Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05276


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Full Text
^nnodelJM&r'
W
Sabbd 2$
de JanCiro.

I li|..puhl0,.iw mdoeoe diaa q0. ao foreu aantjficadoa : o prego da ae|matur.
hr . r.iao .18 '.'u ,e, ,>or lmlia. < rois en, i,., .liffercnle, e a. repelicfel ..el. mel.de Os
que nao (ore. .a.jgn.nl; paga Urcj.po |,.ha.16U e lypo d.fferente, .o. cadap.bllctyao.
PARTIDA DOfv CORREIOS TERRESTRES.
I .r*n,b.,.eKund.i, > .... Ceir...K,o Grande do Norte, cheg. a 8.*. ,,.,
-l.-C.aho.S.rinh..,, ft.oFormo.o, Macer, PorloC.l.o, Alago.. B'o i -
." ;.""'~7-j rJ"hJl" ",%' H"ni, l0 -4 - rtilo. Lid.de d.Viciori. quii*, f.ir... Olind. iodo, o. da.
-, .. O AS DA SEMANA.
.Vbasliio Aod. do J. de D. da '.' ,
.lgne. Ral and. do J. de D.d i.\,
a Vi ente. And J. te 1). da 1 t,
Ildefonso. And &> J O. d 2. r ,
Jhimoihco. Ad, rj, J t TI a 1. ,(1.
Ananias Hel. aud d J. de D.da 1. v.
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31 Sen.
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DIARIO DE
mjnmBEu
AftllO A Al. IV. !Cf#.
fudo afora dependa da au> ata.mo.; da noa.a prudencia, aoderago" a rgia : na
'J\fl'- ,,nueaio. como principi.aio aerean, aponlado. coa adetirago anlr* a. nagua, aaai
(l'roclamag.i.. da Asiembla Geral do tiaiil.
Paria 180 re.. pur fr,nC(J
LfiJ. 50 prlto da pr.2
obre ao par
latraa ''" firae 1 >->r ..,.>
ramio, no pa .'* ujiNwao.
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Dito, ..iic.no.
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PIIASKS DA LA NO HEZ f)E JANEIRO.
a S aa i h. a 5 aun. da ii
a 15 a.(il.jr,se 31* da m
^reamar de hoje.
s T. horas fi da fan'e Segunda a< l hora JO Bnui.,. ,'. ri|.
nuBunaTTial i Vi; .. anaBaa! inr tu aII MaaaaaMaaaaaaaajaaa-1
i Loa tala S tj |loras n9 mim t m
I Mmrn.ni. | (,,,, # 4 -jn dl ,
be
Governo da Provincia.
EXPEDIENTE Bl 01 V 20 DO CORRENTE.
OficioAo l)roctor interino do Arsenal de
Guerra, dixeQrjo, qUfli por occasiio do inspec-
cionar a ortal en do Brum, observou, que os
pequeos rep ros, de que precisa o pniol da
plvora con stem somonte no retelhamento
d'olle, com oquedeve gastar-so muito menos
do que os '.rinla mil res, em que rtrao orea-
dos, o qu.e por olliuio de 15 do corrente foi S.
Me. aut/risado despender; ebemassim, que
as pare Has, que d'esta quantia veein sobrar,
3o ti idicientes para a collocacao de duas ma-
dres, fe que precisa o assoallio da casa do A-
jujtnte, e de algumas tullas novas no quarto
o Sargento; e ordenando-ibe, que por conta
Ja ja mencionada somma mande azer estes con-
ferios.
Dito Ao mesmo, para que mande recolber
quelle Arsenal urna porcao de ferro velho, que
pode servir para metralha, e se acba no forte do
Buraso; e bem assim alguns cunbetes de cartu-
xame arruinado do adarme 17, cujas balas po-
dem er aproveitadas. Communicou-se ao
Commandante das Armas, que liavia participa-
do acLarem-se naquelle forte os mencionados
.-'erro.' e cunbetes.
^6Jlkl3SH.
que se bajo de empregar na pacificarao do Uio
Grande do Sol, a esses | empregados anterior-
mente. Srs., nao ncho n'isto forca alguma;
quando se di/ : a eontinuacao dos esforvos dos
poderes do Estadobe porque de oulro modo
nao se pode expressar o que lia que fazer sobre
o Rio Orando do Sul. Que ha de providenciar
sobre a pacificacao do Rio Grande do Sul, se-
nao os poderes polticos do Estado ? Esses he
que devem dar direccao quelles' negocios; do
o impulso, ludo o mais suboidina-se, segu
esta direccao. Ora, ple-se negar que esforco
tenhao sido feitos at agora para osla pacilica-
?5o? K0 o afianza o mesmo Throno. quando
diz que a guerra tem solrido gradual exliuccao ?
QuertZftO poil ha parase renunciar, ou pa-
ra se occultar aquilio ijue se tem eito a bem do
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
A 0PP0Sl(AO CONSTITUCIONAL NA SESSA5 LEGIS-
LATIVA DE I8H.
O Sr. Car/os Carneirode Campo$, continu-
ando :
Anda se quiz acbar mo o periodo em que a
Gommissao propflz que se dissesseSe o Bra-
sil, Sr., aprecia devidamente a paz, nao est
menos dsposto a azer todos os sacrificios ne-
ctssarios para a manter Mesa, etc. Sacrificios
ryessarios, disso-so com admracao Necessa-
rio he o que nao pode deixar do ser; c assim
promeltendo-se os sacrcios necessaros, coarc-
ta-sej, e limita-so a promessa, ou antes nao
se promette cousa alguma; porque se prometi
o qne ininlivelmente so nao pode dexar de dar I
Esta censura, Srs., nao carece de resposta,
e cu s a lembro para que a Cmara pese a voli-
tado que ha s de impugnar e acbar inao o voto
da Gommissao
Disse-se tambor que o terceiro perodo se
refera sd ao passado, que era eontinuacao d
dufirencia para com as adminislracdes pas-
sadas. O que diz este terceiro penodo '.' A Ca
mar sent profundamente que se nao acbe an-
da de todo extincta no Rio Grandedo Sul a guer-
ra civil.
N'estas expressocsainda de todo extincta
be que quurem os nobres Deputados acbar refe- Sul, os Brasileiros que, sem pertencerem ao
retina mi HHSSadn. n ili/em min ni.anrin a i'vereiln loum fuiin cm.!C.;> i_____ .1........
paz ? Dizer-seao Governo :a eontinuacao
dos eslorgos dos poderes do Estado ha de em
breve ser coroada, etc.,se so refere ao passa-
do, digo que tambem ao futuro; e nao mostra
desconfianca alguma do Governo. Mas diz-so :
limita-se a aceao do Governo quillo queja
se empregou no Ro Grande Corno ? Pois o
que he que se pude empregar, relativamente ao
Rio Grande do Sul, que nao esteja subordina-
do accaodos poderes do Estado !' Nao atlri-
buo ao9 nobres Deputados, que fi/ero estas ob-
servaces, intenedes que nao teem, mas das
suas observacoes n5o podero os mal intencio
nados colbcr que ra da accao dos poderes do
Estado e da constituicSo pode-se empregar
meios para obter cssa pacificaco *u extinecao
da guerra civil ?
A expressocontinuaQo de uforfos dos po-
deres do Etlado. se be limitativa, he s na cs-
pbera da constiluieo.
O nobre Deputadoda Baha, que oflereceoa
emenda, supprimio n'este perodo urna exprs-
sao que a Gommissao julga mijito importante, e
que esta casa nao deve omittir nao so porque
he expresso de que de proposito a Cmara, i
em annos anteriores, se tem servido com o fim
do galardoar servicos relevantes.
Di/, a Commissao : Espera que a continua-
do dos esforcos dos poderos polticos do Estado,
auxiliados pelo valor e fidelidade do exercito o
pelo patriotismo dos Brasilor. s, ele Ore, o
nobre Doputado na sua emenda supprimo estas
expressoesauxiliados, etc at o (m; e por
querazo? Porque, diz ello, entra 10 nume-
ro dos esforcos dos poderes o Estado empregar
o exercito; o exordio faz parto dos meios que sh
pede empregar; logo quem Qiz esforcos dos
poderes polticos do Estado comprehende o
ejercito. Alas os poderes polticos do Estado
nao sao o exercito; pdem os poderes azer
muito esforco, o o exercito nao corresponder
com bravura, supponhamos, ou com a babili-
dade que sera para desejar. .Mas nao be o que
tem acontecido. (Numtro$osapoiudui.)Oe\{'T-
:ito empregado na pacificaco do Rio Grande do
renna ao passado, o dizem quo, quando a
Gommissao se expressa d'este modo que a
guerra se nao acbe do todo extincla be por-
que ja em grande p rio esla refreada, o que da
umbom quinao de gloria aos esforcos dos po-
deres do Estado nos annos anteriores Aqu com
cffeito vejo referencia as adminislracoes passa-
das; mas nesta parte a resposta da Gommissao
be inteiramente copia da falla do Throno, quo
diz: Sinto communicar-vos que ainda se nao
uch de todo extincta a guerra civil no Rio
Grande do Sul.Logo em grande parte ur-
den se tem restabelecido, tem se obtido o fe
liz resultado de se ebegar a ponto do estar qua-
si extincta a guerra civil no Rio Grande do Sul
Se pois a Commissao commemorou o passado,
commemorou-o do mesmo modo que a falla do
exercito, teem feito sacrificios a favor da causa
da legalidade, merecem do Corpo Legislativo
um galardo do seus muito grandes servicos e
posados sacrificios. (Apoiailat); merecem que
estes servicos sejo lembrados e cobertos de bri-
Ibo. [Apoiado$.)
Srs he sto novo entro nos ? Nao teem as
re.postas .s fallas do Thro.io em annos anterio-
res usado d'eslas mesmas expressoes ? Pergun-
tobe isto propro tornete do nosso paiz ? He
isto uim d'essas innovaces que nos tendamos
introduzido n'este nosso systema do Governo as
rolacoos para com o Imperante; urna excrescen-
cia emfim as respostas aoj discursos da Cora ?
