Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05283


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Full Text
Armo de 1845:
Segunda Felra 3
BBJBSHHMaHWBHaaBm^HHiaHiBHMHI^HI
O '"im" puh!:ci-M imlotoa das que n.io fortn santificados : o prego di aasignatnra
hr i' fe mil rs. por quartel peto* edien.a.loi O annunrioaitos aasignantas sao iaaeridos
a r..---1 qu n:io (aria asinnt-s psgiio SOrtispo.I nlia.lfi e lypo difirante, poi nadapabllcacio.
PARTIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
Con!,' l'aransba^egundaee aexiaa feiraa.Rio Grande do Noria, chege a H til a par-
la kdt'it.V.tbii, Sarinhaam, RioForaeao, Macer, PorloCeleo, a Alagoaa: no 4.*
11 a Sd derada ae. Garanhune a Bonito i lUi 21 de oada aei roa-siita a Flor
i a iSi 1" dilo. Cidade da Victoria quintae fairaa. Olinda todoi oa diaa.
DAS DA SEMANA.
; Stg s. lira;. And. do J. de D. da '2. .
4 l'erc a Andr. Ral. and. do J. da D.d i. ,
B Ruarla gueda. Aod J. da D. da J .
l'. Ouintr. Uorothca. Au do J da 1). da _'. y ,
7 Salla a Ricardo "1. do J. da D da i. Vil,
8 Sah; s Corinlli a Ral. aud do J. de D.da 1. r.
y llom d. 0 da quaresma i, Apolonia.
i-.ii/smtiii.t.ci. ../jataar.-a. y,-araicg"!
de F^vereiro.
Asno XXI. N. 27.
1 uno afora aapanda da aos aetaoe; da nnm prndancia. oderagio* aa apa: eoa
t^ linueaoe oao prinoipiaaoe a eeraaae aponladoa oooa edoiireijo entre es nagual en
A oultae CProclaaag da Aaeeaalea Geral do aiaiil.
C1MII01 ,0 BU 1 U* ItVl KEir.O
CaafciotabraLoadraa 25 :l|i
a a Paria 180 rea por frin(,0
a a L.ekoailOpor.Ol) de praaio
atoada da obra ao par.
Idaa da latraa da boai firaat i por ata
vea da
Our-Moeda da ,400 17 000 I7,S00
, N. 46.600 17,000
. da 4,000 V.400 y,600
Prala-I*al.coai 4,M0 1 050
Peaoa ooluaiainarea 1,'JiO 1 W0
a Diioa aeiicanoe 1,9<.>0 1,940
PHASES DA LA NO MEZ DE FEVEREIRO.
Luaaori .6 as 5 h a 46 aia. da t,r,le. i Le aheie a 92aa 4 horas a "7 aia. da a.
Craacania a 14 aa horas e 40 a da ai. I Miaguacta a 'II as H boraa a "l6 aia da m-
Preammr de hoje.
Priaaira ts 1 horas 18 aia. da manh.'ia f Segundea 1 horas 42 minutos da lartl
.sajaaaaaBBauy aataaaar
DIARIO DE PERNAMB

I Da
BUEIKaaaZSaefrll2rj2
.**. rr* i0" e g.. w : ,-
Ma\TgjaniAMJaWiarj ^_s3iaaiaXi3ers^i^aisr.&'jiKn6ai5tt^afci'}T.-\-- hm iwiirimnai,~*r mrr ---t-
REI. \T0I1I0 DAREPARTICVo DOS NEGOCIOS DO IM-
PERIO, APRESENTADU a' ASSEMBLA GERAL
LEGISLATIVA NA .. SEaSAO DA (.a I.EGISL \-
TUR4, PELO MINISTRO E SECRETARIO DB KSTA
D ) D1S NEGOCIOS DO IMPERIO JOSt? CARLOS PE-
RE1RA DE ALMEIDA TOMES. f
JnstruccSo publica.
O estabelecimento de urna universidado na
capital do imperio tem sido objecto tantas vezes
tratado, e furnia se om ra6es tao obvias, que
desnecessario se torna fazer aqui mengao dolas
Urna proposta elaborada na SeccSo do.Con-
celho d Estado dos Negocios do Imperio para a
creac3o daijuella universidade lem de ser me-
ditada pelo iioverno, o poder em lempo ser
ubmettid Votta Ilustrada consideracao : en-
tretanto relerirci o que He mais importante tem
occorrido, e convi^m providenciara respeitidos
ostabelecimenlos litteranos, que sao subordi-
nados ao Ministerio a meu cargo.
A Assembla Legislativa da provincia de S.
Paulo deliborou transferir se para o edifcio oc-
cupado na capital pelo Curso Jurdico; mas a
istose oppoz o Governo, mandando suspender
a execucao da respectiva lei (cuja disposicao pa-
rece nao ler pro^redido) al definitiva decisao
da Assembla Geral; fundando-se para isso o
mesmo Governo na incompetencia da dita As-
embla para legislar a respeito do emprego, e
applicacao de um predio, que nao he provin-
cial, e muito monos quando ja est destinado
para um eslabelecimen'.o acadmico, objecto
exceptuado da disposicao do artigo 10. '1.a da
lei de 12 de Agosto de 1834. O 1). Abbade da
Congregado Benedicta reclama a entrega do
edificio oceupado pelo Curso Jurdico de Olin-
da; mas a decit-ao dcsto negocio pende de in-
formafoes circunstanciadas lano a respeitodo
edificio, para o qual possa fazer-M a mudanca,
como a respailo da duspeza c im as obras para
adoplal o aos flus, para que lem de servir,
quando naoseja possivel que o Curso Jurdico
continuo a permanecer naquelle em que se at lia.
O (ioverno cuida tambem em providenciar so-
bro a escandalosa relaxacao, que se tem intro-
du ido na disciplina daqut'lle estabelecimento,
e sera prompto em sollicilara vossa cooperacao,
quando as providencias, que sobre este objecto
se houverem do dar, excedan a esphera de suas
itttribuicoes. Os Mdicos viajantes das duas es-
colas de Medicina se recolhero por ordem do
Governo, e diversas despeas se reJuzro as
mes i as escolas, a fiui de se nao exceder o cr-
dito ltimamente para i Has votado; cumprin-
do-me accrescentar que com o estabelecimento
de um Hospital Militar (que foi de urgente, e
absoluta necessidade) no edificio da escola da
edite, ficou esta redu/ida a to pequeo espa-
o, qje na i be possivel conservar-so assim por
muito trirpo, o que a pobreza, em que se acha
rtornamente para supprimento da povonco visi
(ha, emquanto em beneficio desta so nao edifi-
ca ochafariz di Praca Municipal. A obra, que
presentemente mais urge, he a reedificaciio da
[reja, a qual se acha oreada em quasi 19:000.)
ri.j mas nao ser possivel leval-a a effeito, se
nao for por vos auxiliada.
Kenovando-se presentemente todos os anuos
o curso da aula do Commercio, por leccionar
'in urna das catleiras o Professor proprietario, e
em outra o Substituto, tem sido Ira/ida ao 80-
nliccimento da Assembla Geral a necessidade
de pessoa, que os supra nos seus impedimentos
Esta necessidade ltimamente se repeli, e o
Governo vio-so obrigado a chamar para a re-
gencia das caderas um substituto interino, as-
signando- Ihe urna mdica gratilicacao O Go-
verno espera que removis este inconveniente,
assim como que tomis em consideracSo a pro
videncia de se exigir nos mancebos, que aspira-
rem a matricular-sc na dita aula, o conneci-
mento das lin'goas Ingleza e Franceza, com o
qual as pessoas alli habilitadas mus fcilmente
encontrarlo emprego as casas estrangeiras es-
ta belecidas entre nos, e mais fcilmente enta-
bolar, e enlretero retacos com as do outros
paizes, conu no antecedente relatorio se pon-
derou.
A Munificencia Imperial, galardoando com
dislinccoes os autores das principaes obras, que
figurio as exposiedea annuaes da Academia das
Bellas Artes, vai despertando, entre os qu as
cultivan, salutar rivalidad?, e estimulando os
alumnos a se eslorcarem por merecl-as; a sor-
te porm dos Professorcs tanto propnetarios,
como substitutos, he demasiadamente niesqui-
nha, e niio devodeixar de chamar sobre ella a
vossa benvola altencSo, para que elevis o or-
denado dos primeiros a um cont e duzentos
mil ris, e o dos segundos a otocentos mil rs ;
assim como para que habilitis o Governo, a
fim de mandar viajar Europa algunsdoi alum-
nos mais aproveitados. Com a quantia annual de
tres contos de ris pdem-se conservar neste
movimento tres daquelles alumnos, ficando al-
l cada um delles por espago de. tres annos. Pe-
lo que tuca ao edificio, precisa elle e tilguns
repaios:cumpreapromptar oscapiteisdebronze,
<|ue devem rematar as columnas do frontespi-
co, e abrir finalmente a ma Ironleira a sua
principal entrada. Para este ultimo objecto ja
se consignou quantia na lei de 6 de Selembro
de 1840; mas essa quantia foi muito inferior ao
valor dos predios, que se haviao de comprar pa-
ra se domolirem, e por este motivo nada so adi-
antou : ltimamente consta que o proprieta-
rio de dous daquelles predios se oflerece para
trocal-os por outros da nacao, que sejao de
igual valor, O Governo julga ventajosa esta
proposta, e soilicita a vossa autorisago para
acceilal-a. Entre aquolles predios fica anda um,
cujo proprietario nao tem querido modificar
suas pretenides.
