Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05339


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Full Text
Anno XXVI1
Quarta-fera J
PABTI9&S DOS COBZIOS.
Golanna e Parahiba, s segundas e sextas felras.
Bo-Grande-do-.\'ortc, todas as quimas feiras ao
maro-dia.
Garanhuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista c Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quiutas feiras.
Olinda, todos os diao.
' ** .asiJsBBSBasarg wnn
SPHEMSalDI S.
Nova, a i, as Oh. e 42 m. dam.
Cresc. a 8. as 11 li. e 14 m. da ni.
Chela. alS.as 5h.e 45 in. da n.
Ming. a 22,sl0h. e38m. da t.
mtAMitt DE HOJE.
Primeira s 3 horas e 42 minutos da tarde.
Segunda s 4 horas e 6 minutos da manhaa
Maiode 1851.
.-**.
PHE90 DA SDBSOaiPqAO.
Por tres meses ('adan lado, 4/000
Por seis meses 8000
l'urun anuo 15/000
DAS DA 8SNANA.
12 Seg. S. Joanna. Aud. do J. d'orf. e m. I, vara.
13 Tere. S. Servaclo. Aud. da Chae., do 1. da 2.
varado c. e dos feiMs da fazenda.
14 Quart.S. Gil. Aud. do J. da 2. vara.
15 Qulnt. S. Isidoro. Aud. orf.e do J. m. da pri-
meira vara.
10 Seit. S. Ubaldo. Aud. do 1. da 1. vara doeivcl,
e dos feitos da faienda.
17 Sab. S. Possidonco. Aud. daCh. e do I, da 2.
vasa do civel.
18 I) un. do lioin Pastor.
- ____- N. 100
_______________ -
^1^'^SSSISHS.-SMSmSIBasm
CAMBIO DE 13 DX PIAlO.
Sobre Landre*,* 28 e !8 '/, d. p. 1/000 rs.
ii J'ari, 320 por Ir. nominal.
Lfsboatf 85-'a 90 .
Ouro. -Onras hespanholas--------28/00 a 28/500
Mocds d (i/400 vcll.as. 1C/000 a IgMO
. de 6/400 novas 16/000 a 1620
de-4J000....... 0/D00 a 0/100
Prata.Patacdes brasileiro..... 1/920 a 1/94
Pesos columnarios..... 1/020 a 1/9*'
Ditos mexicano........ 1J680 l/700
y^!.u*>*matfUxJXi i I
PAflTE ornes*!..
GOVEI.INO DA PROVINCIA.
O presidente tune ilu autlioi-isiuao que 1 li foi
conferida pelo 1. lo art. 4. da
le provincial, n. 244,de 16 de
jiinhodc 184, vigorado pelo
I. do art. 4. da lei provincial, n.
901, de 28 de |unho de 1850,
resol ve c manda que se observe
o segtiinte
Jli.til i.i.n/;. v/o.
CAPITULO I.
Da ditisao da inslrucco publica.
Art. I. A inslrucco publica na provincia se-
r dividida ein tres graus--primaria, secun-
darla e superior. (Le( provincial n. 244, referida
pela den. J6l.)
Os dous prlinelros graus comprehpndem o
que propriamente se chama Instrucfo ele-
mentar que ser dada-as escolas distribui-
das pela capital, cidades, villas e povosedes. A
inslrucco superior ser dada no lyceu.
CAPITULO II.
Da inslrucco clemintar do 1. e 2. graus.
Art. 2. As materias que constituem a ns-
trucco elementar do priineiro grau, sao :
Leitura e escripia,
Contar as quatro especies em nmeros
iotelros.
Doutrlna christa.
Elementos da gramraatica da lingua na-
cional, e com especlalidade a orthographia.
Art. 3. Asmaterlasque constituem a inslruc-
co elementar do 2. grau, sao :
Leitura e escripia.
1 Ion ir na christa (alm das o ra ees ti m re-
tumo da etlica especial, ou nocoes sobre a mo-
ral civil e religiosa.)
Graminatica da lingua nacional.
. Arithnictlca as opciaces em nmeros
nteiros quebrados e decimaes.
Expllcaco do syslema nacional dos pe-
sos e medidas.
[Socos de geographia e historia, princi-
palmente a nacional.
Elementos de geometra rectilnea.
Art. 4. llavera escolas do segundo grau as
Siarochias do municipio da capital, e as que
nrem sedes de cidades e villas populosas : as
outras parochlas ou curatos, que forem desig-
nados pelo presidente da provincia, ouvido o
director geral, baver escolas do primelro
grau.
Art. 5. Ser fechada a escola que no decur-
so de dous anuos consecutivos nao reunir pelo
menos quiuze discpulos de boa frequencia ; e
sendo vitalicio o seu professor, em quanto nao
fr nomeado para reger oulra cadeira, servir
de professor adjunto ematguma escola mais ln -
quentada, veucendo entretanto aumente dous
tercos do seu ordenado.
CAPITULO III.
Jai tirotai de meninai.
Art. 6. llavera escolas de inslrucco prima-
ria para o sexo frniinino as cidades e villas
populosas, que, ouvido o director geral, forem
designadas pelo presidente da provincia. No
municipio da capital sero conservadas as exis-
tentes.
Art. 7. As professoras, alm do declarado no
arl. 2.,ensiuaro lambona cozer, bordar,mar-
ear e as de mais prendas, que servem econo-
ma domestica.
CAPITULO IV.
Da instruteo superior.
Art. 8. As materias que constituem a Instruc-
cfni superior, que ser dada no lyceu, sao ;
1. Grainmalica pbilologia c clocuco, da
lingua nacional.
2. Lingua latina.
3. franceza.
4. o Ingleza.
5. Geographia, chronologia e historia, com
especlalidade a nacional.
(i. Ariihinctica, algebra al as equacoes do
segundo grau, geometra rectilnea e dos so-
lidos, e trignoiuclria rectilnea.
7. Philosophia radonI e moral.
8. Itbetoriea e-potica.
9. ( ontaidlidade e escripturacao mercantil
por panldas simples e dobradas.
Art. 9. Estas materias sero distribuidas em
tantas cadeiras quantos sao os do artigo an-
tecedente.
CAPITULO V.
Da matricula i frequencia da$ escolas, e examei
Art. 10. Os que houverem de frequentar as
escolas publicas devero matricular-se. Nao
sern admiltidos matricula os que padece-
lem molestias contagiosas, os escravos e os
pretos africanos anda que sejo libertas ou
livres.
Art. ll. A matricula de cada alumno ser
gratuita em todas as aulas de inslrucco ele-
mentar, as vutras custar 4,000 rs. para os
cofres provinciaes.
Art. It. Ninguem ser adinillido matri-
cula em alguma das aulas do lyceu, sem que
aprsente ao respectivo director cerlilicado de
exame das materias de insti ucean elementar
do segundo gru.
Art. 13. Abiir-se-lia a matricula em toda
a provincia no dia i5 de Janeiro, ese conser-
var aliena por todo o anno lectivo: a das au-
las superiores porem excepeo das de latiin,
ser encerrada no ultimo daquelle mez.
Art. 14. No dia tres de fevereiro abrlr-ee-
bo todas as aulas publicas, e nesse mesmo dia
comee miii as limes.
Arl. 15 Os alumnos sero sujeitos ponto,
e maicar-se-ho as faltas que dereiu.
Art. l(i. Os alumnos que nao forem assi-
duos, os insubordinados e desobedientes sos
preceitos de seus mestres e superiores, serao
> \pulsos, quandoassim o delibere o presiden-
te da provincia.
Art. 17. Sero feriados os diasque o sao nos
tribunaes, e as quinlas-feiras nao havendo
dia sanio ou oulro feriado na semana. Alm
d'itto baver feria para as aulas do lyceu do
dia I de novembra al .1 de fevereiro, e para
as de inslrucco elementar do dia IS de de-
zembroat 3 de fevereiro.
Art, 18. Dous (lias depois do encerramento
das aulas, os professores verilicaro quaes os
alumnos que eslo habilitados para fazerem
exame.
rao presididos pelos inspectores dos respectl- fmaioresde 10 annos,excepto o marido da di-
vos circuios literarios.
Art. 20. O presidente dos exames ter voto
como os examinadores.
Art. 21, A volaco snbre o exorne ser feita
por escrutinio secreto: trez esferas brancas
approvo. plenamente, duas simplesmente;
mais de urna esfera prela rprova.
capitulo vi.
Oos premioi.
Art 22. Em todas as escolas elementares e
superi. res haver uin assenlo separado deno-
minado banco de honra-- que ser inensal-
nenie oceupado por aquello alumno, que mais
se distinguir na aula.
Art. 23. Findos os exames sero, distribuidos
dous premios dous alumnos, que d'entre os
approvados plenamente mais vezes houverem
oceupado o banco de honra durante o anno, c
se distingui por seu talento, applicacao, e
moralidade.
O premio as aulas superiores ser unta pe-
quena medalha de prata, lendo em una face a
seguinte Intciipcn premio ao mrito e
na outra a dennmlnaco da aula e data dn an-
no. O das escolas elementares ser uin livro
moral, em cuja primeira pagina se lerapremio
ao mrito, a data, o nome do premiado e do
profeupr.
ArtTz4.' Us premios sero conferidos sob pro-
posta'dos respectivos professores, no lyceu
pela presidente da provincia,e as demaisaulas
pelos inspectores dos respectivos circuios
Iliterarios.
Art. 25. Ser annunciado pela imprensa, ou
poreditaeso dia em que tem de haver a dis-
tribulco dos premios ; a qual ser felta publi-
camente e com toda a solemnidade.
Art. 26. Ao alumno premiado se passar
mu cerlilicado assignado pelo respectivo prn-
fessor, c tainbem pelo director do lyceu, se
elle pertencer a este eslabelecimnlo, c pelo
inspector do circulo respectivo, se fT de ou-
tras escolas.'
No cotificado se mencionar o premio, n
nome do alumno, sua liaco, e naturalidade.
CAPITULO VII.
Do priii'inidini das escolas.
Ar. 27. Vagando qualquer cadeira, o profes-
sor qne a substituir, passar cathedratico, e
sera substituirn posta a concurso. Sea ca-
deira nao tiver substituto ser tambem posta a
concurso.
Art. 28. O concurso para qualquer cadeira,
ou substituirn de inslrucco superior ser an-
nunciado por editai publicado na fulha offi-
cial. e para as de inslrucco elementar, alm
de publicado pela follia oflicial ser o editai
aflixado no lugar mais publico da parnchia, a
exceptan das da capital.
Arl. 20. O edl|il declarar o lugar em que
est creada-aeadeiraoit subslituico, as mate-
rias que cnmpoe o ensino delta, c marcar uin
praso rasoavel para a habiiitaro dos candila-
los que sequierem oppor.
Art. 30. Os oppositores se inscrevero em
uin livro para Uto destinado, e que estar sob
a guarda do director do lyceu, se a cadeira ou
subslituico forde inslrucco superior, e sob a
guarda do director geral, se fordas aulas ele-
mentares. Quinte dias antes do dia prefxo uo
haver mais inscripeo.
Art. 3l. Us oppositores nao se poderam ins-
rever, como determina o artigo antecedente,
sem que para isto apresentrm rojuerimento
despachado pelo presidente da provincia.
Art. 32. Os concursos para as cadeiras e
suhstitucdes das aulas superiores sero presi-
didos pelo presidente da provincia, que d'en-
tre os professores do lyceu designar Irez para
examinadores. A' ellos assislir o director do
lyceu.
Art. 33. Os concurses para as escolas de ins-
lrucco elementar sero presididos pelo di-
rector geral da nstrucco publica, ou pelo
prcsidente|da provincia, quando o julgar pre-
ciso. Em lodo o caso os examinadores sero por
este designados d'entre os de segundo gru.
Art. 34. Os concursos sero pblicos, c le-
r lugar no edificio do lyceu.
Art. 35. Cada concurso durar tantos dias
rectora,
Ait. 43. O regmem econmico e domestico
das escolas, e os edificios em que forem esla-
belecidas, devem satlsfazer as condiedes he-
gyenicas para a ssudc dos alumnos.
Art 44. As escolas e eslabejechnentos par-
ticulares de ensino e educacao sero inspec-
cionados pelo director geral e inspectores dos
respectivos circuios. A vista do que nclles ob-
servaron, poder ser cassada pelo presidente
da provincia a llcenea concedida, sendo manl-
festaiuenlc inconveniente a sua coniinuaco.
Arl. 45. Os directores ou professores das es-
colas e estabelerimenlos particulares, commu-
nicar mi ao director geral qualquer modifica-
cao que houverem de fazer nao s no plano dos
estudos e estatutos, como no pessoal dos pro-
fessores e eoipregados ; e lem que o director
geral approvc a modiflcaco nao apodero por
em pratica sob pena de serem equiparados aos
que tiverem taesestabelecimentos sem licenca.
Art. 46, Os que tiverem escola, ou qualquer
outro estabelecimento de ensino e educacao,
sen harerem previamente obtido licenra do
presidente da provincia, ineorrero pela pri-
meira vez na inulta de 200,000 rs., que se do-
brar na reincidencia. Em qualquer dos ca-
sos se fechar a escola, ou estabelecimento al
que obtenho licenca.
CAPITULO IX.
/'-'* proftiioret pblicos.
Art. 47. A serventa do emprego de profes-
sor cathedratico ouadjunctode inslrucco pu-
blica lio vitalicia.
Art. 48. llavera tantos professores cathedra-
ticos quantas forem as aulas de todos os tres
graus de inslrucco ; e quatro adjuuctos habi-
litados naidlscIpllfUI do art. 8 para subslitui-
rem aos professores do lyceu ; un para as es-
colas elementares do municipio da cipial, e
una .niunc i para as escolas do sexo femeni-
no do inesmn municipio.
Art. 49. Sao requesilos indispensaveis para
ser professor publico em qualquer dos gru* :
1. Ser cidado brasilciro maior de 21 an-
2. Ter a precisa inslrucco provada em exa-
me publico.
3. Professar a rcllgio catholica apostlica
romana.
4. Ter bons coslumes, e nao s isso como go-
sar de boa reputaco son nota ou Tama cm
contrario.
Art 50. Os professores pblicos, salvas as
disposicoes das iels geraes, nao devero oceu-
paremprego publico, de natureza tal. que os
inhiba do cumprir com exacc.o os deveres do
magisterio.
Art. 5l. O professor de servenlia vitalicia,
qne contar 25 annosde ellecnvo exercicio, te-
r direit i d sua jubilaco com o ordenado por
CAPITULO X.
De dirtclnr feral da instrucfo publica.
Art. 26. Para dirigir e inspeccionar-a Ins-
truefo publica baver nacapital da provin-
cia um director geral nomeado pelo presi-
dente da provincia
Art. 63. Ao director geral incumbe : .
1. Inspeccionar c fiscalisar por si, c por in-
termedio dos inspectores dos circuios Ilitera-
rios, Indas as escolas publicas e particulares,
estahelecidas fura do lyceu.
2. Inspeccionara fiscalisar as .escolas do ly-
ceu por intermedio do res ecllvo director.
3. Resolver obre as infracctVs das leis e
regulamentos especiaos nstrucco publica, e
em geral sobre lodo o genero de abusos, que
se lilil mi intrniluzido no ensino publico ou
particular, propondo ao presidente da provin-
cia as medidas ndequadas a sua represso.
4. Regular a disciplina e organisar os pro-
graminas de estudos das escolas publicas ele-
mentares, approvar as das escolas particulares
c do lyceu f.isendo naquelles as alteracoes que
entender conveniente e propondo ao presl
dente da provincia as que Ihe parecerem ne-
cessirias a respelln destes.
5. Propor ao presidente da provincia com
urna exposico motivada os melhodos deen-
sino que se devain adoptar as escolas publicas
e os compendios, os quaes devou ser uni-
formes.
6. Dar aos professores das escolas elementa-
res e ao director do lyceu todas as instrueces
e esclareeiiiientos, de que carecam para o bom
desonpenlio de suas obrigacors, e decidir as
diividas e eonsteslacoes que possam oocorrer
entre os funccinnaiios que llie sao subordina
dos, levando nos casos graves sua deciso ao
presiden le da provincia que a podo reformar
7. Advertir aos seus subordinados quando
faltaron ao ciimpriinento de sois deveres.
8. Entregar todos os aunes ao presdante da
provincia, um mez. antes da reunan ordinaria
da assoinbla legislativa provincial um relato-
rio circiimstanoiado do oslado da inslrucco,
acoiupanhadn de um inappi estalislico.
9. l'ropor ao presdeme da provincia as
pessoas que Ihe parecerem doeas para o car-
go de inspectores dos crculos Iliterarios.
10. Informar sobre ludo que for conoc non-
io a inslrucco publica.
Art. 61. O director geral vencer animal-
mente a ordenado de 1:400,000 rs. c a gratili-
caco de 600,000 rs pelo cll'cclivo exercicio.
I'er para a correspondencia c mais traba llios
da directora um amanuense c archivista de
sua nomcaco com o ordenado de 600,000 r.
e que Ihe ser exclusiva e inmediatamente
subordinado
Arl. 65. O govemo fornecer a quanlia ne-
ccssiria para o expediente da directora, nao
podendo ess consignarn exceder de 200,0CO
rs. sem acto legislativo expresso O archivo da
inteiro K aquello que antes desse praso ficar j directora poder ser cstabelecdo em algiiuia
iiniinssiliilitailu de cominme no exercicio do Idas sal is do lyceu.
