Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05333


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anno XXVII
Quarta-f eir
PARTIDAS DOS COBB.EIOS.
Oolanna c Parahiba. s segundas c sextas Tetras.
Rio-Grandc-do-Norlc, todas as quintas feiras ao
niclo-clia.
Garanhuns e Honito, a 8 e 23.
Iloa-Vistn c Florea, a 13 c 28.
Victoria, s quintas feiras.
Olinda, todos os dia.
<:'Mi.t,.i>ai* IPHEMIH1DES.
Nova, a l, ai 6h. e 42 m. dam.
Cresc. a 8. as 11 h. e 14 m. da m.
Cheia. alfl.as 5b.0 m. dam.
Ming. a 22,slh. e38m. da t.
rUANAH DI HOJI.
Primeira s M horas e 6 minutos da roanha.
Segunda s 10 horas e 30^ninutos da larde.
de Maiode 1851.
N. 03
FREOODA SBSCHIPgAO.
Por tres meses adiantado s) 4^000
Por seis metes
Por um anno
;i'.'-r--iv -.. :- '.'.:'.
DAS DA UMAltA.
5 Seg. S. Pi. Aud. do J. d'orf. e m. 1. vara.
f 6 Tere. S. Joo. Aud. da Chae., do J. da 2. va-
ra do c. e dos feitos da fazenda.
I 7 Quart S. Estanislao. Aud. do J. da 2. vara.
8 Quint. S. Apparico de S. Miguel Archanjo.
Aud. orf. e do J. ni. da primeira vara.
9 Sext. S. Geroncio. Aud. do J. da 1. vara do ei-
vcl, e dos feitos da fazenda.
8*000 10 Sab. S. Piladelpho. Aud. da Ch. e do J. da 2.
l/iKio varado civel.
II Don. do Uom Pastor.
III II!
CAMBIO i e E maio
Sobre Londres, a 29 d. p. 1/000 rs. 60 das.
.i Pars, 320 porfn nominal.
Lisboa, 85 Wm oejnnn ,
Ouro.-Oncashespauholas..... 28/W a
Moedas de 6/400 velhas. 16/000 a
* de 6/40D novas 16/000 a
de4f000....... ?/000
Prata.-Patacdes brasileiros.... /O a
Pesos columnarios..... Zan
Ditos mexicanos........ l/m) a

28/500
16(200
1QM06
9/100
1/940
1/940
1/700
c^a*naaia(itsBSSttdKai^.2v;e:x^M
,?..-.._ ....- j -. .--
parte crncML.
MINISTERIO DA GUERRA-
DECRETO N. 772 DE DE 31 MASCO DE 1851.
Approva o ttgulnmtnlo para eteeufio da lei n
,W>-r/f 6 de .-(, m,n> de i850.
Bel por bem approvar o irgulamenln para
execuco da le n. 585 de 6 de setcnibro de
1850, que com este baixa, assignado por Ma-
noel Fclizardo de Souza c Mello, do me con-
tielho, mlnistroe secretario de estado dosne.
gocios da guerra, que assiin o tcnba entendido
c faca executarcom os despachos necessarios
Palacio do llio de Janeiro, cm 3l de marco de
J85t, trigsimo da independencia c do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador. Ma-
nuel f'elitardo de Snuia e Mello.
. REGULAMENTO.
para execuedo da lei n. 585 de 6 de setembro de l850
Ait. I. i' accesso aos postos de ofliciaes das
diOerentes armas de exercitosei gradual e suc-
cessivo desde alferes ou segundo teuente al
inarechal do exercito.
Art. 2. Aipromoccs sero geraes em cada
urna das armas ou corpos abaixo declarados:
1. Sao armas dislinctas :
1. A artilharia.
2. A cavallaria.
3. A nil-nit ii i i.
2. Sao corpos distinctos :
1. O do estado-maior-gcneral.
2. O de eugenlieiros.
3. O de eilado-malor de priinrira classe.
4. O de estado-maior de segunda classe.
Art. 3. Nenhuin militarpoder ser promovi-
do ao posto de alferes ou segundo lente seni
ter completado dezoito annos de idade e dous
aunos de praca efl'ectiva no exercito,
Art. 4. O menor tempo )>ara qualquer alferes
ou seguddo tenente ser promovido a teneute ou
primeiro lente de dous annos: o mesino
se observar a respeito dos tenentes ou prime!-
ros tenentes para screm promovidos ao posto
de capilao.
Do posto de capilao em diante o menor in-
tervallo de tempo he de trez annos.
Art. 5. O tempo de servico marcado no ar-
tigo antecedente ser reduzido melade para
os ofliciaes que se adiaron einpregados em
operaces activas de guerra.
Art. 6. Os postos de alferes ou segundos te-
nentes scriin precnchidos pelos alferes alum-
nos, na coiiformidade do art. 15 do decreto n.
404, do 1. de marco de 1845, pelos cadetes
que tiverem servido como uferiores por tem-
po de seis metes ao menos, e pelos sargentos,
(endo todos elles l8annos completos de idade,
conveniente robustet, boa conduela civil e
militar, e aln disso tres annos, pelo menos,
ir pracaetl'ectiva.
Kutender-se-ha por praca rflcctlva pata
limdeser promovido u lempo que realmente
decorrer do asscntaiucnto da praca em diante
e nao o que em virlude de quaesquer dis-
posices se mandar contar aos alumnos que ti-
verem estudado as escolas militares do exer-
cito e da limada, ou em quaesquer outras na
qualidade de paisanos. Nao ser igualmente
contado como tempo de praca aos voluntados
o decorrido antes da idade completa de (4 an-
nos ; mu o de licenca registrada, e o de cum-
primento de sentenca condemnatoria.
Art. 7. Sero promovidos ao posto de te-
uente ou primeiro tenente, havendo vagas, os
alferes ou segundos tenentes mais amigos que
tiverem concluido o curso de esludos do seu
respectivo corpo ou arma, e que alm disto
contarem, pelo menos, dous aunos de servico
in--.tr posto.
Se nobouver numero sufnciente de alferes
ou segnndos tenentes que (enhain comtem-
plado o curso de esludos de seu respectivo
corpo ou arma, para preencher o numero de
vagas existentes durante um anno, podero ser
promovidos ao posto de tenentes, excepto pa-
ra engenheiros, estado-maior da primeira
classe, e artilharia, os alferes mais amigos que
contarem quatro annos de servico eflectivo
ueste posto.
Art. 8. Sero promovidos ao posto de capi-
lao, havendo vagas os lenles ou primelros
tenentes mais antigos, que, alm de terem o
curso completo de esludos do seu respectivo
corpo ou arma,, e contarem dous annos de ser
dio eflectivo neste posto, tiverem as seguiute
habilitaces : '
1. Se ion ni do corpo de engenheiros, dous
annos de pratica seguida nos trabalhos de cn-
genharia militar e civil.
2 Se forem do estado-maior da primeira
classe, tres annos de servico nos corpos das ar-
mas de artilharia, cavallaria, e infamarla, sen-
do um anuo em cada arma, e com approvaco
da tctica e economia della.
3 Se forem *i arma de artilnaria, dous an-
nos de exercicios praticos das dill'crenlcs es-
pecies de bocas de fogo, e machinas usadas
nos exercitos em campanha, pracas e bateras,
e com approvaco da tctica e aconomia desta
arma.
4. Se forem de cavallaria ou infantaria, dous
annos de exercicios praticos de evoluces, e
manobras de esquadro, regiment, ou bata-
lhoda respectiva arma, e approvaco destas
evoluces e manobras e da conlabilidade c
economia de coinpanhia.
Se nao houver suficiente numero de tenen-
tes ou primelros tenentes com as habilitaces
scentincas relativas a cada corpo ou arma,
para preencher as vagas do posto de capito
existentes durante um anno, podero ser pro-
movidos, excepto para os corpos de engenhei-
ros, estado-maior da primeira classe e para a
arma de artilharia, os tenentes mais antigos
que tiverem quatro annos de servico eflectivo
neste posto, e satifeito aos exames da habilita-
cao quarta.
Art. 9. Os postos de major sero precnchi-
dos pelos capites que ao curso completo de
esludos do seu respectivo corpo ou arma, e
tres annos de servico efl'ecllvo nesse posto, re-
unirn as habilitaces seguintes:
t. Se forem do corpo de engenheiros e esta-
do-maior de primeira classe, boas informaces
sobre o desempeolio das commissdes de que
houvercni sido Incumbidos, dadas pelas auto-
ridades sob cujas ordens tiverem servido, e
tambem pelo commandante do corpo quaoto
aos prlmeiros
2. Se forem das armas de artilharia. cava-
laria ou Infantaria, approvaco nos exames
praticos determinados no art. 29.
Se nao houver sumeiente numero de capites
cun as respectivas habilitaces saieollficas pa-
ra preencher as vagas existentes durante um
anno, ueste caso podero ser promovidos, ex-
cepto para os corpos de engenheiros c estado-
maior de primeira classe, e para a asma de ar-
tilharia, os capites que contarem tres annos
de servico eflectivo neste posto, e forem ap-
provados as evoluces e manobras de regi-
ment ou li.uilliao da respectiva arma c sua
conlabilidade e economa.
Art. ni. O preenchimento das vagas dos pos-
tos de tenente coronel e coronel ser feito por
modo anlogo ao que fica eslabelecido no ar-
tigo antecedente para o posto de major, ex-
ceptuados soiuenie os exames praticos deter-
minados no art. ?!>.
Art. II. A prnmorao dosofliciaes do estado-
maior da segunda classe se far pela maneira
seguinte : .
1. O alferes sero promovidos a tenentes,
e estes a capites, por maior anliguidade, e
dous annos pelo menos de so vico efectivo no
posto anterior ao da vaga.
2. Os postos de major, tenente coronel e co-
ronel sero prtenchidos, metade por antigul-
dade e tres annos de servico eflectivo no posto
anterior ao da vaga e melade por mereci-
moiio segundo o disposto nos arts 9 e 13des-
te regulamento : sendo os esludos e habilita-
coes a que elles se referem as que se acham
designadas para os omelaes de estado-maior
da primeira clase.
3. Os (illicnes do dito corpo que adquer-
rem para o futuro os escudos c babilitaces
proprias dos omelaes do estado-maior da pri-
meira classe, sero considerados comotaea,
afm de gozarem de todas as vantagens que
por este regulamento sao concedidas aos que
tein estudos completos.
Art. 12. Os poslos do estado-maior-general,
sero conferidos por merecimento, a juizodo
governo,
Arl. io As qualidades que constituem me-
recimento militar para preferir amigiiidadc
no provimento de metade do numero de vagas
dos postos de major, tcuente-coroncl e coro-
nel, sao as seguintes :
1. Subordinadlo.
2. Valor.
3. Intelligencia.zalo, instrueco e disciplina
militar.
4. Ilons servicns prestados na paz, ou na
guerra-
Ests qualidades deverao constar dos seguin-
tes documentos :
i. Das fes dcolicio. .
2. Dos ttulos ou diplomas scienlificos.
3 Das relaces semestraes de conducta.
4. Das ordens do da dos comuiandaules de
Torcas de qualquer denominaco
5. Dos livros especiaes de registro dos com-
mandantes dos corpos, de armas, e dos presi-
dentes de provincia.
6. Das informaces especiaes.
7. Dos relatorios dos inspectores.
Arl. ti. A* iclafScs (.moatraca |W ronduol
e anliguidade dos ofllciacs, omelaes inferiores
e cadetes, serSo organisadas coin toda a indi-
viduaco, havendo a malor circumspccco no
que respeita aojuizo formado pelo comman-
dante do corpo, de armas, e do presidente da
provincia, quando nao houver commandante
de armas.
Alm das relaces de conducta, os comman-
dantes dos corpos organisaro um livro espe-
cial de registro, no qual lancaro diariamente
quanto occorrer a respeito de qualquer offi-
cial, cadete ou Inferior, e que possa influir,
ainda que ligairamcuie, sobre o jtii/.oque dellc
se deva formar.
Iguacs livros existiro no quartcl-general do
eomin.i mo das ai mas da corte, para qne o com-
mandante das armas faca semelliantes notas a
respeito dosofliciaes do estado-maior da pri-
meira e segunda classe.
Art. 15. Os sobredltos livros serviro por 6
mezes, sendo substituidos por outros no lini
desse tempo. Os do estado-maior de ambas as
classes sero enviados semestralmente secre
taria de estado dos negocios da guerra, com as
ohservacnes julgadas ncccssarias pelo com-
mandante das armas da corte ; e tanto este, co-
no os das provincias, e, na sua falla, os presi-
dentes, por igual forma procedero a respeito
dos dos corpos sb seu commando.
Art. 16. >.s lialnlit.iciies primeira, segunda,
lerceira c quarta do art. 8, primeira e segunda
do art. 9, e asdisposiedes do art. 10 e da se-
gunda parte do 2, art. 11, podero ser dis-
pensadas para o accesso de ofliciaes einprega-
dos em operaces activas de guerra, que o go-
verno julgiic dignos de seren promovidos por
anliguidade ou mereciinento, sob informaces
dos cheles de lincas, ouvidos por escripto os
commandantes de corpos, brigadas e divises,
satisfeitas as outras condires do presente re-
gulamento.
Art. 17. As condlcSes dos arts. 5 e_6 da lei n.
585, ileli de setembro de 1850, podero ser dis-
pensadas :
I. Por feitos de bravura praticados em com-
bate, e por actos de intelligencia que se pos-
sam reputar servicos relevantes, sendo devida-
mente julgados e comprovados pela ordem do
dia d.o commandante em chefe das torcas em
operaces, se os factos se passarcm sua vista,
ou pelo juizo de um conselho de inquirico por
elle approvado, se laes factos forem praticados
fura de suapresenca.
2. Pela urgente necessidade de preencher os
postas vagos, quando pelas eventualidades da
guerra acontecer que os corpos em presenca
do inimigo fiquem destituidos dos ofliciaes ne-
cessarios para desempenho do servico.
Art. 18. A anliguidade para o accesso dever
ser contada do decreto que conferir o posto.
Em iguaidade de data preferir a dos postos
anteriores se estes forem Iguaes, recorrer-se-
ha ao tempo de servico ao assentamento de
praca, maior idade ; e finalmente sorte,
piando todas as outras circumstancias forem
ijuaes.
Art. 19. Nao ser contado para anliguidade
do servico militar : primeiro, o tempo passado
em servico estranho repartico da guerra ;
segundo, o de licenca regislroda ; terceiro, o
de cuiuprimenlo de semenca condemnato-
ria,
Art. 20. Sao exceptuados, e como taes con-
laro o tempo de servico, os ofliciaes einprega-
dos na guarda nacional, nos corpos policiacs,
na mai-iiiti;i de guerra, em missoes diplomti-
cas, em presidencias de provincias, eui minis-
terios, no Corpo legislativo, e os que por no-
ineaco ou permisso do ministerio 4a.guerra
forem einpregados dentro ou lora do imperto
em escolas e esludos militares, ou em indus-
vincia, que, fazendo sobre ella as observaccs
quejulgar necessarias, a enviar ao ministro
da guerra com a possivel brevidade.
Art. 31. Se a contecer que algum ofllcial se
queixc dentro do prazo de seis mezes, conta-
dos do dia cm que se publicar a promoco na
provincia em que residir, de ter sido prete-
rido, o governo mandara proceder aos exames
convenientes: c, se verilicar-se ser bem fun-
dada a sua queixa, ser iminrdiatamcnlc pro-
movido ao posto que de dircito llie perlenccr,
com anliguidade da promoco publicada; de-
vendo o offlclal rpic o preterlo, no caso de nao
existir alguma vaga cm que possa ser contem-
plado, passar a aggregado sem veucimento de
antfguldadfli at que possa ser legaltnente pro-
mo\ ido.
Vrt. 32. Nao entrarao cm proposta para ac-
cesso :
1. Os que cstiverem em processo no conse-
lho de guerra, no foro commuin, em conse-
lho de inquirico por m conducta habitual,
e os irregularmenle ausentes do seu corpo,
regiment, batalho, esquadro, ou ......ih-
nhiaiixa ; mas se forem absolvidos, e tiverem
sido preteridos na promoco publicada duran-
te o lempo do processo, sero promovidos
logo que haja vaga com anliguidade da quella
promoco.
2. Os que esliverem cumprindo sentenca,
3. Os prisioneirns de guerra a respeito dos
quaes se proceder na formado art. 21.
Art. 33. I ni quanto houver ofliciaes da se
gunda classe do exercito habilitados para oc-
cuparcui as vagas que forem occorrendo nos
dulcientes corpos c armas, nao se promoverao
outros cun ac:esso para preencherem laes
vagas.
Art. 34. O governo dar pelo ministerio da
guerra as providencias necessarias para que
annii ilinenie sejo inspeccionados os corpos
das dillerenlcs armas que nao esliverem em
mos corpos carinas que nao tiverem nos dous provincia ou territorio onde a tranquillldade
;.i menos annos approvacocs plenas,ou quaes publica Mr alterada 8 limivcrguerra. As ms-
quer al o terceiro anno mathematico da es-- pecces dever estar determinadas no mes de
cola militar, sero transferidos no mesmo pos-.>*rco de cada anuo, aflu deque os respecti-
quando regressarem ao corpo, deverao provar
perante um conselho deinvasligaco que o seu
aprisionamenlo nao fora por motivos re.
provados, porm sim pelas eventualidades da
guerra.
