aiuda que a uioeda de ouro e piala cunhada
oa naquelle estabelleciineuto est a
|iar das inuedas anlogas das naces mais adi-
antadas nesla parte, tanto uo que respeila
loriua c perfelco do cuuho, como as propor*
ces, qualidade e hoinogeiieidadc da liga.
Aaunlyse fe i la na casa da uioeda de Lon-
dres, sobre quairo moedas de ouro das que
tem sido ltimamente cuuhadas, c que para
e ir lim reiuelti aus uussos agentes, deu o
seguiule satisfactorio resultado :
i' moed 917 part de our 14 de pial cOdecob.
2' 917 H 72
3' 9l7 10 73
. 9i7 8 n 75
Eiamiiiou-se lainbrm se essas moedas con-
liuliaiii uutros nu tu--, in i. nao se acharara eui
qualidade aprecival.
He sabido que as moedas de prata e ouro, a-
pesar da dureza dcsles inelaes e da liga de
Sabr, ou de cubre e piala que se ihcs ajuma
an augmenta-la, vio perdeudo, bem que
lenlau.ente, polo atrito ( senao tambera pela
alleraco pruduzlda pela fraude, pelo que
respeila moeda de ouro, portnrlo da ope-
raco chamada lavageiu ) mu i parle do peso
com que sao fabricadas, al chegarcm a pon-
i de nao podereni mais ser toleradas como
uioeda legal. Se esta perda deve recahir so-
bre o estado, ou sobre os particulares que
se servem da moeda, parece ser questo de-
cidida por nossas leis, que, adoptando o se-
gundo arbitrio, escollieram o que menos in-
convenientes oftoreecj e nestecasu he fra de
duvida que no thesouro e reparticoVM liscaei
nao se deve receber moeda sem o peso legal;
mas aiuda assim suscila-se oulra questo, e
veui a ser, se eslas reparliccs, ou ao menos
o thesouro, deve fazer corlar a moeda desfal-
cada que se llie apresentar, euircgando-a de-
pois ao portador, ou smente rejetta-la.
Quanlo a mira, o exclusivo direito que lera
o governo de cuiihar moeda Ihe iuipoe o dever
de nao consentir que gyreui as que tiverera
perdido seu valor intriusico aliui de evitar
os inconvenientes que dabi resultariaui para
o coininercio uacionai.
i |ior quanto me parece que esla medida
est lora da ale ni i do governo, peco-vos que
a adoptis por'urna disposicao legislativa.
ti reculillo das moedas de 4 e 2 1|5 oitavaf
de ouro parece-me cousequencia da lei que
ni.iiiil-ni i miliar as de 20/ e 10/. He purera
necessario, |iara levar-sc a ellei^o esta medi-
da, ser o guveruo autorisado para fazer as
despezas que ella exige.
Alera de nimiamente imperfeia, quanto ao
cuutio, noasa uioeda de cobre lem valor in-
ti Hueco superior ao que extgem a grande va-
rtaco do precu deste metal uo mercado, e as -
tuneles a que he destiuada. Cumpre portan-
to re iinlia-la i.iuiliein, iedu/.iuilo-a .tia ver-
dadeira categora de moeda fiduciaria ; e pa-
recc-mc conveiiieule que seja o guveruo au-
lorisado para fabrica-la de cobre puro, co-
mo se platica quasi geralinente, ou de una
li^.i de cobre e palladlo, cnlraudo este ulti-
mo metal em proporco talvez nao superior
a 1,10.
Terianios no ultimo caso una moeda de
pequeos trocos, nao s mais porttil duque
a actual, senao ainda menos sospeiia, tai-
silicacao, vi.to como, excepcao das peque-
uas pin cues que se achara ligadas com a pla-
tiua, s se lew encontrado opailaldio unida


^_

<# t"fc vl.Ht,,
'2-
2 certas qualidades de ouro da provincia de
Minas.
Al o dia 15 de abril prximamente passa-
do haviam sido entibadas na casa da moeda,
m conformidade do decreto de 28 de julho
Ero niordasdeourode20#e I(1#l,.'0:li0(lo00
Kmdit.ndepratade2/, iJcOOrs. 3S8:f>l3/r>00
Nao devo terminar esta parte ila ininha cx-
]in.-nv i sem informar-vos que crcou-sc na ca-
sa da moeda urna oflicina de entolhar ao bu-
ril ou de trabalho de golpe doce, como sec-
co da de gravura de alto e baixo relevo. Do
esmerado telo do provedor, c do gosto.appli-
cacao c habilidade dos nossos artistas, espero
que esta nova creaco se torno utilissima ao
brasil. Talvez dentro de pouco tempo podeie-
inos uesse estabcllcciinento nacional abrir as
chapas de que precisamos para as notas que
agora nos vem da Inglucrra ; e ficaro assiin
ii lis reservado* c exclusivos quer os lavores
jiroduiidos pela perfeico artistici, quer os
inatixes accidentaos, devidas ao acaso ou
passagem dos cidos sobre as chapas.
; Conlinaar-se-ha.)
DIARIO DE KIHUBDGO.
HICIFE, -21 DI MAIO DE INI,
Vamos concluir hoje o extracto das noticias
?ue os trouxea Seraphina, chegada bontem de
verp 10I.
I i ii.I > j i-ni outra occasiao inteirado os le-
tores da gr.tude contradieco em que cahir.i o
governo prussiano, pois, nao obstante ter em-
picg.ido t idos os seus esforcos durante dous
annos completos para provar que a volta do
antigo iViiii i era impoltica, injusta c iuipossi-
vcl, resolver ultiiiiaineiite vollar a elle cm sua
forma primitiva, vamos coininuiiicar-llies ago-
ra a circular qnc dirigir aos outros governos
germnicos, dando-lhes parle desta sua roso-
lucoe convidando-os a uuirem-se a elle para
leva-la a effeito.
F.is-aqui como esta peca lie redigida.
A terminado das conferencias de Dresdc
[.ni sido retardada, e em consecuencia disso
v estabelecimenlo da nova coulederaco leiu
m l.i demorado por muito mais lempo do que
se esperava ; por outra parle, a necessidade de
um orgo da dieta se sent presentemente de
uma mam ir.i urgente i por estas rancs, pois, o
goveruo prussiauo tem procurado un meio de
iminediataiucute remediar o iucouveuicnte da
siluacoo.
n O gabinete de Bcrlim er de seu dever con-
\ i.l.ir todos os membros da conlederac.io a res-
labelecei aquella i|iie se achava L-ousliluidu an-
tes do auno de 1848, c a po-la iiniiiedialaiuinie
cm execuco.
Nao padece duvida que a canstituico fe-
derativa he susceptivcl de multa* inodificacoes,
c o goveruo prussiauo uao tem a iufcuco de
resistir s mudancas que forera julgadas ue-
cessarias. Tambeiu nao eutra em seus calcu
los apressar a coucluso da conferencia de
Dresde sem se Ibe conceder o lempo de que
pode precisar para completar a obra que cin-
}>rebeadeu. Longo disso, ogoverno do rei fa-
r ludo o que estiver ao seu alcance para que
ssa conferencia teuha um resultado feliz, o
que o gabinete prussiauo espera que lea lu
gar. O mesiuo gabinete esta convencido de
que o reslabeleciuieulo da confederaco sol
damente organisada c reconhecida, nao pode-
r deixar de ser favoiavel s mudancas que fo-
iciii tt-ii.ii cm mi i noval lcis orgnicas discu-
tidas e appiovadas em Uresde, e que por con-
seguinte tornar mais fcil o po-las iiuuiedia-
tamente em execuso.
Na eperanca de que o governo de .
era de posta oplnio, tomo a liberdade de ro-
gar-lhc que me coiiiiiiuniqiie as suas rcsolu-
cues a este rrspeilo, e ao mesino lempo i|ue
informe dolas o seu ministro oni Uresde, aiiin
deque ao rtcebermos as comiuuuicacocs jlos
outros governos, pussamos sor babilitailos a
iixar sem ilemora o periodo em que devoremos
enviar nosso ministro a Franclurt, para oon-
vencionar com os represenlantes dos outros
goveruol, f Assignado) Mtmtiugil,
J(crliiii,27demarco de 1851.
Todos os governos gcrinanioos, inclusive o
austrico, tinliaiu respondido fivnravelmeiile a
este convite do gabinete prussiauo; portan to,
nao ba duvida de que o presente auno de 185I
ver a reaaurrelcio da amiga Confederaco
germnica estabelccida cm 1815 e mora oiu
1848.
Os estados thiuingianos, beni que aceitas-
sem o convite da l'iussia, todava nao appro-
vam o projecto de ncorporacoo da Austiij, e
corra que mesiuo no srio do Itund faziam Ulna
opposito decidida ai prnposlas daquelle im-
peli c do quatro reinos.
Por ouira parte os embaixadores Inglaterra, tinham declarado que se relirarlatn
da dieta de Francfort, se acaso fos.se ut-lla pru-
potto o projecto de nnncxaco da Austria.
O imperador da Austria llalla ja cliegado a
Vicua de volta de sua visita a Italia.
i ni i i lu corriam boatos de urna crise mi-
nisterial. Aflirmava-sc que o gabinete Han-
teuflcl seria substituido por oulro presidido,
pelo conde de A ruin Hoitzeinburgu,
Na Suilsa tu.lo fuara tranquillo.
A gimla de '1 icino, refei iudo-se a Ulna carta
de I.ousana, dizque tendo os refugiados fran-
cezes protestado contra a sua remuco para o
interior, ogoverno federal auieacara-os coma
applicacao da medida de expulsan decretada
11 n'i i 1? ile srus concidadfios, oque produzira
o eflititO desojado ; sendo a orilom federal exe-
cutado sem oppnsiro no canino de Vaud.
As noticias de Uonttanliuopla alcancain al
26 demarco. O goveruo lu co tiuha declarado
ao cuibaixador da Austria que os refugiados
polticos Kosruth, llalhyani, iMessaros, os
clon Perzell e Asboth, contiiiuariam a sor de-
udos i ni Kutaveb mas que os outios, mis lili.
mii un postes em liberdade.
Abbas Pacha, o vice-rci do F.gyplo, linha
mandado um enviado, Kiani Pacha, Constau-
tiuopla atim de protestar ao sulto asuasub-
iiis-.m e Icaldade. File espera que o sou so-
berano em consideradlo deste fado nao insis-
tir sobre reformas que restringiriaiu sua au-
toridade e recursos; entretanto corra que
Dscballer FUTendl levarla ao vice-rei a deter-
uiinaco ti nal da Porta, aqualhc buseada sobro
as estipulares leitos em t84u.
Os insurgentes da llusnia. seudo derrotados
por Un iliin Pacha a 19 de marco prximo pas
nado, v n o ii un a fortaleza de Jaita, e lugi-
rain para a Croacia turca. A coiuiuunloacSo
entre Herzegovina c esta t-roacia acba-sc inlcr-
ompida por bkcudcr Ueg.o qual oceupa Livno
com :i,iiui) homens.
O bospodar da Sirvia recebcu ordem da Por-
ta de estar pruiupto para entrar na bosnia com
l.OUU homens, se isso for necessario ; mas
ere-seque Uiner Pacha uo lera neccssldaJe
do seu mu cm ro.
Nos estados pontificios ludo ficra em so-
cego.
dimento era por consentimento do racimo Sr
F'erreira.
Podia. Sr. redactor, e devia um cidadao lao
honesto, como o Sr. Joaquiui Jos Ferrelra ,
estar isempto de oll"rcr qualquer Insulto ; mas
i .in nao consentiu o autor do annuncio, que
Ibi lao mrudentc c temarario, que nai trepl-
dou cm avanear una proposicao que geral-
incntc ser repelliil por todo aquellelquc for
amigo da honra, c da virtudo. Descance oSr.
F'erreira que um semelhaulc insulto nao o tira-
r do merecido conceito em que l'crnanibuco
o tem, e aceite estas e\pressoes que Ihc ollc-
rece, por amor ila verdade um seu sincero a-
migo F. P F. F.
auuwiimi i n 11--------------------------- ----'
ALFAMHT.A.
ReDdimentO do din 22 19:570,521
Descarregam hoje 23 de mato.
Barca rrincezi J. Ra/mond o resto,
liriguc inglez Telania bacalho
CONSULADO GEIUL.
Rendimentodo di I a 21 26:760,337
Idetri dodia 22'........1:411,164
28:201,501
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rpiidimetito do dia 1 a 21. .1:254,661
dem do da SS......... 13.420
1:268,081
Despachos martimos Htienos-Ayes, hriguo argonlin PaulMm,
conduz o SOguinte:950 harricaa 100 bar-
riqninhts, com 8,690 rrobu c 14 libras de
assuear.
Buceo, brigue arp< tino Paulisla, iIo2I7
tonell.i las, COOdlll o seguinte: 200 barri-
cas e 60 barriiiuinhas, com 1,749 arrobase
28 IiImis de assuear.
Liverpool pela Babia, galera ingleza Bo-
nita, de 389 lonelladas, conduz o seguinle:
2,050 saceos, com 10,250 arrobas de as-
suear, 44 saccas, com 302 arrobas e'21 li
biasde algo.io, e 3 000 couros.
RECEBEDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento dodi 2-2..... 530,016
t'.ONSIILAUO PROVINCIAL.
Llem do da 22......912,831
JMovimeiilo ilo porto.
JVov/ei enliados no dia 22.
