Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05341


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Full Text
Anno XXVII
Sexta-(ira 16
PARTIDAS DOS OOaujEius.
Goianna e Parahlba, i segundas esextas feiras.
Rio-Grande-do-Norte, todas as quintas feiras ao
meio-dia.
Garanbuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flore, a 13 e 28.
Victoria, s quintas feiras.
Olinda, todos os dia.
Piusas DI LO.
ranmuzi
Nova, a I, as 6 h. e 42 m. da m
Cresc. a 8. as II b. e 14 ni. da in.
Cbeia. a i5,aa 5h. e *5 m. da m.
Uling. a22,a(10h. e38ra. da t.
PKCAMAR BE HOJE
Primeira s 5 horas e 18 minutos da manhaa.
Segunda s 5 horas 42 minutos da tarde.
de Mabde.851.
W. 111
mECO DA^DBSCHIppAo
Por tres mezg (adiantados) 4/000
Por seis nicles &I0O0
Por un anno. l/UOU
das da semana.
12 Seg. S. Joanna. Aud. do J. d'orf. e m. 1. vara
13 Tere. S. Servado. Aud. da Chae, do J. da 2
varado 0. e dos feitos da fazenda.
14 Quart. S. Gil. Aud. do J. da 2. vara.
15 Oiiini. 5. Isidoro. Aud. orf.e do J. m. da pri-
meira vara.
iG Sext: S. tibaldo. Aud. do I, da 1. vara do eivcl,
e dos feitos da fa enda.
17 Sab. s. Possidonxco. Aud. da Ch. e do J. da 2
varado civel.
18 Dora, do liom Pastor.
CAMBIO -* 1 BZ *'?,
Sobre Londres, a 28 e 18 '/ d. p. 1/000 rs.
Pars, 320 por fr. nominal.
Lisboa, 85 a 90 oaannn (JBJMHI
Ouro.-Oncas hespanholas..... 28/000 a 28/SOT
Moedas de 6/400 velhas. 1WW0 a IW200
de 6/400 novas 16/000 a 161200
de 41000....... 9/0OO ?/
Prata.-Patacacsbrasileiros.... VW0 a 1/W4
Pesos columnarios..... /920 a /B4U
Ditos mexicano......... 1/1*0 a 1/7UO
161(10
mmgB*!b
ii 11 mi i ii ni ii nimiar----- ii ni vi j;iaM
PARTE OFFICUL.
GOVEKNO DA PltOVlNClA.
LE N. 282.
Jos Idelfonso de Souza Ramos, presidente
da provincia de Pernambuco. Faco saber a to-
dos os mus habitantes, que a assembla legis-
lativa provincial decretou e eu saneelonei a iei
seguinte:
Art. 1. Fies o presidente da provincia auto-
rlsado a despender, pela renda do ejercicio de
i85l a 1852, com o pagamento da divida dos ex-
ercicio* lindos, constan le da re la cao que a esta
le acompanha qoantiadequatro-coutos seis-
centos e trese mil nove eentos e seis ris.
Art. 2. A conla desta despeza ser dada com
as das despesas do mencionado exercicio.
Art. 4. Ficam revogadas as dieposiedes ein
contrario.
Mando portanto a todas as autoridades a
quein o conbecimento e execucao da referida
le pertencer que a cumpram e fajara cum-
prir tao intelramente como nella se conlm.
O secretarlo interino da provincia a faca lin-
Sriiulr, publicar e correr- Cidade do Recife
e Pernambuco, aos T de malo de 1851, trig-
simo da Independencia e da imperio.
L. S.
Jor Ildefonso de Soma Ramos.
Carla de Iei pela anal V. Sxc. manda rrecular a
dterelo da antmblia leglilaliva provincial, que
mneeionou, auioriando o presidente da provincia a
despender, pela renda do exercio de 18SI a 1852,
com o pagamento da divida dos txercicioe findae,
constante da relacio, annexa a esta Iei, a quantia
de quatro conla seiscenloi i Irete mil novecenloi e
jis ris.
Para V. Exc. ver.
IHanarl Jos Martins ibtiro, a fez.
Sellada e publicada nesla secretaria da pro-
vincia de Pernambuco. aos 7 de malo de 1851.
Antonio Franrireo Pereira de Catvalho.
Registada a folha.... do llvro segundo de leis
provlnclaes. Secretaria do governa da .pro-
vincia de Pernambuco. 8 de malo de I85l.
Joo Dtmingues da Silva.
RELACAO DA DIVIDA PASSIVA A QUE SE REFERE A LE DO CRDITO hUPPLEMENTAR
DO ANNO FINANCK1RO DE l85l A 1852.
NOMES E CLASSES.
Secretaria da provincia.
Joao Xavier da Silva
Instruccao publica.
Msnoel Ferrelra Chaves
Antonio Rangel Torres Bandelra.
Jos Francisco de Souza
Joao Jos de Araujo
Jos /sidoro dos Santos
Saude publica.
Miguel Joaquim de Araujo
Bernardino Jos de Serpa *
Obras publicas.
Manoel da Gama Romeiro
O provincial do (armo
ilenrlgue Augusto Milet
dem
Sronranra publica.
Pedro Bezerrade Menezes
Soccorros de beneficencia.
Delegado do Bonito
dem de Nazareth
dem do Rio Formoso
dem do Rrejo
Carcereiro de Iguarass
Francisco Jos de Freitas Guimaraes
Almoxarifedo arsenal de marinha
Manoel da Gama Rameiro
Joo Rodrigues da Cosa
Joaquim Ileuriques da Silva
dem
Thereza Maria de Jess
Carcereiro do Rio Formoso
Culto publico.
Bonifacio Antonio Pereira Lemos
Jos Luiz Pinto de Lemos
Manoel Correiade Figueiredo
Francisco de Seabra indiade
Finnino Jos de Figueiredo
Manoel Antonio Marinbo Falco
dem
O prelado do convento de Santo Anto-
nio do Recife
dem
dem
Dmaso da Assumpcao Pires
Francisco Aeabra de Andrade
dem
Antonio Marques de Castilho
Antonio Jacorn de Araujo
dem
dem
Nemesio de San Joao Cualberto
Cobranca e arrecadacao' da renda.
Jeronvmo Salgado de Castro Accioli
Antonio Anncs Jacorne Pires
Divida publica.
Jeronyino Barreiro Rangel
Diversos empregados
Despeaos eventual*.
Pedro Bezerra de Menezes
Maria Leopoldina Cordeiro da Silva
Lourenco Jos da Silva
Deque procede a divida. Extrcicioi. Importancia Total.
Ordenado. 1848 a 49 5,555
dem 1846 a 47 I.M4
Gratlcacao. 1849 a 50 30,556
Ordenado Ideui 112,500
Dito e gratificacao. dem 2>5,(00
dem dem 1848 a 49 79,998
Ordenado dem 9583
dem dem 63,333
5,555
4fi0,278
72,916
Concert da cadeia de
Ser i ii liar ni 1849 a 50 9,000
De um terreno para ca-
sa de detencao dem 32,10o
Ordenado i848a49 731,333
dem 1849 a 50 11,667
Saldo e transporte 1848 a 49 94,000
786,000
----------- 94,000
Sustento dos presos
pobres 1848 a 49 136,440
dem dem dem 29,i20
dem idem dem 56.000
dem idem 1849 a 50 7.995
dem idem 1848 a 49 85,600
Salarlo coinocoilnhc
ro da enfermarla da
cadeia dem o.ufJC
Sustento de presos
pobres 1849 a 50 8.903
dem Idem 39.000
dem idem dem 23,400
dem idem 1847 a 48 50,520
dem idem 1848 a 49 87,960
dem idem lili ni 182,653
dem idem 1849 a 50 159,960
Congrua 1848 a 49 25,000
idem dem 50,000
dem Idem 16,667
dem Idem 13,333
dem dem 21,546
dem 1846 a 47 81,944
1 -Ir ni 847 a 48 15,556
dem que se li ou de-
vendo a um scu con-
ventual dem 91,667
dem 1848 a 49 100,000
dem 184 a 50 8,000
Guizaiiientoe fabrica Idem 3l 000
Congrua 1848 a 49 13,333
dem 1849 a 50 86,ili
dem 1848 a 49 107.480
dem 1847 a 8 20,833
dem 848 a 49 l8,6ll
Idem 839 a 50 91,666
Guizamento e fabrica Idem 23,920
884,617
feito a tercelra parte da dita obra. (ominu-
nicou-se ao mesino director.
Dito -- Ao commandante do corpo de polica,
para mandar por a disposlcao do juiz de direl-
to interino da segunda vara desta cidade una
guarda do corpo sob seu cormnando aliindr
guarnecer a casa do tribunal uojury, e preve-
nindo-o de que un Idnticas circunstancias
dever presta-la logo que for rrquisitado pelo
respectivo juiz de direito. Olliciou-se ncslc
sentido ao mesino juiz de dlreilu.
Dilo Ao prlmeiro substituto do juiz mu-
nicipal da primeira vara, para mandar receber
a bordo do vapor ilahiane, os sentenciados vin-
dos do Cear, Jos Gomes das Almas, Jos de
Sousa Menezes e Jos dos Santos da Silva, que
devero ser conservados na cadeia desta cida-
de, al que se oflereca occaslao de serein envi-
ados para o Presidio de Fernando, a lim de
cumprirem as suas sntencas Expedio-se or-
dem neste sentido ao agente da companliia das
barcas de vapor.
Dito A cmara municipal do recife, ap-
provando a compra que fez a Thomaz He *qni-
no Fonseca, do sobrado de dnus andares n. 25,
da ra Nova, pela quantia de 8:000,000 de rs., a
firn de levar a eflVilo conforme est designado
na planta da cidade a deiuolicao do dito pre-
dio, e prevenindo-a de que parao pagamento
do respectivo preco deve appllcar os 2:100,000
rs., onerecldos pelos propietarios e donos de
estabelecimentos circumvlsinbos, fazendo pas-
sar dos 5:900/ rs., que lio obrigada, letras
pngaveis com os prasns mencionados em seu
iilliein de 28 de abril ultimo.
Portarla Mandando dar passsgem no va-
por Haitiana, como passageiro do guverno, pa-
ra a corte Jos Alexandre de Vasconcellos e
para a Rabia .los Ignacio Fcinandes Babia e
Silveri Antonio, que tiveram baixa do servico
militar.
ERRATAS.
Do Diario de Pernambuco n. 109.
No regulameoto do lyceu pagina primeira,
columna 2, llnhas 20 em lugar de sedestin-
giu pnr aen (alent leia-sese destinguido
por seu talento ele.
Columna 5, llnhas 9l em lugar de ven-
cer alem do seu ordenado leia-se perce-
ber alm dos seus vencimentos.
Columna 5, linhas 116 em lugar de a exe-
cuco dos arls. ll e 50, leia-sea execucao'
dos arls. n e 59.
Porcentagcm
Ordenado
i848a49
Idem
Juro de divida finda 1850 a 51
Restitulcao de 5 p. Ojo
A irmandade de Nossa Scnhora do Li-
vramento da Vanea
Croco Se C.
Proflro da Silva TavaresCoulinbo
Restitulcao de novos
e velhos direilos
Agoa e lu ao desf-
menlo dos Alogados
Aluguel da casa que
serve de cadeia e
quartel no Rio For-
moso
Aluguel da casa do des-
tacamento
Restituico de direltos
Aluguel da casa que
serve 'de quartel ao
destacamento da villa
de Pao d'Alho
1817 a 48
848 a 49
----------. 816,667
93,083
159,444
---------- 252,527
446,88)
602,738
---------- 1:049,619
10,867
2,24o
1846 a 47 60,000
1848 a 49 184)a50 20,000 67,620
284Sa49 24,000 191,727 4;6I3,906
O offlclal-waior, Rofino Jos Crrela de Almeida.
EXPEDIENTE DO DA 9 DE MAIO DE 1851. rs. raensaes. a contar desle mez em diante pa-
OIBcio--A thesouraria da fazenda inleiran- ra ser entregue na corte a seu filho, segundo
do-a de baver o juiz municipal e de orpbos do cadete do segundo balalho de arlilharla a p
termo de Olinda, Jos Quintino de Castro Francisco Foligonio de Souza Magalhaes. In-
Leao, participado haver assutuido o exercicio "
do dito lugar. ,
Dito A mesma, transmiltmdo os avisos de
tres lettras na Importancia de 4:674,398 rs. Me-
cadas pela ihesourarla do 11 lo Grande do Nor-
te sobre a desta, e a favor de Manoel Figuelra
de Faria, Joaquim Romo Seabra de Mello e
de Barroca Si Pinbeiro. Participou-se ao Exm.
presidente da memia provincia.
Dito ~ A pagadorla militar, Inteirando-a de
haver deferido favorarelmeole o requerlmento
em que o capilo do estado maior de primeira
classe. commandante do forte de Galbu, An-
tonio Francisco de souza Magalbes, pede pa-
ta cemltaar de peu odo a quaua de in,00v
lelligenciou-se aocummaudo das armas,
Dilo Ao juix relator da junta de justica,
traosinitliudo para ser relatado em sesso da
mesma junta, o processo verbal feito ao prl-
meiro cadete da coinpanhia na de cacadores
do KioGrande do Norte, Jos Pereira de Azeve-
do Jnior. Scientificou-se ao presidente da
mesilla provincia.
Dito A thesouraria da fazenda provincial,
para que a vista do certificado passado pelo
engenbeiro director das obras publicas, man-
de pagar a Francisco Jos da Costa Guimaraes,
arremtame do segundo lanco do embarrea-
mento da estrada do sul, a importancia da ler-
ceii* ptenaco, a que lea direlto, poi ter
EXTERIOR.
BE PUBLICA PRANCEZaV.
ASSEMBI.EA NAfllTMAI. LEGISLATIVA.
SESSt'o DU 27 de Manco.
Discurso pronunciado pelo Sr. ministro da
initruccao publica eii, tesponta a Mr. Ma-
dier-Monljau que o interpell'a cerca da
suipento de Mr. Michelet, trofcsior de his-
toria no coltegio de Franca.
Sr. Ministro da instruccio Publica. Srs.
o nobre representante, Mr. Mailicr-Montjau,
perguntou-mo so he polo clToito Je urna
precipitato deploravol, ou se pelo lo um
systema determinado, que urna serie de ac-
tos emanados do ministro da nstraceflo pu-
blica tem ferido varios niembiosdoensino
publico.
Una palavra servir do resposta a esta
questo de Mr. Montjau.
Senhoros, quando o Sr. presidente da re-
pblica me fez a honra de chamar-me pa-
ra vollar momentneamente sobre os inte-
resses da instruccilo publica, nesse mesmo
dia tomei uma resoluto i lace da assem-
bla, face do paiz, e perante minha cons-
ciencia aresoluto de fazer observaras
leis de dclfrnder os interesses da moral pu-
blica, e de fazer com que todos, quer gran-
des, quer pequeos, comprissen o sen do-
ver. (A" direita. Milito bem Muito bein!,
Esta resolugSo, cu a lenlio exceulado;
lim. senhores, tenho executado esta reso-
lucilo com dor, mas sem besitai;ilo a respe 1-
to de varios menibros do cnsino publico.
( Nova approvaQo direita. )
Mr. Madier-Montjau faliou-nos da liberda-
de de pensar, fallou-nos da liberdade cons-
titucional quo cada cidadiio tem de emittira
sua oppiniao, de publica-la de manifes-
ta-la aos ulhos de todos.
Senhores, esta liberdado he garantida pe-
la constituicSo, ella he respeitada pelo go-
verno (Risos irnicos na extrema esquerd* )
Sim, senhores, ella he respeitada pelo go-
vorno ; mas ha uma classe de cidadQos a
respeito dos quaes esta liberdado no exis-
te se nSo no estado de liberdade estricta.
A' direita: lsto he evidento i
Vozes diversas esquerda: Como o suf-
fragio universal I Entilo a constituiQilo nfio
he feita para todos?
O Sr. Ministro da instrucco publica:Es-
lea cidados so aquelles que tem deveres
especiaes que cumplir, s3o aquelles que
exercem fuucOes publicas. ( Muito bem !
muito bem ) sao aquelles aos quaes o es-
tado tem dado um mandato de conanca.