I. Aquelles ofliciaes, porm, que forem pri-
sioneros praticando servicos relevantes e ac-
coes de bravura c intelligencia devidamente
justificadas, e publicadas em ordein do dia do
commandante em chefe das torcas, poderSo ler
ininicdi.il meme um posto por niereeiinentn ;
e se quando regressarem seuscorpns tiverem
direiio a accesso ao posto iiniiiediato, esle Ihes
ser conferido com a anliguidade que Ihes per-
lencer.
2. Quando o conselho de iuvestigaco de-
clarar que o aprisionamenlo tivralugir por
motivo de impericia, falla de vigilancia e de
execuco de ordein, cobarda, ou traico, ser
o iilliei.il remetilo a conselho de guerra para
ser nelle julgado, servindo de corpo de delicio
o conselho de invesligaco.
Art. 22. Prnhibe-se:
i. Qualquer promoco com a chuml i s. n
prejuizo de anliguidade dos que a tiverem
malor.
2. A concesso de graduaco do posto imine-
dalo, (cenlo ao ofllcial mais antign de cada
classe, quando por suas cireutnstancas o me-
recer.
3. Toda e qualquer graduaco militar a ein-
pregados civis das secretarias, contadorias, ar-
senaes e outros cstabelecimentos ou reparti-
ces militares, com excepeo dos einpregados
das pagadorias c coinmissariados, emquauto
exercerem laes empregos, ou forem nclles apo-
sentados.
Art 23. Os ofliciaes superiores dos corpos
de engenheiros, estado-maior daprimeiraclas-
se e da arma de artilharia que nao tiverem as
precisas habilitaces para continiiarem nelles,
assim como os subalternos c capites dos mes-
crctaria. Communicou-se ao mesmo chefe
de policia,
RNAMBUCO
genharia.
Art. 2l. Os ofliciaes prlsionelros de guerra
couservaro seus direitos de anliguidade, e,
lo para o estado-maior da segunda clase, ou
para as armas de cavallaria c infamia, confor-
me se julgar mais conveninte ao servico, at-
tendendo-sc ao sen estado physico c outras
circumstancias. Os de artilharia, porm, que
passarcm para o estado-maior da segunda clas-
se, ou para a cavallaria c infantaria, conser-
var-se-ho addidos aos corpos daquclla arma
emquanto nao houver sullicientc numero de
nflidaes iheoricamcntc habilitados para pre-
enchimento das vagas, sendo comludo promo-
vidos nos corpos e armas para que forem
transferidos, quando de direito Ihes per-
tencer.
Se nao houverem vagas para todos que deve-
rem ser transferidos, passar.io os que snbra-
rem. nni PArpin iiuiii mudemos, roya
gunda classe do exercito, canservando-se to-
dava addidos ao estado-maior da segunda
classe, ou aos corp s das armas de cavallaria
e infantaria, onde iarao o servico que Ihes
for determinado, al que haja vagas em que
possam entrar por sua anliguidade nos poslos
que tiverem.
Art. 24. Os ofliciaes do corpo do estado-maior
da segunda classe, e os das armas de cavallaria
e infantaria, que tiverem habilitaces sclenti-
ficas completas para servirem em algum dos
corpos de engenheiros, ou do estado maior da
primeira classe, ou na arma de artilharia, e os
destas armas que possuirem os precisos re-
quintos para servirem no corpo do estado-
maior da primeira classe, sero transferidos
qara os inesmos corpos e arma nos postos em
que se adan ni, segundo aquellas habilila-
ces c a maior conveniencia do servico militar.
Por idntica forma se praticar com os capi-
tes e subalternos approvados nos prlmeiros
Ires annos mailicmaticos a escola militar, ou
que tiverem approvacdes plenas nos dous pri-
melros.
Art. 25. Sero transferidos para as armas de
cavallaria e infantaria os ofliciaes do estado-
maior da segunda classe que se acharem em
circumstancias de prestar servico nellas; e bem
assim passaro para aquellas anuas os alferes
e segundos tenentes que, pertencendo s
so o un i cas, nao cu lid u i ron us respectivos es-
tudos.
Art. 20. Os oaciaes que se tornarem inha-
bilitados para ileacmpenbAr seus deveres as
armas ou corpos do exercito em que se acha-
rem, sero transferidos para o estado-maior da
segunda classe, onde sero einpregados como
melhor convier ao servico.
Art. 27. Asautoridades ou quaesquer empre
gados militares que uas pocas marcadas dei-
xan ni de i-eini iiur as informaces e mais pa-
pis a que forem obrgados, ou que nao satis-
li/.eron em lempo as exigencias da secretaria
de estado dos negocios da guerra para esclare-
cimento das mesmas informaces, sero por
isso respousabilisados.
Art. 28. Na corte, e as provincias em que
houver corpos de quaesquer das armas do ex-
ercito, os cuniin.unanles das armas, e na sua
falta os presidentes, uomearo urna ou mais
cominlsses presididas por ofliciaes generaes
ou superiores para cxaminarein os alferes
alumnos, sargentos e cadetes que se destina-
rem a ser promovidos ao posto de alferes,ou
segundo tenente. O examc versar sobre a
nomenclatura das diftercmes partes das ar-
mas, seu uso, auas dill'erenies especies ; sobre
o manejo da respectiva arma e excrcicio de fo-
go, escola de peloto a pe ou a cavallo.de peca
de campanha e de bater, poliurias ao alvo, se-
gundo a uatmeza da arma a que pertencerein
os examinados.
Art. 29. Ser semelhantemente nomeada
urna ou mais commisses de tres ofliciaes ha-
bilitados para cxaioin iirin os tenentes e ca-
pites das tres armas do exercito. O cxainc
versar: 1. sobre o manejo das armas, fogos
e manobras de batalho, esquadro, regi-
ment, batera de campanha e de naca, se-
gundo a arma a que pertencerein os exami-
nandos: 2, sobre o detallo, escripturaco e
economia dos corpos : e, alm disto, sobre a
picarla, se os examinandos frem das armas
de cavallaria ou artilharia a cavallo.
Art. 30. Feitos os exames, que seraono mez
de marco de cada anno, e presididos pelos
commandantes de armas, ou por algum olli-
cial-general ou superior delegado daquclles,
ou pelos inspectores, onde uo existirn com-
mandantes de armas, os examinadores,faio
urna relacao nominal, e por ordem de mere-
--------------------------------- ----------- lllllil 1' lili iiu iiiMiiiimi, |~- .u> .., Mt( ni' i'
trias e trabalhos de qualquer dos ramose en- cillicrjl do, armiados, expondo resumida-
mente oseujulto a respeito de cada u*iu del-
les; e a remetieran ao commandante das ar-
mas, e, na falla dcste, ao presidente da pro-
MUTILADO
vos relatorios dns inspectores posso cm lem-
po chegar secretaria de estado dos negocios
da guerra.
Arl. 3.i. Urna cominisso de tres ofliciaes-
generaes ser incutnliida de organisar, vista
das relaces de conducta, livros de registro e
mais documentos que sero foruecidos pela
secretaria de estado dos negocios da guerra,
duas relaces dos ofliciaes do exercito. desde
ilferes at coronel exclusive, que estejo no
caso de ser promovidos segundo as disposi-
c/ies do presente regulamento: una dessas re-
laces coniprelicndcr os ofliciaes a quem to-
que o accesso por anliguidade, c outra aquel-
les que devo ser considerados dignos de en-
trar em proposla por mereciiiicnlo cm grao
niierior jv >" m'ui uniir.i'1 h mais amigos
A Dtebina coiiiiuMn ^llaia J ^-i
rida secretaria de estado todos os esciireci-
meuto.i (iic julgar necessarios a bem d.ijusla
distribuicao dos poslos militaresj indicar a-
quclles ulliciaes que devo ser excluidos da
primeira classe do exercito, segundo as dispo-
sices do decreto n. 260 de i de dc/.embro de
i84l, e ter sob suas ordens, para a coadjuvar,
os ofliciaes que forem precisos.
Art. 36. Seudo de urgente necessidade prc-
encherem-se os poslos vagos do exercito, o
governo proceder promoco, por una vez
s.Hiicnie, iiiilepciiilentc dos eximes, informa-
ces c formulas determinadas no presente re-
gulamento, cingiudo se porm s prescripces
da lei n. 585 de 6 de setembro de Itl.i.
Arl. 37. As habilitaces scicntilicas exigidas
no prsenle regulamento para o accesso dos
ofliciaes se tornaru elfccllvas siiiuenle para
aquelles que passarem a alferes depois da pu-
blicaco do mesmo regulamento,
Art. 33. As disposices dos arts. 23 e 34, c
primeira paite do 26, vigoro smente at o
dia de setembro de i_85l.
Art. 39. Ficito dependentes da approvaco
da aisemblca gerai legislativa as disposices
dos arts. 9 10 e li. tj 2., 23, ultima parte, 24,
25, 26.31 e3, $jl.'e5.
Art. 40. Sao revogadas as disposices em
contrario.
Palacio do Rio de Janeiro, em 31 de marco
de 1851. Manuel Fetizardo de Soaza e Mello.
GOVEUNU DA I'KUVLNCIA.
EXPEDIENTE D(J DIA 30 DE AUltlL DB 1851.
Olficio Ao commando das armas, dizendo
em resposta ao seu offlcio de 25 do crreme,
que deve-se abonar as pracas de primeira li-
nhaeuipregadascm servico de fuuce e macha-
do na .iliciiuru de picadas para a demarcaco
da colonia militar desta provincia, nao sua gra-
tilicacao de 3110 rs. diarios que se Ihc mandn
abonar por esse trabalho, mas tambem o veu-
cimento de meiaetape, que jpercebiaux pelo
servico de explora{o, sendo porm a folha da
mencionada gralilicaco organisada eui sepa-
rado por ser essa despcia pcrlenccute a repar-
tico do imperio.
Dito. Ao mesmo, devolvendo o requeri-
mento documentado, no qual o primeiro sar-
gento particular -lo segundo batalho de arli-
Iba la a p Joo 'l'heodoro dos Sanios pede pa-
gamento 'do accressimo do seu sold, concedi-
do pelo decreto n. 542 de 21 de maio do anuo
prximo passado, alim de que mand tirar o
mencionado accressimo no pret do corpo em
que est servindo o peticionario, de conlonni-
dade com a iuformaco que remelle por copia
do inspector da pagadura militar.
Dito. Ao mesmo approvando a nomeaco
do tenente da quarla classe do exercito Jos
Cyriaco Ferreira para servir interinamente o
lugar de ajudaule da fortaleza de Tamandar.
Uilo. -- A thesouraria de fazeuda, (ransmi-
tindo os avisos de duas letlras na importaucia
de l'OOO.OCO rs.. sacadas pela ihcsouraria do
Mo Grande do norte sobre a desta, e favor
de Antonio liento da Cosa e de Francisco Ig-
uacio Ferreira Jnior. Parlicipuu-se ao
Exiu. presidente daquclla provincia.
Dito. A pagadoria militar, devolvendo os
papis relativos divida de que pede paga-
mento o cx-primeiro cadete Francisco Xavier
(Javalcanli Lins, aflu de que mande processar
esses documentos nos termos da ordem do the-
souro publico-de 6 de agosto de 1847, visto per-
lencer a mencionada divida a excrcicio Iludo
Dito. Ao commandante interino do corpo
de polica,, recommajidaiido cm attenco' ao
que requisitnu o desembargador (hete de po-
licia interino, que mande apresentar naquella
repartico, emquanto ussim o exigir o servico
publico, duas nacas do corpo sb seu interino
eliminando, que escrcvain correctamente, pa-
ra coadjuvarem os trabalhos dajrespectiva se-
us*. -^J,
Tribunal do commercio.
Em iro de 5 dle mi, foram i'iucrplo no litiro
da malrirula ns eenhores:
Luis Gomes Ferreira, cidado brasileiro,
commercianlc matriculado na extincta junta
do coinno o i do r.io de Janeiro, domiciliado
uesla praca. COm sua casa de commercio de
grosso trato.
Manoel Concalves da Silva, cidado brasilei-
ro, commerclante matriculado na extincta jun-
ta do commercio do Rio de Janeiro, domicilia-
do nesta placa com sua casa de commercio de?
grosso trato.
-Va meima cuo [oi admillido a matricula o
senhoret.
Luiz Antonio Pereira, cidado portuguez, do-
miciliado nesta praca com sua casa de negocio
de fazendas.
.Va Dirima eeiio foram admittidos a matricula at
firma* lortes doisenhores:
Me i .'al non i & C, lino i social ingleza, do-
miciliada nesta praca, com sua casa de com-
mercio de grosso trato.
Oliveira limaos S C, firma social portugue-
za, domiciliada nesta praca com sua casa de
commercio de grosso trato.
Ilernardino Jos Monjeiro Si Irmos, firma
social brasileira, domiciliada nesta praca, casa
de negocio de fazendas.
Secretariado tribunal do commercio de Per-
nambuco, 5 de maio de 185l.
Jos Jeronymo Monteiro,
Secretario. |
F.DITAL.
O tribunal do commercio da provincia de
Pcrnambuco, em sesso de 5 de maio de iS.'h ,
decidi que pelo presente edital se fuesse pu-
blico, para conhecunento dos interessados, a
que dispe o cdigo do commercio a respeito
dos trapicheiros c administradores dos arma-
zen de deposito, nos arligos 87 e 89 : "os tra-
picheiros c administradores de armaxens de
depsitos sao obrigados a assignar no tri-
bunal do commercio, nos lugares distantes
da residencia do mesmo tribunal, termo de
fiis depositarios dos gneros que receberem,
e vista dellc, se Ihes passar titulo competen,
te, que ser lancado no registo do commercio
Emquauto nao tiverem preenchido esta for-
m ilnl i le nao lero direito para haverdas par-
les a I ue. ii. I algum por gneros que receberem,
nem podero valci-se das disposices deste c-
digo ni parte cm que sao favoraveis aos trapi-
cheiros c administradores de armazens de de-
posito fart. 87).Os administradores dos trapi-
ches alfandeeados remetieran al o da 15 dos
,,,e,es d i-ndru e julho de cadaJUiiiJWP-ijrjz__
bunal do commercio respectivo, um balando
em resumo de todos os gneros que no semes-
tre antecdeme tiverem entrado e sabido dos
seus trapiches ou armazens,e dos que nelles M-
carem evistiudo : cada vez que forem omissos
no cu ni | o i ni oiio desta obrigaco, sero mul-
tados pelo mesmo tribunal na quinlia de 100 a
200.000 rs. (artigo 89.)
Secretaria do tribunal do commercio, em 5>
de maio de l85t.
Jal Jeronymo Monteiro,
Secretario.
'a) :nmuw iId-
Km viagem de Pcrnambuco para esta corte
li o Diario de Pernamburo de 28 de marjo e nel-
le depirei com nina correspondencia do meu.
amigo e nobre collega o Sr. Dr. Moscoso, etn
que esforcou-se pira eslabelecera comparaco
entre os primeiros 30 lias d pialregimenlal, comparados com os ltimos 30 das
da allopathia, ora infelizmente me pertencendo
esses 30 dias, em que fui cncarregado do hos-
pital, nao posso deixar passar sem respusta o
citado artigo, que s me traz desar.
Soccorreu-sc o ST. Dr. Moscoso aos dados es-
tatislicos para aecusar-me, mas uo foi nimio
Icli/.; i o 'i o mo se fez em seus clculos tantas
subtraeces de morios, devia ter mais franque-
za, c confessar que nos tres primeiros das de
sua do ce, ao liavia dado alia 71 doentes, glo-
ria que se a oulro nao cabe, elle menos de
cerlo, c de que eu s tire a culpa ; porque gos-
lo de dar alta homens completamente cura-
dos, como bem sabe o meu amigo. Ainda pec-
ca o seu calculo em incluir como curados ho-
mens (ue ai mi i sahem doentes do hospital, c
que ion uni a entrar augmenta de maneira
espantosa o numero de entrados e saludos, e
di un um- grandemente aproporco dos morios;
comoaconteceu aqui, qiae j foram para o hos-
pital militar com as mesmas enfermidades, sol-
dados 11ii<- o Sr. Dr. Moscoso deu l por promp-
tos, mediando muito pouco tempo cso : o
caixa da msica Jos Joo I rauco com urna
ophlalmia, os soldados da quarta companhia
Jernimo Jos Gomes com umagrapde ulcera
na peina direita. e Antonio Jos da Silva com
darlro escamoso as pernas, o da sexta Marti-
n lo A u ion o da Silva com urna colite chrouica,
c os da stima Manoel Alcxandrc de Oliveira
com urna ulcera na perna esquerda, e Scrafin,
Pereira comepalite chrouica, afora nos outros
batalhes, onde me disseram uo liecife succe-
der o mesmo; porque nunca tomei uota disto,
urna vez que jamis me passou pela imagina-
co ser provocado pelo Sr. Dr. Moscos., de
quem semprc fui to amigo, e que constante-
mente me deu pruvas disto.
J se v portanto, que o Sr Dr. Moscoso no
lem tirado no hospital tanto provelto da ho-
ni. ip.itlu i. como parece primeira vista, e
que seus algarismos tem ps de barro, como a
estatua de iNabucodonosor ; e que nao preci-
sa lancar mo desses meios; porque ha de ti-
rar semprc bom resultado de qualquer agente
que empregue, atleudendo sua reconhecida
habilidade.