Rio Grande doSul e Bahis 80 diss e do
ultimo porto 10: brigue nacional Jpi-
ter, de 238 looelladas, capilfio Francisco
Jos rmenla, equipageni 15, carga car-
no socca i a Antonio iloncalves Ferreira
Passageiros,Antonio Goncalves Ferreira,
Juvencio Xavier Vianna e Jo3o da Mais
Monteiro, Brasileiros.
Babia -- 5 ilias, brigue escuna Inglez l'on-
ny do 121 tonelladas, capitiio Aleixn
Lninbard, equipa;;.'ni 9, carga caf: a Ma-
nuel do NtSCimentO l'ereira.
fliavio tuhido no misino dia.
Buenos-Ayresbrigue hespanhol feslau-
rai/or, capitiio G. GoJay, carga assuear.
- D1TAE8.
0 Exm. Sr. conselboiro presidente da
provincia, as vistas e dar cuntpri ment a
lii provincial u. 278 do (> do crlente, que
o autorisa a empregar medidas convenien-
tes aliin de remover as causas, que proilu-
zoin o encarec ment das carnes verdes nos-
la cidade, manda polo presente convidar as
pessoas quesejulgarem em circumstaiicias
de abastecer desso genero o mercado i rom t-
terem suas propostas em carta rochadas
esta secretaria at o i. ilo prximo Culero
inez de junbo, declarando em taes pro-
postas :
1. O roaior numero de re/e, quo so com
promcllem a talhar por dia.
2.0 O menor proco porque se obligam a
vender ao povo a carne verde boa, tanto no
invern, como no verHo.
3. As garantas que tecm a dar, quer pa-
ra seguranca le qualquer quatilia que pe-
los cofres pblicos mes for emprestada,
quer para manutencilo do contracto, que se
bouver do lavrar.
4." As condi^oes com que Ibes convem
contratar o lurnocimonto, de que se trata,
para a vista dolas, Sus Exeelioncia delibe-
rare resolver do melbor modo a satlafezer
as necessidades publicas ueste objecto.
Secretaria do governo de l'ornambico,
aos 13 de maio de 1851.
O secretario interino ila provincia,
Antonio Francisco l'ereira de Carvallto
Pela inspectora da aifamlega se fd7
publico, que no dia 23 do correnle, de-
pois do meio-dia.se bao de arrematar ero has-
ta publica porta da iiiosma repartico 100
queijos lliiui-iigos cm boiu estado e 150 ilitos
com loque do evarii ; abandonados pelos dl-
i' ilo-, por Schafheilliu A Toblor ; sonilo a ar-
rematadlo livrede ducitos ao arrematante,
Alfandoga de l'eruaiubuco, 22 de maio do
i8jI.O iuspector interino,
lrn/o Jo5C Fernantles \\arrot.
I)cclaiiir5es.
Correspondencia.
Sr. Redactar. Kiio pode deixar de mara-
vilbar-me, quando, em seu Diario n. 114, li
um annuncio em que com tanta facilidode, e
to iiijmi .oiM.ir so quii injuriar so Sr. Joa-
qilim Jos Ferreira (que tem prenca Je algo-
tiu no Forte do Mallos J duendo o sru autor
que um calxciro desse Sr. F'erreiru andava de
jriinhal, e com elle insultando a varias pessoai;
quecsie (o revoliaute e reprovado proco- resj urnadiu dila u. 30 nu iuu dA'lena
I'ela segunda seccfio do consulado pro-
vincial, se faz pulilico, que a cohranca de
3 por cenlo do imposto provincial sobra
de diversos estabellecimentos, continua l
o fim do curri'ule mes, lindo o qual passa
i m .-[ni ser feila judicialmente.
Agencia la eompanhla Ingleza
le puqnete8 n vapor.
O vapor da companhia deve
aqui ebegar dos portos da Eu-
ropa no dia I.* de junbo prxi-
mo futuro, e no mosino da se
guir para os porlos do sul. Os Srs. que pre-
nderen! passageus no mesnin, pdem diri-
gir-se com antecedencia ao escriptorio d
agencia, ra do Trapiche n. te.
(.'ompanliln i; Beberlbe.
O caixa da companliia do Keberibe principia
a pagar o sexto dividendo, boje, seguiudo a
iiiesma regularidade dos dividendos antece-
dentes.
No dia 27 do correnle depois da au
diencia do IIIid. Sr. Dr. juiz dos Feitos e no
jalao da mesma audiencia, sebflo de arre-
matar porexecuco da li.-ondi provincial
osseguinles : Urna casa de sobrado do
dous andares n. 82 na ius do Burgos do
Bairro do Recifu avahada por venda em
600,000 rs. por cxecucSo que movo a fa-
Senda provincial cunta os presos pobres
desta cidade ; uma ma trra n. 18 na ra
deS. C.oncallo do bairro i a Rea Visla ava-
llada de ren lasnnunl i'tii.la .'in 1,0/rs. poi
cxecuc.au que u.uvoa misma fazeuda coo-
ira h irmtndade do sr. liom Jess dis do-
do bairro d/Boa-Vista avaliada de renda
annual em 7 2,000. rs. por execur;8o que
movea mesma fazenda contra Romfo Fran-
cisco Xavier; umi dita n. 53 na rus dos
G*rrtpei avahada por venda em 800,000
rs. porexecucSo qun movo a mesma lasen-
la contra Joo AHnnano Diasj uma dita
n. 8 na roa do S. Miguel de bairro do Ar-
rogado avallada de renda annunl em 36,000
rs. por execuco quo move a mesma ra-
senda contra os berdeiros do Antonio Xa-
vier da Silva ; uma dita n. 10 na mesma
ra a cima enomosmo bairro avahado de
roda anuual em 36,000 rs. por exrcucSo
que move a mesma fssenda contra o mesmo
cima ; uma dila dita n. 10 na travessa da
ra Relia avallada do renda annual etn
96,000 rs. por oxecuco que move a mesma
l'asenda contra Joanna Mara do Rozario;
uma dita de sobrado do dous anderos n. 71
na ra do padre Florianno avahada de ren-
da annual em 150,000 rs. porexecugilo que
movo a mesma fasendo contra Carlota Joa-
quiua MonisTavsrea ; urna dita de sobra-
do de um andar n. 28 na ra de Moras a-
valiada de renda annual cm 150,000 rs^por
execuc.loque move a mesma Inslida fu-
ir Jos Rodrigues dos Pasaos; uma dita
dita de tido n. 5 na roa do Cordioil do bai-
ro do Recite avahado por venda em 700a
rs. por exectigSo que movo a mesma lasen
da contra a viuva de Felippe Bandelra d'A-
zevedo; um sitio denominado Ciqui na
rreguesia da Vnrzia com casa du vivenda e
rvoras de rructos a vahado por venda em
400,000 rs. por execue/io da mesma Tasnda
contra Jos Duarte Rangel um dilo do tor-
ras propras no lugar de Santo Amaro com
bstanle arvores de difrerentes fructas, ca-
cimba, viveiro do pelxe, casa de vivenda
terrea de pedra e cal, cusmhafra.e um te-
llieiro que serve de estribara avahado por
venda em 5:000,000 rs. por execuco que
move a mesma fasenda contra KliasCoelho
Cintra uma escrava crila de nomo Jo-
anna de ida le 58 annos avahada em 100/
rs. por execuco que move a mesma fasen-
da contra Joo Jnaquim de Figuercdo : uma
dita de nome Juliana lambem crila de
idado 27 anuos, sadia do servico de casa e
ra avalada em 300,0000 rs. para execucSo
que move a mesma fasenda contra o mes-
mo acuna. ^^__^^^_^__
TheatrO de S-Izabel.
Espet'icuU ii/rio intervallado de danca.
SA11UADO, 24 OE MAIO UE 1851.
Subir scena a prlmeira representaco da
graude opera do inmortal Ilossini em3 actos
O BARBEIRO DF: SKVILHa.
Personagens.
Oconded'AlmavivaSr. FilippeTati.
Ooutor larlelo-Sr. Fredenco Tan.
Fgaro, barbero-Sr. Capurn.
Masillo, nirsiie de msica -Sr. hckerlin.
RosinaSenhora A. Candianl.
FiorelloSr. Silvestre.
Coros, cta., etc.
No Intervallo do primelro ao segunpo acto
as senhoras lladerna e Moreaux execntarao o
lindo passo a dous I
Inga das Podas.
Terminar o espetaculo com o ultimo acto
da opera.
Os bilheles vendidos para aa recitas que io-
r.-iiii iransferidas tero entrada ueste espela-
I) Sr. lrerterico T.itl, tendo-sc encarregado
da parle de I). Hartlo, c estando iiteiminen-
te fra da seu carcter, pede desculpa ao res-
peitavel publico se a sua execuco nao foi
completa.
Comecars 8 horas.
Os bilheles acham-se 4 venda no escrip-
lono ilo thealroj__________
Theatro Hablado, ti de maio de l88l,
Prlmeira repreaentaeq da companhia dra-
malica, sb a direceo do actor Francisco de
Salles GulinarSe ('unha.
Depois de uma escolhidaouyertiira.cxecula-
da em grande orchesla, subir scena o muito
applaudido drama
OSDOL'SBENEGAUOS.
O director nao se poupou a esforcos, ncm
despeas para que o espectculo v com toda
a pompa e brllbantismo que requer o autor; e
einpregari toda a diligencia paraque os inter-
vallol sej un curios.
i n,i 1.1i.i asoilo horasem ponto.
I'HKCOS.
Primeira'prdem, camarotes de frente 7,000
de lado C.000
Sequnda ordem, camarote de frente 7,000
de lado 0.000
Terreira ordem, camarotes 5,000
Platea 1.000
Os bilheles acbar-sc-hao i venda todos os
ilias no theatro.
O director lutando com todos os embaracos
de UUiaempresa nascente pede ao rcspeitavel
publico toda a proterco e indulgencia.
Segunda-leira, 26 de jumo lieettu extinoiliiini-ia de cuino
i- dunca em iniilciMlo eantor.
(AYO ECK.EUL1N.
Dividido em tres partes.
Frimiira porte.
Grande symphoniacxeculada pela orcheslra.
Aria del oruiani in l'ariggido maestro Mcr-
cadante, execulada pelo beucciado.
Grande lorcito da opera
LUCRECIA BORGIA.
executa lippo Tali, e Capurrl.
Passo a dous da
bllQUEZA D'ABGIL
i x'-i iii.i.lo por Madcmoisellc lladerna, c o
Sr. De-Veecjii.
Duetu da ojicra
PIRATA
executado pela Sra. Candiani, e o Sr. F'elppo
Tali.
Siuiini/ii pars.
Ouverlura pela orcheslra.
Duelo das
PISTOLAS,
executado pelos Srs. Capurri e Tali filho.
Aria da opera
OLINO PASQtiALE
execulada pelo Sr. Felippo Tali.
Terceto delle
sciarpk,
executado por Madeinoscllc Oaderna, Moreau
e oSr. Dc-Veech.
MODIMIA BHASILEIHA.
execulada pela Sra. Candiani.
Tcrceirn parle
Ouvertura pclaorcbestra.
I101.EKO HESI'ANIIOL,
por Mademoiseile lladerna.
Duelo da opera
MARINO FAM.1EUO
do maestro Donizicli, executado pelo Sr. Ca-
purri e o bcn lu.1,1 Jo.
Passo do
mi iBSsyaiaiifi
executado por .llademoiselle Moreau,
I-1 ii i li vii .1 o espectculo com o muito appliu-
dido teredo da opea.
^Tl JBOf3^V.,
do maestro Donlzzetti, executado pela'Sra. Can-
diani, e o Srs. Felippo Tati, e Consum Ca-
purrl.
Os bilhetes acbam-se a dsposi$aodo respei-
tavcl publico na casa do beneficiado, ra do
llterroda lloa-Vista n. 4, 3, andar e no da
do espectculo no escriptorio do theatro.
O beneficiado muito confia na generoiidade
do Ilustrado publico desta capital, ao qual pe-
de toda indulgencia e prolecclo.
Avisos martimos.
O brigue po.tuguez Oliveira,sahe para
a i Iba de S. Miguel no dia 25 do correnle, e
quem no mesmo pretender ainda carregar,
pode entender-se com Jle Tavares Cordel*
ro, na ra da Madre-de-I)eos, n. 36, at o
dia 22.
= Para o Aracaty sahe empreterivelmente-
no dia 28 do correnle o hiato Anglica : quem
n'clle quizer carregar ou r de passagem dirl-
ja-se a ra daCadela doBecife n. 49.
Para o Itio de Janeiro segu viagem
com hrevidadeopatarho nacional Curioto,
capitSo Jos da Cunha Jnior, por ter parte
da carga engajada : quem no mesmo quizer
carregar ou ir de passagem, pode enten-
der-se com o capitSo na Praca, ou com o
consignatario Luiz Jos de S Araujo, na
ra da Cruz n. 33.
__\ veileira escuna nacional Galante de
Mara, dever segnir para o Rio do Janei-
ro dentro em peucosdias, ainda pode re-
ceher alguma carga minda, passageiros e
escravos a frote, trata-se com Silva & Grilo,
na ra do Vigario n. 4, ou com o capitUo.
Para a Bahia.
Segu com brevidade por ter parte da
carga prompta o patacho nacional Con-
fia oca quem no mesmo quizer carregar
entenda-se com o capiluo na prega, ou
com os consignatarios Novaes & C, na ra
do Trapiche n. 34.
- Vende-se uma lancha nova, que pe-
ga de trinla a quarenla barricas, a a qual
se acha em perfeitissimo estado, bem co-
mo tres botes novos, ludo por preco com-
modo : na ra do Vigario, n. 11, primeiro
andar.