A' direita. Muito bem he isso mesmo !
O Sr. Ministro da instruccio publica:-- A
estes cidadaos n3o he permittido violar es-
se mandato, n3o he permittido faltar ao de-
ver ; n3o he permittido dobaixo do pretexto
de liberdado do pensar, ultrajar a moral pu-
blica, nem a rcligiao quo he o se funda-
mento.
a ftreit'a:Muitp bem muito bem I
A' esquerda: Que rcligiao ? que religiSo?
O Sr. Ministro da instruccao publica: Eu
responder!, tenham paciencia. Eu respon-
derei a todos, e a todas as cfRisas.
Vons direita: A rcligiao da maioria
dos frandezes. (Ruido.)
O Sr. Presidente : A liberdade do tribu-
na primeiro que tudo.
O Sr. Ministro da instruccao publica: Es-
ta classe de cidadaos tem muitos deveres
que comprir, e entre estes o primeiro he
resucitar o que todo o inundo respeita. 0
di re i tos nfovem senodopois dos deveres.
( Approvacflo direita )
Os senhores, crm provavelmente que es-
tou enunciando doutrinas inauditas, dou-
trinas inteiramente novas...
.4' esquerda: N3o .' Nio !
O Sr. Ministro da instrucr/to publica:
Pois estilo engaados. Para honra e gloria
da universidado, declaro que he assim que
emscu seii tem sido sempre entendida c
.>ralicada a liherda 'c do pensar, a liberda
do de escrever ; sempre, d tbaixo de to 'o*
os governos, dcbaixo de todos os regimons,
como logo mostrarei t Dencgac<">es na ex-
trema esquerda.)
Mr. fitmas: lie verdaile.
O Sr. Minislrs de instrnec/io publica.De-
baixo de todos os governos, os senhores o
verlo brevemente.
Nunca no corpo que cnsina se admeltio
esta distineco suhtil....
Mr. P.mmanuel Arao. Pe?o a palavra.
( Exclamaces direita. )
OSr. Wiaislro da instrucefio publica....
Permita-me o nobre representante, Mr.
Madir-Monljau, esta expressflo, nunca ja-
mis admeltmos essas disiinccOes subtis
entre o professor cathedratico e o professor
cidadiio : n3o, nunca jamis admeltmos
essa dislinccSo ; com ella 00 he possivcl
haver corpo que cnsine.
Nunca concideramos no professor sen.lo
o professor todo cnteiro. He o todo de sua
conducta, he o tolo do seus costumes, he
0 todo doseusescriptos.em uma palavra, be
tola sua pessoa, he o professor lodo in-
teiro que est sugeito a inspeccSo do corpo
que-exerce sobro elle um diieilo necessario
(le jurisdicQo disciplinar ', liilerrup<;3o
esquerda ).
Vozes ii esquerda:--0 corpo,n3o o espirito.
O Sr. Ministra da instruccao publica :
Nao ouvi nada, peco que me respondao da
tribuna.
He sempre assim que temos entendido o
dever do professor o a jurisdiccao do corpo
que cnsina. Ha mil cxemplos disso nos
nnaes da nstruCCfio publica, l'ajlo aqui
Jianto de uma inlinidade do professores...
Mr. Cumas:-, lodos s3o de sua opioiflo,
Sr. ministro.
O Sr Ministro da instruccao publica :
Elles podem todos attestar a verdade do
que aflirmo (lntcrrupc.oes a esquerda.
Mr. Pastal Duprat. Somos de opiniao
contraria ( ruido a esquerda. )
loses a direita. Nio se est fallando do
Mr. Jacques ( ruido confuso).
O Sr. Presidente : 0 Sr. ministro n3o
esti fazendo nenhumaapplica(3o, olio est
as generalidades.
O Sr. Ministro da initruccao publica : E
pirque o professor nio se tivesse tornado
cnlpado de ncnbum delicto escolar, n3o es-
tara sujeito jurisdiccSo do tribunal dis-
ciplinar legalmcnte oslabelccido frente da
corpciraclo a que pertcnoc mas, a fallar a
verdade, esla doutrina lie inadmiasjvel ;
n:To ha organisai;,lo possivel com taes leis,
e vislo isso, rada urna das diversas ordens
deque a administradlo publica se compOn,
poderia rovindicara mesma liberdade ees-
capar assim i jurisdicQo severa e paternal
ao mesmo lempo que mantom a honra da
corporaco;tambem n3o havaria rasilo p8ra
que o magistrado n3o procurasse escapar
disciplina,.allegando qucjulgacom decen-
cia, quo sua conducta na ausencia lie mu
boa, e nao tcnlassc subtrahir assim sua vi-
da privada e mesmo sua vida publica fura do
tribunal accilo de seus pares, de seus jui-
zes aaturaes, de seus juizes disciplinares.
( Apprtivnciloa direita. )
Passarei agora destas generalidades aos
fados especiaes que motivaram as intor-
pellaces do Mr. Madier-Montjau ; fallarci
prime ra ment de Mr. Michelet, depois do
Mr. Jacques o em ultimo lugar dq, Mr.
Gulin,
Heferindo-me a Mr. Michelet, repito que^
be com viva dor (ligeiros murmurios es-
querthi ) que pronuncio aqui o nomo do um
omom que be membro do instituto.
( Eslas ul l i mas palavras sao pronunciadas
pelo orador em voz mili baixa. )
Muilas vozet a esquerda : Ninguem ouvo .'
O Sr. Presidente : -- O orador tem o or-
gSo fatigado. A forca de inlerrupces, os
senhores latigam-uo ainda mais.
O Sr. Ministro da instrucco publica : Se
os senhores se tivessem dignado de n3o
inteiromper-nic, certamente todo o mundo
mo ouveria. Eu nao interrompi a Mr. Ma-
dier-Monljau, nem urna s vez.
Repito que he com dor que pronuucio
aqui um nome de um homem que be mem-
bro do instituto, c que pareca destinado a
preencher no cnsino um deslino difieren-
te do que preenchera. ( Sigiaes de atlenc/to.)
Peco licenca a Mr. Madicr Montjau para di-
zer-lhe que parecen parar na enlrecasca
o objerlu ; elle nao falln sciiilo do al-
pois as-i tu
O Sr. presidente, lsto be intolcravcl! En- gomas i ircum.-taiicias accessonas da ques-
tiloosSrs. pensilo i|ue tem o direito de tao de Mr. Michelet Este srnhor, que
atacar o ministro, quando o inlerpelhlo, devia .lai quarentalicftes por auno, n;lo da-
mas que este n3o tem o direito do ser ou- va senao dennove, dezoito ou vinte. Havia
a este respeito prescripcBo em seu provei-
to, havia dez anuos que isso durava, inuilos
outros profu.-soies nao trabalhain mais do
que elle
Primeiro que ludo, senhores, responde-
r a Mr. Madier Montjau que acerca desles
faetos accessorios nina s palavra mo se en-
contra nem no acto de quo son responsavel,
nem na exposicTio dos motivos, da qual dou
aonta perante a asscmbla que me faz a
honra de escular-mi1.
Quanto a prescripcilo, com efFeito, digo-o
ainda com pesar, ha muito lempo que o es-
cndalo durava.
Vos a direita : He verdade !
O Sr. Ministro da instruccao pnblica : -Mas,
nio ha nunca prescripcilo contra o bom sen-
so ultrajado ( A' direit" Muito bem muito
bem ) Nao ha nunca prescripcBo contra a
moral publica ultrajada ( Nova e mais viva
approvacflo nos mesnios bancos.)
Achei a Mr. Michelet dclinquento, o que
adligio-meexcossivamente. ( Risos irnicos
esquerda.) l'uni-o o fi-lo'com a conscien-
ciailc pratiear um acc3o til meu paiz.
( Nova approvai;o direita )
Vozes numerosas: -- Fez muito bem I
O Sr. Uinilro da instruccao publica '. --Co-
mo o nobre representante, Mr. Madier-Mon-
tjau, em suas observarles nada disse acer-
ca da legalidade da medida, creio que ro-
conhece o direito que cu tinha do fazer uso
delh, c por isso nada direi a es'.e respeito ;
limilar-me-hei a expender ligninas rasos
para mostrara opportunidade e justica da
mesma que o nobre representante con-
testa.
Ha muito lempo que o corso do Mr. Miche-
mas q
vido, quando responde, la-
que entendem a liberdado ?
Mr. Charles Abbatucei. Elles 03 > tem jus
tica nemeivilidade.
O Sr. ministro da instruccao publica Eis
pois, Sr. como temos sempre entendido no
corpo que cnsina nossos direilos, nossos
devores e a jurisdicjlo que nos foi confiada.
O nobre representante, ao qual respon-
do, fallou de liberdade constitucional, mas
por ventura ignora ello que ha tambem um
artigo da constituidlo, o art. 8. o qual diz
que a repblica deve proteger o cidad3o
em sua pessoa. em sua familia, em sua re-
ligi3o (sorrisos esquerda.) Em sua re-
ligiao sim, em sua rcligiao.
He do nosso dever fazer respoitar a rc-
ligiao dos oidadBoa (Muito bem muito
bem Itisos iron eos esquerda ).
Um representante da estrema esquerda. Ahi
esla o tribunal do jury.
0 Sr. presdeme. As questoes do disci-
plina sao distinctas das quesles crimi-
naos.
O Sr, ministro da Instrucco publica. N3o
su trata aqui nem da honra, nem dos bens
do professor. Trata-so de um acto de je
risdiceftu inteiior, do desciplina, trala-s
de um acto da justicia de uma corporaco
sobre um de seus inembros. A este respeito
a corporaco he soberana, o o be, porque
o devo ser ; porque o bom senso e a razao
dizom que deve se-lo, porquosem isso nio
he possivel nonhuma corporac3o, porque a
Iei diz que a corporac3o he soberana no
exercicio de sua jurisdiccao (Muito bem!
muito bem) ....
lsto diz nao smente a le antiga da u-
niversidade, so nao ainda mesmo a nova.
Assim pois o professor, antes do scrci-
da'dilo, he professor em presenQa da corpo-
raco (risos e exclamares a esquerda
signaos numerosos de assentimonlo a di-
reita. | .
Uma voz a direita. He muito justo.
Mr. Morticr Ternaux. Os devores antes
dos direilos!... Todos aquelles que s3o
advogados tem soffri lo ou oxercido a ju-
risdiccao muilas vezes durante a sua car-
roira. ,,.
O Sr. ministro da instruccio publica. O
professor he responsavel perante a corpo-
raco por sua vida lo.la inteira, sem dis-
tinecao e sem rcstricc3o ; de.outra orle
seria uma doutrina mu commoda a do no-
bre representante, Mr. Madier Montjau ;
um professor poderia ser inui correcto em
seu ensino, poderia no faltar a nenhuma
regra da gramamtica (risos irnicos a es-
querda), poderia professar sotTrivelmcnte
o depois fra de sus cadeira, poderia cn-
tregar-se impunomento a todas as desor-
dons que podem desconceituar um cida-
d3o.
A esquerda. lsto n3o ho verdade.
O Sr. ministro da instruccao publica.. A
todos os excessos que podem degradar um
homem de bem.
Vozes esquerda. O.Sr. calumnia a Mr.
Jacques.
le preoecupa dolorosamente a opini3o pu-
blica. Eslo senhor levo ja a desgrana d#
em 1846 ou 187 excitar a este respeito mui
justas susceptibilidades. (Humores es-
querda ) Um ministro que todo o mundo
honra, Mr. do Salvandy, ( Signaes mui vi-
vos de assentimcuto nos bancos da maioria.
Murmurios nos bancos .la esquerda ) o pu-
ni em 1847.
Mr. Legras Devot: Sim, todos nos o
honramos !
Mr. C'Aapo(dirigindO'se para esquer-
da ) :0s murmurios dos senhores, honratn-
no ainda mais
O .Sr. Ministro da instrucca'o publica : --
Mr. de Salvandy, o ministro que puni a
Mr. Michelet em 1847, leve o assentimento
de todos os homens do juizo. (Reclama-
ces a esquerda.)
Depois da revolucSo de fevereiro, Mr. Mi-
chelet foi reintegrado em sua cadeira. El-
lo devena ter aproveitado a licao que fra
dada. ( Humores na extrema esquerda. ;
Mr. Bac: He um homem que d lices,
e que n3o as recebo de ninguem. ( Appre-
c3o a esquerda. )
O Sr. Ministro da instruccaB publica : Se-
nhores, empregando esta linguagem, creio
que uso de um direito.....
A' direila :--Sim sim! lera ras3o I
O Sr, Ministro da instfuccai publica : E
he de meu dever empregar esta linguagem,
HV
NP'-^P



2'
iSf
Mr. Michelet deveria tor aproveitado a licito' radot-OScnhor he u.n profes.or deexcitaco
que lhe foi dad, .nasassim n.lo o fez. '
Mr. Venid"!/: -- Foi Mr. de Salvandy que
luuVprofeasor de'paixao.'c nao um profesor
historia .. (Viva approvacao a direita.)
jecebeu a eflo.
' Mr Bac : E o Sr. recebera outra.
Vozes a direita : Sustente frase, ella
Jie boa o verdadeira.
OSr. Ministro da inslrucca'o publica Des-
de 1850 o curso do Mr, Michelet atrahio a
altcncuo publica, meu nobre predocessor.
Durante todo o primeiro semestre de 1850,
o curso de Mr. Michelet foi a occasiflo, qur
da parte de seus collegas, qur da parte do
ministro, do observarles que lhe foran fei-
tas, e3s quaes elle respondeu algumasve-
7cscom mui pouca urbanidade. Tenho suas
cartas em minha pasta.
flr. Mgrange : Eslava om sen direito.
O Sr. Ministro da instruie'ao publica : --lie
o que a assembla julgar.
OSr. 'residente : Isso he elogiar a in-
subordinado.
Mr. Charras : Peco a palavra ( Viva ;
agitacSo esquerda.)
i ma voz eiquerda : A lic&o de feverei-
ro, pelo que parece, nflo foi proveitosa ao
ministrada instruc$iIo publica.
O Sr.Uinistro da instrucci'o publica : A
pasta da instrucrilo publica me foi confiada
pelos fins de Janeiro do 1851. Desde entilo
asgazetas e a voz publica lem chamado
minha aUenc.no sobre o ensino de Mr. Mi-
chelet. K peco a Mr. Madier-Montjau me
permita dizer aqu que nao obrc coin
precipitaeflo; posso at dizcr-lho quo obrei
com um vagar quo me- pareceu recommen-
dedo pela psito que Mr. Michelet oceupa-
va na scicncia, qne me pareceu recommen-
dado pela posicHo elevada que elle oceupa-
va no magisterio, que me pareceu rcconi-
roendado pelas altencOes, ipelo respeilo que
merece o collegio de Franca. ( A" direita.
Muito bem! milito bem -Murmurios
esquerda.)
Vio dei crdito as primetras nformacoes
que me foram dadas o al desconliei dcllas,
sem violar o segredo das deliberarles do
conselho superior da instrucQflo publica,
posso dizer que fui nelle inlerpellado a
respeilo do curso de Mr. Michelet e que res-
pondo que os tactos que haviam chegado
ao meu conhecimento niiolinham anda aos
meusolhos a gravidade necessaria para que
o dever de obrar me fosse demonstrado,
que eu mo reiervava a iiberdade de obrar
flOaDuO os fartos me fossem perfeiUmente
couheci'os. Desde enlo adoptei medidas
decisivas para obter conhecimento dos fac-
tos em loda sua iulegridadc, ein toda sua
Terdade. Fu nflo poda ir pcssoalntente ao
collegio de Franca, mas mandei o lachigra-
phe do Monileur, o vosso tachigra|iho, se-
nhores, o tachigrapho de vossa confianza.
Urna voz esquerda : Qual ?
