Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05264


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Full Text
T^
TT
Annode 1845.
Sabbado II
k.0d?,!,.*P-,^T ")do,1",i"1uenao forem ,.,6c.do, : o pr.50 d. S..ifiB.lur.
. J o deV oh' T' P'e" ",,n;4''"* -"-"''o ..E".n.. .So nmido.
r.is.10 et.'U reii por linli., Mj em tv,,o diflerenle, e aJ niMu Su el .mei.di- O.
que na, ..,, ^ffl^gj. tlheisp,,', nl,.,l(i0 e ,, a^Jn. ,.T.,d."?.:So!
r p kPtARTIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
lttt?ahl(?'mP*iUt ***** ''""Rio Gr.nde do Norle, che,, .?>. .,
7itm2s GnbT fte- Kry*.<** a o.. VoV=
lo ,u j- "'* Grnhunt, Momio i 1 21 d. cid. mei i, .;,,. S.
.. 18. 28 do.- C.d.d, d. Vic!ori., ,uiWM f,ir.,._0lind. iodo, o. L. "r"
S,.... D'AS > A SEMANA.
. Di.. He Res. Aud.d,, J. de D. di a. t,
I.ro Jheodoro. Bel. .ad.doJ. ,1. II .!, i ,
Qu.r i. Loureuco. Aad J. de D. de 3 t
Quinte [. Joliio. Aod doJ.de D.d.2. t .
S.H. ..Piulo. Ad. do J de D d. 1. ti.
3i; s. lli;imi.Rel.
Dm e Seyro.
G
7
8
9
10
11
1.'
i!'iIIM",i-.Bk.
"i.-"*-r-yr"fi nrm ii wim nj
de Janeiro.
Amo XXI. N. 8.
vi' r- '-'do por. dip.nde de n.'.e niimni; d. nniet prudenrie, rod.r.cio- en rfi. :
./VV .; i'Muios cono principiltnioi e .freirn. ipontldoi Don i!mr'..in enire eJ Mg&ft
~ \Sft-' Cull*. (ProollIBinn. di AiWafaMl '.i do Mllil,
aoa
i
^MIIOI S DJINKlBO.
<-ial>ioi.br. l.ondr.1 '.'5 ,.'|| Br.-Mo.d. di ,400
Pri* 180 re. por ftlnro
Litbo. 1 0 por 10(1 ,!, pIOJ0
Mofd.de obra .o p.r.
Ide* de Ul.'ti .' bo.i fir., 1 p0rO[u
P(.
de j.i.i:;..
I'r.:--!'t.cO.j
m l'.so colmuran.re
M JjlUi :3inrinui
Tinile
17 U 17, .00
ic'U 17,100
400 J,(00
4,30 1 D.iO
1,'Jiu 1 WiU
l.O-.'O .OiO
aCtBSCaEi3a34JS!S3Ci'S..
PHASBS DA LA NO ME7 DE JANEIRO
cSSr.'jr^.s-iV isa*--^i~.i.
J" e 31. | H (ntnli 0 M H borai e 30 ais U m
Priamar dt h0je.
ADVERTENCIA.
No nosso artigo do ante-honlem. pagina se-
gunda, columna tercciro, linhas 70, em vez de
roubar la-se recebtr.
EXTERIOR
INGLATERRA.
A 2 de Dezembro se expedirio pela Socreta-
ria do Lord Camareiro-mor orden para a cor-
te tomar luto pesado por 8 dias, e alliviado por
3 a comecar do lia 5, por occasiao da inorto
db.Pr.ncezaSop.iia Malilla, filha do fallecido .
Duque de Gocester, Guillermo Honrique ; e do cultura de Venezuela, pelomes.no direito
Q niimn na fm nr.tu....... .!______________ i ..
i'laBlaaUSaiilETiHejfcEkUkaiiijtj
fiado do Venezuela, o qual tratado foi assigna-
do a 29 d'Oulubro de 18:ii-, adoptando e con-
firmando certos artigos e provisoes n'olle men-
cionados, ou referidos, entre osquaes era uin
ajusto para que se nao impu/.csse sobre a im-
portadlo de qualquer genero de cultura, pro-
dcelo, ou manufactura d'um paiz, us terri-
torios ou dominios do outro, oulr.js ou maio-
res direitos do qu i aquelles que erilo ou fossom
cobraveis na importauao de iguaes gneros de
qualquer outro pai* cstrongeiro:
E como qucr quo da parlo d Governo de
Venezuela se tenhs representado, reclamando
segundo o dito tratado a admissao dos asquearos
riTi:i
"BV*H\MamMKiSE*Z3i SSBX..... aea
o mesmo luto foi ordenado a todas as pessoas
em geni porespacod'uma semana.
kGaiela dt Londres annuncia igualmente
do 1 Ib. el4s. por cowt. coin 5 por cunto
addicionaescomo cima se disse.
Agora por tanto ordena S. M, tendo ouvido
que, tondo s.dodev.damentecommunicado por o seu Concellio Privado, e por este conseguin-
escriptoao Presidente da Cmara dos Communs lemenlo se ordena, que desde e depois do di.
a morte de S.r John Henry Sealo, Kart.. Mem- 28 doste corrento mei do Nov.Mi.bro. os assn-
,1 farlament0 Representante do D.rt- cares trigueiro, mascavado. ou argilloso (nao
moum laraelle a sua participado ao Secreta- sendo refinados) de cultura de Venezuela, se
no da LorOa para expedir urna nova ordem Pi.ra ( forem d'alli importados, ou d'alguma postes,
a eieicao do um iMeml.ro. que represente no sao externa da Inglaterra, tendo sido anterior-
aciual iarlamento a populacao de Darlmoulb, mente importados de Vene1Uela para essa tal
em lugar do dito lalleoido. l posSessao Ingleza. sejao admittidos a entrada
~QiiP ^0(,eW'ndsr-aos28 de Noveml.ro para consumo do Reino Unido nacohredita
ceibo preS<3nleS- M- aRainhaem con-razio de direitos del Ib. ells. por cowt e
f 5 porcento addicionaes como cima se disse ;
- jmn q.Uet qU Pr Um act0 paSSB(,0 na ses_ ficando todavia sujeitosa apresentacao dos mes-
sao do Parlamento quo leve lugar no 7. e 8. inos certificados, o a mesma dectaracao. que
aon.os do.re.nado de S. M a actual Raiohafse exige no dito acto a respeilo dos assucaresde
!!""' .,n,lua *^Ct0 concedendo 8 S- l cultura da China, Java, ou Manilha.