.- Para o Rio Grande do sul, com escala pelo
llio de Janeiro, segu viagem por estes dias o
patacho nacional Nilfis-roy, por ler a malor par-
te da carga prompta, e para resto e escravos a
(rete'- a tratar no escriptorio de Viuva Gaudi-
no & Fillios, ra da Cruz n. 66.
_ Para a lluliiu, sesneconi bre-
vidade a escuna nacional delaide, de prlmei-
ra marcha, forrada e encavhada de cobre,
por ter parte do carregamento: quem o res-
tante quizer carregar ou ir de passagem, quei,
ra dirigir-se a ra da Cadeia do Recifc n. uo-
loja do Sr. Vidal. _________
Leudes.
llenry E. Scott, capito da galera ame-
ricana Paieiline, viuda de Calo, carregada de
guano, com destino a allimore, e arribada
a esie porto, por forca maior, onde fol legal-
mente condemnada far leilo, por interven*
cao do correlor Oliveira, de uma poico de
dito carregamento de guano para pagar o res-
to das despezas neste porto: gexta-teira, 2d
do crreme, ao meio-dia em ponto, no ar-
inazem de Norbcrto J. J. Guedes, beira do
rio, por dclraz do sobrado de F. A. da Cunha,
cuja frente deita para a ra do Bruin.
-- O correlor Miguel Carnoiro, far leilo
no dia sabbado, 24 do correnle s dez horas
da manba, no seu armaiem, aa ra do Tra-
piche n. 40, de diversos trastes novos e ein
meio uso como tambem caudiciros, lanter-
nas, mangas de vldro, quadros relogios, es-
pingardas, pistolas selius ingleses e outros
inultos objectus que sero vendidos muito cm
coma.
O corretor Oliveira far leililo de gran-
de variedade de faiendas, que foram da es-
tllela luja de fazondas do l.uz & IrmSo I sb-
guniia-roira, 26 ilo crtente, s 10 horas da
mantiua, no seu armazem, ra da Cadeia.
Avisos diversos.
__O abixo assignado tem a honra de avisar
os seus freguezes, que comprou nlliinamente
o estabelecimenlo do Sr. Pedro Allain, situado
ua ra da Sansala Velha, n. .. .; e que l
acbaro, como d'anles, cavallos bons com-
prar, ou allugar. c boa estribara para tratar
os cavallos das pessoas que se dignarein de Ibe
confiar. Ilenru Ittliin.
= O Sr. Francisco Antonio da Silva da ra
do Rangel, queira mandar pagar a assignatu-
ra desie iario, e emqnanlo nao o fizer ver o
seu nome publicado em letlra redonda.
= Sr. Jos de Oliveira Campos, tem uma car
la na praca da Independencia, livraria ns. 6 e8.
= O abaixo assignado adverte ao publico
que ninguem faca irausacco alguma com o
Francez Pedro Alain relativamente aos bens
deste ; porquanto estando elle sujeito a um
processo criminal pelo juito da subdelegacia
da freguezia de San F'rei Pedro Coucalves em
consequencia de se ter furtivamente iotrodu-
zldo na casa do abaixo assignado, e deflorado
sua lilli.i menor Carolina Meyer, pelo que sen
do preso, se evadir, he claro que os bens do
referido Pedio Alain, pelo carcter de crimino-
so se uli.un especialmente bypnthecados des-
de o momento do crime para a completa satis-
fago do damno causado, seguudo a expressa
disposico do artigo 27 do cdigo penal. E pa-
r que alguem, pela ignorancia dn. facto e do
direlto se nao comprometa cal alguma tran-
saeco Ilegal e de pura pona, por isso se fai o
presente annuncio. =Jonhann Jodekim Ueyer.
= No dia 22 do corren.te, de inanhasedo,
ausenlou-se da casa da ra do Vigario n. 10,
tcrcelru andar, urna mulata de nome Raymun-
da, estatura alta grossa do cojpo, cabellos
compidos a nazarena, beicos grossos e com
um i.illio no de cima, tez regular: levou brin-
cos de ouro pequeos, deiabacinlia, urna vol-
ta de cordodourada, nina dita decontas azues,
tres vestidos de chita roxa, sendo dous novos
e um usado ; urna camisa de madapoln ainda
por coser, 2 lencos de pescoco, sendo l de seda
e outro de algodao: foi visla sahir com um
lenco pela cabc(a a moda das lavaileiras, c le-
vando o,ilii-;a a trouxa da roupa meocionada,
Esta mulata pertenceu ltimamente a Sra. viu-
va de Antonio Francisco dos .-.mi.,- Hraga. Ro-
ga-se as autoridades policiaes e capites de
campo que a facain apprchender e conduilr a
casa cima mencionada, aonde se prometi
boa gratilicaco caso se exija.
No engenho do Meio Ua Varzea, proprie-
dade de Francisco Cordeiro Paes de Andrade,
appareceu um escravo de nome Joaquim, pro-
curando-o para o comprar ; seu senhur, que el-
le diz inorar no Riacho da Onca, do Bonito,
querendo vende-lu appareca para tratar quan-
to antes, deste negocio, pois o sobreditoseuo
responsabilisa pelo referido escravo.
Q Escrivo da itmandade do
Divino Espirito Santo, faz sciente aos irmos.
que domingo 25 docorrent? mes, pelas 8 ho-
ras da manha, dovem se ach ir reunidos, em
mesa geral para o fim de elegerem a nova me-
sa, que tem de reger a mesma iriuandade no
auno de 1851 a iHM.
AO PUBLICO.
Havendo o Sr. Jos Antonio Alves de
rito em 28 de outubto de 1810 aceitado uma
letra a favor da casi dos abaixo assignados,
daquantia de 3l8,000 rs. levando esta letra
rom sigo depois nos a entregou com o endosse
do Sr. Polycarpo Jos Layme chegado porin
o dia do seu vencimento e nao sendo paga se.
guio-se o aponlamento etc., e respondendo o
Sr. Polycarpo a caria do protesto dlsse que tal
letra nao havla Indossado, nao obstante oque
tlnha dito a alguem antes do vencimento des.
ta letra, alelra estopara se vencer e o Jos
Antonio Alves de llrito nao pode pagar e nem
eu a pago porque neg a firma, e isto Qj o mes-
mo que apresenta no Diario n. 31 e 35 de 12 e 13
de selembro de 1847, os' annunclos abaixo
transcriptos constando ao abaixo assignado,
que algumas pessoas, ou por mal entencio-
nadas. ou por inimisade gratuita, pertendem
deprimir o seu crdito, por motivo do apare-
cmento de uma letra de 318,000 rs. a celta por
Jos Antonio Alves de /frito, e ndosiada com
a firma, anda que mal Imitada, do abaixo as-
signado ; declara para salisfacao ao publico
que deixou de pagar a referida letra por queas-
sim o devia fazer, visto que a firma do indos-
so nao foi feita por seu punho; as pessoas que
quiserem eselarecer-se a tal respeito, dirija-se
a ra da Cadeia Velha n. 6 primeiro andar,
queseapresentarao documentos que compro-
vem a verassidade do expendido.=P. /. L.
O annuncio incerto no liurio de hontem nao
seentende com o Sr. Jos Antonio Alves de
Brito ncm to pouco com os sacadores da dita
letra, poisosjjulgo incapasesde similhaote per-
fidia. Policarpo Jos Layme. Agora quem,
nao rnnhecer que sto appresse como mao de
gato? Inda que osen fim, segundo abaixo se
prov com o termo de exame ; he por cami-
nho de rato; que diz Sr. Polycarpo? Vamos
adlante, entao quem preclsava ser o e.nte-
readono emdosse? o vigario do Llinoeiror
Responde sto Sr. Polycarpo. Bem; foi o
Sr. Polycarpo citado e posta acao aprezentou o
embargos (Molotes. -- Por embargos de fal-
cidade diz Polycarpo Jos Layme contra Mo-
reira & Duarte. F. S. C. -P. de mandarem os
embargados ao embargante pela letra por st
adiar escripto noverso della o nome do em-
bargante mas P. que esta acao, nao pode
nem deve proceder, porque aquella firma,
nao foi escripia pelo embargante nem della
teve selencia, se nao quando foi avisado pelo
escrivo dos protesto ao qual responden como
se v as fl --P- que sendo a firma do embar-
gante falca nenhuma aco tem os embargantes
contra elle requeremos pois sejao, nomeados
peritos para procederem a exame na dita fir-
ma, para conhecimento da verdade. Neste
lermos-P. que os presentes embargos devem
ser recibidos e julgados provados para eftcito
o ulear-se emprocedentes, acao proposta, ab-
solvido o embargante, condenados os embar-
gante nos custa e mais pronunciares de di-
relie, F. P.-E. C.-P, R. C. J P. P. N. A.
Advogado.'assim mandou o juiz que se proce-
desseoexame requerido.
Ael do exame.
Anno do Nascimento etc., etc., etc., de 1851
etc etc ele aos iS de maio etc., etc., etc.,
nesta cidade do Recife na ca.a da residencia
do Dr. juiz municipal suplente da 2. vara e
do comercio J.R. da Costa Menezes aonde eu
escrivo vem etc., etc.. etc., os quaes tabaliaes
em virlude da dita determlnacao de baixo do
juatainento de seus offlcios bem e verdadei-
ramento promelero comnrir.
E logo passaro a proceder o referido exame
de bem terem examinado declararao que a
firma examinada paresse ser do proprio Po-
lycarpo Jos Layme, visto ser similbante as da
quatro letras que foro apresentado pelo pro-
curador do Rlo;porem que O. I. da palavra
Jos est vlsivelmenle viciado, porque inda
se percebem traeos do I. de que usa o dito Po-
lycarpo as firmas que foro aposentadas ;e
logo pelo procurador do Rio foi requerido
que os tabelies declarassem se a letra P. da
firma da letra examinada combina com as
mesmas letras da firma apresentada da pro-
curaco bem como, o-que-do nome Polycarpo.
Oqueouvido pelo dito juis houve o i-oqiioimu n-
to por deferido: e os tabaliaes declararam que
essa letra P. da letra examinado de fere multo
das mesmas letras das formas apresentadas e
da procuraco, c da mesma forma defere
Y. de Polycarpo porque lodos os mais P. P.
Sao singelos ou lancados sendo o da lorma exa-
minado de 2 voltas e que o L. da letra e for-
ma exeminada he Y digo he vogal e das mais
firmas he grego. E logo pelo o advogado dos
auctores foi requerido que os tabelies de cla-
rassem se a exccpfo do P. e do -e- da palavra
Polycardo as que declararao deferenca todas as
mais letras nao s dobrada como slngela sao
ou nao simlhante a firma reputados verda-
deras com as quaes se conipararo a firma
da letra exeminada; o que ouvido pelo dito
juiz houve o requerimento por deferido e pelo
tabaliaes, foi declarado que quanto toda as
mais letra nao s singela como dobrados sao
mii-ir imi-oii- simillianles as das firmas com ai
das firmas com as que se cainpararo a letra
examinada e que sao reputada verdadeiras_ a-
excpeco smenle da letra I. do nome Jos a-
respeito da qual j declararao o seu juizo,
etc., etc., etc., escrivo Cunha, Costa Menexes-
.Wii'.i/ Antonio Coelho de Oliecira, Costa Montei-
ro, Itntis e Silva, Joaquim Albuquerque Mello. Ad-
verlc-se ,u Srs. leitores que o 1. de que osa
oSr. Polycarpo quaudo se asigna, he princi-
piado como tal e cabado como 1 e fora das fir-
mas usa do J. como he publico ; e o que
se v he, que com este cobrio aquclle.com
tanto, que afirma ficasse duvidosa por nao ser
este o I. com que usa firmar-so ; o mesmo que
fez com o P. do nome Polycarpo que usando
faze-lo de urna s vez fez nesta firma pri-
meramente um S. c depois cobrio a este cora
urna capa como tambem o. i. que se acha feito
desta forma sendo o do seu uso desta outra I
Oh Ceos I quem se atrever o faier um Y. de ses?
S o Sr. Polycarpo! O caso be, que todas as
mais letra se Ihe pode fui tar, menos o defi-
cil P. e Y! com quaut o o carcterdestes cora
defrente forma, he o mesmo das verdadeiras
como o ino-.ir.-i o principio das asilas de qual-
quer deste P. P. Acto da contricao, Sr. Poly-
carpo venhaj e j pagar, pois se continuar
em questo, a cabada a civil, teremos outra
crime, que llie poderemos despensador, cujo
contra a vontade do nosso procurador, cojo
nome, e titulo ver na colima do Diario n. 34,
onde Vine, teve a honra de nos comprlmentar
com a mao de gato... Seu assignante.
Monira & uarle.
Lotera da matriz da Boa Vista.
andamento das rodas he no
dia j annunciado i de junho vin-
douro s 8 horas da maniSa no
consistorio da mesma matriz, e o
restante dos bilhetes est venda
nos lugares do costume.
Precisa-se de um caixeiro: na ra
Nova n. 38.
Precisa-se de oito contos do rs. a ju-
ros, tobre bypoiheca em um engenho, dis-
tante desta praga seis legoas : a fallar no
Pateo do Carmo, venda n. 1.
OSr. Luiz Antonio Annes Jacome, hi-
ja de ter a bondado de apparecer na luja da
ra do Passeio n. 9TJ para negocio de seu
interesse.
_ Aluga se o sitio e casa de sobrado da ra
lu s .lio, onde eslava morando o Sr. aligue!
Caiucito ; a tratar na ra do Crespo n. 11.


X*
. -.....
v,
ff^ Sorvctes.