____-.-.______,._. _.!__'.!_ -- -....- 1 k .. fe n .Ii____.
magisterio por molestia adquirida no mesmo,
nin.i ves que tenha mais iU- 13 anuos de
servico nao inlerrompido e sem nota, poder,
em virtude de aclo legislativo, ser jubilado
com a parte do ordenado proporcional ao lem-
po que houver efectivamente servido Em De
nhum caso o jubilada accumulara o ordenado
de jubilaco quaesquer outros vcncuuenlos
dos cofres pblicos.
Art. 52. t) lempo que o adjunto nao estiver
em exercicio de alguina cadeira, ser contado
por melada para a jubilaco.
Art. 53. Se chegada a poca da jubilaco,
aquellc que liver dircito a gosar della quucr
continuara servir, e o presidente da provincia
ojulgar para isso idneo, poder ser conser-
vado no magisterio, percebendo mais a torc
parte do ordenado.
Art. 54. Os professores vitalicios perdero os
seus empregos por sentenca, que transite em
julgado no foro cominum, sendo habitualmen-
le negligentes ou iucorrigiveis no desempenho
de suas funeces.
Xrt 55. Tambem perdero os empregos por
acto motivado do presidente da provincia, e
depois de ouvido, nos seguintes casos : pi tnei-
ro, abandonando a escola por tres mozos suc-
cessivos sem licenca ou motivo justificado ; se-
sitores approvados, argir vagamente por sua
vez uin ao outro, sobre as materias da cadeira
em concurso.
Art. 37. Iiavendo porin maior numero,
dous delles se arguiro na forma do artigo an-
tecedente, lindo o que o director geral, ou-
virrdo em conferencia reservada os examina-
dores, determinar qual dos dous deve ter
preferencia; o que tiver preferencia passar
a ser arguente do lerceiro, destes o que for
preferido, depois de igual conferencia, ser
arguente do quarto; e assim por diaule at
ficar um, que tenha preferencia sobre lodos,
e ser este nomeado para a cadeira ou subs-
lituico.
CAPITULO VIH.
Arl, 19. Os exames sero pblicos e vagos.
as aulas do Lyceu sero feitos sob a presi-
dencia do director, servindo de examinado-
rea o professor da cadeira e o respectivo ad-
junto, Em todas as. mais aulas os exames ie-
quantos o exigir o numero dos candidatos.
Art. 36. Os candidatos serao examinados so-,
bre tantos pontos lirados sorte quintos se- gundo.estando condemnados por sentenca, que
gundo a materia forem necessarios para a pro- ""'" transitado cm julgado. a pena maior de
vanea de sua sufliciencia Havendo dous opo- um auno de prisao por crime individual ; ler-
ceiro, havecdo sido suspensos tres vezes por
correceo,
Arl. 56. Sero suspensos por correceo, de-
pois de ouvidus, por aclo motivado do presi-
dente da provincia, nos seguintes casos : pri-
uioirn. desidia ou omisso uo cuniprhnento de
seus deveres ; segundo, conducta inmoral ;
lerceiro, desobediencia formal s ordens do
seus superiores expedidas em raso de seu em-
prego ; quarto, falta de assiduidade.
llavera falla de assiduidade lodas as veses
que o professor se ausentar do lugar da escola
sem motivo urgente justificado, por mais de
tres dias lectivos consecutivos, ou estando no
mesmo lugar deixar de dar lices por mais de
seis dias no decurso de um mez. Eui nenhuiii
desses casos a suspenso poder exceder deuiu
mes.
Arl. 57. Durante o lempo da suspenso o
professor perder inetade do ordenado.
Art. 58. O professor, que por inais de tres
vezes em um mez sem causa justificada deixar
de dar aula, perder a parte de seus vencimeu-
tos correspondente aos dias que nouvcr fal-
lado.
Art. 59. Os professores catliedraticos do lyceu
incumbidos do cnsiuu das disciplinas designa-
das no art. 8, vencero o ordenado annuil de
1:000/ os adjuntos o de 600/
Os professores de inslrucco elementar do
priineiro gru vencero o ordenado annual de
450J as professoras o de 500jf e os professores
do segundo gru o de 600/. O professor adjun-
to das escolas do Rccife 500/ e a profussora ad-
junctaode450/.
Art. 60. Alm do ordenado fixo, os professo-
res, assim das escolas elementares como os do
lyceu, percebero a gralificaco de 5/ por cada
alumno que em exame publico se mostrar suf-
licieii teniente instruido; e outro sim, perce-
bero mais, precedendo'acto legislativo, urna
gralificaco annual que nao exceda a quarla
parte do ordenado, aquelles que por mais de
12 aonos de nao inlerrompido exercicio se hou-
verem deslinguido por seus conbecimentos
professionaea, por sua prudencia e zelo no en-
sino e por grande numero de discpulos apro-
veitados.
Art. 6l. Os professores que desmerecerem
do priineiro concello, perdero as gralilica-
eoes que cm virtude da ultima parte do artigo
precedente Ibes tiverem aido concedidas,
Das escolas particulares.
Art. 38. Para abrir-se escola particular, ou
eiisinar nella, he necessario licenca do presi-
dente da provincia.
Art. 39. Para concesso desta liccnc.i dever
o candidato apreseular :
1. Folha corrida com as condiedes exigidas
para provlmento de emprego publico.
2. A itostacn de moralidade e boa conducta,
passada pelo parocho, juiz de paz e autorida-
de policial respectiva, ou pessoas reconheci-
damente honestas.
3. Programma dos estatutos e regulamento
interno, que tiver de reger a escola.
4. Cerlido de idade, ou juslficaco que
mostr ser maior de 21 anuos.
Art. 40. As senhoras, alm dos documentos
exigidos nos tres primeros do art. prece-
dente, devero eshibir mais a cerlido de ca-
samento se forem casadas e a do bito dos ma-
ridos, se forem vluvas. No caso de nao vive-
rein em companhia dos maridos, devero a-
presentar copia da sentenca, que decretou o
divorcio.
Arl. 4l. Os directores de escolas que tive-
rem alumnos internos, situadas um quarto
de legua da matriz, ou de alguma capella, se-
ro obrigados nos domingos e dias santos le-
var missa seus pensionistas, quando nao le-
nli.io na escola oratorio em que se celebre es-
te santo sacrificio.
Art. 42. He prohibida a admissao promiscua
de alumnos de um e outro sexo na mesilla es-
cola ; e na que for de pensionistas do sexo li-
tuiniuo, por ueaLuin motivo podero morar os
Art. 66. O director geral ni sua falla ou im-
pedimentos ser substituido pelo director do
lyceu, que ncslc caso perceber a gratilicafo
do exercicio,
CAPITULO XI.
Do director do lyceu.
Ait. 67. Para o rgimen administrativo po-
licial e econmico do lyceu haver um direc-
tor uoineadu pelo presidente dapceviucia com
o ordenado de 1:000,000 rs. e/Tr gralificaco
de 200,1100 rs. para o eileclivo exercicio.
Arl. 68. Ao director do lyceu compete ins-
peccionar e fiscalisar por si as aulas respecti-
vas ; regular a disciplina, economa, e polica
do estabeleciniculo.
Art 69. Competc-lhe mais, ouvindo os res-
pectivos professores:
I. Prornr ao presidente da provincia por in-
termedio do director geral. os compendios das
aulas, as horas do esludo, e o plano do ensino.
2. Resolver opportunaincnle quaes os candi
datos que osto as circunstancias de ser ma-
triculadns em cada urna das aulas.
3. Formular os programmas dos exames ,
concursos e exercicios.
4. Quallicar os alumnos habilitados para
fazerem exames. determinar a ordena porque
estes o vimos devem ser feitos em cada una das
aulas.
5. Indicar ao presdeme da provincia, por
Intermedio do director geral, o que julgar con-
veniente para aperfelcoaro rgimen interno, o
ensino, e a disciplina doeslabelecuiento.
6. Informar ao director geral, sonpre que
for consultado, sobre o estado da Instruccfio
seu cargo, e sobre os melboramentos de
que ella for susceptlvel.
Arl. 70. Para o expediente e servico interno
do lyceu haver os seguintes empregados : um
porteiro, um bedel, e uin continuo com o or-
denado de 400,000 rs. cada um.
Art. 71 O director do lyceu, na sua falta
ou impedimento, ser substituido pelo pro-
fessor, que fr designado pelo presidente da
provincia, e que ueste caso perceber a grati
licaca do exercicio
V CAPITULO XII.
Dos inspectores dos circuios iliterarios.
Arl. 72. llavera tantos inspectores quantos
forem os circuios Iliterarios que o presidente
la provincia julgar necessario crear. Os cir-
cuios Iliterarios sero conhecidos pela sua
nuineraco.
Arl. 73. Os inspectores sao de nomeacao do
presidente da proviucia, ^ias ficain (inmedia-
tamente subordinados ao diieclor geral.
Art. 74. Incumbe aos inspectores dos circu-
ios Iliterarios : "
I. Visitar as escolas estabelecidas Tora uo
lyceu, e fiscalisar :icllas o cumprimento das
Iels, regulamentos e Instrueces respectivas.
2. Enviar ao director geral os mappas dos
professores, acompanliando-o das observaces
que Ibes parecerem convenientes.
3. l'ropor os inelhoranenlos e reformas de
que, no seu entender, nccessilaren* as esco-
las publicas subjeitas sua inspeccao.
4. Encamlnhar ao director geral, com infor-
maco sua, todas as pretendes e propostas,
e quaesquer papis ofliciaes dos professores,
que com este destino Ibes forem apreseutados.
5 l'assar aos prefessores pblicos as altes-
tacues de frequencia necessarias para poderem
receber os seus vencimentos.
6. Faicr, quando ihes fi incumbido pelo
director geral, a despea com as escolas, de
que tratam os arts. 23, 80 e 81.
7. Dar posse aos professores.
8. Admoesta-ls quando faltarem s suas
obrgaedea, devendo nos casos geraes, repre-
sentar ao director geral,
CAPITULO XIII.
Disposicoes geraes.
Art. 75. As aulas de desenlio e obstrcccia.
nao contempladas neste regulamento, sero
conservadas emquanlo, por aclo legislativo,
nao for n contraro determinado.
Art. 76. Sero guardados os provimenlos
do director, e dos aoluaes professores e subs-
titutos e empregados do lyceu, e bem assim
dos domis professores e substitutos das esco-
las de qualquer dos graus de ustrucc.io, que
se consideran! encartados nos respectivos em-
pregos Independentc de mitro aclo do go-
verno,
I Art, 77. As cadeiras de latina 'V fra do
lyceu, qiiaudo vagaron, licaro supprimidas.
Tambem o poder sor antes dsso, se o go-
verno liver occasio de cnipregar convenien-
temente os professores aoluaes dentro do mes-
mo municipio, visto que sao conservados os
seus provimentos.
Art. 78. Poder-sc-ha crear mais de nina
escola em urna parochia, quandu a sin popu-
laban fr tal que cida una possa ser frequen-
tada por mais de 50- alumnos.
Art. "9. Sonpre quefir possivcl, o local das
escolas publicas ser em edificio pertencente
fazenda publica provincial, ou em outro
especialcenle acommodado e promplificado
para este fim.
Neste caso celebrado o contrato por pessoa
autorisada pelo director geral, e approvado
pelo pre-idenle da provincia, sero os alu-
gues pagos na thesouraria provincial, sem
outra formalidade que o recibo do tenhorio
rubricado pelo inspector do respectivo circulo,
e pelo director geral.
Art 80 Nis oselas de inslrucco elementar
se fornecer aos alumnos pobres papel, per a ..
tinta o o mais que fr iiidispensavef cusa*
da fazenda provincial, a constgoacJo para
isso ser marcada polo presidente cIj provin-
cia sobre ore iinonlos rganisados animalmente
pelos professores, Informados polos inspecto-
res, c approvados pelo director geral. '
Arl. 8l. Do mesmo modo ser, fornecido
os movis e os objeelos necessarios ao ensino
e os premios. Em caso nenhun fiear cargo
dos piofossores o dispendio das quanlias for-
necidas s escolas.
Arl. 8?. Os professores das escolas elemen-
tares nao podero receber seus ordenados
sem Ittestado de frequencia passa-lo pelo ins-
pector do respectivo circulo, e rubricado pelo
director geral.
Art. 83. Os professores e empregados do ly-
ceu cobrarlo seu ordenado pelo ponto orga-
nisado e assignado pelo director.
Art. 84. Todos os professores de escolas
publicas c u particulares, subjeitas fisoalisa-
cao dos inspectores, sao obrigados a dar as
inforiiiacyes que por osles lorem exigidas,
e mappas trlmensacs e annillefoWeiis alum-
nos pela f ina que em regiilimentn tr deter-
minado sob pena delimita de 10/000 ris por
cada falla que coimnctlerem.
Arl. 85. Ouaudo nao so aprescnlirein can-
di latos siiHicioiilonienle habilitados para o
provimento vitalicio em alguma escola posta
cm concurso, o presidente da provincia, ouvi-
do o director geral, Hornear interinamente
qiioin a reja, inarcando-lhe urna gralificaco
Inferior ai ordenado lixado.
Arl. 86. S por molestia justificada podero
os professores pblicos obler llcenea com,
vencimonlo por intimo; e ainda assim nao
exceder esta ao espaco de dous mozos em
cada anno. A primeira prorogaco al igual
espato de lempo, ser com inclade do venci-
uiento, e as seguintes son venclmento algum.
. Arl 87. Al liconfas solicitadas pelos profes-
sores fra dn caso previsto no artigo ante-
cedente, s podero ser concedidas com me-
tade do venclmento, anda assim nao exce
dero ao espaco de dous inezes em cada auno.
As prorogaces de lcentas semelhantes se-
rao sem vencimonlo algmu.
Art. 88. O director geral, quando em vir-
lude de aiitoristico ou ordeni do presidente
da provincia sabir da capilar para inspeccionar
as escolas, vencer alm do seu ordenado,
una ajuda de oslo para as desposas da vla-
gem, arbitrada pe i presidente da provincia
sob informacao do Inspector da thesouraria
provincial.
Ait. 89. As escolas particulares que no de-
curso de um auno chogarom .a reunir 50 ou
mais alumnos de ba frequencia e nolavel
aproveilamento podero ser gratificado! no
lini desse anuo, polo governo da provincia
com urna quanlia que nao exced '200/000
ris,
Art. 90. Vigorara a respeito das professoras
de meninas lodas as disposifes relativas aos
professores, que Ibes forem applicaveis.
Art. 91. A execufo dos arls. II e 50 ni
parle em que alterno o ordenado dos professo-
res qur talhedraticos, qur adjuntos, c o
preco das matriculas, lica dependente de aclo
legislativo provincial, devendo at ento ser
esta materia regulada pelas disposicoes legis-
lativas em vigor.
Art. 92. Em rcgulsinenln especial so desig-
naro quaes as cadeiras do lyceu que incumbe
a cnla adjunto substituir, o se dispor o inais
que conveniente fr para rcgularidade e polica
das escolas.
Art. 93. Sendo ratuito e to importante
quanto penoso o servito prestado pelos inspec-
tores dos circuios iliterarios, o presidente da
provincia dever ter em muia consideraco
os que mais se disliugiiirem no desempenho
de suas funeces, j para preferi-los em igual-
dade de circunstancias, quando aspirem a
algum emprego publico da provincia, j para
reoninnienda-!o ao governo imperial como cl-
dados dignos de romineracdes honorficas.
Art. 04. Ficain revngadas todas as disposl-
ces em contrario.
Palacio do governo de Pernalnbuco, 12 de
na ni de loi.
Jos Ildefonso de Souxa Ramos.
INTERIOR.
C.OitRESI'ONDENCU DO DIARIO DE PEK-
NAMBUCO.
Para, 27 di abril de 1851.
Dco-sc comet) a imprtame obra da desobs-
truecan e estacada das vallas, que recebon as
aguas dos terrenos baixos, que se esteudem por
um lado desta capital. Pelo seu pessimo esta-
do punco aquellas serviam a este fim.e tuiham-
so lomado outros tantos focos de infeceo, sen-
do de ccrlo a inais forle causa de insalubrida-
de que tinhamus. Feita a obra como val, e aug-
mentado o numero das vallas, para qne todo;


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rsses terrenos paludozoi sciaui cortarlos rm
differcnles sentido, terSo as agoa ptompt >
esgoto, e conscguintementesr tornir5iiu|quel-
Jes enxutoa e aprovcitavcls. He 1raltalb>> ficil e dispendioso, mas pela sua aHi iitipnr-
tancia, lobreiudo quanto n saude pTiblica, lle-
ve s.i, a as obras euiprelicudidas pelo anual presidente
he incontcstavelmentc a de maior ntilidadc
publica.
Fol concluido o canal c comporta as imme-
diacScs do arsenal de marinlia, cujo lim he dar
franca sabida as agoas das dilas vallas, e evitar
a entrada das do rio as occasides de mares al-
tas, que allagav un os terrenos baixos c arija-
centcs.
Ali'm da doca que se est conslrutndo de
fronte do largo de Palacio, para abrigo das rm-
Jjarcacoes de commcrcio, conlratou o presiden
te o abertura de oulra de menores proporfdes
no lugar Igarap do reducto em uina das
extremidades dacidade com o cidadSo Antonio
Jos de Miranda, queieobrigou a da-la promp
ta no praso de t2 mezea.
Apparcceu, ha das, niorto a Tacadas em sua
' proprla casa um individuo casado. Apezar de
dizer a mulber que Cora un suicidio, a polica
a prendeu, e mais a um sujeilo que dormir na
inesmacasa nestanoite, por coiisentimcuto do
filiado. Pareee-nos que a polieia obrou bem,
porque circumstancias concorrem que fasem
suspeilar ter sido um assassinato. Talve que
as investigaces a que se est procedeudo dts-
cortinein a verdede.