M. at 5 de Julho de 18V5 certos direitos so- E os muitos honrados Cords Comm.ssario
bre o assucar importado no Reino Unido para
o servico do anno do 1844. se decretasso.
CJuo dodia 10 de Novembro de I8i em
diante at 5 de Julho de I8i5 se imponha en-
tre outros direitos das Alfandegas o seguinte : {
sobro o assucar, que se certificar como alli se
menciona, ser do cultura da China, Java, ou
Manilha, ou de qualquer ou ro paiz estrangei-
ro, cujo assucar tenha S. M. em concellio
declarado da mancira alli mencionada ser ad-
missivel como produegao de trabalbo livre ; o
do Thosouro, de S. M. darao n'esla conformi-
dado as necessarias instruegoes.
(AssignadoJ Wm. L. Ralhurett.
'Times),
Br=ogg)
RIO DE JANEIRO.
O Su. Grebnpell em IrioTEV'DO.
Illm. Sr. Hedaclor da Senlinella.A cran-
que lOr importado no Remo Unido, ou do de conta em que tenbo a sua couceiluada lolha
paiz da sua cultura, ou d'alguma possesso me induz a rcmelter Ihe o incluso artigo, que
ISrilannica, havendo sido anteriormerito impor-! rogo a V. quoira n'lla publicar, para queco-
trdodo paiz da sua produccao para essa posses-, nheca o Rrasil em sua exnctidao o succediilo
sao Untannica, o seguinte impostoa taber : hontem n'estes lugares entro- Brasileiros e U-
assucar trigueiro, mascavado ou argilloso, 1 rientaes.
Ib, e 14 s. por cowt. e assim em proporcao j A maneira desleal com que desfigura o Cons
por qualquer quantidade maior ou menor do tilucional de Montevideo os fados me incilarao
quo um cowt. justamente com un. direito ad- ao alrevimento deescrever. Nao lie urna vai-
dicional de 5 porcento sobre a razao do pre- dosa pretenfao, nenj a mentira, nomacalom-
dilo imposto. njai mas sim o amo da patria, resentido pelo
L pelo dito acto fra tambem decretado que odioso e ridiculo quj. sobre os Brasileiros quer
a respeito do essucar produzido em qualquer lancar aquella follra, que me derao o valor do
paiz estrangeiro, entre o qual paiz e S. M. (escrever. Esp^o por tanto que V. animado
bouvesse entao algum tratado ou convenci ] dos mesmos ser)timentos, nao se negar ao favor
subsistente e que obrigue S. M. a conceder a que encarecidamente Ihe rogo.
lo reJuzidoseobriga losporautoridades da praea
tillada. Ao Chefabrasiloiro consUva lemelhan-
le abuso,Uto escandaloso econtrario ao> j im-
pertinentes proteatoid'amizado.dedicacSo o res-
peito, com que o retinha o (ioverno de Mon-
tevideo nos limites de urna attencao talve/. de-
masiada : e como, por se lerem apresentado na
esquadra imperial muitoi d'eases individuos, o
(Ib fe podse obter os escUrecimentos necessa-
rios para reclamar os outros, assim o praticou
por intermedio do Encarregado de Negocios.
Alas bem notorias sao ajnanha morosidado e
artificios de que be capaz o machiavelico Mi-
nistro de Rstrnngeiros, principalmente em as
sumptod'esta transcendencia; pois que cada
boinem de menos n>> resumido oxercito sitiado
deve ser perda mu sensivel a quum para en-
grossar suas filas necossita do (oda a classe de
recursos. Ora, costumado o Chele l.rasileiro
a obrar sempre com franqueza e loaldade eni
despeito de tr j asado dos nieios diplomticos,
recorreo a outro mais simples e decisivo pam
obegar no seu fim. Reconbeoia porfeitamento o
direito incont.stavel que liona sobre mari
nheiros desertores subditos do Imporio, em
servico estrangeiro ; nao os considerava por-
tante como soldados do Estado; logo poda,
sem rebugo nem roceio, mandar-Ibes di/er :
Apresentai-vosa bordo, se queris livrar-vos do
astigo que merecis, sendo-me entregues.
E aiin do citado direito do outro nao menos
forte usava o Chefe,allendendo-se que sem du-
vida determinao suas inslrucioes a defensa dai
propriedades e pessoas dos Brasileiros. Pelo
quo perguntamos m'.s : o estrangeiro que in-
voluntariamente serve sil. o brbaro jugo de
leis sanguinolentasparto infernal do genio de
Pacheco ; fallando mais claro : o estran-
geiro que. olm dos terriveis transes da fume,
perigos e necessidades, pelos quacs quolidian-
namenle passa, est suhjeito segundo o de-
creto do Governo, a sor fuzilado pelas costas ;
esse estrangeiro pois, quando muito natural e
justamente abandone a fatal bondeira sobro elle
aleada, como signal pavoros1. de miseria o mor-
te,nao lera direito a um amparo entre os bous a
sor reclamado e requisilado em alias VOZCS ?
Que dove-se enlao consentir que sol.ru o ci-
dadio brasileiro chov&o as arbitrariedades de
un. Governo desptico, quando existe em Mon-
tevideo un. Ministro que brade, e un.a esqua-
dra que responda ao grito i'
Diz o Constitucional que a esquadra qu> l.ra-
sileira de sua parle ncolbe desertores da pravo.
