Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05293


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Full Text
Annode 1843.<
Sexta Pelra 14
Q IllaVH" twMiea-ae tiiiios oa ilnMuin.h foreta santi6cadoa : opngo da assignatnra
(, i'e tes mil r.. por qmrtcJ uaffOl adan.dos 3s annuncioa do.i aasicaintea o inseridos
a r.is.io de -d lea por linha. \.i rea am tvpo difterente, e as repetiros* pela smetsde Os
jjj ii .i i loreni asi;nanl's pag.i lOreispo' I nlia.llill e It-po diferente, o cadapublicacSo,
PARTIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
,.., I nnyba.Bi;uufiaw inn, fairaa.ttio ijrande do Norte, chegaa Ha 2.'a par
i i;.-. S4 abo. Striiil.asm, Rio Fumoso, Macey, l'ortoCalro, e Alacoss: no 1. c
Cuiin.> -
le :rt>. 'i aliu. Wrirt.aem, RioFormoao, Macey, l'ortoCalro, e A lar,
i< Mr! di ases, Garuhnni c Honito a i';, .Mda cada mea loa-Tiata a l'l
a(a Ma i" rfko Culada da Victoria quintas fsiraa. Olinda todoa oa diaa.
DAS DA SEMANA.
'0 Su a. Escolstica Aud. do J. de 1). da '_'. t,
I lar.;. .Latir Kal. aud.doJ. da D.d'4. T.
,v (Juarla a Eulalia Aud I. da II. da 1 t, ,
8 Gregorio. Aud JoJ.di II iil. ,
Valentini. d. do J de D. da I. rta.
Qurgs rtal. >ud dii J. i- D.ds !. r.
da quarcsma s. I'rolirin.
.^^3300
f i Cjuiu!.
^i Sciu
5 "Mil. s
*6 !)...._ S.
de Fevereiro.
Aio XX. N. 37.
uoo i(mi. uapeaua da aoa anaaaoa a aum pruoaudia, autieajui, e ensrjii : < >n-
ttaucaloa -o as o piinclinarnos eersa.a apuoiaiioi 00a sdasirajj&O arilra as fut man
aullaa ir'roclamay.i.-da Asaan>l"a lie ral ..o ai til.
CMSIOS uu 43 US rHVHRKIRO.
Casasias sobra Lonuraa 5 | Oara-MOMk tta o.arU
a Parii 38U rea por (rtnc0
. Lisboa l!0 por 100 Ha^raaa
"-ila iU aubre ao par
Ir'.a. da letras Ja boas firsaas iporojo
senda
17 000 17,-OU
> l/ 17,tO
, s de ,DU'. *.U" '.fU
Prata-rstacoas ,e*U 4VaJ
Fesua coluraatnares t,S**- i .StoO
, Unos ....canos I,MI <.0
a
ts'ils'.r^srn-^-fc*/ry'ia,asagMfl!x-ii;. -, -v**.-m.-w.-m'>:*
I'HASES DA LA NO MEZ DE FEVEREIRO.
Llanosa a 6 as 5 (i a (0 san, da Urde, i La abala a.'.'aal horas a '.'7 alia dam.
Creaceme a 14 as i hura* e Jn da m. I MiBiuaBla a .'0 a| I) Loras s .!<"> ia ila m
Frtamur de hojt.
P -asura as ;!l horas 51 s>ia da manida | Segunda as 41 horas !H minutos da larda
. .. ..TiJ"-Ca; a ,-fc ..______ ,..r,:. a.'
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E-~~:C?Jt:SLi. ^--.iX-XJLZ. -......-._. ; ., .- ,-r i- .ta.-maai v\n..-, a..,- ':/w-i"
1 *
asa i- m > /?
I I 4& a
V
Ooverno da Provincia.
EXPEDIENTE DO DA 8 DO CORRENTE.
OITicio \o Inspector ila Thesouraria das
Rendas Provinciae*, approvundo o contracto
feito por aquulla I'lie da pontesinha dos rrotbido<, cujii tormo a-
conp inhou o leu oIBuio d'lioje {8).
Ditov i (iiitsui i, nr Iivi.m I i, ijue com pro-
forenoia n outra qual^uer daspoxa mande pa-
garas ordinarias dos Eatabeleoauatoi de Can-
dada, relativas Novetnliro e IWeinoro do an-
no linio. oJ.m'iro prxima pnssado Com-
municou-se a Administrad) dos ICstibeleci-
mentos de Caridade.
DitoAo Inspector da Thesouraria da Fa-
zenda. approvando o contracto, pelo (jual An-
tonio Jos Ferreira iluni/. oljrigou-se a pa^ar a
renda annual de 450.000 rs dentro du nove
annos, e sob as condicoes constantes do sou of-
ficio de hontem (7), pelos tres tullieiros e pateo,
que licao ao lado ta casa dos encajados no arei-
al de Fra'de Portas
DitoAo Agente da companbia das barcas
do vapor, para que mande transportar para Ma-
celo no vapor, ebegado do Norte, o como pa-
aaneiro do Kstado, a i Segundo-IVnenlo de Ar-
tilbaria, Joao Kvangelista Nery da Fonseca.
DitosAo Presidente da Heladio e ao Ins
pector da Thesouraria da Faxenda, scientili-
cando os d'liaver S. M. o Irnperjidtir p >r avise
Jo 30 de Dezembro do anno pnssado, cumprido
boje (8) pela Presidencia, concedido seis me-
Zel de licenca sem vencimerilo ao IWbarel
Francisco Percira Dulra, Juiz de Direito do
Civel ta comarca do Bonito.
DitoAo Desernbargador Chele de Polica
interino, aecusando receliido o scu olTicio de
hontem (7), cm que communica a transferen-
cia, da cadei da villa ao Cabo pura a d'esta ci-
dade, do r6o Al a noel Pcreira Camello, pn-
nunciado a prisflo e livramento por fazer acui-
tar brbaramente um Hespanhol.
Portaiia Ao Commandanto da crvela Ca-
rioca, ordenando, que, durante a nou'e d'lio-
je (8) o da maubaa (9) faca rondar por um es-
caller, devidamente guarnecido, o vapor Rnhi-
antia, a lim de vigiar os recrutas, que tem
seu bordo. Comriunicou se ao .Agente da
companbia das btticaa de vapor.
dem do da 10.
Officio Ao Inspector da Thesouraria da
Fazenda, significando, que, visto segundo in-
I.rma em oflicio de boj (10), nao exceder
respectiva quota o pedido do Commissaro Pa-
gador para as despezas do correnle me/, deve
mandar satisfazel-o.
DitoAo Coronel Chafe da legio da Guar-
da Nacional de O inda, ordenando, que por
um dos respectivos batalboos n.ande acompa-
nhar as procisses do Senior liom Jess dos
Passos d aquella cidade, na noute de 13 do cor-
rente da Igreja do Carmo para a da S, e na
tarde de 14 da ultima para a primeira Igreja.
Parlicipou se a Iimandade do Senbor Bom Je-
ss dos Passos de Olinda.
Ditos Ao Commandante das Armas e ao
Commissaro Pagador, communicando-lhes ter
concedido a demisso, que do lugar de Ca|iel-
liio da fortaleza de Itaniaraca pedio o Padre
Joao dos Santos Fragoso.
DitoAo Kngeniieiro em Chefe das Obras
Public s, ordenandts que mande entregar
Cmara Municipal do Limoeiro ascbavts das
salas da rasa da cadeia d'aquella villa, destina-
das para as sesses da referida Cmara, e para
ns do Jury; e bem assim mudar as lecbadnras,
que nao estiverem boas Con municou-se a
Cmara .Municip; I do Limoeiio.
DitoAo Chefe da legiao de Garanhuns,
declarando em resposla do seu oflicio de 2
do mez pastado, que nenbuma carcar8gem
deve o pagar os prs s, que corno recrulas en-
trarem na cadeia, seja quol for o lempo, que
ah se Uemorarcm.
-
Portara Mandando passar nomaacSo de
Instructor G ral da (.i-uarda Nacional do muni-
cipio do Recife ao Brigadoiro Jos Joaquim
Godlbo Parlicinou-se ao Commandante das
\rias, ao Inspector da Th-sonraria da Fazen-
da, e ao Commandante Superior da Guarda
Nacional d'este municipio.
Officio. Do Secretario da provincia ao Ins-
pector da Thesouraria di Fazemli, transmit-
lindo, para terem eiecucao, as ordens do Tri-
bunal do Thesouro de ns. 1,2, .',, > e 7.
RISPADO DE PERN\MBL'CO.
Dom Jlo da PurificaQtlo Marque PenligSo,
Canego Ittgrantc de V. //gotlinho por
Grata de Dos e da Santa S ApntUAica
B>$po de Pernambuco do Concelho de S.
M O Imperador &c.
A todos os Nossos Diocesanos saude paz e
hendi em Nome epela virtu le de Jess
Christo.
A rnanifesta tribulacao que por todos os la-
dos nos opprime occaasionada pela perpetra-
cao dos crimes, commettidos sem o menor re-
morso indicio certo da carencia de Keligiao,
le temor de Dos e dos homens do abando-
no do carcter improsso pelo Sacramento re-
generativo e do pe|o natural que devia co-
hibir os homens, o afastal-os de proleiirem pa
lavras e praticarem aeces que os constitu-
o odiosos sociudade ; be urna domonstracao
da justa severidade com que o Dos oflendido
quer ser aplacado e satisfeitn esperando
perleita cooperacao a seu Divino designio,
Que I alemos pois e a quem recorreremos
cercados das maiores calamidades CJucm nos
poder salvar, collocados no meio das alllictivas
vexacoe que continua eexcessivamente nos
precipitao na maior oppressao !
Smente urna omnipotencia sem limite nos
pode soccorrer, ainda mcsnio quando destitu
dos di> esperance de presenciarmos o termo de
nossos males
Persuadidos desta verdude imploramos n
Divina" Clemencia para que se digne man
festar sobre BtOSeu Poder sua Gloria e
sua miseracao minorando o perseguidor vexa-
me.quesupportamos e extrema mente nos all g
Recorramos aquella Piedade que nao
al andona os que nclla confino convencidos
de que nenbuma adversidade experimentare-
mos se nenbuma iniquidade nos dominar ,
pela retraclscao dos excessos praticados.