Cear, 8 de maio de iS5l,
lie boje o dia da abertura da nossa asscmbla
geral, leos queira tfiie ella laca ao llrasil o
bem de que necessita : (Ululada por um go-
yerno illnslrado, bem intencionado e enrgico,
como se tem mostrado o gabinete actual, de-
ven todos esperar que assim acontec : ja o
anno passado ella dotott o pala de muitas me-
didas iilels, c nao sendo possivel que tildo se
faca de una ves. sobre ludo attendendo-se as
dilKculdades, tanto internas, como externas,
eoinquetem luctado .....> cumpreque as
cmaras eompletem sua obra na sessu, que
hoje coineca; e parecendo-me que una das
xniiis urgentes necessidade quesete o paiz, he
adeuma le, que regule a liberdade de im-
piensa e d a honra do funecionario publico e
de qualquer cidado alguma garanta e a livre
de ser com tanta facilidade lisiiada por escrp-
tores sem consciencia, que se alimenlaiii com
abocanhar todos os seus desaflectos, sema me-
nor responsiliilidade, como at hoje ten infe-
lizmente acontecido, sirvo-me por esta vezdcs-
se prembulo smente para fazer votos pela
reallsaco de uina tsl medida, j ha limito re-
clamada por todos os horneas de senso.
Feito assim o proemio da iniulia carta de bo-
je passemos as noticias de ininlia proviucia,
'jue he sobre ludo o lim, a que me lenlio pro-
posto. Correu o mez de abril com invern re-
gular para todo litoral da provincia, masoniro
tanto uo aconteceu para o serto, d'ondc iam
chegando, a esta cidade muitas cartas fatendo
inui'.os clamores por causa da secca, que como
abe, he o pcsadello dos Cearenses quaudo
por ultimo teeni chegailo noticias de Aacercm
recomeca/Zo atehuvat no interior.
Quinto ao mais o Sr, abril nao fo abundan-
te em novidades: o porm bstanle monto-
no para esta cidade, porquanlo estando ella no
habito desde Janeiro desle anuo de liaver todos
osmezes um baile dado por una sociedade de-
nominada -- Familiar recreativa e instituida
para recreio das familias dos socios, passou-sc
o mez de abril sem esse iuteressanle entreleiii
ment, crelo que por ser teuipo quaresmal e
entenderemos directores da mesiua sociedade,
Jue essa pocha em que se representan! os sof-
rimeutos porque passou o salvador du genero
humano, era mais propria para a oraco eos
diversos gneros de devocao, do que para dis-
traerles dessa ordein j couoordo cont ilio mas
agora queja todos os devotos devem ter satis-
feito os seus deveres religiosos, vinliam os bai-
Jei e os domis recreios, pois sem elle be o
Orar uina cidade pouco devenida, e leva-se
vida triste e pachorrenta; os seus arrebaldes
oil'erecem pouca disti aceito, e os lugares de
passeio mais aprasivel, como Mecejana, Marau-
guapc, etc., licaui em dislaucia de lies a seis
legoas, e quejada urna jornada bastante cula-
donha, que mal por mal se pdi supporlar
lempo de festa. Alen do baile inensal, lain-
i'fiii temos um theatrinho particular chamado
Tlialiense, o qual lie sustentado por una uu-
tra igual sociedade, e costuina ordinaria ineiue
dar urna recita por mei. Ed'aquija ve Vuic.
que o Cear uo he unta ierra grosseira e ini-
lniga da bom gosto, como me diiem que injus-
tamente se acredita as provincias do sul, e
tanto mais assim nao he, quanto llie posso as-.
everar que esse tal ou qual gost I, que j lia
na capital est mullo defundidu pelas cidades
e villas do iuterior.
J que em urna de minlias c u la; anteriores
llie par 111 i pe que o chefe de polica tinha sido
mandado pilo presidente da proviucia comar-
ca de liihainuns a tomar conhcciiiicnto dos Cri-
mea, que de longa data sao all comineliidos
impunemente, devo igualmente couiiiiunicar-
lheque o Sr. l)r. Damingos deseiupcnhou esta
coiumisso mui silisfacioriaincnie, processau-
do* aos criminosos, contra queui pude adiar
prova lornecida por testeiU' nlias nao suspeitas,
edamcllior posico t-a vida de Sau-Jojo do
Principe, cabeca daquella comarca, c pondo
en liberdade aquelle* que o coiiiiuaudaiite do
destacamento j liulia preudido como indicia-
dos euicriinrs, e contra osqnais nao apparecc-
ram provas. Dado este grande pissu, pelo
qual mnstrou o Sr. Silveira da Molla, presiden-
te da provincia, que aquella comarca nao deve
continuar a ser um caulao ind, pendente, como
d'anles era chamada, s resta, para tornar o
luhamuiis una trra perfeilamenle habitavel,
queogoverno provincial continu a exercer
contra os pronunciados, que ainda nao eslo
presos a mesiiia aelividade, que tem exercido
contra os que j se acham em poder da juslica,
atim de que nao lique iuutilisado o trabadlo do
Sr. Dr. Doiningues.
pnmbn sem asa, contra os Portuguezes, accon-
teoeu que viesse elle a ser victima de uin dos
seus pombos sem aza. Basta por esta vez.
T1UBUNAL DOJURY.
SESSAO OnniNAniA.F.M 12 DE MAIO DK t85l.
Presidencia do Sr. Dr. Manotl Cltmenlino
Carndro da Canfn.
As onze horas da inanhaa, feita a chamada,
achando-se presentes 38 senbores jurados.
O Sr. Premenle abre a sessao.
Procede-seaosorteiodo conselho, que tem
dejulgar ao reo liento I.ulz Alvos Vianna, ac-
cusado pelo crime de ollensas phislcas. Sa-
bem sorteados os seguintes senhoresi Fran-
cisco de Paula Gonvalves da Silva, Antonio Ber-
nardo Quinteiro, Jos Moreira de Mendonca,
los AntonioPcreira da Rocha, Ignacio Fran-
cisco da Silva, Joo Itodrigues da Silva, Jos
Joaquim Antunes.Joaquin Antonio dcMoraes.
Ah ,nm Simplicio de Barros, Antonio Rodri-
gues da Silva, Manoel Antonio da Costa e Silva
i' Minotl Antonio de Jezus Jnior.
Prestado o juramento do estilo o Sr. presi-
dente, passa a faier ao reo o seguinte
INTEHR0GATOR10.
Juii : Como se chama ?
Uto : liento Luir. Alves Yianna.
Juii : Que idadu ten ?
lira : 25 aunos, puuco mais ou menos.
Jiu's i Sabe lr e cscrever ?
fleo : Nao, enhor.
Jui: : Sabe a rasan porque foi process.vlo?
lto : Sou aecusado por un processo feito
contra niini pelo subdelegado do recife.
jui : Porque rasao llie forinaram esse pro-
cesso ?
Um : Por cu ter sido cspancalo por Ma-
noel Tertuliano dos Res, desde a ruada Guia
at a Senzalla Vclha.
J'iir : Quero o prenden ?
Re : A palmilla de guarda nacional, que
tambem prendeu a Manoel Tertuliano e a sen
conipaiihciro Jos Antonio.
Juii : Eslava em lula quando foi preso?
fo : Sim, senhor.
Juis : Porque raso era essa lula ?
Rea : Nao sei.
Juii: Para onde foram levados ?
Reo : Para casa do subdelegado.
Juir. : E os outros dous foram sollos ?
/.'. : l u foi solt logo e o outro dahi
dous das.
Juii : Ferio ao Tertuliano ?
Reo : -Nao sei.
Jui: : E defendeu-se do ataque ?
Reo 0 que eu fazia era correr delles.
Jui: : Nao allribue essa aggressao a algum
motivo ?
Rio : Nao sei.
I.idas as pef.is do processo e lindas as alle-
ga^ircs pro c contra o reo,
t) ir. Prfiiienie : Pal o relatorio da causa e
entrega ao conselho os seguintes
QUIZI IOS.
1. O reo Henlo Lull Alves Yianna, praticou
o facto de ferir a Manoel Tertuliano dos Reis ?
2. O reo coinmeileu o mencionado faci com
a circiinislancia aggravante da uoite ?
O reo commetteu o mencionado faci, com a
circuuistaiicia aggravante de ter sido praticado
o delicio em lugar crino ?
4. Existe contra o reo a clreiinistancia ag-
gravante de ter coniniellido o crime com su-
perioildade em armas c em fui-fas ?
5. Rtlitein circumstancias altcuuantes a fa-
vor do reo ?
O jury retirando-sc sala das conferencias,
volta uina hora ilepois, respondendo, quanto
ao primeiro quisilo fin por 9 votos ; riuanlo ao
segundo sim por 9 votos ; quanto ao terceiro
nao por iinaninidade qiianlo ao quarto nu
por unaniiiiilade, e quaulo ao quinto um por
unaiiiiiiidade : o jury eiileinleii que o reo
tinha commeltiilo o crime em defeza de sua
pessua.
O Sr. Presidente : (onforinando-sc com a
|i. i .i i do jury, cmideiuna o reo a um mez de
prizao, grau miiiiino do ait. 201 do cdigo
penal.
I.cvanta-sc a sessao as 'l horas da tarde.
Dllti HE PEHNiSBllilO.
BICIFE, 13 DE MAIO DE IH jl.
Qiiem, tendo un coracao patritico, presen-
ciou com horror os aconleciiiniil is deploraveis
que tireraiu lugar entre mis em os anuos de
i8l? e 1824, e observo! cmii dor o estado de
torpor e inauicfio em que licou esta provincia
por milito lempo depois, nao pode deixar de ex-
ultar de prazir, vendo-a hoje lio cheia de vid.:,
nao obstante seren apenas pastados pouco
in.ii-.ili- dous anuos que as ruis de sua bella
capital seviraiu juncadas de cadveres, nao de
estrangeiros que livessein viudo aggrcdir-nos
de fra, mas de irinSo que anciusos esforfa-
vain-se por derramar o sangue de outros ir-
maos cegos que uo viaiu que, assim obrando.
r,i- iv un nseio de sua ini loiniuuin, em vez
d: apreseutarem aos olhos della o quadro l-
came da uniSo domestica I
N.io foi smenle aqui na cidaile do Recife i|Ue
governar os homens ; por isso quando vemos
um .individuo sacrificar seu repouso e suas
onveniencias para encarregar se de promo-
ver o bem de seus concidadaos, goveruanao-
os de conformtdade com as lela do pali, nao
podemos delxar de rcncler-llie nossas sinceras
liomcnagens. ^^^^
Pelo vapor /rnnmlnirana, que hoje ontrou
dos portos do norte, recebemos a carta do nos-
so correspondente do Para e um numero do
Tre di Mu. de 26 do passado, do Maranhao
um numero do Porto /'roneo de 28 e outro do
Vronrtno de 29 do niesmotuet, e masalgumas
gazetas ; do Cear a caria do nosso correspon-
dente e um numero do Pedro II de i do cor-
^O Para acha-se finalmente livre da falal epi-
demia, que tanto nos tem desolado, sendo Melf
gaco o nico lugar da provincia onde ella pare-
ce nao estar ainda de todo cxtincla. O seu
commcrcio val-se lomando cada dia mais pros-
pero, e .segundo nfoiiiiacocs colindas do Pti-
blicador l'araense pela redaccao do Porto Fran-
co, continuavan a abluir pan o seu porto inul-
tas cmbai-cacoes, uo havendo j carga bastan-
te para atisfaier a todas ellas con a devida
promptidao Em conseqnencia porein desle
estado do mercado paraense a familia, o caf,
o assucar, o azeite, o inilho e o arroz experi-
mentavam uina alca consideraderavel nos pre-
cos, com a qual uiuito sollna a pobreza.
O Tren de Mniorcf.re pela maueira seguinte
as particularidades relativas amorte do indi-
viduo, de que falla o nosso correspondente en
sua mencionad carta.
Aoamaiilieccr do dia2.foiencontradoinor-
lo comGTacadas o infeliz Sr. Manoel de Piua de
Maccdo.proprictario e fizendeiro de garlos na
ilha de Maraj. jazendo em a sua rede, no sen
pioprio quarto, na casa de sua residencia em a
ra do Norte ucsti capital. Lina das rendas era
no estomago,as onlrasciucosobre o peilo quasi
em grupo ; tres ou quatro dellas eram pene-
trantes e nini lacs de necesssidade. Varias leu
sido as versoes, que tem corrido nesles dias
sobre este fatal successo ; noeiilanto a opiao
mais correnlc be de altribuir esla desgrana ao
ell'eitodealionaco mental, em consequencia
de prejuizos e desgostos, que ha lempos mina
vam o moral daquelle iofeli pal de familia.
O instrumento do crime adiado dentro da re-
de era urna faca estrella em furnia de punhal,
pertencenle a um tal Domingos, morador da
ilha da Maraj, cu amigo anligo, c nesta oc-
casio sen hospede, o qnal Jormio no inesnio
quarto, e foi rpieui den pelo triste aconleci-
niento, chamando pela familia.=A polica cn-
carregou-se de lomar conhecimento do faci
criniinoso, e inmediatamente inandou reco-
llier a cadeia publica o dito hospede, a inu-
Iher e os esciavos do niorto.
A proposito lembraieuins aqui alguinas
coincidencias ecircumstancias notaveis, e dig-
nas de reparo.
. A casa, em que liabilava o fallecido Pina
na ra do Noite, lie aquella niesina, aonde em
o anno de t817 aos 10 de abril foiassassinado
brbaramente o nosso velho amigo Jos Mon-
teiro de S e Albiiquerque, marchante de ga-
dos, coi......ia larga lacada sobre o ventre, e
qual logo sueciunbio, (ieando entao como ago-
ra, o instrumento mortfero aos ps do assassi-J
nado lie a inesina casa, aonde oito annos an-^
tes, isto he em 1843, se enforcou uin escravo,
segundo n s consta, lo dito albuquerque; e
aonde tambem annos antes foi acbada asfixiada
debaixo de roupas uina innocente crian;a. Pa-
rece que o genio do mal, ou uiellior do crime
adeja dentro dos muros desla fatdica e medo-
nlia casa.
oE quein sabe de quautos horrores mais nao
lera sido tcsteinuivlia esta veUia habitaco, dos
quaes nao lenba feito mencao nuil a historia
dos crimes, era a memoria humana??11
Sem sermos supersticiosos s aiiialdicoamos
essa casa cndemolilnbada e cneiguiiiena, aonde
le quatro em quatro anno> ae tolla o espirito
da inorte para beber o sangue da misera liu-
maiiidsde.*
Sr. Dr. flfonso Arthur de Alineida Albu-
uerque, juizde direito da primeira vara cri-
ne da capital, ach-sc no servico interino do
lugar de chefe de polica, por ter seguido para
a corle o Sr. Or. Jos Pimenta de Magalhcs
deputado geral.
No Mariiliao prncedeu-sc no dia 27 do pas-
sado aelelco rfos eleitores, que lio de func-
cionar na de uui senador, que tem de dar a
provincia. Diz o Progreiio que as inaliizes da
capital esliveram desertas, nao havendo em
cada una dellas mais de vinte e tantas pessoas.
quasi toilas de casaca, e que a oppos9ao aban-
douou por mutuo accordo o campo eleloral.
Sr. descmbargaJor Jos Marlani, que se
aprsenla como um dos candidatos a senatoria,
tem solliido a mais crua guerra de alguns li-
Ihos da iiuprensa, e especialuieule do Jornil
Cu .rifare.
Cnuiinua a lavrar a epidemia na capital da
provincia, e alguns j a denominan febre
aman lia.
Uo Cear nada temos a diter.
vacile proprio denunciando as fraudes e
ratelas crin, que a foreiori ten querido faier
crer, que Sr. J. Cario, fora o nelo Rio Grande do Norle poli que, ao passo
,ue por bom modo conressa o escandaloso
nrocedimento do Sr. Domingos llenrlqes, nao
coiou de contradizer-se miseravelmenle trans-
crevendo as paginas da Imprenta a acta ln-
leiramenle falsa de urna "Ppo,'Vp2rat*' e,
pelo mesino Domingos asilgnada! Cuf non t
pudor, or6i rlominatur !
Nao menos falsas e calumniosas sao as as-
sercries, que inda se notam na referida 'P"n-
a, que sao sen conta as deinlsacs, osproces-
sos e as aposentadoras que yao tendo ugar
naquella provincia contra os hberaes ? Imfo-
inefalsidade! Apenas fora aposenladr^! '""
pector da ihesourarla provincial e lsso por-
que manietado o Sr. presidente com lela pro-
viuciae., que estabclccem vitaliciedade nos
empregos da secretaria do governo, .tbesoura-
ria provincial, corpo policial, etc., reconhe-
ceu a necessidade qnehavia de prevalecer-se
do recurso da aposentadnria ( nico, que as
iiiesmas Ihe concedeu ) para desviar da frente
daquella rcpartlcao esse einpregado, que era
vez de zelar e bem arrecadar as rendas da
provincia, em grande parle concorria para que
ellas se delspidassein. E pois serla mais de-
coroso ao correspondente, se, en vez de sen-
surar esse acto, alias de summa justica e in-
teresse para a provincia lamentasse que conti-
nuem ser oneradosos miseros cofres daquel,
la provincia com a aposeniaporia, ou sinecura
concedida ao Sr. Joo Carlos Wanderley, por
urna anli-conililucional resoluco da assem-
bla provincial, que o aposenlou com pingue
ordenado uo carcter de secretario da pres-
deucia, do qual j havia sido destituido pelo
i:o >miilo.iili*.
RIO GRANDE DO NORTE.