O Sr. Ministro da initruceo plubica :-- Foi
o tachigrapho do Monileur que foi tomar pa-
ra m i ni as lices de Mr. Miihelct. Desde es-
te momento pude julgar com os documen-
tos na inflo, masque lensam os senhores,
que iz entilo? I'or ventura descarreguei
logo a espada dajustica sobre a cabeca do
delinquente? KSo, senhor; posto que au
tivesse o direito de o fazer, e posto que
talvez este fosse o meu devor, todava nflo
o fiz. Eis aqui o que a 5 de marco escrevi
ao Sr. director do collegio de Franca :
Sr. dire tur e charo collega.ks preocu-
parles da opiniflo publica, o as infbrmacOes
positivas que tenho tido sobre as diversas
licoe de Mr. Michelet no collegio de Fran-
ca, impoem-me o dever de chamar a seria
alinelo da congregaeflo dos professores
do collegio, tanto .obre os desvancos do
professor como sobre as monifestates a
que esses desvancos teem servido de occa-
sifloou de pretexto.
O respeilo que consagro ao collegio de
Franca, fai-me desejar que elle seja o primei-
ro, o nico juiz do que se deve farer em tal
occorrencia. Se he cerlo qne a ullima iicao
nao foi marcada por nenhiuna proposico ni-
miainente reprehci.sivel, he bastante cerlo
que ella foi como una aberraco perpetua,
to pouco digna da cadeira elevada que o
professor oceupa, como do auditorio que elle
linlia diantc de si. lie certo anda que depois
do cuio os gritos da A' llaslilha! se Bzeram
nuvir, e que uin grupo .i>ai numeroso de
'ovcus se dirigir para o bai.ro de M. Antonio,
le ainda verificado por mili) que na penlti-
ma licao, juizos e apreciares mui pouco de-
centes tanto sobre personagens revoluciona-
rias, cuino sobre cousas que diee... respei'.o
religio, excitaran) mui vivamente as pai-
Xes e escrpulos, e que nao lora esta a pri
lucir vez que um tal laclo se produzira. ta
muito lempo que esta situaran dura, e impor-
ta aos inleresses do collegio de Franca como
tambem a honra domag.stcii) fraucez, por-
lhe termo.
do professores eminentes, cuja frente V. S.
se acha. I'or tanto convido-o a examinar o
partido que se dever adoptar, couvido-o a
lar saudaves conselhos a um hoinem de m-
rito, abandonado deplo.aveia desvarios. Se
os Tactos fossem menos conhecidos, eu os de-
terminara ; consigna-Ios aqui seria para mim
urna dor de mais, ao passo que nada ensilla-
ra a ninguem. Dignc-se de levar esta minha
carta ao conheciinenlo da congregaco de
amanhia, e de me cnininunicar o que esta
resolver a este respeilo.
Aceile, &.c.....
Votes maderadas ti Jimia : Muito bem '.
*muit<> beui!
O Sr. minilro da iuslruccao publica : Bem
yttia os Srs, que niio obrei neste negocio,
nem com paixo, nein com prreipitaco. Foi
depois de um inez de obiervaco, foi depois
de um inez de paciencia, que escrevi ao di-
rector do collegio de Franca. Foi depiis de
um ine> de expectativa que cotuecel a obrar...
A7r. Lavergne : Sr. ministro deveria dar-
nos a conhecer algumas passagens do curso
de Mr. Michelet. ( Excla.i.acdes direita. )
(I sr. Prest denti : Pifio se trata do curso.
A assembla nao he juiz do curso de ensino.
O Sr. mniliro du niirucro publica : Ku ce-
dera de boa vonlade a palavra ao nobre inter-
ruptor, seno eslivesse convencido que del
sando-a pur cinco minutos, pao poderia lo-
n.i-l.i iii.-iis depois, to fatigado me sinto...
(Falle! falle! )
O collegio de Franca reuoio-sc.
U que se passou em seu scio be boje sabi-
do por todos os peridicos teem publicado
ludo. Mr. Michelet foi chamado perante seus
pares, perante seus collegas.
Nao dlrei tudo u que se passou em tres
seisoes consagradas a este negocio. Ilouve
una na qual Mr. Michelet nojulgou conve-
niente comparecer; elle compareceu na ulti-
ma, e nesta seua collegas liieraiu-lhe obscr-
I.cndo estas palavras de um professor res-
peitavel, de um dos membros mals illustres
do instituto de Franca------(luierupcao a
esquerda. ) ,
Urna vox esquerda ,He um professor de
se i e ni 11 physica !
O Sr. ministro da instrucfdo publica: Leudo
estas palavras fielmente referidas na acta que
me foi trausinettida, nao besitei, pun Mr.
Michelet, e minha consciencia ficou aliviada...
( Assentimcnto direita.) -
Votes esquerda :-E os jesutas satisfeitos l
O Sr. ministro da inslrucfo publica :_Creio
senhores, que tenho dito bastante acerca de
Mr. Michelet, passarci porlanto a outro ponto
da iuteiiicllaco, passarci a Mr. Jacqucs.
Votes a esquerda -Alivie anda a sua cons-
ciencia! .
( Contintiar-se-ha.)
*m.MBUC0
-. it,.H,JMI

O.
hi
s
Cadveres.
Ilomens.
Mulheres.
Prvulos.
Ilomens.
Mulheres.
P.lrvulos.
(ralis.
de .'/000 rs.
de 50/ rs.
Importancia ar-
reeadada.
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UIABIU US PIJRSilBIJto.
LBCIFE, l"i DI MA10 DE 1831.
Je vals falreoopiermondrameet voualen-
voyer. Quandi la tradiiclion, elle me prtera
des forcea, aurtout si vous la confiei I un
des poles distingues de Ulo qui m'ont adres-
sc de ai beaux vers.'et que j'alinerais davan-
tage s'ils m'avaicnt inolns lou. Je leur hvre
ma proae a eux, ou i l'jm des rdacteurs du
Commeree.
U velllc de cette soire si dotice pour mol,
si glorieuse pour vous, l'fcmpereur daigna
n'accueillir \ |St. Cristophe avec une bonte
dont mon cceur gardera toujours un prcleux
souvenir. Le lendeinain je comprls toute la
dlcatesse de ses procedes, et sa prsence au
thatre me loncha aussl vivement que le no-
bles paroles que j'avais enlendues a M. Chris-
tophe, lorsqu'en me parlant de lame de mes
freres volre souveraia me lalsia volr qu II tall
au niveau dea selenecs astronoiniquea al phy-
siques, dont la Franco a pouss si lotn les li-
mites. ,
. Fllcitea-vous, flrcsiliens, vous aurez bien-
lt un observatoire j Rio.
o Mondrame, Andr, est un allaire de cojur
etdepassiou; ie iivre que 'ciii est une ai-
faire de mdilaton et d'tude ; votre Empe-
peur m'a permis de le lui ddier. Je sais ce que
m'impose une ttllefaveur.
Rpublique et monarebie ne doivent pas vi-
vre en hosliht ; on a au lort de ne pas le prou-
veravant mol !.... le creur a ses batlements
avant que lefronl ailses penses, les sympa-
thies s'imposent cominc le respect, et je rev
deSt. Christopheavecamour.
Je ne veux pas vous allrister aujourd'hui
par le recs de ce qui s'est pass a bord lors-
u' mon arrvcaprfcs le thcalrc vous ni ave
escori, MM. les arlisles ; vous remplissiez
auss les pirogucs, vous, poetes, hominen de
letlres, ngocianls. coinpatriotes qui m avez
teudu une inain amie. n ne m'a pas encor
pardonn cette brillante ovalion les mate ots
sculsenbondissaicnldejoie; mon fiere, alors
ministre>lc la guerre et dla marine, osa, I im-
pe, le sauvage qu'il est, publicr et signer un
ordonnance dfendant toutchatinienl corpo-
rel i et les officcrd de la Bayaiinaiie.pas plus que
ceux de quelques autres navires que je venis
de quitler dans le Pacifique, ne nous pardon-
neiit cet acle de frocit d'un homine bni, ve-
ner de tout ce qui a du cojut au cceur. Rece-
vez, Caetano, les vvats que vous m'avezadres-
ss l'quipagc de la fluyonnui vous les en-
vole', et ion prie comme moi de plaindre
ceux qui ne comprciinent pasque la parole a
plus de puissauce que la nouuse garcetle.
i'ignore ce que ,le del me desune ici, cher
Caetano; mus se mon climat est trop Iroid
pour un fiontdecouronn.j'irai me rechaul-
fer votre Urge soleil, me baigner a vos sour-
ces, me bercer vos brises.
. Atteudc-moivous savez les sentimcuts
que j'ai vous vos arlisles aims, rieu ne
pourra les allaibllr. ,.,.., ,
o lloiijuur, lalma; bonjour, Frdcric Le-
mailre ; bonjour, Joo Caetano do Santos.
Je dsire que cette Icttre, traduitc ou non,
soit insre dans vos jornaux. Je prie mes con-
frres de vouloir bien m'aider remplir un
devoir de recounaissance.
J. Arago.
Foram sanecionados pelo Exin. presidente da ,. r-.nTircn nri<: StNTOS
provincia os actos da assembla legislativa pro-! J- AIIACO A IOVO C*"*^ DOS S AIS TOS
incial; i ".que altera a lei n. Sl3 de7 de agos- Cherbourg. 7 de,i<>'"J>"J \^.
to de .848;2.1, autorisao.nesnu. F.xm. presiden- Querido Caetano.-O ...euP"" u,_
te a empregar medidas convenientes a remover do ao por o pe sobre o solo da miiilia veina pa
as causis <|ue |.roduzem o encarrcimenlo das Uri '>e o de enviar-vos um fraternal apert ae
carnes verdes nesta cidade; 3 ", a despender pe', mao : ci-lo. ....j,
las rendas do exercicio de 1851 a5z.com o paga Devo-vos um prazer lao grande. yertla-
menlo da divida de e.ercicios f.ndos 4:ul3#906; 'deiro, to profundo, que durante a > ag. pro-
4, manda pe lencer a igreja da-.niserico. dia de cu.ei adiar meto de provar-vos toda aiiM
. *. ,J...... __.. ,-_ .rt n;,ni.,,i,ioiu. nao he ao meu
ladas as resoluces da mesma assembla ; .
creando um director geial dos estuds; 2., '. verdade, Joo, que aceas couio estas entra por
transfei indo para a povuacio do Joazeiro a s- i muito na vida de u.n artista r
de da freguesa de Santa Mar da Hua-Vista, I c mim o digo, nao a.reditava em tanta
bem como a sede da cabeca da villa do nies.no sympalhia ; nao cr.a que houvesse tantas^^ la-
me, que tica suppriii.ida para a povoaciio de g-imas nos olhos, tantas palpitacdes no coia-
Cab.ob; .V, alterando o regul .ment do cemi. fo. Sois um grande arlista, Joao, e-digo-vo-lo
eriopublici.dei7def.-ve.eirodesteanno,4.",'po.que conhecle esludei as glor.as tl.calraes
collega me ajdem a preencher um dever
de reconheclmento.
J. Arago.
Srs. Iteiaclores I endo correspndencla pu-
blicada em o n. l08, de 10 do corrente, deste
ornal. firmada pelos Sr. Rufino Jos Fcrnan-
de de Flgueiredo e Joao Cavalcante de Albu-
querque, nao podemos despensar-noi de, so-
bre o se conteudo, dizer duas palavras
Nao cenauramns por certo a tarefa que to-
maran, sobre .rus hombros os Sra. Rufta e
Cavalcante, de defender o Exm. br. Chichorro
cuio acto administrativo, quando presidente
desta provincia, posto que "b''r?r'a,nc"e-
havla conferido aos correspondentes t.lulos
de aforamento, porque a graiidao que nece-
sariamente os deve ligar ao bx.m. Br,, Ch chor-
ro, e o inleresse como parle, cujos mulos
foram julgados nullos e de nenhum efteito,
a Isso os deveria compellir.
Mas, o que nao consentimos, he que se
iustifique o procedlmento d'aquella adminis-
traco com informaes de engenhelros e pro-
curadores da faienda, poit entendemos que
um eoverno, assim como um ju.z recio e
imparcial, nao pode dar declsao contra a el
expressa, anda apesar de todaa as Informa-
c5es favoraveis; tanto assim que mais logo
obliveram os correspondentei contra si a talal,
porm Justa aenlenja do juiz dos feitoa
fazenda; o Sr. Dr. Uchoa Cavalcante, que
reconhecendo e fazendo respeitar o saerado
direilo de proprledadc, julgou de nenbnin
efleito os ttulos de aforamento dado aoi
Srs. Cavalcante e Rufino.
Por nos foram exibidos os lllulos orlginaes
da justa acqulsicao de nossa proprledade Ara-
c e de ns al os nossos antecessores, pri-
mitivos senhores e possuidores que ( por carta
de arrematacao mandada fazer pela fazenda
publica em 1763J a haviao adquendo por
compra em l.asla publica fazenda; entre-
tanto tiveinos em resposta :nao oftilanl a le-
qalidade de vossos tilulos, os terrenos serao afora-
dos ; uini dos meios competentes ;~ expondo-nos
d'estarte aos incomuiodos e dispendios inhe-
rentes letigio.
i. como justificar o governo de entao, quan-
do os correspondentes s3o os proprios a con-
fessar, que nos exibin.os em lempo, de um
indellerimento pretencao dos corresponden-
tes e nforuiacaes de engenhelros e procura-
dores da lazenda, ( por contrarias a lei expres-
sa ) com o frivolo prelexto de seren contra
nos esses pareceres ?
E'colhao os correspondente; ou a presiden-
cia de enlao ignorava a lei. que no impe
indistlncta.nente, ( com melhor rasao ao go-
verno que deve dar cxemplos da mal severa
.noralidade) a obrigacao de respeitar o direi-
to de propriedade e louvaodo-se nessa infor-
maces, errou junla.nenle com ellas, ou com
scieocia da legislacao expressa e positiva de
nosso palz, contra ella confeno os afloramen-
tos en. queslao.
A primeira hypolhese nao sera accella pelos
correspondentes; nem nos faremos esta inju-
ria ao Exm. Sr. Chichorro; na .egunda foi
arbitrarlo.
Ouanlo ententa que dizem ter os corres-
pondentei obtido em seu favor; nitso sao
menos exactos; porque nos decahlmos, he ver-
dade, da primeira accao, ma pela natureza
della, isto he, pelo meio escolhido para rei-
vindicar nosso direito, ( e nao por falta desle )
que foi um mandado de manutencao. Julgar
norm urna accao Improcedente, por incompe-
tente, oupor nao ser applcavcl aocaso, nao
he leeonhecer direito na parte contraria: e
tanto assim que (faca.no justlca ao Sr. Dr.
Nabuco, juiz da causa ) se nos deixou direito
salvo para intcntar.no o libello por que o-
ram ltimamente julgados nullos e de ne-
nlu.n elfeilo os tilulos de aforamento do Srs.
Cavalcante e Rufino : seulenca que nao pode
deikar de ser confirmada, confiamos na jus-
tica de nossos trbunaes, pela sabedoria, illus-
traco e i.nparcialidade do tribunal da rclaco,
em vista da solHdez de noso direito de pro-
priedade no silio Arac, que na.i pode er
de novo allerado sem escandaloso cri.ne e vio-
lenta desapropriacao por aquelle que demilio
de si para srmpre, em i76, todo o direito
que sobre elle tinha, venJendo-o em hasta
publica, como lica por multas vezes dito.
Temos repoudido, para que o publico se nao
persuada que os Srs. Rufino e Cavalcante
obliveram algum dia enteiica contra nos a
respeilo dos terrenos qucslionados. Recife,
H demaio de 1831.Munoel Luit da Veiga.
do Eim Sr. pre.ldente da provincia peleinre-
co de
2- A obras prlnciplatSo noprazo de um
mez.e conclulr-se-ho no de quatro meze.
"nboi coutado.de conformldade com o ar-
,,gos30e 3i do regulamento de 7 de malo
dV'8Opagamento .era feltoemdua pre.ta-
efle. iguaes. a primeira quando^tiver fei.
melad! da obra, e asegunda depoi.decon-
Cl4l,d Para tudo mal. que no est determina-
do as presente, clausula, seguir-.e-ba Intet-
ramene o que dispe o regulamento de 7 de
'"^paS'da. obra, publicas. .0 de abril
de'sD- dlreclor.Joie Mamsd, Aloe. Ferr,,
ra. Floriano Detere Portier. ~ M. L. Mallo,,
ajudante de engenhelros.-Approvo. Nao
do eoverno de Pernambuco, 10 de malo de
I85i.-So o.-Conforme --No Impedi-
inento do official-inalor.-Oofflclal, Domingo,
JoiSoarM.-Confor.ne.-0 secretarlo,
nlom'o Ferreiradjnnunctaca^^
Deciarayuca.
