Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05315


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Full Text
v
I""-"
Anno XXVII
Sabbado 12
piHTiDis sos coantioi.
Golanna e Paraliiha, s segundas e sextas feiras.
Rio-Grande-do-Norle, todas ai quinta* feiras ao
roelo-dia.
Garanhuos e bonito, a 8 e 23.
Boa-Villa e Florea, a 13 e 28.
Victoria, a quiutaa feiras.
Olinda, todos os diat.
inruisisu.
'Nova, ai, as 4h. c 3m. da t.
Cresc. a 9. as 4h. e (io, da I.
Chela. al.Vas 8h.e 16 m. da m.
Mlng. a 23, s 4h. eMin.da m.
niaJUH DE HOJI.
Primeira i 1 hora e 18 minutos da urde.
Segunda 1 hora e 42 minutos da inauhaa.
de Abril de 1851.
N. 8
FREOOSA SUBSCaiPr-O.
Por tres meses fadiantados) 4/000
Por seis mese* 8/000
Por um anno 15/000
das da semana.
7 Seg. S. Epifanlo. Aud. do J. d'o 8 Tere. S. Amaaclo. Aud. da Chae., d> J. da se-
ruu 11 ir ir 1.11 o., e ilu feit.H di fueoda.
9 Ouirt. S. Demetrio. Aud. do J. da 2. vara. -
10 Oiiiut. Kxequlel. Aud. do J. dos or. edo m
da primeira vara.
11 Seat. S. Iiac. An I. do J. da 1. varado ci-
vil, e dos fritos da faienda.
12 .~-.it> 8. Vctor. Aud. da Ch. e do J, da 2. vara
do civel.
13 Doin. de Ramos S. Hermenegildo.
9
CAMBIO DE 11 BE ABRIL
Sobre Londres, a 29'/, d. p. 1/000 r*. 60 das.
Parla, 320 por Ir.
Lisboa. 85 a 90 ooaenn
Ouro.-Oncashespanholas--------28/000 a 28/500
Moedasde6r<00velhas. 16/000 a IWJ00
. de 6/400 nova. 16/000 a lb200
. de4J000....... /uWa 9/m
Prata.Patacfles brasileiros.... l/0 !/>
Pesos coluiunarios..... ,JCS linn
Ditos mexicanos........ V80 '/7W
ERRATAS.
Nn discurso do Sr. Paes Brrelo publicado
no jornal de hontein, notam-se os seguintes
erro*de Impresso : no 3.* periodo rm vez de
uin rrgulaoirnlnqtiren noacho multo con-
\>enlrnie--lela-se mu argumento que eu nao
eho etc no 5.* periodo rm vei de disse-se
que havia nrrrssidade lri.a-.sc-- disse-aeque
nao bavia ueersaidade: no 4.a periodo rm vez
V- sempre que poderemos leia-se sempre
que pdennos.
' No cnnimonirado publicado no numero pas-
ando des te liario. leiam-se as seguintes emen-
das: -
l columna, linhas 86 n'um, leia-se um.
2.acolumna, linhas 29 os alterem, leia-se s
Itrratn.
2.' columna, linhas 54 -- e rntiio sao, lea-se e
rslea san.
9 columna, linhas 58e rstar, leia-se e estas.
Dita dita linhas 96 termo, leia-se terreno.
Dita dita lluhas 108 o ha d quarta, leia-se
aquarta.
3 "columna, linhas8absolver, lea-se aluorve.
Dita dita, linhas88e89 e toda a popiilacio
colhe o esclareciuientos, colhemos vanta-
gens, leia-se e toda a populaco eolbem as
vanlagrnsetc.
3.a columna, linhas i?2seiain, leia-se se un.
t.' columna, linhas 2 es; lela-se se
5' columna, Iiuhas72 anniiil, leia-se anima.
DilaMita, liuha*94 8l, leia-se 91.
PftftTE OFf tCUL.
Commantlo das armas.
(Juartil ila enmmamlo das armas nn cidade do
Heir, em 3 de. ab'il de 1851.
OIIIIF.M DO DI A N. 70.
Em confo.mida.le aa ordena do Bsm. Sr. c6n- Ve.'}r.l. P"'iC !11"e.i'aJl.?U/"'.,.,,5'J,"!l'.'|Ue
aelhelro preaidrnteda provincia trio a Curca de
primeira linha exigirme nesta guarnirn cuii
a guarda nacional deate iiiuiilcipiu na tirde do
dia 4 do correte le formar em grande parada
para o arompaiihamento da procisso do Se-
iibar Pon Jess dos Pasaos.
1 oda afores reunida formar urna divisan
que sr coiupur de duas brigadas ; a primeira
parada ao mando do Sr. con>nel de legio
Francisco Jnaqiiiin I rreira Lobo, ea segunda
dos rorpos de primeira linha, segundo e oitavo
de cacadores, ao mando do Sr. teuente-coroiiel
Antonio Mara de Soma, os quaes Humearan
oa seuseinprrgados.
A divisan formai nn parada na praca da
Boa-Vista a pro timando sua di re la sobrra igre-
Ja inul'i. e pri longando-se pela la do Ara-
gao, farrndu mariello em direccao a do Rosa-
rio. Asquatio boras da larde a passarei eiu
revista, e assumiiei o comuiaudo em ebefe.
OSr. major Srbasiiao Lopes Guimares ser-
vir de major de divlso, e de ajudantes os se-
nsores segundos tencnti-s Manuel eodorio da
Foaueca, r'iimioo lien ulano de Moraes Ancora
ee alferes Alexaudre Augusto de Farias Villar.
.Ion I irruir re Iimoum benita.
PERNAMBUHO
ASSK.1BLKA PROVINCIAL.
SF.SSA EM 5 DE AHPII- DK l85l.
Presidencia da Sr redro Cavatcanli.
(ConclusSo.)
O Sr. Pialo de Cumpas :Sr. presidente: de
mu ii.i boa vnntade aubsrrevo. eappro.o o sro-
jecio sobsiliHtlvo que acali i de aer offerri*d i,
n.iu s porque son mu dnrll ao Imperi >
vrrdade sempre que os sena raina tocaui o meu
espirito, como porque estou mol convencido
deque a povoaco de Serra Talluda so-
brepuja em vantagrna Maixa Verd i. una ves
que se traa de averiguar qual dos dous luga-
res he mais proprio para ser a sede da villa e
comarca de Flores.
Quando em urna das aes>oea nassadas eu pin-
Irlem cores mili liannjeiras|a siloacu da Baisa
Verde, e que fz sentir a necessidade de para
ella ser transferida a sede da comarca, eu
f.ill iv.-i cni relaco villa de Flores, cujas cir-
cunstancias por ceno nao estao de par com
as de haia Verde; o parallelo era entao en-
tre eisas ultimas localidades, e nao entre
Haisa Verde e Serra Talhada ; a queslo pois
muda muilo de face, e eiaaqui por que eu nao
hesito em aceitar a emenda ou prujrcto subs-
t presentado.
Ali'ni da persuasao em que estou das lm-
nensaa vanlagens que experitncntrao os po-
vos daquelle municipio com a mudanca da
sede da enmarca para a SerraTalhada, por
ser o seu ponto cenlial eachar-se o seu po-
voado em progresslvo andamento, de modo
que n.ni breve rivalisar com qualquer dis
grandes villas da provincia, orcorre de mais
a mais, Sr. presidente, que des'jo bauir idea
de que venbo nesta casa advogar os inleressts
uinhi familia, a qual residindo em luisa
TRIBUNAL Di hELACAQ'
SKSSAl'l f>F. 8 DE ARlill. DE 1851.'
Presidencia 4o r.'.rm. .Sr. ransrlheirn Arenla.
As 10 horas da manlia, estando presentes os
srnbores desembargadore* Villares, Leo,
Souii, Rebelln, Luna Freir, Telles e Perel
ra Monteirn, faltando com causa o Sr desem-
'baigadnr Bastos, o Sr. presidente declara aber-
taa sesso.
JOI.CUMrNTOS.
ppelheo ciime.
Appellante, o promoior publico; appellado,
Jos Ignacio. ConHrmaram a senicnca
A ppillar rio ciir.
Apprllante, Fraisikca Thomaiia da Conceicao
Caoba; appelladn, Eduardo Bolly
Lioutiriiiaram a sentenca.
Agqrnvo.
Aggravanlr, Jos Joaqulin de Srixss angra-
vado, Kalkman Irmaus e outro. Juies
torteados os srnbores desrmbargadores Ha-
belb, Luna Freiie e.Telles. Megaram pro-
vlinenlo.
Asslgnou-se da para julgainento das appel-
Itcdes crlmes em que sai:
Appellante, o Julio; appellado, Francisco lose.
Appellante, Florencia .Mana ; appeiiada, a
juslica.
mvisOes.
Paasaram do Sr. desembargador Leo aoSr,
desrmbargadorSousa as seguintes appellacOes
rm une sao:
Appellante. o barao de Suassuna e sua mulhrr;
apprllados, os brrdrlros de Gervasio Pires
Fe reir e sua uiulher.
Recurrentes, os berdeiros do coronel Jos Al-
ves deArauja; recorrido, Thoma Jus&da
Crus.
Pastaron do Sr. desembargador Sousa ao Sr,
desembargador Rebello as seguintes appella^-
(drs rm que sao :
Ribriro Roma ; appellado, Joaquim Antonio
da Sil ven a.
Appellante, Antonio Ricardo do Reg appel-
lado, Pedro Beserra Perera de Araujo Bel-
liao.
Appellante, Joaquim Lobato Ferreira ; appel-
lado, Manuel de Almelda Lopes,
l'asssram do Sr. desembargador Rebello ao
Sr. desembargador Luna Freir as stguintea
ai prllacdes em que sao :
Appellante, ojuiso; appallado, Manoel Pinto
Morelra.
Appellante, Joao AntonloSoares de Abreu; ap-
liellado, Mauoel Goncalves Vleme.
Passou do Sr. desembargador Luna Freir ao
Sr. desembargador Telles a eguiote.appella-
cioemquesau:
Apprllautr, ioaquim Perelra Ilomem appel-
lados, Sergio Clementiuo Souto Jlaior e
oulros
Pa-saiain doSr. desembargador Perelra Mon
tetro ao Sr. desembargador Villares as seguin-
tes appellacrs em que sao:
Appellante, Theinuleo Ferreira Lima adminis-
trador do* beut de Nossa Seubora da Palma
do l rara ; appellado, o julio.
Apprllanir, Francisco Jos Tbropbilo) appei-
iada, Ignacia Mana de Asevedo.
Nao foram julgado* os deinais feitos com dia
assignados pela falla cima mencionada.
Le YAuou-ie a scsiio ao laeig dia.
procuro lisonjea I i com essa tran-feienca.
(I Sr. M,mil ''.ii'.i/fiin(:Se esses iuteres-
ses forem legitimos, nao ha desdouro alguui
em adviig-lus.
O Oratlor: Assim pensa o nobre de-
putado, por que tem bom senso, e criierio ;
mas oulros verao por um prisma dlfferente ;
por conseguiote a Serra Talhada rsi em uie-
lliores circunstancias do que Balsa Verde pa-
ra ser a cabeca da comarca, e, se purvenlura
liouver quem impugne esta verdade, ru a
reslabelecerei de modo a nao deiaar duvida :
voto pelo projecto aubslilutivo, e contra o sdia
ment |n i ]>tciu pelo meu nobre amigo, o Sr.
Mello Breo.
O Sr. el/o Itrgo : Para que fai islo ?
O Orador:- Por que recouhrco que as ra-
ides expendidas pelo Ilustre deputado nao sao
procedentes, visto achar-se na casa quem pos
aa satisfazer, ou solver suas duvidas a res-
peito do i|iie se trata, de sorte qoe eu acha-
va melhur retirar o seu adiamentu, por que te-
nho repugnancia em dar a mu u- um lilliu
do nobre deputado (risadas).
O Sr Helio llrgo': Comprehenda-me bem ;
estou dispusto a votar pelo projecto, mas de-
srjo anda certos esclareciineutos.
O Orador : Pelo que vejo o nobre depu-
tado he iiicontestavel Pois nao me acredita ?
OSr. Mello /eoo;-- Acredito mullo as pa-
lavras do nobre dputado.
O Orador : Km Bul, Sr. presidenta; he islo
o que por ora me cabe diier ; ae entretanto
frir aluda furcado a fallar aobre a materia, ad-
dicion ii ei mais algumas observaces.
0 Sr. Harros I-alean : Disse o que era bas-
tante.
O Sr. Calnnlai : Sr. presidente, eu crelo,
que as autoridades competentes e sob cujas
iiiformaces us devenios dirigir nestes ne-
gocios, sao as cmaras municipaes ; fui em r Ir-
tilde de uina representaco da cmara de Flo-
res, que esta asseinbla lomou a medida de pas-
sar a >da da cmara de Pajeu' para Baixa Ver-
de; fui nessa represeulacao di cmara, que
o nobre deputado que acaba de fallar se ba-
seou para protar a conveniencia des-a trans-
ferencia, e nessa occasiao o m.bre deputadu
lea urna pirlura liio extraordinaria da baila
Verde, que me p rece nao deixou nada a de
sejar, figurou a liaixa Veide um paraso ter-
real ;or se aAaixa Verde linha essas conveni-
encias se nao havia outro lugar inelhor, como
dlsse a cmara, eo uubre deputado que be -
llio de Pajau', e nao podia ignorar tara coli-
sa. Cuino apparece agora o pobre deputado
proclamando a superioridade de Serra Talha-
da. Como he pois que o nobre deputado de-
fende unta translereiicia beseada na rrpresen-
i ic.ui da cmara, e cousrgue fase-la paasar em
primeira e srguuda discu.|ao, e agora quer o
coulrario daquillo quea enmara pedio ? bu qui-
icra ler mclliorrs inloriiiacoes, porque Se nao
ouvir-mos'a cmara que be muilo cuinpelen-
le para couhecer de suas necesida.les vislo
que ella he a representante dos iulerrsses de
Sriis muuicipes nao sel a quem '
ouvir? .
0 Sr. Pialo de Campos i Da utn aparte
O Orador: Estou provaudo a incoherencia
do sen procedimeolo, porque nao pode negar
Drpols da nalavia ecretirla-dlga-seIn-
clusive a gratieacao de 400 rs, a cada um
dos rmprrgadn*- Joaquim Isidoro MmiVs r
Joao Ferreira Vlllela, nrste sentido augmente-
se o cpi imiiaiivii. Sirlf*.
Depols de alguma discnsao rm que tnma-
ram partr osSrs. Monnel Cavalcanti, Aguiar,
Sene, A. Oliveira, Brillo, Jos Pedro e Mello
Reg.
Encerra-se a dlseusao r o arligo rparagra-
phos aio approvad.is. r regHada emenda.
Entra em discusaSo o ariuro -3,
Art. 3. Com a secretaria da pe de mi a, a
saber :
Unlcn. Com os empreados,
sendo a despeza de expediente e as.
seio da casa frita a cula dos emolu-
mentos, e clivulind.i-se n esceden-
r desta renda pelo rcrelario. ffi-
cial niainr, omciara. MCrlptUrSrioS.
aiuanneiisra e porlelros em propor-
CsVl dos seus ordenados. 10:600/000
Vai a mesa e he apolada para entrar em dis-
cussaoa segulnle emenda.
Com a secretaria da presidencia, a saber
I Com os enipregados, vrncendn, como
gralilicaco, em lugar dos emolumentos o se-
cretario Sil 1} rs., n Ill.'l 11 manir fll j i OS
nlliciaes 400JI rs os rscrinturarioa r norleiro
300/ S. c os amanuenses 20f> rs.16:000^.
2 Com o expedientec asseio da casa rs.
1:900/. Jos Pedro da Si/ea.
OSr. Oliveira : Sr. presidente, eu, por ora,
nao estuu disposlo a votar pelo artigo, confr-
mense acha redigido : quero provocar a discus
sao, principiando por- perguular a nobre com*
inlsso a razao porque exigi copiada tabella,
pela qual actualmente se enhram o\ emolu-
mentos na serrrtaiia do governo, porquanto,
lendo vindo esia tabella, commlsso nada nos
disse respeito.
O Sr. t ni ni na daCunha : -- IVern era obri-
gada.
O Sr Olieern : Eu nio disse. iras era obri-
gada ; mas pudia dlzer alguma cousa (sobre o
Mu, que leve eiu vista, qunudo tal exigencia
fez.
lu vii iu i- da i-1 -. i' 11.- i da assemhl^a geral.
de 25 de outiibru de l83l, foram remedidas
pela secretaria da juslica e do Imperio, em
avisos de I l de noveoibro de l8'Il, e 10 de
o uro de 1832, copias das tabellas das ditas se-
cretarias para por ellas se regulara desta pro-
vincia ; e essas tabellas foram postas em exe-
cucao. Km IS'li |'i .aiiii.i i.ailu o presidente da
provincia, a reformar a respectiva secretarla ;
semeliiaute reforma fui publicada rm II de
do procedlmrnto da commissao de faienda,
observando que por a commissao nao ter po-
dido chegir a um accordo a rrspelio desta ma-
teria he (pie o artigo tinha sido assim redigidn;
sendo elle pore^in de oniniao que a acsembl^a
lie competente pa*a reformar ou alterar as ta-
bellas dos emolumentos.
II Sr. Cnnriro da iiniHi defende o artigo em
diaeusso, espenilendo asrasd'-B em que se Ion
don a coinmiso, para que as despejas de se-
cretarla fosscui deducidas dos eniolU'iieitios, e
mosirou igoalnieole que aerido eies devulos
ao aervico em saiiifacan a neguci'is das paites,
i ni poda o secretario ser excluido da perceji-
cSo delles.