Como porm elevaremos as maos ao Cn ,
deporemos os joclbos em trra uniremos a fa-
ce ao humilde pavimento sem que pn.teste-
mos extinguir a ardentc chamma em que vi-
ciosos nos abrasamos o logo das paixSe que
nos tem precipitado na lamentavel cegutira ,
lillia da infausta irreflexao nos dias ssiagoS, e
de mo agouro para os que aprecio a (rmrsa de
carcter amao i concordia enlre os irinos,
promovem a publica tranquillidade, e querem
a ordem pela liel observancia dos deveres res-
pectivos do estado em que oscollocou a Provi-
dencia? Eterno Dos, e Senlior que ja
mais recusis a penitencia do peccador cordial-
mente contricto, quando receberemos como
dirigidos por vos, os castigos, que nos enviis
para nossa crretelo ? Cjuando vos dignan is
fazer cessar os males que a vossa misericordia
sobre nos tem derramado para censrenles tao
graves crimes commettidos ainda inesmo ao
clario da luz meridiana Quando apparece-
ra o momento em que os homens se conten-
cao do essencialissimo dever de vos amarem pela
observancia de vossos saudaveis preceitos ?
Recordai-vos pamente daquelles, que nao
cstSo dispostns a acreditar em vossa doulnna ,
ainda que um nmrto resusctasse Filbos sem
predilectsimos lendo nos ja determinado a
todos os Reverendos Sacerdotes a re iUrio da
or.it ao durante a ceiebracao do incruento sa-
crificio para que o cordeiro immaculado, por
nos sacnli ado.queira por sua benignidade en-
viar sobre a trra aquella abundancia d'agoas ,
que reguein e fertilisem as searas occorrendo
assim calamidade que ora mais nos opprime,
.
. .'..li-*-....vis; t!JL -< -,.'.fjii-ii'u:^:^a..'.'E
igualmente temos determinadodirigir aos C s
as Preces, que, em taescrises, a santa Igreja
uostuma enviar aoseu Eterno Esposo por es-
paco de tres dias successivos princiando no da
16 do correnl em todii as Igrejas Matrizes
ti esta capital pelas 10 horas. Nos esperamos
que todos concorrao aos templos para unirem
suas as nossas supplicas em favor da causa pu-
blica.
Nao frustris nosso desiginio, notando que
jamis poderemos ser attendidos, ou ter espe-
ranza d obter o que pretendemos, se a pratica
I >s abusos for prolongada. Acreditai (|ue a
supplicante lingoagem nao pode ser oscutada,
sem que preceda a reforma dos costumos. Com-
metteremos formidavel absurdo, se la > smente
conliarmos as orayOel vocees, carecedoras da-
luella brea, e virtu le, que dolas deve ser in-
separavel. Conhi-camos a causa angustiante
para que cesse seu efleito. Nao pretendamos
que Dos, sempre fiel em suas promessas, nos
seja propicio, quando nossa inlelicidade o pro-
voca.
Qual seja esta causa v<>s nao ignoris. Nao
intentis pois desconhecel-a ; prestai attenco a
voz que internamente vos falla (a propna cons-
ciencia) para em vos nao se verificar a fatal sen -
tenca de Jess Christo, predita por um seu Pro-
plieta, e re alisada n >s que teeui ouvidos, e nao
ouvem, olhos e nao vem .'
He com pungente magna que nesta occasiao,
e com dol rosa recordaco referimos como cau-
sa de nossas afllictivis penas e padecimentos, os
assassinios Irequentemente praticados, ainda
por motivos frivolos, c s in a menor considera-
(;'() aos prejuisos occiisionailos, e ao irreparavel
delrimento das almas ; as intrigas, e enndos,
que dilaceran as familias, e rompem os vnculos
da caridade ebristaa ; a omisso de cdulas ;al-
sas, enormsimo prejuizo para os que o sollrem,
o origein de ingente c lamidade para o Estado ;
a mamfestac/ao de sentimentos os mais irreligio-
sos, entre aquelles niesmos, que ileviao corr-
gil-os; a doulnna errnea, que muitos seguem,
iiiilu/indo ao erro os que acreditao urgonte a
recepeo dos Sacramentos, particularmente na
hora extrema ; a p.ivorosa relaxarlo, pela qual
algons pretenden! seja valido o Sacramento to
matrimonio enlre s prenles ato ao 4 grao.
mu previa dispensa exclusa a qual he nulla a
uniio conjugal; a leitura e retaocio de hvros
prohibid* S, e particularmente os que promo-
vem, fomentiioe sustentao a maior depravagao;
os bailes, e divertimentos nocturnos, especial-
mente lucilos no lempo quaresmal ; a omissao
escandalosa da confissao e comunhao sagrada
no lempo proscripto pela Santa Igreja, sem at-
tenco a este universal preceito, nem a pena de
excummunhao maior por ella imposta ; o tra-
balho nos domingos, e das santos de guarda,
nao obstante a dispensa concedida en favor do
servico publico ; o despieso das leis ; a grande
copia de acoites descarregados com inaudito
despotismo e barbaiidade, sobre um corpo livre;
e outros abtiminavcis procedimentos, que cla-
ramente indico a mais desenlreado liecnca.
Caros Dio:esanos emendemos os defleilos,
qu nossa ignorancia occasionou. Seja-nos
sufliciente a lragldade humana, que a mali-
cia pretende aggravar. Vira lempo em que
queirantos la/er penitencia, e nao nos seja con-
cedido o necessario espaco, que ora nos he fa-
cultado. O momento terrivei est sempre pr-
ximo Vede como deveis regular vossa con-
ducta, e nao vos preocupe o engao, que a
muitos tem illaqueado, sem que jamis Ihes se-
la permittdo evadirem-se do tenebroso e hor-
roroso carcere, em que a iniquidado os preci-
pilou. Palacio da Solidade 12 de Fevereiro
de 1845. Joo, Hispo Diocesano.
lo. Dos guarde a \ me.. Ouariel general na
cidade do Recile, 13 de Fevereiro de 1845
Antonio Correia Siara Commandante das
Armas.Sr. Manoel /.opea Maciel 1." Te-
neoteQusrtel-Mostr do ."batalho deArti-
ihana a n.
!
i oiniiaiHii da Armas.
Mande V. me rebaixar a simples soldado n
Furriel do segundo batalho de Artilbana a p
Claudino Jos de Mello por ebrio : conse
.uiiitciin ule mal.il lati para bem desempe-
nbar as funecacs que sao inherentes a este pos-
RIO DE JANEIRO.
0 Sil. MATA.
Quando em 1H37 um dos nossos mais nota-
veis parlamentares dizia, na ('amara dos Depu-
lados, que o Governo do R-asil he um Gover-
no suigeneris olbario lodos para esse dito co-
mo para um epigramma; quando por multas
vezes temos lito que o Brasil he um paiz anor-
mal, em que de modo nenlium he licito calcu-
lar ou avahar os acontecimentos pelos princi-
pios o regras que em oulros pai/es servem para
os calcular e avaliar, nossas palavras teem tai-
vez sido consideradas como palavras tabellias,
nicamente escripias piira encher papel. E to-
dava nada mais exacto; e os factos fallAo mais
claro quequantos raciocinios em contrario se
i| iie i lito fazer.
Sobre as ruinas do Ministerio passado se er-
gueo o actual; e comquanto algumas vezes pro
clamasse este que sua poltica nao variava da
d'aquelle, lodavia seus actos para logo comeca-
rao a desmentir suas palavras. O Sr. Galvo foi
etcolhido para Senador; a amnystia loi dada aos
rebeldes de Minas eS Paulo, nao como es-
queciment do passado, e aclo generoso do
Mona relia porm como condemnaedo da po-
itiea anterior OSr. Paula ^ousa formulou o
seu proitramma, c declarou alto c liom som que
era ninislerialista, porque o Ministerio tinlia
abracado esse programma; o Ministerio acceitou
o programma e a declaraco do nobre Senador,
tratou de por em pratica urna por urna, todas
as suas sentencas. Eessai sentencas resumiao-
se em duas : guerra a ludo quanto fez o galli-
neto de Margo; guerra a ludo quanto lez o ga-
binete de Janeiro.E a guerra foi declarada e
leita de modo que boje quanto fizerao esses dous
gabinetes existe dcsleilo; e oque de todo nao
esta desleito, est por tal orina desnaturado,
que, longe de produzir bens, nao far mais
que produzir mi les
lina das consequencias necessarias desse sys-
tema era a condemnacao dos homens que o sym-
boliaavio. Mas ahi he que esta o bello da obra :
na mesma occasiio em que o systema era con-
Jemnado, por uina contradic-Ao rnanifesta, o
Governo empn ga as mais difticeis commisades
uS homens mais preeminentes d entre os seus
advrsanos polticos. N irnos com espanto em-
pregndo pelo .Ministerio o Sr. Visconde de A-
lirantes, que fez parle do gabinete de 23 de
Marco, gabinete que ainda boje he horrivel fan-
tasma para quantoi apoiao o actual; vimos com
espanto empregado o Sr. Lopes Gama, que fe
parle do deiradeiro Ministerio do ultimo Re-
gente, em odio lo qual foi tramada a conspi-
radioda maiokiduik; vimos com espanto que
se tentou emprear em ardua commissdo o Sr.
Visconde de Olinda, esse inesmo ex-Regente,
para debellar o ual se operrao esses felaes
acontecimentos de Julho de 1840.
E n.o- obstando ludo isto, vemos agora no-
meado pelo i .osmio, como plenipotenciario
para la/er o tratado com a Inglaterra, o Sr.
Concelbe ro Jos Antonio da Silva Maya, mem-
bro do Ministerio que precedeo o ectual.
K. j nomeacao he urna perfeita cacoaoa. Pois
deveras nao linha o Ministerio, entre os ho-
mens que o apoiao, um a quem encarregasse
tal ccimmissao V pois nao bastavo esse talen-
taco do Sr. Paula Sousa-e o T. Ernesto, para
ser necessario luntar-lhe o misero e mesqumho
V Jos Antonio da Silva Maya ? O Sr. Maya,
iilem do ser um dos homens proeminentes do
partido da ordem, o que bastava para que o ac-
tual vabincte o nao devesse empregar, fez par-
le d'esse Ministerio de .Maicjo. Ora, esse Mi-
nisterio declarou ao Sr. Filis, que aqu se apre.


9
eentou para tratar da parte do Governo Ingle,
que nao admiitia discussao obre tratado, em-
quanto se nio deci lissem algumas quesloes pre-
liminares. Este be o pensamenta do Sr. Maya.