Na casa do bom gosto em sorvetes, Can-
to do Largo do Terco, ra das Agoaa Ver-
dos, lem excellenles commodo para ra-
millas, e todos os din tem sorvetes das 5
di tarde al as 9 da noite ; nos domingos
o das santos de guarda, tem excedente
leite creme das tt do dia s 2 da tarde, e
continua com os outros sorvetes como
cima fica dllo, o dono deate estabelleci-
mento espera na bondado dos seus patri-
cios pernambucanos, e dn todos quanto ha-
l'itam nesta bella provincia, hajam de con-
correrem o dito estabellecimento, noqual
serflo servidos com promptido.
Desde o dia 2 de maio $
do corrente, o Sr. Antonio ;
Pedro Rodrigues Gima- &
\ rSes, deixou desermeu ca-
g xeiro, e no estcu mais res- .*
poDsavel por conta alguma fj
^ por elle contratada em nome S
' do abaixo assignado vista 1
; do sal .'o de contas que me f
fpassou. Joo Ozorio de \
Castro Maciel Monteiro.
i
m.
A venda da ra do Pilar, n. 88, que
girava debaixo di firma du Dulia & C, fi-
ca de hoje em dinle girando sobie a de
Anlonio Jacintho [de Medeiros Outra, o
qual fica obrigado o passivo e activo da
mesma.
Joaqulm Copes de Almeida, declara que
se acha pago e satiffelto da leltra que .-i muni-
cin ter perdido, nos Dan'oi n. 197, 108 e 110,
da quantia de 1:911.728 rs. saccada pelos Srs.
Crabrett t C. com o n. 1658, acceita pelo A'r.
Lniz Antonio de Siqueira. sob o n. 1058, e des-
contada no cambio debaiio do n. 2372, cuja
lctlra fie pelo presente sem vigor algum ; e
3111-ni a tiver achado querendo restituir o po-
er faier na casa do auuuciante na ra da
Cruz n. (>3 segundo andar.
#t tnmm ####
J Cnsul torio central lioniceo- m
J putlilco f) Dirigido pelo Dr. S. O. L. Pinho, *
0 llua do Trapiche Novo n. 15.
fj) Todos osdias uteis sedaran con- *
a> sullas e remedios de graca aos po- -
y bres, desde pela manliiia at as duas 4
t; horas da tarde. "4
# As correspondencias e informacOes ($
f> poderao ser dirigidas verbalmente, |
f> ou por escripto, devendo o doenle %
%s indicar : primeiro, o nome, a idade,
%i estado, profissSo e constituicSo ; te- 4
fc gando, as molestias, quetemlido, e 4
t os remedios lomados ; terceir, a po- )
a) ca do apparecimento da molestia ac- v
#> tual, edescripcSo minuciosa dossig- $
. naesousymploma que soiTre. 4
4) fr. Sabino Olegario I.udgero Pinho. *
Chocolate de ssude e medicamen
toso.
De todas as substancias ellmentares, qne,
sendo eai seu principio consideradas como
cousas de luso, tornain-sc pelo tc-mpo adian-
tc de um uso geral, o chocolate pode,sem con-
tradicho, oceupar o primeiro lugar.
I lli i ti v.mii iiti-, quanlas pessoas nao vemos
Bs preferir hoje ao uso do quelite cafe, o uso
do i lu. oale, c nisto seguir a opinio dos m-
dicos mais celebrrs, que, de coinmum accor-
do sobre suas preciosas qualidades, o indicam
como um dos nossos melbores estomticos a-
quellas pessoas cuja saude he dbil e delica-
da !.. Prescrevem-no aos seus doeutes, acon-
selham-no aos velhos, e o recomincndam as
mala de familia para seus filhos. Em nina pa-
lavra, o consumo verdadeiraiiieule extraordi-
nario que todas as ciaste* da sociedade faiem
deste alimento, he o mais bello elogio que nos
un- podemos faztr.
Chegou um novosortimcnlo deste chocola-
te, j bem conhecido por muilas pessoas que
tem feito uso delle, e alm dete sortimenlo
para o uso diario ebegou mais um outro for-
tnenlo de chocolate medicinal, sendo o de
Musgo, Salcpo-Ferro, Arela, muilo recom-
inendado para as molestias do peilo, vende-se
na rus da Cadeia do Recife n. 25, defroute do
ijecco Largo.
I'iuilo Gnlsnonx, dentista
fi-anccz.ofltereee seu prest-
mono publico para lodosos
W uiisteres de sna proflssao : W
'? pode ser procurado a pial- $
quer hora em sua casa, na .
d ra larg:a do Hozarlo, u. 36, #
# scguiulo andar. ,
Furtaram da cabeca de um moleque um
rinbi ullio, que conlinh um corle de vestido
de seda, com quad. os encarnados, que levava
para o Monteiro : quem o achou ou delle ti-
ver noticias, leve-o a casa do niajor Villela
na ra larga do Itoiario, que ser recompen-
sado.
Urna pesssoa, que sejulga habilitada
por ter os precisos conhecinientos, olTe-
rece-se para promptilicar qualquer escrip-
tura(9o commercial: quem do seu pres-
t mo se quizerutilisar, dirija-sea ra Bel-
la n, 36; ceitodeque, a escripturac.lo se-
r feila com mulla limpeza, e por mdico
preco, e em casa do annuncianle.
Arrendam-se os engenhos, Ginipapo
e Goiabeira, sendo o primeiro o'agoa e
com propor(0es para sufrejar quatro mil
pSea, conlendo urna destilscSo montada
em ponto grande, e vende toda agoarden-
to porta : o seguudo na freguezia doS.
Amaro do JaboatSo com capacidade de
safrejar dous milpfles: a fallar com seu
proprietario no mesmo engenho Genipapo,
o sul da cidade da Viclosia, ou na ra do
Crespo loja do Sr. Ramos.
9 Artista.
Jos Anacido, dentista, c sangrador
| bom conhecido estabeleceu loja de
Jgf barbeiro no largo dos ()uatro Cantos
2 junto i igreja do Rosario casa terrea
g n. 7 baitro deS.Ant.' onde o respeila-
W vel publico o achara prompto a qual-
* quer hora do dia para exercercoinde-
<4) licadesa as l'uncces de sua arte.
* Sumi que de seu presumo se quet-
ra utilisar. Elle tira bem dentes, cal-
W ca bem os turados, separa perfeita-
*; lmente os dentes da frente. Sangra
% e applica muilo bem venioas sarja-
das e >eccas, lano na sua loja como
(* fora dclla mandando se-lhe Indi-
4 cacao certa do lugar com o uumcio
4) da casa e o nomo ua pessoa
Chapeos de sol.
Ra doPasseio.il. 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
(ortimento destes objectos de todas as co-
rea e qualidades, lauto de seda como de
panninho, por precos commodos ; ditos pa-
ra senhora, de bom gosto: estes chapeos
silo feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas frnjasele retroz. Na mesma
casa se acha igual sortimento de sodas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
muc/ies servidas : todas estas fazendavne s
dem-se em por$5o e a retalho : tambem se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
nasleas de ferro como do baleia, assim como
umbelas de igrejas: ludo por preco com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de seda, pro-
prios para feitores de engenho, por seren
os mais fortes que se podem fabricar.
Commoflidaile para curativo dos
futraron.
0 Dr. Pedro de Athayde I.obo Moscoso
recebe escravos, para tratar, em urna casa
na Soledade, qne tem para isso destinado.
Os precos silo os seguintes : 2,000 rs. dia-
rios por os que padecerem de molestias in-
ternas, e 1,500 rs. por os de molestias vul-
garmente chamadas externas. Os doentes
serfio fornecidoa de todos os objectos ne-
cesaarios para seu curativo. Oannunciante
se obriga a curar quaesquer ulceras por
mais inveteradas que sejam, n5o havendo
grande perda de substancia, subjeitando-se
ao onus de s receber a terca parte do esti-
pendio no caso de que no se consiga o cu-
rativo. Tambem subjeita-se a condigno de
nada receber se os escravos morrerem, e no
caso de escaparem pBgar-se-lhe o que se
convencionar antes. NSo recebe por preco
algum doente, que no olTereQa probabili-
dade de curar-se. Compra tambem escra-
vos doentes e curaveis, sendo por preco
commodo. Logo que o numero dos doen-
tes seja sufllciente para cobrir as despezas,
se fara urna diminuiQflo nos presos diarios.
Precisa-se de um feitor para urna ola-
ria, perto desta praca, que enlenda perfei-
tamente daquella arte, e que se ajuste a
dormir as noutes do cozmento do mate-
rial, junto ao fumo, e que no tenha praca,
para Ihe n8o servir de pretexto: aquelle que
se achar neslas circunstancias e aliancar
sua conducta, dirija-se a ra larga do Ro-
zarlo n. 18, que achar com quem tratar.
Na mesma casa cima precisa-se de um ou
dous bomens, que saib3o plantar capim e
trularde urna piquena planta, pagando-seo
que se convencionar por mez ou por
semana.
- Precisa-se fallar a negocio de inte-
resad com os Iterdoiros de Francisco Cor-
reia de Quadros, natural da IIlia Graciosa,
e que foi feitor da mina do ouro: fallecido
nesta cidade, segundo consta, ha sete ali-
os. A qualquer dos mesmos herdeiros, ou
pessoa que delles saiba pede-se queira
dirigir-se casan. 6 defronte do trapiche
novo, ou annuticiar sua morada paia ser
procurado.
Koubo.
As 7 horas da noite do dia 27 do passado
fabril 7 foi roubada a loja de ourives da
praca da independencia n. 25, de Manoel An-
tonio dos Pasaos Oliveira, consitlindo O rou-
ho as obras de ouro abmo declaradas : a
pessoa que descolirir o roubo, ou der noti-
cias certas, S'' prometi a gratificado de
200,000 rs. a saber : 7 voltas de armagilo
para senhora, 12 pares de brincos gran el
de armado, 8 ditos de ditos pequeos de
.lita, 20 i'.itos de ditos Je dilTeruiites gos-
t s, 16 allinetes de armaeo, 6 pares de
brincos pequeos francezts, urna iore.no
de arbolas cortadas, urna dita de ditas li-
Baa, 1 habito de Christu, 1 diloda ordem de
Aviz, 1 corrente de relogio, 14 transelins,
una porcSo de palmos de i or.i.ni, 30 aunis
de (litl'erentes gostos, tres pulseiras ,
urna |ii)ii,'.ni de rozelas, urna dita de solita-
rias, urna cora grande, una bandeira, urna
porf5o de solitaria para dedos, una dita
de ligas de uuro e urna dita de ditas de uni-
corue.
INSTRUCgVO PRIMARIA.
0 abaixo assignado, tendo recebado do res-
peilavrl publico benvolo acolhimento, vilo
como j muilos paes de familia lbc tem co-
fiado seus filhos, convencidos da nianeir
conscienciosa por que o annuncianle tem dc-
sempeuhado as obriga(des que se compro,
metiera na direcfo de sua aula particular
na ra do Mondego n. 44, rende por este meio
um publico agradecimentoaquellcs quenclle
tem depositado sua conlian(a em assiimpto
tio delicado como seja a primeira educaco de
seus lilhos. O annuuciante julga dever ainda
solicitar a conlian;a das pessoas moradoras
fura da praca, para quem foi especialmente
creado o teu estabclecinienlo. L em verda-
de, he gerahnenle reconhecido, que muitos
paes moradores lora da praca deixam de dar a
educacao precisa a seus lilhos, ou o fazein com
grandes sacrificios e difficuldades, em raso
de faltarcm aulas ou collegios, onde pos-
saui colloca-los, por tal modo dirigidos que
descansen! inteiramenle, nao so respeito do
Iratamento e disvellos, como respeito do de-
senvolvimento intelectual e moral era por-
tante de palpitante uecetsidade a crea(o de
um eslabcleciiiieuto que reunisse todas aquel-
las condi(es e foi com essas vistas que o au-
nunciaute estabeleceu a sua escola no lugar
indicado. Os pensionistas, que Ihe forem con-
fiado, acbaro estabelecimcnto do annun-
ciaute lodos os eleineulos necessarlos ao
bom descnvolviinenlo pbisico, intelectual
e moral. Habitacao sadia, com as acoin-
moda(0es necessarias, e todos os cuidados
que um pai pode dispensar seus lilhos.
.ilustres cscolbidos de graiumatica latina, fran-
ceza, msica vocal e instrumental ; se encar-
regaro de aperfci(oar a intelligencia dos
alumnos, euiquanio o annuncianle derigir
especialmente as primeiras lettras, nao pou-
paudo i'sl'ur\-os paia adianlar ot seus disc-
pulos ; emfiu a moral e a religio sero cul-
tivadas, como coiivem i quem sub e ludo quer
formar bona cidadoa. A nica recoineuda-
;ao plausivel este respeito e um exatne ocu-
lar, e para este fin o annuncianle convida i
todos os paes de familia que d'antemo quize-
rein cerlilicar-se da rcalisaco das promessas
do annuncianle, para que se dinj.nn a sua aula
e abi examinem por si mesmos a ordem e re-
gularidade dos trabalhos, e as inais condi[es
que ii. .un euuiueradas.
U annuncianle espera continuar merecer o
favor e confiaba do publico.
t'ranciico de Salee d'Albuquerque.
Aluga-se um sitio as immediajes do
Recife, que nao seja mais de una legua de
distancia, que ten lia boas proporces para
criar vacas deleite, com pasto sullicu-ute tau-
lo de verao como de invern ; quem ilver e
quizer alugar dirija-se ra das Larangeiras
a. i3, primeiro andar.