O Sr. 11/o ni r: Sr. presidente, voto contra
o adigo substitutivo, e lainbem estou disposto
a nao acommodar-me com o artigo d.i coinmis
sao, sendo a rasan qiv lenho para assim proce
der a respeito de amhns os artigo! o deisarem
ellesemvgor um acto que eu repulo irrito r
ilegal, isto he. essa tabella feita pela presiden-
cia e que se acha ar.in denle em esecucao
Peh |e provincial n, 28 de I 2 de junho de 36
fui aoloi'isadii o presidente a organitar a secre-
taria do governo, e em virlude desta disposicao
ficou o presiden te autor isa do a alterar o numero
dos euipregados e estabeletei-lbe os seus or-
denados, mi liiii'licn lo (odo esse trabalho a ap-
provaco da assembl^a, sendo or isso eviden-
te, que desde a-piella poca, iS'li. a assembla
eoieinleii que Ihe competa o direito de inter-
ferir a respeilo desta materia. Km virtude da
citada le baixou > regiiUnientn de 11 de feve-
reiro de 37. e a tabella de 30 de marco do mes-
moanno: foi approvi.do unaiiiiiieiuente o re-
giil.iuiL'iito. nao siiccedendo o inesino a respei-
to da t .bella. Qcou vigorando na percepfao dos
emuluiueutos ipie deviaiu ser cobrados pela
secretaria da piasldencla. a tabrlla amiga que
.iiiiiaiiiiiiiri.ir regnlava, 1849. r 'em que a as-
sembla bveisr consrivadaant risacan alguma
o presiilenle para allt'ia-l.i.fez-e uiodilicacOes
i os, ipie lornarain-se de um unus estraordina-
lio Indos quanlos lecni qualquer pietenfio|pela
lecrelaria da presidencia Ku estou i oovenci-
lo ile que esse onus be nina veiduleira linpo*
-cao, uiposicao que nio piole ser decretada
pelo presidente da provincia, quando feila, nao
pode ser executada seiu previa couliruiac.io e
approvaco desta assembla. Asiiu, tendn o
l go substitutivo e o do projecto por base es-
sas tabellas, claro esi que nao pdein ser ap-
provados. porque lirmain-se em um acto millo
e Ilegal,e por isso voto contra.
O Sr. Jas Pedro d explicacoes acerca do seu
liroeediuienlo na coiniulssao, e sustenta
fi-vereiro do anno segunte,eapprovada por es-1 emenda por elle ollreclda.
devamos
ppellanir, Francisco GeraldoMoreira Temprx- e 8e baieuu ai represeulacao dessa cmara,
ral, tiiior dos orplios filhos de Joao Ignacio* (frI.noUina pintura maravilhosa da llalla Ver-
agora diz o inesmo de Serra Talhada, sen-
luda inri luir; eu quizera tomar iuferma-
de, a
do aii.
ces mais ampias para couhecer essa superio-
ridade da Seria Talluda, quero ouvir .. ou-
lros membros da comuiisaao, sem o que nao
pusso votar pelo projecto do nobie primeira
ser i runo i c voto pelo addlaiiietito.
0 Sr. AftHo llego sustenta o requerimentoque
aprrsenlou, c insiste as suas priuieiras obser-
vaces.
A discusso foi adiada pela hora.
Entra em segunda diacusso o projecto de
orcanieulo provincial.
(i art. II lica adiado para o lun da discussao.
i'assa-se ao art. 2, que he o seguinte:
Arl. 2- Com a assembla provincial, a saber :
1 Com o subsidio dos membros da
assembla,em ires meses desetso,
coiinuaudoem vigoro 1 do art.
4 da le n. 244.
2. Com a indemnlsacao de Ida e
Vi.lu
3. Com os empregados da secre-
tarla ,
4. Com o expediente e asseio da
casa
5. Com a publlcacao dos traba-
Ibos por lacbvgrapbos
16:560/000
l:340|000
3:450f000
40000o
4:Ui00U
Vai a mesa e ha appoiada para entrar em
ducuasao a tcguiutc emendo.
la asseuilila na le do orcaiueoto provincial,
arl 4. Mngueni ignora, que os einoliimenlns
sao una imposlcao, que os exeinpregados co-
liiain em aeu prt'vem qne srt as assrm leas
legislativas pdein impor ; porlanlo, nao lendo
uais o presdeme anlorisacao para reformar
aquella repailir-o, parece-me que elle nao po-
da alterar a tabella dos emolumentos ; e, que.
quando o fizesse, como fez. devia particlpa-lo
a assemb!a ; ao menos as*im n exiga a de-
cencia, a lioneslidade, e a sua propria dignida-
de. he elle julgava. que a tabella da secreta-
ria precisava ser alterada beneficio dos em-
pregados, cumprla-lhe Irazer isso ao conbeci-
meiilu desta casa, e aguardar a sua declino ;
mas assim nao procedeu : urgauisnu urna nova
tabella, e mandou observa-la.
Senhores, um passaporie de passageirn pa-
gava l/)2d, e a pessoa que o sol, ii.ua, poda
levar o sen sequilo, sem que por iso se Ihe
exigisse maior quaiililatvu, mas pela nova ta-
bella pagaiu-se por esse mesmn titulo (i/4d0 e
mais tantos 2 quantos ir.dividuos leva em
sua r.....paulo a a pessoa que o requer : so
neste artigo ha um augmento rmisideravel: o
mesmo se nota nos demais artigos. Posta co-
mo foi, rm execuco. rsta tabella, me parece
que as partes tnii sofl'rido una extorso;
que, a assembla. leudo conliecioiento drsse
facto, de alguma mam-ira ilrvr manifestar a sua
repruvaco.
Ku quero, que, quando as necessidades pu-
blicas u exiglreiu, se faca oipie convier, i ros
melos legaes. Diz o arligo do projecto, que a
despeza com o expediente ser frita por cun-
ta dus emolumentos : ilrsta disposicao, senho-
res, resulta prejuizo, nao peqiieno, aos embre-
gados, porque essa despeza, segundo son in-
formado, monta buje mais de 2conloa de ris
e como adoptada ella, possa acontecer que as-
sim como j se alterm una tabella sem auto-
isavo se faca .anula mura para ludeiiinlaar os
riuoi egadus do desfalque, que lioiiverem de
sulli rr, nao posso votar a favor delle ; visto
em que,ana assembla mande uue siibsisiam
as tabellas deque lenho fjllado. ou approve
a actual, para que fique o aclo legalizado.
Nao son i un lirio de opio no, que o secre-
tarlo da Provincia lenha parte nos emolumen-
tos, porque o secretario he um .....pregado te-
ral, e anda, punco, a casa adoplou o priu-
ciplo, de que a provincia nao deve pagar ser-
vicos geres; determinando na resolucao, que
passou a respeilo das aposentadoras, que paia
essas, de maneira alguma foasrm entilados o
ser vicos prestados em repaniedes geraes ; por
tanto, se o secretario he empregado geral, se
(ni o u.driiu lo de dous conloa de ris, que
Ihe foi marcado, em atteuco i sua posico.e
aos seus allzeres, porque raso se lia de ti-
rar aquillo, que penence aos ofliciaes, em vir-
lude da lei de 20 de ouiubrode 1821 ? Alcm
disto, lia oulra ra/o, pi la qual o teuhona nao
deve' nerceber enioluinenlos: A assciunia
geral fracta de augoieular os ordenados dos
secretarios, e o anuo passado o aviso fo diri-
gido a presidencia desla Provincia, para infor-
mar quautu deveria ler aquelle empregado ;
e conla-me, que fora proposto o veiicimento
de 3200,000 ri. Oa, sendo provavel. que al-
gum aumento elle veuba a ter, porque ra-
zao se ba de tirar aos empregados da >ecreta-
rla essa parte dos emolumentos ? Occorre-mc
mais dlzer, que o ofcial maior da secretaria
he a chave da repailico, o secretario rece-
be da Presideucla o seu |ienaameiiio, acerca
do expediente, e o transmute ao offlclal mai-
or, este he quem Ihe d o desenvolvimeiilo,
viudo por :oos.-guite o secretario a ler pou-
co trabalho. Por ora, nada mais direi, aguar-
dando us esclarecimenlus da comiuisso, pa
ra enlo firmar o voto, que lenho de dar so-
bre a maieiia declarando, desde j. a lim de
que as mullas palavras nao sejam mal inler-
pelradas por alguemi|ue eu nao lenho por lim
prejudicar nrm molestar a iiiugueui, trago an
cuiilircimrnloda casa alguna faci que n.e pa-
recer diguos do reparo ra assembla, em* sua
sabedoria resolver o que convier.
0 Sr. Manoel Cavatcanli d cxplicajOe cerca
O Sr liju u : Sr. presidente, procura-
re! mostrar ao nobre deputado, que eu noli i
algu:iia laso (piando suppiu (pie a sua emen-
da ollereeida como artigo sulisiuulivo era fir-
mada no calculo dos rendimentos que leve
secretarla. I.erei segunda vez o relalorio: (U)
O Sr. Jas l'edra d uin aparte.
O Orador: Foram propostas essasquanlias
liara gratilicaces calculadas pela t-bella ac-
tual.
Mas, Sr. presidente, eu estou persuadido de
que o presidente da provincia nao poda alte-
rar tsa tabella, e aio la ivenos manda-la por
em execuvo sem una resnlucn desla assem-
bla, que approvasse, embora lenha estado em
vigor desde muilo lempo: um seinelliante fac-
to n:io me convence de que ella podesse dis-
pensar a appi ..v n .ni desla assembla, porque
mi materia de impostos so pode legislar quem
tem legitima atliiboicu de o fa/er....
O Sr. os Vedro : rao lit-iniposto.
O Orador: Mo he honostof ru delinire
imposto, como o nobre deputado nina contri-
buir sobre a renda particular pira atitfacfio
de urna uecessidade publica, pois nsemi-lu-
melos n.o sao nina unposico sobre a renda
nos particulares ? os empregadus nao repre-
srni.i urna uecessidade |iublica? nao reco-
nhece a assembla que na ordenados que elles
tem ion iusullicientes para sua sobsislencia, e
por isSO llirs air.nl l esSl'S T lliolllllie UlOS ? Se
he isto una verdade inconlestavel, j v por
cunsequeucta o nobre deputado que fazendo
esses emolumentos parle desnis venciiiienios,
e recoulieceiido-os como necessarios, be claro
que essa |iane de renda esigida das partes he
mili verdaileira imposico; e lembrado estar
o nobre deputado, que os emolumentos das pa-
tente* de guarda nacional ja foram rrcolliido-
aos cofres pblicos e tiieraui parte da receita?
O Sr. Jas Pedro : Nesse caso sim be im-
posto, podemos legislar sobre elles.
O Unidor: Era una Impstelo e faria parti-
da reuda publica, diliriudo huje apenas de des-
tino.
OSr. floro nao recolbeu os emolumentos para a Ihesou-
raria ?
O Orador : Se he considerada tuna renda
publica, se os officiaes da guarda nacional j
pagaram emolumentos que unas veaes li. i-
vaui na secretaria, mili as eram reculhidas co-
mo renda publica aos cofres da provincia, por-
que rasao bao de pois os emolumentos deixar
oe ser luipo.sicuo, s porque sao applicados aos
oIRciaes da secretarla f Assim, >r. presidente,
me parrsse que nenhuma raso ha para que se-
nao concedam issesdinbeiros exigidos das par-
les por aquillo que ellas suliciaau da seciela-
ria, como una verdadelra impusico, seja qu
fora sua applicaco; seja em pmveitu ile al-
gn- funcclonarios, aeja em proveilo da renda
provincial, porque a circunstancia que Ibes
imprime o carcter de hnposlcio be a priva-
yo legal que soll're o cidado de paite de seu
h i ver, para a satiifafo de urna uecessidade pu-
blica ...
O Sr. A/inoel Jonouim : ontra sua vontade.
O Oradiir: lleui entendido, e por isso
cnutiiiii.il' i a votar coolra o artigo substitutivo
do nobre deputado.
O Sr. Oliwira:Senhor presidente, eu di-
rei pouco ; o nobre deputado, de alguma ma-
neira, prevenio o que eu leria a dizer : eu que-
ro mostrar ao nobre deputado, que se aenta
do lado esquerdo, que os emolumentos sao
urna vn il.i.ini a imposico, lano que pur di-
versas vezes lem sido arrecadado fazendo par-
te da receita provincial.
O- Sr. Jos l'edro : Como receita he impo-
slcao.
O Sr. Oliveira: Entao, porserem distribui-
dos pe'os empregados, deixaui de ser renda
publica ?
Porque rasao, Senhores. o presidente nr.o
fez a diviso dos emotumenlus? sem duvida
por nao estar para Isso aulorisado logo nao
podia alterar a tabella, que be negocio mais
iiuportaule.
Senhores, se prevalecesse a oplniao daqnel*
Ie9, que sn-ieui.iin, qne o poderesecutlvo pet- y
de augmentar os emolo r-entos das repartido
es, sem auetorlsacao da assembla, eula"o os
empiegos pblicos se tornarlam ricos patri-
mooios.
O Sr. linaiiiia : Senhnr prraldrn'r. Eu
nao posso espnz.ir a oninl.ao daquell-'S. que,
Como o honradodepiiladoquefalloiipornlllmo,
'pierem que o governo pnssa organisar tabel-
las, augmentar ruioliiuieotoa aem penerder
auctorlsacan do o oler legislativo Toda a ar-
(riimen'acao d honrado depuiadn. para ana-
tentar una tal opiuiao consiste em que ises
emolumentos nao sao iiunosicries, as quars.
Como il. lio.-io os i ronooo-i.as, no um onus
laucado sobre os parliciilares fiara servireul
de salisfa/er alguma uecessidade publica.
.Yinconfito lamos anilurezi das rnusaa con
as diversas formas que se podeni dsr a essa
ni. snia cnir/a. A dill'erenca que se da enire
ordenados, gralilicaco e einolUinenios, nasce
los diversos modos porque as iirres-id i les pu-
blicas sao silisfeilas ; mas em substancia, b
se-npre una conlriliuicio, que salisfas um
servico publico.
Na sciencia do governo nao se pcide prracin-
llr do estido das maiores vantagens r conve-
niencias para o socedade : e assim. urnas ve-
zes, considerando os servicos d i empregadcT,
enteiide se que se deve marcar nina piga eor-
respon.lente aos seus serviros do eriipt egado
eniende-se que se deve marcar urna pga cor-
respondente aos seus servicos ; e ahi temof o
ordenado. Oulras vezes, porm. rnleiulr-sc
que se devein dar vivos estmulos ana empre-
gados pan seren poutiiaes e expeditos.e px-
ra isto se deve associar o trabalho a unta pa-
ga prompii e iimuediala ;e ah esla a resao
para se cre-rem os emoluiiientos. Unas ve-
jes estes emolumentos cobrados pelos agen-
tes do governo e siio reeolhidos aos cofres pi-
ra depms seren repartido ; e muras vetes sao
logo cobrados e repartidos pelos inesmos em-
pregados, que presiam os servicos. Mas ne-
nio.n i- dillerencas faz com que se eselarrea
e se negu, que taes exigencias nao tendeiu
o o o-1 un-o ir a satlsfatcr necessidades publicas,
e que sejam f-itas por lei aos particulares,
que em todo o caso sao os que ColO o seu cri-
terio saiisfaiem eslas necessidades publicas;
pelo, mesiiio alii, oa dois elementos constilui-
livos do Imposto appareeein evidentemente.
O honrado depulido, cujaopinlao nesta oc-
casiao combato, de alguma sorte est concor-
de com estes principios em sua emenda ; por
quinto, mandando elle que estes emolumen-
tos, de boje em diante entreo para os colTres
proviuriaes, e sejam incluidos em sua receita,
augmenta os ordenados dos empregaJos. E
poi que? Porque, avallando os eavicos desles
euipeeg.-idos, e vendo que tirados os emolu-
mentos elles Mi nn mal pagos, para trazer
juslici augmenta-Mies os ordenados. Mas.se
estes servicos prestados por estes emprega-
dos da secretaria do governo. nao sao pbli-
cos mas particulares, eiil.io nao deve o hon-
rado deputado pretender, que estes servicos
sejam pagos rom o augmento de ordenado que
liles da em sua emenda.
O Sr. Sr. Jor /VuVo: A isto respond.
O Orador :Tal vez respondesse ; mas nao
mosli'oii que os servicos desles empregados.
pelos quaes recebeui emolumento* sao parti-
culares e nao pblicos, e que as allribuicdei,
que llies sao marcadas pelas le*, nao u sao
para o lim de salisfner necessidades publicas.
Sendu esla uiiiiha opimo, n:io podendo vo-
tar -ni a favor do ai ligo em discussao e oein
favor da emenda, lembm de propor o ad.lia-
ineulo drste arligo aleo lim da segunda dis-
USSodo projecto, para que pos-amos pensar
madiiraiiieuto sobre a (materia E ueste seu-
(du vuii iiiaudar una emenda.
Tendo dado a hora.
O Snilior 1'rciidenU designa a ordem do dia
e levanta a sessao.
B.ICIFE, 12 B> ABaVlX. DI 1BS1.
A assembla cnncluln hoje a segunda dis-
cussao do projecto n. 19 acerca da directora
dos ctodos.
Adiuu al a impressao de algumas emen-
das otl'erecidas por varios senhores depulados
a segunda discussao do projecto n (8 acerca
das obras publicas.
Appruvnu taiubem em segunda discussao
o de u. 20 que las algumas alleracdes no re-
giment da casa.
t 11111 ii un ii na discussao do are amento pro-
vln-lal. que ficou no artigo ultimo r voi|oii-ae
discussao dos arligos que haviam M.-ado
adiados coloreando pelo 3.* que ainda ficott
adiado pela hora.
Foi dada para ordem do dia a continuaco
da inesuia de boje.
Corr spondeitcinSa
Sr redaelor<.Se he nobre, honrosa e dig
na de respeitns a misso d'aquelles que, so-
branceiros quaesqtier consideracdes, se en
r 1111-;; i o de denunciar ao publico, de censu-
rar e rsliguialisar os abusos das autoridadrs,
seus aclos reprovados pela juslica, e sua cor-
rupeno, ii.i o be menos digno de desprrzo o
procedimenlo d'aquelles que, abusando da
lacilldade com qne pdein propalar mentiras
e calumnias, aviltando o alto carcter de e>-
criptores pblicos, se encarrrgam de macular
as i epni n,."'. e, cun facilidade, emprestaut
acus denles venenosos para cevarein vingan-
cas alio i i- e proprias. bscripiores d'uma tal
ordem, bem longe de muralisareiii a socieda-
de, Inin longe deconcorrerein para o aper-
fei(omeuto dos liouieos e das cousas, nada
mais l'i/eiu do que laucar pedra sobre pedra
para o edifcio da desmoralisacu publica,
restando-Ibes em compensarlo o denegrido
ferrete de estpidos calumniadores.