A mstruceao primaria, da qual tanto depen-
merecido do
a da Babia a respeito de instrumentos de Physi-
ca, Anatoma e Operacoes, reclama a vossa de a moralidado das naces, lem
promptii altencao. Talve/. com a quantia de rs. Governo, no municipio da edrte, particular
2:000,000, que propuz no antecedente realo- sollicilude. No ultimo relatorio foi o Corpo Le-
rlo, se possa prover neste objecto ao que be de gislativo informado de <|ue se havia mandado
mais urgente necessidade. | abonar a alguns dos Professores, que nao
Oito alumnos do collegio de Pedro Segundo i tinhao casa paga pela naco, quantias para a-
alli tomaran o grao de liacharel em lettras em j luguel della, nao se podendo eslender a todos
18i3; no anuo, que acaba de lindar, tomarao esta providencia, por falta de meios, os quaes
o mesmo grao cinco alumnos: os ordenados dos de vos sollu-ito para aquelle fim, bem como pa-
Professores da lingoa Ingle/a e Franceza, fo-; ra se proverem todas as escolas dos utensilios
rao alguma cousa melhoradus, elevamlo-se a precisos f ara o ensino dos alumnos; e de que
soiscentos mil ris o de cadaum delds: o do So se bavia commettido aos Parocbos e Jizcs de
cretario foi tambem elevado a quatrocentos mil Paz, o velarem sobre os Professores, e Pro-
ris; o mesmo se pralicou com o dos Inspcelo- le-soras no desempenbo de suas obrigaces,
res dos alumnos, cada um dos quaes actuolmen- dando el le p^rle a Cmara Municipal, e ao Di -
te percebe tre/ei tu mil ris (j collegio foi en- : lector das escolas, das omisse e irregularida-
riquecido pela niunilicencia imperial com urna des, que observassem, e nos cas s de maior
nnmeaosa, e importante colletco de mineraes; gravidade ao Governo : ponderou-se a necessi-
alm disto diversos ob|ectos, posto que de pe- dade da edilicacao de predios com as propor-
queno vabr, secumprarao para uso das aulas (oes e accommodagoe* precisas para a exacta
de Sciencias Naluraes e Chunica. Brevemente observancia do Ensino Mutuo, principiando-se
sera o collegio prvido d'agoa, estabelecendo- por um, pelo da fregue/ia mais populosa, por
se alli um chalan/ para supprimento delje in- nao ser possivel cuidar simultneamente na
{ornamente : este cbafariz s rviu tambem ex- conslrucco de todo; objecto este, de queja
linhio tratado os meus antocessores, remstten-
lo um delles a esta Augusta Cmara, em 17 de
laneiro de 1S13, a planta o o orcamento da o-
lira, com os mais esclarecimentos necessarios :
mostrou-se ser indispensavel crear, pelo menos
um substituto e urna substitua, para haver com
promptidao pessoa habilitada, que na corte oc-
oupe as caderas, quando vagas, e quando im-
pedidos os Professores e Professoras, que as re-
gem : fez-se sentir finalmente o muito que im-
porta sujeitar a umainspecefu vigilante, e per
manenteessa multidiio de escolas ecollegios,
que se teem estabelecido. e \So estabelecendo
sem conhecimenlo da autoridade publica; sem
declaraco das obrigacoas, a que se cmnpromet-
lem seus Directores; e sem previa fianga ao
leseinpenho dolas : sollieitando-se .'lilao do
Corpo Legislatiro, em resultado de taes cunsi-
deragSes, ampia liberdade para o Governo re-
gular no municipio da corte a instrucc3o prima-
ria como julgar conveniente, c imprehendidas
quaesquer escolas ecollegios do particulares;
lando se depois parte ao mesmo Corpo Legis-
lativo do que se I ouver praticado, para final
approvacao. Esta providencia me parece indis-
pensavel; e, insistindo em sollicitaf-a, pedin-
do que seja exti nsiva s aulas, e estabelecimen-
to de instruccSo secundaria, espero ser por vos
attendido. Naquelle relatorio se disse tambem
que o Governo linha mandado imprimir a tra-
dcelo do cathecismo de Fleury para a instruc
cao religiosa as escolas do municipio da corte:
aquelle livro ja foi por ellas distribuido. Urna
obra remttttida pelo nosso Ministro em Vienna
sobre a instruccao publica om todo o imperio
austraco se esta examinando, para della se a-
proveitar o que entre nos se pudor por em pra-
tica, no caso de conce.lerdes ao Governo a au-
t.ihsacao cima pedida Quanto ao estado da
mstruceao as provincias do nosso imperio, no
seguinte relatorio se vos dar delle a costumada
noticia.
Passarei a tratar do museo nacional. A re-
duccao feila nos vencimentos dos empregados,
por decreto de 5 de Noternbro de 1843, om
consequencia da mesquinha consignago, com
que foi dotado pelo Corpo Legislativo aquella
estabelecimento, nao deve continuar por mais
tempo. He indecoroso para a naco, e para a
scioncia, que pessoas de subida habilita(ao lu-
terana, incumbidas de trabalhos importantes,
tenliao um honorario anda menor (como bem
observou o concedi do estabelecimento em seo
relatorio do 16 de Margo do anno pastado) do
que o salario de um jornaleiro. De accordo
com estas consideracoes no orcamento da re-
particao a meu cargo peco a quantia necessaria
para se retribuir o servico daquelles emprega-
dos da mesma maneira que antes da menciona
da reduego; mas esta despeza so nao basta ,
para que as cousas se levem ao ponto daquelle
estabelecimento aproveitar scioncia eao en-
sino como em a nova organisaco se leve em
vista : he nocesserio que o edificio se conclua ,
proporcionondo-se assim commodo para o esta-
belecimento das aulas de que trata o 5. do
art. 8." do decreto da reforma e para a con-
veniente classilicago de numerosos e impor-
tantes productos que se achao amonloados
mesmo em gavetas : he necessario que se no-
mem pessoas que sejo incumbidas as pro-
vincias de colligirem e remetterem produc
t<>8 nao a para se suppnr a falta do que o
lempo vai deteriorando como tambem para se
ampliare! as col leo/oes j existentes mas
anda incompletas, nos diversos reinos da natu-
rea. Nao proionbo no orgamento quantias
para estas despezas mas cumpr que tornis
estes objsctos em consideracao : sem isto me-
Ibor be reduzir tudo ao estado em que se
acbava antes da reorganisacao do estabeleci-
mento.
Entende o Governo que nao deve por ora
chamar a vossa altencao conslrucco de um
edificio com as commodidades proprias de
taes estabelecimentos para bibliotbeca publi-
ca. Bem que no actual lallem todas essas com-
modidades bavendo nicamente urna sala de
loilura onde he impossivel qualquer seria ap-
plicacao em razio da rjistraccio produzida pelo
continuo movimonto das pesois que alli con
correm, onlrando unas rotirando-s1 outras ;
onde apezar da vigilancia dos empregados
(que bem poucos sao) se pdem commetter
desvos do ohras importante! ou de parte del -
las estando a dita sala e n roda e em toda a
altura de suas paredes, guarnecida de livros
m estantes inteiramente abcrlas ; com tudo
forcoso ho que as cousis assim continucm at
que as nossas circunstancias linancoiras dem
logar conslrucco indicada. Pur ora s so
poder atlender a obra que for necessaria
para segurar-se o pavimento um pouco al-
quebrado do gabinete das sciencias ; e
conslrucco de urna lileira de estantes de duas
faces. no meio e ao longo dense gabinete ,
as quaes se enlloquemos livros, rom que a
bibliotheca tem sido ltimamente enriquecida ,
e osque para o futuro houver de receber. Para
urna e outra cousa acaba oGovemodo dars
convenientes providencias. A bibliolbeca re-
cebeo alguns fulbetos interessantes de alguns
dos quaes mandou o Governo fa/er extractos,
por um empregado daquella repartirn para
e aprovcilar das ideias, que elles possao con-
ter e sojSo en sua totalidade ou em parte ,
applicaveis as cousas do nosso paiz ; e naquel-
le estabecimento se apromptro sele colleccoes
da Flora Hmense para Estados da America.
jdgricultura.
No antecedente lelatorio se troux<* ao conhe-
cimenlo do Corpo Legislativo que o Governo ha-
via dado as suas ordens pa ra que o jardim bo -
tnico da Logoa nao continuassea pesar tanto
sobre a naco ; e para que houvesse a necessaria
economa e fiscalisaio as suas despezas.
Reconhece o Governo que aquelle estabeleci-
mento necessita de essencial providencia e s
espora que se aprsente opportunidade pera le-
val-a a efleito. CJuanto ao Passeio Publico ,
faz-se mister anda um jardineiro entendido na
cultura e propagacao das plantas dos diversos
paizes ; a construccao de encanamentos o
pocos; o concert das casas internas; neces-
sidades estas a que nao tem podido o Governo
acudir.
Chegando ao conhecimenlo do Governo o
abus que no dislricto da cdade de Campos so
commelte a respeito do corte deparobas.ao Pre-
sidente da provincia do Rio de Janeiro se re
commendou que mandando proceder as ne-
cessanas averiguagoes, dsse as providencias
legaea para que o dito abuso nao continuasse
com prejuizo da nossa conslrucco naval.
Pelo nosso Ministro nos Estados Unidos da
America do Norte foi o Governo informado de
que a importagao doassucardo Brasil para alli
be ainda muito diminuta ; continuando a ter
preferencia no morcado o que vai de Cuba e
de Porto Rico. Provem a prelerencia de que
o assucar destes dous paizes he mais secco, mais
crystalisado e acondicionado em pequeas
caixas ou barricas as quaeso seu transpor-
te se torna muito mais fcil para o interior pe-
las estradas de ferro ou pelos onaes O Go-
verno recommendou ros Presidentes das pro-
vincias martimas em que se fabrica e em-
barca aquelle genero que dessem s indica-
das informages a conveniente publicidade.
No antecedonte relatorio se referi que na
provincia do S. Catharina a canna denomina-
da de Cayenna tinha sido atacada por urna es-
pecie de lagarta que grandes estragos havia
feito as respectivas plantacoes : hojecumpre-
me dzer-vos que o Governo tem procurado re-
mediar aquelle mal remetiendo porces de
planta nova daquella carina vinda do Par.
Estrago semelhante se tem experimentado em
alguns lugares da provincia do Rio de Janeiro:
o Governo occorrer a elle applicando para
esta provincia a planta, que d'ora em diante se
recebe.
