Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05266


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Full Text
I-

.--..
Auno de 1845.
Ter^a Felra 14
I ii pub.ic.-.. lodo.u, di, queuiio l.i.-m .nhSc.do. : o pr.co de ipuiur.
. JU'oA J* '"'"""", |>.eo. adiasen. O..r,nuaco.do.a..,;o.nle. .Soinaeridn.
i r.suo dsjgg ... por hnhi. <0 rei, c( tapo .Hffercnie, e .. repl que nao fo,e. ...gn.nt.. t.gJU Mlrej.p.. I .1,1,160 e iyo diffeseol ,Po. od. publicado.
PARTIDA DOS COR REOS TERRESTRES.
. lft'il*r"hTh."S'nd.H NXiM f.ir.s.Rio Grande do Norle, clieg. .8.1'. MR.
J mjT8"1 S.nnb..oi, RioFornw.o, Mc.T, PorloC.Wo, Al.goae- so 1. e
US -Id)cid. et. Garaoliuu. Bonilo 10 e SI d. c.d* mi oa-Taia eFloi-
Si J8 dito. Cid.d. d Victoria, quii.. f.i.._Olind. todo. o. di
, ... OAS DA SEMANA.
U wg. Hilario. And. do J. de 11. d. '2. r.
U ..re. Felii. Re, od.doJ. da D.de 1. .
16 Quarle Am.ro. Aud J. d. 1). d. ) t.
50 Quieta a Benrdo Aud, do J. d. D. di 3. r .
47 Son. Anlao A d. do J de D d. I u
I1* Sab. s Frise. Bal.
49 IIob Os. SS. Nonie de Jess.
DIARIO BE
'tBMTia de Janeiro.*
Auno XXI N. 10
Tudo agora apande da aa e,a>o.; d. nc... prudencia. oderacSo- a es rfjs: eoa
linueno. eoiao prineipiimoa a aereava apuntado, com .mir*,aii anire a: najo. a.i
culi... (Frool.amc.- di AaNsaMa Gfl c 1.
cautioi mnn, ;3 l)K jikiro.
Cambios .abr I.or'.n -S ,,'|| | Our M >rd de 6.4UO
)',:< -s : ret por frasea
a Lisboa i: por 10U ,|, paj
,V
oed. Je m-hre .o pr
Idea de Istrsss bo.i fira 1 pOro|o
L M 1UT1
Cre.cente 1 j t lur.s e 31 > d> m
Praia
- da i,m
patsoOs.
Paso coluHaan.rea
llitoi ta.iie.no.
ifdi
17 000 i/,-00
i.ou I7.'00
'J.iO * tJ
1.S30 4 50
IJrU) 1 !'6ft
i.O.'O 1.!> 0
PHASES DA LA NO HEZ DE J ANT ICO.
i h e 5! in. d. ni La oala a ..').. *1 lu.r.s e 59 m. d.
I M nj.i.pte II ., | I hor.f a fi oain ja
Preamar de hoe.
frimtir. as 9 hur aiia IS ilt misa .. | S guadb if S hur minuto d. fifi
BaSBBaaSBBSBBSBBBSSSmsBSSBaTaBK".,:7w EKI1. SW.il 1. IM1W..-I iMMW.HaM ;-
J.'3l--i!a#iJ(4?;
L^ilK51l.llK'Ji'STw._ -c .aj-ji-j -...*-*?.-.>. ,.rn-r .^i rru.-r.. ,;;*-a-,g-... ,r.--.-> ^..
PARTS OFF.CI.L
! /Inionto Correia Sera.Sr. IzidroJos Rocha
(do Brasil, Capillo Commandan'.e do destaca-
-A 11 ment do quarlo batalhao de Artilharia a pe.
< A >/. 1 inaiKl. V (JaS i\ mas Mande Vmee. castigar com 30 espaldeadas
Quarttl General na cidade do Recife l'.ide ao soldado Antonio Jos dos Santos pelos dislur-
Janeiro de I8i,'. lios que commetteoconjunctamente com outras
oiiiiKM Do da n. 11. pracafi na marcha para a fortaleza de Tamunda-
S. E*. o Sr. General Commandante das Ar- r,:- Dos guarde a Vmce. Quartel General
mas manda, que, na eonformidade do regula- na cidade do Recife, 30 do Dozembro de 1844.
ment de 176, o toque de recolher se faca a Antonio Correia Se&ra.Sr. Manoel Lopes
novo horas da noute.e jamis emqualquer ponto Maciel. Tenenle Quartel-Meslre Comnian-
desta cidade, em que exista tropa, preceder dante do destacamento do segundo bataNifio de
rompimentodeste toque ao do palacio do Go- Artilharia a p.
verno. O mesmo Eim. Sr. prohibe, quo nos h-..jj..j_ i ...............~
corpos oj em quaesquer lugares guarnecidos
de tropa se toque a silencio, sem que este parta
do quartel general. :
Jos da Siha GuimarStt.
Ajudante de ordens.
Mande S. me. castigar com cincoenta pan-
cadas de espada de prancLa ao soldado do se-
EXTERIOR.
EGYPTO.
Noticias de Alexandria recebidas por expres-
so rm data de 19 de Novembro conto que o
Pacha ainda estava no Cairo attendemio com
gundo batalhao de Artilharia a p Luiz Jos a sua costumada actividade oos negocios do paiz.
Teixeira pelo crime constante da parte, que Gria se a principio que elle tencionava visitar o
por copia aqui junto. Dos guarde a Vmce. alto Egypto mas esso projecto se he que foi
CJuartel General da cidade do Recife, 13 do conebido, parece liaver sido adiado poisque
Janeiro de 1845 Antonio Correia Sera olle era esperado em Alexandria dentro em 10
Sr. Manoel Lope Maciel, TenwnteCom- di, a fim de assistir abertura donovoesta-
mandanle do destacamento do segundo batalhao leiro. Mr. Bourne, agente da Companhia da
de Artilharia a p, India Occidental ainda permaneca n'aquclla
Parte dajortalezu do Rrum. cidade procurando concluir urna negociaejio
Temi no dia trez do corrente viudo para com o Governo para o transito pelo Egypto.
esta fortaleza destacado o soldado do segundo iWehemet Ali tinha chamado aoCairo o seu Mi-
batafllo'de Artilharia a p Luiz Jos Teixeira, nistro Artin bey para consullal-o a respeito. A
tem-se portado pessimament'; na noute de 6 opinio d'este era que as Adminislracoes dos
do crrente saltou a muralha da fortaleza, a- Cor reos Egypcios c Inglezes doviao resolver en-
pr>'sentando-se dentro no dia 7 pela manhaa tre sia <|uestaosem a interveneo do qualquer
(em se ter aborto o porta.)), e hontem preter- dos Governos. Artin Bey tinha part i a 8 de
deo assassinar c soldado Antonio Thomazde Alexandria para o Cairo mas ainda nao havia
Lima; estando e-te deitado nouorpo da guar- transpirado o resultado da sua entrevista com o
da aquello Teixeira passando por elle Ihe dera Pacha No entretanto Ibrahim Pacln tinha si-
um risco no ventre com una faca, sem pjnta, do norneado director da reparti do transito.
Picando bastante vizivel o risco, e se nao pro- M. Thurburn antigo director, havia sido en-
fundou foi por a faca nao cortar bem, e por isso arrogado de vender na Inglaterra cerca do
nao convindo que dito soldado seja aqui con- 50,000 quintaos di algodao pertenctnlo a Ibra-
servado, foi logo remettido ao seu quartol pro- bim Pacha, a fim de compensar-Ihe a perda do
so a ordem de S. Ex. o Sr. General.Fortale- seu emprego. M. Tibald ainda conservava o seu
za do Brum, i 1 de Janeiro do 18i5.Joaquim lugar n'aquella reparticao.
Caetano de Sousa Cosseiro, Major Comrnan- Mehcmet Ali estando ancioso para povoar
dante interino. a nova cidade do seu norne que ora se eriga
Mande Vmce. rebaixar a simples soldado na Negricia havia ordenado que daqui em di-
Cabo de Esquadra Antonio Goncalves Peixoto, ante fssem transportados para all todos os la
e castigal-o com lo pancadas de espada de dres sem soflrerem as penas da baslinada e
prancha, e com trinta ditas ao soldado Jos das gales, a que alias lerio sido condemnados.
Joaquim de Fre las p- los disturbios praticados -------------
HESPANHA.
Rayonna, 28 de Novembro.
Noticias de Logroo annunciio a execucao do
filho do Zurbano de seu cunhado e de mais | A Dira Hngara. l'reeburao \\ i't
lous Officiaes quo tinho seguido o seu partido. I Vovembro No eruerraincnto da Dieta foi
O Governador de Logroo havia incorrido no I o respeitavcl Archiduque Carlos, representanl.
lo Imperador, fervorosamente Mudado pelos
severo desagrado do Gorerno pela demora que
tinha consentido iiaver na execucao d'esles de-
linquentes ; e foi demittdo do emprego. No
teem chegado n-ticias exactas da actual posicao
do Zurbano. Cr-se feralmente em Bayonna ,
quo elle entrara em Franca por Oleron c ti-
nha sido enviado para Pao. Islo he inteirarnen-
te falso se bem que baja escapado um grande
numero de desertores alravez da fronIvir de
Confrane para Urdax e lenhao marchado pa-
ra o interior de Oleron o Pao faci que pro-
vavelmente deo origem ao boato.
O partido Carlista est evidentemente intri-
gando em Bilbao onde a fraque/a da guarn-
eo d esperances de bom xito a um levante po-
pular. Cr-se geralmentt! all que na seguin-
te primavera ter lugar urna insuirecao a lavor
de D. Carlos cm Iml.is a. provincias \ asconga-
das. No entretanto o rho xito da tentativa de
Zurbano o o invern quo amea?a ser extre-
mamente severo, teroefleito de dcscorejoar o
ardor de lodosos partidos quenrocuro a mu-
danza do Governo actual.
A sogra de Zurbano Jnior, saliendo a nova
da sua prisao, parti inmediatamente para
Madrid a implorar a Real Clemencia em favor
de seu filho.