Mesmo assim acontecendo, smenle a grande
distancia guaidada entre o (ratamente que se
ca&Ma
bido da miss9o declarada ; ousou mallratal-o
brutalmente, a esto ultraje juntando a injusta
arbitrariedad!' de mandal-o preso /jira o biigu.i
de guerra 28 de Marco sem que de (al acto
se desso a menor salisra<;5o ao Encarregado do
.Negocios do Brasil;
Oh semelhanto procoder equivala a um
despre/o revolteo(e da qualidade ocondicSodo
individuo, e a um esquccimonlo imperdoavel '
de quo o Brasil dufendo seus lilbos a lodo o
prceo, e a (odo o cusi Era pois necessario
nma satis.'acio. Porm como, se o Coverno do
Vlontevid' o perjura sempre nos mais sagrados
protestos, considerando de ratifa c simples for-
malizado o'grave assumpto d dar satisfaedes ?
Convencido tiesta ra?ao, exigi o Sr.Green-
fell formalmente do Encarregado de Nego-
cios que retlamasso o niarinheiio preso, quo
pedisso a demissao do Olicial quo o bavia in-
sultado e urna indemnisacio pecuniaria.__
Ora, para que taes exigencias fossern 8Hendi-
das, estando o Governo sempre disposlo ao en -
gano e falta de proliidade era preciso a forra
usad
a com energa e detenninaeao. Assim I
esse (al paiz, ou condicional ou nao condicio-
nalmente, o privilegio de nagao mais favorec
da, ou a permiKir, quer condicional quer ab-
Montevido, 9 de Novembro de 18,4.
Um /ficial de marinha.
Baldado (em o (empo quem o gasta em res-
cujas conviccoes e pensa-
solutamente, que a produccao d'esse paiz sja : ponder a homens vU)0!, ou,..
importada no Reino Unido com os mesmos di-. mentes estao fundados no interesse e servilismo:
reitos que sio impostes sobro igual produccao jamis se convencoriao da verdade; porque, ven-
de qual(|uer outro paiz, fosse licite a S. M. didos em corpo o alma a um partido com elle
de lempos a tempos declarar por qualquer or- j se identificao, o s corn elle discurren). Seria
dernou ordens em concedi, que desde ou de- por lano intil responder ao artigo do (on-
pois do dia assignado em (al ordem, nao antes titucionul do 9 do corrente,publicado em Mon-
tevideo, so nao tivessemos a triste certeza do
que muitas vezas taet imposturas achilo echo
entre gente credula,ali,,s justa e imparcial. Pois
bem, a esses e aos sensatos, que do fado lti-
mamente acontecido entre a esquadra brasileira
e os bracos da marinha renla/ leem s trai
COeiroi e falsificados esclarecimentos eflorece-
mos em resumo a narracao do que houve, corno
amigos da verdade, e nada affeclos s fanfarro-
nadas do pouco modesto redactor do artigo em
questo.
Muitos cidadaos brasileiros, pertencentes
marnbagem dos navios da esquadra oxisio
fe alguns anda existen) alistados no oxercito e
esi|uadrilha de .Montevideo; uns levados pelo
de 10 de Novembro de 18i, os assucares tri-
gueiro, mascavado, ou argilloso (nio sendo re-
finados), produzidos em tal paiz, no caso que
continu a subsistir tal tratado depois do dito
dia 10 de Novembro, se (Or importado d'esse
paiz, ou d'alguma possessio externada Ingla-
terra, tendo sido anteriormente importado
d'esse paiz para a tal possessio Britnica, seja
admittido entrada para consumo o Reino
Unido na sobiedita razio de 1 Ib. e 14 s. de
direitos por cowt. e 5 por cento addicionaes,
<: i'iio a cima se disse :
E*como quer que entre outros tratados e con
vences tees como o de que cima se fallou,
ubsistisse ao lempo em que passou o dito acto,
e anda subsista um tratado entro S. M. e o Es-
do ao individuo que veste a farda do Imperio
na esquadra brasileira e o tralamonto que ten.
o que se alista noexercilo sitiado, seria pode-
rosa razao para garantir um proceder generoso
e ebeio de humandade O soldado da praea de
Montevideo serve sem sold, comendo miscra-
vclmenle, sohjeilo a cruel disciplina, entregue
s viscissitudes de urna guerra desastrosa, e aos
Iratamenlos injustos de um pequeo hacha. Ao
contrario o marinheiro l.rasileiro pago pun-
tualmente, vive sombra de leis justes e neces-
sarias, qual homem civilisado, promptoa com
baler, e nao como cannibal; feliz em fino por
servir um Governo que prot ge smenle, o nao
maltrata seus concidados. Demais, o Chele
brasileiro nao (em alistado desertores da praea
de Montevideo, Oricntaes ou Argentinos; tem
dado sim asylo aos Hespanhoes, que o procu-
rao dehaixoda bandeira nacional; enaosear-
repende d'esse passo, aconselhado pela jusl-
(a, humandade e genio hospitalero, vir-
tudes que se nao faltassem no Governo de
Montevideo, o obrigariao a respeilar homens
que, por nao lerem um agente diplomtico do
sua nacao na capital, sao o objeotf ie conti-
nuas e revoltantes perseguicoes. Feita esta
pequea digressao, voltemos a encelada narra-
fio. Mas nio (erminou o negocio como de-
va. Um OAIcial Italiano, ignorando de certo
jue he a farda nohro e inviolavel insignia, dada
.. .o:
marcouo Che fe um prazo para que ao menos
sesatisfizesso a primeira do suas exigencias
vindo as oulrasemseguida. Em caso contrario,
pretend i apoderar se do brigue 28da I/arco.
No outro dia, s 10 horas, estavio 6 esca-
lares guarnecidos com genio armada, e a es-
cuna Legalidad*, prolongados com obrigue,
auxiliado por 4 laneboes para se romperem as
hostilidades, se nao enlregassem o marinheiro.