(jiit-ui tiver um uioleque fiel e capaz
de servir a um nuuiein solleiro, e o queira
alugar: anuuncio,
Precisa-se de amas do loi'o para a ca-
sa dos expostnu.
AVISO AO PUBLICO.
0 abaixo assignado d.-ixou de ser corres-
pondente do Sr. Dr. Pedro Rizerra Pereira
deAraujo Beltr.to e ds Sra. I) l/abel Bar-
hoza Rodrigues Machado Freir, desde o dia
20 de mi o corrento de 1861. l'raneieco
Jos Arantei.
0 Sr. Francisco Jos Arantes deixou
de ser procurador e gerente da minha oda
casa de minha tia f). Izabel Rarhnza: as pes-
soas, porem que tiverem negocios que nos
ifigam respeito, dirijam-se ao segundo an-
dar da casa n. l,,da na do Aragilo, aondn
acharSo com quem tratar. Pedro Biterra
Pereira de Araujo Beltro,
Precisa-se de uro homem que queira
ser criado, fra da praca oito lego, se in-
cumbindo elle do todo trato e zelo da cava-
laricia, sendo boa pessoa e dando conheci-
mento a sua conducta : pode dirigir-se ao
Aterro da Boa-Vista, loja n, 72, que se dir
quem pretende.
Desapparecpu de bordo do patacho No-
no Temerario, no da 20 de maio corrente, o
escravo marinheiro de nome Alfonso, ere-
nulo da Bahia, idade 26 annos, pnuco mais
ou menos, estatura regular, cor fula e ma-
gro, levou carniza ecalsa bstanle alcntro-
ada, e urna sinta encarnada e honet chato
inglez: rogase a captura il.i mesmo, o qual
se er prezista nos arredores deata cida.lo,
porque costuma embriagar-se,e quem o le-
var a bordo do dito patacho, ou a ra da
Cadeia n. 39, escriptorio dn Amorim IrmSos,
que receber* boa gratifiec3o.
O lente coronel Ferreir, comman-
dante do batalhiio 8 de cacadores, tendo
de retirar-se para a corte, vende tres caval-
los de seu andar, os quaes se acham em sua
casa : na ra Formoza n. 11.
O abaixo assignado, faz ver a Francisco
Leite de Azevedo, morador em Caruir, que
procure o dinheiro de garrotes, que vendeu
no engenho Cabrunema, que se acha promp-
to desde odia dovencimento da leltra.
Jos de Inojota Yarejao.
O Sr. Francisco Feliciano Rodrignes
Sete, tenha a bondade de diriglr-se, a ra
da Cruz n. 43, a negocio.
Precisa-se de nm moleque e de urna
negra, para fazerem o serviQo de urna casa
franceza : na ra do Trspiche Novo n. 22.
Quem tiver urna casa, que nSo seja
Brande, nos lugares seguintes: Poco da
Panell, Manguinho e Monteiro, que a quei-
ra vender : dirija-se a freguezia de S. Jos
defroute da praca da familia n. 3, parase
tratar do ajuste,
O Sr. Jos F.uzebio Alves da Silva, tem
urna carta, na ra do Vigario n. 19, segun-
do andar.
O abaixo assignado conslando-lhe
um poueo tarde, que se leam orounailo o*
prelos com a sua pessoa, os caixeiros da
sua casa de commercio ; declara ao publi-
co, que tanta parte teve nos ataques, como
nas defezas: que no julganio nenhum dos
autores dos artigns sobre assumptos taes
consulta-lo, uenliuma responsabilidade mo
ral Ib.' pode caber pelosdoestos que se teem
trocado. -- Joaquim Jos t'ei reir.
O Sr. Manuel j".n|iiim de Albuquerque
e suas irmles. filhos do fiJI-'eido J.iaquim
Soares dn Albuquerque, millo do finado pa
dre Francisco Soares de Albuquerque, silo
convidados pelo presente a oomparecerem
na casa do advoga.io Jos Valle! de Curva-
re, ii'-la nini.'iiii do mesmo hilado, na ci-
dade de Olinda, sobrado defionle da igre-
ja de S. Pedro Apostlo, para liatirein a-
rerca do legado que Ihe foi deixado, no tes-
lamento do dito seu lio.
- Quem precisar de um cai-Xeiro, pa-
ra casa ingleza ou franceza, dirija-se a ra
du Queiri alo loja n. 2.
Offerece-so una mulhir branca, pa-
ra tomar conta do urna casa de lioinem sol-
t i ro : a Irator no Becco do Abreu n. X, pri-
meiro andar.
-- No armazem n. 5, na ra do Caes da
Alfandega vende-se excelentes batatas
novas.
-- Boga-se aoSr. A. M. C. S., queira di-
rigir-se a loja de seleiro, da ra da Cadeia
do Becife n. 36, ultimar o utgoiio que no
ignora.
-- Toma-se 3:200,000 rs. a premio de um
e meio por cento, pagando-se lodos os me-
zes os juros, com seguranca em propieda-
des nesta praca quem quizer, aununcie pa-
ra ser procurado.
Pede-se alllm*. Sr'. I). Cicilii Joaqui
na Monteiro da Costa, de declarar sua resi-
dencia, para ser procurada a negocio de seu
inloresse, ou mandar, na ra do Trapiche
n. 34.
No palio da Bibeira, sobrado n.19, pre-
cisa-ge de urna ama de leite, forra ou
captiva.
Aluga-se urna negra quecozinhe e en-
gomrne, para casa de pouca familia: na ra
de Hurtas n. 88, se dir quem precisa.
OfTcrece-so um rapaz para calxelro de
venda, do que tem bstanle pratica : quem
pretender, annuncie.
Joanna Francisca de Menezes faz pu-
blico, que nSo tem dado procurares bas-
tantes* ninguem e nem as dar, e por isso
qualquer que apparc;a em seu nome be fal-
sa, pois os negocios da annunciaute por el-
la em pessoa teem sido e h3o de ser tra-
tados.
Quem precisar de urna ama com bom
leite : dirija-se a ra do Bozarie da Boa-
Vista n. 45, que achara com quem tratar.
Precisa-sede una ama forra ou capti-
va, para casa de pouea familia, em casi do
Sr. Pradioes, cutileiro : na ra Nova n. 36,
defronte da igreja da CouceicSo dos mi-
litares,
O Sr. Jos Cardozo de Souza, lera i
bondade deapparecer, na ra do Vigario n
3, onde o mesmo Sr. alugou a sua escrava
Mariana, para receber osalugueis da mes-
ma e a mencionada escrava, por nSo se ter
mais precisSo de seus servaos.
Gratifica-se bem a quem der noticia,
ou levara casa de Manuel Antonio Goncal-
ves, na ra doCabuga n. 3, loja de ouri-
ves, um porco do malo, multo manso nde
um tamauho regular, que da mesma casa
fugio ua noute do da 20 do corrente, to-
mando o destino da ra Nova, aonde fui
vislo na mesma noule.
Precisa-se de urna sala e de um quir-
to, em um primeiro andar de um sobrado,
em ra publica, sendo na freguezia de S.
Antonio : quem tiver, anuuncie.
Precisa-ae alugar urna preta, que sai-
ba coziuhar engummar eemsaboar: no
atierro da Boa-Vista, sobrado n. 6, segundo
audar.
Precisa-se do um ama para todo o
sorvico do urna casa de familia, e que seja
bem conduzidae fiel; preferindo-se se for
escrava: quo.n estiver neslas circunstan-
cias annnncie, ou dirija-se 'ao Atierro da
Boa Vista, sobrado n. 5
Precisa-se alugar um bom andar quo
r d mua i
mesmo casa terrea, pormqTie tenha bom
seja fresco, em qualquer doioairros, ou
a ___________4aX^ 1 .. t. n Im r*%
quintal e cacimba : no Hospicio at S. A-
maro ; o aluguol no exceda de quatro
centos mil rs., na na da Cruz n. 2.
A pessoa que annunciou querer com-
prar urna boa casa de campo i baira dorio
com baixa de capim, e mais algum ter-
reno para outras plantacOJ, P<> lo dirigir-
se ra de S. Amaro, n. 16, quo ahi a-
cliar quem Ihe d as informacOes necea-
arrias.
Quem tiver para vender um moleque
creoulo, de idade de 8 a 10 annos, e que nao
seja fujio, dirija-se a esta typographia a fallar
om Joo Carlos Marinho Pautares.
F.m a noute de C para 7 de mar(o prximo
pateado, dcsappareceo a escrava Luisa, creou-
la, de 27 anuos, bem parecida, rosto redondo,
olhns grandes, quaudii falla entorta um pou-
co a boca para o lado direito, tem o cabello
decarapinha, a voz limito branda, cor fulla;
cozinha bem e entotuma alguma cousa ; he
natural da Parahyba: quem a pegar queira
ri.n.lii/i-l i ra do Collegio, D. l, quesera
generosamente recompensado.
- Pelas oito lloras da noite do dia 22 de
abril, passado, deSipptreceil do sitio de
Mondego, casa de um audar, ao p da quo
esl estabelecida a fabrica de rape Meurom,
um preto de nacSo Costa, estatura regular,
com talhns r,o rosto ; levou calcaa azues e
sem carniza : quem o pegar e levar a dita
casa, ou a Magdalena, litio de Jos Autunio
Basto, sera bem recompensado.
Itoga-se ao Sr. Dr. Honorio Fiel de
Sigmariuga do Vascurado, que se acha ho-
je advogando en Goianna, que mande pa-
;;ar a sua leltra que se acha venc la a au-
no e meio, o qual nSo ignora aonde :
em quinto o nilo lizer ha de ser lemhiado.
Precisa-se de urna ama para engommar
e coziuhar com perfeicao, para casa de um
homem solteiro : quem quizer annuncie para
ser procurado.
Quer-se um capcllao para o engenho
Pintos, silo ua freguezia de Santo A ni.no Ja-
boato, que queira ser lainliein lavrador do
mesmo engenho : a tratar na ra Uireita
n. 181.
Precisa-se de um bom forneiro : airas
da matriz da Bna-Vista n. 22.
Precisa-se de mu feitor para traballiar em
um silio peilo da praca : quem se achar nes-
las circunstancias, poder dirijir-se ao pri-
meiro silio, indo para a Soledade, defronte ao
ferreiro, que la encontrar com quem tratar.
-- Precisa-se de urna criada porlugueza, que
seja bem conduzida, para una casa estrau-
geira de pouca familia : quem estiver nestas
circiimstaucias, dirija-se a ra do Vigario nu-
mero 3.
Desapparcccu do Atierro da Boa Vista ca-
sa n. 43, um cao da Terra Nova, grande bas-
tante, o corpo quasi todo preto, urna coleira
branca no pescofo, poini sendo natural, o
inesmo se nota no peilo que he todo brauco :
quem o pegar poder leva-lo a dita casa que
ser recompensado.
-Manoel Francisco P.ibeiro, morador
nesta praga, embarca para fra da provin-
cia a seu esciavo crioulo de nomo Grego-
rio
Madama Augusta Candan!, retirase des-
la provincia para o Rio de Janeiro, levando
mi sua couipaiihia os seus escravos, l'edro e
Im Iiiiii, Africanos, Luia, Claudina e Lucre-
cia,com nina filha, crioulas, Fellainlndae Pau-
la pardas.
-- Cajo Eckerlin, cldadSo frnncez, relira-sc
desta provincia, para o llio de Janeiro.
Madama Papn, subdita franceza re-
ttra-in pan Franca
-- Theresa Paes Cortez, viuva do major An
Ionio Paes <:ort?z, roga a todas as pessoas que
Ihe cstao devendo, que liajam d'embolcar a
iiimi ni i ni ir o mais breve possivel, alien de
nao ser preciso lanfar ma i dos meios judl-
ciaes; para cujo liui Icuham a boudade de
diilgir-se ra do Hospicio, casa sem numero,
contigua a do Sr. Luiz da Vciga Pessoa, que
lica em frente da do lllm. Sr dezembargadof
rliiii' de polica Figueira de Millo.
Precisa-se de una ama de leite, que seja
nova; tratar na la da Cfui n. 19, ou na
Estancia n. 10, ou atinuncic para ser procu-
rada.
i'nslollai-ia Italiana.
Caduh" Irmaos abrirfto na ra da Cadeia
de Santo Anlonio, domingo J.i do correte,
um est.lieW cimento onde se encontrar todas
as diversidades de caldas e doces ; bem como
pastis, ainendoas cobertas, tortas, '.te. t)s
mesmos se encninbcni de apromptar bandei-
jass de doces para cha, e ludo com muilo
aceio e promptido e por pre^o couiinodo.
-- Ignacio Im' de tirito Taborda, declara
que esta pago do que o Sr. Constantino Ma-
galhcs da Silva l.eilao licou a dever ao tinado
seu anl< cessor, Jos Joaijuim de Kreitas Gui-
inares, c por isso retira desta lblha o aviso
que a rcipeito do mesmo Sr. havia fcito.
__O Seuhor que aunuciou querer comprar
nina coiumoda, tenha a bondade dedirigir-sc
ra do Crespo n. 4, loja.
l'iu rapaz brasileiro, de boa conducta,
de 14 a 15 annos, ollcresse-se para caixeiro
de tima cusa ingleza, ou outro qualquer esla-
belccimeulo, uo de venda: quem o preteu-
der dirija-se ra da Cruz n. 32.
U Scnhur que, por engauo, lirou carta
do corrcio, viuda dos portos do Norte, para
J. F. barrote, queira por favor leva la ra
da .Madre-de Dos, armazem n. 31, que se Ihe
licar obrigado.
