Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05319


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Full Text
Anno XXVII
Quinta-feira 17
PARTIDA3 DOS COHRKIOI.
Gnlanna e parahlbs, s segundas e icila felras.
Riu-Oran li'-ilu-.\ui te, todas as quintas felras ao
melo-dia.
Garanhum e Roolto, a 8 e 23.
Boa- Vista c Florea, a 13 e 28.
Victoria, t quinta* felras.
Olina, todos os (lian.
Phascs Dt la.
EFHEMBB.IDES.
Nova, al, ai 4 h. e 3 m. da t.
Cresc. a 9. as 4 H. e 4!m. ria t.
Chela, a 15. as 8h.e 16 m. da t.
Miog. a 23,s 4h.e38oi.da m.
PaEAMAR se hoje.
Primcira 9 5 horas e 18 minutos da manhaa.
Segunda s 5 huras e 42 minutos da tarde.
de Abr! de 1851.
N. 89
SIAS da
SEriANA.
^
1. caCtJhnV.d >J. d.so/ > llsto-a
dos feitos Ua r.iieuila. Ouro.nca
ica. *r Hoe'
14 Vg. S. Tiburoio. And: do"iV6To'f. e m. da 1.
15 Tere. S. Ana-tiela. Aud.
gunda ara do c. e A
16 Oimt. Trevu. S. Engrac.
17 Qiil.it. de Kuden{a<. {* do w*a di em
PREpODASDEUOIHP^AO. | diallle. )
Por tres meses (adlantados) 4/000 18 .Sext. da Paixao ( *>i>4 o meio da*?
Por seis meics 8MI0(| 19 Sal. d.AlleluU. S. Ileruiofenes ._ .
Poruinanuo 15/UOO 20 Uoui. de Paschoa da Rcssurreicao. .
, C4M1II* l*MlJ,e'?BB,,
SobreLondre...2.%4p. 1/000 s.flO^llas.
Parfs. 320 pt.r li
LAfoa. 89 I-
fas lieS|NUiliofli
uasdeG/OOvelhaS
de QjfOn uovas.
- de4j000.......
Prata.Patacfles brasileiro....
, Pesos coluimiarios.....
Ditos mexicanos.......
28/000 a 28/500
1 (i/000 a Ibj2(0
1#000 a 16*200
9/1,00 a 9/100
1%W* 4sQSt
1/80 a. J/WO
ERRATAS.
No comniunicado publicado no Diario de Per-
mamlmeo, n. 88, na pag. 3." col. I.' Ilnh. 72-
m vea de -- para a boa do art. 4. execucao da
lei provincial, diga-se para a boa execu-
cao do art. 4, da lei provincisl.
I.inhas 100 cm vez de e que as iiiodifi-
-caces taes que tornaram-se de um onus ex-
traordinario todos quantos tem etc., diga-se
e que as modificacoes foram taes, que tor-
nsram-se de um onus extraordinario para to-
todos quantos teem etc.
Liabas 105 -- em ver de -- estatu quo, -- dl-
ga se rtnlu ijuo ?
Linhai 107, em vez de intrresses publico,
diga-se interesses publico!.
km
astas
GOVEKNO DA PROVINCIA.
LEI N. 271.
Jos Ildefonso de Souza Ramos, presidente
4a provincia de Pernambuco. Fajo saber a to-
dos ot seus habitantes, que a assembla legis-
lativa provincial decretou e eu sanecionei a re-
seguale:
Artigo l. Flca creado na cidade do Recife
rnais um lugar de escrivo do civel, que servi
t cumulativamente com os existentes.
Art. 2 Rever lera para o cartorlo novamen
te creado, todoa os feitos que eram perlencen-
tei ao cartorlo ltimamente suppriinido.
Art. 3.* Ficam revogadas todas as leis e dis-
posices em contrario.
Mando portanto a todas as autoridades, a
quem o conhecimeoto e execucao da referida
resolueo pertencer, que acitmpram e facam
cumplir to inirir:.inrnie como nella se con-
ten. O secretario interino da provincia a faja
imprimir, publicar e correr. Cidade do Reci-
fe de Pernambuco, aos 7 de abiil de l85l, tri-
gsimo da independencia e do Imperio.
L.S.
los lldilmio de Suifl Humos.
Carla di lei pela qual V. Exc.manda exerutar a
triolurao da assembla legislativa provincial, que
saneeioHOM, criando na eidadt do Recife mais um
lujar di iierivaii do civil, que servir cumulati-
vamente com o ixiitinlu, ludo como cima se de-
clara.
Para V. Exc. ver.
Sellada e publicada nesta secrelaria da pro-
vincia de Pernambuco, aos 7 de abril de iS.'n .
Antonio Frahciico Pinira de Carvalho.
Francisco Ignacio de Torree Bandiira, a fea.
Registrada a folhas... do llvrode lels provin-
ciaes. Secretaria do governo de Pernainduco,
8 de abril de 1851.
Joan Polyrarpo doe Santol Campos.
TRIBUNAL DA BELACAO'
SESSA DE 11 DE ABRIL DE i85t.
Presidencia do Exm. Sr. conselheiro Asevedo.
As 10 horas da manhaa, estando presentes os
enbores desembargadores Villares, Bastos,
Leao, Siuin, Rebcllo, Luna Freir, Tellcs e
Perrlra Monleiro.o Sr. presidente declara aler-
ta a sesso.
I0MIMMVOI.
Appellacoes crimee.
Appellante, o juizo; appellado, Jos Antonio
dos Santos.Julgaram improcedente.
Appellante, Florencia Maria ; apprllada, a
jusilla. Julgou se improcudenteaappella-
cao, e confirmada a senlenca.
Appellante, & justica; appellado, Francisco Jo-
s dos Santos. Mandaram para novo jury
Appellsote, ujul/.o; appellado, Jos Autouio
doi Santos. Julgaram improcedente.
Apptltaces riviti.
Appellante, Pedro Alves Pires ; appellado, Jo-
s de Araujo Lima. -- Despresarain os em-
bargos.
Apprll.nte, Jos Vleira de Mello ; appellada, D.
Anna de Hollanda Cavalcaoli. Despresaram
os embargos.
Appellante, Jorge Renwortby & C; appellado,
Antonio Jos Das da Silva. Julgaram aul-
lo o processo de folhas 65 em diante.
Appellante, Manoel Nunca de Barros; appella-
do, Antonio Nuncs de Marros e outros. An-
nullaraiii o processo.
Hevisla civel.
Recrreme, Plaste Lan & C; recorrido, Do-
mingos Jos Ferreira Braga. Julgou-se a
favor do recorrido.
DILIGENCIAS.
Appellante, Jos Fernandes de Albuquerque
Tlnirica ; appellado, Jos Barboia'de Mene-
zes e outros. Mandaram continuar vista ao
curador geral dos orphaos e ao Sr. desem-
bargsdor procurador da coroa.
Appeliante, Jos Maximlano Barroso ; appella-
do, Domingos Jos Nogueira Jaguaribe.
Mandaram averbar o imposto da disiina.
DKMCSAQfiES.
Appellantes, Francisco Miguel Archanjo e ua-
mulher ; appellado, Antonio Manoel da fiilva
lledelros. Designaran) o primeiro dia til.
ivisOes.
Patsaram do Sr. desembargador Villares ao
Sr. desembargador Bastos as seguintes appel-
lacdes em que sao :
Appellanta, o julio; appellado, LuU Francisco
da Silva f ara ti s.
Appellante, Sebasliao Jos da Silva Braga ; ap-
pellado, Bernardo Henrlque.
Appellante, Prxedes da Konseca Coutinlio;
appellado, Luiz Gomes Ferreira
Pasiaram do Sr desembargador Bastos ao
Sr. desembargador Leao as seguintes appella-
edes em que sao :
Appellantes, D. Anna Josephina de Mello Ac-
cloll e outros ; appellados, Manoel Marques
da Costa boares.
Appellante, Manoel Alves Camello de Araujo i
appellado, Felli da Cunta Navarro Lins.
Passarain do Sr. desembargador Leao aohr,
desembargador Souxa as seguintes.appellacoes
ero que slo: ,
Appellante, Joaqun Patricio Cavalcanti i ap-
pellado, Manoel Francisco da Crus.
Appellante, Jos Velioao Soares; appellado,
LuU Gomes Ferreira..
Appellante, ojuizo; appellados, Malalda de
Castro Flguelra e outros.
Pastaram do Sr. desembargador fouia ao Sr.
desembargador Rebcllo as seguintes appella-
ces em que to :
Appellantes. Manoel Pires Ferreira e Joo Pi-
res Ferreira; appellado Domingos Caldas
Pires Ferreira.
Appellante, Francisco Antonio da Gama ; ap-
neilada, Mara da Paz,
l'assaram do Sr. desembargador Rebello ao
Sr. desembargador Luna Freir as seguintes
appellaccies em que sao :
Appellante, Joaquim Lobato Ferreira ; appel-
lado, Manoel de Almeida Lopes.
Appellante, Antonio Ricardo do Reg ; ppel-
lado, Pedro Beierra Pereira de Araujo Bcl-
trao.
Appellante, Francisco Geraldo Moreira Tempo-
ral, tutor dos orphaos filhos de Joao Ignacio
Ribeiro Roma ; appellado, Joaquim Antonio
da Silva. ,
Appellante, D. Maria Felismina do Reg Go-
mes ; appellados, Joaquim Aurelio l'creira
de Carvalho e sua mulher.
l'assaram do Sr. desembargador Luna Frei-
r ao Sr. desembargado!- Telles as seguintes
appellacoes em que sao:
Appellante, Jos Das da Silva ; appellado, Jo-
s Antonio Lopes.
Appellante. o juo ; appellados, Jones Patn
tC.
Appellante, o julio; appellado, Manoel Pinto
Moreira.
Appellante, Jote Antonio Pereira da Silva ; ap-
pellada, a fazenda publica.
Xppellante, o prelo Jos ; appellada, a jusllca.
l'assaram do Sr. desembargador Telles ao Sr
desembargador Pereira Monteiro as seguintes
appellacoes em que sao :
Appellantes, Manoel Autonio da Silva Molla e
seus filhos ; appellado, Jos Uoncalves Tor-
res.
Appellanles, Silva St Grillo; appellado, Her-
nando Mendetda Costa.
Appellante, Joaquim Pereira Homeiii ; appel-
lados, Sergio Clementiuo Soulo Maior e Al-
buquerque e outros.
IIISTHI uuigoK.s.
Ao Sr. desembargador taslos o seguinte re-
curso cm que sao:
Recorrenle, ofuizo; recorrido, Jos Ferreira
Hondea.
no Sr. desembargador Souza o seguinte
aggravo em que sao :
Aggravanle, Miguel Martins Costa Ribeiro ; ag-
gravado, Francisco de Paula Mello liarreto.
Ao Sr. desembargador Kabello a seguin-
te appellacao em que sSo :
Appellante, o julzo ; appellado Lourenco Gon-
calves (jmese outro.
Appellante. a mesa regedora da ordem tercei-
ra de San Francisco; appellado, Manoel
Francisco Caminha.
Ao Sr. desembargador Luna Freir a se-
guinte appellacao em que sao i
Appellante, Jnao Leile Pila Ortigueira; appel-
lado, Manuel Pereira Guimares e outro.
Ao Sr. desembargador Telles a seguinte ap-
pellacao em que silo:
Appellante, o julio ; appellados, os adminis-
tradores do hospital de carldade desta cidade,
I.ida eapprovada a presente, levanlou|a ses-
so a urna hora da tarde.

INTERIOR.
Temos folbas de Montevideo at II do pas-
sado. Da praca nada ha denoto.
De Buenos-Ayres ha dalas al 7. A (jacela
oceupa-se quasi exclusivamente com a publi-
cacan das notas dirigidas ao general Rosas pe-
los governadores das provincias argentinas,
pedindo-llie nao se demitla do caigo de go-
vemador de Buenos-Ayres. Todas cssas notas
san datadas em principios de l86o c se referein
demlssao pedida em 1849.
Sobre Enlre-Riose Corrientes diz o Contcm'o
del Plata.
l-.in^l de i ven ii n trauscrevmos urna
. ota dirigida pelo governador de Corrientes a
de Entre-Rios. F.ra a participado da sua ice-
leieao e oofferecimento, sein reserva, de lodos
os recursos de que pode dispftr aquella pro-
vincia, em suslenlacao da benemrita irmaa
de Enlre-Rios c do sen governo, A esla nota
respundeu o general llrquiza que nao poupa-
ria sacrificio algum para faier triuiiiphaiem os
direilos t os prerogalhas da naco, tanto a res-
p ilo das suas relacc Atenas como das leis
relativas ao syslcma federal repificnlalito da
repblica.
Agora vemos as folhas de Enlre-Rios
cousas mail importantes a este niesino res-
pello.
D. Theodoro Gauna, de Corrientes, escre-
veu ao general Urquia para fclicila-lo pela
reeleijodo coronel Virasoro, ein consequen-
cia, diz elle, da amizade siusera que este con-
sagra ao general llrquiza. c para rogar-lhe ao
ii.esiim lempo qurira auxilia-lo com seus con-
selhos na nova carreira que vai emprehendrr.
ii Oxal, accrescenta o Sr. Gauna, que ella
ejasenaonn todo, ao menos em parte, igual
mui louvavrl e patritica que excita a ad-
mlraco c o respeito do mundo sensato, e que
esl laucando osalicerces do engrandecimen-
to e da proaperidadedessa ditosa provincia.
. A esla carta espondeu o general Urquiza
em 7 de fevereiro, que as ideas e senlimenlns
consignados na sua nota ao governo de Cor-
rientes (a que cima mencionamos) eram o
programma da sua maicha governativa
Tima caita de Buenos-Ayres com data de 7
do passado diz:
> Rosas faz esforcos sobrehumanos para
oppdr o general Uenavides, guvernadi.r da
provincia de San Juan, ao general Urquiza.
No dia !, cxpedio-lhe um proprio, que he
nada menos do que o coronel Rodrguez pelo
qual Ihe escreveu una extensissima carta pin-
lando-lhe o estado dos negocios em geral e o
aspeclo ameacador que aprsenla Urquiza.
Pede-lhe que procure reunirs forjas das pro-
vincias, porque lera provavelmentc de mar-
char com ellas contra Urquiza. .

tRNANlBUC;?
ASSEidBLBA PROVINCIAL.
SESSA EM 10 DE ABRIL DK l85l.
Presidencia do Sr. Pedro Cavalcanti.
As onze horas da ininbaa, feila a chamada
acham-se presentes :ii Srs. deputados.
O Sr. Presidints: Abre a sessao.
O Sr. 2. Secutarlo : Le a acia da sessao
anterior, que he approvada.
O Sr. I, Scrrlario menciona o seguinte
EXPEDIENTE.
, Um requerimento de Manoel Joaquim do Re-
g e Albuquerque, pedindo a dllla(o de una
auno para pagar a ultima preslacao que deve a
faienda provincial do contracto de 2:500 rs.
por cabeca de gado, A. esmjuissao de fazenda
e orcainento.
ORDEM DO DIA.
Segunda discussao doprojecton. 19, que ex-
tingue a directora do lyceu, e cria urna direc-
tora geral de esludos.
Depois de algumas reficxSes dos Srs. Mello
Reeo. --Francisco JoSo c Krlto.
Vai mesa e he apoiada a seguinte emenda.
Em lugar de um cidadao doulorado diga-se
graduado -- Aguiar.
Encerrada a discussao he o artigo submrtlido
vniacao c approvado sendo rrjeltada a e-
menda.
F.m seguida sao approvadd* wm discussao os
arls. 5,3, '4 e 5.
Eolia em discussiio o-art. 0, que lambem he
approvado depMs de brevissimas observacocs.
Ao art. 7. val mesa c he apoiado para en-
trar eul discussao conjunctauente com elle
a seguinte emenda.
Podendo ser supprimidas pelos mesmos ,
transmutes as que foreui julgadas perigosas.--
Franeisco *oo.
Julgada a materia discutida, he o artigo ap-
provado com a emenda a elle offerecida.
O arl. 8, he approvado MU discussao.
Disciitlndo-aeo art. 9, lica adiada por ler da-
do a hora.
Continuado da discussao do art..H1 do orca-
menlo provincial.
O Sr. aptista declara querer retirar a sua
emenda offerecida a este artigo na sessao ante-
rior.
A casa assenlea este pedido.
Vai a mesa e he apoiada para entrar em dis-
cussao a seguinte emenda :
Com o pagamento da dividida do padre Jer-
nimo Barreiros Rangel 7:448,8000 rs. nao pas-
sando esla emenda, addicione-se no Jim do ar-
tigo Cnnvindo nisto aparte. Hopltssa.
O Sr. llnpirla : Sr. presidente, nao me po-
dendo conformar com as Informaces, que me
den o nignn inspector da ihrsourana provin-
cial, mandei a mesa a mlnha emenda a qual
manda pagar a divida do padre Jerouimo sem
o alate de 15 por cent".
Primelrq que tildo. Sr. presidente, sendo o
padre Jernimo o credor e a thesouraria pro-
vincial a devedora. e havendo aquelle reque-
rido o pagamento integral de seu crdito sem
abate algum, nao sei porque regras e porque
piincipins a commi-so de orcamento, sem de-
ferir previamente aquelle requerimento orde-
na noprojeclo em discussiio que se Ihe pague
a divida com o abate de 15 por cento.
Disse o digno inspector da thesouraria que
assim foram pagos todos os mais credores.
tem assim fol, mas esses outros ciedores
assim o requereram; cenlao nesie caso a the-
souraria nao fez senao acceilar o beneficio
proposlo e ofl'erecido. Mas ocaso em questao
he mu diflerente ; porque o credor, leque
rendo o seu pagamento, declara que quer ser
pago Integralmente, e sem abale de divida.
Logo, como, a nnlifocolninisso* de orca-
mento quer coagi-lo a receber menos em que
foutes achnu ella este desconliecido direiio?