No podemos consentir sangue fro o modo
desleal, porque a Imprenta n. 91 de 30 de abril,
do invectivar a ju-
Jos Joa-
ovincia sob
o genio do nial dividi os Pernambucanos em no ;aX^0 CD111o se.npre, do inveeliv
dous campos, in.migos rancorosos lint do ou- j o|d ,dmiB|,iracgo do Exin. Sr. Dr.
tro hu Iguar.issu, l,o.ana, NazareUi, Bonilo, uillldaCunha, descreve aquella prou...
Itrcjo, Pajau, em su......a, en. todas as comar- iomMo ,u, m;,ores perseguies, exercidas
cas da provincia laubem se senurain oseslra-| n9 Uberaes d'al. ; subindo de ponto o
gos da guerra civil, guerra, sem contradican, i (|(,s|. U)
mullo mais destructiva c Tunesta do ipie a es- Li v ,0
traugeira; porquanlo quebrando lodos Olla- ,0doiiObr
fos. anda os mais sagrados, que ligamos ll-|' ftf| d maldUlHe, asseveran-
ll.os de nina ...csina patria, fazendo desop- 00, por ord,.m de S. Exe., fura escalada ma-
parecer d entre elles a contianca. paralysa o ^ a da casadoex-presidente da ca-
coinmercio, desanima a iunuslria, empece as
ailes, e linalmcme secca todas as fon tes da ri-
queza e prosperidade publicas.
E a quem he divido o estado lisongeiro en
to Poro, conversando em sua porta, um uegro
usado aproximou-sedille edeu-llie uina Ujo-
lada na testa, ondefez-Ihe urna brecha deduas
aijuelle que uo rcconliecesse de boa vonlade
que um tal estado he sobreludo devido ad-
ministrarn sabia c justiceira do actual presi-
dente, o Exm. Sr. Jos Ildefonso de Souza
polegadas, pouco mais ou menos: o criminoso
rvadio-se e nao sendo de neuliuiii couheeido. Hamos)
Sim.S. Exc, collocando-se acuna dos parli-
a pobre ricliina tem vacillado entre mil duvi
das, stin saber a quem altribua aquelle mal,
vislo que sao tantos os que leein sullrido no
pelourinho de seu peridico, que uo sabe elle
dos, como entendemos que deve fazer lodo o
presidente que |pr4aa sua dignidaJe. tein-se
esfor(ado, quaulo Ihe he possivel, por acalmar
os nimos irritados dos mcsuios, adiuinislrau-
iindu-o que sesustenla pela condescendencia
do governo e da polica, fora de todas as coudi-
Ce legaes : em lugar de Ihe servir de primei-
ro respousavel o impressor na turma do nosso
cdigo, o seu redactor iuvenlou um meio de
illudir a lei, e aprsenla como seu impressor
o nouie de um individuo, que mora longe des-
ta cidade, de modo que ha sempre a maior dif-
ticuldade em chamar a juiso aquelle peridica
por se nao'ter al o presente adiado um s in-
dividuo que tome a rispousabilidadc de seus
arligos, enlre lanos otfendidos, queja o tem
tem sabido conquistar as sympalhias de toda
a populacao, a qual agradecida por ver cica-
trizadas em to curto espaco de lempo as cha-
gas cancerosas que Ihe deixaram os aconteci-
ineiitos. de 1848 < MV.i, bruidiz sua sabia ad-
iiiinislra(o, e lainbem o governo que lliecu-
viou to jnecioso prsenle.
i-.i-ni sabemos que, publicando estas nossas
observaces, vamos ollender a modestia do
Exm. Sr. Souia Hunos ; mas esperamos que S.
Exc nosdesculpar, allendendo a que, seudo
nosso coslume tallar, uina ou outra vi/., das ad-
preteudido responsabilizar. Ao padre Vlrdei-1 ministrajes provinciaes, quando asjulgaiuos
xa se poderia lazer applicaco dai|uella regra 'digna* de eucomios, uo podiamos deixar de
<|ue dizque quem planta ventos, colhe tem- aveulurar algumas palavras a seu respeilo, pa-
pesladesi pois que leudo elle sido uin daqurl- ra que o nosso sllenci-i nao l'osse iulerpreado
Icsque em seu peridico multo applaudio o de uina maueira contraria ao que aeiiiiuios.
que ahi escreviam cerlos peridicos, que acn- ] Somos do numero daquelles que consuleru
selbarain o uso da pedia, a que chaniavatu'como bstame dilucil e onerosa a trela de
Os processos, porm, de que elle folla, so em
sua meule fecunda tem tido existencia, b em
verdade, no tem sido elle o mesmo que com
iirual deforcamento se nao peijou de asseverar
liberdade; nao sendo jamis capas de nomea-
damenle declarar qual o processo nue por ven-
tura se tivesse intentado contra eleiloresf un .
sim! Uns choran) porque apanham, outros
noraue Ibes nao dao '.
Se o Exm. Sr. Dr. Cunha, nimiamente mode-
rado, como he, j livesse activado as compe-
tentes autoridades, para que procedessein cri-
minalmente contra os assassinos da inorte dos
soldados, em Golannnha. contra os do inlelli
Mando em San Goncalo, contra os roubadores
das 3G> saccas de farinhas, remeltidas da corte
para os miseros indigentes, etc., etc.cerlo nao
leria sido alvo da calumnia e insolencia, com
que Ihe atlrbue; actos cintcuces.que seuca-
raclei justceiro. honesto eiinparcial, imperio-
samente repelle! E quem assim escreve pre-
tndela ser acreditado?.
Quanto nos, s acharaos urna explieacao pa-
ra tanta abjeccao : he o frenes e a colera, de
que se acham possuidos os sulistas que
enfurecidos por j nopoderem exercer crueis
vingancas contra seus inimigos polilicos, pois
que em um presidente juslo e amante da lei,
e em un chefe de polica imparcial, e de uina
reputaco segura, acham hoje paradeiro inven-
civel s suas ferocidades, entendern, que
laucar sobre seus adversarios todos os crimes
e iniquidades, que os caracterisam, he o meio
que Ihes resta para saciar os odios e paixes,
de que seus coraces vivein cheios !
Desengauem-se, porm, que suas atrpzes
calumnias jamis poderao ser a espresso da
verdade, e liquem cestos, de que com laes ar-
mas jamis conseguirn deprimir a illuslrada
e benfica aduiinislraco do Evui. Sr. Cunha,
que na gerencia dos negocios pblicos tem des-
envolvido Ulll liuo administrativo nao vulgar.
Correspondencia.
sclho de lalubridade e espero que as delermt-
naeoes da lllm. ca.mara nao sejam ludlbrladas
na praUca, para exemplo, e repressao de im-
postores e charlataes. Sou de Vm. vcnranr
obligado. Manoel Elias d Moitra.
Boa-Vista 8 de malo de 1851. p
Em virlude da petlco supra, cerllUco que
o parecer e ordein da cmara pedidos por cer-
lldosaodds theores seguintes : examinando-
se ainda mesmo superlicialmen|n-o-titulo em
que se estriba Jos da Rocha Prannos, para
praticar nesta cidade a arle pharmaceutica ; e
confrontndo-o com as dlsposleef legislatali-
vas, que consagra tal dirello.claramente se rt-
conhece: queao referido Prannos totalmen-
te falta fundamento legal para exercer a men-
cionada arte, e que a tolerancia harlda a seu
respeito constltue um abuso que deve ser re-
primido; porquanlo anda quando verdadeira
eaulhentica fora a certldao apresenlada pelo
dito Prannos, extrahlda dos livros do registro
da cmara municipal da villa de Jaguarlpe,
ella por si s nao constltue um titulo legitimo
para eslabelecer botica, pois que tal vlrtude
s pode ser attrlbuida a carta de conHrmaco
conferida por superior autoridade, como na
referida certldao se especifica. E auppondo-
se como se deve suppor descorrendo-se sempre
na hypothese de authentieldade da certidao
que a necessaria carta de conflrmacao nSo fora
concedida at a promulgacao da lei de d de
outubro de 1832; he manifest em rigor de
direito, que o mencionado Paranhos licou In-
teiramente sujeito as condlcOes estabelccldas
na primeira parte do artigo 13 da le citada,
pelas quaes sem ttulo conferido av aqprovado jw-
Int (aeuldadet ( d mdieina) do Vras, ninoum
podrr eurar, tir botica ou parlejar. Ora, tai ti-
tulo conferido pelas foculdades nao, foi por elle
exhib 1o. assim como nao o fol tao pouco a
carta de conflrmacao : logo a conlinuaajio de
tal abuso nao pode ser pelas autoridade aon-
sentida sem manifesta vlolacao da le. Esta
simples aualyse he bastante para convencer da
incompetencia com que Jos da Rocha Paranhos
tem nesla cidade urna botica abertae eierce a,
arte pharmaceutica ; releva porm obaervar
que a clrcumstancia de se nao achar legitima-
da a certldao da cmara da villa de Jaguarlpe,
mais que multo releva o mysterio tenebroso,
em que se acha involvldo lodo o negocio em
queslo ; mysterio que altamente depde con-
tra a validade de authentieldade de tal titulo,
que anda quando verdadelro fosse, nao era
bastante para autorlsar o exerelelo da arle de
pharmacia como Oca ponderado. EinBm,
quando a lei eslabeleceu condifOes tao severas
para o exercicio de tal direito ; quando todos
reconhecem os perlgos que corre a ssude pu-
blica pelos ardlz da impostura ou do charlata-
nismo como admitlir que com uina simples
certidao da cmara de Jaxuaripe possa um des-
conhecido vir aqui eslabelecer uina botica.^ e
exercer a arle de boticario? Em conclusao,
emquauto Jos da Rocha Paranhos nao apre-
sentara esta cmara a necessaria carta de cun-
iirmaco anterior a 3 de outubro de ISJ2, ou
o titulo conferido pelas foculdades do imperio,
depcs da poca citada, deve ser considerada
inhbil para ler botica aberta nesta cidade.
Abril i\ de 1851 Rarros. Carniiro Montetco'.
A cmara municipal manda remetiera V,
Me. o parecer por copia incluso, que approv- s.
rapara que de accordo con o advogado trate
de proceder contra Jos da Rocha Paranhos,
como for de le, por estar exercendo a arte de
pharmacia sem titulo legal, como se evidencia
do mesmo parecer.
Paco da cmara municipal do Recife,Vm
28 de abril de l85l. Prancitco ilamede diAl-
meida. pro-presidenle. Afnnosl ftrrtira Ac-
cioli, secretario interino. Joror Vctor F en ei-
r Lopet. procurador da cmara.
E nada mais se contiuha em dito parecer,
e ordetn da cmara que me reporto. Pa-
co da cmara uiuuicipal do Recife, em 2 de
maio de 1851, escrevl e asslgnel. Km f de de
verdade. O secretarlo Interino,
Manoel Ftrrtira Aceioti.
niara municipal, alim de Ihe seren extorqui-
das as autenticas da eleifio! Nao se pude em
verdade levar mais louge o descaro e a Impu-
dencia ___
l'orqiiarffirrse bem que,com effelto sedesse o
fado, alias justo e legal, de haver sido vareja-
da a casa de Domingos Hcnriques de Oliveira,
ex-presldenleda cmara, para o lim de ser a-
prehendido o archivo da mesiiia, por elle fur-
tivamente subtrahido, nao fora lodavia essa
diligencia procedida por ordein de S. Exc. e
sim da autoridade judiciaria ; nao sendo de-
ntis acoinpaiiliada da clrcumstancia ;de haver
sido a porta escalada machado, como alevo-
samente ailirnia o ai tiguisia E, se assim ti-
vesse succedido, nao leria por ventura proce-
dido legaluienle a autoridade, quando, investi-
gando um faci altamente criminoso, seu au-
tor, surdo voz da jusilla, se negasse abril a
porta, recelando por sem duvida a adiada do
precioso objeeto, que Ihe servirla de corpo de
delicio? K, pois, nao seria mais consenlauco
com a verdade que o arliguista da Imprenta,
em vei de enroupar os fados succedidos na-
quella provincia com os atavos da exagera-
do, abalauraiido-se allirniar cousas que no
passam de iniseraveis calumnias contra o illus-
trado cjusliceiro presidente Cunha, discesse
antes, que o Sr. Domingos llenriques suspenso
das lunccoes de vereador, en virtude de de-
nuncia da proinotoria, nao receira allruiitar o
rigor das leis, praticaodo o acto criminoso, e
eminentemente iiniiinral, de roubar o archivo
Depois da correspondencia do Sr. Manoel
Joaquim da Silva Figueiredo, publicado uo
Diario de honlein faltou o seguinte ;
lie verdade o exposlo pelo Sr. Manoel Joa-
quim da Silva Figueiredo. Recife, era supra.
Manoel HuarqueM. Lima.
(Eslava reconhecido.)
Srt redactores. Tendo exposlo ao pu-
blico os motivos que me levaran aconteslar
a legilimilade con que o Sr, Jos da Rocha Pa-
ranhos exerca n'esta cidade aproiisso de bo-
ticario ; leudo procurado lanfar para longe
de inim a pecha de caliniador con que o mes-
mo Sr. Paranhos usullou-nie peraule o conse-
lho militar, insulto que repetiu cu suas cor-
respondencias, tazendo-o acouipanhar de ou-
tros inulto-, ; tendo feito publicar uas colum-
nas d'estc Diario o requerimenlo que li/ a
lllm. cmara municipal, pedindo houvesse de
lomar conhecimenlo da contradigo manifesta
entre os documentos extrahidos do archivo da
mesilla cmara, e os com que pretenda acober-
tase o Sr. Paranhos;cumpre que agora infor-
me ao publico, qual fot o resultado das pes-
quisas da cmara, fazeudo Inserir no seu con-
ceituado Diario nao s o parecer da comniis-
so noineada para inquirir do negocio, eomo
a aprova;ao desse mesmo parecer. Creio que
d'esla maueira teuho dado a mais completa
salisfocao de meu comporlamento, e provado
que nao sou caluniador.
Aproveito a occasio para dizer em resposla
a una ultima correspondencia do Sr. Para-
nhos, inserta nesle mesmo Diario u. 94 de 25
do prximo passado mci de abril, que nao
fui cu quemo provocou, e que se dei os pas-
aos de que elle se qucixa foi pela aperlada
circumstancias em que elle mesmo niecollo-
coii, chamando-me caluniador cm um lugar
publico. Nunca uve o intento de tirar ao
Sr. Paranhos o seu meio de vida, e nem o
desapareciuienlo de sua botica pode inlluir
uo, .ugmeuto de mcus iuteresses, mais o Sr
Paranhos devia saber, que con quanto seja
licito a qual quer cidado usar de qualquer
industria, que por enlenderem com o bem pu-
blico, eslo sujetasa cena luspec^ao, ea cer-
tas condiccs, sendo uina destas a profico
pharmaceutica para cujo exercicio se exigen
certas garantas; e por tamo, se nao eslava
i.io legtimamente habilitado, se o seu Ululo
soffi-ia graves presunces que o poderiam in-
formar, ilma i o Sr. Paranlios altender para
a sua falsa posieo. Nao eutrarei na queslo
de direito que quer suscitar o Sr. Paranhos,
porque o ponto cardial da queslo sao os t-
tulos com que se elles diz boticario, ttulos
que ou tomados obsolutauente ou tomados
relativamente, sao a olhos vistos cnsubsislen-
tes.
Nao esperdicarei a occesio para dirigir
tambem duas palavras au Sr. imparcial do
Echo Pernambucano; por quaulo se a impar-
cialidade o aninasse, e nao a mais decidida e
cega parcialidade pelo_ Sr. Paranhos, o i"r.
correspondente se limitara a conselhar o seu
amigo para proceder de oulra maneira, acau-
telndose de proferir juiso sem perfeito co-
nhecimento de causa; e uirei mais ao mes-
mo Sr. imparcial, que o Sr. la-uto l.uit de Car-
valho, aua lema recelar vislo como o seu ti-
tulo nao se acha civado dos defeilos que se
ostciito no do Sr. Paranhos, nao he titulo con-
da cmara e mais papis conceriientes eiei. I dicioual, uo lie titulo por copia; mais he
Cao I : Mas, qual 1 .*"e o correspondente da
jinprenia, no einpenbo de descubrir persegui-
co, onde uu lia senao justica, de achar viu-
ganca, onde s ha imparcialidad!-, vc-se (orea-
do mendigar no campo dos alcives e menti-
ras, meios e recursos,que llie servam para des
vti tu.ir os actos, alias justos, de seus adversa-
rio* Folgamoi, eutietanto, que dessa aortc
una carta que j foi subinellida ao conhe-
ciineulo da caiuaia municipal, examinado
pelo conselho de salubridade, e declarada le-
gitima; por esse lado est resguardada a fo-
uillha do Sr. Ileuto do mal que Ihe quiz cau-
sar um miseravel denunciante, e sao infuu-
dados os plcdosos recelos do Sr. imperial.
Em lim aluda d'esu vez derijo-ine ao con
rT.<..-..,,i^,ui- w -,--j,-iirriamiTttffi
COf^MERCIO.
ALFANDKGA.
IteDilimnntododi 13 12:031,187
fescarregam hoje 13 de "dio-
Galera ingleza Bonita mercadorits.
Barca Eranceza. Conle Rogtr dito-
Patacho nacional. Confittnfa fumo e
labBo.
CONSULADO GERAL.
Rendimentodo dala 12. 13:502,084
Idoindodia 13........ 1:711,353
15:213,437
DIVERSAS PROVINCIAS.
li.'ti tneiilii du tlia 1 u 12. .