O General Oribe anda percorrendo as mon-
lanhas na esperanca de apanbar Zurbano.
na marcha para a fortaleza de Tamandar.
Dos guarde a Vmce. Quartel General na ci-
dade do Recife, 30 do De/.embro de 1844.
IFOLMITl
CM CASAMENTO NOS CARCBRES (*).
(pocado terror)
IV
quez de Montcrif, vclhinho de pbisionomia viva
o esqucnlada, e que indicava importar se pou-
co com a sorte que Ihe estava reservada.
Outr'ora havia elle brilhado na corto de Luiz
XV, onde lazia-se notavel por seu espirito e
galantera. Apenas rebentou a revoluQo ,
emigrou, nao por temor, mas por torn, e para
Em urna bella manhaa do mez de prairial imitar as pessoas de sua classe; deagraca-
do anno i." da repblica, alguns das antes (lamente levou muit > pouco dinheiro, na per-
da festa do Ente Supremo um grande carro suaso do que ia viajar por divertimento, e nao
fechado, escoltada por um numeroso destaca- expatriarse. Tendo-se porm a brinca-
ment de gendarmaria, descia lentamente a deira prolongado mais do que se suppunha, o
ra do Sena. Chegado pequea praca de Mrquez, a quem somente o incommodo e as
Santa-Margarida em vez de continuar na dio privages erao capazes de atemorisar leve a
reccao dos caes voltou para a esquerda, vei- imprudencia de arriscar-se vir a Franca bus -
parar na praca porta da prisao d'Abbadia car alguns milheiros de luizes, que, no mo-
onde hojeie eleva um magro peristilo, susten- ment de partir, havia escondido em lugar sa-
lado por quatro alvas e nuas columnas, que toro. Reconhecido e preso,havia-se resigna-
lingularmente contrasloeomo resto doedifico. do ao seu destino com a negligencia c quieta-
__ Parece, dsse um dos habitantes d'cssa co.que no seculo XVIII caractersavao ascepti-
ambulantepriso.omque seacbavo confundidos ca o brilbante nobreza franceza.
individuos de todas as idades.sexos, econdicos, Bravo s temos um viajante do mais ,
parece queviemoi fazeraqu um ou mais recru- exclamou o philosopho Mrquez observando ,
tas. Muito bem Muito bem !o tribunal re- que a posada porta da Abbadia fechava-se. do-
youcionario tora hoje boa fornada. pois d'haver vomitado um uni preso joven
Ouemasaim fallava nesse lgubre carro, es militar, cujo paludo e descarnado rosto tinha o
pecie d'ante-camara da fatal carreta,era o Mar cunlio de crueis soflmenlos, mas, cujo porto.
" firme e altivo ao mesmo tempo nao denuncia
() Vid. Diario n. 9. ra temor alguui.
NOTICItS IIIVKUSAS.
/ Imperatriz da Ilussia. Versovia 15
de Novembro.Noticias S. Petersburgo di-
zio que a saude da Imperatriz era boa, uo me
nos que n9o havia receio de perigo. Julgava-
se que S. M. estivesse pergosamente enferma,
porque mui raras vezes era vista. Porm esta
recluso no era occasionada por molestia ;
era sim devida magoa pela parda de sua filha,
da Familia Imperial.
S. Petertburgo VI de Novembro.A
nnvegacao pareca estar tolhida pelo resto do
anuo cm Constadt. O ancoradouro o o gol-
fo estavSo espessameote cobertos de glo, e
muitos navios estrangeiros erao obrigadosa es-
tar parados \__
Cartas datadas do Turin a 14 de Novem-
bro mencionavlo urna converso ao Catholicis-
iiin. DtiSo que no domingo anterior tinha
a Sr." [.iiiza Cambridge abjurado o protestan-
tismo no convento das Sorors do Bom Pastor
om Genova, e ontrado no cluaslro como no-
vica.
Magnates sua entrada na salajporma maic-
ria dos D< putados da segunda ("imara nao lo
se conaervou cobcria, quando o Archiduque
'ontou (aliar, mas comecou a dar lao cnsurde-
centea gritos, que o venerando hroe, con-
du/ido por su ir.i.5o, retirou su da sala pro-
fundamente maguado. (Rrrlin Nachriclen.)
A AdministracGo do Correios Francezes
eo$ proprielarios da Preste O Tribunal Civil
do Sena oceupou-se sexta felra passada (-29 de
Novembro) em ouvir as allegaces de urna cau-
sa cm que era autor M. Entile do Guardin,
director da Presse e leo M. Crate, Adminis-
trador Ceral dos Correios.M. J. Langlais,
advogado de M ('.uardin disse quo a accao
proposta era para liaver da Administracao dos
Correios a restituidlo da somma de 10,681 fr.
(4:059*920 da nossa moeda), quo tinha sido
paga de mais nos portes que piigou a l'retsc
durante 3 mez s, cm que esleve addida a ella
urna foi ha addicional intitulada llolelim dos
Tribunaet. No decurso da discussiio disse W.
Langlais que os portes lanzados sobre osjor-
nacs polticos erao dos mais pesados onus im-
postas fuila lei. A Pre se paga annualmenle
aos Correios 14 fr. 60 c. porcada assgnan-
te, e pelo numero lotal dos assignantes 26^,800
fr. (99:8648000). Tambein paga Faiende
mais de 650,000 fr. annualmenle (2; 70..000).
Se se calcular a somina total paga por todos os
jornaes, acbar-sc-ha ser enorme. Assim a
Preste e o Sitele junto' sustento a oito cente-
simas parles do budget. O Tribunal, depoisdo
ouvir a M. Caulet por parte da AdmiuistracSo
dos Correios, adiou a audiencia da causa por 8
dias. (Times).
i a-.Fl.-
CORRE10.
C0BRB8P0NDRNCIA D\ CIDADB i' PUOVINCIA.
O honrado contemporneo do Regenerador
me chama a lerreiro na queslo da petico dos
artistas, declara que o negocio nada tem com a
praia o recommenda-mo que o tratoso-
riamente e sem grifos insulsos. Ser Jeito a
sua voutade, tanto quantj cm mim couber,
tanto mais nao sendo a discusso com esses no-
jentos maritafedes.
Nao duvidei nunca do dircilo de petico,
que basta ser garantido pela Constitucao, pa-
ra nao ser preciso apoial-o nos exernplos de ou-
Ab ah Sr. Oflkial azul, tambera vos/
disse ao moc) o petulante Mrquez, abrindo-
Ihe, com hypocrita corlozia, um lugar junto
si. c no tntanloquo o inmenso carro se repu-
lida camnho, precedido como sempre. do
urna compacta o vociferante maca.
Por Dos! accresc ntou o jocoso ex-nobre,con-
tinuando dirigir-seao recenivindo, confesso
que nao esperava fazer rninha ultima viageni em
tao boa companhia. Ir ao ca::afalso com um
republicano, apre! que honra para um Mr-
quez "Aqui para nos, rapaz, qual foi a accao,
pela qual obrigastes a reconhecida patria a as-
sim tratar-vos como a um ldalgo ?
Nao sei. respondeoo moco com voz bre
ve, ecomodesejoso de por termo conver-
saco.
De veras! exclamou o interlocutor que
nao era homem de, com facilidade renunciar
ao exercicio do nico direito que Ihe restava-
o de lallar vontade por um dia anda.
Ah ah I ah! he urna bella couza a vos
sa repblica Qu-ni disse que os lobos nao
se traga i unsaos oulros nao era por certo ,
grande naturalista; porque, emim lecapi-
tulemos disse elle contando pelos dedos M-
rabeau, que he innegavel fez alguns servi-
i inhs vossa revolueao foi altirado na em-
xovia como um cao morto e, nessa occasio ,
Ihe baveriao leito saltar a cabeca so nao tives-
se elle a necessario presenta d'espirito para
morrer a proposito ; o que fez com que Marat,
na verdade bom cidado o fosse substituir lias
masmorras de Santa Genoveva. Lai vai o pri
meiro Depois ebegou a vez dos Girondinos ,
amav is pessoas, quanto ao mais, e a quem
Dos tenha em puz Bis aqui trez Nao lio
muilo lempo que Hobespierre poz termo
grande colera do pudre Duchenv.. .. se nao nio
engao, ubi temos oquarlo. Emm, creio
que foi DO mez passado que o mesmo Robes-
pierre Irulcrnalmente levou rjguilhotina seu ca-
marada Dauton e seu bom amigo Camillo l)e-
moulens..... Parece-mo, que ebegamos ao
sexto. E talvoz dentro cm pouco o proprio
Robespierre... Ab isso na verdade seria mui
divertido, o sinto bastante nao poder ver repre-
sentar toda a comedia. Mmsvs, rapa/, con-
tinuou o loquaz aristcrata voltamlo-se para
nOflicial, mis quem fallo aposto, que,
nao laz muito lempo, eris um d'esses virtuosos
sansculotle a quem o povo se nao larta de
applaudir: e de que vos servio isto ? Eis vos a-
gora d'vnvolta com acelralos taes corno eu c es-
tes Senliores e d'aqui nada Samsao vos tra-
tara como a um Philistioo. Palavra de Mr-
quez bastante sinto isso porque me pare-
ced um bello moco ; e coniquanto sejais um
/


tros povos, que o contemporneo diz serem
maislivres; o que, se devemos dar ouvidos 5s
palavras des que sedizom seus orgos, nao he
to indubitavel como o contemporneo er
A mioha duvida est no uso conveniente desse
direito, na justica do pedido, e nt na eficacia
desse recurso.
Nao he na Franca, Blgica ou Hollanda que
o direito de peticao est em grande voga ; he
sim na Inglaterra, onde esto direito tem sido
exercido por mil formas, algumas bem extra
vagantes; porquo sem duvida be esse o paiz
onde a populacho, sem ser preguicosa. tem che-
gado ao maior aug de Toreada ociosidade ; mas
segu se d'ahi que a Inglaterra teja o paiz me-
lhor governado, c os seus habitantes os mais le-
lizes? Isto nao dir o ontemp iraneo. c nem
eu ; mas eu digo tambem que os bens do Bra-
sil nao liiio de partir nem dessas representaces,
nem dos que as promovem ; o collega ha de
perdoar-me ; mas como isto be urna presump-
Clo, elle ficar com a sua e eu com a ininha
Quanto aos tactos e s queixas, porm, a fa-
ce do negocio he outra ; e tazando anda aqui
a vontadeao contemporneo, deixarei departe
os que indiquei algures, para s tratar daquel-
les que elle carreg i em debito aos estrangeiros ,
dentro os quaes especial isa os Porluguezes ,
com quem parece que he toda a Ma queslao.