Era ridiculo este apparato como confessa o
Constitucional; porm no conceilo do vlente
Chefeque alias poda dispor de muito maior
forca tanto era suffioiente para sepultar can.
os piedosos e bravos niarinheiros da esquadrilha
o lio decantado pavilhao da Repblica. Eis
que chega o Encarregado de Negocios. O Che-
fv da nacique nao esta todava em estado
de tolerar poder algum da Ierra peda como
um especial favor ao Chelejda Esquadrilha rfan-
diculo apparato a dil icao de mais 4 horas, pa-
ra de (odo se salsfazerem suas exigencias : o
consenlio o nao piedoto Brasileiro. Relirou-se
o Encarregado de Negocios com a feliz nova.
Entretanto continuovio dispostes para comba-
ler Greenlell e Garib.ldi, em quem, fallando
muitas virtudes se reconheco e valor.
Ao meio dia chegou urna nova personagrm
a bordo do brigue : era S Exc. D. Melchior
Pacheco yObez Ministro da Guerra e Mari-
nha e General em Chefe das Armas na Rep-
blica acoinpanhado de urna guarda de bravos
Italianos. Cheio de furia e animado de ar-
dente patriotismo niandou S. Ex. di brar a
carga dos canhoes ; e passeando a loncos passos
noconvz, arranca os cabellos eos atira aos
punbados sobro o inimigo lomando assim a
iniciativa de comecar as hostilidades. A'quel-
la mesma hora atraca a bordo da escuna o Sr.
Leal, participando o assenlimento do Governo
em ludo o que delle se exiga, com urna nica
alteracio; trocarpara nao di/er venderS.
Exc. o Ministro da Guerra por 500 pesos ; isto
be dar-lhe a demissao eficaro povo isente
da contribualo pecuniaria c da desupportal-
o. Concertou se no ajuste, e comeearao a
retirarse as forras brasileiras. Mandou entao o
Chefe Imperial e bordo do Irrigue avisar ao
Commandante Garibaldique tendo o Go-
verno ordenado a entrega de seus niarinheiros ,
relirava suas forca rogando o cumprimenlo
da orden.. O Coronel parlicipou tal commu-
nicafio ao Ministro quo chamou o Oflicial
Cmara Ser conveniente descrever o desha-
bill de Sua ExcEm mangas de camisa ,
com chinellas n'um negligr pois a republica-
na recebeo um dos primeiros funecionarios p-
blicos da civiltsadistiina Hepubhca c, 0/cia es-
trangeiro a quem respondeo em lom sepul-
cbral e odiar feroz: NSo recebi por ora or-
den, alguma do Governo; respeilal-as-ei quan-
do assim aconlcca : mas exijo quo abandone o
Chefe l.rasileiro a posicao hostil que tomou ,
', .. '... .7....." '", ---------....... ".........""" "". uoa "ww iiidMieiro a posicao Hostil que tomou
esquadrilha de Montevideo; uns levados pelo pola naci seus defensores, leve o arrojo de para tratar como se usa entre povos civilisado.'
caprichoso desojo de aventuras, e a maior par- j despedacar a que vesta o marinheiro imcum- j Advirla se que o Minero da Guerra, como


membro do Governo devcria por forca estar
iniciado cm suas rcsoluces e que veio para
bordo pouco anles que o Encarroado do Ncgo
cios atracassse na escuna. Ura todo o mundo
sabe que S. Exc o nobre Pad co tem ao
mesmo lempo os rmpanles de D Quixote e
as pru lencias de Sancho Punca ; Dio quil por-
tan tu perder nova occasio de gravar seu nonic
na historia do paiz, sabendo quo as balas dor-
miriao quietas as culatras das pecas. Por
isso aquelles arremessos aquellos deses-
peros que o faziio arrancar os cabel-
los ; a arrogancia com que allou o Official
brasileiro a exigencia do s relirarem as lor-
cas o qae n'aquella occositto se eslava verifi-
.cado sua visla; e o que devcria espetar como
con?equencia de lerem dados osseus collegas as
mos a palmatoria ; por isso em fim tanla
insolencia tanta con flanea em si.
Meia hora depois destes acontecimientos, oi
um OITicial a bordo do brigue e da parle do
Chefo novamenle pedio ao Commandanlc que
cumprisse a rrdein do Governo. Garibaldi, que
ontao decidi por si nao estando a bordo o
Ministro conleslou que recebera expressa or-
dein do Governo para por debuixo de sua dispo-
si^o os individuos reclamados e que por isso
os mandara pura Ierra.'csla sorte pratioou
do fraqueza da polica (reme-treme nto apa-' nisso um fundo de verdade poslo que depois
nhar um IJaronista nesta especulado, entre- da posicto tomada pelo novo Governo a re$peilo
tanto que os amigos o correligionarios do quei- da eteravidio e do commercio de escravoi dif-
xudo Urbano e mais sucia so eslao deixando ficil he conceber co no possa ser concluido um
agarrar! Tal lie o escndalo com que el les tratado pelo actual Ministerio com um paiz, on-
assentaro quo podiao no seu lempo continuar de a escravaturo, c o commercio de escravos es-
quillo que com cautela fuzio em outro.
Correspondencias.
Srs. Redad ores.De ludo qae se tem publica
do acerca da eleicto do Senador,que se vai pro-
cede nesla provincia a 2G do correntc concluo
que a candidatura do Ilustrado Braseiro o Sr.
Antonio Carlos he urna solemne mangacto da
Joanna, quo a mandou impor a esta heroica
provincia pelos seus amanutnies os Srs. Mi-
nistros de 2 de Fevereiro, para com isto ir-se
fascinando o paiz cm raao da odiosa exclusao,
que acabao de soffrer no s este distincto lra-
sileiro, como o digno Representante de .Minas
o Sr Limpo de A breo na escolha, que se fez
do idiola Marque/ de Ialnhaem, seno obedien-
te da Joanna para Senador por Minas.