O >r. Jos Francisco dcCarvalho Nobrc,
lem uina carta, do Sul, na ra da Cadeia do
Ilecite, n. 35, loja. __________
Compras.
Coinpra-se iimamcia clstica e um guar-
da Ion; i na ra do Crespo u. 4 na loja de An-
tonio Francisco Pereira.
- Coinprani-se cavallos para a compa-
nhit (xa du cavallaria, sendo grandes,
gordos, e novos : quem os liver e quizer
vender, dirija-se ao commaudanle da mes-
ma, na ra Nova n. 32, segundo anJar.
Compram-ee, um ou dous ferros de fa-
zer ostias e obrcias, com uso ou mesmo no-
vos : quem os tiver, annuncie.
Compiam-se moedas de ouro de 20,000
rs. do novo cunti brasileiro : na praca do
Commercio u. 2, primeiro andar.
Comprain-se
escravos de ambos os sexos de 10 a 30 an-
nos, bonitas figuras : na ra Larga do llo-
sario n. 48, primerro andar
Vendas.
-- Vende-se a loja de eticado, da ra I)i-
reila n. 56, o motivo se lira ao comprador.
Veude-se urna,casa terrea, sita, na ra
das Cinco Pontas n 76 : a tralar na ra
Nova n. 20.
Casa de commissSo. de escravos.
Vendem-se escravo? recebem-
se de commissiio, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece miiilas garantas
a seus donos f na rita da Cadeia do
Recife n. 51, primeiro andar.
Vendem-se queijos londrinos, presuntos,
caixinlias de sedelil-s porgativo, conservaa de
lodas as qualidades, cementes ou passas mui-
das para podins. carne salgada para uso de ra-
millas em barril de SO libras e iniudos da mes-
ma fdnna preparados, ludo ltimamente che-
gado : na ra da Cruz, armazem n. 0. de Da-
vis & C, '
= Vende-se muilo em conta para liqulaa-
co um i porcao de chapeos de palha do Araca-
lyproprios para escravos de engenho : narua
da Cadeia do Itecife n. 9, loja.
Vende-se urna negra moga, de nacao,
que cozinha boro, engomma alguma cousa
h lava bem de sabao, d-se em conta, por
precisao : na ra do Itangel, n. 38.
Vende-si urna serpentina domuitobom
gosto: na ra da Uniao, ultima casa da par-
te do noite.
Cabos la im-ia
de lodas a$ grussurat.
Vendem-se por monos 2,OoO rs. o quintal,
cObI a vonlade do comprador : na ra da
Cruz do Recife, rmizetn n. 13.
Remos de fula
de lodos o tamaitos.
Vendem-se, na ra da Cruz do Itecife, ar-
mazem n. 13.
Na loja las seis porta, em frente
lo Llvramenio.
Continua a venJer b.rato, chitas, a 120,
150,180, 180, 200 e 240 rs. ; cassas pintadas
e bordados, a 240 rs. o cova-lo ; cassa preta
para luto, a 120 rs.; chales de lila, a 800 rs.;
lencos para mao de senhora a 210 rs., o pa-
ra cabeca a 320 e 400 rs., muito grandes ;
chamalotedo seda, a 1,600 rs proprio para
rapotinhoi o manteletes, e outras muitas
fazendas, pjr precos en conta.
Na loja las seis portas, em frente
lo Llvramento.
Vendem-se cortes de calsas de casimira
lisa, de cores, por 5,000 rs. ; chapeos fran-
cezes da ultima moda, a 6,000 rs., e de mo-
lis, a 5,000 rs.; cortes de c.ilete de casimira
bordados a seda, por 5,000 rs., e mu-tos ou-
tros objectos, por precos rasoaveis.
Faiiulia barata
Vende-se, na ra da Cruz lo llecif, ar-
mazem n. 13, familia de mandioca em sac-
cas, a preco baratsimo
Ultimo gosto em Pars.
'Gravitas de mursulina branca, com chu-
visens de core a Mr. O lillon Uarrot, pelo
haratissiuio prego 'ie 500 rs. cada urna : na
ra do Crespo n. 91.
Novidade.
Acabam dn chegar, a loja da ra do Cres-
po n. 16, pelo ultimo navio, viudo da Fran-
ca, milito lindos manteletes e capolinhos,
de mnito superiores sedas de cores e pretas,
e juntamente com lindos enfeites e franjas
de diversas cores e qualidades, por preco
muiissimo commodoi assim comoum sor-
limento de diversas fazenda de gosto, sen-
do lindas casita e chitas f ancosas, o ricos
chai eos tamb -m francezei de ( Soiii elasti-
quej, fazeoda que qui aiu la nao veio, o
minias oulras fazenJas que s a visla dos
compradores.
torrentes il'aeo.
Vendem-se superiores cone'ntes de ac
paia relogio, di uiodelo mais el gante, que
leni vimio aqui, por muito diminuto preco;
na ra Nova, loja de ferragens, que faz es-
quina para a Gamboa do ('.armo.
A o haralo.
Na na dn Collegio n. 3,vendem-se fazen-
das e miudezii, o mais barato possivel,
romo sejam, grvalas de setim, aMOrs.;
chita para coberta, a 160 e 130 rs. o covado;
corteada la e seda para coletea, a 640 rs.;
sipitos de setim decores, para senhora, a
1,000 rs, ; lencos de se la com franja, a
1.000 rs.; mantas de canihraia bordadas, a
1,000 rs.; cortes de calsas, a 1,280 rs., o ou-
tras muitas fazendas, que estam a vista dos
compradores,
Uillittes do IWo de Janeiro.
Aos 30:000,000 is.
Na loja de Cambio da Viuva Vi-
eil'U & l'Mllios, ra ta Cadeia II. 24.
Pelo vapor ingle/. Tevwl, chegad.i dos portos
do -ul, recbenlos os muito afortunados hi-
Iheles, inciiis bilhetes e eautellas da decima-
tercrira lotera concedida a beneficio das casas
de caridade, cuja loleria devia ser extrahida
em 2t do crreme mez, he preciso que os ama-
dores deste jogo alleudam que nesta casa se
tem vendido cnnslauleuienle premios gran*
des. Adverle-se que etilo no lini o restante
dos bilhetes, a clles autes que se acabein.
iiiilietes do l'io de Janeiro.
Aos 30:000,000 rs.
Na loja de miudezas da Praja da Indepen-
dencia 11 4, vendem-se bilhetes inleiros, meios,
quarlos, oilavos e vigsimos da decima-lercel-
ra l<>i. 1 i.i das Lasas da Caridade.
Lotera do H10 de Janeiro.
Aos 30:000,000 rs.
Na ra e.treita do rtnzario travessa do Quel-
mado loja de miudezas n. 2 A, de J. F. dos
Santos llaia, vendem-se os muito afortunados
bilhttes, meios, quarlos, oilavos e vigsimos
da decima-lcrccira loleria das casas da carida-
de, a mesma loja est patente a lista da lole-
ria da fabrica de vidros.
Lotera do itio de Janeiro.
Aos 30:000,000 rs.
Na prai,-1 da Independencia loja n. 3, que
volla para a ra do (ueimado e Crespo, ven-
dem-se os muito afortunados bilhetes, unios,
quarlos, oilavos c vigsimos da decima-tercet-
ra loleria das casas da caridade. Na menina to-
ja esl patente a lista da loleria da fabrica dos
vidros.
rotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na ra da Cadeia do Recife n. 15, vendem-se
bilhetes, meios, quaitos, oilavos e vigsimos,
da 27. lotera a beuclicio do .Monte Pto.
Compram-se e vendem-se
escravos, e recebem-se de com-
misso, tonto para dentro como
para lora da provincia com segu-
ranca na sua venda, como nas fu-
gas dos escravos, que para iato
tem una ptima casa : na ra das
Larangeiras n. 14 segundo andar,
a qualquer hora do dia.
'
v>:
WCKKarmr ^ssmvnrm-


^mri
r^
Copos para vinho e para agoa
de qualidade muito superior r vendem-se em
casa de Kalkmann Irmos, ra da Crin n. 10,
aonde tambem ha grande sortlmcnto de appa-
rrlhgs de Tidro fino para sobremesa, para agoa,
para ponche, ceslos e vasos para llores e para
frutas.
Yinhos finos
de Bordean*, vinbodc Hercs, vintao do Rhei-
no, vinho de Bordeaux branco de idade de 100
annos : vendem-se cm casa de Kalkmann Ir-
maos, ra da Cruz n. 10.
Charutos de Havana
de superiores qualidades : vendem-se em ca-
sa de Kalkmann Irmaos, ra da Cruz n. 10.
Instrumentos de msica
chegou novanicnle um completo sortimento
de Instrumentos para msica militar, recom-
menda-se principalmente os pisles, pralos
verdadeiros da Turqua, llantina, llautas, bai-
xos, cornetas de chave, ciarlas lisos e de cha-
ves, vloloes riquisslmos de Jacaranda, clari-
netas, trombones, trompas, calxas de guerra,
zabuinbas e arcos de campainhas : vendem-se
cm i-.if.i de Kalkmann Irmaos, ra da Cruz
n. 10.
Tintas em oleo
branca e verde i vendem-se em casa de Kaik-
mann Irmaos, ra da Cruz n. 10.
Livros em branco
capotinhos de cncommenda por preco com-
modo.
Vende-sc urna taberna com poucos tu n-
dos, sendo armaeo nova e muito barata, a qual
se acha feichada, na ra Direlta n. 36 : quein
a pretender, cntenda-se com Joao Martins de
Barros que Ihe promette fazer todo o ne-
gocio.
~ Na ra do Collegio n. 25, venda da quina
defronte do correio, vendem-se os verdadeiros
charutos S. Flix, por menos preco do que em
outra qualquer parle, c assegura-sc a sua boa
qualidade, assini como umitas outras quali-
dades.
No arniazem da rna da Moeda n. 7, con-
tinua-sc a vender saccas com superior colla
das fabricas do Rio Grande do sul, e o prego
em conta.
Attenco.
Na loja nova da estrella na ra do Quclmado
n.7, com frente ao becco do Peixe-Frito, ven-
dem-se por preco baratsimos pecas de chitas
finas a G.OtiO. ,500 e 7,000 rs., chitas Urgas
francezas muito linas a 280 rs. o covado, cor-
tes de cambraias de salpico muidos do ultimo
gosto de8 varase meiaa6,500 rs., corles de
cassa admascadas de ramagens para cortina-
dos de vara de larguri.com 2n varas a 14,000
rs., chitas finas em covados a 10, 180 e ?00rs
dita para coberta fina a 240 rs. o covado, cassa
lisa lina a 480 rs. a vara, panninlio de vara de
largura a480rs. a vara, pecas de niadapolao
fino a 3,50 ', 3,800, 4,000. 4,400 rs. e multo fina
Cadeiras e sofaes
para meninos: vendem-se cm casa de Kalk-
mann Irmaos, ra da CtOl n. 10.
Vinho de Champagne
de superiores qualidades : vende-se em casa
deiKalkmann Irmaos, ra da Cruz n. 10.
Obras de ouro
rs., e outras umitas fazendas por precos ex-
traordinariamente baratas, para se acreditar
dita obra.
Vende-se cera de carnauba do Aracaty,
prlles de cabra e sola por preco commodo : na
roa dos Tanoeiros armazeni n. 5.
Tinta preta.
Tinta preta muito preta cuja qualidade se
garante em frascos grandes quetem garrafi e
no paleo do Ce" ''
chegou um novo e completo sortimento de to [ mcia a 480 rs. cada um no paleo do Cclligio,
das as qualidades, como sejam, correntej pa- casa do I.ivro Azul.
ra relogios. aunis, pulceiras, allinctes, ade- ( UllllH &. AlUOl'llil, lia l'lin til la-

->
recos, brincos, voltas, etc. : vendem-se em
asa de Kalkmaun Irmaos, ra da Cruz nu-
mero 10.
Lotera da matriz da Boa Vista*
Aos io e 5:ooo,ooo rs.
Na-praca da Independencia loja de miudezas
n. 4, na ra da Cadeia n 4, loja de miudezas
e no Atierro da Hoa Vista, loja de calcado n.
58, e na ra Direita, loja de ouvlrcs n. 124,
vendem-se os muito afortunados bilheles,
ineios, quarlos, quintos, decimos e vigsimos
da n.esma lotera, que torre infallivelnicnle
no da 2 de junho vindouro.
Bilheles 10,000
Mcios 5,000
Quartos 2,(00
Quinto* 2,ioo
Decimos 1,100
Vigsimos 00
Depueitode tecidos da labri- Jj
ca de Todos os Suntos,
na Babia. <:
Vende-se em casa de Pomingos Al- <
ves Malheus, na roa da Cruz do He- *
cife n. 52, primeiro andar, algodo *;
transado daquella fabrica, muilo pro- J
prio para saceos e roupa de escra- ^
S vos, assini como lio proprio para re- --.
iV des de pescar e pavios pare veilas, <=
i. por pratjo muito cunimolo. <-
A A i k- s A A A A A ft A A A A ft A A A (t
l'utussii lia Itussia.
Vende-se polass te chegadii. de inuilo superior qualidade ,
na ra do Trapiche n. 17.
Tecido de algotiao trancado na fa-.
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. 52,
vendem-se por atacado dtias qualidades,
poprias para saceos de assucare rnupa do
escravos.
ntigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, lia
muito superior cal nova em pedia,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Lotera la matriz la Hoa Vista.
Aos loioooJj'oone 5:ooo8ooo.