Soulhainpton,
e a que declara nulla e de nrnhuiii vigor pnr
naoler sido dada por autoridade competente a
approvacao civil do couiproiuisso da irmanda-
de de Nossa Senhora da Paz dos Afogados.
Correspondencias.
Sn. Hedaclorcs. llogamos-lhes a rei.npres-
au da carta em fraucez eda respectiva traduc-
co.quese le no Jornal do Commercio de l,rie
do meu palz-
Vou mandar copiar o meu drama para vo-lo
remetter. Quaulo tradueco, ella reamar
a minha obra, sobretudo se a confiardes a um
dos distinctos poetas do Rio de Janeiro que me
dirigira tam bellos versos, c a quem eu esti-
mara ainda mais se me tivessem louvado me-
nos. A elle ou a um dos redactores do Jornal
do Commercio entrego a iniuha prosa.
Na vespera .tessa nuile tao saudusapara mim,
tao gloriosa para vos, digooti-se o imperador
7 dcabril prximo passado, dirigida de Cher- reeeber-me em S. Chrislovao com urna bon-
hourg por J. Arago ao distinelo artista Joao jdade de que couservarei aemprc a mai precio-
Caetano dos Santos. (sa recorda(ao. No dia seguinte roinprehendi
o Adeos Taima ; adeos Frederico Lemaitrc; adeos ioda a delicadeza do seu procedimet.to e a ua
Joriu Carlino dos Sanios. preseoca no theatro me commoveu laoprofun-
Assim linalisa J. Arago a sua carta, associ- dameute, como as nobres palavras que lhe ou-
ando desta arle o nome do nosso compatriota vi en. S. Chrislovao quando, falla.ido.iue de
aos nomes mais gloriosos da scena franceza ; meu innao mais vclho, me moitrou o vosio lo-
hc o elogio mal. esplendido tributado ao illus-j beranjque eslava ao nivel 'das .ciencias as-
ir artista, e palavras de purpura e oiro nao tronomicas e physicas, cujos limites a Franja
Iheaquilatariam uiclhor omento tanto lem dilatado.
Nao he a primeira vez que vemos actores i u meu drama An.ir he unta obra de cora-
brasileiro. com Injusticia comparados, e al j {o e de patito: o livro que eu escrevo he
reputados superiores a Taima, Frederico Le- um Irabalho de meditacao e de esludo. O vos-
inailre, Mereredy c outras personificaces su-j so imperador me permiltio dedicar-lh'o, e
blimes do palco europcu ; mas hoje felis.nente conhe^o be... todos os deveres que me iinpe
emelliante paralello he a glorifica;ao do ineri- um ial favor,
to real, promulgada pela couviccao intima de a repblica c a monarchia naodevein viver
um estrangeiro illustrado, que te.u um nome ;e.n bostilidade; he o que cumpria ler provado
distincto na litteratura dramtica : he o au- ua ...ais lempo, ante, que eu di.so me encar-
tor da OargalUada.
Receba tamben, o Sr. Joo Caetano dos San-
tos, gloria viva do thcalro brasileiro, os sutlra-
glos da nossa sincera admirado, como o ecbo
fiel do seu magnifico tulenlo ; e fique cerlo que
urna das nossas mais gratas aspirajcs he ver-
...o-lo um dia refulgir sobre a scena pernal.i
bucana. Recife, 5 de maio de .851.
. J. ARAGO A JOA-0 CAETANO DOS SANTOS.
a Cherbourg, le 7 dcembre 1850.
Cher Caetano Mon premier soin en met
tanlle pied sur le sol de ma vieille patrie, est
de vousenvoyer une fraternelle pressiou de
main : l voil.
a Je vous dois une joie si grande, si vraie. ..
profunde, que, peudanl la t.aversee, j'ai cher-
ch le moyeii de vous prouver toute ma grali-
tude, el si je n'y russis point, ce n esl pas
moncreur qu'il ludra cu aecuser. Je vie.u
d'crire un drame que je vous ddie ; il est
intitul Le duc d'Almeida ou l'llonneur Ursilien.
Jecra.ns bien que vous ne trouviez le role
d'Almeida au-dessous du magnifique talent qui
vous distingue, mais vous ferc/. de celui-oi
co.nnic de celui d'Andr, vous le grandire a
votre taille, et je vous devrai un douziuie
.ucees.
a Un empereur, uue imperatiice, courloi.
comme la blcnveillance, ont voulu assisler
votie triompbc ; une brillante cour, une foule
choisie el conipacie vous salureul de leur
bravo, enlbouslaste. N'est-ce pa, Joo, que
COMMEilCI
ALFANDEGA.
Rendimentododia 15 8:093,907
Pescarregam hoje 16 donato.
Ilarca sarda -Buula vinho e massas.
Barca Franceza. Cont Roger mercad.
J. Raimond vinho e farinha.
Galera inglnza Coma mercadorias.
Ilute brasileiro Dutidoto gneros do
paiz.
Patacho nacional. Anglica dem.
CONSULADO GERAL.
Rendimiento do dia 1 a 14 17:077,358
dem do dia 15........ 1:289,936
vajoes que inecoininoveram vivamente. Qtian-j a'COinpte dans une vie d'arlisle .
do eu as li, quando vi o pouco respeito que !
Mr. Michelet mostrara, aim senhores, declaio' Pour moi je n'avais pas cru a lanl de sym-
ni. punir, quando vi o decano dos professor. yeux, lant ..e baltcinenls dans le cceur.
de Franca, un. ho'mem que ascienda honra Vous ces un grandarliste, Joao, el Je vous le
que ten. em Franja um nome venerado; dis encor parce que J'ai connu, parce que j ai
quajjdjp vi Mr. JJiot dizer a seu coliega. deivai- iudi le. gloire lirales de wou pay,
regasse!.., o coracao palpita ante que a ca-
beca teuha peusauentos; as syupalhia i.u-
pdem-se como se impOe o respeito, e eu so-
nho em S. Christovo co.n ternura e amor,
No vos quero conlristai hoje com a narra-
tiva das cousas occorrida. a bordo, quando,
depois de leruiinado o espectculo, ali che-
guei escollado pelos ai lisias K tambe.n vos,
poetas, horneo de letras, urgoclanled, com-
patriotas, que me eslendesles urna mo ami-
ga, enchicis ni escale, es.
A inda nao me perdorao essa ovac^ao bri-
ll.aulc: Os marinbeiro erf.o os nico que
saltavao de prazer porque meu i. .nao quaudo
foi ministro da guerra e da mariuha ousou,
oh! i.opio! oh! selvagem publicar e assignar
um decreto prohibiudo o castigo corporal.
Ora, os ofliciaes da Hoyonnaiss, bem como os
dos outros navios que eu acabava de deixar no
Pacifico, nao nos perdoo esse aclo de feo-
cidade de um lio.uei.i abencoado, venerado
por lodos aqueles que lem um coracao ge-
neroso,
Recebei, taelano, os viva, que me foro da-
dos ; a gua.nico da llagonnuise v-los envia
e vos pede, como eu vos peco, lamentis a
tone daquelle que nao coinprehendem que a
palavra lem mais forja que o calabrote.
Ignoro o ifue o co aqui me desiiua, meu
querido Cactauo ; mas se o meu clima lr fri
Ue mais para urna cabeca ecalvada, irei a-
qucnlar-ineao voso sol, banhar-me en. vosso
rio, en.balar-ine s vossas brisas.
Esperai-.ne: sabis que lentiuientos voto
aos vossos querido artista; nada poderu en-
fraquec-los.
A dos Taima; a dos Frederico Lcuiailre
adeos Joao Caelauo dos Saulos.
Dearjo que cita caria, traduzida ou nao, seja
tuque* uo vosio* joruaes. l'eco ao. uieu
18:367,29t
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a 14. 693,669
llem dodta 15......... 31,734
725,403
RFXEREDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do dia 15 :. 586,158
CONSULADO HROVINCIAL.
IJem do da 15 1:669,230
Movimento do porto.
(..n-.( 1 lio le Kevista.
O conselho de revista da guirda niciontl,
continua a funeciooar em seus tribilhos
no di 16 do correle, o que se faz publi-
co paraconhocimento dos interessados
lirmino Jos de Oliveira.
capitSo secretario do conselho.
PAG\D0RIA MILITAR.
De ordem do lllm. Sr. coronel inipector.em
cumprlmento do que em officlo de 10 deste
mez Ibe ordenou o Exm. Sr. comelheiro prn-
dente da provincia, e faz publico que no das
t3 14 e ID do corrente, da. Il hora, ao ineio
dia se hao de arrematar em hasta publica ante
esta pagadoria 36 cavallo da companhia de
cavallaria fixa de primeira linba, podendo os
prelcndentes no dias 13, 14 e 15, irem ver e
examina-los para o que se entenderao com o
Sr. offlclal de eslado.
Pagadoria militar de Pernambuco, U de
maiode 1851. O segundo amauuene,
Eduardo Joaouim Pereira llast .<.
Atrencla ta compuiihia lenive-
gacao los paiuete. iiigleze a
O vapor Teiifol deve aqui chegar
de volta dos porto do Sul, 00-
dia i7 do corrente, e no me.ino
dia seguir o seu destino pata
com ecala por S. Vicente, Te-
nerife7 Madei'ra e Lisboa; o Sr. que no mes-
mo quizerem ir de passagem (para o que oe-
rece osmaisexcellente e asieado coinmodos,
apar do mais atencio.o tratameulo, dliijao-se
c.n antecedencia a casa da respectiva agencia,
na ra do Trapiche n. 42.-
Theatro Ue Santa-Isabel.
GRANDE E VARIADO ESPECTCULO DE
CANTO E DANQA,
Dividido em tres partes.
SABBADO 17 DE MAIO DE 1851.
Primeira parte.
1. Ouvertur pela orchestra.
2. O segundo acto da opera Norma.
3. 0 interessante bailete- A llainha das
Flores.
Segunda Parle.
1. Simphonia pela orchestra.
2. O segundo acto da opera-r/. Purillani.
3. O bailete -- O Satyro.
Terceira parte
1. Ouvettura pela orchestrn.
2. O final da opera Sapho pela Sra.
Candiani.
3 Para terminar o espectculo o gracio-
so bailete intitulado
OS MULEIROS.
Comecaras 8 horas.
Os bilhetes acham-so vend noescripto-
rio do theatro.
Theatro de S.-Francisco.
DIA 18 DE MAIO DE i85i.
I lima representaeo da companhia franceta, a
pedido dos amadores.
Dirigida por M. Berteaux.
(.raiide representacao extraorlj-
narla A beneficio le .uadcinai-
selle Genny.
Primeiro aclo.
Ii,ni(i de corda pela familia Berteaux.
Mademoiselle Seraphina Berteaux, termina-
r este exercicio de elevacao pela danca seu. a
maroma, um passo a dou na corda por madi-
moiselle Seraphina e madainoiselleenny.
Segundo acto.
Grandes variaces, cxercicio9 novo, posi-
ce engracadas, e quadros cadente, por Mon-
rieur Herteaux, madamoiselle Genny, a bene-
ficiada, e o joven Breinond.
Kslcs exercicios nunca foram visto netta ci-
dade e he a primeira vez que ao aqui execu-
c idus pela familia
Terceiro aclo.
I anea a..tpoda, executada por Mr. Berteaux,
terminar pelo vo de Mercurio, ou o defen-
su.es da bandeirabrasileira.
Quarlo acto.
Grande exercicio de deslocacao (colocacio e
deslocajao do oo) executado p >r Mr. er-
teaux, e um eu tilho, menino Bremond, se-
guido do jogos icario pelos mesmos, e outro
seu fitho. Intermedio de physica pelo bene-
ciado com grande, variaces.
Quinto acto.
O trapesio pelo joven Bremoud.
Sexto acto.
Grande pantomimo Intitulado
LA nOtTE OS AVENTURE.
0 quiltros vivo.
Navio sabido no dia 15.
Marcelha brigue francei Le Len capitao
Matl're, carga asiucar.
N. A parte publicada hontem co.n data
de m, e dever entender cmodo dia 14.__
EDITAL.
0 lllm. Sr. inspector da thesourarla da
fazenda provincial, em cumprimcnlo da or-
dein do Exm. Sr presidente da provincia de
tOdo crlente manda fazer pnolico, que nos
dias 3, 4 e 5 de junho prximo vindouro hira
a praca perante o tribunal administrativo da
mesma thesouraria para ser arrematado a
quem por menos fizer a obra dos reparos a fa-
zer-se no Alterro do Afogados ou ra Im-
perial, avallados em 3:520,000 rs. e sob a clau-
sula especiacs abaixo declaradas.
A peuoas que se propozerem a esta arre-
matacao comparecam na sala da sesse do
luesmo tribuual nos dias cima mencionado
pelo meio-dia competentemente .habilitado
na forma do artigo 24 do regiilainento de 7 de
malo de i850.
E para constar se inandou afiliar o presen
te e publicar pelo Diario.
Secretarla da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, t3de maio de 1851.
O secretariu,
<4n Primeiro ouadro.
A morte de Abel.
Segundo quadro.
Um Romano prote-
gendo ua familia.
Terceiro quadro.
Os jogos.
Quarto quadro.
Os lutadores.
Ouinto auailro.
O juizo de Pare.
Sexto quadro.
O roubo da Sabi-
nas.
Stimo quadro.
O i mine.
tlitaeo quadro.
As hachante.
I'ubhcago Iliteraria.
Sahio a luz a aetiina edicao do mui prefe,
rivel e adoptado Compendio de Gramticas
portuguesa do Sr. Salvador Henrique de Al-
buquerque Este compendio pela sua con-
io e clareaa e pe san doutrina que expde
torna-se reco.ninendavel para o uzo das au-
las primaria.
Ofaclo de sua imprefcao por ele vezs no
curto etpaco de dezasetc anuos endo tod. a
edices compoata de grande numero de exeuj-
plares be urna prova inaht que sullicieiile do
eu mrito. .
A tudo isio e ao melhoramenlo iotrouu-
sidos por eu labarioto autor, rene apreseu-
te edicao, urna linpreuao mui llinpa.
Acba-.e avenda na loja do editor Joao o
Coila Dourado pateo do Collegio'n. o. meu
encadernacao a 640 rs. cada exetuplar.
Sahio a luz.
A inlirestanle obra, llraslleiro ,
Clausulas espeeiaes da arrematacao. (.7.i. ,
1." O reparo, a fazer-.e no Alterro dos Afo- formulada segundo o sysle.na do insigne ju
gado, sero fello. do modo indicado no or{a- ritconsulto Mello freir, do qual ae co''',
mi mu aptescaUdo ucsta dala a approvacao tudo que aos be applicavel de couforiuwaac



9
%
como notso governo, addiclonando-9e toda as
1850pelo Dr. 1 .nuronco Trigo de Loureiro, d-
vogado milito conhecido nesla cldade. OMel-
lo Freir de ha multo que entre nos est sem
ulilldade. por isso que a nossa organisacao ju-
diciaria lie mtii diversas da que em Portugal
eiistia no lempo em que esta excellente obra
fol publicada. A obra que orlereccmos an pu-
blico he de urna necessidade incontestavel,
guia clara, segura e infallivel na seiencia do
direito vende-se por 0,000 rs. un vol. d 200
paginas : no pateo do Collegio, casa do Livro
Asui.
Achi-se no prelo a obra de Direito
intitulada o Advogado dos Orik.iot. Ella he
tanto mais interessante, quinto sa torna
necessiria para o uso .latn-lies, que ex-
crcitam a advogacia, o se loo) dedicado ao
estudo de direito: conten todos os pre-
ceitos da orphanologia. assim romo a pr-
tica em vigor no juizo d'orphios, um ad-
ditamento de leis brasilei as, que IhesSo
concernentes. Subscreve-se por 2,500 ris,
na praca da independencia luja ns. 6 e 8,
e no Pateo do Collegio cssa do livro azul.