O Sr. Dr. Moscoso, permita que Ihc diga,
que uo foi leal comtnigo, e faltou s leis de
c i val lioro, o que sobre maneira sinto; porque
no primeiro da, em que loinou coma do hos-
pital elogiou o asseio do esiabclecimento, e
disse, que eslava em mar de rosas pelo pouco
numero de doentes graves que havia, para o
que poderla invocar o testemunho de nossos
nobres collegas all einpregados; agora poriu
diz o contrario em seu artigo, de sorte que uso
sel qual he a propusico*verdadeira ; entre-
tanto o.mcimo Sr. nao ignorava as dilnculda-
des, com que tive de lutar, e circumstancias
que occorreram ; poia alm dos soldados b.i.f
tauie|dot:j es, que recebi e que liar iam de mor


.:-'

.>,
'
cr, fallecern, dcbexigas oito do quarlo bala-
ban de catadores do Pata, j sallemos quantc
rila trrrivel pesie assola os pobres Indios, e dr
feble amarella alguna do oilav de caladores,
<|uetem sido victima em oulro lempo da incu-
lta dos mdicos, segundo se dizia; mas agora
Ji.i de ser da verdadeira febre amarella.
Ignoro o que quer dizer o Sr. Dr. Moscoso no
leu Sei que aquelles que ntgam mesmo aquillo
que vem rom ew proprios olhot lem procurado
i cplicar a cessaco reipeeliva da morandade exces-
siva, que at ento havia no hospital dando raio'ei
cada qual mais frtil e amatica porque me nao
cabe, e neui quero aceitara carapura.
Dlrei ao lindar esle artigo que doe-mc nos
scos d'alma ter de responder aggressao do
Sr. Dr. Moscoso, mas nao ha oulro remedio sr-
jiao defcndcr-nie ; e que mo ha de ser preciso
elle perder at a vida pela homceopathia, que o
martirio seno Tez para elle.
Rio, 15 de abril de i851.
Dr. M. A. daSilva Pintes.
Publicago a pedido.
Ft'af justilia percal mundui.
Honra seja feita a.magistratura brasileira,
fiel observadora de (ao sagrado principio de
direilo. Honra ao juit inlegerrimo, que inder
pendente, e comprchendendo af alta misso de
Ini- est cncarregado, instituido para vellar so-
bre os interesses da fazenda publica, nodu-
vida negar esta aquillo, que de pleuo direi-
to, e de mu remota era pertence a alguem
que nao ella. Sim, os herdeiros do Ruado
tvianiii 1 Luiz da Yeiga, perturbados por um ar
bitrio do goveruo desla provincia, na posse
dos terrenos do sitioAracno lugar de S.
Amarinfio, em dias da administraco do Kxm.
Sr. consclheiro Antonio Pinto Uiichorro da
Gama, que mandou aforar parte dclles Joao
i v n 1 c a 11 (i de Albuquerque, c lio lino Jos
Fcriiandcs de Kigucircdo, nao obstante a exi-
Iriciio por nos feita dos legtimos titulos, por
onde pi'ovamos nosso dominio, c posse por he-
rain i paterna, e o desta por compra quem
o havia arrematado cin hasta publica, man-
dada fazer pela fazenda nacional em 1763, re-
corremos asjuslicasdo paiz pedindo un dc-
saggravo de nosso direito oli'endtdo, urna repa-
rayo a criminosa infraeco da lei garantido-
ra da propriedade, e por conseguintc ao in-
justo, c arbitrario proccdiuicnto da autorida-
ilc publica.
I', de fado a prova mais cabal de nosso ir-
Tefragavel direito de propriedade no sitio
Aracacba-se exarada* na sabia, e judiciosa
aenlenca defhniliva, do juiz dos feitos da Pa-
seada, o lllm. Sr. Dr. Alvaro, Itarbalho Uchoa
Cavalcanti, datada de 38 de abril do corrente
anno. Nella o meretissimo, e imparciai jtiiz,
alm de confundiros esbulhadores .do nosso
9 lireito de propriedade, declarando nullos, ede
ficnhum effeilo, os titulos de aforamento passados
fel fazenda em favor de Cavalcanti, e Uufino,
restiluindo-nos desta arle a nossa aun.: e pa-
cifica posse, como Irgitimos senhores; alm de
se fazer credor dos cordiaes eucommios da opi
nlo publica, que espreita, e nao supporta lem
indignado urna deciso uijuita d o mesmo
severo exetnplo de moralidades aquelles, que
devendo ser osprimeir.s observadores da lei,
sao os seus mi i ai un i". .' Porquanto tendo o
sitio Arac, passadu a fazenda por exlincao dos
jesutas, e por esta vendido em hasta publi-
ca a particulares, passando destes at nos por
titulo legal, impossivel era, sem manilesta, e
criminosa trausgresso de lei escripia, aforar a
fazenda, como proprio, oque urna vezallicr
to solemnemente .'
He verdade, que de urna appellac.ao neceS'
aria pende to justa, quo exemplar senten-
ca ; mala interposta pro-formula, ( por isso
que o nosso direito be inqueslionavel em
compriiuento le, que a eslaluio eui taes ca-
en*, ilella ..-s.-.,,,,. tecciar. O contraa <
i ui.j. j/Oi ci duvlda a sabccluila, conspicui-
tlade, c reconhecida justlca do Collendlssiino
tribunal da relacao, que nao deisar de sellar
coui tuasancfo juila senu-nca do juiz a quo.
tlanotl Lu: da Vciga.
VARIEDAD!:.
* *-----------------------------------------------------
NAVEGACAO. AEKI*.
Em o nosso numero de lerca-feira mencio-
namos o projeclo de um arronaula americano,
que prope aos Eslados-Cnidos organisar os
transportes pelo ar, com o socorro das cor-
lentes almosphericas. Lina correspondencia
de M. Uupuis-Delcourt, loconhecido pelos ser-
vicos que tem prestado scicr.ca aerosttica,
nos en niiii. boje reveudicar para a Franca,
patria de iMantollier, a prioridade da idea
submeltida ao congresso de Washington pelo
aeronauta americano.
lina nota sobre a primeira viagem de cir-
cumnavegaco pelos ares, lida na academia
das sciencias de Pars, em o anno de 1850,
por Mr. Uupuis-Delcourt, eogenheiro aero-
nauta; diz n seguidle : #
Apeiar das insufneicutes ou ridiculas ten-
tativas feitas ou proposlas at hnje para dirigir
vs ballts ( he a palavra consagrada), a inven-
cao de .Vlonlgollier tem permauccido, urna
grande obra, destinada poderosas e uleis
applicacocs.
u Com o socorro da machina aerosttica, a
larga estrada dos ares est abena. A almos-
phera accessivcl pode tornar-se o laboratorio
do sabio; a navegado almospheriea far im-
mensos servicos sciencia, industria.
Chegou o momento de realisar-se o pen-
aamento da anliga academia das sciencias de
Pars, cujo relatorio sobre a machina aeros-
ttica (1783 Cordorcat, BrlllOD, Lavoisier,
itc.), la.ii esperar urna prxima navega;o
aeria.
As numerosas applicaces do vapor, o
aperfeicoamenlo dado nutica martima, a
rearan dos caminhos de ferro, seu rpido
desenvolvimento, a telegraphia elctrica, tem
successivanienle mostrado quanto poder o ho-
iin ni possuc em noisos dias, quo grande be
aua forca, quaodo elle a quer ousadameiitc
por em obra.
A applicaco dos balldcs as necessidades
geraes da humanidade nao deve mais ser con-
siderada como una questo d'artc ou de pura
sciencia, porm luiente como una questo
de dinbclro e de lempo,
Nio e trata, ao meu ver, d'um ensaio de
machinas ou de novos processos. Para a rea-
lisaco do projeclo com o qual lenho a hon-
ra de entreicr a academia, nao he Decenario
procurar nem inventar nada; o ballo, em
i.n i simples e mui positiva accepeo basla
para imprehender nina primeira viagem de
irtiiiiinavegay.i pelos ares
Todos os homeus de tlenlo que tem-se
oceupado com as machinas aerostticas, tem
pensado em aproveitar o ar para navegar no
ar. Ventos geracs, correles mais i.u menos
constantes e que em verdade sao dignos de
seren estudados, reinam em diA'erentes altu-
ras na atmospbera. Elles sero, sern dovida,
os mais seguros agentes da locomoco aeria.
Um ballo spherico, de cincoenta metros
de dimetro, manobrado por urna equipagem
de vlnte e cinco homens, com apparelhos su-
liceutes e vveres, constituira urna enibar-
cacao aerosttica, especie de pequeo navio
aerlo da lolaca de setenta e cinco toneladas.
Elle pudeiia susleuliir-se nos rea duranle
algumas semanas t mesmo durante alguna
me/es no cazo de necessidade; em vez de II-
luitar-sc a urna apparico fugilva na almos-
phera, como liso tem tido logar tantas vezes
to intilmente at hoje. A gente poderia
tlcujora-sc I'or fuito lempo nos ares para
rondar mas profndelas c para estudar expe-
rlmcnlalmcntc de urna maneira cflica ascon-
dicies da aeronutica futura.
Reata estabclccer para a maisa do ar o
que o Sr, capitao Duperrev fex com tanta fc-
licidadc nara os mares c costas que orlao os
grandes continentes; he necessarlo levantar
urna carta dos ventos e das correntes sublu-
nares.
ii ludo parece indicar a exaclidSo daantlga
ideia de Franklin, confirmada depois por ou-
tros -alims eminentes e por um 'certo numero
de observafes j feitas. Segundo o sabio
americano existe hablttialmente na atmosphe-
ra inferior una especie^ de corrente Irla que
sopra dos polos para o'equador, c pelo con-
trario duas correntes s'uperiore, que soprao
em sentido inverso c que vo do equador
para as.duas extremidades da trra.
Partindo do solo Europeo, mesmo da lali-
tude de Paris, quem se abandonasse na esta-
-o conveniente corrente media que se diri-
ge paia o oeste, ra mui provavclmente pai-
rar, no quinto dia de marcha, cima das
regics polares, c poderia ahi reconhecer-se
a passagem para o IV. O. tao procurada pelos
navegadores anligos e modernos ; existe, com
efleito, e se he de natureza tal que permuta
aos navios passarem do Atlntico para o Oca-
no indico.
A navegacao aeria, dando os meios de
escapar aos frioi excessivos, aos gelos, aos
embtraCOI de toda a natureza que acconitnet-
lem e paralisam os esforc.os do viajante na
superficie do solo nos paizes hvperboreos tai-
vez seja a nica que d a solucaio do problema
relativo livre communicacSo dos dous mares
pelo Norte. Demais aqui vem collocar-se um
aos factos curiosos de que a grande navegacao
aeria dever dar cedo ou tarde o teslemunho
absoluto. Em certo termo de elevacao o des-
cressimento da temperatura do ar para, ou
quando menos sofre em suas lcis mudancas
mu nolaveis. Ncstas alturas, em plena atmos-
pbera, a igualdade de temperatura se cstahe-
lecc e persiste em todas as latitudes c em to-
das as estaedes. Ah nao se sentiriam as in-
fluencias terrestres que occasionain os calores
ardentes da zona trrida c o fri glacial dos
polos.
Se por esta primeira vcx o areonauta chc-
gasse a ser forcosameiilc arrastrado a travs
do globo, se elle nao visse realisada a bella
hypolhese adnuttda por Franklin, e cuja
dmonstraco este sabio gnstava de dar, de
urna maneira to simples e tao clara, seno
em mili a>M- as duas correntes regulares an-
nunciadas, pressenlidas limitar-se-hia, como
o viajante que vai fazer descobertas, a percor-
rer ao acaso espa9os consideraveis, aprovei-
tando-se dos venios geracs que reinam na
superficie dos mares e dos grandes continen-
tes. Por es'la maueira elle teria logo reconhe-
cido urna porco consideravcl da periplicria
do globo.
i Em lodo o caso se cstudaram os ventos
e as correntes almosphericas: bellas c curio-
sas obsrvateles meteorolgicas tambeiu se
i ai un. L'm diai o regularmente escripto pe-
los ucrou-iutas darla grandes luzes sobre as
eventualidades futuras da navegacao almos-
pheriea por meio dos ventos: novos caminhos
se abriran lalvcz para o commerco do mun-
do com o socorro destes navios aerios que
iusullariain os 'naufragios e nao couheceriam
costas nem recifes.
lima tal expedico contribuira poderosa-
mente para o progresso das sciencias. Ella
inleressa ao universo, cujas vistas filarla,
e poderia vir a ser a gloria de nina poca in-
telra. Sua rcalisafo be digna da Franca;
ella pertence ao paiz. em cujo seio a nave-
gacao aeria leve origen).
Mr. Dupuis-Delcurt disse terminando:
Desde 189 que me dirig ao go'verno,
cujo auxilio be necessario para urna experien-
cia lel.-> n.ilnro7.'>. Palana rrenlTrrv.- -
fazem esperl que a rcalisacao desle projetto
nao estar mu louge : cu quz invocar a be-
nvola approvaco da academia e o socorro
de suas luzes," para urna empreza pequea,
na verdade, cm si niesina, mas bcui vasta se
aileniariuos para suas cousequencias futuras.
Ulna commisso foi nomeada na sesso de
li de marco de i85; ella se compde de Mr.
. aliiin i i de Mr. Pouillet, inembros da aca-
demia. (1'fMS. )
.'.....'-:-.': ,
ICOliMEglCiO,
ALFANDEGA.
..eniiimentoilo .lia 6 9;C8i,373
Descarregaia hoje 7 de aio.
Barca iriglezB W. Ilussell idom.
iJaleraportuxuezaiMariyore/omerca lorias.
Urigue liamhurgiiez --* O. bacallio.
CONSULADO CERAL.
Maio.
rtrulimcntodo dial a 5 ... 5:679,179
lil.ni du dia 6
199,809
5:878,988
niVEHSAS PROVINCIAS.
Ilendimenlo do dia 1 a 5. 101,242
dem du dia 6......... 16,616
designado o dia 12 do crrenle mez, pe-
las 9. huras da manliila, para o concurso
da caileira de itiplez o fraucez do collegio
das arles, visto.erom licado frustados os
di;>s nnterlormeito marcados por falta de
examinadores ; podendo qualquer concur-
rente habilitar-ge ale esso dia. E para cons-
tar mandei afiliar este nos lugares do cos-
tume, e publicar pela imprensa. Olinda
2 de maio de 1851.
Yitconde de Goianna.
Declarasoes.
Pela segunda seccao da mesa do consu
lado provincial se fas publico que at o dia
15 de maio prximo vindouro, se reeebe o Im-
posto de trez por cento sobre divercos esta-
belecimentos: e de pois desse dia, so com
guia do cartorlo da fazenda, por ter deserre-
mettida a relacao dos devedores para serem
executados
Pela subdelegada da freguezia da Boa
Vista foi appreherfilido um moleque de me-
nor idade, assim como um cavallo de es-
tribara, quem se julgar com direito aos
mesmos comptre? na mesma subdelega-
cia. ________________
Theatro de S.-Francisco.
DA 7 DE MAIO DE l85l.
Represen lacio da compankia francesa.
Dirigida por M. Herteaux.
Granito rt'presentncno xrnortli-
iiaria n bcnt'flclo de Mr. ller-
tcaiix.
Primeiro aclo.
Danca de corda pela familia lierteaux.
Madamesclla Seraphina Berteaux, terminara
este exereicio de elevrco pela danfa sem ma-
roma, un passo a dous na corda por madame-
sclla Seraphina e madamesella Jenny.
Segundo acto.
Os cinco chinezes por Mr. Berteaux, Mr.
Charle, llchard e Bremond.
Trrceiro aclo.
Danca antpodal, executada por Mr. Ber-
teaux ; lerini narpelo vo de Mcccurio, ou
os defensores da bandeira brasileira por Gen-
ny e Charle.
Quarlo aclo.
Grande exereicio dadeslocacao ( colocacao e
deslocaco dos ossos ) executado por Mr. Ber-
teaux, eum seu filho, menino Bremond, se-
guido dos jogos learioi pelos mesmos e outro
seu filho.
Quinto acto.
Les cordages Trancis.
Grupos de cinco pessoas, por Mr. Berteaux,
Mr. Jorein, Mr. Bremond e madamesclla Sera-
phina, Hortensia c Gennr.
Sexto acto.
Afteocio sobre o tonel pelo joven Bremond.
.Set'mo acto.
Grande pantomimo, novella intitulada as 3G
desgranas de Cassandro.
Os quadros vivos.
Vrimciro quadm.
A mu ie de Abel, e a
fgida de un.
Segundo quadro.
O juramento dos tres
aurase.
Tcrceiro quadro.
Os ogos.
Ruarlo quadro.
Roubo de Thorfeo.
Quinto quadro.
A dan va daMmphas.
S, i di luarfro.
Hercule e Orfeo.
Stimo quadro.
A morte de Virginia.
li'inen quadro.
Acabar com a bella
fonte de llores.
120,858
EXPORTACAO.
Despachos martimos no dia 5.
Rio de Janeiro, patacho nacional Sanisftma
Trindade, conduz o seguinle :
450 barricas de farinha de trigo, 70 barris
de a/.eite-doce, (i caixcs com fazendas, 20 bar-
ricas com 110 arrobas de amendos, 137 balas de
papel pardo, 4 caixas com 1,400 libras desper-
ii,ai ii 3 barris com queijos, 2G barris com 80
arrobas e7 libras de tamarindos, 4,4lG meios
de sola, 3 caixcs com 206espanadnies, 9 ditos
com 10 arrobas de carnauba, um dito com 10
mil charutos, .300 barricas c 130 saceos com
2,871 arrobas e 20 libras de assucar, 500 eslei-
rs de folha de ca>nauba, 20C duzas de cocos,
de beber agoa, 6 pipas com 1,080 medidas de
ago'ardciile. i5 caixescom plantas de ananai,
40saccas com 234-arrobas e l libra de algodo,
KECEI.EDORIA DE RENDAS t.EUAr..s
INTERNAS.