Ora, o gabinete ingle/ decarou aqu por or-
go do Sr. EMis, em Londres por orglo do seu
Ministro dos Estrangeiros, que nao estafa re-
solviilo a tomar em oonsideracio estas quesloes
E o resultado loi julgarem se os dous G ivernos
na impossibiliilado de tratar, e romper m-se as
negocracoes Que faz o nosso Governo ? A I-
mitte um diplomata ingle a negociar n tratado,
e aprsenla llie para com elle negociar um dos
membros do Ministerio de 20 de Janeiro, isto
lie, um bomem queja se declarou unpossibili-
tado para tratar com a Inglaterra Como se en
tende islo ? Quer o Ministerio /ombar dos lo
glezes ? Esta supposieo he absurda. Nao, os
Ministro* qoerem divertirse com o Sr Maya,
e com o partido da onlem, de que elle faz par-
te, ecomopaiz! .. Querem divertir-so com
o Sr. Maya, porque Ibe derao dous companhei-
ros, o Sr. Paula Soma, de ideias metuphysi-
co soctaes, inteiraroente oppostas, e o Sr. Er-
nesto, cuja indolencia todos conberem, e por
consequencia que ha de votar confirme Ihodig-
serem. E quetn Ibe dir torno ha de votar P !
Eis-ahi a finura de quem le noinear os pie*
requerer contra a injuticn (diiem elles) que se
Ihes tem feito de os excluirem das urnas, razSo
porque nSosSo Jui/.es de Pacto Que os ma-
i itafedes sao tuleirOes tabean todos, porm que
alm de tol) sejo tambom sobarbos he causa
iue ionio podo tolerar: pobre e oberbo, be
nao, agora pobre soherbo e para mais ina-
goas sentir tolo, he pessimo !
Antes do 2 do Fevereiro prximo passado os
maritafedes andavio por aqui por all, e por
cola mais pequeos quo um fejio fradinho :
faziio consistir toda a sua honra em andar na-
vegando a sotavento de umeuioi'ic; logo po-
m que la do *ul tivero vento fresco arnba-
ro(digao que o Correio nao sabe seus dous
ledos de pil.tagem)e esto a capa na praia
vendo para onde ho de navegar. Aguentem-se
no bataneo, senhores maritafedes, vejio que se
o vento escacear urna quarta teem Vs. Ss.
praieirat de dar em vasi -birris! O seguro
nao garante nem a 99 fardo? da praia, porqu*
fedein c causan peste .
O carrasco surrador que vei > do Cabo para a
cadeia desta oidade, como em outra Ibes dissa,
foi solt com Hinca por ordem do Juiz Munici-
pal daquella villa, que sabendo que o homem
era baronista, tratou logo de pdr o co religio-
nario lora da gaiola : os baronistas devem mais
'........
nipoteociarios. O Sr. Ernesto be n'esta oca- este fa*ir ao Ilustrado Migistrad>peloco/'n-
siao pura e smplesmente o chevalier-s ivant
da Joannu, para fazer ludo quanto Ibe ella or-
denar. Se o Sr. Paula Sousa loase o nico ple-
nipotenciario, nada se poda Inzer, porque o
Sr. Paula Sousa nada pode fazer. ve losse jun-
tamente com o Sr. Maya, ainda nadase poda
fazer. porque sao booiena de ideias diametral-
inenle oppostas < nao na materia ein questfio,
porque nesta o Sr. Paula Sousa nao tem ideias);
e porque a opinio do Sr. Maya ja he conbeci-
da. Foi pois necessaro um tercoiro, que li/esse
prevalecer os interesses da Joanna; est lie o
Sr. Ernesto. Quando as ideias dos Srs. Paul
Sousa e Maya estiverem em divergencia, e isso
ha deseinpre acontecer, desempatar o Sr Er-
nesto com urna lerceira idei.i. Oulro qualquei
individuo nada obteria; mas o Sr. Ernesto,
Ministro da rqparticio ludo ha deobtet
Assim pens u o Sr. Paulo Barbosa (CU JO 0
do gigante reconlicrcmns n este neg icio) que
satisfazla os santas lu/ias fazendo nomearo es
tadista da tneiaphysica tocia!, que compromet-
Un^eCpartidii da ordem laiendo nomear o Sr.
.Maya; e que proinove os seus n lo tenses fazen-
do nomear o Sr. Ernesto, Edigiolaque San-
cho Paliza nao be mais fino que la de kuga-
do!...
Lastimamos a posicao do Sr. Maya. Em pre-
gado publico, cuidamos que enlendeo que nio
pedia recusar-se ao serviro que dille se exiga :
mas os que o lizeiao nomear nem tivero em
vista honral-o, nem aproveitar-se de suas con-
sumadas ltea e experiencia. Ninguem talvez
mais halniitado i|ue n noi re Senador Conce-
Ibeiro d'Estado; mat os adjuntos que liie loio
dados Lem provao as intenvoes ile quem o no-
meou. O Sr. Maya vai apenas servir de pao de
cobeijeira para lazt-r lruiinpli.il a Jounna, upa-
ra que a lodo o lempo, quando se levantem
qurixas contra o tratado, se nos diga :fui
urna de V0SS8S notabilidades que o concluid,
Para c< mpromeller o Sr. ViSconde de branles,
foi elle mandado a Merlina; para comprme! er
o Sr. Lopes Gama, foi elle mandado as Ala
gas. O Sr. Lopes (jama sabio-se bern de sua
cornissAo, o Sr. Vitconde de branles lambeni
se nao ha de sabir mil, porque nada ha de fa-
zer; a trama j lia de est.ir urdida para quena-
da posta conseguir U Si Maya, esae vai ficar
compromelti mi. porque o tratado ha de fa/er
se {j est tito ). e agora apenas ha meras
formalidades para se acreditar que ha diacuss&o;
maso Sr. Ernesto la esta para tirar tudas as dil-
u uldades! .. I) outro modo nao be possivel ex-
plicar-sea nomeacSo de um niembro do gabi-
nete de Janeiro para lazer o tratado com os nos-
sos fiis a/liado. Rio, lO de Janeiro de ISi-'i.
BiiAsiLiets
[Senlinellada lonuichia.)
dissimo despacho Dizom que o Cnsul Hes-
panhol, saliendo da mesina circunstancia, tam-
hem promelteo mo tugir nem mugir em lavor
do cid.ido da sua nagao, porque eslava muito
entufado com o partido barowttt, para se pres-
tar que fosse perseguido o seu correligionario,
la por um Hespanhol que elle nunca vio, nem
conheceo. Mais este baronista, meus prai-
eiros!
PROMESSA, QUE HA DE SER
CUMPRIDA.
Oizem-mo que entre certos pituscos tem ha-
vido randedisputa sobre a qiiemmelh ir fiquem
certas caraiUCat que se laoijaro sem sobr-
escripto : nada do bulla, rapazes; nada de
briga por bagatelas; ainda ha um cabido b-m
sortido a cousa ha de ir a quem toca seno
forao todas, nao tardar, eslao-se alinbavando;
bao de ir bem juslinhas so nAo Ih s agra-
dar nao fiquem nao as ponho, voltem, mas
nao \ollem sojas e disfi^uradas que entao nao
reeeherei Nao gosto de freguezes que fallo
sem ratlo : as carapucas nao devem metter
faslio a i|uem he serio honrado, e probo ; eu
s as talbo a certos freguezes que se fazem
dignos dellai; e mesmo estes so nao quizerem
nao deem cavaco porqus Quem se pita alhos
come...
<;om!i nicado.
PEEN
1A -- .
COil II Eli).
ijohki>i'().m)km:ia D\ CIDADE e PROVIRCIA.
Os maritafedes sempre que se ibes vai nns
ancas desencabreHao e, e d;.o pm paos r por
pedras, com o detcaranienti quo Ibes !e pecu-
liar. Alacio e mordein as pessoas a quem de-
viao respeiloscm perdoar nem niesn>o a pri-
meira auteridade, e quando se Ihes argumen-
ta mostrando nos seus ungidos aquillc que aos
oulros falsamente imput&o, eis que ein refu-itoe
Quando, na sessao de 1843, poca em que
dous rafeirossiipplentes por esta provincia, an-
davo rondando a Cmara dos Deputados para
tomarem atiento, chegou a noticia da morte
perpetrada na pessa do infeliz Antonio Fran-
cisco, de (empapo, o Nicolao queixo e o Pe-
droso 2. '.hroe do Salgadinbo. zurrarlo por uns
loiitos de diaa, e presenlarao Pernambuco sob
um tal aspecto que era in po-sivel quem o nao
eonhecesse de perto deixar de comparal-o a
uma orda barbara din Irenes selvagens.
N esse tein|)o, diziao os apostlos da auar-
< lua. a vida do cidado nao tem a menor ga
initia; o Governo da provincia coadjuva esses
acli s de barbaridade por meio de sua indolen-
cia : a propiieJade est continuamente exposta
a depredaefio, e tsaot ridades alo se importan
rom o que se pjssa em torno de si, porque sao
inleressadas nos crirnes que se cummetlerii; mas
agora perguntaremos nos, estarn esses ener
gumenos dispostos a fazerem a mesma algazar-
ra. quando souberem que os seus rorreligiona
rioi polticos adoptarlo o decisivo argumento do i
i acamarle para responderem aos seus antago-
nistas? Qual !... boje o assassinato beodirei
lo escripto da praia; e seos amigos da ordem
nao quizerem ser julgados medame essa bgis-
lacao, entao preciso be que tratem d organisar,
quarilo antes, o seu cdigo particular, ee>crever
as suas leis com as pontas el s punhaes J que
os coinmissarios do (ioverno entendero, que
o partido da ordem de Pernambuco nao devia
ler urna s voz que se erguesse na Cmara o
lertiva para denunciar naeSo todas as atroci-
dades quo por aqui se commetiem; ja que o
(ioverno. socio ein todas essas infamias, se tem 1
onstituido solidario com o bando da praia;
preciso be uie saiba que se acha a testa de um
partido d'assassinns, que tem derramado o luc-
o terror em todos os pontos da provincia;
cujas trras muito convinhio aos interesses do
Imb6, e nessa mesma occasiao sSo victimas uma
innaa do infeliz e mais uma enanca de tres
ou quatro annos, enlretanta qua o manda-
tario de tantas crueldades, o celebrrimo Phi-
lippe Lnburana, primo do aisassino de Fran-
cisco Xavier goza em paz do todas as van-
tagens que assegura a mais escandalosa im
punidade. No lugar das Varjadas o fa;-
cinOrosa Antonio Brasi'eiro, amigo intimo do
ln

turas do Delegado assassinou o proprietano
Joaquim Mmjal de Brito e nem ao menos a
autoridade supanor foi informada do cas,
uma vez que o Promotor da comarca ost dis-
posto adormir o criminoso somno da indul-
gencia Na comarca do Bonito os assassinios
se succedem.e raro he o portadorque d'alli vem,
que nos nao traga a noticia d'um novo crimo
d'essa ordem. O infeliz Feij pagou com a
vida a dedicaeo que mostrou por um amigo ,
entretanto que aquello que segundo diiem ,
0 mandou assassinar ainda hoje acha-se reves-
tido d'autoridade publica. II i poucos das o
prestante cidadao o Major Andr Barbosa de
Mello, na flor dos annos cercado d'uma
grande familia honrado com a consideraco
dos homens homnestos da comarca loi horri-
velmonte morto por seus inimigos polticos e
he voz publica que o mandante d'uma seme-
Ihante barbaridade, hoje acha-se revestido de
autoridade. Ha certeza.alm (fisto,de que novas
victimas esta > votadas ao hacamarteda praia,por
ser este o meio mais seguro de triumphar; een-
tretantoquem recorr-r?... Na comarca de Ga
ranhuns, o Delegado, bem conbecido e celebre
1 por seus feitos na provincia das Alagas.armado
sempre contra o partido da ordem, tolera e con
corre para que assassinos d aquella provincia
entrein no termo de sua jurisdieco e faci em
paz as suas vesperas Siciliannas. Na comarca
de Goianna os assassinos os ladroes os in
troductres de notas falsas enconlrio guarida e
um asylo irnpenetravel mesmo as casas dos que
esto incumbidos de reprimir os crirnes: alli
vfim-se reos d'enormes delictos passearem de
col erguido o fazerem o cortejo da Polica ; e.