Concordo que os Brasileiros nada teom que
esperar de Portugueses, nem dos meus insig
nificantes cscriptos se pode tal cousa dcduzir :
muito difieren te be recebar eu em minba casa
com agasalbo e hospitalidr.de o forasteiro que
me bate porta, do que fazer com elle nego-
cios e transacees familiares a muito mais anda
do que esperar que elle m faca hens, me tra-
ga o fartura que rio tenbo, dio &c. Os Por
tuguez.es be que dov m esperar de nos o trata-
mento que o cstrangi-iro recebe em lodo o pa2
civilitado 6 muito mais naquille cujas institu
toes promettein o soso da liberdade. Si: nos
esperassemos aqui lio, e nos vissemos burlados,
nao tinbamos razio de queixa, porque seriamos
tollos; se elles esperando isto, o nao encon-
trasst-m terio sobrada raso de nos aecusarom.
pelo menos, de falta de boa f. Nao sabe o
collega como fazem por esse maltos e serios
aquellos bomens, cujo carcter inhspito re-
pelle a presenca de uro viandante peregrino ?
Edifico a sua casa longe do caminho ; o ata-
Iho que a ella vai dar he apenas trans tavel,
e a sua porta vive de continuo fechada ; aquel
les porm que sao agazalbadores, fxao a sua
residencia borda da estrada, e tem a port*
a berta. Lina nac,o pois, c a mcu ver, que
se quizesse negar a recebar estrangeiros, devia
comecar por fe;har-lhes os portes : o abelbudu
que ainda assim fosse la intrometter se, de o
prem andar nao teria quo cnojar-se. Mas
abrir os porlos, eslabelecer lelaces coinmer-
ciaes, fazer tratados com tal cu tal naci, e
di/cr aos individuos dellasnao vos demo-
ris aqui ; nao vos queremos aquparec*
tne alguina cousa peior do quu ser inbospilulei-
ro; parece-me brbaro.
Para que confunde o c illega, nos seus ar
gilientos, Porluguezes com Inglezes, quando
na peticao em questo s contra aquelles tu-
que secarregou a mo ? Pois o collega con-
fundo essas duas nacoes, ou os seus Governos a
respailo das suai vistas sobre o Brasil ? Nao o
creio to simples! Um quer dominar, o outro
quer ter rele oes : nisto ha distancia infinita.
tanJo mais quanto a que quer dominar tema
forca, e o que queras relacoes nao a tem. Dar
ao Govcrno Porluguc/ as mesmas intences do
pouco silencioso, com ludo, como isso s A
mim oflende... Alas ah nao chegaremos boje?
disse o velho emigrado uiterroinpemlo-se ,
depois de ter observado que o visinho en-
tregue urna piofunda distrarco nao presta-
va a mnima att'-ncao sua diatribe contra a ro-
publica : supponbo que se nos vai comlu/ir
ao lugar de nosso destino; leosla a lerceira
vez quedo Euxernhuurg al, aqu se nos lean
feito parar ; isto torna-se...
Vindes do Luxembourg Scnhor? ex-
clamou o joven Oficial h quem essa palana
bavia de repente arrancado a especio de lethar-
gia mortal, em que estav mergulliado.
>ern duvida rapaz e estes Senhores
tambem, rt-spondeo o velho designando al-
guns dos reos assenlados defronte de si
N'Ste caso, -enhor rcpbcou o inter-
tocutor com voz trmula poder-me-heis aca-
so dar novas da Condessa de Saint Di?
Da Condessa de Saint Di ? >im .' urna
Mal?y .' Cooiieei muito seu psi : fidalgi de
loga nas antigos. He de quem mais se fal
la na priso.
E oque ha feilo della Senllor ? disse o
moco, em cujos olho* se pintava a mais viva
anciedsde.
li o que ba feito d'ella? disse o .Mrquez,
'oicondemnada a morte.
Govcrno Inglez, perdoe-me e confesse o con-
temporneo, ho irrisorio.
Ouc importa ao Brasil a cartilba por onde
rozo as nacoes da Europa que livero ou teem
colonias na America ? Quo Ihe importa mesmo
acarlilhade Portugal? So es Porluguezes pen-
so, como Ihes'imputa o contemporneo, a res-
pi-ito do Brasil, tanto peior para elles; apena
ho sua. Mas ellos sao de um carcter brbaro
por suas antigs leis ecostumes, o o seu modo
de vida boje, seus hbitos e seus costumes sao
os mesmos,com pequeas modificaces, dos pri-
moiros que erao paraca mandados a pontaps,
diz o contemporneo; e eu digo aqui, tanto
peior para nos Se os Brasileiros depois da
Independencia tem modificado de tal sorte o
carcter recebido de seus pais, porque nao se-
rei eu quem diga, que o recebemos nem dos
Indios, com quem alias nao estavamos em con-
tacta nem dos \ frcanos, que uns e outros ha
do o collega consentir, nao sao menos barbaros
do que os Porluguezes; seos Brasileiros teem
de tal sorte inodilicado o seu carcter, dizu eu.
que boje sao muito melhores do quo erao na
poca du Independencia, demos gracas ao nos-
so bello clima, Providencia ; a nao ha de
ser a presenca dos Portuguo/es, quem nos ha de
prevaricar ; mas se nao nos temos modificado,
como eu pens porque aecusar os outros da -
quillo em que nos tambem estamos incursos ?
O que fazem eslrangeircs no seio de suas fami-
lias os maridos que procuran para suas filhas,
a applicacao que dao sua fortuna sao cousas
quo estejo sujeitas a inspeceo do alguem em sa mesquinha receita.
e patritica tarefa, at que a DireccSo leve a
empreza ao ponto, em que devem (indar as
suas funecoes. Recebemos a grata e oficial in
formago de que S. M. o nosso Augusto e Re
bgioso Imperador benignamente recebeoa nossa
humilde supplica, e prometi a sua Soberana
Prolecco n to til instituicio, como he a da
Associaco da F. que aqui so acha fundada ;
palavras proprias do oflicio, que recebemos, e
que sao para nos um novo estimulo, para pro-
seguir na carreira comecada. Daremos rom
ludo declarar aos nossos leitores, que nao ten-
do, como ba sabido, no nosso trabaIho outras
vistas, nem outro algum fim mais, do que fa-
zer conhecer a Doutrina de Jess Christo, es-
palhar o conhecimento da sua Divina Rcligio,
isetita de abusos o de superstiedes, e recom
mendar a observancia da moral sublime do
Evangelho, e reforma dos costumes; hem mos-
tramos, que com este intento distribuiramos,
S'i osse possivel de graca a nossa folba
a quem a quizesse ler: mas os apuros da poca,
as difTiduldades das eobrancas, c ainda maiores
as das correspondencias para o interior, e para
as outras provincias, teem feito que as limitadas
contribuicoes, que temos recebido, quasi todas
teem si la absorvidas pelas despezas da imprens
o papol da folhn, sua distribuido nestas duas
cidades eVc. Taes sao as razes por que, mu-
dando agora de formato, com forma nova de
composicao, daqui em diante nao podero ser
vendidas as folhas por menos de 50 rs. cada
urna, para que assim baja alguma ajuda nos
um paiz. onde al o culto religioso nao he obri-'
galcrio ?
Supponhamos porm que o Govorno Portu -
guez. nao obstante todas as suas diligencias pa
ra que os seus subditos nao venh3o em bandos
para o Brasil tem sinistras intences sobre a
nossa trra; que Porluguezes aqui residentes tra-
mito contra a seguranca a liberdade, a Inde-
pendencia do Brasil ; lio crivel que os agentes
dessa poltica sejo pobres carpinleiros pe-
dreiros sapateiros ou antes esses desgrana-
dos que aqui s<> nccommodo decanoeiros de
aguadeiros, de fe i lores, de j'>rnaleiros, de cria
dos? Quando fro esses hoinens apandad,>s
corn as armas na mao ou conspirando? Se al-
gum o tem feito com rarissima excepeo, nio
tera sido antes por ceder ao temor do qu por
movimiento expontanco ? Ou o collega chama
Porluguezes aos Brasileiros do 4.*? K julga
em consciencia o contemporneo que esse ,
que to horroroso Iho parece s das maos do
Sr. I). Pedro I., que Dos tenha em gloria, po-
derla sabir por ser Portugue/? Washington se-
ria Inglez :' li na Independencia dos Estados
Unidos ficrao excluidos dos direitos decida-
rlaos Americanos os Ingleses residentes no ter-
ritorio da Uniao? E mais, que dillerenca nao
houveentreo conseguimento da Independencia
do Brasil o a dos Estados Unidos ...
Nao posso ir alrn ; porque cada vez vou fi
cando mais fra do mtu dominio. Conclui-
rei pois di/endo o i|uc em summa pens
dessa peticao e he : que o movel della senao
he cime criminoso do quem na inercia quer
ler as vantogens dos que Irabalbao he cousa
que muito se parece com elle.
SMihlicacaa pedido.
ANNO DE 1845.
Aos Leitoret.
Entramos em novo anno, e nelle continua-
remos ajudad is do Divino Auxilio na nossa pa
Lembramos ainda urna vez, que a nossa As
sociacSo, que primoira vista parece ter s
urna natureza espiritual, he urna sociedade al-
tamente cvica e patritica. Se pois os fins
espirituaes nio sao um incentivo asss forte par
todos, n:o tem desculpa o Brasiteiro, que ama
devras a sua patria, quando polo pequeo sa-
crificio de poucas patacas recusa comprar os
grandes beneficios tompnraes, que devern re-
sultar ao paiz, que Iho deo o nascimento, e
que to extremosamente amo os seus filhos.