Itendimento do dia 6 ... 549,830
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmento doiliaG...... 900,101
SJBBL' -i' -. ----------ll.
Moviineulo do pono.
Navio entrado no dia 6.
Babia 8 dias, hiale nacional San Joo, de 44
lonelladas, inestre Joaqun) Antonio de Fi-
;.ii' ii i iln, equipagem ti, carga caf e mais
gneros I a Antonio Jos Feruandes de lar-
vallio. Passageiro braslciro Joo de Araujo
Alves da Fonseca.
Navtoi saludas no metmo dia.
Genovaescuna ingleza Acnilioix'.apito l-tun,
carga assucar.
I'ui tus do norte Vapor San StoaXiao, com-
iii.iihI mil' o primeiro lente Torrezo. A-
lem dos passageiros que trouxe para es la
provincia leva a seu bordo o Uraslciro Jis
Francisco e o Poi luguez Jos Mara das Dores
Ubservacet.
Ho dia !> nao houveraln entradas nem sa-
ludas.
Theatro de Santa-Isabel.
IFXIRA EXTRAORDINARIA. EM BENEFICIO
U Ani-ICTA MMICO JOl'.l.' rtlLIX l>B-
VUCCIII.
i.il'IM v-l FlllA, 8 DE MAIO DE 1851.
Grande e variado espetaculo.
Depois da rxecuciio de urna das melhores
ouverturas, a companhia dramtica, por obse
quio a pedido do beneficiado represntala o
drama em 3 actos :
As Memorias do l>labo.
A parte de Joao Gauthier ser desempenha-
da pelo artista Reis. No segundo acto, no pa-
lacio do marque?, de I.ormias, haver baile de
mascaras, assenhons Baderna e Moreaux dan-
carao una nova Jl/rmirracomposta pelo be-
neficiado. A senhnra Candiani cantar urna
Hodinlta Brasileira.
No lim do drama o A'r. Tatl, executara a bel-
la aria da opera--Ouio e Pasqualedertois do
que a senhora Candani, e os Srs, Germano c
Silvestre cantarn o(erecto jocotoem por-
tugus.
i.ist seguida lera lugar o bailete jocoso em I
acto composto pelo beneficiado
OS iMI'LEIROS
no qual toniaro parte a senhora Baderna, De-
Vccchi, Silvestre e Santa Rosa, terminando
com urna linda7'iiraii(e(/iidancada pelo bene-
ficiado e a senhora Baderna.
Terminar o espetaculo com um bailado de
l'retosdanfado a carcter pelos Srs. Silves-
tre, .Maximiano, Santa Rosa, o beneficiado e fi-
gurantes.
O beneficiado espera .apols e proleofao do
g"eneroso publico desta capital, pelo que ante-
cipa seus sinceros agradecimentos, igualmen-
te agradece a todos os artistas tanlo dramti-
cos, como de canto e baile, a maneira delicada
porque se prestaram a ajuda-lo em seu bene-
ficio.
Comecars 8 horas.
Os billielesachani-se venda no escrip-
Iiii"ii do theatro.
i-, DI TAL
l'a$o saber a quem couvjer, que lie
Pubiicaco litteraria.
Discutem-sc lioje com tanto calor as dou-
Irinas socialistas em ambos os hemispberios,
que qualquer que seja a posicodo homem na
mii n daile j Ibe nao he licito ignora-las : os
principios fecundos do socialismo, tal como o
i "iii' l'i'i un os homens notaveis que o prpcla-
maram no lim do si culo passado, c os que boje
to hbilmente desenvolvein esses mesmos
principios, ho de por fin triumphar dos obs-
tculos que llies oppein a ignorancia, o egos-
mo, as paixes exacerbadas, e as extravngantes
liiin oras do rommunmo. As ideias purar da
escola socialista lem de abracar o inundo todo
ile i, 11 o em pouco, e ho de govema-lo, porque
nao sao ellas outra cousa seno a resoluco
completados mais importantes problemas de
economa poltica, de que depende vida futu-
ra dos estados.
As publicaces abixo acham-se venda na
ra larga do Rosario, loja de J. J. Lodi. pelos
mdicos pre;os que ahi se veem.atiw de chega-
rein a todas as fortunas; c nao ha mais que um
exenrplar de cada urna :
( '< A'ouricr, obras completas, em 4 volumes,
por 12,000 rs.
I'iii.iiin, vida e doutrina de Cb. Fourier. 1
volme por 4,000 rs.
As nocas Traniacfes Sociaes. religiosas e scicn-
tificas de Virtomnius, 1 broebura, por 1,600 rs.
Tres grandes Viscursos socialistas, pronuncia-
dos na casa da inunicipalidade de Pars, por
MM. Dain, Consideran! e D'lzalguier, i bro-
ehura, por 1,000 n.
O Lauco do Potis Itoyal, por Contagrcl, 1 vo-
lme, por 3,000 rs.
Uetlray c Ostwald, estudo sobre estas duas
colouas agrcolas, por F. Cantagrel, 1 breu hu-
ra, por 1,000 rs.
Da Poltica geral, e do papel que a Franja faz
na Europa, por V. Consideran!, 1 broebura,
porl,00VrS'
1
Avisos martimos.
__Para Lisboa a barca portugueza Mar-
qarida, capitflo Silverio Manoet dos Res,
sai com maior brevidado possivel, Pr
ter parle da carga prompta.quem na mes-
ma quizer carregar ou ir de passagem pa-
ra o t/be lem excellentes commodoa din-
jsm-se aos consignatarios Oliveira IrmSos
& C. na ra da Cruz n. 9, ao referido ci-
Para a Parahiba sahe com brevidade o
hiate nacional Espadarte : quem no mesmo
quizer carregar, dirija-seso mestre Victo-
rino Jos Pereira, no Trapiche do algod3o,
ou na ra da Cadeia n. 23, o tratar com A
ila C. Ferreira Estrella.
Maranliao e Leara.
Segu em poucos diss o brigue-escuna
Laura, por ter grande parte da cirga trata-,
da, tem encllenlos commodos para passa-
geiros : quem no mesmo quizer cirregar ou
ir de passagem, enlenda-se com ocapito
na praca, ou com os consignatarios, Norata
& Companhia, na ra do Trapiche n. 34.
-- Para a ilha deS. Miguel o brigue por-
tuguez OUveira, sabe infalivelmente at o
dia 20 de maio vindouro, por ter ja parle da
carga prompta : quem no mesmo quizer
carregar ou ir de passagem, dinja-se ra
da Madre de Dos n. 36, a fallar com Joo
Tavares Cordeiro.
Para o Rio de Janeiro segu viagem
com brevidade o patacho nacional Curioto,
capilo Jos da Cunha Jnior, por ter parte
da carga engajada : quem no mesmo quizer
carregir ou ir de passagem, pJe enten-
der-se com o capillo na Praca, ou com o
consignatario Luiz Jos de S Araujo, na
ra da Cruz n. 33.
-- Vende-se urna lancha nova, que pega de
30 a 40 barricas, a qual se acha em perfeitissi-
inii estado, bem como tres botes novos, tudo
porprec,o commodo : na ra do Vigario n. 11
no primeiro andar. _________^^_^_
Leiles.
-- Me. Calmont 4 Companhia faro lei
13o, por intervenco do correlor Oliveira,
de um explendico sortimento de fazendas
inglezas, limpas e d porcAo dn madapo-
I0es calgodSosinhos avariados, que se ven-
dero por conta e risco de quem pertencer :
quarta feira 7 do corrente, s 10 horas da
manhfia no seu aromen), Largo do Corpo
Santo.
Knlkmann rmSos farilo leilSo por in-
tervenco do corredor Oliveira, de gran-
de variedade de fazenda, de linho, 13a,
seda edoalgodSo, todas proprias do mer-
cado ; quinta feira 8 do corrente, s 11 ho-
ras da i'.'.anhaa, no seu armazem, ra da
Cruz.
Richard Crocket Jnior capiiao da barca
Auveriana Muskingem, far hilan, por in-
tervi'ih'.iii do correlor Oliveira, de boa porco
de couros seceos de Buenos-Ayres, para oc-
correr aos gastos e costeio da dita barca n'es-
te porto, onde foi forcada a arribar, na sua
actual viagem procedente de Buenos-Ayres
com destino a Nova-York, com carregamento
de couros e chlfres: sexta-feira, 9 do corrente,
s Ib horas damanhaa, no arinasem do Arau-
jo, sito no principio da ra d'Apollo, junto ao
porto das canoas.
On wednesday nextat l2., clock precisely,
will sell by order and for account of messieurs
Auinasn irwie (Vea small quantity ol very
superior wines rccently imponed from En-
filad consisting ofSherry. (called golden Sher-
ry) Bucellas, llock, Madeira & Champagne,
also a small porlion of Brandy the whole of
these are of a description much superior to
wines usually Importcd into this place and
alliird an oppoi tunity rarcly presented to gen-
tlemen deiirous of obtaining wiucs of arare
quality, samples of each description will be
open for the purchasers to examine ; atn.u40
ra de Trapiche. _________ _____
Avisos diversos.
Tendo na noite do dia n de
abril do corrente anuo, entrega-
do-se um cavallo sellado a um
prelo para trazer da Passagem pa-
ra o Recife, em caminlio o caval-
lo deitou o preto no chao, e pela
meia noite loi ter ao sitio do Sr.
Joaquim da Silva Lopes sem o se-
lim, o qual he 'eito na trra com
estribos d'aco c arreios brancos
de como inglez, tudo em muito
bom uso : quem souber ou o tiver
leve-o na na di ftla-
Deos, armazem n. ao,
generosamente recom-
acbado,
dre de
que ser
pensado.
ANDRADE & LEAL
com
Fabrica de caldeiraria
E
Mais ofhcinas,
na
Iva Imperial ns. 118 e 120
DEPOSITO NA RA >OVA N. 127.
Precisam de ofciaes de funileiro e de fer-
reiros de forja, c ainda recebem aprendizei
para diversas oflicinas : os pietcndentcs, diri-
jam-se a dita fabrica.
Desappareceu no dia 30 do passado do
engenho l'iaba, freguezia de Serinljem o mu-
lato Raymundo de-(i a 22 anuos, sem barba,
alvo, de cbelo preto, naris afilado e pequeo,
chelo do corpo, espadaudo, orclhas pequeas,
e tem mu andar que parece acatruzado do
corpo, quem o pegar leve-o ao dito engenho a
seu legitimo senhor, ou a ra dos Torrer ar-
inaseni n. 12 de Maiuede Jiiiiinr que se gra-
tificar generosamente.
~ Pcrdcu-sena noite de domingo 4 do cor-
rente um anelo pequeo com um diamante,
lesde apraca da Boa- Vista, al o theatro de S.
Hrancseo ; ijueni o achou, e o quier resti-
tuir pinina dirigir-se a ununa praca sobrado
n. 6, que se gratificar generosamente,
O lllm. Rm.Sr. padre Azevedo Cam- g
pos vigario d freguezia da Escada, tem 9
-. urna carta ra das Cruzes n, 28. segn- M
9 do andar. u
mwmmw-mwmiiWwmwwwwmmM
Aluja-se por mdico preco o primeiro
andar do sobrado n. 22 airas do theatro de
S. Francisco, a tratar com Antonio de Moraes
Gomes Ferreira na ra de Apollo n. 20.
Urna senhora que eutende de todo o
ser vico interno de urna casa, se oflerece pa-
ra ama de pequea familia : na ra do Ho-
sarioiia lio Vista, a. 20.
OSr. Joi Franclsdo de S Lelto quan-
do quizer eomprar charutos da trra a ?,noo
rs. o milhelro, c vender a 400 rs. o cento dc-s
da Baha, queira annuncia-los para a su casa
da ra da Cadeia e nao para a rua'da Cruz ,,.
49. O abaixo asslgoado aproveita a ocasiao
para lbe recommendar que rmpregue seu
tempo em cousas que Ihe celjo mais iucb
a ll e a seu patiao. Manoel Antonio Teixeira.
Aluga-se um sobrado de um andar,
com bous commodos para familia, bom
quintal e casimba, na ra das Trincbeirss; -
mais outra casa terrea com grande quintal',
boa agua de beber, muitas arvores de fruc-
las, parreiral, ffgueiras eromeiras; ier-
ra par orta e casa do banho i no principio
da es' da dos Aflictos, ao p do Mangui-
nd; quem precisar de qualquer destes dous
predios cife defronte do Becco Largo n. 25, ou Lar-
go da Trempe sobrado n. 19 que tem venda
por baixo.
Faz-se publico a todos os Srs. aSrss.
que quizerem mandar ensinir aos seusfi-
Ibos particularmente em suas casas as pri-
meiras lettras, e lingoa nacional; dirigi-
rem-se o Pateo do Carmo loja do tirtaru-
gueiro b. 2, que dir-lbe-ho quem pre-
tende.
O administrador do theatro de S. Isa-
bel, roga qualquer pessoa que teojia o li-
tro da opera Barbelro de Sevilha que
o que o queira emprestar ou vender, tenha
a .bondade de anunciar por este jornal pa-
ra ser procurado, ou dirigir-se ao escripto-
rio do mesmo theatro, do que se Ihe flear
summamente obrigado.
Do Consulado Britannico, ra do Trap.
n. 12, avisarse ao respeitavel publico, que a-
hi nSose luga negrinha da cotta de 12 annot,
visto que isto, seria urna manifesta offensa
es leis do imperio, e tambem em desprezo
da de sua patria ; ao mesmo tempo pede-se
desculpa ao desconhecido que lase dirigi
ha poucos dias a semelhante respeilo, vis-
to oannuncio no Diario n. 96; outro sim,
recommenda-se aos subditos Britannicos
a observancia destai leis, islo lie, se elles
querem ser respeitados ou desejam a pro-
teccSo das mesmas leis ; se preciso for re-
pitir-se-ha a publicacSo no Diario n. 56
de 15dejulho de 1850, mas nem por isso
se deisara de escrutar asrdeos ahi con-
concebidas tilo cxpressemeule.
No dia 9 do corrente se ha de arre-
matar na salla das audiencias do Dr. juiz do
ei vil da primeira vara ao meio dia a arre-
matarlo da loja de Lemos Amara! & C,
sita na ra do Queimado n. 22 penborada
por Gabriel Antonio, escrivSo Baplisla.
... o abaixo assignado, retideiro da pro-
priedade sita nos Apipucos annunciada a
venda nos Diario ns. 87, 89, 91, e|92, pre-
vino que, quem comprar dita propriedade
he obrigado a pagar todas as bemfeilorias
que lenho feilo; segundo consta do pa-
pel de arrendamento formado pelo renda-
uno em 1. de maio de 18*9,
/orto l-eite Radovalho.
Ausentoo-se no dia 24 do mez passa-
do, a preta de naci Conga de nome The-
reza, representa cincoenta annos de idade
pouco mais ou menos, baixa, um tanto
cheia do corpo, cabeca quasi branca, tem
um dedo de um dos ps trepados por sima
dos oulos; levou vestido de chita rocha
miudinha, chales de 13a j velho imitando
cobertor ; he bastante regrista e bebe ca-
limbo: portanto roga-so as autoridades
Ipoliciaes e capilies de campo hajam da
i apprehender eleva-la a ra Nova n. 18,
que se recompensar bem a quem a trouxer.
' O Sr. T. C. Elester, queira ir pagir
i 78,000 rs que se acha devendo na ruado
Uueimado n 16, pois que com isto evitar
de ver seu nome por muitas vezes no Diario.
---Antonio da Costa Ferreira Estrella,
com armazem de molhados na ra da Ca-
deia do Recife, faz sciente a quem interes-
sar, que elle lem saldado a todos os credo-
res da extincta firma de Antonio Joaquim
Vidal & C, da qual he o socio gerente,
por isso, que previne a quem se julgar cre-
dor da mesma, aprsente sua conta no
praso de 15 dias, a contar de hoje para ser
pago, que depois dessa data nSo atiende.
r a rcclimasfioalguma tendente a extinc-
ta firma. Pernambuco 5 de maio de 1851.
Os abaixo assignados, por haverem con-
cordado, mudaram seu estabellecimento di
mollnnlos da ra do Amorim n. 36, pira i
da Cadeia do Recife n. 23, onde est conti-
nuando seu commercio, sob a nica ra-
so de Antonio da Costa Ferreira F.strelli,
cujo cargo est a liquidacSo dis tran-
sacOesictivas e passivas pertencentes a fir-
ma de Antonio Joaquim Vidal & C, que te-
ve lim em 1.desetembro do-anno p. p.
Pernambuco 5 de maio de 1851. -- Antonio
Joaquim Vidal, Antonio da -Coila Ferreira.
Estrella
Aimc Fradel, subdito francez, far urna
viagem presentemente a Europa.
Pretende-sc comprar o sitio de Mariana
Ermogenes da Conceico Sampalo, na ra do
llom-Successo da cidade de Olinda ; quem se
j nIhar com direito o referido sitio anuncie ou
dirlji-se a ra do Livratnento*sobrado n. l.
No dia 4 de maio auzentou-se um es-
cravo por nome Luiz crioulo, balzo groco tem
barba levou, calca branca jaqueta de i lacado
chapeo ol lado de preto com belotas, o ditoei-
cravo he natural do certo: quem o pegar le-
ve-o ao largo do Pilar n. 13 que se pagar
bem.
~ Quem precisar de urna ama boa de lelte
para crear dirija-se a ra Direita n. 40 segun-
do andar que dir quem quer.