vista de ludo isto o que diriao hoje o Nico-
lao queivao o here do Salgadinho oPeriri
de calhandro e a demais matilba ? He natural
que embreagados com o cheiro do sangue de
suas victimas, que l mesmo os deve ter salpica-
do, entoeni huimos de triumpho, e, reunidos
ao Governo, dem vivas ao partido nacional!!.'
Correspondencia .
ta^o apresento novos coices e concluem com o e bom be que se nao esqueca de que todo o sof-
mote= Quem com muitus peoras bde alguma friolento tem um termo, qualquer que elle seja. \
ila-lhe na cabei a\ Os gualm lis lanil.ein leern | Na comarca do Lmoei o, o Delegado, ave
denles.=rLbe afTirmamos nos tadoi seus .-.nligos hbitos, e recordamio-se do
Ouvi dizer que algUM mariteledes sem Xavier da onfa, e de sua bella l'etronilla,
eir, nem be ira nem ramo de Sgueira, te-I manda assassinar barbara e cruelmente pela
denlos de mando tem requerido ou querem forra publica o infeliz Jos Daptista Ordonbo,
Srs. Iledaclores.Lendo no D novo de hoje,
ll uma aecusaco contra o Exm Sr. Di-
rector da Academia de Olinda julgo do un n
dever como amigo de S. Ex. e por amor
da justicia contrarial-a nao com cousas vagas,
mas com razos e faetns.
Em primeiro lugar instruirei ao publico di-
que as ferias se acabrao, ba mu poucos dias,
lendo apenas havido um s intercalado de ser
vigo, noqual se expedio todava oque houve
a fazer; porque S. Ex., nao podando desde
logo prestar-se a ello, encarregou o a um
Lente como Ihe facullo os estatutos. Em
segundo lugar he geralmenle sabido,que S. Ex.
tem feito reiteradas intancias para tirar a Aca-
demia do Mosteiro de >. Rento pela ruina que
ameaca o salo principal em que se fu o me
Ihor servico da mesma ; o este negocio s se
trata pessoalmante com a primeiro autoridade
civil da provincia : e ainda por esta razao be
desculpavcl a estada de S. Ex. no Recife poi
estes poucos dias ; estada porm constante no
lempo das ferias (porque durante o anno lecli
vo todo esteve em Olinda) pois be sabido por
muitas pessoas que teem a honra de o fre-
quentar e por todas as que vio a S. Francis-
co onde o tem visto dizer ou ouvir missa ,
que S. Ex. nunca sai para o campo ; em (im
pdern dar disso testemunho osempiegados da
Ac leona e os que tratio os negocios da as-
lociaclo da f. Agora mesmo a 6 do corren
le foi por mim procurado e S Ex sem
poder saber quem era abri a porta e me re-
ceben e depois a outra pessoa mais com
quem largamente conversamos sobre aquello
objecto : nem o Religioso que serve de por-
tero tio pouco nos fez favor em dizer que
S. Ex se achava no convento pois nio nos
condece : portanto cstou convencido que he
falso que all se dissesse alguem, que S
Ex. tinha vindo para Olmda e menos anda
anu que t^nha vollado prra o Recife. Qui
semel mendux semper prccsumilur mandar ,
diz Phedro. Seu constante leilor.
O Justiceiro.
3'uhlica^ s a pedido
Illm. Sr. Dr. Juiz dos Orphaos Supplente.
Diz Antonio Jos- Pimenla da Conceirio,
por si, e como administrador da sus mulber
ue. lendo se expedido, a requerimento seu por
este Juizo, um mandado para Ibe serem entre-
gues os restantes bens da heranca de seu finado
sogro Narcizo Jos dos Santos, que montao
com os juros quantia maior d trinta contos
de ris, em moeda das diflerentos especies, o
lettras, constante tudo do inventario, e espe-
cialmente do documento junto, osquaes bens
existem, desde 26 de Maio do anno passado, na
njusta e Ilegal admioistr-cao de Manoel Jos
da Silva Braga, e isto a despeilo das enrgicas,
e reiteradas reclamacoes, que o supplicante, j
casado, e no livre gozo de seus direitos civis,
fez cm sua ausencia, por intermedio de seu
bastante procurador, o qual, depois de desa-
tendidos e postergados a loi, e odireito do sup-
licante, tevede protestar contra o recalcitran-
te Juiz dos orpuos Carneiro da Cuuha, acon-
tece que o frauJulento Jetentor Braga, em lu-
gar do da cumplimento legal determinarlo
desle Juzo, fazendo prompta entrega daquelle
capital, pretende descartar-.se da tremenda res-
ponsabilidade, que pesa sobre elle, e sobre o
connivente Jujj;, que o consentio, e mantuvo
obstinadamente na ill-gal administrarn dos
bens contra a vontade o os interesses do suppli-
canle, contra o seu direito, e contra as leis tan-
tas vezes apontadas, e outras tantas posterga-
das por aquclle Magistrado ; acontece, diz o
supplicante, que em vez da entrega do dinbei-
ro se Ihe aprsenla, e oflerecc um embrulho ou
maro de lettras, impoilando em vinte e tres
contos duzentos o no? nta e sete mil oito ceios
e trinta e um ris, das quaes urnas, lendo sido
reformadas sem autorisaco, posteriormente ao
casamento do supplicante, isto be, quando es-
te j eslava no exercicio dos direitos civis resul-
tantes do matrimonio, lorio passadas ou accei-
tas com ante-data, como certilico os acceitan-
tes, os quaes na boa (, e ignorando a-: vistas
sinistras do detenlor. que com tal artificio pre-
tenda legalisar suas trabe ncias, nao se Ihe op-
poserao : outras, alm d queila fraude p ovavel,
represen tan um capital niaior de nove uonlos de
ris, que elle de seu proprio arbitrio, sem pre-
ceder autorisaco judicial, e contra a cautelosa
determine.! o testamentaria do sogro do sup-
plicante, d ern poder de individuos, que nao
uflereeem o conceito, e garanta sulliciente :
alm disto rssas lettras na maior paite com um
termo do vencimento remolo a (lNiti) revelan
no detenlor o premeditado e criminoso designio
d< privar o supplicante ainda por todo esse lem-
po da ellecliva administrneo da maior parle de
sua fortuna, e por consequencia de furtar-lbo
as vantagens legitimas, que dessa adminislracio
Ihe provirio ; e finalmente, compiebeudendo-
se no capital retido uma parte consideravel em
moeda do praia, e algum ouro, vfi^se; que o
detenlor com escndalo inaudito, sem' necessi-
dade, sem autonsarao, sem le, que Ihe per-
mitiese, e s por mero arbitrio reduzio, ou
lingo haver reduzido a papel (paia os alapardar)
esses meli.es preciosos, como e pelo agio, que
Ibe approuve, ern manifosta e enorme leso do
supplicante, e de sua mulber, dando lambem
como paga- em prata e ouro, quantias, que o
devro ter sido em moeda papel coirente, de
que alias tinba em seu poder cinco contos de
ris A' vista pois do expsito, que he uma fiel,
I) in que surcinta auaran do procedimento
fraudelenlo do detenlor, e nao su lendo verifi-
cado a entrega dos bens, ordenado por este Jui-
zo, cujas legues deleiininatoes se pretende iltu
dir, se nao escarnecer, havendo decorrido dias
depois da intimago do mandado, como consta
da certido junta, vem o supplicante recorrer a
V. S. seja servido ordenar, que, em quanto nio
vem o detenlor a este Juizo prestar uma rigo-
rosu conta, para o que vai ser de prompto cita-
do, se proceda asequeslro em lanos de seus
bens livres, e desembargados, quanlos bastem
para segurancia do capital e seus rendimentos
perlencentes ao supplicante. =: dntonio Jos
Ptmenta da Conceifdo.
Em cuii.priii.ento do despacho supra certifi-
co, quo no archivo d'esta Secretaria exislem os
Irabalbos das juntas quahficadoras do anno de
mil oito ceios e quarenta o quatro, a saber;
das freguezias de Santo Antonio do Recife .
S F. Pedro Goncalves do Recife S. Jos ^/
A logados, Jaboalo, Poco da Panela, S de
Olinda, S. Pedro Marlyr, Maranguape, Cabo,
Muribeca, Ipojuca, Iguarass, llamaiaca, Na-
zaretb, Tracunhaem, Serinbaem, Ajioa Preta,
Escada, Limoeiro, RomJardim, Rejo, Cim-
bres, Alagoa de Raizo, uianna, Itumb, Ti-
jucupapo, Pao d'Albo, Gloria de Ooil, Pa-
pacara, S. Caelano, A'tinho, S Sebastio do
Ouricury, AaauatpcSo, Flores e Serra Talbada;
dexando de reinetlerem as Juntas das fregu
/us do SanlissimoSacramento da lioa-vista des-
ta cidade, S. Lourenro da Aiala, Santo Anlo.
lionito, Be/erros, 'ra(|uaratir>ga. Garanbejris,
Agoas Relias, Buique, Inga/eira, RioFoimoso,
Santa Mara, Ex, Tacaral, Salgueiro, B.r-
reiros e Una. E para que o relerido conste
r


*
nde confier, fiz paasar a presente. Secreta-
ria Ha protincia da Pernambuo 13 de Feverei-
r0 da HW. OlTLial Maior. Jntonio Jos
je Olivara.