Seuhores, lie bem celebre que se queira in-
vestir o devedor da faculdade de obrigar o seu
credor a sollrer abate em seu credilo, e por
conseguinle a receber menos do que he real-
mente a divida Note a cmara que lendo a
IhcFOuraria fundado urna divida de oitenla e
lanos eolitos de ris, lodos os seus credoles,
pelo desejo de rccebercni lugo o pagamento',
eoncorrero a oilerlar o abate de 15por cento,
desorte que com esle abaleella paguua divida,
e licando apenas o padre Jernimo cicdor de
sele conlos e tantos; esle nico credor que res-
la como nao quizollerecer o abale a thesoura-
ria altiva e injusta j linpoe aquillo que de
outros recebera como beneficio, e o pie de
peior condieo, do que lodos, obligando acei-
tar o pagamento com o abale de i5 por ceulo.
O rr. Sosi Pedro : A thesouraria nao o obri-
ga, elle aceitar se quizer'
O "r. I'optiifu:-- Como aceitar se quizer,
quan o elle em um requerimento dirigido a
tasaj declarouque nao quera, e a rrsposla
que Ihe do a comiiiisso ? fui mandar que elle
seja pago com o abale de 15 poj cento ? Ig-
nora por ventura o nobre depuiado que esla
disposico, sendo sanecionada, lica sendo le,
c por conseqnencia com a foicade obrigar?
U Sr. Joi frrfro : Nesle caso nao ha tal.
O Sr. ftnjilla : E dcinais, minores, j o
honrado diputado disse que a thesouraria ufio
stava obrigada a pagar esla divida agora, vis-
toque foi fundada sem lempo certo para pa-
gamento, pelo que fica-lhc o direilo de pagar
j eonvindo-lhc a condicao do abale. E o que
he slo Mofo una au-eaca e um verdadeiro
meio de coagir o devedora aceitar o abate el
sollrer urna extorsao? Se bem eomprehendi o
pensaiiicnlo do honrado depulado, dclle oque
concluo he que a thesouraria, por nao icr lem-
po marcado paia pagar esta divida, quer faicr
jugo, e assim diz ella ; se aceitardes a Imp-
stelo do abate eu tcnbo fundos para pagar e
pago j, e se nao quizerdes aceitar, enlo de-
claro que nao lento fundds, e nao s nao pago
ja, i orno mismo declaro que nao pagare! se-
uo quando qulicr. Ehaveiuui meio coerci-
tivo mals violento?
Senhores, cu direi todo o incu pensar a es-
te respeito.
Se na lei, que fundou a divida provincial
nao se inarcou lempo para a cffectividade do
pagamento, o que he que dahi se segu.
O Sr. Manoel Cavalcanti: Que tila
quando quier.
O sr- Bopliila : Perdoe o honrado deputa-
do ; esta sua couclusao he contrara aos prin-
cipios do dreito A verdadeira conclnso he,
que elle he o"brigado a pagarquando poder.
[Veste caso subsiste a obrigacao implcita de
pagar quando poder para to destinar fundos;
pelo que he asss reparavel, que impoudo o
abate, ella destine fundo para o pagamento, e
sem o abale decate qUfJJ0 Pode pagar. A
declarado da posslbilldade do pagamento j
esl feila, j ella nao pode recuar, e se o cre-
dor declarou que quer abale, e se elle nao pode
ser Toreado, o que resta be mandar pagar-se
toda a divida; eporisso he justissima aininha
emenda.
combate a emenda fazendo diversas considera-
ffles geraes a respeito da materia.
Depois de mals algumas observaefies, encer-
rarse a discussao, c he approvado o artigo,
com a segunda emenda do Sr. Baptista, sendo
regislada a prlmeira.
Em seguida fica addiadoo arl. II por depen-
derde urna lei especial, e he approvado o art.32.
Entra em discussao o arl. 33.
Van mesa so apniadas para entrar cm
discussao as seguintes emendas.
Supprima-se o i 15. Franeiseo Joflo.
Em lugar das palavras e dos de ltiro ~
dlga-sc excepto as de lalim. (iuedes
Vello.
Requelro o addamento da discussao do 1j,
al que a commissfio de orcamento provincial
aprsenle o seu parecer acerca do requerimen-
to do arrematante do imposto sobre Icilucs.-
A-Oliveira.
O Sr. Franeiseo Joo *- Sr. presidente, o ar-
tigo que se acha ero discussao, conlin tantas
e to variadas disposies. que nao he possivel
analvsar-se todas ; pensando assim, escolho a-
quelles dos do mesmo artigo, que sobre
mim liti un mais impressoo : primeramente,
Sr. presidente, tralarei do 5 que se exprime
assim; 5 por cenlo sobre o algodao exporta-
do, etc.
Eu supponho, Sr. presidente, que cada um
destesdillerentesartigos sobre que recae esla
imposican, merece alguina modllicacao, e em
cada um delles as modificacrs sao tambem
por meio de rasoas mu diversas ; principio
pelo qne diz respeito ao algodo ; eu creio,
que todos os nobres depulados conconlaro
commigo, em reennher o verdadeiro estado de
abandono, de nnllificacao a que se acham re-
duzidoesseramo de cullura ; eujno l.il'ar. i
do mal i|iic nos faz a concurrencia do algodao
americano, Iralare daquellas causas que lem
servido a nulliilcar esse genero de cullura.
Ha entre nos, alero das incessantes seccas, a
epidemia do mofo ; portanto, Sr. presidente,
pira que nao esmorecesse de lodo esta cullu-
ra, quizera.que se modficasse eslaimposicao;
alm disto temos outras causas que devenios
ailendrr,- por exemplo, nao convm que a pro-
vincia circuinscreva loda a sua industria agri-
cila em um ramo, como bem, o assucar; se
accontece, porero, haver um auno em que pela
concurrencia, os prefos do assucar sejam des-
gracados, a receila da provincia he nulla ; e se
diversos fossem os ramos de industria, a recei-
la por ceno nao soffria esses prejuizos. Ora,
teto que eu acabo de dizer a respeito do algo-
dao, pode applicr-se nao s ao caf, que he
urna industria toda nascenle, que convm ani-
mar, como tambem ao fumo, porque esl as
mesmas cireumslancias. Agora quanto aos
couros, a razio he outra, lie que esla Impst-
elo he verdaderamente a mais imprevidente,
que se pude dar. porque nao he esta provincia
quem cria a courama, porque aque ha aqu, he
apenas do gado mono ua cidade ; loda a forca
de couros vem das provincias visnhas, que
escolheui esle mercado, porque he melhor ;
entretanto com disposices desta ordem e ou-
tras equevalenlcs, arredamos do nosso merca-
do a concurrencia c embarque deste ge-
Um Sr Diputado ; Tudo isto he verdade.
O Sr. franeiseo Joiio : Portanto, Sr. presi-
dente, eu uiandarei urna emenda, nao suppri-
mindo, mas modilicando eslaimposicao. Pas-
sando daqu ao l5 vejo, que ahi est marcada
a niposicao de um por cento de cada leilno !
( l) eu antes de entrar cm algumas icllcxes,
slnio-me com disposico de pedir um csclarc-
cimrnlo ao nobre depulado que tem assento
nesta casa c he;dlgnu inspector da ihesnuraria,
isto he. se pode dizer-me quanto rendeu esla
imposico.
O Sr. Jos Pedro ; --1:864/ pelo que esla ar-
rematado, mas pode render muito mais.
OSr. Francisco Joao :--Esla declaraco, que
o nobre depulado fas, perinlta-mc que con-
sidere ofliclal, por mais de um motivo, islo
he, por eslar em lellro redonda, e por ter sido
dada pelo nobre depulado, me leva a votar
fallou nessa necessidade, dlzendo-me qu jm-
lia esta una das medidas de grandes benefi-
cios para loda a commarca.
Ora, se neslas materias nao podernos pres-
cindir das fonles doude nos vero os conheql-
mentos, permita a cmara, que sem ficar of-
fendda mnha modestia, eu Ibe digo que inul-
to r inniLi valem para mim as informaedest
desle dignn magistrado, ir un ni de urna opi-
niao poltica bem pronunciada, he verdade,
mas sem palies polticas ; de um erracter
justo, verdadeiro e moderado, elle era Incaps
de *"*"irritar*T1*" a mudancada sede da cora-
Cuides de mares, rva*s*Msr*oto em tal coma senao fal-
lava, se por ventura raides de peso nao o ti-
vesse convencido da necessidade desta roed da-
Mas, para onde deve ser feita a mudanca, pa-
ra a llaixa-Verde ou Talhada ? Segundo os co-
nhecimentosque lenlio dessas localidades me
inclino a mudauca para a Serra-Talhada: por
quanto este povoado lem a grande vantagem
de licar no centro de commarca ; entretanto
que a Kaixa-Vcrde fica ao Norte 'confinando
com Parahiba. Seu terreno he mais plano,
sadio, c com grandes proporcoes para edifica-
(des, e para grande augmento c progresso.
Portanto, nrsla pane nada mais h de in-
fundado do que a aecusseo que injustamente
uro honrado depulado fezao meu amigo o Sr.
padre Pinto de Campos, por haver primeira
inente proposlo a mudanca para Baixa Verde
e hoje annuira mudanca, para Serra-Talhada.
F.m que, Senhores, pecou o honrado membro
(o Sr. padre Campos) em annuir a mudanca pa-
ra Talhada ? Elle quizo boro c boje qnr o
menina-. Nada mais rasoavel e mais justo do
qne isto. Esla mesina docilidade minio o re-
coinmenda.
O nobre depulado que se opps a mudanca
da commarca pareceu duvidar da supremaca da
Serra-Talhada sobre a villa de Flores.
O Sr. Catanho : Disse que nao eslava pro-
vado
OSr Baptista:lie islo mesmo; duvidou
que Serra-Talhada tivCSSC melhores propor-
ffles para engranjeciniento do que Flores.
Ora, a prova de que isto he verdade, he que
a Serra Talhada, ape narca tem augmentado em casas, e Flores,
apesar de ser a sede da commarca tero estado
estacionaria.
Avisiadoque lenho dito e mesmo tendo
presente informacues de pessdas do lugar, que
m ii i ios respciloscaltencoesine merecessem vo-
to a favor da emenda que transiere a com-
narca da villa de Flores para Serra-Talhada.
Carneira da
Discurso pronunciado pelo Sr.
Cunha na sessao de 9 do corrente.
O Sr. t'arneiro da Cunha: Pedi a palacra,
Sr. presdeme, especialmente para responder
ao nobre depulado, que por acaso agora est
all drh ni,ir. o Sr. Barros Harrelo. autor de
urna emenda, para que se deem 2:000,000 de rs.
para couclusao damatrit de Santo Amaro Ja-
boalo, declarando-lhe primeiro que tudo que,
ao menos por agora, nao estou disposlo a vo-
lar pela sua emenda, islo porque aindaestou
inclinado a cre que o ai ligo ero discussao po-
de passar. Disse o nobre depulado que a jus-
iillr.ic.iu da sua emenda eslava no artigo do
projecto que nos oceupa, e proposlo pela pro-
pria comiiiissao!
" Sr. Jlurroi Hrrelo : Fundamentei-a com
outras rascs, e incidentemente por um aparte
que otivi, moslrei que o honrado membro da
i.n.i ii i i que m'o deu eslava ero contradiccao
i um o artigo que havia assignado.
O Sr. Carneiro da Cunha: Fundainentou,
porque al me parece que disse que esperava
que a casa o seguisse, visto o exemplo da com-
loisso quando marcou, com Isencao das ou*
iras quoias para a matriz de San-Jos. Nao
perecbo bem a arguinentaco do nobre depu-
lado, n ni aonde quer ircoin ella. A conunis-
sao nao negou fundos para concert das ma-
trites. e o nobre depulado pude bem certificar-
se disso; vendo no projecto a verba de .......
para esse lim ; oque fez fui englobar essa som-
iii i, e isto por nao conhecer o estado de cada
........_,_____ ......... a.i. ..... .....r.,.1,1..
urna malriz, iiem quaes deviain ser preferidas,
contra essa imposico, porque esta casa nao jj Mi> quantia vista das loreu nao tem nada
faz Idea dosembaracos Unmensos, que traz ao Je pr,,ul.a. C oinmelleu, porin, a dislribui-
coinuiercio esla imposico, que da lugar a que' ,-lu a adininislraco, que bem deve ter para
arrematante se eslabeleca nos segredos da|jssu os conheciinciitos neeessarios, c exigir
escrptinaco de lodo o mundo, e com um (.ua|(.,.r inlormaco se Ibr necessaria....
nlho profano, se metta aexaminar llvros parli-l q Sr. Horras Hrrelo : O anuo passado es-
collares, sendo como se sabe o segredo a alma' Uyil cu nt.aJ dlas.
pagara
Eu insisto ainda na ideia deque, seapezar
do credor pedir o seu pagamento integral, a
le de orcamento mandar pagar om o abate
de 15 por cento, a execucao desta disposico
nao licar dependente, como emende o honra-
do Inspector du thesouraria provincial, da
vontade do credor ; mas o que flear se enten-
dendo he que elle nao tero direito senao ao pa
ganirnio com este olate, e isto na verdade he
urna violaco manfesta da justica. E estou
I bem firme nesle pensar.
0Sr. Uanocl Cavalcanti milenta o artigo e
alma'
."lo negocio ; e v assim saber se tal ou tal indi-
vldUO est para quebrar, o estado em que se'
acha, etc. Nao pode haver tortura inaior do
que esla, que obriga o negociante a exihir os
seus lvrns em juizo ..
O Sr. Jui Pedro : He sobre a licitaran, e
avista della que se cobra o imposto ; c do lvro
do corrector consta o preco que obteve a fa-
senda.
O Sr. Francisca Joa : No cntanlo que tan-
tos inconvenientes se dao, o rendimento be
millo f eu slnto que os nobres menibros da
commisso nao tenhan dado o seu parecer a
respeito de ulna reprcsentaro nesle sentido,
que se acha na casa.
Por estas considerares. Sr. presdeme, eu
estou disposlo a votar contra esle artigo ;_com-
ludo se os nobres inembros da commisso de
orcamento me provarem que he imposslvel fa-
zerem-sc estas modllicacocs, enlo prestar-lhe-
hei o meu voto, mas por ora nao csteu dis-
^'sr Cuides de Mello: Se. presidente, eu
nao posso entrar na apreciacao dos diversos
de recelta, mas louvoiiie na commisso para
dar o meu voto, entretanto ha aqu uin. que
eco licenca paia votar contra elle, porque
alm de que o seu resultado sera mu avqueno.
oilerece alguns inconvenientes c embaracos a
insirucco publica ; eu fallo do ^ tG que diz
respeito matricula das aulas de lalim. Essa
molricula ponco rende, entretanto, ha pessoas
lo pobres, que deixam de se appllcar ao eslu-
do dessa lingua pela iuiposslbilidade de dis-
pender essa quantia ; por eonseguinlc mandei
urna emenda roste sentido.
U Sr. Jos Pedro sustenta o artigo e responde
s observaCflcsdoSr. Francisco Joo.
Tendo dado a hora.
O Sr, *,Tisidinte designa a ordem do dia e
|evanaa sessao.
Discurso do Sr. Dr. Baptista pronunciado a s<-
so de 5 do eorrm'e.
OSr- Saplistii: Senhiir presidente. A ne-
cessidade de se mudar a sede da commarca da
Villa-de-Flores, para Baixa-Vcrde ou Serra-
Talhada nao he urna necessidade nova; po-
rm mais antigada que talvez alguem pense.
Meu iniao, que all foi juiz de direito qua-
trote annos seguramente, muitas vezes me
O Orador: A respeito, porro, da inalrla
de San Jos procede a commisso diflerente-
menlc marcando-lhc logoquola, porque linha
peifeito coiihccinienlo de sua necessidade e
conlieciiucntos que Ihe veram pelos canaes
competentes, por roco da prlmeira autoridade
administrativa em uina peca ofiicial, tal qual
o relatorio com que fol aberla esla sesso, e
mais ver ainda o nobre depulado as rasdes
que se acbam ero uro parecer dado houleni pe-
la coininisso de fazenda, qs motivos que nos
guiaram a assim proceder.
A commisso quer que se reparem as capel-
las-mres das matrices, qur que se edifiquen
aquellas que uo existem, mas nao conhecen-
ao quacs as que precisan) mais ou menos,con-
siguou una s.,ii.ni i para todos comroeltendo
do governo avallar a necessidade de cada uro
dellas.
Se o artigo nao passar, eu votare! pelas emen-
das que me'parccerem mais justas, e procura-
n-i faie-lo de inaueira que roe nao aconteca
como o anuo passado, ero que eu levado por
Inl'oi maci-s menos exactas volel por algumas
emendas desla especie, para matrizes que del-
las nao precisavam.....
Um Sr. Depulado: Como se prova isso.
O Orador: Coro os balancos. A quota que
se votou uo esta esgotada ; porque inultas das
inalriies para que foram designadas quanlias
uao poderam ou nao quizerain provarqueti-
nbam necessidade dellas; e islo succede por-
que quando se trata aqui de matriies, cada um
Sr. prope logo ominas as vezes grandes
para as matrizes dos lugares aquepertencem,
ou onde tero amigos, sem bem averlgosra ne-
cessidade.
Tambero direi ao nobre depulado que as quo-
ias que agora se marcaron para algumas ma-
triies s podoao ser tiradas dos coires, justifi-
cada previamente a necessidade,perante a pre-
sidencia, mullas dessas quanlias teem de licar
no coffre, porque a prova da necessidade nio
ser lio fcil como se pretende aqu com o sys-
leina das emendas.
O Sr. Mello Reg: A salvacao est nisso.
( ni Sr. Ueputado: Enlo be urna decepeo
o que estamos faiendo.
: Nao sei
ninguuiUi mas repare bem o nobre membro
qm
O Orador : Nao sei o que he, nao increpo


igrifte argiiipis
amm
1
Iiipnotrpm'nlo dn nno v_
malrizcs bio C inti'iiijtH'l x, une prw ora mi
tem \ iiid.! rrelaiuar essas ffiianjia^. T) IsSn nao
provrtr* que melior* sistema liv vvtarujiid
somma en^l bfda para ri drsiMilmi la pela j re-
sidencia ? Sem duvMa: vuQi, pois, contra as

llICtldlS.
Publicamos Je riorZ o ihitusu iafra, rf se.
ido ineX'icliOei.
O fK Pinto Je Gampm: .. Sr. presidente, pa-
recer l'lvn lonieridade que dcptiis do bri-
I liante dlscuisu que daba i!c ser pronunciado
la cal, o ipiii que eu posa I. a os meamos cabe
dacs de lU'ci do seu n.ibic amor, tump a pala-
vra para fallar sobre a asaiimpt, ......loo le -
Vio de base ; na. nao dos. | to nunca oicli-
inar cora o prupln la tamihi qui arui-farol
violencias ao med natural ncaiihaineiiio, c
cain a franqueza c resoluco de ((110111 defende
Jama causa justa, dirci o que pens c simo acer-
ca da materia cin discussao.