Ful aecusado pela Imprenta de haver decre-
tado urna prlso arbitraria, de cuja execucio
se oilginaram inultas desgracasf Essa aecu-
i'H'j i por grave exige resposta, e nenhuma
oulra darei mais do que exibindo aos olhoi
do publico imparcial todos os documeotoa
que piuvan a regularidade do meu procedi-
menlo, embora desse acto se seguistem resul-
tados deploravels, e apenas acreceotarel que
nenhuma autoridade pode nem deve ser rea-
ponsavel por qnaesquer coosequcnclas que
hajaiu. de prcyit d'um acto que czerce no




.

"^
1

9
2'
circula de altrhnicd> e reqiierlmento
de parte. Oesprli soberanamente ai Inslnna*
cfle torpes que sobre inllll hncon cssa peana
ensopla no 0-1 dicilumnli, o julgar-me-hla
rebalsada se enlrsem em inipliracoes com
o ass.siino de ininlin rrput.cao fin u que n irnio anda o mais estragado repelle.
Deploro de todo o corsean o males que
rrsoltararn d'itni Tacto criminan que, re-
jneriinenlo de parce e pin vh tilde de m'U
dever, proenrei nao deixar impune: deploro
sempre a obrigaco pin que me constltue o
tnru cargo "de reprimir aquelle que, par
setis feitm, acham-se sob a sanean das Icis,
pnroue amo e respeilo o ineii semelh nu* ;
parean nao me oppriine a cnnicieracia quaud >
os disiabnres por mlin causado* tiro a sua
orig-ni da diiooscao da le e do drver de a
cumprir. Toca*!* das de c-ou urna p'tbre viuva o crime de seu marido,
fui en o priineiro que, nao podendo por mim
preil.r-lhe calloso sorcorrn, proniovi nina
pequea sllb*cri|ico para aligeirar us seus
SofiViinentos, e este prnee.liuaonlo cspnulanc>
de ininha parte provar o publico a puretl
A i.linli k intencVs e o proposita desie ca-
lumniadur infame a quein voto piedade e des-
prrs,
Siivam-se Sn. redaciores, de publicar ci-
tas llnh.is em sen jmnal, bem como os docu-
mentos que me retiro.
Iguarass, 26 de marco de 185-.
L. II. C. da Cunha.
N. 1-Diz Pedro Paulo de Moraes, morador
licita villa, que lendo reniellido para o IJeci-
fp, por seu rniio Cyp'ianu Lopes Galviio, a
quintil de (menina e rlncoeiiia mil rcis. e
siiccedendo que o dito irmo houvcssc perdi-
do em caulnho a rarteira em que comliizia
sse dinheiro, Hla fallamente fui adiada por
dnas mulheres idiolai, que dpsconlieciam aip
o valor dai notas, mas como rfuer que a pii-
ineira dessas mulheres que visou e ap.mhnu
a carteira apossamlo-se della a leva-sc para
caa, e enlrrgasse-a a seu maiido, de nome
Jniio Goncalves, morador no lugar denomina-
do Macaco, e este nao sendo menos ignrame
que sua mullir., lora logo rasa de Jos Cle-
mente, morador no mcsri'O lugar, no iuluilo
de romprar-llie um qoarlo e talsez cuiaimu-
nicar-lhe a sua inesperada fortuna; pin ro
Jos' lemenle, tioniem vivo, (fuma rouscien-
cia ass rlastica que a ludo se amolda, e que
nao deis* de tirar patudo nrsses foiliiiios,
vendeo-lbe emu cHVito um cavallo, que mi
val talvcz vinle mil rcis, pe'a qUMili* de oilen.
lenta mil reii, e rerebendo i i -si occasio, do
tal Juati Concalves, a mencionada carleira
para pigar se della s.icou lies sednlas de
ciucoenla mil ris. duas de viote mil ris, e
dnas de de;mil ris; recebendo drpois mais
liiil e lanos ipispor um novo negocio, que
fez com o mesmn Gnncalves, aprovciiaudu-se
a.sim da Mipioa ignoa.-iaacia desle que com sua
jnnlher nit sabe discernir os valoies das nos-
Sas notas sii|" riores dous mil ris.
F. porque sel itu um fulo averiguado, e
trstemuuhadu por essa iiiulber, que presen-
ciou a acha-la da carlcira, cuja iiiullier lu
n,macula de morir pelo Jos Clemente se
bnqaaejnse a respeilo. e aaie.aaan ja boje rula
ludo isso c-oifessado pela mulber ile Joo Gon-
calves, corno provai o supptic.iile ua qucixa
que teiu dp 'ni.....ir este juizo, por |a$0
q.aererado camelar o diarilo que tem a indeui
iiisacau do diiilieiro qu" Ihe Lilla pelu tal Jos
Cleaa.ei le, gaaanliiido a mesma lodcinulsacao;
requer a V. S. que se digne marinar passar
niaodado de arresto nos bins do reTeiido Jos
Clemente, lilos quaulos chcgitem para se-
guranc e pagamento de todos os pieju'/os
que liver lolTrldu e houvrr de ollri'r pul issu
o supplicanle; dando-se aos mcsiuus bens de-
p' sil ii i i iilooPo na forma da I. i.
O Mippltcaiite protesta provar no triduo a
verdade do exposlo, o que desde j jura.
Pede a V. 8., Illin. Sr. IV. jiz mtinlcipil,
que D. e J. se dUor mandar paaiar o uianoado
requerido__:K fl M.I'edra ftiulo dr Aforar*.
Oespichn iI), e J. P. mandado. Inuarail,
12 de fevereiro de I8.')l Caiueiix da Cunhii
Term dt *rt\\tt\lr Sendo ua c.uleia desla
villa de l^iiarais. coman-a da cidade do
Recfe de Perriainbuco, onde fra viudo o
llitiil de jusliri i Francisco Jos Piohciio,
coinmigo ese ivao de seu cargo ndiante iv>-
ineado, seudu hIi fez o dito ollicial s^qucslro
r arresto em una escrava crloula de nome
Felicidad?, presa na cadeia desta villa, da
pertenco e dominio de Jos t-li'iuente, li'go
o dito inicial houve por det-Otitada a dita
escrava em m;iu e poder de iloiliingol G 'ii-
calves Peieira bastos, rjnc da mesilla tomuu
entreg-i rara entregar quandopur este ineimn
jui/o Ihe for pedida, e obiiga-sc ;s lea de ti>-|
depositario, que fiea sendo, para de ludo dar
comI.1. Fiz Cjle termo que assiguou o diio
ORrlal ni o depositario : en l.uiz Dias de
Oliveira Varcjao u escii,vi.--/-,iimii'i/iii Oonfn/-
trt i'tiiua busto.traneiieo Juie i/f.-ou.i li-
ttarirn.
t il/iejo Cerlifiro que no uiesnio dia c annn
cilel ao deposit.iiio, i|iie se cunsiiiui ser.
Domingos Goncalves l'ercira l'aslns. para n-'O
cnirt-g r a escrava Kelicidade, crloula escrava
de (.lemenle Jos, seoao qiiando por este
inesmo juizo Ihe for determinad i ile ludo
liooii euteoilido, e p.ssn o referido. Iguar.s-
s. 1*2 de fevereiro de i8.r>i.--0 official dejus-
tica. '.ui: llint ile Cceiru Vunj'in.
Trrmo Je baten .\oi treze di.is do me/, de
fevereiro de u.il Hcenlos e ciucoenla e
mu. .'en lo n'-ste lugar deanmluadu Macaco,
termo da villa de iguarass. comarca da cida-
de do Itecife de Periiauliuco, onde fra viu-
do o ofTici.il de justiea Francisco Jos l'hihri-
ro, couimigu escrlvao do seu cargo, adiaute
nomeado, sendo alii em casa de Jos Clemente
deu as buscas necessarias, onde acheuios duus
pares de boics de ouro vclho de lisa,
niiin uina livclla de coi de calca, una casa
de tejha de laipa com duas portas e uina ji-
nelli. nina Cala grande, mais lima mesa,
mas una casa de farioln coui todos seus as-
se^so ios, mas uin pedafa de roca nova, en-
trando i nulo ni uioa pnrcJio de roca velha,
que representa ter lies mil covai. poiico mais
ol menos, mais dnus civallos, um ruco pe-
drez euiu o ferro oiargem, e uiitro casianho
com as oreltias toradas; uads mais acliemol
e para de ludo consiar ti/, esie leriuo de acha-
do que O dita official tambero cniimigo asig-
nou. Kil l.uiz llias de Oliveira V irejao o es-
crevi.O oliklal Franeiteo Jui de iomu Vi
ttheirn.
Terma di uuueilen.Aos treze din do mez
de levereiro de mil oilocenios e ciucoenla e
um auno, seod i ne-te lugar druoniin.do Ma-
caco, termo da villa de Iguarass, comarca
da cidade do Hecife de Peruaubuco, onde fu-
ra viudo o official ab.ixo asigoado Coininigo
cscrivo de seu cargo, adiaue muueado, sen-
do ah, depois i|e d-ul.is as buscas necessarias
fel o dito uflicial sequeslro nos bens de J ,s
Clemente, enjus bens foram os seguiutes:
dous parss de boles de ouro vellio de lua,
mai uina livclla de prata Oe coz de calca,
una os de trina de laipa com duas portase
uina j un lia, mas urna caixa grande, mas
una mesa, un aviaiiieulns de fazer l'ariiiba
com todos seus asscssnrios, dous cavalloi,
um ru(o pedrs com ferro iiiaigrin, oiilro
dito caslaobo com asorelhas ambas loradas,
mais um pedazo de roca nova, cut'ando uui.i
porco de roca velhij logo o dito ofuci.il lum-
ve por depositados os momos bens ciu man
c poder de Antonio de Aiaoj i Hiulieiro, que
dos mesmos toniou coula para entregar onde
por ratc mesmo Juiro Ihe forro, pediduSf obri
ga-se s leis de liel depo>ilaii>, que o iica
eodo, para de tudo dar conta, liz este termo
que assiguou o dito depositario com o ofli-
cul. tu lu DiU de fHvcia o ectevi.--
Antottin de Krnujo Vinheiro.-O oflicial FrancU-
eo *oii de Sonsa Pin*'iro.
Cenltlcn que sendo no mesmo da, inez, e
annn sitel o depositarlo Aotooio de Araii|o
Plnhelro. para n.io entregar os ditos bens pl-
nhorados seno quando por este julio lile lor
pedido, e deludo sedeu por rntpndiilo pas-
soein f de verdade. Igitarais. 13 de Irve-
reiro de '851. O oflicial, Fr titileo Jo de Son-
ta Pfsjaej'O
N. 2 To'oini male que pndem nmargu-
rar a pxislpnria dp una infeliz mulber, ppsam
snhrp a eshre dpssa, que em nome do < n vos
invoca piedade : no curto ripaco de tres da-,
rila vio seo marido denunciado arristrado a
una cadpla por iiincriiiie.de que rila o at-
tPila innncpnlp; aecomeltido por uso o des-
gracadr. de ir.st.iniania loucura, perpetra em
urna hora inultos crime ; ensopa-se un
sangue; sucrumbe RM golpeada pulida, P po-
vo que o persegue : tcslemiioha ocrnlar dp
lantos h rrorps a misera dilTicultosainente >al-
va-se de um deliquio, que a accommeiie no
mel desla srena ueestiaens, e ainda repas-
aila de cor por urna t.o de-giacada viu-
>ei; ve no dia inmediato inorrei-lhe um in-
nocento lilhlnho afogado, o qual linha deixado
a pomos iuslaoles borda de um rio, quando
prociirava na pesca um unitivo a fome que a
devorava e su- familia ; por que o denunci-
ante de seu marido a bavla brbaramente pri-
vado de lodos os recursos, despojando-a at
do ultimo real que possnia. lie essa desgra-
Cda que vos pede pelo !-acrosanlo nome de
l)eos urna rsmola ; rslendei-lhe mi calidos,
eos anjos vosahencoaro F.nxugai o pranlo
da desdilosa viuva a quein cercao seis filhi-
nhns cojos vagidos de torne ecoam al o Co, e
nellc ser rernur. rado.
Joaqiiim Cavalcanle de Albuquerque 20.000
I.ouieuco I rzerra Carneiro da Cunlia 20 000
Manoel t: de Ibuqunque Lina 8.000
Mil ni i no Gomes Pereira......3 000
Mexandrnin Ferrrira Alcntara 5.000
Hazilio Cuines l'eicira......10,000
J. A. C. A..........I 000
Padre Jrnoino Comes Pereira 2.(00
Jos de S Lcitao Aiduzo.....2,00o
Sr. Itedaelorei. Pare que o publico me
coiiipr. hend por o que sou. e sei obrar, vou
franquear-llir para que lue^ avahe, a verdade
do laclo, que p.isso a expr.
Oii.i ii.ln no proposito de marear a ininha pro-
prie ade denominada l un be, sita na fregue-
jia da vanea mire as tenas dol engeuhns
Jangadiha pertencenie aocuronel Francisco
Casado I lina, P F'raiicisco Casado da Fonseco.
Soccorro peiienceiite a Francisco de Paula
I uarque, e Anill de Albuquerque herilrims
do liado Ignacio Loiz de Albiiqneique, Ve-
Iho pe trocele ao capitao Jusc rrauclsco l'e-
relra da.MIva, c as mais trras que se acham
de-uieiubiauda desle engeuilo Vellio; eS
Franiiscn perlencenie ao coronel Joaquim
Canino de Figuriredo, liaiia acabado a rleniai-
cacao amigan I COIU OS proprleUirlol do pii-
luciio cngculiu conferido OS lelil tes pelo mar-
co patrao exilenle, e pul seu proprlo titulo,
e lluvia por esta mesma lrma continuado com
os piupiinaiios do segundo rugrulio, acon-
Ipcco ipie depois de esiuinos com as picadas
de nossa COUTencfio ultimadas fallando j-
meme asseiiiareni-se os espcciivos marcos,
lru logo /ruarqiie segimo cuusla iuduzidu
por oca|iiiao Jos Francisco Peieirp da >ilva
proprietarlu do teicelro engeuho por onde
dena Continuar a demarcaeso, aobstraedi-
HcaeaOi dos marcos aiuigaveloieiile, e aikim
Cosglr-nos, e obrigar-uos a dmiarcarino-iios
Judicialmente, c mai a eontUinl-lu Buarque
seo procurador bstanle ; MgniHeando por
esie fado menos boa iuienft I Coro effcito!
Ksi o capitao Jos Francisco Pi rrira da S Iva,
subdelegado de polica de Jaboalo, constl-
iiii.l,, prucorador bascante de llu.'irque e ra
miilhcr l! F. por que Pajuizc o publico) e de-
cida! K oque fazer en oesiec.uo? Prrparai-
ii.e para drnincar judicialmente, com Huar-
que. c sen prociliador ba-ianie, o pi opriel.irio
do eugenhu Velbo, coolinanie rom a mu.ha
prupiiedade. Ilciife 9 de abril de 1851. Juie
Juin/aiin murre Cuiiu/ronle de nlbuqueiaue.
DIVEHSAS PROVINCIAS.
nndimenlo do dia 1 a 10 -. 1:4*3 43
Idam do dia II........ S9M*
1:533,042
RECEBED0RH PE RENDAS GERAKS
INTERNAS.
Reudimer.tr. do di ff......|630,78P
CONSULADO PROVINCIAL.
KenHIrr/anlo do.li 11. __ 1:147,429
- _.. :..
Hulicagjo a pe
elido.
Trecho de urna caita rinda do /lio (runde do norte
com dota Je 8 do contnlf.
Tenho o piarrr de aniniuciai-llie que se-
gu uesie vapin paia o Rio o nusso amigo L)r.
Uclaviauu.quc, liavemlo nLlido a maioiia de vo
los para d< puiado por rsia provincia, val all
rcpicscuia-la na cmara qual, ien-'.l.
| Causa liso o alan, com que o peridico Im-
pnii.u se leni esforzado por negar no nosso a-
migo o tiluuipbu real, que ei oulaneamenle
oblivera das unas c|. ituroes, nao corando de
I Irauscrevcr o h sollado dessa VOtacSo poruill
moio todo contrario verdade, e luieutefuu-
I dado em duplcalas e acias lalsas.
K, pois, paia que Vine se cunvenfa das fal-
' sida,les com que a lavprrnfN U'in llluldoaopl*
' man |,ni,|i, ,i, sa.ba que o icsulladu legitimo da
Votacao foi o si guinie :
f (olhutoi.
! Da capital (u eleltoieaj Joiio Carlos GO votos,
; Di. OcUiViauoCabral lt. da Camaral, Dr. lina-
,ro i, Ur. Mor ira Hrandau I.
Touros (ll ellellores) J. C. II voto.
h;io Jos ((i elciloics] nSo bauve elelcSo ein
I i.i,.,,, ,i.i lebre amaicll.i all nii ame que o Im-
! pedio, noentretautu apparece uuiaacta dando
ao J. C 30 votos.
I Goianuiulia (22 cleitores) Dr. Oclaviauo 20,
J.... 2
Assii (70 elcilores) Dr. Oclaviano 6S votos,
.Di Loureocn Jos da S Iva Aanliago 2.
Priucip. (iJeleitjies)J.C. 25, Di. Oclaviauo.
10.
luiperaliiz (23 cleitores) Dr. Oclaviano 23
VOtoS.
Apodjr (12 cleitores) 0r. Oclaviano 12 votos.
Illui. Sr. desembargador e chefe de polica.
Itir Manoel Iteseude llego Barros que para
bem de seu dircilo precisa que o empleeado
cumpetrule certifique se o sui.plieante lirou
passaporte para sabir para qoalquer parte, c
se den alguui.i Banca, visto que iiriihiiiu an-
nn ncio lee, nepi tal passaporle requeren para
mostrar a verdade. I'ede a V. -. deferiiueiilu.
h II. Me. tlaiwrl de Hosende llego ourro.
Certifique. Secretarla da polica de Pernam-
buco. U de abril de 1851. Figucira de Mello.
, t,u cumpri.....uto do dlapaobo supra certi-
fizo que por esli repajtifio nao OOIWU que Ma-
nuel de ItoseuJe llego narros tives.e uiliina-
menle requerido oii lirado passiporte. e iieni
prestado llanca para o mesiuo fin. He o que
eolio a certificar. Recite, a de abril de iHAI.