Continuando o l)r. Schmidt a interessar-se
pelo ad lauta tu iji... da nossa agricultura, lti-
mamente remellen acompanhadas das conve-


1

niento* in9truccflos sobro seu plantio semen-
tes de reseda acafrio um >, feno e amo-
reira asquaes orao distribuidas pela sociedade
Auxiliadora, pelos estabelecimentos public d agricultura na corte pela provnola do Rio
do Janeiro e por aquellas das outros onde
sejul,M>'j que poderiiu tingar e medrar as
respectivas plantas. O mesmo Dr. Sclimidl
tenciona (azur algum as experiencias sobre a ap-
tido das trras do Brasil para u cultura de ce-
reaus c com esse intuito pedio alguns caixoes
deas tanto virgens corno ja cansadas : a es-
se pedido satisfaz O Governo. De .Vlarylan 1
inandou o Gov Tno vir urna porcao de semental
de fumo a qual ser convenientemente dis-
tribuida logo que chegar.
Concluire o presente artigo participando
que o Govrno tondo em considerado o ser-
vico prestado por Luiz Borgasse de quem
adianto (allarei na introdcelo de umitas
plantas utoii, amas vivas oulras em lamen*
tos, Iho mando, dar urna gratilicaco de R-
1:000^000 ; lando precedido favoraveis inlor-
macos da sociedade Auxiliadora que sobre
este objecto foi ouvida.
(Continuarse-ha.)

Extracto das folhas inglezas at II e Irao-
ctzas at 1 de Dezombro.
A Bainha Victoria, o Principe Alberto, o Du-
que aDuquezadeSaxe Coburgo havia > visitado
o palacio Real de f laremont.
No di ti) teve lugar o enterro da Princeza So-
phia Mathilde. Um destacamento da polica da
capital o Deao, Cnnegos e Padres da capella de
Windsor, assim como 00 rapazes e raparigas
das escolas de caridade, precediao o lerelro-
alraz do qual seguiio as pessoas da corte, vesti,
das de rigoroso lucto.
A Rainha Victoria rr.andou entregar a Mr.
Tliomaz Grant, chele dos rmaseos em Gosport,
un soberbo vaso de prata em remuneracao da
rnaneira por que recebeo em sua casa S. M. o
Principo Alberto o Bei dos Francezes o Du-
que de Montpensier, no dia 14 de Novembro
passado quando as chuvase o vento forte
obstavao ao embarque em Portsmouth. Dis-se,
que tambem se levantar um monumento no
sitio em que o Rei dos Franceses desembarcou ,
a 8 de Novembro.
Parece que a Rainha de Inglaterra lenciona
visitar o Duque de Buckingham na sua resi-
dencia do condado do mesmo nome.
A 5, o Baro de Neumann Knioaixador da
Austria em Londres casou com Lady Augus-
ta Somerset, filha primognita do Duque de
Beaulort. A cenmonia nupcial foi desempe-
nhada segundo o rito Calholico Romano, na
capella da Legacao Austraca em Chandos-
house, em presenca do buque de Wellington ,
do Conde e Condeca de S. Aulaire do Baro de
Brunow do Baro de Cetto Conde de Aber-
deen etc.
O Arcebispo de Canlerbury aesba de respon-
der ao memorial que Ihe foi a presentado pe-
dindo urna convocacaode Bispos da jgreja An-
glirana a lm de seren consultados a ceica da
divido, que actualmente se nota entre os pro-
testantes. O Arcebispo declarou, que est dis-
posto a cooperar pelos rucios ao seu alcance
para acabar com essa diviso ; e para dar a
igreja Anglicana, a unidade e a concordia de
que carece.
Os Bispos de Londres Durham Lincoln e
Ely annunciaro quo para o anno todos os can
didatos da universidade de Cambridge que a
tiles re< orrerem para recebe-rem ordens sacras de
ver estar munidos de certides, que demons-
tiem a approvacao nos exames theologicos vo-
luntario. O ipo de Noric ch que fu igual
annuncio declara que so comeen r a vigorar
depois de Agot; de I84>
O invern apreser.lava em Inglaterra todos
os indicios de ser longo c rigoroso. Comeco as
agoas a gelar ; e urna multido de patos bra-
vos e de nutra raca tem cido exposta ven-
da nos mercados pblicos, ern consequencia da
facilidade, que teem os catadores em empregar
bem os seus tiros.
Em Dartmouth vai proreder-se /i eleleio de
um membro do Parlamenlo. Mr. So.iers do-
no de um estaleiio e candidato, annuncioii
que no caso de ser eleito lana construir, pelo
menos, dous navios de 500 toneladas annual-
menle segurando dtit'arte empiegos a mui-
tos bracos. Os amigos de Mr. Moffat o outro
candidato, responderao deelaracao de Mr.
Somers, que se obrigavao a mandar construir
pela sua parte 4 navios animalmente em Dar-
tmouth e a occorrer a|*in disto n certas dcs-
pezaa municipaes. Julga-seque Mr. Moffat ser
preferido
Diversos fabricantes de Manchester escreve-
ro a Lord Ashley para saber se tencionava re-
novar a sua mocan cerca das 10 horas de tra-
balho as fabricas. O nobro Lord responden,
que eslava resolvido a propfll o novainenle ,
logo que o parlamento se abrisse o que nao
se poupana a esforcos para fazer triumphar a
sua concepcao. He. natural que se renov a
contenda ntreos partidistas das dez e das II
horas de trabalhos com bastante calor.
Os negociantes da prava de Londres que
eom re.'aces com a India e a China reuni-
rio-se para resolver sobro o meio de testemu-1 Aloe, em navios francotes, de fra da Euro-
ohar a Sir Henrique Poltinger a sua gratido pa 50 f ; de outra procedencia e em navios
,ielo lelo com que pugnou na Asia a favor do >eitrangeiros, os direitos actuaes.
ommorcio britannico. Decidio-se que se des- Benjoim em navios francezes, de fra da
um grande banquete ao ex-Governador de Europa, 100 f. ; de outra procedencia e em
Hong-Kong e abrio-se urna suhscripcio para navios estrangeiros, os direitos actuaes.
*sse efleito a qual ja ehega a 2,200 libras sterli- Camphora n8o^refinada em navios france-
nas. O jantir ser dado a 20 de Dezembro.
Mr. Robfar o procurador dos banqueiros
Bogerse Companhia aosquaesroubrio l-
timamente mais de 40.000 libras apresen -
tou um plano para annullar no banco de Ingla-
terra (odas as notas roub idas que serio subs-
tituidas por outras tornando intil eos ladres
o Iructo do roubo. O Ministro Sir James
i. raba ni tomou o plano em considerarlo e es-
pera se que seja plenamente approvado.
Acaba d) (all cer em Soutlihill Lord Li-
merick na idam de 87 annos um dos mais an
ligo* Pares da Cmara alta. He seu herdeiro
Gu'lhermc Henrique Tennuon Pery segundo
filhode Lord t.lenworth e neto do fallecido.
Km Liverpool M M. Curts Bury e
Kennedy preparao dous vapores de grande d-
menso e com caldcirus de difieren te proces-
so por conta do Governo da Russia. A febre
typboide ainda faz estragos nesta cidade pos-
to que baja dim nuido de intensidade.
Escrevem de Dublin em data de 4 que
nidia antecedento bnuvera urna reunan presi-
dida por Mr. Shcridan para protestar contra o
/('//relativo aos legados em favor do cleM ca-
lholico. Mr. O' Connell eslava presente e
disseque o bil era destinados diminuir a in-
fluencia do clero calholico sobre os fiis ; e que
era ombusle affirmar que isso aproveitaria ao
povo h laude/. Sustentou que era um insulto
faito ao clero calholico ; e que convinha decla-
rar alto e bom som queso resistira legal-
menle se insistissem em levar execucao se-
melhanle medida Prometteo que na pri
meira reuna i faria urna moco para que o
Arcebispo de Dublin, o reverendo Dr. Murreg,
fosse sollicitado a fim de recusai ao Governo
todo o auxilio na oxecucSo do bil, rejeitando
a nomeaco de commissario do Esecutivo ,
para nao observar os proceitos que elle pres-
creve.
O Bei dos Francezes e a Familia Real havia
regressado do palacio do S. Cloud para as Tui-
llierias, onde se conservaran o invern
O Semaphore de Marselha de 5 annuncia ter
allegado a Toulon no dia anterior a fragata a
vapor (iomer conduzindo a seu hordo o Prin-
cipe de .lomville o Duque e a Duquexa de
Anuale A participacao telegraphica refere
que o Gomer e o Labrador em consequencia de
mo lempo forao obrigados a desviar-se de
Marselha onde davio desembarcar os Principes
Francezes.
Entretanto SS. A A. dirigirio-se depois por
Ierra a Merselha onde foro acolhidos com
grandes demonstraces de enthusiasmo. As
ras achavao-se ebeias de arcos de triumpbo e
as janeflas ornadas de colxas variegadas.
O Moniteur publica urna ordenanca refe-
aendada pelo Ministro do Commercio Mr.
i.unin-l.ridaine contendoasseguintes reduc
roes da tarifa.
Madeira e raizesde pilrileiro ; sendo im-
portadas em navios francezes de paizes da
Kurona 10 cents; de outros pontos 1 f 50
c. ; em navios estrangeiros e por Ierra 2 f.
por cada 100 kilogrammas.
Cobre misturado com zinco em barras ,
verguinha ou chapas importado em navios
lranee.es de lora da Eurapa 10 c. por kilo-
grammas.
Aniz da Chna em navios francezes, da In-
dia 15 francos de outros por tos 30 f.; em na
\ ios estrangeiros 40 f. por 100 kilogrammas.
Nitrato do Mida em navios franceses de
fra da Europa metade do actual direito.
Caimas da India importadas em navios
france/es da India 15 f.; de outros paizes
fra da Europa 10 francos
Bamlis e (-urina- da marca grande da In-
ia 60 i., de outros paizes fra da Europa 80
lr neos
Flor de acafro, em navios francezes, de f-
ra da Europa 12 francos, de outra procedencia
os direitos actuaes. Em navios estrangeiros os
direitos actuaes.
Cacao em navios francezes, de fra da Eu-
ropa 1 franco ; de outra procedencia os di-
reitos actuaes, Em navios estrangeiros os di-
reitos acluaes.
I.nliens para tinturara em navios france-
zes de fra da Europa 10 c, de outra pro-
cedencia os direitos actuaes; assim como para
os navios estrangeiros.
laizes medicinaes nao especificadas em
navios f ancezes de fura da Europa 15 f. .
uh outra procedencia os direitos acluaes e os
meamos para navios estrangeiros.