Na ra da Cadeia D. 24, loj 1 de cambio da
Viuva Vieira & Filhos, vendem-se os mui
afortunados bilhetese mcios ditos da mes-
ma lotera, que corre impreleriveln.ente 110
dia 2 de junho prximo vindouro.
Bilheles inleiros 10,000
Meios 5,000
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundico de ierro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americano1-
com cambo de sicupira e bracos
de ferro : na fundico da ra do
Brum ns. 6, 8 e io.
Madama Rosa llardy, modista
brasileira, ra Nova n. 34-
Annuncia ao publico, que acaba de receber
de Franca um lindo sortimento de capotinhos
prctos e de cores delicados muito eufeitados,
gros de naples e chainaloles, ditos de fil de
liiiln. prelo para senhora, gros de naples de se-
da furia cores para vestidos e capotinhos, ditos
de cor de rosa e gorgurn de rosa para vesti-
dos e proprios para chapeos, gros de naples e
cbamalotes preto para capotinhos, bolotas pre-
tas para capotinhos. franjas e trancas prelas e
de cores para capotinhos, trancas de seda
branca, aiul, cor de rosa, roxa, azul para en-
feilar vestidos, luvas de seda e pellica para sc-
nhora e meninos, meias de seda para criancas
de I a 4 anuos, capillas de flores para bailes e
casamentes, ricos chapeos de seda franzida
para senbora, ditos de palha para senhoras e
meninas, chapozinhos de seda para criancas
de 1 a i aonos, lindas tocas para senhoras viu-
das de Franca, rorneiras, camisiuhas com gol-
la e Mu golia, com o pello bordado e guar-
necido de renda e bico de linho, peililhos de
e.inbiaia bordado com bico de linho, mangui-
tos de fil de liuho, cambraias de linho borda-
das, eul'ei'.es de llores de caneca para bailes e
theatros, eipartllhos para senbora, o que ha
de un IIii armaco e capas para fazer cha-
aos, fitas, penachos, llores, perfumaras,que
se vende pelo cusi, querendu acabar pelo I."
de julho, lindas toucas para baptisar meninos
vindas de Frauca c feilas aqui. Na mesina loja
se faz vestidiiilius de menina e de casamento,
iiiia io Keelfe n. 5o.
Vendem pannos mesclados para palitos a
2,400 rs. o cova.lo. corles de casiiniai superior
res a 5,000 e 6,00 rs. o corte, riscados pio-
prios para vestidos e para outra qualquer
obra com trlnta polegadas de largura a 220 rs.
o covado, casimira de una largura mesclada
a 1,200 rs. o covado, c outras umitas fazendas
por preco muitp commodo, que vista se
mostraro.
Novo manual
Do Dli/farfnr e do l'trfumista.
Contera o inethodo de destinaras aguarden-
tes e o espirito de vinho ; de compor os lico-
res finos c superfinos de aromas fruciai e llo-
res ; de fazer os que se chamain ratafias ; de
conservar as fruclas em agoardente ; de obter
a agoardente de varios fructos c cereaes ; de
preparar as massas aromticas, pos, sabonetes
de toucador, agoas e vinagres aromticos, ex-
tiactos, essenciaes coleos, nova impresso re-
vi-la e emendada : 1840, cncadernado l vol.
3,000 rs. : vende-se no palco do Collegio, casa
do I i vi i. Azul.
Loja da estrella, ra do Qucima-
do n. 7.
Vendem-se sarjas pretas hcspanholas pelo-
barato preco de2,0' o e 2,20o rs. o covado, cha
peo! de sol francezes de seda do ultimo gosto
muito finos a ,500 e 7,000 M a-clles antes
que se acabem.
oja da estrella, rna do Queima-
do n. 7
Vendem-se superiores corles de casimiras
pretas, setini rom 3 covados e uieio pelo bara-
to preco de 0,500 rs. e pannos linos de todas
as cores lambrm baraustnos.
Vemle-se urna paidinha de lo' annos, que
cose, engoninia e cozinha, ten) boa conducta,
e celo vendida do mato por estrea necessida-
de, assim como um prelo crioulo ajiateiro di;
toda a obra, meslie de scu ollicio, que d U40
rs. diarios: naiualaiga do Uozario atunero
35, loja.
Cheguem ao Barato.
NO PattelO Publico laja n. II, cortes d
cau braia de cores, ao dininulo piteo de
2.000 rs. ; corles de lila para vestido a ItiOO
corles de meias caseoiiras d'algodno a 1440
rs. : a elles antes que se acabem, cui razo
da 11.ma extraerlo.
... Vendem-.-e sapatos do Aracaty, recem
chegados para honiem, e menino, leitosja
muito a capiieho; islo pelas repelidas le-
conimendaces quedaqui se lem feito aos
fabricantes ; este calcado altn de ser
nacional, chega paia todas as classes por
serem em ronla, B niiu lazer callos ; quem
os quizar, va na ra Larga do Hosaiio 11.
35 loja.
fc-;:-:-^^1 i fc:--: ~~<- r-r<.
i^- Uup l'lio II.
(^ VenJe-se no deposito geral, ra dos |
!j (Juarteis n 24, loja de Jos OiasSiines
| 11 muito superior rap Areia l'rela Pedro 3
II eni pequeas e grandes porces, pelo 9
preco j estabelecido, garanlinilo o de- '
i positaiio a seus freguezes a faculdade *j
4 de tornar-Ibes a receber no caso de se
adiar 1111 ino estado. ;.
A ,..,.,,..ffi._,^._: MM$--m>*-l 3*
\ende-se, ou permuta-se por urna ca-
sa terrea noBaiiro da Boa Vista, em boa
ra, que tenlia bastante commodo, para
grande familia, com boro quintal murado
e cacimba poi umsobiado dedousanda
res, e sotao com irapcir, rom bonita vis-
la, loja repartida com boa cacimba na mes-
roa lo|8, em clios proi rios dentro do bair-
ro do Recife, o qual rendo iiieusalmente
tiinta e dous mil rs. : 11a ra daSensalla
Nova, venda n. 7, se dir quero faz este
negocio
-Vende-se superiores charutos Emi-
lios, e camaristas : na rna do Queimado
n. 53, ao pe i'a loja de clm| eos.
Vendem-se pajeas 'le cinta a
4ooorss.
Vendem-se pecas de chitas limpasboas
para escravos a 4,000 is., e a 120 a retalho:
na ra Larga do l'.usario, n. 48 pnmeim
andar.
Vendem-se chapeos de pa-
lha do Chile de diversas quidi-
dades C a precoslasoavtis : na na
do Trapiche n 5, escriptorio.
Vende-se um lindo mulalinho de li.
anuos, que serve muito tero de copeiro,
assiro como uionla Dioito hem a cavallo,
e por isso I oro para pigem ; urna negriniia
de 12 annos, que coze roiiito bcro, e coro
piincipios e habilidades, 3 pelas multo
roocas, q los bous pira lodo o setvico : na ra da
Cadeia do liecifc n. 51, piim-iro andar.
. Vendem-se euxadas cacadas com ac,
mullo bem feilas e folies : na uta Ki.va loja d<
ftrragens u. l, de Jos I.uit Pereira.
Na ra das Laruiigeuas n. 14
segundo andar, seuipre ha inultos bons es-
cravos para lender-se por preco muito mais
barato do que em outra qualquor parte, f
sabendo-se dos vicios, achaques e metestias
dos ditos escravos nto se oceutta : negras
mocas, motecas, urna mulatinba do 16 a 18
annos; que cose, engomma eco2inha bem,
e no rrcolhida; urna preta de 18 annos que
en gomma, cose e fa/ labariBtt por 420,000
rs. da-se por este preco por ter falta de
monstruacSo ; urna preta de tneia idade que
cozinha magnificamente tanto de rugflo co-
mo de torno ; nma muito boa quitandeira ;
9 escravos, que servem para todo o servico ;
umnogro ptimocozinheiro tan^o de fo.-
gSo como de torno c um molecBo pesca com
o olTicio de alfaiate, e que ptimo pagrm.
Vende-se 12 escravos sendo 2 lindos inole-
ques crloulos bons officiaes de pedrelro, de
idade 20 a 22 annos urna bonita mulata reco-
lhida ptima mucamba, cose, cmgomma bem
cosinha ptimamente; 2 crilas de idade 18
annos com alguma abilidade, 41 cscravas de
todocervlfo, I escravocarreiro, 2 escravos de
ccrvlfo de campo com bonitas figuras: na ra
Direita n. 3.
INovo trem de cozinha
chalelras, carcarolas, fregidelras e paoellas de
ferro forradas de porcelana, facas com garfos
de cabos de marlini, osso fino, colheres de
metal do principe, bules e cafeteiras de metal,
machinas para fazer cafe : na ra Nova loja de
ferragens n. l, de Jos Luiz Pereira.
As senhoras doceiras.
Novas bocetas de faia pintadas a gostos mo-
dernos para qualquer quantidade de doce : na
ra .Nova loja te fciragcusn. 16, de Jos Luiz
Pereira.
Carlos llardy ourives, ra Nova
numero 3}.
Annuncia an publico que querendo liquidar
as obras de ouro que tem, as vende pelo custo,
lindos adereces para meninas de 12 a 13 anuos,
com pulseiras, biincos, allinelese pargamilhas
a 40,000 rs., para senhora a CO.oOO rs.. e ade-
recosde senhora brincos, allinetes e garganti-
Ihas a 35,000 rs., pulceira a 23,000 rs., urna a
28,00o rs., aneis esmaltados para senhora mui-
to lindos a 4,000 rs. cada um, um sortimento
de brincos para meninas e senhoras que vende
igualmente pelo custo, todas estas obras sao
de ouro de lei.
Aviso aos Srs. ourives.
Urna grande porcao de cadiuhes francezes
sonidos de lamauho, que se vendem em reta-
lho e em porcao por preco commodo, tornos
de mao, arniacao de serrotes, ferros de alim-
par tolda, pedra de desunir. Na mesma loja
cima.
Vende-se um relogio patente suisso : na
ra Nova n. 1(5.
Conlinua-se a vender gomma de en-
goromar a 80 rs., caf s 160. sevada nova
a 100 rs. : no Pateo do Carmo, venda no-
va n. 2.
Vende-se um.aescrava cabra de 30 annos,
queengomma, cose, cozinha e ptima ana de
urna casa, una preta crioula, que engoinma,
cozinha, lava roupa, 2 prelo.-. bous para todo o
trabalho, tanto da nraca couio do campo : na
ra do Collegio n. 21, primeiro andar.
Aos amantes 1 bom c barato.
Vende-se na ra da Aurora n. 32, latas coro
superior bolaxiuha de araruta, fabricada no
Rio de Janeiro a 2,400 rs., e a libra a 040 rs.,
manteiga inglcza a 720, 500 e 400 rs., baiiha de
porco a 32o rs., farinha de trigo a 100 rs., dita
de araruta propria para papas e para engom-
mar roupa a loO rs., farinha do Maranbao a
120 rs., levadinha a itiO rs.,' bolaxinhas ameri-
canas a 200 rs., cbouricas a 400 rs., ervilhas a
MO rs.. meias garrafas de serveja a 280 rs.,
dilas inteiras brancas ou pretas a 500 rs., vi-
nho do Porto a 500 rs., azeile francesa 5C0 rs.,
vinho moscatel a 480 vs., villas de esperma-
cete a 80 rs., talharim e Iclrla a 240 rs., ma-
car riio a lOrs., paisas nova a280 rs., azeito-
n,i, a 24n rs duzia de pralns beira azul a 1,080
rs ligellas a 800 rs. a duzia, louc.inhu de Lis-
boa a 200 rs., veilas de car au I a do AracalT
a 300 rs., arroz pilado a (JO rs., dito do Mar-
nhfio a 100 rs., sendo em arroba o pilado a
1,500 rs., azeite doce a 5C0 rs., frascos de ge-
jiebra hollandeza a 50U rs em botijas a 3fi0
rs., sabo branco a 220 rs., ainarellodo Rio a
140 rs., boioes de graxa ingleza a lliO rs., car-
las com traques a 240 rs., e lodos os gneros
opriua de venda por preco commodo. Na
pro|
mesma casa comprain-se obras velhas de co-
bre, chumbo, ou ouiro qualquer metal.
~ Vende-se una prensa para imprimir rc-
sistos, h liras, conhecimenlos e toda qual-
quer obra de chapa : na ra Imperial, nu-
mero |57,
Vendem-se lencos encarnados cor segura
por 2,200 rs. a du/ia e 200 rs. o lenco : na ra
ila Cadeia Velha n. 33.
Vendem-se pecas de cassa lisa sein gom-
ma com 20 jardas a 4,000 rs., ditas com 12 jar-
das a2,400 rs., e em varas a 240 rs. : na la da
Cadeia Velha n. 33.
Vendem-se challes pretos de seda, pti-
mos para lucio, pelo preco de 5 000 rs. cada
um : na ra da Cadeia Velba n. 33.
Vendem-se pecas de panuinho verde com
38 covados por 3,500 rs., e o covado a 100
rs. : na ra da Cadeia Velha n. 33.
-- Vende-se um terreno no lugar do Jcqui
denominado Cazle, cu troca-ze por alguma
casa ou escravos dentro da praca : na ra da
Florentina n. 3.
Vende-se superior p nno
dealgodoptra saceos deassucar:
em casa de Ge o Kewlhy & Com-
ji.ilii.i, ra da Cruz n 2.
Vendem se i icos appare-
Ihos de metal para cha : em casa
de Geo Kewlhy & Companhia,
ra da Cruz n. a.
