Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05346


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Full Text


Anno XXVII
Quinta-feira 22
paivtidas sos coalicin.
Golanna e Parabiba, s segundas e sextas feiras.
Hio-Grandc-do-Norte, todas as quintas feiras ao
meio-dia.
i, ii.iiilmiis c Bonito, a 8 e 23.
Uoa-Visl.i e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas feiras.
Olinda, todos os dia.
^c^xtrammeuxi-erm
PHASIS Bi^LO.
pHEiwrnlDEa
Nova, a 1, as (i h. c 42 m. da ni.
Creso, a 8. as 11 b. c 14 m. ja ni.
('hela, a i5,as lili, c 45 ni. da ni.
Ming. a2, as lOh. e 38.m da t.
de Maiodel851.
N. 116
das da aiKANA.
VBEAKAR SE BOJE
Primeira s 10 horas e 0 minutos da manha.
Segunda s 10 horas c 30niinutos da tarde.
19 Scg. S. Ivo. Aud. do J. d'o'f. e m. 1. vara.
20 Tere. 8. Pautilla. Aud. da Chae., d J. da 2
varado c. e dos feliot da fazenda.
21 (,>nart S. Manjos. Aud. do 1. da 2. rara.
22 Oulnt. S. Rita de Cassia Aud. orf. e do J. m.
da uriincira vara.
raspo ba aoBScnipoAo !33Sext. S. asllco Aurt.do J.da 1. vara do civcl,
Por tres uiezes(adiantados) 4/00' e dos feitos da fa enda.
I'or seis niezcs 8^000 24 s*- s- Afra- AuJ- Por un anno. 15/000 do civcl.
_ 25 om. S. Gregorio.
CAMBIO VE 21 9E MAIO
Sobre Londres, a 27 /, d. P- I/W "
Pars, 320por Ir. nominal.
Lisboa, a !)5
Ouro. Oucas hcspanholas
Moedas de 6J40O velhas
. de 6/400 novas
de4#U0O......i
Frata.Paiacct brasileiros... i
Pesos coluinnarios.....
Ditos mexicanos.......
r--w-af.Tysrw!BS.iil t
. wai iaawB*M ni mwwggj
r* K,-r*rrr*rrT-rm wsmary Fwwr'*
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''i \. 1
i .. j- us ayrtiyHany.
aagB-.wrTBBafr. |i>wfrgaggauiiM,ge.>-i'.e. r.rszi
.-...:
.
28/000 a 28/50
16/000 a 16J20O
1U/000 a
9/000 a
1/920 a
ip20 a
1/680 a
1I20O
9/10(1
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1/940
1/700
BSjntfBnkaRSNssBaaanaBBaiBBcaBnaMSiajacflKAr^
PARTE OFFICML.
C.OVEHNO DA IMIVINCIA.
EXPFDIENTF. DO DA 16 DE MAIO DF. 1851.
Omclo.A pagadoria militar, in(cirando-a
de hrver assentado praca no segundo batalho
de caladores o paisano Manoel trasmude Car-
valho Vi.um, que nos termos do decreto e re-
gulamenlo de 18 de novembro de 1848 e do
aviso de 30 de outubro do anno prximo pai-
sado, conlratou para servir no exercito por
oito annos, mediante a gratificarn de 200 000
rt. que Ihc deverser paga pela forma jrstabe-
leclda. lnlelligenciou-se ao comuiando das
armas.
Hilo.- -Aii director do arsenal de guerra con-
cedendo a autorisaro que pedio para despen-
der a quaotia de 27.600 rs. com a compra de
caivetes, e de outros objectos necessarios pa-
ra satisfazlo do pedido que devolve rubricado
pelo coronel coinmandante das armas.--Luiu-
inunlcou-se a pagadoria militar.
Dito.Ao niesuio, autorisando- a despen-
der a quantia de 2:270,620 rs. com a acquisi-
...lo dos objectos precisos para salisfater os
dous pedidos que devolve do commaudante do
quarto batalho de arlilharia a p.Scienllfi-
cou-se a pagadoria militar.
Dito Ao bacharel Jos Raymundo da Costa
Meuexei, inteirando-o de baver designado-o
para presidir a extraccao da loteria a favor das
obras da igreja matriz da Hoa Vista, que de-
ver ter lugar no dia 2 de junho prximo vin-
douro. Comrrtunicou-se ao tbesoureiro da
iicsina loteria.
Dito.Ao julz de direito da primeira vara
crlme desta cidade.--Remelto-lhe por copia a
portarla desta data pela qual suspend o ba-
charel Louienco Bezerra Carneiro da Cunha
do exerclcio das funeces de julz municipal
c de orphos do termo de Iguarassii por abu-
sos commettidos no sen emprego, e bem as-
si ni os documentos referidos na dita portara
.imii de que Vine, faca effecliva a responsabi-
lidade do dito juiz instaurando para isso o res-
pectivo processo.
Julgo conveniente preveni-lo deque para
o andamento do processo de rcsponsabilida-
de deveri Vmc. mandar tlrai o traslado dos
autos de arresto referidos na dita minha por-
taiia cuino documento sob -n. visto que o
original deve ser remeltido ao juizo munici-
pal donde velo, aTun de Vine, na primeira cor-
rrico que tizer naquelle termo prover rm or-
dem a que seja reparado o prejuizo feito aos
orphos pela restituidlo dos bens i|ue Ihe fo-
i.iio usurpados, se antes o juiz de orphos
supplrnte nao tiver providenciado como Ihe
cun iii e.
PORTARA.
' Uavendo Antonia Mara dos Prazercs trazido
una qucixa esta presidencia contra o juiz
municipal do termo de Iguarassii, o bacharel
Lourenco Bezerra Camello da Cunha, allegan-
do ter sido preso injustamente seu maridu Jo-
s Clemente de Saiu'Anna porordem daquelle
juiz, e que recolhido cadeia, e sequeslrados
todos os scus bens, llagellado assim por tanta
perseguico, eulouquecera, e nrssc desgranado
estado msassinra companbeiros de priso, e
evndindo-se fura por sua vez assassinado nas
ruasdaquclla villa, sem que aqucllc juiz dsse
providencias para a punico do crlme, e repa-
radlo da iujusli(a leita, e que ao coulrario Ihe
coustava que os ben9 de scucas*l, injustamen-
te sequestrados seu tinado marido, linhaiu de
ser repartidos por cstranlios, licaudu ella cun
scus li los menores reduzida iniaeria, foi a
dita queixa remetiida ao juiz accuHdo.em data
de 10de marro do crreme anuo com o despa-
cho desta presidencia constante do documento
non. I, para informar sobre rila, providen-
ciar logo a que nao losseiu usurpados os pun-
cos bens, pertencenles aos orphos li I los da
queixosa.'e em tudo o mais prucedercuino fos-
se de lele de juslica.
Km data a va ntada do me de abril fo i apre-
senlada a esta presidencia com o ofliciode30
do dito mea de marco, sb n. 2, a resposta da-
quelle julz constante do documento eiu n. 3
acompauhada dus documentos em ns. 4e5,
que sao os processos originaes da priso do fi-
nado marido daqueixosa, e do arresto e levam
lamento do mesmo pela entrega dos bens a
trreeiras pessoas, e.ciii li. 6 que cuusiste lia
rrriido do auto do corpo de delicio a que se
procedeu no cadver de Pedro Jos "'ernaudet
e nas pessuas de Antonio Jos Morena, e Jos
Clemente, marido da queixosa; m&i porque
Iio fuss<- devolvida a queixa, nem a resposta
.i.Iii r ella eslivesse assignada, foram para isso
expedidas as portaras sb us. 7 e8 em que
deuials teordenou que o juii aecusado allegas-
se cumplidamente tudo quanto livesse em seu
favor, e podesse justificar seu procedimento
nesta oceurrencia, ao que procurou salisfazer
com a resposta sb n. U acompanhada do do-
cumento sob n. 10, que he o mesmo j referi-
do sb u. 6, e que velo ao conhecimentu desta
presidencia com u ollicio du juu de direito da
prlmrlra vara crlme desla comarca sb n. II,
deixando de ser devolvida a queixa por diier
have-la perdido.
examinados os documentos e resposta do
mencionado juis municipal, resulta com evi-
dencia, que na oceurrencia de que se trata abu-
sou escandalosamente do sru emprego faiendo
violencia s partes e infiingiudu maoifesta-
ineiite a lei.
Porquanto, allegando Joo Paulo de Moraes,
que seu irmo Cypiiano Lopes Galvo havla
perdido urna carteira, que dice contar 350,000
is., e sendo acbada por Antonia Maria do Ls-
j.irito iranio inulher de Joo Goncalves da Luz,
se apoaara Joi Clemente de Sant'Anna de
cinco notas encarnadas e duas amarcllas, sen
do tres daqucllas de 50,0(0 rs., duas de 10,000
rs., e as amarcllas de 20,000 rs. ni pagamento
de um cavallo que aos ineiinoi vender. Se-
guio-iedo facto as>iui exposlo uidenar o men-
cionado juiz urna busca em casa do dito Jos
Clemente de Saut'Anua, e sua priso.que ellcc-
tivamente se execulou, ao passo que Aulouia
Maria do Espirito Sauto que havia adiado a
carteira, e com seu marido extraviado o di-
nheiro, o que exuberantemente se acha piuva-
do pelo dito de urna lesiemunha presencial,
pela sua proprla coufissao, e pela circumsian-
cladeieachar em seu poder a dilacailclra
aiuda com algum diubeiro, na busca a que de
oidem do dito julz lainbem se procedeu em
sua casa, uo s nao fol recolhjda a prisao, o
que se v do documento sob n. ti cuino ligu-
iou uoprocesso na qualidade de lestemunlia,
uulca de (jucm proveio luda a scencia do fac-
to com rclaco a Jos Clemente, apezar de ser
manifesta e reconhecldainente suspeita.
E nao s isto: preso injusta e illegalmcnte o
marido da supplicante, nao obstante se Ihe ha-
ver j aprehendido ludo quanto d'esse dinhel-
ro rasoavelmeute se devia suppor quceslava em
seu poder, visto que admittido mesmo o depoi-
mento de Antonia Maria do Espirito Santo, que
em vez de r figurou de testemunha, havrndo
o dito Jos Clemente em troca do cavallo re-
cebido iti-ll.i e de seu marido quatro notas en-
carnadas e duas amarellas, nao se exclue an-
tes se deve aceitar a probabilidade de que taes
notas perfaziam a soturna de 80,000 rs., fol-lhe
aini'a arrestada urna escrava de nomo Felici-
(1 ule, de seu dominio e perlenco.como certifi-
cam os officiaes da deligeneia. i .'liando mesmo
podesfe admittir-se que o marido da queixosa
devesse responder pela quantia de .'150,000 rs,
que Joo Paulo de Moraes dille fmaa nunca pro-
voujque continha a carleira, parece em vista
do que fica extractado dos documentos que se
Ihe bavla j tirado bens de sobejo; mas poste-
riormente um segundo Fcqueslro se Ihe fez no
restante de scus Jjens, casa de morada, rotas,
cavallos, movis, cal os mais insignificantes
objectos de seu uso. Esta violencia deu lugar
a que o desgracadn perdesse o uso da rasao, e
nesse eslado malasse na cadeia a um compa-
nbeiro de priso, ferisse gravemente ,i outro,
e evadindo-se fnsse por sua vez espaocado nas
mas daquella villa to fortementc, que de no
vo arrastado para* a cadeia, e (segundo consla)
posto em um tronco sem auxilio ou soccorro
algum, ah no dia inmediato (l5 de levereiro
do correnle anno) perdesse vida deixandu ao
desamparo uina vi uva e filhos menores.
Tama o ha desgiaca, que devia consternar a
um homem desensibilidade ordinaria, nao pu-
dia d. ix n de advertir ao mencionado juiz dos
resultados e perigos de seu errado proceder
para o desviar delte, mas assim noaconteceu.
Nesse mesmo dia com manifesta infraeco
da ni di liaran, liv. 3., til. 31, j 2."e 3." foi jll I
gado o arresto feito en: lodos os bens do infe-
liz Jos Clemente de '. ni' \ m, i, sem que se
provasse carleta da divida, pois que o depni-
iiit-iin> suspeito da verdadeira r Antonia Mara
do Espirito Santo mo he concludenle, iinica
que deu sciencia s outras lesteuiunlias, e mui-
lo menos fosse adinissivel o outro quesilo exi-
gido em direito, e que o juiz teve em vista, a
suspeila de fuga, poli he irrisorio suppor, co-
mo o dito juis suppoz, suspeito de fuga, e ca-
paz, de occullar bens para sulilrahir-sc ao pa-
gamento de divida um desgranado, queja
nao gozava de sua raso, estava medido em
um tronco dentro de nina cadeia, c nos lti-
mos paroximosda vida. He ainda para notar-
se a precipitaco com que o juiz se houvejul-
gando um feito rm que nao se tenlou a cunci-
liaao, a qual na especie de que se trata, puslo
que podesse ser relia p..,,, n.. i,.. ,. .....u,. ,
to. deva verificar-te todava antei da si mi n i
nos termos do disposto no artigo 5." das dispn-
siedes provisorias acerca da administraco da
Justina civil.
A escrava arrestada como sendo da posse e
perteuco do finado Jos Clemente de Sant'An-
na, fol por ordem do juiz entregue ao curonel
Juaquim Cavalcanti de Albuquerque, rm vista
da simples apiesentaco de um papel de com-
pra por 350,000 rs. passado posteriormente ao
arresto, rogo de Clemente Jos de Sanl'Anna,
que disse, mas que nu moslrou ser scnlior da
dita esclava, e isto sem audiencia dos herdei-
ros do arrestado, aus quaes o negocio tocava
dlrecla c posiiivamcute, c por mero accordu
com o arrestante, que pudendo transigir subre
o arresto, c consentir que elle se levantaste,
eia entretanto manifeslamente iucompetenle
para transigir sobre o dominio e posse, que
Interessava ao arrestado, e do qual nao licon
privado pelo arresto, como he corrente ciii di-
reito.
Todos os drn,.iis bens de raz, movis e se-
moventes, que li.mi.un sido arrestados, foram
entregues Jou Paulo de MuracS por ordem
do juiz, e em virtude de nina cesso constante
de um papel assignado rogo da viuva, cesso
esta evidentemente dolosa, e milla ; porquan-
to os beus cedidus excedem a importancia da
divida, se he que alguma havla, e obrigaco
de solve-la, visto que nao se pi ovando que o
arrestado recbense mais do que quatro cdu-
las encarnadas e duas amarellas, que bem po-
diam peifaier a quantia de 80,000 rs., por que
vendcuJoo Goncalves da Luz esuamulber
o ni cavallo, sendo aquellas scdulas de 10,000
rs., e estas de 20,000 is., e sendo-lhe appre-
hendida esta quantia, como fui, snlvida eslava
qualquer rcspuusabilidade. Em segundo lugar
a cesso nao poda ter lugar sem que fosse Ho-
rneado um lutur, que fallasse por parle dos
menores, visto .que estando os bens rm coin-
iiiiiin pela morle do arrestado, a viuva nao
poda d'elles dispr, ou sobie elles l'azer qual-
quer transaeco, sem que precedesse audien-
cia do tutor (ord. I. 3." til. 4l. j Em leiceiro
lugar nu pudiam ser vendidos os beus, prin-
cipalmente os de rals, nos quaes linbam parte
os orphos, aera que precedendo avaliaco fol-
ie m levados hasta publica ( ord. I. 1, tit. 88
25 e 20 ) Em quarlo lugar importando a ces-
so una duaecu in loiuluin, uo poda o juiz
cousentir u'ella sem que tvesse sido paga a
siza do bem de raiz, e o sello proporcional,
porque equivala um titulo de transferir i
piopriedade, sendo como he a doacco in o-
fuium una verdadeira alienar nos termos
do alvar de 5 de maio de I8l4 Em ultimo lu-
gar he para uotar-se que o juiz nao fizesse re-
paro nos termos em que foi concebida cssa
cesso, na qual a viuva renunciou lodus os di
reitos c privilegios que pudessem competir em
qualquer lempo nu so a ella como aos meno-
ics, aiuda mesmo-di pois de emancipados,para
reclamar,por isso que para | rebencher a mearo
dus orphacs linha ella valor ou quantia mui
superior esseibens que ceda, ella cuja mi-
seria o juiz confessa em sua resposta, expundo,
para declinar de si a rrspouiabilidade da des-
grana acoiiii cola, que a recebera em sua casa,
Ihe ministrara os socconoi de que precisava,
bacharelLourenco Bezerra Carneiro da Cunha,
para ser responsabilisado no juio competente
peloi abusos que comnietteu, econstaui dos
documentos, u'esta referidos.
Palacio do governo da provincia de l'crnam-
buco, l6 de maio de l85l.
Commando das armas.
Quarlel do commando das armas na ciilade do
Uecife, rm 19 de maio <' 1851.
OI1DF.M DO DIAK. 89.
O coronel cominandante das armas, em refe-
rencia as comniiinicaccs recebidas da presi-
dencia nas datas de 17 e l8 do correnle. f z cor-
to a Manicio para os fins convenientes, que
S. M. o Imperador houve por bem. por decrelo
de lBde abril findo, conceder passageni para a
segunda cnuipaiiliia da corle, ao Sr. capllao do
segundo batalho de caradores Francisco An-
tonio de Souza Gamillo,legundo fni declarad
em aviso do minislerio da guerra de 25 dn nies-
ino mez, e que por outro aviso de igual dala
foi o mesmo augusto Senlior servido conceder
um anno de licenca registrada ao Sr. piimriro
cirurgio do corpo de sande doexenito Dr.
Pedro de Alhavdc Lobo Moscuso, que Se acha
nesta proviuci.
joi< Victnli 1 Anorta) Bezerra.
EXTERIOR.
ri;PUBLICA FKANCEZA.
e promover em seu favor urna subscrip(o,
ofl'erecendo-lhe sua prolecco ella, em ver-
dade lio miieravrl que oo Ibc valendo as re-
commendacei d'esla presidencia expedidas
em lempo a aquellc juiz para evitar a espolia-
cao que veio lollrcr, foi relugiar-se com oa
desgracados orphacs em municipio difireme,
nilr vive na indigencia.
Pelo que o presidente da proviuci, usando
d'a altribuino, que Ihe compete pela disnosi-
cao do 8. do ai t. 5." da carta de le de 3 de
outubru de I8j4, leolve impender, como cf-
feclivameutc suspeudeo mencionado juiz mu-
nicipal c de orpbos do termo de Iguaran,
ASSEMIII.F.A NACIONAL LEGISLATIVA.