Estou bem corto dos brios do Sr. Antonio
Carlos para duvidar de que elle tenha deixado
de indignar-se com o procedimento do Minis-
o Governo,a fim de reunil-OS em um so pon- lerio que faz seu Ilustre nome joguele.para po-
to c d'ahi mandal os para bordo da Euterpt,
o que se verificou as 2 horas da tarde quando
um Ajudante de ordens cm nome do Gover-
no uprosenlou 80Chele o individuo reclama-
do e mais trez, dos quaes. por ser 1 Oriental,
foi reenviado. Concluamos finalmente, ro
demillido o Official auclor do insulto ; demit-
tio-se Prcheeo evitando-se assnn expremerem
500 pesos os tsicos colresdo Estado; continua-
se a entregar desertores. E para corear O tr-
umpho dos Brasileiros involuntariamente en-
calbarao os vasos orientaes bem porto do Ierra ,
l onde nao possao ler a incomnioda visinhanca
dos navios brasileiros ; n'esse lugar escuro tris-
temente flucta o glorioso pavilho.
Tal be a exacta narraco d< s fados desfigura-
dos pelo Constitucional. Sobre sua veracidade
appeilamos para o Governo de Montevi >, pa-
ra o proprio Pacheco para Garibaldi e para
quantos virao e ouvirao.
(Sentinel.'a da Monarchia.)

m
CORREIO.
COBBUSPONDKNf.lv DA CIDADH F. PROVINCIA.
Appareceoemliui o II.- novo com osseus can-
didatos para a Senatoria Eslava lao calado !
era vergonha ou caulellu '.' l'osse pelo que
fosse alii estao os trez escolhidos una uni-
dade e duus teroi o que ludo pode fazer os
seguintes nmeros; 100 ; 010, 001. e usan-
do de urna virgula mais estes ; 0. 10, 0.01,
e bem vem que isto nao he qualquor bagatella;
o depois da escolha do Itanhaen por Minas, nto
obstante \ir empar Ibado com a refo rida unida-
de que com duas cifras direila por ceiloque
pJe valer cem, ja nao ha nullidade (|ue lema a
concurredeia do Sr. Antonio arlos. Os rapa-
zesda praiu que tcein um amor a patria, como
ja mais houve em entranhas de filbo para mi
que o pariste assent.ro que o Sr. Antonio
Carlos era digno candiualo por esta provincia ,
nao ha mais quo dizer palavra ; mas isto be so
l para a sua gente : ellos dizeo que o Sr. A.
C. est identificado com Pernambuco que he
Pernambucano ; mas eu pi rgunlo- Ibes : des-
de quando ? Que uecorreo de novo ha 4 ou 5
anr.os que collocasse o br. Anlonio Carlos
nessas cir> umstancias pata com Pernambuco ?
Esta praieirada he tao estpida l'ois nao vio,
que essa arara Dnguem Iba cogole? O Sr. An-
tonio Carlos est lao identificado com Pernam-
buco como toda essa enliada de magistrados
anteriores e posteriores ao (dalgo Paul uta Bo ,
queaqui vierto fazer usa urna cadeira do De-
zemhargo o forao se e nDguem mais loubfl
delles ; mas supponhanios que o Sr A. C. foi a
execepcao da regra ; poisem cinco vagas que
tem havido de Senadores, nunca estes patriotas
se lembrarto do Varao assignalado? Ser por
que agora be que se conhccoto os provellos da
revolucao de 1817 na qual o Sr. A. C. leve
parte, nao mesquinha ; ainda. que depois te-
nha renegado militas vezes as opinioes republi-
canas? Miseravel gente! Adula, escravaria
do Ministerio adula se elle vos mandasse o
grao-couro e t o grao-Diabo naolivesse
duvida que nao Ihe faltarieis !
As cdulas da praia, andao agora pelo Bo-
nito: um rabudo prai< iro, de nuin. Joto Gui-
Ibermc, daquelle termo, as tem al I i introdu-
zido'pdo que foi proeossado com oulros patrio-
tas livres. Os ropazea eslo l .'.o baldos ao
naipe d'ouro Os crditos abortos durante as
evolueoe* do ligtiro estao por saldar e he pre-
ciso continuar na empresa do dinboiro barato.
Ahi vierto a Thesouraria para seren examina
das urna meia duzia das verdes de ICO. eoulras
tantas das vcrmelhas de 20. Sempre oi gran-
voar o Senado Brasilciro de homens que assig-
nem de cruz em todos os actos o votem por
quantos decretos c tratados a camarilha confec-
cionar. Se os Eleitores Pernambucanos des-
pressssem seus comprovincianos, e oulros ci-
dadaos nolaveis, (|ue residem na provincia, e
Ihe tem prestado servicos mui relevantes, e
proficuos para darem seus sutTragios confor-
me as or lena do Ministerio, virio a votar in-
directamentc no imbcil o ignorante Mrquez
de Itanbaem, no candidato da Joanna, por
quanto nao so mandou impor Pernambuco
actualmente o nomo do Sr Antonio Carlos,
se no pura que aquello filho da carnaril a pas-
sasse a representante de Minas no Senado,livro
das pragas dos Mineiros honrados, e allenuada
a indignarlo publica.
Cont por isso que os Eleitores, que tem
consciencia da honrosa missao, que Ibes foi
confiada pela provincia,bao de resistir com dig-
ni'.la ie s ntimacoes, e mesmo as insinuacoes
do poder, as quaes originariamente partem da
infernal camarilha, que vai precipitando o
| Brasil, essa maldicta Joanna, governadora dos
Ministros de 2 de Fevereiro.
Srs Redactores. Desdo que aquichcgouano
licia de que estavao nomeados plenipotenciarios
(so se sabia do Sr. Senador Paula o Souza) para
fazer o novo tralado com a Inglaterra deo-me
na cabera dirigir Ibes um ertiguinho expondo
os meus receios a respeilo dessa negociecao; po-
rm duvidci remtelo a imprensa poranteci-
par juizos sobre ncgociaoes pendentes. Co-
mo porm visse nos papis ltimamente vindos
da (orto artigos, em que apparecem idias idn-
ticas com js minhas resolvo-me a pedir-Ibes
0 favor de dar lug' cado incluso. Iloje consta mais quo foro as-
ociados ao Sr. Paula e Souza, os Srs. Ministros
dos negocios estrangeiros cConselbeiro d'Ea
lado Maia : assim c mo que o Sr. Paula e Sou-
za diz que nao ha entre elle eo Governo cou-
za alguma a respeilo desse tratado. Seja po-
rm o que for.rogo-lhes queiro dmittir no seu
Diario, a correspondencia inclusa.