Trota se nada menos do que da instruccflo Re-
ligiosa, e de melhorar os costumes do povo do
interior, e mesmo das grandes povoaces, in-
teiramente destituido de ensino : trata-se de
(atochse, e civilisacao dos Indios; isto be.
du os tirar do estado de brutos para a sociedade
dos bomens : rnilagres, quo, no sentir de to-
dos os pensadores, s pode efleituar a Religio,
o o ensino da Doutrina Christa
Oual sera pois o Brasileiro, digno desto no
me, que duvide do concorrer com o seu peque-
no contingente para um fim tf'o patritico, e
to sublima ? Quu poderiamos ulgar daquel-
lo fi Mo do Brasil, qne recusasse contribuir
para urna obra do to alta importancia ?. .. Na
Europa concorrem lodos para beneficio de na-
coes estranbas, e de povos, que nem conhe-
cem ; e na Ierra abencoada da Santa Cruz,
neste ditoso paiz to querido de seus filhos, po-
llera haver algum, quenoqueira dar-lhe esta
prova do seu amor, e do sincero desejo do seu
augmento e prosperidade i1... Nao o eremos,
nem o esperamos. O contrario seria desconhe -
cero bro, a liberdade, o o patriotismo, que
lormo o carcter Brasileiro.
(O Aamigo dos Utmtnt).
..- j_ji-sa.... i---------apjHasjpjpjsj
Monslros! exclamou o joven Oficial, co-
brindo com as mos o rosto.
Diacho disse o velho gentilhoniem, pa-
rece que vos intere.ssais por ella. Mas, tranquil-
lisai-vos meu joven amigo, a Condessa ain
la faz parle dos habitantes d'esle mundo.
Ser possivel! exclamou o moco com en-
thusiasmo.
Sim, sim, como previa a condemnaco,
lomou as precisas medidas para frustar-lbe os
efleitos. As mulbeies teem urna finura para se
tirarem d'um aperto que faz vergonha nos
outros barbudos.
Que queris dizer, Scnhor ? explicai-
vos, eu vol-o poco !
- Ha pissoas replicou o velho Mrquez
Alfaiidega.
Rendimento do dia 13...........5:808#35i
dias de vida qual a razo, porque d'isso se
Ihe dove fazer um crime? QuBnlos homens te-
rio recorrido ao mesmo expediente se o tives
sem sua disposico De mais forcoso be
confessar que a pobre mulber tem sidosuffl-
cientementa castigada de seu peccadinbo, com
os ultrajes e humiliocSes, corn que quotiJiana-
mcnle a mimoseo.
Maiichou seu nome, e calcou aoi ps a
honra da nobreza exclamou com voz indigna-
da o rgido Presidente de nao sei que parla-
mento, quem so oirigiao Mrquez.
Sim, sim, he urna infamia,repetiro mu-
tas vozes com energa. He a nica de sua clas-
se, que nao soube morrer.
Senhores Senhores! ouvi-me por la-
com sorrrso sardnico, que, in articulo mortis, vor Ella nao he culpada, euvol-ojuro! ex-
tuido em muir so d'um confessor. Precau- clamou com vehemencia Philippc Rcnaud, que
cao vaa hjpocrezia pcrfeitamente ridicula!, o leitor sem duvida ja lera reconhecido, e
A Condessinba obr< u mclhor: proveo se de quem tantas revelagoes inesperadas havi por
um amante. Onde o foi buscar nao sei. Mas, um instante posto em um estado quasi vertigi-
tanto assim foi, que, chegado o momento fa-
tal....
noso. Ella, culpada el.a. a mais pura de to-
das as mulbcres! Se soubesseis.
- He urna infamia! interrompeo una voz A suspenso do moviinento do carro e a voz
com rr?B- : d'um Oficial do Justica. que, brindo a porli-
Ja comeeais Presidente, com as vossas nhola, intimou aos presos descessem in-
cxageraees. disse o.Mrquez ao interruptor. Se terrornprao bruscamente o mogo. Eslava se
essa pobre rapariga leve medo da morte, e ar- justamente junto k grade do Palais do Justica ,
ranjou se de maneira a conseguir maisalguns cujas avenidas achsvo-se apinhadas d urna iluI-
Dcsearreglo hoje 14.
Brigue Anittmercadorias.
GaleraColumbuudem.
BrigueAmelialages.
IMPORTACAO.
Bella Pernambucana; barca portugueza vin-
da do Porto, entrada no p. passado mez, a con-
signado do Thornaz de Aquino Fonseca, ma-
nifestou oseguinte :
60 pipas e 82 barris vinho 500 lexes de
pinbo abatidos, 4 milheirosde sal, 352 cadei-
ras e 3 canaps de cerdeira 13 barrisjpregos,
1 embrulho panno e caturnos de ludio; ao con-
signatario.
200 feixes do pinbo abatidos, 12 cadeiras ,
1 canap, 1 banca de pao preto, 2 barris en-
xadas ; a Joo Viaira Bernardes.
1 canastra frutas secas;a Antonio Jos Nunes
Guimaraes
1 caixa guardanapoi lizos e admascados; a
Jorge Josquim de Freitas Guimaraes.
1 bah panno de linho, 1 caixa dito e linhas,
1 canastra castanhas, 1 caixa cem 1 faqueiro
vazio; a Domingos Jos Vieira.
13 barris pregos, 2 caixas fechaduras, 1 di-
la ditas de fcrrolbo, 1 dita palitos, l dita bri-
des de ferro, 1 cndete doce; a Jos Antonio
Bastos.
1/2 pipa do vinho, 1 barril presuntos, 1 ca-
nastra castanhas, 1 cunhete 1 imagens.l
caixa com urna urna, 1 dita ignora-se ; a Joo
Jos do Carvalbo Moraes.
365 barricas abatidas; a Manoel de Asevedo
Mate.
(albas de louca vidrada, 34 e l/2duzasde
alguidares, 15 ditas bacas, 1 caixa bacalho ,
2ditas ignora-se, 1 cuahete fouces 8 barri-
cas pregos, 2 cimbeles lu embrulho panno de linho 1 barril vinho, 1
cunhete doce, 100 rodas e 50 molhos arcos de
pao, 4 caixas flores, 2 gaiolas com cuxixos ;
ordem.
1 caixa palitos botos d'osso e fio devela,
4 barris presuntos, 50 ancorlas azeitonas 2
barris enxadas, 5 cunhetes fouces e enxadas, 10
canastros rolbas, 1 cunhete enxs de martelo ,
16 barris presuntos, 160 rodas de arcos de pao,
1 pacoto arcos de peneiras; a Antonio Valen-
tn! d: Silva Barroca
1 canastra castanhas; a Manoel Alves de Mi-
randa Guimaraes.
2 barris pregos; a Elias Jos dos Santos An-
iMde. ., *
'2 caixa, froios, picadairas, pregos Ac ; a'
Antonio Perreira da Costa Braga.
10 barris vinho, 1 caixa macolla 3 barricas
bacalho, 6 canastras macas, 1 sacco 515 pe-
cas de ouro, 8 meias ditas dito e 6 pataedes; a
Manoel Francisco Ramalho.
73 ancorelas azeitonas, 13 canastras casta-
nhas; a Jos Correia daSilva.
2 barris pregos ; a Teixeira e Andrado.
30 temos condeces; ajoaquim Ferreira Ra-
mos.
1 caixa diversos objectos; a Manoel Ignacio
de Oliveira.
6 barris pregos, 2 d tos presuntos, 50 anco-
retas azeitonas, 41 canastras castanbas 3 cai-
xas nozes roldas o botos d'osso, 4 ditas fe-
chaduras, 1 dita ditas para bahs 1 canastra
frutas, 1 caixa ferros de lato para engommar,
1 cunhete fouces. 18 barris pregos 2 cunhe-
tes enxs de marlellos 6 caixas fechaduras;
a Joo Antonio dos Santos Andrado.
150ancorlas azeitonas; a Manoel Francisco
Nogueira.
1 barril presuntos, 1 caixa doco, 4 canastras
maces ; a Manoel Pereira Rozas.
tido immensa vida de contemplar os rostos
dos reos, e que nunca deixava de todos os dias
comparecer esse lugar da vinganca revolucio-
naria.
Ceiar, disse irnicamente o vi Iho Mr-
quez de Montcrif, demorando-so alguns segun-
dos na escada do carro para contemplar essa on-
da de cabecas, borbulhanle, e donde partio vo-
zes confusas semelhanles ao longincuo mugido
lo mar, Cesar, morifuW te talutant
Depois, parodiando o gesU> e a exclamado do
gladiador muribundo com molejadora corte-
zia e ar do insclent- proteceo dirigi ao
povo urna saudac/io e pacificamente deixou-se
conduzr pelos dousgendarmes, encarregados de
ucaber os presos ao sahirem dosinistro carro.
Ella aecusada qualilicada de infame
e cobarde! pensou o moco com desespero, dei-
lando-se arrsstar pelos dous guardas. E nao
me ha de ser possivel confundir os que a calum-
nro I Meu Dos Permitti que ainda viva o
lempo preciso para salvar-lhe a bonra c mor-
rere bemdizendo-vos.
(Conlinuar-it-ka.')

i
MIITI


1 caixa mermelada; a Jos Duarte das Ne-
vea.
ribe queirfio realzar urna prestago de i por
rento sobre o valor de suas acedes dent o do
6 canas pomada, 2 ditas fecbaduras;a Ira n- praso de 15 das, contados de Ib de Janeiro em
cisce Xavier Martins Bastos. I diante. Com esta entrada completar-se-ha 40
1 fardo peneiras do seda, 6 caixas pomada ; por cento. Escriptorio da Companhia 8 de Ja-
a Antonio Jos Rodrigues de Sousa.
15 canastrascastanbas, 16 gigos macaes, 2
saceos nozes, 1 barril carne de porco, 1 caixa
cascos para chapeos, l commoda.l leito, 2 col-
x5es,2 cadeiras; a Miguel Rodrigues Vieira.
1 canastra ceblas; a Henriques Bernardos
do Oliveira.
2 canastras macaes. 1 dita castanhas, 1 dita
frutas; a Joaquim da Silva Maia.