Balsamo de copahiba em navios franec/es,
de fra da Europa I f. 50c, de outra po
zes de fra da Europa, 50 f. ; de outra pro-
cedencia, eem navios estrangeiros os direitos
actuaes.
Jalapa (miz;, em navios francezes de fra
da Europa 80 f.; de outra procedencia, e em
navios estrangeiros, os direitos actuaes.
Producces importadas da India em navios
francezes: Goma-lacea em estado puro, ou
resinosa, 50 c. ; em tintura 25 f. Madre-
perla 10 f. Estanbo 10 c. Podra de
cal ,1c- Ferro em mineral, 1 c.
O Marechal Bugeaudacha-se em Excideuil .
sua patria onde foi recebido com muitos fes-
lejos.
O Courrier FranQaii diz que Mr. Ville-
main est encarregado de redigir o discurso do
Rei na abertura das Cmaras e que anda mul-
to oecupado com essa pega ministerial.
O fri continuava com intensidade em Pariz.
O thermometro Fahrenheit chogou a descer a
-25 Receiio-se bastantes desastres provenien-
tes da inclemencia da estarao.
A Princeza de Joinville (segundo o Courrier)
em consequencia da nebrina, chuva e nev, que
lem cabido em Pariz, assim como da nudez das
arvores lastima a falta do bello clima dos tro-
picos ; e mostra-se dominada de profunda me
ancolia. Parece que se fizerSo algumas festi-
vidades em Palacio, de proposito para distrahir
a Princeza.
Consta que a fragata Belle Poule vai partir
para o Mar Pacifico com despachos para o Con-
tra-Almirante llamelin.
O theatro ingle/ de Pariz ia comecar as suas
recitas em consequencia de ter ebegado Mr.
Vlacready o distincto trgico britannico. Este
actor tencionava debutar no Othello tragedia
de Shakespeare.
L' A frique diz, que o Governo francez talvez
seja constmugido a usar de rigor para obrigar
novamenteo Imperador de Marrocos a cumprir
o tratado pelo que respeita espulso de Abdel
Kador o qual contina a conservar-se as
fronteiras da Algeria.
Allirma-se que o Governo Francez. havia
adoptado medidas decisivas a este respeito ; e
que a cor.stante correspondencia que ha entre o
Marechal Soulte Mr Guizot he relativa aos ne
gocios de Marrocos.
A Prtsie referindo-se novamente questSode
Tahiti censura o Capito Hunt. do navio de
guerra ingles faiilisk por conservar a Rainha
Pomar intrigada com os F'ranceies estabele-
cidos em Papeiti e por obstar reconciliacio,
que poda reaiisar-se depois de desapprovada
a conducta de Mr. Dupetit-Thouars entres
Bainha e o (invernador liruat.
U National pertende que se receberSo noti-
cias de Tahiti mu i desfsvorsveis ; e que o Go-
verno nao julga opportuno publical-as pelo em
quaoto.
O (Uobo felaa diz que do mappa eral do
commercio interior e exterior da Blgica per-
tencente ao anno de 1843 resulta que a quan-
tidade total de importatoes e exportaces mon-
tou no dito anno a 890 milhoes. Este resulta
do indica um grando progresso na prodcelo e
na industria do paiz porque eicede em 28 mi-
lhoes ao do anno antecedente.
O mesmo jornal diz. que o Principe Birou e
o Bario de llanau Encarregado dos negocios
da Austria em Bruxellas se tinhao dirigido
no dia 5 de Dezembro a casa de Mr. Poorter.
para ver trabalbar os teares da sua invengo. O
Principe Birou he um grande proprielario da
Silesia, e por conseguinte tem fortes rardes pa-
ra se prcoecupar da situarn dos teceles amea-
cados pela transformado de methodos para a
liaco do linho e tambem para o tecido do
panna. Elle notou particularmente o lear sim-
ples que produz urna pega de tecido de seis
quartas ; um toar duplicado, que produz de
um lado o lloco e do outro um tapete ; finia-
mente dous teares trplices que produzem ca-
da um trez pecas. N'um delles se eslava tecen-
do de um lado duas pecas de panno e do ou-
tro urna peca de cambraia para lencos. NOutro
tre/- pecas de cassa de la unidas e confecciona-
das ao mesmo lempo.
O Jornal de Haya diz que a conversSo dos
5 e dos 4 p. c. vai cada vez melhor. De 10
milhoes de florins de 5 p. c i( se convertero
voluntariamente e s de um se exigi o paga-
mento. Nao se duvida que a prxima serie ob-
tenha um preco mais elevado. Assim, esta im-
portante medida, he considerada como comple-
tamente concluida Trata-se de converter mais
20 milhSes de florins dos quaes 10 ou 11, se-
rio pagos se os possuidore assim o exigirem. O
preco dos novos 4 p. c era do 97 '/ P- O*
junto do Governo de Madrid para serem at-
tendidas assuas reelamaedes O Governo Hul-
la ndez comprometteo se a conceder Ihe a pro-
tecc,o requerida.
Segundo escrevem do Va I ais (Suissa) lem-so
manifestado novos symptornas do descontenta-
ment no Csntao da parte dos liberaos em
consequencia da reaccao aristocrtica o quo
pode muito bem causar urna uova lula entre os
habitantes do Alto e Baixo-Valais.
(Continuar te-ha )
PEBNAMBUCO.
Rendimenlo total da Alfandega de Penambu-
co no mex de Janeiro p. p.
Rendmento total 202:489,322
Restituidos 58,401
Rs. 202:430,921
cederan, ou em navios estrangeiros os direitos | possuidores de fundos hespanhoes tinbio-se di-
acluses. | rgido ao Governo pedindo-lhe o seu apoio ,
Direitos de 60 p. o/o de consumo
de 50
de 40
X de 30
de 25
u de 20
de 10
deO
de 5
de 4
de 2
dol






a
25
10
119
41
de r export ci
Expediente de 1 1/2 p. o/o
de 1/2 p. o/o dos gneros do
paiz
Armazenagem de 1/4 p. o/o
Premio dos assignadns 1/2 p. O/o
Emolumentos de certides
Multas
Sello dos despachos livres
113.550
:650.9'3
:713.906
:26* 960
: 186,564
600.75:
304 636
28.130
236,168
349,188
889
24,805
282,306
46.696
179,743
:573.778
17.360
815.515
41,058
202;430,921
Alfandega, l.'deFevereiro de 1845.
O Escrivo da Alfandega Jacorn Gerardo
Mario Lumachi e Meti.
Rendimento da Meta da fecebedoria de Rendas
Internas Geraes, no mez de Janeiro pr-
ximo findo.
Foros de terrenos de marinha 33,828
Laudemios 437,500
Siza de bens de raiz 2:385,200
Segunda decima de mfo porta 1:543,013
Direitos novos e velhos 154.633
Ditos de Chancellara 3,790
Dizima da mesma 144,078
Sello fixo 1:950.120
Dito proporcional 1:353,420
Imposto sobre casas de modas,rou-
pas, &e. 80.000
Licenca dos despachantes da Al-
fandega 62,500
Emolumentos de certides 7,250
Imposto de lujos abertas 3:008,620
Dito de seges e carrinbos 86,800
Dito de baicos do interior 144,000
Tasa de escravos 1:435,000
Rs. 12:829.779
A asber:
Pertencente ao rendimento
8eral ,. ,
Dito ao applicado a araorti-
sacao do papel
8:160,359
4:669.420
12:89,779
Recebedoria, 1. do Fevereirode 1845.
No impedimento do Escrivo, ol.Escrip-
turario Manoet Antonio Sunoes do Ama-
ral.
ELEICA PARA SENADOR.
Resultado da elegi dos collegios do Recife,
Olinda, Iguarass S. Antio Pao d'A Iho,
Goianna, Limocro, Bonito, Serinhaem, Bio
Formoso e Cabo.
Os Sra. Votos.
Thomaz Xavier 469
Antonio Carlos 466
Bario da Boa-vista 421
Antonio Joaquim de Mello 409
Sebastian do Reg Barros 319
M a noel de Sousa Teixeira 206
CORREIO.
CORRESPOMDBNCI \ liv CIDAlIR H PROVINCI \.
O nunca assaic vituperado Varela-ang em
suas ultimas despedidas (ti. IV. n. I32 ao'-eu
povo ( assim como quem acalentava meninos )
Ihe i rometleo havia escrever na Corle,esrnagan-
do ludo ; que havia com seus ps (redondos)
pizar o despotismo derrubar os relrogados ,
e reduzira p, trra, cima, e nada tudoquan-
to Ihe nao cAsirasie a maritafede O povo de


i
boauinha aberta de contente estoirando por
,nL os lados In detava o olhinho. como quem
pquer a cousa e ficou espiando pelas pfo-
S: pobre p .vo Os ares de Cabo -fno aba-
L a elT.-rvecencia da mais escaldada cachola,
,. .||a prometanle cumprio a sua palavra como
.,,'iem be Qual escrever Contentou-secom
?,1, na Cmara urna das tiradas do seu
Guarda Nacional, e rom islo saldou as contas
(| Quedevia e do que prometiera ao seu po-
"0 quem di/ elle tHdo deve porque ludo
obr'ou por elle e para ellej se <> .J^ el^lto-j
Correspondencias
ductores. -Nao tenho a pretcneio de
..airar vil) pole*icai do ornaei Unto porque
nio estou para isso habilitado como porque
detesto esse recurso que aos olhos de muila
ceute sensata de nada serve um homem ho-
nesto a quem um ente dcsconhecido e muitas
vczes abjecto assentou de tisnar a repulacao.