- .liiluiu'u Jo.d frtttai, primeiro aiuauueuse.
iVlovimeiito do porto.
Navios entrados no din 11.
Mnpe-i 3dia, biig"e ingle* McharJ. de
299 toneladas, capl'oW. W Hit, eqni-
pgem 16, csrg assuear e alpodao; a Ja-
mes CraMree & C..m|inha. -- Veio rece-
her calles e segu para Liverpool.
New C sile139 dms. biinue bremense
llurgeniiter. de 169 toneladas, capullo C
II. leplaiaDn, equipagem ll, carga rar-
vSo de pedta ; a Me. Calomiit & Compa-
nliia. T
yavios sahidoi vo mesmo ata.
Rio Grande do Sul-B igue nacional Feliz
Viajante, capito Mstioel Goncslves de
Arsujii, csrga ss.sucar.
sctv lliale nacional Duvidoso, meslre
Joo"llenriquesde Almeid, crga fazen-
das. l'ssageir,)S, os Rrssileiro-Anlonio
Fereir dos Santos Caminha, JosCoi-
rpi .iosSsnlos, Vicente Ferreira dos Sn-
los Ctninl>, Anlonio Itiheiro Pinto de
Vendones M.i. Anlonio Rarboza dos Pas-
snse Alejandro Pd.'rodo Amaral
Poitns do Sul Paquete de vapor Impera-
irit, roon'andsnte o ptimeiro tcnente
Salom Alem dos passageiros quelrou-
sedos pollos do norte pra os do sul le-
va a seu hordo : JoSo Alfonso Torres Ju-
nior, Anlonio Teixeira Pinto, Carlos II.
\V. William T da Kson, J. J IIm picher,
o ex-aoldadn Anlonio Jos de Souz, Leo-
nurdoScliuler, o Dr. Zicatias de Coes e
Vssroncellos, o Dr. Anselmo Francisco
Pire ti, o Dr. Manoel Corre Lima, o pri-
meiro camele Francisco Jacinlho da Sil-
veirri, I deseitorde marinha, o segundo
lenle Henriqua de Ammim Rezerra, o
Hr. Joaquim Villela de Castro Tvares e
sua au lili, o senador Antonio da Cunha
Vtaciincel.os, 1 es-sol Jado, Manoel Cal-
das Raavetn, 11 recrutas para o exercito,
Oclaviano (aliral Itrpozo da Cmara, um
comingeutedo segundo batalhlo de ar-
tilhtri* a p, o eapellfio, o quartel-mcs-
tre, o cirurgiao e 9 escravos dos psssa-
geiros._______________________
OMMERCIO.
ai.kanheca.
Itotidimeiilii do dia II. .17.410,760
Descortegam hoje 12 de abril.
Rriguo Jome ~ ninrcadurias.
Brigue Jesiie Thomus correles
Patacho -/aitan -- garrafOes e queijo.
lirigue Ihnry Mat/ieus bren.
CO.NsLLAlH) GERAL.
At'il.
Rendimentododial alO. .35-767,991
iJeindodia II........*i!?d!f
38:531,191
-- Pela inspectora ta alfandeg se fs?
publico, que no .da 14 do corrente, depois do
ii,co dia se ha de armnaisr porta da mesina
rrp.ii Hf-io 1 par de I lloros de ouao com tres
olisvas no valor de 30.01 0 rs apprehrndldo
pelo ajudaule do gualda mor Lulz Gomes Fer-
rrira a bordo da lian-a pnriuguea Hor do
Parla por nao se ai liar manifesiado sendo a
arrcmaiacao livre de direilo aoaririnaiante.
Allandega de Pernwbuco, ll ide abiil
,],, is.'ii. ti inspector interino,
liento Jos Fernanda Barros.
O conseltio de icvisla da guarda nacional
desle municipio, faz publico aoi guardas na-
i Innies dos batollies abaixo d-clarados que
compaiecam na sala das sessfies do inesinu
cnn'cllio. na casa da camara municipal drsla
cidade no dia i5 do crreme. pelas9boias da
maniata, afina de sereaaa inspeiiionados. pe-
raute o referido cuusclho, pela junta medica
noiiicada.
Saladas sessds do coniPlhn dp revista, ll
ac abril de IWI. francisco locinthn Vrreira,
presidente. Fiancisro de As. tllircira Ma-
ri, i Manat Coeluiio S. Curnnro AJonteiro, pro-
i.residente.
l.u h.t.-ilho de S. Krei Pedro Goncalves
Antonio i ailos de Leaaios Du^rtc, Anto-
nio Jos de Castro, Antonio dos Santos Ollias,
Jos Antonio de Queirot, Jos Prudencio da
5 balalhSo dos Afogados.
Joaquim Goncalves da l.oz, Joo l.uiz da
Silva Lciria Jnior, Jos Tlanaaaa < av.ilc.inti
Pessoa. francisco Anl-aalo de Flgueiedo, Rei-
nal lo llenriqaae de Mcssias, Vaclale Ferreira
da Paz, Miguel Paulo de Soalza II ngel, Riauo
Alves da Costa, Malillas de Albuqueique Mello
Jiioior.
Italalho de Muribeca.
Jos Colimbo dos Santos, Tliomaz Jn .de
Oliveira, Pedio Gomes de Fonseca, Manoel
Gngoaio Paes de Andrade, Joo Ferreira de
Maura, Joo Rodrigues de Oliveira, Jos Igna-
cio de l.ira.
8 la.italliao de i>. Ama.o Jaboalo.
Jfco Marinbo Falcao, Malinas Alves Fcr-
reia.
O Dr. Francisco de Assis Oliveira Maciel, juii
municipal supplenle da primeira vara e pre-
sidente do conselho de recurso da qualifi-
cacao dos votanles desle municipio, por S.
M I c Ci que Dos guarde, ele, etc.
tlllTAL.
Paco saber aquein convier, que em virlude
do art. 36 da lea n. 387 de 19 de agosto de 1846
tenho de convocar o conselho de recurso dos
volantes para a terceira douiinga do eorrenle
mez (dia 20/ que se reunir pelas 10 horas do
anriicinnadu dia na casa da cmara municipal
desla cidade
K para que chegue ao conhecirnento de to-
dos aaiaudel lavrar o prespotp, que ser pu-
blicado pela iioprrnsa p aliado nos lugares
mais pblicos dpsie aaiunicipio.
Dado e pasudo nesla sobredita cidade do
Recite, aos li de abril de Itl. Eu, JooSoroi-
earfe Arn/o (aitiiu. escrivao o escievi.Fran-
cisco de As.iitllii'tiru Aaocitl
nutro isnto do Imposto, nSo excedendo porm
nunca a 200,000 rs, ,A,
Arl 18. As cmaras munielpaes nSo pode-
rn dar aillcencas annuiaes aos que sao obrl-
ados ao pagsnaenlo do imposto, sem que te-
oh.m .presentado eonhecl.neoto de o haver
oago do anno anterior ou do da.llceoca que se
Art 26. Onem montar ott comprar qual-
-lupr sege ou carrongrin de qualquer forma
dei.ou,inat5o que seja par. seu uso ou para
aluguel ser obligado a maiilfesla-la na_rep.r-
Hctao fiscal psra ser escripia no lancau.ento
do auno e osqneo contrario praticareinen-
correro na mulla do duplo do mpn.lu e o.
que occultarom e usarem dp indos .nidios pa-
ra subtralirean-se ao Imposto nao declar.nd
no acto do lancamento os que eslao em clr-
cuinstancias de pagar o Imposlo devldo, se-
rao sujeltos a igual multa do duplo do im-
posto Km caso iienhuau exceder a multa a
201,000 rs. .
Art. 34. Os colleclores que tiverem de le-
clainar contra o lancamento dos impostes an-
iiuips, de qup trata e.te rgulamento, enlen-
taro anas reclamaces d'.cumenlailas duran-
te o teinpo do mesmo laneamenlo at ao ola
em que comecar a sua cobraoca, soD pena de
nao serena depois adanltlldas. e o processn drl-
las se liinii.ua a urna pelicao dirigida a ihe-
sotirarla. instruida com os documentos que
os reclamantes jnlgarem a bem de seu direi-
10, havendo recurso das dlcises para o tribu-
aaal do ilnson i o publico nacional, sem com lu-
do se suspender a ai recadacSo.
-" lieiloiia de Pernanibiieo, II di abril
u- IojI.-O adminislrador, Manoel Camtiro de
Souio Laeerda-
Crrelo.
As cartas liradas hontrm da cala gersl para
Francisco Jos da Rocha Sobrelro e Joaquim
mcalvesCascao deixaraan de ter seguimento,
a primeira nSo tem a declararn para onde, e
a segunda lalla o sello respectivo. As pessoas
interessadas das inesmas cartas dirijam-se a
adininlslraco. _______^_____
Thealro de Santa-Isabel.
54 RECITA DA ASSIGNATURA.
sAiimiio, 12 iik saaiL na 1851.
Espetaculo variado de canto, dramtico
edanca.
Depois de urna das melhnres ouverluras.
abrir-se-ha a scena. ea senhora l andl.nl e o
Sr Tatl executarao o recitaiivo e dueto-aa
opera do maestro liellini
Pirata,
Em seguida a senhora Baderna e o Sr. Jos
De-Vecehi dancaro o gracioso passo a dous :
A ROsA.
Depois do que a senhora Landa execujar
as dlfncultosaa vailacesde-/lo*ii--seguindo-
se pelo Sr Tal!, acouapanhado dos Sis Sil-
vestre. Raynaiindo, Masiniiinn da Costa, e
anta Rosa,o terceiroacio da opera do maestro
Oonietli
Lucia iae haimermour
O Sr. Jos De-Vecchl far, depois, a grande
secua mmica
0 Parricida.
A. guenlo.
Eduardo, mofo dissoluta, tendocommettido
todos os crlniPS a qaiP d lugar urna vida vi-
cila e depravada, araba por tirar a existencia
aquelle que Ih'a dra. assasaiuando sen pro-
l.rin pal. pntrpgnp a todo n rigor da le que na
Idade aaiedla os hespanhos linham Instituido
para punir oParrrcidio -he coudemnado a
mnrrer de insomnia, mellado ean profunda
carcerp. ahi v de um lado o tmulo que en-
cerra os despojos inortaes da sua victima, e do
oiilro a figura da justica, em cujo pedestal es -
t escripia a fatal spnlpnca : um guarda que o
vigia continuamente o laaippdp dp, ao Hipnos,
feichar 08 ninas, e quando isso Ihe acontece
un, agudo ferro que Ihe penetra as carnes Ihe
rrcorda que deve velar ra quanto liver alen-
tos. Atoraaientado por esle castigo a que uo
pode resistir toreas humana, e devorado de
pungentes remorsos exalao ultimo suspiro no
crnlio da mais horrorosa desesperarn.
Terminada a scen mmica o Sr. Vasco can-
tar a excellenle cavatina da opera
Aula.
Do maestro Verdi. Segulndo-se pela senho-
ra Candan! e o Sr. Tatl o primoroso duelo da
operaMaresciala d'arrredepois do que as
senhora baderna e Moreaux dancaro o passo
a dous
A Aldeana.
Terminar o espetaculo como drama sacro
em 1 aclo:
Snnto Antonio.
Cnmecaras 8 horas.
Os hilheies acham-se a venda no escrip-
lono do thealro.
com o consignatario '."'V08*
Je S Arsoi", na ra da Cruz n. 33.
Par. o Rio de Janeiro sshe breve a ga-
leota SS Tttndade i quen os mesma qul-
n crfeg.r ou Ir de passagom, d.r.js-se .0
se consignslsrio. Frarcisco Alves da Cu-
ih,"u.do Vig-rio o. 11, Prtme.ro andar.
-Para o Arscsly segu vi.gem com n.ui-
U hrevidtde o hiate F/ord> Curr,p%: quein
nelleouizerM.reg.r ou Ir de pasjjagetn,
lirii-se rua do vigano o. 5.
-Richard Crockelt Jnior, capilSo da
b.rea americana Uusk'tigum, arribada cot,
.goa aherta neste port. ; vtagem de
Ruenos-Ayres psra W-M, VMta^to-
mar a risco ma.ilimo sobre o casco e fre e
,1, dita barca a qu.nl.a de seis contos de
rcispouco maisou menos: os pretenden-
tes ptidem enlender-se com os consignata-
rios. Iletiry Forsler & Companhi, rua do
Trapiche ti. 8.
Avisos diveraos.
IN''limgo.
Pela recehedorla de rendas in lernas ge-
raes se faz publico a disposieo dos arligos do
regiilameoio de 15 de juoho de 1844
Art. 5. O preco do alaaguel annu.l para ser
vir de base a quota do imposto de 20 por or-
lo sea o musanle dos reribns e arreiidamen-
los ou aabiliado pelos Untadores ou coilec-
1 ,rr"- ...
Art. 11. Sao sujeitas ao imposto especial de
80,000 rs. de que ir.lam os ail. 17 e 18 da le
de 2l deoutubro de 1843 toda us casas que
se qualificareui coua as seguiutes denomiua-
ces e couiivcrcm os objeclos abaixo decla-
rados :
As casas que venderem movis, roupa ou
calfado fabricado em paiz estraiigeiro.
As conteiunas e perfumarlas.
As de armacors de luxo.
As em que e venderem escravos.
Art 17. .Ningueaa ponera abrir loja, casa,
etc. para pxercer qualrpier industria cumoaer-
ci.il ou profissio saajcilo ao Imposto, sena que
priineiro faca declamcao n rsiafao fiscal do
lugar eaaa que a pretAade abrir, e ala aaatuarza
do negocio para ser inscripto no 1 ineaineiiio
e proceder-se ios convenientes exames; e o
que o coaitario nier enconera na mulla de
Avisos martimos.
Agencia da com pe ulna dos pa-
quetes inglezes a vapor.
0 vapor Medtcny deve aqu
chegar de valia dos portes do
sul no dia 16 do crreme, e no
mesmo dia seguir para a In-
glaterra r,rendo escala pelos por.os j annun-
i-i .do. : as pessoas que anda quizerem tomar
passagem no aaiesmo para qualquer dos porlns
em que o aairsmo vapor trnba de tocar, quei-
raaai dirigir-se com a necesssrla antecedencia
a rasa da respectiva agencia na rua do Trapi-
che n 42. Os encllenles coinmodos, asseio e
altencioso trataaaaenlo, que se encontraan a
bordo destes vapores, unidos a -brevidade de
sua vi.io.eiii, sao circumstancias to pondero-
sas, que por si s fnzein toda a recommenda-
co e garanta aqurlles senhnres que deseja-
rem fazer uina coinmoda e breve viagem.
I'ara o Fura
a escuna nacional Emilia, de que he espi-
LSo i. prniico Antonio Silveira M a riel Ju-
lior, deve chegar do Par por e.-li'.s dias,
liara onde voltsr em direc'ura com nimia
hrevidade : quein na mesm. pretemler car-
regar, podrra enlender-se com JoSo Carlos
Augusto da Silva, na rua da Cruz n. 13, ar-
inazein.
Maranliao e l'ar.
F.spera-se nesle porto, per estes dias, do
da llallis, o brigue-escuna nacional Arcelli-
o, que traza seu hordo a maior parte d.
crg piia aquelles porlos; teticiou'a-se
que demore n.ui pouoos das para acabar de
estregar: quein no mesmo quizer estregar
ou ir de p.sssgem, para oque tem excel-
lentes ciiiiMii.i ios, dinja-se a Jos llspl.si.
da Fonseca Jnior, ua rua do Vigario n. 33,
segundo n Para i.isba s.he por todo o mez de
abril o brigue purluguez Couceic&o di \la
ria : quem uelle qu.zer csneg.r ou ir de
passsgem, para o que tem eicellenies cum-
modos, dtrija-se aos consignalarios. Tho-
unazde Aqumo Fonseca VFilho, na rua do
Vigario u. 19, primeiro andar, ou ao capi-
19o na inaica.
Para o Para com escala pelo Cear pre-
tende seguir viagem com mulla brevmade
a esculla iisciunal Jfarru t'irmiaa, capitao e
prslicu Ju.ni Berusroo da Roza : quero na
mesma quizer carregar ou ir de passagem,
pode euteuder-se com o luesoio capiaq, ou
B^* Nn dia 13 do con ente ha vera o O
* O-T ._-- ,,.,!. ,!,. /nal ^
sr i umimio.is psra .,-..- ,|... -.
O mili., com entrada paraa. qe W
A queira honrar a dita casa. O 'dono Q
X deste estahelecimento prometle.' o q
respeilavel publico apresentar aei.*- "
O pre bons sotvetes feitos com diffe- J*
O rentes Trillas misturadas, eos serv- ^
O eos da casa com toda a apli Iso. ^^J f>
Frocs83o das Cliagis.
A mesa regedora ta irmandade do Se-
nlior Bom Jess das rtl.gas, avisa aos liis,
que no dia 13 do correle, pelas 3 hora. da
tarde, s ihir a procissSo do mesmo Senhor,
e ter a seguinte direceflo : ao s.liir lomar
a rua dos QuarteU. pract da Indepao lencia,
ruadas Oruzes, Iravessa de S. Francisco,
rua da Cadei, ponte do Recife, em segui-
meoto a rus da Cruz, a vollar para a dos
Tanoeiros, Trapiche, Vigario, Azeite de Pei-
t,', Madre de lieos em seguimento a Santo
Antonio, rua do Collegio e pateo do mes-
mo, roa do Livramento, travesss de 8. Pe-
dro, roa das Agoas Verde*. Irsveaaa do Adi-
que (antigsmente do M irisen), rua ''os
Marlyrloa, em seguimento so paleo d" C ar-
mo, Camhoa do mesmo, roas das Plores,
Nova, Triucheiras, estreila alo Hozario 0
Queimadoi recolhpn lo-se pela roa das Oru-
zes em frente a igrejs. A mesma mesa faz
.nenie ans Srs. s>crdote. que tiverem de
.companhar a dita procs-n i de compsrece-
rem de roquete ; assim como roga aos Se-
nhores irniAos, qLe tiverem em seu poter
cipas ou murcas de as maular entreg.r ao
ihesoureito, visto a falta que ha n.ra seme-
Ihante acto, de cujo favor Ihes ficari obri-
gaila.