Depois de impressa veuder-se-ha cida ex-
emplar por 3,000.
Avisos maritimos.
Para o Itio de Janeiro segu viagern
com brevidade o patacho nacional Curioio,
capilo Jos da Cunta Jnior, por ter parte
da carga engajada : quem no mesmo quizer
carregar ou ir de passagem, pode enlen-
der-se com o capitSo na Praga, ou com o
consignatario Luiz Jos de Sa Araujo, na
ra da Cruz n. 33.
Para o Rio Grande do sul pretende seguir
com brevidade o patacho Aovo Temerario, para
o que trin proinpto parte do seu carregameu-
to. Quem no mesmo quier carregar embar-
car escraros oulr de passagem poder enten-
derle com Ainntini Irniaos na ra da Cadeia
ii. 39. ou a bordu. e mesmo na praca com o
.capiloJos Antonio Candido de Souza.
--A velleira escuna nacional Galante de
Marta, deveri seguir para o Kio de Janei-
ro dentro cm piucos das, ainJa ple re-
.eeber alguma carga minda, passageiros e
escravos a frete, trata-secoin Silva & Grilo,
na ra do Vigario n. 4, ou com o espita.
Para a Uahia.
Segu com brevidade por ter parte da car-
ga proinpta o patacho nacional Con/Sunca : quem
lio mesmo quier carregar, enteuda-se com o
capitao na praca, ou com os consignatarios
Noval s & Companhia, na ra do Trapiche nu-
mero 34.
O hiato Corolina, outr'ora Socfedade
nSo lliu sendo possivel s.-111 r para a Italiia
Dp da 15, como havia annunciado, salie
imprelerivelmente no dia 20 do crrente;
para o resto do fe ote trala-se na ra da
Cruz n. 27, ou com o mestre abordo.
Cear e Maranhao.
Segu at o fm da presente semana o bri-
gue escuna Laura, pode ainda receber algu-
mas miudezas, e tem excellentes commodos
para passageiros : quem quizer carregar ou ir
de passagem, emenda se coinocapilo na pra-
ca, ou com os consignatarios Novaes & Compa-
nhia, na ra do Trapiche n. 34.
Leilso.
Ilenry Gibson, far leilSo por interven-
go do corrector Olivuira, de peifeilo sor-
t tufiii<> do fazen.las inglezes, as mais
jT.i|.ria-; do mercado ; segunda feira 19 do
correte, as 10 horas da inanliSa, no seu
armazem, rus da Cadeii. __
=
Avisos diversos.
Lotera da matriz da Boa Vista.
andamento das rodas he no
dia j annunciado i de junho vin-
douro s 8 horas da niauhaa no
consistorio da niestna mal u, e o
restante dos hilhetes est a venda
nos lugaies.docostum*.
Precisase de um caixeiro, que de
cotihecimento de sua conducta, para to-
mar conta de uma venda por balanza em
J'ra de Portas n. 92.
- -- Desappareceu um quartu da ruada
Praia, rudado, grande.com a ponta do nariz
branco, he novo, capado cun cangalha :
quem delle der noticia na ra das Cru-
zesn. 40, ou no engeiiho Monlivido em
Ipojuca a Joaquim Pedro l'alriot, sert re-
compensado.
i
*
m
m

1
Artista.
Jos Anacido, dentista, c sangrador
bem conhecido estabeleceu loja do
barbeiro no largo dos Quatro Cantos
junto a igreja do Rosario casa terrea
n 7baiiro ueS.AM.* onde o respeila-
vel publico o achara prompto a qual-
quer hora do dia para cxcrccrcomdc-
licadesa as funeges de sua arte.
Sendo que de seu prestimo se quei-
ra utilisar.'Elle tira bem denles, cal-
i& bem os Turados, separa perfec-
tamente os denles da frente. Sangra
e applica muito bem ventosas sarja-
das e seccas, tanto na sua loja como
fora dola mandando-se-lho indi-
cado certa do lugar com o numero
da casa e o dono da pessoa.
"*
"^T."QueI liver para vender uma negra
que cosinbe eeugomme, nao leudo vicios
enem achaques: dirija-se a praca da Boa
Vista n. 10 que se dir quem compra.
ao.ooo rs. de gratiicaco.
O abaixo assignado da 20,0o0 rs. de gra-
tificaeflo, a quem descdbrir o ladro, ou
ladroes que urtaram tres soleiras de pe-
dra do terreno defronle de S. Francisco, as
quaes ja estavam asseutadas em seus res-
pectivos alicerces. ,
!.,< Joaquim da Silva Mata.
3* bui vetes.
Na casa do bom gosto em sorveles. Can-
to do Largo do Terco, a ra das Agoas Ver-
des, tem excellentes commodos para fa-
milias, e todos os dis tem sorveles das 5
da larde al as 9 da noile ; nos domuigos
o dias sanios de guarda, lem excellente
leite creme das 11 do dia s 2 da tarde, e
continua cun os outros sorveles como
cima tica dllo, o dono deste esiabellect-
mento espera na buudade dos seus patri-
cios pernambucanos, e de lodos quauto ha-
bitam nesla bella provincia, hajam de con-
correreui o dito esUbellecimento, noqu1
serfio servidos com urooiplidSo.
Iloiio Jos Coneia de Aiuieida, embar-
ca para o Kio de Janeiro uma sua escrava
parda da uome Luzia
Precisa-se alugar urna piola com ha-
bilidades para uma casa estrangeira de
pouca familia : na ra da Aurora n. 8, se-
gundo andar.
Uma pssoa que pode dispensar al-
gumas horas no da, se prepOe a fazer al-
guma escripturacuo mercantil, mesmo em
partidas dohradis, quem precisar queira
deixar carta fosada na loja dr-sta typogra-
phia com as inicias F. M. para ser procu-
rado.
O abaixo assignado tendo de seguir
pira a corlo, e nSo podendo se despedir dos
seus amigos por brevidade de sua viagern, o
faz pormeio do jornal,que o desculpem; por
tSo grande falta, e offerece o seu dimi-
nuto prestimo na corte, ou onde esliver.
Jos da Trindade Grvala.
Uma mullid- capaz e sufflciente, of-
ferece-se para ama de uma casa capaz, pa-
ra lavar e engommar, ou outro qualquer
servico, menos de cozinhar, por nSo en-
v-;.--. i de uiaaos, assim cig ifiniom
nao serve a hornera solteiro, quem preci-
sar dirija-se i ra de S. Amaro, as lojas
do sobrado de varanda de ferro o. 14.
Precisa-se de um caixeiro que tenha
pratica de venda : na ra Direita n. 53 a-
char com qnem tratar.
Arrenda-se o armazem da ra da Cruz
n. 6, com o deposito para guardar 4 mil
arrobas de assucar : quemo pretender di-
rija-se i ra da Cruz terceiro an Jai da mes-
ma casa do armazem.
Aluga se um moleque de vinte au-
nas cozinheiro pirito para qualquer ca-
sa que o precise na ra do Itangel n. 44.
Aluga-se a casa terrea da praca da Boa
Vista n. 9 com bons commodos, quintal e
c.cimba : a tratar na mesma praca, n. 6
botica.
Quer-se comprar para uns orphSos,
uma casa teriea, que estoja em bom esta-
do, mas que o seu custo nao exceda a um
cont e duzenros mil, a quem ronvier ven-
der procure na povoac,3o do Monteiro a
Jos di ello do lego Barros, ou na praca
da Boa Vista casa n. 32, segundo andar.
Pede-se ao lllm. Sr. administrador da
repartido do correio, que lance suas vis-
tas para os distribuidores de cartas ( com
excepcSo doSr. Manoel Joaquim) poises-
tes senhores nSosdeixam de entregaras
cartas da agencia como he de sua obriga-
q3o, como tambem para nSo daralgumas
passadas deixflo em casa de oulras pessoas
pelo simples faci de ser amigo, assim co-
mo maltratao tambem as partes que nada
mais fazem do que piocurareiu os seus
inleresses.
Arrenda-so um dos melhores enge-
nhso de fazer assuc&r na freguezia de I-
pojuca, para tratar e saber, no escriptorio
da viuvaGaudino & Filho, ra da ra Cruz
n. 66, ou em Ipojuca no engenho Caxueira
com Tlicotonio da Silva Vieira.
Casa de commissao de escravos
Reccbem-se escravos para screm vendi-
dos, tanlo para fra,* como para dentro
da provincia ; com presteza e seguranca
aos mesmos]: na ra da Cruz do Itecife n. 6
= Madama Berleaux, Leandco Kerteaux,
Heniy Morin, Mara Uerleaux, Ccnny Berteaui,
Seralm Uerleaux, Jonua Motn, Richard Fran-
cuis, Pedro bremond, Charlo Urejour.llenri-
quela Morin e AObnso Muiin, subditos france-
zea, e perlencenies a companhia i'ranceza reli-
ram-se dcsla provincia, ,
O Sr. Frcderico C. Elesler queira vir pa-
gar 78,000 rs. que se acha devendo na ra do
i.iiii'iin.i.lo n. 16.
#*# ? ##**:* (?#<
* ( on-iill()i-it>lioniii'.|iullii.iM ni*
& Pernumbiico ?
ji Boa Ko n. 58 +
i DIRIGIDO PELO
v: Dr. J. S. SANTOS JUMOR.
ty Consullas e remedios de graea aos po-
> bret todos o dias uteis desde i 8 horas <>
t da man/nla a urna da larde, e dessa lio- <*
i ra em (liante, arto visitados os doenici 9
j9! em seus domicilios.
Ao respellavel publico.
O abaixo assignado lem a honra de partici-
par a todos os habitantes dcsla cidade, prin-
cipalmente aos seus amigos, que lem de novo
aberlo a sua loja de relojoeiro no largo da
matriz de S. Antonio n. 18, onde proinrtle
consertar todo e qualquer relogio, por muilo
dilficil que seja o seu estado, pois Taz com
loda a perfeifao qualquer prca que for preci-
so aos relogios, pois para isso esta habilitado
e afianna por seis mezes os relogios que O
freguezes entregaren) sua responsabilidadc,
e espera que desia forma nao seja mais pre-
ciso os bons relogios irem-se conserlar a In-
glaterra, soffrendo os seus donos a demora
e a incerteza do que, aspiram ; para este hm
leuho eacolhido, para gerente de todos os
ni.'iis negocios tendentes a minha dita loja,
ao Sr. Joo Joaquim Rabello, e que lica in-
cumbido da recepcao dos relogiss que me
forein confiados, e por quem me responsabi-
liso. Antonio ot da Silva Uuimaraei.
Precisi-se aluiar um sitio quo seja
perto da praca e que o seu aluguM nao
exceda de cento cincoenla a duzmlos mil
rs. : quem o tiver dlrija-sea ra da Cadea
Vaina n. 16 ou annuncie para ser procura-
do. ,
__Aluga-se por mdico preco o primelro
andar do sobrado n. 22 atrs do Uiealro de
S. Francisco, a Iralar com Antonio de Moraes
Gomes Ferreira na ra de Apollo n. 20.
--1'racisa-sn de um caixeiro para pada-
ria que abone sua conducta e capacidade
para o que se dar bom ordenado I t.a prs-
<; da Santa Cruz, padaria por baixo do so-
brado n. 106.
Alvicaras.
Da Capunga, sitio que fol de D. Florinda,
estrada do Mondego, ra do Cotovello, paleo
da Santa Crui, ra do Aragao, Atierro, ra
das Flores al o pateo do Calino perdeo-se
uma carieira tendo dentro varios papis; no-
la-se duas letras, urna sacada em SI. Anlao
por Antonio Simplicio Pereira da Si va contra
Antonio llarbosa Maciel, de quanlia de res
itWDOO, oulra de 150/000 sacada por Joao
Jos de Gouveia, e acetla por Joao correa de
S; e outros papis, bem como un bi lete
da declina do armazem n. 3 no caes da alfan-
deca &c. ; entre o dinhelro ten; sedulas de
50 de 10 de 5, de 2 e de mil res, exislindo
duas sedulas de 2/000 falsas: recompens.vse
com generosidade a queni a entregar jo abai-
xo aisiguado, na ra do Queimado n. 27, pri-
melro andar. -Joao Jote de Gouveta.
Passaportes.
Tiram-se passsportes par dentro e fora
do imperio, espacham-se escravos, cor-
rem-se folhas, e tiram-se mulos de re-
sidencia : para esle llm, procure-so na ra
da Cadeia do Recite a. 55, loja defazeud.s
do Sr. Luiz deliveira Lima, e em S. An-
tonio, na ra do Queimado n. 25, loja de
miudezas do Sr. Joaquim Monleiro
Cruz.
CM Mil. rt-KIS.
Gullherme Atignslo Rodrigues Settc da
100,000 rs. de gralilicac'1, quem Ihetroucer,
um seu escravo, prelo denome Miguel, criou-
lo, baixo e muito gordo que alt1 cusa a andar;
ter hoje3 annos, he bom cosinlieiro, e gosla
muito de folias e patuscadas. Fugiu a 6 an
nosemdezembro de 1844) c consta ter es-
tado com Vicente de Paula, e tambem em
Porto do Calvo pelo enneoho samba ( de donde
fol escravo) ou suas immediac.iee por onde
tem uma amasia. Quem o pegar remclten-
do-o ao atierro da Boa-Villa sobrado n. 10
receber logo aquantia a cima; a cunase gra-
tificar tambem aquemdr noticias certas do
mesmo escravo, lleclfe J2 de malo de 1851.
Tendo-se justo e contratado a compra
da venda n. H3sila n ra do Pillar, perteu-
cente ao Sr. Antonio Jacinto de Mcdeiros Du-
trapor isso se faz o prsenle annuncio, flean-
do o comprador desonerado de qualquer lian-
sacao que passa haver, ledente a mesma.
Roga-se a qualquer que se ache cre-
dor a firma abaixo assignada qeirao apresen-
(sr suas con*"* nara serem conferidas e pa-
gar at 17 do corente: na ra do Pilar n. 88.
Antonio Jacintho de Uedeiros Dulra.
Appareceu ltimamente no sitio dos
Aflictos, que foi do Tavares, uma vacca
com um cria : quem fr seu dono, dan do
os signaes, procure para ser entregue.
Precisa-se de uma pessoa capaz, e que
d fiador a sua conducta para amu de casa
de homem solteiro : na loja da ra do Quei-
mado n. 14, se dir quem precis.
O Sr. Francisco Jos de S. Anna, mo-
rador uo Geq-iia, queira vir ra do Quei-
mado loja n. 18, a negocio que nao igno-
ra, isto do. praso de tres dias
A pessoa que annuuciou por este Dia-
rio precisar do oito ceios mil rs. a premio
com boas firmas, sendo ainda queira di-
rigir-se a Olmda, padaria do Varadouro,
que ah se dir quem d.
___Boga-se o Sr. Dr. Honorio Fiel de
Sigmaringa de Vascurado, que se cha ho-
ie advogando eor Goianiia, que mande pa-
gar a sua lettra que so acha vencida a an-
no e meio, 0 qual nflo igura aonde :
em quinto o nSo fizer ha de ser lembrado,
Na ra da l.ingoela do Recife sobra-
do de um andar, defronle da venda do
Sr. Ruarte, precisa-se de uma preta, e um
preto, para o servico do casa, e paga-se
bem, se entendern alguna cousa de co-
zinha.
Domingos Felippe Ferreira Campos
subdito portuguez, relira-se para fora do
i npeno.
Joo Ferreira, sub lito portuguez, re-
tira-se para fra do Imperio.
Aluga-se utua ama deleite, forra ou
captiva, para pouca familia : attaz de S. Jo-
s, em casa de Jos Ignacio de Mora
l'assos.
Companhia do Beben!',
O piesidentt da administracuo da com-
panhia de Bebciihe convoca os Sr. ao
cionistis parB se reunirem em assemblea
geralnodia g0 do crrente pelas 10 horas
da maulla no escriptorio da mesma compa-
nhia, liiii de se eleger nova admjnis-
tracao, e dar cumprimenlo ao dispoato no
artigo 17 dos estatuios. Escriptorio da
companhia 2 de maio de 1S5I.
i> No dia 8 para 9 do passado as s }
jx horas da noile, desapparecea opielo q
T Paulo, donado Beuguela, de 30 an- >
jL nos pouco mais ou menos, estatura r..