30 barris pregos, 6 caixas fechaduras 10
barricas enxadas 1 caixa doce, 40 cinastras
castanlus, 10 canastras e 20 barricas albos ; a
Jos Alonso Moreira.
1 caixa toalbas, caturnos e prata em obra ; a
Joao Alves do Carvalho Porto.
16volumes arcos de pao, 2l6taboas de pi-
nho ; a Jo5o Rodrigues de Andrzde.
i caixa figos, 2 barricas azeitonas; a Jos
G/oncalve, Ferreira da Costa
7 2 canastas macaes; a Jo5o Antonio de Mo-
raes.
) 12 ancorlas azeitonas, 4 canastras macaes ;
Joaquim Alves da Costa.
1 caixa prata em obras, 1 dita panno de li-
nho, 1 dita enxadas; a Manoel Jos de Sousa
Carneiro.
1 caixa impressos; a Manoel Figue.roa de \a-
1 caixa prata. 1 dita colxetas, 1 bah falo ,
20 canastras frutas, 1 seira ignora-se 2 em-
brulbos panno de tinha, 2- g'iolas canarios ,
250 resteas de cebollas. 19 ancoretas azeitonas,
1 gaiola passaros 5 canastros castanhas 1
viveiro canarios ; a diversos.
Buena Matilde; brigue austraco, vindo de
Trapani com escala pela Babia, entrado no
correte mex a consignado de Le Bretn
Schramm & C.. manifestou o sogumle :
450 falmes de sal e 700 resteas de albos ,
da Bahia, 1 pacot trila contos do res em no-
tas; aos consignatarios.
Orion; brigue sueco, vindo de Buenos Ay-
res entrado no mez p. passado, a consignaco
de Gaudino Agostinho de Barros manifes-
tou o seguinte :
2975 quintaos de carne de charque e 12 car-
neiros; ao consignatario. _________
Hovimento do Porto
Navio entrados nodia 13.
Macelo pela Barra Grande ; 1 dia vapor de
guerra nacional Guapiass, commandante o
Capitao- lente Guilberme Carlos Lassance
eCunha : pas^ageiros, Marcellino de Carva-
Ibo Rapo/o, Joao de Albuquerque e Mello ,
Jacintbo Manoel da Silva Joo Teixe.ra de
Mallos, Jos Francisco de Lima e Luir. Ale-
xo Boularigir.
Genova ; 42 das. brigue saldo Hoza, de 307
toneladas capitao N. Dodero equ.pngem
13, carga lastro; a Adour& Companhia.
Navios sahidos no mesmo da.
Falmoulb ; brigue inglez Acapuleo capitao
John Harrisson c&rga assucar.
Porlos do .-mi ; paquete do vapor nacional Im
peratris commandante o Capitao -lenle
Jezuino Lamego Costa: passageiros o Vis-
conde de Goianna e 2 escravos, Joao Kel-
.Manoel
neiro de 1844. O Secretario.f. J. Fernan-
det Barrot.
THEATRO PHILODRAMAT1CO
SABBADO, 25 DO CoKUKNIK.
Segunda representado dot cantores AJ. I.emo*
E
C. Hice o.
A direc^So da Sociedade Philo-dramatica
tendo concedido de novo a sala para a segun-
da representacao em beneficio do tenor Carlos
Ricco, este aitista se recommenda ao Ilustre
publico desta capital aprcsentando-lhe o varia-
do e novo divertimento seguinte :
Primeira parte
1. Ouvertura a toda orchestra da opera
// Pirata, msica do Bellini.
2. O beneficiado cantar a interesante aiia
Meco l'altar di venere, da opera Norma, mu-
sica de Bellini.
3 c Aria favorita di opera // Giuramento ,
por Margarida Lemos, msica de Mercadanle.
2,000
2,000
1,000
das a carcter e as scenas arranjadas com toda
propriedade possivel.
Precos de entradas.
Cadeiras de galera, l.1 ordem para
humen,
Cadeiras de galera 2. e3.f ordem
para familias
Bilhetes de platea
(() espectculo principiar a chegada do Exm
Sr. Presidente da provincia )
Os bilhetes vendem se na casa do beneficiado,
ra largado ozario n. 30, primeiro andar, e
na mosma ra loja do Sr. Lody, e no dia no
theatro.
Avisos martimos.
4= Para Liverpool sabe com toda brevida
de a velcira e bem condecida gal.ra ingle/a Co-
lumbus Capitao Daniel Green recebe carga
e passageiros aos quaes oflerece as maiores
vantagens pela rapidez, das suas viajen* o su-
periores commodos ; a tratar com os consigna-
tarios M. Calmont&C. praca do Corpo Sanio
n. 11. (7
2 Para a Una deS. Miguel o patacho na-
cional Venus forrado e pregado de cobre e
\ o f ir i j '. I 7 TV T I de primeira marcha tom encllente* commo-
4. O bellissuno dueto >ul campo de la glo- ( dosFpara passageiros e pretende sahir at I .i
na, da opera 11 Beluario, por J. Tosellieo
beneficiado, msica de Donizetti.
Segunda parte.
5. Ouvertura pela orchestra da opera Na-
saniello, msica de Carrafa.
6 c A grandiosa scena e lercele de la I>u-
chesa ai prieghi, da opera Lucrecia Borgia '
msica de Donizetti.
O nomo de Borgia no palacio ducal de Fer-
rara tinha sido ultrajado por um Capitao de
Guardas Venezianas que, tirando urna das
leltras do prtico deixou a inscripcao orgia ,
este Capitao foi preso e sentenciado morte pe-
lo orgulbo do Lucrecia; o Duque satisfez os
dezejos do Lucrecia tanto mais que considerava
o Capillo como favorito da mu consorte: Lu-
crecia quer por si mesma conhecer o autor da-
de Fevereiro ; quem quizer carregar ou ir de
passagem dirija-se a bordo do mesmo navio,
ou na ra estreita do Rosario a tratar com Jos
de Medeiros Tavares. (8
Compra-se um hiato, ou qualquer oulra
embarcedlo de pequeo lote em esado do na-
vegar immediatan.enle ; quem tiver procure
na ra do Rangel n. 45 depois das 8 horas da
manhaa.
1Para o Rio Grande doSul seguir em
poucos dias o brigue Jpiter pd.i receber
200 barricas a freto, e tambero recebe passagei-
ros e escravos a frete ; dirijSo se a bordo do
mi sino brigue ou na ra do Vigario n. I, a
fallar com Jos Xavier Vianna. (
.=Para Buenos Ayros, o muito veleiro pa-
tacho sueco Orion segu com toda a brevi-
l,cilo ... s.
quelle crimo comparece na habitacao Ducal dade, por tr a maior parte do carregament
aonde ha de ser condusido o reo ; este chega prompto, faltando-lbo pouca cousa para o pre
mas oh sorpresa! o criminoso era Gennaro hencher; quem no mesmo quizer carregar
ilho de Lucrecia Borgia, educado sigilosamen- dirija-se a Gaudino Agostinho de Barros, pra
te debaixo da vigilancia indirecta de sua mai ; cinla do Corpo Santo n. 66. (7
que borroroza combinadlo a mi tinha con-
demnadoa morte seu filho'.!!! Lucracia.como
era natural muda de pinino, mas o Duque que
esta mudancao faz ainda acreditar na sua pri-
meira pinino, nega o perdSo de Gennaro, em
vio roga Lucrecia, nada commove o corceo
do Duque, s consegue que nao morra no pa-
tbulo, e seja all |envenenado in88 Lucrecia
lie designada pelo Duque para dar-lhe o narco-
tico; que mngoa para o coragao de Lucrecia !..
o Duque illude Gennaro com varias promes
sas e por ultimo convida-o a beber em prova
de conciliaeio, esta he a occasio de consum-
mar o decreto Gennaro recebe de sua mai o
calix de veneno !. ... e o Duque se aparta sa-
ler Ignacio Pere.ra do Carvalho Manoel
Fernandos da Costa Jnnior, Lstevfio Jos
Alves Jnior, Gregorio da Costa Lima Bel-
mont e i escravo Francisco Em.gd.oSoa-
res da Cmara. Andr Combar. 2 ilhos me-
nores e 1 escravo Abrabo Cabretreo sua
Senhora 2 filhos e 2criados Manoel Bap-
tista dos Santos Cadet. Pedro Pires Gome,,
el escravo, Antonio Trill.o Antonio Do-
mingosGaya, AnlonioBenlo Barbo*. D.
mingos Lopes de Amor.m Joao le.xe.
Soares e Marcellino Joaquim Monte.ro.
Edital.
tisfeito de estar terminada a obra ... mas o'\
esi eranca Lucrecia ten um contraveneno
Do-
ra
Miguel Arcanjo Monleiro de Andrade,Offi
cial da Imperial rdem da Rosa Cavallei-
ro da de Christo. e Inspector d Al fanega
de Pernambuco por S.M.U Imperador o
Sr. D. Pedro II, que Dos Guarde, S[c.
F./. saber.que no dia 15 do corrente ao me.o
dia e na porta d Alfandega se ha de arrematar
uatro caixas com 64 lulas com b.scoutof.nono
Sor de 192* rs impugnada, pelo Amanuense
Goncalo Jos da Costa e S. Jun-or no despa-
cho por factura do Jos Goncalve, -^nle.
endoP dita arremaUcio sugeita ao pagamento
dosdireitos. Alfandega. .3deJ-ne.ro*jMB.
Miguel Arcanjo Monteiro de Andrade.
]);-clamco
3--------COlPHAnOBEBIRIHI.
O.Srs. accionistas da Companhia do Bebe
corre anciosa a seu filho para que o tome e
salvo a vida: Gennaro que nao conhecia ain-
da Lucrecia como sua mai recusa tomal-o .
julgando n aquelle mntenlo que he alia quem
o quer envenenar ; Lucrecia aflicta insta, roga
por quanto ha de mais charo que Gennaro a
crea, e por fim o conseguo, Gennaro he salvo,
foge por urna porta secreta e Lucrecia parte
satisfeita de ter salvado seu filho ; mas o genio
do mal a persegue, ao sabir encontr o Duque
que considerando ter j operado o narctico vi-
nha mandar retirar o corpo de Gennaro 1....
elle s acha o corpo de Lucrecia que cai des-
maiada aos seus ps.