SESSl'O DE 27 DE MUCO.
Ditcurso pronunciado pelo Sr. mililitro dn
initniccio publica em respoita a MrtMa-
dicr Monljau que o interpellra cerca du-
suspriisao de Mr Micheltt, professor de his-
toria HO colegio de I-'raifCa.
( Concluso. )
O Sr. Ministro da (tutruefo publica : Aqu,
senhores, mluha larefa ser um punco difieren
te; eu entrarei dianle da assembla que faz-
me alinnra de esciilar-ui, em tudas as particu-
laridades que o ailUlllpto comporta e que lia
provocadas pelas iiiterpcllanoes que me sao di-
rigidas.
Vozei i din ita : Se est fatigado, deixe Is-
so para ainanha.
O Sr. Ministro da ilUtnUfSo publica .' Sup-
plico assembla que trnha a bondade de ou-
vir-me al ao fin. Trata-sc aqu nao de um
acto emanado da responsabllldade pessoal do
ministro, porm de um acto emanado .le una
autoridade legal, de una autoridade consli-
lucional. Trata-sc de um julgamcnto pronun-
ciado pelo conselbo superior ila ui-unc.a > pu-
blica. Kul convidado para rubricar elle julga-
..iei,to. ef<>- r..i--......Mili o.ira ."'r-
le que nelle lomei em companl-ia de meus col-
legas do couselho ; esla fol a nica parte que
tome! no proprio acto. Esle acto he pois um
jiilgamento, e como tal, permita a assembla
que Ihe diga nao obstante lodo o respeiloque
Ihe consagro, nao obilanle iodo o reipello que
Ihe he divido, nao esl sujeilo sua auluridade.
( Manat de approl-ac A' o ir i la : Uso he incoiilcslavcl! Estas
sao as doutrinas verdadeiras.
Mr. Versigny: Houve escesso de poder.
OSr Ministro da inslruccopublica:Esse aclo
nao depende seuo da couscieucia dot juiecs
que o profei iran.
Tomadas eslas precauteles, enlrarci agora no
iiiuraplo.
A' dirrifa : Nao! nao he intil.
O Sr. Ministro da imtruffo )wblica : Sup-
plico aisembla queira conceder-me alguns
instantes mais de benevolencia { 'ii" falle )
pois he necessario que se diga a verdade toda
inleira ; numerosas falsidades tein sido repeti-
das a este respelto e he de meii dever refuta-
las nesta tribuna ( A7ui O nubre represenianlc a que respondo, fal-
lou-nos senhores, de una obla philusophica,
da liberdade de pensar, do diieilo que icui to-
do o cidado de manifestar o seu pensamrutn
pelo livie exerclcio de suas facilidades, c do
exerclcio O mais precioso de urna laciildadc na-
tural. O nobre reprcsentanie chaina a obra
de Mr. Jaiques urna obra phllosophica! lisas direita Rerlamafcs esquerdn ) (Juc eslranliu
abuso de palanas que eslranho abuso de
cuusas Um opsculo odioso, um alhaje per-
petuo ao que o niuiidohonra c espcila ( Appro-
vacan (i direita), um ullrage perpetua ao bom
senso, o qual nem inesnio lem e mrito do t-
lenlo. ( Exclamaco'es ii esquerda ) es o que
o nobre repiessiit-inlc chama una obra philo-
sopbica'. lie lima aberranu Intntala de mu
espritu que era chamado a oulrus destinos,
de um espirito que por mulu lempo auduu em
nielhor ca miulio, de un espirito que a umver-
sidade deplurou amalgmenle ver sabir dessa
va saudavel ; mas he una aberrara que nao
poda licar impune, sob pena de deixar impu-
ne um ullrage moral publica.
Foxeina extrema esquerda:\' qual nicral pu-
blica ?
A' direila:-- Hio ha seno nina nao ha
duas Ellas vao Inventa' una moral !
Ifr. Venijny : Hal-nos o vosso calhecis-
mo, Srs. lberaesse he que o leudes /
O .S'r. Ministro da imlrucfio publica : Se-
nhores, urna ou duas passagenS dessa obra fo-
ram lidas em vossa prelenca, permllll-rae
lamn in que vos lela algumas outras, pois isso
he necessario. ( Si'm Sim! Leial Huido.)
Vosee na extrema esquerda : Lj'ia I O senlior
nao apresentar nunca outras to boas. Ha
nellasmais espirito do que em lodos os livrus
feitos pelos se us correlgonarus.
O Sr. Ministro da inslrucco publica Os se-
nhores fallaram ha pouen do cathecisniu, poli
cilarei uina passagem relativa ao caihccisuio.
Eis-aqul o que diz Mr. lacquei :
Eu provarci prnneiramenle que o caihe-
cisino embrutece a infancia..... Obi oh I
Koiet na extrema esquerda: lie una verdade.
A' direita : Ules sao dessa opinio.
O Sr. /'i i mil ni, ( para o lachigraphu do Moni
tiui. ) Tome os apartes da opposlcu.
O Air. ilinislru a irulrucf.io publica ( conti-
nuando a ler ) : Provarei depois que a cor-
rompe. ( Exclamaco'es direila.)
Elle embrutece ordenando raso que ab
dique o leu imperio, impondo au espritu a
ubiigaro de iidiinltir sem ex.une nem prova,
debaixo do ttulo de invilcrlot, pretendidas
verdades que ollendem o mais giusseiro bom
acuso.
f) Sr. Presidente ( para a direita. ) Silencio,
meus senhores.
Mr. fouzal: pergunte a Mr. Kould e a Mr.
Coquerel.
O Sr. Ministro da (wfr*ee4o publica: Depois
de uma exposfo ao seu modo do mystcrioda
Incarnaco. ( ilurmurios i direila) Mr. Jacqucs
coniiiua i Que se deve di/.er desli moxinifa-
da ; delta pessoa divina ( a palavra iiesiuu ou
nn significa nada, ou entio quer dlzer ente
distlinclo e separado), (pie se separa deoutia
sem cessar de ser nina com ella, eque loma
una alma humana, viudo assim a poituir Ire
almas, a alma humana que tomar.! a alma Di-
vina, que nao eessa de Pilar unida ao padre...
( Moiiminto de indignara o dirtiln. )
Votes o ilireita: asta '. basta!
A esquerda. Leia lela !
O Sr. Ministro da initpuccia publica: Siiq,
ailDi cu v tu ler.
IVllM i'csn direita : He uina veigonlia !
Mr. de Munlebelln: lie infame '.
Mr. Ilouzal : O que se lem feito he que he
odioso I
Mr. Vain : He o peridico o Vnivers que lie
una vergonl.a 1
OSr. Ministio da tnilrucca'n publica : Os
senhores me respoudrram da tribuna. Por a-
gora rogo-ibei i|ue me esculein.
.Cha mam a rtaai cuusas mftttriol, cu a
i tolmo inepcias. o
A/i/uia> MI(* d esquerda : lie urna verdade !
[ l \. ; un o nr~ direita.)
O S'r. pnsidinte (para a dlrelt] :a Os lenho-
res nao conhecem suas vanlagens; calleni-
se e deixem fallar.
( 1/iiiio orm )
l'iaa MI a iiuiiMi/1 : Elles nao sabem o que
tazn.
" Sr. presidente: Depois da vcrgnnha de o
ler rsciiplu, a inaiur veiguuha heapplaudi -lo.
( Viva (ip//t'dfi'o.
A' dirctla : lie verdade I he verdade !
O Sr. grueral tubvier-.K Europa esl ouvn-
do ludo islo '.
Vozes (i espuerd.i:Temos por mis a Voliaire.
(7u(r.i n>::- E a Mr. Pould.
H .Sr. ministro da inslrucca > publica, conli-
uuando a ler": ( Diz-se que leui mysterios
excedem a laso ; iiirnt.nl que elles a re-Ise os cumprclicndo mal, a assembla me jul-
voliaui, que o propiio do injslerio he nu gara
cies chrlstes. Peno a asiembla que dgne-
se de escutar esta passagem :
n Em todo o curso desla diicnssao tenho
dito chrlltianiliuo e nao enllin/iciimo, porque
com ell'eilo o ineu ver nao ha entre este dous
termos nenhuma dlirerenca; o catholicisnio
he a fima adequada do ehrlstlanismo ; he
ipii chrstianisuio consequente Todas as ael-
las dissideules ou vollarao para o catholicis-
nio, do qual parecem c crem anarlar-sc, ou
se se aprtalo delle realmente, nao conservan
do clirstiinisuio seno o nonie, e nao sao
seno un racionalismo deslavado e Inconse-
1111 11 (i i
Vozes numerosas direita:Oh r Netle pomo
(em perlrii.imcnte raso.
Votes esquerda :}H admlravelj (Obi oh i)
Urna vor ii direita S Isto he verdade.
OSr. Mii.ifroi/u instrutt;a'n publica.:(. que-
rio os Sis. que o governo, o qual lem a mis-
su de ejercer a luti Ha do rnsiiiu em o noinc
dos pais de I in.ilias. consrrvasse frente do
entino um homem que profeill taes doutri-
nas i Isso nao he possivel.
A direila : -- Nn nao !
,1/r. Ditours: Mr de Mantaleniberl e Mr.
de Itiauery rrqitereraiit sso para Mr. Qui-
ne!.
O Sr. Ministro da inslrucc'io publica Nao,
senhores, isso nao era possivel ; um dos pri-
meiroi ilevercs do govemu he fazer respeitar
nao smente todos os cultos, seuo pirticular-
mente aquelies que sao os d.i uiaioiia. ( En la-
mnco'esc risos esquerda. )
l.'ma voz .i airiila : Ento os senhores sao
Turcos!
A' esquerda : Aviso aos protestantes/
O Air. Ministro Us itutrucclio publica :--.. Maa
particularmente o culi que he prcfemdopcla
iimuensa imioria dos Franre/es, o cliristianis-
iiiii. [ Reelamaeotu dtsquerd*.) Sim, scuhoies, o
chriitiaulsino.
il/r. dr Kratrg : --Tein raso !
Mr. SavatierLarveh: A carta de 1830 era
mais liberal do nucos senhores.
Mr.Bouhler de l'Ecluil : Elle he o primeira
dever de um governo.
O Sr Ministra 'i MUiraefJIo pub'ica '. He as-
sim, senhores. .pie cutio lo os uieusdeveres ;
ser coniprehendido, e comprehendo mulla
bem que sao absurdos. ( Nova apnrovacao
na extrema esquerda.--sensanao pcnlvel nos
bancos da maioria. )
Mr. Sehwlelier. voltando-ie para a extrema
c-qiierda : Silencio, meus senhores !
O A'r. presidente ( para os bancos superiores
da esquerda ) :-lma porfo da oppoticSo con-
demiia.us senbures ao silencio, o que Ihes laz
multa boma. ( Mulla bem! amito fcim! I
res na extrema eiquerda.
tw ar. nao conscguiisir mirr-oim _
dusaqui sao de sua opinio. Para honra da
assembla he lmenle um peqneno numero
que assim penaa Amanilla os Srs lerio esta
honra aoiolhos de tuda a Franja. Continen
conlinuem com otseui apartct (Approvacio
mu viva direila. Agilaeo na exlicln.i es-
|in'i d r ) *
O .S'r. Ministro da instruecilo publica i Isto
quanlo inlelligenci.i Eli-aqui agora quau-
lo moral : O Dos do callieeisino nao he
lmenle incoiuprehenilvel em sua uaiure/.a,
seno t.imbeni iujutlo em sua conduela. A
primeira e a inaior deiiai iniquidades he, sem
contradiccSo o peccado original.
E aqu se acha. Sis., una longa dedue-
eio das pretendida! Iniquidades de Ueoi.
Vozes numerosas i direila : Hasla basta .
Nao he preciso ler mas !
A/r. Bae : Todas as philosophias entina
sso.
Mr. de Monlebello: Tanlo peior para aplu-
losnphia. _
Ifr. fue e outros : Ah ah Enlao quei-
mein os livroi dos pbilolophol.. ou inelhur
anda, queimeni os pblloiopbos.
OSr, Ministro da instiucfiio publica : -Se oque
di/, ii nobre autor do aparte, que nao sei
quein he. .
Foses diferas: He Mr. Rae! he Mr. Pac:
OSr Ministro da inst ruerno publira : Se o
que disse Mr. Ilac fosse verdade, amaiiha eu
publicarla um decrelo lupprlinindo o entino
da philotophia em Franca, ( Viva approv.it n
direita. Exclam.icrs estroiiosas e applau-
sus irnicos a esquerda.
Mr. Ilic: A philosopliia er no progretso;
C PO er na queda d homem.
O Sr. Ministro da inslinccao piil/iCii, vidlan-
dii-sr para a esqueida:Us Srs. calumniara a
philoiop'lila.....
A" isquerda: Nao nao '. he o Sr.! O
Sr. na a cunhecc. (SorrilOt a direila).
O Sr .MiiiKiro da iiKfrurrao publica :tls Srs.
acalumniara; os Srs. esio era oppoilfaocom
lodos us philosuphoi iniminenles que a Fran-
ca poliue. (Vmosla! vmosla! Kisus ir-
nicos esquerda); os Srs. eslu em oppoli-
;o com todos os esc ipiurcs que honrara
uossa litteralura: nenhun delles leria escrip-
ia o que Mr. Jacque escreveu ; nenhun dil-
les Sobre ludo teiia escripio em uina tal liu-
guagem. ( luleirupjes c risos na extrema
esquerda.)
(Mr. Ilac, pronuncia algumat palanas que
uo podemos ouvir. )
A'direita :A ordem! ordem I os interrup-
tores !
O Sr. presidente : Nao para puoleno dos
interruptores, s exijo que scus apartes sejam
publicados lio Moninur.
A* direila : Multo beiu. muilo bem .'
L'mu vo: direita :Y. iotitc ludu que olio-
Mriir nao omina os applausos.
Mr. Leijros-Uivot:Sim sim I he una ses-
so mu ba!
Mr. Chapul: film 1 sim I o paiz se instiuc
com eslas lines.
O Sr. Ministro da inslrucco publica Recelo
abusar da paciencia da asssembla.....
A' direita :Nao, nao. Falle, falle.
A' esquerda;Sim. sim, l.ille.
OSr. Minifro da intlruccii publica :Term-
nale! por nina passagem caracterstica, fto
era bstanle ler ullrajaJo o calliolicismo rm
seus dogmas mais rcspetaveis. (Ahiah;
Suri sos esquerda )
Mr. Delcfceehe :--IJue nos iiupurla isso? f Mur
mu ios direita. )
O Sr. Minittro da inslrucfa'o publica : Era
uccessario ainda que o autur ultrajarte lodas
as outras religies.....
Mr. C'imroui:Ellas nao exigcn nada do
Na extrema esquerda: He nina verdade I Mul-
lo beih! ( Vivas exclamaco'es li direila. A
oraVm.')
Sr.
O Sr. Ministro da inslrucfa'o publica : Era
necessario aiuda que ulUajajje (odU as icli-
Fosri numerosas itreita: Ella o aprova
cuiuplelamente
OSr. Ministro da instruec'to publica :Ao ineu
ver. a Franca he una nafo cbrisl.i.i.....
.4' direita : Sim sim !
O Sr. iiiiiiiil.o da inslrucco pubtica : .... Ella
he chiisla em sua poltica, chrislSa por leus
Inleresset, ehrlilia tambera na educano que
d aos (.rus filhos.
A. direita : -- llnlto bem'. multo bem !
O Sr. Ministro ,, imi1 i i .# MisatsmfssIssMmifm Jrw ** **,-^
eolleglos ? He vigiartebre a lilltruceio e so-
bre a diicano religiosa dus meninos ; este he
o notto primeir dever, e como he que ao lado
do caprll.io que da a InilrCCJO religiosa, ao
lado da eapelfa aonde se levam os meninos
imssa, se poderla conservar um professor quir
eiisina aus seus discpulos por seos escriplot.
portuaconduclaj por sua vida toda inleira,
pie ludo o qqr se Ibes eiisin.i he drcepno. he
rriso, he objeclo de deipretol Nao. nao he
possivel entender o dever e a liberdade, cora
senhores entenilrm.
A' dircil i : .Milito bem milito bem !
O Sr. Ministro da iaifruce.lo publica -- A li-
berdade de peinar, lenhore, exilie para iodos
os cid.idos. ( fi'isus iri.nicos esquerda ) mas
com urna condlfao., ..
Urna rol (i esquerda : l!oni a condi(o de
pentarem cuino teuhor*
OSr. Ministro da inilrMCC'o publica: Mas
cora una coudiflo, senhores, (iue he nina
COndlfiO de honra. Insisto nesta palavra, COIII
uina eondlcio que he uina condifao de honra,
com a eondlcio de respeilireiii a religio das
fanillati com a eondlcio de retpcliarein a le
que Ibes he imposta pelat funccOet que exer-
cem e pela qual rccclieiu um salario do eslado.
( Muito bem '.)
Lina m: a fu/uenlu : Mr. Jacqucs nao rece-
bia nada.
O .S'r. Ministro d Inslrucca'o publica: Ot
lenhorea fallara de philotophia Houve um
philnaopho c-( lebrr, cujai doutiinai iio ooin-
parlilho, mas que lem |na hittoria da plnloso-
phi.i um nonie i|ue iiiiu nioire ; Splnosa. ( Afo-
criiiMfn (i eiaaeraa. )
Foiei i direita ; Conhcceni elles por ven-
tura a Splnosa ? '.
O Sr. Ministro da inilrucfa'o publica : Spi-
nosa, leuhore pralicou um aclo de lealdad,
que aquellei que professam suas doutriiiat
uo imitain. Elle era pobre, mas isso noobs-
laule, sendo-Mc ofl'erecida uina codelrade pro-
fessor, leve a lioiicstidad.i de recusa-la. Nao
dilte elle, aceilando-a, CU nao seria mais livre
e quero guardar a iniiha liberdade. u ( Afin't*
bem I mui lio bem '. )
V teta direita : -- lia poucos Spimias.
O Sr. Ministro da initrncca'o publica:Se-
nhores, tudas as autoridades que era diversos
lempos teeni sido incumbidas da direeno da
intlrucciu publica, leriain praticado com Mr.
Jacquei oiueiinoque pralicou o couselho su-
perior de 18,'rtl uude 1851.