Nao be isto uado sempre que o deve sercm ou-
tros paites ? (guantas respostas na Tranca teem
sido dirigidas ao Monarcba apresentando os ser-
~~......~~------------...=...~ ...u<. ,|UV. .una uu .'"" n'""-'"" "laii.iia Tbrono o fez. Di/-se tamlein que a referencia I vivos de inultos dos seus subditos? llavera por
ao passado esla sobretodo as expressoes seguin-1 ventura muito lempo que na Cmara de Ingla-
terra se votasse urna expresso semelliante em
favor de urna porcao do exercito inglez empre-
gado no servieo da Inglaterra ? E empregado
tes:masa Cmara espora que a eontinuacao
dos esforcos dos poderes do Mado conseguir
em Uyeve tcrminal-a.
Diz-se que estas expressocsa eontinuacao r
dos esforcos dos poderes do Estadoreferem-I glez. s. E no que est empregado o nosso exer-
so inteiramente ao passado, e liuiito os meios,Jeito ? No mais vital servieo para o paiz, em
para que ? Para conservar algumas colonias in-
restabelecer a ordem no imperio, em restabele-
cel-a na parto do imperio amis melindrosa,
na parto do imperio em que pegamos com vizi-
nhos que talvez lenliao algum ntorease em in-
commodar-nos, na provincia do imperio onde
o combate he entre a .Monarchia e a Repblica.
( 4potados.) Pois, Srs.. aquilio quo he usado
em outros pai/os em circunstancias menos mo-
mentosas ha do sor entre mu repellido. sobre-
tudo com a circumslancia aggravante do se
omittir boje o qu tem sido usado em occasio -s
anteriores.' Nao parecer quo ha algum propo-
sito de nos desviar d'aquelle caminho justo e
prudente, de que at agora tomos usado? Se-
r quo o exercito do Sul menos mereca actual-
mente do que merecer em picas anteriores ?
Porm, Srs., eu nao soi se me engao; mas
alguem poder pensar, ; vista das opin>oes dos
nobres Deputados, que seu nico intuito be fa-
zer crfir que at hoje nada se tem feito pela or-
dem publica; ninguno, por ella tem trabalhado;
ludo portanto est por fa/er, e esto tuda que
esl por fazer ha do ser feito pela actual admi-
nistracSo, eso por ella! Sera esto osentimon-
lo, esla a nica foico que os nobres Deputa-
dos queiro na resposta falla doThrono ? Mas.
Srs., euappello para a vossa lombranea :qual
o Ministerio que tenba recebado semelhante
confianca, indefinida e Ilimitada, mesmo quel-
les que ao Corpo Legislativo se teem aprsenla-
do com ttulos de servicos relevantes i'
Diz a Commissa j :A ordem que reina as
demail provincias mostra quantoest noscora-
coesdo todos arraigado o amor a Augusta Pes-
soa de V. M. e constiluieo do Estado.
A emenda porm quer quo se diga : Ro-
gozija-so a Cmara dos Deputados, sabendo
que reina a ordem em todas as mais provincias.
Deseja pois o aulur da emenda que so suppri-
mio estas expressoes :isto unstra quanto es-
ta arraigado no coracao do lodos o amor a Au-
gusta Pessoa de Y. M. I. o constituigao do
imperio.
Srs eu entendo que o Cmara nao fez mais
do quo expressar aquilio que urna attenco da-
da as circunstancias do nosso paiz aprsenla
muito claramente, Como todos os Brasileiros
conliecem, porque a historia be contempor-
nea, lie mesmo de bontem.a ordem publica, a
Monarchia tom-so por vezes visto gravemente
compromettidas. Quaes lorao os meios por
que assim 0106010 nao cheg ario ambas a pere-
cer ? Eu pens quo nao be isto devido senao
aoainor que os Brasileiros consagran ao Mo
naiclia, e l que teem na co -stituicao do
impeli. Os esforcos muito meritorios dos
poderes do Estado em prol da ordem terio sido \
de corlo sacrificados sem o forte e poderoso con-1
curso da parte saa dos Brasileiros, concurso!
llovido a eonviccao deque, sem a pessoa do
Monarcba o a constiluieo, a paz da Nacn
desapparecia sob golpes do militas annos do I
anarebia. Sis., a Pessoa do Monarcba e a
constiluieo teem sido o nosso feito de esperan-!
fas. D'aqui nasce todo isse ardor, todo esso'
patriotismo com quo os Brasileiros teem-se
empenhado as lucias por que infolizmenlo te- '
mos passado.
Nos por ora nao temos gozado dos beneficios
que a constiluieo aanca ; temos sim luctado
mais ou menos com as perturbacoes, que im-
pelido a sociedade para a sua dustruicao ; mas
os beneficios que devem resultar de um Gover-
no representativo, os progressus que a socieda-
de deve esperar, nao os temos obtido ain la, ao
menos no desenvolvimento que a constiluieo
promette e ufianca. O qu" sena pois, Srs.,
se nao fura o amor dos Brasileiros ao Impera-
dor, al, aesperanc que tem na constilui-
eo, a persuasao de que s por ella he que se
pode firmar e conservar a ordem .'...
(JSr. feboufas : Apoiado.
O Sr. C. de Campos :...E o imperio ser
feliz?
Aindamis, Srs.; quanto se nao fez por de
saniuiaraos Brasileiros, e porque se desgostas-
se a todos quelles que podio servir a causa
publica ? Nao farei, Srs., a bistoria dos er-
I ros, o quem sabe se dos ciimes, que nos teem
( posto a hiacos co.il a desordem, e armado os
Brasileiros mis contra os oulros ; mas pergun-
tarei, por exeinplo, quando so encaminhava
mal o de um modo inteiramente desaslroso os
negocios do Rio Grande do Sul ; quando nio
se procuravao meios para alli sofocar a rebelli-
ao ; quando. depois de alguns triumpbos da
legalidade, depois de presos alguns chefes. via-
so logo .erem ellos restituidos as fileiras rebel-
des, deixando em sua passagem por oulros pon-
tos do imperio as semen tes da desordem que
logo brolavao ; perguntoeu, nao era isto para
desanimar muitos Brasileiros .' Nio era preci-
so um amor muito forte ao Monarcba, urna
mu grande na constiluieo para que ainda
continuassem a fa/er sacrificios ? Nao o duvi -
deis, Srs.; he por este grande amor, be por
esta f lio grande na constiluieo, que o Go-
verno tem podido nos annos anteriores debellar
as faccoes. He, Srs. osle duplo sentimento
quem ha de sempre salvar o imperio e continu-
ar a firmar a ordem no paiz, apezar de todos
is embaracos, de todos os (roperos que ainda,
por infelicidad, se Iho opponbao. (Apotados.)
Diz mais a Commissao :A Cmara dos De-
putados ouvio com respailo a communicacioda
amnista quo \ M. I. bouve por bem conce-
der todos os comprometidos as rebelles de
S. Paulo e Minas: assim permita Dos que
seus effoilos correspondi alta clemencia o
generosidade do \ M. I., e suas sempre mag-
nimas intencoes ; e que as laceos se conven-
ci da inleira reprovacao de seus crimes o im-
potencia de seus esfurcos.Esta parte da res-
posta tem solrido a maior impugnacao, e o
nobre Dcputado pela Babia quer que se emen-
de d'este modo:\ amnista que V. M, I.,
em sua sabedoria e clemencia, bouve por bem
conceder para mais liimar a ordem em S. Pau-
lo o Minas, e n nome il& Naci a Cmara agra-
dece.
Srs. o quo a Commissao quiz dizer, ella o
nio oceulta. Os meas collegas da Commissao
j tiverao occasiao do se explicar. ..
Sr. D. Manoel :Esli muito diver-
gentes.
O Sr. Alendes dos Santos : Nao ha tal.
O Sr. C. de Campos:O que eu tive em
vista foi fazer sensivel o perigo que liavia em os
Ministros apoiarem e motivaren, a amnista, e
cercarem-a de circunstancias taes e de modo
que as faccoes se nio convencessem da inteira
r provagao de sous crimes o da impotencia de
sous esforcos ; que ellas se podessem persuadir
de que nio deviao o osquecimento de seus cri-
mes Bornele alta clemencia o generosidade do
Imperado!, e seu amor pela concordia de seus
subditos, ten bao ou nSi peccado, tenhao ou
nio delinquido ; mas quo antes se convences-
sem deque era um tal ou qual cortejo que o
Ministerio Ibes fazia, de quo era um reconbeci-
mentu do (al ou qual direito que linhao tido de
obrar,omconsoquen< ia de s tor exacerbado suas
paixoes,leudo os Governos anteriores procodido
tia injusta o lio violentamente, que as paixoes
exacerbadas houvessom de brotar eprodu/iros
movimentos revolucionarios, como ellas pode-
nao entender da exposieio ministerial quo pro-
vocou a amnisti. Nao he nem foi ntencao da
Gommissfio reprovarcm si o acto da amnista
(Apotados); porm Lulo o mundo sabe que um
acto poltico como esto, quo por si s mostra a
alta clemencia da Corda, pode produzir conse-
quencas funestas, e ser annullado pelos moti-
vos em quo os Ministros o apoiio e circunstan-
cias do quo o revestem : e he isto o que pens
acontecer no caso presente.
Srs., nao duvido exprimir com toda a fran-
queza a minba opiniioa eslo respeilo, porque
confio sobretodo na alta inleiligeocia da Con'.a.
Eu jul;;o que essa conlusao que se quer fazer
da pessoa do Imperador com as pessoas dos Mi-
nistros ja est muito denunciada e muito repro-
vada i numerosos apotados); mas lembraroi
sempre que mal serven o In perador quelles
que insisten n'etsa conuso(JVmrosoapo/a-
dos). Por isso que Iralao coro pouco respeito,
riLADO


i,
insultio sua dignidade aquelles que confun-
den) os Ministros com o Imperador (Numerosos
apados); e digo que confunden os Ministios
cotn o Imperador anu-lles que nio quorem que
10 aponte os inos edeitos resultantes dos moti-
vos e ciroumstancias com que os Ministros pu-
blicrSoa amnista, dizendo que foi dada pelo
Imperador. (Apoiados.)