Personagens.
Duque de Ferrara
Lucrecia Borgia
Gennaro Capitao de Guar-
das Venezianas
Conidcnte do Duque e
guardas do palacio
Terceira parte.
7. c Ouvertura pela orchestra Guilherme
Tell de Rossini.
8. Dueto da corneta a pistn e clarineta
pelos Srs. Chaves com acompanhamento u'a or-
chestra.
9. Dueto // rivale, da opera
Heatrice di Tenda
por Margarida de Lemos e o beneficiado mu-
sica de Bellini.
Quarta ultima parte.
Walsas escolhidat de Arans pela orchestra.
10. Terminar o espectculo com a engra-
pada scena daPatuscada dos arraes que vo
para cima do Douro na qUal o beneficiado
cantar urna cango bespanhnla de
Os touros no Porto.
Muito ocolhida na corte do Rio de Janeiro.
Director da orchestra Mr Grosdidier.
N. B. As pecas de caatoiia sero executa-
Actores.
JooToselli.
Margarida Lemos
0 beneficiado.
N. N.
1 f=Alirabo Crabtrre far leilao por inter
venc.no do corretor Oliveira de toda a rica .
quanto valiosa mobilia, e mais utencilios da ca
sa de campo de sua residencia de um fa
moso pianno um cavallo ensillado para car
ro e urna excelb-nte vacca ingleza : sexta fe
ra, l7 do corrente as 10 horas da manhaa, na
Magdalena, sitio perlencente ao Sr. Joao Fer-
reira dos Santos. (9
1 =:Manoel Joaquim Ramos e Silva far lei-
lao por intervenido do corrector Oliveira, de
grande porcao dos mais deliciosos, e ja I em co-
ndecidos vinlios ilo I 'indi tinto e branco,em pi-
pas, meias ditas o barris vind s pela barca
portuguesa Firmeza segunda feira 20 do
corrente, s 10 horas da manhaa no armazn'
alfondegado, na ra do Apollo n. 6. Adverle-
te que estes vinbos. sendo de avultado custo pe-
la sua genuina quanto superior qualidade v
bem merecido concelto serao vendidos em
.i j ,. .,. nn..in..i o presento annuncio. talentim Jos
lotes do una a duas pipas para commouiaaue i -,
cas dirija-se ao pateo do Hospital n. 14, que
achara com quem tratar. (4>
Joao A. de Sousa Beltro Araujo Perci-
ra faz publico que a negra que existo em seu
poder, e que fui iinnunciada por intermedio
dos Srs, Doutores .Manoel Ferreira da Silva e
Vicente Pereirado Reg, voiificou-se ser do Sr.
Manoel Carneiro Leal, a qual vendeo a agora
ao annunciante.
Engoman se com perleico e commodo
preco : "na ra eslreita do Rozario n. 45. Na
mesma casa vendo-se urna toalba de lavarinlo
loda abarla o tamben coze-seModa a qualida-
de de costura.
Quem precisar de um criado portuguez
p..ra oservico de urna cusa, o qual sabe cozi-
nbnr e d fiador sua conducta, dirija a
Solidad.- indo pela Trompe, lado direito ni
esquina ao p da igreja n. 7.
1 Precisa-se do urna ama de leito que seja
branca ou parda: na ra da Paz ou travessa lo
("armo n. 2V. (3
IAnna Barbosa de Mcodonca embarca seu
escravo Jos para Una, por oslar lenlo. (2
Quem precisar de um moco forneiro que
entonde de massas tanto de pao como de bola-
xa mesmo para mascira que uo tenha mui-
lo trabalho : dirija-se a na ila l'raia n. 13, ou
annuncie,
1Precisa-se de um caixeiro de 1 i a 16
annos, prefere-se dos chegiulos agora : na mu
Direila n. 58. (3
IssOlercce-se urna portuguoza para ama
de casa, sabe cozer, pnjoniinar ecotinhar:
na ra Direila n. 58 (3
=a Deseja-se fallar ao Sr. Jos Francisco
Lopes, para negocio do seu interesse; na rua
da Cadeia n i, segundo andar.
2 O abaixo assignado avisa ao publico e
especialmente aos paisdoseus alumnos, que no
lia 13 do corrente abri a sua aula do primei-
ras ledras sita na rua do Jardim n. 43. Na-
noel Adrianno de Albuquerque titilo. (5
2 No dia 10 do corrente fugio da casa n. I
Ja rua Formosa um papaguio com um peda-
codo corrente de ferro em um p fugio para
os quintaes do Atierro ; quem o pegar leve a
lita casa que ser gratificado. (ti
2Mai.oel Joaquim Sove embarca para o Rio
Grande do Sul o seu escravo Luiz de nacao
Benguclla. (3
2 Roga-se ao Sr. thesoureiro da lotera do
theatro que nao pague o que por sorte possa
sahir aos bilhetes da primeira parte da 16.* lo-
tera inteiro n. 1617 e meio n. 2817 os
quaes foro desoncaminhados com urna carta
que foi lancada no Correio desta cidade para o
Sr. Laurenlino Jos do Figueiredo da Para-
fiiba. (8
'2 Quem precisar de urna criada Portugue-
sa para tolo o tervico de urna casa, annuncie.
2 Precisa-se de um prolessor do primeiras
ledras que saiba grammatica portugueza o
qual pode ser casado paraum engenho perto
de Iguarass ; quem so achar neslas circuns-
tancias dirija-se a praca da Independencia .
imana ns. 6 t- 8. (6
2 Aluga-se o sobrado de um andar e soto
na rua d<> Hospicio, muito deseo com 3 salas
lie fronle duas ditas atraz i quartos e um
pequeno sitio por preco c uninodo ; a tratar
na rua da Gloria n. 8!). 5
2 U Sr. F. 1). C quei'a ter a bondade de
ir a casa do abaixo asslgnado resgastar os seus
penltores al o dia -JO do corrento e nao o fa-
sendo se vender para pagamento do princi-
pal e juros, e para sean chamar a ignorancia.
dos prelendentes particulares ou em maiores
porcoes vonlade dos compradores quer para
consumo, quer para reexportarlo. (15
Avisos d i versos.
3Precisa-se para bordo de um navio que
navega para Portugal, do um bom cozinheiro :
annuncie. (3
= Fxisle no engenho Coral da freguezia de
S. Lourcnco da Malla um rnoleque de nomo
Joao que diz pertencer ao Sr. Jos do Carva-
lho morador em Garanhus, cuja direcc,o vaga-
mente procurava, accrescentando que o referido
seu Sr. o doixara no Recite na rua da Cadeia ;
quem poi, sejulgarcom direito a> dito escravo,
o procure no dito engenho ou annuncie por
esta folha para Ihe ser entregue na certeza do
que o proprietario nao ,e responsabilisa pela fu-
ga delle.
1 = 0 abaixo assignado previne aos seus de -
vedores, que, como nao seja possivel por boas
maneiras pagarem as suas contas e lettras, que
Ihe sao dovedores de effeitos que iho compra-
rao, na rua Nova, ha 3, 4 e5 annos, ealgum
3Quem tiver penhores no sobrado n. 9, do
largo de S. Pedro procure-os na ultima casa
da carrein do Nicolao ao lado do theatro no-
vo em palacio velho. (I
o Jos Itibeiro Barbosa tai a Macei tratar
do seu negocio. (2
3 Jos Soares d'Azovedo Lente de Lingoa
Panceza no Lyceu, tem aberlo em sua casa, rua
do Rozario eslreita n. 30, lerceiro andar um
curso de Rhctorica o outro de Geographia o His-
toria. As pessoas que quizerem esludar qual-
quer dos las disciplinas podeui dirigir-so indi-
cada residencia a qualquer hora. 7
I)eifja-se fallar com os Srs. Manoel Jos
Serpa senhor do engenho Caiar.na o Aleixo
da Cunha Cavalcanti ou quem suas veses II-
zer nesta pinga a negocio de interesse ; na
rua do Livramento n. 6, primeiro .andar. .5
'! Diogo Jos da Costa faz sciente que
mudou o seu eslabelecimento da tasa n. 29, pa-
ra a do n. 12, da mesma rua, aonde se acha com
melhor sortimentodo (asendas do liom gosto.
nglesas e francesas. (6
3= Precisa-se de 300?'a .'lOoyrs por lempo
de 8 mezes ; ou pelo que se convencional, com
srguranca em urna casa que vale mais de dous
contos de rcis, fra o negocio que existe dentro,
ainda ha mais tempo. por esta justa razio rogo- ''sem menor embarace; quem quer dar an-
Ihes.que venho pagar por todo este mez de Ja- \ B00^ precisar de lastro ou car-
ne.ro, po.s do contrario do principio de Fevo riga,cnlo p8IBH0 lll0 d Janero dirija-so a
reiro em vanto ira chamando a Jui/o sem ex- praga da Boa-vista n. l'i; na mesma casa pre-
cepcSo. Fredenco Chaves. (10 isa-se de um rapaz Portuguez, de 12 a 14 an-
l=;Prec7a-se de um caixeiro para venda ,! nos, para acompanhar a urna pessoa em sua
que saiba lr ; quem estiver neslas circumstan- | viagens. 9,
X
_ADO .
d *


lotera do theatro
As rodas desta loteri
ando irapreteriveluieiite
no dia 28 do correte, e o
restassto dos brinetes ;i-
chio-se venda no bairro
do Recife loja de cambio
dos Srs. Vieira e Manocl Go-
mes; no de Santo Antonio,
boticas dos Srs. Moreira
Marques e Cliagas; no da
Boa-vista, loja de ourives
do Si. Jacinto. (1 4
5 Claudio Dubeux mudou sua residen-
cia da casa n. 5 para a casa n. 18 da mesina
ruadas Larangeirus, do fallecidocirurgiiio Pel-
lote. 4
6 O abaixo assignado avisa aos pais de
seus alumnos, e a quem mais onvier, que
contina a ensinur latim desdo o da 7 do cor-
rente em diaote e que da meama sorte prope-
se a ensinargeometria por Euclides e arithine-
tica por BotOOl cin casa de sua residencia, na
ra das Cinco-pontas n. II; dando principio ao
curso de geometra no da 20 do corrente; u
mesmo abaixo assignado advoca no crime u ci-
vel o oflereco seu prestimo a quein dello se
quizer utilisar, asseverando conseguir bom
conceito daquelles, que o oceuparem. Louren-
fo Avellino de Albui/uerque Mello. (13
3l'recisa-se deuma a idade para casa de pouca familia dando fia
dor a sua conducta; na ra da Senznlla-velha
n. 142, segundo andar. (\
2 Joaquun da Silva .Mourao participa a<>
Commercio desta praea que desde 31 de De
Sembr p. p. dissolveo a sociedado, que linda
coen Antonio (oncalves Lages em a loja de
ferragens n. 03 denominada Mourao & Lages,
tii un id o mesmo Mourao obrigadoa liquidaco
tendente a mestna sociedado e d'ora o.n dian-
te todas as transares sero feitas em seu
nomo. (7
2 Dao-se 400/rs. a premio sobre penhores
de ouro e prata ; na ra das Trincheiras n. 4:2.
primeiro andar. (.">
2 Aluga-se o segundo andar e sotao do so-
brado da ra Direa n. 20 ; a tratar na ra das
Trinclieirasn. 42, primeiro andar. (3
2 Precisa-sede urna ama de leite prefe-
rindo-se captiva ; na ruada Assumpco n iG.