O Desconfiado.
Srs. Iiedactorts. Das folhas ltimamente
ebegadea da Corte consta, de urnas, que esta-
tu conventionadas as bases de um novo trata-
do com a Inglaterra mas que se nao sabia que
bases erao essas : do outras consta, que o >r.
Hnmilton apresenlra credenciaes de plenos po-
deres para arraigar um novo tratado e que por
parle do Governo Imperial lora Horneado o Sr.
Senador Paula e Souza, c outro que anda se
niro saino. Lcmbra-me, que as folhas Gover-
sias da Corte e os seus cebos aqui quando a
opponcto bavia fe rejado a cousa negro que
se bouvcse, nem tequer fallado nisso, edizio
que tudo erao urdiduras da o, posiro para mal-
quistar o Ministerio de 2 de Fevereiro; lembra-
mc tamben) que ha me/es correo isso como corto
aqui em o nosso Pernambuco e o mesmo D.-
novo nao leve mais cara para o contradi?cr, di-
rigindo apenas fras preces no Co, para que fi-
esse in bonum monslra verti, e com a mais
edificante piedade. Agora veio me s mos o
Ante Slavery Reprter de 2 de Outubro ultimo,
o qual a pagina 192 diz o seguinte :
liecehfiro-se cartas de Pernambuco pelo
Pritcilla que alcancto a 12 de Agosto, e que
rcpclem os rumores vindos tanto da Bahia,como
do Rio de que estava a ser concluido um novo
tratado de Commercio com a Inglaterra e
que o paquet ( que desta vez esta atrasado) ,
lora dem; railo para o Irascr. Maravilbosa e
inesperada como he cstac< mmunicacao, vem el-
la de tantas partes que bem pode ser que baja
tao tao profundamente arraigados. Verdade he,
que onde ha vontade em geral acba-sesempre
um meio : e como era evidente no decurso da
ultima sessSo especialmente por algumas fallas
do Mr. Gladstone que os Ministros cstavo um
tanto pouco satisfeitos da sua poltica a respeito
do assucar produzido por escravos e como be
anda melnor sabido, que o Governo do Brasil
tem as mais (orles ra?oes financaos para desojar
vr a um arranjament > tal com a Inglaterra, quo
possa inelhorar sua siluaco no mercado mone-
tario nao be impossivel quo a base de um no-
vo tratado tenha sido arranjada por meio de
mutuas concessoes. Os ti rmos desse tratado
( suppondo sua existencia) nao sao conhecidos,
mas para que elle seja de algum proveito de-
ve inclu r a admissao dos productos Ingle/es no
Brasil, e do assucar e caf brasileiros em Ingla-
terra em termos moderados, (^ualquer trata
do que nao efbetue estes dous oh|cctos de
pouco valer ; e a extensao do valor do tra-
tado que so diz estar concluido depende-
r inleiramentc da completa effectivdade destes
objectos. Liverpool 'J'imes.
Eusolinhei de proposito Srs. R< dadores,
as palavras a respeilo da escravido, e do com-
mercio de escrotos; porque na mesma folha
pagina 188 vejo a resposta quo o Conde de
A bordeen deo a urna communicacao cm que
o Sr. Hamilton Hamilton Ihe enva copia de urna
nota, quo dirigir ao Sr. Carneiro Leo, con-
trariando urna asserstodo Sr. Senador Vascon-
celos que asseverar no Senado que a doze
me. es nao entrava no Brasil um Africano novo:
nessa nota o Sr. Hamilton Hamilton revela nao
so os portos do Brasil em que taes e taes embar-
cacoes teem entrado com A frcenos, mas o nu-
mero destes, e os nomos dos negociantes envol-
vidos nesse Commercio i Ilcito. O Conde de
Aberdecn depois de dizer minias cousas eos
eaforec* empregodos pelos diversos Ministeiios.
da Gr Bretanba para mover oCovemo Brasi-
leiro a concordar nos meios de tornar eflcctivas
as estipuladles do tratado, que supprimio o Ira
tico de e-cravos e a inteira negativa do Governo
do Ibasil, conclueassim :
iiK se csse Governo declina ainda entrar com
a Gra Bretanba cm lormses arranjamentos cal-
culados para dar pleno effeito s declaradas in-
tcncoes das partes as convencoes de 1826 para
a total e final abolicto do trafico de escravos,
ficor paia S. M o tomar s de persi, e rom os
meios proprios seus, as medidas que ella se sen-
tir chamada a adoptar para levar a pleno efb-ito
0 humano objecto da obrigacao a S. M. impos-
ta pelo 1." artigo da convenco de 23 de Novem-
bro de 1826 entre a Gra Bretanba, e o Brasil.