Arrendam-se dous sitios nos Reme-
dios, tambos com casa de pedra e cal con
grandes commodos, e terreno sufllcienle
para vaccis de leito, grande curral de
lelba murado, dando-se preferencia a quem
comprar algumas vaccas de lite, lias,
lilhss do pasto, e por boas conservadas; s-
sim como se vanderSo outras cousis que
serSo uteis aoirendeiros, e tudo por pris-
cos barios por ter desair o sou propie-
tario pan o sertSo nestes poucos dias:
quem pretender dirija-se ao dito lugar a
naiar com O MaCambira.
Pessoa bastan.e habilitada, eque vai
para a comarca de Paje, o9o duvida en-
cairegar-so de commissOes de cobrancas
por aquella comarca esuas immediscoes,
de dividas possiveis de realisar-se : a quem
convier procure informir-se nestes diss,
na ra Nova, loja franceza dos Srs. Dieder
Roberto & C.
Precisa-se de 500,000 rs. a premio de
um e meio por cento ao mez, com hypo-
theca de urna casa lila na freguezia de S.
Jos desla cidade, isto por lempo de dous
anuos, pagando-se os juros mensalmente,
quem quizer fazer esle negocio dirija-se a
ra da Praia n. 42, segundo andar qnesa
dir quem precisa.
/


Precisa-se alugar un platino men-
talmente : na ra do Apollo n. 27, segun-
do andar.
Victorino Jos de Souza subdito por-
tuguez retira-se para Portugal a tratar de
Ma saode.
OfTere-se. um rapaz para caixeiro, de
jjade de 18 annos, tendo alguma pratica do
joja de ferragens: quem de seu prestimo
se quizerutilisar dirija-so emFra depor-
tas n. 02.
__Os cncarregados este auno de festejar a
Sciilinia do i .uni do Frontispicio no dia li de
jiinho prximo futuro, convldam aos Srs, ac-
tuaes procuradores abaiito declarados, para
que comp u ccam a qualqner hora do dia no
Fateodo Carmono primeiro andar do sobrado
ii. 9, afim de iremreceberdos liis devotos as
sitas esmolas, como be decostume, para se po-
der solemnisar com pompa e brllbantissimo
a Nossa adorada Mai Sautissima.Manoel Jos
de Oliveira, Kiequiel Jos de Carvalho, alfe-
res Joaquim Innocenclo Gomes, Melquades
Francisco da Costa, Antonio Joaquim de Oli-
veira A'ailuem c Joo de Cajtro de Oliveira
Gnlmares.
Eu abaixo assigndo, declaro que traspas-
tei a venda que possuia no 0ecco Largo n. l,
ao Sr. Jas Antonio da Cunha (lu i maraes, a
quem passa desde o 1. de malo era diante a
pertencer, como sua, cuja venda lhe fiz em at-
tencao aos bons serviros que me prestou du-
rante o tempo que foi meu caixeiro.
limar do Rodrigue!Gramoto e Coila.
Precisa-se de urna ama de leite : na ra
Direita n.28.
*W Chapeos de sol. j^
do Passeio, n 5. ^^
V'sla fabrica ha presentemente um rico
sorl'mento destes objeclos de todas as co-
res e qualidades, lanto de seda como de
panninho, por preces uommodos ; ditos pa-
ra sen hora, de bom gosto: estes chapeos
sSofeitos p>ela ultima moda; seda adamas-
cada com nas franjas de retro/.. Na mesma
casa se achaY igual sortimento de sedas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
macOes servidas : todas estas fazendas ven-
dem-se em parcho e a retaiho : tambem se
concerta quafquer chapeo de sol, tanto de
basteas de feafro como de baleia, assim como
umbelas de /igrejas: tudo por proco com-
modo. Na tesina casa ha chapeos de sol,
de man-,-, amaior, de panno e de seda, pro-
prios para Ifeitores de engenho, por gerem
dos uiais lorV.es que se podem fabricar.
I u'.'ldieao .1* A uro. a.
C. Starr & tCompanhia, respetosamente
annunciam ao\publico, que o seu estabele-
cimenlo para roianufactura de toda a espe-
cie de maehinistno tendo desde o seu prin-
cipio m 1829 tando, tem hoje chegado a um estado de
perfeicSo tal,' que n3o he inferior aos me-
ihures queexistem em todo o imperio, tan-
to pelo que diz respeito a capacidade do
edificio, como pela excedencia dos mate-
riaes e pericia dos seus empregados; o que
os habilita a offerecer-se com confianca pa-
ra a pontual execurSo de luda a especie de
machinas de vapor, de qualquer tamanlio
ou descripeSo que sejam, lixas, para na-
vios, ou locomotivas. Igualmente caldei-
ras para vapor de todas as dimensOes, enge-
nbos para cannas movidos por vapor, por
agoa, ou por animaes, com todas as varie-
dades de moderna invencSo. Taclias de lo-
dos os tamanhos, alambiques de ferro de
todas as capacidades, instrumentos de agri-
cultura, rodas d'agoa o ino ulitis de vento
de todas as qualidades. Alvarengas o em-
barca (Oes de ferro de qualquer porte ou for-
ma que se desejem. Pontea de ferro de to-
dos as dimensOes, gradaras, varandas, por-
tOes, columnas, sinos hidrulicos, boias de
ferro, e n'umo. palavra todas as obras de
ferro e bronze, de que o paiz possa precisar'
iracas a energa do governo, existe ja una
excellente estrada feita em linha recta da
ponte da Boa Vista para o estabelecimenlo
em Santo Amaro, o que offerece a maior
commodidade s peisoas que o quizerem
visitar.
V Consultorio ccntrul homeeo- *

# Dirigido pelo Dr. S. O. L. Pinho, f)
' Itua do Trapiche Novo n. 15. 4
ftf Todos os das uleis se darSn con- .4
> sullas e remedios de greca aos po- .j
%> bres, desde pela nianhfla at as duas 4
fe horas da tarde. 4)
# As correspondencias e informales
V) poderSo ser dirigidas verbalmente, 4
U ou por escripto, devendo odoenle 41
# estado, prolissSo e constituiefio; te- #
IJ gundo, as molestias, ^uetemtido, o #
# os remedios tomados ; lerceiro, a po- ,')
flj ca do apparecimentoda molestia ac- 9
}-: tual, edescripcSo minuciosa dossig- :?
# naes ou symptomas que soffre. 4
% Dr. Salmo Olegario l.udgero Pinho. %
D8o-so 100,000 rs:
A pessoa quo descobrir oladrSo ou la-
drOes, que andam roubando as fateixas e
amarras das canoas e alvarengas fundeadas
no Mosqueiro, e fundeadouros contiguos a
esta cidade do Recife.
da Cruz n. 49.
Precisa-se alugar urna preta forra ou
captiva propria para servico de casa : na
praQa da Independencia, loja n. 3.
Precisa-se alugar urna escrava para ser-
vir a urna so pessoa : na ra do Cano n. 12.
Precisa-se de um forneiro : na padaria
da praca da Santa Cruz, por baixo do so-
brado n. 106.
Engomma-se e lava-se toda a qnalida-
de de roupa com todo asseio e muita promp-
tidSo, por prego maiscommodo do queem
outra qualquer parte : na ra deAgoas-Ver-
des, n. 96.
O bncharel Florencio da Silreira Caval-
canti de Atbuquerque advoga no crime e ci-
vel, no segundo andar do labrado n. 18, airas
da matriz de Santo Antonio.
O bacfaarel Antonio Maria de Faria Ne-
v advoga na ra do Apollo n. 15,
Precisase de um forneiro, que seja
desembarazado, paga-se bem : na padaria
da ra da Senzalla Velha n. 96.
Na botica, junto no cuartel de polica,
precisa-sedeumpraticante de pharmscia,
--Precisa-sede um caixeiro para pada-
ria, que abone sua conducta e capacidade
para o que se dar bom ordenado : ca pra-
?a da Santa Cruz, padaria por baixo do so-
brado n. 106.
No dia 30 de abril prximo passado des-
appareceu um caxornnho dogue, ainda pe-
queo, com orcinas cortadas e manchado
do brauco e pardo : roga-se a quem o tiver
acbado e oquizer restituir, teuha a bouda-
de de o mandar padaria da ra larga do
Rozario n. 18, onde se gratificar a quem o
levar.
O bacilar*! formado Iiraz
Florentino Henriques le Souzn
advoga permite os auditorios den-
la cidade, e pode -< procurado,
a qualquer liora do lia, em casa
de sua residencia, na ra Nova n.
41 primeiro andar.
Prensa-se de um pequeo de 10 a 12
annos para caixeiro de venda : na ra Ve-
lha n. 102, achara com quem tratar.
Deseja-se fallar ao Sr. Ignacio Pinto de
Almcida a negocio de muito interesse, por
isso roga-se queira annunciar sua morada.
Ignacio i.tn/ de Britto Taborda, pelo
prsenle meio conyida aos devedores do
finado Jos Joaquim de FreitasGuimar.tes,
da viuva desle, e de Anna Maria dos Pas-
sos Cunha, hoje mulher do anunciante,
dos quaes, apesar de deligencias, ha qua-
tro mezes empregadas nao tem podido co-
brar, a que venham solver seus dbitos na
sua loja da ra do Crespo n. 10 dentro do
praao de trinte dias, lindo o qual, recor-
rer a meios coersivos, e neste mesmo jor-
nal far mensSo especial dos nomes d'a-
quelles dos meamos devedores que se de-
clreos remissos, Recife de maio de 1851.
Mudou-se o fabricante de sorvete do
Passeio Publico armazem n. 33, para outro
M. 19 por ler quartos apropriados para fa-
milia, com entrada separada: as pessoas que
se quizerem utilisar. podem dirigir-so a
referida casa, onde serSo servidos com
promptldo e aceio.
Precisa-se alugar urna escrava que
cozinbe e engomme bem, na ra Direita
primeiro andar do sobrado n. 39.
O JORNAL DO COMMERCIO publicar
por extenso durante a prxima futura ses-
sfio os debates de ambas as cmaras. Subs-
creve-se em Pernambuco.-na ra da Cruz
n. 20, em casa de Avrial Frere & C.
Precisa-se de um homem sem fami-
lia que esteja habilitado para ensinar pri-
meiras leltras, grammatica, em sjn
engenno distante desta praca seis leguas,
dando-se o seu ordenado, casa, mesa, cama
e roupa lavada : quem estiver nestas cir-
cunstancias dirija-so a ra do Livramenlo
loja 16.
O abaixo assigndo tem constituido
por seu bastante procurador nesta cidade
do Ricife ao Sr. Victorino Jos Motileiro,
licando sein effeito qualquer outra procu-
rado que tenlia feito.
Joo Joti da Costa Ferreira.
.- 11 iM'ieiile do contracto do rap Prin-
ceza de Lisboa continua a vender a ti 1
nheiro vista este rap, viudo pelo navio
Nargarid.
O Sr. Francisco Xavier Carneiro Rodri-
gues Campello, e JOs Xavier Carneiro Ro-
drigues Campello queiram dirigir-M
ra da Cadeia uo Recife loja de ferragens
n. 53 para realisar o negocio que Smcs.
sabem.
Digo eu abaixo assigndo morador na
cidade de Coianna, que o Sr. alalinas Jos
Alves de Araujo. caixeiro inleressado no
meu estabellecimetilo de molhados da ra
da Ponte da mesma cidadu, he o encarre-
gudn de todos os negocios tendentes ao
mesmo estabellecimeulo. Coianna 4 de
margo de 1851.
Mano el Xavier Cornia Lima.
Offerece-se um rapaz p>rtuguez para
caixeiro de venda, pata tomar conta por
balauco, ou sem ser por elle, para o que
lem bastante pratica ; quem do seu pres-
umo se quizer ulilisar, dirija-se a Praci-
nha da Independencia n. 10, das 10 horas
s 2 da tarde.
hcclai 1- e que o annuncio feito neste
Diario n. 67 relativo uu Sr. Bailar, nao lie
por motivo de divida como alguem assim
o entendeu.
OSr. lu/ Antonio Annes Jacome, ha-
ja de ler a bondade de apparecer na loja da
ra do Passeio 11. 2j para negocio de seu
iuleresse.
Ollerece-se um mogo braaileiropara cai-
xeiro de qualquer estabellecimento, dan-
do fiador de sua conduta : quem do seu
prestimo se quizer ulilisar annuncie.
OSr. Paulino da Silva Mendello, ha
ja de ler a bondade de aparecer na loja da
ra do Passeio 11. 21, negocio de seu in-
teresse.
Precisa se de um oflicial de tanoeiro
pa^a-se bom Jornal agradando o seu tra-
bulho: na restilac.no de Franca & limaos
na praia de S. Ritta.
Attencfio.
Hoje ( 7) do correle mez, depois da au-
diencia do Dr. juiz municipal da segunda
vara, ter lugar a ultima praca do predio
de 3 andares da ra da Sensalla Velha do
Recife, cuja praca deixou de ter lugar no
dia 12 do p. p. mez de abifl por justa cau-
sa : os prelendenles a Uo vantajoso ar-
rendamento compatecam a hora designa-
da.
Arrenda-se um sitio no principio do
Arraial defronle da iravessa de Parnamei-
rim, com casa nova, a qualtem duas sallas,
cinco quartos, cozinha fra, estribarla e
cocheira : a tratar na ra do Queimado
n. 21. j
OSr. Francisco Antonio da Silva, \
queira dirigir-se a esta typographia a pa-l
gar f subscripto desle Diario. j
--Frederico Chaves, no goso do arren-i
llmenlo, que ti/era uo sillo na estrada de[
S. Amaro para Bellem, por tempo do seis
annos, cuja importancia pagou logo adi-
anlada aSra.MaiiaA. A. Tresse, propie-
taria do mesmo, pode subloca-lo, quando
lhe aprouver, sem quo possa de maneira
alguma obstar-lhe oSr. M. G. re Oliveira,
que ltimamente comurou essesitio, com
a expressa condieeo imposta pela tendedora
aceita pelo dito Sr. Oliveira de que detle so-
mente tamuria poste depois de acabado aquel-
le arrtndamtnto, como se v da respectiva
escriptura celebrada em notas do tabellio
Coelbo aos 30 de outubro de 1850. So o
arrendamento, pois aimaoSo esta acaba-
do como elle nSo contesta, nenbuma sa-
tisfago lem Chaves a dar-lhe querendo su-
blocar o sitio, sendo que no arrendamen-
to, que obleve o mesmo Chaves, a nica
cndilo, que se lhe impoz, foi de con-
servar em bom eslado o mesmo sitio, e
nem urna outra. Assim responde Chaves ao
annuncio do dito Sr. M. G. de Oliveira pu-
blicado no Diario de Pernamlnuo.^. *^~
Precisa-se alugar um preto deligente
paro o servico de padaria, pagando-se
meusalmente o que se ajuslar; na ra do
Mondego n. 99.
Precisa-se de um oQicial de cuaru-
teiro, e um aprendiz no Bccco Largo: n.
1 se dir quem precisa.
Offerece-se urna mulher de meia ida-
de para ama de casa de homem solteiro, ou
de pouea familia, a qual enteiide de lodo
o servico domestico,' cozint, cose, ensa-
ba, e engoma ; quem de seu prestimo
precisar dirija-se ra dos Assoguinhos
n. 38, que encontrar essa pessoa.
Roga-se ao Sr. Jos Paulino da Silva,
o obsequio de dirigir-se ao Atierro da Boa
Vista vendan. 80 a negocio que lhe inte-
ressa- t ,
___Furtaram da cocheira em Fora de
Portas no domingo 27 de abril, um caval-
lo assa bem alvo, tem marca de carro nos
petos, olhos pretos, com marcas pretas no
peito, e quarto delraz, rabo cortado ; quem
0 apprehender e levar a dita cocheira ser
generosamente gratificado.
vendem-se na Boa Vista venda n. 80
bixas de llamburgo, assim como alugam-
se por preco mais commodo do que em ou-
tra qualquer parle.
Precisa-se de um pequeo de 13 a
18 annos, que tenha pratica do venda, a
tratar na ra da Gloria n. II*.
Na ra Estrella do Rosario n. 28 se-
gundo andar vendem-se 2 pares de brin-
cos, 1 cordSo, 1 moda guarnecida, 1 ve-
rnica, 2 relogios patentes, 2 annelOes, e
1 um alfinete de peite : um aparelho do
prala para cb ; 1 laqueiro, 1 par decas-
tiQes, 1 patena, 1 salva, 12 colhcres para
sopa, 12 ditts para cha, 12 facas e 12 garfos.
Maria da Conceic.no do Miranda sub-
dita Portugueza retira-se para fra do im-
perio, levando em sua companhia sua filha
menor Candila Mana de Miranda.
Precisa-se de um bom feitor para um
pequeo sitio, porem que lem muitas ar-
vores : na loja de selleiro da casa n. 36 da
da ra da Cadeia do Recife.
Precisa-se de um caixeiro de idade
de 1* a 16 annos, para tomar conta de urna
venda por balaneo : quem pretcnter diri-
ja-se ra do Pillar 11. si.
Precisa-se de urna ama de leite na ra
do Queimado n. 9.
Fassaporles.
Tiram-se passaportes para dentro efora
do imperio, des pacha ni-se escravos, cor-
rem-se folhas, e tiram-se ttulos de re-
sidencia : para este fin, procure-so na ra
da Cadeia do Recife o. 55, loja de fazendas
do Sr. Luiz de Oliveira Lima, e em S. An-
tonio, na ra do Queimado n. 25, loja de
miudezas do Sr. Joaquim Monteire da
Cruz.
Precisa-sc um rapaz de 10, a 12 annos
para caixeiro na Parahiba, preferindo-so
portuguez : quem se adiar nestas circuns-
tancias dirija-se casa de Antonio Joaquim
Vidal, na ra da Cadeia do Recife loja de
furiagens. /
Precisa-*" de urna ama de 'te, na
ra Nova n. 3&
I'recisa-sa de urna ama secca para casa
de pouca familiIL na ra da Praia n.' 68.