Antes de >lr. Jacqucs, uniros professores l-
uhaiii sido punidos pelo mesura facto. Os se-
nhores, sabem perlcilaineiile disso, julgo por-
tanto Intil pronunciar os seus iioines. Nunca
taes desvos licaram impunes entre nos, ellet
foram lempr reprimidos.
Mr. I'arieu : O proprioCaruol uao os tole-
mu rm l48 ( Motimenlo. )
U Sr. Ministro da inslrucco publica : Islo
racimo i.i eu dlzer. O honrado Mr. Carnot
nu us i i. ion no momento da piinicira ctt'er-
vercencia de 1848.
Mr. Leijrosevol: L'go he jeiuita I
(I Sr. Ministro da inili ucca'o publica :Era 1848,
um prolcssor.o nal nao noinearri.inaique ex-
eicici.i um cmpicgo elevadoemuin dospriraei*
ros collegios da repblica, publicou nina obra
ultrajosa parao cler (uauuumearei, como dil-
le, o professor, mas moslrnei a obra a quena a
quizer ler;, e Immedlatamenie "r.Caruut.tem
cunvocar o cuuselho, nao ouvindo seno a iua
couscieucia, uo alteudendo seuo ao seu de-
ver, di mi di professor, e aqu etl a porta-
ra de dcuissao, a qual honra o seu minis-
terio. ^_
A' direita : Muito bem 1 muilo bem!
Mr. X\ac : Elle lera raso ; mas o caso he
mui dulciente.
O Sr. Ministro da inilrucfa'o pubtica : Ol
senhoies, vero que eslasdistineces,das quaet
lia pouco traiei que l'oiaui qua.Uiica.dat de iubj
ILEGIVEL
^-Mm*wmmbai'.'*'
*&


^ '
s ealru ouvl, de jesuitismo, siio nina I soluta de cxcrccr ncnhunn funcc_5o Jo ensi-
i'na couse rvadora nu corpo que ensina no, quer livrc. quer publica mal Srs.. na
m
nm
mV

tileas,
iImiiii ii... .
Mr. Carnot as ipplicou, a! ,'consagrou pelo sen
jiilgamrnlo.
Mr. I'flltlitr: Me nao leve rasan, en aqu
tudo'l ( k'xclamafo'es estiomlosas, c ritos (i rfi-
O Bfi Mmiitrn da intti ucCO publica : -- Nao ;
ella leve rasao, isso o honra.
O Sr. Presidente ( para o Sr. ministro ): Lela
a porlaria ; isso ser mullo mellior.
O Sr. Mniiro da instrucca'o publica: Eli
a |ii: n acto de Mr. Carnol. Reparen! ossenho
res, bein na dala, elle lie anterior aos dias de
junlio, elle he de 25 de maio de 1848.
( O Sr, Minittr frrt'io. )
Visto a luforinaco do director da acade-
mia de......datado de 20 de malo de lSfX.....
( llera veeni ot senliores, que a deciso nao loi
inuilodemorada de 20 al') .1
Visto o relalorio;
u Considerando que, se a liberdade ilimita-
da da Imprenta he o direito de todos os clda-
dos debaixo s da reserva da inspeceo da
opiniao publica, a qual promptamente con-
leinna as tbeoiias falsas c perigosas, as fue-
cues do corpo que ensina, lem todava deveret
particulares i|ue nao Ihc he permiliido trans-
gredir... -
A' direita : Milito bem multo bem .
O Sr. Umiitrv da instrucca'o publica lendo);-
Art. I.' o Sr. .. professor de Ithelorica cessa-
r [inmediatamente suas funccOe*.
. l'aris 25 de maio de 1848. >
Mr, llaudin : Com isso nao fcava arrui-
nado,
O 8r. Mnimo da initruccn'u publica : -- le-
nliain a bandadede eicular-me ; nao se pode
di/cr Indo ao inesiuo lempo.
I'issarei agora forma, e he aqu que lenho
uiuitos fados que rectilicar.
Dissc-sr, imprimio-se, repetio-se nesta tri-
buna que Mr. Jacques fura priiuciainente
deniettido; ique depois rcceianiio-se nao ler-
se-lhefeito ainda bastante mal, se Ibe tirara
ate essa aplldo que ha pouco fura asslgnalada
e mostrou-se a crucldadc, a excessiva severi-
d.idc da seuten9a dada contra elle, com pro-
>. inicio absoluta de entinar,
l'i iuirii ii que ludo, peco que me seja per-
niettido dizer alguina cousa subre a liberdade
de defeza {Hitiu esquerda.) l'arece-ine, sc-
nhor, ^ue n;io eslou disendo nada de ridiculo.1
De um orondr MHMro de bancos, -Nao I nao.
Muito bem I
O Sr. Mililitro da instrueo publica treio que
estou aqu defeiidendo o Interesse do entino do
estado e da moral publica, tanto quauto o in-
teresse da liberdade que os senliores desconue-
cem. (Signaes de nprovac.a'o direita)-
Fallou-se do direito de livre defeta violado
na pessoa de Mr Jacques. Perniclti-ine. Sr.
que cu diga a este rrtprilo que a lei de I8,)U, a
qual lem sido assignada como tao excessiva,
como lio abusiva, lie ueste ponto niuito mal
liberal do que uossa amiga Icgltlacio da uui-
versidade.
Com elleito, tenhores, parece de direito,
pnreiii de direita obrigado... ( Humores A esquer-
ra). />im parece de direilo obrigado, repito,
que em umaadministraco que polica por si
inesmo, como he a admiuislracao do corpo que
emsina, que cm urna admnislije,i que excr-
e a auloridade de disciplina sobre Udo
os seus un" .iii o-, a observancia das regias do
processo uo deve ser tao restrictamente exi-
gida, como quaudo se nata da honra, da pro-
priedade, ou da vida dos cidados peraule os
tribunaes civil, t com elleito, seuhor, todos
os dias se est deniitlindo um procurador ge-
ral, um magestrado, pelo nico motivo de ter
perdido a confianca do chele rcsponsavcl da
aduiinistracao a qual pertence.
II t. Emmanuel A rajo. Para ser professor lie
preciso ter Ictlo estudos.
O Sr. Ministro da nilrupa'o publira. A no-
ble proftstao da magistratura exige lainbcm
.lllllol M|>aaAM. rttliit' mil JnntfO lofiMSI i>>"
po consagrado ao noviciado, exige sacnlicios
de fortuna.
guando a universidade ful creada, introdu-
zio-ie no corpo que ensina tuna surte de pro
cesso que nao he perint(ido traogredir a res-
peito de um incnibro du corpo, quaudo he
susprito ou convencido de um delicio.
roiMurn/urriia. l'ara a manlia '. para a ma-
nlia.
A' direita. Nao! nao !
Si Ministro (la Mtl iitVo publica. Antes il.i
h i de is.'iO, o praoetto era lelto pelo conti
acadmico e iido conreino da universidade,
Bita raras vez. s rrlusava a audico do acula-
do, mas elle na tinha um direito a isso. Kile
direito foi-lhe dado pela lei de i8S0 depoii
desta lei n aecusado lem o din ItO de ter uu-
vido quaudo o requer. Ferguiilaiei agora loi
OU nao toi posto Mr. Jacques em potlcao de
ter OUVldo? lui, ou nao I", i elle ouvido A es-
te respeiio, dire a assembla:
A' Monera, l'ara a manlia para a manbaa!
O Sr. Wiiiiitin il'S tiistiui-a'u publua. -Mr. Jac-
ques loi chamado peraule o procurador do
contelbo acadmico. Aqu esta o teu interro-
gatorio :
l'cryiula. O Sr. he o autor do artigo que
lem por Ululo. l'hilosophia popular, o qual ip-
parecell no periodko Liberte de ptncer '
Hisposla S ni Sr.
J'nyiin'a. Fol com o scu conseulimcuto que
vi Ir loi unpresso e publicado?
Htsqosta. loi por ininlia ordem exprrssa.
.' ,'.'.ii. usa determinado a sustentar os
ataques que este artigo conten contra todas
as religioes ricouhecidas pelo estado, ou quer
justilica-los, allcnua-los ?
Itesposta. i.stou determinado a luttenla-lot
si ni ter nem que atienualos, iiein que justi-
laa-liis (/Insta! Imita!)
l'eiyunla. Tem llgUint cousa que allegar
perante o conselho acadmico?
Itesposta. .Nao.
Eis aqu senliores como foi violado, segundo
te disse, o direito de llvre defeza eis aqu a
verdade dos lacios.
Oito dias depois, Mr, Jacques fui chamadi
perante ocoiisclho supeiior; elle devia espe-
lar isso, pois que se prosegua no processo
entretanto que penso osseuhores que se pat-
sou?
O relator era o illustre e respeiiavel presi-
dente desta asieuible.H. (Motii/netto). Muguen
lia < ni Fran(i nem na huropa que ponliu i ni
duvida o seu respeito pela defeza dos aecusa-
dot.
O relator do conselho superior interrognu
a Mr Jacques, pergiinlou-llic se quera ser
ouvido pelo cousellio supeiiur, e llr. Jacques
espondcu, bem como perante o Conselho aca-
dmico que nao quera ter ouvido.
Altiui puis, senhorct, ludo quanlo as con-
veniencias eiigiaui a respeito de Mr. Jacques
foi pcrfeilamenle comprido. O delicio era
constante ; nao reslava a este senhor tenso
explicar-se sobre as inlencdcs, sobre asdouln-
as ; anlietaiito elle naoquizjuslilicar-se, nao
quiz explicar-se |ieraule o coiisi llio superior
He semp e tem razao que oinguem desconhece
aeusjuies ualuraes, e recusa explicar-sc d-
ame delles ; he trinpre irui raiao que algueni
reni'ga a jursdiceu do corpo, ao qual (em a
honra de perlencer.
Algumas totes esquerda. Para a inanhaa !
pau a man a i !
foses numetozat direita Nao nao !
L'm membruda direita para a esquerda J Vio-
le embora ; nos queremos acabar esta noite.
O .Si. ministro du instruc^opublica. Se .Mr.
Jacsiues tivette comparecido, talvcz tivesie
jiroduzido sobre o espirito dos menibroi du
conjelbo tupi rlor o < licito que pruduzio a de-
feza si
o tribunal, foi a lei que pronunclou esta pena.
Mr, Une. A lei he mi.
OSr. ministro da itulruetao publica, lendo
Mr. Jacques incorrldo na pena de demllMO, a
esta pena se devia ajunt.ir, segundo a lei, a
prohibicao absolutcr.
Portantn Mr. Jacquc* foi punido legalinen-
le, c nao temo dizc-lo, embora vcom iisoag-
gravar a posicao de um hoinem condemnado ;
elle fol punido Justamente ( sien '. sim I )
Mr. Jaques, toui anda um recurso do qual
pude usar; cima do COMcIbO superior ha
anda o conselho de estado.....
Sr. 'residente. De Intil lutlttlr lobrelito;
o Sr. nao he obrigado a justificar a decisao do
conselho superior.
O Si: mnislrn la iiittruciio publica. F^ssarc
agora a Mr. (iueppin.
Este Sr. achava-se na mesma policio que
.Mr. Jacques. Elle era professor, mas como pu-
bllcaiie um livro toclalllta, fui chamado pe-
raule o contelbo acadmico de Nantei.
Elle comparecen perante o couselh) supe
rior, aprcseiitou sua defeza c foi condemnado
a nina pena mili branda do que Mr. Jacques.
Mr. Gueppin deven e.-ta indulgencia do conse-
lho superior defeza que apresenlou pesso-
almente. Este acto he anda urna tenteoca
como o primeiro; nao son portauto obrigado,
era a juallflca-lo, nem a eiplloa-lo de modo
ilillirenle do que acabo de fazer.
Se enlrei em longos desenvolvimentos a res
pello de Mr. Jacques, nao foiporqnea isso fos-
se obrigado : a posico elevada do contelbo
superior, Insta para motivar, para cubrir
tentenca, te tiln me potio exprewar mas
julguel que devia a reclilicacao dos fados en
tettemunho completo da verdade i opiniao
publica "desvarada por publca(cs repelidas,
por pnblicacoes apaixonadas.
A' di'eita. Milito bem! mullo bem.'
O Sr mnitlro dalatiruecaopiiMiea. A assem-
bla sabe agora ludo, ella decidir se o mi-
nisterio fallou ou nao ao sen dever, poslo que
elle tenlia a conscicneia de o ler comprido.
Elle esl convencido de que coniprio um de-
ver, um dever doloroso, mas mu dever que
Ihc era imposto pela obrigacao do seu cargo
( signaes prolongados de aprovacao nos ban-
cos da m.ii i i
( Moniteur. )
\ id m mwwwK
ateire, 21 de maio os: ihsi.
Pela barca Seraphina, chegada boje de Li-
verpool, recebemos o Times de 0 a Ib de abril
prximo passado.
As noticias ruis importantes que nelles a-
cliainos sao as seguintes :
Na Inglaterra nada de extraordinario havia
occorrldo; o parlamento, prosegua igualmen-
te iiii tem traballios, oceupado interaiiiente
com negocio de inleressc local. A attenco
publica continuara ainda a ser attrabida pela
prxima abertura da expoiloo universal. Em
Londres 01 consolidados linliaiu fleadode 97
118 n 87 114 i os fundos braiileiroa a 89r|8 j-os
argenllnot de M l|2 a .').') I|2 ; os tres por cen-
ij heipanboeii de39 1|2a30 3|8. Os fundos
porliiguezes tiiihaui solliido urna baixa de
dous porcenlo em consequeiicia do iiioviiiieii'
tu revolucionario que rebentru naquelle pala.
Os cinco por ceulo licaram, de 3'l I|2a3i l|2,
c os quatro por eenlo, de 32 l|2 a 34.
Km Franca o laclo mais importante que lti-
mamente leve lugar he a formacSo de um mi-
nitterlo definitivo cm mbilitulcio ao provi-
sorio que ha tantos inezes, diriga aquelle paiz.
tonino Mr.Odillon llarrol apezar dut esforcos
empregados, n;io podesse conseguir de ue-
nhuin modo a formaciio docabiucli-. e urr.
gasse ao presidente da repblica os plenos po.
deres que para isso tinha recebido, este inan-
itou chamar a Mr. I.imhi Faucher, c o enearre-
gou da mesilla luillo. O illustre estadista de-
pois de varias eoinbinacoes que uo liverain
lliiiii, couseguio liualuieiile constituir o ga-
binete da maneira teguinle : #
Negocio! estrangeiros, Mr. Itaroclie ; jii'ti-
ca, Mr Itouher, commerclo e agricnltura, Mr.
I'.ull'et ; inarinlia, Mr. Chasseloup-l.oubat ; ins-
tille eiio publica, Mr de (Jroutcllhe! guerra,
general Kainloii : obras publicas, Mr. Mague
interioi, Mr. Leod Faiicln-r.
No da II de abril, o iinmedialo quelle em
i|iie o gabinete ha Via sido constituido, Mr.
I.on Faucher, iniuislio do Interior, expoz ni
assi nibla nacional o programuiado novo ga-
binete da maneira seguiule ;
- Saibores, depois de una administracio in-
terina, a (liaI delta apu/. si mili honrotat re-
miniscencias, no momento em que o novo mi-
nisterio se aprsenla pela prinieira ve/, diante
detla Btseinbla. ( nlerrupcao. )
Furis ii ttgutra. Nfio nao !
Mr de S. I'.enre' roni vicacidade ) Peco perinis-
sao para responder.
Mr. Lian Francher. guando o novo mlnltte-
rio se aprsenla pela primeira vez diame desta
Bliemblai he lio seu dever expliear-lhe as re-
gras pelas <|uaes pretende dirigir-se. Mem-
oro delta grande maioria da assembla que
por sua coiagein, pelas medidas que tem adop-
tado e por sua unan cun n poder execiilivo
tem tbido detde 20 de malo de 1840 restabe-
leeer a ordem, reanimar o trabalhu e final-
mente restaurar a protperidade ao pa/, nao
temos o (menle neiiliiiina uecrssdiide de de-
clarar que seremos irnipre firinet defensore
detla larefa coinmum porm tliin de defen-
de-la contra os perigos que a anieacau, he pa-
ra vos, wnhorei.que sobre ludo devemotolhar.
Nos consagraremos por lamo, lodosos noss
estoicos a fortalecer essa grande maioria que
tem prestado tantos tervlcoi ao paiz; porque
lie Indlipentavel que o poder legiilativ i se
una com o exeeulivo para siiHoc.ii as paixiies
ms e frustar es tentativas criminosas que tai-
vez teiihamns que couibalcr. (Morimenlo a ei-
ffiitrda.j
Por mais difficultosa que seja a larefa que
nos impoz o presidente da repblica, encarre-
gaiido-nos da dlreccn dos negocios pblicos
eremos que nao nos li.ava bem regeitar tua
responsabilidaile. O tlesassocego crescentr
do pala |ffl com que nao hesitassemns. Alui
disso, apoladot lias inleiifoes e\o clu fe do po
dei exculivo, cm sua rectido .e em s as hon-
rosas declaracei, apoiados tambem, perinit-
li-ine que o diga, cm nossos proprioa senti-
meiilos, esperamos merecer o vusso apolo
obter a vossa cooperacao. ( Aqui o nobre inl-
nislro fez una pausa, e toda a assembla guar-
dn profundo silencio ).
Man ter a ordem, fazer com que a lei seja
rejpeilada por todos, fortificar a autoridad
a vigilancia e equidade do govrrno, cuininu-
mcar .i adiuinistraco um impulso de um ca-
rcter firme e activo, inspirar coiilianca a to-
dos os inliresses, e tranqulllliar os espirit
i ti he, segundo a coinpielieudeiuos, a missao
d governo nu moiueuio presente. Mus pre-
tendemos applieai -nos uossa larefa seni re-
serva, e entrelenios a esperauca de que sere-
mos apoiados nesla tentativa, e mereceremos
a tympathia do paiz. ( Agiia;ao)
Depuis que o mililitro do Inlerior acabon
de fallar, Mr. de S. Oeuve subi tribuna e
iinsiiri.il o presidente da repblica por ter
chamado ao poder os inesmos huiuens que a
assembla declarara em Janeiro dcste auno
que nao mercciaui a sui cunfiaii(a.
O nobre represntame concluio o seu dis-
pl rriolucSo de 18 de Janeiro deste annoj ella j tos Sebastian e Pedro,
declara que nao tem nenhuma couiianfa no til
iiiinistcrin e pasta ordem do da. ,,
n-pois de lalUrem algnns representantes,
a assembla regellou a ordem do dia motivada,
proposta por Mr. de S. Bcuvc, por 327 votos
contra 275.