O Sr. /). Manoel :Foi dada.
O Sr. C. de Campos:Sim, loi dada polo
Imperador; equem o nejja ?... Mas para que
conundir-se a vonlade da Cora com a opinio
dos Ministros? Demais, Srs., as amnistas
leem sido por acaso concedidas s no Brasil ?
Nao, do cort). He esta a primeira amnista
concedida ? As amnistas sao meios usado*
em muitos outros gneros; e onde ach rao os
robres Deputados, em que Parlamento virio
que se fecbasse a bocea inteiramente a um acto
de amnista, pelo motivo que os nobres Depu-
tados dAo ? Pois as amnistas nos outros paizes
nao forao concedidas pelos Imperantes d'esscs
paiies.' E, pergunto eu, ba hi n'esses pai/es
menos respeito para com os Soberanos do que
entre nos ? Qual ho o paz onde este respeito
he mais religiosamente guardado do que na In-
glaterra ? E por ventura acbo os nobros De-
putados confirmadas pelo uso do Parlamento
d esso pai/. as suas doutrinas i' Abi, Srs. a
aeco do Parlamento chega at a ^ingir-se ao
Throno reprovando o sou Minist rio e pedindo
que o subslitua !..
1 Sr. I). Manoel :Isto he na Inglaterra,
nao he no Brasil.
O Sr Presidente Ordem !
O Sr. ('. de Campos:Oh! quem drn
que a sci*'ncia do (overno fosse entre nos ta<>
conh cida como all suas rearas tao religiosa
mente observadas e o respeito ao Soberano tfio
enraizado Julgo pois que se faz um m.>l; eu
desejaria que os Brasileiros. de quaesquer opi
niOes que fossem, deixissem por urna ve/, esta
confusa.) da pessoa do Imperador com os Mi
nistros. -.
O Sr. 1). Maaoel :Nao se pdeconfun
dir. (Apoiado.)
O ir. M. dos Santos: Acoberlao-st
com o manto imperial pura nao serom toza-
dos.
O Sr. C. de (ampos : Ora. Srs, eu di^o
que as amnistas toda a parte de clemencia ,
de magnanimidade e de generosidaoe que a
presentio, pertcnce ao Imperador; ims as am-
nistas, como mesmo disse o Sr. Ministro da
Jutica no Senado nem seinpre produzein os
edeitos de*ejados( 4potado), e nem todas as
occasirs sao boas para concede! -as; logo, ani-
mado mesmo pelas palavras du Ministro da Jus
tica, entendo que a Cmara dos Deputados .
((liando o Ministerio tein aconselbado a coros
que conceda amnistas por taes ou tu. s motivos;
quando elle tem aconselbado a cora que diga
ao Parlamento que a concedeo com tal ou tal
lirn, entendo, digo que pertence a todos ,
pertcnce ao Parlamento aval a r se esses motivos
forao bons, se ascircumstancias er3o proprias.
seofimque se tinha em vista podena ser al-
caneado poraquelle meio.
Aconselbar a ( uia provocal-a a um acto
por este ou aquelle motivo, por esta ou aquel
la circunstancia, com >ste ou aquella fin, isto
he o que pertence aos Ministros ( .\umeroos
apoiados), e como tal nos be s'jbjeilo. Fo> isto
o que a Commissao examinou foi sobro esle
ponto que a commissao propoz casa que se
dissesse que nio eslava convencida de que os
motivos por elles dados collocassem a amnista
na posico de que as facres se convencessem
da inteira repiovacao de seus ciimes, da impo-
tencia de seus esforcos, e que a attiihuissem
nicamente alta clemencia e magnnimas
vistas do Imperador.
Sr. Presidente, attendendo a exposicao de
motivos feita pela actual administraco, sollici-
tando a concesso da amnista por ventura
n'ella percebe-se aquello melindre pelos prin-
cipios de ordem publica (Apoiados), pelas con-
dicocs de respeito as les o de averso ao ciime,
ou receio de os commetter ? Eu no farei a
comparec > d esse rotatorio com outros que em
outros paizes se tem apresentudo em occasioes
semelbantes, porque a Cmara os conhece; mas
pergunto. se quando se di; que he qnaii i ni -
possivel punir os enmes polticos nlofedimi-
nue o receio de os commetter ? quando se diz
que, tendo sido as paixes exacerbadas, ellas
l'o'ao levadas aquelle acto ; quando le diz que
causas muito anteriormenteac umuladas linhao
preparado ou influido para aquelles motivos ;
quando se lauca um dezar sobro aquelles que
pertencio a urna opimao poltica difTerente
d'aquella que le/, o movimento revolucionario
o o reprimi (e ludo isto se encontra n*essa pe-
ga ministerial a que me retiro); pergunto eu
se todas as condicOes de ordem publica sao de-
vidamenle respetadas pelos Ministros? Se ha hi
este respeito tu oto par; estas condiedes.eti nao o
desru'>ro;e as fariGes. que Uw*BI seu instim-lo.
conhecero desde logo que havia all o quer
que seja que como que as afaava,que Ihes pas-
sava a mao pela cabeca (Apoiados.) Vejo que
nos outros pii/e he tal o receio que os homens
le estado leem de dar idea de que o crime n3o
he inteiramente reprovado, que seus esforgos
naosoimp tentes, que nio se Ihes attnbua
Jeferencia para com os criminosos ou tal ou
|ual medod'elles. equee*te> nao possio at-
tribuir a outra cousa senio clemencia do Im-
perante acto* como este da que tratamos que
elles sempre s0 exprimen) de modo tal q.ie fi
quem sempre salvas as bases da ordem publica,
o principio do respeito fis leis, da reprovaclo
dos crimes da superioridado dos poderes do
estado aos embates das faccSes, e o f >rmal re-
eoribeciinento da impotencia dos esforcos d'es-
lai Entaoapresentio-se sem quehra alguma
todos os fundamentos do ordem publica e re-
conheee-se toda a superiondide o eminencia
lo poder social, e toda a inferioridade toda a
suhjeicjo de qualquer forca que ouse ata-
cal-as.
Mas entre ns, no acto em questio, como
se proced.o diversamente e como nio devem
ser diversos os resultados Nao digo, nem jul-
goa administrarlo com conhecimento dmale
intoncao de o praticar ; mas pens que os ho-
mens de estado a quem me refiro, longedefir-
'narema ordem. encaminhao as cousas para o
mal que cumpria evitar. (/fpoia<>os.)
Julgo em fim.iesumindo, que nao ha no Mi-
nisterio vontade de fazer o que receio; mas que
nan'elle falta do conhecicnento do estado do
mi/ falta de conhecimento de suas (oreas
tara lucrar eim os embanco) que ja existido, e
I ne com seus actos se ay grava o.
Sn. o receio que cu e muitos cidadSos con-
:eh m pelos resultados d'essa exposicao em que
i administrarlo procurou apniar a amnista.
oresee attendend > se para os sentimentos que
uanilestio depOS da amnista aquelles que
t.-cm. ou tomado parte, ou influido as per-
(nrlucoes do nosso paiz. snbretudo as rebel-
lies de S. Paulo e Minas (Jpoiados) : por
mS-i he que eu disse que .s faeces teem leu
ostincio, ellas descobrem (como nao sei i o
que Ibes pode vir a dar forca, e o que Ige* pode
vir a ser fatal. Eu vejo que o instincto das lac-
cGes as tem levado eu direi francamente, a
dar ao Ministerio um apoio que seus cheles ou
conselheirosscostumaodar as administracoes
millo de suas sympathias Descobriro ellas
por acaso que. indo as cousas assim, o futuro
lo paizlhes he subordinado [Aponido*)
Pergunto eu, o que estamos vendo nSo he
exactamente isto ? O Ministerio propondo a
amnisli. prelendeo acaso que ella losse o nrin
cipio de urna nova politice ; persuadin-seelle
que o estado da nossa sociedade era tal; as
ideas, os interesses dos partidos em que ella
tem estado dividida erio de tal natureza, que
possivel seria ruodifical-os.e chamal-os a conci
liacao e viverem una vida de paz?
Srs., eu deixo de parte a variagio das opi-
niesdoSr. Ministro do Imperio, altrihuindo
boje amnista urna accAo benfica que Ihe ne-
gava o anno pastado em urna discu casa, em que imprimindo-se o carcter de
comedia em que tudo acaba em abraco, diz
que ella para nada serve no nosso pai', e que
sua intima conviccaocra que s punindoseve-
ramente os verdaderos calieras das rehellies se
poria um cravo na roda da revoluco do Brasil;
variacSo esta de opiniao que o mesmo nobre
Ministro da .Instiga estigmatisou na sessao do
enado de 13 do corrente. Perguntarei, se
pela amnista qui/e-se o (loverno modificar as
pntieSes dos partidos, ubordina'-os a si, como
nao se apresentou elle fallandn-lhes a lingoagem
di grande/a do poder, da consciencia de sua
forga e da inteira reprovacao dos crimes, em
ve/, do usar de urna lingoagem de impotencia,
de condescendencia e de cortejo para com as
f que ellas se alentassem sobretudo quando a
par d'issose estisnuitsava aquelles que as ha-
vial' combatido P Nao era para receiar que ,
ju'gand >-se temidos, por isso que erao corte-
jados aquelies mesmos a quem a amnista era
concedida se apresentassem indoceis e indoma-
veis com os mesmos sentimentos com as
mesmas ideas que os havn levado ao crime ,
j*! nao digo mordendo at a mao que Ihes lez o
beneficio desprezando-a tendo-a em pouca
conta, ja nao lallo d'isso ; mas conservando as
mesmas ideas, nao as modificando em nenhum
ponto ? Ora a este respeito lemhrare o ma-
nifest do Presidente de Sorocaba : nao apr-
sente csse manifest ao Governo motivos para
serias consideraces? (slpoiados.)