Comccarci por manifestar, .Sr. presidente,
queacho nmi diminuta a qaoU que a nobre
cnmmisso de oroamrnlo detlgnon para ser ap-
plicada aos reparos de urnas Inatri/rs.edilicif o
de ontrai.econclusao da matar parte; porquan-
lo essa qiiota, anda inosmo que losse distri-
buida eoin a inalor, c mais calculada econo-
ma, jamis poderia Utisfazer ai necessidades
do culto, alienta a decadencia 011 que se acliam
tliiasi todas as grojas da provincia, que mais
pareoem montos de ruinas, do que templos
consagrados a rerdadeiro Heos IltO posto,
convem que nos os legisladores pernambuca-
jio':, exiliamos aos nossos coiuuiiteiues, ao
mundo, e poslcndadc o mais solemne tcste-
iniiiili 1 do nosso afierro, e dedicando a cisas
rencas venerandas, que como legado precio-
so nos f.iraui transinilidas pelus nossos ante-
passados, promnveudo por todos os meioi ao
nosso alcancr o brjlho e inagiiiliccncia de seus
sagrados monumentos. Kpor ventura fe pre-
tender que lique este cuidado ao arbitrio,
piedade c devoco dos povos ? F.u sou o pri-
mriro a conlcssar que ;i estes religiosos senti-
incntoisedcveu sempre a inauguraran de mu-
tos templos suinplimstis ; mas p rque os povos
teem fello tacs sacrificios, a impulso de sua ge-
nerosa liberdado, seguc-se que devenios 111-
por-lhcs lo pesado encargo, que us colloca no
tcrrivel dilema, ou de licarem sein culto, ou
de oterem a sua cusa? Ora, quanlas dege-
llas ha, onde a boa volitado dos freguezos, c o
20I0 dos parochos nao bastam, pela sui nimia
pobreza, para acudir s necessidades de suas
grejas,e sustentar a docencia necessara para
a adininistraro dos sacramentos ? Seta recor-
rer as concordatas, que nao desviaran) os di-
2mos, sem a nmi positiva condieao de que o
estado faria as despeas do culto, eu su Invo-
care! 11.11 principio, de cuja nviolabibdac
* ningucm duvidaia, islo he, que rcconliecida c
sancciouada como religiao dominante a reli-
giao calholica apostlica romana, como se de-
probende mu claramente do arl. j da consli-
tiiico do imperio, he da maior evidencia que
corre ao poder civil a rigorosa obrigaeo de
proveras necessidades do culto, sob pea de
ser infiel s condicocs das inesnias concordatas,
Jlo, pois, nesse bello artigo da le fundamen-
tal, que pretendo acaslelar-me contra as ob-
jeccoes da Ilustre coinmisso, cujos principios
tic relgiosdadc muilo respeito.
Senhorcs, a Inaugurado de um templo lie
sempre una conquista gloriosa para o chris-
tianismo. Desde a eminencia de suas colum-
nas, onde brllba magestoso o signal augusto da
nossa redcuipcao, ate os scusprimeiros fun.la-
lncutos, nao lia um dogma que elle nao recor-
d; nao ha um beneficio dagraca que elle nao
oilereca a leinbranc, e o incentivo ; mi lia
finalmente un sacto do virlude que elle nao
despert ou reanime. Asj los veneraveis abor-
tos pela clemencia do l'ai celestial, lie all que
a oraco c o sacrilicio vem extiuguir os raios
ucnto vem receber as prerogativas, cas g,|.
Je una segunda innocencia;, c al ein sum-
ira ondeo humilde publicano he preferido ao
simulado corguihoso I-ai seo.
Se coinpulsarmos as douradns paginas dos
livros santos, acharemos que a son dos povos
esi, por assim eiprinilr-ine, ligada sortc ou
Vicissiludes dos templos sagrados A abolicao
de perpetuo sacrificio, c a profanaco do lugar
santo he considerada como o prenuncio de es-
liliua oevta acabar- com 1 rrliglao, porque
pii mrito et erescra#os Tracipuri
uc o
_. SPII
tlfrirn aiuenu ajinda nlais iiiseravcluieuto, d-
z iii\iiqiie (|iiinrjVillPn ideiss roligiosas sobre. 11111 pov.i, tanto u/ais fe-
I FerTf ifin4o mais Innga^aiaria 'lo* vaos pre
cWfcAtk* do doginillsinn -rojligiosi! Intensa-
tos O cUjjjOanisiiio-faicr eserayos .' Kilo que
oiiiaiioipou 0'iuuiido do jugoMas paixiies ini-
nilgas diilbordailof HHr ipie iniguu, se nao
extinguios rigores da>ioa1s abjeela cicravldao
aulorlsada* polos povos mais livres e policia-
dos da ailtlfuldade! Kilo, que por assim dlzer,
rest'tuoao liomom a dignidade do sou ser, ad-
miltindo-n i coiniiiiioho do seus legtimos di-
reltOtteqite franqueou nos mosiiios toinplos 11111
refugio consolador a ossos sores dogeiKirados,
cuja triste cundlco os philnto|ilios nunca po-
deraiii inelliurnr com os seus mais pomposos
discursos! O Cliristianisnio l'azcr escravos I....
K para (pie alongar-me mais na dctnonstra9ao
de verdades, que, descidas do selo do Inunortal,
se acolhcratii no coracao dos hoincns, onde
sempre permanecern!, a despeito do embate,
e fugo das paiki'ios ?! Siin, as minlias rellexfies
paicccni ociosas tuna cmara esclarecida pelo
farol das crcucas do Calvario, e que he a pii-
uitiaa reconnecer a necessldade darcligio
rm todas as ciicumstancias da vida humana, e
<|lie tanto verilica o corpo poltico, que Mon-
tesqulcii opiiaquc lulo perecido mais imperios
pela corrupcao dos costumes, do que pela vio-
lacao das Icis. A cmara sabe que quanto mais
livic desoja ser um povo, tanto mais se devem
estrellar os lacos religiosos c invocar o apoto
dotsa religiao lilha do eco, utica que pode
unir os homons, porque s ella tem o poder
de impura consciencia c aos espritus. Ku bem
ei, Sr. presidente, que c nosso oslado de linan
cas nao he llsongoiro, e que esse cancro se ag-
gravou com a fatal guerra civil, esse o maior
llaglo da sociodade (apoinifos) ; mas lambeta
sel que algunia cuusa mais se pode fazer un
honra daquelie de quotii iccobemos todos o
ticns, e que est sempre promplo a dispensar
cora nosco os Ibesoueos do sua divina munifi-
cencia; por couscguiilc crcio que nao be in
couiportavcl ao llicsouro publico o accrcscimo
de 10 conlos de rs. par seren opplicados aos
Correspondencia.
reparos das uussas grejas; c quando por fatali-
dade ssu nao soja posslvcl, ao menos invoca-
re o apoto desla asscmblca em favor de algu-
uas emendas que se acliam sobre a mesa, com
preferencia que consigna a dolacan de tres
contns de res para a matriz de Ingazcira, para
a consuinacb de sua obra. Desojava cordial-
mente que todas essas emendas fossem appro-
v.ulas, porque sel que todas ellas se eucaui-
iiliam a beneficiar corlas mafritos que, como a
de Ingazcira, reclamara providencias mu
promptas, sob pena de licarem limitas fregue-
sas lera grejas, onde se invoque o santo no-
mo de Dos. K nos estar aluda reservada essa
calainldadc?!
Eu me persuado, Sr. presidente, que deve-
nios appllcar o nosso maior zelo, e cuidado s
mili os do interior da provincia ; porquano
nos sabemos quilo raros sao os templos por es-
es sortes: multas vetes succede que, dcsa-
bando a respectiva matriz, o paradlo nao 011-
contra urna 10capella filial, para ondepossa
transportar os objoctos sagiados, como se ve-
rificou ha ... tempo cui l'aquasltlnga; o
'|de porciu nao he fcil de accoulecer uisla ci-
liado, e nos seus aircbaldos, pela mullipllcida-
dc de capcllas, e casas publicas de oraco, gra
(ai piedade dos nossos maores. Avante,
pois, com as obras coinocadas, e nao rclisoiuos
a inaxiiua do cvangelho, (aliando do que coiuc-
cou a edificar, e nao pude consumar: ctrpil eje-
finir, ti non wluil conmnate.
klguniSrt. lle/iui n/iis. Maito bem/
Sr. /fiio(nr.Quando vi publicarla m'teu
cmcoltuadn jornal una correspondencia, as-
signada pplot amigas da \ti dado, Pin a ijn.it
se me .ni ihtsUv 1 alguus ologiot, pouen gns-
Inso fi(|uei; porque be tal a Immoralidade
ilos nossos lempos, que um elogio a qualqtipr
Individuo he nina babilticiio para ser des-
c imposto; e eu assim o prognottlqucl a al-
guns amigos mous; o nao me pnganei, por-
rino realisarau-se as ininhat prpvisdpt appa-
rocendo em o n. 11 do Sncinnal, l'olha que se diz
sor da iepar'lcil> di policial, una correspon-
dencia assignada por Juno Guilhcrmc de Aze-
vodo, fe'ndo-me atroznenle em miiiha repu-
tara ..
A esse energmeno, ente inteiramente dcs-
prcsivel, iiiiinui.il o cuja escandalosa chroni-
oa, por si su faz arripiar as carnes e gelar de
horror ao coraran o mais lleuginatico, certu-
mente, me nao darei ao trafialho de responder,
e lcenca Ihe dou para dizer quanto quelra;
pois oii-ii que bastara parame desacreditar
o entrar em Moa com lao abjecto animal, que,
sen salvo, podrr cscoticciar-ine quanto Ihe
for suggerido em sen satnico furor.
IIespoliando, porcni, a opinao publica, c
vendo que nessa correspondencia, ou para
melhor direr, nojenta catiliaaria se me Im-
putara factos que, posto sejam calumniosos,
estilo j entregues ao dominio do publico sen-
sato, c que passarem era silencio, pdera
fazer com que polo menos aquellos que me
uo coiihccem pouliam em duvida o crdito
de que felizmente sempre gozol em niinha
provincia, nao posso deixar de encomniodar
rogaudo-lhos, que se dignoni conceder-nie as
paginas de sua bem conceituada folba en-
trar na itiui 1. i" de taes factos, discussao
que cu qnliora evitar, mas de que nao devo
mais fugir visto que reconheoo c rae convenoo
de que o notne indigno, que ein tal corres-
pondencia figura, nada mais he do que 11111
vil instrumento de que, para se me descon-
coituar aos oliios do publico, se servem almas
envardes e que no ousaudo mordprein de
frente, querctu entregar-me ao rediculo de
reprobos igmes a esle, escundendo em suas
infames o corruptas veas o veneno cora que
me procuran! marlyrisar.
Sim, Sis. liedaclores, ha multo que espero
por esta aggresso ; e dou de algtiuia forma
parabens iniulia fortuna, porque antes que-
ro ver discutir publicamente os actos de mi-
nha vida publica como magistrado, do que
ver-mo cxpuslo urna guerra surda de intri-
gas e calumnias. I'roiupto rstou, pois, para
o combate, dcscnrolem-se as serpenios que
procuram csinagar-me, ataquem-me de fren-
te, mo euvoltas em a mascara desse indigno
Proteu; e sim ora seus proprios nomes, e
se o nao lizorcm por covardes, infames soro
lidos pelas autoridades aquelles que perante
ollas me tcm aecusado, e por mira despreza-
das como vis detractores que s furto mor-
der sabeto.
Hero ao publico sensato suspensao de seu
juizo. visto 'a me nao hP posslvcl, era con-
veniente cancar-lhes a paciencia e discutir
em
Ofoervoc&o.
Veio to Ass o liriguo nscional Sag'liro
com II iliasde visgem o com carregatite.11-
Ij dn sal, o qusl segu.para o Rio de Janei-
ro com mesis cargs.
EMITA JL
O cnniPlho de revista da guarda nacional
deste munlrlpl'i, faz publico aos guardas na-
cionaes dos batalhos abalxo d'clarados que
1 oiiipii i\ani na sala das sessdps do inesinu
eimsellin. ni no il.i r.imil i uilln ii i p il desla
cidnde no da tfltlo eorrrnte pelas 9 horas da
iii.iulia.il afim de seren inspecrlnnados, pe-
rante o referido couselho, pela junta medica
nomeada.
Saladas sessds do conselho de revista, ll
de abril de 1861.Francisco Jriei'nihn Pereira,
presidente. Francisco ii Am'i Oliveira Ma-
riel. Mnnntl Cuelan S. f.'nriinro ,1/untciro, pro-
presidente.
I." batalho deS. Fre Podro Goncalves.
Antonio Carlos de I.emos Duarte, Anto-
nio Jos de Castro, Antonio dos Santos Olhas,
Jos Antonio de Queiroz, Jos Prudencio da
Cruz.
.1. batalhao dos Afogados.
Joaquim Goncalves da Luz, Joao I.uiz da
Silva I eiria Jnior, Jos Thomaz Cavalcanti
Pessoa, Francisco Antonio de Figueredo, Rei-
naldo Ilennqiio de .Messias, Vicente Ferrpira
da Paz, Miguel Paulo de Souza R^-ngel, RuHno
Alvos da Costa, Malinas de Albuquerque Mello
Jnior,
llatallian de M uri beca.
Jos Coitinho dos Santos, Thomaz Jos de
Oliveira, Pedro Gomes de Fonseca, Manoel
Gregorio I',us de Andrade, Joo Ferreira de
.Motira. Joao Itodriguei de Oliveira, Jos Igna-
cio de Lira.
8. batalhao de S. A mam Jaboatao.
Joao Marinho Falcao, Malinas Alves Fer-
reira.
Leilo.
Vrente Alves de Souza Csrvalhn, ien.
do i!e rptirsr-se pira a Europa, fra leilflo,
por intervpncHo do corrnlor Oliveira, rie lo.
la a mnifics mobtlia da su cssa. qussi
nova e feit a moderna, consislindn em |n.
loa ronsnlni. mesas para sala de Vloitat,
sof, rail-iras do mellfor mol le, tanto
ustiaes como de halsnco, mesas de jogo, es-
pplhos riqnissimos, sparaduriis, misai dn
jantar, loticaloros, commodas, guarda-ves-
lidos, leitos do hon gosto, lavatorios, lou-
ca do mpsa e sobremesa, apparelhnt para
cha o caf, C islaes dn militas qualiiladcs,
trastps e utencilios dn coztnha, quadros,
um rico piano de excedentes vozos, e innu-
mcraveis objectos miudos; e assim mais
Tender um apparell.o de prsta feito no
Porto com todo o primor, etc. : segunda-
i'eira, 21 do correnle, s 10 luirs da ma-
ntisa, no sitio da sua morada, antes dechc-
gar, ou contiguoaodo commendador Joiln
Pinto de Lenios, ni Passagem da Magda
Ion.
Avisos diversos.
Decan! cao.
Francisco de Paula e Silva, escriptura-
rin da segunda sece3o do consulado provin-
cial, faz sciente aos senhores proDrietarios
dos predios urbanos do bairro da Un Vista,
ou a quem interpssar, que no dia 16 do cor-
rete mez principia a fazer a collpcta das
decimas do dito Inirro, para o corrente mi-
tin do 1851. Hit,IV, 15 de abril de 1851.
Thealro de Santa-Isabel.
Pri uii'i ni baile nri-c;i r.iiln. prece.
iiiii de grande nradernia le
tiiti-ii-1 yocnl c instrumental.
Dominao, 20 de abril de 1851.
A's 8 horas precisas a orcheslra, que ser
augmentada, dar comeco a academia por
urna magnifica ouvertura, seguindo-sc as de-
ferentes pee is de msica ejecutadas pelosar-
MARIO iii PEKNAIIIJeu.
BECirE, 16 BE ABlMl. DE 1851.
panlosas calastrophes. Aufemljuge laerificimn,
il ihibnul'a/iominalianrm indruolatinnem Odespre-
so para com osses preciosos monumentos he
apun 1 1,1 ,, ( nntai mais ) como a causa motora
das seccas, da fue, das pestes, c de mil mitras
calamidades que allligein os morlaca : por isso
que, abandonaste a uiiotia casa, diz o ienhor,
c a elliastcs com iiidilleonca. culi/, que os
coi voa negass'o o seu orvalboj que a forlilida-
de nao riescesse aos vossos campos; e que a tor-
ra, requmenla pela Abro das estacos, nao
produzisse o son germen. Oiifa domm m.t di-
serta ett, pmpier km luprrtoiprohib II mnleali,
tie darrnl roran, el Ierra prohibta esl dnril ijrr-
'jnem simm.
Anda nao he ludo, senhorcs, os templos ao
passo que faiem perpetuar o culto, sao lain
bein n vinculo das mais nobles virtudes so.
ciaos. Percorramoi os campos, e onde nao on-
roiitrartnos nina > igrej.i, veremos reinar o
isolameulo, e o silencio ros mnalos, e a nossa
alma sentir tuna especio de vallo, que atiesta
o poder do iustincto religioso ; mas no mo-
mento em qup avistamos ao longp o estandarte
da cruz ti emulando sobre algiim dosses edi-
ficios, o que nuviinos os alegres cnticos dos
Sinos, que nnuiiiiciain a fostivulade do da, que
diOereiites que aio as ImpresiOea que recebe o
nosso ospiito '. Ali ao entrar no vestbulo, r
observar o ngosijo, a I.'-, o accatamenlo, ea
ilevi,. .1 1 ii, um povo innocente, prostrado an-
te os aliares do Conlelro Virgem, mi policro-
mos deixar ilc ser tocados dossa ivi c pro-
funda einoco, que nao rosi.siriam os mais
emperrados Corifeos da impiedade, c nem o
liiesmo cloquele solista, quecuinbateti a ne-
cessldade do culto, e a ellicacia da oraco lie
nos templos que a unan religiosa prepara, e'
iiu mi 1 a uiio civil ;e essas festividades que
tanto cscandalisan os incrdulos principiaran!
agrande obradacivilisac.o, amenisaraiu a fe-
rocidade dos costuiucs, e anda boje enlrrieni
a paz, a concordiae as relacoes entre as fami-
lias. Mas que diste eu Caridade! uin.iu! vir-
tudes lilhas do co, at quando andaris fugi-
tivas, c como banidas do incio de nos ? .' Cari-
dade unio virtudes eminentemente carac-
tersticas da religiao de um Dos que do alto
da cruz, na hora solemne de seu paitainento
aronloso, nao hcsitou de rogar no seu eterno
Pai por aquellos inrsnins que o cxcruciavain !