Q*jWitft<
Alfandega.
Hendimentododial3.......... 3:9U?386
Vdo ha descarga.
Jieclaragoes.
3= O Arsenal de Guerra precisa comprar
sola enfostada propria para correante de tropa;
quem a tiver de melhor qualidademande a mos-
tra, e o seu ultimo preco r.a reparticao do
mesmo Arsenal as horas do seu expediente. Ar-
senal de Guerra 11 de Fevereirj de 1845.
No impedimento do Escripturario Joo Ili-
rardo da Silva (8
l=OThesourciro das Rendas provincias
paga no dia 15 do correte aos empreados p-
blicos que ainda nao recebro os seus ordena-
dos de Julho'a Setembro dj anno prximo pas-
sado.
^.Tbesouraria, 13 de Fevereiro de 1845. (o
__Do ordein do Sr. Inspector faco publico que,
por nao tere.n apparecido concurrentes, lita
transferida para o dia 15 d i crrenle, as 11
boras da manba, a venda em basta publica dos
objectos proprios para alimento de animaos,
annunciado pira boje.
SecretAria da Inspeccao do Arsenal de Mari-
nha de Petnjinbuco, 13 de Fevereiro de 1845.
O Secretario,
Alejandre Hodriguti dos Ajos.
jgjwi"ni'w*gB=gsl 1W
Avisos maritales.
2 Para o Porto segu abarca portugue-
za Espirito Sanio, Capillo Rodrigo Joaquian
Correia ; quem na mesma quizer earregar ou
ir de passagem para o que tem os mclbores e
inais asseiados commodos; dina-se a ra do
Vigario n. U, 1 "andar, ou ao Capito na
praca (
A Para o Aracaly sabir impreterivelmcnt-
no da 18 do corren te coin a carga, que tem
a bordo, o bngue escuna Hennqueta. para car-
ga e passageiros trata se com o Capillo a bordo
ou com Nuvaes & C, na ra da Cruz n. 37. {6
2Para o Hio Grande e Porto Alegre segu
em poucos dias o patacho Continente o qual
ofleiece bons coinmodos para passageiros e
recebe escravoa a frete quem pretender pode
tratar na ra da Cadea n. 45, com Amorini
lrn.os. (G
2Para o Rio de Janeiro sabir com bievi-
dade o brigue Bom Jess recebe nicamente
passageiros e escravos a fretc para o que se
trata cun Gaudino Agoslinho de Barros na ru
da Ouz n. 66 ou com o Capito a bordo. (5
2=;Para a Babia segu com brevidade o bli-
gue escuna Aleg-ia quem no mesmo qui;er
curregar ou ir de passagem pode tratar com
Amorim Irmos : ra da Cadea n. 45. M
1Para o Maranhaosahia com toda brevi
dade o patacho l.rasileirc Keptuno paia carga
e passageiios trata se com Al. I). Rodrigue*
na ra do Trapixe n. 4, ou com o Capillo e
bordo. (5
Lel<
r
2Kenwortby & Brender a Brandis conti
nuarao para liquidaco por intervengo do
corretor Obveira o seu leilao de ferragens li-
nas egrossas, culilaiia e miudezas : boje
14 d. correte as 10 horas da manbla ,
no seu armazem ra da Ciu. (6
I visos diversos.
horas
O
1Jos Soares d'A/evedo, Lente de lingoa
Franceza no Lyco tem aberto em sua caza ,
ra do Rozario estreita n. 30 lercei'o andar ,
um Curso de Phil osopuia e outro de Li.ngoa
Francezv. As pessoas que desejarem seguir
urna ou outra destas disciplinas pdem dirigir-
_a indicada residencia demanbla at as 9
de tarde a qualquer hora. (8
crivlo da Relacao J. J. Fer eir de
iente ao Sr. Antonip Jos de A-
T-jdj/i, ou agente
ma appelluco
crime viuda de Goianna para a dita Kelaco
em que slo partes, appellante elle dito Araujo.
e appellada Antonia Maria da Conceiao.e que
eweprocesso nao pode ter o deido and. men-
t sem se p-gai o sello, e pr< paro; por se nlo
achar na ra/o daquelles que a lei manda pro-
ceder ex-ofucio de juslica.
irvalhc
ujo. ou a querr>sicu procu
seja; que Ibe foi distril
1Fazem-se flores de toda qualidade de
panno e de pennas sipos para enleitar-seos
anjos, rozas, e palmas para os ramos da semana
santa, por menos do que em outra qualquer
partee bem leitas : no Pateo do Carino n. 3,
loja de charutos (6
Aluga-se um primeiro andar de um so-
brado na ra das Cruzes da parte direila vimlo
da ra do Ciespo, com bastantes c pintado de novo por preco commodo ; na loja
do mesmo he que se aluga.
3= Francisco Celestino Ramos, Brasileiro,
vai para o Aracaty. (2
3= Aluga-se urna casa de 2 andares e sollo,
com seu competente armazem, sita na ra de
Apollo n. 27, onde presentemente se acha o
arinazem desocar assucar do Sr. Reg; e tam-
bem se aluga outro 2 andar do sobrado da ra
do A monin n. 20; quem os pretender dirija-e
ao pe do trapixe do Pelourioho, no armazem de
assucar de Silva & Antunes. '7
1= Aluga-se ou vende-se urna padaria com
toJososseus pertences, e casa propria para una
familia, com multo boa agoa, econvindo tam-
liein se laz negocio com a metade do sitio na
Solidade n. 22 ; quem a pretender dinja-se a
mesma padaria. (5
1= Jos Rodrigues Pereira embarca para o
Rio de Janeiro o seu escravo de nome Pedro (2
2= Jos Pedro da Silva, nao tendo lempo
sufliciente para despedir-se de todos os seus a-
migos, o laz por este, eolerece-lbes no Bio de
Janeiro, para onde vai, os seus diminutos pres-
timos. (5
2 Arrendo-se os dous andares e duas lo-
ges da casa n. 18 na ra do Fogo : a tratar no
sabrado n. \-', na ra do Queimado nos dias
quarlas leiras e sabbados. (4
Quem annonciou querer 1,500.)000 rs a
juros com hypotbeca em duas casas dirija-se
a ra do Queimado n. 21 que ah ac ara com
quem tratar das 9 as 10 horas do dia.
1J. P. Adour& C. tendo vendido a loja
que tinhin na ra Nova n 7, convido as pes-
soas queteem penhores nella, que os vio remir
al o lim de Fevereiro correnle : passada esta
data os niesmos serlo endi los para pagamen-
to das dividas, sem que os donos tenbao recla-
maclo alguma a fazer. (7
14Em 27 de Oulubro de 1541, desappare-
ceo um moleque de nome Paulo de nacao
(Juicam de 18 annos pouco mais. ou menos,
est Ibesabindo buco de barba he um tanto
secco do cor po abre os dedos grandes dos ps
um tanto para lora pernas nas, nariz chato,
olbos pequeos e avermelhados era costuma-
do andar endeudo doce de jalea em copos, por
toda a parte desta cidade, julga-se ter sido lur-
tado porque nunca fugio ; roga-se a qualquer
senhor de engenho, ou outra pessoa a quem el-
le fr offerecido, ou por acaso acuitado em seus
dominios, o aprebenderem e participan m a seu
legitimo Sr Antonio Jos Goncalves Azevedo na
la da l'ruia armazem de carne n. l'J que re-
compencar e pagar loda e qualquer dt-speza ,
une se li/er. (47
3 Roape Brooking, lendo de retirar-se
para Inglaterra,transiere, por preco mais rasoa-
vel, o ai renda me n lo da casa em que mora, do
l'.xni. Senador .Manuel de Carvalbo, na ra do
Amorim, por dous annos e meio, i|ue ainda
(aillo para concluir-se : os pretendenlcs enten
do-se com o mesmo, ou com o corrt lor li-
veira. (8
3= Antonio Jos Pimenla da Conceicao la/
publico por o presente annuncio, que l< dos os
negocios, o quaesquer contralles Jeito desde
26 de Maio do anno panado por Manoel Jos
da Silva Braga com o capital tm moeda da be-
ranea do sogro do annunciante, que at esse
dia esleve sob a administradlo delle, sa nullos,
e insubsistentes, devendo ser consideados laes
neg cios e contractos como proprios delle, e por
sua conta.por nlo ter nlerviodr autorisaclo do
annunciante ; e declara este, outro lim, que.
sendo o capital administrado por aquello antes
do dito dia perlencente a mulher do annunci-
ante, que entao era orphla, os negocios o con-
vencoes desse tempo devem ser autoiisados com
o consenlimento do Juiz competente na forma
da lei.nlo constando dos autos do inventario tal
autoritario (16
3 Aluga-se por prego commodo o primeiro
andar do sobrado da ra da Roda n. 45; a Ira
lar no segn lo andar do mesmo sobrado. (3
2= Aluga-se o sobrado de dous andares n.
22, na ra da Aurora, com excelleses com
modos ; o lerceiro andar e sollo da casa n 4
no atierro da Boa-vista ; urna casa terrea nova
na ra Formoza esquina da ra do *eve, com
duas salas, dous gabinetes, quatro (guarios mili-
to bons, cada um com sua janella, cozmba fu-
ra e quintal com portlo ; urna dita na ra do
Seve de 14 rs. mensaes ; o secundo andar dn
sobrado n 20, na ra estrella do R. sano ; o
primeiro andar do sobrado n. H, no largo da
Santa Cruz; dos casas terreas ns. 30 e 32 de
traz da Main/ da Roa vista ; una meia agoa m
ra do Cebo n. 37 de 6s rs. mensies: a tratar
na ra da Aurora n. 26 com Francisco Antonio
d'Oliveira, ou com seu caixeiro Manoel Joa-
ijuim da Silva ('5
2 Antonio Nobre-de Almeida Jnior em-
barca para lora da provincia o seu escravo cri-
oulo.de nome Antonio. (3
2= Ludgero pardo forro, criado de J P.