] Jos Goncalves Salgado retira-se para fu-
ra da provincia. (2
1 Aluga-se um bom sobrado na praca da
' Boa-vista n. 1'.' ; a tratar no segundo andar do
mesmo sobrado ou na ra da Cruz n. ;iv 3
1 Jos Pereira da Cunha tom contratado
comprar ao Sr Francisco Eloy Xavier urna
parte que tem na casa da ra dos Tanoeiros n.
i', com frente para o caes que pertenceo ao
fallecido Lino Francisco Xavier : qualquer pes-
soa queso adiar com direito a mesma pro-
priedade ou a algunu das parts ; baja de o
declarar em lempo. 8
1 Gaspar Ferrcira de Sousa retira-se para
fra da provincia. (2
1 Faz-se publico, para evitar duvidas fu-
turas que o eogenbo Araguaba rom todos os
terrenos a elle rmenos na ribeira du Una ,
freguesia do mesmo noine Una,', da comarca
do Kio Forinoso est sujeitoa serias questes
judiciarias pela lesao que sofrem os herdeiros
do mesmo eng nlio com o inventario e parti-
ihas e infinitas outras raides fundamentadas
em direito ; portanto avisa-.-o a qualquer a
quem for olTerecidu esse engenho ou algum
dos terrenos a elle anoexos a venda que nao
facao negocio pelas rases expendidas, em sus-
tentado das quaes pelo presente se protesta. 10
i Precisa-se de um rapa/, prelo, forro, de
12al8annos, para servir de criado n'iiin.i
viagem para a Europa ; na ra da Cruz n. 63,
primeiro andar das 9 al as II lioiasdarna-
nha. (5
1 Do-se SO/rs. a juros sobre penhores.
ou hypothcca ; na ra .Nova n. 03. [-2
tPrecisa-se alugar (lous pretos possanlese
sern vicios, paga-sc 10ff Tt. mensacs por cada
um dando-seo sustento e indo dormir em
casa de scu aenhor; na praca da Independen*'
cia o. 21. (5
1 O abaixo assignado Taz sciente ao res-
peitavel publico, que ninguem faca negocio
algum com 20 palmos de um terreno de I rente ,
efundo al baixa-mar no Atierro dos Afoga-
dos junto an sobrado do fallecido Coplista ,
por este Ihe pertencer por execucao, como cons-
ta da sentenca e posse. Jos da Silva Mo-
reira. S
O NAZARENO N 70
Ja se aclia a venda na loja do Sr. Themoteo,
na praca da Independencia ; na do Sr. Reis ,
na Boa-vista n. 20 ; o na Typographia do for-1
nal, no pateo do Paraso n. a SO rs. cada i
i-xcmplar; e nesses mesmos lugares se subscre -
ve a /rs. por tiimeslre.
Conten : um cxellentearligo do Guaycuru',
jgnode ser lido ; P-im, Coronel republicano;1
Conde de Keux general realista ; inda a can-!
didatura do Snr. Thomaz Xavier; lico im-j
portanto ; outra vez Iguarass ; escndalo re-
voltante ern quo se analysa o procedimiento da
praia respeito aos seus candidatos a senatoria.
Quem precisar de urna crioula moga pa-
ra servir a urna casa do homem solteiro pois
he de boa conducta ; dirija-se a ra do llosa-
rio da Hoa-vista n. 3.
O Visconde do Goianna despede-so sau-
dosamente de seus amigos por este Diario, vis-
to nao poder por outro meio despedir-se pela
rapidez da sua viagem para a corte do Iti de Ja-
neiro.
Quem precisar de um moco Portugue:, do
lannos para caixeiro de escripia que tem
bastante praliea o escreve sofTrivelmcnt di-
rija-se a ra Direita n. 114.
Precisa-so de 2:000/de rs. a juros a um e
meio por cunto por lempo de dous annos,
com seguranca em duas casas terreas e dous
escravos ; quem quizer dar annuncie.
A criada Portuguoza, quo se ofTercce para
todo o servico de urna casa dirija-se a ra
larga do Rosario venda da esquina quo ti-
ra para o quartel de polica n. 21.
Pelo Juizo da segunda vara do Civel desta
''dado escrivo Kego vo a praca pela ulti-
ma vez no dia 15 do corrente, 3 escravos e
varios movis constantes do escripto.que se acha
em mo do porteiro, indo a praea por execucao
de Jos Francisco d'Asevedo Lisboa, contra Ma-
uoi'l Jos Soares de Avellar.
Pelo Juizo da segunda vara do Civel desla
cidade escrivo llego vao a prava pela ulti-
ma ve/ no dia IS do corrente, 3 escravos e
varios objectos de prata e ouro constantes do
escripto que se acha em mo do portoiro ,
indo a praca por execucao de Jos Francisco de
A/evedo Lisboa, contra os herdeiros do falle-
cido Joaquim Josda Costa Oveira.
Compras
1 Compro-seeffectivamente para fra da
provincia escravos de ambos os sexos du
12 a 20 annos sendo de bonitas figuras pa~
gao-se bem ; na ra da Cadeia de S. Antonio >
sobrado de um andar do veranda de pao n. 20.
3= Compra-se urna grade e balco para es-
criptorio : quem tiver annuncie (2
Cornpra-se urna canoa de familia, que
carregue20 pessoas ; na ra Imperial n. 167.
1 Compra-se um quarto novo possante,
e forte para urna viagem longo na ra Au-
gusta soto do sobrado n. 9.
Vendas
1Vende-seuma armado envidragada, pti-
ma para qualquer estabelecicnento por preco
commodo; atrado theatro n. 20, primeiro
andar. (4
tVende-se urna escrava de 19 annos, pt-
rita cosinheira e engommadeira 5 escravas
quitandeiras c lavadeiras ; urna mulatinlm de
16 annos com varias habilidades; 4 escravos
mocos; sendo um delles perito canoeiro o
carniceiro ; na ra Direita n. 3. 6
I Vendem-se S escravos um perfeito co-
sinheirodc um ludo ; um dito bom carreiro ;
3 ditos ptimos para todo o trabalho de campo,
um pardo de 18 annos bom pagem ; 3 pretas
queengommao, cosinho e la vao roupa ; duas
rulas de 30 anuos por 340^ rs. cada urna, en-
gnmmo, cosinho e vendern na ra ; na ra do
Crespo n. III, primeiro andar. (8
1Vendem-se pretas mocas de boas figuras ,
lavadeiras e quitandeiras ; urna parda recolhi-
ila de 16 annos cose e engomma perfeita-
mente ; urna prela costureira engommadeira,
rendeira cosinheira e faz la varilo, tudo faz
com desembaraco, para lora da provincia ; um
preto para todo o servido ; na ru ireita
n. 81. (S
1 Vende-se muito boa familia de mandio-
ca chegada recentcmente de S. MatheuJ pro-
pria para familia por ser de muito crescimen-
o ; a bordo da sumaca lncangavel Carol, un-
desda defronte do caes do palacio ou na ra
da Moeda n. II, (6
\ Vendem-se 4 carneiros capados e gordos ;
as Cinco-pontas n. SO. (2
1 \ ende-se urna parda moca de bonita
'Mura com habilidades; no Hospicio n. 4. 2
1 Vendem-se manteletes de grs de naple ,
lisos c de chamalotes furia cores e pretos,
uns guarnici'los de folhos e rendas, e outros
nicamente com babados sendo todos da ul-
tima moda como atiestan os ltimos figurins ,
que o nnunciante lem em seu poder; a tratar
com Aflonso S. Marlin prximamente chega-
do de Parir. aboletadu na loja de seu irmo
Hiplito S. Maitin \ C innuiiliia na ra Nova
n. 10. (8
iVende-se vinho de Bordcaux o Madcira ,
em caita de urna duzia de garrafas a 4/ rs. ;
no Atteito da Boa-vista na fabrica de licores
n. ii(. (4
t Vendem-se rolhas de boa qualidade e bem
sortidas em tamanhos, a 2400 rs. o milhairo ;
no Atierro da Boa-vista fabrica de licores
n. 2G. (4
IVende-se doce de caj secco muito bem
feilo; na ra do Cubuga loja de miudesas I
junto da do Bandeira. (3
I Vend.:-s6 um cabrinha de 16 annos, el
umacabrinha de 17, com algumas habilida-
des ambos com bonitas figuras o sem vicios ;
a tratar no botequim junto ao theatro. 4
1_ Vende-se urna bareac, qOe carrega 10
caltas; e urna preta de 20 annos na rus das
Trincheiras n. 19, primeiro andar. (3
Vende-se cha hision a 1600 rs. cevada a
200 rs., talharim a 200 rs. letria a 280 rs.,
batatas a 40 rs. chocolate a 280 rs. ; na ven-
da da esquina da ra do Arago n. 43.