!Jem do da 13 ,*...... I
544,968
38,902
583,870
RBCBBB00RIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Kendimento do dia 13.:. 631,889
CONSULADO PROVINCIAL.
Uetn do da 13......1:511,085
Movimento do porto.
\iwioi entrados no dia 10.
Rio C. do Sul 20 dias, llrigue nacional
Flor do Sul, de 179 tonelladas mestre Jos
Ignacio Pntenla, equipagem 14, carga
csrne secca a Amorim IrniSos.
N..vi ll.illanda. 42 e meio mezos,Calora
americana Eliiabeth, de 339 tonelladas,
mestre M. Raker, equipagem 28, carga
azeite de peite, a llenry Foraler & C ,
veio refrescar e segu para New Bedford.
Rio a. do Sul 29 dias hrigue nacional 5.
Mara Boa Sorte, de 221 tonelladas, mes-
tre Joaquim Diaa de Azevedo, equipagem
17, carga csrno secca.
Rio de Janeiro 10 dias, patacho nacional
Confianca, 107 tonella.las, mestre Ma-
tiiii-'i Joaquim dos Reis, carga varios
gneros a Novaes & C.
Caite 51 das, barca frauceza J. Raimond,
e 181 tonelladas, mestre Dsyreu, equi-
pagem II, carga vinho e familia dd tugo
a ordem.
Navios sahidos ni meimo da.
Liverpool pur Macei --- barca ingleza W.
Ileisfell, mostr I. ShelTurd, carga assu-
car e algodSo. Passageiro brasiieiro Gui-
liti't iite Garrett.
Santos- por S. Cstliarina, brigue nacio-
nal Recite, mestre Manoel Francisco dos
Reis, carga sal.
Canal por Macei, brigue iuglez Runo,
mestre R, Culhbert, carga em lastro.
Para h i liahiale nacional S. Crui Nova,
mestre Henrique de Souza Mafra, carga
varios gneros. Passageiros llrasileiros,
Manoel Remigio llarboz de Mesquita,
Fructuozo Pereira Freir, e Manoella Vi-
tuna do Espirito Santo.
Para os portos do Sul o vapor Bahiana,
commaudauto o primeiro tencnle Sigun-
dinu, aleai dos passageiros que trou*
xe para os porlus dua Sul, leva mais
tiesta provincia.-- Autonio Pinto da Fon-
suca, o pido livre Rayinuudo, e sua fa-


I
- 71
mili, pracss com baixa," l)r. Francis-
co de Paula Baptista, e um crido; Fran-
ci|pQ_Xavor Carneiro Line, e um cscra-
vn Josc Joaiiuim Dourado, Mauricio
Nortt,. o F.xm. conelheiro A. P. Ma-
ciel ttonteiro, com um escravo ; desem-
bargador G. da Costa I.i i a Relmont,
o um escravo : segundo tenente Joaquim
I'aula Aires, e um desertor; o resto do
segundo bltalhlo de artilheria.
dem do lia 12.
Ititi de Janeiro. Barca americana Sne-
ca, mestreS. Ffenhagen, carga a mesma
que trpuxe de Nova Orleans.
Barcelona. Brigue hespanliol Tividabo,
mestre D..J. f.elpi, carga algodao e cou
ros.
Parahiba. lliate nacional Etpadarte, mes-
tre Victorino Jos Pereira, carga carne e
niais gneros. Passageiros Brasileiros,
Joaquim Antonio de Figueiredo, Anto-
nio Perefra Vianna.
EMiada no dia 13.
Para pelos porta, intermedios 1* dias e 9 ho-
ras, do ultimo porto 14 horas, paquete de
vapor Ptrnambucano, commandante JoSo
ilenriques Otten, Passageiros braz. Fran-
cisco Luiz Carneiro, Eslevilo Lopes Cas-
tollo Uranco, Estevo Jos Barboza de
Honra, e um escravo ; Canuto Ildefonso
merenciano, JoSo Evangelista de Vas-
concellos e Lima, e um escravo ; Domin-
gos Jos Ferreira, Francisco Ferreira
le Nova es, Manoel Porfirio Aranlia, Jolo
alaria de Mascsreoha Rozado, Antonio
Ferreira Lima. Passageiros que seguem
pan oSul : I)r. Francisco Domingos da
Silva, Americano Flix Cali, um en-
gajado, e quatro recrutas para o ezer-
cito.
N. B. A (arte que publicamos no dia
12 com data de 9. deve ler-se de 11.
eclaracdes.
COKREIO.
O vapor Pernambucana parte
'(14) para os portos do sul as
4 lioraa da tarde : as corres-
pondencias que tiverem de ser remedidas
pelo dito vapor, serSo recebidas at ao
meio dia ; depois desta hora al a entre-
ga drs malas dar-sc-ha directo as cartas
que forem entregadas com o porte dobrado
na caisa geral, mas nSo serSo acompanba-
das de reineta nominal As folhas peridi-
cas deverSo ser enviadas at As 10 horas.
Fermino Jos d'liveira, cpiiSo secre-
tario do conseiho da guarda nocional,conti-
nua a funecionar em seustrabalhos no dia
16 do correte, o que se faz publico prra
conhecimento dos inleressados.
Cartas seguras, vindas do norte, para os
Srt. Jciii) da Cuaba Magalhes, Jos Pereira
d'Azevedo.
agencia ln conipnnhin de n.ivt
gacao dos pii vapor.
O vapor Teviol deve aqui chegar
de volt, dos portos do Sul, no
' dia i7 do corrente, e no mesino
dia seguir o seu deslino paia
Souhampton, com escala por S. Vicente, Te-
nerife, Madeira e Lisboa; os Srs. que no mes-
mo quizerem ir de passagem (para o que oft'e-
rece o mais encllenles e asseados commodos,
apar do mais alenciuso tratainenlo dirijo-se
com antecedencia a casa da respectiva agencia,
na ra do Trapiche n. 42.
Pela segunda seceo da mesa do consu
lado provincial se fas publico que ate o dia
15 de malo prximo vindouro, se reeebe o im-
posto de trez por ceoto sobre divercos esta-
Jbelccimcntoa: e de pois desse dia, s com
guia do cartorio da fizenda, por ter descre-
neltida a relaco dos devedores para seren
xecuta'dos
Pela subdelegada de S. Jos do lio -
rife, foi appreheudi la urna parda de li-
me Kuzebia, que declarou ser escrava de
Francisco Ignacio Cnrreia de Araujo, da
Villa da Alhalaia da provincia das Ala-
goas: seu legitimo senhor aprescnle-se
competentemente habilitado com seu titu-
lo, para Ihe ser entregue.
PAGADORIA I1L1TAR.
De ordem do lllm. Sr. coronel inspector, cm
cumpriinento do que cm ollicio de 10 drste
inez Ibe ordenou o kxin Sr. conselheiro presi-
denteda provincia, se Taz publico que nos dias
13, 14'e 15 do crrente, das ll horas ao meio
lia se hao de arrematar em hasta publica ante
esta pagidoria 36 cavallos da companhia de
cavaliaiia fixa de piimeira linba, pudendo os
prelcudentes nos dias 13, i e 15, irein ver e
examina-los para o que se entendern com o
Sr. oHicial de esladu.
Pagadoria militar de Fernambuco, l2 de
anaiode 1851. O segundo amanuense,
Eduardo Joaquim Pereira Bait i.
Theatro de S.-Francsco,
DA l4 DE MAIO DE l85l.
Ultima repreienlafo d. companhia (ranceza.
Dirigida por M. Rerteaux.
Crniidc repreaentaco extraordi*
liarla beneficio de Mr. llcn-
ry Maiirin, pal le familia.
Primeiro aclo.
Danca de corda pela familia Rerteaux.
Madameselle Seraphina Rerteaux terminar
este excrciciode elevaran pela danca sem maro-
ma, um passo a dous na corda por madainc-
aella Seraphina e inadamoselle enny.
Seijundo acto.
Os cinco chlnezes por Mr. Rerteaux, Mr. Mai-
rln, Mr. Chai lies, Mr Richare Rremond.
Terceiro aclo.
llanca antipodal executada por Mr. Rerteaux
terminar pelo voode mercurio ouos defenso-
res da bandeira brasileira.
Quarto aclo.
Grande exercicio de deslenlo, eolocaeo
dos ossos esecutado por Mr. Rerteaux e uin
seu IIIjo menino Rremond, seguido dos jogos
icarios pelo mesines, e outro seu fllho, Inter-
medio de phisica pelo beneficiado com gran-
des variac.oes.
Quinto aclo.
Les cordsges trancis,
Grupo de cinco pessoaa por Mr. Berteaux,
Mr. joven Rremond, madamcsella Seraphina,
uiadamesella Genny e Hortencia.
Sexto acto.
Grande pantomimo intitulado a noite de
Aventura.
Os quadros vivos.
QUINTA FEIRA 15 DE MAIO DE 1851.
ltcclta extraordinaria cm foc-
neflcio da cantora,
Injusta Caneliani.
Espetaculo variado de canto, dramtico,
3 ilanea dividido em cinco partes :
Primeira parte.
A orchestia executsra urna escolente
nuvertura.
Crande scena o aria do deliriodo ma-
estro Belleni,
J. PURITANI.
executada pela beneficiada, eos Srs. Ca-
purri, e Frederico Tati.
Duelo da mesma opera, pelos Srs. Ca-
purri, eTati lilho.
Duelo do terceiro acto da mesma opera
pela beneficala, e o insigne cantor Filip-
po Tati,
O PASSO DA ROSA,
Por Mademoiselle Baderna, e o Sr. Jos De-
Vocchi.
Segunda Parle.
A companhia dramtica em obsequio
beneficiada representu- o muilo applau-
dido o interessanle drama,
A GARGALIIADA.
No tpal lomar parle o mui distincto ar-
tista o Sr. Germano : o papel de Leclerk
sera desempenhado pelo Sr. Reis, que por
obsequio tambem se prest.
Terceira parte.
Urna Aria executada peloSr. FilippoTatl.
A cachuxa por mademoiselle Baderoa.
Grande scena, e aria da calumnia da ope-
ra Barbeiro deSevilha. pelo Sr. Eckorlin.
Quarla parte.
O muito applaudido duelo de Mareci-
alla d'Ancre pela beneficiada e e Sr.
Tati.
Grande scena mmica.
O PABRIC1DA,
executada pelos Srs. o> De-Vicchi, e
Maximiatio Costa.
Quinta Parte.
Terminar o espetaculo com o ultimo
acto da opera do maeslro l'accioi,
SAPIIO,
ero o qual tomarSo parte por obsequio os
Srs. Sil vest e, llaiiUisDO Costa, Raymun-
do, o Santa Rosa, sendo o parle principal
desempenhada pela beneficiada.
A beneficiada muito confia na distincta
predilecto com que o generoso e Ilustra-
do publico desta capital a teui sumpro.
nonrado.
Os bilhetes acham-sc venda no Al
trro da Boa Vista n. 4, terceiro andar,
casa da beneficia la.
Augusta Caiidiani, dirige sinceros sen-
limentos de gralidSo, aosSrs. arlislas que
por obsequio se prestam a cosdjuva-la em
seu beeliucio.___________________
Pubiicagu Iliteraria.
Sahio a luz a stima ediro do mui prefe,
rivel e adoptado Compendio de Gramticas
portugueza do Sr. Salvador llenrique de Al-
biiquerque Este compendio pela sua con-
siso e claresa e pela san doutrina que expOe
torna-se recommendavcl para o uzu das au-
las primarias.
Ofacto de sua impresso por setc vezes no
curto espado de dezasetc annns sendo todas as
edicoes composta de grande numen, de exem-
plares be ulna prova mais que suRiciente do
seu mrito.
\ linio isto e aos melhoramentos introdu-
sidos por seu labarioso autor, rene aprsen-
te e.i i. ,in, urna impresso mui limpa.
Acha-ie avenda na Inja do editor Joao da
Costa Dourado pateo do Collegio n. 6. ineia
encadcrnacSo a 640 rs. cada exeiuplar. _____
Avisos martimos.
Primeiro quadro.
A morle de Abel.
Segundo quadro.
Um romano protegen'
do sua familia.
Terceiro quadro.
Osjogos.
Ruarlo quadro.
Os I.madores.
(hiinto quadro.
Ojuizode Parea.
Sexto quadro.
O roubo dos Sabi-
nos.
Stimo quadro,
Ol.iiiinc.
Jioro quadro-
Ai Datantes.
pal
de

Ceare Marauhao.
Segu al o fim da prseme semana o bri-
gue escuna Laura, pode ainda receber algu-
mas mludezas, e lem excelleutes commodos
ra pissageiros : quem quizer carregar ou ir
passagem, enlenda se como capilo na pra-
v-, ou com os consignatarios Novaes Si Compa-
nhia, na ra do Trapiche n. 34.
Para a Rahia,
Segu com brevidade por ter parle da car-
ga piompta o patacho nacional Conjunta: quem
no mesmo quiter carregar, enteuda-se com o
capilo na praca, ou com os consignatarios
Novaes Si Companhia, na ra do Trapiche nu-
mero 34.
No dia t5do corrente inez sahe para a Baha
o biate nacional Sociedadc ja lem tres partes
de seu carrcgamenlo prompto, e inda se rece-
be carga a lele, c nesse dia sem Taita sahe
co m a carga que tiver : trata-se na ra da
Cruz n. 27.
-- Para o Rio de Janeiro segu viagem
com brevidade o patacho nacional Curioto,
capitao Jos da Cunha Jnior, por ter parte
da carga engajada : quem no mnsmo quizer
carregar ou ir de passagem, poJe enten-
der-secom ocapilSo na Praga, ou com o
consignatario Luiz Jos de Sa Araujo, na
ra da Cruz n. 33.
Para o Rio Grande do sul pretende seguir
com brevidade o patacho Novo Temerario, para
o que lem piomplo parle do seu carregainen-
lo. Quem no mesmo quizer carregar .embar-
car escravos ou ir de passagem podera enien-
der-se com Amoriin Iruios na ra da Cadela
n. 39, ou a bordo, e mesmo na praca com o
capilo Jos Antouio Candido de Souza.
Avisos diversos.
uesippaie.ceu no da 5 do corrente
urna negra de uutne Mara, de n-icilo an-
gola, com os signaet seguintes : cor fula,
cara comprida, olhos pequeos, nariz cha-
to, bocea grande, orelhas pequetus, lo-
vou um vestido de chita j desbotado, e
tous de cassa ruxa : quem a pegar leve as
Pato do Carino n. 9, primeiro andar, que
sera recompensado.
Prictsa-se alugar um preto forzoso,
para andar com taboleiro de fazendas,: a
tratar ua ra da Csdeia do Recife n 25.
precisa-se de urna mulher para ama
de casa de portas a dentro de homem sol-
tetro e de pouca familia : na Boa Vista rus
da Couceic.au, casa ao pe do Rosario n. 62.
Precisa-se fallar com o Sr. Jos Cae-
tano das Chagas, para Ihe entregar urna
encummenda vinda de Lisboa : na ra No-
va n. 3.
Apparcceu ltimamente no sitio dos
Aflictos, que foi do Tavares, urna vacca
com um cria: quem fr seu dono, dando
os signaes, procure para ser entregue.
__Precisa-se de una pessua capaz, e que
d fiador a sua conducta para ama de cmi
de homem solleiro : na toja da ra do Quei-
mado n. 14, se dir quem piecisa.
-Pede-se ao Sr. que empenbou na ra
do Queimado luja, lpar de brincos de fila-
graua pela quanlia de 8,000 rs., h isto 'bas-
tante tempo, o favor de o ir tirar uo pra-
BaaBsiBBBBaaBBiBi 'A\ ^^^^^
?
so de tres dias, do contrario s ro vendidos
para pagamento do dita quanlia.
ORevm.0 Sr. Francisco do Reg Bar-
ros, morador nos Afogaxlos, queira man-
dar a ra do Queimado toja n. 18, a nego-
cio que nSo ignora.
O Sr. Francisco Jos de S. Anna, mo-
rador uo Cequia, queira vir ra do Quei-
mado loja n. 18, a negocio quo nSo igno-
ra, isto no praso de tres das.
A pessoa que annuuciou por estoOin-
rio precisar de oitocentos mil rs. a premio
com boas firmas, sendo ainda queira di-
rigir-se a Olinda, padaria do Varadouro,
que Mi se dir quem d.
--- Itnga-se ao Sr. Dr. Honorio Fiel de
Sigmaringa de Vsscurado, que se acha bo-
je advogando err Goianna, que mande pa-
gar a sua lettra que s acha venc la a ati-
no e meio, o qual uSo ignora aonde :
em quanto o nao fizar ba de ser lembrado,
Na ra da l.ingoeta do l'.ecife sobra-
do de um andar, defronle da venda do
Sr. Ruarte, precisa-se de una prcia, e um
preto, para o servico de casa, e paga-se
bom, se entenderem alguma cousa de co-
zinha.
-Desappareceu na noite de sabhado
11 do corrente o escravo Sebasiiao, de na-
ci Cabunda, que representa! ter 36 u 40
anuos de idade, estatura regular, cheio do
corno, falla grossa, o muito marcado de
bexigas, pelo rosto : quem o penar leve-o
ao Forte do Mallo, casa de Jos Caetano
do Medeiros, que sera recompensado.
Avisos.
i un mil ris.