Mas, como um destes entes no D.-noco de
boje assentou de morder me como err.pr.-ga -
do de polica duendo : que o bom de Sub-
delegado do Poco da Panella que he guab.ru
nao tem providenciado a cerca dos turtos de es
cravos e cavallos que te faz.m na estrada do
Arraial. porque iraMra nao come eu pren-
le e ou nao quero quo alguem possa duvi
dar por um s momento de que ha de achar
i-m mim todo o apoio contra v.olenc.as ou ex-
lorsSes de quem quer que seja loreoso me he
sabir por esta vez dos meus principios. Nada
direi sobre a historia de guabir porque ao
indica um partido, o eu declaro que o que sou
em poltica sempre fui nem o escondo .
nem transijo com ninguem. Como Subdele-
gado tenho procurado fa/er o quo est a meu
alcance por quun nao s taco rondar o meu
districto como elle talve/ nunca o oi como
que tenho promettido a quem me denunciar
um roubo de escravo a quantia de O rs. por
cada um que Mf apprehendido e at hojo ne-
nhuma denuncame tem sido leita.nem por este
meio.nem por algum queixoso, e desafio a essa
pessoado !>.- tiovoa provar o contrario. Entre
tanto se ella sabe desses furtos niodexe de
prestar esse servico ao pail, e cont com os
200 rs. do cada escravo qu i Ihe hao de ser
contados exactamente. Taller, eu saiba Srs.
RK., donde me vein rssa dentada ; mas se he
pel que pens nao me fica pe/.r algum de a
haver excitado porque fiz o meu dever. He
pito ninguem se receie de me denunciar qual-
quer'facto criminoso porque como emprega-
do policial nao tenho altenq'S com ninguem.
Queirao Srs. BR Duhlcar estas linhas do
seu constante leitor Antonio Luiz Caldat.
Recite l.'de Kevereiro de 1845.
m
cxzr
""
ao Corrci do llectfe do D.-novo do l. do cor-
rente, nelledeparei com urna diatribeem que ndiz
Na lirada do Arraial, fregucr.ia do Poco d
na iiraua ao nrraiai, iioguvr.ia "" y *< .-... .------
Panella.tem-lefurtadonestesultimos mezes mais Sal estrang-ro dem a 760 rs. o alqueire.
... .<-... r >,_______i:_ I.|u,n o A AH) r a i
Sr: Redactores.Tanda o) novo do 1.
do rorrente n. 26 no lupplemento ao Correio
do Diario de Pernnmbuco dito que na estrada
do Arraial, freyuezia do Pocoda Punella,tem-e
furtado mais de 30 escravos e cavallos o que o
bom do Subdelegado que ho guabir nao pro-
cura providenciar,porque, diz elle, trahira no
come seu prente: permiti Srs. Redactores,
que eu pela sua Dem conceituada folba exija
ilesse inf.iine rabiscador as provas do que avan-
cou; pois que d. sde 23 de Dezembro do anno
lindo, dia em que na qualidade de l.o Supplen-
te toniou posse da Subdelegatura da freguezia
do Poco da Panella o honrado e enrgico T-
ente Coronel Antonio Lini Caldas nao s tem
sido a dita freguezia policl ida com a actividade,
(|uu a esto cidadao he propria, como tem dei-
xado de ser repetidos os actos criminosos que
d'antes sealli praticavo; e so por ventura al-
gum ha tido Jugar he lio occullamen-
le, quo sum cmplice pode delle tcr sciencia.
Dado porem o caso de que o tal supplemen
tario, por artes de berliques, e berloques. ou
em consequencia de suas boas rclarous adqui-
ridas na leira de Pedras de Fogo viesse a ser sa-
bedor de olgom desses factos que devem cha-
mar a vigilancia e aceo da Polica sobre a-
quelles, que os praticao, inelhor seria que o
denunciaste an prestante e honrado P. rnambu-
cano, o Sr Lni Caldas, para que elle procc-
desse a r. speilo como Ihe cumpria, oo que vr
com a inania de rabiscador atordoar os ouvidos
do publico com asquerosas calumnias, que. nAo
podendo producir o seu eleito, por ser solida e
bein adquerida a reputaco d'aquelle contra
quem as alira, nada mais fazem do que com-
provar o adagio = Nunca de mi moro bom
chrillao =; que applicado ao caso vertento deve
ser assiin puraphaseado Quem vive> as mal-
las, no nidio das leras, espuncando os bosques,
aquejando gado, o passando vida selva^em .
junis, por maiore e>f>rcoa, qu faca, pode
liab luir se aos usos da polida s ciedade
Ou irlo Srs. Rodadores publicar estas linhas
v Um Amigo do mrito.
Srs Redactores. LendoasproduccSesdosma-
ritafedesescrevinbadoresdonojento additamento
- H..u..~. ^- ---------
de 30 escravose cavallos," o oom do Subdelega
do.que he guabir, nao procura providencial :
a trahira nio come a seu prente, la diz o a-
igio.
Ora, Srs Redactores muilo pdooatrtvi-
mento dessa corja infame de manale.les, que
no polendo imitar a honradez desse Subde-
legado, a quem apellidio de guabir. procu
rao ver, se desta forma o dciacreditio fazen-
do-se desconhecidoi doquantoelle he incapaz
de capitular com criminosos anda que estes
s.'jo seui prenles, como querem fazcr acre-
ditar o laes escrivnbadores; em fim be preci-
so estar muilo fascinado pelo espirito de par-
tido para avanzar propotcei que le nao p-
dem provar contra urna autordade que at hnje
tem cumprdo com o seu dever aem considera -
ces a pessoas, ou attencSo a relac5ei particu-
lares: em fim, he precizo ser maritalede para
assim obrar: ulm de que cu julgo que as
maos dos martafedes eitao os meios de reme-
diar o mal de que suppdem opprmida a fre-
guezia do Poco ; drijao-ie ao Subdelegado ,
apresentema denuncia em forma do quedizem,
e ento queixem-se se elle nao providenciar co-
mo Ihe cumpre, mus arguirem no lem que el
le tenha dado causa, he s propro de manta-
fedei que por nstincto e por habito teem aver-
-ao a todas as autoridades que nao seguem ii
cegas o seu vil bando, e que nio se curveo aos
seu dctames
Srs. Redactores, antes de ultimar esta breve
defeza do meu amigo, coniintao-me pergun-
lar aos colaboradores dessa folba infame, so
ellei nao conhecem a esse Subdelegado de quen.
falli? Julgo que nao me podera responder
pela negativa esim que o conhecem, que he
um cidadao honrado, e de fortuna indepen-
dente, e membro de urna das boas familias d
provincia independente do Governo e por
uso incapaz de obrar o que Ihe imputo ; mas
ia-meesquecendo, deque o maior crimc que
elle tem be posiuir ai qualidides de um bom
cidadao, e ser ant-praeiro, porque le elle oi
se do partido infame que boje por desgraca e
xiste na provincia, embora fosse ladrfio, adula-
dor, inlame, vil e ludo quo com islo se pareja,
ra mais que bom, e delle te nao animara a
fallero D.-novo.
Mas, lelizmenle.o Subdelegado da fregue/ia
du Poco da Panella, o Sr. Teen te Coronel An-
tonio LBl Caldas, he bem conbecido na pro-
vincia e he incapaz de obrar o que Ihe impu-
lso: elle sdeixar impune o crme, quando
Ihe nio chegar a sua noticia; e de mais elle nao
preciza de encomios de to abjecta cfila.
Srs. Redactores, com a insercco d nhas Ibes litar agradecido.
I m amigo do Subdelegado do Poco
w*
COMMECSD
Aifanrieg.
Rendimenlo do dia i.\.........2:299*987
DescarregUo koje 3.
PatachoNovo Congressopipas e caixei.
Rrigue Pytagoras mercadorias.
PRACA DO RECIPE, 1.* UB FKVBREIR0 DE 1845.
lievista semanal
Cambios Effecturo-ie transaces a 25 '/* d.
p. 1,000 rs.
Assurar Al entrada fdrio pequenai e be
procurado ao preco de 1,050 rs. por
arroba sobre o ferro.
Algodao Forao mui Ilimitadas ai entradas ,
e bou sern vendas a 4,000 rs. por
arroba de I so re.
Couros Sio oflerecdos a 125 rs. a libra.
Azete doce Vendeo-ie a 2.000 n.o galo do
de Portugal, e a 1,950 rs. o do Me -
diterraneo.
Haralhso Nao chegou carregamento algum ,
e o depozito he de 5,500 barricas ,
sendo as vendas regulares.
cao de preco.
IChumbo de muncio Vendeo-se a 17,000 n.
I o quintal.
! Farinha de trigo Sem elteraco de preco ,
nao tendo havdo entradas.
Fio de sapateiro Vendeo le de 600 a 6i0 rs.
a libra.
Potassa
tendo eeaaado a prohibidlo do des-
pacho,
dem a 280 ra. a libra.
Tabaco Maependim dem a 4,000 n a ar-
roba.
Vinagre dem de 52.000 58.000 rs. a pi-
pa do de Portugal
Vinho de Lisboa dem a 88,000 rs a pipa do
de autores de segunda ordem.
Sahiro 14 embarcacoes. e entrarii-9^ex8-
tcm no porto 6V : sendo 2 americanas. 5 aus-
tracas 30 brasileiras 1 dinamarqueza 1
franceza, 1 hespanhola. 1 hamlurgu>za 1 ha-
noverianna 11 inglezas, 7 portuguezis 2
ardas e 4 suecas
91 oviiienio do Porto
Mioo entrado no dia 1 .
Acarac ; 21 diag, sumaca brasilein 5. Cruz ,
de76 toneladas, capillo Manoel P reir de
SA equipagom 10 carga sola &c ; ao
capitio.
Navios sabidos no mesmo dia.
Philadelphia; brgue-escuna H. F. Loper, ca-
pillo William North carga essucar.
Jersey ; escuna nglez Qtst*, capillo P. Dmet,
carga assucar.
Palermo; brigue napolitano Scipione, capillo
Constantino Barlholo carga assucar.
Genova ; polaca sarda N. S. da Misericordia .
capitio Joao Eslevio Roccotaglitta com a
mesma carga, quetrouxede Buenos A y res.
N e/Jarabes.
traziaoutro novo enredo formado por Figaro
para poder continuar iuai entre-vistas com Ros-
una; ludo marchava bem, mas de repente ap-
parece D. Basilio que destroe de promplo o re-
sultado do Unce; o dinheiro. que tudo vence
fez com que 1). Basilio se fingisse doente e dei-
xasse o negocio no primeiro estado : neite mo-
mento Fiaro por llieio de um estratagema rou-
ba occultamenle a chave d.;elo/ia da casa do
tutor porm.de ha de entrar com o ('onde para
realisar a fuga dos amantes; urna nova indscri-
c,ao do Conde na ccasio de estar dando licio
de piano a Rossina, riescobre seudisfarcee o
fingid mestre sai de casa de D. Bartolo, mas
ja entendido com a sua b. Ha amada Por ulti-
mo sao burladas as esperances do tutor, o Con-
de alfim se descobre no seu verdadero carcter,
e d a mi d esposa a Rossina.