Sim, dessa religiao sublime, nica que merece
llnj,, por oec.isiilo da procisslo to Se-
nhor aos enfermos no bairro da Boa Vista,
ao pnssar ella lela ra da Aurora, succe-
Icu t|ue, soltando.su um logelo do ir, pnr-
leu osle I dirrcfSo ordinaria, e soguinlo
oliliquamente eticuntrou um pobre menino,
cravando-se-lhe ni testa ; do que Ihe resol-
l a mortn pouoog minutos depois, apezar
los loccorroa prestados un a casa prxima,
loSr. Dr. Joao Jos Ferreira de Aguiar,
Otlill* fot rocolllilii.
ii uMiumiiii 1 wi^aweajSjajl
COMMUlMIuADO."
ii- iii- i,,- .1 11,. ,, 11111,11 tibia v uiit 111 11 1 _
11 um s numero materia lo complicada. t,,,a*;aacoinpsnhi. Ivrlca :
Kspero, Sr*. redactores, que publicando por '" 9rande .dUf' da opera-Boorrlo Deve-
... 1 iiu ...Mu ii 1 1. c I r 11 lliintriitli mi i i"uhnra 1 in_
ora estas toscas liuhas desculparo ao seu
Muito atiento venerador e obrigado seivo
I.ourinco fraMitco 'Klmeida Calanho.
metxxuitiic
V- *ji
reuTo maestro Donizett, pela senhora Can-
dani eo Sr. Tati.
2. A bella aria da operaII Bravodo ma-
estro Mercadanli, pelo Sr. Vasco.
3." O romance da operaFuriosodo ma-
estro Donizetti, pelo Sr. Cayo Eckerlin.
4. Grande ouvertura pela orchestra.
5. O duelo da operaRoberto Vernx--do
maestro Donizetti, pela senhora Lauda e o Sr.
Tati.
li." A barcarola das prisoes de Edemburgo,
do mapslro Ricci, pelo Sr. i'i edema 'lat
7." A grande aria da operaIHoiies no Egyp-
(odo maestro Rossini, pelo Sr. Capurri.
8. Excellente ouvertura, pela on lustra.
9. 0 primor,1/0 duelo da opera Annn Un-
a-- do maestro Donizetti, pela senhora Can-
il ........2:28,178 dianl p a senhora Landa.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 16 .31:040,889
Descnrr'go hojeiG.de abril.
Palscho Joannn cimento.
CONSOLADO GERAL.
Abril.
Rendimento do dia I a 15 .53:640,548 i,a-d
dem do da
55:924,726
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1
liluii do da 16 ,
a 15
1:949.578
149,449
2:099,027
Hit) (irande do voite.
O trciho da caria rinda da lio ilrande do Norte
ciim iluta de 8 doenrrente, c publicado ein o nu-
mero antecedente deste Diario, com o resulta*
to legitimo da loic.o, que ali se procedou
para ura deputado alterables gcral, poderia
sem inainr prrjuizo da verdade, passar sem
rosposla, se nao fosse sempre convenientecom-
baler a falsidado. quando esta por um carcter
audacioso < desaforado se dirige ospecialmen-
ti a faser nasccr duvltlai e su-peias nos ni-
mos daquelles, que por decoro erespailo i es-
pecie humana, receiain descer com o pensa-
iiionlo aos ltimos limites da iiiiinoralidade e
do despojo.
A consciencia publica ncsla provincia, por
una especio do instiiicto porcussor da ventado,
iein-so mostrado adversa o indcil s pulltea-
Cet e >. i. .;.,/. i, ... com que so lia procura-
do em bai-la e prrdispus-taoui favor dossa cloi-
V'o pliantasiuagoriea, que deve elevar o can-
didato da parcialidado iir.rliilri ao lugar de le-
aitimo representante daquella provincia; tein-
so feito inistoi, portento, ganhar pela audacia,
e pela repcticSn da mentira aquilio, queseno
pode obter pelas apparenclas c slraotlvoi da
vio I ule,que esta da outiu l.ulu mas IICIII aSSilll
o conseguiro
Os docuiiienlos rrrfragaveis, que tivoinos
oiu irnssas nios, as actas de diversos Collegios
elciloraes da provincia, as roprosenta(os do.
cuuicoudas dirigidas por alguns assombia
gcral, os al testados de um grande numero de
eleitores, e finalmente carias particulares dos
mus acrrimos sectarios dn .Vorto, tudo unsba-
bilila a darmos boje um dcsmoiitidu solemne
ao quadro da rleleSo phantasoiagorica, que
acouipaiiha o trecho, e. a dostruirmos parllcu-
I (rmente as asseicOos menlirosas, que no col-
] legio de S. Jos, cora posto de (12 eliiioraos, uo
boiivo eloifo, em consoqiiencia da fobre ama-
relia ah reinante, oque no Ass leve o can-
didato nortina (8 votos sendo o collegio de 70
eleitores ; quando he a pura verdade, terein-
EXPORTACAO.
nanachos marilimoi no dia 16,
Poito, barca porluguoza Bracharense, de
379 tunela las : rondiiz o soguinte : 1,328
barricas, 10 saceos, 3 cajxss, 20 feixes e 10
sarcos com 10,212 arrobas e 30 libras de
aSSUCar, 14 pipas, i quartolas e 54 barris
mel, 51 saceos caf, 82 saccas com 448 sr-
robas e 12 libras do ulgodo, 50 couros sal-
gados, 1 barrica e 2 saccas farinha de man-
dioca, 1 sacca arroz, 1 caixa doce o 210
quintaaa madeira detstsjubs.
Porto, brigtio portuguez S. Manoel I, de
255 tonelada**: conduz o seguinte: 293
barucas, 645 saceos e 56 caigas com 8,306
arrollase 15 libras de assucur, 124 saccas
com C70 arrobas e 10 libras de aigodSo, 43
c iuius espitados, 217 ditos salgados, 3 far-
dinhos, I caixii, 1 hcela el pseote doce
de guiaba, t barril mu, 1 sacca fuinlia, 3
fuix sd queri e 119 quintaos de tatijub.
Trieste, briguo inglez Eugenier. de 324
toneladas : conduz u seguinte : 4,700 sac-
eos com 23,500 arrobas de assucar.
Plnladolpliia, brigua americano frandy-
tcm, dn 235 louela tas : conduz o segtnnie :
2,800 saceos com 11,000 arrobas de assucar.
10. Grande terceto da opera italiana em
Argeldo maestro Rossini, pelos Srs. Tati, Ca-
purri e Prederico Tati
11. O bello duelo da opera-Columrlla--do
maestro Fiorevanti, pela senhora Landa e o
Sr- Vasco.
12. (rande ouvertura pela orchestra.
O aeoinpanlianioiito ser a piano forte pelo
maestro cavalleiro Joaquira Gianini.
Tcrinin ida que seja a academia, comecar
n baile, que ser dirigido e reg dado pelos
Srs Jos De-Veechi e Maximiano da Costa, no
qual s poderao danrar as pessoas que se acha-
ren! mascaradas.
Novas quadrilhas sero executadas pela or-
chestra. 0 theatro achar-se-ha conWnienlc-
inente decorado e Iluminado.
Procos estabelecidos.
Entrada geral 2,000
Primeira ordem com 5entradas 10,000
Segunda dita com 6 ditas 12,000
Terccira dita cora 5 entradas 10,001
Quarta dita com 3 ditas (,000
Terra-feira 22, tera lugar n segundo baile,
sondo sempre precedido de academia de mu-
sica, cujo prngrainma ser alterado e variado
com novos e lindos pedamos, no qual toma-
rao parte lodos os artistas da companhia ly-
rica.
Os tullirles a, li.im -se desde J i venda no
escriptorio do theatro.
Avisos marilimos.
Para o Par.
A escuna nacional Emilia, de que he ca-
pifio e pratico Antonio Silveira Maciel Ju-
Trieste, barca austraca CeMHfsins, de nior, deve chegar do P.ar por estes dias, ps-
425 toneladas: conduz o seguinte : 5,060 ra onde voltar em di'reitura com a maior
saceos com 25,300 arrobas de assucar. brevidsde : quem na mesms pretender car-
Cana!, tingue limamarquez Jtjltand, de regar, peder entender-se com JeSo Garlos
i o seguinte: 4,500 Augusto da Silva, na ra ds Cruz n. 13, ar-
368 touuiadas
sarcos COui 22,500 arrullas do assucar.
BoIoii, briguu americano llenry Malheus,
de 283 toneladas ; conduz o seguinte : 4,8u
siccos com 2i,0o0 arrobes de assucar.
UI'.U'.lfcDliltlA Dli RENDAS GERAES
INTERNAS.
Iteiiiliinenlododia 16.....742,335
G0MSULAOU PROVINCIAL.
llen.llniH.it.. .tu .li 16.....37^,771
Aiuviuiciilo do porto.
Navio entrado no dia 16.
acharao sempre a mais solida garanta de cus | Como, pois, querer levar a illusao ao ponto
recprocos dircitos, da observancia das Icis'de negar verdades, que pelas provas era que
polticas e ctvts, da obediencia dos subditos, da ; asseutain, jamis pdem ser destruidas t Como
lirineza c consistencia do edificio social ; por- const-star ao Exiii. Sr. Joao Carlos Wanderlrv
que elle ni,o une cm todos actos I,-iiiioo-, r a votaco a mais espontanea c quazl unnime,
em lodos os doveres ocuuhn d'uraa veneracio cora que o bonroii a sua provincia ?
respeitosa, de um temor saudavrl, e de uuia I Os documentos de que fallamos, e alguns dos
autondade inviMvol mais rrpressiva, do que quaes cmbicve serao put.licadns ein provade
a saucao dos cdigos mais lucxoravcis e into- quanto levamos dito, nao deixarao de fazer
le autos do crime. iriuiiipbar perante a justifa da cmara lempo- |
liavlcc itoussrauem nina hora mingoada de, i aria a causa da verdade contra os requintes I Trieste rigue inglez Emma, cspilSo Ja-
sua pbi/osophia ousaram proclamar que a po- (do embustee da mentira. ? + j mes Sellars, carga assucar.
este uome, c que moldada, por assim dizer. so-, se icunido iiaqu.lle 30 eleitores, que com a!,
breo 15 po da nossa inosma natuieza. e com- maior calma c ngularidade procedorain a elei- *'" ~'* das, bruue nacional Aero, de 194
binarla cora os suas mais nobres alleicdes, po- e0 fazendo recalnr ui.auiiiemrnic seus votos toneladas, capitflo Manoel Jos Ribeiro,
lia so eonduzr-nos sera estoico SOS caminhoi 110 oscolhido da provincia c ueste34, os quaes, equipagoiu 14 carga Sal ; a Leopoldo Jo-
al entilo descoiihccidos da vordadoira felicida- nao pudendo iuslalar-se no paco da cmara s da Costa Araiiiu.
dc:dcssarciigiaoquecomasuamoral, osseus municipal, por oslaron, as porta fechadas e Navioi suhiioom tnesmo dia
iSSLSffiL M-" >'""Phar do ; defendida, por soldados aunados, forau. obri Pbililelpliia lirlgije-escuna americano
/(. I' zper, capitfo VVilliam K. Nortb,
carga assucar a couros.
Kanso Itrigue sueco Superior, capit5o I.
II. Hampn, caiga assucar.
Rio Je Janeiro por Macui -- Brigue nacio-
nal Duque da Mctoria, capil.to Antonio
Jos Ferreira Montenegro, em lastro.
Passageira, a llrasiluira Joaquina Maris ds
Uunceiefio.
Canal pela Parahiba Brigue nacional Vi-
ralo, cspilfiu Ignacio Josi de Arsujo, em
lastro*
mazetn.
MaranliSo e 'ar.
Espers-se nesle porto, per estes dias, do
da Bahls, o brigue-escuna nacional Arcell-
na, que liaza seu bbrdo a maior psrte d
csrga pira aquelles porlos ; tenciona-se
que demore mui poucos dias psra acabar de
carregar: quem no mesmo quizer csrregar
,ou ir de passagem, para oque tem excul-
lenies com modos, dirijs-se s Jos Rsptista
da Fonseca Jnior, na ra do Vigsrio n. 23,
segundo andar.
Par Lisboa sahe por lodo o mez de
abril o brigue portuguez Conceico de Ha-
ra : quem nelle quizer carregar ou ir de
passagem, pars o que tem excellentes Com-
modos, dirijs-se aos consignatarios, Tho-
maz de Aquino Fonseca & Filho, na rus do
Vigario 11. 19, primeiroandar, ou so espi-
12o na prara.
~ Para o Rio de Janeiro sshe breve s ga-
leota SS. Ttindade : quem na mesma qui-
zer csrregar ou ir de passagem, dirijs-se ao
seu consignatsrio, Francisco Alves ds Cu-
nta, ruado Vigario n. 11, primeiro sndar.
Para o Gear sshe st o lim do corren-
te mez a escuns nscional Mario, tirmina,
caiiiao e pratico J0S0 Bernardo ds Roza,
por ter o seu carregamento qussi comple-
to : q.em na mesma anda quizei csrregar
ou ir do pssssgem, pode enteuder-se com o
consignatario da mesma, Luiz Jos de S
Araujo, na rus da Cruz n. 33,
Um ir-fi'niiinliti de grntirin e
respeito.
Se, como pensamos, a ingratidao be urna
das furias vomitada pelo Inferno; o ingrato
he sempre um dos horaens mais detestavels
e tem veis, iielles he forca roconhrcer uro
fundo de linuioralidade, de maldade, que pe-
la ingratidao se deunciam.
He, pois, elle, ao nosso ver, um dos entes
mais perigosos sociedade, que cumpre reco-
nlieee-lo c rosguardar-se delle. Ao contrario
quao til e apreciavel Ihe nao he a ideia da
gratido ? Que verdadeira oobresa de seoti-
mentos nao respira o hornera grato'...
A gratido, para d'uma s vez diiermos lu-
do, he lillia do co, he urna divindade, ante
a qual folgainos de nos curvar publicamente.
He a prntica de tal virtude, por sem duvida,
um dos caractersticos das almas bem forma-
das.
Se, pois, he este o pensamento nosio acer-
ca de tao contrarios sentiinentos, quaes estes
de que agora nos oceupamos, que linda de
conducta deve ser a nessa em relaco ao Sr.
Rodrigo Joaquim Correa, capito da barca
portugueza Bracharense, que para a nova co-
lonia de Mossamedes transportou tao grande
copra de seus compatriotas, para coin quem
sempre se portar asss benigno e urbano?
Render-lhe sinceras homenagens, em tes-
teinunho de nossa eterna gratido.
Dos referidos colonos (transinittido por um
portuguez que, pela prosperidad.- delles, faz
sinceros votos ).
E___
Joflo Ferreira dos Santos, por meio dej-
te, despede-se daquelles smigos, que em
possos niio pode fazer em consequpncia da
presteza d sus sabida e de falla de saude,
e oiTerece os 'seus deminutos prestimos ns
cidsde do Porto, onda p-elende demorsr-se
algum tempo ; e approveita esta occasiSo
pars scienliicar ao publico e a quem inte-
ressar, que deixa por seu precurador bas-
tante ao seu genro Antonio Josquim Vidal.
Nodis 16 do correnle perdeu-se, desde
o lugar da Estancia at o pateo da Santa
Cruz, duss lotlrss, sendo ums da quantis
de 497,400 rs. sacada por SebsstiSo Jos da
Silva em 19 de outuhro do 1h.j0, aceita por
Ignacio Jos da Silva, a vencer em 19 de
abril correnl -, e garantida por Josquim An-
tonio dos Smtos Andrsde, outra de 570,000
rs. sacada por Joaquim Antonio dos Ssntos
Andrade em 29 de outubro do 1850, sceita
pur Vslentim da Silva & Compsnhis, a ven-
cer em 29 de abril crrente, ambas forsm
descontsdas ns css de cambio de Manuel
Joaquim Silveirs, assim como urna obriga-
clo de Jos Gomes da Silva, psssada a favor
de Francisco Corris Vieira, da quantis de
500,000 rs cuja foi passads em 3 de feve-
reiro de 1850, do que ja osto scienles os
dtiosdevedores, a nilo psgarcm senao so
abano assigusdo quem achar ditas lottras
e obrigac3o as levar no Forte dos Mallos,
prees de slgodSu n. I, de Manoel Jos da
Silva Braga, ou no silio ds Estancia, rus
Real n 2, que ser generosamente recom-
pensado ; adverle-se que as ditas lettras e
obrigacao estilo embrulhadss em.um lenco
encarnado. -- Iranciieo Correia Vieira.
lommofliltuie para curativo tos
eneraron.
O Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso
recebo escravos, pars tratar, em urna casa
naSoledade, qne tem psra isso destinado,
Os precossilo osseguinles : 2.000 rs. dia-
rios por os que padecerem de molesliss in-
ternas, e 1,500 rs. por os de molestiss vul-
garmente chamadas esternas.' Os doentes
serSo fornecidos de todos os objectos ne-
cnssarios pars seu curativo. Oannuncisnts
se obriga a curar quaesquer ulceras por
mais invelersdas que sejam, mo haveudo
grande perda de substancia, subjeitsndo-se
ao iuius de s receber a terca parte do esti-
pendio tro caso de que riSo se consiga o cu-
rativo. Tambera subjeits-se a con lic:1o de
nads receber se os esersvos morrerem, e no
caso de escaparem pagar-se-lneo que se
convencionsr antes. Nao recebe por preco
slgum doente, que nSo offereri probsbili-
dsie de curar-se Compra tamben escra-
vos doentes e curaveis, sendo por preco
comino lo. Logo que o numero dos doeii-
tessejs sullicieiite para cobrir as despezis,
se fara urna diaiinuico nos precos diarios.