--O abaixo assignado avisa so respniti-
vel publico, e esperialmeiiie an corpo de
cumnaercio, que, desde o dia II de marco
do correte atino, esl ns possn do Irapi-
che denominado da Cnu pinina, por escrip-
tura publica de arrend.inenlo que celebrou
.-uin a proprielsria do mesmo trapiche; e
bem as-if.i, que o Sr. I.uiz_ Antonio Rodri-
gues de Almeida nflo tem ingerencia algu-
iiih no dito trapiche, sendo nali-Uu assig-
nado a unir pessoa com quem se devero
entender a respeilo dp qualquer negocio re-
lativo ao t'apiche. Jal Velloso Soares.
No dia S de abril prximo futuro, fin-
da a audiencia do lllm. Sr. I ir. juiz dn or-
ph.'ios do termo de Olinda, se ha de arrema-
tar de arren lamento o engenho Forno da
Cal, valia lo em 1 000,000 rs. annual, a re-
queiimenlo da proprielsria, por si, n como
totora de seus lillios : quem quier tancar
Comparece conipetenlemenle hahililaiio no
referido dia, as dz horas, por ser a ultima
orne.
Deseincaminhou-se urna trouxa de rou-
pa que ia para entregar a una lavandeir. de
laoaaae Suzaua, eaai lleberibe, e'.por engaa foi en-
trgate a nonas lavandeiras, que rereberam
porcia de roupa que levava canoa, eaaa 22 de
fevereiro prolimo passado, com ai pecas se-
guiutes 9 camisas de homein, 6 cale, n de
briiia, I ceroula, I loalha de rosto, 3 pares de
ninas de linlni, I j iquea 3 guardan.pos, 3 toa-
Ihas de bancas, 1 dila grarfdm*3 leuces, 5 ea-
aaaisas de senhora, I vestido ale chi'a O mais
desla roupa esl marcada com a. letlras J. II.
(,. Ruga se a qualquer pessoa que a liver re-
cebido por engao, ale mandar dar parre na
rua da Crus do llecife, n M. ou anuncie por
esle Diaria para ser procurado.
-- Na uoite de 10 do crrenle, nn theatro de
Sania Irabcl, perdeu seirma pubeira de ouro
esmaliada de asul. julga-se ler-se perdido
dentro do thealro, ou da porta do dito at a
rua da Florentina : a pessoa que a achar pode
euirrgar no Atierro da Boa, padaria fraaceza,
que ser generosamente recompensada.
Atlenco.
Hoje, 19 do correte mez, he a ultima
[iraca de arrend.ment por 3 annos, do pre-
dio de 3 andares, sito na rua da Senzalta
Velha, que lera lugar depois da audiencia
dojutz municipal da segunda vsra, eujo
predio perlenceu a Jos da Silva B aga, e
conten trspeira, sotan e armaznan. O com-
inillo preco de 480,000 rs. por que vai dito
predios prc i, ltenlo o hom 'eiisnioi-nto
Iai un sino, a sua locilida le, q linda eespaQOsa vista pra a no*a e form-
se cidade de Santo Amaro, Cnm cacimba,
porto de embarque e desembarque, nSo po-
de deixar de inlerestar a quem d-ejsr,
quizer esouber conciliar os cooimoJos a
gozos da vida com a economa.
Iiesappareceu u-n rscravo crinulo. de
nome Manuel, levando em sua rompaohia
um quarlao carrega Jo de carne e varias en-
commendas ; he muito ladino, e osignal
bem visivel he ter uina perita corta la ab.i-
xo do joa-lho, e substituida inir mura ale psu:
quem o pegar e o levar a rua da Cruz do Be-
i-iloii. 43. soia liiiin recompensado.
I- um nesla dala amigavelmente diasol-
vlda a socedade que tiesta prac* gyrava so-
bre a firma de Araujo & Carvalhu, por sa
ach.r vencido o seu lempo, e de canta de
iodo o acltvo e psssivo o sucio Joaquim Lo*
p-s de Carvalho, que contina porcooven-
c..iii un uso da mesma firma social, porm
debaixo de sua responsabilidade uoicamen- ,
te, cuiifor mu a escriptura de destral i regis-
tiada Doltibuiial do commercio. Baha, 10
de mar;o de.la51.
0 abaixo assignado, gerente da casa
que liesU praca gyra na raso de Moraes &
Companhia, faz uina viagem a Europa, le-
vando em sua coopanbia sua aeiiuora ,


mm
s
Firma fmi da Silva Novaos, e durante sua
a '8nnia fica altala de gcia casa o seu so-
cio oSr. M*n' Jos Goi>m l.ima.
Manoel Francisco da Silva Novaes.
-Itoea-e encarecidamente ao Sr. JoSo
os" iii Mirups da respoorter a? cartas que
se l*i (i>in firijilo. ou de apparecer na ra
do Llvamenlo n. 34.
--ahhado. 18 do cnrrente, na porta do
Sr D' jui7 munieinal snpplonte, na ra fia
Madre d D'oo, as 4 horHS la tarde, por
rxer-ucAo de Manoel Joaquim Pinto Macha-
do Cuimfles contra Roberto deSouza Zij-
zart-, a* ha de arrematar de renda a casa
n. 37 da rna do Rn7ario da Roa Vista.
~ JoSo Jos de Carvalho Moraes embarca
paran Rio de nnme Cyiteo.
P>ecia-s aluzar uma preta que saiba
cnrlnhar e enpmmar, para o servico de
uma casa de puuca familia : quem t ver, an-
#unci.
Pesca-sr- pela Semana Santa, nos dias
cuarta, quinta e sexla-feira, oo ViVeiro que
fui do fallecido Muir..
Adiado.
Na porta d nma Inja da ra do Qneima-
do acharam-ae urnas poucas dr se tulas en-
rolladas, mji qnantia be diminuta, e ha
milita piobahilidaile de serem de uma pes-
soa doge/lflo. que fez compras na mesma
loja ; por fsso visa-se a essa mesma pe<-
soa, que compreos no dito lugar, que Ih'as
eero reg lu las.
--D'aeja-se fallar com o Sr. Jos Macha-
do Maltieiros Braga a bordo do patacho No-
vo Temerario, rundpa nba do ejes lo Colirio.
~ Precisa-se de oficiaes de sapateiro pa-
ra trahalharem em- uma lojn de zapatos : na
ra Direita, loja de calcado n. 56.
Aluga-se ou iroca-se por urna casa ter-
rea as qiialro f grande Sitio de trras propnas, com baila
ecasa nova feita ha pourn para grande la-
mili', DO lugar ile Helieriue de Baiio, mul-
to perto da pnYoacno, por ser o ultimo si-
tio antes dpehegara mesma ; tambr-m ven-
de-ce um preto de nacflo, de 25 annos, bom
carniceiro, n qual guilla 800 rs. diarios : na
ra do Mondrgo n. 99.
Carrocas de aluguel.
Alugam-se carrocas com bois para qual-
qner conducho para dentro da cidade, ou
irabaMes. condolidas por escravos iniel-
I nenese de conllanca, pelo que responsa-
bilizase : na ra da Cadea do Recite n. 1,
ae indicar.
Perdeu-se uma carta aborta escripia
em inglez : quem a arhnu, querendu-a res-
tituir, dinja-se so escriptm o de Russell
Mellors & Companhia, na esquina da Lin-
goet, que se Picar muito obrigado.
Pirciaa-se de ifliciaes de sapateiro: na
trave.-sa do Corpo Santo, loja de calcado n.
S9, confronte ao lado do passo, que tica de-
fronte da ra da Cadeia Velha, pagando se
liem as obras conformo apeifeicSo dellas;
lamben dSo-se a fazer fra sen lo pessoa
de sua confianza, e com rsin-se obras fei-
llS de todas as qualidades.
- Precisa-se de uma ama que saiba co-
zinhar e engommar para rasa de pouca fa-
milia*, sendo Torra ou captiva : na travessa
do Corpn Sanio n. 29, ou annuncie para ser
|KX>Curada.
OSrs Minoel Gomes Barboza de A-
raujo l'ereir, Jorqoim Uias de Sanl'Anna
e Aleandre Manuel de Meo tunca, queiram
mandar ou irem buscar cartas que teem, no
Aterro da Boa Vista, sobrado li. 10.
Aluga-se. om moleque para casa ingle-
sa, da qual tem aiguma pralica : quem o
pretender, dirija-se au llecco Largo do Ite-
Cife, venda que vulla para a Seuzalla Nuva,
que se oir qoem o tem.
Aluga-se urna escrava que saiba cozi-
fihar e fazer as compras de ra : quem a ti-
vir e quizer lugar, aununcie, ou diiija-se
ra das Cinco Puntas n. K2.
Passeio Publico.
Nesta ra ha uma casa decentemente aran-
jada, oa qual lodos os das, das 6 hoias da
tarde em dimite, haver os bem feilos sor-
Tetes a troco de 210 rs. cada um Copo pe*
medida velh ; tambero se mandaio levar
is | c-sobs que, quevendo guzar du fresco
nos laucos du Passeio, la os quizerem sa-
borear.
Nos abaixoMSkgnados, advetimos uue
nos dcsapparereu uma lettra lirmada pelo
Sr. Cosme de Miranda'II ni iqm-, da qnan-
tia de 60,000 is. enja lettra ignoramos se
fui lirada ou perdida na ra ; por isso pre-
venimos ao dito Sr Miranda para que no
caso de Ihe ser apresentada n*o pague, sal-
vo se for com nossa ordem, e depois dessa
dala ; assim como a pessoa que a tiver a-
hado, querendo-a restituir, recebera uma
pequea gralificscuo.
Victorino & Gw'ma'Su.
O escrivo Joaquim Jos 1'ereiia dos
Sanios participa ao espeitavel publico, que
mudou a sua residencia e carlorio para a
ra de lloitas n. 2. no primeiro sobrado no-
vo que bota o oiiflo para o pateo do Carino,
no segundo andar
Alugam-ae duas escravas para vende-
rem na ra : quem as liver, Uinja-se ra
da Cruz n 49.
O Sr. JuSo da Cosa Monteiro queira
dirigir-se loja de livros da praca da Inde-
pendencia ns. a>e 8. para negocio que oflo
iguora,
~ Us ahaixo assignados fazem sciente ao
publico, que em 31 de marco prximo i as-
Sido dissolveram amigavelmente a socieda-
de quelinham na loja de fazendas n 26 da
ra da Cadeia Velh, que gyrava debaixo
da firma de Campos iv Moreira, (cando a
ca-go do socio Campos a liquidacSode lodo
o activo e passivo da entine a firma. Ileci-
fe. 6 de ajinl de 1851 ~ Joio Baptitla dt
Campo*. Manat Coma Uoreira.
- lluje, 1-i o crrente, uorta da casa
deie.M n-iicia do Hr. jniz municipal da se-
gunda vara, se bSo de airemaiar de renda
anuual os amiazens e trapiche, um dos
punios de embarque na ra uo Brum, e um
sitio com casa de viveuda, arvure ios de fru-
te, oa n ala da Toire.a aiargeui dorio Ca.
plbanbe, levados praca por eiecuc3o de
Manuel Pereira Mgalnles contra Luiz An-
louio Rodrigues de Alenla, i'ujos lieos
deaaiam de.ser arremaiados no da 9 por
iBipedimenlo justo : oa prelendeutes cum-
parecain no du e hora da piar,*.
pieiisi-se de 1:500,000 rs. a juros de
um e mcin por cenlo, dan lu-se paia sigu-
r^uv* predio uesla pryS livre edeseama-
5a Jos : ua praC* da ludepeodoucia n. 27, se
dir quem quer.
#** legalisar os seos crditos, afim de sorem at-
teudidos na narlil'ia a que t"m do proeeder-
ae. -- Jos Luis Salgad" dt Castro Accioli.
SCoiiMiil torio lioina'orntlilcooiu*>
Paulo Gnlcnoux, lentlsta W
fi-ancez.offerece seu prest- 8
moa o pnltlico para todos os
misteres de sua proflssao : V
% prle ser procurado a qual- 9
9 qner hora em sua casa, na 6
ra larga do Rozarlo, n. 36, %
W seffundo andar. *
:>?#> ?? ???*>?? A mt>
Precisi-se alugar uma escrava para ser-
vir a uma sS pessoa : na ra do Cano n. 12.
Aluga-se o lerceiro andar da casa d
ra do Qoeimado n. 9: a fallar na loja do
msmo sobrado.
Achou-se uma piunna Irona de rou-
pa na estra 1a dos Afilelos : quem for seu
dono, procure-a na ra da Cadeia do Reci-
fe n. 31.
Alugam-se duas pretas para venderem
na ra, pagan-'n-s" o que seconvencioner :
na ra da Cruz n. 49.
-- A Casa de negocio de Di lir Colombiez
& Compinhia, ruada Cruz, em conseqnen-
cia da morle de O.' Colombiez, fiear
daqui em diante debaixo da firma de B. Di-
dier ain & Companhia, que est3o encarre
gados da liquidacBo da exlincta socie'ad->.
A nova casa rontinuara com as mesmas
op'Tacfles commerciaes nesta praQa. dirigi-
das por Flix Sauvage, socio da mesma casa.
Quem precisar de orna mulh r para am
de um rnpaz solteiro, di'tja-se ao largo do
Carreo n. 7, que ahi achara cuiu quem
tratar.
Precisa-se de um horneen para tomar
cunta de um deposito de p1", que emenda
alguma colisa de venda e afiance sua con-
ducta : atrs da matriz da Boa Vista n. 22.
Participa-so as pessoas a quem possa
interessar. que o Sr. Manoel Alves da Silva
Caldas, morador na cidade da Victoria, co-
marca de Sanio Antao, se acha devendo
nesta prara a quanlia de 349.974 rs. cuju
debito se est cobrando judicialmente na
mesma comarca, o que se avisa, para que
pessoa alguma hypolheque beus ao dito Sr.
Caldas.
-- Aluga-se um sitio no Aterro dos Afo-
sarlos : quem o pretender, dirija-se ra
da Penha n. 23, primero andar.
--Quem annunciou querer comprar uro
escravo carniceiro, dirija-se ra do Muti-
dego n 99,
(ifTerece-seum menino de 14 annos pa-
ra caixeiro de ioj >, do que j tem um anuo
de p-atica : quem de seu pieslimo se quizer
ntilisar, dirija-se travessa da Muir de
lieos 11 7, ou na ra Imperial n. 167.
Aluga-se uma casa terrea muito boa,
cntn 4 quartos, coz i n lia lor.,, quintal e ca-
cimba, Ma n rus da Clona a fallar na ra
do Cabug, loja de miudezas 11. 3
(I ahaixo ssignado pronmve eobranfs
e trata de causas na cidade e cumarca do
Rio Fot muso, e ns>e:ura toda a e 5?o e zelo em ambas as causas: quem, pois,
uo seu prestimu se qui?er militar, a elle di-
rija-se naquella cidade.
Judo aplista Carneiro da Cunlia.
Alletuo.
O ahaixo assignado faz sciente ao res-
peitavel publico, qoe na ruada Concordia
n. 6, ha para vender-se os ricos e aceiados
bolinbos lianee/es de diversas qualidades ;
lambem se fgzeni mui bem feilos pastis de
nal*, lorias de todas as qualidades, riqu-
simas balas d'ovos e OUtfaf minias golodi-
ces para quem quizer encommendar. Na
mesma casa enfeilam-se bandej-is com 111111-
ta riqueza aceiu e promplidflo para qual-
quer divertimento. Jos Pirrt dt Carvallio
Lotera da matriz da Boa Visla.
.los lo:ooorooo e 5:ooo#ooo.
O tliesouieiru da loteria da matriz da Boa
Villa, Saliisliano de Aqniuo Ferreira, faz
sciente ao respeitavel publico, qoe as rodas
)a mesma loteiia lerfio o seu gyro impre-
terivel mente no da 2 de junho vindouro, e
o respeitavi-l publico pernaubucano deve
prefeiira nussa luteria >s do Rio de Jan eiro,
Pernatubuco
)f Boa Non n. 58 ,|
ti DIBIGIOO PELO 4
I D' 1. S. S.NIOS JNIOR. #
9 Consullas t remidi* de grnca ais po- -i
bre* todos a* dias ut'is desde i 8 Aoroj )
i da manhda a uma da larde. &
--Alnga-sc ii na escrava, parda, Idusa e
sisada, qie sabe comprar ecuzinhar odia-
io\j uma casa : na ra da Senzalla Velha,
sobraHo da esquina do becco do Capia n.
144. N-mesma casa tambem aluga-se uui
osera vioara servente do pe Ireiro.
Oft\rece-se um crioulo para criado:
na ra di\s Cruzes, loja do sobrado n. II.
-- A pesViia que se propon a cobrar divi-
las no matV dirija-se a travessa da Madro
le Ueos, aroVa'em n. 5.
Precisa-, alugar uma preta captiva
para fazer o s 'QO interno de urna casa de
puuca familia ra da Cruz, armazem
numero 48
Aluga-se um sobra io pequeo, ou um
al duiaandaies de uma Casa na Boa Vis-
ta, em lugar que seja-saudavel, dan l.i-se
preferencia a roa da ATi'ora para, anlo
\maro, ou no llisjicio : qu\p o tiver an
nuncie, ou dirija-se ra doTiypichc No-
vo n. 42. \
Precisa-se.de um feitor que entenda
de plantar hoitalices, tratar de arvoredos e
jardim : quem esliver neslas ciicumstan-
cias, dirija-se ao sitio do (nado Dr. linio,
na Passagem da Mag Isleos, ou no Aterro
la Boa Vista n. 43.
-iiSi iiiiln Rodrigues Pinheir, mora-
dor no engenho chamado Garai queren-
10 receber uma encomiuenda viola du Ara-
caiy, procure a Manuel Joaquim Gomes.
Adiado.
Quem perdeu uma ataca de ouro, na imi-
to de 10 do crrenle, nu tneatro de Santa
Isabel, dando os signaes ca tus Ine sera ins-
tituida na ra da Aurora, sobrado n. 6u,
Segundo andar.
(juem precisar de uma ama para o ser-
vido interno de urna casa, procure-a na ra
da Guia n. 12.