Pretende-sP fallar ao Sr. Antonio J Ta-
qun Goncalves, t onde quer que o mesmo
sa-achar far obsequio dirigir se a rua da Ca-
deia Velha n. 31 loja de Domingos Teixei-
ra Basto, a fallar com seu sobrinho, Manoel
Ferreira da Cruz MagalhSes.
* Roga-se ao Sr. Dr. Honorio Fiel de
Sigmaringa Vas Curado.^que se acha ho-
je advogando m tiolaiua, que mande
pagar a sua lettra que se acha vencida a
anuo e meio, o qual nSo ignora aomle : em
quanto n3o o fizer lei de ser lembrado.
Aluga-se um primeiro andar de um
sobrad.1, com grande quintal, a tratar atrs
da matriz da Boa Vista, cusa n. 52
Os Srs. Antonio Jos Machado, e Miguel
Joaqnimde Menozesa parecam nar ua da
Cruzn. 1,ou annuncem suas moradas para
seren procurados a negocio de interesse.
o. Da-so dinheiro a premio em (equenas
quantias, nos Afogados rua do Motocolom-
b n. 24.
Alugam-se dous negros mocos aptos
para todo o servido, na rua do Rosario Es-
trella n. 43 segundo andar, das 6 s 9 horas
da manha.
Precisa-se de urna ama de leite, pa-
ra crear urna oanla de poucos das,
quem esliver neslas circunstancias, dirja-
le ao Atierro da Boa Vista sobrado o. 39,
ou no Recife rua do Apollo n. 2, B.
Antonio Dias da Silva Cardial, vai a
provincia de Alagoas tratar de seus nego-
cios, deixando por seus procuradores os
Srs. Jos Das da Silva Cardial, e Jo3o Ar-
cenio Rarboza.
- Desencaminhaamr-se duas lettras, urna
da quantia de 201,500, aceita por Jos Car-
los da Silva e endossada por Jos llygino de
Miranda, j vencida e protestada, e outra
da quantia de 212,494, aceita polo Dr. Can-
dido .Mitran da Malta Albuquerque, ambas
perlencentes a Jos Moreira Lopes & Com-
panhia : roga-se a quem as adiar o obsequio
de entrega-las na loja do sobrado amarel-
lo, na rua do Queimado n. 29.
Aluga-se a coxeira da rua do Tambi,
no fundo do sobrado n. 12 da rua do Ara-
gao, com bons com modos, e por prego mo-
derado : a tratar ua rua do Collegio n. 16,
pi ineiro andar.
Aluga-se urna sala do primeiro andar
da rua do Vigario 11. 13, propri para es-
criptorio, mogo solteiro 00 alfaiate : a tra-
tar na venda.
Alugam-se e vendem-se bixas hambur-
guezas das melhores que ha po mercado,
ta to em porreo como a retaiho : na venda
de Domingos da Silva Campos, rua das Cru-
zes n. 40.
Casa de cotnmisso de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece muilas garantas
a seus donns ; na rua da (Jadeia do
Recife n. 51, primeiro andar.
Precisa-se aiugar um sitio, i|ue tenha
boa casa de vivenda, e que sejaperto da
prags, preferindo-se pe rio da Soladade, pa-
gando-se bem se liver boa baixa para capim:
a tratar como Dr. Moscoso, no consultorio
Homceopalhico, rua do Collegio 11. i'5.
Mobillns de aluguol.
. Alugam-se mol lias completas, ou outro
"qualquer traste separado, tamben) se alu-
gaoi eadeirasem grande porr3o para olli-
ciosou bailes: na rua Nova, armazem de
trastes do Pinto, defronle da rua de Santo
Amaro.
m_____un
Compra 8.
Compram-se efectivamente garrafas o
botijas vasiasa 7,000 rs. o cento : na praia
d Santa Rita, restilaco do Franca & Ir-
mo.e no deposito da mesma, na travessa
da Madre de Dos n. 5.
Compram-se trastes] usados de toda a
qualidade, e tambem trocam-se pornoyos :
na rus Nova, armazem de trastes do Pinto,
defronte da rua de Santo Amaro.
__Na rua da Cruz n. 49, compram-se charu-
tos a 7,000 rs. o milheiro, feitos na trra, na
mesma casa vendem-se a OO rs. o ecuto vin-
dos da Babia.
Compra-so urna canoa em bom uso,
que pegue em 1000 lijlos, na rua imperial
n. 167.
Compram-se moedas de ouro de 20,000
rs. do novo cuoho brasileiro ua pr.o. 1 do
Commei'clo n. 2, primeiro andar.___________
Vendas.
fiilhetes do Rio de Janeiro.
Aos ao:ooo,ooo rs.
Na loja de mludezas da praca da Indepen-
da n. 4, vendem-se bilhetes ioteiros, meios,
quartos c oitavos a beneficio da fabrica de vi-
dro e papel do Rio de Janeiro.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na rui cstreita Ho Rozara travessa do Quei-
mado loja de mi tull i- n. 2 .1 de J. F. dos San-
tos Maia, vendem-se os muito afortunados bi-
lhetes, meios, quartos, oitavos c vigsimos da
lotrria a beneficio da fabrica de vidros. Na
mesma loja est patente a lista da decima-
quartado llicatro de S. Pedro de Alcntara.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 2o:ooo,ooo rs.
Na ruada Cadeia do Recife n 15, vendem-se
os muito afortunados bilhetes e cautelas a be-
neficio da fabrica de vidros de S. Roque e da
fabrica de papel de Zcfcrino Ferraz. Na mes-
ma casa est patente a lista da decima-quarta
lotera a beneficio do thcatro de S. Pedro de
Alcntara.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na ruado Queimado segunda loja n. 18, ven-
dem-se bilbetes, meios, quartos, oitavoa e vi-
gsimos da lotera da fabrica de vidros, cuja
lista vem no primeiro vapor. Na mesma loja
existe a lisia da tlccima-quartado theatro de S.
Pedro de Alcntara.
(Jarlos Claudio Tresse fa-
bricante de orgSos e realejos na rua das
Flores n. 19, avisa ao respitavel publico
que couccrla org3os e realejos, por mar-
chas modernas desle paiz* concerta pannos
Seraphinas, cachas de lusica, acordOes,
e qualquer instrumento que apareja: tam-
bem faz obras novas, vende um org3o pro-
prio para capella ou altar-mr, com boas
roie.por prego commodo.
I'echincha.
Chapeos de sol de eda preta c cor de caf
de .um 11 mi. de baleia de ferro patente inglez
pelo diminuto preco de 4,900 rs. cada um : na
rua do Collegio n. 4.
Vende-se um sitio no lugar da Soledade,
na estrada que atravessa do da estrada do Man-
guinho estrada que vai do Mondego, lem
una excellente casa nova, com 3 sala*, 4 quar-
tos, cozinha fra, estribara para 3cavallus,
casa para feitor, tem um bonito pomar de la-
rangeiras, muito boas jaquelras e mangeiras,
e muitos ps de sapolyseiros prximos a dar
fructo, tem nutro- muitos arvoredos de Inic-
io, as salas estao forradas de bonito papel : na
rua Nova armazem de trastes do Pinto se dir.
Ulna,
Participa a seus freguezes e a quem
mais convier, que inudou o seu esiabe-
lecimento de uniformes militares do so-
brado da rua do Queimado para o pateo Jj
da matriz n. 2, aonde continua a vea-
g der o mais superior galao de ouro e pa-
9 ta para divisas militares ellors de pa- '
gens, assim como promptifica unifor- 5
! mes para msicas, ou o completo de
.(? qualquer batalbo. |
v. .,. .^mu*^ sfe w^aian
Lotera da matriz da Boa Vista.
Aos loe 5:ooo,ooo rs.
Na loja de calcado do Arantes na pica da
Independencia us. i3e 15, vendem-se os mui-
to "lu ion iiIii bilbetes e meins ditos detta lo-
tera, que corre infallivcliiiciile no dia 2 de
jmili' 1 vindourota clles antes que se acabem.
Bilhetes io.IOh
Meios 5,200
Vende-se muito boa sicupi
ra ass, propria para construccao
de i ai rocas e carros : quem a pre-
tender, dirija-se a rua da Fraia
n. 55, que se dir qem vende.
Ao resto da pechincha.
Na rua do Queimado loja n 17, vendem-se
para acabar um resto de cambraias de laaa-
bertas, de cores muito delicadas, intitulados
balzariuas, mullo propria para vestidos para
senhora a 300 rs. cada covado, cortes de ves-
tidos de chita de barra, fazenda muito moderO
na e de e.ostos muito grave* a 3,500 rs. cada
corte, cortes de fil de cores bordados a 6,00-
rs. com 7 varas cada corte, esguio de algo-
do com 10 varas a 2,400 rs. cada peca, assim
como outras fazendas por piejos muito em
conta.
Vende-se urna preta crioula muito moca
de bonita figura para fra da provincia ou ma-
to, por preco commodo, una dita r.om dc-
feito de um dedo em o, p que|cose bem chao e
moca por 350,000 rs., urna de n.u.io, que co-
zinha, por 450,0u0 rs. na rua do Raugel n. 38,
segundo andar.
Pechincha de madapoloes ava-
riados
Na rua do Queimado loja n. 17, ao p da bo-
tica, vendem-se pecas de madapoloes entrefi-
nos com um pequeo toque de avaria a 2,500
rs. a peca : a ellas antes que se acabem.
-- Yeaderu-sc dous curi*, urna pataliva,
um cabocollnbo, dous papacapim, una guria-
tan, um pinta silgo, todos bons cantadores:
na rua da Conceijuo da Boa Vista n. 60.
Vendem-se as duas taveruas, sitas em
Fra de Portas rua do Pilar ns. 88 e i43, multo
bemafreguezadw, tendo urna dellas comino-
dos para familia, o motivo da venda dos ditos
estabelecimentos se dir ao comprador : a tra-
tar na vendan. l43.
Vende-te uina morada de casa terrea,
sita na rua do Rozario da Uoa Vista u. 36, por
preco commodo : a tratar na rua Direita nu-
mero 5b.
Vende-se urna parda, de idade de 30 an-
nos, bonita figura, para fra da provincia 1 na
rua da l adela n. l7, segundo andar.
-- Vende-se um moleque muito robuato e de
bonita figura, de idade de ll a 16 annos : na
rua do Crespo loja da esquina que vira para a
Cadeia,
Sorvetes as li horas da noite.
Na confeitaria da rua estrella degozarlo n.
43, continua a haver sorvetes de diversas qua-
lidades por preco commodo.
Vende-se farlnba de mandioca deS. Ha-
theus, por preco commodo : na rua da Cadeia
numero 1- ___* ,.
-- Vende-se urna canoa que pega em i,w
lijollos : ua rua das Larangelras n.|8.
A o bom e barato.
Na r ta do Que mado loja n. 23, que foi do
Sr. Si Leitao, vendem-se as seguntes Fazen-
das por diminuto preco : chapeos de sol de
superior seda preta a5,000 ra., riscado mons-
tro de vara de largura a 240 rs. o covado. alpa-
ca de linho com 4 palmos de largura a 320 rs.
o covado, franquelim prelo a 320 rs. o covado,
cortes de cassa chita rosas a 2,000 rs., manta
de superior seda furia'cores a 8,000 rs., chal-
les de seda a 10,000 rs., setlm maco preto a
3,000 rs. o covado, dito a 2,800 rs., dito multo
superior a 4,200 rs cortes das mais modernas
e 11 n oro ios de seda a 10,000 rs., cortes de gor-
gurao de seda lavrado, branco c de cores a r.
3,500, ditos de fustdes a 700 rs ditos das me-
lhores casimiras elsticas de todas as cores a
5,000 rs., chitas a 120 Vs. o covado, a 160, 180,
200 e 220 rs., chita franceza muito larga e de
muito bom gosto a 28O rs. o covado, dito de
casia franceza muito lina a 320 .rs., e outras
muitas fazendas, e do-se as amostras, com
penhores, assim como lencos de seda de su-
periores padres para pescoco a 1,000 rs.
Vende-se UHU escrava parda, que sabe
engommar e cozinhar o diario de urna casa,
lavar e coser liso, com um lilho de 7 annos de
idade de ptima figura : na rua Direita 11. Il2,
primeiro andar.
C5T Jogos de vispora.
No Atierro da Boa Vista, loja de calcado n.
58, vendem-se jogos de vispora a 1,000 rs.: a
elle, que estao no resto.
-- Vendem-se pecas de bom panno de linho
com i5 varas por 5,500 rs.: na rua da Cadeia
Velha n. 33.
Vendem-se pecas de cassa lisa sem gom-
111 a com 20 jardas por 4,000 rs., e de 12 jardas
por 2,400 rs., c em varas a -'10 rs. : na ruoj da
Cadeia Velha n, 33.
Vendem se lencos encarnados cor segura
a 2,200 rs. a duzia c o lenfo a 200 rs. : na rua
da Cadeia do rlccife n. 33.
__Vendem-se 97 apolices da companhia de
Heberibe : quem as pretender, ou parte dellas,
dirija-se a rua da Cadeia do Recife casa de cam-
bio n. 34.
Vndese todos os preparos da casa de sor-
vete e seus pertences de loja da rua dos Quar-
teis n. 14 : quem a dita quizer, dirija-se as
Cinco Ponas n. 82.
__Vende-se um bonito moleque de 20 an-
nos, muito bom e fiel comprador, nunca fugio
oque se afliauca, cozinh* muito bem o diario
de uina casa : na rua larga do Rozarlo o. 48,
primeiro andar.
Rap Paulo Cordeiro,
cheg.do ltimamente 1 na rua da Cruz n. 57 a
1.600 rs, a libra.
Methodos de violao por Carulli, sexta
edicciio : veudem-se no pateo do Collegio, ca-
sa du l.ivro Atul.
Lotera do rtio de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na casa feliz
dosquatro cantos da rua do Queimado loja de
fazendas 11. 20, vendem-se os afortunados bi-
lhetes, meios, quartos, oitavos e vigsimos a
beneficio djjjaiVica de vidros e da do papel,
cuja lista vem no primeiro vapor ateo dia i.'i.
y mesma loja se acham as listas das loteras
passadas.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na praca da Independencia n. 3, que voltt
para a rua do Queimado c Crespo, vendem-se
os muito afortunados bilhetes, meios, quartos,
oitavos e vigsimos a beneficio da fabrica de
vidro de S. Roque e da fabrica de papel de Ze-
ferino Trras. Na mesma loja esla patate
lista da decima-quarta lotera do Theatro de S.
Pedro de Alcntara.
(jera de carnauba.
O mais supciior que ha neste genero, ven-
de-se em porco e a retaiho : na rua da Cadeia
do Recife, loja n. 50 de Cunha S Amonio.
Vcnde-se um preto de liacao, de idade
pouco mais ou menos de 28 annoi, bonita figa-
ra c ptimo cozinbeiro : trata-se na rua do Vi-
gario n. 19, segundo andar.
n. 15.
Vellas de carnauba.
Vendem-se vellas de carnauba, pelo bar.i-
tissimo preco de 1,900 rs. o cento : na rua
da Cadeia do Recife loja n. 50 de Cunha Se
Ainorim.
Vendem-se 9 travs de 35 palmos de ma-
deira de mangue, urna porcaode caixilbos de
amarello para janellas e portas de alcova, um
itbuinba e urna iaixa de guerra para festejo
de Arraial: quem pretender algum destes ob-
jeclos, annuncie sua morada para ser procu-
rado, 011 dirija-se ao Atierro da Hoa Vista, tra-
vessa da M,ilhada ll. 44.
-- Chegou o novo rap de Lisboa, o qual se
vende as oitavas: na rua da Cadeia do Recife
Bilhetes do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na rua da Cadeia do Recife n. 24.
Acha-se a venda na loja de cambio da Viuva
Vieira & Filbos os muito afortunados bilhe-
tes, meios e cautelas a beneficio da fabrica de
vidros de S. Roque, e da fabrica de papel de
/elemo Fcrrer por conta da quinta dos vidros
e saldo daquarta de ferrer, cuja lotera devia
ser extrahida a 29 do mez prximo passado de
abril, e na mesma loja foram vendidos da de-
cima-quarta deS. Pedro de Alcntara os pre-
mios seeuintes-i69-4:00O,00O'--l 023100,000
5884- -100,0004734100,000-5862-100,000
2461100.000593-40,000226340,000-918
40,000 5492 40,000 39240.0U0-2783
40,0t,0.
Chocolate amargo
De musgo islndico, ou thesouro do peito, pre-
parado por Mr. J. G. C.
As aflecces do peito offereceiu todas um
symploma geral e constante. A toase, esta do-
enca to commum quando descuidada, Uo gra-
ves sao suas consequencias quanto parece t-
em o em seu principio, to matadora por si s
como todas as outras doencas queconsomem a
especie humana, nao linha para combate-la e
destrui-la um medicamento especial e nico.
Todas as pastilhas e xaropes que tem appare-
cidoat hoje, lem sido impotentes.
Nao tem acontecido isto com o chocolate
de musgo preparado por I. G. C. O principio
que forma a sua base principal offerece pro-
priedade iucontestaveia, e reconhecidas depois
de milito tempo, e nlnguem ignora os feiixes
resultados da sua applicacao em todas as
phleugmasias agudas, ou ebronicas, do pul-
mn, affecedes do peito, phtvsica, deiluxos, to-
ces etc. para dar tom ao estomago, abrir a vou-
tade de comer, conservar as geogivas, e o bom
alito, matar as lombrigas, principalmente as
criancas.