Precisa-se aiugar um sitio, que tenha
boscasade vivonda, e que seja perto da
prac, preerindo-se peno da Soledade, ps-
gando-se bem se tiver boa bsixa pars capim:
a tratar como Dr. Moscoso, no consultorio
llomoeopathico, ra do Collegio n 25.
O Sr. Alexandrino Olimpio de Hollaoda
Chacn faca favor spparecer na lujado mu-
dezas do Aterro da Rus Vista n. 72, onde se
Ihe deseja fallar a.negocio de seu inters-
s, antes queso retire par o mato.
-Jos Joaquim dos Santos Corris. Dr.
em medicina, fsz sciente so respeitavel pu-
blico, que se sella morando na rus da Ma-
triz da Boa Vista, no segundo andar do so-
brado n. 28, onde se acha promplo a exer-
cer sua pro.tisso.
- Res,oder-se-ha compeleotemeule ao
Sr. que com o pseudnimo de ttarineta se
apresenlou no Diario de Pernambuoo de 15
do correnle mez, com um certo pedido ao
digno emprezario do tbestro deSsnta ba-
bel, logo que tendamos visto as coosequen-
cms do seu anuuucio.-Os dme* do Casaca.
Preciss-sealugsr vendeJeiras de carne
deporco, licando seu senhor responsavel
pelas faltas que possatn havor no bairro da
Boa Vista, ra Velha n. 105.
--Jos Nogueirs da Costa Spsres, subdi-
to.porluguez.rotira-separs Lisboa tratar
desuassude.


1
II


m

-r
-3
-r
_: Precl'a se de urna ama para ca>r : no
Jjcrco do Sarapatel, sobrado acm ter numero.
Desaparecen do largo <\-> p.-il n-i i da pre-
sidencia, nina cabra bin com uin cabrito de
cor vermHha. tanto a cabra como o cabrito;
qnem dell di 'u dnnn, leve-a na do Rozario Larga,
Ji. 32, que ser recompensado.
A'u .i se mu aiiin com decente casa para
mnradi*, com bastantes arvnres de fructo e
Ierran para planlaco's, perlo dcta praca e
por prec.o commn.lo ; qnein o pretender pode
procurar no Pecife, ra do Trapiche-Novo,
n. 18 segundo andar, que Me Indicaran onde
he o dilo silio.
Hrecisa-sp'de alugar um" preto para o
servico depadaria: na rua da < adela, n. 13.
Preclsa-se de i50 iiim ris apremio, por
alguna ineies. e para garante empenha-se um'
escravo de todo o servico, cujos servidos fica-
rao pelo premio dos 150,000 ; a qnein convier
cite negocio annuncie por esta folha.
O abaixo assignado, roga ao Sr. Nicolao
Rodrigues da Cunba, que tenha a bondade
de mandar pagar a quantia de 127,040 : sendo
60,800 em uina letra, vencida em 26 de julho
Jo anno panado, e 66,240 importe de tres
fcarrls com manteiga, que me comprou em
12 de agosto do anno passado, o qual talvez
uo tenha feito por ignorar.
Candido Alberto S. da Mola.
O bacliari-i P. C. Pessoa tem o seu es-
crip'.orio deadvogado Da ruado Queimado
n. 82, primeiro andar, onde rde ser pro-
curado das 8 horas da manhSa al s 3 da
tarde.
. .areceu, no da 15 do corrente,
do engenho Penedo, o escravo Pedro, de
nacHo Benguella, alto,.refoicado do corpo,
rosto redondo com marcas de baxigas, ps
Srandese feios, e representa ter 28 anuos
oidade; li-vou um cavallo mellado com
dinas brancas, capado, de boa idade, com
marca de corte pelos peitos por tor sido de
carro, de regular tsmsnh), com cangalha,
cacuas e saceos de carvSo : gratifica-se bem
quemos apprehender : no referido enge-
nho, Oeguezia de S. I.ourenco.
Carlos Forstcr Jnior, cidad.to ameri-
cano, relira-se para os Estados Unidos.
--Bernardo Leite Peixoto CueimarSes,
subdito portuguez, relira-se para fra do
imperio a tratar de sua saude.
. Theatro de Apollo.
Baile mascarado em 19 do crtenle.
Os Srs. socio queiram mandar receber os
sous bilhetes de ingre.sso nos das 16 o 17
lao meio-dia, na casa n. 6, defronte do
trapiche novo.
Anna Joaquina da Costa Braga vai i
Portugal tratar Je sua saude, levando em
sua rompanhia urna sua lilha de nomo An-
tonia FVrreira de Jess.
--JoSo dos Sanios Fcrreira, subdito por-
tuguez, relira-se para fra doirnierio.
Manoe, Caelano da Molla relira-se pa-
ra a Europa a tratar de sua sade.
- Pn-cisa-se de urna ama para fazer as
cnmpias e o S"i vico interno de urna casa de
familia : na rua Bella n. 23.
Quem precisar de urna ama para o ser-
vico ii.Itiio de urna casa, procure-a na rua
da Guia n. 12.
Socii iIimIi' ijiiillini n
A direccSo da sociedade Apollinea convi-
da aos Srs. socios, quesnacham quites pa-
ra com a mesma sociedade, a comparece-
rem em sessSo geral no da 25 do corrento,
pelas 5 horas da tardo, afim de tomar-se
urna deliberaran definitiva, se se dever
continuar ou dissolver a mesina, vista do
seu estndo.
Senhores, como he que so d 200,000
rs. pelo tras,asso de seis mezes de inqueli-
no de urna cazinha na ribeira de S. Jos,
onde se talha carne verde, e mais duzenlos
e cincuenta e tantos mil ris de aluguel e
direitos? Senhores, como he. que a carne
verde d para ludo isto ? NSo posso enten-
der este negocio. ~ O admirado.
D. Leopoldina Carolina de Brito, viuva
de Franci.-co Joaquim Ribeiro de Brito, avi-
sa aos credoresde seu casal, que est pro-
cedendo a inventario, e que podem tratar
de justificar suss contas.
Na venda da rua das Cruzes n. 20, pre-
cisa-se de um caixeiro para a mesma, que
tenha pratica e d fiador sua conducta.
--OtTerece-se um Portuguez de 37 annos
de idade, administrador de todo e qualquer
servico d engenho, temi toda a pratica o
intelligencia de plantar canna, tanto de ara
do como de outro qualquer mo lo quo o *e-
nhor Je engenho determine, sabendo ler,
escrever e contar, e justificando sua con-
ducta e capacidade com os mesmos senho-
res de engenhos, que por sua livre vonti-
de deixou-os de servir no mesmo emprego,
para qualquer administraco nesta praca,
por mais Irabalhosa que seja : se algum se-
nhor de seu prestimo se quizer utilisar, di-
rija-se rua da Praia, armazem de carne
n. 43, de Manoel Rodrigues da Costa.
Tendo fgido do Recife, em outubro
de 1848, um pardinho claro, de nome An-
dr, caberlos louros, olhos grandes, dell
annos pouco mais ou menos, dizem que
anda como forro ; suppes estar em Planeo,
onde tem a av, a parda de nome Thsreza
de Jess, irmfia da parda Ignacia, que foi
escrava de Antonio Bernardo, morador em
Flores, e que para aqui fugio em 1849, di-
zem que com urna carta de alforna falsa,
passadspeloescrivSo Maqpel Vicente Gon-
calves Ayres, rogase aquom o apprehen-
de o levar no Recife a Manoel Alves
Vende se, ou permuU-se por urna ca-
sa terrea no hairro da Roa Vista, em boa
rua, que tenha bstanles enmmodos para
grande familia, com bom quintal murdo
cacimba com boa agoa. por um sobrado do
dous andares e slito com Irapeira, com bo-
nita vista, Inja repartida, com urna boa ca-
cimba na mesma loja, em chito; proprios,
no hairro do Recjfe, o qual rende mensal-
mento 32.000 rs. : na ron do Apollo, jirma-
ehi n. 34, s dir quera faz este negocio.
Pelo ultirro navio viudo de Franca re-
cebeu-se, na casa de modas francezas de
iiadamo Millocliau Buesssrd, Aterro da Roa
Vista n 1, nm snrtimonlo do modas prelas
.i ira lulo e quaresma, como seja: inanias
de bien preto para a cabera, capotinhos e
manteletes do seda e de bico, lencos de gar-
ca, de fil e de rade de retroz para pescoco,
cabeces do bico, fitas de loJas as larguras,
crep liso, barege, filos lisos e bordados
de linho e de retroz, luvas do seda o de re-
de com dedos e-sem ellos, ditas compridas
para ceremonias de igreja, transas c fran-
jas de todas as larguras para enfeites de
vestidos e manteletes, bicos pretos, etc. ,
etc. Ni mesma casa faz-se effectivamente
chapese vestidos, e ludo o mais que for
concernentea toilette das senhoras.
mmmmmmmmmmmmm mmm i
Tninpctte, alfalate,
participa a seus freguezes, qoe mu- $S
dou-se para s rua da cadeia do lie- s
cife n. 15, primeiro andar.
WfXWtHWWW
%
'V
to porto da pov antes de cliegar a mesma : na tua do Mon
dego n.99.
Preclst-te de um feito' ,i rido-e pre-
ferencia a bnmom -v. jado) para um siti
perlo da praca, qu atiba < I...IImr de en-
Xada, pnudar, enjertar, tratar ,|rt Rl vo,
dos, do verduras e flores, edfJidOr su
Conducta : q'iem est'V-r nestas circomstin-
elas, procure no Recife, rua do trapiche
HOTO n. 18, segundo andar
Precisa-s alugar urna preta forra ou
captiva propria para servico de casa : na
prar;a da Indepen leticia, loja n. 3.
Preciat-se de un caixelro para enlre-
tregarcom um preto pilo em uma fregu-
u : na padaria do pateo da Santa Cruz nu-
mero 6.
7-Precisa-se fallar com o Sr. LUiz Jos
Teixeira de Sti a negocio de seu interesse:
na rua Nova n. 3, venda de Antonio l'errei-
ra Lima & Companhia.
Na rua da Conree.ito da oa Vista n.
**> precisa-se deduas criadas.
C'a : na rua larga do Rocario n. 4, primei-
r 1 ailar.
Compram-aoduas vacc.is maft^as, enm
'lias novas, -,-q^o sejam acusHimadas ao
pa-ln : ijuero as tiverj dirija-te a rua i
)nnini idq, foja'n.HH. 011 annuncii'.
Co npiarse a Borholeln, peiiinlfco da
llahi 1, den. I a 37.: na Ir^essa do Rosario,
encadurnaco n -
Compra-te dous ou mal cavMIos de cstri-
harla, novos c de bous andares; eda mesma
forma quarlot; na ruado Queimado, loj
de ferr igcns, 11. 37 A
Vendas.
Vendem-se un< pequerus li-
vrinhos de Semana Sania, conten-
do lodos os diaa da mesma sema-
na, por l,fioo rs. : na livraria do
pateo doCollego n. f>, de Joao di
Costa .011 Dra d>.
-- Aluga-sc. um escravo ou escrava, pro- Vendcm-sc sap.tos de
Pno para an'ar com um lalioleiro de fazen- parasenhoraa i.OOO rs. o par
J*scom uma pessoa | quemtiver, dirija-se
a rua do Hospicio n. 34.
Prccisa-se alugar um preto ou preta
do idade : a pessoa que quizer alugar, an-
nuncie, ou dirija-se i'ia Nova, venda 11
65, adverte-sc quo he para servico levo.
I'recisa-se de ulliciaes de sapaieiro : na
rua do Vigario n. 21.
A pessoa que se proproo a cobrar di-
Oabaino assignado, na qualidade de 'vidas no mato, dirija-se. a travessa da Ma-
dor
Guerra, qne receber a gratificacSo de cem
mil ria.
O econmico da rua do Rangel, no ar-
mazem de arroz e mais gneros seceos, se
propoe a abrir aula das regras do estudo de
economa, anda que amiga, poiem em-par-
te moderna : quem quizer aprender com-
parece com 20 rs por litjSo, que ser onsi-
nado com toda a perfeicilo.
~ A antlgu agencia da rua do
Rangel,sobrado n. 9, contina a tirar pas-
sapnrtes para dentro e fra do imperio, o
despachar escravos, com a maior presteza
t, qun n possivel, ecom muita altencSo nos
ajustes.
~ Pedc-se ao Sr. JoSo Perreira dos Sao-
toa, que por honra de sua firma e d de
quem precisa mais quo S. me., mande pa-
gar a Amonio Francisco de Aeevodo Cam-
pos b saldo de urna letlra que !he deve; do
contrario, ver-se-ha o annuncianle obriga-
doa embaracar-lho a viagem.
*" Traspassa-se o arrenda ment do uma
cazinha da ribeira Je S Jos, onde tem
acougue quem pretender, annuncie.
-Precisa-se alugar um primeiro ou> se-
gundo andar de uma casa, que tenha com-
modos para uma familia, treferindo-se no
bairro de Santo Antonio, ou mesmo se to-
mar todos os dous andares, paga-se bem :
Do Passeio Publico, loja n. 11.
lestamcnteiro e inventariante'do casal de
seu finado sogro. Jos Pereira Teixeira, faz
sciente as pessoas que devem ao dito casal,
lano a firma de Jos Pereira Teixeira, c-
modo Teixelra & Andrade, que tem l'eilo
liansiccao com (lilas dividas com 'o Sr, Jo-
s .Joaquim Lopes Pereira GuimarSes, o
qual cedeu toda a posso de ditas dividas,
que as poder cobrar amigavel ou judicial-
mente, como melhor Ihe approuver; por
issos com dito Sr. beque aquelles deve-
dores se devem Qrtlder, o n3o com o abai-
xo assignado.
Joaquim Antonio dos Santos Andrade.
-- Em virtudedo anounuio cima, parti-
cipa-se aos devedores do mesmo casal, tan-
to da firma de Jos Pereira Teixeira, como
Je Teixeira & Andrade, hajam de pagar
.1 migavelmente ; do contrario ser3o chama-
dos a juizo sem ci)iilein|ilac.n).
Jos Joaquim Lopes l'ereira Guitnordes.
Na nova loja de cal;ado da rua da Crn
do Recife n. M, precisa-se de ofciacs de sa-
paieiro, paga-sc bem a vista da perfeicao da
obra : quem quicr trabalhar, appare;a na di-
ta loja.
Antonio de S l.eitito, achando-se do-
ente de cama ha mais de 15 mezes, e nao
sabendo quando Dos ser servido restalie-
lece-lo de sua molestia, e achando-se por
isso impossihili'ado de dirigir o seu estabe-
lecimenlo de loja que tem na rua do Quei-
mado. tem resolvldo vefider a dita loja a
fin de pagar a seus credores : quem Ihe
convier comprar, dirija-se ao Sr. Jos Anto-
nio Basto, proprietariu da casa onde esta
dita loja, que nao pOe duvida na transferen-
cia de dita loja, e est encarregado de effec-
tuar dita venda.
O Sr. Fredcrico C. Elster comprela na
esquina da rua doCnbug, loja n. II, para
(inalisar certo negocio que nao ignora.
" O Sr. Francisco Xavier Cartieiro da Cu-
nta Campello compareca na esquina da rua
do Cabug 11. II, para realisar coito nego-
cio que o mesmo Sr. mo ignora.
Jos da Maya contina a dur lic,0es de
inglezede escripturacao commercial em
sua propria casa e as (articulares ; e pdu
ser procurado lodos os das no escriptorio
los Srs. C Starr& Companhia, na rua da
Aurora, das 8 horas da manhSa s 2 da
laido.
Aluga-!>e urna casa as se-
guintes ras : llorlas, Agoas Ver-
des, pateo-do Carmo c do Ter-
50, c rua do Hungel : quem a ti-
ver e quizer alugar, dirija-se rua
Ja Praia n. 55, lypogrnpliiu, que
ilii se dir quem precisa.
--Precisa-se engsjar serventes para a ilu-
mnac.,1o publica desla cidade, forros ou es-
cravos :' quem quizer comprela em casa de
Antonio da Silva GesroSo, no Aterro dos
Afogados, todos os diaa, s 7 horas da
llianh'ia.
Engomma-se e lava-se toda a qualida-
de de roupa com todo asseio e muita promp-
tidflo, por preco maisconimo.lo do queem
outra qualquer parte na rua de Agoas-Ver-
des, n. 26.
*U Mt#>tMI# #!a^#f
^Consultorio lioma-opnlhicoeiii^
Pcriinnibuco 4
Rin Nova 11. 58 .
DIRIGIDO PELO
t> Dr. J. S. SANIOS JNIOR. 9
tH Consultas e remedios de graca aos po- |
0 bres todos os Uias uteis desde t 8 horas 4
# iln man/ida a urna da tarde. 9
O abaixo assignado, gerente da casa
que nesta prae,a gyra na afio de Novaes &
Companhia, fazuma viagem a Europa, le-
vando em sua companhia sua senhora 11.
Firma Roza da Silva Novaes, e durante sua
ausencia tica atiesta de sua casa o seu so-
cio oSr. Manoel Jos Gomes Lima.
Manoel Francisco da Silva Novaes.
Precisa-se de 1:500,000 rs. a juros de
um e meio por cenlo, dando-se para segu-
ranca predios nesta praja livres e desemba-
lados : na prc.a da Independencia 11. 27, se
dir quem quer.
Precis-se de officiaes de sapaieiro: na
traversa do Corpo Sanio, loja de calca: o n.
29, confronte ao lado do passo, que lica de-
fronte ua rua da Cadeia Veiha, pagando-se
bem as obras conforme a peifei<1o dellas ;
tambem dito-se a fazer fra sondo pessoa
de sua confiaiica, e compram-se obras foi-
tas de todas as qualidades.
-- Alugam-se duas escravas para vende-
ris na rua 1 quem as liver, dirija-se rua
da Cruz n. 49.
I)eseja-se fallar com o Sr. Jos Macha-
do Malheiros Braga a bordo do patacho Ao-
vo Temerario, fondeado defronte da escadi-
nha do caes do Collegio.
-- Aluga-se ou troca-se por urna casa ter-
rea as qualro freguezias desla cidade um
grande silio de Ierras propriaa com baixa
e casa nova feita ha pouco para grande fa-
milia, no lugar de Beberibe deBaixo, mui-
dre do Dos, arnmz >m 11 5.
Mvi'iniio milagroso.