Isto posto Srs. Redactores, e vislas as tra-
dicoes do Ministerio Inglez a respeito do com-
mercio de escravos, que tratado far o Sr. Pau-
la e Souza ? Reconhecem todos seu talento ( na
tribuna); mas firmeva e rnergii, sagacidodede
negociaoor politico......, eu seil......Ve
rcmo9 he essa bem boa palavra ; mas nos o
sentiremts, be bem triste quando nao b> uver
mais remedio. Nao sou eu da grei dos que nao
querem nenhum tratado ou que querel o-io
com todos menos com a Inglaterra : quero Ira-
lados, mas que sejao com sinceras, e reaes mu-
tuas vantsgens ; sendo, no. Eu supponbo isso
pcssivel masestremeco da debilidade, e inex-
periencia dos nossos negociadores. E tcnbo
razao para isso porque o Sr. Honorio Hcrmo
lo Carneiro Lelo nao pdde concluir um tratado
assim por nao trazer o Sr. Ellis autorisacao para
tanto, e s conceda algum favor no squinhn ao
cal, s pennas de avestruz ctia ( coque
he cuta ? Ser cuta ? ) Nao o pode concluir o
Sr. Araujo Rbeiro em Londres, porque os
Lonls fazendeiroi de assucar as Antilhas nao
tinho para tanto autorisado o Coverno da Bai-
nha Victoria. Oque far agora o Sr. Paula e
Souza o o seu Ministerio de 2 de Fevereiro i'
Ab entrar o tratado com a Inglaterra no pla-
no da inverslo gcral e do transtorno de todos
os nteressesCommerciaes e malcraos do Bra-
sil ? Quem sabe Tal vez assim tcnba de ser,
para que a poltica do actual Gabinete nem a
Cmara sua representante nao tenho nem te
quer um fugitivo cheiro de Honoriannas. Nem
a dissolurSoda Camera de 1844 nem a vio-
lenta conquista da actual sa>> estros errantes,
que sonao prendi ao s'stcma planetario da p >
litica lngleza, quanto mais que tudo havia sido
predicto em Pariz pelo Sr. Ellis segundo li nss
lolhas drsse lempo. O caso be, que dissolvida
a Cmara foi tomando crpo o rumor queso
1 avia de verificar logo que o Ministerio de 2
de Fevereiro1 livesse a certeza do bom successo
dos seu* assaltos dados aoscollegios eleitoraes.
Conta elle de cerlocom a condescendencia de
urna Cantara futura sua : e quando a Cmara
esquecida do sua origem queira ter alguma
veloidade algum desses caprichos de mulhcr,
quando Ihe d a gana de parecer bem ao paiz, o
que importa isso ao Ministerio actual, nema
quem quer que fizer o tratado ? A crenga del-
les he, que o Brasil nao bo nada quo be mais
tolerante, e paciente quo um boi de car-
ro c que o Governo podo tudo, nem o exem-
plo das Alagas o far arrepiar carreira, porque
ao menos j ellos nao estar no poder; os mais
influentes sao Senadores, e Conselheiros d'Es-
tado e mais alguma joia, algumas Grts Cru-
zcs nao fazem enrouquecer o peite a ninguem ,
e andemos nos mui bem enfeitadinhos, diga o
mundo o quo quizer: e passados alguns annos,
ainda ellos virio tomar como Joto Scverian-
no alias Marque/ t'e Queluz as avenidas da
Cmara, o atormentar os Deputados pela difle-
renta da moda das joias trocadas e reduzides
adinbeiro!!!!!!
O Deicon fiado.
Srs. Redactores A correspondencia do Sr.
Luiz dcCjueiis Monleiro Regadas, incerida no
Diario n. 5. de 8 do corrente, escripia no Rio
de Janeiro antes da publicarlo da minha car-
ta, em Pernambuco no Diario o. 70, do anno
prximo passado foi misterio como do vaiao
ser baplisado anles de nascer, e por isso mes-
mo (raz um aran/el tao desviado do que digo na
minha corta que mais nao pode ser para con-
fundircm os leilores a darem razao, a quem a
notcm. Veja- se quaes sao es minhas exigen-
cias no que respeita aos mcus gneros quo
dexei nAlrica para vender deque nao me dc-
rao conla da venda. Mas presumo que pouco
pode exceder, a um conlo de rcis, que junto
com o liquido de 720 mullios do ceblas um
escravo que me remetco do Loanda Joaquim
Goncelves da Cruz Gaia e parle das commis-
soes de duas ncgociacocs para Alrica sempre
forao, e sao as minhas exigencia, e nada mais.
\cja-se por outro lado ccn.o se atreve oSr.
Luiz de (Rueos Monleiro Regadas, 8 dizer que
escrevi ao Sr. Pedro Ignacio Baptista para exi-
gir do teslamentciro do finado Regadas,mais de
Uinte conlos de ris quando eu nunca exig do
Sr. Luiz de Queir ose lo seu amigo Antonio Fe-
lis so nao que me fizessem jusliga como se
cm n eu lugar a exigissem; spparecao as nimbas
cartas ao Sr. Pedro Ignacio Beptisla que o
diga. Diz o Sr. Luiz de CJueirs que recebi 79
pataces e que passei recibo, he lelso, appare-
ca o recibo. Diz qua o meu procurador pane-
ra recibo por saldo de t< des es cont* be icho
por que n< m a le o autorisou para isso. Diz
que ped 190 palaces na ve-jera da minha
partida para Lisboa he falso por que nunca
ped dinheiro emprestado ao finado Regadas,
appareca o recibo que be falcissimo. Dizque
aprovei urna conla coirente eo finado Regadas ,
he falso por que foi urna conla de venda de escra-
vos, de minha conla que vondeo a Silvestre Joa-
quim do Nascimenlo inclusa a minha soldada
da escuna Quendal. appareca a conla. Diz que
mo fazin sucio dos navios he falso de quem Ibo
disse. Diz que obandonei as cebles be fal-
so por que depois da sepereco de urna parle da
melhor, havia quem dava 40O,)000 ruis e o
finado Regadas a nao quiz vender por ser pouco,
e me deciarou quando parta para Lisboa que
tinba remedido alguma para a Parahyba ac Li-
ma, o qual ainda Ihe nao ren.ctera conta do li-
quido. O Sr. Lu* de Quciis Monleiro Re-
gadas parece estar com a cabeca desorienta-
da como quando me atacou c elle meso o o
confessa na larde do 11 de uluhro, depois do
jantar e s (rala de c( g ter ideias para nao pa-
gar o que me hcou a dever o seu finado testa-
dor Joaquim da Silva Regadas. Com ludo
sempre me convida para bir ao Bio de Janeiro ,
louvar-me cm arbitros; ou chamal-o a Juizo se
elle cstivrsse em Pernambuco onde os factoi
sao pblicos e ha mais queixozcs sem ser cu
nao ne convidava para isso. Mas cono isla no
Rio de Janeiro onde se considera por figu-
ro enlendc que mais crdito se dar la a urna
mentira sua do que a tudo quanlo eu rcpie-
senlar embora tenha direilo e prova equiva-
lente. Com tudo o Sr Luiz de Quoirs Mon-
leiro Regadas deve lembrar-se que para inimi-
go nao ha bomem pequeo, e que quem deve a
Dos pega ao diaho he por isso mesmo que os
Inglezcs Ihe tomarte a barca depois de ler per-
dido oulra carregada de escravos e assim ba
de ir indo o eslo de quem deve resliluicoes &c.