Toma-se puro maacando-o, e pode-se tomar
tambem combinado em agoa como outro qual-
quer chocolate, e com leite, tomando-se urna
das doies marcadas em urna chavena dos di-
tos lquidos, ou mais de urna, conforme a gra.
vidade da doenca : vende-se na rua do Quti-
I mado a. 9,
\
MUTILADO


"''"BBfP"""""
Ni nova fabrica de choc oale de sade
liomccopathico, approvado e applicado pe-
los Srs. Ors. da homcaopathia, na ra das
Trincheiras n. 8, existe o escolente choco-
late Tino amargo hespanhol para regalo, di-
to entrelio temperado tambem para rega-
lo edito para o diario, sendo tudo feito
((mi o riniiiir asseio possivel; assim como
caf moiilo do melhor quo ba no mercado,
toda a qualidade do assucar refinado e gros-
so e excellente cha, tudo por prego milito
commodo. Na mesma osa precisa-se de
um pequeo do 12 annos, portuguez, pre-
ferindo-se dos recentomente chogados de
Portugal.
Vendase superior cognac velho, cm
barris de 12 a 24 caadas : na ra da Cruz
n. 55, casa de J. Keller & Companhia.
Vende-se gesso em barricas, vindo no
ultimo navio chegado de Franca, tendo ca-
da barrica 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na ra da Cruz o. 55, casa de J. Kel-
ler & Companhia.
Vende-se junco bruto para e mpalhar
cadeiras: na ra do Trapichen. 8.
Vende-se carne de vacca salgada -ern
barris : na ra do Trapiche n. 8.
0000:000:0 CHO-OOQQQ&
O Objectos de borracha. O
5 Na Toja pernambucana, de
0 Antonio Luiz dos Santos, %
O ra do Crespo n. II, ($
ftvende-se superior ninaiona nupci nu-iav 1;.-
Capas de borracha brancas e prelas ,-
9 lilas riissianas ;
V Perneiras lustrlas ;
* .Spalos para hotneni e scnlioras ;
Arle de nadar ;
lenta 3 a 4 cavallos, grande cacimba, com
bomba e tanque coberto para banho bas-
tantes arvoredos de fructo: na ra da Con-
cordia, primeiro sobrado novo de um andar.
Vendem-se os objectos>seguintes.
O pretendentes que quizerem comprar 5
bandeiras de portas j cnvidracadas, ( o que
vista faz f, )e que nao queiram ter o cncom-
niodo em manda-las fazer tenjiam a bondade
de dirijirem-se a ra do Hospicio defronte da
casa do Sr. Arcenio, que se dir quem vende,
fuis que tambem na mcsina casa se vende um
xcellente plano, mcio apparclho de louca
dourada rlquisaima, como bem seja ilu.-is ilu-
ias de callx de crystal para ch.impanha e va-
rias garrafas de vidro. quatro pclles de onca c
varios outros objectos._______________
O
Boias de salvaco
v Frascos para caladores ;
{3 Capas de espingardas.
Para o invern.
A 2,240 rs. um corto.
Na loja n. 5, do GuimarSes & llenriques,
vendem-se cortes de casimira de algodilo,
muilo encorpados, padroes escuros, com 3
3|4 covados, pelo barato prego de 2,240 rs.
cada um corte ; assim como outras mu las
fazendas baratas.
A 5Go rs. cada um.
Na loja de CuimarSes & llenriques, na
ra do Crespo n. 5, vendem-so lengos de
seda, muito finos, para meninos, pelo bara-
to prego de 560 rs. ; chapeos de sol de pan-
ninho, aruiaguo de balcia, a 2,000 rs. ; o
antigoalgodo transado monstro, a 800 rs.
avara.
t'res de casemira clstica
pela diminuto prego de 6,000 rs. cada um,
acbam-se a venda na ra do Crespo n. ,5,
loja que volta para a ra do Collegio, lti-
mamente chegadss.
fV Wv-t^VV ffjffff f < Arados americanos.
Vendem-se arados americanos ver- ^-
dadeiros, chegsdos dos Estados- 43
Unidos : na na do Trapiche n. 8. g
--Vende-se,'.f^.U^o* loJa *tr*i
obras seguintes : obras completas do Vol-
taire em7volumes, com gravuras linas e
meia encadernagilo, por 20,000 rs.; ditas
Depradt, em 9 voliimcs, por 12,000 rs. ; di-
tas Asair, em 3 volumes, por 4,000 m ; di-
tas Maltlius, economa poltica, em dous
volumes, por 4,000 rs. ; ditas do Adam
Smilh, i ni quatro volumes, riqueza das nar
cOes, por 6,000 rs.; Historia de las Cazas ;
ditas do Mxico, 2 volumes, por 2,400 is.;
ditas l'niversal dealillol cni 10 volumes, po-
12,000 rs em portuguez ; Encyclopedia-
melhodica, lgica c nietliaphysica, publi-
cada par Mr. I.cretelle, 4 volumes eni quar
lo, por 8,000 is. ; dictionnaire hstonqiic
em 30 volumes, par une sociel degens de
ltres, por 30,0(10 rs.; dita d'Academia fran,
ceza, 2 volumes, jor 16,000; obias coni-
plelas de Rouseau em 21 volumes, por
12,000 rs.; ludo bem encadernado e em
obm estado.
Cortes de cliita do ultimo gosto
a 2,000 e a 2,500, e algodiiozinho a 1,600
cu 2,000 rs. a pega.
Na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a Cadeia, acaba de ciiegtr um
bello sortioienio de cortes do chita de hom
gosto, com 12 covados, a 2,000 e a 2,500 ;
assim como pegas de algodio com loque do
a varia, a 1,600 e a 2,000'; lengos de seda
muito bonitos, a 1,440, 1,600, 2,000 e 2,240 ;
alpaca decores pura palitos, a 800 rs. o co-
vado ; dita de algodSo, a 280 rs. ; c outras
auilas l-r/ri.d. s por pregos commodos.
QueiM e prezunlos.
No armaiem de Manoel Francisco Marlins &
Iriuao, vendem-sn queijos londrinos, prezun-
tos Inglezes e do l'orlo, latas com bolaxinha
ingleza, dilasde ararula, dilas i-mn sardinlias
eervilhas, carnes, conservas inglczas, c mais
diversos gneros, tudo em coma : na ra da
Cruz n. (2.
Semcnle de orlalice de to-
das as qualidads, feijo ca rpalo muito no-
vo, vlndo de Lisboa no brigue 'oneei'co de lia-
ra : na ra da Cruz aires da sacrestia do Cor-
ri Santo n. 62.
mmmmmmmmmm mkMmm&m^
]Na loja penambucana, de j
Antonio Luiz dos Santos, '
i na ra do Crespo n. II,
5 vende-se panno fino azul de muilo boa *
4 qualidade pelo baralissimo preco de sB
M 3,500 rs, o covado. i,
Vende-se urna escrava de Angola, de
30 annos, a qual sabe vender de taboleiro,
lava roupa e tem bom leite para ciiar, viuda
do Ico na ra dos Tanoeiros, armazem n.
5, se dir quem vende.
Vendem-se saceos novos de estopa com
aovaras cada um : na ra laiga do liozario
n. 48, primeiro andai.
De superior qualidade.
Cimento novo, chegado ltimamente de
Hamburgo : vende-se no armazem do Vi-
cente Ferreira da Costa.
A 8oo rs. o covailo.
Defronte do becco do Peixe Frito, loja n.
3, vende-se alpaca de cordSo prela, pelo
baralissimo prego de 800 rs. o covado. lista
fazenda he recommendavel, nSo s para cai-
gas, jaquetaa e palitos, como tambem para
jaques e vestidos de montara : dar-se-ha
amostra com o competente penhor.
~ Vende-s \im grande sitio no lugar do
Manguinho, que lica defronte dos sitios dos
Srs. Carneiios, com grande casa de viven-
da, de quatro agoas, grande scuzalla, co-
c
3
O"
J
O)
*-
c
n li o Q O "1 n
= "o n .2 5 a
w ^ >s> o
, alf a
oc- o-_-
ls .sil
.>Tiia<"
*e.-o
O
ai
e
f
o
- i m >
U^5 ai O
cjj O
d

T3 OO b
I
s o.t;
Js.l s
Sq,
0)
N
5
O"
B
s

o
Ir
eo = -a =
O a
r, C _
zr-'J ,2 2-0 I
= o a =.2
22d = ^^
1 -n *- 2
isi-fij
*8sJl
^ a "
* ? r a 8 3
a Sisa
4
Erva mate,
Liara- de vimes, *
Gigos de garrafas,
Genebra de Uollanda em fras-
queiras : vende-se na travessa da
Madre de Dos n. 5.
I.'ii-a- IikIi i ja-.
Vendem-se as mais ricas bandeijas de pintu-
ras muito linas de muito bom gosto, c por pre-
co mais commodo do que em outra qualquer
parte ; na ra dos (Juarteis n. 24, lojadcmiu-
dezas de Jos Dias Siincs.
Motn- pnrn ensaca
Vendem-se botSes de seda preta para casa-
ca, e de muito bona padVdes, por preco mais
mdico do que em outra qualquer parte ; na
ruados i.iu uois n. 24, loja de miudezas de Jos
Ulas Simoes.
Vende-se um nuilcquc de 18 annos, bom
co/.inheiro c serve muilo bem a urna casa, urna
igrinha crioula de 15 anuos, boa figura, com
bous principios de costura e dos mais servi-
cos de dentro de urna casa, est boa para qual-
quer senhora fazer urna boa mucama : na ra
do Collegio n. 21 primeiro andar.
Burros.
Vrgi'i'o, traduzldo ao p da lettra, obra com-
pleta, a vol. 20,000
'I iin Litio, traduzldo com o latim ao lado
por Brrelo Felo 8,000
Horacio, traduzido com o latim ao l-""-;, "u-,
Costa e Si, 3 vol. 10,000
Fbulas de l'heilro, tra<'j^,uas co, 0 |,(ln
ao lado e enrequecld*;, de notas 5,000
Saluijio. %uuldo ao p da lettra 800
i ende-ae no pateo do Collegio, casa do l.i-
vro Azql.
Franjas franceas para manteletes.
Vendem-sc as mais ricas franjas e trancas
para manteletes, de muito lindos padres, por
preco mais mdico do que em outra qualquer
porte : na ra dos Quarleis n. 24, loja de miu-
dezas de Jos Dias Siincs.
A 3,ooo rs; a peca.
Vendem-se franjas brancas para cortinados,
toalba c guardanapos, pelo mdico preco de
3,000 rs. a peca com 15 varas: na ruu dos
Quarteis n. 24, loja dg miudezas de Jos Dias
Si rodea.
Nao |>(caiii a iierliiiichn.
Vende-se um bote com maslros, velase
mais pertcnces, tudo por 25,000 rs. : nal
praia de Sania l'.ita, restilagao de Franca | O nlio, com todos os seus perlences; e
ns pretos, lencos de seda de cores para ho-
rnea., fazenda superior, casimiras elsticas,
meias ditas, gorgueos de seda para coletes,
lirios de llnho trancados de todas as qualida-
ds, castores para calcas, setins lavradospara
vestidos, challes de seda e lia e mullos outros
padres, chapea* de inasaa francezes, madapo-
les, cassas chitas, chitas de todas as qualida-
ds, riscados francezes, esguines de linuo, ta-
petes, chitas cassas a 1,200 rs. o corte, algo-
dors sortlmento completo, e outras muitas
fazendas que se veuderao a vontade dos senho-
res compradores.
Licores de todas as quilidades,
Agoardente do Reino,
Ditad'aniz,
Genebra da Ierra e de Holanda,
Espirito de 38 graos
Agoardente de canna superior,
Vinho de caj de 4 aunos.
Vendem-se a precos moderados, e encarre-
ga-se do despacho para exportacao : no de-
posito da restitaco de Franca & Irinao, na
travessa da Madre de Dos D. 5.
Vende-se um negjo para todo o servico
multo forte e sadio, o motivo da venda se dir
ao comprador na ra doQuelmadon. lOloge.
Veude-se urna escrava crioula com una
ciia de il inezes, que sabe cotinbarbem o
diarlo de urna casa, lava e sera vicio algura : a
tratar das 9 horas cm diante, na ra do Cabu-
g loja de miudezas n. 1 c.
\ i mic-se uina morada de casa depedra c
cal, sita no oltao da igreja do Poro da Panelia,
com sala, gabinete e varios quartos, e bero as-
sim um urub rci muito bonito e manso, tu-
do por precos commodos : na ra do I aira-
ment segundo andar do sobrado n. 24.
Balanca grande.
Na ra estrella do Rozarlo n. 43, confeltaria,
vende-se urna balanca com pesos ja aferidos es-
te anno por preco commodo. .
Vendem-se 3 escravos sendo 2 ne-
gros o tima negra, som habilidade porrm
muito sadios, e habis para qualquer ser
vigo, quem os pertender dirija-se a ra da
Cadeia do Itccife loja de Jos Comes Leal.
Vende-se urna armago de venda em
bom estado e por prego commodo na So-
lidado venda n. 18.
Na ra Nova n. 18 loja de M A. Caj
ha sempre um completo sorlimento de
obras feilss d'alfaiate do todas as quali-
dads lauto superior como mais inferior:
as finas carnizas de cores e brancas 3o,000
rs. a duzia, chapeos francezes, e feitos na
trra, dilosde sol, bonet para montara de
Sra. dito para homem, e meninos : conti-
nua a ter um deposito de superiores charu-
tos de diferentes qualidads vindos da Ba-
ha ; ha um sorlimento de panos finos, e
fazendas para fazer-se qualquer obra ; faz-
se vestido para montara de Sra. muilo
moderno, e toda e qualquer obra em tem-
pocerto: de sorte que vindo qualquer pes-
soa desprevenida defsto, vai prompto de
ludo, trazendo sedula, prata, ou ouro.
Vende-se baralo a dinheiro avista.
Em a ra Nova n. 71 vend. ,- qUlna
a op da ponte, e em. -'ierro da Hoa-Vista
o. 54 venrf.w o seguinte: msnteiga in-
p'i'ea muito boa a 560, 400, 240 rs. franceza
480, banha 320 rs. cha do milhor 2,000, ditlo
1,800 rs., espermasete 640 rs. caffa 160 rg.
earnsba 280 rs., (oicinho de Lisboa 200 rs.
dillo de santos 120 rs., letria 200 rs, ma-
carrfio e thalarim 160 rs. farinha de ma-
ranhflo 100 rs. ditta de ararula 160 rs. er-
vilhas!20rs. bolaxiuha de ararula 320 rs.
e urna lata cheia por 1,600 rs. bulaxinha
grande e pequea 210 rs. arros 60 rs. bata-
tas 60 rs. sevada 100 rs. chicolate de Lis-
boa 40o, millio '[lisia 960 rs. a cuia, painso
640 rs. arros 320 rs milho 160 rs. arroz de
casca 120 rs., queijos novos dos milhores
1,600 rs.azeiloiias-240 rs. agarrafa, azeite
(ioso 560 rs. assim como grande surtimento
de chai utos de varias qualidads serveja
prets em meias garrafintias, rois de tudo
irio bem servidos.
'.:} Vende-se a pailaiia nova do Mangui- O
Innao, se dir* quem vende.
Cassa para cortinados a 40 rs. a vara.
Defronte do becco do Peixe Frito n. 3, ven-
de-se cassa para cortinados, pelo baralissimo
1 > i ii, o de duas patacas a vara, esta fazenda he
estampada em ramagens de cores.
\ eudc-se una barcaca de lole de 20 ca-
xas nova de primeira viagem e bem construi-
da, e prompta a navegar : quem a pretender,
dirija-se a bordo da mesnia denominada bnn
rentara, junto ao trapiche do algodo que acha-
rao com quem tratar.
A ."s'ooo endu um.
Na ra do Queimado, defronlo do becco
do l'eixe Frito n. 3, vendem-sc Tobertore.s
do Porto, muilo gratules e encorpados, pe-
lo baralissimo prego de 5,000 rs. cada um.
Vende-se una inorada de casa no lugar
do Caxang, a melhor que naquclle lugar
existe, por licar ao p da ponte, cuja he de pe-
dra e cal, com iluas grandes salas, seis quar-
tos, corredor layado, quiutalcom alguns ar-
voredos, banho no fundo do mesino, muilo
proprio para qualquer familia, por preco limi-
to commodo, por a dona querer lcquidar mu-
a : naCamboa do Carmo n. 33.
Vende-se um bonito moleque crioulo de
13 annos, com principios de marcinciro, um
dito de 7 annos tambem muilo bonito, um prc
lo tambem crioulo de 22 annos perito sapa-
leiro de toda a obra, tanto de corte como de
i xi i in .ni para a praco c que d certo640 rs.
diarios, e urna nmlatinha de iG anuos, com
principios de costura, engoininado, cozinhado
e bem propria para educar por ter sido do
malo : na ra larga do Rozarlo n. 35, loja.
-- Vendem-se 10 escravos, sendo una op-
luna cscr.-iv.-i de idade de 20 annos, de bonita
figura, engoimna bem e cose, faz doces e co-
7111I1.1. outia dita de idade de iS anuos, com
al,: uina-. habilidades, quatro ditas ptimas pa-
ra todo o servico, quatro esclavos de bonitas
figuras, sendo um bom moleque de idade de
14 annos < na ra Direita n. 3.
He de Graea.
Vende-se um terreno com 60 palmos de
frente e os fundos al ao caes, icm j mais de
i "! i palmos ni aln ci ce n'uin dos oilocs, he si-
tuado na ra da Praia da ribeira, faz-se lodo o
negocio : quem o pretender, procure na ra
do ( abug loja n 11.