Guilheruie Augnsto Rodrigues Selle d.i
100,000 rs. de grali(ica;o, a quem Ihctrouccr,
um seu escravo, preto de uoine Miguel, rriou-
lo, baixo e multo gordo que al custa a andar;
ter hoje32 auno-, he bom cosinheiro, e gosta
muilo de folias e patuscadas. Fugiu a (i an-
uos ( em dezembro de lS14i e consta ter es-
lado com Vicente de Paula, e lambem cm
Porlodo Calvo pelo engenho samba ( de donde
foi escravo) ou suas iiiiincdiaroee por onde
lem urna amasia. Quem o pegar reuielteii-
do-o ao atierro da Boa-Vista sobrado n. I0
receber logoaquanlia a cima; a cima se gra-
tificar tambem a quem dr noticias certas do
iiesmo escravo, Recife 12 de malo de 1851.
Tcndo-se justo e contratado a eompra
da venda U, 143 sita na ra do Pillar, peiteu-
cente ao Sr. Antonio Jacinto de Medeiros Dil-
ira por isso se faz o presente annuncio, fican-
do o comprador desouerado dcqualqucr trau-
..ij.ni que passa haver, tendente a mesma.
Roga-se a qualquer que se ache cre-
dor a nema abaixo assignada qeirio apresen-
lar suas contas para seren conferidas e pa-
gar at 17 do corrente: na ruado Pilar u. 88.
Antonio Jacinlho de iltdetros Dutra.
Antonio FrMicisco d'Azevedo Campos re-
lira-se para lora dcste imperio, e por isso a
deverte a todas pessoas que tiverem pinho-
res em sua tno os venho tirar deutro do
praso de h dias.
- Quem quizer receber peno de 50/OO
na illia de San-Miguel, dando aqui a dilteren-
9a do cambio,-dirija-se rua da Praia, arma
zem n. 18, para tratar.
\ i ai ni i/.eni da rua da Moeda n,7, conii-
nua-se a vender saceos com superior colla das
fabricas do Rio Grande do Sul, por prn;o em
conta.
Tendo-se desemcaminliadn, como j fui
annunciado, urna letra n. i0J8dc ris l:91l#728
aceita pelo abaixo assignado, cm 10 de maio
do anuo prximo passado, a James Cabtrrc
S C, vencida em ll) do crreme ; o anuuu-
ciante, em cumpriinento da segunda parte do
arl. 88 do cdigo commercial, fez recolher
ao deposito publico aquella quantia para d'alll
ser levantada por quem dircilo tiver Recife,
12 de maio de l85l.Lniz Antonio Stqueira.
l'assa portea.
Tiram-se passaportes para dentro e foru
do imperio, espacham-se escravos, cor-
ren:-se folhas, e lira n-se tilu!os de re-
siJencia : para este lioi, procrese na rua
da Cadeia do Recife n. 55, loja de fazendas
do Sr. Luiz dcOliveira Lima, e em S. An-
tonio, na rua do Queimado n. '5, loja do
miudezas do Sr. Joaquim .Monleiro da
Cruz
- Oferece-se um criado de meia idade ,
quem delle precisar, dirijvsc a rua de Dor-
ias n. 17.
Mvicarai.
Da Capunga, sitio que foi de D. Florinda,
estrada do Mondegjfc rua do Cotovello, paleo
da Santa Cruz, rua do Arago, Atierro, rua
das Flores at o pateo do Carino perdeo-se
urna caneira leudo dentro vros papis; no-
ta-se duas letras, urna sacada em Si, Antao
por Antonio Simplicio Pereira da Silva contra
Antonio Barbosa Maciel, de quanlia de ris
5l6>l)00, oulra de I50#>00 sacada por Joo
Jos de Gouveia, e aceita por Joo Correa de
S; e outros papis, bem como um bilhete
da dcima do armazem n. 3 no caes da alfan-
dega &c. : entre o dinheiro tcm sedulas de
50, de 10. de 5, de 2 e de mil ris, exislindo
duas sedulas de ^UOO falsas: recompensase
com geuerosidade a quem a entregar ao abai-
xo assignado, na rua do Queimado 11. 27, pri-
meiro andar. Joo Jos de 6'ouiei.i.
Os Srs. Jos J. da Freita Guimares^e
fos Antonio de Sa, teem cartas de Portu-
gal : na l'.tia da Cadeia do Recife n. 42,1.*j
ailar.
Precisa-se de umbom feitor para um
sitio ao | da igreja da Estancia beiru da
Cambo), quon osliver apto para isso v
io mesmo sitio de manhila das 6 s 7 ho-
ras; ea lar.I- as mesmas horas, que acha-
ra com quem tratar.
--Aluga-soa coxeira da rua do lamina,
110 fundo do sobrado n. 12 da rua do Ara-
gao, com bons commodos. e por preco mo-
lerado : a tratar na rua do Collegio n. 16,
iiiiioiro andar.
Aluga-se por mdico preco o primeiro
andar do sobrado n. 22 airas do theatro de
S. Francisco, a tratar com Antonio de iMoraes
Gomes Ferreira na rua de Apollo n. 20.
Precisa-se de um caixeiro para pada-
ria, que abone sua conducta e capacidade
para o que se dar borh ordenado : r.a pra-
ca da Santa Cruz, pidarii por baixo do so-
brado D. 106.
Ao rcspeitavel publico.
O abaixo assignado tein a Ironra de partici-
par a lodos os habitante desta cidade. prin-
cipalmente aos seus amigos, que lem de novo
aberto a sua loja de relojoeiro no largo da
matriz de S. Antonio 11. 18, onde prometle
consertar lodo c qualquer relogio, por muilo
dillicil que seja o seu estado, pois faz com
toda a pefeljao qualquer peca que for preci-
so aos relogios, pois para isso esl habilitado
c afianca por seis mezei os relogios que os
IVeguezes entregaren) sua icsponsabilidade,
c espera que desta forma nao seja mais pre-
ciso os bous relogios irem-se consertar a In-
glaterra, soll'rendo oa seus donos a demora
e a incerteza do que aspiran); para este lim
leuho escolhido, para gerente de todos os
ineus negocios tendentes miaba dita loja,
ao Sr. Joo Joaquim Rabcllo, e que lica in-
cumbido da iccepco dos relogios que-me
forem confiados, c por quem me responsabi-
liso. Aiilonio os da Silva Ouimaraei.
Atn Fradel, subdito francs, faz
urna viagem presentemente Europi.
__Pcrdeu-se urna estolla, rouxa bordada ,
j usada, com um roquete de padre, denlrodc
um lenco de chita, em a noite de seita-fira
saut.i, desde a matriz da oa-Visla aleo paleo
da Penha : quem islo achou e quizer restituir,
entregue na leja desta tjpogiaphia quesera
recompensado.
--Precisa-se alugar um silio quo seja
perlo da prac.a c que 0 seu alugu I nao
exceda do cenlo ciiicoi-iita a duzcntOS mil
rs. : quem o tiver dinja-se a rua da Cadeia
Velha o l /u aonuncie para ser piocura-
do.
-- Perdeoso desde a Passagem da Mag-
dalena, at a rua Nova un quaderuo II)
folio, com principio de escrlpluracBo em
borro, quem o tchou r le nuiltui-lo na
mesma 1 na Nova, lo|a do ferragona n. 85,
quo so gratificar.
--Aluga-se o segundo an lar esotaodo
obrado na rua Nova ti. 25, a Iralar na
loja da mesma casa.
No da 6 do corrente mez, desappa-
receu, pelas 8 horas da noite a escrava pre-
ta de nonio liara, altura regular, clieia
lo cuivu, pellos grandes, cabeca pequea,
com todos os denles da frente, e a roii-
pa que levou vestida, foi uo cawi a-
ittl, deshotada j '"lo '! peitos, he fi-
Iha do seriao de Pajea do Flores, o
foi veiilida para esta cidado li 1 qualru
anuos, mais ou meaos; quem a pegare
leva-la a seu senliui" "a rua Nova loja de
chapos n. 46, pertenceole a Guiltierme
Vt-llozo, que ser recompensado.
__Quem precisar de una ama boa de leite
para crear dirija-se a rua Direita 11. 40 segun-
do andar que dir quem quer.
Vendas.
Compras.
Conijiiuiii-se
escravos de ambos os sexos do 10 a 30 an-
uos, bonitas figuras : na rua Larga do Ro-
sario n. 18, primeiro andar
Compra-so um guarda louca de ama-
relio, em bom uso, e urna veneziana, no
lldltcl Couimercio: rua da caJeia. ou un-
nunee.
__Compram-se para una encommenda es-
clavos de ambos os sexos de 10 a 40 anuos de
idade : na rua de S. Rita n 14,
Compra se : Uin sitio perlo da praca nos
oguintei districtos Soledade, v.inguinlio e
Allliclus, com boa casa de laipa, boa baixa da
caphn e o terreno consistente de barro, com
jainbreiroi, maDguelrai.Jaquelras e varias nu-
tras fruleiras. pelo preco de I:;100,000 rs pou-
eo mais ou menos, (linhciro vista : quem
quizer vender far o favor de por esle jornal
a munciar.
Compran)-so effeetivamenlo garrafas e
botijas vasias a 7,000 rs. 0 cenlo : na pntii
do Santa Rila, restaco do Franca & Ir-
mSo, e no deposito da mesma, na travessa
da Madio de Dos n. 5.
MUS OFFIGIAS
RUA IMPERIAL N. 118 E 2o.
DEPOSITO NA RA NOVA N. 33.
Precisan de efliciaes de funleiro, e de ferreiros do forja, e ainda receben apren-
dizes prra as diversas ofllcinas, os pretendentes dirijam-sB a dita fabrica a enten-
der-re com Mauoel Carneiro Leal, socio, e administrador da mesma.
. Arrenda-ae um sitio no principio da Rs-
(rada-Nova ou Magdalena, por preco coturno-
do, com cata de pedra e cal,- com commodos
anfficientes para familia, com baixa r bastan-
te sement de capim, para quem lem cavallo,
ou quem quizer usar delle para negocio
niieni o pretender dirlja-sc a mesma Estrada-
Nova, casa de Manoel de Jess Jordn Cal-
deira.
-Precisa-se de um bom aotsssailor .
na rua da Seozalls Velha n. 84.
-- Comprain-se moedas de ouro de 20,000
rs. do novo cunbo brasileiro : na pra^a do
Commercio n, 2, primeiro andar.
- Compra-se urna negra de narao, que
saiba engommar, e coxinhar com perlei-
c,3o : na rua da ConceicSo da Roa Vista n.14.
Compia-se une duzia de cadeiras,
2 banquinhas urna marqueza tm se-
t da mflo, porem ainda em I um estado
ua rua do AragSo, n. 12, segnndo andar:
> -------.---------*-----------'
Casa je commissao de escravos.
Ver/dn-se escravos e recebem-
se de forrfmissao, tanto para a pro-
vincia como para fura della, para
o que se offerece militas .garantas
a seus donos : na rua da (Jadeia do
Recife n. 51, primeiro andar.
__ \ endeni-se',i" ..plices da companhia de
beberibe, quem as pretender, ou parte d'el-
las, dirija-ee a rua da Cadeia do Recife casa
de cambio n. 34.
Vende-se as obras completas de Lafon-
laine em um voluine, em france, e um mes-
tre francs, ludo cm bom estado : na rua do
Queimado, loja n. 18,
No dia i4 do corrente, se ho de arrema-
tar cm hasta publica do juizo da segunda va-
ra "S gneros penhorados a Donsll & Com-
panhia por execuco de Manoel Jos Crrela
constante do tscripto existente em ino do
porteiro.
Vende-se urna preta proprla para enxa-
da, faz o servido de casa, ganha na rua, cria
menino : na Iravessa dos Cupiares freguesiade
S. Jos n. 8.
Vende-se um moleque de 1G a 18 annos
de idade, bonita figura : na ruadasCruzes u.
iS, segundo andar.
Vendem-se qualro molequca de 8 a lo
annos, qualro pretos de 15 a 1)0, sendo um
oleiro, dous pardos de 25 annos, duas pardas
de l.') a 20 anuos com habilidades, e quatro
pretal algumas com habilidades na rua do
Collegio n. 3.
Vende-se milhoo alqueire a 4,000 rs.,
airoz de casca a .'1,000 rs., saccas de arrot pila-
do a 0,500 rs. : no armazem n. 4, do caes do
trapiche do Ramos:
Hk ^a loja do sobrado ainarello nos qna- f
js> tro cantos da rua do Queimado n. 29, ^
*T lem para vender um grande ortimen-
to de cortes de caifas de meia casimira, v/
O padroes de casimiras finas c pelo dimi- IV
rtj uto prejo de 3,00(1 rs. cada corte. ^>
>0<>:^tJ!5O OVO- OSOS
Veude-sc um terreno na rua da Concor-
dia freguezia de S. Jos, com frente para seis
moradas de casas em respalde com alicerces
para sobrados de dous ou tres andares, c dous
caixocs laminan em respalde com frente para
a travessa do Monleiro : a iralar com Jos Mo-
reira Lopes, na rua do Queimado n. J9, e
para examinar a fallar com Pedro Antonio Tei-
xcira Guimares, na praia do Caldeireiro.
Potassa nacional.
Veude-sc superior potassa nacional chega-
da ltimamente do Rio de Janeiro, por menos
prec.0 do que em outra qualquer qarle : a tra-
tar na rua do Trapiche u. 34, com Novaes t.
Companhia.
VenJe-se una preta mofa de bonita fi-
gura, boa ciigommadeira, coslureira, e cozi-
ulia o diado de una casa, lava de sabo e var-
i ella e nao teni vicios de qualidade alguma, o
que se afianca : ua rua do Crespo n. 70, se-
gundo andar.
Vende-se muilo superior manteiga ingle-
za pelo barato pieco de JliOe 400 rs., e da mais
superior a .WO rs., cha muito superior a I,00e*
2,000 rs., e da mais superior a 2,240 rs., bichas
de llamburgo alugadas a 240 rs,, vendidas a
U40 rs assim como ouiras mis fazendas por
commndo prefo : no Atierro da lloa Vista n.
70, aopda relinaco de assucar.
l'ecasde c tas liuipas a q*,ooo rs.
Vendem-se pecas de chitas limpas boas
para escraVua a 4,000 rs. e a r20 rs. a retalho :
na rua larga do Kuzario n. 48, primeiro andar.
Vcudcin-se su|>eiiorcs btalas chegadas
rccenteinente pelo navio franee/. Cumie /fo-
ger : no ariiia/.em de Antonio Aunes caes da al-
landega.
Para o commercio.
Elementos de contabilidade commercial por
M. Ilumier o autor dos artigos publicados con
a inicial /. no Jornal do Commercio I vol. grosso,
eucadernado por ,000 rs. Tcm por lim esta
m i Heme obra viiln.nis.ii no Brasil a sciencia
i o, per i i n ie do guarda livros, por partidas siu-
gclas c partidas dobradas. Seudo a pratica a
parte mais essencialdo estudo da escriptura-
co, forcejou o amor nao smenle por desen-
volver os principios e regras com clareza tal
que podessem ser entendidas pelas pessoas
que poucas ideias tivessein adqueridoda es-
ciipturafo, como de enriquecer a sua obra
com lanos cxemplos praticos que por meio
dellarpoder qualquer adquirir os precisos co-
nheclmeiilos que ornain um guarda livros
couipleio : vende-se uo paleo do Collegio,ca-
sa du [avio Azul,
-- VeniJcni-se ptimas penei
ras de nratne para piiJ.ria, main
baratas ijue em oulra
paite : na ma do Cabug
de Moreira & Iragozo.
(Jaiapucas de seda preta
homem.
Vendem-se superiores carapucasde seda pre-
ta para hoinem pelo diminuto pre(o de 500
rs., isto he por haver grande porco c terem-
se comprado barato : na rua do Queimado loja
de miudezas junto a de cera n. 33.
Fara enancas.
Vendem-se ricas toucas de la guarnecidas
com froto pelas briras a 800 rs., ditas de seda
preta fazenda superior a 3:20 rs maracas que
(oean de tres maneiras a 240 c l20ra. cada
um : na rua do Queimado loja de miudezas
junto a de cera n. 33.
lie muilo bnalo por ser n bons.
Vendem-se superiores pentcs de tartaruga
de ni i i il i a 800 rs. o par : na ruado Queima-
do loja de miudezas junto a de cera u. 33.
I'>.iii e barato.
Vendem-se carleo inhas dcagulhas franec-
zas proprias paia todas as qualidades de cos-
turas a 320rs., ditas em aaialobal com seis
pela a 3J0 rs calumbas com brini|uedos pa-
ra ineniuos a 400 rs., Hullas de peso a 60 ra. a
niiadinlia, dilas de carrilel de 200 jardas a 60
rs. cada carrilel, agulhas cantofas a 60 r. o
papel, pentcs de baleia para alizar os mais fi-
nos que se pdcui encontrar a 400 rs., ditos
abcrlos para segurar cabellos a 400 rs., agu-
Iheirinhns finos a 200 rs., babados abcrlos de
linho ario rs a vara, e outras muitas cou-
sas que se vendem muilo barato : na rua do
Queimado loja de miudezas junto a de cera
nuil ei o 33.
Charuteiras muito nas.
Vendem-se linissimas charuteiras douradas
porprrfoque ningueiu vende a 1,200rs. cada
urna, ditas mais ordinarias a 320 rs.: na rua
do Queimado loja de miudezas junto a de ce-
ra n. 33.
Chicotes baratissimos.
qualquer
ua botica
para


Vendem-se superiores chicotes pequeos
proprios para senhora a 800 rs ditos para bo-
nicos a 600 e 800 rs. : ua rua do (Queimado loja
de miudezas junto a de cera n. 33.
Vendem-se cartas linas para voltarete pelo
diminuto preco de 500 rs. o baralho : oa rua
doQueimado loja de miudezas jumo a de cer
ra n. 33,
II FGIVEL


-- Vendse carne de vacca salgada cm Lotera da matriz da Boa Vista,
bar 8 : na ra do Trapiche n. 8.