O Journal des Debat tratando desta votacao
exprime-se da maneira seguinte :
. Nao te pode dissimular qnc esta estrea nao
he mullo feliz. Una maioria de 52 votos nao
da una policio mi'1 lurte a un ministerio no-
vo, porm debaix. is circumilanciai em que
elle se aprsenla, nao podia esperar da assem-
bla um mellior acolliimento. Esta victoria
moderada nao pode lorna-lo orgulhoso. nem
lamben) deve dcsanimi-lo.
O Jonstiralionnc tratando do nieimoassump-
to, diz o seguinte :
. Ir........isi: vlnte sete rcpresenlantei vota-
rain pela ordem do (lia pura e simples, e275
votarain contra ella. O gabinete obleve, por-
tauto urna maioria de M volos. Isto he ja una
accessao honrosa grande fracc.ao dos 294. A
porco dos legltiinis'as, melhnr desposta para
auiiiao, forneceu pelo menos 30 votos para a
prsenle maioria. I).ve-se acrescentar que, te
s. mu mi' 02 representantes lomarain parle na
mu a ao, o numero dos que assisliram sessao
eraniaisconsideravel. leferc-sc que Go re-
presentantes se abstiveraui de volar. Abiter-
se uo he certamente prestar cooperacao, po-
rm tambem nao he fazer oppusicao ; he es-
perar, he reservar-se, he detejar julgar os ho-
inens por seus actos. O novo ministerio da
queso exige un) lal julgainenlo ; elle esta bas-
tante seguro de suas inlcncoes e ere que entre
os membros que agora se abstiverain de volar,
achara brevemente mais defensoies do que op-
positores. Elle lem portanto urna esperauca
bem fundada de ver reunida em lomo de si
essa maioria conservadora, cuja uniao tem ja
prestado tao esseneial servico ao paiz, e cuja
devisao tem excitado lanos receios.
Nos departamentos a populacao, assim das
cidades como do campo, tinhi recebidocoin
grande latltfacSo a noticia da formafo de
um gabinete definitivo Nos departamento de
Aube, Aisne, Dnrdogne, Corrze, t6tc, d'Or,
Deux-Charentes, l.ot. Lot-ct, flarronne, Maule-
Vienne, e Soinme, petifes linham sido ja
feitai pedindo a reviao da constituicao pela
assembla actual; mas anda nao linham Ob-
tido um numero sufricienlc de assignaluras
Os habitantes da cidade de Agen no depar-
tamento de Lot-et Garronne,|pedem nao t-
mente a revso ininiediala da coiisiituicao,
senao tambem a prolougacao dos poderes do
actual presidente.
t;orria em Pars que o novo ministro do in-
terior tinha rrsolvido fazer serias inudancas
ua admlnltlraraB dos departamenlos.
Mr. Delisle. ex encarregado de negociotde
Franca junto ao governo da repblica de No-
va granada, ful nomeado mililitro para a cor-
te do Ilio de Janeiro cm lugar de Mr.deS.
Georges, que loi removido para outras tune-
ces. ., ,.
Em Parit os 5 porcenlo licaram no da 11
abril a 93 francos; e os 3 por cenlo a 57 fran-
cos e 45 cernimos. O cambio sobre Londres
ficou a 25 fraucol por libra esterlina a villa, e
a praso de tres inezes, a 24 francos e 8.) cnti-
mos por libra esterlina.
Em llespanha o presidente do conselho o
Sr. Nravo Murillo leo a 7 de abril na cauwra
dos deputados um decreto real pronunciando
a desiolucao das cortes. A assembla ouvio
esta me-pera.11 coiiiinunlcaco no maior silen-
cio, e depois separou-se pacificamente.
Como segundo a consliluicao hespanhola,
as novas cortes devem ser convocadas dentro
de tret inezes, ai eleicoes devero ter lugar
em junho para que a nova cmara dos depu-
tados possa reunir se em julho.
O miuislerio conlinuiva ainda incompleto;
Corra que o inlIQuet de Valdegamas, o Sr.
uonosii i.orlcz, ministro da liespaviiia em Pa-
rit seria chamado para a pasta dos negocios
eslrangeiros, oulros porcui asseguravo que
rila paila leria confiada ao marquezdc Mira-
florea, e que n Sr. Donoso Corte/, entrarla para
a reparticao da guerra,
Coma que o governo no cnipenho de in-
fluir as cleites a favor dot candidatos de
sua escolha, liada resolvido demettir a maior
parte dos cheles polticos das provincias, os
quaes serao substituidos pelus Srs. Ordinez,
'(cetra, Mulvar, Garda, llego, Armades etc.,
entretanto um grande numero de altos lime-
clonarlos tinhSoj sido deineltidos. c oulros,
nao i|U( rendo esperar por tal, linhao resig-
na lo os lugares i|uc oceupavo
No., oais paizes nada de cstraordinario ha-
via occurrldo por nao guardamos para o se-
guinte numero, o que temos adizer a scu res-
peito.
As noticias de porlugal sao de data anterior
s que recebemos pelo vapor iuglez Teviut.
ijii. i. nao compareccu, e fui dciulttido.
Agir demisso acrcice a probibico ab
vad :
tem dcclaraeao do mo-
Foram recolhidoi a cadeia detu cidade ot
preso Jos Gomes das Almas, Josdebouza
Menczei, Jos dos Santos e Silva, vindoi da
provincia do Cear a bordo do vapor Badiana,
procedente dos porto! do norte, e que declara-
ran) ncstareparlicao seren condemnado! que
vinham, cumplir sentenya,,sendo que nenhum
ofBclO foi entregue, que o tivesic acompa
nhado. .---,-. j ->
ALFANniGA.
Itoiidimouto do dia 21 16:537,118
fesenrregam hojt 22 Ittrca franc-7it--.l Raimmtl -- vinho.
BriRue iuglez Elisa Bain merca-loriss
Brigue ingUz Tel.tnia hacalho
CONSULADO GERAL.
llendirnenlodn dia I a 20 25:229,287
dem do dia 21........1:531,050
26:760,337
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rend metilo do dia 1 a 20. ... 1:079,663
dem do da 21.........174,9*8
1:254,611
Despachos Martimos do dia 20.
Buenos-\yrps, Irrigue liespanliol Resta-
ratelo, de 272 tonella las, comlnz o seguinte:
1,550 barricas e 300 muas ditas com 13.142
rrobas de assucir, 4 harrilinlios com 8 li-
bris de doce decada cida um.
RECEBEDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rondimento dodia 21..... 884,822
CONSULADO PROVINCIAL.
Ilemdo da 2o......963,531
Alovimento do porto.
Harto* enliados no dia 21.
Parabiba- 4 dias, hiate nacional Tnt lr-
rndos, de 31 1(4 touelladas, mestre Jos
DuartedeSouza, equipagem 5. carga as-
sucar ; aviuvt deGaulino e Filtio. Pas-
sageiros, Jo3o Crrela da Silva, Francisco
Jola Alves e Juaquim Antonio de Figuei-
redo, Braaileiros.
Groenock -- 37 dias, brigue inglez leiaf, de
160 tonelladas capitilo Duncan Gray,
equipagem 12, em lastro ; a Me. Calmont
& Companliia.
Iliill 50 dias, brigue sueco Pi'arim,de 275
tonelladas, cspiliio John Paterson, equi-
pagem 10, carga carvo ; a Me. Calmont
& Companhia.
Liverpool ~ 33 dias, gilera inglesa Serafina,
' de 299 tonelladas, cipilo John I Gcthing,
equipagem 18, carga fazenlas ; a Jolina-
ton Plnr & Companhia. Passageiros ,
Kduard Botluel o Sydney Munday lo-
cldzas.
Rio Grande do Sil pela Rabia -- 35 dias e do
ultimo porto 8, pataolu nacional Espa-
rtarle, delJSlonellalas, sapillo Silverio
Antonio da Silva equipagem 9 carga
carne; a Manoel Ignacio deOliveira. Pas-
sagoiro, Graciano lleurique Mafra, Bra-
sileiro.
Drontheim64 dias, brigue Noroija'; de
112 tonelladas, capitBO B.M.Dakl, equi-
pgem 9, carga bacalhao ; a Me. Calmont
fie Compapltia
Navio sahido no misma dia.
Rio Grande do Sul -- brigue escuna S. odo
Vencedor, capitSo Jos da Silva Noves, car-
ga assucir.
Os Moleiros.
No qual tomarao parte a tenhora Moreau,
Jos De-Vecchi, Santa Rosa c Sllveitre, termi-
nando com urna linda
Ttvraiitclla,
dancada pelo Sr. Joi Dc-Vecchl e a tenhora
Moreaul.
Ouarra parir.
A encracada comedia em um acto
OS DOS, OU O INGLEZ MACHINISTA,
no qual faa interettanle parle do Inglez o
beneficiado.
Com este espetaculo espera o beneficiado
agradar a um publico que lanto preza. E des-
de j antecipa o seus agradecimentoi aos seui
affcicoados e protectorei. de quem espera aco-
lhimento c benevolencia. Tambem muito
agradece aoi teus companheirm que com tan-
ta bondade te preitaram a ajudar-lhe iude-
pendente de qualquer conlribuicao pecuniaria.
Em coniequencia da conlinuacao da moles-
tia da senhoraCandlaui, aisimcoino dasenho-
ra Bailerna, o beneficiado v-se obrigado a
substituir o que eaiai senhoras faiiam como
v cima, do que pede desculpa ao publico por
essa Involuntaria falla. ,
Os bilhetes achara-i venda em man do
beneficiado no inesmo theatro.
Comecar i 8 horas.
Tfieii.ro de Apollo.
Sabbado, 1 i de maio de iS5i.
Primeira repretentatao da companhia dra-
mtica, sb a direccao do actor Francisco de
alies Guimaracs Cunha.
Depuis de urna escolhidaouvertura.cxecuta-
da em grande orchcsla, mbir icena o muito
atinlaudido drma
1' OS DOUS RENEGADOS.
O director nao se poupoii a esforcoi, nem
dcipeas para que o espectculo v com toda
a pompa e brilhanliimo que requer o autor; e
empregarloda a diligencia paraque o iuler-
valloi sejam curtos.
Comecar asoilo horas era ponto.
PREgOS.
Primiraliriff m, camarotes de frente 7,000
de lado 6,00o
Sequnda ordem, camarote de frente 7,000
de lado 6.000
Terceira ordem, camarotes 5,000
Platea 1.000
Os bilhetes acbar-se-bao venda todos o
lias no theatro.
O director lutando com todos os embara9os
de Ulna empresa nascente pede ao respeiiavel
publico toda a proteccao c indulgencia.
Correspondencia.
EDJTAL
Pela inspectora da airandeua se faz
publico, que no dia 22 do corrente. vilo
ser levados novainenle a praca 77 couros com
avaria, annunciados pelo ediial de 28 de mar-
co, vitto nao te ter cffectuado a arrcmalacao
no dia que foi designado.
Alfandrga de Pernambuco, 2i de maio de
i85l.--0 inspector interino^
Ment ose Fernandes Itarrm.
DeclaracSes.
Srs. redactles. Tendo nos feilo duas per-
giiulas sobre os carteiros deste nosso crrelo,
succedeu sabir un dia antes emavisos diver-
si)S--uni pedido do senhor aduiinistradur do
meiuio para que lancasse suas vistas sobre al -
e;uus carteiros da dila reparticao ; e agora ap-
pareee mu dcstes, o Sr. Ismael conliindindo por ediial de 19 ultimo, lica transferida j
as uossas prrguiiias cora aijui-llcpedido c Ira- os dias 28, 30, e 31 do corrente. Secr
lando-nos de calumniador leno li/.crinos cer-
ta diclaraeo.
toreado assim a respondermos, temos a di-
ter (pie nao se pode calumniar perguulando ;
C que mo he de-KOlto intuito fazer cessar abu-
sos a preco de polemie.is verbaes, senao, inda-
garamos e declararamos os noines d'aqucllcs
que por seu deileito rclardaui dias as entre-
os das ca las e por lira exigen) 40 rs. por
cada nina, preco a que quasi todos se siijeitam
recelando o seu detenoaminho quaudo tao dat
provincias. I'asla por boje : o resto licara para
quaudo retponderetn as uossas perguntat.
Com a publicacao deitat toscas lindas mais
agradecido Ihes ser Srs. redactores o seu
constante leitor. O 'rejudicado.
tna
Keparligu da Polica.
I'MU 1)0 DIA 9 DE MAIO DE 1851
Eoraiu presos : a ordem do chefe de polica
Interino, ot Ingletci Richard Chalk, Thouiaz
l'eslon e Tboinat W. Aulej por eslarem brigan-
do: a ordem do delegado do primeiro dillriolo
o i .1.1.ido do (piarlo batallio de artilliaria a pe
Victoriano Josdoi Sanios por estar desertado:
e a do subdelegado da freguciia de San-Fre-
Pedro-Goncalvct do Recite, o l'oitugucz Luii
Cardlo, tem declaracao do motivo.
dem do dia 10.
For. meiio dislrlcto des le le ino o pelo Antonio da
Silva por corrrccii ; a ordem do subdelegado
dafrrguetia de San Jos Joaquilll Manuel da
l'iedade por desorden! : e a do subdelegado da
frrgueiia da Roa Villa, o Portuguet Antonio
Jos 1'ereiia liarlos, scui dcclaraeao do motivo.
dem do dia 12.
Koram presos: a ordem do delegado do pri-
meiro dlllrleto deste termo, o preto Adames,
escravo de Framisco Duarie, para averigua-
eOei pollciaei; a ordem do subdelegado da
freguezia de San l'rei l'ed. o Goncalves do Ite-
cife o creoulo Cltudino Jos de Sant'Anna,
Vicente Kerreira da Silva e Manoel Francisco
das Dores, para averiguacoct policiaes, Maiia
Magdalena da Conceicao, e Mu i. Jlaudiua, poi
briga : I ordem do subdelegado da frrgueiia
tic San Jos, I.uitSoaies da Silva, por ler sido
i., unii .ni i com urna faca de poma : c a do
A assembla nacional persiste en sua subdelegado du rcgueiia da Boa Vista os pie-
Pela segunda seccSo do consulado pro-
vincial, se faz publico, que a cobranga de
3 pi r cenlo do imposto provincial sobre
de diversos estabellecimenlos, continua l
o li'ii do corrente mez, fndo o qual passa
a mesma a ser feita judicialmente.
De Ordem do lllin Sr. Inspector da Ihe-
touraria de fazenda d'esla provincia se fazpu
blico que. a arrcinataco do servico da Capa-
i.i/1 i d'alfandega desla cidade, annunciada
para
eta
ria da llicsouraria de fazenda de Pernambuco,
19 de maio de 1851 O olficial-malor.
qnacin dos Santos da Fonseea.
AKciitiii la coiiipnihiii iiiKlc7.a
|C piKIUI'll'S IX V|i|l(ll'
O vapor da companhia deve
aqni chegar dos portos da Eu-
ropa no dia l. de junho proii-
mo futuro, e no mesmodia se
guir para os portos do sul. Os Srs. que pre-
tenderen! passagens no inesmo, pdeui diri-
gir-se com antecedencia an escriptorio da
agencia, ra do Trapiche n. 42.
i i iie-1, consulale.
MThe brilisk residents, subscribersnuder the
act (i geo. ih cap. 87, are requcsled lo attend
au exlraordinary general ineeting.oii inatlers
rrgarding the ceinetery, lo be held ou lliuri
day the 22nd iust : al noou al Ibes consu-
lale.___________________
Theatro de S.-Izabel.
RECITA EXTRAORDINARIA, EM HENEFICIO
DI) ACTOR R. J. DE AKAUJO.
HOJE 22 im MAIO DE 1851.
Ksprlaciilo variado de canto, dramtico, dan
ca e mmico, dividido cm quatro panes a
S'ber :
Primeira parte.
I." Ouveitura pela orchestra
o Carnaval le Venezn.
2. Duelo do Rleilr de Amor, pelos Srs. Fi-
lippo la ti e Capurrl.
3.u A engranada comedia era um aelo
O RECBUTAMEMTO N'ALDEIA.
Na nu.il a senhora Moreaux em obsequio
.I i. .i.i com o li. ni liei.ido o muito applaudido
l-niiii tle Monro.
Segunda parte.
I.* Pela orchestra ouvertura da opera
I). I'usclialc.
2 Aria de Olivio e Haiqualc pelo Sr. Tati.
3." U interessaute passo do
MARIMIEIRO
Pela senhora Moreaut.
Terceira parte.
I." Pela orchestra bella ouvertura
LESTOC.
2. Um jocozo bailete composicao do Sr. J.
De-Vecebi,
m
Avisos martimos.
O brigue portuguez Oliveira.sthe para
a i I lia de S. Miguel no dia 25 do correnle, e
quem no mestno pretender ainda carregar,
ple enlender-se com loto Tavtres Cordei-
ro, na ra da Madre-iie-Deos, n. 36, at o
dia 22.
r= Para o Aracaly sabe cmpreterivelmenle-
no dia 28 do corrente o biate Anailica : quem
n'elle quizer carregar ou ir de passagem dlri-
ja-se a ra da Cadeia do Recifeu. 49.
~ Para o Rio de Janeiro segu viagetn
com brevidade o patacho nacional Curioto,
capitSo Jos da Cunha Jnior, por ter parte
da-carga engajada : quem no mnsmo quizer
carregar ou ir de passagem, ple enten-
der-.ie com o capitSo na Praga, ou cora o
consignatario Luiz Jos de Si Araujo, na
ra da Cruz n. 33.
A veileira escuna nacional Galante de
Mara, deveri aegnir para o Rio de Janei-
ro dentro cm poucosdias, ainda ple re-
ceber alguma carga minda, passageiros e
escravo frote, tratt-secom Silva & Grilo,
na ra do Vigario n. 4, ou com o capitSo.
Para a Baha.
Segu com brevidade por ter parte da
carga prompta o patacho nacional Con-
fianca quem no mestno quizer carregar,
enteuda-se com o capit5o na praca, ou
com os consignatarios Novaes & C, na ra
do Trapiche n. 31.
- Vende-se urna lancha nova, que pe-
ga de trinta a quarenta barricas, a a qual
se acha em peifeitissimo estado, bem co-
mo tres boles novis, ludo por prego com-
modo : na ra do Vigario, n. 11, primeiro
andar.