Vende-se na ra Direita sobrado de um
andar n. 33, aopAdedousde varandas dou-
radas doce de caj secco muito alvo e bem
feito, que pode ir a mais longe viagem sem de-
generar ; tambem doce de mangaba, ananaes ,
liman, e pitanga e n calda ; na mwma casa se
fazem bolinhos e bandejas enfeltas* do melhor
gosto tanto em enfeites de bolos como em
alfim e sobre-mesas das molhores iguarias.
Vendern-seo soguintes livrosem bom es-
tado; recreacSo |fljilo*ophica 10 v. ; recrea-
c5o do homem wicel 5 v. C >rina ou a
Italia 2 v. ; o primeiro e segundo anno do
Universo Pittoreico por preco commodo ; na
ra das Cruzas, loja de relojoeire n. 38.
Vende-se urna parda recolhida boa en-
gommadeira costureira e cosinheira ; Juma
escrava boa cosinheira ; duas ditas para todo o
servico ; urna dita boa quitandeira ; um mo-
legue de 10 eoutro dito de 12 annos ; dous
escravos para todo o servico ; na ra de Agoas-
verdes n. 46.
Vendem-se canarios de imperio em vlvei-
ro chegados prximamente do Porto, por pre-
Co commodo ; na ra estrsita do Rosario, ven-
da n. 8.
3Vendem-se folhinhas homoeopathicas do
Brasil para o corrente anno em folhas e (o-
llielos, pelo muito commodo preco de 160 e 200
rs. ; na ra da Cadeia n. 31, loja da viuva de
Cardoso Aires. (5
4 Vende-se urna poico de saecas com mi-
Iho bom, por preco commodo; na ra da Praia,
armasen) n. 20. (3
2No grande armasem atrai do theatro ve-
Iho, ha um completo sortimento de laboas de
pinho (llegadas da Suecia da melhor qua-
lidade que a este mercado tem vindo sendo
pinho branco e vermelho de 10 a 30 palmos
decomprido, ede 9 a 14 pollegadas de largu
ra serrado por vapor, sem nos, proprio para
um lindo forro e assualho por ser muito al-
vo para obra de envernisar, assim como do
quecostuma vir, costado, costadinho assua-
lho e forro para fundos do barricas; assim como
americano de 10 a 30 palmos de compriJo e 3
palmos de largo chegado ltimamente tudo
por preco commodo a vista da porciio e do
comprador; a tratar no mesmo deposito, ou
& fallar com Joaquim Lopes de Almeida cai-
xeiro do Sr. Joio Malheus. l't
> Vende-se. um bom preto ao comprador)
se dir o motivo da venda ; na ra do Sebo
n. 33 ou na ra da S. Cruz venda n. 58. (3
2Vendem-se libras de retroz preto atul-
errete c sortido em cores de primeira quali-
dade e por pre?o barato resmas de papel al-
maco branco e nul, ditas do meia hollanda ;
na praca da Independencia loja de miudesas
n. 4. (6
3Vende-se urna escrava da Costa, de 16 an-
nos sem vicio algum com principios de cos-
tura e engomtnado ; na ra Nova n. 21, segun-
do andar. i4
3 Vende-se urna duzia de cadeiras urna
cadeira grande urna mesa dous armarios,
ISO0 pedras marmore pintadas proprias para !
barra de sala tudo do melhor gosto c chega- j
do ltimamente pelo navio Gabriela ; na ra da |
C/ui n. 4, armasem do N. O. Bieber & Com-
panhia. (7
v'i Vendem-se os seguidles livros : o guar-
da-livros moderno ; Thadeo Me Varsovia 4 V.;;
as pecas Norma e Anna Bollen* ; um anno do
i.aitiolico ; secretario portuguez, tudo por pre-
co commodo ; na ra do Crespo loja n. lo.
3Ve:ide-se urna casa de sobrado n 22, em
(din la, na ra do Balde, muito fresca com
bons commodos para familia tem um grande
quintal e banheiro de agoa doce; a tratar na
ra da Senzalla-velha n. 142, segundo andar
3 Vende-se um cavallo rodado muito gor-
do carregador baixo e muito bom passelro ;
na ra do Queimadon. 27. (3
3 Vende-so urna porco de saecas com
muito boa gomma de mandioca, para ver no
trapiche novo e tratar na ra da Sunzalla-vc-
Iha n. 142, segundo andar. (4
3 Vende-se carne do serto ; na praca do
Commercio n. 4, (2
3 Vende-se farinha da trra muito nova,
a 4480 rs. pela medida vclha ; na ra do Ban-
gel n. 25. (3
3Vende-se um violo de excellentes vozes,
esmaltado ds madre de perola ; na ra Vclha
ii. 77, segundo andar (3
3Vende-se urna porco du taboas de pinho
ordinario proprias para estacadas, ou cercas;
no armasem atrazdo theatro. (3
7 Vende-se sal de Lisboa, em grandes e
pequeas porcoes ; a bordo e no armasem da
ra da Moeda n. 9 o prcQo ho em conta o
trata-se com Leopoldo Jos da Costa Araujo. (4
5 Vendem-se phosphoros americanos de
primeira qualidade por preco muito commodo;
em casa de L. t. Ferreira _S Companhia, na ra
da Cadeia do Recifo n. 52. (4
2Vende-se uuia piula moca de bonita fi-
gura boa engoiiiinat'iia cosinh.ira e tem
principios de costura o motivo da venda se
dir ao comprador ; na ra do Crespo n. f 2 a
fallar com Jos Joaquim da Silva Mala. (5
2Vendc-se caljirgem de pedra vinda de
Lisboa propria para o fabrico de assucar, em
lugar de potassa ; na ra de Apollo n. 18. (3
2 Vende-se um preto cosinheiro e ganha--
dor de ra por 200# rs. ; na ra da Concor-
dia n. 4. i3
Vende-se una propriedade
de trras denominada Zan-
gu, com boa casa de vivenda si-
tuada a o p dos Api pucos, entre o
rio Capibaribe e o riacho Cmara-
gibe, propria para qualquer ramo
de industria agrcola pela sua si-
luacao margan (Je um rio nave-
ga vel em todas as mares, com por-
to de embarque e trapiche, fcc. &c.
Esta propriedade, de lium excel-
lente barro est inteiramente
plantada de capim cujos rend*
I mentos, sem muito trabalho, sao
de tres cotilos de res por anuo.
Para mais ampias informacoes, e
para Iratar das condicoes os pre-
tendentes dirijo-se ao liedle ,
ra da Cruz n. 16.
Vende-se, por preco com-
modo, um cavallo castanho
forte e possante, muito bom es-
quipador, sem deleito algum ; na
ra da Cruz do Hecife n. a(i, ou no
Mondego sobrado novo, fabrica
do rap Meuron & C.
Vende-se ptimo Champa-
nhe ; em casa de Avrial IrmSos,
ra da Cruz n. 2f.
3Vendem-se saceos com 21/ olqueircs de
farinha de muito boa qualidade chegada lti-
mamente do Rio de Janeiro por prego commo-
do na ra da Cadeia-volha armazem n.i'2.(\
2 Vendem-se saecas de farinha a 3/rs. ;
na ra Direita n 1-4 (2
Vendem-se 4 sacadas de superior cantara
de Lisboa 40 palmos de soleira de cordao ,
urna verga para porta de cocheira e 4 portas de
amarello ; na ra da Cadeia n. 1.
Vendem-se duas moradas de,casaserreas
novas, urna deltas com soto corrido com as
demencoes para se levantar um sobrade na
ra da Concordia ; tambem se troco por algum
sobrado ou casa terrea em ra de negocio; a
tratar na ra Augusta n 22.
2 Vende-se farinha de trigo, de muito boa
qualidade ; na praca do Corpo Santo n. 11, ca-
sa de Me. Calmont Companbia. (3
Escravos fgidos
Fugio o moleque Ventura de 12 annos
tem no peito a marca P he de nacSo Angola ,
desappareceo no dia 10 do corrento, e consta
estar acoutado em urna casa no Forte-do-Mttos;
quem o pegar, leve a ra do Vigario n. 13, a
Joaquim Pinheiro Jacome que gratificar.
1 Dao-se 100/rt. de gratifiuacao a quem
levar no sobrado da ra estreita do Rosario n.
41, primeiro andar, o moleque Francisco,
que desappareceo desde 24 de Outubro do p.
p., de 15 annos, cabeca algum tanto comprl-
da denles limados os dedos grandes dos ps
elguma cousa desonidos dos outros he bem
parecido e esperto ; levou camisa de riscadinho
de algodSo trancado, com mangas de meio bra-
co calcas brancas ja usadas, e na coucha da
perna esquerda junto a verilha tom um incha-
t0 (10
Fugio no dia 10 do corrente da casa do
Emilia Luiza Lopes e Emilia l'rofandida Neiva,
urna escrava crioula, de nome Anna, de estatu'
ra alta com urna quelrnadura em um dos bra-
coe muito grande falta de denles na frente ,
um buraco fundo Junto aojoelho de urna das
peruas ; levou urna sala amarella e panno da
Costa com matames em roda ; quem a pegar
leve a ra das Trincheiras n. 7, que ser re-
compensado generosamente.
2 Fugio no dia 8 do correte o preto Jos
de navo Congo de 30 annos, ; levou camisa
ceroulas de algodo da Ierra chapeo de pa-
Iha chelo do corpo nao ho muito alto tem
dous signaes brincos us nadegas de surras que
Ihe dero, lem falta de 3 denles na frente- quem
o pegar, leve a ra da Praia n. -21, que sera gra-
tificado. .
3 Na noute de 5 para 6 do corrente rugi
o prelo Manoel de nacSo Mocambique bai-
xo e secco do c.irpo rosto chato o beico su-
perior ambilado e grosso olhos espantados
denles grandes falla grossa e mal explicada ^
he olficial de calafate e anda va vendendo ago
em urna carroca ; quem o pegar levo a' ra
Imperial n 67, a seu senhor Vicente Thomai
dos Santos que recompensar. < (9 I
rERK; TYP. DE^.'.DEFARIA1845.
II


Full Text
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