I'iecisi-se de um trahalhador de mas-
sena : ua ra Diieila n. 82.
<> mu das Cruzes n. 2S. q
q Consultorio homaopathico do faculta- o,
O
o
:>
tivo J. II. Cutunova.
Gratis para os pobres. T
Na ausencia do facultaiivuj B. Ca- ?
sanova, o professor honiasopaina '^
Gosset Bimoiil conlinuaiT com os 9
trabalnosdo mesmo consultorio,on- &
i ru do Pires n. 3, a negocio que no ig-
nora.'
# Consultorio central hodioso- r
? pathico de l'ernambuco, n) ,
t Dirigido pelo Dr. SO. L Pinho, I ealcadoa. sapatosde aeil
lina do Trapiche Novo n 15. (9
# Todos osdiis uteis sadarn con- (9
& sullas o remedios de graca aos po- ^
p bres, desde pela nianhSa al as duas 3t
K! horas >.. As enrrespondenrias e nfnrmaco>s r^
ag poleiSo ser dirigidas verbalmenle, .j
O ou pur esrripin, devendo o doenle j
tj indicar : prime ro, o nome, a ida le, 4
*: estado, profistfio e constituigHo ; se- 1%
19 uuiul'i, as molestias, que tem lulo, o 1
' os remedios tomados ; lerceiro, a po- %
i ca do apparecimenlo da molestia ac- (a>
f'i lual, e deseripcBo minuciusa dossig- 4
0 naes ou syinptomas que >olTre )
t l)r. Sabino Olegario l.udyero Pinho. 9r
S11 M*J j":j" Jf -9!&99 % 9 %
A I no i si
o armazem da casa da roa daCaleia Nova
n. 7, com fundos al o rio, propria para co-
rheira, corn cacimba e cano para esgoto : os
orelen lentes dirijam-se a ra do Crespu,
loja o. 10.
Na ra eslreita do Rozario n. 28, se-
gundo andar, se du qoem il dinlieiro a
premio, ^a oi-snia c'sa vendem-se dous
trancelini, 2 nares detinncos, 2 eorddej, 2
am-locs, i alflnete de peito para senhora, i
vernica, 1 moe la guarnecida, 2 relogios
patentes Inffl'eSM, 1 apparelho de praU pa-
ra cha, 1 salva, 1 duzia de collieres para so-
ja, 1 dila para cha, 1 faqueiro, 1 Salva, 1
salva, I palena e selim preto a 1,000 rs. o
cuvadn.
I'recisa-se de um feitor capaz, para um
sitio perto da praqa : a tratar na ra da
Cruz, do Recite n. 2.
-- lles-ppareceu, nodia 4 de j in -iro do
correte anuo, do engenho Missaranduba,
o crioulo, i.fiieial de carpina, de nome Sil-
veslre, oerlenceiite a Antonio llanos*) l'al-
co, Cojos signaos sSo os seguidles ; altu-
ra regular, denles podres na frente, uma
sicalri/. em um p, principiando agora a
harbar, de 20 a 22 anuos ; levcni comsigo a
fiirraiiieuta perlenceule ao oflicio : roga-S"
as autoridades policiaes a an|iieliei).j i do
mesmo escravo, e loaeapilAei decampo, a
quem pro ntllese urna generosa gralifica-
co, levando-o no referido engenho.
-- A pessoa que aclinu um catorro de es-
pora de -alio, perdido na marcha da proos-
s3o dos Pasaos, querendo-o restituir, diri-
j-se prac da I idepeudelicia n. 19, que
se gratificara b'in.________^^___________
nenie-coronel Costa, se dir eom quem So
d*ve tratar *_
Na na Nova n. 23 loja di A. I*.
Villar
lioi araen para meni-
nas a 800 ra. o par, sapalos desetlm P'els
mJito'bua qiiaU'lade a 800 ra. o pr, **>'
de be,erro para inenlnm a 610 ra bntlil' g"
peadosde diversa i|ualida le para euhura oo
pe peijueno a I.OuOrs. o par.
Yende-se psra a prarja
u-n excellenle sapaleiro de toda a obra,
tanto para cr'e como para execuQo, dan-
do diarios 640 rs., he preto, crioulo, e tem
dei lado 2J anuos : quam o qnzer v rija-sea ra larga do Rozno n. 46, onda
Uabaliia, e para ajuslar, defronie, loja nu-
mero 35.
Chitas francezas a aao rs. o co-
VAllo.
aduzentose vinte riso.covado, chita com 4
p.ilnins de largura ores fon, ditas a 280 ra,,.
eile de casimira a 5 000 rs., dilos de infla ca-
siinira de Lia a 2.500 rs.: oa ra du Crcapo
toja aoiarella n 4.
- Cntinua-se a vender fannha de man-
dioca em saccas : na ra da Cadea, loja de
Joaquim Ribeiro Puntes.
Com |
>ras.
O de poJer ser procurado a qualquer Q
O aireraalante da, aleii(Aes desle mu-
nicipio do Recifa faz Certo, que desde o 1.
do curente abril enlruu o le.upu da re-
visto,
Os Srs. padre Antonio Jos Comes de
Rrito, Jos Antonio Correia Comes, JoSo
Francisco Ferreira do Magalhfles, Antonio-
Francisco Dias, JoSo Antonio Mailins Bra-
ga, Andr Alves da Fonseca luillOr, M-liiel
Francisco das Chagas, Joilo l'ereira do l.ago
Braga, Thom Francisco da Costa e Antoniu
Barboza Cordeiro de GuifflSo, queirum di-
rigirse ra do Crespo n. 10, a lim de tra-
tar-sede negocio que nSo ignoram.
- Precisa-se de uma nina para fazer as
compras e o servico interno de uma casa de
lamiba : na ra Relia n. 23.
Na noile de ti para 7 do corrente, driappa-'
recen da ra da> Larangeiras, un i|oarlo cas-
lanhu, grande, em boas carnes, o ililnquani)
IrvoU um freiu, cslando cun a bi ide vellia e u
(avallo ferido de cangalha : roga-ae a i|uem u
tiver apprrliendido, ou delle im'r noticia de
dirier->: a i na do i a [me,-, |(,ja ,|e ourivr,, n.
Compra-se om ornan en') de sebasto
de damasco, ou fa/einla quu comprehen la
as cores branca, encirn ida e rts, com
li,,:,-1 e vus : na ra du Itozaiio da lina Vis-
la n. 16.
Compram-se apolices da divida publi-
ca de 5 n 6 por cento : na ra das Laiau-
geiras n. 18
Co npram-sn escravos le ambos os se-
xos robustos, para dentro e fra da p ovni
ca -. na na larga du lio/ario n. 48, primei-
ro andar
Venc
as.
una vez que o plano da mesma loteiia offe- |7, que dar O ferro e o aiguaes, se recuiu-
rece as mismas vaiitagens que as du Rio de |peuaar
Janeiro ; e com a din mola quanlia de 10 e
5,000 rs. pde-se tirar o premio de 10 e
5:000,000 rs. ; e os bilhetes achau-se, veu-
da nos lugares ja aonunciados.
Baile mascarado.
Alugam-.se ricos vestuarios proprios pan
a iap.iM.ida du ir.,n.ie toril, e igualinenie
fa?eui-se ao goslo dos amadores do gracio-
so incognio l,9o apreciavel em semeliiante
divertimento. Cxistem pai'a escr>ltia elegan-
les liffoiinos, e se promette commo lo pre-
go, prompto desenipenho nos caracteres es-
II idos, e sobre ludo segredo : na ra Bel-
la n. 18.
--Precisa-se alugar uma preta escrava,
que seja iccol'.ida, para tratar de uma cri-
anc.a e cuidar em Ma ropa, prefermdo-se. j
idosa : na ra do C'espo n 14, lerceiro an-
dar, ou annuncie par ser procura'do.
Emprega-se na fundieco de ferro na ra
do Hrillll aleos nial i I ni II us .od o I en, es.
-- A'pessoa qoe quiter comprar ou arren-
dar un suio em Tijipi cnin buns commodos,
appare(a oeala typugraphia que se Ihe dir
cun qiii ni drve tratar.
Freciaa-te de uoi caixeiro para padaria,
-iiiIii que tenha ortica da niesuia oceupar-iu :
a padaria da ra do Guararapes n. 4 /
Precna-se aluital 2 pretas que vendam
quitanda, e nao -.e duvida dar 2 uiczes adi.ui-
tados a cada um : as cioco Poma, n 74.
Quem precisar de urna ama de leite ro-
d dinjir-se ua ra do Aiuoriiu n. 19, segundo
andar.
Pede-seao reverendo Sr. Fr. Lourenco
da I inmaculada Conc.eic.8o, morador em Ca-
ruar, mande pagar a quanlia de 60,210 rs ,
impuile de cera que comprou para as fes-
las de Santo Amonio e Corceo de Jess no
convento de S. Francisco desli colad', no
anuo de 1844, na ra da Senzalla Velha nu-
meio 70.
No dia 7 do corrente fugio um cachorro
pequeo pelo de rara ingina, que be luaiicu
i,, pe ni rsquerda : quem o achar queira le-
var na ra do VIgarM n. 25, que aera recom-
pensado.
Ueseja-ie fallar com a tenhora D. Ange-
la de Jess Soarra da Silva, viuva de Jua Con -
calves da Silva natural de Furlugial fallecido
uesta cidade eiu 13 de agoalu de iM.!, uu cun
seua liei deitos ; oa ra da Cadeia luja de ferra-
geos o. 56 A.
caes do Machado n 8.
OITcrece-se uma ama para lodo o servico
de uma casa capaz, sendo de portas para
dentro, a qual cuzuha e faz algum eusa-
boado.
O abaixo assignado, romo inventban-
te dos bous do c.-hI do^aileCIdo Manuel de
barros llenriques Wauderley, avisa aos ere-
dore do mesmo PUtt, pr que bajatu de
Aos arlisias.
Na fabrica de andrade & l.eal, na ra Im-
!>eiial us. H8e lO, precisa se ile f 1 i i,o s de
el I en ii- de I I ee.l, e algUlISdl' I Un 11 e 11 ,,-., e
tamben! se receben, apreudiies para ilivrrsas
olHeinaa que se aeliaio na incsina fabiica : ns
prelelideutrS, do ij.no-se a liosnu, alioi de
traiarciu a respeitu.
Prccisa-se alugar um preto sadio para
o servico tan smente de sorvele, pagndo-
se 15.000 >s. e dando-se o sustento : na con-
fetis) ia da ra do Itozario estrella n. 43.
-- I'recisa-se de um ama n ciunal ou e*.
trangeira : na rus do Cabug) n. 16, se,, .u -
do andar.
Precisa-se alugar urna preta, que sai-
ba engommar, cot-inhar, seja Del, deligenie
e iccoiiimo ladn, responsabilisaudo-se o seu
senbur : quem a tiver aiinuiiciH, ou dirja-
se a ra do Rozariu estrena, loja n. 12.
-Convida-se a uma mulher capaz que
queira servir de companhia a urna rasa de
mus familia, danno-se-ihit o sustento e
alguma paga pur seus servic is : qoem qui-
zer annuncie, ou di 1111 -se a ra do Rx/aiio
estrellan. 12, que acoara com quem tratar.
-- Offerece-se uma Poituguc/.a para ama
de casa" de hoin*m solleiro, ou viuvo cs-
trangeiroou nacional, a qual entende de
lodo o servido : quem de seu presumo sj
quizer utilisar, dirjase Trempe, casa
terrea, ao p >losotira O abaixo assignado faz sciente ao res-
peitavel publico que se despediu da casa do
5'. LourenQO Ferreira Alves, onde exercia
a> funccOes deciiado, e se aclia hoje com
uma nova cocheira na ra da Cuia n. 14,
onde ae acha prompto p-ra alugar gordos
cavallos de estribarla, assim como cuidar
ios meamos danto-lhes o mclhor Irato e
delicadeza posS'Vel : ludo pelo menor prc-
co possivel. Joaquim l'ai l'ererada Silva.
OSr. Amonio lloarle de Oliveira Regu
tem uma carta ua ra da i.ma n 9, que fui
lirada por eugauu por pessoa de igual
nome.
Alugam-see vendem-se bixas hambur-
gueras das meltioies que ha no mercado
tanto em por(3o corno a reta I lio na vnla
le Domingos da Silva Campos, ra das Ci u-
zes n. 40.
-- Precisa-se de uma ama para o servico
interno e externo de uma rasa de buaiem
solleiro : quem esliver nestss circunstan-
cias, dirija-se a ra airas da mairiz da Roa
Vista n. 12
, Precisa-sede um forneiro, que saiba
de&empeuhar sua obflgaySo : uas Cinco
Poulas n. 38.
0 Sr. Francisco Lopes Vianna queira ir
Ao 30:000,000 is.
Na ra do Ro/ario eslreita, botica n. 10,
vendem-se billietes do Rio de Janeiro da
orimeira loteria a heoelieio da sociedade
Amanto da InstruPCOo, pelos Se|!l.i itfS pre-
cos: inteiros 22000, meios li.ooo, quartos
6,800, oitavos '2,800, e vigsimos 1,400.
Na 1 na do (JueuiHdo segunda toj
n. 18.
Vcndem-se chapaos de sol de seda milito
bnns a ft,50i rs ditos franceifl para c.abci.i a
7,000 rs panno lino prelo luperior, sel 1111 jure-
todeinjrao, casimira preta, sclun, luvas de
seda de cores para homein e senliora, das
pretas de 1019a!, cnleles de letlin bordadoi bo-
Ditos godo*, caalmlraa de cures, cambralaa de
cores para veslidos, Iriifns "le selim pelos c
de cores para grvala, dilos de gacca para se-
nhnra. Urja prela inulto lina, cambraia de
seda paia veslidos, cainbraias ile barra bran-
ca e de cores, e ulras inuilas lacendal por
cooi modos prreos.
(Japioj/<.,io3 e manteletes a lis
20,000.
Capolinhns e manteletes, pretns e de cores
de grns d>'naple, os mais mode nos que lein
1 ![ -1 1 111 no mercado : ua ra du Crespo loja
amarella 11. 4.
Vendem-se luvas de pellica,
ponto inglez, para liomeni, a ris
1,600 ; ditas para senhoras, a ris
i,3oo ; Hilas de toreal, a ris 800,
i,iooe 1,700 o par e carias finas
para voltarele : na ra do Queima-
d in 53, ao peda loja de cliapos.
-t ;lde se um silio margem do rio Ca-
pihaY'ibe, com ums grao le casa de vivenda,
OUlr menor, com sen/alia para 10 ou 12
escravos, contend! alcm disto um g>ande
telh-'iitr, onde existe urna.pad nia e nlguns
qiiartmi, rom tres g'andes bailas de Capul
ia mi no nmrgem du rio para 200 ou mais
feixes ile capim diarios, e de muita facililla-
de para o transporte. (Cste sitio he excel-
lenle para estabebcjr-se urna coxeira por
licar enlre duas estradas mui rommerci-
.in'e-, a do ene. n.ioieiiio e a de S Lourenco
da M.lla. Alverte-se timhem que qoem o
comprar lica ro'ii direilu ao engenho Ape-
puiM-, 1 n le 111 le lirBr lias malas tuda a
niadeira ,iera nb pague direlto algum : u tratar na ra u
Queimado, segn a lujan 18.
Loteiia do iiio de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na praca da Independencia loja de miude-
zas o. 3, que i ola para a ra du nuci..ido ,-
Ciespo, vendem-se us Inulto al i Ion.idus ln-
Iheies, uieioa, <|uanos, -na.o, c vigeaiiuoi da
prioii i 1.1 lotefia a lina ii, o, da primvira socie-
dade Amaine Ua lualruocao.
Veiideui-a saccas com feijSo, muito
grandes, e novo : no armazem uo caes da
Alfan lega, defroule da escadinba, pur pre-
(0 cuinmudo..
Vendein-sequatru cavallos, sendo um
ruco, um fo,eiro e dous alazes, em |>o.,s
carnes e com andares ; um carro de qualro
rodas em bum uso, com seus competentes
arreios no Mondego, casa da viuya do te-
l!illi tes do lim de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na loja de cambio da Viuva Vieira & Fi-
Ihos, ua ra da Cadeia do Recife n. 24. a-
cbam-sea venda os mui aforiunados li-lhe-
I s, niel, is e c mielas da (11 1 un-1 r,l hiena r.
tieuelicio da sociedade Amaine da Inslruc-
eu, viudos pelo vapor Haniana, da qual vi-
ra a lista pelo pniiieiro vapur.
Lotera do riio de Janeiro.
Aos 2o:ooo,ooo rs.
Na praca dj Independencia lo-
ja de calcado do Arantes, e na ra
la ('adea do hecife, loja de miu-
dezas n. 4\ endem-se os mili
afortunados meios bi I beles) ti' vi-
gesiina-scxti lotera a beneficio
lo Moire-I'io, e di primeira lo-
teri 1 a benfico da sociedade A-
nianle da liihtruccao, a sim cjmo
cautelas das mesmas lotera, de.
.pie se espera a lista no primeiro
vapor, e pagi-se qualquer premio
que nellcs sabir sen ganancia al-
Meios billietes ,
Quartos
Oitavos.
Vigsimos
I 1,000
5,5oo
3,800
i,3oo
-- Vende se um bonito escravo de 20 an-
nos.bom carreiru e trahalhador de enxada:
na roa lai ra du Ruzano n. 48, primeiro
andar.
V'eiide-se por causa desanida
urna burra di; segredo, nuva, forma de ar-
mariu, de L-- Paul, u 11 dos mclnores fabri-
cantes de ViilS, urna fecliadura de segu-
ani; 1 p lo iiiesino autor, r duas espingar-
das de doUS Canos para caca, sendo urna do
systema LefauCheuy: noAlerioda Boa Vis-
la n. 3, Segundo andar.
-- Veude-ie urna loalbi de Uvarinlo cir-
gido, de qualro poulas : na ra do Itozario
du Roa ViaU II. IC.
--Vende-srt um molatinlio bem alvo, da
lua conduca na rus Direita n. 25, pi i met-
ro an lar, elo preco de 450.000 rs. : qu<;m
u pretender, dirija-so ao lugar cima 1116II-
ciouadu, das 6 as 9 lloras da maiihSa, e
a tarde das 2 em diaute.
A 5,ooo rs.