-- Para o Rio Graode do tul, com escala pelo
Ilio de Janeiro, segu viagem por estet diai o
patacho nacional NilAtray, por ter a maior par-
te da carga prompta, e para reslo e eteravos a
Irele : a tratar no escriptorio de Viuva Caudi-
llo & Fillin', ra da Cruz n. 66. ___________
Le I oes.
Ilenry E. Scotl, capitn da galera ame-
ricana Palesline, vlnda de C'alo, carregada de
guano, com destino a Aaltimore, e arribada
a csie porto, por forca maior, onde foi legal-
incnt condemnada far leilao, por interven-
cao do corretor Oliveira, de urna porco de
dito carregamento de guano para pagar o rel-
io das despezas nene porto: sexta-feira, 23
do correnle, ao meio-dia em ponto, no ar-
mazein de Norbcrto J. J. Guedet, abeirado
rio, por dclraz do sobrado de F. A. da Cunha,
cuja frente deita para a ra do llruiii.
O correlnr Miguel Carneiro, far leilao
no dia sexta-feira, 23 do corrente t dez hortt
da maiihaa, no seu armaiem, aa ra do Tra-
piche n. 40, de diversos instes novot e em
ineio uso : como tambem caudiclroi, linter-
nas, mangas de vidro, quadros relogioi, et-
pingardas, pilllas selini ingleiei e ouiroi
mullos objectoi que tero vendidos muito eia
coma.
O corrector Miguel Carneiro, far
leii.ni no dia quinta luir 22 do correnta
ao ineio da em ponto, na prenga do Sr.
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo, de mas-
sames limos o alcatroados, cabosem al-
catiSo, e todos outros objeclos perlenccn-
les a qutlquer navio : os preteadenles que
quizerem ver a relacSo dirijam-S9 ao ar-
mazem do dito corrector, ua ra do Tra-
piche n. 40.

Avisos diversos.
Kilippe Tali, Marieta lladerna, Frederico
Tati, Coustanti Capurri, Joaquim Gianinni ar-
tistas da i n.i .nlii i lyrica do thextro de 8anta
Isabel, tendo concluido o seus contratoi, e
rclirar-se para o Rio de Janeiro, faltaran) ao
seniiiii.mu da verdade e aos seus dever'et se
nao dlrigiitem ao generoso publico Permm-
bucano um sincero voto de ratidao e estima.
Igualmente ao leu collega Germano, empre-
zario do ineimo theatro, dedicaco, tua cons-
tante araisade pelo bem cora que tempre os
tralou.
Aluga-se um litio nal uuuediacei do
Recife, que nao seja mais de una legua de
distancia, que lenha boas propnrccs para
criar vacat de leile, com paito luflicienle lau-
to de verao como de invern; quera ilver e
quizer alugar dinja-sc ra dai Larangeiras
n. l3, primeiro andar.
Ilenriquo Jos de Carvalho e Souza,
e seu Ulna Antonio Cabral da Cosa, e Sou-
za, subditos porluguezes reliram-se para
lora do Imperio.
MELHOR EXEMPL





Roga-se aoSr. A. M. C.S., qaelra di-
rigir-sa a loja de seleiro, da ra da Cade1
do R*cife n. 36, ultimar o negocio que nlo
ignora.
Pode-.se,tomar sorvele na cafa do largo
lo Terco n. 2, porque alem do asseio qoe
tem, heaomesmo lempo muito bem feito,
Deosnueira que rontinue para no licarem
privados destegosto os que habitam na fre-
guezia de S. Jos.
-- Toma-se 3:200,000 rs. a premio de um
e meio porcento, pagando-se todos os me-
7es os juros, com seguranza em proprieda-
des nesta praca : quem quizer, annuncie pa-
ra ser procurado.
O Sr. Jos Emilio Alves da Silva tem
urna carta: na ra da Cadeia Velha n. 61.
Pede se alllm*. Sr*. D. Cicilia Joaqui-
na Monteiro da Costa, de declarar sua resi-
dencia, para ser procurada a negocio do seu
interesso, ou manirar, na ra do Trapiche
D. 31.
Nop8tioda Riheira, sobrado n.19, pre-
cisa-se de urna ama de leite, forra ou
captiva. I
Aluga-se urna negra quecozinhe e en-
gorme, para casa de pouca familia: na ra
de Ilortas n. 88, s dir quem precisa.
-- Domingos Rodrigues de Andradn, com-
prou por conta ttorden do Sr. Antonio Luiz
Fernandez Uraganca, do Aracaty um bi-
lhete das rasas da Caridade do Rio de Janei-
ro da 13. lotera, n. 4173.
Mann.'l deSouza Guimarfs avisa ao
publfco que a casa da ra do Rsngel n. 1,
pertencente a D. Ignez. Mara da Trindade,
seacha bypothecada ao annunciante.
OITerece-se um rapuz para caixeiro de
venda, do que tem bastante pratica : quem
pretender, annuncie.
Roga-se ao Sr. Catanho, que tem um
preto chamado Lourenco, o qual ganha em
Olinda, que se digne annunciar sua mora-
da, ou dirij-sea esta typographia, para GC
Ihe fallar sobre o mesmo escravo, que sihio
do sitio onde eslava,scm sua determinacSo.
O Sr. JoSo Joaquim Raptisla que tem
annunciado mudar o scu nome, para o de
Joiio Jos Baptista : queira declarar a sua
morada para ser procurado.
Joanna Francisca de Menezes faz pu-
blico, que no tem dado procurarles bas-
tantes a ninguem o nem as dar, e i>or isso
qualquer que appareca em seu nome he ful
sa pois os negocios da annunciante |ior el-
la em pessoa teem sido e I>3o do ser tra-
tados.
Quem precisar de urna arra com bom
leite : dirija-se a rua do Rozarle la lloa-
Yisla n. 45, que achara com quem tratar.
Precisa-se do urna ama forra ou capti-
va, para casa de pouca familia, em casi do
Sr. Pradines, cutileiro : na roa Nova n. 36,
defronte da igreja da Conceicao dos mi-
litares,
O Sr. JosCardozo de Souza, ter a
bondade de apparecer, na rua do Vigario n
3, onde o mesmo Sr. alugou a sua escrava
Mariana, para receber osalugueis da mes-
ma e a mencionada escrava, por no se ter
mais precisSo de seus servicos
Gratifica-se bem a quem der noticia,
ou levar a casa de Manoel Antonio Guncal-
ves, na rua do Cabug n. 3, luja de ouri-
ves, um porco do malo, muito manso o de
um tamanlio regular, que da mesma casa
fugio na noute dodia 20 do correle, to-
mando o deslino da rua Nova, aonie fo
vislo na mesma noute.
~ l'recisa-se do um bom forneiro : airas
da matriz da Boa-Vista n. 22.
l'recisa-se de una sala n de um quar-
to, em um prioieiro andar de um sobrado,
em rua publica, sendo na freguezia de S.
Antonio : quem tiver, annuncie.
~ Precisa-se alugar urna preta, que sai
ba cozinliar engon.mar eemsabuar: no
atierro da lioa-Visla, sobrado n. 6, segunJo
andar.
Aos amantes do Ihealro S. Izabel.
Iloje, 22 do correte, tem lugar a aber-
tura de urna casa bem sorlida de petiscos
exquizitos e boas qualidades de refrescos,
com omaior aceio e promptidao, ao gosto
dosfreguezes : na rua da florentina ao la-
do do mesmo thealro. Compre lemlirai
que os presos silo 13o commoos que no
larsui com que os freguezet deixem de vol-
tar segunda vez.
Aos levlos e religiosos per-
numbncanos.
Acaba de sabir a luz urna nova tresena
do miraculoso S. Antonio, padroeiro desta
provincia, conlendo alera do excellenles o-
r5oes, urna bella e nova ladainha e salve
ramha, privativas do Santo, e compostas
por un italiano, natural de Padua ; assim
como ptimos versos, nos quacs so resume
a vida assombrosa do nosso palroeiro, com-
posicSo do primeiro poeta fluminense.
He obra prima, e sem rival no seu gene-
ro, nica que se deve adoptar esse auno nj
festividade do grande padioeiro pernarnhu-
cano. Esta a venda na rua do llozario es-
treita n. 8, e livraria da esquina do Colle-
gio, prego 320 rs.
Preclsa-ie de um feitor para trabalhar em
um sitio perto da prava : quem se achar nes-
tas circunstancias, poder dirijir-se ao pri-
meiro silio, Indo para a Solcdadc, defronte ao
ferreiro, que l encontrar com quem tratar
Precisa-se de una criada porlugueza, que
seja beir conduzida, para lima casa eslran-
gclra de pouca familia : quem estiver
tircumstancias, dirlja-se a rua do Viga!
mero 3.
Os Sri. Joo Joaquim Rcbcllo, Henrique
Jos Brainer deSouia Itangel.Trislao Francisco
Torres, fajain o favor ir atrs do thcatro ns.
16 e 18 a negocio.
Desapparcceu do Atierro da Boa Vista ca-
sa n. 43, um cao da Terra Nova, grande bas-
tante, o corpo quasi todo preto, una coleira
brauca no pescoco, porin sendo natural, o
mesmo se uola no peito <|ue lie todo branco :
quem o pegar poder leva-lo a dita casa que
ser recompensado.
Madama Augusta l'andiani, rctira-se des-
ta provincia para o Rio de Janeiro, levando
em sua coinpanhla os seus escravo*, Pedro c
Isidoro, Africanos, Luia, Claudina e Lucre-
cia.com urna Alba, crioulas, Felismiudae Pau-
la pardas. ...
Cajo Eckerlin. cidadao fraucez, retu
desta provincia, para o Itio de Janeiro.
Precisa-se de amas de leile para a ca-
sa dos exposlos.
Quem precisar do um caixoiro, pa-
ra casa ingleza ou franceza, dinja-se rua
do Queiti alo loja o. 2.
01Terece-se una mulher branc, pa-
ra tomar conta de urna casa de homem sol-
leiio : a tralar no llecco do Abreu o. 4, pri-
meiro andar.
-- No armazem n. 5, na rua do Caes da
Alfandega vende-se escollantes batatas
novas.
neslas
ario iiii-
Precisa-se de urna ama para todo o
servigo de urna casa de familia, .i quo seja
bem conduzida e fiel; preferindo-se se for
escrava: quoii cstiver neslas clrcunstan
cas annuncie, ou dirija-se 'ao Atierro da
Boa Vtta, sobrado n. S
Precisa-se alugar um bom andar quo
seja fresco, em qualquer dos bairros, ou
tnesmo casa terrea, porm que tenha bom
quiolal o cacimba : no Hospicio at S. A-
maro ; o aluguol nlo exceda de quatro
centos mil rs., na rua da Cruz n. 2.
Trasoasse-se urna loja defazenJasem
boa localidade, simplesmente com a arma
cilo : quem a pretender, dirija-so a rua do
Queimado n. 7.
Precisa-se alugar um preto, para o ser-
vico interno, e esterno, de caaa de homem aor-
tero pagam-se iSOOOrs. e da-seo sustento,
na rua do Hozarlo Estrella n. 43 confeitaria.
Jos Ribeiro Pon tes, vai a europa
tratar de sua saude, e deixa por seus pro-
curadores'seu mano Joaquim Ribeiro Pon-
tes, e l.uiz Pereira SimOes; ficando sua
loja de fazendas girando sob a direccSo
do primeiro procurador.
-Roga-se a quem tiver penhores na
mflo de Custodio Jos Das da Molla, te-
nha a bondade de ir tira-Ios no praso de
oilo dias, na falta porde todos o direitos
que nelles tiver.
Os crodores do fallecido Jos Gon-
Qalves de Paria, compareci na rua da
Praia n. 1, tratando os nmeros do suas
moradas.
A pessoa querecobcu no dia 6 do cor-
rente, 5 barricas com baralho, no arma-
zem de Aunes, por mandado do Sr. Vicente
Perreira da Cosa : queira dirigir-so ao
mesmo armazem, para decidir urna du*i-
da e saliera entilo o molivo pelo qual niio
se declara o nome.
Manoel Prancisco Ribeiro, morador
nesta praca, embarca para fra da provin-
cia a seu escravo crioulo de nome Grego-
rio
Precisa-se de urna preta escrava,
para tratar de urna chanca, e fazer o ser-
vico interno de urna casa de pouca fami-
milia, com preferencia j idosa: na rua
do Crespo n 14, lerceiro andar.
A pessoa que quizer servir d" cria-
do, sendo anda bem moco : appareca na
rua da Cruz, botica de Luiz Pedro das Ne-
ves, para tratar do ajuste, e do trabalho.
Gratifica-se bem.
No dia 18 do corrento mez, fugio da
casa da rua doQneimadon. 9 o moleque
Juvencio do nacflo, o qual representa ter
16 amos; le.vou calca de princeza preta,
o camisa de madapoLlo, he muito regrisU
o gingalor; consta ter andado pela Boa
Vista procurando senhor, quem delle dar
noticia ou leva-lo rua do QueimaJo n
9, que sera bem recompensado.
Por engao recebeu, abrio, oabai-
xo assignado una caita viuda pelo vapor in-
glez do Rio de Janeiro para Manoel Teixei-
ra Baslos, quem for seu dono pode pro-
curar na thesouraria geral para ser en-
tregue.
Monoet los Teixeia Bastos.
Precisa-se de oito contos do rs. a ju-
ros, tobre hypotheca en um engenho, dis-
tante desta praca seis legoas : a fallar no
Pateo do Carmo, venda n. 1.
Precisa-se de um caixeiro: na rua
Nova n 38
Madama Papn, subdita franceza re-
tira-se para PranQa
O abaisoassignado adverte que ninguem
compre, truque. Iiipol'icquc, ou faca qualquer
sorte de transacao com o Sr. Joaquim Fran-
cisco CarvalcantC de Albuquerquc morador na
freguena de Una e eon-senhor do engenho
Canoinba relativamente aos cscravos c bem
indicados na relaeo tambem abaix transcrip-
ta ; por quanlo, temi si Jo estes bens da fal-
lecida I). Manoclla Francisca de Mouia, de-
pois de sua inorle, pasraro para o Sr. Joa-
quim Francisco por una miraculosa doaciio
felta a seus lilhos, sobre o que os herdeiros
da mencionada I). Manoclla csliio agitando,
perante o juizo de orlaos da cldade do Rio
Formoso, una renbida que&uio de nullidade,
na qual tem de provar com toda a evidencia a
mancira argucioza, porque foi forgicada lao es-
tupenda doa(o. Para salvar pois alguein
q ic ignorando a illigitimidade do dominio e
posscdc lacs bens, se arriscada fizer qualquer
negocio, e com elle expor-se aos encommodos
de um pleito despendioso, c a teincridade de
urna penla infallivel, porisso se fat o prsenle
annuncie). que em verdade, se deve reputar
como caiJdoso. Rtlnra'o dos bens. Seralim,
c Juliana pardos, Silvana, Mercncia, Ciernen-
tina, Izabel, Leonor, Pedro, Joaquim Izabel,
Jaco, Roza, llciiediclo, Cicilia, Graca, Miquilina,
G.irdiana, Joao, Daniel, Maria dos Sanios, e
una cria, Fabio, Miguel, Margarida, e l)a-
iii' ni i pretos, alm de bols de carro, vaccas,
nuro e prata, perlencentcs a fallecida. Boa-
Vista 20 de maio de l85l.
itanotl Elial dt iloura.
= Pe.11 ao Sr. I)r. Pedro de Atliaide Lo-
bo Moscoio o favor de dizer se qualijuer fuuc-
i ou ii in pdico, estando cun parle de doenle,
podepercorrer as ras dacidade, andar a raval-
10, hir a bailes ou theatros mesmo em lempo
cliuvoso, e se, sendo medico, pode andar dia-
riamente visitando doentcs, e ter para trata-
niriii de escravoscasa mu distante da em que
reside a onde deve bir todos os dias para bem
desempenhar as suas funccAes. I'edc-sc mais
que se apreste de publicar seus resultados ho-
um ip i ii.ci-, oblidos duraute o ultimo mez
de servico no hospital regimental como fez
com o primeiro. Pede-se eiuliin que declare
se teve niedo que o redactor do *ntt-Charla-
ta'o publicasse certo bilhete com que o amea-
cara.
-- O abaixo assignadn, roga aoSr. au-
tor do annuncio enserido no Diario n. 114
de 20 do corrente. que sesuva declarar,
qual o caixeiro do Sr. Joaquim Jos Per-
reira, que anda arri.ado, tendo o cuidado
da assignar seu nome, para que so co-
nlleva se 13o caridoso annunciante esta
no caso de fazer taes annuncios, e mesmo
a por um duvida a rcpulac^ moral do Sr.
Joaquim Jus Perreira. Jos Curios de Sou-
za Lobo
O abaixo assignado avisa aoSr. Jos
Lucio Teixeira Cavalcante, morador em ter
ras iio engenho Caulista, que ven ha quan
lo antes liquidar o negocio que Rilo ignora,
do contrario nsai de oulros meios.
Antonio Jos Pereira do Logo.
0 Sr. Luiz Antonio Annes Jacomu, ha-
ja de ter a bondade de apparecer na loja da
rua do Passeio ti. 2i para negocio de seu
interesse.
Joiio Joaquim Uaplista mudou o nome
para Joo Jos Baplista por baver outro i.
igual nome.
Precis-se de um caixeiro, que
cotihecimeoto de sua conducta, para
mar coala de una venda por ba lauca : em
Pora do Portas n. 92.
de
to-
Aluga-se o sitio e cas, de sobrado da rua ,
do Sebo, onde eslaya mor:ando o Sr. Miguel
Carnclro : a tratar na rua do (rispo n. 11.
Engomma-se e lava-se, toda a qualida-
de de roupa com loo hssoi e umita promp-
tido, por preco mais commdo do queem
outra qualquer parte : na rua de Agoas-Ver-
dcs, n 26. ...
AliiRa- se um molequo do vinlo an-
nos, cozinheiro pirito para qualquer ca.
6a quo o preciso : na rua do Itangel n. 44,
-- Aluga-sc a casa terrea da praca da Boa
Visla n. 9 com bous commodos, quintal e
cacimba : a tratar na mesma praca, n. 6
botica.
Quer-so comprar para una nrphuos,
urna casa terrea, que estoja em bom esta-
do, mas que o sen custo n3o exceda a um
cont e duzenros mil. a quem convier ven-
der procure na povoacflo do Monteiro a
Jos Camello do Reg Barros, ou na praca
da Boa Vista casa n. 32, segundo andar.