Dir se-ba que o inanilesto de um individuo
nao tem importancia alguma ; mas. Srs., este
individuo foi o primeiro homem de Sorocaba
nos movimentos <'e que tratamos Lembrarei
tambem os sentimentos, as opinies d'aquel
tinto nem elles modificio seus principios exage-
rados esuas opinies, nem esconden) a s le do
poder e de vioganca, e mesmo' j altamente a-
meacao o imperio com novas e maiores des-
iracas se esse poder Ib i nio r entregue .'
Srs.. sio boje os mesmos homens que ha lem-
pos erao e com a mosma bandeira : o pe-
der ha de estar em nosias mos; se nao nol-o
entrearom, havel-o emos pela forca....
Sr. Saya o Lobato : Apoiado ; la est
o Sr. Paula Sousa no Senado.
O Sr. C. de Campos: Nao nos revelro
acaso, Srs., alguma cousa as discussoes do Se-
nado ? O que dizcm all alguns d'essa maioria
que o Ministerio suppda apoial-o? oquedi-
zem? Elles nao se escondem. (Apoiados.)
Esses homens, que, pela sua posicio anterior e
para seus interesses, dovio pesar um pouco
seus actos, julgao que a occasiio be oppurtuna,
que ja nao ha inconvenienteemdiier tudo.e Ihes
be dado baterrijo!(4/iadof )bater forte! (Apoi
ados)Oque disse um membroda Cmara vitalicia?
Disse: tenbo sempre as mesmas opinies os
mesmos principios polticos, sao os mesmos os
meus principios administrativos ; nadad'isto
tem variado; apoio a administrarlo porque
ella so chega a mi ni, [Apoiados) porque ella
pensa como eu; bei deapoial-a emquanto as-
sim pensar, e administrar o paiz como eu en-
tendo. (Apoiados). Ha nada mais claro ? Esse
mesmo memoro da Cmara vitalicia o que pro-
pe ao lioverno, nao para realisar essa preten-
dida conciliario pois nem d'eMa falla, mas
para continuar seu apoio aos Ministros ?
Gomera ello por laucar um labo de, suspei
ci quasi que sobre a generalidade dos Brasi-
leros; todos elles sio suspeitos ; porque uns ,
osqueoecupio cargos pblicos, pertencem
oligarebia dominadora ; e outros, os que aju-
darao a bater as rebelhes pertencem lacean
conquistadora Exige elle pois que o Governo
demitta desde o primeiro heleguim que exis-
te no imperio at o ultimo Conselbeiro do Es-
tado (Apoiados), porque s assim se quebrara a
oligarchia o o dominio de conquista que pesi
sobre o paiz! Elle pois o que quer he que se
substitua tudo o que be empregado ; tudo
o que he empiegado amovivel no impe-
rio bo suspeito para aquelles que se apre-
sentio como orgao da maioria que no Sena-
do apoB o Governo. Ora, nio conbecer por ah
o Governo que os resultados i|ue esperava di.
amnista nio sao os que os lacios apresentao ?
que os fados nao estio em harmona com os
desejos (quero mesmo dizer) que elle linha sol-
licitando a amnista '.'
(Continuar-se-ha.)
COMMERCIO.
PtnNAfltfu.
CORREIO.
CORRESPONDENCIA D\ CIDADE E PROVINCIA.
Ah esta porta o dia da eleicio de um Se-
nador por esta provincia, e a malula do Quei-
xdo. /fiereza douda, e Tretntdor ir exercer
mais esta vez urna Iraficancia a que elles cha-
maran exercicio de soberana nacional; sobera-
na da pruia, nacional da praia; pena sera se
nao sabir um Senador da praia! o que supponho
infallivel se ella conseguir levar a sua concha
baixona balance das eleicoes; porque eu nao sou
dos que acredito que a praia vote no velho An-
tonio Carlos, respeito do que a vista fara f.
Jam proxtmus ardet (fcalegon : os manta
fedes eslo-se devorando uns aos outros, cousa
rara entre semelbantes quadrupedes, porm es-
tes san de outra especie, e pertencem aos tora-
les O grande Meto comprou a demanda da Ca-
sa-Forte, que os Bomas sustento, ha 22 an-
uos, romo bens de seu fallecido pai. Comprar
bens letigiosos, e compral-os um advogado,
senao he cota-lilis, he cousa muito semelbante;
porm di/em que o tal Neto be apenas testa de
ferro nessa questao : o certo be que a cousa es-
ta intrincada, e di/em que o Neto nao sahira
muilo bem dessa treta, como se tem sahido de
nutras muitas; pelo menos oJoio Boma nio
esta muito disposto a dar palba besta.
Todava o que ba de mais singular nesse ne-
gocio be que.havendo sido uceusado o dito Joao
Boma pelo Ministerio publico, oannoproxi
ru passado, por um artigo poltico do .-novo,
ou pasquim mor da praia, de que era ou se
tornou responsavel, ollereceo-se como seu ad-
vogado, e appareceo todo ufano e orgulhoso o
ilustre Neto, como delensor, protector e ga-
ranlidor pelos seculos sem fin do Roldao de
nova ctpccie ; agora compra urna demanda de
22annos, contra este mesmo seu amigo, cor-
religionario, cliente, protegido, &c. &c.
destes advogados libera nos Domine Di/em
que a praieirada est por isso dividida ; que
uns leem tomado a peito a causa do Neto, e
es que, pclasu i posicao. mesmo por nteres- outros a do Roma.O que dir a tudo isto o
eseu, e, quanl mais nao fosse. por gratidio, mui Ulustre proprietaro da typograpbia da
leverao mostrar-se mais comedidos, deverao a- praia? forte corja !
presentar outros sentimentos e ideas. Noen-J ----------
Alfandega.
Bendimento do dia 24..........16:58753&
Descarregao hoje 25.
BrigueGtorgefanoh e albos.
Brigue /tragomercadorias.
BrigueFeliz Destino\&Qm.
BriguePithagorasidem
Galiota/4nna Hebeeeabotijas vazias.
BrigueAdolpKoqueijos.
lloviznen lo do Porlo
Vatios entrados no dia 24.
New London; 26 mezes, galera americana M."
Warren de 236 tonelidn capillo W"
Siison equipagem 21, carga eite de pei-
xe ; io cap lio.
Icbaboc ; 29 das brigue ingles Quebsc Pae-
kett, de 196 toneladas, capito Boberts Had-
den equipagem ll carga lastro; a Jo-
nes Patn & Companhil.
Editaes.
2 A Cmara Municipal desta cidade do Becife
e seu termo &c.
Faz saber que cm virtude das ordena do-
Exm. Presidente da provincia ser na igreja
de S. Pedro a reuniio d.i collego eleitoral
qne tem no dia 26 do presente deeleger um
Senador pela falta que ficou na respectiva C-
mara com o (allecimento de Manoel Caetano de
Almeida e Albuquerque. E para quecbegue
ao_coiibecimrnto de todos mandou kaxer o pre-
sente epuhlical-o pela n prensa. Recife eu"
23 de Janeiro de 1845. Manoel Joaqun* do
Mego e albuquerque. Presidente ; Fulgencio
Infante e Albuquerque e Mello, Secretario (1*
Continuadlo da lista ios Juizes de Fado
qualificado.
Elias Baptista da Silva.
Francisco Cavalcanti de Souza I-eao
Dr Filippe Carneiro de Olinda Csropello.
Francisco do Paula Corris de Araujo Jnior.
Paz Brrelo.
Rodrigues ChanJa.
de Pinho Borges.
de Paula Soares Brandio.
Dr. Fulgencio Infante de Albuquerque e Mello.
Capitao Francisco de Paula Corris de Araujo.
r. Filippe Lopes Neto.
Filippe x>
Felis Francisco d. Firmino Jos de Oliveira.
Florianno Correia de Unto.
Francisco Alexandrino Yasconcellos Caldca.
Antonio de Souza.
Goveia Chaves.
Joaquim Carduzo.
Ten. Coronel francisco Joaquim Percira Lobo.
Francisco Jos ('.ir ilo Leal.
Lucas Ferreia.
Manoel de Almeida Citsnbo.
Dr. de Paula Baptista.
e Silva.
Bodrigues da Cruz.
Dr. do Salles AlveiMaciel.
Simo s da Silva.
Jos da Silva.
de Paula Pires Ramos.
)< Jos de Mallos,
i Jos Silvera.
Major Francisco de Assis Campos Cosden.
Francisco Xavier e Silva.
Coronel Francisco Jos Martins.
Francisco Seraho de Assis Carvalho.
('apilio Francisco Camello Pessoa de Lacerda.
Francisco Antonio da Fonseca Galvio.
das Cbagas.
Baptista de Almeida.
Sergio de Mallos.
Antonio de Oliveira.
Ribeiro Pires.
Antonio Cavalcanti Cosseiro.
Jos Arantes.
Felicianno Augusto de Yasconcellos.
Francisco de Salles Albuquerque.
Carlos Texeira.
Comm. Superior Francisco Jacintho Pereira.
Major Francisco Cezario de Mello.
Francisco Carneiro Machado Rios.
das Chavas Cavalcanti Pessoa.
> Xavier Carneiro Lint.
de Carvalbo Paz de Andrade.
Gabriel Alfonso Bigueira.
Gaudino Agostinho de Barros.
Henrique Meple.
Dr. Ignacio Nery da Fonseca.
Ignacio Alvcs Monteiro.
Jacomo Gerardo Mara Lumachi de Mello.
Januario Alexandr.no Ribeiro Caneca ,
Dr. Jeronymo Salgado de Castro Acyole. *
Joao Vives Machado.
Dr. Joo Antonio de Souza Beltrao Araujo P.
MUTIL


^
innr
4-----=
'I.
Joao Antonio Villa-secca.
Baptista Rodrigues de Souza.
dos Ssntoi.
Bernardino de Vasconcellos Coimbra.
Dr. Joao Capistian Bandeira de Mello.
Jodo Cavalcanti de Mello Albuquerque.
Facundo da >ilva Gumaries.
Dr. Joao Floripes Das Brrelo.
Joao Francisco Bastos.
Regis Quintella.
Dr.Joao da Silva
Joio Hermenegildo Borges Diniz
Ignacio do Reg.