Veuilem-se felina inglezes
elsticos, e ditos com horranhans
chegados agora : em casa Je Geo
Kewlhy &c Companhia, ra da
Cruz ti. 2.
lolbas de papel com muito boni-
tas sortes para S. Antonio e
S. J ao.
i'i iii.'inlii i.rviMintas i- respostas, e de nutra
qualidade a 80 rs. cada urna : na livraria do
Hateo o l olligio n. (i, de Joao da Costa Uou-
rado.
Treze.iario de S. Francisco de
Paulo.
Trezenario de S. Francisco de Paulo, um fo-
Ihelo por 320 rs. : na livraria do pateo do Col-
legio n. (i, de Joao da Cosa Dourado.
LiViiuhos de Borle para S. Anto-
nio e S. Joao.
Vende-se a 100 rs. cada uin_: na livraria do
pateo do Collegio n. 6, de Ji ao da Costa Dou-
rado.
Vende-se um terreno em matas virgens,
lendo no centro j um pequeno cercado, e com
grandes proporces para se levantar um bom
engenho de fazer assucar pela fertilidade e cx-
lenco das ierras, e distante dcsla praca ape-
nas quatro legoa : na rua-da Aurora n. 44,
das 3 horas da tarde ein diante se dir quem
vende. ..
__ Vendem-se relojios de ouro
para senhora, patente ingle : em
casa de Geo Ktwthy & Compa-
nhia, ruada Cruz n. a.
__ Vendpm-se cadeados de la-
t5o de lettrss muito superiores :
em casa de Geo Kewthy & Com-
paoliia, ra da Cruz n. a.
Trezcna de Santo Antonio.
Treiena de Santo Antonio com ladainha,
versos e aupplica, para todos o dias difieren-
te, um folheto por 320 rs. na livraria do pa-
teo do Collegio n. 6, de Joo da Costa Iou-
i,i nuil io especial para bobas c
era vos seceos;
Continua a vender-se este acreditado reme-
dio e scu recciloario na botica da ra do Ran-
gel'n. 64, que fol do finado Scbastio Jos de
Oliveira Macedo.
__Vende-se por mdico preco um faqueiro
de prata com a sua competente caisa em mullo
bom estado, e algumas outras pecas : quem
as pretender, dirija-se a ra da Mangucira
na boa Vista, casa n. 5, que se dir quem
vende.
Ao barateiro na ra do Collegio n. 3.
Vendem-se fazendaa o mais barato posslvel
do que cm parte alguma, como sejam : lencos
de seda lavrada com franja para senhora a
1,000 rs., ditos para grvala a 1/rs., grvalas
de setim preto e de cores a 320 rs., ricas mantas
de cainbraiaal.OOO rs., chitas de coberta de
mullos padroes a iBO rs. o covado, e outras fa-
zendas e miudezas.
Rap Paulo Conlciro.
Na ra da Cruz n. 49, vende-se o bem co-
nhecido rap Paulo Cordelro, em libras e oi-
tavas.
Cal virgem em p?dra.
Cheeada de Lisboa pela barca Marjarida, ven-
de-se no armazem de Silva Barroca, ra do
hrum n. 26.
-- Vendem-so duas pretas boas quilau-
deiras, com algumas habilidades, urna por
300,000 rs. ; outra por 400,000 rs.; urna di-
ta com habilidades, para semeo de casa ;
no patio da matriz de S. Antonio, sobrado
n. 4, se dir quem vende.
Vende-se urna linda escrava creoula,
de 15 a 16 annos, com habilidades e de mui-
to boa couducla : no Mondego, casa que foi
do fallecido padre Manool JuliSo.
Vende-se um preto creoulo de 20 a 21
annos, bastante robuste, Unto para o cam-
po, como para outro qualquer servico : na
ra das Cruzes, venda n 20.
-- Chegou o novo rap de Lis-
bra, o qual se vende as t itavas :
na ra da Cadeia do Hecile nu-
mero i5.
Na ra da Cruz, armazem de S Aran
jo n. 33, vcode-se lijlo para limpar metaes:
por pret-o commodo, para se fechar cotitss,
lambem se vende tres mil couros de cabra,
por preco commodo.
Lotera lo R o de Janeiro.
i4os 20.000,000 tfer*.
Na ra da Cadeia do Reare n. i j, vehdnm-
se bilheles ltenos, meios, quarlos, oitavos
e vigsimos, da dcima lerceira lotera das
casas da Caridade.
Vende-se um sobrado de um andar, na
ra da Calsada, e um macho dos quo vieram
de Buenos-Ayres, mu.lo manso e domesti
cado, proprio para cabriolet, ou troca-se
por um cavallo: na ra das I.arangeiras
n. 18.
lliem que temos anda mais pechinchm, no
l'asieto Publico, loja n. 11, do barateiro
Firmiano Jos Rodrigues Ferreira.
Chitas aero valia, pelo barato preco de
3,600 rs. a pessa. quem n3o comprar a vis-
ta de tal preco ? algodSozinho coro toque
de avria, a 2,000 rs.; corles de casimira de
algodo.a 1,440 r. ; corles de coletea de
19a e de seda com mofo.'a 500 rs., e muilas
outras fazendas, por precos rasoaveis.
Vendem-se dous touros de legitima
raen touiina e duas vilellas, muito gordas i
na Magdalena, no principio da estrada da
Torre, jutito do sitio da viuva do Dr. Rrito.
Vende-se um piano e urna estante, pa-
ra iiiii/ira, ludo por preco commodo: no
palio do Paraizo o. 20.
Vende-se um moleque creoulo, de 13
a 14 annos, pouco mais ou menos, cozinha
e n:iii tem vicios alguns i na ra da Madre
de Dos n. 36.
Para o invern.
A 2,240 rs. um corto.
Na loja n. 5, de CuiroarSes & llenriques,
vendem-sc cuites de casimira de algodo,
muito encorpados, padrOes escuros, com 3
3|4 covados, pelo barato preco de 2,240 ra.
cada um corle ; assiro como outras muilas
fazendas baratas.
A 56o rs. cada um.
Na loja de Guimares & llenriques, na
ra do Crespo n. 5, vendem-so lencos de
seda, muito finos, para meninos, pelo bara-
to preco de 560 rs.; chai eos de sol de pan-
ninho, ormacSo de balcia, a 2,000 rs. o
anligo algodo transado ministro, a 800 rs.
avara.
Cor es de casemira elstica
pela diminuto preco de 6,000 rs. cada um,
acham-se venda na ra do Crespo n. .">,
loja que volts para a ra do Collegio, lti-
mamente chegadas.
Cortes de chita do ultimo goslo
a 2,000 e a 2,500, e algodo-/inho a 1,600
e a 2,000 rs. a peca.
Na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a Cadeia, acaba de chegar um
bello sortimento de cortes de chita de boro
goto, com 12 diva los, a 2,000 e a 2,500 ;
assim romo pecas de algodo coro toque de
a varia, a 1,600 e a 2,000 ; teneos de seda
muito bonitos, a 1,440,1,600, 2,000 e 2,240 ;
alpaca de cores para palitos, a 800 rs. o co-
vado ; dita de algodo, a 280 rs. ; e outras
muilas fazendas por precos comrooilos.
vnFAAfm*** Arados americanos. *
imias.iiian.ni...... ..... -. tui
mercado vindo de Lisboa : tra-
ta-se com Machado & Pinhei-
ro, ra do Vigario n. 19, segundo
andar
Vende-se superior cognac velho, em
barris de 12 a 24 caadas : na ra da Cruz
n. 55, casa de J. Keller & Companhia.
Vende-se gesso em barricas, vindo no
ultimo navio ch'egado de Franca, tendo ca-
da barrica 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na ra da Cruz n. 55, casa de J. Kel-
ler & Companhia.___________
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5 5-Sa
VenJem-se as seguintes se-
mentes:
de abos, ditas de dilaa inglesas, dilas derr-
banos encarnadas, ditas brancas, ditas de ce.
bolas de Setubal, dilas de alian- allamaa,
dilas rerolhudas, dlus de cve trinchada, di-
tas de senoura amarellas, ditas de chicoria, di-
tas de coentro de loceira, ditas de salsa, duas
de tomates grandes, ditas de repolho, ditas de
espiial're, ditas de pipinella, ditas de aino,
feijo, carrapato de tres qualidades, ervilhas
tortas e direitas, rabanetes encarnados e brau-
cos: na ra da Crui n. 46, defronte do Dr.
Cosme, h'aincsina casa vendein-se queijos in-
glezes inulto descaes.
Lotera da matriz da Boa Vista.
Aos loe 5:ooo,ooo rs.
Na loja de calcado do Arantes na praca da
Independencia ns. 13 e 15, vendem-se os mul-
lo afortunados bilheles e ineios ditos desla lo-
tera, que corte lnfallivelinente no da 2 de
iuuho viudouro:a elles antes que se acabem,
Bilheles' 0,400
Mcios 5.200
Cera de carnauba.
O mais superior que ha oeste genero, ven-
de-se em punau e a retalho : na ra da Cadeia
do Recife, loja a. 50 de Cunha l Aiiiorim.
Veilas de carnauba.
Vendem-se veilas de carnauba, pelo bara-
iissiino preco de l,500 rs. o cento : na ra
da Cadeia do Hecile loja n. 50 de Cunha fe
A mohn.
Vende-se muito boa farinha de mandio-
ca de S. Cathei-ina vinda recentemente do ilio
de Janeiro : no armasero de Dias & Gouveia,
defronte da Linguela no caes da alfandega.
__.Na ra da Cruz n. 7, uo primeiro andar,
vende-se salsa parriihade boa qualidade, che-
gada prximamente do Para no vapor Imy-
ratrit.
-- Vende-se! bois mancos, gordos, bons
para carroca ou carro, assim como Iquar-
laos: ludo j)or precos commodos : no si-
tio Cavalleiro, junto do engenho Jangadi-
nlia.
>
Vendem-se arados americanos ver-
^. dadeiros, chegados dos Estados- *:
> Unidos : na ra do Trapiche n. 8. <-
AAAAAAA AiiAAAAAAAAAA
Cera em veilas.
Vende-se cera em veilas do Bio
de Janeiro c Lisboa, surtida ao
gos o do comprador; tambem lia
cal virgem da melhor que ha nu
Escravos fgidos.
No dia 18 de roaio do correte anoo,
desappareceu da casa do abaixo assiguado
um preto do nacSo Angola, de nomeJoo,
idade pouco mais ou menos de 30 annos,
alto um tanto ebeio do corpo, ps gros-
sos, ti'-t grande, olhos um tanto deita los
para lora, barbado por bsixo do queixo :
pareee ser crioulo, tanto na falla como na
figura ; levou veslido, carniza, calca o ja-
queta branca, chapeo de palha usado, be
pedreiro, aprendsu o flicio com o falle-
cido nacido, e foi escravodo Sr.Jos Igynio
de Miranda; e passou para a mSodoSr.
Trocato de tal, eao depois para dosenhor
de engenho Joo Francisco Xavier Paes
nrrelo, comprado em casa do Sr. Malinas,
na ra das Larangeiras n. 14 : e constan-
do que anda passeando pelas ras desla
cidade, por isso se roga a qualquer pessoa
que e encontr de leva-lo a seu senhor ;
assim como se recomenda as autoridades
puliciaes a apprehenco do dito escravo.
oiiquim Lobato Ferreira.
Desappareceram do engenho Brujo,
freguezia de S. Amaro de JaboatSo osso-
guintes escravos i Alexandre, cabra escu-
ro, idade pouco mais ou menos vate a
vinto cinco annos, marcado com um bui|-
ga, em urna das faces, estatura regular,
pouco barbado, tem alguns pannos pretos
no hombro direito ; consta andar por Igua-
rass, ondo lem prenles ; est fgido ha
quinze dias : Filippe, preto crioulo, idade
pouco mais ou menos trinta e cinco a qua-
i enia, annos lem alguns cabellos brancos ;
este est fgido ha um anno. Cratifica-ae-ba
generosamente a quem pegar qualquer dea-
tes escravos, e o levar ao dito engenho,
ou nesta praca a A. I. llego Medeiros, na
ra do Trapiche o. 7.
Desappareceram do poder do abaixo
assiguado, os escravos seguales : Catha-
i na, de iiaco cacange, baixa, com falta
de denles na frente, com algunas marcas
as costas, sgnaes de sua uacao ; a qual
fugio em 1832, com idade do 16 annos, e
deve boje representar 35 annos; Jacob,
pardo de 18 anuos, secco do corpo e es-
pigado, tem cabellos estirado, falta de um
dente aa frente, e .uro pequeuo talho na
macan do rosto, o mais visivel signal h*
a marca de um causlico.nas costas, fgido
em dezerobro de 1817 i quero a apprehen-
der ou queira dar noticia dealgum, diri-
ja-se ra Nova n. 16, que gratificar.
/ore* /.nis Pereira.
No dia 5 do crreme, fugio do enge-
nho Mussumb, comarca de Goianna, o
pardo escuro, Luiz, escravo do lavrador
do mesmo engenho, Antonio Pessoa da
Albuquerque, e tem o dito escravo os lig-
uaes seguintes: he baixo, secoo, rosto
redondo e cheio, orelhas pequeas, sobre
a sobrancelha direita lem urna pequea
sicatriz, pouco barbado, representa ter de
viole edousaviute e cinco anuos, tem o
dedo ndice do p direito defeituoso : quem
o prender leve-o a seu senhor no lugar de
sua residencia, ou no Recife a Verissimo
Jos Murena ua na do Crespo loja n. 23,
que sera generosamente reconpensado,


Full Text
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