__Arrc.nda-se um dos melhores enge-
nhso de fazer assuc^r na freguezia de I-
pojuca, para tratar e saber, no cscnptorio
da viuva Caudino & Pilho. rua da rua Cruz
n. 66, ou em Ipojuca no engenno Caxueira
com TheotoniO da Silva Vieira.
O Sr Frederico C. Klester qaelra vir pa-
gar 78,000 rs. que se acha devendo na i ua do
I .lllillii pin n. I.
___Precisa-se alugar urna preta com ha-
bilidades para una casa eslrangena de
pouca familia: na rua da Aurora n. 8, se
gundn andar.
... Urna icssoa que fde- dispensar al-
gumas horas no dia, so prepOo a fazer al-
'cuma escipluracHo mercantil, mesmo em
'partidas dobradas, quem precisar queira
'deixar caria fexda na l"ja desla typogra-
'phia com as inicias F. M. para ser procu-
rado. .
Precisa-se de um caixeiro que lenna
pratica de venda : na rua llireila n. 53 a-
char com qnem tratar.
-- Arrenda-se o armazem da rua da t.ruz
n. 6, com o deposito para guardar 4 mil
arrobas de assucar : quemo pretender di-
rija-se rua da Cruz lerceiro anJsr da mes-
ma casa do armazem.
Na rua doQueimado, sobrado n. 19,
precisa-se de una ama de leile.
.__Precisa-se de urna preta captiva que
seja cozinheira : na rua Nova n. 69, primei-
ro andar, por cima do hotequiui.
O Sr. Manoel Peres Campado Jacome
da Cama, tem urna cariado Rio do Janei-
ro: ni rua da Cadeia do Recife, loja n. 35.
-Precisa-se de urna ama de b'ile,que se
ja forra o no tenha (ilho : na rua da Cruz
n.53, loja de barheiio.
Precisa-sede nina ama que tenha bom
leile : na rua Direita n. 10
Piecisa-se de um homem forro, para
criado de um hornero solleiro, prefere-se
um homem j idosu i no passeio publico
n. 21, loja.
... itoga-se ao Sr. r. Honorio Fiel de
Sigmai inga de Vascurado, que se acha bo-
je advogando etr Coianna, que mande pa-
gar a sua leltra que se acla venc la a an-
no e meio, u qual no ignora sonde
em quanto o nlo fizer ha de ser lembrado.
D3o-.se trezenlos mil rs. a premio a
dous por conlo ao mez, sobre penhores de
oiro, mesmo em. pequeas quantias : no
Pateo do Terco n. 13, se dir quem d.
A pessoa que annunciou querer com-
prar tima boa casa de campo beira dorio
com baixa de capim, e mais algum ter-
reno para outras plantado is, pode dirigir-
se rua de S. Amaro, n. 16, que a ti i a-
char quem Ihedas nformaces neces-
grrias
Quem tiver para vender um moleque
creoulo, de Idade de 8 a 10 aonos, eque nao
seja fujo, dirija-se a esta typographia a fallar
com Joo Carlos M.irinho Pallares.
Km a noute de (i para 7 de marco prximo
passado, desapparecro a escrav.i I.niza, creou-
la, cilios grandes, (piando falla entona um pun-
co a boca para o lado dircilo, tem o cnbello
de carapinha, a voz milito branda, cor fulla ;
Cozinba bem e engomma alguica cous.i ; he
natural da Parahjba: quem apegar queira
condiizi-la rua do Collegio, n. l5, <{ue ser
generosamente recompensado.
Precisa-se de urna pessoa cipa/, que se
queira incumbir de cobrar reccltoario de boti-
ca nesla praca : na botica da rua do Collegio
de Peixoto Sz Pinto, se dir quem precisa.
U abaixo assignado declara que rece-
beu doSr. Cuilheimo A'lgusto Rodrigues
Selle, a imporlaiicia da lettra de seis ce-
ios mil rs passada pelo mesmo Sr., em
28 do outuhro de 1850, e vencida em 28
do de dezembrp do mesmo anuo : cuja let-
Ira Itio l'oi tambem roubida COfll mitras
como consta dos annuncios l'eitos pelos
Diarios de Pernambuco de 3 de dd/.embro p.
paseado e seguidles pelo que lica a re-
ferida lettra sem vigor algum em qual-
quer parto ou lempo que appareca, e pa-
ra maior ressalva psssou 0 abaixo assig-
nado o competente recibo. Recife ls e
mam de 1851. Jos Pereira Cezar.
Itecebi do Sr. Gullherme Augusto Ro-
drigue Selle, a quanlia de seis, centos mil
rs., importe de una lettra que o mesmo
S'nlior me devia por dinheiro de copres-
limo, passa la em 28 de uutubro de 1850,
a dous raezes de praso, cuja lutlra me fui
iui.Ii.iiI.i i H di.i 2 de dezembro p. p., jun-
ta outras, e mais papis, coufurme os an-
nuncios que entSo lit publicar pelo Dia-
rio de Pernambuco, ti 274, eseguintes.Pi-
ca portanto o i tu Sr. Selle desonerado da
responsabilidade e pagamento de tal leltra
em qualquer nio ou lempo que appareca,
visto me ter pago. Recife 10 de maio de
1851. fa Pereira Cezar.
Ao respeitavcl publico.
O abaixo assiguado tem a honra de partici-
par a todos os habitantes desta cidade, prin-
cipalmente aos seus amigos, que tem de novo
aberto a sua luja de relojueiro no largo da
matriz de S. Antonio n. 18, onde prometa
cousertar todo e qualquer relogio, por muito
dillicil que seja o scu estado, pua faz com
toda a pe feico qualquer peca que for preci-
so aos relogios, pois para isso est habilitado
e alianca por seis lunes os i elogios que os
freguezes entregareui a suaresponsabilidade,
t espera que desta forma nao seja mais pre-
ciso os bous relogios irem-se consertar a In-
glaterra, soll'rciido os seus donos a demora
e a incerteza do que aspiram para este lim
lenho cscolhido, para gerente de lodos os
unos negocios tendentes a iiiinlia dita loja,
ao Sr. Joo Joaquim Itabcllo, e que lica in-
cumbido da recepeo dos relogias que me
forcm confiados, e por quem me respousabi-
liso. Antonio Jo da Silva Ouimnriies.
Engomma-se rom luda a petfeicfio,
e por pireo commodo : na rua da Camb
do Carmo, casa n. 28.
Precisa-se de um bom amassador : na
rua Imperial, padaria n. 37.
Pedc-se ao actor Raj mundo Jos do ra-
lo, beneficiado do dia 22 do crreme, interce-
da por nris a insigne cantora a Sra. Augusta
Candan!, queira dar nos inmensa satisfacao
de oiivir-mo-la,por mais urna vez, cantar a aria
final da Opera o Pira/a ; pois he nessa aria que
0 fcofinoi dt Italia nos pennitte gosar semi-
nemos nunca d'antes experimentados, e nos
olTercce occaslao oppnriuna para aquilatar-;
mos devidamenteoj toantigo e subido m-
rito de que goza. Esperamos ser allendnlos,
pois comamos com a nunca desmentida bon-
dade do coraco da mesma Senhora, visto se
ter prestado espontneamente para tal bene-
ficio.
Ignacio Luiz de Brillo Tab.irda, con-
vida os sonhores, cojos noms em segui-
da vSo mencionados, a vi re 01 pagaa-llia em
a sua loja na rua do Crespo n. 10, o que
ficaram a dever s extinctas firmas dos fi-
nados senhores Antonio da Cunta Guima-
rlies, o J )s Joaquim de Frailas Cuimar&es,
e a viuva do Freilas CuimarSes, depois An-
na Maria dos Passos GuifflarSai, Antonio
Leandro da Silva, Manoel Jos da Silva Lei-
le, Manoel Novaos da Cosa, lo&O Luiz Pena,
Francisco de Albuqiierque Marantlo, Vicen-
te Ignacio ranco.Constantino Magalhiles da
Silva Leudo, do Brejo ; Mauricia Feliciana
dos Prazcres, d is Cuicuranas ; Antonio Ja-
nnaiio Paea Brrelo, do Cabo ; Mailinlm da
Silva Costa, do Li moelro; Jos Carduzo Ca-
valcanlf, de Caruar ; Manoel da Costa Bra-
ga, dolnhaman; los de BeneviJes Palcilo,
di Tarcm Garanhuns; Patricio los Ta va res
d^ Vasconcellos, do BooiJardim, comarca
doLimoeiro, c Manoel Gomes dos Sanios,
de Lagoa Nova : 0 annunciante declara que
ir fazendo mensilo s 'tn exccpcilu alguma
dos nomesdaquelles senhores, cujos dbi-
tos forem antigos e no vierom nuediata-
menle pagar-lhe.
Precisa-se de una ama para o servico
interno e externo do una casa do pouco fa-
milia, paga-se bem : na rua da Assump-
Cilo, ou muro da Penha n. 16.
Precisa se de urna de leile no Becco
do Peixe Futo n. 3. 2. andar
-- Preeisa-sc de urna ama para engonimar
e cozinhar com perfeico, para casa de um
homem solleiro : quem quizer annuncie para
ser procui?do.
(Juer-se um capelliio para o engenho
Pintos, silo ua freguezia de Santo Amaio Ja-
boato, que queira ser lainbeiu lavradnr do
mesmo engenho : a tralar na rua Direita
n. 121.
Toma-se 900,00'i rs. a premio de 2 por
centopor izmezes ; e d-se por garanta Oes-
eraros, toJoi ircouloa livrese desenibaracados
e mu sadios : tanto os eseravos, como o Sr.
dos niesmos moraiu nesta cldade : a quem con-
vier o negocio annuncie por esta lolha.
Lotera da matriz da Boa Vista.
O andati.cnlo das rodas lie no
dio j annunciado i de junliO vin-
douio s 8 lioras da inanhaa no
consistorio da mesma mal i, eo
restante dos bilhete est a venda
nos lugaies docostume-
-- Roga-se ao Sr. Francisco Pereira Pin-
to tavalcanli o favor dedirigir-se ao pa-
teo do Terco n. 22 jue se deseja fallara
negocio.
1 ... Precisa-so de una ama deleite: no
Alieno da Boa Vista, lujado fazendas n. 18.
Quem quiz r tim iiiucji pina criado, di-
rija-se la do Lobato, em S. AnUnu), ca-
.sa da esqnina, com lampeao, esem nu-
, mero.
--- Roga-se a ludas as pesseas que estilo
(ieveniii cotilas antigs na rua da Cadeia
do Recife, n. 25 defronte do llecco Largo,
que queiram vir ou mandar pagar seus
dbitos ale o liui do coi ii nte meedemaio,
pois o niio fazendo Itilo de ver seus 11 > -
I mes neste jornal, e se proceder noster-
, moa da lei.
-- t) Sr. Joiio Anlonio S-borido, mora-
dor no engenho S. Paulo, queira mandar
receber una carta de Importancia : na rua
do Crispo n. 14.
Aluga-se o segundo andar do sobra-
do dama Direita U.24: liala-se no pri-
meiro sudar do mesmo.
So i vetes 88 II lioras dodia.
Na rua da l'adeia do Recife n. 3, primei-
ro andar, continua baver sorvetes bem l'ei-
tos de diversas lidas, pelo preco do cos-
lunie.
20,000 rs. de gratificarse-.
Oaba'xo assignado da 20,000 rs. de gra-
lilica^o, a quem descdhrir o ladrSo, ou
ladres que liirtaiam lies soleiras de pu-
dra do li irtno del'ionle d S. Francisco, as
quaes ja eslavam assenladas em seus res-
pectivos alicerces.
Jos loaquim da Sica Maia.
<) i;u:i das Cruzea n. 518. >
Q Consultorio homicopalliico do faculta- fy
0
Quinta Feira Maior, perdei.-so Jo Cor-
no Santo at S. Prancisco um riMn
,e de nuro com diamante quem 0 achou
a querenlo entregar paar-se-ha lienoi-
lo na rua do Collegio n. 16. lerceiro
eq
el a lo na
andar.
Compras.
ca clstica e um guaJ-
-- Conipra-sc una uu---------
Ja louca na rua do Crespo n. 4 na loja de An
ionio Francisco Pereira.
_ Compra-sc 4 pes de sapulis e 4 ditos de
fruta piio, na rua do Crespo u. H lerceiro an-
' Compra-se um moleque crioulo, do
18 a 21 annos, mesmo sem habilidade, dan-
do-so a contento na rua Augusta, venda
-Compram-se cavallospara a compa-
nln i lixa du cavallaria, sendo grandes,
gordos, e novos: quem os tiver ei quizer
vender, dirija-se ao commandante da mes-
ma. na rua Nova n. 32, segundo an lar.
Compra-se una preta que saiba cozi-
nhar, lavar e engommar, nao excedendo de MI
a 25 anuos de idade : na rua Nova n. .19.
Compram-se elTecti va mente garraas e
botijas vasias a 7,000 rs. o cento : na praia
le Santa Rila, restilaco de Franca Ir-
mo, e no deposito da mesma, na Iravessa
la Madre de Dos n. 5.
Cnmpiam-se moedas de onro de KI.OVU
rs. do novo ciiuho brasilelro na praca do
Coiniiicicio n. 2, primeiro andar.
Compram-se
eseravos de ambos os sexos do 10 a 30 an-
uos, bonitas figuras : ua rua Larga do Ro-
sario n. 48, primeiro andar
Compra-se um jugo de diccionarios
francez do Fonseca e Roquete, em segun-
da mSo : no Atierro da Boa-Vista n. 20, se-
gundo andar.
Compra-se um dicionario Ingle! n por-
loguez de Vieira : quem livor, annuncie.
Vendas.
rillietes do Hio de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
\rt loja tle Cambio la Viuva Vi-
eira v'Fillios. ruaila Cadeia n.2 I.
Pelo vapor inglez IVflof, chegado dos portos
do -ul, recebemos s multo afortunados bi-
Iheles, meios bilheles e eaulellas da declma-
terceira lotera concedida a beneficio das casa
de caridade, cuja lotera devia ser extrahida
em 21 do crrenle mez, he preciso que os ama-
dores deste jogo attendain que nesta casa se
tem vendido constantemente premios gran-
des, tdverte-se que eslao no llm o restaute
dos hilhetes, a clles antes que se acabeni.
C I vii"ui em pedra.
Chegada Je Lisboa pela barca Margarida, ven-
te-ae no armazem de Silva Barroca, rua do
llrii.il n. id.
Vendom-se duas pretas boas quitau-
deiras, com algumas habilidades, urna por
300,000 rs. ; nutra por 400,000 rs.; urna di-
ta enm habilidades, para servigo decasa:
no patio da matriz de S. Antonio, sobrado
n. 4, so dir qti".m ven le.
-- Vende-se urna linda escrava creoula,
de 15 a 16 anuos, com habilidades e do mui-
to boa conducta : no Mondego, casa que foi
do fallecido padre Manoel JuIHRt.
Vende-se um preto creoulo de 20 a 24
annos, bastante robuste, tanto para o cam-
n, como para outro qualquer servico : na
rua das Crujes, venia n 20.
-- (Jliegou otii-vo rap de Lis-
I) a, o qual se vende as c itavas :
08
O
0
tivo J. li. Casanova.
Culis para os pobres.
Na ausencia do facultativo J. R. Ca- p
sanova, o professor homosopatha J*
Gosset Binioul continala rom os l'-:
3 trahallios do niesnio consultorio, on-
O de poder ser procurado a qualquer O
O hor. Q
bEt A1IL liElS.
t'iiiilhei un Atignslo Rodrigues Sette d
100,000 rs. de gralilicacao, a quem lhe iroucer,
um scu escravo, prelo de nome Miguel, criou-
lo, bailo e minio gordo que al cusa a andar;
lera hoje32 anuos, he bom cosinheiro, a goata
muito de folias e palusca.'as. Fogiii a (1 an-
uos ( em dezembro de lo441 e cmisla ter es-
tado com Vicente de P.iula, e lambeiu em
l'oi lo do Calvo pelo engenho tamba ( de donde
foi escravo) ou suas luunedlacdee por onde
tem una amasia- Quem o pegar remellen-
do-o ao allrrro da Boa-Vista sobrado u. 10
rcecher logo aquantia a cima: a cima se gra-
lilicai tambem a quem di noticias certas do
niesiun escravo, llecife 12 (le malo de I85l.
Precisa-se de pessoa capel que se cuear-
regue de lavar e eogonunar nerfeltamente a
roupa de urna casa de punca familia, icspon-
sabilisando-se pelas fall.is que houverem : rigir-sc rua das Tiiiuhenas, sobrado n. 19.
l'recisa-se de nina ama forra para casa de
pouca familia : na rua da Santa l.iiu n. 22.
Prcdisa-se de um feitor que emenda de
planlacoes para um silio : a fallar na ruado
Rosario larga, venda u. -li uu na Passagem,
silio do Valenca.
Pelas oito Lores da noile do dia 22 de
abril, passado, desapparcceu do sitio de
Mondego, casa ue um >-ndar, sope da quo
est estabelccida a rain ira de rap Meurom,
um preto de na(Ho Costa, estatura regular,
com talbos no rosto; levou calcas aiuea e
sem carniza : quem o pegar e levar a dila
casa, ou a Magdalena, silio de Jos Antonio
Uaslo, sera bem recompensado.
rua da Cudeia do Uecile nu-
mero i5.
Ns rua da Cruz, armazem de S Arau-
jo n. 33, vende-ac lijlo para limpar melaes:
por preco commodo, p*ra se ftcliar contas,
tambem so vende tres mil couros de cabra,
por prcen commodo.
Lotera io icio do Janeiro.
Aos 20.000,(00 de rs.
Na rua da Cadeia do l.ccife 0.15, vndan-
se bilheles inteiros. meios, qnarlos. oitavos
e vigsimos, da dcima tereeira loteria das
casas da Caridade.
-- Vende-se um sobrado de um andar, na
rua da Calsnda, e um macho dos quo vieratn
de Buenos-Ayres, muilo manso e domesti-
cado, ptoprio para cabriole!, ou troca-sa
por uiu cavallu : na rua das l.arangeirss
n 18.
l/tim que temas anda mais peehinchm, no
Passeio Publico, toja n. II, do barateiro
I'irmiuno Jos lludriyue Perreira.