Da vera eligic divina do rosto de Nosso Sc-
nhor Jess Christo acompanhado da mesma
imageui ricamente gravada, c de um breve-re-
sumo da vida do nosso llivino Salvador oll'e-
recido a lodo o fiel chrislan, 1 volnme 1,000 rs.
Acha-se estampada na frente dcslc lindo livri-
nho a seguintc poderosa lecommcndacn. Es-
te livrinlio parece-mc proprio para excitar a
pjedade e devofao dos fiis ; segu urna tradi-
cao sobre o verdadeiro relralo de .Nosso Senlior
Jess Christo, que nao contradiz as que sao
adoptadas sobre o mesmo objecto por alguns
cscriptores.j-eferindo-sc a outros antigos. O
livrinho pode ser lido com fructo pelos liis
CODceiefio, 25 de Janeiro de ISSi Hispo conde
capelln mor: vende-se no pateo do Collegio,
casa do Livro Ajul.
~ Alugam-se evendem-so bixas hambur-
guezas das melhores que ha no mercado,
lanto cm porefio como a retalho : na venda
d 1 Domingos da Silva Campos, rua das Cru-
zas n. 40.
Drsemcaminhou-sc urna trouxa de rou-
pa que ia para entregar a urna lavandeira de
nomeSuzana, einllebcribe, ejpor engao foi en
trege a oulras lavanderas, que rcceberain
noreno de roupa qne levava a canoa, cm 22 de
feverciro prximo passado, coui as pecas se-
guinles : 9 camisas de homcn, B calesa de
Dril, I ceroula, 1 loalha de rosto, 3 pares de
meias de linho, 1 jaqueta.3 guardanapos, 3 loa-
Ihas de bancas, 1 dita grande, 3 lentes, 5 ca-
misas de senhora, 1 vestido de chita. O mais
tiesta roupa cala marcada com as lettrai J. It.
C. Roga-se a qualquer pessoa que a liver rc-
cebido por engao, de mandar dar parre na
rua da Uros do Recife, n il, ouannncie por
este Diario para ser procurado.
--Fica nosta data amgavelmente dissol-
vida a sociedade que nesia praija gyrava so-
bre a Ormtde Araujo i Carvallo!, por se
aehar vencido o seu lempo, e do cunta de
todo o nctivo e pnssivo o socio Joaquim Lo-
pes de Carvalho, quecuotiiiiia porconven-
c3o 110 uso da mesma firma social, porn,
debaixo de sua responsabilidad!; nicamen-
te, conforme a cscriptura de destrato regis-
trada no ti ibunal do commercio. Babia, 10
do marco de 1851.
Precisa-se alugar uma escrava para ser-
vir a urna so pessoa : na rua do Cano n, 12.
O abaixo assignado piomove CObrtDC!
elrata de causas na cidade e comarca do
Rio Formoso, e assegura toda a eipedi-
efio e telo em ambas as causas: quem, pois,
iio seu prestimo se quizer utilisar, a elle di-
rija-se naquella cidade.
yodo Baplislii Carneiro da Cun/ia
-Precisa-se alugar urna preta captiva
para fazer o servico interno di; una casa de
puuca fau ilia : na rua da Cruz, armazem
numero 48
OSr. Antonio Alvos Pinientel, morador
na freguezia dos Afogados, queira ir pagar
o importe de urna letlra, vencida ha Iros
anuos, queden; na rua Nova 11 9.
" l'aulo c.'uiiioiix. dentista *V
franeezs ofterece sen prest
1110 ni publico pnrn todos os 4tf
* mlsteres lo sua proHufto: o
iturai|iic pretos
par : na rua do Li-
vraiiicnto loja 11. II,
-- Vende-se una duiia de colheres de pra-
ta para cha. nina dila para sopa, 3 pares de
brincos modernos c de goito, 3 voltas de pes-
coco de senhora, I pul(eira, 2 alfinetes, 1 par
ilc rosetas, rmela, 2 didaes, ludo por prc;os
milito ciiinmodos : na rua do Sol n. 9.
- Vende-se urna taberna com pnucos fun-
dos c bem acreditada, no paleo do Hospital do
PraltO, (/ue se vende para pagamento das cre-
dores: a tratar com Candido Alberto Sodre
da Motta, na traveaaada Madre de Dos,
Vt nde-se em grandes ou pe-
queas 'p 1 roes, a vontaJc dos
so m prado res, o rerd^dairo a*:o de
Uil9o; na rua de Apollo, arma-
zem de maquinsmo de Me, Gal-
nioit & Companlna, 011 no seu es-
criptorio, praca do (Jommercio
numero 11.
- Vendc-se urna mulaiinha propria para
inocaua de casa por ler principios de costura,
cotinha e ser milito linda,*e um inulcque sa-
dlo e csperln. que tem 11 anuos, c urna preta
boa eoalnhelra, e um bum sapaieiro para toda
obra, eatei para a praca, pois d (510 rs. dia-
rios : na rua larga do Rozarlo loja n. 35.
Gouro de lustro a 2,000 ris a
venda da rua da Aurora n. 32, que foi de
Hara (ioncalvea Vleira Cuimarars, e

i
pileser procuruHo itial-
111 ci- 1 n ni em sua casa, na ^
na largado Rozarlo, 11. JJG, .__
segnndo andar* ^,
-- No dia 7 do correte mez desappareceu
uma preta de nome Anua, crioula, cor bas-
tante lula, baixa, representa ler 20 annos,
ps pequeuos o grossos ; levou vestido de
chita roxa comtirasdo mesmo panno para
amarrar e panno da Costa com Ultra! azues:
roga-se a quem a pegar leva-la ru da Ca-
dt-ia n. 17, ou na rua do Hospicio n. 34 Ba-
ta pr. la veio ha um mez e tamo de Maman-
guape, o desconlia-seque tenha fgido pa-
ra la.
Precisa-se de una ama idosa, que sai-
ba engommar e cozinhar para dous houicns:
no Aterro da Boa Vista n. 70.
Prectsi-se de urna ama forra para o
servico interno do uma casa dc-pouca fami-
lia : na rua larga do Itozaiio, padaria do
Valenca.
Lava-seo engomma-se roupa de toda
a qualidade com presteza e perfeicao : no
Boceo Largo do Recife, sobrado n. 1, pri-
meiro andar, por cima do cliaruteiro.'
Roga-se ao Sr. Manoel Jos Ilenriques
morador no seu engenho Cumbo, na comar-
ca do Bonito, qui quaiito aules mande no
engenho Tamalete de Flores, a negocio
que S. S. nao ignora.
Precisa-se de um poqi.eno para caixei-
ro : na rua da Clona da Boa Vista n. 114
Na mesma casa precisa-se de um bomem
para trabalhar em relinacao.
Na rua Nova n. 69, precisa-se fallar ao
Sr. Costa Reg, vendedor do bilhetes do lo-
teras.
O arrematante dasafericOes deste mu-
nicipio do Recife fz certo, que desde o l.
do corrente abril eutruu o lempo da re-
vis3o.
pelle.
Na rua da Cadeia loja de mludetll n. t7.
\ dinlieiro vista para homem.
Vendenisc superiores borseguins de casimi-
ra de cores gaiplldoi de como de lustro, pro-
prios para a esac.-io do invern, por seren
loglezei e de sola batida : na rua .Nova loja nu-
mero 2.
Vendc-se luvas de cores de fia da F.scocia
para senhora, e ditas para hoiiiem : na rua No-
va loja 11. 2.
Los pelos.
Vendem-se los pretos milito linos polo dimi-
nuto proco de ,5')0 rs cada um ; na rua do
Queimado n. 9.
Joias modernas.
Simio Luis par ao espcilavel publico desla cidade, que
acaba de receber um novo sortimenlo das se-
guimos joias : reloj.n de 011ro de patente, de
pratae dourados, telludrea borizontaei multo
superiores, duos para senhora giavados com
diluanles e perolas linas e esmaltados, um
sorlimeiiln de pulteiras de miro o de hrilh.in-
IM das mais modernas que lem viudo de Pars,
assiui como adere;', llores e brincos de bri-
llianles, liohas, bulos c memorial, ludo do
melhor gosio, c venderSo mais em coma que
rV possivel, e afincete a qualidade. Com-
pra-se e troca-se (|ualquer objecto de ouro o
piala relhl e pedras : ama do Trapiche u, 9,
Hotel Francisco.
liithetcs do Bio de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Hua da Cadeia do liecil'e n.
Pelo vapor rernnmbucum, entrado dos por-
to do sul, recebemos a lista da vigesiina-sox-
la lotera do Monte Pi Geral, e juntamente os
mullo afortunados bilhclcs. uios o cautelas
da dccima-iiuarla lotera a beneficio do Thoa-
irodeS. Pedro de Alcntara, cuja lotera de-
va soi extrahda cm ludo crreme mez. Abai-
xo mcnciniiamos os premios vendidos na mes
na loja. Da vigesiina-soMa loteria do Monte
HioOcralda ecoiiomia dos servidores ilo esta-
do 11. ''-27-4:OOil,uOO--i81-l:l)ll -2no.ono-r,si- iw,000_S8 100,001)-17
40,0110l(ii> 40,U0ll-:t52!)-40,0O-l827_
U. UUU
Para senhoras.
Vendem-se luvas prelas de torcal as mais
supci lores que se pode encomiar por seren
multo encorpadasa l.tO rs dilasa 800 rs.,
meias de seda prelas a 1,600 rs., trancas es-
trenas pretas e decores pmprias para man-
teletes c enfeites de vestidos a 4.U. 320 e 401)
re. a vara : na rua do Queimado loja de miu-
dezas junto a de cera n. 33.
ftleiag de Uia para padres.
Vendom-sc mullo superiores meias de lala
para padres a 2,000 e 1,800 rs. o par : na rua
do Uiieuuado loja de uiude/.as Junio a de ce-
ra n. 33.
Carlis finas para voltarete.
Vendem-se superiore s cartas francezas nara
voltarete a 800 e (00 rs. o baralho na rua
do giieiinado lija de 111 iudezas junto a de ce-
ra 11. 33,
*4
parecido 80frs n par, dita de serta pre tt
fia A hoiiiein a i.OOO IT ''as de pellica pon-
to intflcza 1.6OO rs.. caranncasdobrail.il de le-
ilapren pira hoMiem 610 rs., contras inol-
lis muas i|ii"c venfTe,iniis barato do que
uir.niira .pi i|.|iy parte : n. ru.i do Qnelina-
d fJrja de iiiiiidelM junio a de cera n. '".
' Vende-sc multo em couta Uin grande si-
tio pcrr>TlaJr>ra{i, com dnas excelentes casas
de pedia e cal, sendo lima dellaa com bastan-
tes con 111 dos recnieenttaila, e outra peqne-
11a na face di estrada win toda a freotc mu-
rada, bastantes l'ruieiras, terreno para plan-
ta;dei, baila paia capim1e4 cacimba 1 a tal-
lar com o correlor Miguel Carneiro.
Grvalas de molla.
Vendem-se superiores grvala! 'pretal de
molla pelo ii u 111-.nn.i pre;o de 2,000 n. : na
rua do (.iiicimado loja de miudetas junto a de
cera u. 33.
Camisas de meia.
Vendem-se superiores camisas de ineia bran-
cas a 1,280 rs., ditas decores padrdel multo
bonitos a 1,200 n. : na ruado Queimado h>j*
de miudezas junio a de cera n. 33.
(ihiii iiii-ii'.iN muito finas.
Vendem-se ricas charuteiras dourada pelo
diminuto piejo de 1,200 rs. cada una i na rua
do Queimado loja de miudetas junto a de ce-
ra n. 33.
Bom e barato
Na
Jos
agora de Correa & Paiva, vendem-se os gne-
ros seguinies : vinho do Porto, feltoria engar-
rafado a 500 rs., medido a 360 r., dito de Lii-
boa a 210 e 280 rs da Pigueira a Ha n., bran-
co a 320 e 280 rs., azeite doce a 600 ri dito
ile carrapalo a 240 rs., dito de coco a 400 rs.,
vinagre a 200, 160 e KO rs., vinbo muicatel a
400 rs., azeite refinado l'rancez a 560 rs., ser-
veja a 480 e 320 rs., pratos c ligellai a 1,080 rs,
aduiia, tigellas pequeas a 800 rs., queljos a
i.UOO rs., genebra em frascos I 500 rs., em bo-
tijas a 300 rs., latas com marmelada a 400 n.,
vellas de espermaecte a (iio rs., toii;inho de
Lisboa a 200 rs., maiitciga ingleza a 800, 720 e
640 rs-, dita fraoceza a 560 rs., sevadinha a 120
rs-, sevaila a 80 rs., tapioca a 120 rs., massa a
240 rs., arroz do Maranho a mo c 60 rs caf
a 16O rs., banha de porco a 320 rs lingui;ai a
400 rs., passas a 240 rs cha hyion a 1.800 rs..
dilo brasilciro a 1,500 rs., sibao branco a220
rs., dito amarello a t40rs boioes com graxa
a lo rs., ditos com tinta a i40 rs., peonas a
24o rs.,e lodosos oais gneros de venda por
prc;o comino.tu.
Baratissimo.
Pe;as de panno de linho com 15 varal pti-
mo para len;oes a 5,500 rs., pe;as de caasa lisa
com 20 jardas a 4,i<00, e 240 rs. a vara, pannl-
nho fino para camisa, pc;as com 1 jardas a
2,400 rs., lcn;os encarnados cor segura, por
ter algum moro que sitie na primeira lavagem
a 2,200 rs. a duzia, e 200 rs. o len;o, suspenso-
rios de borracha a 2,000 r. a duzia, e 200 rs.
o par, meias finas para senhora a 3,800 rs. a
duzia, e 320 rs. o par, ditas muito finase els-
ticas a 5/ii 0 rs. a duiia, e 480 rs. o par, cortes
de laa e seda para collctes, lindos padrOet a
1,400 rs. cada um, ditos de linda casimira de
coros a 6,000 rs. o corte, ditos de cassa chita
bous padrdel a 2,400 rs., chitas, madapoles,
algodessinhos, e nimias outras fazendas por
u.ui coiiiuiodo proco : na rua da Cadeia Velba
numero 33.
Llvros para a M'iiianu santa.
O 1. i Devoto, contendo as principies
dcvo;ics para empregar o lempo santamente,
com o ofl'icio .da tuno icul.nl> Coocei;3o e os
oflicios que a Igreja cosiuma celebrar na ma-
nliaa de Domingo de Hamos al Sabbado de
Mcloi 1 1 vol. 2,000
.'lanilla I il.t semana santa
contendo todos os offieios para se rezar pela
semana santa acompanhado de inedita;des
para eiplicaco das trevas, lavapes, e adora;ao
da Cruz com ricas estampas, I vol. grosso
domado 8,000
Oflicio missal c breviario romano 4,000
StureteUa da vlaiacra I.50O
tiemidos da m.ii de Deot o/picloi ou estlmuloi
de coiupaix:io das suas dores 1,500
aYmeal da mi.ua e di conlissao 5,000
Iltlieario Angelito de Jess Christo 1,200
Aulo da Paudo de Jesui Chris(o 320
Vende-se no pateo do Collegio, casa do Livro
Azul.
Lotera do iode Janeiro.
Pentes de tartaruga para mar-
rafas.
Vendem-se superiores pentes de tartaruga
para marrara, pelo baraiissimo prreo de 800
rs. o par, pre;o que faz admirar: na rua do
Qneiinado loja de miudezas junto a de cera
numero 33.
Bom c barato.
Compras.
-- Coiopram-se eacravos de ambos os se-
xos robustos, para dentro e fra 4a provin-
Aos 2o:ooo,ooo rs.
Na praca da Independencia, loja de calcado
do Arantes, e na rua da Cadeia n. 46, loja de
miudezas, vendem-se os 0111 i afortunados mel*
bilhetes c cautelas da deciina-quarla loteria
do theairo de S. Pedro de Alcntara, e pa;a-sr
qualquer premtoque ncllos sabir sem ganan-
cia lignina, e a sorie de 10:000,000 n. da vl-
geilma-icila lotera do Monte Po sabio no nu-
mero 1446, a qual foi vendida em cautelas.
Meios hilhetcs 11,000
Quartos 5,500
Oitavos 2,800
Vigsimos 1,300
Loleria do Hio de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na pra;a da Independencia loja de miude-
zas 11. 3, que Milu para a rua do Queimado e
Cicspo, vendem-se os muito at o lunados bi-
lhclcs, meios, quarlos, oitavot e vigsimos da
decima-quana loleria do theatro de S. Pedro
de ai. .ii.i n.1 Na mesma loja est patente a
lista da vigesima-sexta do Monte Pi.
liilli-ics do Rio de Janeiro.
Na loja de miudezas da praca da Indepen-
da n. 4, vendem-se bilbetes iuteiros, nielo,
quarlos, nitavus e vigsimos da deciina-quarta
loleria a beneficio do Theatro de 5. Pedro de
Alcntara. Ka mesma loja recrbem-ie bilhe-
les premiados de lodas as loteras em troco
dos que tem a venda, e tambem se inostram
as listas.
Aos 2(1:000,000 rs.
Na rua do Queimado loja n. 18, vendem-se
os afortunados bilhetes, meios, quarlos, oita-
vos c vigsimos da ecima-quaita loteria do
Theairo de S. Pedro de Alcntara, cuja lista
deve cli.-c.ai pelo primeiro vapor, Assiin como
na mesma loja existe a lista da vigesima-sexta
do Monte Pi.
Para fllhs.
Vende-se banha de porco a 320 rs. a li-
bra, c faiinba do reino a 80 rs. : no pateo
ZA,fen,n aber,os para sreurar cabello a 320,
400 e 500 rs., fazenda muilo superior, ditos de
niarfim de alisar a 1,280 rs., carteirnhas com
agulhas snrlidas a 320 rs., ditas em calxinhas
a 320 rs peines de baleia para alisar a 360 e
400 rs., linhasde carritel de 200jardas a (Or 'Ju Larmo, venda nova n. 2.
tTJC. '"'"V" ""ada, a t0/ m ,e'luiL i *"-- Veude-ie por todo pre;o um bote peque-
oai? 7.n Cre' Pf">! de vestidos no cm meio uso, e duas lanchas, una corrente
SVln tJ?J[fff: 'louriiihas mullo fi- para navio, uma amarra de cabo, um ferro
as a J,0 ri.. bonitos agulhoirosde vidro a 200 grande, um balea para agoa que pode levar 10
[ra Uf|UKn"\9 Ueeda l'relaipara crlan;as canecas, uma por;ao de laboas de costa Inho
?- .'.".. baba'109 lBprt" de linho a i20c 140 de amarello muito secas para raarcinelro, urna
prcia de na;o com suas habelidadei, urna
rs. a vara, maracas para meninos a l20e 240
rs., luvas de tor;al para menina a 800 rs.. di-
versos brinquedns para menino, queso ven-
de. multe barato, e oulras muilas cousas que
so 1 eixa de annunciar nesta occasio : na rua
do Queimado loja de miudezas junto a de ce-
ra n. 0,5.
arensa para algodo pequea ou para apertar
1 1/1 n.l.is. ludo se vende muito em conta, e
nina por;ao de caixesde (landres : na rua da
Cadeia do Recife o 54.