Personagens. Actores.
Rossina, pupilla de D. Bartolo Madama Le-
mos.
Bartolo, tutor Giuseppe Galletti.
Onde d'Almaviva '.arlos Rcco.
Figaro, barbeiro Luiz Guizzonni.
I). Basilio, mestre de msica Joao Toiell.
Florello,ebefe da banda dosmuizcos- J.Chaves.
Cbotu da banda, soldados, &c. N. N.
Director i orquestra Mr Grosdidier.
Precos da entrada.
Entrada geral 1,000
Cadeiras de galera, 1.a, 2.'e 3.'or-
dem com entrada 2,000
N. B O lliealro ter urna s porta de entra-
da; as pessoas quo queirao estar na plateia s
precisao de bilhele de entrada geral 1.000
/.s pessoas que queirio estar na galera pre-
cisarlo compiar Oous bilheles 1 de entrada
eral quo donarlo na poita de entrada por
1,000 rs
Oulro de gal. ria quo entregarao ao porteiro
da galera por 1,000 rs. tudo por dous mil
ris
Os bilheles vender-se-hao na vespera e no
da no mesmo theatro no pateo do Cullegio.
O spectaculo comecara acegada do Exm.
Presi lente da pr vincia, e a porta achar-se-ha
aherla as 6 V horas da tarde. (91
Avisos martimos.
4Para o Aracaty sai imprelerivelmente no
da 18 de Feveniro o brgue-escuna Henri-
queta ; quem no mesmo quizer carregar ou
ir de paisagem, para o que lem excellenle com-
modos, dirija-seaocapito a bordo, ou a No-
vaes & Compenhia na ra da Cruz n. 37. [6
teilad.
1 Kemcurlhy& Rrender a Brandis conti-
nuars para liquidacio por inlervenco do
corret>r Ollveira, o seu leilo de lerrageni tinas
e grossai cutiUria e miudesai quarta feira ,
docorrente as 10 horas da manha em pon-
i ni aeuarmasem ra da Cru.__________(6
Avisos iVt;rsos.
amorosas, por va de urna justa recompensa; b i-
Cahoi do Cairo Vendeo se a 16,200 rs o gar facilita a empresa, aconselhando ao < on-
quintal. deque, em trajes de Sargento de cavallana. e
Carne secca Chegrio dous carregamentoa fingindo-se bebado enlrasse na casa do tutor e
um do Rio Grande e outro de Bue- procurasse alojar-se. Caminhava bem a empre-
o! A y res, com os quaes o depozito za, mal o barulho d'aquella entre-vuta eos
he de 26.000 arrobas : as vendm du gritosdas pessoas aiadas ao tutor fizerio con-
semana rio regulare iem altera- correr forrea armada, e frustrarlo o desentrecho
da lio bem comecada larca. Um tal D. Basilio,
mestre de msica de Rossina e confidente privi-
legiado do tutor, que tinba sabido a entrada do
Conde disfarcado em Sivilia, prope a D. Bar-
tolo inventar urna calumnia, que o desroncei
3_ o Arsenal de Guerra precisa comprar
mantas de algodio e brim para soldados ;
quem tivertaes gneros comprela no mesmo
Arsenal as horas do expediente. (-i
1Acha-se recolbldo a cadeia da cidade de
Olinda pela Subdelegacia da freguesia da S ,
o preto Jos, de naci Caccnge de Se5 annos ,
pouco, mais ou menes diz ser escravo do Pa-
dre Manoel Isidro que morou no Ico e ago-
ra se acha "a cidada da Fortalesa no Ceari, dt
cujo lugar diz ter fgido a um anno.
O brigue Sagitario recebe a mala para
o Rio de Janeiro no dia 5 do correte.
A Cmara Municipal desta ridade d
principio ai ien6ei ordinaria! do correnje tri-
mestre em o dia ti do crrante.
1= O Administrador da Mesa de Kendas In-
ternas Geraes avisa aoi devedore da taxa de
escravos, botei e canoai, imposto de banco .
decima de mi mora, que a relacio est
prompla para ler remettida para Juizo ; e por
isso elle convida aos moradoies dos bairros do
Recife, S. Antonio, Boa-vista e Afogados,
para que venhio pagaro que devem at 15 do
corretemez. Recebedoria l. de Fevereiro
de 1845. = Francisco Xavier Cavalcanti de Al-
buqutrque. ('
COMPANUIA 1T\LUNA.
Qunta-Feira 6 do torrente, va a scena no
THEATRO PHILO-DRAMTICO
a l'representacio da opera Bufa em 3 actos
YLBARBIERO DE SEVIGUA
msica do celebre Rossini.
O Conde d'Almaviva. Fidalgo esclarecido de
Madrid, capital de Hespanha, tomou urna ar
dente paixao por Rossina, bella Andaluza, e
possuidora d'uin dol que c nservava com
muilo nleresse o impertinente velho l). Barto-
lo seu tutor, que. nao obstante sua velhice, ti-
nba o empenho deesposar sua pupilla. Alma
viva, sigilosamente encoberto debaixo do dis-
farce de um simples paiticular por nome Lin-
doro. tinba seguido os passos de sua amada at
Sevilia, onde patas esta scena, a fim de burlar
as intences de D. Bartolo; mas este que guar-
dava seu thesouro com todas as precaui oes, im-
pedia toda occasiio de que Lindoro le enten-
desse com sua pupilla.... Certamenle o Conde
pe'diria suas esperances, se a casualidade Ibe O 1 Secr. taro participa aos Srs.socio, que
nio perroittisseenconlrar-se com o insigne Fi- por nao ter havido sessio no 1." do correte ,
gar barbeiro afamado da cidade, que j tinba haver boje pelas 7 horas da noute por haver
servido ao Conde em algumas outras incu'sSe lobjectosa tratar.
.a... ;.i. ,ommnn... h'i. ,__ as llcoes de obstetricia principiao a 1
do corrente Fevereiro e a matricula estar
aberta duraule todo o mez. (3
__Manoel Joaquim Pascoal Ramos despacha
para o Ro Grande do Sul o escravo crioulo,
Ouvidio, a entregar t seu senhor Joio Antonio
Jorge.
2 HOTEL FRANCISCO.
D'hojeem Jiante nao haver mais mesa re-
donda. i3
2 Desencaminhou-se urna lettra da quan-
tia de 6*.u3t/HI0 rs. saccada pelos abaixo as-
signados do dia 15 de Dezembro do anno p.
p. do fi mezes acceita pelos Srs. Joio Tava-
I Precisa-sealugaruma preta para todo o
servio de urna casa ; na ra de Hortas n. 70.
Vicente Ferreira de Allemanha embarca
para Porto Alegre a sua escrava parda, de no-
me Romana.
= Fugio no da 31 de Janeiro p. p., um pa-
gagaio contra-feito ; quem o achar pode leval-
o na ra Nova n. 15 que sera recompensado.
l=r Ha para se lugar na ra do Mondego
urna casa terrea, com coinmodos para familia,
tem quintal e cacimba com boa agoa por pre-
co comn.odo ; a tratar com o proprietaro Joio
Canelo Pereira Freir na mesma ra,botica nu-
mero 04. (6
1 A S0CIEDADE
PHILO-DAKATICA
. o. un o mezes, acceiia ueio .^i. juau na-
tuassena cidade para assim conseguirem que ^ Cordelf0 e iaquim Pinheiro Jacome o
Rossina arrefecesse na sympathia. que por ven- liapa Sft aphan nrevenidos Dar nao DBRarem
a nora. nuim ueme ._,..(.-..-. r. -- quaes se achio prevenidos para nao pagarem
Oleo de linhaca dem a 1,600 rs o galio em i tura tivesse pelo seu amante Lindoro. Um da 8enj0 aos annunciantes ; pelo que rogio a
cascos de madeira. que o tutor nio imaginava se introdux na sua : qualquer pessoa que a achou e quizer resti-
Polvora inglexa dem de 230 i 280 n. a li- i casa um novo meilr-; de msica (o Conde dis-.tutr. dirija-se a ra da Cruz n. 4. A'. O.
bra livre de direitos para o vendedor, fardado) intitulando-se escolar de D. Basilio,que Jiffcrr & ('.. (8


'-"___ ''" "_". r.-.TTi7TT i j .i.,,, a
7Em 27 deOutubro de IStl desappare-
ceo um moleque do nomo Pauto do nacao
Quicam de 18 annos pouco inais. ou menos
est Ihesahindo bug.) do barba he um tanto
secco do i-orpo abre os dedos grandes dos p<
um tanto para (('ira pernas linas, nariz cliato.
olhos pequeos e averuielhad os era costuma-
do andar vendeudo d :o de jlea ein copos, por
toda a parte desla oidade, julga-so ter sido lur-
tado porque nunca fugio ; roga-ss a qualquer
senhor de engonho, ou outra pessoa quem el-
le for oflereeido, ou por acaso acollado em seus
dominios, o spretiendorem e participarem a seu
legitimo Sr Antonio Jos Goncalves Azevedo na
ruada Praia armazom de carne n. II) que re-
compencar e pagar toda e qualquer despea
que se Otar. 17
LOTERA DE N. S DO LIVBAMENTO.
i As rodas desla loleria ndito no da 5 de
Fevereiro do correnle anno, e os bilhetes achao-
se a venda nos lugares do costume. (3
6 LOTERA da matriz da ja-vista.
As rodas desta lotera correal no dia \'i
de Fevereiro, e os bilhetes achao-se a venda
nos lugares do costume. ,1
3 Arrendase urna olaria no lugar de S.
Anna, Ireguesia do Poco coro barro para toda
aobra, rasa de vivenda, estribara para 3 ra-
yados urna planta de caplm um forno novo
insflez porcommodo preco ; a tratar na mes-
ma olaria com a entrada defronte da venda do
Nicolao (7
3 Arrenda-se um sitio no lunar dos Aloca-
dos ; na ra da Conculca > da Boa-vista n. 58.