Chitas M'in tvaria, p do barato prcc,o do
3,600 rs. a pessa, qnem nao cmprala a vis-
ta de t:iI preco? algodozinho com toqua
de avaria, a 2,000 rs.; corles de casimira do
algo lao, a 1,440 rs. ; cortes de coletes do
lila n de seda coro mofo, a 500 rs., e muitas
o,ir, > hiendas, por pretjoa rasoaveis.
- Vcndem-se dous louros de legilima
rat;a luurina e duas vHelias, muito gurdas :
na Magdalena, no principio da estrada da
lorie, junto do sitio da viuva do l)r. Brito.
Vende-se um piano e urna estante, pa-
ra rau7ica, ludo por preco commodo: no
palio do Paraizo 0.30
-- Vende-se um moleque creoulo, de 1S
a 14 anuos, pouco mais ou menos, cozinhft
e iiBo l m vicios alguna na rua da Madrs
de I) osn. 30.
Ltilhetes do Bio de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na loja de miudezas da Prafa da Indepen-
dencia 11 4, vcudcin-se bilheles inteiros, meios,
quarios, oitavos e vigsimos da decima-tercei-
ra lotera das Casas da Cariirade.
I.n'.i 111 do Mu de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na rua e.trcila do Rozarlo Iravessa do Quei-
mado luja de miudezas 11. 2 A, de J. F. dos
Santos Maia, vendem-se os muito afortunados
bilhdes, meios, quaitos, oitavos e vigsimos
da dcciina-lrrcfira loteria dus casas da carida-
de. Na mesma loja est patente a lista da lote-
1 ia da lilil,-, de vldros.
Loleiia to hio de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na prava da Independencia loja n. 3, que
volta para a rua do Queiruado e Crespo, ven-
dem-se ts o,mili afortunados bilheles, meios,
quartos, oilavos e vigsimos da decima-tcVcel-
ra loteria das casas da caridade. Na mesma lo-
ja est patente a lista da loteria da fabrica dos
vidros.
Loteria do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
iva ruada Cadeia do Recife n lo, vendem-se
bilhetes, meios, quartos, oitavos e vigsimos,
da vigsima-stima lolcna a beneficio do Moa
te Pi,
LAR ENCONTRADO
&SR<*W8W&&TM*% ^JfWmMtW'iZ:


-v-r. ..-- '-.^
***** .......
Quem duvidar
Venha ver e comprar.
Na ra i!o Crespo loja da esquina, que
volla para a cadeia, vendem-s.i pannos fi-
nos pretos superiores a 3,000, 3,500, 4,000,
,500 o 5,000ris 0 covado, dito azul a
3 000, 4,000, 5,500 rs., dito verde a ,800,
6*500 rs., dito cor de rap a 3,000, 3,500 rs.,
cortes de casimira preta a 5,000 rs., ditos
mais superiores a 8,500 e 10,000 rs., ditos
do cores a 2,800 rs., cortes de collete do
velludo a 2,000 rs ditos de setim decore
a 1,600 rs., ditos de gorgurio de seda a
1,280 rs., ditos de fustSo a 320, 500, 610 rs.,
ditos Je brim pardo do linho para cale. a
1,600 e 2,000 rs., ditos brancos a 1,600,
1,800 e2,000 rs., ditos de cores a 800, 1,280
rs., riscados de linho a 220 o 320 rs o cova-
do, liodo trancado de listra escuro mui-
to encorpado, proprio para esclavatura de
engenho a 180 rs. o covado, picote a 220
rs., zuarte azul de vara de largura a 240 rs.,
dito de furta cores a 200 rs., riscado mons-
tiu a 2-Jii rs., ditos francezes muito bonitos
para vestidos a 240, 280 rs., cortes do cam-
braia branca de quadros a 2,000 rs., ditos
de cissas de cores a 3,000 rs., ditos niuilo
linos a 3,500 rs., ditos pretos a 2,000 rs.,
cambraia lisa coni 8 varas e meia a 2,720
hia de muito boa qualidade a r..
i,5oo cada caixa de cem .' no pa-
leo do Collegio, casa do Livro
Azul.
{*>1&:@:$ O
f.\ Na loja do sobraJo aniarcllo nos qua- 0
/, tro cantos da na do (urlmado n. 29, ^
; Irin para vender um grande sortimen- V
9 t<> de cortes do caifas de incia casimira, K
'"'i padrics de casimiras linas e pelo dinii- <>
ets uto preco de 3,000 rs. cada corte.
r*oo:$
Vendc-se una taberna enm poucos Uni-
dos, sendo armado nova e muito barata, a qual
se acha feichada, na ra Direila n. 86: quera
a pretender, entenda-se com Joao Martina de
farros que llie proinctlc faicr todo o uc-
gocio.
Na ra do Collegio n. 25, venda da quina
defronle do correio, vendem-se os verdadeiros
charutos S. Flix, por menos preco do que eni
outra qualquer parle, e assegura-sc a sua boa
qualidade, assim como inuias outras quali-
ilades.
No armazem da ra da Moeda n. 7, con-
tinua-se a vender saccas com superior colla
das fabricas do Rio Grande do sul, c o preco
eiu conta.
AttenrSo.
Na loja nova da estrella na ra do Queimado
180 c 200 rs., meios lencos de cassa pataco llevara de laigun.com 2n varas a 14,000
grvala a 240 rs., dito com listras de seda
a 320 rs., sarja llespanhola muito supeiior
a 2,210 e 3,000 rs. o covado, meias para me-
ninos a 1,000 rs. a duzia, chapeos de sol de
asteas do baleia a 1,800 rs., madapolflo
muito superior e largo a 210 rs. a jarda, e
os acreditados cobertores delapelepaia es-
rravosa 720 rs., camhraias bordadas pio-
pria para babados e cortinados com ava-
ras e meia a 4,000 rs. a peca, e oulras umi-
tas fazendas que so os freguezes vendo acre-
ditarlo osprecos.
Vende-se
Farinha fontana,
Arroz de casca,
Farello novo,
Cli preto,
Chumbo de municao,
Cimento,
luchas de llamhurgo,
vende-se ludo por precos commodos : no
armazem de J. J. Tasso Jnior, na ra do
Amorim n. 35.
Deposito de cal virgem e potassa
Cunha & Amorim, na ruada Cadeia do
Reeife n. 50, vendem cal virgem em pedra,
cliegmlo pelo ultimo navio de Lisboa, e po-
tassa do boa quali lade, por menos preco do
queein outra qualquer parte.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
ItUA DA SENZA1.LA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a baver um completo soiti-
mento de moendas o meias moen-
macliinas de
das para engenho,
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa
ra dito.
Agencia de Edwin Jlaw.
Na ra de Apollo n. ti, arina/.eiii de Me. Cal- ,
iiioiiiA. Companhia, acba-se constantemente:
bous sorlimeuloa de lixa de Ierro coadoel
balido, tanto rasa como fundas, niucndas in-
teiras todas de ferro para aniniaes. agoa, etc.,
ditas para armar em madeira de lodo os ta-
nianboi e tnodelloa o mala moderno, machina ,
iiorisonlal para vapor, com turca de i eaval-
I,,-, coucos, passadtiras de lino eslanl.ado,
para caa de pulgar, por menos preco tilicos I
de cubre, estoicos para navios, ferro inglez
tanto em barras COIIIO rin arcos tullas, c tudu
por barato preco.
Bom e barato
Vende-se cera de carnauba de primeira
s., chitas linas em covados a 160, 181 c TOO rs.,
dita|iara coberta liuaa 240 rs. o covado, cassa
lisa lina a 480 rs. a vara, panninlio de vara de
largura a 480 rs. a vara, pecas de madapolao
fino a 3,600, 3,800, 4,000, 4,400 rs. c multo lina
6,000 rs., alpacas de linho miadas propri-
para palitos, jaquetas e calcas a 400 rs. o co-
vado, curtes de gainbiees para caifa a 1,800 e
2,000 rs,, ditos de meia casimira de laa a 3,000
rs., e outras militas fa/.endas por preco ex-
traordinariamente baratas, parase acreditar
dita obra.
Vendc-se cera de carnauba do Aracaly,
pclles de cabra e sola por preco coniuiodo : na
ra dos Tanociros armazem n. 5.
Tinta preta.
Tinta preta muilo preta cuja qualidade se
garante em frascos grandes que tem garra!" e
meia a 4811 rs. cada um : no paleo do Cclligio,
casa do I.ivro Azul.
Cimba & Amorim, na rna la Ca-
rtela lo Reeife n. o.
Vendem paunus inesclados para palitos
2,400 rs. o covado, cortes de CBlimliai superior
res a 5,ol)fle 6,400 rs. o corle, riscados pio-
piios para vestidos e para outra qualquer
ubra com ti i na p llegadas de largura a 220 rs.
o covado, caiioilra de una largura incsclada
a 1,200 rs. o covado, c outras umitas fazendas
por preco muito cuuiinodo, que vista se
moslrarao.
Novo manual
Do Dilillador t to Perfumista.
Conten o melliodo de destinaras agurden-
les e o espirito de vinho ; de compor os lico-
res linos e superfino de aromas fructas e llo-
res; de fazrros que se cliamam ratafias ; de
conservar as fruclas em agoardeule ; de obler
a agoardente de varios 11 netos c cereaes ; de
preparar massas aromticas, pos, sabonetes
de toucador, aguas e vinagres aromticos, ex-
ilados, essenciaes eoleus, nova impressao re-
vista e emendada : lM9, eiicadernado 1 vol.
3,000 rs.: vendc-se no paleo do Collegio, casa
do I.ivro Azul.
Loja da estrella, ra do Queima-
do n. 7.
Vendem-se sarjas pretas despatilllas pelo
barato preco de2,0' 0 e 2,200 rs. o covado, cha-
peos de sol franec/es de seda do ultimo gusto
multo linos a 0,500 c 7,000 rs a elles antes
que se acabem.
Lojt da estrella, rna do Queima-
do Di 7.
Ve ndcin-sc superiores curtes de casimiras
pelas, selim com 3 covados e mciopelo bara-
to pirco ile 0,500 rs. e pannos linos de lodas
as totes la 1111>< 111 baratissimoi.
a lili li-
pa.
soite, a 6.000 rs. sapalos brancos para lio- que ,., ou(ra ,,'ualqucr parte: na iu
uieiu e meninos ; ditos de Couro de lustro ; Quarteiin, 24, loja de Jos Uias Sin -.oes.
LUcas li.!iijas e Irancus
teb tes.
Vendem-se tranca e franja para mantele-
te du nli gosto possivel: na ra do Quai-
teis 11. il, loj.i de Jos Dias Minus.
Colhereit de metal principe.
Vendem-se rolheres para che e para soupa
de metal piincipe, por preco mal mdico do
ua dos
couros de cabra; chapeos de palha ; peo.
lias de ema 1 na ra da Cadeia do Itccifo 11-
19, primeiro andar,
Noendua superiores.
Na futui:c3o de C. Starr 6 tonipanliia, I
em S.-Amaro, acham-se a venda mot-iidaa
de canna, todas de Ierro, de um tiiodelo el
ruii.sti ucc.Su muito siiiiei inr
Uom e barato
Na ra do l'asseio Publico, lujan. 9, de
rucas e garlos.
Vendem-se facas e gaifos de muilo boa qua-
lidade .,0ii a 3,400 ra. a duzia : na ra dos
Cjuatleis 11. 24, luja de Jos DiasSimes.
Caixas para charutos.
Vendem-se caixinhas ou cliaruteiras de Ja-
caranda muito delicadas proprias para guardar
charuto por preco mdico : ua ra doaljuar-
teis n. 24, liJa di Joi Dial Siuides.
Vende-se una paidinba de l anuos, que
! cose, cimoinma e cn/inlia, tem boa conducta,
Albino Jos l.eite, veiidem.se lindas pecas; (. v<.iovl.n(1ua do luat(, |1(ir eatrema neemida-
de chitas de cons, a 4,51)0 rs c a 120 o co- jt._ ,,, como um preto crloulo lapatciro de
vado ; ditas para robeita, a 6,000 a peca ejtu(|aa ubra, ineitre de scu cilicio, que d 040
a 160 o covado; lencos de seda de cotes, 1 rs. diarios : 11a ra larga do Rozarlo (vulnero
lindos padrOes, a 1,000; ditos luancus de i 35, loja.
cambraia com hicos, a 480 ; grvalas de se- Vende-se um terreno muito grande com
litr, a 1,500; Chales de cinta de cores, a una olarla que leu, barro para todas as qua-
00; ricos cor.es de mei-s casimiras ^l^j^J^ffi^^
ras, proprias para o lempo presente, J de lr |al|ll BO,|Uo' da6ja(iut.,ra
1,500 ; cobertores grossos para esclavos, a
010 ; chapeos de sol de pau.iulio com bar-
ras de cores, a 2,800 ; dos sem barra, a
2,000; brim de linho de cores, a 3uo o co-
vado ; riscados inonslros, a 200 U cuvado];
cambraia da India bordada, a 400 avara;
e outras muitas fazendas, que se deixam di
annunciar por falta de lempo.
Aloinhos de vento
eom bombas de repudio para regar borlas
d baixas de capim : vendem-se na fundicSo
de Bowman i Me. Callum, na ra do Iw un
ns. t, 8 e 10.
Ir Algurtan para saceos. i.
%i Vende-se muilo botn algodOo para %.
ttt saceos de assucar, por prefo commo- 1.-
$| do : em casa de Ricardo Hoy le, na
4 ra da Cadeia 11. 37. %
itap t'.iuii) (jordeirodo liio de
Janeiro
em latas e frascos, ebegado recentcmente :
vende-se na ra da Cadeia do liedle, loja
n. ou, de Cunha cv Amorim.
Polassa nacional.
Veude-je superior potassa nacional ebega
da ltimamente do Kiu de Janeiro, por menos
jim v" do que em outra qualquer qarte : a tra-
tar ua ra do Trapiche 11. 34, com Novar rv |
Companhia
com o seu dono.
t.lu ni ni ao liarato
Mo l'asseio l'ulilicu laja n. II, corles de
c inibiaia de cores, m diminuto preco de
2,000 rs. ; cortes de Ia para vestido a 160o
corlea de meias casemiras .i'algodi.a lu
rs. : a elles antes que su acabem, eui fatuo
da cuita eslracfio.
Veudeoi-se sapalos do Artcaly, recem
chegadus para huinem, e menino, leilosja
multo a capricho; ato pelas repetida! >e-
couiinendacocs quu daqui se leu! fello aos
falnliantes ; e.-lo calcado alm de Bi
tiaciunal, Clu-ga paia toda as classes pu
setem em cont, e 1186 facer callos; quem
os quizer, va na ra l.aiga do Rosalio|n.
35 loja.
!_ Itap 1 no ti,
te VenJe-se no deposito geral, ra dos .
y Quaitei n 24, loja de Jos UlasSiuiue \
V. o muito supciior up Arvia l'rela Pedio *
P 11 eni pe(|iienas c grandes porcoes, pelo 9
I preco j estalielecido, garanlindu o de- Jj
i# positano a seus freguezes a laculdade
|j de turnar-llies a recebe no caso de se Si
ij achar em uio estado. ;
. Vende-se, ou permuta-ge por tuna Ca-
a terrea 110 Iti-iiro da lloa \ i-la, em lio-
rna, quu lemio bastante commodo, para
grande familia, com buui quintal murado
res, e soto com trapeira,
ta, lojaropartida com boa cacimba na mes-
la toja, em chSos propros dentro rtj bair-
ro do Reeife, o qual rende mensalmenle
tiinta o dous milrs. : na roa da Sensalla
Nova, venda n. 7, s dir quem faz este
negocio. .
Vende-SB superiores charutos Emi-
lios, e camaristas: na ra do Queimado
n. 53, ao pe da loja de chapeos.
Vcndem-se pecas.de chita a
.^ooorss.
Vendem-se pecas de chitas limpas bo8s
para escravos a 4,000 rs., e a 120 a retalho:
na ra Larga do Rosario, n. 48 primeiro
andar.
Vendem-se chapeos de pa
Iba do Chile de diversas quali
dadesc a precos rasoavns : na ra
do Trapiche n 5, e-criptorio.
~ Vendem-se dous escravos crioulo de bo-
nitas figuras e por preco commodo : na ra do
Fogo n. 23, se dir quem o vende.
-Na ra desCruzesn. 22 segundo andar,
vende-se 3 escravas de 20 a 26 anuos, en-
comniam bem, cozinham, cosem custttira
0I1B0 o lavam de sal.So, e um moiecole
crionlo de 18 anuos linda gura.
___Vende-se um lu lo mulatinho del
anuos, que serve muito bem de copeiro,
.ggim como monta muito bem a civallo,
. p(1r sao l il f> tinos que eozH miiilu bem, e com
principios e habilidades, 3 pretas muito
noc-s, q"<> -sno Doas quitindeiras, 2 pro-
tos bous para todo 0 seivico: na ra da
Cadeia do liccfo 11. 51, pnmeiro andar.
Vendem-se cnxadas calcadas com ac,
muito bem Ritas e fortes: na ma Nova loja de
ferragens 11. l, de Jos l.uiz Pereira.
__ Na ruadas Larangeiras n. 14
secundo andar, sempre ha inultos bons es-
cravos para vender-se por preco muito 0)811
barato do que em outra qualquer parle, e
sabendO-se dos vicios, achaques e melestias
dos ditos escravos nao se oceulta : negras
mocas, molecas, urna mulalinha de 16 a 18
anuos, que cose, engomma ecozinlia bem,
e he recolbilla ; urna preta de 18 annos que
en gomma, coso e faz laharinlo por 420,000
rs. da-su por este pieco por ter falta de
tnenslruacSo ; urna prela de meia idade que
cozinha niagnilicamenle tanto de Tugo co-
mo de torno ; nma muilo boa quitandeira ;
9 escravos, qoe servem para iodo o seivico ;
um negro o.diino cozinliei o lano de lo-
gan como de forno e um molecOo pesca com
0 ollicio de alfaiate.e que ptimo pagt-m.
Latas com escellenle sopa de ervas,
e ervilhas de Lisboa : na ra do Trapiche
n 9 armazem por baixo do hotel Francis-
co.
Vende-se ri escravos sendo 2 lindos mole-
ques crloulo bons olliciacs de pedteiro, de
idade 20 a 22 anuos urna bonita mulata reco
Ihida ptima mucainba, coae, eiiigoiiima bem
eusinlia opliiiiamentc 2 crilas de idade 18
mu s com alguma abilidade, 4 esclavas de
todo cervico, 1 escravocarreiro, 2 escravos de
cervico de campo com bouilas figuras: ua ra
Direila n. 3.