Para o invern.
A 2,240 rs. um corlo.
Nt loj n. 5, do Cuimarfles & Jlenriques,
=4
vendem-se cortes de casimira de algodo,
muilo encorpados, padres escuros, rom 3
3|4covados, pelo barato preco de 2,240 rs.
rada um corte ; assim como outras muitas
fazendas baratas.
A 56o rs. cada um.
Na loja de GuimarSes & Ilenriques, na
ra do Crespo n. 5, vendem-so lencos de
seda, minio finos, para meninos, pelo bara-
to preco de 560 rs.; chapeos do sol de pan-
ninho, armaco de balcia, a 2,000 rs. ; o
antigo algodSo transado monstro, a 800 rs.
a vara.
Corlea de casimira elstica
pela diminuto preco de 6,000 rs. cada um,
acham-se venda na ru do Crespo n. 5,
Inja que volta para a ra do Collegio, lti-
mamente chegadas.

Arados americanos.
Vendem-se arados americanos ver-
4
=y dadeiros, chegailos dos Estados- &
> Unidos : na ra ilo Trapiche n. 8. <*<
Cortes de chita do ultimo go.to
a2,000 c a 2,500, e algoil.lozinho a 1.C00
e a 2,000 rs. a peca.
Na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a Cadeia, acaba de ciiegar um
bello sortimenlo do cortes de chita de liom
gosto, com 12 cova los, a 2,000 e a 2,500 ;
assim como pe$as de algod.to com loque de
avaria, a 1,600 e a 2,000; lencos de seda
muito bonitos, a 1,440,1,600, 2,000 e 2,210 ;
alpaca de cores para palitos, a 800 rs. o co-
vado ; dita de algodSo, a 280 rs. ; e outras
muitas fazendas por precos comino tus.
Na nova fabrica de chocolate de saute
homtcopalhico, i.iprovado e applicido pc-
Aos loe 5:ooo,ooo rs.
- Na loja de calcado do Arante na praca da
Independencia ns. I3e 15, vendem-se o inul-
to afortunados bilhetes e ineio ditos deata lo-
tera, que corre liifallivclmente no dia2 de
junho vindouro:a elle antes que se acabem.
Bilhetes '0,400
Meios 5,200
A o bom e barato.
Na tu do Quelmado loja n. 23, que foi do
Sr. S I.eito, vendem-sc aa seguiDtes fazen-
das por diminuto preco : chapeos de sol de
superior seda preta a 5,000 rs., riscado mons-
Iro de vara de largura a 240 rs. o covado. alpa-
cadelinho com 4palmos de largura a 3J0 rs.
o covado, franquelim preto a 320 rs. o covado,
cortes de cassa chita roas a 2,000 rs., mantas
de superior seda furia cores a 8,000 rs., chal-
les de aeda a 10,000 rs., aetim maco prcto a
3,000 rs. o covado, dito a 2,801 rs., dito muito
superior a 4,200 rs cortes das mais modernas
cambraias de seda a 10,000 rs., cortes de gor-
gtiro de seda lavrado, branco e de cores a rs.
3,500, ditos de fustfles a 700 rs., dito das me-
Ihorcs casimiras elsticas de todas as cores a
5,000 rs., chitas.* 150 rs. o aovado, a ICO, 180,
200e220rs., chita franceza muito larga e de
muito bom gosto a 280 ra. o covado, dito de
casia franceza multo fina a 320 rs., c outras
multas fazendas, c dao-se as amostras, com
peuhores, assim como lencos de seda de su-
periores padres para pescoco a 1,000 rs.
Vende-se um bonito moleque de 20 ali-
os, muito bom e fiel comprador, nunca fugio
oque se amanea, coiinn* muito bem o diario
de urna casa : na ra larga do Hozario n. 48,
priinciro andar.
(lera de carnauba.
O mais superior que ha neste genero, ven-
de-se cin porcao e a retalho : na roa da Cadeia
do Recife, loja n. 50 de Cunha S Amorim.
Deposito de cal e p tiassa.
No armazem da ra da Cadeia do liecife n.
12, lia muito superior cal de Lisboa ein pedra,
assim como potassa chegada ltimamente a
preco muito rasoaveis.
Vellas i'e carnauba.
Vendem-se vellas de carnauba, pelo bara-
rua
losSrs. I)rs. da homceopathia, na ru das! ssimo pirco de-i,500 rs. o cinto : na
Trinrheiras n. 8, existe o excellente choco- da i:tlela d "ecife hija n. 50 de i-unha h
late fino amargo hespanhul para regalo, ili- *n,^-M---------------------------*.
to entrefino temperado lainbrm Pin rega- JWW
lo e dito pata o diario, sendo ludo felo
com o manir asseio possivel; assim como -y
cal moido do nielhor que ha no mercado, B
tuda a qualidade de assurar retinado e gros- W
so 6 encllente cha, tudo por preco n.uilo 3?
rom modo. Ka mesma rssa preciS8-se de aj der o mais superior galao de ouroe pra-
um pequeo de 12 anuos, porluguez, pre- :Z la para divisas militares elibrcs de pa-
ferindo-se dos recentemente chegados Je Bf'is. assi"> cumo promptifica unif..r-
mes para msicas, ou o completo de
lima.
Participa a seus fregueses e a quem jj:
mais convicr, pie mudou o sru esiabe- i;
li i oni'iilii de uniformes militares do si- S
biado da ra doQuciinao para o pateo *
da matriz n. 2, aondr continua a ven- 5
8
I
Portugal.
- Vende-se superior cognac velho. cm ^q"?,fI"erJfil,aJ!,ri*
barris de 12 a 24 canadas : na ra da Cruz
n. 55, casa de i, Keller & Companhia
Vende-se gesso cm barricas, viudo no
ultimo navio chegado deKranca, leudo cs-
da bairica 20 snohas pouco mais ou n e-
nos : na rus da Crol u. 55, casa de J. Kel-
ler 6 Companhia.
Queijos e prezuntos.
* No armazem de Manorl Francisco Marlins &
liman, Vendem-se qurijos londi inos, prezim-
tos iuglezrs e do Porto, latas com bolaxiuha
ingleza, ditas de araruta, ditas com sardinlias
eervillias, canrs, conservas inglrzas, e mais
diviis s genero, tudo cm cunta: na ra da
Cruz n. 62?
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2 -ji c
2 6
Seinenle de orlalice de to-
das as qualidade, feijao rarrapato muito no-
vo, vindo de Lisboa no briguc tunca* ni ile Ma-
ra i na ra da Cruz atrs da sacicstia do Cor-
|io Santo n. G2.
De superior qualidade.
Cimento novo, chegado ltimamente de
llamhurgu : vende-se no armavem de Vi-
cente l'Vrreira da Costa.
Vendc-se om grande sino no lugar do
Manguinho, que lica dufroute dos sitios dos
Srs. Carnciios, com grande casa de viven-
a, de quatro agoas, grande .scnzalla, co-
cheira, estribara, baixa de capim que sus-
tenta 3 a 4 ravallos, grande cuciiiiba, con
bomba e tanque coberlo pura banho bas-
tantes arvoredos de frocto: na ra da Con-
cordia,primeiro sobrado novo de um andar.
Vende s>e
Erva mate,
Liara- de vime-,
Gigos de gurrafas,
Genebra de llollanda em fras-
queiras : vende-se na tiavess-ada
31adie de Dos n. 5.
Vende-c una morada de casa no lugar
do Caxang, a inelhor que naquelle lugar
liste, por licar ao p da ponte, cuja he de pe-
dra ceal, com duas granJrs ala, eis quar-
tos, corredor lavado, quintal com alguns ar-
voredos, banho no iuudo do iiiesmo, niuilu
proprio para qualquer lmilia, por preco mui-
to coinmodo, por a dona querer lequidar con-
ta : a(..iinlio.i do Carino u. 33.
- Vende-e un bonito moleque crioulo de
13 anuo, com principios de iiiarcinciru, mu
dito de 7 anuos tambciu milito bonito, um pre
(o tainbem crioulo de 22 anuos perilo sapa-
teiro de toda a obra, tanto de corte como de
exccuco para a praca c que d ccrtolO rs.
diarios, e una niiilalinha de ili anuos, com
principios de costura, cngouuuado, coziuliado
e bem propria para educar por trr sido do
malo : ua ra larga do Itozario u. 35, loja.
Sabio a luz de prximo na cidade da Da
hia una obra em que se moslra a veracidade
daapparicfio deMouo Senhor Jess Cliristo a
1). Alfonso Heuriques no campo de Ounque, e
que Napoleio o grande he viro e vai pela ler-
ccira ves oceupar o tUrouo de Krauca : vnde-
le na ra da Cruz do liecife n. 52, priinciro
andar, pelo preco de l ,000 rs cada cxcmplar.
~ Vende-se iariuha de mandioca de Ma-
theus, por |n i'V" coinmodo : na ra da Cadeia
numero 1*
(33T Jogos de vispord.
No Atierro da boa Vista, loja de calfado n.
58, vendein-te jogo de vispora a 1,000 r.; a
el les que es i ii o uoieslu.
:
Vende-se emento novo, chegado no ul-
timo navio de Ilambiiigo, em barricas e mcias
barricas, c lambrin se vriidrin s tinas : airas
do thralro vclbo, armazem de taboas de pi-
tillo, por preco coinmodo.
A a4 r. cada urna.
Cheguem a ellas antes que se acabem.
As oplinias esleir de pallia pelo baralissiino preco de doze vintn cada
urna : na ra da Ladeia do Hecife n. 23, ar-
mazem.
Vendem-se sapaldes de courn de lustro
pelo baralissiino preco de 3,000, 3,500 e 4,000
rs., ordinarios de 2,100 rs., brancos de orelha
a i.ilil rs. : na ma da Cadeia do Recife n. 9,
loja.
-- ]No armazem da ra da Morda n. 7, ven-
de-se colla muito superior, vinda agora lti-
mamente do liio Grande do sul.
8,5oo
rs.
A tnbt iro vista, a
arrolJ.
Vellas de carnauba de ptima qualidade, fa-
bricadas no Araeatj : vendem-se na ra da Ca-
deia do l'oiii:'. armazem u. 23.
Vciidein-se escravos baratos mocos e de
bonitas liguras, e caso teuliam vicios nao se
cM-oiidciii mu mili.i qualquer molestia.
5 preto mocos optimus para todo servico.
i dito mais \ i -1 ln> bom para sitio.
1 dito ptimo COtlohelro e de boa conducta
por preco muito rm conta.
2 molicas com algumas habilidades,
i iiiulatinha com habilidades que cozinhae
eiigomma.
negras moca ptima para qualquer serv.
I mulata de 3d anuos muito boa cozinlirira r
que cngouiiiia bem e de boa coudurla, e inul-
tos ontroseseravosqiie seinpreseacliariio ncsla
rasa a venda na ra das Laiangeiras n. 14, se-
gundo andar.
to ni e borato.
Na ra do Quelmado loja n. 18, vendem-se
chapaos de sol de seda milito hons a 5.500 rs.,
ditos de panno a 2,n00 rs.. cortes dr vestido
de cainbraia de todas as qualidades, lencos i\r
seda para seulioia e para lioiniin, cortes de
casimira decores, ricos inanleleles de todas as
cures, chitas francesa, luvas de todas as qua-
lid idea, chapeos francetei paia cabrea, panno
lino pelo c azul, scliin pelo muito bom, ca-
simira prcla seiiui, merino prcto muito lino,
i ao.lii n.i de seda, e outras muilas fa/euda,
por coinmodo pre{0.
Vendem-se 2 moleques de 18 a 20 anuos,
bom para lodo o tiabalho, lano da praca co-
mo do campo, um escravo multo bom padeiro,
una escrava ciioula de 20 anuos, de muilo boa
ligura, que ciigoiniua, cose e cozioha, 2 ditas
iiiiii as mesinas habilidades : na ra do Colle-
gio n. 2l priinciro andar.
Vendem-se chilas de bonitos padroes e de
cores lixas, pelo barato preco de 160, 180 e 200
rs. e linas a 240 is. : na praca da Independen-
cia n. l.
Vende-se. muilo boa farinha de mandio-
ca de S. i -iidi i ni i vinda recentemente do llio
de Janeiro : no armazem de llias & Gouveia,
defronle da Litigela no caes da alfandega.
U legitimo baruteiro.
Chapeos de seda para cabeca finos prelo
pelo diminuto preco de 2,5U0 rs. oda um, ris
cadnhus de liuho a 160 rs. o covado, nielas
para meninas de 1 a 8 a unos de idade a 200 rs.
par, roelas casimira de pura laa padie a in-
gina pelo rediculo preco de 2.5U0 rs. o corte,
chitas bonitos padidcs escuros e claros muilo
nasa 160,180,200, 220, 240 rs. cada covado,
e um completo sorliinenlo de outras muilas
fazendas que s os frrguezcs deixaro de com-
prar lenao lver vonladc c nao levar di ni.en o :
na ra do Crespo n 21.
Lult'ii.i da matriz da J!oa Vista.
Au.s u e 5:ooo,ooii rs.
Na piaca da Independencia m .. de miudezas
n. 4, na i ua da Cadeia n. 46, loja de iniudeas
e no .\ limo da i na Vista, loja de calcado n.
58, e na ma Dlrclta, luja de ouvlies n. i-4.
vendem-se os muito alurlunado bilhetes,
meios, quarlos, quiulos, decimos e vigsimos
da o i -u.i lotera, que corre infallivcliiieiitr
no dia i de junho vindouru.
Bilhetes 10,000
Meios 5,000
Quartos 2,000
yunilo 2,100
licciinos 1,'O
Vigsimo 600
.\a ra da Cruz n. 7, no priineiro andar,
vende-se salsa parrllha de boa qualidade, uhe-
gada prximamente do Para no vapor /m;i<-l
rairii. I
, Batanea grande.
Na confeitarla d ra estrella do Botarlo n.
43, vende-se urna balanca com peso j aferi-
dos este anno por preco coinmodo.
\ enile-sr ulna cadeirinha com os enmpe-
tenle8 fardainentos : na ra do Llvramento nu-
mero 27.
I.ivros batos,
Revista Militar, Klementos de Arithmetlca,
\ Historia Natural, Memoria de um Hondo, Con-
I tos do Setao, Poesas de Rivera, Duas Diana,
Gencvicvc de Lainartine. Almanak, Leitura
, Repentina de Castllho, 0 Preso, Contos da mi-
'nha Terra, e outros livros e impreisos poi mo-
dico pre;o : na ra cstreita do Hozarlo loja
tu. 1S. -. m
Vendc-sc um par de manga de vldro de
! bom gosto. e um de jarros dourado : na ra de
S. Rita n. 14.
iUia Nova n. 0, loja de Maia Ra-
mos & G.
Vende-se ricos capotnhos de verdadelro
sitim-maca, assim como de chamalote preto
e de sarja de cordaosinho, sendo ricamente
guarnecidas de bonitas franjas e trancas a-
aegurando o annuncianle que sao os mais ri-
cos que at huje lem apparecido; e o preco
militan convidao ao comprador.
-- Vende-se na rua larga do Rozarlo n. 39,
confronte a igreja, manlciga Ingleza da mais
nova que ha uo mercado a preco de 500 rs. o
libra, assim como rhlIyooa 2,000 r., dito
deS. Paulo a i.DOrs., dito prcto a2,000 r.
a libra, farinha do Maranhao muito nova a 100
rs., Icnia inulto nova a 160 rs., a/.eltc francci
engarrafado a 800 rs., ervilhas muito nova a
lllrs-: equeniquizer esprimentar.vri.hacom-
prar para se acapacilar.
Carlos llardy ourives, rua Nova
numero 34.
Annunciaao publico que querendo liquidar
as obra de ouro que tem, as vende pelo cus-
i, lindos aderezo para menina de >2a 13 an-
uos com pulceiras, brinco, allincte egargan-
lilha a 40,000 rs., para senhora a 60,000 rs., e
aderecos de senhora brincos, alfinetes e gar-
gantilha a 35,000 r., pulceira a 23,000 r., urna
a 28,000 rs., aneis esmaltados para leohora
multo lindos a 4,000 rs. cada um, um sorti-
mento de brinco para meninas e senhoras
que vende igualmente pelo custo, todas estas
obras sao de ouro de Ici.
Aviso oos Srs. ourives.
tima grande porcao de cadinhos franceses
sonidos dr taiiianho, que c vendem em reta-
lho e cm porcao por preco coinmodo. torno
de in.io. aruiacao de serrotes, ferros de alim-
par sida, pedia de desenliar. Na mesma loja
cima.
Nova-i pecliinclias. .
No Passeio Publico loja n. II, do
antigo barateiro l'irmiano.
I ,iu modernas chita francezas largas para
cobcrlas fazenda realmenle nova ao barato pre
co de 320 rs. o covado, assim como corles de
veslidos dr seda denominlas Jasmins a preco
de 13,000 rs. o corle, riscadinhos francezes de
diversas coi es a 220, 200, 280 e 300 r. o cova-
do, lorias de algodao muilo finas para senho-
ras a 640 rs., fazenda que val i,000 r. o par,
cortes de vestidos de cambraia de barra e de
cores fazenda a mais moderna a 6,500 rs. o
corte, inaiilrlrtra milito ricos a 19,000 r. cuda
um, obra prima, e outras muilas fazendas de
gosto, que se vendern a precos rommodo.
Vende-se una casa que rende 7,000 r.
mensalnienle, pelo preco de seiserntos c tan-
tos mil res : sia rua Dircia n. 32, segundo
andar.