Jos Lopes Jnior.
Capitio Joao do Reg Barros.
Jo > Rodrigues de Miranda.
Xavier Carneiro da Cunha.
Theodnro da Crui.
Joaquim de Mello Albuquerque.
Claudio Monteiro.
Felis Machado.
Henrique da Silva.
Ignacio de Carvalho Meodonca.
Josa de Abreu Jnior.
Dr. da Fonseca.
de Miranda Jnior.
Pinto Guimares.
da Silva Castro.
Luii de Mello Carioca.
Jorgt Vctor Ferreira Lopes.
Jos Antonio Corris Jnior.
Dr. Jos Antonio Pereira lliiapina.
Jos Antonio da .Silva Jnior.
Bento da Costa.
Dr. Jos Bento da Cunba Figueiredo.
Jos Candido de Barros.
Clemente dos Sanios Siqueira.
Esteves Van na.
Francisco Maride de Almeida.
Dr. Jos Francisco J0 Paiva.
Jos Francisco 'pinto Guimares.
Higino je Miranda.
General Jo,4 Ignacio de Abreu Lima.
Jos Igr.acio d'Assumpcio Jnior.
I nnocencio Pereira da Costa.
Br'.gadeiro Jos Joaquim Colbo.
ios Machado Freir Pereira da Silva.
Maria da Cruz.
Guedes.
Marques Vianna.
Pedro do Reg.
da Rocha Prannos.
Rodrigues Fonseca.
dos Santos Nunes de Oliveira.
Tbeodoro de Sena
Xavier Faustino Ramos. '.
Joao Pinto de Lemos Jnnior.
{Continuar-si-ha )
Iieclaracts.
2A Pagadoria Militar.em presenca dosan-
nuncius feitos neste Diario por vezes =: de que se
rebate o sold de Officiaes reformados por me-
nos Je queem outra qualuier parte na rus da
Assumpcid n. 16; = avjsa ao msenos Srs
Officiaes reformados, que seus pagamentos se
teem feilo, e la/em nos dias para ellos destina-
dos, como se publicou, e que aquelles Srs.
Officiaes, que rebatem seus odos, ou os teem
rebatido he, porque assim Ibes convem, e nao
pela (alta do seu regular pagamento em da
que tem sido prompto como todos os mais paga
rnentos a cargo da Pagadoria. (13
2Avisa-se as pessoas que botarlo na caixa
do Correio cartas para diversas pessoas, e luga-
res abano relaciunados,..sem terem d ellas pri-
meramente pago o respectivo porte, como de-
termina a le, queiro vir ao mesmo Correio
satisfazer este preceito Kara ento poderem taes
cartas ser levadas ao iLu conveniente destino.
Belaeao das cartas a que se refere o annun-
ciosupra.Para o MaranbSo ao Sr. Manoel
Luiz dos Reis, (cujo porte nao est conforme)
para o Par ao Sr. Jos Rodrigues Sidreira,
para Macei ao Sr. Tilomas d'Aquino Roa,
para Lisboa ao Sr. Vicente Antonio EstevSo e
para o Porto Sr.a D. Maria de Jess, e ao
Sr. Joio Manoel Barboie. (15
v
THEATRO PHILO-DRAMATICO.
Quinta-feira 30 do corrente.
Segunda re presen tacao dos cantores M. Lemot
\
C. Meco. )
A direegio da Sociedade ^hilo-dramtica
tendo concedido de novo a sal/a para a segun-
da representarlo em beneficio ido tenor Carlos
Ricco, este artista se recommerida ao illu.tre
publico desta capital aprcsentanjdo-lbe o varia-
do e novo divertimentoseguinte
Primtira parle.
1. Ouvertura a toda orebefrtra da
# // Pirata, msica de Bellini.
3 Aria favorita da opera // Giuramento ,
por Margarida Lemos msica de Mercadanle
4. O bellissirn duelo Su/ campo de la g/o
ria, da opera // Beluario, por J. Toselli e o
beneficiado, msica de Donizetti.
Segunda parle.
5. Ouvertura pela orchestra da opera Ma-
taniello, msica de Carrafa.
6. A grandiosa scena e terceto de la D-
chela ai prieqhi, da opera Lucrecia Borgia ,
msica de Donizetti.
O nomo de Borgia no palacio ducal de Fer-
rara tinha sido ultrajado por um Capitio de
Guardas Venezianas que, tirando urna das
leltras do prtico deixou a inscripc3o orgia ,
este Capillo loi preso e sentenciado morte pe-
te orguibo de Lucrecia ; o Duque satisfez os
dezejos de Lucrecia lano mais que considerava
o Capito como favorito da sua consorte : Lu-
crecia quer por si mesma conhecer o autor da-
quelle crime comparece na habitacao Ducal
aonde ha de ser condusido o reo ; este ebega ,
mas oh sorpresa o criminoso era Gennaro ,
filho de Lucrecia Borgia, educado sigilosamen-
te debaiioda vigilancia indirecta de sua mili ;
que borroroza combinacSo a mai tinha con-
demnadoa morte seu filho'.!!! Lucrecia,como
era natural muda de opiniio, mas o Duque que
esta mudanca o faz anda acreditar na sua pri-
meira opiniio, nega o perdi de Gennaro, em
vio roga Lucrecia, nada commove o coracio
do Duque, s consegue que nao morra no pa-
tbulo, e seja all envenenado; mas Lucrecia
lie designada pelo Duque para dar-lhe o narc-
tico, que mgoa para o coracio de Lucrecia !..
o Duque i I lude Gennaro com varias promes.
sas e por ultimo convida-o a beber em prova
de conciliario, esta he a occaso de consum-
mar o decreto Gennaro recebe de sua mai o
calis de veneno I .... e o Duque se aparta sa-
tsfeito de estar terminada a obra ... mas ol !
esi eranca Lucrecia tem um contraveneno ,
corre anciosa a seu filho para que o lome e
salve a vida: Gennaro que nao conhecia an-
da Lucrecia como sua mai recusa tomal-o ,
julgando n'aquelle momento que he ella quem
o quer envenenar ; Lucrecia atlicta insta, roga
por quanto ha de mais charo que Gennaro a
crea, e por fim o consegue: Gennaro be salvo,
foge por urna porta secreta e Lucrecia parte
satisleita de (cr salvado seu filho ; mas o genio
do mal a persegue, aosahir encontr o Duque
que considerando ter ji operado o narctico vi -
nha mandar retirar o corpo de Gennaro I ....
elle s acha o corpo de Lucrecia que ca des-
maiada aos seus ps.
Personageni.
Duque de Ferrara
Lucrecia Borgia
Gennaro Capitio de Guar-
das Venezianas
Condente do Duque e
guardas de palacio
Terceira parte
7. c Ouvertura pela orchestra
Tell de Rossini. ..
8. Duelo de corneta a pislon e clarineta
pelos Srs. Chaves com acompanhamento da or-
chestra.
9. Duelo // rita/e. da opera
Heatrice di Tenda
por Margarida Lemos e o beneficiado msi-
ca de Bellini.
Quartu ultima parte.
Waliat etcolhidat de Araut pela orchestra.
10. Terminara o espectculo com a engra-
nada scena daPalmeada oe arraei que va~o
para cima do Douro na qual o beneficiado
cantar urna canso hespanhola de
$ touroi no Porto.
Muito acolhida na corte do Rio de Janeiro.
Director da orchestra Mr Grotdidier.
N B. As pecas de canloria serio executa-
das a carcter e as scenas arranjadas com toda
propriedade possivel.
Preces de entradas.
Cadeiras de galera, l.'ordem para
homens
Cadeiras de galera 2.a e3.a ordem
para familias
Bilbeles de platea
(O espectculo principiar achegada do Exm.
Sr. Presidente da provincia )
Os bilhetes vendem se na casa do beneficiado,
ra larga do Hozario n. 30, primeiro andar, e
na mesma ra loja do Sr. Lody, e nodia no
tbeatro.
2Para o Ass saliir.no da 27 do corren-, co feito
l mez
leira, quem no mesmo qui/er carreg.ir ou r de
passagem dirija-se ao sou propietario Louren- a iua' se rospons ihilisa
por urna pessoa que tem
o piitacho nacional Laurentma frast- i__. j n-
bastante conliecimento da oflmua,
pela im-
co Jos das Neves na ra da Cruz n. 64, ou.perfeicao que haia, por preco mais
d; commodo do que em outra qual -
quer parte. Aquelles Senhores que
se quizei-em utilisar do seu presu-
mo, dirijo-se ra do Livramen-
lo, loja n. 13.
Joaquim Pereira Caetano.
= Oflerece-se urna ama para criar em qual-
quercasa capaz ; quem pretender drja-sea
ra do AragSo n. 11.
= Manoel Antonio de Souza Reis embarca,
para o RioGrande doSul, a sua escrava do gen-
to de Angola por nome Raquel.
1Da-se dinbeiro a juros sobre penhores de
ouro e prata, em pequeas e grandes quantias;
na ra do Livramento n. 13. (3
Aluga se una escrava para o trrico de
ao l.ap
Neves.
2=Para o Rio de Janeiro partir dentro
em poucos dias, por ter parte de seu carrega-
mento engajado, o brigue brasileiro Americano
Feliz, Capilio Joao Antonio Gomos : para
carga escravos a frete ou passageiros traa-
se com Firmino J F. da Ito/a & Irmios: na
ra do Vigario n. 23, segundo andar. (7
Lcil
4
2 Konworthy &' Brender a Brandil Carao
leilio. por interven^ao do corret ir Oliveira.
de grande sortimento d ferrageos grossas e fi-
nas, cullaria, armamento, e miude/as, de-
vendo vender-se ludo para liquidacio de con-
tas ; terca feira 28 do corrento As 10 horas da
manhia, no seu armazem da ra da Cruz, pr-
ximo ao arco do Bom Jess. (8
IO corretor Oliveira far leilao publico,
por ordem de Rothe & Bidoulac por autorisa-
cio e em presenca do Sr. Cnsul de Dinamarca,
por conta e risco de quem pertencer do casco,
e mais pertences do brigue ['rutan Capito
E. Legh, arribado com agoa aberta a este por-
to onde foi legalmente condemnado na sua
recente viagem que fazia de Clao do Lima ,
com destino a Nantes: quarta feira, 29 do cor
rente, s 11 horas da manhia em ponto, no ar-
mazem dos consignatarios, na ra do Vigario n
4. Adverte-se que os prefinientes devom an-
tecipadamente examinar o casco &c. no lu-
gar onde se acha ancorado, defrente do Forte
do Mallos, assim como os maslros, vergas, &c.,
queseachao no areal de Fon de Portas, exis-
tindo os mais objectos no armazem supra de-
signado. {17
pn-
Aelores,
Joao Toselli.