George Smitb, pretende seguir para a Babia.(2
2 = 0 baixoassignado faz ver a todos os seus
freguezesque mudou sua residencia para a ra
estrella do Rosario n. 18, e por isso faz ver
todol OS Sr*. que se qui/.erew ulili/ar do seu
presumo dinjao-so a mesma casa que serlo ser-
vidos com toda a promptidao.
Francisco fiodrigues dos Santos (G
4Aluga se urna casa terea, com bous com-
modos ; na ra do Carnario ; a tratar no Atter
ro da Boa-visia n. 3't (3
3s Francisco de Paula Pey. natural de Rar-
cellona, retira-te desta provincia. (2
3= Manoel da Silva Santos manda para o
Rio de Janeiroseueseravodenowe Fortunato.(2
3 =Trto-se cavallos, curio se. sangro se,
compro-se e vendem-se ; na ra da Conoei -
gio da Roa-vista n.60 (<>
3= Precisa-se de urna pessoa para costura
em um sitio perlo da prava ; na pracinba do
Livramento n. 42. (*
3= Da se dinheiro a juros sobro penhores de
ouro ou praca em pequeas quanlias ; na ra
do Livramento loja n. 15. (3
3= O armazem de chapeos, que Henrique
Zimmer tinha na ra do Gollegio n. 8. transfe-
rio-se para a ra da Ouz do Reeife n 55, on-
de tem todo sortimento do chapeos o pertences
de chapeleria. (5
Socicdade Apollinea.
AdMnilo-se a socied de Apolli-
nea endividada em nao pequeua
somroa em virtude da falta de p*
amentos das mensalidades de
limito- de eos socios: a comnussao
administrativa da mesma sociedade
toga aquelles de seus socios, que
se ach0 em divida pira com ella .
baSo de fazer os seus pagamentos
al o ultimo lo oneute pois do
contrario ver-se-ha obligada a de-
clarar os seus nomes, e incumbir
ao seu Procurador de ha ver esses
mestnos pagamentos por meios ju-
diciaes.
A cominissao administrativa da
sociedade A pollino* convida os
Srs. socios que quizerem fazer
proposta de convidados para o bai-
le da abertura desle anuo no dia
de Marco prximo futuro a
Furtarao no dia 8 d corrente urna calx a
re moiino com um p inslez em quadrado ,
cotendo pepas de bico ; r'ma-se a quem da di-
ta tiver noticia-i *>u Ibe T>r oftVrecida de ap-
prehender leval-a na ra do Trapiche n. 36 ,
quesera gratificado.
Pede-se pela ultima vez ao Sr. |f, deS. P. ,
que trate de pOr cobro as travessura e inso-
lencia de seus (Unos para com os visinhos, que
morao no mesmo predio e adverte-se a sua
merco que. I continuaren! as turbulencias ,
ser levado perante a competente autoridade
policial a im d'- assjnar turnio de bem viver,
com a coinminavl-) da lei.
Precisa-se do um caixeiro, qne lenha bs-
tanle pratica de venda ; na ra de Agoas-ver-
des n. 15.
5D.'sappareceo na noute de 7 do corrBnte
da casa do Bogenbeiro Bmc nan, na ilha de Se-
ve um cavallo que si julxa ter sido furtado ,
> qual tem os sigoaes se^uintes : cor castanba ,
loas cicatrizas no I .mos -I > d.i mo direita, e no
limar do sellim u-n pequeo im'li ic > ; quem o
adiar e quizer restituir, ser generosamente
recompensado. (S
Lotera
da Matriz da Boa-vista.
As rodas desta lotera terao an-
damento no dia 17 da corrente mez;
os bilhetes ocliaose venda nos
lugares seguintes; Iotas dos Srs. Vieira e Manoel Comes ;
na botica do Sr. Morena Marques ;
na ra do Queimado, loja do Sr.
I.uiz Antonio Pereira & (', ; e na
loja de ourives do Sr. Jacinlho, no
ilerro da Boa-vista, (11
14 LOTERA DOGADELPE.
A lotera do (iuadelup-' que lora preterida
no andamento de suas rodas pelas de S. Pe-
dro Marlyr e llioalro deve correr impreteri-
velment no dia lo de Marco, como por S.
K*. o Sr. Presidente Ja protincia (oi conlir-
nado. Os b Hieles mtiu venda as lujas de
cambio na ra da Cadeia do Itecile na de
miudezas do Sr Fortunato prava da Lniao ,
na botica do Sr. .Moureira Marques em S.
Vnloiiio na botica do Sr. Couto largo da
oa-visla e finalmente em Olinda loja do Sr.
Domingos nos (Juatro Cantos. C12
1
aprsenla! as na secsao da mesma
cominissao, que deve ler lugar sex-
ta fera i '\ do corrente pelas 5 ho-
ras da tarde.
iAluga-se um primeiro andar por delra<
da casa do Atierro da Boa*vista 0. M. -
o Joaquim Anlau de Sena d<>ulor em
medicina pela Faculdade do RlO de Janeiro ,
mura na Nova n. 6 >; as pessoas, que so qui;e
icm utilisar de seu presumo abi promplo
sempre o acharo (o
2 Gaspar da Silva Fres embarca para o
Rio de Janeiro 08 escravos seguintes ; Casimi
ro crioulo ; Guilbeime da Costa ; Antonio ,
ciioulo ; e Malheus, Angola Itufino, crioulo
os quaes Ibe fo.io remejlidus pelo Snr. Miguel
Garcei Alves Lima da Junqueira. t
2 Na la do Livramento n. ."i, precisa-se
alugar prelas paia venderem aieite de carrapa-
to e tambem se vende a/eite a '2880 rs. a ca-
ada mesmo em pequenas purces. 4
o_ Quem precisar de urna ama de leite, par-
da, dirija-se a ra do Crespo n. 18, segundo an-
dar. (3
2No dia II desappareceo do primeiro beco
do Camboa do (lami um cacbono pequeo ,
amaiello pescoco curto grosso Oiftoi grus-
sas e calvadas de branco cabeva grande; quem
o achar, leve a ra Nova n. 35, que ter 2<* rg.
d.- gratificavio. (6
2 IVdi-se a pessoa que tirou urna carta
do Crrelo vindas dos poitos do Norte para
Jus Soare Botelho leona a bundade de dei-
tal-a no Correio cu entregal-a na ra Paz n.
i que se paga a despesa que tiver felto, ain-
da mesmo que esleja aberta. (6
2 Na ra Nova loja de leiiagens n. 41
de Joaquim da Costa Maia, acaba-se de receberi closive, 6i70
lieos appaielhos para cha de metal do Prin-
cipe e ceslicaes de diflerentcs goslos de S a
12 p: llegadas do 110 sino metal. (5
2 Peideo-se no principio do corrente mez
na visiribanva de Ponte de UchOa um cachor-
10 inglez, branco, com algumas manchas prelas
no cuipo e as oielbas cuitadas ; quem sou-
ber delle queira leval-o na ma da Cruz n. -2 ,
M08E0 PITTOI-SC0.
Esle jornal.publicado em Lisboa por urna so-
ciedade de litteralos P rtuguezes, contem as
seguintes materias ; religio, historia antiga,
e moderna ; pliilosophia ; geographia ; via-
gens ; sciencias. e bellas artes ; agricultura ;
novellas e-colliuL- ; estudos mora>s, e bio-
grahpicos ; (ollerecendo nesta classe a descrip-
o da vida, e arenes de lodos os Reis de Por-
tugal, e dos hroes que mais llorescero em
aadfl um do* reinados, dando-se os seus res-
pectivos retratos) pensamenlos ; anedoelas ;
mximas moraes, e iniscellnnea. Tod< s estes
ol jeitos, tratados com 11 esmero de que sao
i-redores, lormlo urna biblioteca variada, e
instructiva, um alimento para a reflexao, um
recreio depois dos trabalhosdo dia.
O primeiro volume c> nsta de 16 radernos ou
nmeros, em cada um dos quaes ha duas fo-
lias d'impressao de 17 pollegadas de comprido,
' 11 de largo ; duas magnificas estampas [de
formato igual ao da tmprexao para a final se
encudernar o volume) lylbograladas em papel
v el ni di- 40)<00 riis fur tes cada resma) com
tal perfeicao que, mettidas em quadros, pdem
-ervir para ornamento das inelhores salas, e
finalmente em cada nunn ru impar se \ urna
exacta descripcio das modas sendo esta acom-
panhada de figurinoa, ecolltcvoes de lindissi-
iiios debuxos para I oidar de branco e de matiz,
o que servir de milita ulilidadu para as Senho-
ras do bom toia.
As pessoas que pretenderen! suhscrever para
esta escolente obra poden dirigir-se a Joaquim
Raplista Mnreira (ra do Apollo n. 6) agente
da sociedade nesta provincia, em casa de quem
se acho aacollecroVa do primeiro volumel
al 16e da primeira serie do segundo volu-
me ate n 21.
Primeiro volume do Muteu.
Consta de 16 nmeros1 at 16 = com
32 estampas, Ironlispicio, ndice, &c. por
128960
Segundo volume do Mustu.
A primeira serie sera de 8 nmeros, princi-
piando 1 m n. 17 e finasando em n. 24 in-
A segunda serie ter uniros S nmeros,
comecando em D. o e terminando em n. 32
inclusive.
N. B. Dar-se-ha com o n. 32 um novo
fiostispicio, e o ndice geral das materias tro-
ludas em os 16 nmeros das duas serie=17
atr lli inclusive que reunidos formar o se.
que aera recompensado.
6 gundo OAlume do Museu.
(55-


2D. Mara Barbosa remette para o Rio G.
doSul o seu escravo crioolo de noine Seve-
rino !3
1 D-se dinheiro a premio ; na ra Nova
n. 6 ">. ?