Vendem-se chapeos pretos de seda de
Lisboa, a 5,000 rs. ; ditos francezes, os mais
llmdei lii.s i|il" leem Mu lo nesle mercado,
a 6,000 rs. : ua ra do Crespo, loja amarel-
la 11. 4.
Lotera d Kio de Janeiro.
Aos io#:ooo,ooo rs.
Na ra eslreila do Rnzario, travessa do Quei-
in.uin loja de miudezas u. 2 A, de J F. dos
Santos M.iia. vcudcui-se os 'nuilo arortunadoa
uiitirlcs, uieos, quartos, oilavos r vigsimos
da pruueira lotera a benericio da pilmeira
Suciidade Amante da lastrucefiu.
^u ra Nova n. a3Ioja de A. l.
Villar.
Vrndem-sr meias paia meninos, ditas de se-
da pelas de p pequeo para menino, ditas
ue algodao de diveisos taiiiaiilms para inenl-
uas ditas de liuho linas para iiieniuas.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos io:......,(kio rs.
Na loja de miudezas da praca da Indepen-
da n. i, vendem-se bilhetes inicuos, mel'oi,
quaitns, nitavus e vigsimos a I m liclo da prl-
meia Ikiiii da sodcoade Amante da lin-
n (lio, que eorreu no da 3 a 5 de abril.
Cusa de modas idiicczas de Hiics-
sanla Millocbau, A Ierro da tioa
Vistan i.
Alcm dos arligos da quaresma rec-bea-
se um lindo sorlimentu de visillos para
baile de bloode, garca o crep, leminhas de
eda, luvas de pellica compridas, meias de
e la branca, tucos de btoude. Tilas as mais
em modas em l'aiis, plumas para en fe i tes
le cabeca, ele. Na mesma casa faz se toda a
(J>iahdade de validos e loucados para bai-
1' o casamento.
Vendem-se plumas brancas
e encarnadas, grandes, e de mui-
to superior qualidude, por barato
preco; na praca da. Independen-
cia ua, 24. a6 e 28.
0 ". J
MUTILADO


Acaba de chegar para a na Nova
h. 8,loja de Jos Joaqun Mo-
reir & Cnmpanbia
exeellenlel espartllhoa de linho para senhora,
guarnecidos de hlelas e de difterentes mo-
drllos, cnusa papalina e inlriranirnlr nova
nrste genero, vendem-se por prec" multo em
conla, chspe'nB francezes modernos e de boa
peluda a 7,000 rs., sarja prea hrspsnhola,
?osprelos milito linos, luvas de todas asqua-
lldades quer para hnmem quer para senhora,
lanternas de vidro de todos os tamaitos e de
codos os prejos, ditas bronzeadas. lencos pata
grvala de cores e preloi, un bello sortimen-
tode cordaspara vlolao. inulto novas que se
vrnriero a lOO rs. cada uma.
Deposito la fabrica de Todos.os
Sontos na Ha lila.
Vende-se, em casa de N. O. Bieher&C. ,
ni ru la Cruz n. 4, algodSo transado da-
qnella fabrira, muilo propno para sarros de
sssurar e roupa de escravos, por prego coro-
ACERCIA
da fnndicao Low-Moor.
ROA DA SKZAII.A NOVA N. 42.
Neste eslabeleeimenlo conti-
nia a baver um complelo sorti-
mento de moendas o tneias moen-
das para engenbo, macliinas de
vapor, e taixas de ferro balido e
coado, de lodos os tamaitos, pa
ra dito.
Quem duvidar
Venha ver e comprar.
Na ra ilo CfesrO loja da esquina, que
Votla para a cacleia, venopm-s* pannos fi-
nos prelos superiores a 3.000, 3,500, 4,000,
4,500 e 5.000 ris o covado, dito azul a
3,0(0, 4,000, 5,500 rs dilo verde 2.800,
6.500 rs dito cor de rap a 3,000, 3,500 rs,
CrlPS de casimira preta a 5.1 O) rs., dilos
mais superiores a 8,500 e 10,000 rs., ditos
de roes a 2 800 rs.. corles de rllele de
velludo a 2,000 rs ditos de s< lim .le cores
1,600 r*., ditos de gorgoiSo de seda
1.280 rs -nios de fuslau a 32u, 500. 610 rs..
ditos de hrim pardo de Indio para cale" a
1,600 e 2 000 rs., ditos branCOI a 1,60>.
1,800 e 2 000 rs ditos de cores a 800,1,280
rs., riscados de linho a 220 e 320 rs 0 rova-
do, ajyodOO trancado de Iir.tr escuro n.ui
to enenrpado, proprio para esclavatura de
engenhc a 180 rs. o envado, picle a 220
rs 7iiaile azul de vara de largura a 210 rs.,
dito d forta cores a 200 rs., riscado mons-
troa 220 rs., dilos franrezes muilo bonitos
para vestidos a 240, 280 rs., corles de enru-
biis branca de quaiirns a 2.C0U rs., dilos
de csssas de cores a 3,000 rs, dilos muilo
finos a 3,500 rs., ditos prelos a 2,000 rs..
cambraia lisa com 8 varas e mei a 2,720
rs. a peca, dil de cores (ara vestidos a 2t<0
rs. o ce-vado, dita preta a 120 rs., n>etinsde
Cres para forros a l-'O e 140 rs., corles de
rhit8 fin>sc de cores lisas a 2/00 e 2,<>0
rs.. chila pas cobnlarie cores tilas< 200
18. o covado, ditas pura vestidos a 140,160.
180 e 200rs.. meius lencos de cassa pina
grvala a 210 rs., ililus com listras de seda
a 32t> rs., saija llcspanhola muilo supenu
2,210 e 3,0i>0 rs. o covado, n.ciag para me-
ninos a t.oOOrs d7ia, cha; eos de sol de
asteas de baleia a t,800 rs., madapoluu
Diuilo sopeiiur e largu a 210 rs. a jarJa, c
os acreditados coberloies de tapete para es-
cravos a 70 rs., caaibraiasjltoniadaj pro-
pila para babados e coi tinados rom 8 va-
ras e meia a 4,0t)0 rs. a peca, e oulras mu-
las fajei.das que so us fieguezes vi n n acre-
ditarlo os pr proa.
Vende-se um elegante carro novo de
qualro rodas i na cucheira do ir. iiutcliar se
dir.
Vendcm-se i elogios de ou
roeprala, patente inglcz : nu ra
da Senzalla Nova n l\i.
A rudos de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelo*, BSSm romo americano
com v, minio de sienpira e breco
de ferro : ra fundirn da ra do
BrOm ns 6, 8 e io.
Deposito de cal virgem e potassa
Cuha & Amorim, na rus da Cadeia do
Rrcif n. 50, vriidem cal vigem em pedra,
ciiegado pelo ultimo navio de Lisboa, e po-
tassa de boa qualidade, por menos preco d(
queem outra qualquer paite.
'leciio de algoiiao ti aneado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. 5a,
vendem-se por alacade duas quididades,
poprlai | ata ssccos de a.ssucar e ioupa di
iscravos.
Arados de ferro.
Na fumn; fin da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados ue fetro de diversos mo-
delos.
Vinbo de Champagne
de superiores qualidades : vende-se em casa
de Kalkmann li mos, ra da i u i n. 10.
Vinbos finos
de Pordeauz, vinliode Unes, vinbo do Miel-
no, viulio de liordraux branen de idnde de lull
anuos : vendem-se rin cata de Kalkmann lr-
maos, ra da Ciui u. IU.
Cbaiuio.s de Ilavana
de supeiioies qualidades : venriem-se ein ca-
aa de K.iiI.ih:iiii Iruifioa, ra da Ouz n. 10.
Vedas de esp'i mcete
de multo boa qualidadc e de C em libra : ven-
dem-se pelo diminuto prcen de til 0 rs. a li
bra. eincata de Kalkmann limaos, rua da Crin
a, 10.
Insli lmenlos de IiiilMe.i
chrgou novameiite un completo sorlimenlo
de instriinieiitos paia msica militar, rrrom-
mend.i-sr |irinripaliueiiie ns pisies, pralM
verdadeiros da Tmquia, II.mi ins, llantas, bai-
xos, coi ni las de etiavr, clarn lisos e de tha-
ves, viulrs riquissimns de Jacaranda, clan-
neias, trombones, trompas, caixas de quera,
zabumbas e ;nr. s de cau>|iaiiilias : \ciidtni si
em cha de Kalkiuann limaos, i ua da Cruz
n. 10.
Tintas em oleo
branca e verde : vendem-se em casa de Kaik-
iiaiin Irinai.s. ra da Cruz n. 10.
Ubros de ouro
ra relogins, anneis, pulceiras, a I fine les,- ade-
refos, brincos, voltas, etc. : vendem-ae em
casi de KalkuiaDo lruios, ra da Cruz nu-
mero 10.
Livros em branco
grande lorllmento proprio para eicriptorio e
qualquer outro eslabeleeimenlo : vendem-se
cin casa de Kalkmann lrmaos, ra da Urui
n. 10.
Cadeiras e sofaes
para meninos: vendem-se ern osa de Kalk-
mann lruios, ra da Cruz n. 10.
Copos para vinbo c para agoa
de qualidade muilo superior vendem-se ein
casa de Kalkmann lrmaos, ra da Cruz n. 10,
aonde tambein ha grande sorlimenlo de appa-
relhos de vidro fino para sobremesa, para agua,
para ponche, cestos e vasos para llores e para
frutas.
ivloendiis superiores.
Na fundicilo de C. Slarr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas,
le canna, todas de ferro, de um modelo e
construcgfio muilo superior.
nligo deposilo de cal
em.
'41
virgt
ht
Na ra do Trapiche, n. 17,
muito superior ca nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
11 a burra L.weira.
2 Deposito de tecidos da fabri-
_ J. T_.l... .. C.^Ia.
ca de Todos os Santos,
na Babia.
41
+:
aV Vende-se em casa de Domingos Al-
> ves Matbeus, na ra da Cruz do Re-
:>
->
>
:>
ebegou um novo e completo sortimento de to-
tfai as qualidades,,coino sejam, correntea pa-
cife n. 52, p'imeiro andar, algndflo
transado daquella fabricaj muilo pro-
prio para saceos e roupa de escra-
vos, ssim romo lio proprio para re-
des de pescar e paiioa pare veilas, ^a
,. por prec> muilo comnio lo. 45
rAftlfetflftlAiftllll| itttltlftftifti ff
Madama llosa Il-rrly, modista
brasileira, ra Nova, n. 34,
Annunria ao publ co, e paiticularmente a seus
freguezes, que lem receido un bello sorti-
iiirntn de fazendas novas, ticos chapeos de se-
da, de gros de imples e gorgurao deludas as
core, lisas, franzidas e de pregas, ditos de
sed para meninos se baptisarem, chapeos de
palha de todas as qualidades, para senhuras e
meninas. Un grande sortimento de mante-
letes e capoiinhos de tudas as cores, prelos
de chamaloles e gros de naples, capoiinhos
de fil de linho pieto verdadeiro, ditos para
menina de qnalrn a oito anuos; ricas cpelas
de llores ile laianja e ramos para enlejiar ves-
tidos, ricas luvas de pillea cumplidas e enfei-
ladas, ditas curias pelas e de seda de lede
para meninas e sciihora, dilas de pellica eur.
las para senhora e para hoiuriii ; caiuisiuha
para senhora, ricas romeiras, meias de seda
branca paia baplisar meninos de qualro nie-
zes Ires anuos, lieos peiixchos brancos para
enfiiar chapeos, e lanos finos para dilos;
trancas e franjas de seda prea e de cures;
gios de naples prelo e furia-cores, com franjas
e trancas da mesuia cor para os dilos capoii-
nhos ; se vende vonladc do compradur.
Lindas toncas de gorgurao, viudas de Franca,
para baplisado. a inesiua loja faz-se vesii-
dinhos para baptlsado, tuncas para crlancat,
capoiinhos, vestidos para senhora, chapeos de
crep preto ; e inultas oulras fazendas (pie se
veiidrui inaiscm conla que em qualquer uulra
paite.
__Vende-se na distancia de 2 legoas e meia
da cidade d" Riii-Forinoio, pela margem ci-
ma do rio Seriiihaeiu do lado do sul, o enge-
nlio Caxoeirinha com os segointes quisilos, e
obJeclOI declarados, e sem elle. O seu lerre-
iiu lie de tres quaitos de legna para queiu do
sul, c meia legna de nascentea pnenle, firma-
dos pnr marcos a 45 anuos, sem cnnlradiccn
alguina, como consia dos seus ttulos; o seu
slo he lud>> barro, quer seja ladeira, quer se-,
ja varzea, tem basiante mallas virgense lidias
liasianle madeira de construccao, he bom moe-
dor com agoa, porque nioe com o citado rio ;
os seus edificios sao, casa de engenho sobre
pilaics tapado lodo de paredo, cavco de cal
e tij lio, tanque de agoa da inesma forma,
com um fui le escorinliulc de ferro, tainbem
rica obra e duravel. uma famosa casa de ba-
gaco, com Ires thesouras c duas tacauicas, es-
tivada sobre uiadriras lavradas, boa serrtil de
agoa prompta de ludo, casa de pulgar e en-
caixaiiieulo, ludo firmado sobre paredes de
lljollo e pedra ; esta remontado com o pre-
ciso para sua manufactura, ludo em bom es-
lado, boa capella, uma rica sanzala, filmado
tuilo sobre lijnllo, com um leiraco na frente
firmado sobie columnas esotliivel casa de vi-
veuda, sendo nielada teireae niela sobra-
dada, casa de fazer fariuha, estribara, casa
de cmprrgado, fnrno de cosinhar obias de bar-
ro, o ceri ado he lodo de vallado e limpo, um
Milnadii.hu dentro do engenho, e mais urna
disiillacao proinpta rom ludo, que pode dis-
1 II.ii qn.tr.iiii caadas de liquido diariamen-
te, cujos preparos sao, 24 cubas para garapas,
duas pipas, um tonel que leva 2 pipase meia
de liquido para deposito, canecos, bicas, res-
1 i.i-i.i. faz todo o preciso de agoa, deila gaia-
pa no alambique, deila as caldas foia sem que
se pegue nella, e sem ser locado por bomba,
40 bois 111:1111, u.-,, U carros, 6 burros, 2 quarlns.
III escravos e safra que pode regular 1,500
pes.
Vende-se englobado011 aparte um en-
genho novo drin minado Independeulr, no
fundo do engenho cima, que lime cnni anl-
maes. O seu terreno he de meia legoa em
quadro, c firmado sobre marcos, e qu.isf cu-
bello lodo o sru trireno re maltas virgjcns e
rom elle os objicuis scgulntes, ou se.i cites,
lOhois mancos, 20 cavados, 4 escravqVe salra
que pode regular 1,900 paes : quem pfelender
uirija-se nesla praca, ao Si*. Ilauoel Concalves
da Silva, que Ihe espora a furnia do negocio, e
nos eug olios ao seu propriclario c residente
Pedro ue Mello e Silva.
JJetrio Irancei a 2,800 rs.
\n Atierro da Uoa Vista loja decalcado n.
>8, junio ao seleiro, vendeui-se pelles de be-
zerro francezde boa qualidade a 2,hU0 rs.
A 3,qoo rs. o par.
Sapales de cnuro de lustro, obra bem frica
a 3,200 is. o par : ijuem quizer desenganar-se
v ao .'mu n o iia i na Vista hja de calcado n.
58, junio ao seleiro que ai haia.
\ inili n -si dnus trirenos, um no Atierro
ilos alagados do lado da mar pi quena, com
peilo de sil; paluioi de fenle, e o oulro em
Sanlo-Aiuaio, dando de um lado na ra da Au-
rora e do oulro na estrada de lu/, do Kegu,
com 200 palmos de tiente : na ra da Crur ar-
mazeiii e piimeiro andar n. 51, e no Atierro
da 1 na Vista n. 3 segundo andar.
dara hopaubclu lunpa muilo lar-
ga a 2,oi o is.
Vcnile-M- sai ja. hespauhola multo larga e
muilo 1 ni Hipada a 2,010 rs. : na la taiga do
Kozai io n. 48, piimeiro aunar.
Pecas de .bita Imiiia a 4,000 rs. ]
Vendem-se pecas de chitas limpas escuras]
iropriat para escravaa a 4,00o is., e a 120 a re- I
talho, e corles de bonitas cambrala para ves-
tidos a 2,60 l$M na ra larga do Rozarlo n.
48, primeiio andar.
***A*** AiM-W
i>a lojsi pernambucana, de
<:i Antonio Luiz dos Santos, a>
^ ra do Crespo n. 11, j
^ Vendem-ae chapeos de castor brancos a>
i epretoada derradtira moda de Parla. 8>
Vf*ff?Wffft Wtfffff
Loja de Antonio Comes Villar, na
ra Nova n. a3, quina"que vol-
ta para a Cumboa do Carmo.
Vende-ae a verdadeira sarja preta hespa-
nhol 1. jeiiiii preio de maro, velludo prelo,
merino prelo muilo fino, los de linho prelo,
bicos preloa de linho mullo fino, blcoide blon-
d. s, flores francezas de lodas as qualidades,
leques do ullliuo goslo de 2 a 15 mil ris, luvaa
pretal de seda, chapeos preloa francezes para
hnmem, vestidos de cambraia brancos com
babados, e oulras inultas fazendas de goslo,
que se vnderao por menos do que era outra
qualquer parle.
- Vendem-se saceos novos estepa com
duas varas caria um a 320 rs a ra larga do
Rosario n. 48, primeiro ani'
Calcadaf.
No Atterro da Boa Vista, defron-
te da/bonecra
he chrgidn pel^fnimo navio franez um no-
vo e cuiiiu,li'io,r(ii iiuiimu de calcados de lo-
das as qualidades, lauto para bumeiu como
para senhora e meninos, assim como sapatdes
Ide lustro para homeni a 3,00o e b.OOn ra., diloa
de beserro, chinellaa de lapele e borseguins a
3.50a rs., sapales de lustro para senhora os
melhores que ha a 2.000 rs., ditos de Lisboa a
1 .lilla is ditos de marroqu 111 cordavo e
borseguins francezes para senhora, sapales
do Aiacaiy lamo para lioiiieui como rapaz a
800 rs., ditos de lustro para homem feitos na
Babia a 3,000 rs., pelles de marroquim de lo-
das as cotes, dilos de lustro e bezerro Iran-
cez, vasos para ornar mesas e condecas de
lodos os lainaiibos, ludo a troco de pouco di-
nbeiro.
l.otet'in da matriz la Boa Vista-
Aos i o:ooolginoo e 5:ooo$ooo.