** regular, rosto um tanto largo, beicos -
-* grossos, bocea grande, nariz chato, *
& cabellos grandes, com tulla na co-
O roa da cabera proveniente do caire- w
> gar peso, falla um tanto lina e des- g
> cangada, eem certas perguutas usa
:> da resposta senhor sim, ou senlior fj
rt Dfio, no andar glngl um tanto com Q
^ aspernasirocando-as paraumeou- q
? troldo, bebegarapaeagoardente; q
2T levou calca de casimira azullerrcie ^
com lislrasao coinpiidoe atravessa- ^
O das formando quadros, camisa de ma- g
& dapoloe chapeo de pello prelo no- "
O vo Esto escravo foi de Antonio Joa- Q
0 quim, morador em Fra de Portas, e 0
O com leuda de sapateiro na ruada Ca- q
A cimba, tendo o escravo principios q
t* do mesmo ollicio : roga-se a quem o ~
? pegar de olevar a seu senlior, abaixo
assignado, que pagar todas as des- .
9 pe/as generosamente, na ruada Cruz
Q do ilecife D. 63, on atrs do Iheatro ?
& velho, armazem que se vende taboas ^
y de pinlio, no qual servico sempre es- v>
Q lava o mesmo escravo uceupado.
rA Joaquim Lopes de Almeid. <3
(om,noi,Ui,le pata anatuoaos
tucracoH.
O Dr Pedro de Alhayde Lobo Moscoso
recebe escravos, para trai.r, em urna casa
naSoledade, qnelem para wMHto
Os precosaflo os segu.ntes : 2.000 rs. la.
rio [por os que padecerem de molestias in-
Laroai e 1,500 rs. por os de molestias vul-
garmenu chamadas exlernas. Os .lenles
lrflo fornecidos de lodos os objeclos ne
ce sanos para seu curativo, oannunciante
w ob ge a curar quaesquer ulceras por
mal. inveteradas que sejam, ntp havendo
grande perda de subs^anciaaubje1lai.do-se
ao oous de s receber a lerca parte do esti-
pendio no caso de quo nao se consiga o cu-
rativo. Tambem subjeila-se a conJ.cSo de
nada receber se os escravos monerem, e no
caso de escapaiem pagar-se- he o que se
convencionar antes, ftflu recebe por p eco
algu.ftdoeiite.qoe nao olterec i probab I,-
da Je decurar-se. Compie tambem escra-
vos doentes e curaveis, sendo por preco
commodo. Logo que o numero dos, doen-
les seja sufliciente pafl cobnr as Jespezas,
se rara uma dinunuicao nos presos danos.
iTVj^hodia t3docorreute em di- g
ante llavera o helio sorvelo.feito a
muda do Farol, na corte, na nova
casa fla n-a do Ruz.no larga, juuto
a ultima bolic, ^elo preco de 200
rs. ; tu-bem tem commodos para lu-
das e quaesquer familias, com entra-
da separada, que queiram honrar a ,
lt dita casa. O dono deste estabelect- S ment promelte ao respellavel pu-
blicoapresenlarempre bons sorve- ^
2 les felos de ditlereuies frutas, e os
bo as obras de ouro abiixo declaradas : a
pessoa que descobrir o roubo, ou der noti-
cias certas, ge promette a gratificacao de
200,000 rs a saber : 7 voltss de armac.lo
para senhor, 12 pares de brincos gran les
de armaclto, 8 ditos de ditos pequonos de
lita, 20 ditos de ditos Je differentes gos-
t..a, 16 s Heles de armacSo, 6 pores de
brincos pequeos francazes, uma porgo
Je argolas corttdas, uma dita de ditas li-
sia, 1 habito de Christo, 1 dito da ordem de
Aviz.1 correnle de relogio, 14 transelins,
uma piuvfo de palmos do cOrdao, 30 aoneis
do differentes gostos, tres pulseiras ,
uma porc3o de rozetas, uma dita do solita-
rias, uma cora grande, urna handeira, urna
poreSo de solitaria para dedos, urna dita
de ligas de ouro e uma dita de ditas de uni-
corne.
mato
BOVVMAN & MC. CALLUM, engenhei-
ros machinislas e fundidores de ferro mus
respeitosamente annunciam aos Senhores
proprielarios deengenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peilnvel publico, quo o seu estabelecimenlo
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em effectivo exercicio, e se acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
rneira quali.lade para a perfeita confectao
das maiores pecas de machinismo.
Habilitados para emprehonder quaesquer
obras da sua arte, Bowman & Me. t'.allum
desejam mais particularmente chamar a
altencSo publica para a sseguintes, por
terem dellas grande sortimenlo j prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fajiricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em prego como en qua-
lidade da materias primas e m3o d'obra,
a saber :
Machinas de vapor da melhorconstruccao.
Moendas de canna para engenhos de to-
los ostamanhos, movidas a vapor por agoa
ou animaos.
Bodas d'agoa, moinhos de vento eserra-
as.
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilhes, bronzes e chumaceiras.
Cavilhcs e parafusos de todos os taa-
nnos.
Taixss.pares.crivose boceas de tomaina.
Moinhos de mandioca, movidos a m3o ou
por animaos, c prensas para a dita.
Chapas de fog.lo e tornos de farinha.
Canos de ferro, torueias de forro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a m3o, por animaes on vento.
Cuindastes, guinchos e macacos.
Prensas hy.lraulicas e do parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades o portes.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros de m3o e arados de ferros,
ele etc.
Alm da superioridade das suas obras, ja
geralmente reconhecida, Bowman & Me.
Callum garanten) a mais exactaonformi-
dade com os moldes e dezenhos remeltidos
pelos senhores que so dignarcm de fazero
Ihesencommeiidas, aproveitandoa occasiile
para agradecerem aos seus numerosos an.i-
gos e freguezes a preferencia com que teeni
sido por elles honrados, e asseguram-lhts
que nflo poupar3o |esforros e diligencia
para continuarem a merecer asuaconli-
an^a.
ManoetJosi- de Moraes Guerra, subdito
portuguez, vai a Portugal. _____,.
Compras.________
da
aeivios da casa cum loda a apUdao.
Compram-se
escravos de ambos os sexos de 10 a 30 an-
nos, bonitas figuras : na ra Larga do Ro-
sario n. 48. primei/o andar
Coirpra-se um guarda louc,a de ama-
rollo, en bom uso, e uma veneziana, no
ll.illel Commercio: ruada ca !eia. ou an-
nuncio.
Compra se : um silio prrlo da prac nos
segiiinles districlos Soledadc, l'anguinho e
Alllirtos, com boa casa df laipa, boa baixa da
capim e o terreno consislenle de barro, com
jambreiros, manguciras, j.i.|iieir.is e varias ou-
lras fruleirat, pelo pre9ti de 1:300,000 rs. pou-
co mais ou menos, dinheiro vista : quem
quizer vender far o favor de por este jornal
annunciar.
Conipram.se eflectivanirnle garrafas e
botijas vasiasa 7,000 rs. o ccnlo : na praia
de Santa Rila, reSlilacBo de Franca o; Ir-
ma, e no deposilo da mesma, na Iravessa
da Madre de Dos n. 5
CdmprR-se urna cmoda ou secreta*
rii que enteja em bom estado : quem tiver
annuncie.
Compra-se em segunda inao a Kxposi(.ao
da Doulrina Chrif^a pelo hispo D. Thomaz de
Noronha : na ra Mr Assumpfo n. 38, segundo
andar.
-- Compram-se e vene com-
estravos, e recebem-se ddetn-se
missao, tanlo para dentro como
para lora da provincia com segu-
i-utci na Ma venda, romo as In-
gas ios escravos, que para isto
tem uma ptima casa : na ra das
Larciigeiras n. il\ segundo andar,
a qualquer hora do dia.
Vendas.
lVoubo.
As 7 horas da nuile do dia 27 do passado
(abril) foi roubada a loja de ounves da
praca da Independencia o. 25, de Manoel An-
tonio dos Passos Oliveira, cousisiiudo o rou-
No ariiiazem de Francisco Dias Ferreir
no caes d alfandega, vendem-se batatas inglc-
zaa mullo superiores a 1,000 rs. a arroba.
Vende-se por 32,000 rs. um casal de pa-
vdes muito mansos : na ra do Livramento
venda n. .
__Vende-se muito cm conta a parte da casa
de tres andares na ra do -Collegio, que rende
loda ella 1:800,000 rs. por anuo, chaos pro-
prios : a fallar com o correlor Miguel Car-
neiro.
Vende-se urna taberna com poucos fun-
dos, sendo armacio nova e muito barata, a qual
se acha feichada, na ra Dlraita n. 3 : quem
a pretender, entenda-sc rom Joo Marlins de
Ramos que llie promette fazer todo o ne-
gocio.
Vende-sc por precisio pela quanlia de rs.
500,000 um pequeo sillo na estrada de Joa
de Burros, con le., do 335 palmode frente 800
de fundo, casa nova de ttipa muito aueladae
bem construida, com 30 palmos de frente,,4
quartos, cozinha fora, cacimba de pedra e cal
oin muito boa agoa de beber, 80P* '-
rangeiras e outras multas arvores de dlversai
uualidades, lodo cercado de limao, algum ter-
reno para plantaco. Adverte-se que lie ta-
reiroc paga i20 rs. por palmo, o qual o
rende anuualmenle por arreodamento i/u.uuo
rs.: quem o pretender, dlrija-se a mesma ei-
trada a Patricio Antonio de Torrea Bandeira,
que indicar o sitio c dir quem vende.
Madama Rosa liardy, modista
brasileira, ra Nova n. 34-
Annuncia ao publico, que acaba de receber
de Franca um lindo sortimenlo de capotinhos
pretos c de cores delicados muito enfeitado,
gros de naples e chamalotes, ditos de fil de
linho preto para senhora, gros de naples de se-
da furia cores para vestidos e capotinhos, dito*
de cor de rosa e gorgurao de rosa para vesti-
dos e proprios para chpeos, gros de naples e
chamuioles preto para capotinhos, boletas pre-
tas para capotinhos. franjas e trancas pretas e
de cores para capotinhos, irmcas de seda
branca, azul, cor de rosa, roxa azul para en-
feitar vestidos, luvas de seda e pellica para se-
nhora e meninos, meias de seda para chancas
de 1 a 4 anuos, capellas de flores para bailef e
casamentas, ricos chapeos de seda fraozida
para senhora. ditos de palha para senhoras e
meninas, chapozinhos de seda para cnanca3(
de 1 a 4 anuos, lindas tocas pra senhoras viu-
das d- Franca, romeiras, cainisinhas com gol-
la c sem golla, com o peito bordado e guar-
necido de renda e bico de linho, peitilhos de
cambraia bordado com bico de linho, mangui-
los de fil de linho, cambrai.is de linho borda-
das, enfeites de llores decabeca para bailes e
llicatrns, cjpanilhoi para senhora, o quena
de melhor, arinacao c capas para fazer cha-
peos, filas, penachos, flores, perfumarlas,que
se vende pelo custo, querendo acabar pelo 1.a
de julho, lindas loucas para baplisar meninos
viudas de Franca e feitas aqui. Na mesma loja
se faz vestidinhos de menina e de casamento,
capoladlos de cucommenda por preco com-
modo. ...
-- Na ra do Collegio n. 25, venda da quina
defronle do correio, vendem-se os verdadeiros
charutos S. Flix, por menos preco do que em
outn qualquer parle, e aisegura-se a sua boa
qualidade, assim como umitas outras quali-
.lades.
- Vcndem-se fundas de camurca e borra-
cha, muito boa qualidade para homem, meni-
nos e senhoras a i ,00U rs. cada urna : na ra
da Cadeia do Recife, loja de selleiro n. 3.
No arniazcm da ra da Moeda n. 7, con-
.nua-se a vender saccas com superior colla
das fabricas do Rio Grande do sul, e o preco
em conta. *,_j
-- Venden) se 07 apoliccsda companhia de
Heberibe : quem as pretender, ou parte dellas,
dirija-se a ra da Cadeia do Recite, asa de
cambio n. 34.
Attencao.
Na loja nova da estrella na rus do Queimado
n. 7, com frente ao becco dn Peiie-Frito, ven-
lem-se por preco baratsimos pecas de chita*
linas a (i.OnO, 0,500 e 7,000 rs.* chitas Urna
franeczas muilo linas a 280 rs. o covado, cor-
tes de cambralaa de salpico miiidos do ultimo
gosto de8 varas a meiaa6,500 rs., corles de
eassa admascadas de ramagens para cortina-
dos de vara de larguri.com 2o varas a i4,0OI>
rs., chitas linas em cavados a 160, 180 e 300 rs.,
dita para coherta lina a 240 rs. o novado, cana
lisa Tina a 480 rs. a vara, panninho de vara de
largura a 4S0 rs. a vara, pecas de madapolao
tino a 3,50 I, 3,800, 4,000, 4.400 rs. e muito lina
a 5,000 rs., alpacas de linho miudas propri-
para palitos, jaquelas e calcas a 400 rs. o co-
vado, corles de gambrees para cuija 1,800 e
2,000 rs,, ditos de mcia casimira de la a 3,000
n., c outras inuilas fazendas por prefos ex-
traordinariamente baratas, para se acredita*
dita obra.
Loja di estrella, ra do Queima-
do n. 7.
Vendem-se sarjas pretas hespanholas pelo
barata preco de 2,0'" e 2,20o rs. o covado, cha-
peos de sol francezes de seda do ultimo gosto
muitii linos a 6,500 e 7^'0" rs., a elles ante*
que se acabein.
Loja da estrella, rni do Queima-
do n. 7.
Vcndem-se superiores cortes de casimiras
pretas, setim com 3 covados e meio pelo bara-
to preco de 9,500 rs. e pannos finos de todas
as cores tambem baratissimo*.
Ricas franjase trancas para mi'n-
teletes.
Vendem-se tranca! e franjas para mantele-
tes do incllmr gosto possivel: na ra do Quar-
teis n. 2 1. loja de Jos Dias Sondes.
Collierei de metal principe.
Vendem-se colheres para cha e para soupa
de metal principe, por preco mais mdico do
que em oulra qualquer parle : na ra dos
Quartela n. 24, loja de Jos Dias Simoes.
Facas e garfos.
Vcndem-se facas e garfusde muilo boa qua-
lidade 3,00" a 3,400 rs. a duzia : na ra dos
QuarteM n. 24. loja de Jos DiasSime.
Caixas pira charutos.
Vendem-se caixinhas ou charuteiras de ja-
caranda muito delicadas proprias pal-aguardar
charutos por preco mdico : na ra dos Quar-
tes n. 24, loja de Jos Dias Simes.
Veudc-se urna inorada decasa terrea per-
quena por preco commodo, na Iravessa da_rua
da Roda para a da ra Uella n. 8 : a tratar na
ra da Hraia n. 20.
Vende-se farrhha da trra multo boa ao
.1 I-Iunre a 4,800 rs. : no armazem n. 4, do tra-
piche do Ramos.
__ Vendem-se batatas muito boas a 1,000 rs.
a arroba : no armazem de Dias Ferreira, de-
fronte da alfandega.
Vende-se um moleque de 15 annos cri-
olita, bonito, proprio para o campo por eslar
acoslumado, ou para outro qualquer servico ;
na ra larga do Motarlo n. 35, loja.
Vende-se nina negrlnba de bonita figura,
com idade de 14 a 15 annos pouco mais ou me-
nos : na rua da l.adela do Recife, loja de miu-
detas n. 7. Na mesma loja vendem-se oculos
de ver ao tange por pre90 commodo.
Tinta preta.
Tinta preta mullo preta cuja qualidade se
garante em frascos grandes que tem garrafi e
ineia a 480 rs. cada um : no pateo do Celligio,
casa do Livro Azul.
__Vendc-se uma prela de nacSo de boa fi-
gura, que engomma alguma cousa. cozinha,
lava de sabao, boa quilandelra por ter andado
com taboleiro de miudezas, da-se em conta :
na rua do Rangel n. 38, segundo andar.