Margarida Lemos
O beneficiado.
N. N.
Guilherme
Avisos diversos.
2,000
2,000
1,000
= A Mesa Rogedora da rmandade do Divi-
no Espirito Santo convida os irmios a reun
rem-se em Mesa geral no respectivo consis-
torio nodia 26 do corrente, pelas 9 horas da
manhia, a fim de Ihsserem presentes as emen
das que ao novo compromisso ofTerece o De
finitorio Capitular da Baha.
= Manoel Dias Xavier comprou por conta
do Sr. Antonio Goncalves da Silva, morador na
cidade da Parabiba, o bilhete da lotera do tbe-
atro n.74.
= Oabaixo assignado comprou, e tem em
seu poder o meio bilhete da 1.* parte da 16.a
lotera do tbeatro pertencente ao Sr. Pedro
Jos" Antonio Vianna do CearA.
Francisco Joaquim Cardozo
2Firmino Ji.s Felis da Rosa & Irmio n.u
dario sua residencia eescriptorio para a la do
Vigario n. 23. segundo andar (3
OiTer ce se um rapaz Brasileiro de 20 an
nos que sabe ler, esciever e contar soflrivel.
isentodeG. N., para caixeiro de arma/om de
assucar ou mesmo de cour s ou loja de fazenda
do que tem bastante pratica : quem o pretender
annuncie ou dirija-se a ra do Livramenti.
n. 13.
IJoaquim Antonio de Santiago Lessa
comprou por conta do Sr. Estevio Lins Wan -
derlev, morador no engenbo Caxoera provincia
das Alagoa-, dous meios bilhetes da lotera do
theatro que corre no dia 28 do corrente de n-
meros 3,438e 3,439, os quae ficao em seu po
der. 7
3Manoel Joaquim Pascoal Ramos embar-
ca para o Rio Grande do Sul o escravo crioulo
de nome Paulo, a entregar ao seu Sr. Joio
Antonio Jorge. (\
LOTERA do theatro
As rodas desta lotera
casa e rus saliendo cozinbnr o diario de tima
casa e engommar liso ; na na de llortas sobra -
don 9i.
Quem precizar de um bom destilador de
ago'ardenle; annuncie.
l=Deseja-selallar ao Sr. Jos Francisco Lo-
pes a negocio de seu interesse ; na ra da Ca-
deia do Recife casa 11. \ segundo andar. (3
1 =Achao-so correndo os dias da le,para ser
arrematada de venda, perante o Sr. Dr. Juiz de
Orlaos, a casa Ierren n. 10 da ra Direita, com
14 palmos de frente, G9 e meio de fundos,cozi-
nha dei.tro pequeo quintal, chios proprios,
avahados em aOOi rs pertencentcs ao demen-
te Vigario Patricio Jos de Souza. (1
= Preci/a-su de urna boa lavadeira de var-
rela ; na ra eslreita d.i Rozario n. 34 ,
meiro andar.
1= Quem livor para alugar annualmento
um sitio, que est-ja bem plantado p que te-
nba baja paracapim sendo a casa do sobra-
do e situada desde o Manguinho at a pon-
te do Ucbda nao excedendo o aluguel de 500j
600j rs.*; pode annunciar por esle Diario
para ser procurado, ou enlenda-se com Anto-
nio Alvos Rarboza em Fra de Portas. (8
= O abaixn assignado adverte a esse misera-
ve furasteiro conbecidocomo criado deservir
(boje pordesgraca estabelecido na ruada Praia,),
que nao avance com a sua estupidez a manchar
a reputacao de quem nao conhece e se conti-
nuar......a sua paga ser publica em remu-
neracao aos serviros de um zoilo.
A maro Benedicto de Souza.
l = Preciza-so de 2:000. do rs. a premio de
I ',! p. c. ao mez por lempo de um anno com
seguranca em urna propriedade de sobrado no
bairro da Roa-vista no valor de 12:000,* de rs.;
quem quizer dar, annuncie. (5
2^JOAO DE OLIVEIRA RA.MOS.tendo de
retirar-se para o Rio de Janeiro laz sciente ao
publico fem resguardo do sua propriedade), que
0 estabelecimento de Estevao Gasse durante
1 sua inslalaeao e administrarlo at o dia 9 do
corrente mez, nada ficou a dever a pessoa ne-
nhuma ; assim elle annunciante, ex-adminis-
trador do inesmn eslabilicimento; e se por ven
rura algu 111 se julgar de ambas as partes ere-
dor, ou obrigado por qualquer embaraco, de
hypolbeca, indouede leltras ou fianca, &c. ,
pdeannuncial-o primeramente, querendo, e
ilepois apresenlar sua conta, na ra da Cruz do
Recife n. 44 primeiro andar aonde mora ,
isso no prazo de 10 dias, por ser sua demora
nesta. f\i
3A pessoa que no Diario de 12 do corre-
te pedia um rapa?. delGannos, com boa le-
tra para escrever em um escriptorio, dirija-se a
ra da Cruz n. a ou annuncie para ser procu-
rado. (K
3 ADMIRA VEIS
Avisos martimos.
20 brigue Viriato pretende sahir para
Lisboa a 6 de Fevereiro por ter a maior parte
do seu carregamento prompto, e levar o (rete
de 00 rs. por arroba de assucar tem bons
opera i'"
v I commodos para passageiros ; tratase
# onh.nAfini.J.1.. capitio Augusto Antonio do Couto, na praca
Mo Paitar I i'*'"tensante ana do Commercio ou com o consignatario Tho-
Mecol altar dt ven.re, da opera .VcVma. mu- m.z de Aquino Fonseca na ra do Vigario
sica de Bellini. i n. 19. (a
.ADO V
NAVAI.IIAS DE AC DA CHINA.
Tem a vantagem de cortar o cabello aero of-
fcnca da pelle deixando acara parecendo es-
tar na sua brilhante mocidade.
Este ac vem excluzivamente da China e s
nelle Irabalhao dous dos melhores e mais aba-
leados cutileiros da nunca excedida e rica ci-
dade de Ptkim capital do imperio de China.
Autor Shore.
" He recommendado o uso destas na-
valhas maravilhosas, por todas as sociedade
das sciencias medico-cirurgicas, tanto da Eu-
ropa como da America Asia e frica nSo
sopara prevenir as molestias da cutis, mas
tambero como um meio cosmtico.
Vendem-se nicamente, na roa do Crespo ,
loja n. 12. de Jos Joaquim da Silva Maia. (l
3 Um rapaa Brasileiro de 15 annos, que
sabe lr, escrever e-contar, ofTerece-se para cai-
Irniandade9,e(-onfrarias,quecoii- V*aIJT"fT?" T0 <""' "*"
,.,,..' ,. i Minea de ra, dando liador idneo sua con-
tinua de hojeem diante a estampar: duela; quem delle se qui/er utilisar annuncie
resistos de todas as qualidades com P* ser procurado. (q
muita peiieico e aceio, e baslanlei 3~Alu8a-Se u,m segundo andar do sobrado
n. bo, na ra Nova : a tratar na venda por
(3
riiiclo impreterivelmente
nodia 28 do corrente, fi-
quem ou nao bilhetes por
vender, e o restante dos mes-
mosaclia-se a venda nos lu-
gares annunciados. (9
AVISO AO l'UBLICO.
O abaixo assignado, com nova
fabrica de estampar esistos, faz
sciente aos Srs. Thesoureiros de
promptidao, por ser este serv-, baiio do dito sobrado.
/


r;
B 4
O Precisa-se de urna ama de leito, prele-
rindo-se captiva ; na ruada Assumpcao n. 16.
6 Rebate-se sold de Olliciaes reformados
por menos de que em outra qualquer parte; na
ra da Assumpcao n. 16. [3
2Avisa-se aos Srs. Socios que o prximo
espectculo ter lugar no dia 2fl do corrento e
que a distribuiciio dos bilhetes se far nos das
24 e 35 na ra da Cru: n. 5. (4
2 Precisa-sede um pequeo para caixei-
ro de urna Ioja preferindo-se destes dictados
agora faz-se-lhe grande vantagem ; no porto
da ra Nova serrara n i!. (4
2 Precisa-se de um bom trabalhador de
inasseira ; na ra Direita, padaria n. 40. (2
'l Precisa-se de um trabalhador de mas-
seira ; na ra Direita padaiiu n. 82. (2
2 Jos Teixeira deCarvaliio subdito por-
tuguez retira-se para lora da provincia. 2
2 Recebem-se cavallos para se tratarem,
compro-se e vendem-se sangiao-se e curo-
se ; na ra da Conceico da Boa-vista n. 60. (3
2 Precisa-se de urna ama, que tenha mui-
to e bom leilo para acabar de criar um meni-
no de 3 mezes ; na ra da Cadeia do Uecife
D. 35. (4
Na ra das Cinco-pontas n. IGO procisa-
se de um olTicial decharuli-iro paga-su bem.