Furtrao no dia quarta feira 30 do cor-
rento da cocheirada ra das Floros um re-
logio suisso, desabnete, com pequea cor-
rente de ouro ; a quem o mesmo for ofTerecIdo ,
pode apprehender elevar a ra Nova n 39, 5
2 Precisa-sede urna lavadeira para lavar
roupa em um sitio na S didade ; na ra da Ca
deia n. Ifi. #j
2 O relojoeiro no arco de S. Antonio mu-
dou-se para o paleo da S. Cruz, ao peda igreja
n. 12. 3
2 Quem precisar do um bom destilador .
annuncie
2 I). Constantina Jacinta da Moda viuva
do Tenento Coronel Manoel Antonio de Almeida
avisa aoSr. Joao Manoel de Barros Wanderlei,
que no dia -28 do p. p. appareceo em sua casa [
em Ponted'Ucha, um preto do nomo Filippe ,
procurando a annunciante para o comprar di-
zendo ser escravo do mesmo Snr. Wanderlei
a vista do que poder omesmo Sr. comparecer
por si ou por outrcm para contratarem a ven-
da caso assim o queira ou receber o mesmo
escravo ; certo de quo a annunciante nao se
responsabilisa por elle pois nao o pode ter
emseguranca. ,,,
I Uabaixoassignadolem a honra de se
ollerecer ao respeitavel publico para ensinar
em casa ou em a de seus alumnos ; primeiras
lettras graumatica portugue/a e msica ,
pelomais lacil e usado inethodo, principal
mente de solfejar quem de seu pequeo pres-
umo se quier ulilisar o procurar em sua
residencia na ra da Guia n. 28, das 6 horas
da maniaa as 10 e de urna da tarde as 5
dao-se ta.Tibem licocs de flauta, clarinete e vio-
lao. (.'andido os Litboa o.
1 Precisa-sede moco Portuguer do lean-
nos, para trabalhar em padaria., e para to-
mar corita de urna freguesia de vender pao ,
aquinapraca; nasCinco-pontas n. 30. (4
i Precisa-se de urna preta que saiba la
var, engommar e cosinhar para o servico
de urna casa de pouca Lunilla ; na ra do I Wa-
gao n. 13. <4
1 A sociedade de Simoes Ferreira faz
sciente ao respeitavel publico que tem dissol-
vido a mesma sociedade flcando d'ora em
diante girando o mesmo estabelecimenlo to
somente pertencendo aoSr. Francisco Ferreira
da Silva e obrigado a todas as transaces at
esta data. 7
1 Troca-sc urna casa terrea em boa ra do
bairio de S. Antor.io, que ten duas salas, dous
quartos bastantes grandes cosinha ra .
uniros commodos que sao necessarios para fa-
milia por urna que tenha 3 ou 4 quartos,
quintal e cacimba que soja no mesmo baiiro
sobradinho de um andar : quem este negocio
8
LOTERA do GUADELUPE.
A lotera do Guadelupt que fdra preterida
no andamento de suas rodas pelas de S. Pe-
droaMartyr e Ihiatro deve correr mpreteri-
velmentn no da 15 de Marco, como por S.
Ex. o Sr. Presidente Ja provincia oi confir-
mado. Os bilhetes estio venda as lojas de
cambio na ra da Cadeia do Reuife na de
miudezas do Sr Fortunato praca da UniSo ,
na botica do Sr. Mouroira Marques em S.
Vntonio, na botica do Sr. Couto largo da
Boa-vista e finalmente em Olinda loja do Sr.
Domingos nos Quatro Cantos. (12
21 = A medicina popular americana, o as
ululas vegetaes quo.ba muitos anuos, estn em
so em todos os paizes tropicaes, tem se prova-
do romo urna medicina inestimavel, sendo pro-
partida de proposito para clima quente, e com-
osla do ingredientes que nem requerem dieta
nem resguardo e pode ser administrada a cri-
una mais tenra.
Cada caixinha leva u seu receituano, custa
IjOOO ris a medicina pupuiar e americana de
JO |>lulas, e S00 ris as pilulas vegetaos do Dr.
Ilrandretli de2o pilulas
Avisa-se ao publico que a medicina popular
linda nao appareceo falsificada e para maior
scguranca das verdadeiras pilulas vcgetaes
vende-se de boje em dianle cada caixinha em-
'irulliada no seu receituario fechado com a firma
los nicos agentes para o Brasil no Rio Janeiro.
\ ende-se nesta praca em casa do nico agen-
te Joo Kuller ra da Cruz n. 18, e para maior
commodidade dos compradores na ra da Ca-
ima em casa da \ -uva Cardoso Ayres, ra No-
va Guerra Silva e Companhia, Atierro da Roa-
vista. Salle e Chaves. (24
Precisa-se alugaruin preto; no botequim
da Estrella.
O Juiz da irmandade do SS. Sacramento
deS. Jos do Recife avisa aos Srs. Irmaos m-
sanos hajo de se reunir no dia segunda fei-
ra 3 do corrente as horas da tarde para
se tratar de negocios da mesma.
LOTERA DO T1IEATRO.
Os premios obtidos na extraccio da pri-
meira paite da 16.* loteria ser pagos nos
dias 6, 7 e S do corrente mez no escriptorio
do respectivo thesouseiro das 10 horas da
manha a urna da tarde continuando o mes-
mo pagamento as quartase sabbados de todas
as semanas.
Ensina-se dance*, na ra Nova n. 48 ,
por um melhodo multo fcil e proveitoso, ofTe-
recendo se minia vantagem aos discpulos, pe-
diminuto preco de .',? rs mensaes principiando
as ditas lices logo que houverem mais de
10 discpulos ; lambem se eosina, a noute, se
iiouverem mais discpulos.
Offerece-se urna inulher para ama de urna
'a-a de pouca familia ou de homem solteiro ,
sendo para o servico interior e d liadora sua
conducta ; quem a precisar, dinja-se a ra do
Mundo-novo n. $(>.
Quem precisar de uma mulher para ama
de urna caa de homem folteiro ou casado de
pouca familia a qual engomma bem, cosinha,
ensalma, c la;, todo o mais servico interior com
toda a peifeicao, dirija-se as Cinco-pontas ao
p do sobrado do Peixolo n 156.
Compras
em que est eollocada. pasa o alugoer de 8/ rs.
mensaes e nao se receia que o dono pracise
del la por ser de urna irmandade ; tatnbam se
la com algum interesse a um caixeiro que
saiba umprir com as suas obrigaces ; a tra-
tar no Atterro da Boa-vista, primeira venda ao
p da ponte. 8
Vendem-se saccas com milho a 3200 rs. ,
e o alqueirede arroz de casca a 28S0 rs.: na
ra larga do Rosario n. 21.
1 Vendem-se charopes para refresco.de
maracuj limito o tamarindos e se aiem
de nutras qualidades se encommendando a 480
rs. a garrafa ; na ra da Roda n. 23. (4
1Vende-se urna mulatinha de 15 annos ,
cosinha o ordinario de urna casa tem princi-
pios de costura e engommado ; um molatlnho
da mesma idade proprlo para pagem, ou
para comprar na ra por ser fiel ; na ra do
Kangel n. 38, segundo andar. (6
1Vende-se um preto por preco commodo ;
na ra do Sebo n. 33.
Vendem-se 117 meios de sola da malta ,
e urna porcao de pelles; as Cinco-pontas n. 2.
Vendem-se os seguintes livros em por-
tuguez ; diccionario de Constancio cartas de
urna m a um fllho, 3 v. ; historia univer-
sal por Milot 10 v. ; moditacio de Jos Agos-
tinho ; Oriente pelo mesmo; no Atterro da
Boa-vista n. 34.
Vende-se a armario de urna venda em bom
estado na ra Direita dos Afogados n. 28. es
faz bom negocio com o comprador ; a tratar na
mesma venda
Vende-se um preto de idade, mas muito
robusto e trabalhador, de nacao Angola ; na
ra da Cadeia do Recife n. 20, segundo andar ,
ou no armasern do Bacelar, na escadinha da
Alfandega a fallar com Joao Alves Carvalho
Porto
Vendem-se charutos da Baha, em gran-
des e pequeas porcoes, por preco muito em
conta por estarem turados proprios para os
fabricantes de charutos ; assim como sem esta-
rem turados a 3 por um vintem ; no becco da
Pol n. 4.
2 Vende-se para torada provincia urna lin-
da escrava de nacao, de 20 annos, cozinha ,
lava e engomma ; na ra da Cruz n. 51.
2 Vendem-se 3 moleques de nacao, com
bonitas figuras sendo um canoeiro ; um dito
de 16 annos, bom cosinheiro; um dito de 9 an-
nos ; duas escravas de 14 annos, cosinheiras
eengommadeiras, e urna he recolhida ; 5 di-
tas quilandeiras e lavudeiras ; na ra Direita
n. 3 (7
2 Vendem-se gamelas grandes e pequeas,
feitas na haba superiores para banho al-
guldares de gommos e lisos grandes e peque-
nos tudo de bom gosto ; na ra de Apollo ,
vendan I, defronte das casas do Snr. Angelo
Francisco Carneiro. (6
2 Vende-se urna escrava de 22 annos, co-
sinha e engomma, a, vista do comprador se
dir o motivo da venda ; urna dita propria para
o servico de campo ; ne largo do Terco n. 7. (4
2 Vende-se urna grande porcao de tama-
rindos grndes, por preco commodo; na estra-
da de Joo de Barros defronte do Exm. Viscon-
de deC-oianna. (4
4 Vendem-se superiores charutos regala
por preco commodo ; na ra da Cruz n. 37 [
segundo andar. /{
SPEJJiDft CBlfttPA 1H'
vende-se em casa de
maos, rua Ja Crn n.
Vende-se
cellentes vozes;
11.
3.