Casa de commissao de escravos.
Vendem-se ccravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece muitas garantas
a seus donos na run da Cadeia do
Reciten. 51, primeiro andar.
ILEGIVEL
m u


Cortes de chita do ultimo gosto
3,000 e a 2,500. e algoilflozinho a 1,600
e a 9,000 rs. a peca.
Na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a Cadeia, acaba de chegar um
bello sortimenlo do cortes de chita de bom
Rosto, com 12 covados, a 2,000 e a 2,500;
assim como pegas de algodSo com toque de
avaria, a 1,600 o a 2,000; lencos de seda
muito bonitos, a 1,4*0,1,600, 2,000 e 2,2*0;
alpaca de cores para palitos, a 800 rs. o co-
vario; dita de algodSo, a 280 rs. ; e outras
umitas fazendas por presos commndrs.
-- Vnde-se carne de vacca salgla en)
barris : na ra do Trapiche n. 8.
Para o invern.
A 2,2*0 rs. um corte.
Na loja n. 5, de CuiroarSes & llenriques,
vendem-sc cortes de casimira de algodilo,
muilo encorpados, padrOes escuros, com 3
3|* corados, pelo barato prego de 2,2*0 rs.
cada um corte ; assim como outras muitas
fazendas baratas.
A 56o rs. cada um.
Na loja de C.uimarSes & llenriques, na
ra do Crespo n. 5, vendem-so lencos de
seda, muito finos, para meninos, pelo bara-
to prego de 560 rs.; charcos de sol de pan-
ninho, armsgSo de balcia, a 2,000 rs. ; o
anligo algodSo transado monstro, a 800 rs.
a vara.
Cor!es de casemira elstica
pela diminuto prego de 6,000 rs. cada un,
acham-se venda na ra do Crespo n. 5,
loja que volta para a ra do Collegio, lti-
mamente chegadas.
*? iff i ffff f f f f f wvv
Arados americanos. *
Vendem-se arados americanos ver- ?
^ dadeiros, ebegados dos Estados- *-
.>. Unidos : na na do Trapiche n. 8. ^
AAAAAAAA wiAAAA
Na nova fabrica de chocolate de sade
homaopathico, approvado e applicado pe-
los Srs. Drs. da homecopalhia, na ra das
Triocbeiras n. 8, existe o excellente choco-
late fino amargo hespanhol para regalo, di-
to entrefino temperado lamben rara rega-
lo e dito para o diario, sendo ludo feto
com o maior asseio possivel; assim como
caf moido do melhor que ha no mercailo,
toda a qualidade de assucar retinado e gros-
so e excellente cha, tudo por prego muilo
commoiio. a mesuia casa preciss-se de
um pequeo do 12 anuos, porluguez, pre-
ferindo-se dos recentemente chegados de
Portugal.
-- Vende-se superior cognac velho, em
barril de 12 a 2* caadas : na ra da Cruz
n. 55, casa de J. Keller & Companhia.
Vende-se gesso em barricas, vindo no
ultimo navio cliegadq deFranga, lendo ca-
da barrica 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na ra da Cruz u. 55, casa de J. Kel-
ler & Companhia.
Queijos e prezuntos.
No armaiein de Manoel Francisco Martina 8i
Irino, veudem-sc i|urjos londiinos, prezun-
tos iuglezes e do Porto, latas com bolaxinha
ingleza, ditas de araruta, ditas com sardiulias
eervilhas, cames, conservas inglezas, e mais
diversas gneros, tudo ein conta: na ra da
Cruz n. 62.
Deposito de cal e potassa.
Noarmazem da rua da Cadeia do Beclfe n.
12, ha inulto auperior cal de Lisboa em pedra,
asalm como potassa chegada ltimamente a
preco muito rasoaveis.
Vellas de carnauba.
Vendem-e vellas de carnauba, pelo bara-
tissimo preco de 1,500 rs. o cento : na r,ua
da Cadeia do Kccic loja n. 50 de Cunha &
Amorim.
$ Lima. fg
U Participa a scus fregueies ea quem Bj
t-, mais convier, que mudou o acu estabe- fij
leclmento de uniformes militares do so- *t

brodo da ra doQueimado para o pateo m
9 da matriz n. 2, aonde coutiDua a ven
(Ii r ii mais superior galo de ouro e pra
I
c
9
Cr
v
=-=
a
4* O fi
b "3 a J
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i-J-Sq-sgeer
r^
3 O
:SE :
CL 'il A
^ _^ =
?i -
s
= S-?gg-2
1 =
Sement de o tulice de to-
das as qualidades, feijo carrapalo muito no-
vo, vindn de Lisboa no brigue Conceicao de Ma-
rio : na ra da Cruz atrs da Morcilla do Cor-
po Santo n. 02.
I)e superior qualidade.
Cimento novo, chegado ltimamente de
llamburgo : venle-se noarmu2cm de Vi-
cente Ferreira da Cosa.
-- Vende-s<) um grande sitio no lugar do
Aliiiiguinlio, que tica defroute dos sitios dos
Srs. Carneiros, com grande casa de viven-
da, de quutio aguas, grande scnzalla, co-
cheira, estribara, baixa de capim que sus-
tenta 3 a cavallos, grande cacimba, com
bomba e tanque coberlo para banho bas-
tantes arvoredos de l'ructo: na ra da Con-
cordia, primeiro sobrado rovo de mu andar.
Vende se
Erva mate,
Liaras de vimes,
Gigos de gorra fas,
Genebra de Ilollanda em fras-
queiras : venderse na liave.v-a da
Madre de Dos n. 5.
Veode-se urna inorada de casa no lugar
do Caxang, a melhor que narjurlle lugar
existe, por Mear ao p da punte, cuja lie de pe-
dra e cal, com duas grandes salas, seis quar-
tos, corredor lavado, quintal coui alguns ar-
voredos, banho no tundo do mesmo, muito
proprio para qualquer familia, por preco inul-
to commodo, por a iloua querer lequidar con-
ta : naCainboa do Carino u. 33.
Sahio a luz de prximo na cidade da Ra-
bia urna obra em que se moslra a veracidade
da apparico de Nosso Senhor Jess Chrislo a
11. Alfonso llenriques no campo de Uurique, e
que Mapolco o grande he vivo e vai pela ter-
ccira vez oceupar o throno de Irania : vnde-
se na ra da Cruz do Ilecife n. 52, primeiro
aodar, pelo preco de 1,000 rs cada exemplar.
Vende-se fariuba de mandioca de S. Ma-
tbeus, por preco coiuinodo : ua ra da Cadeia
numero 1*
Loleria da matriz da Boa Vista.
Aon loe 5:ooo,ooo rs.
Ka loja de calcado do Arantes na praca da
Independencia os. i'ie 15, vendem-se o inul-
to afortunados bilbetes e melos ditos delta lo-
tera, que corre lnfallivelmente no dia 2 de
junbo vindouro:a ellet antes que se acabem.
Bilbetea 10,400
Meioi 5,200
Cera de carnauba.
O mais superior que ha neste genero, ven-
de-ie em porcao e a retalho : na ra da Cadeia
do Recife, loja a. 50 de Cunta Amorim.
ta para divisat inililares elibri de pa- g
geni, assim como promptifica unlfor- g
II mes para msicas, ou o completo de
i4 qualquer batalhao.
.,,. ... pjjpaj ff '-'^ **** -
Vende-ie cimento novo, chegado no ul-
timo navio de Hambnrgo, em barricas e meias
barricas, e tainbem se vcudem s tinas : atrs
do tbeatro velho, armazein de laboaa de pi-
nbo, por preco commodo.
A 240 rs. cada urna.
Cbegueui a ellas antes que se acabem.
As optimai esleirs de palha de carnauba,
pelo baralissimo preco de doze vintcns cada
urna : na ra da Cadeia do Recife n, 23, ar-
mazein.
-- Vendem-se sapates de couro de lustro
pelo baratissimo pfeco de 3,000, 3,500 e 4,000
rs., ordinarios de 2,l'0t rs., brancos de orelha
a 1,200 rs.: na tua da Cadeia do Recife n. 9,
loja.
A dinbeiro vista, a 8,5oo rs. a
arroba.
Vellai de carnauba de ptima qualidade, fa-
bricadas no Aracatr : vcodem-sc na ra da Ca-
deia do Recife, armazcm n. 23.
-- Vendem-se chilas de bonitos padres e de
cores fixas, pelo barato pre?o'de lO, 18O e 200
rs. e finas a 240 rs. : na praca da Independen
ca n. 1.
Vende-se muito boa farlnha de mandio-
ca de S. Catheriua viuda recentemente do dio
de Janeiro : no armazein de bias & Gouveia,
defroute da Lingueta no caca da allaudega.
Lotera da matriz da Boa Vista.
Aos 10 e 5:ooo,ooo rs.
* Ka praca da Independencia loja de miudezas
n. 4, na ra da Cadeia n 40, loja de miudezas
e no Atierro da Boa Vista, loja de calcado n.
58, e na ra Direita, loja de oiivlres n. 124,
vendem-se os muilo alorlunados bheles,
meios, quarlos, quintos, decimos e vigsimos
da n.esma lotera, que corre infalliveluienle
no dia 2 de junbo viudouro.
Bilbetes 10,000
Meios 5,000
Quartos 2,000
.luimos 2,100
llccimoi 1,100
Vigsimos 300
Ka ra da Cruz n. 7, no primeiro andar,
vende-se salsa panilhade boa qualidade, che-
gada proximameute do Para no vapor Impe-
ralriz.
Vende-se urna cadeirinha cornos compe-
tentes fardaincntos : na rua do Livramento nu-
mero 27.
I.ivrcs bates,
Revista Militar, Klemeutos de Arllhmetica,
Historia Katural, Memorias de um Doudo, Con-
tis do Serao, Poesas de Rivera, Duas Uianas,
Genevieve tle Lamartine, Almanaks, Leltura
Repentina de Caslillio, O Picso, Contos da inl-
nliaTeriS, e oulros llvros e impressos poi mo-
diro preco : na rua estreita do llozario luja
tua Nova 11. loja de JJaia lla-
mos & C
-- Vende-ie ricoi capotinhos de verdadeiro
sitim-maca, assim como de chamalote preto
e de sarja de cnrdnsinbo, sendo licamante
guarnecidas de bonitas franjas e trancas as-
segurando o aunuiicianle que sao os mais ri-
cos que at buje tcm apparecido; e os precos
iiiiit.il> convido ao comprador.
Veude-se ua rua largado Rozarion. 39,
confronte a igrrja, inantiiga ingiera da mais
nova que ha no mercad a prc(o de 500 rs. a
libro, assim como (hllvsona 2,000 rs., dito
de S. Paulo a i,920 r., "dito preto a2,000 rs.
a libra, farlnha do Maranlian muito nova a 100
rs., lenia uiuitonovaa 10 rs., azeilc francei
engarrafado a 800 rs., crvilbas muito nova a
llillrs : eqiiem qnizer eipi 111.1 ni.ii ,m hlia com-
prar para se acapacitar.
iNovas pechincbas.
No rasseio l'ublico loja n. ti, do
antigo barateiro l'irmiano.
11 ni modernas chitas franeczas largas para
cobertas fazenda realmrnle nova aobaratoprc-
co de 32u rs. o covado, assim como cortes de
vestidos de seda denominadas Jasminsa pre(0
de I3.0C0 rs. o corte, riscadinbos francezes de
diversas cores a 220, 20, 280 e 300 rs. o cova-
do, meias de algodao muilo linas para senho-
ras .1 din 1 s la/iuilj que val 1,000 rs. o par,
corles de vestidos de cambraia de barra c de
cores fazenda a mais moderna a 0,500 rs. o
curte, manteletes milito ricos a 19,00(1 rs. c-da
mu, obra prima, e outras muitas fazendas de
gosto, que sevendero a procos eommodos.
Vendem-se as seguiutes casas livre e des-
iiiiliai .11 ailas, as seguiutes ras, duas casas
terreas na rua Augusta, qualro ditas na rua Im-
perial cuma na rua das Agoas Verdes.'a tra-
tar com Leandro Ferrreira da Cunha na rua da
Cadeia de Santo Antonio 11. 9.
Ma boiiiceopalbico em embrulhos chine-
zesa 1,000 rs. cada um :> pateo do Collegio,
casa do Livio Azul.
Cha brasileiro, cuja qualidade excellente
se garante a dous mil ris cada lala de libras !
uo pateo do Collegio, casa doLivro Szul.
'te-
Vndese a vetdadeira
ctipira merim de toda
propria para
carrocas : quema pretender, d-
grossuia,
fabrica de canos e
que
rija-s>e a rua da 1 rala n.
alii se dir quem vende.
-- Vende-se um escravo de na
cao bom cozinbeiro, bonita figu-
ra, de idade de 28 anuos : trata-
se com Alacbado & Fiibeiro, rua
do Vigaiion. Irj, segundo andar.
Vende-se muito barato por necessidade
urna preta sem vicios iiem achaques, ptima
quilandeira e muito dlligeute no lervi^o de
urna casa: ua boa Vista rua do Tainbi nu-
mero 11.
Couro de lustro.
Ka loja de ferragens de Antonio Joaqulm Vi-
dal, rua da ( adeia do Recife 11. 5G A, vende-st
couro de lustro a 2,000 rs. a pelle.
Cera em vellas.
Vende-se .cera em vellas do Rio
de Janeiro c Lisboa, sorlida ac
Igos.o do comprador; tambem lia
cal virgem da melhor que ha no
mercado vindo de Lisboa : tra-
ta-se com Machado & Pinhei-
ro, rua do Vigario n. I9, segundo
andar
Vendem-ie dous molecotci de idade de 18
a 20 annos bom olllciaes de pedrelro.um dito de
roela Idade por preco commodo, (5 eicravoi
mocos de bonitas liguiai, sendo 2 com boaa
habllidadea : na rua Uircita n. 3.
Cementes de hortalice.
Vcndem-ie cementes de hortallce de todas
as qualidades, chegadas prximamente do I or-
to, por preco multo commodo : na rua Direita
venda n. 76, esquina do becco dos Peccados
Morlaes.
Ao bom e barato.
Rua do Panelo loja n. 9, de Albino Joi Lel-
te, vendem-se cortes de meiai casimiras muilo
encorpada nroprias para o tempo preiente
pelo diminuto preco de 1,500 rs. o corte, a el-
lei antea que se acabeiri, aastm como peca
de chltai eicuras a 4,500 rs. a peca, o covado a
120 rs., ditas para cobertai a 6,000 rs. a peca o
covado a 160 n., lencos de seda com lindos pa-
drOei a 1,000 rs chapeos de 10I de panniobo
com barra a 2,000 rs. cada um, cambraias da
India bordadas a 400 rs. a vara, riscados de II-
nho de cores a 300 is. o covado, dito rnonstro
a 200 rs. o covado, e outras muitas 'acudas
que se dclxam de annunciar por falta
lempo.
tS Vende-se a psdaiia nova do Mangui- O
nho, com lodos os seus perlences; e O
Q pretender dirija-se a mesma, que a- >
A chara com quem tratar. Vende-se um inoleque de Ib a 18 annoi
de idade, bonita figura : na rua dasCruzei u.
18, segundo andar.
Vendem-se quatro inolcques de 8 a 18
annos, quatro pretos de )5 a 30, sendo um
oleiro, dous pardos de 25 annos, duas pardas
de 15 a 20 anuos com habilidades, e qualro
prelas algumas com habilidades : na rua do
Collegio n. 3.
Vende-se um terreno na rua da Concor-
dia freguezia de S. Jos, com frentepara seii
moradas de casas em respalde com alicerces
para sobrados de dous ou tre andares, e dous
caines tambem em respalde com frente para
a travessa do Montelro : a tratar com Jos Mo-
relra Lopes, na rua do Queimado n. J9, e
para examinar a fallar com Pedro Antonio Tei-
xeira Guiniares, na praia do Caldelreiro.
Potassa nacional.
Vende-se superior potassa nacional chega-
da ltimamente do Rio de Janeiro, por menos
preco do que em outra qualquer qarte : a tra-
tar ua rua do Trapiche n. 34, com Kovaei f
Companhia.