2 =N i pracinba do I.ivramento lia uma Se-
nhora casada sen lilhos e bem conbecida a
qu I pertende abrir aula da primeiras I liras
para meninas, na qual ensinara a ler escre-
ver, e contar correctamente, assim como gram-
matica portuguesa e diversas costuras; as pes-
soas que pretenderem. dirijio-se ut o fien des-
te mez, ao pateo da Ribeira n. 25 e desta dula
em diante na pracinba di> Livraiiiento no pri-
meiro andar do sobra lo i. 42. (9
3 Precua-se de um moco Porlugucz de
idade de 10 a 20 annos, que entenda do servi-
do de padaria, e possa tomar conta do urna fro-
guezia do vender pao ai|u mesmo na (iraca;
as Cinco ponas n. "i)0 ou 32. (5
5 RAPE FINO
VliN \<;rin.io
Jernimo da Costa Guimaraes e Silva, asss
agradecido ao benigno publico pela grandeex-
traccao que tem tido o rap fino V inagrinho
de sua fabrica tem a satisfagan de Ihe poder
declarar que se nao Iludi com o acolhimen-
to que fez ao mencionado rap.
A approvaco que a respeilavel sociedade
do Medicina desta provincia se dignnu dar ao
rap fino Vinagrinb depnis de u baver subme-
tido a uma analyse cliimioa asss rigorosa be
o maior elogio que se pdel'azer a sua qua-
lidade.
O annuncianle se obriga a ler sempre boa
qualidadedesterap a disposicao de seus be-
nignos freguezes.
O embrulho dos botes be azul, c os rtu-
los brancos ; vendem-se de cinco libras par
cima a 1/iiOu tf. no deposito da ra da Ca
deia do Recito n 50. i20
3 Precisa-se de um muco de 16 annos que
tenha boa letlra para o servico de um escripia-
rio; annuncie. 3
A bem acreditada estampara, que foi do
fallecido Jos Lino, continua a estampar rets-
tos de todas as qualidades, e Inda e qualquer
obra de tstamparia, con a mesilla promptido
asseio, com que sempre costumou a servir a
todas as pessoas, e hoje com mais perfcico,
por se adiar munida de inuito boas chapas,
viudas do Rio de Janeiro, e do urna pessoa que
trabaiha com multa perfeicio, e por menos
preco que em outra qualquer paite : por isto
avisa as pessoas que mandando eslampar, que
1 Quem quiser comprar uma estribarla
para 2 cavallos muito bem (eita, e preco que
convida ; trata-se na ra da Cruz do Recito n.
44 1. andar. (A
2 Aluga-se um sitio nos Amigados, no pa-
teo da Paz com bastantes arvoredos de fru-
to, boa casa de vivenda, cacimba com boa agoa
de beber; a tratar na ra das Cruzes n. 20. {'\
Compras
3 Compra-se um tonel grande usado ,
inda mesmo servido de azeite de carrapato; na
ra das Cruzes n. 28 Ioja de pintor e vdra-
3 Vende-se um preto moco de boa figura
para todo o servico ; duas pretas lavadeiras e
quitandeiras; uma dita eogoromadelra costu-
rera, faz lavarinto e renda para fra da pro-
vincia ; uma parda de 16 a 18 de bonita figu-
ra eogommadelra e costureira ; um preto
proprio para o servico de campo; na ra Di-
reita n. SI (7
3 Vende-se um bote novo, mui bem cons-
truido, de boa madeira, a bordo da polaca sar-
da Rosa uodeada em frente da Lingota, ou
com o capitao na praca do Commercio no ar-
masem de Jos Mara Palmeira. (5
3 Vende-so uma preta de nacao, moca e
de bonita figura, cosinha bem engomma ,
enaboa cosealguma cousa, e he recolhida
ceiro. (4 na ra da Senzalla-velha n. 142, .segundo an-
2=Coriipra-se um globo terrestre e outro ce- (jar. (5
leste, ou omento o terrestre, esta.do em bom 3_ Vende-se na ra do Rangel n. 50, a io-
uso. Quem tiver annuncie. (3 teressante historia do judeo errante contada por
l Comprase um carro inglet de quatro elle mesmo em 1839. (3
rodas que esleja em bom uso, para dous caval-
los; a tratar na ra da Gloria n. 80.
13
Vendas
2Vonde-se um sobrado de um andar e dous
sotaos em chaos proprios quintal murado ,
m(o na ra do Fogo n. 27; uma casa terrea em
S. Amaro no alinhamonto da ra da Aurora,
junto a igreja leudo um grande vivero com
porta d'agoa pola qual entra grande abun- e no pattodo Carmon. 22
(laricio de peixoem todas as mares; e um piano
quasi novo ; na ra estreita do Rosario n. 10 ,
lerceiro andar. 0
1Vende-se um casal de cachorros de agoa ,
muito lindos ; no largo do Tercj sobrado de
um andar n. 16. (3
2Vende-se uma preta boa para ama de lete,
sabendo bem cosinhar engommar, roser o la-
var : no Hospicio j no lim da ra n. 4. (3
2Vende-so um ca val lo ruco, boui carrega-
dor ptimo para carro por ser muito forte ;
na ra Nova Ioja n. 16. 3
2Vende-se em casa de Domingos Jos Vi-
eira na praca do Commercio n. 6 o precioso
vinho do Porto de '24 annos, em caixotesde
duas duzias do arralas. (4
2 Vendem-se couros de bezerro turrados, e
saccas com rarinha do mandioca ; na ra da I do e por preco commodo, em raso de seu do-
Cruz n. iii. (3 no se querer retirar; a tratar na mesma ra
2Vende-so uma porca de ferramenta por- 22. tj
tencenle a marcirieiro sufliciente para traba- i 9 Vende-se farinha de trigo, de muito boa
lliarem'/ a 8 olficiaes muito bons ferros finos, qualidade ; na praca do Corpo Santo n. 11, ca-
e ludo o mais perlencentea mesma oflicina, por tt de Me. Calmont Companbia. (3
3 Vende-se uma porcio de saccas com ini-
Iho por preco commodo; na ra da Praia, ar-
masen n. 20. (3
2 Vende-se boa cal virgem para o fabrico
de assucar; na ra do Vigario, casa da esquina
n. 33. (3
3 Vende-se a armaco e mais pertences da
Ioja n. 21, da ra Nova ; a tratar na ra da
Cruz casa de Didier Colombier # C. e J. P.
Adour \ Companhia. (4
3Vende-se a mais bem fabricada tinta de
escrever ; na ra do Livramento Ioja n. 34 ,
(4
14Vende-se sal de Lisboa, em grandes e
pequeas porcos ; a bordo e no armaseui da
ra da Moeda n. 9 o prego he em conta
trata-se com Leopoldo Jos da Costa Araujo. (4
8Vende-se um sitio na Capunga a mar-
gen) do rio com boa casa de vivenda por
pre;o commodo ; na ra da Madre de Dos, Io-
ja do Cunta. (4
4 Vende-se uma preta boa para ama de le-
te cosinha, engomma, cose e lava ; no Hos-
picio n. 4, ja no lim da ra. (3
4 Vende-se um preto de nacao, bom co-
sinlieiro para casas francezas ou para outra
qualquer oceupaco ; na ra do Sebo n. 33. (3
4Vende-se na ra da Praia de S. Rita uma
porcaodo pedra da trra, a saber: sacadas ,
portadas sepos, corda o e lagodo, todo lavra-
IVendem-se saceos com farello a 3/600 rs.
na ra da Senzalla o 138. (2
I Vende-se um preto de bonita figura, a|-
aiaio e cozinheiro e d todo o ..ais servico ;
duas pretas mocas de todo o servico, lavan de
i brrela o sabio, e sao quitandeiras, uma mola-
bonita la de J6 annos recolhida do bonita figura, en-
reira ao hospital de Angola, a l#IO0 rs por
anuo sita na ra de Aguas-verdes n. 06 lado
do puente ; a tratar na ra larga do Rosario ,
junto ao quartel do polica, n. 12. 10
2 Vende-so no grande deposito atraz do
llieatru veiho um completo sortimenlo de ta-
boas de pinlio chegado da Suecia a meltior
qualidade que a esto mercado tem vindo ,
sondo pumo branco e vermelho de 10 a 30 pal-
mus de com primelo ; e de 9 a 14 pullegadas
do largura serrado por vapor sem ni, pro-
prio para um lindo forro e assualho por ser
muilo alvo para obra de cuvernisar assim co-
mo do que cosluma vil costado cosladinho
assualho, e forro para fundus de barricas; e
tambem americano chegado ltimamente do
10 a 30 palmos de compndo e 3 ditos de lar
Fels Coimbra do Sousa nao lie mais estampador | ;:ura ludo por preco commodo a vista da por- i
preco commodo ; na ra da Praia n. 30. (5
2 Vende-se uma escrava crioula boa cos-
tureira, engomma, e cosinha bem faz todas as
qualidades do doces podio e Inmunos ; na
ra do Arago casa terrea de vidracas, defron
lo do tauoeiro.
2 Vende-se urna preta do 20 annos
figura com uma cria e tem muito e bom le- I gommadeira e costureira, uma preta costureira
te, cosinha engomma, nao tem vicio algurn ; j e engommadeira borda e faz lavarinto ; para
uma casa terrea rectificada de novo em chaos fra da provincia ; na ra Direita o. 81. (7
propnos que rendo 12# rs mensaes sita na, i VeoJe-se uma negra que sabe fazer todo
ra do Fugo do lad > do poente o. 48; urna di- j o arranjo do uma casa, e por prego em conta;
la moderna que rende IV rs. mensaes lo- quem a pretender annuncie ou dirija-se a ra
desta machina : as pessuas podei procurar
na ra Direita n. 2.
_ Ollerece-se um rapaz l'ortuguez de 16 an-
nos, para caixeirode venda o qual tem pralica;
os pretenderles dirijao-se a praca da Boa-vis-
tan. 10.
Quem annuncou querer comprar um glo-
bo terrestre procure no assouguo franco* ra
dos Quarleis. No mesmo vende-se as obras de
liuflon, Virgilio oJ. J. Rosseau, em frailee;.
O NAZARENO N. 58
Por adoecer o impressor, e nao podor
trabalhar, nao sanio honte.i como se arinuii
ciou. Est hoje a venda nos lugares do costu-
me a 80 rs. cada exemplar.
0 REGENERADOR N. II.
Estar a venda nos lugares do costme
ai 10 horas a 4o rs. cada exemplar. Conten) :
Inda a petico. lmportacao estiangeira.--
Portogoecei para tudo.