Vende-se, na loja de Amonio Joaquim
Vidal, na rua da Cadeia do Recife n. 56 A,
a KevolucSo, pooma beroe-comico em seis
cantos, ottava rima, obra prima, chegada
^IVFL
Jle muito barato.
Vendem-se chicotes finos a 800 e a 600 rs., -
Dengalinhas muilo superiores a i,800 e i.ooo ulliiiiNmenle de Parii
res' caua.' rStold" ,.,d00 '"!0 ^'SP"]?* ~-Na rua Crul "< Prmro andar,
."as cruaa nara lfP ""L" %T """ vende-^ Parrilha de boaqualidade, cb
fto.Ai coca m^fnli'f' ,a l8 "' v de gada prximamente do Para na vapor /,*.
no aa tseoela as mais superiores que lem ap-iralrii, ~


'
I
iliias varas rada nm a 320 rs. : na ra larga do
Horario;*!/-!, prlineiru andar.
# Obr-s de ouro
chegou itm novo o cnmpfclh loriimrnto de to-
i'las as \f,l(lt)9 (le ierro. ^ rclogtne). aunis pulrrlras, alfineles, arfe-
' Vocoj,.. pHnoos, vollas, re : v>*deni-se en-
sifdc Kalkinann lnnaos, roa da Cruz
-Yenrjem-se refogips de ou-
roe jiraIn, plente inglez : na rta
da Senznlla Nova n. l\i.
Vendern-se arados de divWses
modelo*, assirn como americano'
com cflmbo de sienpira e breCO*
de ferro : na fnndicao da ra do
Bnini ns. 6, 8 e 10.
Deposito de cal virgem e polassa
f.nrh eV Amorim, nn ruada Cadeia ilo
liecif I. 50, venden) fa| virgen) cm podra,
chegado polo ullimo navio de Lisboa, p po-
lassa de boa qualidade, por menos preco do
quepm outra qualquer parle.
Acaba dechegar para a rua Nova
n. 8,loja de Jos Joaquim 31o-
reir & Companhia
escolenles rspartilhos de linho para senhora,
guarnecidos de baleias e de dillerentes mo-
dcllns. cnusa papalina e inteiramento nova
ueste genero, vendcin-se por proco mulla ein
eonla, chapeos francezes modernos e de boa
pelucia a 7,000 rs., saija preta hespanhola,
vosprelos mnilo tinos, luvas de todas asqna
lidades quer para linmrm quer para senhora,
lanternas de vidro de todos os tamaitos e de
todos os piejos, ditas bromeada!, lencos pata
grvala de crese prelos, nm bello sol liincu-
10 de cordas para violiio multo novas que se
venderlo a lOO rs. cada una.
Deposito la fabrica le Torios os
Santos na Babia.
Vende-se, ein casa dnN. o. Bieber&C.,
na na da Cruz D. 4, algodio transado da-
quella fabrica, muilo proprio para saceos to
assnear e roupa de esoravos, por preco com-
modo.
AGENCIA
da fnndicao Lo'w-'Moor.
RUA DA SI.NZ.\1 LA -NOVA N. 43,
Reste eslabeleeimento conti-
na a haver nm completo sorli-
mento de moendas o meias moetv
das para engenho, machinas de
v.ipor, e laixns de fono batido i
coado, tie todos os lmannos, pa
ra dito.
Qnem dnvidar
Venha ver e comprar.
Na rua do Crespo loja ta esquina, que
volla para a oailoia, vendern-s. pannos li-
nos rrelos superiores a 3,000, 3,500, 4,000,
4.500 c 5,000 ri'-is u cavado, dito azul n
3,000, 4,000, 5,500 rs dilo vente -2,800,
6,500 rs dilo cor de rap a 3,000, 3,500 rs ,
corles do cusid ira prela a 5 .000 rs., dilu-
irais siipoiiorps a 8,500 o 10,000 ts, dilu
de r es a 2.800 rs., corles de rollle de
velludo a 2,000 rs dilos de selim do cores
a l.coo rs., dilos de gorgurSo de seda g
1,280 rs dilos de rusISo a 320, 500. 040 rs..
dilos de I i in pardo do liulio para cale. u
1,600 e 2.000 rs., ditos limteos a t.60n,
1,800 e 2 000 rs.. dilos do cores a 800, 1,280
rs., riscudos de Hubo a 220 o 320 rs o cova-
do, ilsodSo trancado de lislra escuro n.ui
to cncnrpudn, proptio para esclavatura i<
"engenhc a 180 rs. o covado, picote a 220
rs., zuatle azul de vara de larguia a 2i0 rs.,
dilo de furia ci'iri s a 200 rs., riscedo mons-
trun 220 rs., dilos fmncezes muito bonilos
para vestidosS 210, 380rs., corles de cm-
brala branca de qoadros a 2,000 rs., diio.-
de cassas de cores a 3,000 rs., ditos muilo
linos a 3,500 rs., dilos prelos a 2,0i~>0 rs.,
oambraia lisa com 8 varas e nieta a 2,720
rs. a pega, lila de Cores | ara vestidos a 280
rs. o covado, dita preta a 120 rs., Dietiosde
cores para forros a 120 o 110 rs., corles de
chiles lints o, de edres lixas a 8,600 e 2,400
rs., chita paracobeila de cores Otas a 2o0
rs. o envado, ditas pura vestidos a 140, 160,
180 e 200 rs.. tmios lencos de cassa para
grBVstn a 2(0 rs., dilos com Itslras to seda
a 320 rs.. sarja Despatillla muito superloi
a 2,240e 9,000 rs. n invado, motas pura me-
ninos a i.ooo rs. a duxia, chapeos de sol tic
asteas do lialeia a 1800 rs., madapoln
muilo soperior e largo a 240 rs. a jarda, i
os acreditados cobertores de tapete i ara es-
cravosa 780 rs., cambraias bordadas pro-
pria pata hadados e cortinados com 8 va-
ras e ii ia a 4,000 rs. a peca, e unirs ttiui-
tas fatendasque so os fteguezesvento acre-
di (ario os piceos.
Tecicfp 'ie a (goda o trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
N;t rua da Cadeia.n. 5a,
vendopi-se por atacado duss qualidades,
I oprias i ata saceos de assucar a toupa de
, rscravos.
'. rudos tle ferro,
' Na fundilo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados tie Ierro de diversos mo-
delos.
Vinbo de Champagne
de superiores qualidades : vonile-se em casa
le Kaikinaiiti Irmos, rua da Cruz n. 10.
V inhos finos
de Pordeaux, vlnhode Ucrcs, vinho do Rliri-
iio, violto de Bordeaux blanco dr idade de Ion
annos : vendem-se ein casa de Kalkinanu li-
maos, rua da Cruz n. I<>
Charutos de II ivana
de laperiore qualidades : vendem-ae em ca-
sa de Kalkmauti Irtii'ius, rua da Cruz. n. 10.
Vcllas de cspeimacele
Uem-M pilo diminuto preco de 600 rs. a li-
bra, em casa de Kalkinanu I maos, rua da Crut
n. 10.
Instrumentos de msica
clifgou iiovaiiiciilc un completo sortiinento
de tnslriiiiieotos para msica militar, recoin-
menda-se principalmente os pisles, pratOS
verdaileiros da Turqua, Oautioi, llautas, bai-
jtos, cornetas de Chave, canos lisos e de cha-
ves, violos rii|Ussimos de Jacaranda, claii-
SMUe, 11 iimli un ., trompas, caitas de guerra,
zabumbas e arcos de campanillas : vendeni se
em caa de Kalkiuann limaos, rua da Cruz
u. 10.
Tintas em oleo
branca e verde i vendein-sc ein casa de Kaik-
juaiiii Iriiiaus, rua da Cruz. n. 10.
1.1 VI ii.-i cui blanco
grande sorlimento proprio para escriptorio e
,uali|iier outro ekUbeleoliiteulo.: veudem-se
i ni casa de Kalkoiaun Iruiaos, rua da Urttl
n. 10.
. Vendem-sc saceos novos de estopa com
casa" de Kalkmaun lrtnos, roa da Vtut nu-
mero 10.
'acTpiras e sofaes
para meninos: vendem-se cm cusa de Kalk-
nann Irmaos, rua da Cruz n. 10.
Copos para vinbo c para acoa
deqnalidide muito superior v<-ndem-se em
casa de KaHahano IrinSiis, rua da (-'rus n. 10,
amule tamttrin lia grande sorlimento de appa-
relhos de vidio fino para snbremesn, para agua,
para ponche, cestos c vasos para llores e para
frutas.
Moendas superiores.
Na rundiefio de C. Starr & Companltia,
em S.-Amaro, achsm-.se a venda moendas,
de caima, Indas de ferro, tic utn modelo e
constrticco muilo superior.
ntigo deposito tle* cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
muilo superior cal nova cni pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na burea I.grita.
!^VFiV1Vv'v!?5I'T1f fSjffff
< :
Deposito tle tecidos da fabn* ^
ca de Totlos os Santos, J
na llahia. ^
Vende-se em casa de Domingos Al- ^
ves Malheus, na rua du Cruz do lio- J
cife 11. 52, piimeiro andar, algotISo "*
Iransadodaquella fabrica, muilo pro- V
prio para saceos e roupa de osera- 2}
S vos, sssim como lioproprio para re- 3
_> des de pescar e pavios pare veilas, ^
S>- por proco muilo com modo. <
>l/itl,iiu-.i Kosa ll..rdy, modista
brosileira, rua Nova, n. 3.^,
Aununcia ao publico, e pai Ocularmente seus
liegucies, que lem receliido ,um bello sorli-
mento de fa/endas novas, ricos chapeos de se-
da, de gros de naples e gorgurao de Indas as
cures, lisas, fran/.idas e de pregas, ditos de
seda para meninos se baplisarcni, chapeos de
palha de todas as qualidades, para senlioias e
meninas. Utn grande sortinienlo de mante-
letes c capotinhos de todas as cores, pelos
de chamaloles e gros de uaples, capotinhos
de lil de linho prelo verdadeiro, ditos para
menina de quatro a olio anuos; ricas cpelas
de llores de laianja e ramos para enfeitar ves-
tidos, ricas luvas de pelica compiidas c enlVi-
ladas, ditas curias prctas c de seda de icde
para meninas c senhora, ditas de pellica cur.
tas para senhora e para houicui ; caniisinba
para senhora, ricas rouieiras, lucias de seda
branca paia baplisar meninos de quatro tnc-
zcs a tres anuos, ricos penachos brancos para
enfeitar chapeos, e ramos linos para ditos;
trancas c franjas de seda preta e de cores;
gios de naples pelo c furia-cores, com franjas
e trancas da tiiesnia cor para os ditos capoti-
nhos;" se vende vonlade do comprador.
Lindas louras de gorgurao, viudas de Franja,
paia baptisado. Na incsuia loja l'.i/.-sc vesli-
dinbos para baptisado, loucas para crianjas,
capotinhos, vestidos para senhora, chapeos de
crep prelo ; c militas oulras fa'/endas que se
vendeui mais cm coma que em qualquer outra
parte.
Vende-se na distancia de 2 legoas e lucia
da cidade do Rio-Korinojo, pela margcni ci-
ma do rio Serinhciii do lado do sul, o engo-
lillo Casoeirinba com os seguintes quisilos, e
objectoi declarados, e sein elles. O scu terre-
no he de tres quarlos de legoa para quem ilo
sul, e mcia legoa de nascente a poenlc, tirina
dos por marcos a 45 aunos, sem contradicvao
nlguiiia, como consta dos seus ttulos; o seu
slo he lint barro, <|uer feja ladeira, quer se-
ja vanea, U'in bastante mallas virgense lidias
bastante madeira de conslrucyao, he bom nioe-
dor com agoa, poique inoc com o citado rio ;
os seus edificios sao, casa de engenho sobre
litares tapado todo de paredao, cavco de cal
e iij Un, lauque de agoa da iiicsina forma,
com um foite escoriiihote de ferro, laiubem
rica obra c duravel, tuna famosa casa de ba-
gado, com tres lliesouias e ditas tacanicas, es-
tivada sobre madtiras lavradas, boa serraiiadc
agoa proyipla de ludo, casa de pulgar e en-
carmenlo, ludo firmado sobre paredijes de
tin!lo c pedra ; esui remontado como pre-
ciso para sua manufactura, ludo cm bom es-
lado, boa eapella, urna rica san/ala, fumado
I111I11 sobre lijollo, cun um teiraco na frenle
lirmado sobre coluiunas esolliivel casa de vi-
venda, sendo inelaile terrea e metade sobra-
dada, casa de fazer farinha, estribarla, casa
de empregado, torno de cusiuhar obras de bar-
ro, o cercado he todo de vallado c linipo, um
subradinho .dentro do engenho, c mais uiua
distillacfiu pronipta com ludo, que pede dis-
nllar quarrnta caadas de llquidn diariaiuen-
le, cujos prcpaios sao, 24 cubas paiagarapas,
iluas pipa, un tonel que leva 2 pipase mcia
de liquido para deposito, canecos, bicas, res
Oledor, faz todo o preciso de agoa, deila gara-
pa 110 alambique, deita as caldas fora sem que
le pegue nella, e sem ser locado por bomba,
40 bol 11131150S, (J carros, burros, 2 quarios,
1G esclavos c safia que pode regular 1,500
paos.
-- Yendc-se englobado 011 a parte um en-
genho novo denominado Independente, 110
Cundo do engenho cima, que inoe com ani-
mis. O seu terreno he de mcia legoa ein
quadio, e lirmado snbre marcos, e quasl cu-
lirilu lodo o seu terreno de nialtas virgens e
com elle os objecios seguintes, ou sem elles,
10 lile inaiifos, 20 cavallos, 4 escravos e salra
que piule icgular 1,200 piles : quem pretender
dirija-sc insta prara, ao Si. Mauocl Gon^alves
da Silva, que Ihe espora a forma do nigocio, e
nos eiigcuhos ao scu propriclaiio c residente
Pedro de Mello e Silva.
ISeK'rro liuicez a 2,800 rs.
No Atierro da Toa Vista loja decalcado n.
f)8. junto ao srlciro, vendem-se pellos de be-
zerro francez de boa qualidade a 2,800 ri.
5bna bespanhola limpa muito lar-
ga a 2,000 rs.
Vende-se laria hespanhola muilo larga
limito enenrpada a 2,000 rs. : na rua larga do
Kdtario n. -is. piimeiro andar.
Cecas de chita limpas a ^,000 rs.
Vendem-se pe^as de chitas limpas escuras
proprias para escravas a 4,000 rs., e a t20a re-
lalho, c cortes de bonitas cambraias para vel-
lidos a 2,G0u rs. : na rua larga do Hozarlo n.
48, primeiro andar.
Calcado.
1N0 Atierro da Boa Vista, defron-
te da bonecra
he chegado pelo ultimo navio franc<-z um no-
vo c completo soi lmenlo de calcados de to-
das as qualidades, tanto para huiuem como
para senhora e meninos, assini como sapales
de luilro para homem a 3,000 e 6,000 ra., ditoi
de beierro, chincll.ii de tpele o boreguins a
3,50.1 rs., sapales de lu'tro para senhora os
ineihores que ha a 2.000 rs., d.to de I.iiboa a
l.GOii rs ditos de niarroqiilm e cordavao e
1 oscguins francezes para senhora sapales
do Aiacaiy tamo para homem com.i rapaz a
800 rs., ditns de lustro para homem feilos na
habla a 3,000 ri., pellei de marroquim de to-
das as coiei, ditos de lustro e brzprro Iraii-
cez, vasos para ornar mesas e condecas de
lodos os tainaiihus, tildo a troco de POUCO di-
iihero.
i.nt.i ti dn nintrl/. ila Boa Vista-
Aos lotoooSoooc 5:ooo!*ooo.
Na lita da Csdoia n. *. laj de cambio da
ViuvaVieira & l'ilhos, vendem-so os mu
afortunados bilhe tsemelos ditos da mes-
iiia lotera, que curre im| reletivela.ente no
da 2 de junlio ptosimo vtndouro.
Bilheles iniciros 10,000
Meios 5.000
Veiiilom-so tO escravos, sendo um de ida-
de de 22 annos, bom olliclal de pedreiro, outro
da mesma Idade carreiro, um dilo canoeir, 0
ditos de bonita figura, una escrava de nacao
de idade de 20, annos, que cose e eogomina
bom, duas ditas de idade de 23 annos, que co-
zinham e lavam, c 4 ditas de mcia idade : na rua
Uireita 11. 3. -.^^a
6, Na toja de Jos Joaquini >lo-
fii relia & coinpaiiliia, nu n)
< lina Nova n. 8, *
a) vendem-se munguitas e nielas man- >
t'iS) gas de nidn linho e oambraia, cou- fa>
0- fu tle posto o que n.uito se usa em 9
w cuslando o psr 2,000 rs. somenle; (#
ij, caboces ou romelras de lil de ti- s^
f nlio, lano parascnltoras como para 4
(> meninas, pelo baratissimo preco de )
a> 4,000 rs. camiiinbas de fil e cam- "
> braia ; talhos de bico de seda ou
blomle, tanto prelos como blancos;
O) capotinhos de chamelote e selim ma-
A^ cao ; maulas de gar^a brancas, mui-
j lo pioprias para noivas ; capellas e 9
fj ramos de flor de laranja ; chapos
0 do palha arrendados e lisos para se- ;<)
t> tihoras c meninas ; e oulras fazendas -*
fy mais, quena mostna loja se vetidem (9
. muilo cmcnnla. f
*: -' :^^f :?