__Vendc-se um pardo sem achaques, per-
feito serrador, no segundo audar da casa da
ra estrrita doRozario n 31.
INovo trem de cozinha
chaleiras, earc.arolas, fregideiras c paoellas de
ferro forradas Se piueelana, facas com gaifos
de cabos de marliiu, osso lino, colheres de
metal do principe, bules e eafeleiras de metal,
inachiuas para fazer cafe : na ra Nova loja de
ferrasen n. 16, de Jote mu. I'ereira.
Asseiiboias doceiras.
Novas bocetas de faia pintadas a gostos mo-
dernos para qualquer quaulidade de doce : na
na Nova lujado feragcns 11. iC, de Jos Luiz
Pereira.
Callos llarty ouiivcs, ra Nova
n 11 un 10 3(\.
Aiinuncia ao publico que querendo liquidar
as obras de ouro que tem, as vende pelo cusi,
lindos adei ecos para mininas de 12 a 13 anuos,
com pulseiras, brincos, alliuetese cargamillias
a 40,000 r., para lenhora a uO.000 rs., e ade-
ri'cos de senhora brincos, allineles e garganli-
Ihas a 35,000 n., pulvena a 53,000 rs una a
28,00o rs., aneis esmalladus para senhora mui-
lo lindos a 4,000 rs. cada 11111, um aortimeulo
de brincos para meninas esenlioras que vende
igualmente pelo cusi, todas estas obras sao
de ouro de lei.
Aviso a os Srs. 011 ri ves.
Una grande porco de cadinhes francezes
sonidos de tamanlio, que se vendem em reta-
lho c em porcao por preco commodo, tornos
de 11,o, ai macan de serrotes, ferros de aliiu-
par mi 1, pedra de desunir. Na incsnia toja
cima.
Vendc-se um preto de idade de 20 a 23
anuos, de bonita figura : na ra Nova n. 39.
-- Vende-se na la do Hospicio sobrado em
frente ao Ulan. Sr, cliele de polica, una nm-
bilia iuleira em bom uso, de Jacaranda.
Vende-se um relugio patenle suisso : na
ra Nota 11. iti.
Conlinua-se a vender gomma de en-
gntnmar a 80 rs., caf 160, sevada nova
a too rs. : no Pateo do Caimo, venia no-
va n. 2.
\ eudc-se um a escrava cabra de 30 aunos,
que engomma, cose, cozinha c ptima ama de
una casa, una pela crioula, que eugoinina,
coiinlia, lava roupa, 2 pretos bons para todo o
traballio, tanto da piaca cuino do campo : ua
ra du Collegio n. 21, primeiro audar.
A os anllales << imuii c haratu.
Vendc-se na ra da Aurora 11. 32, latas com
superior bolatinba de ararula, fabricada uo
Itio de Janeiro a 2,400 rs., e a libra a 040 rs .
nianii iga inglc2a a 720, 500 e 4nu rs., banha de
poico a 32n rs., I'aiinha de irigo.a lltrs., dita
de araruta prnpria para papas e para engom-
mar roupa a 11,11 rs., farinha do Maranbao a
120 rs., si vadinha a lt>0 rs., bolakinhas ameri-
canas a 200 ri., 1 lu 11111, 1 a 400 rs., crvillia a
100 rs.. meias panafas de serveja a 280 rs.,
ililas inteiras blancas ou pretas a 500 rs., vi-
udo do l'orlo a 500 rs., aicite franco a 560 rs.,
Violto iniiscaul a 480 r., vellas de esperma-
cete a USO rs., lalharim e lelria a 240 rs., ma-
carro a lOrs passas novas a280rs azeito-
nas 24u rs du/.ia de praloi beira azul a 1,080
rs., tigellas a 8ul! rs. a duxia, luncinliu de Lis-
boa a 200 rs., villas de carnauba do Aiacatj
a 300 18., arroz pilado a lio rs., dito do Mara-
nlio a lOO is., sendo em arroba o pilado a
1 ,."n n rs., azeitc doce a 500 rs., frascos de ge-
nebra hollandeza a '" rs em botijas a 360
rs., sil.: 1' 1 branco a 220 rs., amarellodo Uio a
140 rs., boies de graxa inglezaa lOOrs., car-
tas com traques a 240 rs., c todos os gneros
proprio de venda por preco coimnodo. Na
mesma casa coinpraiu-se obras velhas de co-
bre, chumbo, ou oulro qualquer metal.
Vende-se urna prensa para imprimir re-
sistos, letlras, conlieciinenlus c toda qual-
quer obra de cbapa : na ra Imperial, nu-
mero 107.
.- Especial remedio para dores siphllilica
'"r"""'"- Igrainie lauilia, cun uom quiniai inuiaju .. bspccial remedio para uores siplillulca :
>- VeodeUl-SC Charutos da lia- | o cacimba, por um sobrado dedousaiida-lcoutinua-sea vender na ra do Itangel n. 04,
com bonita Vis- |J>otlca que fol do Aado Seba.tlao Jo de 011-
velra Macedo.
Preservativo contra o mal venreo : ven-
de-se na botica da ra do Rangel n. 04, a 1,000
rs. cada boiao. ......
Vendem-e lencos encarnado cor segura
por 2,200 rs. a duzia e 20 rs. o lenco : a ra
da Cadeia Velha n. 33.
Vendem-se pecas de cassa Usa ein gom-
ma com 20 jardas a 4,0011 i., ditas com 12 jar-
da a2,400 rs., e em varas a 240 rs. : na ra da
Cadeia Velha n. 33.
Vendem-se challes pretos de sedo, pti-
mos para lucio, pelo preco de 5iOOO rs. cada
11 m : na ra da Cadeia Velba n. Ai.
Vcndem-se peca depaoninho verde com
38 covados por 3.500 rs., e o covado a 100
r.': na rna da Cadeia Velha n. Ai.
italan a sranae. -
Na ra estrella do Rozorio n. 43confeitaria,
vende-se urna balanca grande com peso para
a mesma, tudo he j aterido esle anno, por
preco commodo,
-- Vende-se um terreno no lugar do Jcquia
denominado Cazte, ou trocaze por alguma
casaou escravos dentro da praca : na ra da
Florentina n. 3.
Vende-se superior p nuo
de algodao para saceos de assucar :
emeasa de Geo Kewlhy & Com-
pahia, rna da Cruz n 2.
Vendem se lieos appare-
llios de melal para cha : em casa
de Geo Kewlhy & Companhia,
tua da Cruz n. >..
Vendem-se telina inglezes
elsticos, e ditos com borraubans
ebegados agora : em casa de Geo
Kewlhy & Companhia, ra da
Cruz n. 2.
L-olhas de papel com muito boni-
tas sortes para S. Antonio e
S. J.ao.
Coulendo perguntas c respostas, e de outra
qualidade a 80 rs. cada una ua livraria do
Pateo UO Collegio n. de Joao da Costa Dou-
rado.
Trecenario de S. Francisco de
Paulo.
Trezenario de S. Francisco de Paulo, um fo-
Iheto por 320 r. : na livraria do paleo do Col-
legio n. 0, de Joao da Cosa Dourado.
Livrinhos de sorte para S. Anto-
nio e S. Joao.
Vcnde-se a 1G0 rs. cada um : na livraria do
paleo do Collegio n. 0, de Jeto da Costa Dou-
rado.
Vendem-se relojios de ouro
pora senhora, patente inglez : efli
casa de Geo Ktwlhy ck Compa-
nhia, ra da Cruz n. 1.
Vendem-se cadeados de la-
no de lettras muito superiores :
em casa de Geo Kewtby & Com-
panhia, ra da Cruz n. 1.
Trezena de Santo Antonio.
111 k na de Santo Antonio com ladainha,
versos esupplica, para lodos os dias diftercii-
tes, um folhetopor320 r. na livraria do pa-
leo do Collegio 11. G, de Joo da Costa Dou-
rado,
Vende-se um terreno em matas virgen,
leudo 110 centro j 11111 pequeo cercado, e com
grandes proporces para e levantar um bom
engenho de Inzer assucar pela ferlilidade e cx-
leucau das trras, c distante desla praca ape-
nas qualro legoae : na ra da Aurora n. 44,
das 3 lloras da larde em diante se dir quem
vende.
Hcmcdio especial para bobas c
cravos seceos.
c'iiniiniia a venderse este acreditado reme-
dio, e seu reccitoario na botica daiua do itan-
gel n. G4, que foi do finado Scbaslio Jos de
Olivelra Macedo.
Vende-se por mdico preco um faqueiro
de prala com a sua competente caixa em muito
bom rslado, e alguinas outras pefas : quem
as pretender, dirija-se a ra da Mangueira
na boa Vista, casa n. 5, que se dii quem
vende.
Ao baraleiro na ra do Collegio 11. 3.
Vendem-se fazendas o mais barato possivel
do que em parte alguma, como sejain : lencos
de seda lavrada com franja para senhora a
1,000 rs., ditos para grvala a 1/ rs., grvalas
de setim preto e de core< a 320 rs., ricas mantas
de cambraia a 1,000 rs., chitas de coberta de
muitos padroes a lOO rs. n covado, e oulras fa-
zendas e ininile/.is.
Rap Paulo Cortlelro.
Na ra da Cruz n. 49, vende-sc o bem co-
ndecido rap Paulo Cordelio, em libras e oi-
tavas.
Oleo especifico para curar a caspa e pre-
servar cahir o cabello : vende-sc na ra do Ran-
gel 11. G4 .ili'ni rs. cada frasco.
Sarja hespanhola limpa muito lar-
ga a a,oro rs.
Vende-se sarja hespanhola muito larga e
muilo encorpada a 2,000 rs. : na ra larga do
Rozario n. 48, primeiro andar.
Vendem-se 1 elogios de ou-
ro eprata, patente inglez: na ra
da Senzulla (Nova n. \>..
Kilo bordado a 1,300 rs. a vara.
Na ra do Queimado defronte do becco do
Peixe Frito, loja n. 3, vcnde-se fil bordado
branco e de cores pelo baralissimo preco dc-
tre patacas c doze vintn a vara, esta fazenda
pelos seus lindos c dillerenles desenhos loi-
na-sc muito recoinmciidavel nao s para ves-
tidos de senlioras, como tambem para man-
teletes : dar-se-ho amostras com o competer:
te penhor.
Vendem se iolhas de cobre
e de zinco, para forro de navios, com os com-
petentes pregos de um c outro melal.
Estantos em vergtiinhas, al-
vaiade puro em barris pequen is, um sorti-
1111 uto de vidros para vidiaoas, copos, calixe
garrafas brancas de vidro de llamburgo.
Vlibo* de < lia ni p 1 ti Iiii e JBor-
deaux engarrafados em ceslos, e caixas de una
duzia, chegados 110 ultimo u.vio e du mais su-
perior que ba.
Um fot te piano com caixa de
Jacaranda, tudo muito em coma : no aruiaiem
de 6'. I. Astley 6'ompaiihia, ra do Trapiche
numero 3.
Taixas para iiKinlio.
Na fundi^o de Ierro da ra do llrum,
acaba-se de rccebertim completo sortimen-
to de taias de 3 a 8 palmos de bocea, a
quaas acham-se a venda por pteto com-
modo, e com promptido embarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
11.iu iw 1 11 aiuwy. v,
Fazenda mais barata do que em
outra parte.
Cobertores de algodo escuro para quera
tem fri a 720 rs. cada um, corle de briui
branco trancado de linho puro a L.800 ra,, di.
tos escuro a 1,600 rs. o corte, riscados de li-
nho a 220 c 320 rs. o covado, riacado de algo,
dao trancado muito encorpado proprio para
eacravo a 180 c a00 rs. o covado, picote a 18o
ra. o covado, zuarte aiul de 5 palmo de lar-'
gura a 240 r9. o covado, dito de cor a 200 rs. a
covado, riacado francez muito finos a 240 ra. 0
covado, chita para coberta decores fixasa2uo
r. o covado, ditas para vestido a 160 e 180 rs.,
caasa chita core fixas a 440 rs. a vara, casto-
re proprio para palitos a 280 r. o covado,
peas de cassa de quadros para babados e cor-
tinado de cama com 8 varas e meia a J.400
rs., chapeos de massa para escravos a 480 rs.
cada um : na ra do Crespo n. 6.
Vendem-se amarras de ferro: na ra
da Senzalla nova n. 42._
Lotera da matriz da Boa Vista.
Aos 10:000,000 e 5:ooo,ooo rs.
No Men 11 da lloa Vista, loja de fazenda n.
36, vendem-se o aluminados bdheteie metas
da misma lotera, que corre impreterivehnen-
te no dia 2 de junho vindouro, ou antes se se
venderem os bilhetes.
Uilhetes inteiros 10,000
Mel 5,000
Itap arela prela Pedro 11.
Vende-se ete superior rap areia preta Pe-
dro II. pelo preco j eatabelecido na ra di
Cadeia do rlecifc, loja do Sr. loo Jos de Car-
valho Moracs, e Jos Dias da Silva, e no bairro
de S. Antonio as lojaa dos Srs. Franciaco Du.
arte l.einOs, Manuel Uodriguea da Silva, Joo
Ciarlos de I.einos, Joaquim Ferreira de Araujo
Guiuiaraes, Joao Paulo da Silva, Joaquim
Montciro da Cruz, ra do Queimado, Victo-
rino 81 Guiuiaraes, ra dos i.'n u leis, Manoel
Dias Fernandes, Hilario Pereira da Silva, Jos<
Dias da Silva Cardial. Mm a es Si Soarea, Manoel
Jos Lopes, ra do Roiario Larga.
A a,Goo rs., cada um par.
SapalOes de couro de lustro, obra doAra-
caty, muilo bem, acabada e baratissima.o
queos Srs. compradores reconheccrSo vis-
ta da qualidade : na ra da Cadeia Velhi
n. 17.
- Vendem-se pinnas de ema, cera ama-
relia, c pelle.-i do carnur;, tudo por pre-
cos commodos : na ra da Cadeia Velha,
loja de miudezas, n. 17.
Vende-se bois mancos, gordos, boni
para carrosa ou carro, assim como [qur-
tos: ludo por precos commodos: no si-
lio Cavalleiro, junt do engenho Jangadi-
nha.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia do Pecife o.
12, ha muilo auperior cal de Lisboa em pedra,
assnn como polassa chegada ltimamente a
preco muito rasoaveis.
Vende-se cubre metal ama-
rello e pregos para forro de navios : vende-se
por preco commodo. em caa He A. V. da Sil-
va barroca, ra da Cadeia do Reeife n. 42.
De superior qualidade.
Cimento novo, ebegado ltimamente ds
llamhurgo : vende-se no armazem de Vi-
cente Ferreira da Costa,
Escravos fgidos.
.- Desappareceu, no di 18 do passado, o
escravo de nacRo Cagange, de nome Jos,
representa ter 25annos, balxo, grosso do
corpo, sem barba, rosto abocetado e ps pe-
queos ; lovou caiga de algodflo transado
com listrasazues e.carniza de algodSozi-
nho j rota : quem o pegar, leve-o a ra do
Vigarin n. 22, primeiro andar, ou na rui
da Cadeia do Itecife n. 51, que se recom-
pensar.
No dia sileninio do correnleanno,
desappareceti da casa doabaixo assiguado
um preto do nacSo Angola, de nome Joo,
idade pouco mais ou menos de 30 annos,
alio um tanto cheio do corpo, ps gros-
sos, ti'-t-i grande, olhos um tanto deita.tos
para fra, baibado por bsixo do queixo :
narcre ser crioulo, tanto na falla como na
figura ; levou vestido, carniza, calca e ja-
quel branca, chapeo de palha usado, he
pedreiro, aprondeu o ollicio com o falle-
cido placido, e foi escravo do Sr.Jos Igynio
de Miranda e psssou para a mSo do Sr.
Troca lo de tal, eao depois para dosenhor
de engenho J0S0 Francisco Xavier Paes
Brrelo, comprado em casa doSr. Mathias,
na ra das Larangeiras n. 14 : e constan-
do que anda passeando pelas ras desla
cidade, por- isso se roga a qualquer pessoa
que e encontr de leva-lo a seu senhor;
assim como se recomenda as autoridades
policiaes a apprehenQSo do dito escravo.
lonquim Lbalo Ferreira.
- O mulato Angelo, perlencente ao a-
baixo assiguado, anda fgido, e temos sig-
naes seguintes: he baixo e delgado, ca-
ra esmagrecida, pouca baiba, mas usa de
snira-, lia amarelaco, e tem o cabello cres-
po, mas bom ; este molalo be bem conhe-
cido por ler acompanhado-mecomo pagem,
e ltimamente trabalhava de enchada :
consta que anda pelo Arraial, brejo do
Catuc e campo Grande ; lie ilho do serillo,
e foi do capitio Domingos Francisco de
Macedo : quem o pegar, entregue no sitio
dos Aflictos, onde ser gratificado gne-
ros mente. Antonio Manoel de Morad da
Mnquita l'immtel.
- Desaaparecern) do poder doabaixo
assignado, os escravos seguintes: Catha-
1 mu, de n; 1,'n oicange, baixa, com falla
de denles na frente, com algumas marcas
as cosas, signaes de sua nacAo; a qual
fugio em 1832, com idade do 16 annos, e
deve boje representar 35 annos; Jacob,
pardo de 18 anuos, secco do corpo e es-
pigado, tem cabellos estirado, falla de um
Joule na frente, e um pequeo talho na
macan do roalo, o mais visivel signal he
a marca de um caustico as costas, fgido
em dezembro de 1817 1 quem a apprehen-
der ou queira dar noticia dualgtim, diri-
ja-sciua Nova n. le, que gratificar.
Jote Imii Pereira.
No di 5docoirenle, fugio doeuge-
nho Musaumb, comarca de Coianna, o
pardo escuro, Luiz, escravo do lavrador
do u.i'suiu engenho, Antonio Pessoa de
Albuquerque, e tem o dilo escravo os sig-
ues seguintes: he baixo, secco, rosto
redondo e cheio, orelbas pequeas, sobre
a sobrancelha direila tem urna pequea
sicatriz, pouco barbado, representa ter de
vmle e dous a viute e cinco annos, tem o
dedo ndice do p direito defeiluoso: quem
o prender leve-o a seu senhor no lugar de
sua residencia, ou 110 ftecife a Verissimo
Jos Moreira na ra do Cres.m loja n. 23,
que ser generosamente recou jensado.
MELHOR EXEMPU


Full Text
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