I Precisa-sede um homem que saiba to-
mar conta de umki raasseira, e saiba Tornear ;
na ra da Solidado paduiia de um so porta
n. lt. (4
1Aluga-so urna casa torrea na ra do Coo-
ceico D. 26, co(ii bastantes commodoi ; a tra-
tar no Atierro da Boa-vista n. 'i', com Manoel
de Asevedo Mala. (3
I Precisa-sede um menino de 12 tinos ,
chegado ltimamente para urna loja de (azeu-
das ; na prava da Independencia n. 19. (3
] O Sr J. S. P. morador na ra da Liti-
gedla, nao Iheconvindodar resposta a urna das
3 cartas que recebeo baja de fallar pessoal
mente com o assignante das ditas do contra-
rio ver por extenso o que nao ha de gestar. 5
1Aluga-se urna casa terrea com quntale
cacimba, na ra das I rincheiras n. ."50 ; a tra-
tar na ra Nova n. 5 (3
1Precisa-sede um bomem para retinar urna
porcao de assucar; na Solidado venda da es
quina, quevolta para Bclem. (3
tNo dia 18 de Janeiro p. p. desappareceo
da porta da botica do Sr. Antonio Podru'das Ne-
ws na ra da Cadeia do liedle, urna ata (li-
li a mi res tendo dentro um chales grande de
seda com franja. ineios chalen de goda um
branco e oulro cOr de vinlio j mantas preta
I lavradas urna do fil de llnho '2 pares de
meias de seda preta 5 pares le sapalos de
marroquim para menino ; juein uchou dita la-
ta e a qui/er restituir leve a ra da Seu/.alla
velha n. 140, segundo andar que sera recom-
pensado. 10
l Na ra das Flores n I precisa-se de
um criado. (-1
1Na ra atroz da matriz da lina-vista, pre-
cisa-se de urna criada para o ser vico interno a>
una casa. {i
LOTERA do seminario.
1Achao-se a venda nos lugares do oostu-
me os bilhetes da priineira parto da 18' lotera
concedida a beneficio da instrucco putilica no
Seminario Episcopal do ('linda cojas rodas
andao com a roalor brevidade posslvel : parece
escusado Tazer ver ao res paita vel publico que
esta lotera he urna das mais acreditadas da
provincia. ,8
IJos Ciaudinoda Assumpco, Brasileo,
retirase pata o Rio de Janeiro a tratar de seu
negocio. (3
1Quem precisar do urna ama para criar,
que tem abundancia de leilo, dilija se a ra da
Seiuall.i-\i llio n. 142, segundo andar. 3
Lu.- Jacinto Raposo dudara au respeita
vel puWlico que a respeito do amiuncio que
sabio un Diario o mesuro a cuna i So p gou n aluguel da loja
aonde inorou no paleo da Peuba & clara que
nada deveaodito Sr sena* nicamente 21
dias cujos nao Ihes pagou por suas circums-
tancias assim o permetirem, e por ser despnjadu
luiosamento pois o aiinunciaiile nao oiga ,
que deve es,a diminuta quanlia pois esl
prompto a pagar logo quo pona.
A pessoa, que quer trucar um reiogio de
pratu dourada por um de ouro di rija-se u
ra das Cnco-pootas n. Vi.
Os nieos bilhetes da olera da matriz da
oa-visla n. 49 e 2218, perlencem a Francis-
co Lu/ Salgado doCear.
O VERDADEIRO REGENERADOR N. 13
Estala a venda li je 81 10 hiras da manha
los lugares do costume onde se subsereve a
\fj rs. por 2 ni.
O abaixo assignado advoga tanto no ci-
vel como no criine, os quo so quliereui utisar
descus servicus o acharad na casa do sua re-
sidencia no pateo do Paraso n. 4. Antonio
Jloryes da Vonscca.
I ole Francisco le Aievedo Lisboa embar-
ca para O Rio de Janeiro o seu esciavu do Dome
Ricarao de necio Angola.
4
1
jpl .
1Compra-se d tollecvo das leis do Brasil
do Ouro Preto de 1834 al I8i ; na piuc.a
da Independencia liviana m. c e 8.
1 Coinpra-se papel de diarlo a dO rs. a
arroba ; no deposito de assucar defronto do
becco da Penha n. 30 |3
4 Compro-st-elli divamente para ra da
provincia eicravoi de 12 a o anuos sendo
de b.mitas figuras paga o-Se tiem ; na ra da
Cadeia de S. Antonio sobrado de um andar de
veranda de pao n. 20. (d
i .' t
Gloria aobrado parede e mela ao de n. 87. s
2Vende-se urna escrava e um escravo de
bonitas figuras, a escrava sabe perfeitamente
engoinmar coser, faier lavarinto e bordar,
para Tora da provincia ; duas ditas de todo o
servico e sao muito boas quitandeiras ; urna
parda de 20 annos, costureira engomraadei-
ra e he recolhida ; urna casa terrea moderna,
na ra da Palma ; na ra Direita n. 81. (8
2 Vende-se um escravo de naco Costa ,
ainda moco de bonita figura, e proprio para
qualquer servico ; no Forte-do-Mattos pre-
es n. 18. 1*
2 Vendem-se dousbules, um para caf e
o oulro para cha, urna manteigueira sobre urna
salva arrendada um assucareiro um jarro
sobre urna salva arrendada um paliteiru, um
faqueiro com urna duzia de colheresde ch lu-
do de prata ; na ra da Madre de Doos n. 7. IS
2 Na ra do (jueimado loja de ferragons
n. 10 conlinuad-se a vender excellentes ovas
do sertte, multo frescaese por preco commo-
do. (*
* Vende-se urna armacao envidracada ,
com seu baico ; na ra do Vigario n. 11 pri-
mo! ro andar. 3
2Vende-se retrot de primeira e segunda
sorte preto, azul Trrete e sortido massos do
meias de linho, toalhas e guardanapos de maraes pecas de coeiros de algodo chapeos
deso, do seda (echaduras de broca barricas
com enxadas de ferro ditas com farinha SSS e
americana por preco cominodo ; na ra do
Vigario n. 11, priineiro andar. (7
3 Vendem-se os seguintes livros: Lobao ,
notas de uso pratico ; Cuvier, le regne animal;
estes livros estu quasi novsedo-se por mul-
lo commodo proco; na ra Nova, loja o. 2. 4
3Vendem-se 8 escravos seodo urna negro-
ta de 18 annos, de linda figura e com habilida-
des urna parda do 17 annos tambem com
habilidades ; dous moloques pecas de 12 a 15
annos cosinheiros ; 3 pretas de 20 annos ,
quitandeiras ; um preto de 13 annos d ele-
pridas luvas do pelusa de corea e brancas pa- gante figura ; na ra do Rosario da Boa-vista
riscos curtes de seda la-
IVende-se sarja preta de superior quallda-
de esobre ludo muito encorparja ; na ra do
Cabug loja n. 10 defronte docerieiro. (3
I Vonde-se um moleque carreiro bom
trabalhador de onxada trata de gado e tira
loito ; um pardo de meia idade com as mes-
illas habilidades por preco commodo; na ra
de Agoas-verdes n. 70. (2
IVendem-se meias barricas vasias para as-
sucar, de difTerentes formas em grandes e pe-
quenas porcoes por prec,o commodo ; na ra
da Moeda armasen) 11. (4
f Vende-se urna porcao de cobre velho de
Torro de um navio ; oleo do cupahiba em gar-
rafes de varios tamaitos ; a tratar na ra do
ira piche n. 2. com Manoel Duarte Rodrigues
I Vende-se urna parda de bonita figura,
com algumas habilidades ; na loja de Joaquim
(encalves Cascan. (3
I Venle-se TarinhadeS. Matheus, em sac-
ias ; nos armasens das escadinhas ao p da Al-
fandega doSr. Antonio Annes. (3
iVendem-sebarris, queservirao de deposi-
to de azeite decarrapato, e que leva cada um 20
ranadas, maisou monos, os quaos taem dobra-
dicas no lampo e argolas para cadeados ; 2
(landre?, e 6 medidas do caada a quarlilho, lu-
do em bom estado ; na ra das Cruzes tonda
de tanoeirodefronto desta Typographia. (7
1. Vendem-se saccas de farinha ; na ra da
Sauzalla-velha annatfem n. 144. ii
Vende se urna parda de 14 annos, pro-
pria paia mucama uu so troca por um proto
mi moleque; na ra da Praia n. 32.
Vende-se urna escrava crioula moga de
bonita figura coso, cosinha e lava ; na ra
i! > Aragu casa terrea de vidracas defron-
te do tanoeiro.
Vende-se o cdigo brasilicnse ou collec-
cao das leis do Brasil em 2 v. ; na ra es-
trella do Rosario n. 3.
>* Vendem-se setins pretos lanados, sarja
prela larga meias de seda pretas para homem
luvas de seda preta curtas e com-
iente para todas as pessoas, que padeeem do
peito ; na mesma fabrica se encarrega de qual-
quer encommenda de champes licores e agoa-
ardentes, tanto para a provincia como para
exportaban; as amostras se acho sempre fran-
cas aos compradores, e os precios sao por me-
nos do que om outra qualquer fabrica. (19
Escravos fgidos .
ra nomem e senhora
viada para volido riscas mantas de seda ma-
tizadas ditas escoce*aI chapeos pretos mui-
(n Mu is da ultima moda meias de laia cur-
ias e compndas para padres, ricas luvas de
pellica, compridas com guarnido botn* pa-
ra senhor*, sapalos de lustro, setim, mairo juim
eduraquo chapeos de castor brancos e pretos,
baixoe de abas largas sapalos de duraque de
Lisboa a 1$ rs. e oulras nimias Tazendas de
Kos.to, chegadas ltimamente ; na ra Nova n.
(!, loja de J F. Mamede de Almeida.
'' 4.*P/lk<3
pi I)A estrella)
Eia do Qu e i i nado N ? 2 5

m
BaiiE-TtO
.jliS'
:
Vendem-se chapeos de castor de aba lar-
ga ditos Trancer.es pannos sarjas e setim
preto.
Vende-so um bonita bengala deunicorne,
com r-.asUo de ouro de le, um apparelho pa-
a cha de porcelana dourada urna caixa de
msica que Inca arias, resplandores o corrtas
de pra'a; as Cinco-pontasn. 'i5.
Vendem-se gamelas grandes e pequeas ,
fritas na Baha superiores para banh" al-
goidares de gommos e lisos, grandes e peque-
os ludo de bom Rosto; na ra de Apollo,
venden I, defronte das casas do Snr. Angelo
Francisco Carneiro.
E9 Vende-se um papagaio bom tallador, em
gaiola de (landres e com rrrentc de prata, por
preco commodo; na ra das Cruzes loja de en-
cadernaJor ti. 35.
2 Vende-se milho em saccas muito novo e
por proco commodo assim como couros de
cabra a retalbo, ou em porcao; na ra da Con-
ceicao da Boa-vista n. 6. (4
2 Vende-se um cavallo ruco-pombo, gordo
e bom passeiro ; na ra da Cadeia de S. Anto-
nio ao p da guarda n. 25. o
J \onde-se, cu peimula-se por um peque-
no sitio na Boa-vista, Solidado, ou Afogados ,
om (obradinbo de um andar, na ra Imperial
n. 100; a trotar defronte do mesmo sobradinbo
n. Iii7.