^a tua da Cadeia 11. 24, loja de cambio da
Viuva Vieira & Kilhos, vendem-se os mu
afoilunndos tillietese meios ditos ds oies-
n. lotera, que corre impreterivelii.eiite 00
da 2 de junbo ptoximo vinduuro.
liilheles iuleiros 10,01 o
Meios 5.000
Vendem-se escravos baratos,
mocos e de bonitas figuras, cerno
eja : moleroes, moleques, negras
com iiiili Inl .ib s e moletas, assim
como 3 mu ilmliis, que cozem,
engomniame inarcam, e entre es-
tes escravos lia um ptimo carpi-
11.1, um mestre sapateiro, um per-
liiio bol eiro c um peiito c ztnbi-
ro : na ra das Larangeiras n. i/J,
Sfgundo andar.
Vendem-se IG escravos, sendo um de ida-
de de 22 anuos, bom ofncial de pedreiro, outro
da inesma idade caneiro, um dilo canoeiro, 6
lilis de bonia figuia, uma esciava de naco
de idad de 20 annos, que cose e engoinina
Iiiiii, duas ditas de idade de 25 anuos, que co-
linliam e lavam, e 4 ditas de meia idade : ua ra
Umita u. 3.
t #aaftC*4l *:#?# #***# :# / Na loja le Jos Joaquliu M<- tf
j. relia & Comunnhia, na i
Jb lua Aova ir. s. 4
4 vendem-se msnguilas e meias man- 4
4 gas de 1116 da linho e esmbrais, cou-
|$ >s de gostoeque n.uilo se usa em (j)
a> vestidos de cassa, cambraia e seda, %
& cuslando o par 2,000 rs. .rnenle ; f
$j rabecOes ou romeiras de lil de ll- 4
V nbo, tanto para senlioras como para <|
gj meniias, pelo baratissitno 1 rogo de
to 4,000 rs. ; Cainuiiiliis de fil e cam- 4

luaia ; tullios de bico de seda ou
blondo, tanto prelos como brancos ; 4
capolinlios de clian alle e selim mi-
eso mantas d garca brancas, mui- 4
lopioprias para noivas ; cspellas e ^
ramos de l- i- de laranja ; cbapos 4
de Dallia atiendados e lisos para se- .<;.
nlioras o meninas e oulras fazendas
mais, que na inesma luja se veudem Q
multo em conla. a>
ttf ##'< 99 f#:tttef 9
l'enas' defina.
Vendem-se penas de ema para espanado-
res : na ra doCjueimsdo n. 14.
Aos pintores.
No armasen de Francisco Das Ferreira,
no caes da Alfandega, venuem-se caitas
meias tillas Com viorus de 11 pollegadas de
comprido e 9 de largura, por menos pncu
do que em outra qualquer parte.
Vendem-se e alugam-se bichas de Ilain-
burgo, leudo o aluguel de 240 a 310 r. : no
Atierro da Uoa Visiau.72, defroule do fuul-
Iciio.
Bichas.
Vendem-se superiores bichas pretal, por
inri,., e do preco que os barbeiroi alugaui : na
ra da Cadeia lio llrcife u. 2.
Liviana n. (i, do pateo do-Col-
Irgio.
begou o oilavo follirlo do Misterio do Po-
vo. vude-se eso- por 7,1)09 ra.
Na nova hja de calcado da ra da Cruz
Tdo : risesdos monstros, a 200 o corado;
cambiis da InlU bordada, a 400 !
a outramuitas fazendas, que se deixam de
annunciar por falta de lempo.
A ellcs antes que se acabem.
Cortes de cbita linos rs. a,ooo
2,100 e 2,5oo.
Acaba de ehrgar a loja da eiqulna da ra
do Creipo que volla para a Cadeia, um eicel-
lente lorllmento de cortea de chita finas com
1-2 covadoi, doi melborri goitos que lejn vin-
do a ene mercado, pelo diminuto preco de
2,000, 2,200 e 2,500 ra., assim como peca de
inadapolau muilo fino com um pequeo loque
de avarlai3.600e 3,800 rs.
-- Veode-se um terreno ptimo para edifi-
cacao de uma casa, poli he em muito boa rua,
chaoi proprios, e nellej lia recolhida uma
porcao de madeira, pedras e ferrageas : a tra-
tar na rua do Collegio n. i5.
Comiiiua-se a vender finanleiga inglea
e franceza nova a 400 n. a libra : no paleo do
Carmo venda nova n. 2.
Vende-se um banco de torno para tornel-
ro, da mrlhor qualidade pouivel: na rua da
Concordia trnda de tuarclneiro.
Vende-se uma ricrava moca de bonita fi-
gura, proprla para qualquer seivijo : na rua
da Cadeia do Brcife n 43.
-- Acabam de ebegar a loja de chapeos de
eii portal ua praca da Independencia, os mui-
lo suprriore e modernos chapeos eufeiladns
para montarla de senhora de vaiiada core,
cbapoi de mollas de formas modernas, a rs.
5.000, huido sorlimenlo de chapoi do Chile
da moda, ditos da Italia, dilos de castor bran-
co e de seda franceza e frlioi no paiz que ae
veoderao por prreos multo rasoavea.
mmmmmmmmmm mmmmmmmm
t CCT O propriclario da conleitana da fL
a roa estrella do Hozarlo n. 43. lema sa- S
isf.ic;io de annunciar ao puhliro, que S
,. 1111 la casa tem um rico >m lmenlo de
* amendoas e caslanhai confeitada, cal-
zas, frasele balaiohos com docei can- -i
-}i diladoi, para prsenles da semana san- jR
i ta, ludo por prefo cominodo. f)
l'arellos de arroz, barrica a re
3,000.
F.sla tan til substancia alimentaria para 01
animaei, miiar, ra val lar, ovrlum ele., etc., fin
barrlca de i ariobaa ao diminuto preco de rs.
2,000. vende-ie na rua da Madre-de-Deoi, ar-
mazem n. 48 e dcfioute do cbafariz daescadi-
nha uo Recife.
Para encadernacSes.
Superiorescarneiras sorlida em cores, por
mdico preco, papel grande amarroquinado
le lindase variadas cores, dito com irri de
nulto boniloi padidrs : n praca da ludepen-
cia luja de chapm de seii portal.
COOGpOOOOOOt&C500
O Na loja ernambucana, de O
% Antonio Luiz dos Santos, ^
ruado Crespo n. II,
Vendem-ie camisas de riscado para hn- ^
h u-Mi, muito bem fritas, assim como di- W
vi tas de algodo americano forte, para O
trabalhadorei. Q
oo^ooooooocsooGOrsoo
Vende-se um preto anda moco e mullo
bonita figura, propiio para o lervifo de cam-
po e muilo bom trabalhador de rnxaria : na
rua do Queiniado n. 16, loja de miudezai.
Vende-se um csvallo alazao com
multo boas qualidades, muito novo
e relenle para viagens, por pre-
co enmmodo '. na rua do Queimado
n. lo. loja de miudezas.
Na loja da rua do Crespo 11. 11, arhain-se
vrnda ai seguinles obias : compendios para
annos de Idade, bonita figura, multo bnm
coiinhelro, sabe refioar asiucar, mullo dili-
gente para compras, e lem principios de bo-
liriro; na rua do Crespo, n 10
__Vende-se um inoleque mullo bonito, de 10
annos; um dilo de '8 annos; duai prelai,
que engommain, coilnham e fszeni lodo o
mais servlf o de casa ; tres ditos que sao mul-
lo Imns veodeiros de rua e fasem lodo o mili
servlco ; trri preloi boni para todo o aervlco
e um caboclo multo diligente para ludo ; na
rua da Cadeia do Recife, n. 51, piimeiro
andar.
Vende-se muito superiores charutos, des-
embarcados hontetn, por preco cominodn, e
por menoa do que em outra qualquer parte,
tanto em porcao, como a retalho; na rua da
Cadeia do Recife n. 34, primeiro andar.
Chapeos francezet.
A. Colombiet, com luja n. 2. na rua Nova
airas da mairiz, vende, a dlnheiro i arista,
chapeos francezes para boiueiu 7,000, 7,J00i
ris.
Meias pretas.
Vende-se meias de seda preta, comprldas*
para senhora, pelo barato piejo Je 8,000;
na rua Nova, loja n. 2.
Vonde-se uma venda no largo lo Car-
mo, com pinicos fundos e propria para quem
quizer principiar : a tratar uo tnesmo lar-
go, venda n. 39.
a
as aulas, Lyrica de Joo Minlmn por Garret
varias pnesias de oulros autores, e continua-
se a trocar linos, comprar e vender, ludo a
dlnheiro visia.
Vendem-se superiores passai a lfjt) rs. a
libra, bolaxinhaa iugleza nova a 240 ri. a li-
bra, cha prelo muito superior de priineira
tone nu maisos de tres cada libra, e oulros
inultos objectos, ludo por coininodo preco :
nos qualro cantos da Uoa Vista esquina da rua
do Mi mili |;u n. 1.
Vendem-se diversas obras de ouroepra-
la, modernas e de goslo por prefoa bastan-
te commodos : na rua do Sol casa n. 9.
~ Vendem-se caiifies com vidro para amos-
tras de venda : na rua da Cruz n. l4.
Vendem-se superiores sapales de bnm
cu uro de lustro de ponto fizo a 4,000 rs. o par :
na rua da Cruz n. i-I.
-- Na rua da Senzalla Velha, padara n.
100, ao entrar pelo Perro Largo, vende-se
superior farinha de mandioca viuda ullima-
(i ento de Sulla Calharina, por cada sacra
nova de bom algodflozinho levar o porta-
dora pequea quantia de 2,000 rs. eque-
lemli) deconla-se-llia 260, passsndo para
outra que o poilsdor levar.
awST^^rfiaaj;^7^fa"7TmwWTT X&tw*. VIH raiw '. MHP MI iw:iWWW
-'!: c>" Hapnziada alerta.
! Na 11 nliii 11 ia da rua eslreila do llura- i,
ai rio n. 43. ha sorvrte todos os diai dai 11 %
g, horas, as 2 da tarde, e das ti as 9 da nol- ,
'' le, para corroborar a fibra calmoza 2
" da rapazlada, pelo diiuiunto preco de P
f 240 rs
mmmma^ t'* wviwzm1*** i
No armazem do barateiro Joa-
quim da Silva Lopes, rua da.Ma-
dre de Dos, veudem se saccas
com larelos a 3,o o rs. lendo ca-
da uma 70 e tantas libras.
'-- Vende-se uma linda esersva. rrnula,
da'20 annos, sem deleito, rom habilidades ;
na rua de Santa Rita n. 14.
A 3,000 rs. o par
Vendem-se meias de seda pretas compri-
do Recife o. 1-i, i,,, para vender um completo das, proprias para padres : na rua Nova, lo-
liu lmenlo de calcado de lodas as qualidades ja B 2.
para bomem, senhora tmeninos, assim como ( 'lianni rio mnla a fi (inn rs
amainemos para aapaleiro, ludo por piejos -"apeos 00 IDOM 0,000 TS.
iiiiiimodoi. Na inesma loja compiam-se ellec- Vendem-se cha i eos de mermo preto com
tivaii.eme calcadufeiio. mola a 6,000 rs. : na rus Nova, tiras da ma-
Vende-se na loii de Jos Jea-!1''^'"^"- 8-
M*. 1. I Vendem-se cinco rscravos de mui bo-
Oreira& Companhia, lia'nilaa figuras, entrando neale numero urna
rua Nova n. 8, j preta e duas pardas: os preleudenles diri-
lindos gibes de fil de linho guarnecidos de J"m'se ?<** d Mallos, a tratar com Joa-
tranca e piopiiosimeule para seuhoia, o pre- {o sera o mais couuuodo poisivcl.
iiom e barato.
Na rua do l'ssseio l'ublico, loja n. 9, de
Albino Jos l.eite, vendem-se lindas pecas
de ein i,.-, de con s, a 4,5u0 rs e a 120 o co-
vaoo ; mas pata cobeils, a 6,000 a pera e
n 160 o cuvado; lencos de seda decores,
I Vende-se uoa crioula que cozinha e
i cose chflo, de 20 annos, psra fra da pro-
vincia ou malo, d-ieem conla ; urna pre-
ta de nacfio, boa quitaodetra e de bonita
figura, que se fura lodo o urgooio : na rua
do Kangel n. 38, segundo andar.
I'.sl acabando-ne a pecbincba,
lidos pudies, a l,0Ou; diloa brancos d "Na rua do Crespo n. 2l, vendem-se lspre
cambiaia rom bicos, a 480 ; grvalas dse- ,os pequeos, fazeuda muilo boa pelo baratis-
n,a 1,500; chales de lula de core, a f1"'0 ,rev de 3000 rs. rada um, duos grandes
800 ; lies cultos de meias casimiras escu- "r,,1"a f"f/'iur Por '0.0HO ri ,.luvas pretas de
ras. piopriaa nata o lempo mesen... cala 1.440 ii. o par.Jrueoa de setu.i maeao
fazeuda
-r- prsenle, ,a.ll,|
1500 coberloies grossos para escravos, a. u.euda pretas proprias para os actos da ,e-
64U; chai eos de sol de panuliitio com bar- maua sama e sarja nreu beauauhula a 2 500
ras de cor*s, a 2,800; dilos sem barra, a ra. a melbor que ha.
2,000; brim de linho de cores, a 300 o co- Veude-se um inoleque de naci, de 22
ara curar da phiysica em lodos os graos
difiereiilrs graos ou motivada pnr ronsli-
ar,0es, tosse, asthma, pleuriz, esearrosde
sangue, rJ(V de cosase peilos, palpitarlo
no mr.-ic-iii, coqueluche, bronchitea dor
na garganta e todas as molestias dos orgSos
pulmonares. .
De todas ss molestias que por herenct fl-
camaocorpo humano, nrnhuma ha que
mais deslruitiva tenha sido, ou que lenha
zombado dos esforcos dos homens mais
eminentes em medirina do que aquella
que be geralmente conhecida por moles-
lis no bofe. Em varias pocas do se-
cuto nassado, trndo-se offeiecido ao publi-
co dilTerenles remedios com attestados dss
extraordinarias curas que elle tem feito ;
porm qoasi que ein lodos os casos a ilusflo
tem sido apenas passageira e o doenle
torna s recahir em peor estado do que se
achsva antes de applicar o remedio 18o re-
cotnmendado oulro tanto 11S0 acontece
com es le extraordinario
Xarope de bosque.
Novaes & Companhia, os nicos agentes
ni-si.-i cidade e provincia, nom< ados pelos
Siiis. R. C. Vales & Companliia, agentes
geraes no llio-de-Janeiro mudaram o de-
posilo desle xarope para a liolica do Snr.
Jos alaria C. Ramos, na rua dosQuarleis, n.
12, junioaoquartel de polica, onde sempre
acharo o nico e verdadoiro, a 5,500 rs.
cada garrafa.
Vendem-se colleecSes com
mais de seis lindas vistas, repre-
sentando a ponte do Hed* com a
alfandega, a ponte da Uoa-Vista,
a cidade de Olinda,a ponte do Ca-
chang, i'oco-da-1'anella, e a rua
da Cruz com o arco do Bom-Jesus;
bem como duas grandes vistas da
Pernambuco: na rua da Cruz, iu
10, cas I : Kiilkinaiiii.s ltino.
Cbarulos de llavana.
Na rua da Cruz n. 49, vendem-se os bem
couheridos charutos de llavana, ebegados
ullimamenie do llio de Janeiro.

Escravos futidos.
Boa gratificacSo.
No dia 13 do narco do correle anno des-
apparcreu da Passagem da Magdalena, do
sitio em que mora o 8r. |)r. Malel, o inole-
que Marca I, o qual he bem condecido e lem
08 seguinles signaes : representa ler 20 an-
nos, baixo, cheio do corpo ecarcundo, cor
fula e sem baiba ; lem falta de um dente ua
fren le do queixo inferior ehafilho do ser*
laodePajr, por isso julga se (ara li ler
ido: recommenda-se, poilsnlo, a. s capi-
tes de esmpo a caplura do dilo molrque,
que M-i-aii bem gratificados.
- liessappareceu em o mez de fevereiro
pruxiii o passado um esrravo da nomo Jos,
de nac'So, o qual reprsenla ler 30 a 40 an-
nos, com una befideem um dos olhos, a-c-
c 1 do corpo, altura regulare pouca baiba ;
levou camisa e crroula ue algor80 da Ierra,
he pouco desembarazado na falla. Esta
escravo foi comprado ao Sr. Thomaz An-
tonio MacifIMonteiro: pede-seasanlorida-
des policiaes e aos capiles de camnp, onde
quer que elleseja encontrado, que o pren-
dam, e pT esla mesma folha o annunciem
para ter pmcurado, ou o cnnduiam a seu
senhor J0S0 Francisco do llego Maia, na po-
voteflo deApipucoi, que seiflo geuirosa-
meuie recompensados. #
~ tiesappareceu, no dia 24 do corren!". O
escravo crinlo, llenme II .milano, repre-
senta ler 20 annos, baixo, secro do corpo,
cor fula, sem barba, il. ni's de serra e he
ofTicial de alfaiale. Este esrravo foi da viu-
va de Joaquina iot Ferreira da Cirvalhp,
escrivlo da relsr;flo, e seivii de porlacolis*
ta; levou calca de casimira escura, a as ve-
res brancas, tamisa de madapolAo e [chapeo -
do Chile. Consta ler embarcado para 0K1O
Fortuoso no dia 6 da abril : roga-ae as auto-
ridades policiaes e prssois particulares qua
o aiipreheiidam eavlaem nesla praci aoSr.
Anlomo da Silva GusmSo, rua da Cadeia do
llecife, a M.noel de Almeida Lopes, que ss
pagaro tudas as despezas e se lecomptu*
sara geuerosameuie.
PftN. WA.TvM. m M. F. nr. F.m: i a -


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