Avrial Ir-
20
urna r no pateo do (armo
Escravos futidos
3 Desapparecoo no dia 9 do passado das
Choras para as lOda noute urna preta de
nomo Maria, Cacange, levanto cornsigo urn
fllho de 7 para 8 annos. de nomo I ieophilo; a
preta levou vestid > de chiti usa 11 j.'i desbotado
u em urna trouxa outro de chita escura novo ,
cara larga com falta de dientes na frente bei-
cosgrossos, comum psqueno talho em um dos
lados da cara estatura regular ; o fllho levou
urna camisa de algodoiinho nova com man-
gas curtas calcas de risuadinho bastante velhas
e muito desbotada; quem os pegar, leve a pra-
$a da Boa-vista prirneiro andar do sobrado
onde mora o Sr. Brigadeiro Antonio Rodrigues
de Almeida, que ser recompensado. 1:1
I Fugo um preto crloulo de nome Manoel,
de 30 annos alto, reforcado e bem parecido,
muito esperto tem offlcio desapateiro; levou
calcis e jaquelado riscadinho ; quem o pegar,
leve a sua senhora D. Joaquina Malaquias do
Moraes Mayer no corredor do Rispo, quasi
defronte de palacio.
Si Compra-se urna rhetorica de Marinho
quem tiver annuncie.
Vrndas
I Vende-se urna crioulinha de 11 annos;
de bonita figura ; na rua estrella do Rosario n.
10, terceiro andar. (3
vi Vende-se um lindo carro de 4 rodas,
novoe muito forte, por preco muito commodo;
na rua da Cruz n. |S. (3
I Vendem-se 200 varas de lagedo chega-
do reren!.miente de Lisboa ; na rua da Madre
de Dos n. g, prirneiro andar, a fallar com Ma-
quizer faier, dirija-tea prac da Independencia ""el ^os" Machado Malheiros. (4
imana ns. 6 e S ; j IVende se um preto de 29 annos cosinha
1 Antonio Pereira da Cunha remelle para !e ',e "'c,a' deallaiatc ; duas pretas de todo o
o Rio de Janeiro o seu esclavo de nome Fran- '< se,vico e sao muito boas quilandeiras ; urna
cisco, Crloulo. ,;3dita eiigomuiadeira costureira faz lavarin-
. [to e borda, tudo com perfeico para fora da
1 Lenoir Fugel & Companhia rnudro o 1 provincia ; urn dita que cosinha, e lie muito
seu escriptorio para a rua da Cruz n. M. 2'boa lavadeira por 3.s0^ rs. ; urna paida de lo
um peifeilo ollicial lilogra- annos, recolhida costureira ungommadei-
1Precisa-so de
pho para trabalhar clJeclivamcnle e litographia ; na praca da Independencia ti-
vraria ns. 6e 8. f,
1Jos Valentim da Silva avisa a quem con-'lidade ; no armasern do Braguez ao p do
vier que abre a sua aula de latim a 6 docor-' co da Conceicao.
rente Fevereiro na rua da Alegra da Boa-vis-
ta n. 42 e recebealumnos. (4
1Aluga-se um moleque para servir em al
urna casa ; quem o pretender, dirija-so a rua
Nova n. 44. (3
2= O numero da casa do demente \ igario
Patricio Jos de Souza he 110 e nao 10 como
por engao se annunciara. (3
2 = Na rua de Santa Rita ou do Fagundes
au-
.3
sobrado n. 40 acba-se em exercicio unta
Ja particular de primeiras ledros.
ra e do muito boa conducta, o que se (Banca;
na rua Direita n. 81. 8
I Vende-se sarra-parrilha de superior qua-
ar-
(3
1Vendem-se barricas com farelo de Lisboa,
por preco commodo ; na rua do caes da Alfan-
dega armasern n. 6, de^Antonio Aunes. (3
t Vende-se una bonita escrava de 20 an-
nos, recolhida perfeita costureira de corlar e
fazer vestidos de senhora ecamisa de homem,
(az lavarinto borda engomma e veste urna
senhora ; na rua do Crespo n. 10, prirneiro an-
dar. ,3
1 Vende-se urna venda em um dos melho-
res lugares d- bairro de S. Antonio com os
genen s que convie/em ao comprador, e a casa
3 Vende-se uma opa de casimira para a
irmandade do SS. Sacramento ; na rua d
Queimado loja n. 37. (3
v3 Vendem-se botins e meios ditos de Lis-
boa calcado de todas as qualidades para se-
nhora superiores navalhas de cabo de marflm
a contento, casticaes de casqun ha ingleza, le-
quesde penna e um rico sorliinento de brin-
cse penles, e outros inuitos objectos france-
zes, chegados ltimamente por preco com-
modo; na rua dos Quarteis n. 24. (7
3 Vendem-se saccas com mais de 100 libras
de farelo de superior qualidade a 4500 is. a
sacca ; no armazn do Braguez ao p do arco
da Conceicao. (k
3 Vendem-se velas de carnauba de 6, 7 e 8
em libra assim como cera de carnauba ; na
la da Conceicao da Boa-vista n. 58. (3
3 Vende-se um terreno no sitio denomi-
nado Mangueira na estrada de Belem com
IK0 palmos de frente, e mil e tantos de fundo ;
um sitio na estrada de Joo de Barros que faz
esquina com o becco do Espinheiro casa de
taipa e outra de pedra ecal principiada mais
dentro boas fruteiras, cacimba e todo cerca-
do de limo ; na praca da Boa-vista venda
n 18. 8
5 Vendem-se 4 escravas mocas com boes
figuras e com boas habilidades ; duas pardas
mocas com habilidades ; urna preta de 30 an-
nos por 340/ rs. cosinha, lava e vende na
rua ; 4 escravos bons para o campo ; um dito
bom cosinheiro ; um moleque peca cosinha
bem ; um pardo bom pagem ; na rua do Cres-
po n. 10, prirneiro andar. (7
14Vende-se um sitio na Capunga a mar-
gem do rio com boa casa de vivenda por
preco commodo ; na rua da Madre de Dos, lo-
ja do Cunha. (4
8 Vende-se a bordo do brigue Paquete de
Pernambuco fundeado ao p da escadinha de
Palacio bom cebo em rama, u preco em conta. .3
14 Vende-se larinha de. trigo, de muito boa
qualidade ; na praca do Corpo Santo n. It, ca-
sa de Me. Calmont \ Companhia. (3
8Vendem-se saceos com farello a 3/600 rs.,
na ruada Senzalla o 138. ('.'
3 Vende-se rnetade de uma casa terrea na
rua de S. Rila n. 67 que tem bastantes com-
modos ; a tratar na rua do Kangel n. 17. (3
2 No dia 26 de Janeiro fugio um molequo
de nome Antonio estatura baixa secco re-
presenta ter l annos, levou calcas de riscado e
camisa de madapolo tem urna marca no pei-
to he muito esperto e por ssoser prvaovel
mudar de nomo e mesmo de trage ; quem o
pegar, leve a Passagem no sitio entre o trica-
tro e a ponte pequea, ou no Recife loja de
ferragens n. 56, que ser recompensado. (8
2 Fugio urna preta do gento de Angola ,
de nome Benedicta de 26 anuos he muito
alta secca do corpo ; levou vestido azul com
babados as mangas ; quem a pegar, levo a rua
da Cadeia do Hecife em casa de Joo Jos de
Carvalho Moraes, ou na Magdalena defronte
do viveiro. n
2Fugio 00 dia 31 do p. p. um esciavo criou-
lo de nome Ambrosio pertencente a Joaquim
Aurelio Pereira de Carvalho o qual se achava
para embarcar por ordem do mesmo Sr. ; le-
vou camisa e calcas de algodo e mais urnas
calcas de panno preto e chapeo de seda he
de statura regular magro sem barba tem
os denles da frente podres ; quem o pegar, le-
ve ao engerido Massangana ao mesmo Sr. ou
nesta praca em casa de Joo Pinto de Lemos
# FRho. no
2 Fugio nodfa 15 do corrente de Joao Ne-
pomuceno Fevera de Mello uma escrava de
nome Eufrazia de nacao Cabund de 30 an-
nos estatura regular, cheia do corpo peitos
grandes e tem um signal ao p* do nariz, e
uma costura no cotovelo do braco esquerdo ;
I quem a pegar, levo ao di|o Sr. que ser gra-
tificado, g
3DiO-sat00^ rs.de gratificacao a quem
levar no sobrado da rua estreita do Bosario D.
|4t prirneiro andar, o moleque Francisco,
I que desappareceo desde 24 de Outubro do p.
p. de 15 annos, cabeca algum tanto compri-
da denles limados os dedos grandes dos ps
alguma cousa desonidos dos oulros he bem
parecido e esperto ; levou camisa de riscadinho
de algodio transado com mangas de meio bra-
co, calcas brancas ja usadas e na coucha da
pernaosquerda junto a veriiha tem um incha-
* ,10
4 Fugio no dia 13 de Janeiro uma escrava
de nome Benedicta baixa, secca vesga de um
olho tem cicatrizes as costas com falta de
i denles na frente do lado supeior e em baixo
j podres ; levou vestido velho branco e saia de
ganga aiul nova e panno da Costa com listias
azues e brancas e um taboleiro com sapatos ;
consta andar calcada por assim ter sido vista ;
quem a pegar, leve a rua Augusta u 14, que
ser gratificado. rio
5 300/000 rs. de gratificacao.
No dia 20 do passadodo sitio da estrada
do Remedio da viuva do Vasconcellos fugiro 2
escravos de nacao Congo, sendo um de nomo
Domingos, baixo, cor preta, com urna seca-
trlz na cabeca, levou camisa de baela verde,
calsa de riscado, o outro de nome Pompeo, al-
to, reforcado, cor lula, cara redonda, beicos
grossos, denles abertos na frente, coiu signaes
de sua Ierra por todo o corpo e no rosto, levou
camisa de brim branco e calsas de riscado ;
quem o pegar tei a gratificacao cima, levan-
do-os a rua das Agoas veides n. 40 ou no dito
sitio. ||j
6- Fugio no dia 6 do passado o negro Ma-
noel Benguella, bai>o. i-heiu do corpo, pscur-
tose grossos, rosto redondo e pouca barba, va-
garoso no andar, tem .fllcio de ferreiro ; q'uu
o pegar leve-o a rua da Aurora n. 30, que ser
recompensado. <}
PER*; TYP. I)F. M. DEFAMA ----18/j
,5.
.
t


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