2 No novo deposito do Atierro da Boa-vis-
la aopda ponte n. il vende-se assucar re-
tinado e de todas as nibis qualidades, assim
como cal muido e em grao ludo por pieco
commodo s
3 Vonde-se a mais superior sarja preta hes-
danhola com a piopriedade de nao molar ,
nem se amoariotar, cuja (asenda para vestidos
de senhora he a mais excellente e anloga nes-
l santo e sublime lempo da Quaresma assim
comooulias lasendas finas ; na ra do Cabug
n. l (7
Vcndem-se4 moleques do nscao sendo
n 48. (7
3 Vende-se una toalha toda aberta de la-
varinto por preeo commodo ; na ra do Ca-
bug n. 0. [S
3 Vende-se um escravo bom cosioheiro;
na ra do Sebo n. 3'. |2
3 Vende-se urna preta de 40a nos, cose,
e lava ; na ruado Hospicio o. 1. (2
3Vende-se uuiacasa de sobrado de um an-
dar com grande quintal, na ra do Uueima-
do n. 44 ( outr'ura praciuha do Livramento
n. 22); e urna de dous andares na ra do Fogo
n. 18, ambas em chaos proprios ; a tratar com
seu proprietario na ra do Queimado n. 44, as
quaitas Toiras esabbados. ,7
3 Vende-so um rico faqueiro do prata con-
trastada chegado ltimamente de Lisboa; na
mada Praia n. 2. (3
3Vendem-se duas vaccs de leilo com crias;
no sitio grande do Mondego junto do Sr. Luiz
Gomes Ferreira. (3
3_ Vondem-se instrumentos de msica, sen
do guitarras rabecas, trombetas, cornetas ,
flautas, clarinetes, tromboes, fagotes campai-
nbas de todas as qualidades, e por preco com-
modo ; na ra do Auiorim n. 3"2 ; segundo an-
dar. 16
7Vende sea mais bem fabricada tinta de
escrever ; na ra do du Livramento loja n.
34, o no paleo do Caruio n. 22.
o Vendem-se 4 escravas mocas, de boas
figuras cosinhao ei.gommao e lavao ; urna
dita de 20 annos costureira de cortar e fazer
vestidos de senhora e camisas de homem ; 3 es-
cravos para o seivico de campo ; um dito de 40
annos, bom cosinheiro deum ludo; na ra do
Crespo n. 10, priineiro andar. (6
>Vende-so no deposito da praca da S. Cruz,
por baixo do sobrado n. W7 assucar refinado
o de todas as mais qualidades assim como ca-
l em grao e superior cha hisson ludo por
preco commodo ; no mesmo deposito se preci-
sa de um pequeo paracaixeiro. (6
0 Vendem-se saetas com farello, pelo m-
dico preco de 3200 rs. ; na ra da Sen alia -ve-
iha n. 136. (3
2Vende-se urna casa terrea no alinhamenlo
da ra d'Aurora em S. Amaro,com boa cacimba
e um grande viveiro com muito peixe cuja ca-
sa est colocada em um terreno de 140 palmos
de largura, e 1400 ditos do Tundo ; um sobra-
do de um andar e dous sidos na ra do Fogo
n. 27 em chaos proprios ; um piano quasi
novo por preco commodo ; urna parda de
muito bom comportamenlo eugommadeira ,
cosinheira docena rendeira propria para
regtr urna casa o que ludo se alliauca por
4o0# rs. ; o urna crioulioha de 12 a 13 annos;
na ra estrella do Rosario n. 10, lerceiro an-
dar. (U
2Vende-se urna cama de angico nova ,
com lodos os seus perteoces raulo em con-
ta ; na ra de Agoas-verdes n. 38. (3
!_.. Vendem-se saccas de farinha do mandio-
ca ; no .^rmaseni da ra do caes da Alfandega
n. 5. (3j 2
1__ Vende-se urna parda de 15 annos. Loa dous de IS anuos eduus de 10 ; dous escravos
figura, com habilidades, o soin vicios; na roa para o servico de campo ; 3 negrinhas de 14 a
da Cadeia do Hecife loja n. I. > ;, anuos, cosem e engommao e urna faz bem
1_ Vende-se una porcao no la boas do pi- lavarinto ; urna mulalinha do l annos niui-j se que os licores imito perfeitamente aquello
nho de lelugo proprias para cuca ou etta-: te Imla cose o engomiiia com peifeicao ; na que veem de Franca ; tambem existe grande
cada, pjr preco commodo; atrai do theatro, I ra Direita n. 3. 17 sortimonto de genebra lauto em botijas como
aruiasem do mesmo lahoado. i j Vende-se um terreno por detraz do At-
\__Vende-se uro escravo ganhador do ra I trro da Boa-villa em seguimento da traves-
sabe cosinhar, he caplnbefro e ptimo paralo- sa do Martiol, com 300 palmos de Irente e
na ruado Sebo n. 33. 3| (undos sullicieutes para se edificar ; na ra da I lo feito da verdadeira resina de angico excel-
Va grande fabrica de licores do Atierro da Boa-
vista n. 26.
5__Acha-se sempre grande sortimonto do to-
das as qualidades de licores -esde o mais fino
al o ordinario de ICO rs. agarrafa assevera-
ein caadas ago'ardento do reino o de Fran-
5a dita de auiz espirito do 36 graos, cha-
rape de todas as qualidades para refrescos, di-
do o servico
I Fogirao no dia 5 do correlo dous molo-
ques crioulos um de 20 annos, de nomo Be-
nedicto, estatura regular, secco do corpo, bem
preto e bem (eito do corpo ps e ruaos, o
nutro de nome Seraflm de 14 annos meio
fulo estatura regular para a idado, urna quei-
madura.na m3o o outra no joelho,antigas;a.7ibos
Tallo bem e sao mu conhecldos por andarem
de manhaa a venderem flores, e ps de ditas,
e as ve/es a rea preta e de tarde azeite de carra-
pato ; levarao camisa de fazonda azul de algo-
do o calcas tambem azues, mas desbotadas ;
roga-se por obsequio a todos os senhores que
teern escravos as suas oseadas que lancem
suas vistas, para que os ditos moleques nao
sejo por ellos occullos porque ha desconflan-
vas disso; tambem roga-so a todas as autorida-
de policiaes tanto desta praca como de to-
das as comarcas o villas do centro e mesmo
possoas particulares que aonde virem os di-
tos moleques os facao apprehender e levar ao
seu senhor Francisco Jos de Souza morador
na Solidado casa n. 7 que se dar de gratili -
cacao rs. porcada um. (20
Fugio no dia 8 do corrente o preto Pere-
grino, olticial de pedreiro do 24 annos alto,
grosso do corpo com todos os denles da Tren-
te cara talhada he muito conbecido dos pe-
d reros desta praca ; quemo pegar ou doli
der noticias na ra estreita do Rozarte n. 31,
terceiro andar ser generosamente gratificado.
I No dia 9 do correlo fugio o preto Jos,
por alcunha Caboclo de 35 annos de naco
Gabo, magro, feio do Teices com pouca bar-
ba zambeo das pomas, e na esquerda tem em
cima da canella urna grande cicatriz, que nun-
ca sara o p osquerdo he bastante defeituoso,
por isso que tem os dedos do mesmo mais pe-
queos do que os outros ; levou calcas de Ha-
do de luirs pretas camisa branca com pro-
gas ; quem o pegar, leve ao seu senhor no sitio
do Jang ao p do Rio-doce Raymundo Jos-
Pereira Bello quti ser recompensado. (la
Fugio no dia II do corrento um preto do
nome Benedicto de naca Angola, altura mais
que icgular olhos grandes e vermelhos nao
tem barba de 20 annos ; levou calcas e cami-
sa de algodosinho o chapeo de couro ; quem o
pegar, leve a ra da Cruz n. 5' quo sei re-
compensado.
Fugio no dia (0 do corrente a escrava Ma-
ra de naco Cacango reprsenla 28 annos,
baixa e secca do corpo pt>s e nios grossas ;
levou vestido de chila com reincndos novos pe-
las costas, e ferro no pescoco ; quem a pegar,
leve a loja de chapeos junto a cadeia quo
sei gratificado.
1 Fugio da Capunga na noute de 10 de
Dezembru de 1844, o escravo Jos crioulo ,
de 43 annos secco do corpo e do boa altura;
quem o pegar, leve ao sobrado novo do mei-
mo lugar, ou na ruada Senzalla-velha n 1.>8.
3 Desappareceo no da TI do Janeiro do
corrente anuo um calumba do nomo Manoel,
de 8 para 9 annos desconfiase ter sido fur-
ldoporser muito espeito andava vendendo
melancia em um laboleiru ; levou calcas de ru-
cado e camisa de chila tem u cabello pegado,
e collado coro galoiina tem urna empinge na
cabeca do lado de detraz aonde nao llio nasco
cabello he muito amigo de brigar o dar cabe-
cadas muito risadore rogrista tem astucias
para dizer que he Torro ; recommenda-se a
qualquer autoridade policial ou pessoa par-
! licular, que dola livor noticias, de o Tatcr pren-
der, e levar as Cinco-pontas n. 82, que ser bem
recompensado. (12
3Fugio no dia 20 do p. p. una preta de
nomelzabel de meia idade do naco Costa ,
lavadeira, consta andar para as parles do Man-
guinho tem (alta de denles na fenle e esta
bastante magra ; na ra da Cadeia n. 1 venda
do Pitomba que ser lecompensado. (6
5 Desaparecen no dia 18 do mez passado
un moleque crioulo de nome Christianno de
7 a 8 annos, bem parecido e bastante rogrista;
suppoe-se estar lurtado por isso recommen-
da-se a qualquer auloridaue policial ou pes-
soas particulares quo (talle tiveiem noticias ,
de o la/erom prender, o maiidal-o condu ra da Cadeia do Becifo n. 13, terceiro andar,
onde sera gratificada lo la a despesa. (8
2 Fugio no dia 9 do corrente un preto de
nome Joaquim lovou calc-as e camisa do algo-
dozinho chapeo de paltia, he quebredo e por
isso ira/, funda costuma beber u tem sido
visto por detraz dos Maityiius e nbeira da Boa-
vista as vendas ; quem o pegar, levo a ra
Direita n. 10, que sera recompensado. 7
2 Em 14 do Novembro do anuo p. p. fu-
gio urna prela do naco Costa de nome Albina,
alta bem parecida com dous signaos as
inaces do rosto que parecem dous ctenteos,
lera 30 anuos era veudedeira do bolinhos e
cangica ; quem a pegar, leve a ra da Cruz ".
o', quo ser recompensado. i*"
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