Vende-se uina preta moca de bonita fi-
gura, boa engommadeira, coslurelra.e cozi-
nha o diario de una casa, lava de sabao e var-
rella e nao lem vicios de qualidade alguma, o
que se alinnia : na rua do Crespo n. 10, se-
gundo andar.
Vende-se muito superior manleiga ingle-
za pelo baralopiecode 360 e 400 rs., e da mais
superior a 560 rs., cha muito laperlor a 1,600 e
2,000 rs., e da mais superior a 2,240 rs., bichas
de Hainburgo alugadas a 240 rs., vendidas a
04o rs assim como outras mais fazendas por
commodo preco! no Atierro da Boa Vista n.
70, ao p da rcfma{o de assucar.
Pecas de c tas limpas a 4.000 rs.
Vendem-se pecas de chilas limpas boas
para eicravoi a 4,000 n. e a 120 n. a relalho :
na rua larga do Rozarlo n. 48, primeiro andar.
Vendi-m-se supeiiores batatas chegadas
recentemente pelo navio franeez Cornil Un-
gir : no armazein de Antonio Anuei caes da al-
fandega.
Para o commerclo.
Elementos de conlabilidade coramercial por
M. Burnier o autor dos ai-(igos.publicados com
a inicial /. no Jornal do Cummircw I vol. grosso,
ene niel nailii por 6,000 rs. Tom por fin; esla
cm i leme obra vulgarisar no Krasil a sciencia
importante do guarda livros, por partidas sin-
gelas e partidas dubradas. Sendo a pratica a
parle mais essencial do estudo da escriptura-
co, forcejou o auiur nao smente por desen-
volver os priucipios e regras com clareza tal
que podessein ser entendidas pelas pessoas
que poucas ideias livessein adquerido da es-
cripturaco, como de enriquecer a sua obra
com tantos exemploi pralicos que por meio
dclla poder qualquer adquirir os precisos co-
nbeclincnlos que urnam um guarda livros
completo : vende-se no pateo do Collegio, ca-
sa do Livro Azul.
- Veiidrni-se ptimas penei-
ras de rame para paderia, mais
baratas que em outra qualquei
paite: na rua do C'abug botica
de Moreira & 1' ragozo.
Carapucas de seda preta para
hornera*
Vendem-se superiores ca aplicas de seda pre-
ta para liomein pelo diminuto preco de 500
rs., isto be por haver grande porcao e terem-
se comprado barato: na rua do Queimado loja
de miudezas junio a de cera n. 33.
Para criancas.
Vendem-ie ricas loucas de la guarnecidas
com froco pelas beiras a 800 rs., dilas de seda
pela fazenda superiora 320 rs maracas que
tocam de ires maueiras a 240 e l20ra. cada
um : na rua do (Jucimado loja de miudezas
junio a de cera n. 33.
lie muilo batato por semn bous.
Veiiilein se superiores penles de tartaruga
de mal i., la a 800 n. o par : na rua do Queima-
do oja de miudezas junio a de ceran. 33.
Bom e barato.
Vendem-se carWilinhas dcagulhas lianec-
ias pioprias ]>ara loda as qualidades de cos-
turas a 320 rs., ditas em caixiuhai com seii
papcisa320 rs., caixinhas com brinquedoipa-
ra n cuinos a 400 ., llnhai de peso a 60 rs. a
miadinba, dilas de carrilel de 200 jardas a 60
rs. cada carrilel, agulbas cantlas a 60 n. o
papel, penles de balcia para alizar os mais li-
nos que se i .ilein encontrar a 400 rs., ditos
aberlos para segurar cabellos a 400 rs., agu-
Ihelrinhos finos a 200 rs., babados aberlos de
11 iiliu a 120 rs a vara, e outras muilas cou-
sas que se vndelo muilo barato : na rua do
(.lueimado loja de miudezas junto a de cera
niiu ci n 33.
Cbaruteiras muito fijjias.
Vendem-se linissimas charuleiras douradas
por pre(o que ningueiu veude a l,200rs. cada
urna, ditas mais ordinarias a 320 rs.: na rua
do Queimado luja de mludezai junto a de ce-
ra u. 33.
Chicotes baratissimos.
Vendem-sc superiores chicotes pequeos
proprios para senbora a 800 rs., ditos para li-
me ns.i l)nii e 800 rs. : ua rua doQueimado loja
de miudezas junto a de cera u. 33.
Cartas finas para voltarete.
Vendem-se cartas finas |para voltarete pelo
diminuto preco de 500 rs. o baralbo na rua
doQueimado loja de miudezas jumo a de cera
ra n, 33.
Requefifes para enfeitcs de ves-
tidos.
Vendem-se requeriros de toda ai cores pro-
nrioi para enfelteide vestidos pelo diminuto
preco de 240. 320 e400n. a vare : na rua do
Queimado loja de miudeaa Junto a de cera
numero 33.
Ricas litas lavradas.
Vendem-ie fitas lavradas de dlfferentes lar-
guras as mala linaa que se pdem encontrar e
de multo bonitos padres : na rua do nueHTia-
do loja de miudezaijuntoadecera n. 3d.
Camisas de meia.
Vendem-se camisas de inela as mais supe
riores que se pdem encontrar a 1,280 rs., di-
tas de cores padrei muito bonitoi a 10,00 rs. :
na rua do Queimado loja de mludeai junto a
de cera n. 33.
uleias de laia para padres
Vendem-se superiores meias de jala para
padres pelo diminuto preco de 2,000 e 1,700
rs.: na rua do Queimado, loja de miudezas
junto a de cera n. 33.
Veadem-se charutos da Ba-
bia de muito boa qualidade a rs
i,5oo cada caixa de cem : no pa-
teo do Collegio, casa do Livro
Azul.
Vendem-ie saccas com feijao inulatinbo
muito novo : no armazem de Gouveia & Ulas,
no caes da alfandega n. 5.
- No bairro de Sanio Antonio em urna dai
ruaa principaei, vende-sc uina parle de um
sobrado livre e deaembaracado, por preco mul-
to favoravel, o qual rende annual 1:800,000
ri : o pretendentei pdem dirijir-se a rua
dos Pires n. 19. t
-- Chegou o novo rap de Lis-
boa, o qual se vende as < ilavas :
na rua da Cadeia do Uecil'e nu-
mero i5.
/j\ Ka loja do sobrado amarillo nos qua- Q
y 1ro cautos da rua do Queimado n. 29, g
tcm para vender um grande lortimen- J*
Q to de curies de calcas de meia casimira, w
O padres de casimiras finas e pelo dluil- V
c) nulo preco de 3,000 rs. cada corle. Q
<300000:*>000000: oooo
Deposito de cal virgem e potassa
Cunha Recife n. 50, vendem cal virgem em pedra,
chegado pelo ultimo navio de Lisboa, e po-
tassa de boa qualidade, por menos prec,o do
queem outra qualquer parte.*
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
ItUA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Weste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
menlo de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas. de ferro batido e
coado, de todos os lmannos, pa-
ra dito.
Agencia de Edwin Maw.
Ka rua de Apollo n. 6, armazein de Me. Cal-
iniiniiv Companhia, acha-se constantemente
bons sui lmenlos de taixa de ferro coado e
batido, tanto rasa como fundas, moendas in-
ma lotera, que corre i m pretor i vol ment no
dia 2 de junoo prximo vindouro.
Bilbetea inleiros 10,000
Meios 5,000
Antigo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha.
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na Larca Ligeira.
Vende-se cobre metal ama-
icllo e pregoa para forro de navios : vende-sc
por preco commodo. em casa de A. V. da Sil-
va Barroca, rua da Cadeia do Recife n. 42.
Gantois Pailhet & Companhia.;!
Continua-se a vender no deposito li-
gera I da rua da Cruz n. 52, o excel- S
Ptnte e bem conceituado rap areia &
preta da fabrica de Cantois Pailhet & S
II Companhia da Babia, em grandes e J,-
pequetas porcOes pelo prego catabe- fe
S lecido. f
S. i.-na-aaMiii'rr"v* HM^iltlilitlmWIHMImWlmW \
mWmw'ttWmm SIMMWKI
Monillos de vento
eom bombis de repxicho para regar hortss
d baixas de capim : vendem-se na lundicSo
de Bowmsn & Me. Callum, na rua do Brum
ns. 6, 8 o 10.
Arados de ferro.
Na fundicBo da Aurora, em S. .Amaro,
vendem-se arados do ferro de diversos mo-
delos.
Sana bcspaiihola limpa muito lar-
ga a 2,000 rs.
Vende-se sarja bespanbola muito larga e
muilo encornada a 2,000 rs. : na rua larga do
Rozarlo n. 48, primeiro andar.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente ingle : na rua
da Senzalla Nova n. 4a*
Fil bordado a 1,200 rs. a vara.
Na rua do Queimado defronte do becco do
Peixe I-rilo, loja n. 3, vende-se fil bordado
branco e de cores pelo baratissimo preco de
tres patacas e doze vinteni a vara, esta fazenda
pelos leui liudoi e dillerenles deienboi tor-
na-se multo recommendavel nao i para ves-
tidos de senhoras, como tambem para man-
teletes : dar-se-bo amostras com o compeler-
le penhor.
__Vendem se folhas de cobre
e dezlnco, para forro de navios, com os com-
petentes pregoi de um e oulro metal.
Estantos em verguinhas, al-
vaiade puro em barris pequeos, um sorti-
menlo de vldros para vldraca, copos, calix e
garrafas branca de vldro de Hamburgo.
Vi (i los de Champanha e Bor-
deaux engarrafadoi em cestos, e caixai de urna
duiia, chegados no ultimo navio e do mais su-
perior que ha.
Um forte piano com caixa de
Jacaranda, tudo multo em conla: no annaiein
de ('. f. Asttey & Companhia, rua do Trapiche
numero 3.
Loleria da matriz da Boa Vista.
Aos 10:000,000 e 5:ooo,ooo rs.
No Atierro da Boa Vista, loja de fazendas o.
36, vendem-se os afortunados bilbetes e meios
da mesma loleria, que corre iinpreterlvelmen-
Reirs todas de ferro para animaes, agoa, etc., ,e |10 dia 2 de junbo vindouro, ou antes se se
ditas para armar em madeira de todos os la- Venderem os bilhctei.
manilos e nudrllos o mais moderno, machina
horisontal para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucoi, paisadeirai de ferro estanbado
para casa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, cscovcni para navios, ferro inglez
tanto em barras como em arcos folhas, e tudo
por barato pceo.
Bom e barato.
Vende-se cera de carnauba de primeira
sorte, a 6,000 rs., sapatus blancos para ho-
int'in e meniuos ; ditos de couro de lustro ;
couros de cabra ; chapos de palha ; pen.
as de ema : na rua da Cadeia do Bccife 11-
49, primeiro andar,
Moendas superiores.
Na fundigSo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda ."moendas
de canns, todas de ferro, de um modelo e
consliucfSo muito superior
Bom e barato
Na rua do Pssseio Publico, loja n. 9, de
Albino Jos Leile, vendem-se lindas pecas
de cliilai de cores, a 4,500 rs. e a 120 o co-
vado ; ditas para coberla, a 6,000 a pec,a e
a 160 o covado; lentos de seda decores,
lindos padres, a 1,000; ditos brancos de
cambraia com bicos, a 480 ; grvalas de se-
liu, a 1,500; chales >le chita de cores, a
800 ; ricos cortes de meias casimiras escu-
ras, proprias para o tempo presente, a
1,500 ; cobertores grossos para escravos, a
640 ; chapos de sol de panninho com bar-
ras de cores, a 2,800 ; dilos sem barra, a
2,000; l'iini de linho de cores, a 300 o co-
vado ; riscados monstros, a 200 o covado
cambraia da India bordada, a 400 a vara
e outras muitas fazendas, que se deixam de
annunciar por falta de tempo.
Veadem-se caixas com cera
em velas do l.io de Janeiro, com
sor timen to a vontade do compra-
do e fumo em folha do melhor
que ha no mercado: na rua do
Trapiche n. 5, deriptorio.
Contlnua-se a vender agoa de fazer ao
cabellos e suissas prelas : ua rua do Queiimlo
loja de ferragens n. 31.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picola para cacimba :
na rua do Brum ns. (i, 8 e 10,
fundirlo de Ierro.
Arados de ferro.
Vendem-sc arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambSo de sicupira e bracos
de ferro ; na fundicao da rua do
Brum ns. 6, 8 e io.
Potussa da Rsala.
Vende-se potassa da llussia, recentemen-
te chegada, o de muilo superior qualidade ,
na rus do Trapiche n. 17.
Lotera da matriz la Itoa Vlata.
Aos lo:ooo$oooc 5:ooo$ooo.
Ni rua da Cadoia n. 24, loja de cambio da
Viuva Vieira & fillios, vendem-se os mili
afortunados bilbetes o meios ditos da mes-
Bilbetes inteiroi 10,000
lelos 5.000
Taixas para engenho.
Na fundiQIo de ferro da rua do Brum,
acaba-se de receher um completo sortlmen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por preco com-
modo, e com promptidSo embarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despezas so
comprador.
fazenda mais barata do que em
outra parte.
Cobertores de algodao escuro para quem
lem fri a 720 rs. cada um, crtei de brim
branco trabado de liuho puro a 1,800 n., di-
tos escuro a 1,600 rs. o corle, riicadoi de li-
nho a 220 e 320 rs. o covado, rlscado de algo-
dao (raneado muito encorpado proprio para
escravo a 180 e 200 rs. o covado, picote a 180
rs. o covado, zuartc azul de 5 palmos de lar-
gura a 540 rs. o covado, dito de cor a 200 ra. o
covado, risrado francez multo linos a 240 ra. o
covado, chita para cobertas decores fixas a2(10
ra. o covado, ditas para veiildoi a 160 e 18O rs.,
casia chita core fixas a 440 ra. a vara, caato-
res proprio para palitos a 280 ra. o covado,
peca de casia de quadroi para babados e cor-
tioadoide cama com 8 varal e meia a 1,400
ra., chapoi de masa para-eicravoi a 480 n.
cada um : na rua do Crespo n. 6.
Vendem-se amarras de ferro : na rua
da Scnzalla nova n. 42.
Escravos fgidos.
... Desappareceu na noite de aabbado
11 do corrente o escravo SebisliSo, de 11a-
cSo Cabund, que reptesental ter36 a 40
naos de idade, estatura regular, cheio do
corpo, falla grossa, e muito marcado de
hexi gas, pelo roslo: quem o pegar leve-o
ao Forte do .Mullo, casa de Jos Casiano
de Medeiros, que sera recompensado.
Desappareceu, no dia 18 do passado, o
escravo de nacSo Cacange, de rime Jos,
representa ter 25 annos, baixo, grosso do
corpo, sem barba, rosto abocetado e ps pe-
queos ; levou caiga de algodao transado
com lislras azues e carniza de algodSozi-
nho j rola : quem o pegar, leve-o a rua do
Vigario n. 22, primeiro andar, ou na rua
da Cadeia do Recife n. 51, que se recom-
pensar.
Desappareceu no dia 30] do passado do
engenho Ciaba, freguezia de Srriubcm-o mu-
alo Itavmundo de 20 a 22 annoa. sem barba,
alvo, de cbelo preto, naria afilado e pequeo,
chelo do corpo, espadaudo, orelbas pequea!,
e lem nin andar que parece acatruzado do
corpo, quem o pegar leve-o ao dito engenho a
seu legitimo lenhor, ou a rua.doi Torrer ar-
masem n. 12 de Mamede Jnior que se gri-
liliear generosamente.
Desappareceu no dia 4- do cor renta
urna negra de nacfio Costa de uorne Mi-
nervina de idade de 24 annoa pouco mais
ou menos, estatura alta, cabega pequea,
com algumas fallas de cabellos no cauto
direilo da testa ; julga-ae ter rapado a ca-
bega para encobrir a falta : rosto curio e
largo, pernas finas, levou vestido de ra-
magem rouxa e panno da costa : qnem a
pegar leve-a ao trapiche do Hamos qua
sera recompensado.
Pr.itiM. .vaTviuji: M.r.nF: A>?f V


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