Vende-se tuna rsoava moca com habili-
dades e srm vicio : qucni a quizer comprar,
dirija-se a na Nova loja de chapeo n. 46, que
ahi achara com qnrin tratar, adverte-se que a
escrava bio lem embaracos poique he crioula.
-- Vendem-se as srguiules obras : una ta-
boa rrquesita por Nore, um Piloto instruido
por Coila Mine.da (Icrceira rdiceo), um Tra-
tado completo da navrgacao, tfezoulh, ( nave-
ga^ao ) Taboadinhas por Nore, um Tratado
l'ratico das Manobras, um ilante e um map-
pa da Cosa do //rasil : quem quizer, dirija-se a
rua da matriz da lloa Vista n. 24, onde se dir
quem vende.
\ i mi. ni- se as si o nuiles rasas livre C di s-
inliai ii,.ul.is, as si oiiinics ritas, duas casas
terreas na rua Augusta, qualro ditas na rua Im-
perial e nina na rua das Agoa Verde.' a Ira-
lar com Leandro f rrrrrira da Cunha na rua da
Cadeia dr Santo Antonio n. 9.
Vrudc-se una mesa grande de ainarcllo,
propria para loja, toda envernisada por preco
coinmodo : na rua do Crespo n. 23.
Cha linll.>-1 illiu o i ni eoiln llllins elnnr-
zes a 1,000 rs. cada um : uo pateo do Collegio,
casa do Livio Azul.
Cha brasilriro, ruja qualidade excellentc
se garante a dous mil rris cada lata de libras :
no paleo do Collegio, casa do Livro Azul.
-- Na rua das Cruzes n. 22, segundo andar,
vendem-se tres pretas de 50 a 56 annos, urna
dia de Angola peileila engommadeira 0 cozi-
nha I., ni o diario dr urna casa, cose chao e la-
va de salan, e as muras duas crioulascoin as
inesinas habilidades, e dous moleques de i.'l
a 18 annos linda figuras e sao crioulns
-- Vendem-se sapates de Nanles e outras
calcados proprio para a invern, toalha, e
meiasde linlio para hoinein : na pra;a da In-
dependencia loja de calcado do Arantes n.
13 c 15;
__Vendc-sc cimente de coentro muito no-
va a 100 r. a garrafa : no Atierro da lloa Vis-
la n. 14.
Vende-se a verdadeira se-
ctipira meiini de toda grosmra,
propria para fabrica de carros c
rarrocas : quem a pretender, di-
rija-se a rua da rain n. 55, que
alii se dii quem vende.
Vendo-s um escravo de na
t ao bom cozinbeiro, bonita ligu-
ra, de idade de 28 ..nnos : trata-
se cotn Machado & Piheiro, ma
do Vigarion. I9, segundo andar.
-- Vende-se a taverna da esquina do becco
do ique u. 24, com os fundos a vontade do
comprador, a qual com o fundos de 8i>0,000
rs. lira soriida de um tudo, e vende diaria-
mente de ili a 14,000 r., por Isso que esl mui-
lo propria para um principiante : a tratar ua
mesma.
Vende-se muito barato por necessidade
una prela sein vicios nem achaque, ptima
quitandciid e muito diligente no servico de
una casa; na lloa Vista rua do Tambia mi-
no m 11.
Vende-se para fra da praca um bonilo
escravo bom ollicial de marcineiro : na- rua
Nova armazem de trastes do Pinto, aanca-sc
nao ter molestia e nem vicio, o motivo da ven-
da do mesiiio r Vende-se urna linda escrava de nacoque
representa 24 anuos, he de muilo boa conduc-
ta, cozinlia bem 11 diario de unta rasa, ensaboa
e engoinnia com perfelco : na ruada Cruz do
Rccil'r n. 18, srgundo audar.
. \ ende-se ulna linda escrava crioula de20
annos, que sabe engommar, cozinhar c coser,
para fia da provincia, ou para fra da cida-
de : na rua de 8. Rita o. 14.
Vendcm-ie 100 barrisque foram de uian-
telga a 120 rs. cada um por junto : no pateo do
Carmo venda novan. 2.
Vendem-se saccas com superior arinha
de S. Calharina por preco coinmodo : no becco
Largo vendan. 104.
Na rua do Apollo n. 21, vende-se um prc-
to moco de boa figura, sadio e ladino.
Vende-se na rua da Praia n. 74, urna mu-
latinba de idade de U annos, muito bonita fi-
gura, propria para inocama e muilo agradavel
para meninos.
("ouro de lustro.
Na loja de ferragen de Antonio Joaqulm Vi-
dal, rua da Cadeia do Recife n. 56 A, vende-se
couro de lustro a 2.000 rs. a pelle.
Na rua de S. Francisco casa n. 10, vnde-
se urna escrava crioula moca e ada, que co-
linba o diaria de urna casa, engomma softri-
velmenle, lava e cose ptimamente, tambem
se vende um cabriole!, descoberto moderno e
um cavallo muito lionito de estribara.
-- Vende-e ilbo, arroz de casca e feijao :
no Collegio a bordo de urna barcaca, e millio a
4000 r. medido.
Arroz do Macanbao a 3,000 rs. a
arroba
Vende-ie arros do Maranhao a 2,000 rs. a ar-
roba, tanto em saccas como a retalho : na ven-
da da quina da Penha por baixo do sobrado
do Sr. coronel Joaquina Bernardo.
Vende-se um casal de gansos novos : na
rua de Nurias n 110.
Cera em vellas.
Vndese cera em vellas do Hio
de Janeiro c Lisboa, sortida ao
gos o do comprador; tambem ha
cal virgen da melhor que ha ti >
mercado vindo de Lisboa : tra-
ta-se com Machado & l'inbi-
ro, rua do Vigario n. I9, segundo
andar
lie liarali--i 1110.
No Atierro da boa Vista n 80, venda junto
a paderia do Sr. Durar, e conlronte a loja de
cera, vende-se manteiga ingleza a 400 r., bi-
cha de Iiamburgo da melhor qualidade por
|in 1 o multo diminuto, tanto vendida como
alugadas.e tambem se vendem em por;ao por
haver grande quantidade, assim como muito
bom doce de guiaba por coinmodo preco.
-. Vende-se 011 troca-se por escravos urna
morada de casa nova e inulto bem construida
no principio da rua Imperial : quem a preten-
der, dirija-se a mesma rua n. o1, que achara
com quem ti alar.
Vendem-se don molecote9 de idade de 18
a 2(1 anuos bou ofliclaeade pedreiro.umdito de
uieia Idade por preco cominodo, 6 escravos
moco de bonita figuia, sendo 2 com boas
habilidades : na rua Direita n.3.
Cementes de bortalice.
Vendem-se cementes de bortalice de toda
as qualidade, chegada prximamente do Por-
to, por preco muito coinmodo : na rua Direita
venda n. 76, esquina do becco dos Peccados
Morlaca.
Oculos para todas as idades
Vendein-e neulo para toda as idades pelo
baralissiino preco de 800r. o par .- na rua lar-
ga do Rozarlo, loja de miudezas u. 26, de Joo
l 1 all isa u Alaia.
Cheguem a pechincha.
Vende-se couro de lustro francez pelo bara-
lissiino preco de 2,240 rs. a pcllc : na rua lar-
ga do Rozarlo lija de miudezas 11.26, de Joo
Francisco Mala.
Ao bom e barato.
Rua do Passeio leja n. 9, de Albino Jos Lei-
le, vei.deiu-se ci. res de inrias cas' mi ras muilo
encornadas proprias para o lempo presente
pelo diminuto preco de 1,500 rs.o corle, a el-
les antes que se acabem, assim como pecas
de chitas escuras a 4,500 rs. a prca, o covado a
120 rs., ditas para cobertas a 6,000 rs. a peca u
covado a 160 r., lencos de aeda com lindo pa-
die a 1,000 r chapeo de sol de panninho
com barra a 2,600 rs. cada um, cambraia da
India bordadas a 400 1 a vara, riscado de li-
nlio de cores a 300 is. o covado, dito monslro
a 200 rs. o covado, e outras muitas fazendas
que se deixam de annunciar por falla de
.lempo,
iaoiiuiiia-.se a vender manteiga nova in-
gleza a 400 rs., banha de porcoa 320 r., caf
muido a 20U rs., dito em grao a 16O rs., farinha
do Maranhao a 80 rs.. macarra a 160 rs., pas-
sas a 24u rs., bolaxinha ingleza a 240 rs., tou-
cinhode Lisboa a 240 rs., cha hyson a 1,920 e
2,24(1 rs., vellas de earnaiiba de 6, 7 e 9 a 300
rs., de espcrmacele de 5, 6 e 7 a 640 rs arroz
do Maiauiian a 80 r i liuui h .s de Lisboa a
400 rs., chocolate de Lisboa a 320 rs., e queijos
novo a 1,680 rs. : no pateo do Carmo venda
nova n. 2.
Vende-se nina eicrava do genlio da Costa,
cu u idade de 30 annos pouco mais ou menos,
muilo bonita e adia, propria para todo servi-
co e si ni vicio algum : em tora de Purtas tua
du Pilar n. 101.
O Vende-se a padaria nova do Mangui- O
Q iilni, com lodos os sous perlences; e >
y bastantante afreguezaJa: quem a }
*ts chara com quem tratar. r\
Copos para vinbo c para agoa
de qualidade muito superior : vendem-se em
rasa de Kalkmann Irmaos, rua da Cruz n. 10,
aoude tambem ha grande sortimento de appa-
11 I lius de vidro fino para tobreinesa, para agoa,
para ponche, ceitos e vaso para flores e para
frutas.
Vin 11 os finos
de llordeaux, vinhodc Hcrea, vinho do Rhri-
no, vinho de Bordeaux branco de idade de IiiO
annos : vendem-se cm casa de Kalkinann Ir-
maos, rua da Cruz n. 10.
Charutos de llavana
de superioies qualidades : vendem-se em ca-
sa de Kalkmann Irintoa, rua da Cruz n. 10.
I nsi i u mi utos tic ni lisien
chrgou novaiuente um completo sortimento
de instrumentos para musir militar, recom-
menda-se principalmente os pisies, pratos
vida-olio, da 'I u i ipil.i, Ilailliu, Hall las, hai-
(os, cornetas de chave, clarius lisos e de cha-
ves, violes riquissiino dr Jacaranda, claii-
neia, trombones, trompas, caixas de guerra,
zabuuibas e arco de campanillas : vendem se
em e.oa de Kalkiuaun Irmiios, rua da Cruz
n. 10.
Titilas cm oleo
branca e verde i vendem-se cm casa de Kaik-
iiiaiin 11 iii.uis, rua da Cruz n. 10.
Livros em branco
grande torliiuento proprio para escriptorio e
qualquer oulro cslabclrciinento : vciidem-se
ni casa de Kalkinauu Ininios, rua da Cruz
n. 10.
(adeiras e sofaes
para nieuiuo : vendem-se cm casa de Kalk-
mann Irinaos, rua da Cruz n. 10.
Vinho de Champagne
de superiores qualidades : vende-sc em casa
de Kalkiiiann lrmos, rua da Cruz n, 10.
ararte., i*
Obras de ouro
ebegou um novo e completo sortimento de to-
das aa qualidades, como aejam, correntes pa-
ra relogioa, anneis, pulceiras, alfinetes, ade-
recos, brinco, voltas, etc. : vcudetii-se eui
casa de Kalkmann Irmaos, rua da Cruz nu-
mero 10.
D Algotlao para xaccos. t
# Vende-se muito bom algod.to para
9 saceos de assucar, por precpi comino- i
do: em casa de Ricardo Itoyle, na Q|
Wl ruada Cadeia n. 37. fe
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na rua da Cadeia u. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades,
poprias para saceos de assucara roupa do
escravos.
liap Paulo Cordeiro do Rio de
Janeiro
om tatas e frascos, chegado recentemente :
rende-se na rua da Cadeia do Recite, loja
n. 50, de Cunha & Amorim.
Yeniem-se as seguintes se-
mentes:
de nabos, ditas de ditas inginas, ditas de r-
bano encarnadas, ditas branca, ditas de ce,
bolas de Setubal, ditas de aliare allamaa,
ditas repolhudas, ditas de cve trinchada, di-
tas de senoura amarella, dita de chicoria, di-
tas de coentro de loceira, ditas de salsa, dita
de tomates grandes, ditas de repolho, ditas de
espinafre, ditas de pipinella, ditas de aipo,
feijao, carrapato de tres qualidades, ervilhas
tortas c direitas, rabanetes encarnados e bran-
co : na rua da Cruz n. 46, defronte do Dr.
Coime. Na mesma casa vendem-se queijos iu-
fleze muito frescae.
azenda mais barata do que em
outra paite.
Cobertores de algodao escuro para quem
tem fri a 720 rs. cada uin, cortes de briui
branco trancado de liuho puro a 1,800 n., di-
tos escuro a 1,600 rs. o corte, riscados de li-
uho a 220 c 320 ri. o covado, riscado de algo-
dao tramado uiuito cucorpado proprio para
escravo a 180 c aOO rs. o covado, picote a 180
rs. o covado, /.uarle azul de 5 palmos de lar-
gura a 240 rs. o covado, dito de cor a 200 r. o
covado, rucado francez muito finos a 240 ra. o
covado, chita para cobertas decores fuas a200
rs o covado, ditas para vesiidos a 160 e l80ra.,
cassa cbita cores lixas a 440 rs. a vara, casto-
res proprio para palitos a 280 r. o covado,
pecas de cassa de quadros para babados e cor-
tinados de cama com 8 varas e meia a 3,400
rs., chapeos de massa para escravo a 480 rs,
cada um : na rua do Crespo n. 6.
Deposito de tecidos da fabri- ^
ca de Todos os Sontos,
na Iiahia. ^
Vende-se em casa de Domingos Al- ^
>
P
^ ves Matheus, na rua da Cruz do Re- *" cife n. 52, primeiro andar, algodSo "*
<;
transado daquella fabrica, muito pro- <
ln *_.. ..,*,.,,, < Pxiiiio ala orAri. *
de esert-
2, prio para saceos e roupa
Z vos, assim como lio proprio para re- j
^. des de pescar e pavios para vellas, <'j
t> por preco muito commodo. -e^
AdftSiftA AA AMiMAAA.#
laotecia da matriz da Boa Vista.
tu- lo;ooo,oooe 5:ooo.ooo rs.
No Atierro da llua Vista, loja de fazendas n.
36, vendem-sc os aforlunado bilhetes e meios
da inesiua lotera, que corre impreterlvelincn-
le no da 2 de junho vindouru, ou antes se se
venderem os bilhetes.
Ililhcte inteiros 10,000
Meios 5,000
T;i ix:t- para cngcnlio.
Na fundicilo de ferro da rua do Brum,
acaba-se de receber um completo sorlimeu-
to de taisa-: de 3 a 8 palmos de bocea, as
quilas acham-se a venda por pirco rom-
modo, e com promplidSo embarcam-se, uu
carregam-so em carros sem despezas ao
comprador.
Pecas de chita limpas a q,ooo rs.
Vendem-se pecas de chitas limpas escuras
proprias para escrava a 4,000 rs., e a 120 a re-
talho, c cortes de bonitas cambraia para ves-
lidos a 2,600 rs. : na rua larga du Hozario u.
48, priineiro andar.
Vendem se folhas de cobre
e de zinco, para forro de navio, com os-coin-
petentespregos de um e outro metal.
Estantos em verguinhas, al-
vaiade puro em barris pequeos, uin sorti-
mento de vidro para vidraca, copos, calix e
garrafas branca de vidro de Iiamburgo.
Vinhos de C'hampanha e Bor-
deaux engarrafados em cestos, e caixas de una
duiia, chegados no ultimo navio e du mais su-
perior que ha.
Um forte piano com caixa de
Jacaranda, tudo muito ein conta: no armazem
de C. I. Asile, & Companhia, rua do Trapiche
numero 3.
Escravos fgidos.
Desappareceu em o mez de fevereiro
p. passado, um escravo de nome Jos, de
naclto, o qual representa ter do 30 a 40
annos, com ossignaes seguinle : tem urna
helle em um dos olhos, secco do corpo,
altura regular e poura barba, levou ca-
misa, e seroula de algod.to da trra, pou-
co desembarcado na falla, cujo escravo
foi comprado ao Sr. 1 liorna/ AntonierMa-
ciel Monteiro: pede-se as autoridades
policiaes, ecapitSes decampo, onde quer
que elle seja encontrado, que o prendSo,
e por esta mesma folln o annunciem, pa-
ra ser procurado, ou o conduzSo a seu
senhor Joflo Francisco do Itego Maia na
povoacSo de Apipucos, que serSo genero-
samente recompensados.
Desappareceu, no dia 18 do passado, o
escravo de naeo Catango, de nome Jos,
representa ter 25 annos, baixo, grosso 'do
curpn/seni barba, rosto abocetado e ps pe-
queos ; lovou calca de algod.to transado
com hiirns szues e carniza de algodSozi-
uliii j rota : quem o pegar, leve-o a rua do
Vigarion. 22, primeiro andar, ou na rua
da Cadeia do liecife n. 51, que se recom-
pensar.
Desappareceu no dia 30| do passado do
engenho Piaba, frrguezia de Scrinlieni o mu*
lato Raymundo de20 a 22 annos. sem barba,
alvo, de cbelo preto, naris afilado e pequeo,
chelo do corpo, espadauVo, orelbas pequeas,
e lem um andar que parece acatruzado do
corpo, quem o pegar leve-o ao dito engenho a
sen legitimo senhor, ou a rua do Torrer ar-
inasi ni n. 12 de iVamede Jnior que ae gia-
tilicard generosamente.
Pfi'M. rVA.TviU>r M-F. nr'pARi

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