Aos 11 i nltucs.
No armszciti de Francisco Das Ferrcira,
no cestla Alfandega, vondeni-se caixas o
Dieias ditas coin vldroi de II pollegadasde
comprido e 9 de largura, por monos proco
do que fin oulra qualquer paite.
Liviana 11. G, do paleo do Col-
legio.
* begoit o nitavo folheto do Misterio do Po-
vo, vende-sc este por 7,000 rs.
- Na nova loja de calcado da rua da Cruz
do Recifen. 14, ha para vender utn completo
sorliuicnlo de calcado de todas as qualidades
para homem, senhora e meninos, assitn como
aviamentos para sapateiro, ludo por precos
coinmodos. Na mesma loja cempram-sc ellcc-
tivamente calcado fcito.
Vende-sc na loj t de Jos Jca-
quim IMoreia 8 Compaiihia, na
rua Nova n. 8,
lindos gibocs de lil de linho guarnecidos de
ti .11.1 a c proprios smente para senhora, o pre-
co ser o mais commouo possivcl.
Ilom e barato
Na rua do Passeio Publico, laja n. 9, do
Albino JOS l.eile, vendem-tc lindas pegas
de chita"! tle cons, a 4,500 rs. e a 120 o co-
vado o'ilas paia coliotta, a 6,000 a pega o
a 160 o covado lencos de seda decores,
lindos padres, a 1,000 ; dilos brancos do
camhiaia com lucos, a 480 ; grvalas tle so-
lio a 1,500 chales du chita de cores,
800 ; ricos corles de meiss casimiras escu-
ras, proprias pata o lempo presente, a
1.500 ; cobertores grossos par escravos, a
640 ; chai eos de sol de paniuiiho com bar-
ras de coks, a 2,800 ; dilos setn barra, a
2,000; brini de linho de cores, a 300 o co-
vado ; riscados monstros, a 20o 11 covado ;
oambraia da Imlia borda.ia, a 400 a vara ,
e oulras multas fazendas, que se deixam do
aiitiunoiar por falla de lempo.
A elles antes que se acabem.
Cortes tie chita linos is. 2,000
2,200 c 2,5oo.
Acaba de chrgar a loja da esquina da rua
do Crespo que volla para a Cadia, um excel-
lentc sorlimento de corles de chita Unas com
r2 covados, dos melhorcs gostos que lem viu-
do a este mercado, pelo diminuto prcc.0 de
2,000, 2,200 e 2,500 rs., assini como pecas de
uiddapolau muito tino com um pequeno toque
de avaria 3.00 e 3,800 rs.
si 6CP O proprietarlu da conleitaiia da 'g
t rua estrella do Hozarlo n. 43, tema sa- jg
.v tisfacac de annunciar ao publico, que <
.?? ein sua casa lem um rico sorlimento de B
aiueiidoas c cailauhai ennfeitadas, cai- W
:- xas, frasese balainhos cun doces can- if;
~$ dilados, para presenteada semana san- !
: la, ludo por prcro commodo. jj
' -x;-' ::'? t K--x^'*:mp
Karellos de arroz, barrica a ris
2,000.
Esta tio til substancia alimentaria para os
animai -, muar, cavallar, ovrluin etc., etc., rin
barricas de 4 ariobas ao diminuto preco de rs.
2,000, vende-sc na rua da iMadre-de-Deos, ar-
mazem n. 46 e defroute do cbafaru da escad-
nli.i 110 Kocife.
Vende-se um prelo anda moco e muito
bonita Baura, proprio para o eivico de cam-
po c mullo bom trabalhador de euxada : na
la do Quelmado n. l, loja de miudezas.
Veude-se um cavallo alazao com
muito boas qualidades, muito novo
e 1 \i 1II1 nir para viagens, por pc-
eo commodo : na rua do (luciinado
n. IG, loja de miudezas.
Na loja da rua do Crespo n. 11, acham-se
vi nila as seguintes obia : compendios para
as aulas, I.jrica de Joo Mnimo por Garret t
varas poesas de oulros autures, c continua-
se a Iroear livros, comprar e vender, ludo a
dinheiro visia.
-- Vendeni-se superiores sapales de bom
couro de liutin de Manto lixo a 4,000 rs. o par :
na rua da Cruz n. 14.
>a rua da Senzalla Velha, padar'a D.
100, ao entrar pelo liecco Largo, vende-se
superior faiinha de mandioca viuda ultinia-
n etilo de Sania Catharina, por ceda socca
nova de bom nlgodflozinho levar o porta-
dor a pequea quantia de 2,000 rs. e que-
teiiilii decoiita-se-lhe 260, passando para
outra que o portador levari.
A 2,000 rs. o par.
Vendem-se meiss de seda prelas compri-
mas, proprias para padres : lia rua Nova, lo-
ja n. 2.
Vende-sc um inolcque mullo bonito, de io
annos; um dilo de '8 annos; duas prelas.
une eneoiiiinain. coslnham e fsiem todo o
mais servico de casa ; Ire dilos que sao mul-
lo nona vendeiros de roa e fasem todo o mai>
servico; nos prelos bous para lodo o serUc
e um cabnclo mullo til geute para ludo ; na
rua da Cadcia do Recife, n. 51, piimeiro
ailar. .
__No armazem do barateiro Joa-
quim da Silva Lopes, rua da Ma-
dre de Dos, vendeni se saccas
com fardos a 3,o o rs. lendo ca-
da urna 70 c taas libras.
tmmmmmmm^^ mmm.mm.mmm
(ti ^gr Wapawada alerta. W
fe Na confeilaria da rua estrella do Roa- j
ty rio n. 43, ha sorvete lodosos diai das II ]
& horas, ai 2 da tarde, e dai as 9 da nol-
te, para corroborar a libra calmoza ^
t da rapazlada, pelo dimlonto preco de *
g 240 rs.
("-JtOtf-r-- '-: IfffftatW'lffW'U.'WMPf
Chapeos de mola a 6,000 rs.
Vendem-se chai eos de merino preto com
mola a 6,000 rs. : na rua Nova, atrs da ma-
triz, loja n. 2. .
Est acabando se o pechinchn,
Na rua do Crespo n. 2l, vendcm-ie los pre-
los pequeos, fazeuda muito boa pelo baratis-
simo preco de 3000 rs. cada um, ditos grandes
la" 11 ila superior por 10,000 rs luvas pretas de
torcal a 1,440 rs. o par, lencos de selim maco
fazedda superior a 4,500 rs., e oulras muilas
fazendas pretas proprias para os actos da ic-
iiiam santa c sarja preta hespanhola a 2,500
ra. a melhor que ha.
Chapeos francezes.
A. Colombiei, com loja tt. 2, na rua Nova
atrs da. matriz, vende, a dinheiro vista,
chapeos francezes para homem 7,000, 7,500
rii.
Meias pretas.
Vende-sc meas de seda preta, comprlda'
para senhora, pelo barato preco de 2,000;
na rua Nova, loja n. 2.
Ka i ii.i do Queimado segunda loja
n. 18.
Vendem-se chapeos de sol de leda muito
bom a 5,50< rs, ditos francezes para cabeca
7,000 rs panno lino preto superior, selim pre-
lo de macan, casimira preta, selim, luvas de
seda de cores para homem e senhora, dilas
pretas de torcal, coleles de selim bordados bo-
lillos goslos, casimiras decores, cambraias de
cores para vestidos, lencos de selim prelos e
de cores para grvala, ditos de garca para se-
nhora, sarja prela muito fina, cambraia de
seda para vestidos, cambraias de barra bran-
ca c de cores, e oulras muilas fazendas por
coinmodos precos.
Capotinhos e manteletes a lis
20,000.
Capotinhos e manteletes, pretos e de cores
de gros de naple.us mais modernos que lem
apparecldo no mercado : na rua du Crespo loja
amarella n. 4.
Vendem-se luvas de pellica,
ponto inj-lez, para homem, a ris
i,6oo ; ditas para senhoras, a ris
i,3oo \ ditas de torcal, a ris 800,
1,200 e 1,700 o par ; e cartas finas
para volterete ; na rua do Qu ima-
do n 53, ao p da loja de chapeos
Vende so un sitio niargem do rio Ca-
ihIi, 1 ilc, com urna grande casa do vivenda,
outra menor, com senzalla para 10 ou 12
esoravos, contendo alm disto um grande
lelhoiro, onde existe ua a pidaria e algn*
quarlos, oum tres grandes baisssde capul
ia i: I .'ni niargem do rio para 200 ou mais
feixes de ra i un diarios, c de nimia facilida
de para o transporte. Ksle sitio lie excel-
lenle (aia eslahelicer-st urna coxeira por
lii'iir ci.iiv ilim.N estradas mu commerci-
antes, a do enciinameiilo e a de S. Lourrnco
da Malla. Adverte-se tumbem que quem
comprar lioa com diroilo ao engenho Apc-
pucos, onde pode tirar as naias toda
madeira para obrado mosmo litio,seor que
pague direilo algum : a tratar na rua do
Queimado, segunda loja n. 18.
Vendem-se MCCII com feijHo, muito
grandes, e novo : no atmazem do caes da
Alffliidoga, defroute da escBdinha, por pre-
co coniinodo.
Na rua Nova n. 23 loja de A. G.
Villar
calcados, sapatos de selim branen para meni-
nas a 800 rs. o par, sapatos de srtiin pretos
muilo boa qualidade a 800 rs. o par, sapslos
de beierro para meninos a (40 rs., botn* gas-
pesdos de diversa qualidade para seuhora de
pe pequeno a I.OOOrs. o par.
Veude-se para a praca
um excollenlo sapateiro de toda a obra,
tanto para corle como para execue,5o, dan-
do diaiios 640 rs., he prelo, crioulo, c lem
deidade 20 i tinos : quem o quizer ver, di-
rija-se rua larga do Rozarlo n. 46, onde
trabalha, e para ajuslar, defroute, loja nu-
mero 35.
(hitas francezas a 220 is. o co
vado,
a duzentos e vinle rii o covado, chita com 4
palmos de largura cores fixas, ditas a 280 rs.,
cuites de casimira a 5,000 rs., ditos de mcia ca
simlra de lia a 2,500 rs. : na rua do Crespo
loja amarella n. 4.
Conlinua-se a vender farinha de man-
dioca em saoeas : na rua da Cadeia, loja de
Joaquim Kiheiro l'onles.
Vende-se por causa de sabida
urna burra de segredo, nova, furnia de ar-
mario, do l.e l'aul, um dos melhores fabri-
cantes de Paria, urna fiohadura de segu-
ranza pelo niesmo autor, e duas espingar-
das de dous canos para c<, sendo urna do
systema l.efaucheuy : no Aterro da Boa Va-
la 11. 3, segundo andar.
Ven de-se um molatinho bom alvo, de
boa conducta : na rua Diroita n. 25, primei-
ro andar, pelo preco de 450.000 rs. : quem
o pretender, dirija-so ao lugar cima men-
cionado, das 6 s 9 horas da manhSa, e
a lu de das 2 em diante.
A 5,ooo rs.
Vendem-so chapeos prelos de seda de
Lisboa, a 5,000 rs.; dilos francezes, os mais
modernos que teem vindo a este mercado,
a 6,000 rs. : na rua do Crespo, luja amarel-
la n. 4.
Vende-se urna prela} criotila de 22 anoos
bonita figura, cosinha, cota chao, com priu-
ciplos de eDgominado ; para lora da provincia,
por preco comiuodo; urna dita de nacao, ua
rua do llaugel, 11. 38, scguudo andar.
Vendem-sej plumas brancas
e encarnada, grandes, e de mni-
lo superior qualidade, por barato
preco : na praca da Independen-
cia ns. 24, 26 e a8.
Na rua Nova n. 23 loja de A. G.
Villar.
Vendem-se melsi para meninos, ditas de se-
da prelas de p pequeno para menino, di tu
.ie algodo do diveisos lamanhns para ineni.
as dilas de linho fina para meninas.
Cesa de modas francezas de Bues-
sarda Milloch.au, Aterro da lioa
Vista n. i.
Alm dos arligos da quaresma recbeu-
se um lindo sorlimento de volidos para
baile de blonde, garca o crep, leminhis de
seda, luvas de pellica compridas, meias de
seda branca, bicos de blonde, Otas as mais
em n.odas cm Psris, plumas para enfeiles
de cabeca, etc. Na mesma casa faz-se loda'a
qualidade de vestidos e loucados para bai-
le o casamento.
Na rua Novan. IO, loja frunc /.n.
Recebeu de Franca pelo ullimo navio bi-
cos, manteletes pretos e furia cores, lih do
malino prelo verdadeiro mullo largo, los pre-
los para cabeca, sarja e cha malote preto para
vestido qualidade superior, luvas de seda e pel-
lica, prelas e de todas as cores para homem a
senhora, franjas e trancas sortidas, cassas e chi-
tas franeesas superiores e padres boniloi,
meias de seda brancas e pretas, cortes de seda
para noivado, blcos de blonde, seda prelo e
branco, ricas, capellas de flor de laranja, caxoi
de flores com pennas, e outras para enfeitar
vestidos, chapeos de seda e de palha ricos, di-
los de sol para homem e senhora, e outraa mul-
tas fazendas por precos coinmodos.
QOQQ:OQO:00 QQ:OQ&O00
) Vende-seo verdalelro xa- <>
fi ipo de pontog de lmbalba q composto e preparado, pelo q
q pliarinaceutlco Joscda Cruz q
i Santos. m
V Ene xarope he excellente contra os W
w catarros pulmonares, agudos e chroni- v*
O eos, phtysicoi, coqueluxe e molestias O
(5 do coracao : na piaca da Boa Vista boti- Q
Q ca n. 32. Na mesma tainbein se vende q
.t remedio contra os embriagados, o qual 3"
j exprlinentado pelos seus grandes ef- w
V* feltos de tirar completamente por urna O
O vex este vicio a que mullos estao sujeilos. Q
--Vende-se, por precirSo, um eacrsvo
cozinheiro, muilo forte e sadio, e que he
proprio para andar embarcado por nSo en-
joar : na rua do Arago n. 12, segundo an-
dar, demanlida at as 8 horas, ou a noite.
Vende-se um famoso escravo, me-tro
refinador de assucar, que cozinba o diario
de urna rasa e he muilo proprio para sitio
por lor bstanle pralict: os prelendentes
dirijam-se rua da ConceicSo da Boa Vista
numero 9.
Vende-se ou arrenda-se o engenho Li-
moeirinho de excellente producto de cn-
na e de muito bom assucar: os prelenden-
tes dirijam-se ao engenho Tamataupe de
Flores.
Escravos fgidos.
Dessppareceu, no dia *de Janeiro do
correte anno, do engenho Massarandtiha,
o crioulo, odical de carpina, de nomo Sil-
veslre, perlencente a Antonio Raposo Fal-
eflo, cujos signaos s3o os seguintes : altu-
ra regular, denles podres na frente, urna
Sieatriz em um p, principiando anua a
barbar, de 20 a 22 annos ; levou comsigo a
ferramenla perlencente ao ofllcio roga-se
as autoridades policiaes a apprehentSo do
mesmo escravo, e aos capitOes de campo, a
quem proTetie-se urna generosa grattlica-
c8o, levando-o no referido engenho.
Ilesapparecou utn escravo crioulo, de
non.e Miiiiool, levando em [sua compendia
um quarlo cartegado de carne e variasen-
omiiun mas ; he muilo ladino,, e osignal
bem visivol he lor una perna cortada abai-
xo do joellio, e substituida por outra de p*o:
quem o pegar e o levar la da Cruz do Re-
cite n, 43, ser bem recon.pensado.
boa graliflcacSo.
No dia 13 de vaco do crrente anno des-
appareceu da Passagem da Magdalena, do
sitio em que mora oSr. l)r. Malel, o mole-
que Marca!, o qual he bem conhecidu e tem
os seguintes signaes : reprsenla ter* 20 in-
nos, hatxo, cheio do corpo ecarcundo, cor
fula e sem barba ; lem falta de um dente na
fenle do queixo mferior ehelilbo do ser-
13o de Paje, por isso julga so para l ter
ido : recummenda-se, prtenlo, aos capi-
I3es de campo a captura do dilo moleque,
que serDo bem graliftcados.
-- No dia 13 de fevereiro desappareceu di
povoaedodo Altinhoum escravo, cabra, de
12 a 13 annos, cabeca pequea, cabello ru-
co, orellias pequeas, roslo descarnado,
nariz grosso, seceo do corpo, pernas tinas,
ps cambados, tendo cm 1 delles urna sics-
triz e denles acangulados; levou camisas
ceroula dealgod3o da Ierra j usada, cha-
peo velbo de couro, um senturSo e urna pa-
iiona de couro de que usa sempre, e quan>
do foge tem porcosturne dizer que he for-
ro : toga-seas autoridades policiaes que do
o etmo liverem milicias, o manden) agar-
rar, e o remellan) a seu senhor Maooel Ca-
valcanli de Albuquerque, morador no Alti-
nho, ou na na rus do Queimado, loja de
niiudezts n. 39, deManoel Joaquim da Sil-
va Ferraz, que se pagarSo as despezss e se
grslilicar generosamente.
to borJo do biigue nacional Carla,
Tundeado porto da ponto do Recife, fugio,
na madrugada do da 11 do corrente, um
preto crioulo, de nome Bernardo, altura re-
gular, grosso do corpo e sem barba ; levou
carniza e calca de zuarte e ferro no pescoco:
quem o pegar, leve-o bordo do niesmo
biigue, ou a rua da Cadeia do Recife n. 1-',
armazem, que ser gratificado.
-- Desappareceu no dia 14 do corrente um
pelo crioulo, de 22 anuos, altura ordina-
rls, cheio do corpo, dentes limados e finos,
macSas do roslo utn poucoaltas, cor ver-
miilia, uno tem utihas nos dedos graodes
dos ps e ulfos um pouco amortecidos;
quando faz turca enverga os ps para den-
tro : levou camisa e caifa de algodto azul
mesclado e chapeo de palha dos da moda
quem o pegar, leve-o a rua de S. Francisco,
sobrado n. 16, segund andar, ou na estrada
nova, adiante da Magdalena, primeara casa
azul", onde se pagar com generosidade to-
do o Irabalho.
Pf.!M\ MA.TVI'.DE M.F.nF: fAMlA-
IL FGIVFL


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