__ Constando ao abaixo assiguado que Joan-
na Maria da Conceicao alagara o sobrado da
ra da lr< inpe, declara a quem o alugou, que
esse predio est penhorado, e depositado em
poder do depositario eral, a quem na forma
da Ord. livro 3 T. 8< 1 ". devom ser entre-
gues os seus rendimeoloi ale lindara execu-
co, que pelo cartorio do escrivo Sanios cor-
re a requerin.ento do annuncianle.
/''. felrnot. v ,
da Moeda n. '/. (4
1 Vende-se azeite de carrapato a afilio rs
a caada uiedida vlha; no lim do bjeco Largo
junto a mar armazem n 33 das 0 horas da
manlia as 3 da tarde (4
1 Wndem-sel) escravos, sendo uma preta
com ludas as habilidades, 3 negrinhas de 12 u
14 anuos bonitas figuras com habilidades; I
moleque possa de 16 annos, bom cozinheiro ; 3
negra de 18 a 20 annos, proprias para todo o
servico ; na ra do Rosarlo da Boa-vista n.48 (6
1 Vende-so urna casa terria nova, na ra
da Palma : a tratar na ra da camboa do Car-
ino ii. 17. '3
1 Vende-so um escravo de 40 annos, pes-
cador e cauooiro : em Fora do Portas n. 37 de-
li unte do boceo do Pascoal. (3
1 Vendem-se chapeos de palha, pregos a-
co e do comprador ; a tratar no mesmo depo-1 meiicanos n. 4, penles do travessa : em casa
sito ou a fallar com Joaquim Lopes de Almei-1 de Uenry Forster gf C. ra doTrapixe n. 8. (3
4Vende-se uma cadeira de arruar, em mui-
to bom estado forrada do seda, um piano de
muito boas vnxes e de forte construccao ma-
cacos para eslivar carga encerados para co-
brirgeneros, oleo de linhaca em botjes ; na
ra do Amonio 11. 15. (I
5Vendem-se saceos com farello a 3600 rs.;
ca ra da Senzalla-velha n. 138. (2
4 Vendem-se 10 escravos, 4 pretas com
boas habilidades ; duas ditas de 30 annos, por
340/rs. cada uma cosiuhio engommao e
lavo roupa ; duas pardas com boas habilida-
des ; 4 escravos bons para o trabalbo de cam-
po ; um preto bom cosinheiro ; um pardo de
tSanrtos bom pegem ; na ra do Crespo n.
10, primeiro andar. (8
1Vende-se pira fra da cldadeou provincia
urna linda escrava de nacao, do 8 annos de da-
de, semnenhum vicio, sabendo cozer.engommar
ecolindar, tudo com muita perfeicio, e dir-se-
lia o motivo porque se vende ; na ra estreita do
Rosario 1:" andar n. 34. 16
Vende-se uma casa terroa sita na cidade
de Olinda por detraz do Amparo paredemea do
sobrado doSr. Figueiroa, eum paianquim no-
vo tudo muito barato ; a tratar com Manoel da
Silva Maris no estaleiro ao p de S. Francisco.
1 Vende-se superior farello em saccas gran-
des, chegado ltimamente 110 armazem de N.
O. Rieber & C. ra da Cruz n. i. (3
Vencleni-se duas moradas de ca-
sas de dous andares cada tuna sitas
na ra Nova ; tuna dita de dous
andares nos Quatro Cantos da Boa-
Vista \ e, duas terreas juntas ao
mesmo j urna dita terrea na estrada
do Manguinho ; nina dita dita na
ra do Padre Floriano ; e uma
inorada de casa de tres andares na
ra do Amorim: quem as preten-
der pode entender-se com Manoel
Gaetano Soares Garneiro Monteiro,
que vende a dinlieiro 011 a prazo.
8Vendem-se duas moradas de casas terreas-
oovas, uma dolas com soto corrido com as
demencos para so levantar um sobrade na
ra da Concordia ; tambem se troco por algurn
sobrado ou casa terrea em ra de negocio ; a
tratar na ra Augusta n 22.
Vende-se a casa terrea n. 96 em chaos
proprios, sita na freguezia dos A (Togados pateo
de N. Sonhora da Paz; a tratar na casa n.
fundos do Hospital do Paraizo.
8 nos
X
da caixeiro do Sr. Juo Malheus. (14
'i Vendem-se duas candas novas uma de
can eir e a outra de carga da 600 a 700 lij-
los admheiro, ou a troco de lijlos telhas,
ou ladrilho ; na ra da Praia do S. Rila n. 43.
-Vende-se a dinheiro ou a praso uma ven-
da nova com os fundos que pretenderem ; um
braco de balanca grande com correntes de fer-
ro o conchas ; na ra Imperial n. 2. (4
3 Vendem-se saccas com dous alqueires e
meio de multo boa farinha, chegada ltima-
mente do Rio de Janeiro ; na ra da Cadeia-vo-
Iha armasem n. 12.
3 Vendem-se superiores perolas da India ,
muito iguaes tanto na cor como em tamanbo,
proprias para ornar as enfloras conforme o
ultimo gosto ; na ra da Cadeia do Itecife, Ioja
de cambio do Vieira. 5
3_Vendem-se as vendas ns. 86 e 88 oa ra
do Ciliar em Fra-de-portas, com pouco. fun-
dos e teem cumuiodos para pequea familia ;
a tratar as mesmas vondas. (4
3 Vende-se sal do Ass, a bordo do brigue
l)eos-te-(juarde, tundeado defronte do trapiche
novo, ou na ra da Cadeia-velha armasem
n. 12 de llenrique Hrrnardes de Oliveira 1
Companhia. (4
3 Vende-se um casal do escravos de bo-
nitas figuras ao comprador se dir o motivo
da venda ; na ra do Sebn. 30. |3
1 Vende-se um moleque de idadede 16 annos
ptimo para todo servico, tres escravos de nacao
com bonita figura sendo um bom caooeiro, um
moleque de nacao, de idade de 0 annos, uma
iiioiatinlia beineducada recolhida com varias
habilidades, urna escrava de idade de 20 annos,
boa eugoiiimadeira e cozinheira, uma dita do
18 anuos do idade, duas ditas quitandeiras e
lavadoras; na ra Direita n. 3. (8
I Vonde-se a venda da ruado Collegio n.
21 muito bem afreguezada e com poucos fon-
dos ; os pretendentes pdem tratar na mesma
ou com Jos dos Santos Andrade. 4
"* 1 Vende-se a bordo do brigue Paquete de
I'ernambuco fundiado ao p da escadinha de
Palacio bom cebo em rama, e proco em conta. (3
Vonde-se uma espingarda de dous canos
de poderneira, por.o extremamente fina e do
iiiuu alcance; na Ioja do relojueiro Meroz,
praca da Independencia.
3 Vendo se a casa junto ao muro do so-
brado que foi do fallecido Joo Manoel Pereira
Giraldes, na ra do Gotovello n. 139, boa ca-
sa de campo para grande familia, e em bam lo-
cal; quem a pretender dirija-se a ra de S.
Cunalo n. 22, que achara com quem tratar.
1_ Vende-se saccas grandes com farello, por
preco commodo; no armazem do Rraguer ao
p do arco da Conceicao. (3 j PERM J T
Escravos fgidos
I Fugio no dia 10 do correte, uma negra
criolla de nomo Anna idade 40 annos, pouco
mais ou menos, alta, grossa do corpo, cor meia
regular.vnariz afilado e para maior signal. tem
uma queimadura em um dos bracos ; quem
pegar pode levar a ra das Trincheiras 11. 10'
que lera urna boa gratiflcacao. (7
3 No dia 0 do corrente fugio uma preta de
nome Maria de nacao Rengela alta, de bo-
nita figura nariz chato ps grandes tem
uma cicatriz antiga as costas d chicote ,
falla muito descansada: esta preta, quando f-
gida, costuma pura mellior s disforcar vender
cajus e laranjas, pelo Monteiro, Apipucos e Afo-
gados, o a pouco foi J vista pela Passagem da
Magdalena; quem a pegar, leve a Fra-de-por-
tas ra dos Guararrfpes n. 8 que ser re-
compensado. '10
1__ |) bordo do brtyue Aero fundiado unto
a barca, na praia do CdRogio, fugio 00 domingo
19 do corrente um negrp marinheiro, por nome
Malheus, nago Baca idade p.uco mais ou me-
nos 25 annos, levou camisa do riscado, e calsa
de brirn, ho alto o bom parecido, e tem andado
com o dedo grande de lim p ferido, he de sup-
por andar por Santo Amaro, em raso de ler ha
muito lempo ahi sua morada; quem o pegar
leve-o a bordo do mesmi' ou a ra da Moeda o.
7, quesera bem rocomp nsado. (10
1 Fugio no di 6 do corrente o negro Ma-
noel Benguella, baho, cheio do corpo, pscur-
tosegrossos, rosto redondo e pouca barba, va-
garoso no andar, tem ofllci) do ferreiro ; quem
o pegar leve-o a ra da Aurora n. 30, que ser
recompensado. 6
1 No ultimo de outubro p.p. desappare-
ceo uma negrinha de nacao Cacange de 13 pa-
ra 14 annos, rosto redondo, olhos grandes,
denles largos, tem um laquinho tirado na ore-
lha esquerda, uns laliiinhus miudinhos polas
costas de tres em tres, de nomo Faustina, po-
de ser que tenha mudado o nomo ; quem a
achai traga em Fra do Portas dolroole da ven-
da do Diogo pareitemeia da padaria, que ter
de gratiflcacao 50^000. '.9
I Ha um m' pouco mais, ou menos au-
sentou-se da casa) do abaixo assignado um 11111-
lalinho, de Ib' arnos, cor de canda, com uma
mancha preta ^obre um signal, que tem em
urna das faces, ipabdlos corridos, e de nome
Jaco. Quom <( pegar, leve ao mesmo abaho
assignado nos; AfTogados, que por elle sei
gratificado. 0
Manoel Joaquim do llego e Albuqucrque.
P. DE w. *. DE FAMA
l8/,5.
>
J
MUTII


Full Text
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