-- Sahio a la de prximo na cidade da Ra-
hia urna obra em que se moslra a veracidade
daapparicao dcKosso Senhor Jess Christo a
I). Alfonso Henriqucs no campo de Ourique, e
que apoleo o grande he vivo e vai pela ter-
ceira vez oceupar o tkrono de Franca : vnde-
se na ra da Cruz do Recife. n. 52, primeiro
andar, pelo preco de 1,000 rs cada exemplar.
Kconomia para o invern.
O barateiro do Passeio Publico Firmiano Jo-
s Rodrigues l-'erreira, na sua loja den. I!,
vende superiores cortes de casimiras de algo-
do, fazenda muito encorpada e de cores es-
curas, padres os mais lindos ao barato preco
de 1 ,-i lo rs. cada um cite, e quem nao com-
prar .' Cambraias de cores ao barato preco de
400 rs. o covado, fazenda larga e muito lina,
chilas francezas largas gostos modernos a 320
rs. o covado, pannos fiuos de lodas as cores,
O
(3 bastantante afieguezada: quem a >
( pretender dirija-se a rr.esma, que a- Q
q cliai com quem tratar. q
t3 <5<3e>> GOC
-- Vende-se nina renn5ao bem afregne-
zada com escravos ou sem elles, assegura-se
ao comprador que pode trabalbar sinco ou se-
is unios -cm fazer despeza com o maquiniiino
por ser tudo novo aonde oflrece commo-
didades al para assentar una padaria porque
ha commodo al para trabalhar os dois esta-
bele minios na inesma casa ; o motivo por-
que se vende se dir ao comprador: a tratar
na aua da Cruz, defronte do beco da lingoeta
com Domingos Pereira Rocba.
Vende-se cimente de coentro nova a 200
rs. a garrafa, niel de furo de primeira quali-
dade a 60 rs. a garrafa, e em caada 400, em
barris ou em pipas maisem canta, tambem 6e
precisa de urna prela para vender na ra pa-
gando-se 12,000 rs, mensaes, e aluga-se um
prcto para o servico de campo, este na ra
ireita n. 89 e o mais no manguinho venda
da calcada alta.
Lotera da matriz da Ba-Vista.
Aos lOe 5:ooo,ooo rs.
Na loja de miudezas da praca da Indepen-
dencia n. 4, vendem-se bilhetes inteiros, meios,
quartos, quintos, decimos e vigsimos, que
corre impreterivlinente no dia 2 de junbo ou
antes se se vender os bilhetes.
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,000
Quartos 2,600
Quintos 7,100
Decimos,' 1,100
Vigsimos 600
Na ra ido Crespo n. 10, loja de
J L. del!. Taborda,
vendem-se\s seguintes fazendas, proprias
-lacio, a saber : sarja hespa-
0, 2,600, 2,800 e 3,000 rs. o co-
nferior, a 1,200 ; chamalote de
murgullna prela de ISa, lam-
para vestidos por ser fazenda
a 960 ; merino preto fino, a
semia preta setim, a 3,500 o
ino preto fino, a 4,000, 6,500 e a
to superior, a 8,000 o covado ;
letiui pretos para grvala, a 4,500;
seda de cores paia algibeira, a
di presento
Illlnl.l, a 2
vado ; dili
seda, 3,000
bem piopri
muito
3,500 ,
3,800 ; pa
6,800; d
lengos de
ditos de
3,500; chales de 18 e seda finos, de lindos
0 modernos padrOes, a 7,500; ditos ditos, a
5.50O ; ditos pretos, a 9,000 ; camizinhas de
cambraiapart senhora, a 1,500; gollinhas
para ditas, a 640 ; lengos de quadros encar-
nados com franja, a 320 ; ditos de fil pre
lo do tres pontas, a 200 rs.; luvas de [algo-
(rio e de seda para homem ; ISazinha cor
de caf, proprias para aquetas, a 200 rs. o
covado; ISa e seda, propria para palitos, a
440 rs.; camisas de meia, a 1,280 ; ditas de
13a e de seda, a 2,000 ; ISaainha de listras
para caigas, a 240 rs. o covado ; brim pardo
d.e linho para ditas, a 1,000 o corte ; cortes
deessemira o de fusWo para colletes, a
1,000 ; lengos de seda preta para grvate, a
200 o a ilo rs. cada um ; suspensorios de
cadago, a 60 rs. o par; ditos de meia, a 40
rs.; mantas de ISa para pescogo, a 320 rs. ;
alpaka preta, a 720 e 800 rs. ; dita superior,
a 1,000 e 1,200 o covado ; brins de linho de
cores, francezes, de novos padrOes e supe-
perior qualidade, a 1,400 a vara ; casemira
de cores para caigas, gostos moderos, a
6,500 e a 7,000 o corte ; casineta de ISa pa-
ra ditas, a 3,500 e 4,000 o corte ; biotanbas
de linho, francezas, pega de 6 varas, a
3,500 ; cobertores de 13a, a 1,000; breta-
nbas de rollo, a 9,000; tafet de cores, a
500 e a 640 rs. o covado ; renda de linho, a
40 rs. a vara ; e outras muitas a pregos ba-
jratissmos.
Vende-se em grandes ou pe-
quenas porces, a vontade dos
compradores, o vsrdadeiroaco de
Milito .- na ra de Apollo, arma-
zem de maqumismo de Me. Gal-
tno'it & Companhia, ou no seu es-
criptorio, praca do Commercio
numero 11.
Vende-se, por preco com-
modo, cera em veas, muito bom
sorlimento, fabricada no Bio de
Janeiro : no armazem de Dias Fer-
reira, no caes da alfandega, ou
com Novaes & Companhia, na ra
do Trapiche n. 34.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimcnto conti-
na a ha ver um completo sorli-
mento de morullas o meias mofli-
das para engenho, machinas _4
Cu'poi-, "tVoVVd ue ierro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Loterin|tla matriz ta Boa Vista
Aos ln:ooo$ioooe 5:ooo8ooo.
Na ra da Cadoia n. 24, loja de cambio da
Viuva Vieira & Filhos, vendem-se os mu
afortunados bilhetes e meios ditos da mes-
mu lotera, que corre impreterivelmente no
dia 2 de junho prximo vindouro.
Rilhetes inteiros 10,000
Meios 5,000
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ultimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Vende se cobre metal ama-
1 clin e pregos para forro de navios : vende-se
por preco commodo. em casa de A. V. da Sil-
va barroca, ra da Cadeia do Recife n. 42.
9 5
1,000, 1,6 00 e 2,000 rs. ; ditos para grvala,
1,000 ; dit os superiores, a 2,000; chrpos do
sol de M( a francezes, a 5,500 e 6,500 ; di-
tos para sJenhore, a 4,000; ditos de panni-
iilio de cf res com cabos d'osso e armagSo
de ferro^
cezes da
ISa
tambem
. 'Hilas .-1
ca pnra vj
ua, uo iju.* "bv., g,....uw .*.>/.< ,1,1, iu- J;ji 0 covauo, paiuioa IIUU3 ut iuuus as torea, i *-"*" .w
ebeira, estribarla, baixa de capinj que sus-I setim maco, sarjas largas, superiores tneri-'caigas, a
a 2,000; cbapos de massa fran-
ultima moda, a 7,000 rs.
mesma loja vetidem-se
1 pregos muilo commodos, as fa-
guiates : cortes de cambraia bran-
(sli ios, a 3,000 e a 4,000 rs.; dito]
.le o,om. 1 lina, a 3,000, ditos de cassa-chi
ta, gosto modernos, a 2,880 o a 3,200 ; ris-
istro, a 140 o covado ; dito par
160; lengos de seda com fianja, a
MUTILADO
cado nioi
Deposito de tecidos da fabri-
ca de Todos os Santos, -d
f na Bahia. ^
> Vende-se em casa de Domingos Al- <
^ ves Matheus, na ra da Cruz do Ke- *
^ cife n. 52, primeiro andar, algodSo *
* transado daquella fabrica, muito pro- "%
'. prio para saceos e roupa de escra- S
y. vos, assim como lio proprio para re-
^ des de pescar e pavios gara veilas,*^
a>. por prego muito commodo. 2!
: &4>r) Ai&Aifc AtM A sAA AA nk k
Loteria da matTiz da Boa Vista.
Aos 10:000,000 c 5:ooo,ooo rs.
o Atierro da boa Vista, loja de fazendas n.
36, vendem-se os afortunados bilhetes e meios
da inesma loteria, que corre impreterivelmen-
te no dia 2 de jimho vindouro, ou antes se se
venderem os bilhetes.
imbeles inteiros 10,000
Meios 5,000
Vendem-se amarras de ferro : na ra
da Senzalla nova n.,42.
Quem duvidar
Venha ver e comprar.
Na ra do Crespo loja da esquina, que
volta para a cadeia, vendem-se pannos fi-
nos pretos superiores a 3,000, 3,500, 4,000,
4,500 e 5,000 ris o covado, dito azul a
3/100, 4,000, 5,500 rs., dito verde a S.800,
6,500 rs., dito cor de rap a 3,000, 3,500 rs.,
cortes de casimira preta a 5,0O0rs., ditos
mais superiores a 8,500 e 10,000 rs., ditos
de cores a 2,800 rs., corles de collele de
velludo a 2,000 rs, ditos de setim de cores
a 1,600 rs., ditos degorgurSode seda a
1,280 rs dilos de fuslflu a 320, 500, 640 rs.,
ditos de brim pardo de linho para caiga a
1,600 e 2,000 rs., dilos brancos a 1,600,
1,800 e 2,000 rs ditos decores a 800, 1,280
rs., riscados de linho a 220 e 320 rs o cova-
do, algodSo trangado de listra escuro mui-
to encorpado, proprio para esclavatura de
engenho a 180 rs. o covado, piclo a 220
rs., zuarte azul de vara de largura a 240 rs.,
dito de furia cOres a 200 rs., riscado mons-
tro a 220 rs., ditos francezes muito bonitos
para vestidos a 240, 280 rs., cortes de cam-
braia branca de quadros a 2,000 rs., ditos
de cissas de cores a 3,000 rs., ditos muito
linos a 3,500 rs., ditos pretos a 2,000 rs.,
cambraia lisa com 8 varas e meia a 2,720
rs. a pega, dita de cores para vestidos a 28J)
rs. o covado, dila preta a 120 rs., metins de
cOres para forros a 120 e 140 rs., cortes de
cintas (maso de cores lixasa 2,000o 2,400
rs., chita para cobeita de cores lisas a 200l
a 2,240 e 3,000 rs. o covado, mias para me.
nios a 1,000 rs. a duzia, cbapos deso d
asteas de baleia a 1,800 rs., madapolSa'
muito superior e largo a 240 rs. a jarda, a
os acreditados cobertores de tapete.para es-
cravos a 720 rs., cambraias bordadas pro.
pria para babados e cortinados com 8 va-
ras e meia a 4,000 rs. a pega, e outras mui-
tas fazendas que s os freguezes vendo acre-
ditado os pregos.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Ca.
moni S Companhia, acha-se constantemente
bons sortimentoi de taixa de ferro coado c
batido, tanto rasa como fundas, moendas in-
te i 1.11, lodas de ferro para un i mus, agoa, etc.,
ditas para armar em madeira de todos os ta-
maunos e modcllos o mais moderno, machina
liorisontal para vapor, cora torca de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, escovens para navios, ferro inglez
tanto em barras como em arcos folhas, e tudo
por baralo preco.
Moinhos de vento
eom bombas de repuebo para regar hurlas
d baixas de capim : vendem-se na fundigSo
de Bowman & Me. Callum, na ra do Brum
ns. 6,8 o 10.
Escravos fu idos.
Desappareceu a 30 de dezembro pro-
limo passado, da casa do depositario Fran-
cisco Jos Arantes, o cabra Pedro, compra-
do pelo bacharel Pedro Uezerra Pereira de
Araujo BeltrBo a Antonio Ricardo do Reg,
morador nesta cidade, e contra quem mu-
ve o comprador urna acgo de recisSo da
venda, por haver declarado e mostrado o es-
clavo ter tres Fstulas, e ossos caados no
anti-brago esquerdo de que aljou depois;
sendo alm disto muito fujam Acontece
entretanto que achando-sea questSo bas-
tante adiantada, obtendo o comprador sen-
tengas a favor na primeira instancia e na
relagHo, desappareceu o escravo do deposi-
to, nSo se sabe se de motu proprio, ou se-
duzido por alguem. Os signaes sSo os se-
guintes : cabellos crespos, regrista, canta-
rolador o muito beberrSo, brago esquerro
alejado, ele. Este escravo foi do Rio Crande
do norte, donde j veio fgido, qusodo par-
tencia a Manoel da Fraga Vieira, morador
em lguarass: roga-se, pois, aos pedestres
e autoridades de dentro e fra/fla provincia,
que tondo delle noticia hajany de o prender
e remetle-lo ao referido depositario, Fran-
cisco Jos Arantes, morador*, na travessa da
Concordia.
Boa gratificag&to.
No dia 13 de margo do crranle anno des-
appareceu da^Pagsaejvrii Ma Magavevr, do
rs'itlonitfmora oSr. I)r. Malet, o mole-
que Margal, o qual he bem condecido e tem
os seguintes signaes : representa ter 20 an-
nos, baixo, cheio docorpo e carcundo, cor
fula e sem barba ; lem falta de um dente na
frente do queixo inferior e he filho do ser-
13o de Paje, por isso julga se para l ter
ido : recommenda-se, portento, aos capi-
tSes de campo a captura do dito moleque,
que serSo bem gratificados.
Desappareceu, no dia 18 do passado, o
escravo de nagSo Cagange, de nome Jos,
representa ter 25 annos, baixo, grosso do
corpo, sem barba, rosto abocetado e pos pe-
queos ; levou caiga de algodSo transado
com listras azues e carniza de algodSozi-
nho j rota : quem o pegar, leve-o a rus do
Vigarion. 22, primeiro andar, ou na rui
da Cadeia do Recife n. 51, que se recom-
pensar.
Deiappareceo no dia 21 do passado mei
de abril, de bordo do brigue Araos, um es-
cravo inai iiilu iro de nome Candido, naco
Angola; o qual representa ler -.'li annos, poaco
mais ou menos, rosto comprido, naris clialo
altura uvular, tem barba cerrada; e levou
vestido calca e camisa branca : cujo escravo
prtence ao commendador Joao Daptlsta da
Silva Pereira, de Porto-Alegre. Roga-se, por
tanto, todas as autoridades policiaes e ca-
pites de campo, a sua aprebencao, e leva-lo
i ra da Cadeia do Recife n. 39, casa de Amo-
nio & Innos, que se gratificar generosa-
mente.
Desappareceu, no dia 24 de fevereiro
do concille anno, a escrava crioula, de no-
me Anglica, representa ter de 40 a 50 an-
nos, alta, bastante magra, rosto redondo a
descarnado, olhos grandes, cabellos bran-
cos, i|liando falla parece que ri-se e andar
fiota, nulos e ps grossos, lem urna marca
no p diroito proveniente de urna dentada
de caxorro ; e emquanto o traje nSo se po-
de saber, pois consta que o tem mudado;
supfOe-se que anda pela encruzilhada de
Belem, Santo Amaro, e coila-s as capo-
eiras do sitio do Cacundo : roga-se, por-
tento, a todas as autoridades policiaes e es-
plines do campo que a apprehendam e le-
vem-na ao sitio do Jacar, estrada de Bee-
ribe, a entregar a Antonio Jos da Silva
CuimarSes, .que se gratificar generosa-
mente.
la tres mezes fugio do engenho S. Ro-
sa um escravo crioulo, de nome Matheus,
carreiro, mogo, alto, espigado, com falta
de 2denles na frente urna marca de queima-
dura na p, e ferida aberts em urna dis
pernas : foi do sertSo, e aqui comprado ao
Sr. Jos da Fonscca e Silva em 1850 quem
o pegar leve-o ao dito engenho, e nesta
praca na ra Augusta junto ao major Kel-
ler, ou na 1 inca da UniSo loja de livros,
que ser generosamente recompensado.
Desappareu no dia 20 de abril p.p.,
do engenho Elephante mi Brago do Meio
urna escrava, naglq Costa, bastante ladi-
na de nome Maiiana, alta e gorda, paitos
grandes, rosto redondo, com tres riscos
em cada magan do rosto, cor preta, com
7 mezes de peijada, cuja escrava suppOe-
se estar acuitada : quem a pegar e levar
ao seuproprietario Joaquim Gongalves Fer-
reira no referido engenho ou nesta priga
a Jos Gomes Leal ser bem recompensa-
do, protestando-so desde j contra qual-
quer pessoa que de laclo a tenha acoilada.
Tendo fgido do Recife, em outubro
de 1848, um pardlnho claro, de nome An-
dr, cabellos louros, olhos grandes, de 11
anuos pouco mais ou menos, dizem que
anda como forro ; suppCes estar em Plane,
onde tem a av, a parda de nome Thereza
de Jess, irniSa da parda Ignacia, que foi
escrava de Antonio Bernardo, morador em
Flores, e que para aqui fugio em 184, di-
zem que com urna carta de alforria falsa,
passada pelo escrivao Manoel Vicente Gon-
galves Ayres, roga-se a quom o apprehen-
der de o levar no Recife
grvala a 240 rs., ditos com listras de soda
1320 rs., sarja llespanbola muito superior
7


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EQMV37VRQ_T0W4RZ INGEST_TIME 2013-04-13T02:55:03Z PACKAGE AA00011611_05333
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES