Diario de Pernambuco

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PERNAKB1K3
ASSErtlBI.EA PROVINCUL.
SKSSAt) EU 8 DE A HIUI. DE 1851.
Presidencia do Sr Pedro Cavalcanti.
As onze horas da nnnliaa, IVi 1i a chamada
acham-sr presente! 32 Srs. deputado!.
OSr. Presidente : Abre a sessSo.
'Vsr- 2. Secretario:-- L a acta da seisao
anterior, que he approvada.-
O Sr. 1.* Secretaria menciona o seguinte
EXPEDIENTE.
Un officio do secretario interino da provin-
cia, aeoinpanbando os autographos das leis
sancelooadas. Para o archivo.
Catiro do mesmo senhor, remetiendo batan-
eo oreamento da cmara do Limoeiro A
commlsso de oreamento municipal.
Uro ndice das leu provlnclaei. offerecldope
locidadao Francisco Antonio Cavalcanti Coui
selro, Para o archivo.
TJm requeritnento da irmandade de v S. da
Lapa, pedlndo a approvacao do seu compro-
miso. A' commissao de negocios ecclesias-
ticos.
He litio e approvsdo o seguinte parecer :
A commlsiao de pet9o i quemfoi presente
o requerimento que a esta aiiembla dirigi
Tboraaz da Cunha Lima Cantnaria, professor
de msica do collegio dos orphos, pedindo
que teja equiparada aos professores pblicos
de primelaas letras, considerando que a mate-
ria do referido requerimento pertence por sua
natureza a commissao de legislacao, que ja em
outra occaslao Coi oiivida, e deu sua opiniu
sobre este mesmo objecto : he de parecer que
seja dito requerimento remettido aquella com-
missao para de novo interpor o setlesclarecido
juiso.
Sala das commissdes, 7 de abril de 1851.
Joflo do IXego farros Falco. Francisco de Pau-
la Podrigues de Almtida. Domingos Malaqui.u
de Aginar.
ORDF.M DO DIA.
Primeira discussao do projecto n. 19, que.a-
buleadireclorla do I.yceu.c cria urna directora
geral dos'estudos. Approvado,
Tambero be approvado o projecto substitu-
tivo do Sr. Aguiar ao de n.5, offerecidu em
terceira discussao na sesso anterior.
E seguidamente sao apnrovados em segunda
discussao os de ni. il e 12 ; opriineiro que di-
vide as comarcas do llonito c Caruai e o se-
gundo acerca das cernes verdea.
Eniraem segunda discussao o projecto n. 10
acerca do caifamente das ras desta cidade
Val i mesa c be apoiadopara entrar em dis-
cussao o seguinte requerimento.
Requelro o adllnirnlo deste projecto, para
1 liando se discutir o opamente municipal.--
'nnntl Cavalcanti.
Drpolide brivissimas rilliM.es dos Srs. Paes
lian rio r Manuel Cavalcanti.
He approvado o addiameuto. _
Contina A iscgunda discussao do oreamento
proviucial.
Entra em discussao o artigo oltavo que he o
seguinte.
Arp 8. Coin os professores do
Seminario 3:850/000
He approvado.
Tainbriii s<> approvado! seguidamente os ar-
tigosli, 10 ell que conten as seguintes dispo-
sicOes.
Ait. 9. Com a UMClaelo dos ar-
tistas. 7COO0O
Art. 10. Com a gratificacao do
professor de lachigrapbia. 80#000
Art. iii.uin us i mpregados do
conielho de salubi idae 6:600/000
C nico. Lomo expediente e o as-
aeo da esa. 600/000
O or lll'llo Reg pede que se declare na acia
que vot> u tontia o art. 11.
Entra em discussao o art. i2 que be o se-
guinte :
12. Com os cuipregados que
actualmente existem 16:364^000
S IJiiico. mino expediente e as-
lelodacasa. 500|000
Vai un sa e he apoiado para entrar em uis-
cusso o seguinte rrqueiimeiitu :
IUijuiiio o adlai&uanU Ueste artigo, al ao
liin da discussao dus dcuiais que cowpeui o
projecto.- I'acs Uamtti.
Liiccirana auisiusso, he approvado o adla-
neiiio proposto.
He appi ovado cm seguida o art. 13 que he o
que se arge :
Art. 13 Com os reparos e con-
serraeao d.s obrai 40:000/000
Entra em discussao o art. i4 que dizassim :
Art 14. Coui o pagamento das
presiafes que se deveiem das o-
brai arremaudas at o ultimo de
juubo do crreme exercicio, traba-
Ibos ;graphicos, estradas do Pau do
Albo, Victoria, Escada, do sul c
norte, hospital Pedro II, e casas de
deteucao ; sendo 30 cornos para es-
tas duai ultimas obras i60'.CO000
O Sr. Calatho i Sr. presidente, pedi a pala
vra para apreientar duas emendas ao artigo
que est em discussao ; urna dellas he concebi-
da oestes termos : (le) fol no anno passado
creada urna lei ueste sentido e nao poude ter
execucio pelo motivo, segundo sou informado,
de nao ter havido engenbeiro, que podes-
se ler dispensado para lser esta viagem as
comarcal de Caruar e Limoeiro : tendo a c-
mara de Caruar reclamado a presidencia a
factura desse acude, cuja necessidade nao pode
delxar de ser reconhecida, como milito bem o
provou un Ilustre depulado nasessode lab-
bado, S. Exc. o Sr. preildenle da provincia or-
denou a cmara que Ibe remelteise urna plan-
ta desse acude aflinde poder manda lo porem
execujo : mas faltam dous inezes para se lin-
dar o anuo Ananceiro, e se nao lr no orea-
mento consignada a inenna quuta marcada por
aquella le. e nao poder o presidente mandar
dar principio a obra, flcam os habitantes dessas
comarcas privados de urna cousa to necessa-
rla, por falta da consignacao no oreamento da
referida quota i ell a rasao porque cu ped a
palavra para offereccr esta emenda, creio que
a caa nao pode deixar de reconhecer a la uti-
lidade que j fol sumcienlemenle demons-
trada. A segunda emenda pede que se mar-
que a ros da cadria de Ca uaru mas eu peco licen-
ca paia a lelirar, porque pode ser essa neces-
Idade remediada pela presidencia, autori-
zada para liso pela dlsposieao do art. 19 do
prsenle orf amento,
Vai mesa e he apoiada para entrar em dis-
cussao a segulute emenda.
Com a factura dos acudes, de Caruar Li-
moeiro 6:000i000 rs. (.'.l.m/io.
O Sr. Mimarl Cavalcanti: Faz alguinas con-
sideruces acerca da materia.
V Sr. Ajinar : Sr. presidente en desejiria
obter alguinas explicar.o'S da commissao para
poder dar o meu voto a este artigo ; drsejava
mesmo que o nobre deputado que he inspec-
tor da thesourarin, me dissesse, se est lem-
brado, que quanlias se lein disprndido com a
e:isa de delencao. porque segundo me parece,
j n V, pequea somma tem absorvido essa o-
bra, e a continuar assim emendo que a cun-
signacao aqui marcada he realmente inulto in-
signilicante. Trintacontos para duas obras lio
importantes como o hospital e a rasa >ic de-
tencao be un i quota tanto mais insignificante,
quanto todos eos sentimos que a necessidade e
o bem publico reclainain presteza nessas edifi-
cacoes. Se, especialmente, convm que a casa
4e detenrjio prugrida, estou pesuadidude que a
commissao andou mal quando apenas llie con-
cedeu 15 contos, porque essa diminuta quin-
til para urna obra daquella natureza, he cousa
ii' uliiiin.i, deve ser consumida em muito pun-
co lempo, seqdo o resultado ter de parar em
breve, arruinar-se e perder-se multo trabalho
j feilo : porlanto desejaria que a nobre com-
uiisso dissesse alguma cousa a este respeito
para poder mais tranquillo dar o meu vol ao
artigo.
Sr. presidente, seja-me licito tambein diier
alguma cousa a respeito da emenda do nobre
depulado, qnc manda fazerum acude rm Ca-
ruar. (l) O nobre autor dessaemenda ba--
seou a sua apresenta;o em una deliberacao
anterior desta caa, que se arha consignada
no orfamento vigente e que nao leve execu-
co at o presente, por motivos que me sao
desconhecldos.
Estou disposlo a dar-lhe o meu voto de ap-
provacao, porque se esta asseinbla j reco-
nheceu a necessidade de qne em Caruar c Li-
moeiro houtessem ai mli s. se esta casa j i ina
vez se coinpenetruu da urgente preclso que
iinii.iin os povos daquelles lugares desse re-
cursoque loca de l,io perica exisiencia humana
e ainda dando-se as inesmas rasrs, heclaro,
que deve tambrin subsistir un sin i adisposico,
porqiianto os habitantes de Limoeiro e Carua-
r nao lein culpa de que nao fosae execulada a
disponan da lei ; t nestr caso devia a com-
missao attender a essa necessidade, conservan-
do essa autorisaco que devia continuar no or-
eamento ; cuinprindo-lhe no presente caso de
suppressao, provar e demonstrar que esses po-
vos nao ilnbain necessidade absoluta drsses a-
cuden decretados...
O Sr. .17mu! f CimafcantilAbsoluta nao direi,
masatcerlo ponto, sim.
" Urador : Se riles tem necessidade. quer
seja at certa ponto, quer seja absoluta, eu es-
tou dispostiy* a coucorrrr com o meu voto para
Issu, porque antes preliro que ipjam un pou-
co mais demoradas as ninas, do que o sullri-
inenlo da populacao de duis comarcas em uin
pomo tu essencial, embora se di spendam 6,
i, mi mais ron ios de icis... ( Apoindui.l
O .Si. Joi fidro d as expheaedes pedidas
pelo precedente orador, drclaiando que as
suuimas gastas cmn a casa de ileiei^o devem
ebegar at no liui d > anuo uauceiio a rs.
!>i:267/&0 e tusicma o ai ligo do projecto por
divenas ci nsuii laques que apieseuia.
U Sr. Catutilio : M. presidente, tildo quan-
lo e tem dito sermuilo exacto, mas lainbrm
nao o he menos a necessidade de te construi;
i i ni acudes prlo centro da nossa provincia, e j
o unliir depulado ( oi'r. UapliiU ) em nina das
sesies passadas deiiioustiou exubeai teniente
que era limadas necesidades mais palpitantes,
purque essa falla era uiiia;das causas mais pode-
rosas, e que muilo iniluiaui para a caresta das
carnes. V, pois, V. Exc. que nao pode isso
enirar mais rm duvida ; e, pnis, passarei a
responder aos nobre deputados, que comba-
ii i un a ininlia emenda.
Senhorrs, eu apprllo para os nobres deputa-
dos que san lilhos do mi i.i.i, uu quem tem via-
jado por file, para que me contesten) se os ha-
btenles do seitao, nao Mili gr.nde neressida-
de d'agua, apprllu para lodos ellrs, para que
digan, se istu nao be exacto : Caruar i-si ago-
ra, segundo carias que recebl, na maior ex-
tremidade pela falta absolula d'agua cm que
acha-sc a poi ulac^o, e nao he s agua para os
gados, c;t tambein sem agua para beber, vai
busca-la a una e duas leguas distantes. Quanto a
Limoeiro deve estar passando pelu mesmo lof-
(rimento, por seren duas Ierras igualmente
seccas. s nobres deputados que teem agua au
p da sua porta, nao poden conhecer o que se
sollre por semelliame falta, principalmente
com o mar!) rio de te ir buicar agua to Ion-
ge : dlsse um Sr. deputado, que uo obstante
reconhecer que a falla d'agua he urna necessi-
dade, com ludo nao suppde que ella seja urna
necessidade absoluta ; mas eu Ihe respunderel
tambem, que os habitantes da capital nao II-
nhaiii necessidade absoluta d'agua, mas pro-
curaran! niclhorar pela factura do cncana-
menio das aguas.
O Sr. 1/anol Catn/canil l Fiscram-no sua
cusa.
Oi'r. Calcnho : He verdade, mas os habi-
tantes da capital tem outroirecunos, que nao
tem os do centro, que obrariam do mciino
modo se fossem to favorecidos da fortuna, co-
mo os da capital ; mas aprzar mesmo das dif-
ficuldades comqueelles luto, concorrem em
grande parle para as nulas publicas; e porisso
eu cu leudo, que esla assnnbl a deve ser. para
com illes mais generosa.
Disse mais o nobre deputado, que eu pode-
i i.i miel ccir a iiiinha emenda em outro arti-
go, porque este nao traa de objecios desta ma-
lcra e s de estradas ; mas eu creio que o ar-
tigo nao trata s de estradas, trata de estudos
graphlcos, de casa de deteucao, de hospital,
eic. etc. e por isso me parece que ollreci
bem no peseme artigo, e nao assim em o art.
13, que so traiava de reparos e conservaco de
obras
O nobre depulado diise mals.quc eraa ininha
emenda umainedidaque deiviava a verdadeira
applicaciio que deviam ter as rendas publicas ;
eu lembranl ao nobre depulado, que le bem
que en julgue multo uleis e necesaarias as es-
tradas, todava nao julgo de tanta convenien-
cia, como a que na ininha emenda propronho,
porque tende a salisfazcr urna necessidade
vital.
Senhore, a populaco nao ganha s com as
estradas, e nao be a sua nica necessidade. Os
b.abiautei prximos cidade, lao o que uti-
lisain mais com as obras ebeneficicios feitos ua
capital e suas proximidades, os nutres do cen-
tro tambem ulilisam, mis nao lano, pela dis-
tancia cm que se acham de taes obras e be-
neficios. E, se elles tambem concorrem em
grande parte para satisfasao das necessidadcs
publicas, e augmento de suas rendas, e mesmo
para a lacinia dessas estradas, justo he, que es-
ta asscmbla Ibes concerta tambein se na> lo-
dos os beneficios, que pdem elles desejar, ao
menos aquelles que lhc sao indi peusaveis. A
falta d'agua he o maior sollriiiiciilii que ellos
teem, he mesmo un inartyrio. lie por eonsc-
I mili ii ii mi das suasinais indispensaveis ne-
ressidadea ? Seja-lhes isto ao menos concedi-
do, matemos-lhes a sede.
Sen lini es.eu tenho nnta'do m'. I i'c i a quetud
quanto se pede para os habiantes do serlo,
he com dimeuldade conseguido, ou quasi sem-
pre negad i, aopassoque os habitantes da c.i-
pllale suas proximidades tem ludo, como que
parece, que s estes te::i dircito a gosar e aquel-
les a sofJ'rer privafes.
O Sr. Cailor : Os sertanejos s sao lein-
brados em certas occasies.
OSr. Cafanho: He verdade; mas eu en-
tendo, que isto he bastante injusto, todos tem
igual ilii i- i i o. vislo que todos concorrem para
asneeessidailes publicas, facam-seai i strailas e
satilac.iiii-se as de mais coinmodid idea dos
habitantes da capital e das suas proximidades,
mus soi eoir.ini-sc tainbeniaos pobres habllan-
les do centro, dando-se-lhes ao menos o que
mais nece-s.t un como agoa, a quem lem cede,
a Indo aquellc que della carecer.
Sr. presidente, seis contos de ris he urna
quanlia to diminuta, que a sua falla nao
pode prejudlear a factura das estradas, c por
isso poc.o a esta casa qne vote pela ininha emen
la, que he umhencficio, ou esmola aos pobres
sertanejos, dignos por certo de toda a nussa
considrraco, c nao tenha esta assembla re-
celos de que se diga, que taes acudes o ca-
cimbas, como se dlsse nesla casa no anno
passado, porque prlo contiario a factura dos
acudes pelo cerlo he urna das obras mais
importantes, que se pude conceder aos serta-
nejos
O .Vr. /anofl Cavalcanti combate a emenda
c responde ao precedente orador.
Oi'r. I'an /Jrrelo : Sr. piesidente, pres-
te! toda a atiencao de que sou capaz, ao dis-
curso do nobre deputado, que se assenta da-
quelle lado, e he autor da emenda que existe
sobre a mesa ; mas declaro casa, que apezar
di su nao me pude convencer da vautagem
dessa emenda, ao menos pelu modo porque
est ella concebida : sou lillio do scrto, te-
nho .ni.I..iK. por elle, e sei limito bem das ne-
eessidades quesullieni os iritauejus durante a
secca cntendo iiiesino, que urna das cousas
que deve merecer a alt ncdn particular desta
asa, he a factura deacudei no nosio leruto, he
esta una necessidade que eu considero urgen-
lisima.
O Sr.Calanho: Qando terrinos isso?
O Sr. Pac$ Haireo : Mas una vez que nao
he possiyel mandar fazer acudes em todos os
lugaies, julgn que o inelhor aibitrio a siguii
he racolher com prefriencla aquellei que is-
tao mais sujeilos a secca, e mais sotl'rriii du-
rante i lempo della. Ora, o nobre drputadu
que qur, que se I ic.uu acude- em Caruar e
LiuiOriro, com preferencia ouiras localida-
des, devia provar que cssea lugares su os mais
nrcrsiitados.
O Sr. Catanfio : INo sou eu que quero.
' OSr. Por barrito : Se nao quer retire a
emenda, mas nao fazendo, corre-lhe a obri-
gacao de provar, que esses lugares, mais que
nenhun outroi sao osque mais preeisain de
acudes ; entretanto Ji se disse c inostruii-se na
casa, que Carnaru c Limoeiro mi se acham
nessas circuinstaucias-
O Sr. Ciiafrinfio : Quem o provou ainda ?
O Sr. faei llurrel : -Sao seise estar piovado
para o uobre deputado, que he to dilficil e
exigente cui materias de provas ; entrrlants,
una vez qnc a quesiao versa sobre un facto,
ach.i que o inelhor uirlhor nielo de averigua-
lo lie recorrer as prssoas conhecedojas do lu-
gar e que por elle tenham andailu ; ora, o di/.em essas pessoas .' o que liiforiuam ellas '
que i ai uaru' e Limoeiro nao sao lugares mais
seceos do certo, o menos foi isso que aqui
se di-sc a punco sobre Caruaiu', al ouco di-
ier que he um dos lugares mais fuscos tlu nos-
so seito.
O Sr. Calanho : Basta notar-se para res-
ponder a isso, que Caruar' he lugar de a-
greste.
O Sr. Pan Parren : Ora, tenho visto lu-
gares de agreste com rios, que nunca seccam,
e ii nobre depula-o sabe omito bem, que os
agrestes sofirem menos co.mas seccas.
Sr. presidente, niio me opponho construc
co de acudes no cerlo, estou mesmo dlsposto
a votar por elles, com lano que nao se d pre-
ferencia a neiihuui lugar; deise-se issu au en-
verno, elle que esculla as localidades que
mais sorem no vero, e mande nellas cons-
truir os acudes que julgar convenientes, e que
[o muuii ni as nossas rendas.
Mal disse-se que j existe urna lei, mandaiido
consirnir esles acud s, e, que, portanto, he
iudispensavel que consignemos quota para is-
so. lJeclaro que nao duu muila iiuportaiicia a
esta aigumentafo, pois que, no uieu enten-
der podemos ii.uiiii I" in negar os fundos para
a execuco dessa lei, tirando rila assim vir-
tualmente revogada. A nica considcra;o que
me levarla volar pela emenda c a cunsiguar
os fundos necessariospara a constaanecao dos
acudes de que trata ella, seria e ver (tiovado,
que 11 lugares designados, so os que mais ne-
cessidade tem desse soccorro ; que sao em-
rim os que mais soB'rcm com a Calta d'agua.
Encarregue-se o nobre depulado dessa prova,
e fique certo qne lera o meu fraco apoio.
Sr. presidente, o nobie depui~
sobre esta materia, como que qulz apresentar
fallando
nos dominados de um espirito de iuimisade
contra os sertanejos.
O i'-, finio de Cnmpni : Longe vai a sua
idea.
O Sr. Calanho d um aparte.
O Sr. Pm liflrrrlu: Peco ao nobre deputa-
do que me nao inlcrrompa ; os seus apartes su
quaii di-ciusos, capazes de atrapalhar a uu.
orador consumado, quanto mais a miin, que
neni suu orador, e nem tenho o habito de
fallar cm publico ; prca a palavra e respnda-
me quandufur occasin. O nobre depulado ti
guraudo-uus lulmigos dosserlauejos,disse que
nSS promovemos os n.le esses dos lia nan-
les da capital, ou daquelles, que uioraiu as
suai proximidades, emquanto que o seriao.
que alias eoncorre coin una parte para as ren
das publicas, he sempre abandonado, e es-
quecido.
Sr. presidente, visto que o nobre deputado
nao sr dignou apresentar as provas desta sua
assercao, eu Ihe pedirei que seja mais exem-
plos", quando tiver de tancar accuaacrs des-
ta ordein a um corpu lao respeitavrl cuino lie a
tiMWbla provincial: o que dirao os habitan-
tes do serto, quando sniiherein que u* re-
presenl'Mile da provincia disse nn seio desta
einbla, que ni'is nao eiiiil.iinns dos seus fu-
ternsrs, que sumos dominado! de senliiiientoi
hustis contra riles, que tennis direilos leeiiiao.s
nono* desvelos e solicitudes? De errto que
ho de se qucixar, e com rarao tiesta assein-
bla, e lalrez dimiiiuir a confianes que nrlli
depositam.
Alas, 8r. presidente, he lal a Injuillca dessas
aceusaces, o honrado ineinliio arha-sr lao
baldo de fundamentos para f.ue-las, que 'at
truuxc como prova na nussa parcialidade o
defenilrrmos grande parte da renda publica
coma factura de estartras, sem se lenibrar que
ellas |So fritas piinripalinente no inleresse dos
habitantes do serlo !
O-r. tillando : Ell nao nrgnei que elles tam-
bein inin essavani.coni rilas.
'O Sr. Paes farreto : Bollo para que troii-
xe as estradas Como prova da nossa parcialida-
de em favor daquelles que lialiii un as proxi-
midades da capital, se reconhece que com ellas
ganliam principalmente os habitantes do ser-
lo ? Para que Bill tratou das estradas quando
procurava aprrsentar-nos hostis aos intereses
dos sertanejos ? Mas.se, como confesse o nnbre
depntado, r be nina verdade loconteitavel, os
mais interessailos na ficltira das estrada sao os
habitantes do serian,e se lie com diasque gasta-
mos, litis dinheiio,coinoaeusarnos,deparciars
e mesmo dciiiiniigosdnssertinejos ?As estra-
das sao fritas mais no interesse los habitante!
do serian do que dos das proximidades da ci-
dade, porquailto sao ella* que, diiiiinuiuilo as
grandes distancias que os separa da capital,
proporcionan-llics os nieios de tiansporiarein
os lena productos, e de Irne-loi ao mercado
sem grandes dispnulios, e mis iiioslr.indo-nos
snllirilos na cnnslruccn dellas, bem longe dr
esqnecer-nol das neceilldadei dos habitantes
do Interior, damos urna prora Irrefnsavel da
nossa lollicltude pelo sru bem eslar, do nosso
lesvclo em promover os seus interesses, como
ilis he nono dever ( Apoiadot. )
O Sr. Pinto de Campos: -- Os sertanejos fazein
a devida juslica a asseinlilra.
OSr. PaM airelii: Nlo se diga, pois, que
nos descuidamos rjeiiei habilaiiles da provin-
cia,e que noi esqiirrrmos dos seus interesses,
poli qne giande parle das nossas rendas he
gasta com elles nu sendo entretanto e lies os
que mas concorrem para as rendas publica! :
exainiicin-sc oa balanf os, e delle se ver que
os iinposlos que mais renirin, sao os que pe-
samsobre os habitantes-da cidade. Deyo ainda
di/er ao nobie depulado, que por maior que
seja o leuloteresie pclobeindoi habitantis
do Interior, nunca ha de elle exceder aoqur
eti, e os mais ninnbros desta casa lein ; ( apoa-
dus ) poi tanto ludo quantodi>se o nobre depu-
tado sao Iniinuacei, quedece. to sei5o tonia-
dus do lemldoque rilas nieteoem: os babl-
tantei dtenlo, teeiu muito bom sensoc sao
milito rasnav is para nao vcreui, que se por
veniuia nao lazeinoi mais rm >eu favur, he
puique nao podrnius. ( Aiioiado )
O .Sr. Caanlo: Bu din i pnuco, Sr pre-
sidente porque ji vejo, que qu.ili|urr cousa,
que eu polla dizer nrsla casa b Jr Icvaotn
a mrsina celruiual a desrivir [iara motivo
de discursos iguaes ao que o nobre depula-
do acaba de proferir, O nobre deputado diiir
que cu apresentra a ca-a como ininiga ilo-
sertainjos, cu nao disse tal cousa, cu u/.ei ai
das expiessoes que nolava que se nao alleu-
drsse a os pedidos dr uicrssidades dos scita-
nejos senau com dilliciildade ou negativas,
que bavia srinprc dilliruldadr nessas con-
cessoes, como succedru com o aende.s e
tem euccedido lempre quoic prope ilguma
cousa acerca do sirio di/er isto, nao he dizer
que sao ininiigos dus sertanejos, logo u nubre
deputado riiiprrstuu-inc expresaei qui-
nao san as inhibas Ucpuis dissu, para
que o nobre deputado irazer a casa srnie-
lliaute aigiimenlaco ? por ventura o diier-sr
que sr loma pouco inlriesse, e pres-
ta-ie punca atleniu as pielcncuos de aigiiin
individuo, he cousidenir-sc logo ininiigu ilis-
sc indivipuu aquelles, que assj)iu obiam. Pare-
ce-me que uo, alienas se pollera dizrr, que
quero dispertar na casa alguma benevolencia
para ooin osserlanrjus principalmente naqurl-
las mu.a-, em que Ibes assisie toda a juslica.
Eu nao quero Sr. picsidcnlc, levara ques-
tu para esse terreno, para que o nobre de-
l'iu.i'lo a <|iier cunduzir: nos lllainos diautr
du paii, turtos nos suinusconhecidos, e jior li-
so ili'ivn ni-' parte ao palz que nos avalle,
por tanto n.da mais direi a rrspcilo.
Quanto porem necessidade dus acudes, di-
rei que nao lu cu que propuz essa lei, qui
inandou construir esses acudes, nao me po-
de caber por consequencia a censura, que
por esse laclo, quer lazer outro nobre depu-
tado, censura inteirainenle injusta porque to-
dos nesta casa tem o dircito de propor o que
Ihe parecer justo, e nos devenios rrspcilar is
Oplnloei alhciai tanto quanto queremos, que
sejaui as nossas rrspeitadas; e a argumenla-
elo deque o nobre deputado se servio para
diier, que essa ucccs'siaade nao est prova-
da por que apenas leve a uiaiona deum voto,
para mini nada val, porque he applicavel a todos
os casus rru nao sri mesmo o que quer di-
zer necessidade pruvad pur inaioria de um
voto, ou dr inuitos ; c por essa sua argumen-
l.ico devr-se acabar coin ludas as leis, que li-
vciciii passado por inaioria de um voto.
Senbor presideule, eu nu me acbava na ca-
sa quando essa lei passuu, lugo nao foi por
miaa predllecfiocomo ouvi dijera algurm
que eu agora pugno pela execuco deumalei,
que esta nicsma casa votou.
Senhor presidente quanto fresquido de
Caruaiu, repito o que j disse que he um lu-
gar de Calinga, em que em lempo como o pre-
sente at us gadus s bebein lama uas cacim-
bas, que u puvo faz, quando seca o rio preci-
sando mesmo crcalas para au furmareni ato-
Iriros, e pur isso repito outra vez, que nessa
parle cita o nobre depulado completamente
engaado. Nada mais direi, e a casa votar
como Ihe parecer mais justo.
O Sr. Correa de Brillo: Sr. presidente, con-
fio tanto no bom seusu dus huUitaucs de t-a-
ruar e Limoeiro ; estou to persuadido de
que, prudentei como su, elles nao tero a-
mrnlr em conta de srus veriladelros amigos a-
qlidies que aqu propietn,einfavor dos lugares
que elles habitam, medidas parciaei, e al
certo pinto inexequiveis. que, sem o mni-
mo recelo de ineorrer em sen desagrado ou des
fltelo, declaro, alto e bom som, que hei de
volar contra a emenda do nobre deputado que
se assenta daquelle lado. (O Sr. Catanlf.)
O Sr, i.atanno : Nao me ofl'e nno com isso.
O A'r. Curri!.i deBrilfa : Nem permita Dos
queeuolVenda ao honrado menibro : se sup-
potesse que de minlias palavrai sortiria una
ollensa ao Ilustre depulado, deiiaria de fallar.
Sr. t'al'whn: Eiilao lem medo ?
O Si. Coma de llrio. Meti nao; porrfue,
gr-cas a Deus, nu tenho inerto dr ninguem :
attenco, con-iileraco, aim ; lauto niaiaquaii-
lo, piocedendo assim, pago Ulna ilivida em
que estou para rom o Ilustrado iiirmbro, que
lem sido mu delicado |iara couimigo. *
Sr. Calanho: Estou certo da valenta do
nobre deputado.
0 Sr. Corra dr Brillo: Nao lio valenta qun
se trata, nem be este o lugar em que se ella dr-
ve "sie.ii.ii : vamos, pois. a questo
Sr. presidente, pur mais que o uobre depu-
rado se esforc.nu pur demonstrar que nao dei-
xra cahir na casa expressoes que involvcm
censura, e censura gravissima inaioria desta
aiieiubla, nao pode conseguir o sru flu: dea-
Mi expressoes, que elle agora quer dar di-
verso seutidu.collige-se mui naluralu.eiilr que,
em leu entender, a casa moslrar-se-ha domi-
rada por sciilimenlos desfavoravris aos habi-
tantes de Limoeiro e Caruar, se porveniuia
leixar deap[iruvar a emenda contra aqual es-
tou resulvidu a vular ; I tanto lie assim, que o
Ilustrado iiiciiibio que se assenta desle lado,
(o Sr. Caslvr) aprcssando-si' a apolar a niela,
do uobre deputado, dlne-lhe, em aparte, que
os habtame! do lertao a erkm lembiadoi ein
certas puca, e o nubre deputado acolheueise:
aparte coin prater.
Entretanto, Sr. presidente, quando nao ha
fados, c factos mui brn averiguados, que au-
lorisein lemelhautei expressoes, usar dellas he,
eui verdade, arriscar multo, he mesmo querer
oniplicar a sluaao, c ceicar-uos de riscog
anda maioies do que aquelles que actualmen-
te nos circiiiiidaiii.
Sabe a rasa e sabe loria agente, que todo
nos irinus grande amor a trra em que nasce-
moa. e que, de ordinario, votamos iudiller.-u-
ca ionio odio, aquelles que, mui de proposito,
deiiam de proporcionar-lhe os benelicio que
suppumo-la couidiieito ....
U Sr. Ouluii/iii: E d'ahi.'
OSr. Correa de lindo: -E d'ahi? A incon-
venientes mu graves poderemusdar causa, se,
revestidos du carcter de representantes da pro-
vincia, menos prudeuiemente delxtrroui esca-
par piuposicucs que Irinlaiii a laier creraoi ha-
bitantes du serijo, que,como legisladores, nos
esqu.ccuios de sua surte ao |iunlo de negar-
mo-nos adopflo de medidas que devein de
aproveiUr-lliei, estando convencidos da ellica-
cia deltas; visto cuino es-a crcuca pode ser mo-
tivo para que ipparecam rivalidades, iuliiiia-
drs iiirsiuu, e riuliin iccnai mui perlgoias e
desagradavris ; laulu uiaii quanto ah esta a
historia para provar-nos qur, no mais de una
occasiao, lew isto acontecido. A judies, por
exemplo, que gurrreavam a poltica de Lus
XVI, acharan! uieuoi difliculdadr rm derrta-
la depoll que cuiiveneeiaiii os Fiaucezc! de
que essa poltica quera que Paris fosse, por si
so, a Franca. (Apuiuifoi.)
fin Sr. e/iului/o : Nao se assuste tanto o
nobre diputado: us nOUOl sertanejos alo mili-
to duccis.
Sr. Cornil ile Brillo: Reeonheconos a
docilldade, icnlo lambem o bom senso de nos-
sos sertanejos; mas quwera evitar que (lian
suas cxcrlleuies qualidades fossem postas por
lautas vetes em prova; quizera que se nao des-
se a entender que se abusa dessa docilidadc,--
desse buiu seuso.
Ehe ioelle, srnhores, o perigo que ardente-
mente drsrjo irniovrr, e nao o da mingoa da
VOtaflo que |ioi ventura polla caber-menos
Collegiol do serto, coin a qual parete-ine quo
o nobre depulado me ameacou. Trnhu-o dito
em mais dr uniauccasio, e agora o repito: es-
tou aqui srm que tivesse rmpregad um s do
meus estoicos pessuaes : o lugar de inenibro
ila llieiublca legislativa provincial de Pe inin-
biien he muito honrlo, mas he mullo espi-
iihoso.
1 ni ir. Hrpularfo: E poucrl provriloso.
Sr. Coi rru ite /tritio -- Nu direi tanto:
quem quer que, havendo tido a honra de obler
um asscnto nesta casa, tiver a ventura Je con-
correr cout o sen voto paia que sr proporcione
beneficios reaes A sua provincia, lar bom ser-
vico sua patria ; e, pois, lera aproveiladu mul-
lo. (poiado.)
Sr. presidente, mui acertadamente disse o
nobre depulado que se assenta >m frente de
iiiim, que nao eslava provadaa nrcrisidide ab-
soluta de fazer-se quanto antes um ayude em
Limoeiro e outro rm Caruar ; porqiianln alu-
da se nao provou que esses lugares sullrcm
mais talla d'agua tlu que os denials du interior.
OSr. (.alando : -- Estes j provaram a nerrs-
sidailr que tinliam de a. udcs ; os outros nem
ao menos os pcdiiaui
O Sr. orra de Orillo: Qu'hc dessa prova
que se refere o nobre drputado? Nao sabe o
(ilustrado meillbro que foi, ein ennseqnein i.i
de um projecto, que, se me nao engao, nao
leve por base representaco das municipalida-
des de Limoeiro Carnaru, nem to pouco do
habitantes desses lugares, que a casa resolveu
se mandasse construir os acudes deque trata
a sua emenda ? Sabe-c; porque jeramein-
bio desta assenibla, quando ella, em o anno
prximo lindo, loiiiou scnclluntc rcsoluco.
Demonstrada dcst'arte a ausencia dessa pro-
vaquc com lauta si|;urania se soecurrruo no-
bre dcpiila>lo, pe o,m i elle que Iheeu observe
que nao est perfrilamcnle icconhecido que
Caruar c Limoeiro devein de ter acudes de
preferencia aquaesquer mili os lugares do in-
terlor, prlo simples tacto de baver urna le que
manda cunslrui-los. Essa le, como o nobre
depulado uo pode ignorar, passou pela lim-
pies inaioria de dous votos, e estes pdeui ler
sido substituidos por outros cujo resultado ie-
j i inteiraiiicuic contrario ao que ellea produ-
iraiu e esta bvpolhese he lauto mais admls-
sivel quanto be certo que a casa acaba de ouvir
diteraum de seus nobres membros, que tem
bastante couliecnueulo de uossos ?ei toe-, (oi'r.
Castor) que i iiiquc lein mais necesaiil.ide dr
acude do que Limoeiro e Caruar.
OSr, Calanho: Entio nao devein de ter.
1


-- ini m i
w-
-ana*
- 5-
A
2'
peso algum todas as lela que passarein pela
maioria de dous voto.
O Sr. t'.orri'a de frillo: Nao he isto o que
se lleve de dcdiizirde mirrias palavras : o que
u quero dizer lie que, ein materias to con-
trovertida! como essa deque ora nosocctipa-
nios, a uiaiorla de dous votos he, por assim d-
ner, fluctuante, c dentro cm brete pode desip-
parecer.
Demais, essa lei, que o nobre deputado apre-
sen!* como invencivcl achilln, passou com la-
3ii.-in1i.-i precipltacao, que seu nico artigo est
redigido de nodo a nao poder ser exceulado.
Eu vnu lc-lo, para nue a casa decida, se tenlio,
ou nao, raso. (/>'.)
Artigo nico. O presidente da provincia fi-
es autorisado, prreedendo a competente plan-
ta eoremnento. a mandar construir dous acudes,
m M villa do Limoeiro, e oulro na de Cartaru' e
m oulro lugare ondejulgar conveniente ; podendn
/miar em cada um driles at a quantia de re coti-
los de rri',.
Desortc que, Sr. presidente, a ser liiteral-
mente interpretado este artigo, o governo ha-
Via de mandar construir um acud em Limoeiro,
oulro em Camaru'erm torfot os mais tugara un
ele houvetsc [alta d'agoa, despendendo nesl acu-
de monttro, que devia de nproveltar a iiiiiim-
lngares, embora estivessem em inmensa dis-
tancia uns dos outrol, a quantia de fr.s cunto
fe r 'lem de nao ser pnssivel faier esse acude g-
j unte, a quota que lite destinaran! he mili iil'c-
riur iis despezas que eiie demandarla. (Ritndai.)
Demais, a querer apadriuhar-se coln essa lei,
que fol publicada a 13 c.c malo de iS.O, e por
conseguidle vigora ha quasi uin anuo, o nobre
deputado ln de conceder-ine : ou que a ucees
aidade de semelhantes acudes nao be tan palpi-
tante como elle nos quer l'azor crer ; ou que
o governo da provincia se ten deleitado do
-ilinpiincnln de um de seus ni ais importantes
deveres, qual o de pro*er a urna da. priinrras
jiccess.dados da vida dos povns de l.imueiro e
Cmaro, estando para isso competentemente
nutorisado; ou, finalmente, que esses povos
se rsquecem de si inesmos a ponto tal, que, sa-
liendo que existe urna lei que nianilaclar-li.es
nqnelle dos elementos da vida, de que elles
st'ntem falla absoluta, anda tenia lemhrarain
le pedir, o pedir com a instancia de qucni sol-
lie sede, a exeeociio de leinelbanie le.
O Sr. t al nnlio A cmara de t.'mtiar j re-
presentou a respeilo an governo (la provincia.
O Sr. Corro de Brillo: -- K, isto niio obstan-
te, a le anda uSo fol executada na parte em
rae posea aproveltar quellc municipio? En-
l.io o governo da provincia se delelxou do cun-
jm imenio de um de seus mala importantes dc-
vere, ou est corto de quen'ui ha necessidade
le um acude alli,
O Sr. Cntnn/io: O govemo pretextan que
' Sao tinha engenheirns.
O-Sf. Correa de Indo : Pretextan r!... En-
tilo o governo da provinca prncurou Iludir
munii ipalidade de Caniar; porque, cuino o
jiolire deputado sabe, prilala he molirn ttip-
jiiulo, dcsiulpa fundada un mol.ro especiosos, dis-
forc, capa. (Rifadas.)
08r.t.atanho: Ora, o nobre deputado quer
argumentar com palavras.
O Sr. Corren dr Krilto: Oh! E Com que
quer o nobre deputado que eu argumente?
Com gestos e aecenoa? Estamos poivcntura
cm iimi attembla de mudos? (Risadas.
A cousei|uencia a dtdu/.ir das palavras do
?obre deputado he que o governo nao tem
querido executar essa lei, nao obstante estar
fila em vigor ha niaisdc lOuiezet, nao obs-
tante estar rcconhecido que ella conten mu
lioas disposicors : mas cu. que devo crer que o
governo mullo se inters sa pelo bem-estar
los povos, supponiio que, leudo elle sabido,
poi Intermedio de seus agen es, que a necessi-
dade dos taes acudes nao be tau palpitante co-
mo o nobre dcpuiado nos quer fa/er acreditar
tem-se demorado na execiiriis da lei na espe-
rance de que, nielhor orientada, esta assem-
bla se resolva a rcvoga-la.
Entretanto, se o nobre deputado niio quer
aceitar esta niliiha oppini.o. e prefere encarar
a quesillo pelu lado dospi'r/e.riiJ, l se aveuha
com o governo.
Parcce-tnc ter dito bastante para provar que,
volando contra a emenda do nobre deputado,
nao dou inoslras de m vontiile ao huurado
jnembro, nein lao pouco aos habitantes de Ca-
niar e Limoeiro.
(J Sr. Cator : Sr. presidente, eu ped a pa-
lavra para justificar uin aparte que dei qnando
se discutia a emenda que mandava construir
ncudcs cm Caruaru c Luiioelro; a paite que lui
interpretado pelo nobre deputado que me pre-
ceden, de inaneira nao correspondente a iiiinha
intenefio, poli est bem longe de niitn acarre
lar odiosidades a esla assembla. cuja dedica-
$5o aos inleresses pblicos muito respeilo,
inoriiicnlesc se allende que ella na sesso do
mino passado de muito boa Tontada decretou
lindos para as facturas de ayudes nos releri-
los lugares. Ja que fui obrigado a dar a rasu
do nien aparte, approveito o enselode declarar
a mlnba opiniao acerca da materia : enlciidon-
provincia, nue mal se rcseniem ii-i i iii.i i i-
goa, como bem a povoaran de Bulquc, cujol
Debitante! durante o verti loQ'rem gravissi-
mas pi varos por falta .lesle remedio ; por-
tanto, son de opiuio que esla assembla vite
nuvns fundot para factura de tfudes auloii-
Haudo ao nobre administrador da provincia,
que providente como he, fai construMos nos
lugares ie ii. convenientes, e ueste sentido le
nho a hou.'a do submetter aconildeiaco tuna
emenda.
0 A"r. Guilla de Mello ; Sr. presidente,
na sessSo do annti passado roDCorri cmn o
meu fisco voto, nio s para que fosse fait
a lei n. 256, que antonsou o governo a man-
dar consiruir os dous acudes de Garuar e
Limoeiro, como iHinlieiii pnraquona le do
crsmenlo vigente se eonsignassem-oa fun
dosneressatiospara a execurjSo tessa lei;
portanto, par nao ser contradictorio Conl-
mlgo un smu, he juslameole na occstiBo em
que solista de simia facer eil'eeilva essn
lei que eu me atlio conveiiientenieiilo obri-
jtado n ijodar ao meu amigo Ueste lado, que
cilTereceu Honicanientu a emenda que esla
ni -.'isr-lissu, Volando futidos [lata aquel
Jrifim.
A assenilili1 por um irlo legislativo ji
reconlnreu a ulilidade dos dous -sgues
que esi/lo eui queslfio, j os ni.......> iszer,
i' .'iiiii.i iiinguiiii n.o ilespersuadio da con-
veniriiria da lei n. 2>G, que, louge de ser
i-otilo iii/i-ni os noliies depv.lados, exclusi-
va para dous loguies, he extensiva u todos
aqnelles em que o governo reconhoeer a
mesilla necessidade, que a assembla ja ro-
iv. n 11 i-re o uestes dous.
Eu concedo, Sr. presidente, quo oulros
lugares hajan na provincia tnais necessila-
los do quo Caruatt'i e Limoeiro mas hees-
ta una quesLlo que uo deve ser por ora
apreciada ; por ora trata-se du votar ere Ji-
lo para a despe/a dos dous acudes, para a
execucSo de una le, embora, como so diz,
tenlia ella sido vencida por una pequea
maioria ; isto n5o Um nega a torca de uulra
quslquerlei.
liu, Sr. presdeme, quan Jo Unlio do vo-
tar sobro negnos do interior da provincia,
alien ni M'inu o as iiiliiiiiiarijes que pussu
adiar na casa ou fra della, c elfectivamen-
te fui, creio que minio bol) inloi majo so-
bro c$te objeclo na sessao do anuo pasa.
do, e no lenho escrpulo por esse voto com
qie concn'ri. Mas o que he fra de toda s
rasflo lio prontultfar-so oma lei, e negarem-
S8 os meios para a suatlxccticSo.
Senhnres, sejamos francos : ou a lei lie
til, necessaria, ou iie intil; e pois, ou
votemos fundos para olla cliegarao seu fi n,
ou proionha-se a sua revogacilo sa he inu
til, S'ja rovogada : shIi do numero daquel
las que ntrete1 o espirito publico, e illu-
dem a cspe'antja da popultijBo.
Eisa tninha opiniilo, e 'lo accordo enm
ella voto l ela ornen la que fol man la.la pelo
met nolire collega dent'lado.
0 Sr. Gilirana : Sr. presidente, sendo eu
o autor do projecto, pie fui convertido na
lei n 2Sb\ nao posto, vista do que tem 0C-
corrldo, delxar de tomar parte na diSCUSMa
un un i o anno passado apresentei a Idela
de mandar-so l'azer dous acudes, uin em Ca-
rnar, oulro em Limoeiro, nao tive cm vis-
tas seno o bem publico, pola todos sabem.
que esses dous lugares selWeni em cortos
lempos grandes privaroes d'agua. Nao obs-
tante isto, appareceram na casa em todas as
diseussaes, pelas quaes passou o projecto que
conlinha a mlnha Meta, renhidos debates.
Todava a idela foi adoptada com tuna emen-
da do nobre deputado, que se assenta d'aquel-
lelado(oa'r. \uguito ), fuenilo extensiva esta
providencia aquellos lugares quo a presiden.
eiahilaasse conveuienlo. Adoptada a minh.i
Idela, o convertida em lei, deitou desde enliio
de ser inhiba, e passou a ser da essa, que a
convtrlcii em sua pelos transmites legaes.
Como, poli, di/.er-se que una tal ideia passou
desapercebida? Se o nobre deputado, que
til alio iiiou. recorresse aos jomaos da casa,
ou mesmo sua memoria, se convencera do
contrario. Aoude est a incoherencia di lei,
com que o nobre deputado qutt provar que
ella tinha passado desapercebida? Eu nao
vejn-( U |.
A lei mandando f.zcr dous acudes, um em
Limoeiro, e oulro em Carnal, e deixando ao
arbitrio do presidente mandar fazer acudes,
onde julgasso conveniente, nao fez mal do
que loeonheeor que Limoeiro c Cariiai ti-
nii un necessidade de acudes, e remediar essa
niorrer de sede | e psra obviar ette mal de
fiads seivem as acudei. Eu nSo quero Insis-
tir nisto ; porque a queslao fallar a verdade
nao merece a pena; o meu lioi foi explicar o
apirte que dei. e que o nobre deputado pare-
cen e\tr inli o tanto, como se eu tivesse profe-
rido alguuia novidade. ,
Vai a mesa e he apoiada a seguinta emenda
Approvada a emeinla do Sr. Castor, aug-
mente-se a consignac.^o com mais seis con-
tos do ri.=Pie Nrrela.
Encerrada a discuso be o artigo approva-
do com iis emendas do Srs. Castor e Paos llar-
reto, tendo sido retirada a do Sr. Catanho.
Entra em discusso o art. 15.
Art. i5. Com as deenrarlet e sub-
sidio para as representaces do the-
atro de Santa-Isabel; ficando aboli-
do o lugar de administrador. 15:000/000
Vai meta e be apoiada a soguinte emenda.
Aoart. 15.=--
n Em lugar das palavras--ficando abolido
ete -. digise- e ordenado do adinlolstrador,
creado pelo art. 3. da lei n "60. e peste sen-
tido aiigmente.se o quanlltativo. Selle, Mello
Rrgn, Auouifo rf> lllioeira
Depois de algumas relloxOes os Srs. los
Pedro, Correa de llritto Mello Reg e Gue-
des de Helio, sendo o primelro e ultimo Srs.
contrs a emenda, o segundo e terceiro a favor.
Enccrra-se a discusso, e submetlido o arti-
go a votacao, be approvado com a emenda a
elle ollereclda.
O Sr. Prnidfnts nomeou para membro da
commissn de redaco, cm lugar do Sr. Me-
nezes. que deixa de ter assento na casa ao Sr.
Paes llarreto, e desigui a ordem do dia e levan-
ta asesso. Kram i horas da larde.
ITPRIOR.
COlirlESIWlDBNCIA l>< IHAHI DE l'EK-
NMBUCO.
Rio, 26 di marco.
Nenhuuia noticia me hepermittido dar-vot
quinto aos altas mies-.es do imperio.
. esoasset de novas de ll'ienos-Ayrcs ou an-
tes de Palerino, porque sem errar parece-me
poder des le j circumscrcver os poderes de
llosas, cliaiuando-o em vez de governador de
necessidade; o deixar ao presidente a facul- Biienos-Ayres. governador de Palermo. aos-
.>..,..hu- w ,________ _- ,U., ,|aa,a. l.tnarPC ..... i' U'
dille de remediar a necessidade dos de mal
lugares. Urpois, Sr presidente, que nos im-
porta que esse projecto, que foi convertido
em lei e que abi angla a ni nha ideia, passasse
por um ou don votos? nu indis projecto
nesla casa attiui nao passam :
R dcixam porventura de ser leis, sendo san-
0 nobre deputado
cassc de novas, digo, destes lugares onde se
acham os mais caros inleresses de todos os po-
vos livres, uiinigos da oppreasao, uicobriginii
a nada di/.er a esse rctpeitn ; entretanto, an-
cioso espero o desfecho dessa miseravel tyran-
nia do Prata, anhelante aguardo a occaslao de
s.odiar nossos irmaos daquella parle da Ame-
rica pela cessaco de seus tormentos, pela li-
cionados Creio que nao. O nobre deputado rica pela crssacao ac seus ariu.uw., p.. ..-
sabe quo todas as decisoes nos corpos col lee- beniade depois de tantos solTriinenlos adque-
tivos silo tomadas por maioria, sem que hajajrlda. .... j,
atencSo ao numero de vnlns, deque se com- llecommendo-vos a lcitiirade urna carta dl-
poe essa maioria. Ora, sendo assim, he i,,-'rgida a Oribe por um defensor da praca de
questionsvel << a lei n t be urna verda- Montevideo. Para os incrdulos, que anda
leira lei, pois que loi frita legalmenlc o se suppunhan alguina honestidade no proceder
acha sancionada: portanto forcoso he, u,a do pro-consuldc llosas.a sua le.tura sera muito
vez que nao queremos ser lachados de Incoo- proveilosa. o." el la clara e exhuberantenicnle Se
semientes, marcar nova quota para a factura demonstra que com a entrada de Oribe no ler-
dos acudes de que ella trata, purquautu o "lorio oriental desappareceu a prosperidade
anno linanceiro actual est a acabar, e nao do paiz ; que a populac-o curvada sob o peso
Tui anda possivel. por falta de cngcnlieims. de numerosos imposto, bngade. a laier par-
Ijzer-se laet acudes. Se o nobre deputado, [le de un exercilo que oppiimia sua patria ,
oue impugna a emenda, que consegna nuva- abandoiiou os feriis campos anude at cnlao
mente noU para estes acudes, ada que a pacIHoa e laborio.ameutc bavia_ vivido : que
lei oue os decreto i nao he boa, proponlia a Oribe, fiel seo plano de Invasao brutal, tor-
ua revogaro pelos moios legaes, aprsenle nou-se e seus chefes militare o nico proprie-
as rasdes que inra isso tem, que a casa Ihe tario oriental.
fu a devida justica: entreunto pcrmiita-me I Oribe tem rralisado na America o principio
tario oiicnlal.
Oribe tem rralisado na America
|e lli'c diglJiie\eVr,"assi'ii "coir. cu.'votar'communlsta do Proudhon : A propriedade
na emenda que se acha sobre a mesa, a be um roubo.
Anida nao parti para o Rio da Prata a esqua-
dra cujo eliminando foi confiado ao chefe de
esquadr.i Greulell S. Exc. acba-se doente, nao
pela emeinla q
qual nao fiz mais do que., consignar quota
para a factura de acudes ja decrolados.
Vai i mesa c he apoiada a seguinte emen-
da :
i'om a consti-ucfo de dous acudes, autori-
sado o presidente da provindia a mandar l'i-
ie-los nos lugares onde julgar que sao mais
necessarlos, :0.0UO ris.CaWor
Or. Pinto de Campos: Sr, presidenta, de-
pois do mu lo que so tem fallado sobre a ques-
illo, parece qua nada mais se pido dizer que
nao soja em rcpilicao; mas tralaudo-sc de
negocios do cerlo islo he. de dir de beber
quein tem sede, nao poiso fiirtar-nie ao tra-
baihu de.acrescenter algumas reflexOes a res-
peilo.
Senliores, que be de iiigeiitissiuia necessi-
dade crearriu-se depsitos d'agua pelos nos-
sos seitoes, onde a falta desse piimeiro ali-
mento acarrhla males Incalculsyeis, creio que
Ihe ir mdi por isso sido possivel seguir, mas em
breve restabelecido ir collocar-se em sen
posio de honra, prouipto acumprir as ordens
do governo de sen paiz.
Esperase o lente coronel Rogo Barros por
todo o uicz de abril. Uizem haver engajado
parte dos rstrangeirDs que deveui servir no
exercilo das fronleiras.
Chamo a vussa atlenco para nin artigo Dai-
ly A'ti'u publicado no Jornal de de 22.
He becessario que nao passe desapercebido
o juiso de um joroallsu iuglrz quando falla
dos eicesso prticados em nossos mares pelo
cruzeiro da Inglaterra .
F.illei-vos na ininha ultima carta da queslao
dos canillerios, dlzendu que a pupulaco d-
Caluuiliy se achava disposta a oppor-se pacili
ningucm deixa. de sentir c recoiil.ecer (ap,,i,t-1 CBUieute n crca;ao de un cemilerio geral na-
./o,); quaes sejam. porm, os pontos da pro-i""."IrfO. Assiu, aconlecou e parece-me
vineia que mais reclamen rase remedio, snp-' decidido o negocio. Oceni.lerio nao flcara em
ponho que siiminte a presidencia o poder .-aiuiubj. ...
avahar loni seg ranea provello c por lasos A.otjipobla dos paquetes bnlannicos.que-
sou de opiniao que fique ao seu nrbitrio
designar os lugares em que se devein cons-
truir acudo, e at pufos arUsianoi, se possivel
fosse ( ii<'/.n )
ti'Sr. hijuiar Pndi-u mandar Luica-los (ri-
sadas).
(i Sr. Pinto de Campos: V. quem dora que
apparecetse alguna que disso se enearregas-
se I A deficiencia d'agua he a origem do
multas calamidades pelos nossns seniles, c
as teccas nao sorio lao dolorosas c lerriveis,
rendo fjcililar o transporte das pesoas encar-
regadas pelo governo uionstro, reduzio dou torcos de seu valor as
passageus de ida evolta, com a clasula porm
de nao exceaer o numero dessas pessoas 25
em cada piquete, de nao parlirem depois do
paquete de julhoe de nao regressarem depois
do da it de nuvembio p-oiimo.
dem, :tl de marco.
Seguiram |iara o sul com destino ao Para-
guay, dous dos nosso otliciacs d'artilharia:
eeeas nao seriao lao dolorosas e lerriveis, e^j. .a ... ...i........
. ., ralta ile pasto nao eslivesse sempre unida f?"''.'" caP,,ai' "no v-arreiro e o lente
alalia d'agua I Cabina, ambos do pruueiro batalbao. Abah-
u Sr, BarAo di Sua.iiin:- He urna verdade. I a,los oHicleee da armaa que pertencein, rele-
das, Sr presidente, una vez que as nossas I vali",s 'ervicos vuo prestar no exercilo do Pa-
circumstancas linanceiras nos nao pe niiiioiii. raguay.
fazer ludo quanlo desojamos e he reclamado I u capilao de fragata Joao Henr.que de
polos inleresses olais vitaos da provincia, jul- Carvalho e Mello esta noiiieado
go que pelo menos devenios fazer todo o esfor- da..'.r^n'.'"." 0,'''^''' cal'ilaD
co para
coinmandante
aneado chefe de
esquadra Grenfell
.o .un tiradas 120 praca do primelro ba-
levaruios ellectividade o que for
absolutamente indispensavcl ; assim como
creio que se nao devem encolar inelliorainen- talhao de luiileiros para a guarnicao da crve-
los que nao podero ser de prumpto realisa- Ia "; J<""""/u e da fragata a vapor Mfunto.
dos; nada dedislrahir capliacs sem immedia- Lc-se uo Jornal de 27.
lo proveito fiipoiai/o ); faca-te o que se pode. I Cousta-nos que o governo oceupa-sc rnul-
vislo (iiie nao he possivel fazer ludo que he l0 seriamente da navegaco por vapor do rio
uecessarlo, porque isso he d'uma esphera lili Amazonas. Assegurase-nos que vai organi-
mitada; o a sua execuco est cima das sar-se nesta capital urna companhia em grande
nossas forcas .' opnml). escala para o mencionado fun..
Uto posto, Sr. presidente, voto pela einen- DU-e que o Ur. Eduardo OlyrapioMacha-
da ollereclda pelo meu Ilustre collega, o Sr. do vai presidir a provincia do Maranho.
Caslor, que tende a deixar ao crile.io do go- l'alleceu no dia 21 o barao de MonteSan-
verno provincial o mandar construir os acu- ,0> presidente do senado desde 1847. S. Exc.
des no lugares que mais convier aos iitcres- repieseiitava no senado a provincia de Piauhy
ses pblicos. I Noticia de Minas do como exacto o des-
0 Sr. Manoel Cavalcanli: Ainda insiste em cobrimenio de terrenos diamantinos entre o
suas opiiiAes. Patrocinio c a mata que borda as margen do
O Sr. baplisla : --Publicaremos em oulro nu-.rio, "agagem.
,,.,-,, So no interior da matta apparecem alguns ro-
O Sr. loe llarrrffti-Senhor presidente, pe-' chedos solados, sendo o terreno muito pouco
di a palavra para leiubrar casa, que pela for- pedregoso e a ierra da mala muito frtil. Sob
na por que est concebida a emenda que se '"a l,'T> acha-se acamada de cascalbo dla-
acna na mesa, cnlendc-se que da verba das mantiiiu ; em alguns lugare esla ella quasi na
obras publicas devem sabir os li cOulus de rls superficie. .
que ella designa para o acudes, entretanto O rio Uagascm dlzcui ser diamautino na ex-
ilie parece mais conveniente augmeiitar-se a le"sio de una legoa.
cons,gnuco do ai ligo, liiiidequeuosoilram t,l<" noticia que dou sao extractadas de
as mus obras. una caria particular de Minas, publicada no
Agora V, Ble. me permitir, que eu aven-
ture algumas palavras respeilo do qne disse
o nobre deputado, que acaba de sentar-se.
miuimIi elle armava que os acudes eram u-
111a necessidade para se viver, eu disse em a-
parte, que em Pernaiiibuco nao me conslava
que se tivesse mor do de sede ; c com ell'eito
nao 1110 consta que nos nossos cenos a falta d'a
goa lenhacbegodoao ponto dela/.er coiuquea-
pupolacao deses lugares morra: o laclo, que
lomatdo Commcrcio. Com a sua integra tereis
mais cm um.taimadas noticiasdesa Lalifornia
UrasUeira.
Acabo de ler urna correspondencia do lUor-
ning C/ironie/e Diz o que aetereve: no es-
tado em que se acham as relaces do Brasil
com a repblica argentina s um recurso Ihe
resta, odas armas. Vejamos se lem raso o
que assim pensa.
O Brasil caniinl.ando sempre ao encontr da
obr deputado ciu acornenlo em pagar eivilisajo, buscando relaces com os pnvos
2 ou a anuos, nao foi referido com toda a c- ; seus conterrneo, procurou em primen u lu-
xaclido ; be ceno que a pupulaco desse lu- gar eslabelecer r. lacoes iutimas com a repu-
un -iili eu muilo neste lempo, jt creio mes- blicas do Piala, vizlnbas suas mais prximas
1110 que niorreraui algumas pessoas, us nao Para rssdS relaces existirem era uecesiariu
loi por falta d'agut para beber ; segundo as in- que buuvesseui os inesmos desojo da pane dos
loi iu.11,1101. que leulio, essa calainidade deu-se governos de cada um daquella repblica ;
porque tendo bavido grande sacca, nao bou-1 infelizmente para os Argentinos eram e ainda
\erau leguuies, tua wwfw U Ouie uay be' 6Vruads pelo taabudo Kosas, cuja per-
fidia he boje conhecida por todos ; Infelizmen-
te para o Brasil nao foram seus nobres Inten-
to compreheudldos por ee hornera inlmigo
de todo o progreiso, de 10 la a lealdade.
A nossa boa f, a nosaa condescendencia tal-
es, lem conduzldo nossa relaces ao estado
em que hoje e acham Roa tem torcido a
lettra do tratado, tem procurada estabelecer
*ou dominio no estado Oriental. O que lazerr
(.mentara sorte dos Argentinos e acabar com
0 perlg so poder desse novo mnerle. no.
-O dia 25 de marco, anniversario dn jura-
mento da constltuican, fol saudado com toda a
pnmp o enlhuslisino.
SS. MM. II., tendo vindo de Petropoles para
asl charo aos llrasileiro, receberam no Paco aa
cidade as felicitacqeajlas dlfferentes classes.
Muito intenso ful O OHor que reinou durante
toda a manhaa do dia. Mat de um soldado
da guarda nacional calilo extenuado.
S. M. o Imperador despensou a tropa de mar-
char em continencia, mandando-a deipersar
logo depois das salva.
- Alguns casos da febre amarella tem appa-
reeido, principalmente nos navios surtos neste
porto, mas o seu numero he pouco considera-
vel, e a estacao em que estamos fai acreditar
que nao ser flagellada a populacao do Rio co-
mo acontecen o anno passado.
ldtm.bdtnbsil.
A soberba Albion pretende decididamente
acabar com os mares terrltoriaes e abalar lo-
dos os sentlmentos das nacfles fraca. Os in-
qualIHcaveis desacatos pratlcado em nossos
mares, p ir demais o atlestam; a sua arrogan-
cia para com as naces pequea, aatlm faz
acreditar. Haja vista a udemnitacio Paclilco
eseu recente proceder na America Central.
De felto : os bloqueiadores de S. M. B. tcem
commetlido nesla parte da America insolen-
cia tao grandes, como as que no Brasil preen-
cimos.
Osencarregadoi do bloquelo deixam livre-
nieiiie entrar as embarcaces de su nac3n.
monopolisando assim todo o couimercio para
sua liandeira.
Caitas transcriptas as folhas de New York
diiem que no porto de Brea, as II induras,
com o qual nenhuma queslao tema Inglaterra,
prohibir o commandante de um vapor o des-
embarque de urna porcao de plvora, por as-
sim etlgirem os interuse de S. M. V.
A Inglaterra, sempre philantropica, nao se
contenta com cssas ninharia. O seu encar-
regado de negocios em Nicaragua aprsenla
exigencia* sobre exigencia an governo deste
paiz. Quer agora, sempre por assim o exigi-
rem os inleresses de S, M. B, que se deter-
iiinein os limites do tal reino dos Mosquitos,
j se sabe, segundo os seus dictamos.
Quando se trata do cotninerclo cala a Ingla-
terra todos os seotimenlos nobres, para ouvlr
nicamente a voz do ntrresae que a chama.
O nome inglez nao pode deixar de ser odia-
do emquanln o governo da Inglaterra tiver
esto proceder para com as de mais naces. He
calamidadc para uin paiz a presenca de um
subdito inglez, porque com elle est subjeito
a lodas as rngenhosas indemnisaces que
aprouver aos falmerstons apresentar-lhe.
Que o McrcanUl combata com deslealdade
o governo, quando trata de negocios dome
ticos, v; he colisa a que desde ba muito
estamos acoslumados; mas gue se sirva do
meios os mais ignobeis para fazer triumphar
os seus principios, que digo \ Quaes sao o
principios d sses homens que s tecm a mira
no poder, que procuram derrubar seus adver-
sarios, ainda mesmo com o afrnuxamento de
lodosos laoos sociaes? Qual he o partido
poltico que lanca mao do estrangeiro para
ale anear 11111 liin qualqiier He miseria.
Sao conliecidas as relaces que existen! en-
tre a legacu britnica e a redacto do Mere n-
ii : peue que se limitassein ellas algumas
asslgnaluras pagas pelo Sr. Iludson; hoje.
porm, estou convencido de que os seus I i ai
es esi.-i 1 no infinito. E como pensar de outra
maneira quando leio os seu artigot sob a
epigraphe poltica de apparato ? Sabis quem
os escreve ? Um estrangeiro sem nome, um
enancla, um ti 1 lio do general Guido, um
ageute de Rosas.
Esse moco aqui licou a mandado de Rosas,
para espionar o nossos pisaos e dar-lhe cir-
cunistanrlada noticia delles: hoje escieve
110 Mercantil'. Mis. 11 1 ds miserias !
.nprovado o primelro, e diado o segundo por
ferdadoa hora: oceupou-ae igualmente com
r.eeundadlc,...a-o do orc-meoto municipal,
sao a contlnuaca" da de hoje.
He preeisu que o povo conheca a perfidia
deesa oppnsic'i baixa, sem patriotismo. J
me ouvi-tes fallar em poltica? nao: se h..j.-
o taco he porque me acbo possuido de indig-
naco contra proceder to inlquo, he porque
simo chegada aoccisio de linear o anade-
nla sobre aquellos que procuram deshonrar o
nome brasileiro.
Fol drmiltido do lugar de director da obra
da mal inlia o tenenle-eoronel Ricardo Jos
liomcs Jardim, e nomeado para o substituir
o inspector do arsenal
As ultimas datas do Rio-Grande alcancao
15 do passado e as de Porto-Alegre a 12. O
presidente eslava em S.-Leopoldo, c o com-
mandante das armas em S -Gabriel.
O lliograndense de 15 d a seguinte noticia:
.< Ilontem, pela volta do ineio-dia, ouvio-se
no mar una forle exploso como a detonac.o
de uina peca de anilharia, e dirigindo-se to-
das as vistas para o lugar do estampido, per-
cebeo-se que o pequeo vapor Criolita, da
carreira de Jaguaro, em viagem para alli <
ainda nao mui longe do lugar de onde desa-
tacara, arrebentou a caldeira ainda nova, sem
que nenhum motivo plausivel ou appareote
justificasse lao desgravado sinistro.
> Por felicidade tinha a sua caldeira monta-
da ein cima do couvrz, pois se a tivesse no
poro, como he costume, irla logo pique,
c entilo contaramos nao poucas mortes. Com
a exploso o cano ou chamin cabio, e ludo
quanto eslava no convs, para junto da cal-
deira 11 mi esbandalhado, ademando imine-
diatamento a barca, machinisla, o Sr. Mul-
ler, lieoii bailante queimado com a agua
fervor que Ihe saltn na occasiio da exploso,
sendo, logo que chegou trra, levado para
o hospital da 'caridade, onde se acba grave-
mente ferido i mas al a hora que eserrvemos
sem perigo de vida. O houieni que se suppu-
uha morto appareceo logo depois, nao haven-
do, porlanto. mais neuhum ferimento alm
do do uiachinista. A barca soltreo alguina
avaria e mais inachinisino .
llosas est nos paroxismos : s Ihe resta urna
carta, elle a vai jogar.
A sua nica rspeanca est na coadjuvaclo
do general Bcnevides, governador de San-Juan.
i-.sitcvoo-lhc uina exlenca caria, na qual com
vivas cores Ihe plutuu o estado dos negocios
em geial, e o amea(ador aspecto de Urquia.
Pede-lhe, j nao ordena, que rena todas as
tropas das provincia para marchar prime!-
ra ordem contra Urquia ; o que diz aoontece-
r breve.
Anle-bontem, annlversaiio natalicio de S.
M. V. a Sra. D- Mara II, estiveram emban-
deirada as embarcaces de guerra e dero as
salvas do costume.
Cambios dn dia 4 de abril.
Londres, '.'J dinbs. esleilt, por I.OOh.
Par, 330 res por franco.
Liiboa, 88 a 90 por cento de premio.
Hamburgo, (ii.'i rls por marco banco.
DIAKI ik Plini\ABLU/.
ICIFI, I D ABB.1I. DX tesi.
Occupou-te boje a assembla com a tercel- i
ra discusso dos projectos us. 7e 19, sendo I
Pelo vapor Pmcmbueana, entrado boje do
portodo sul recebemosJoroaes do.Rio de Ja-
neiro at 5 do corrente e da Baha al 1 .
A's noticias que con|cm a carta do nosso cor.
respndeme da corle transcripta em oulro lu-
gar, temos de accrescentar o KgUinte.
Em Bu'nos-Ayres nada ha occorrldo de no-
tavel. A Caceta publicara quasi c'"''Ta",pe-
te as notas dirigida ao general Ron pelo
governadores da provincias argentina, pe-
diodo- Ihe que nao deixa.se o cargo de gover-
nador daquella cidade. Bslas notos sao da-
tadla em principios de 1850. com referencia
a demlssao pedida pelo general *ml8tt, a
sua publicafao pois nao pode delxar de ter
por fim despertar ideias e sentlmentos favora-
vel an predominio do dictador.
Tinha sido nomeado governador da provin-
cia de Salta D. Jos Manoel Sfale*.
Houve em Santiago ( Entre-R.o / um vio-
lento terremoto, que durou cerca de um mi-
nuto, causando grandes ruinas aos edificios.
As ras ficaram entulhadas de callea e adobes
das casa desmoronada; e nao se sabia anda
ao certo todas as desgracas, que elle no-
Na corte reunlram-se no dia 3i do passado
os accionistas da companhla braslleira de pa-
quetes a vapor, e no relalorio, que leu o ge-
rente da meama. o r. Marcelino Jos CoelaB.
fol por este declarado que, no da 10 de leve-
reiro assignra um novo contrato com o go-
verno para a conduccao das malas para o nor-
te e sul do imperio por mais 5 annos. que
principiaraoemjaneirode i852. Procedendo-
se depois a eleicao do conselho, que deve ser-
vir no novo trienio s.hram eleitos os meamos
que o formavam anteriormente, e sao os ors.
, conselheiro Joaquim Perelra de Farit, Flguel-
redo Jnior e A. Taylor.
Acaba de Insiallar-se naquella capital urna
aasnclaeao de pharinaceulico, para o tun do
promover o melhoramento da pharmacia bra-
slleira, e estabelecer um monte-plo em soc-
corro de seus membros e familia d'eates.
A sua primeira sessiio leve lugar no da .tu
do paitado en urna das salas da soc.edade
Philbarraonica, e a ella assijliramosSn.ini-
nsiros do imperio, fazenda e eatrangeiros, oc-
cupando tambem um lugar de distlnccao o
representantes da ocledade pbarmaceuuca
de Lisboa. O presidente da mesma o Sr. Eze-
quiel Crrela dos Santos recltou uin oiMtirso,
noque fol Imitado pelos Srs. Dr Eaeqnlel Cr-
rela dos Sanios e.Antonio Jos de Mrtui. a. me-
sa da soeledade compe-se man dosiws. Joao
Maria Souller vice-presidente. Jos Caetano da
Silva, piimeiro secretarlo, Joao Crrela Dutra,
oeundo dito ; Ballhazar de Aorada Montei-
roTlhcsoureiro; Manoel Hilarlo Pires Ferrao,
bibllolhecaiio Dr. Esequiel Crrela doa San-
tos, redactor.
A escuna oldemburgneza ArW, que partir
do Rio para Santos no dia 27 do passado loi
encontrado a 31 do mesmo. por um vapor da
maMnha britnnica, no estado o mal depio-
ravel. em conequencia da febre, queareinava
a bordo, e que ja tinha mono um dos roari-
nheiros e proatrado os demais, com excepca
de um dellee e do capilo. Sem este acto de
philantropia caridade do vapor, que a rebo-
cou para Sanio, leria a eacuna naufragado,
e os que escapassem a epidemia, talvez te_ nao
lvrassem do naufragio, pois que se achava
ella iinpossibiiltada de chegar ao teu des-
No dia 23 do paasado honve um incendio na
ra do Aterrado em urna barraca de rogos
artificiaes de Manoel da Gunha Pacheco, do
qual sahlram queimados 5 individuos : o dono
da fabrica. 3 homens brancos e I preto, v ido a
fallecer 3 d'enire estes, e ficando aquelleaem
perigo de vida.
Foram suspensos pelo jult da pjimelra va-
ra da corle os advogados Sebastlao navarro
de Andrade e Joaquim Theodaro de Sou-
za. por falla de entrega de un autos, baria
mai de um anno, em que he parte Jos Duar-
te Galvo. .
Venficou se a noticia dada pelo noasocorres-
pondente acerca da prealdencla do Maraohao,
e o Sr. Dr. Eduardo Olympio Machado acba-se
com rlleiio nomeado para ella.
OSr Dr. Antonio Jos Lisboa, nossoencar-
regado de negocios na Bolivia, fui nomeado pe.
10 governo da repblica franceta official da Le-
giao de Honra, pelos servicos prestados a .'Ub-
dlioa francete em Chuqueiaca.
Tinha chegado ao porto do Rio de Janeiro
eaquadra franceza sahlda de Hrest, composta
da fragata tkysi, commandante de Lapcyrouae,
arvorando o pavilhao do almirante Moutagne
de la Boque, da corveta L fruie*tt e do bri-
gue Faune- Corria que ella devia seguir para o
rio da Prata, para coadjuvar a esquadra braii-
lefra contra a repblica Argentina, no caa de
algum rompimento entre o nrasii e aquella re-
publica. ..
Era conhecido cm Minas o seguate resulla-
do da vo 111. .10, para um senador, ein todos os
collegiosda provincia, exceptuados os da Pom-
ba, Januaria, e San Romao os senbores, Ga-
briel Mendes dos Santos 1146votos; Autonio
Jos Monteiro de Barror 1,100 j Hernardo Beli-
zarlo Soares de Souza 1037; Jos Pedro Diasde
Carvalbo 377; J. Antonio Pernandes Leao J36;
T, Benedicto Olloni 335.
Bailaran a secretoria de estado dos ne-
gocios ds justics os seguinles decretes e
portaras :
De 15 de marco correle, nomesndo o
bacharel liidro Borges Monteiro. para juiz
municipal da primeira vara da c6rle.
dem, removendo o juiz municipal e de
orphos Alezsndre Rodrigues da Silva Cha-
ves, do termo da Parahiba do Sul para o de
Pirahy, na provincia do Rio de Janeiro.
a dem, concedendo ao bacharel Francis-
co Alvares da Silva Campos a demissSo que
pedio do lugar de juiz municipal e de or-
phos do termo de llsbira, na provincia de
Minas Ceraes.
dem, aceitando a desistencia que fez
Manoel de Mello Montenegro I'essoa do of-
liciodeescrivSodocrime e civel, e tabel-
llo de notas da cidade do Aas, da pro-
vincia do Rio Grande do Norte, de que era
serventuario vitalicio.
a De 18 dito, nomesndo a Maximiino
Francisco Duarle e J0S0 Facundo ds Silva
Cuiniares, pata'nlllciaes escriplurarios da
secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Peroambuco.
a Portara de 15 de marco corrente, co-
meando a Gustavo Adolplio Ramos Ferreira,
para amanuense interprete da secretaria do
tribunal do'commercio de Pernambueo.
dem idem, a Jos Francisco do Reg
ingel, psra amanuense ^archivista da mes-
011 secretsris.
dem idem, a Innoceocio Antunes de
Ferias, para continuo e sjudante do portei-
roda dita secretaria.
Decreto de 30 do dito mez, fazemlo
mc-rc a Alvaro Jorge da Silva Loureiro, do
1 llicuide primeiro inhellin e eacrivo do
ci une e civil, capellas e residuos da villa
du Porto de Pedrs, as Alagoas.
Idem idpm idem, s Alexsndre Victorino
da Costa, do ollicio de escrivSo privativo do


w/
Jim
. ...
.
jnry e'exeonces criminaos dos termos reu-
nidos de Carro, Tapsro e Santarem, na
Sabia
Idem idem dom, a Silvanc Augusto
Fredericodel.oyola.do oflicio de taballiao
eacrirSode orph3os da villa da Tutoya,
no Maranh''().
dem idem (lem, a Thomaz Jos da s-
va Lisboa, dos oilicios de escrivSo dojuizo
mnnicii.nl, civel o crime, e tnbelliSo da
villa de Alssor -a, na Parahiha.
a I lem dem m a Ladislao Pereira
Piolo, do oflicio .!c escrivQ especial dos
procesaos para jnlgamento das presas e dos
reos incurso no contrabando de Africanos,
na Bahia.
dem idem idem, a Ignacio da Silva e
Almeida, do oflicio Ide escrivSo da provedo-
ria de capellxs e residuos do termo de Ni-
Mreth, na B tila
a dem idem, apres'entunJo o padre Fran-
cisco Jos Teixeire, na. freguezia de Santo
Antonio da villa de Chives na lina Grande
de Juannes do hispido do Par.
Idem n. 768 de 22 do dito, reunindo ao
teriro deS. SebstiSo oda Villa Bella, da
provincia de S. Panlo, debaixo da jurisdi-
"Code uro juiz municipal e de orphSos.
dem da mesma data, nomeando o ba-
cbarel J080 Ignacio Silveira da Motta, |para
juiz municipal dos termos de S. SebasliSo e
Villa Relia, em S Paulo.
Idem de 27 do dito, removendo o juiz
municipal e d"orphSos uellino Augusto Ca-
valcanti de Albuquerque, dos termos da
Campia Grande e Itrejo d'Ara para o do
Bonito, em Pernambuco; por o tar pedido
dem idem, aceitando a desistencia qua
fat Jos Fortunato Kangol Maia, do oflicio
de primeiro tabelliSu do publico, judicial
notas da villa da CoiisIiIuqSo, em San
Paulo.
Da Babia nada ha de interesse, ficando re-
servada para amanhSa a publicacSo da car-
ta do noaso correspondente d'alli, deixan-
do de sahir boje por Taita de lempo e es-
paco,
milia euma escrava, o Dr. Thomaz Au-
gusto Ferroira do Amaral, o capitSo do
quinto de fuzileiros Firmino Jos da Sil-
va Braga e 1 escravo. o alferes do oslado
maior Antonio Jras*0 Ferreira, o alfares
da guarda nacional Joaquim Antonio Pi-
res, Antonio Francisco de Oliveira, 3 pra-
caade pret, 2 tnulherese 1 menor.
Rio de Janeiro 25 dias, charra nacional
l'eriwmliucana, comman danto o primeiro
tenente Amonio Alves da Silva. Traz a
seu bordo como passageros 6ex-snlda-
dos, o pardo Jos, escravo de Jos Hono-
rio da Fonseca, resllenla no Rio de Ja-
neiro c 3 presos de justica. Ksta Char-
ra i'oi a que deu hootem. Tundo ao mar
do l.ameirao.
Obserracdo.
Sabio para acabar de carregar no l.amei-
rSoa barca austraca Constitucin, c* piulo
Izefone Milotovech. ________
Deca ri gao.
*
CORRF.IOGERAL.
As malas que deve conduzir
o vapor Pemambueana para os
porlos do norte priucipiam-se
a Techar hoje (15 ) a uma ho-
ra da tarde, e recebem-se correspondencias
com o porte duplo at a ultima hora do Te-
char. Os jornaes deverSo achar-se no cor-
reio horas antes.
Correspondencia.
C'onsla-mc que mu tal Aotonio, vendedor
de cerveja no bolequim do Apollo, lem dito
<]Ue eu vendara bilbetea de platea a maia de
',000 na ultima recita do theatro de Sania Isa-
bel. Como preso multo a miaba rrputacao,
cumpre-me repellir com todas as forfas urna
calumnia que tanto lem de injuriosa quanto
Je torpe: uinguein poder dizcr que no thea-
tro de Santa Isabel se tem vendido bilhetes
por niais do leu preco ordinario. Esta ca-
lumnia que, nao so me ofrende, como ao dito
empresario do mesmo theatro; he desmenti-
da por lodos os tactos, e at pelo que deu
motivo canina algazarra do ditovendedor
le cerveja.
Na ultima recita haviam Meado cinco bilhe-
tes de platea, e o Sr. Germano encarregou-
ne de vende-loa: eu vendi-os na mesma oc-
emiiu, e nessa venda uo l'n. mais do que
preeneber a.obrigacao que me eslava impos-
ta, sem exorbilar um s pice dos seus ver-
daderos limite; vendi-os pelo seu preco.
Efs o que se passou commigo ; nem eu era
capai de fazer o que dit o meu gratuito ca-
lumniador, nem o Sr. Germano me darla to
Inesquioha coinmissao, porque sabe presar a
ua honra e nao se abaixa commetter indig-
nidades.
Desta maneira tenbo respondido ao bello
detractor que, sahindo de sua reglao obscura
julgou ferir-ine com as settas de sua maledi-
cencia, e lenbo dado ao publico um teslemu-
Iji. de meu procedimenlo.
Sirvam-sc, Sis. redactores, de inserir n
sen cooceltuado jornal estas linhas, com
que multo obrigaro ao seu
atiento leitor
Recife, 13 de abril de 1851.
Antonio da Cunha Sames Guimares.
Mu mui
COMMERCIO.
Avisos martimos.
ALFANIKGA.
Kendimento do da 14 6:495,579
Desenrrrgam hofe 15 de abril.
Pa lacho Joann/t mercadorias.
Brigue -- Faeurite rorreles de farro.
Brigue James farro e laixas.
CONSULADO GERAL.
Abril.
Itendimentododia I a 12 .43:934,013
idem do da 14........6:608,083
50.512,096
DIVERSAS 1
((rudimento do dia 1
idem do dia 14 ,
'ROVINCIAS.
a 12 .
1:643,880
223,540
1:867,420
EXPORTACAO.
Despacho mar i limo no dia 14.
Ilanso, brigue sueco Superior, de 270 to-
ueladas : conduz o seguinte : 2,716 saceos
com 13,580 arrobas de assucar, 1,851 couros
salgados com 5o,336 libras.
RECEBEDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Kendimento do dia 14 413576
CONSULADO PROVINCIAL. '
Kendimento do dia 14 .- .3:203,219
R10-DE-JANEIRO.
CAMBIOS NO DIA 4 DE ABRIL.
Londres 29d. esterls. por 1/rs.
Pars. 330 rs. por Tranco.
Lisboa 88 a 90 por cento de premio.
Ilamburgo. 615rs. por marco banco.
METAES E FUNDOS PBLICOS.
Metaes. Oncas hespanhlas .
da patria 28/500
Pecas de 6/400, velhas. 16/000
Modas de 4/000. 9/000
.. Pesos hespaohes. 1/920
..da patria i/875
Patacoes .... 1/920
Apolices de 6 por cento 88
provinciaes ... 861)2
I Jornal do Commercio.)
Agencia da companlna dos pa-
quetes inglezes a vapor.
0 vapor Ueiway deve aqui
ebegar de volta dos portos do
sul ns dia 16 do crreme, e no
mesmo dia seguir para a In-
glaterra tarendo escala pelos porlos j annun-
ciados : as pessoas que anda quizerem tomar
passagem no mesmo para qualquer dos portos
em que o mesmo vapor tenha de tocar, quei-
ram dirigir-se com a necessaria antecedencia
a casa da respectiva agencia na ra do Trapi-
che n 42. Os eicellcntcs coinmodos, asseio e
aitencioso tratamento, que se encontram a
bordo destes vapores, unidos a brevidade de
sua viagem, sao circumslaneias lo pondero-
sas, que por >i s tazein toda a recommenda-
cao e garanta aquelles senhores que deseja-
rem Tazer urna coinmoda c breve viagem.
Muilo breve deve chegar do Rio de Ja-
neiro o brigue porluguez Oliveira com des-
tino illia de S. Miguel, e como j tenha
parte da carga proinpla, pouca demora po-
llera ter ; por isso quem nelle quizer carre-
gar ou ir de passagem, deve entender-se
com antecedencia na ra da Madre de Daos
numero 36.
Maranhao e !"ar.
Espera-se nesto porto, per estes dias, do
da Bahia, o brigue-escuna nacional Arcelli-
na, que traz a seu bordo a maior parte da
carga psra aquelles portos ; lenciona-se
que demore mu poucos dias para acabar de
carregar: quem no mesmo quizer carregar
ou ir de passagem, para o que tem excel-
lentes coro modos, dirija-se a Jos Baplista
da Fonseca Jnior, na ra do Vigario n. 23,
segundo andar.
Para UsbOa sahe por todo o mez de
abril o brigue purluguez Concetcto de Ma-
rio : quem oelle quizer carrogar ou ir de
passagem, para o que tem excedentes com-
modos, dirija-se aos consignatarios, Tho-
maz de Aqumo Fonseca & Filho, na ra do
Vigario n. 19, primeiro andar, ou ao capi-
13o na piara.
Para o Par com escala pelo Gear pre-
tende seguir viagem com muita brevidade
a escuna nacional Mara Firmina, capitSo e
pratico Joilo Bernardo da Roza : quem na
mesma quizer carregar ou ir de passagem,
pode enlender-se com o mesmo capitSo. ou
com o consignatario da mesma. I.uiz Jos
de S Araojn, na ra da Cruz n. 33.
Para o Rio de Janeiro sahe breve a ga-
leota 5.S. Tiindade i quem na mesma qui-
zer carregar ou ir de passagem, dirija-se ao
seu consignatario, Francisco Alves da Cu-
nha, ra do Vigario o. 11, primeiro andar.
Para o Aracaty segu viagem com mui-
ta brevidade o hiale Flor de Cururipe : quem
nelle quizer carregar ou ir de passagem,
dirija-se k ra do Vigario n. 5.
BJBja*"
-#> -----------
da imperial ciliado de Nietheroy do Rio de
Janeiro n. 3145 : rOjU-S", pu-tanln, aos Srs
cautelistas ou vendedores de hilhetes res-
ta provincia que nfioTara" negocio algum
com o ditoqoarlo, oajofnhi do sahir pre-
miado. JoSo Fernan.'les l'nrrnte Vianna.
Aluga-so ou troca-se por uma casa ter-
rea as quatrn Treguezias desta cididn um
grande sitio de terrjs proprias com baixa
e casa nova faita ha pouco para grande fa-
milia, no lugar de Beberibe de Raixo, mili-
to parto da povnac.lo, por ser o uliimo silio
antes de chegar a mesma na ra do Mon-
dogo n. 99.
Precisa-ae de um faitor f dando-so pre-
ferencia a hnmem casado) para um sitio
perto da praca, que saiba tr*bl|iar de en-
xada, [mu lar, entortar, tratar do arvon;-
dos, de verduras e (lores, e d. i i uinr sua
conducta : quem estiver nestascircumstin-
cias, procure no Recifa, ra do Trapiche
Novon. It, segundo andar.
Precisarse alogar uma preta forra ou
captiva pro:.na para servico de casa : na
praca da Independencia, loja n. 3.
Anua Joaquina da Costa Braga, vai a
Portugal tratar de sua saude, levando em
sua cnmpsnhia uma sua lilha de mime An-
tonia Ferreira de Jess.
--Precisa-se de um caixeiro para entre-
tregarcotn um preto pilo em uma Trngue-
zia : na pudaria do pateo da Santa Cruz nu-
mero 6.
No dia 13 de favereiro desappareceu da
povoaco do Allinho um escravo, cabra, de
12 a 13 anuos, caberla pequea, cabello ru-
ManoPl Alves Guerra Jnior embarca
para o Rid de Janeiro a sua escrava de nome
Luiza.
OtTerece-se uma> Portugueza para ama
la casa do homam sol le i ro ou viuvo, estran?
geiro ou nacional, a qual enlendo de todo
o servico : quem do seu preslimo se quizer
ulilisar, dirija-se Trempe, casa terrea, ao
p do sobrado do um anlar.
OciuitclMaSalustlfiiio de A-
quino Ferreira avisa ao respeitavel pu-
blico, que no dia 16 do crranle mez espe-
ra pelo vapor ingle/. Medwuij as listas das
loteras da 26 lo Monte Po, o da prirneira
a beneficio da sociedado Amante da Instruc-
eflo, e paga som ganancia alguma qualquer
premio que sahir as cautelas voniidas na
praca da Independencia, loja de calcado do
Arantes, e na loja do miude/.as da ra da
Cadeia u 46. Aellas que se estilo acabando.
No dia 7 do correle Tugio um cachorro
pequeo prrlo de raca ingina, que he manco
daperaa esquerda : quem o achar ipieira le-
var na ra do Vigario u. "2, que sera recom-
pensado.
Deseja-ae tallar com a senhora l). Ange-
la de Jess Siares da Silva, viuva de Jos Gon-
calves da Silva natural de Portugal fallecido
uesta cidade em 13 de agosto de iS^'l, ou coui
seus henleiros .- na ra da Cadeia luja de ferra-
gens n. 5U A.
Quem precisar de uma ama de leite po-
de dirijir-sc na ra do Aiiioriin u. 19, segundo
andar.
-- Euiprrga-te na Tundicco de Ierro na ra
do l'rumalguns niarcineiroi addicionaes.
Precisa-se de um caixeiro para padaria,
sendo que tenha pratica da mesma oecupaco :
trada no tribunal do commercio. Bahia, 1
do marco de 1851.
- Na noite de6 para 7 do correte, dcsappa-
receu da ra das Larangeiras.umquartao cas-
lanl.o. grande, em boas carnes, o ditoquartao
levou um Treio, estando com a bride velha e o
cavallo ferido de cangalha : roga-se a quein: c.
livrr apprehendido, ou delle Uver noticia de
dirigir-sc a ra do i abug, loja de ounyei,jt.
~, que se dar o ferro eos signaes,
pensar.
se recom-
Compras.
Compram-so apolices da divida publi-
carle ."> o 6 por cento : na ra das I.aran-
^eiras n. 18.
Co-npram-se escravos de ambos os se-
xos robustos, para dentro e fra da provin-
cia : na ra larga do Rozara D- 48, primei-
ro andar
Compram-seduas vaccas manijas, com
crias novas, a que sejam acostumadas o
pasto : quem as tiver, dirija-so ra 'I'
Qneimado, loja n. 38, ou annuncie.
CO, ii i el lias pequeas, rosto descarnado, ha padari da ra doi Guirarapes n. 4
nariz grosso, secco docorpo, pernas finas,! Preelaa-ae alugal 2 pretatque vendam
ps cambados, tosido em 1 delles uma alca- ?.,'S,mU' f "aosc duv,.1(?a dar "2 '""",;?'""""
trize denles ungulados; levou camisa e "!^l^^^^S^Zmllkmm
cerouladealgodaoda Ierra ja usada, cha- ?^** ***
peo velho de couro, um senturSoeuma pa-|" 'aiilo finlsnoiix, le.iilista 9
trona de couro de que usa sempre, e quan- 9 franprz. olTereee seu prest- S
do Toge tem por costume dizer que he Tor-i*** mono publico para todos os *>
ro: roga-se as autoridades policiaes que do, *J lujsteres de sua prolssno_: m
meimo tiverem noiicias, o inandem agar-
Leiles.
mmmmmm^B^Bm^9^m^e*^im^^l
A'ioviinenio do porto.
C. J. Astley & Companhia TarSo leiliJo.
por intervencSo do corretor Oliveira, de
porco dos melhores couros de lustro, e de
grande sortimento de Tazeodas proprias pa-
ra lojas de iniudezas : terca- faira, 15 do cor-
rente, as 10 horas da manhSa, no seu arma-
zem, ra do Trapiche.
-- LeilSo que faz JoSo Tavares Cordeiro
de 100 caixas com massas : quarta-faira, 16
do correte, s 10 horas da manhSa, no seu
armazem, travessa da Madre de Dos n. 9.
-- Vicente Alves de Souza Carvalho, ten-
do de relirar-se para a Europa, Tara leilSo,
por inlervenco do corretor Oliveira, de to -
da a magnifica mobilia da sua casa, quasi
nova e faita a moderna, consist mo em lin-
dos consolos, mesas para sala de visitas,
solas, cadeiras do melhor molde, tanto
usuaes como de balanro, mesas de jogo, es-
pedios riquissimos, aparadores, mesa de
jantar, toucadores, commodas, guarda-ves-
tidos, leitos de bom gosto, lavatorios, lou-
C'i de mesa e sobremesa, apparelhos para
cha t caf, cristaes de minias q na lula les,
trastes e utencilios de cozinha, quadros,
um rico-piano de excellentes vozes, e innu-
meraveis objectos minios; e assim mais
Vender um apparelho de prata faito no
Porto com todo o primor, etc. : segn.la-
faira, 21 do correte, s 10 horas da ma-
nbSa, no silio da sua morada, antes deche-
g-r, ou contiguo ao do commendador Joilo
Pinto de Lemos, na Passagem da Magda-
lena.
Navios entrados no dia 14
Rio de Janeiro e portos intermedios 8
dias a 20 horas, edo plumo porto 17 ho-
ras, paquete de vapor Pemambueana, de
940 toneladas, commandante JoSo 11. Ol-
ten, equipagem 30. Passageiros : para
esta provincia, o Dr. Delfino Augusto Ca-
valcaiite, o Dr. Cirios de Cerqueira Pin-
to, Fumino Gonzaga de Souza, Antonio
AoasUcio, o segundo cadete Joaquim
Francisco Porto e sua famia, o Dr. Jacin-
tho l'aes Piolo da Silva e2 escravos, Jo-
s e Manuel, o Dr. Jos Angelo Marcio da
Silva, Jo3u Giigalves Villa Verde, la pra-
(u de pret, 2 escravos a entregar, e
o Krancez Felippe Fermeot: para o nor-
te, llerculano K. de Saropaio com sua Ta-
Avisos diversos.
Joaquim Alves da Cunha retira-se para
Tora do imperio.
~ A pessoa que se proprfje a cobrar di-
vidas no mato, dirija-se travessa da Ma-
dre de Dos, armazem a 5.
Precisa-se a lugar um preto ou preta
de idade : a pessoa que quizer alugar, an-
nuncie, ou dirija-se aria Nova, venda n
65, adverte-se que he para servico leve.
Precisa-se de ofiiciaes de sapaieiro : na
ra do Vigario n. 21.
Perdeu-se do poder do abaixo'aasig-
nado o ui''to do bilbete da prirneira lote-
'o Amante da instrucr5o -.
rar, e o remettam a seu senhor Manuel Ca-
valcanti de Albuquerque. morador no Alti-
nho, ouna na ra do Qufiimado, luja de
miudezas n. 59, de Manoel Joaquim da Sil-
va Ferraz, que se pagarSd as despezas e se
gratificar generosamente.
Precisa-se Tallar com o Sr. l.uiz Jos
Teixeira de S a negocio de seu interesse:
na ra Nova n.3, venda de Antonio Ferrei-
ra Lima & Companhia.
JoSo dos Santos Ferreira, subdito por-
luguez, retira-se para fra do imperio.
Na ra da Conceicto da Boa Vista n.
44, precisa-se de duas criadas.
De bordo do brigue nacional Carlos,
fuudeado perto da ponte do lenle, Tugio,
ia madrugada do dia II do correnle, um
preto crioulo, de nome Bernardo, altura re-
gular, grosso do corpo e sem barba ; levou
carniza e calca de zuartee farro no Descoco:
quem o pegar, fave-o bordo do mesmo
brigue, ou a ra da Ca na do Recifa u. 12,
armazem, que ser gratificado.
Offerece-se um menino de 14 annos pa-
ra caixeiro de Inj i, do que j tem um anuo
de pratica : quem de seu preslimo se quizer
ulilisar, dirija-se travessa da Madre de
Dos n. 7, ou na ra Imperial n. 167.
Aluga-se um escravo ou escrava, pro-
prio para andar com um laboleiro de lazen-
.ias com uma pessoa : quom tiver, dirija-se
ra do Hospicio n. 34.
-- Manoe. Caelano da Molla retlra-se pa-
ra a Europa a tratar de sua sade.
No dia 7 do correte mez desappareceu
uma preta de nome Anna, crioula, cor bas-
tante fula, baixa, representa ter 20 annos,
ps pequeuos e grossos ; levou vestido de
chita roxa com liras do mesmo panno para
amarrar e panno da Costa com listras azues:
roga-se a quem a pegar leva-la ra da Ca-
deia n. 17, ou na ra do Hospicio n. 34 Es-
ta pr. la veio ha um mez e lauto de Maman-
guape, e desrunli.f-se que tenha Tugido pa-
ra l.
-- Precisa-se alugar orna preta captiva
para fazer o sorvico interno de urna casa de
pouca familia : na ra da Cruz, armazem
numero 48
Precisa-se de um failor que entenda
de plantar hoitalices, tratar de arvoredos e
jardim i quem estiver nestas circunstan-
cias, dirija-se ao silio do finado Dr. Brito,
na Passagem da Magdalena, ou no Aterro
da Boa Vista n. 43.
(,'onvida-se e roga-se a to-
dos os limaos da iimandade do
SS. Sacramento da freguezia de S.
Jos para acompanharetn i|n\ ci.s-
sSo do Senhor aos enfermos, ho-
je, palas 7 horas da manlia.
OSr. Antonio Alves Platete!, morador
na freguezia dos Afogados, queira ir pagar
o importe de urna letlra, venci la ha tres
annos, que deve na ra Nova 11. 9.
Aluga-se uma escrava, parda, Idusa
sisuda, que sabe comprar ecozinhar odia-
rlo de uma casa : na ra da Senzalla Velha,
sobrado da esquina do becco do Capim n.
144. Na mesma casa tambem aluga-se um
oscravo para servente de pedreiro.
Attenea.
Pede-so ao muilo digno emprezario do
theatro de Santa Isabel a repetido do sem-
pre applaudido drama a A Graca de Deo
fazendo a parle de Hara a Sra. I). Sole-
dade, visto que esta Sra. j por duas vezes
tem supprido as Taitas da Emilia, que qusn-
do nSo quer representar, dizem os me-
ninos do trero) manda direccao parte d
doente, sempre nodia do espectculo ao
mein-dia, como no dia 25 de marco anni
versarlo do juramento a constituido,
como pode ser que n3o queira mais dar ao
publico o prazer da representar a parte de
Maria, porque talvez j se julgue prima do-
na absolulissim .'.'.'Nao convm tambem
que fique o publico privado da repetieu de
um drama, que lano agradou e agradara
sempre. O Cirmela.
( onvidu-sc a todos osirmaos
da irmandade de N. S. do Terco,
para, encorporados, acompanha
rem a procisso do Senhor aos en-
fermos na respectiva freguezia.
hoje, pelas 7 horas da manlia em
ponto.
Deseja-se Tallar com os Sra. Aveiry de
Oliuda e francisco Duaile Coelbo : na ra da
Cadeia do IWcife o. 54.
'? pclc ser procurado a qual- 9> quer hora em sua casa, na ti)
# roa larga le Ito/.ario, u. 36, *
# segundo andar. &
Precsa-se alugar urna escrava para ser-
vir a urna s pessoa : na roa do Cano n. 12.
--Arliin-.se urna pequea trouxa de rou-
pa na eslra la dos Afnelos : quem for seu
dono, procure-a na ra da Cadeia do Reci-
fa n. 31. '
- A casa de negocio de Di lier Colombiez
& Companhia, ruada Cruz, em consecuen-
cia da niorte de O.'1 Colombiez, cara
daqui em (liante dehaixo da firma de B. Di-
dTBn& Compiintiia, que estilo enearre-
gadoi da liquhlafflo daextincta sociedado.
A nova casa continuar com as mesmas
op^racOes commerciaes tiesta praca, dirigi-
das por Flix Sauvage, socio da mesma oasa,
(.ineiu precisar de uma mulh r para aoia
do u>n rapaz solteiro, dinja-se aolargu do
Csrmo n. 7, que ahi achara com quem
tratar.
Precisa-sede um hornero para tomar
conta de um deposito de pSes, que entenda
alguma cousa de venda e afiance sua con-
ducta : airas da matriz da Boa Vista n, 22.
Participa-sn as pessoas a quem possa
inleressar, que o Sr. Manuel Alves da Silva
Caldas, morador na cidade da Victoria, co-
marca de Santo Antiiu, se aeha devendo
nesta praca a quanlia de 349.971 rs. cuju
debjlu se est cobrando judicialmente na
mesma comarca, o que se avisa, para que
pessoa alguma hypolheque beos ao dito Sr.
Caldas.
Aluga-se um sitio no Aterro dos Afo-
ga los : quemo pretender, dirija-se a ra
da I1.'o a n. 23, primeiro andar.
O ahaixo Hssignadu promove cbranos
e trata de causas na cidade e comarca do
Hio Foimoso, o asscguia toda a etpedi-
i'in e zelo em ambas as causas: quem, pois,
do seu preslimo se quier ulilisar, a elle di-
rija-so naquella cidade,
Joan Baplista Carneiro da Cunha.
Attenco.
O abaixo assignado faz sciente ao res-
peitavel publico, que na ra da Concordia
n. 6, ha para vender-so os ricos e arelados
bollnbos l'ranre/es de diversas qualidades ;
lamhem se fazem mui bem fritos pastis de
na, lorias de todas as qualidades, riquis-
simas balas d'ovos e outras nimias golodi-
ces para quem quizer encommemlar. Na
mesma casa enfeitam-se bandejas com mui-
ta riqueza aceio e promplidilo para qual-
quer diverlimento.--Jos Pires de Carvalho.
Vendas.
Xilina Nova i. io, loja.rranee.
Receben de Franca pelo ultimo navio bi-
cos, manteletes prctoa e Tuna cores, fil do
malina prclo verdadeiro muilo largo, los pre-
to para cabrea, sarja e chanialotc prelo para
vestido qualidade superior. Inva de seda e pel-
lica, pretal c de todas as cores para lioinein e
senhora, fcanjs a traiifas sorlidai. cassa e clii -
tas fraileras superiores e padrcs bonitos,
lirias de seda brancas e prctas, corles de eda
para noivado, bicos de blonde, seda prcln e
l.r ini-.i, ricas, < .pellas de llor de laranj t, caaos
de llores com pennas, e outras para enfeitar
vestidos, chapaos de seda e de palha ricos, di-
tos de sol para homeiii e senhora. e ouiras inul-
tas fajeadas por praeos coinuiodos.
) Vende-seo vcrdadelro xa- JV
0 ropc de pontos le iiuuaiha O
q conipostoe ui-eparado, pelo jj
m pliarinaccutico.losda i ii/
9
l.ni i':i da matri/. da Boa Vista.
Aos 10:000*000 e 5tooo5ooo.
O lliesoureiro da lotera da matriz da Boa
Vista, Sslustiano de Aquiuo Ferreira, faz
sciente ao respeitavel publico, que as rodas
da mesma lotera teriio o se"'i gyro impre-
terivelmente no dia 2 de junho vindouro, e
o respeitavel pulihco pernamburano deve
preferir a nossa lotera ss do Itio de Jan eiro,
urna vez que o plano da mesma lote.ua oll'e-
rece as mes">as vantagens que as do llio de
Janeiro ; e com a dio,nula quanlia de 10 e
5,000 rs. pde-se tirar o premio de 10 e
5:000,000 rs. ; e os bilhetes acham-se a ven-
da nos lugares ja aonunciados.
Baile mascarado.
Aiugam-se ricos vestuarios proprios pan
a rapasiada do grando tom, e igualmente
fazem-se ao gosto dos amadores do gracio-
so incgnito l,So apreciavel em semelbanle
diverlimento. Gxislem para escolna elegan-
tes figurinos, e se promette commodo pre-
go, prompto desempenho nos caracteres es-
OolWdoSi e sobre ludo segredo : na ra Bel-
la n. 1S.
Deseincaminhou-se uma Irouia de 1-011-
pa que ia para entregar a urna lavandeira de
nome .Su/ao 1, em Kcberibr, e,por engao foi en
(rene a minas lavaiideiras, que receberam
poreo de roupa1 que levava a canoa, em 22 de
Tevereiro prximo passado, com as pecas se-
guiutes : 9 camisas de homein, G caifas de
liriui, 1 ceroula, 1 toalha de rosto, 3 pares de.
uieias de linho, 1 jaquela,3 guardanapos, 3 (oa-
Ihas de bancas, I dila grande, 3 Iriices, 5 ca-
misas-de senhora, I vestido de cliia. Ornis
desi.i roupa esl marcada com as ledras J. K.
C. Itoga-se a qualquer pessoa que a liver rc-
cebido por engao, de mandar dar parre na
da Crui do llecifr, n 11, mi anuncie por
este Diario para ser procurado.
Fic nesta data amigavelmente dssol-
vida a societaile que nesia praca gyrava so-
bro a firma de Araujo & Carvalho, por se
achar vencido o seu lempo, e de c<>nta de
todo o activo e passivo o tocio Joaquim Lo-
pes de Carvalho, que contina por conven-
firma social, porm
Co no uso da mesma firma social,
- Jos Alves de Moraes relira se para ii- debaixo do sua responsabilidado nicamen-
te, conformo a escriptura, de deslralo regis-
SlMItOS.
Ksle xarope he excellente contra os -
catarros pulmonares, agudos e chroni- ^
eos, phlysicos, coqueluse e molestias V
do coraco : na piafa d-> Hoa Vista boti- ?
ca n. 32. Na mesma tambem se vende q
remedio contra os embriagados, o qual ^
^ j eiprinientado pelos seus grandes ef-
V ieitus de tirar coinplriainenlr por urna W
0 vez este vicia que uiuitos esto sujedos. O
Vende-so, por preci-So, um escravo
cozinheirn, muito forte e sadio, e que he
proprioiara andar embarcado por 11S0 en-
joar : na ra do Arago n. 12, segundo an-
dar, demaohta at as 8 horas, ou a noite
Vendse um famoso escravo, niestre
refinador de assucr, que cozinha o diario
ile uma casa e he muito proprio para sitio
por ter bastante pratic : os pr-iendenies
dirijam-sea ra da Cunceicuo da Boa Vista
numero 9.
Vende-seou arrenda-se o engenho Li-
moeirinho de excellmle pro lucc3o de can-
na e de muito bom assucar : os pretndan-
les dirijam-so ao engenho Tamataupe do
Flores.
Para llis.
Vende-se baniia de porro a 320 rs. a li-
bra, o farinha do reino a 80 rs. : na pateo
lo Carmo, venda nova n. 2.
Vende-s, na loja de Antonio Joaquim
Vidal, na ra da Cadeia do Rcifa n. 56 A,
a Itevoluc-lo, poema heroe-comico em seis
cantos, oitava rima, obra prima, chogada
ltimamente de Paria.
Sapales de|Nantes.
Na ra Nova n 9, acha-se venda os
muito superiores sapatoes de Nanles para
homem.
-- Na estrada de J080 de Barros, sitio quei
foi do fallec lo Manuel Bernardino, ven-
dem-se dous terrenos do mesiio sitio, os
quaes teem bons arvoredos de fructo, e um
viveiro em um dos ditos terrenos : quem os
quizer, dirija-se ao referido sitio, onde a-
Chara com quem tratar.
Vf f Vf ?Wf VVVt ?f f Vf VVf V
- Na loja do sbralo amarello, nos C
^ quatro canto* da ra do Queimado n. 29, vendem-se as mais modernas ^p
:> camhraiasarterias, decores, padrOes
;> inteiramenle novos. ^5
Vendem-se tres prelos e urna reta sem
habilidades, porem robustos e habis para
qualquer servico, na ra da Cadeia do Re-
cife, loja do Jos*Gomos Leal.
Xa loja de J. L. de Brito Tabor-
da, ra do Crespo 11. lo.
Vendrm-se manteletes dr nnbreza preta a
18,0011 rs., mantas de seda de minio liom gosto
a 14,000 rs.,cliainalole de seda preta, proprio
para manteletes a 3,000 rs. o covado, selia
preto a 3,000 e 4,000 rs. o covado, sarja hes-
Pmo.1 1 a 2,00,1 rs. o covado, fil brinco bor-
dado a l.ftOO rs. avara, cortes de eainbraia
bordada, Ta/enda muilo fina a 8.000 rs., lencos
de cmbrala de linho'a 800 rs., caniDraia de ,
quadros de cores a 320 rs. o covado. corles de
gorgur.o e de setiin com flores a 4,000 r., di-
tos boidadosde dillerenles qualidades de 7.000
at 15,000 rs., luvas de seda pretas a 1,0u0 e 1,800
r. o par, alpaca de cordozinbo prelo a 800
rs., dita dr cotes a i.OOUrs o covado, casimi-
ras de cores, padroes modern .s de muito bom
gosto a b',000 rs. o corle, ditas parda escura e
clara, para palitos a 1,800 rs. o covado, altn
drslas outras militas Taeudas proprias da es-
taco e por precos baratsimos.
Deposito de salitre.
Na loja de Francisco Custodio de Sampaio,
na ra da Cadeia Velha n. 56, ha continuada-
meante por veader-se salitre lino de muito
boa qualidade e por preco mais couatnodo do
que em oulra qualquer parle.
Couro le lustro.
Vende-e couro de lustro de muito boa qua-
lidade a 2,800 rs. a pellc -. na ra da Cadeia Ve-
lha loja de terragens n. 56
vende-se um bonito escravo pardo de 25
a 26 anuos, de elrganlt figura, completo offl-
cial de pedreiro de toda e qualquer obra,
tambem um prelo de nacao moco, com officio
de camiceiro, do qual ganba 800 rs. diarios :
na ra do Moudego 11. 99.
Na ra da Gru n. 7,io primeiro andar,
vende-ae salsa parrilha de boa qualidade, che-
gada prximamente do Para no vapor Impe-
ralrit.
Vende-se um inuleque de lo annos, com
ofiicio de canteo : quem o pretender, dirija-se
ao neceo Largo do HeciTe casa terrea n. i5.
__Vende-se por todo preco utn bote peque-
no em nuio uno, e duas lanchas, uma corrente
para navio, urna amana de cabo, um ferro
grande, um balea para agoa que pode levar 10
canecas, una porcu de laboas de costa Inho
de amarello mullo secas para marciuelro, urna
prea de naciio com suas habe.lidade9, uma
prensa para algodo pequea uu para apertar
l.i'/.endas, ludo se vende mullo ein conta, e
uma porco de caixdes de Qandrca : na ra da
Cadeia do Recife 11. 54.


BMm*!'.''- -' -
Vendem-se relogios de ou-
roeprata, patente ingle* : na ra
da Senzalla Nova n. l\i.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assira como americanos
cotn cambSo de sicupira e bracos
de ferro : na ftindicao t.a ra do
Brum ns. 6, 8 e 10.
Deposito de cal virgem e potassa.
Cunta & Amorim, na ra Ja Cadeia lo
Itecife n. 50, vendem cal virgen em podra,
chegado pelo ultimo navio de Lisboa, e po-
tassa de boa qnalidadc, por menos prego do
queem outra qualquer parte.
Acaba decbegar para a ra Nova
n. 8,loja de Jos Joaquim 31o-
re'rn & Companhia
excellentes esparlilhos de liuho para scnhoia,
Suarnecidos de baleias e de dillerentes mo-
ellos, cousa papalina c iiileiramenle nova
rite genero, veudein-se por preco multo em
conla, chapeos francezes modernos e ile boa
pelucia a 7,000 rs., sarja preta despalillla,
veos pretos muito finos, luvas de lodas asqun
lldadesquer para hoinein quer para scnhora,
lanternas de vidro de todos os tatnantios e de
iodos os precos, ditas bromeadas, lencos para
grvala de cores e prrlos, un bello sortiinen-
io de cordas para violao iiiuilu novas que se
vendern a 100 rs. cada una.
Deposito l.-i fnhrtrn lo Todos os
Santos na Huliin.
Vende-se, em casa dcN. 0. Bieber&C. ,
na na da Cruz n. 4, algodSo tramado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por prec,o com-
modo.
AGENCIA
da funrticao Low-iMoor.
ltUA DA SI-.ZAl,A NOVA N. 12.
Reste estalclecimenlo conti-
na aiiaverum completo soiti-
mento de moenilas o nielas moen-
das para engenbo, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os lmannos, pa
ra dito.
i Quem duvidar
Venta ver e comprar.
Na na do Crespo loja da esquina, que
volta para a cadeia, venrtllsa pannos fi-
nos rretos superiores a 3.000, 3..-.00, 4,000,
4,500 o 5.000 ris o covado, dito azul n
3,0i0, 4,000, 5,500 rs dito ven'e a 2.800,
C.500 rs dito cr de rap a 3,0(10, 3,500 rs ,
corles de ca*in.irn preta a 6 (01)1*8., di.lo-
Diais superiores a 8,.(i0,o 10,000 rs., ditos
de roes a 2 800 rs., corles <1e collele velludo a 2,000 rs ditos de setim de cores
a 1,600 rs., dilos Je gorgorflo de seda a
1,280 rs ''los de Insiri a 32 ', 500, 010 rs..
ditos de brim pardo do Imlio para calca a
1,600 e 2.000 rs., ilitos brincos a 1,(00,
1,800 e 2 000 rs dilos de cores a 800, 1,980
rs., riaeadoa de lii.ho a 220 e 320 rs o cova-
do, aWodSo trancado de lialra escuro o ni
toe'ncorpadn, propiio para esclavatura t
engenhr a 180 rs. o cuvado, picle a 220
rs zuarle azul de vara de largura a 2t0 rs.,
dito de furia cores a 200 rs., Macado mona-
tro a 220 rs., dilos francezes muito bonito-
para vestidos a 210, 280 rs,, corles de Cim-
brara branca de quauros a 2,000 rs., ditos
de cassas de cores a 3,000 rs., ditos muito
linos a 3,500 rs., dilos pcetoa a 2,000 rs.,
cambraia lisa com 8 varas e meia a 2,720
rs. a peca, dita de cies para vestidos a 2K0
rs. o covado, lila preta a 120 rs., metas de
cores para forros a 120 e 140 rs., corles de
chiles finase de cotes Usas a 2,i0t) e 2,(00
rs., chita para cobelta de rres lisas a 200
rs. o covido, ditas pura vestidos a 110, ICO.
180 e 200 rs.. meios lencos de cassa para
grvala a 210 rs., dilos rom listms de sed*
a[320 rs., sarja despartila muito superioi
n 2,210 e 3,000 rs. o rovado, n.ciss para mi-
ninos a 1,000 rs. a duzia, rhaios de sol de
asteas de haleia a 1.800 rs., madajolo
rouilo supeiior e largo a 210 rs. a jarda, e
os acreditados cobertores de tapete para es-
cravos n 720 rs., canibraias bordailas pro-
pria para babarios e cortinados com ava-
ras e meia a 4,000 rs. a peca, e oulrus mui-
tis fazendas que so 08 freguezes vendo acre-
ditarSo os piceos.
TeciJo de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades,
poprias para sacros de assucar e roupa de
rscravos.
Irados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados ,ie ferro de diversos mo-
delos.
Vinho de Champagne
de superiores qualidades : vende-se em casa
de Kalkmanii Irmos, ra da Cruz n. 10.
Vinhos finos
de hordeaux, vinliode Ilcrcs, vinho do Rbei-
no, vinlio de Bordeaux branco de idade de loo
annos : vendem-se em casa de Kalkmann Ir-
mos, ra da Crut n. 10.
Charutos de Ilavana
de supe Irires qualidades : vendem-se em ca-
a de Kalkmann limaos, ra da Cruz n. 10.
Vcllas de osp'rmacete
de muito boa qualidnde e de Gem libra : ven-
dem-se pelo diminiilo preco de CII0 rs. a li-
fcra. em casarle Kalkmarui liiniios, ra da Cruz
o. 10.
Instrumentos de msica
chegou iivameiite um complete SOrtimeMO
de lustrumeiilos para msica militar, recoin-
inend.i-se principalmente os pisies, praloa
Terdadeiros da Turqua, flatiiins, llautas, bal*
los, cornetas de cbave, clarins lisos e de cha-
ves, violes riquissimos de Jaca/anda, claii-
netas, trombones, trompas, caixas de guena,
labumbas e arcos de eainp.iintins : \cndeiu se
Pin rni de lalkiuann rmeos, ra da Lrui
ii. 10.
Tintas em oleo
branca e verde i vendem-se em casa de Kaik-
manii Irmaos, ra d Cruz n 10.
l.ivrus em luanco
grande sortlmenlo prnprio para rscriptirlo e
, j n ri I -1 "i r Mino rstauclrcimenlo : vciidein-se
mi casa de Kalkmann Irmaos, ra da Cruz
u. 10.
.- Vendem-se saceos nevos de estopa com
de Kalk-
duas varas cada um a 320 rs. : na ra larga do
Hozarlo n. 18, primeiro andar.
Obras de ouro
chegou um novo e completo sortlmento de to-
das as qualidades, come sejam, corientcs pa-
ra relogios, anneis, pulceiras, alfinelee, ade-
recos, brincos, voltas, etc. : vendem-se em
casa de Kalkmaon Irmaos, ra da Cruz nu-
mero 10.
Cadeiras c sofaes
para meninos: vcndein-se em casa
mann Irmaos, ra da Cruz n. 10.
Copos para vinho C para agoa
dequalldadc muito superior : vendem-se em
casa de Kalkmann Irmaos, ra da Cruz r.. 10,
aonde taniuem lia grande sortlmento de appa-
relhos de vidro fino para sobremesa, para agoa,
para ponche, cestos c vasos para llores c para
frutas.
31 ocndns superiores.
Na fundlcOo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-so venda moendas.
de caima, todas de ferro, de um modelo e
coiistructjJo muito superior.
Anlifto deposito de cal
virgem
Na ra do Trapiche
.lie, n. i
y
ha
muito superior cal nova cin pedia,
chegada ltimamente de Lisboa
ni be rea I,! ge ira.
' Deposito de tecidos da labn ^
.> :a de Todos os Santos, #
'? na lahia. 2
& Vende-se em casa de Domingos Al- <
W ves Matheua, na roa da Cruz do He- J
W cife n. 52, primeiro andar, algodo "*
transado daquella fabrica, muito pro- V
f!e escra- "*
Vende-se um preto anda moco e multo
bonita figura, proprlo para o servteo de cam-
po c multo bom trabalhador de enxada : na
ra do Queimado n. 16, loja de mludezas.
Vende-se um cavallo alazao com
multo boas qualidadea, multo novo
e excellente para viagens, por pre-
co commodo : na ni do Queimado
n. 16, loja de inludezat.
-- Na loja da ra do Crespo n. 11, acham-se
venda as seguintes obras : compendios para
aula,, I.jrica de Joao Minlmo por Ga; re e
varias poesas de outros autores, e continua-
da, as qualidades, lano para iiomem como M trocar lWroa, comprar e vender, ludo a
nara scnhora e meninos, asslm como sapalrs diuheiro a vina. ,,,.
te comn.odos : na ra do Sol casa n. 9.
leqnes do ultimo gosto de 2 a iSmll rll, luvas
prctas de seda, chapeos prctos francezes para
homem, vestidos de cambraia brancos com
babados, e outras mullas fazendas de gosto,
que se venderlo por menos do que coi outra
qualquer parte.
Calcado.
No AlterroxIaBoa Vista, delron-
te da bonccrn
he chegado pelo ultimo navio francez um no-
vo c completo sortiinenlo de calcados de to-
para '
W prio para saceos 0 roupa ..~ ...v. _
^ vos, nssim como lio proprio para re- ^
%, des de pescar e pavios pare veilas, ^
a. por preco milito commodo. <
i A A i A ': I 111 ki A I MA&*
Madama liosa ll-rdy, modista
brasilera, na Nova, n. 3J,
Annuncia ao publ co, e particularmente seus
freguezes, que tcm recebldo um bello sorli
nieuio de fazendas novas, ricos chapeos de se-
da, de gros de naples e gorgurao de todas as
cores, lisas, franzidas c de pregas, ditos de
seda para meninos se liaptisarcni, chapeos de
nala de todas as qualidades, para senhoras e
meninas, l'in grande sortiinenlo de mante-
letes e capoiinbos de ludas as cores, pretos
de eliamalotes e gros de naples, capolinhos
de fil de llnho preto vardadelro, ditos para
menina de quatro a olio anuos; ricas cpelas
de llores .le laianja c ranioj para enl'iitar ves-
tidos, ricas luvas de pelica cumplidas e enfei-
tadas, ditas curlns pretas e de seda de lede
para meninas e senlinra, ditas de pellica cur-
tas para senhora r para boiiicm ; camlsinha
para scnhora. ricas ronieias, melai de seda
branca para baplisar ineninos de quatro me-
yes tres anuos, ricos penachos brancos para
eiifcilar chapdof, e tainos linos para ditos;
trancas e franjas de seda preta e de cores;
pros de naples preto e lurta-cores, com franjas
e trancas da iiiesma cor para os ditos capoti-
nhos; se vende a vontade do conipradnr.
Lindas toncas de gorgurao, vindas de Fraii(a,
p.na baptlaado. a iiieima loja fax-te visii-
dinhos para baplisado, loucas para criancas,
caputiiihos, \estidoH para senhora, chapeos de
Crep prelu ; e uiuilas outras fazendas que se
venden! mal em cunta que em qualquer oulra
parle.
Vende-se na distancia de 2 legoas e lucia
da cidadedn Rlo-Formoso,pelamargein ci-
ma do rio Srrliiliiiem do lado do sul, o enge-
iiho Caxoeiriuha com os seguintes qulailoi, e
objectoa declarados, e seni elles. O seu terre-
no lie de tres quartos de legoa para quein do
sul. e lucia legoa de nascenle a pocote, firma-
tos por mareosa 45 aunos, son contradiccSo
.ilgunia, como consia dos seus titulos ; o seu
slo he toda barro, quer seja ladrira, quer se-
ja vanea, icio bastante maltas virgeuse licitas
bastante madeira de consli 11C9S0, be bom nioe-
dor com auoa, porque moe com o citado rio ;
os seus edificios sao, casa de engeuho sobre
plales tap.ido tod.i de paredao, i'avoco de cal
e tij lio, lauque de agoa da mesma forma,
com 11111 forte escorinbote de ferro, lmbelo
rica Obra a din avel. 11111.1 fainos casa de ba-
gaco, com tres lliesouias e duas tacaolcas, es-
Uvada sobre uiadi iras Invigilas, boa serradi de
agoa proyipla de ludo, casa de purgar e en-
caban.cuto, ludo firmado otile pandOes de
lijollo e pedra ; esl remontado como pre-
ciso para sua manufactura, ludo em bom es-
tallo, boa capella, urna rica sanzala, fumado
tildo sobre lijollo, com um trrraco na frente
firmado sobie columnas e sollrivel casa de VI-
. para ...
de bczrrro, chiiiellas de tapete c bors.guins a
3,50" re., sapaldes de lustro para senhora os
melhores que ha a S.OOO rs., ditos de Lisboa a
1 .(Mu rs dilos de niarroqiiim e cordavao e
borseguins francezes para senhora sapalOes
do Aracaiy tanto para homrm coma rapaz a
800 rs., ditos de lustro para homem fcilos na
Bahia a 3,000 rs.,pclles de marroqulin de to-
das as cores, ditos de lustro c becerro fran-
cez, vasos para ornar mesas e condecas de
lodos os lmannos, tudo a troco de pouco di-
Loterla dn matriz in Boa vista-
A os I otoooSo c 5:ooo#ooo.
Na rfla da Cadeia n. 24, loja de cambio da
ViuvaVieira & l'ilhos, vendem-se os mu
afuilunados bilbrtesc meios ditos da mes-
ma lotera, que corre itnprelerivtlu ente no
dia 2 de jnnho prximo vindouro.
Ililhelea inteiros 10,000
Malos 5.0(>
Vendem-sj escravos baratos,
mocos a de bonitas figuras, como
seja: moleies, moleques, negras
com habilid .ds e molecas, assim
como 3 mulitinhas, que cozem,
engommam a marcam, e entre es-
tes escravos ha um ptimo corpi-
no, um meslre sapaleuo, um per-
fetto bol eiro e um perito ci zinhi-
ro : na na (fas Larangeiras n. i4>
srgundo andar.
Vendem-se l escravos, sendo um de ida-
de de 22 annos, bom ofiiclal de pedreiro, oulro
da mesma id^de carreiro, umdrto canoeiro, b
dims de bonita figura, urna escrava de nacao
de idade de 20 annos, que cose e engomma
beni, duas ditas de Idade de 2o annos, que co-
linbaru c lavan), e 1 ditas de meia Idade : na ra
Direila 11. 8.
i i\a loja tle Jos Jouqulm >o- 9
* relia & C.onipaiiliia, mi 6)
1111:1 Novn n. 8, A
vendem-se manguitas emeiss man-(fi
gas de lilo de' linlio e cambraia, cou- %
>a de co.loe que n.uito se usa em vestidos de. CHSsa, cambraia e seda, QJ
custando o par 2,000 rs. smenle; &
cabecoes ou romeiras de lil de It- 8t
nbo, tanto para seuboras como para 4
t$ meninas, pelo baratissimo prerjo de
(. 4,000 rs. ;cami;.inlias de fil e cam- .;
f braia ; talhos de bico de seda ou g
blondo, tanto pretos como brancos; 4
4, capotinhosdecharraloleesetira mi- ^
J, cao ; minias de garc.a brancas, mui- 4
t topioprius para noivas ; capellas e (^
ti rau:os de flor de laranja chapeos |)
4^ de palhn arrendados e lisos para ae- >*
I lillOraa e meninas ; e outras fazendas i,
J mala, que na mesma loja se vendem 0
f. mullo em cunta.
*# !: *
A os pintores.
Noarmazem de Francisco Dias Ferreira,
no caes da Alfandega, vendem-se caisas e
nieias ditas com vnlros de II pollegadas de
comprido e 9 de largura, por menos prerjo
do que em outra qualquer parte.
Liviana n. (>, do pateo do Col-
Ir gio.
t begOU o oltavo fnlhetiTdo Misterio do Po-
vo, vmde-se este pm 7,009 rs.
-- Na nova loja de calcado da ra da Crur.
do Recite 11. M, lia para vender um completo
omnenlo de calcado deludas as qualidades
para homem, aeuliora e meninos, assim como
,ii 1 .un nic.s para sapateiro, ludo por precos
comuiodos. Ka mesina loja cciupraiii-se eilec-
tivanicnle calcado frito.
Vende-se na loja de Jos Jca-
(|iiim Aloreia ckCompanhia, na
ra Nova n 8,
lindos gibes de lit de llnho guarnecido] de
venda, sendo uuladc terrea e melade sobra- tranca e pioprios smente para senhora, o pre-
dada, casa de fazei farinha, estribarla, casa co ser o mais couimodo possivel.
le empregado. forno de coslnbar obras de bar- Ijotll e iiaidll)
ro, o cenado be todo de vallado c limpo, um
obradiiiho dentro do engenbo, e mais urna
dlatillacSu prnmpla com nido, que pode dis-
t i I lar quarenla caadas de liquido diariamen-
te, cujos prepaios sao, 24 cubas para garapai,
duas pipas, um tonel i|iie leva 2 pipase roela
de liquido |.ara deposito, canecos, bicas, rrs-
filador, faz lodo o preciso de agoa, drila gara-
pa 110 alambique, deila as caldas fora sen que
se pegue nrlla, c sem ser tocado por bomba,
40 bol mancos, (i canos, G burros, 2 guaran*,
10 escravos c safra que pode regular 1,500
pes.
Vende-se englobado 011 a parle um en-
geuho novo denc minado Independente, no
fundo do engenbo cima, que moe com ani-
mara. O seu terreno be de meia legoa em
quadro, e firmado sobre marcos, c quasi co-
berlo lodo o spu terreno ce mallas virgens e
com elle os objecios seguintes, ou srn'riles,
10 liois mancos, 20 cavallos, 4 escravos e safra
que pode regular 1,200 paes : quem pretender
dirija-se nesla prd(a, ao Sr. Mauocl Goncalves
da Silva, que Ihe espora a furnia do nrgocio, e
nos engenbns ao seu propriclario e residente
Pedro de Mello e Silva.
I$>7eiro francez a a,800 rs.
No Atierro da Boa Vista loja de calcado n.
fiS, junto ao selelro, vendem-se pelles de be-
zerro francez de boa qualidade a 2,800 rs.
Soria heapanht la Itmpa muilo lar-
ga a 2j0'o rs.
Vende-se sarja hrspanhola muito larga c
muito encorpada a 2,000 rs. : na ra larga do
dotarlo n. 48, primeiro andar.
Pecas de chita limpas a 4,000 rs.
Vendem-se pecas de chitas limpas escuras
proprras para tscravas a 4,00o is., e a 120 a re-
Na rua> do Passeio Publico, loja n, 9, de
Albino Jos l.eite, vendem-se lindas pecas
de chita") de con s, a 4,500 rs e a 120 o co-
vadn ; ditas para coberla, a 6,000 a per,a e
a 160 o covado; lentos de seda decores,
lindos padres, a 1,000; dilos brancos de
>; iiil'ian com lucos, h 480 ; grvalas de se-
ii'i, a 1,500; chales de chita de cores, a
800 ; ricos cortes de metal, casimiras escu-
ras, pioprias para o lempo presente, a
1.500 ; cobertoies grossos para escravos, a
640;cba|os de sol do panninho com bar-
ras de corea, a 2,80o ; ditos sem barra, a
l',i on ; brim de liuho de cores, a 300 o co-
vado ; riscados nionslros, a 2uo o covado ;
cambraia da India bordajs, a 400 avara;
e oi.lras muitas fazendas, que se deixam de
annunciar pur falta do lempo.
A elles antes que'se acabem.
Cortes de chita linos rs. a.ooo
2,100 e 2.5oi).
Acaba de ebegar a loja da esquina da ra
do Crespo que volta para a Cadeia, um eicel-
lente sortiinenlo de cortes de chita finas com
i 2 co va ilos, dos me I llores gostos que (em vin
do a esie mercado, pelo diminuto pre^o de
2,000, 2,200 e 2,500 rs., assim como pecas de
iiudapolo muilo fino com um pequeo loque
de avala 3.G0Oe 3,800 rs.
khmu m^.sunmmmmmmmtm.
fj GC/* I) proprirtaiio da conlcltaria da
. ra cs(rcita do Hozarlo n. 43, lema sa-
tisfaco de annunciar ao publico, que
^ em sua casa tem um rico sortiiucnto de
Mi anirndnas c castaubas confeitadas, cai-
xas, Irascos e balainhos com doces cao-
mwmw
Furellos de
nmiw mmmwvswawm
arroz, barrica a ris
laido, c cortes de bonitas cambraias paia vcs-ijjj dilados, para presentes da semana san- fe
tidos a 2,00o rs. : na ra taiga do lozano n. ji u, ludo por pceo commodo.
48, primeiro andar.
Lija de Antonio (ornes Villar, na
r na Nova n. 23, quina que vol-
ta para a Can -lina do Carmo.
Vende-se a verdadeira sarja preta hespa-
nholi, setim prelode maco, vi Iludo prc Ir,
merino preto muilo lio:, los de buho preto,
bicos pelos de linboiuuilo fiuo,bicosde blon-
drs, Dures francezas de lodas as qualidades,
2,000.
Esta tao til substancia alimentaria para os
animar s, niuar, cavaliar, oviluin etc., etc., rio
barricas de 4 ariobas ao diminuto preco de rs.
2,0til). vende-se na ra da .liadrr-dt-Deos, ar-
mazn n. 46 e defroute do cbafarlz daescadi-
nha no Recife.
Vendem-se. superiores PalOca de bom
couro de lustro de ponto fizo a 4,000 rs. o par :
na ra da Cruz n. l4.
-- [Sa ra da Senzalla Vettia, padana n.
100, ao entrar pelo Bccco Largo, vende-se
superior farinha de mandioca vinda ltima-
mente de Santa Calharina, porcada sacca
nova debomalgodSozinho levar o porta-
dor a pequea quantia de 2,000 rs. e que-
rendo deconta-se-lhe 860, passando para
outra que o portador levar*.
c^^" llapaziada alerta
I Na confeilirla da ra estrella do Roa- S
I rio n. 43, ha sorvele lodos os das das 11 fe
a horas, as 2 da larde, e das G as 9 da nol- m.
le, para corroborar a fibra calmoza *
t da rapaziada, pelo dlminnlo prejo de
i 240 rs I
mmBmmmmfgmm mmwmwmw*
o armazem do barateiro Joa
quim da Silva Lopes, ra da Ma-
dre de Dos, vendem se saccas
com farelos e 3,o o rs. tendo ca-
da urna 70 e tantas libras.
--Vende-se urna linda estrave, crioula,
de 20 annos, sem defeito, com habilidades :
na ra de Santa Rita n. 14.
A 2,000 rs. o par.
Vendem-se meias de seda pretas compri-
das, proprias para padres : na ra Nova, lo-
ja n 2.
Chapeos de mola a 6,000 rs.
Vendem-se chai eos de. merino preto com
mola a 6,000 rs. : na ra Nova, atrs da ma-
triz, loja n. 2.
Vendem-se cinco escravos de mui bo-
nitas liguras, entrando nesle numero urna
preta e duas pardas: os pretendentes diri-
jm-se ao Forte do Mallos, a tratar com Joa-
quim Francisco do Alem, sobrado n. 9.
Lsl acalmndo-se a pechincha,
Na ra do Crespo n. 2l, vendem-ae los prc-
tos pequeos, fazeuda muilo boa pelo barata-
simo preco de 3000 rs. cada um, ditos grandes
hienda superior por 10,000 rs luvas pretas de
torcal a 1,440 rs. o par, lencos de setim maco
fazenda superior a 4,500 rs., e outras muitat
fairudas pretas proprias para os actos da se-
mana santa e sarja prcla hespanhola a 2,500
rs. a n.olliin que ha.
Vende-se um moleque de nnco, de 22
annos de idade, bonita figura, multo bom
cisinhciro, sabe retinar assucar, muito dili-
gente para compras, e tem principios de bo-
llen n, na ra do Crespo, n. 10
Vende-se um moleque muito bonito, de 10
annos; um dito de '8 annos; duas pretas,
que engommam, cosinham e fazem lodo o
mala servico de cata ; tres ditos que sao mili-
to linos \ uten ns de roa c fazem lodo o mais
servico ; tres pretos bons para todo o servico
e um caboclo muito diligente para ludo ; na
ra da Cadeia do Recife, n. 51, primeiro
andar.
Vende-se muito superiores charutos, des-
embarcados hiinti ni, por preco commodo, e
por menos do que em outra qualquer parte,
tanto em porco, como a rrtalho; na ra da
Cadeia do Recife n 34, primeiro andar.
Chapeos lranceze>
A. Colombirz, com loja n. 2, na ra Nova
airas da. malrii, vende, a dinhriro vista,
chapeos francezes para homem 7,000, 7.J0O
ris.
Meias pretas.
Vende-se meias de seda preta, compiidas'
para senhora, pelo barato pre{o de 2,000;
na ra Nova, loja n. 2.
Vende-se i.u mo, com poucos fundos e propria para quem
qtiizer priucipii r : a tratar no mesruo lar-
go, venda n. 39.
Na i ti,i do Queimado segunda loja
n. 18.
Vendem-se chapaos de sol de seda muito
bous a .'i Mu rs ditos francezes para cabrea a
7,000 rs panno fino preto superior, setim pre-
to de maco, casimira preta, setim, luvas de
seda de cores para homem e scnhora, diias
pretas de torcal, coletes de setim bordado; bo-
nitos gostos, casimiras decores, cambraias de
cores para vrstidos, loncos de setim pretos e
de i ores para grvala, ditos de garca para se-
nhora, sarja prcla muilo fina, cambraia de
seda para vestidos, cambraias de barra bran-
ca e de cores, c outras muitas fazendas por
com modos picaos.
C ipi.tinlios e manteletes a lis
20,000.
Capolinhos e manteletes, pretos e de cores
de gros de naple, os mais modernos que tem
a pi.....i do no mercado : na ra do Crespo loja
ainai ella n, 4.
Vendem-se luvas de pellica,
ponto inglez, para homem, a ris
i,6oo ; ditas para senhoras, a ris
i,3oo ; ditas de torcal. a ris 800.
1,20o e 1,700 o par ; e cartas finas
para voltarete : na ra do Qjjeima-
do n 53, ao p da loja de chapeos.
Vende se un sitio margem do rio Ca-
pibaNbe, com urna grande casa de vivenda,
outra menor, com senzalla para 10 ou 12
escravos, contando alm disto um grande
telheiro, onde existe urna padaria e alguna
quartos, com tres grandes bailas de capim
iami em margem do rio para 200 ou mais
feixes de capim diarios, o de muita facilida-
de para o transporte. Este sitio be excel-
lente paia estahelicer-se urna coxeira por
licar entre duas estradas mui commerci-
anles, a do enciinamento e a de S. Lourenco
da Malla. Adverte-se tsmbem que quem o
comprar lica com direito ao engenbo Ape-
pucos, onde pode lirar as matas toda a
madeira para obra do mesmo sitie, setr que
pague direito algum : a tratar na ra do
Queimado, segunda loja n. 18.
~ Vendem-se saccas com feijSo, muilo
grandes, e novo : no armazem 00 caes da
Al Un ieg, defrqule da escadtnba, pur pie-
cu commodo.
Vendem-se quatro cavallos, sendo um
meo, 11111 fui eiro eduus alazOes, em. bois
csrnes e com andares ; um carro de quatro
rodas em bom oio, com seus competentes
srreios : no Monrtego, casa da viuva do te-
nente-coronel Costa, se dir cam quem so
lleve tratar .
Na roa Nova n. 23 loja de A. G.
Villar
calcados, sapatos de aelim branco paramen!,
as a 800 rs. o par, sapatos de setim preto
mullo boa qualidade a 800 rs. o par, sap.tos
do beserro para ineninos a 640 rs., botin gas-
psdos de diversa qjalidade para senhora de
p pequeo a 1,000 rs. o par.
Yende-se para a praca
um excellente sapateiro de toda a obra,
tanto para corte como para execuco, dan-
do diarios 640 rs., he preto, crioulo, e tem
deidade 20 annos: quemo qulzer ver, di-
rija-se ra larga do Rozario n. *6, onde
trabaIha. e para ajustar, defronle, loja nu-
mero 35.
Chitas francezas a 220 rs. o co-
vado,
a duzentos e vlnte ris o covado, chita coro 4
palmos de largura cores fixas, ditas a 280 n.,
corles de casimira a 5.000 ra., ditos de meia ca-
simira de 15a a 2,500 rs.: na ra do Crespo
loja amarella n. 4.
C.ontinua-se a vender farinha de man-
dioca em saccas : na ra da Cadeia, loja de
Joaquim Ribeiro Pontes.
Vende-se por causa de sabida
orna burra do segredo, nova, forma de ar-
mario, de Le Paul, um do melhores fabri-
cantes de Pars, orna fochedura de seg-
ranos pelo mesmo autor, e duas espingar-
das de dous canos para caca, sendo urna do
systema Lefaucheuy : no Atorro da Boa Vis-
ta n. 3, secundo andar.
Vende-se urna loalha de lavarinlo cir.
gido, de quatro pontas : na ra do Rozario
da lloa Vista n. 16.
Vendse umirolalinho bem alvo, da
boa conducta : na ra Direita n. 25, primei-
ro andar, pelo preco de 450.000 rs.: quem
o pretender, dirija-se ao lugar cima men-
cionado, das 6 s 9 horas da mantisa, o
a tarde das 2 em diante.
A 5,000 rs.
Vendem-se chapeos pretoa de seda de
LisbOa, a 5,000 rs. ; dilos francezes, os mais
modernos que teem vindo a este mercado,
a 6,000 rs.: na ra do Crespo, loja amarel-
la n. 4.
Na ra Nova n. a3 loja de A. (;
Villar.
Vendem-se nielas para meninos, ditas de se-
da pretas de p pequeo para menino, ditas
de algodo de diversos tamanhns para meni-
nas ditas de liuho linas para meninas.
Casa de modas francezas de Bues-
sarda Millochau, Aterro da Boa
Vistan, i.
Alcm dos arligos da quaresma recabeu-
se um lindo sortimento de vestidos para
baile de blondo, garca e crep, leminhas de
seda, luvas de pellica compridss, meias de
seda branca, bicos de blonde, fitas as mais
em modas em Pars, plumas para enfeites
decabec, etc. Na mesma casa faz-so loda'a
qualidade de validos e toucadoa para bai-
le e casamento.
Vendem-se plumas brancas
e encarnada!, grandes, e de mui-
to superior qualidade, por barato
preco: na praca da Independen-
cia ns. 24, 26 e 28.
Veiidc-se urna prria| n nula de 22 annos
bonita figura, cosinha, coze chao, com prin-
cipios de engommado ; para fra da provincia,
por preco coinmodn; urna d ta de nacao, na
ra do Rangel, n. 38, segundo andar.
Escravos fgidos.
Desapparecen, no dia 4 de jan*ro do
correle auno, do engenbo Massarandiihs,
o crioulo, rilTicial de carpirra, de nome Sil-
vestre, perleneente a Antonio Raposo Fal-
cn, cujos signaos sfio os seguintes : altu-
ra regular, denles podrea na frenle, urna
sicatriz em um p, principiando agora a
barbar, de 20 a 22 annos ; l'-vou comsigo a
ferramenta pertencenle aoofllcio: roga-se
as autoridades policiaca a apprehenso do
mesmo escravo, e aos capitBes de canipn, a
quem proTetleseuma generosa gratiOca-
980, levandtr-o no referido engenbo.
--Ilesappareceu um escravo crioulo, de
nomeManoel, levando cm|sua companhia
um quarto carregado de carne e varias en-
commendas; he muilo ladino, e osignal
bem visivelheter umaperna cortada abai-
xo do joelho, e substituida por outra de pao:
quem o pegar e o levar ra da Cruz do Re-
cife n, 43, ser bem- recompensado.
Boa gratificacSo.
No dia 13 de marco do correte anno des-
appareceu da Passagem da Magdalena, do
sitio em que mora o Sr. Dr. Malet, o mole-
que Marcal, o qual he bem conhecido e tem
os seguintes signaes : representa ter 20 mi-
nos, baixo, cheio docorpo e carcundo, cor
fula e sem barba ; tem falta de um dente na
frenle do queixo inferior e he (litio do ser-
ijo de Paje, por isso julga-se para l ter
ido : recommenda-se, portento, aoa capi-
ISes de campo a captura do dito moleque,
que serSo bem graiiflcados.
Iieasappareceu em o mez de fevereiro
prximo passado um escravo de nome los,
do nacSo, o qual representa ter 30 a 40 an-
nos, com urna belideem um dos olhos, sec-
co do corpo, altura regulare pouca barba ;
levou camisa e ceroula de algodflo da trra,
e he pouco desembarazado na falla. Esta
escravo foi comprado ao Sr. Thomsz An-
tonio Maciel Monleiro : pede-seas antoridi-
des policiaes e os capitSes de campo, onde
quer que elle seja encontrado, que o pren-
dan), e por eala mesma folha o aununciem
para ser procurado, ou o cdnduzam a seu
seohor Jo3o Francisco do Reg Maia, na po-
vosco de Apipucos, que serSo generosa-
mente recompensados.
Ilesappareceu do eogenho Pru, co-
marca de Cotanna, urna escrava de nome
Antonia, crioula, com ps e nios pequeas,
sendo esbs comalos, bem fallante, cheia
do corpo, costumi a beber ago'ardente, e
acha-se nesla cidade inculcando-se por for-
ra : quem a pegar, leve-a ao major Manoel
Goncalves da Silva, de Goianna, ora asais-
tente no largo da Assembla, junio ao Alm
que ser recompensado com generosidade'
Pr.r.N. wA.Tvi'.i)r7 M-F-nn Paria-


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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05317


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Full Text
.'.
Anno XXVII
Tttufeira 5
PARTIDAS DOS OOBKEIOS,
'Nova, a l,
Golannae Parahlba, s segundas e textil felras.
RIo-Grande-do-Norte, todas as quintas felras ao |Cr<>c. a 9
melo-dla. phim d lda.{, ca 15>
IPHtMIlllDta.
Garanbuns e bonito, a 8 e 23.
Boa-Visto e Florea, a 13 e 28.
Victoria, s quintal felras,
Olinda, todos os diae.
i'., e 3 m. da t.
4a, e 42 m. da t.
sii. i- 16 ni. da t.
ing. a 23, s 4 h. e 38 m. da DI.
PHEAMAIl BE BOJE.
Primeira s .'i horas e42 minutos da tarde.
Segunda rs 4 boras e (i minutos da manha.
de Abril de 1852.
AS DA SEMANA.
14 Scg. S. Tiburcio. Aud. do S. d'orf. c m. da 1.
15 Tere. S. \nastacla. Aud. d*Chae.,do J. da se-
gunda varado c. ,e dos feitos da fazenda.
i id Quart. Trevai. S. Ingraca.
J17 Qulnt. de Endo mKyu u dvoovBuyaw, I diantc. )
Portrcs meies fadlantados) 4/0(10 18 Sext. da P.iixo (** at o mcio dia )
Por seis meses 8"C0 i'J Sab. d, Mlcluia. S. Hermog-nes.
Por um anuo 15/000 20 Dom. de Paschoa da Rcsuiiei{ao.
pasco da stTBScairr^Ao.
mmsmttaamsaaa-- Ta*. 3v.siisa.aB."Bi tu ja* uwDsaHKiiiaRBS jnaaaaTJiT. .-..:.--; -rr'
. 87
CAMBIO BE 14 DE ABBII.
Sobre Londres, a 29 '/a d. p. 1/X>0 ri. 60 dia*.
a Paris, 320 por Ir.
Ouro.lo^a^es^hoias..... W000 a 28/500
Moedas de 6/400 -clltas. 16/000 a W*o
. de 6/100 novas Ib, 000 a lBliU
de 4?000....... />00 a 0/VI
Prata.-Patacfles brasileiroi.... l/g Jjgjg
Pesos columnarlos..... ]/"* a l/w
Ditos mexicano......... I/1 'Z700
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M!r'.inii,xWijH.CTM.-
Full Text
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