&c. Eu a vista da lei protesto de provar todas
as minbas publieac,oes, e o Sr. Luiz de Quei-
rs, mais o seu amigo Antonio Felis, s o p-
dem fazer com pelndonos. Mes la est o tribu-
nal dos Srs. jurados que nos espera e he quem
afinal la de decidir qual be o calumniador e
qual he o calumniado.
Rogo a Vmcs. Srs. Redactores se dignem dar
lugar no seu Diarto em resposta correspon-
dencia do Sr. Luiz de Qucirs Monteiro^Rega-
dos pelo quo serei de Vmc. muilo seu obrigado
criado
Joao Jos de Vasconcellos Souza,


^W
*--
Alfandega.
Rcndimento do da 10...........5:903616
DescarregUo hoje 11.
SumacaS. Annafumo e charutos.
BrigueAmeliahabatas.
Brigue sardoDariomercadorias.
BrigueAndeicarvao.
BarcaColumbusmercadorias.
IMPORTADO.
ConceicSo di Maria, brigue portuguez, vin-
do do Lisboa entrado no corrento mez, a con-
signacoo de Thoma/. de Aquitio Funseca iru-
nileslou o seguinte :
23 pipas vinagre 68 pipas, 24 meias ditas
e 185 barris vinho de Lisbi. 20 pipas dito da
Figueira 44 barra azeite d'oliveira 6 ditos
prczuntos, 5 ditos paios 24 ditos chouricos ,
20 caixas toucinho 1 dita chapeos, 1 dita li-
vroi, 1 fardo capachos 400 mullios de cebol-
las, 85 iikiios de sal ; ao consignatario.
2 embrulhos panoramas, 1 dito Eurico o
presbtero; a F. Severianno Rabello.
10 pipas vinagre ; a Domingos Jos Vieira.
1 caixote marmelada ; a Rernardo Antonio
de Miranda.
1 dito velas de cera ; a M. B. Dubourcq.
10 pipas vinagre 50 barris cal virgem 28
ditos chouricos 4 ditos paios; a Manoel Igna-
cio de Olivera.
2 caixas chapeos para Scnhora ; a Polycarpo
JosLayn.
1 caixote marmelada ; a Domingos Francis-
co lavares.
260 molbos cebollas; a Antonio Jos dos
Santos Lapa.
2 barris prezuntos 10 ditos chouricos 7
caixas toucinho, 6 barris azeite de olivera ; ao
Capitao.
1 caixa chapeos, requife eespiguilha; a Au-
gusto & Irmiios.
10 barris semeas, 1 dito carnes ; a Jos Pe-
reira da Cunta.
2 gamellas cera branca, 17 barricas e 12 sac-
eos semeas; a Manoel Antonio da Silva.
7 barricas amendoas ; a Manoel Ferreira
Lima.
1 barril fezes, 1 caixa manteiga de cacau e
drogas ; a oidcm.
-3 barris 3 caixas drogas; a Bartholomeo
Francisco de Souza.
1 caixa chapeos e quenquilherias; a Melchior
Amberg.
t caixote navalhas para barba ; a Jos Joa-
qun) da Silva Maia.
1 caixote livros, l caixa passas, 1 barriquinha
nozese amendoas; a J. M. da Costa Soares.
1 bah 9 caixas, 5 lardos, 2 barris, 4 la-
tas, ignora-se, l caixa bixas, 1600 resteas
de cebollas ; a diversos.
Amelia brigue portuguez vindo da Ilha
de S. Miguel entrado no mez p. p. a consi -
nacao de JoSo Jos da Cru2 manifestou o se-
guinte :
3 barris vinho 58 caixas figos, 550 lagos
de pedra 218 volumes batatas, o 375 arrobas
ditos agarnel ; no consignatario.
5 caixas garrafas de vidro branco; a Jlo
Tavares Cordeiro.
2 barris carnes ; a Jos de Mello da Costa
Olivera.
1 barril linguicas ; a Manoel Jos de Me-
deiros
1 barrica favas e pao delinho; a Manoe
de Medeiros Silva.
200 gigos habatas 100 molbos de cebol-
las", 4 temos cestos ; a Jos de Medeiros la-
vares. _
1 caixa linguicas ; a Francisco Jos Pavo.
1 barril vinho < caixote frutas, panno e
meias do linho ; Jos Alfonso Moreira.
1 sacca legume panno e meias de linlio ; a
Joao Lourenco da Silva.
1 caixa peros; a Manoel Ferreira.
1 sacca favas; a Luiz Caetano Bornes.
10 gigos batatas, I embrulho actales; a Joao
Jos do Monte.
1 barrica batatas manteiga e chouncas ; a
Manoel da Silva Gaspar.
i sacca feijoes ; a Jos Soares da Silva Pl-
TSlIO com o. Iqueires de cucos e um
quadro doS. Christo; a Gomes & Larvalho.
1 sacca favas, e panno de lioho a Manoel
Nune Pires. ... ,ftnn
207 gigos batatas, 114 saccas leijSe ,4000
pataces hespanhes e brasileiros; a Joao Igna-
cio d.- Monezes.
3 caixotes carnes, i sacca leiioes, 1 dita la-
vas, lnarril carne de porco; a Manoel Joaquim
Pedro da Costa.
I caixote carne de porco, 1 sacca favas eer-
vilhas ; a Jos da Ponte Branqumbo.
1 embrulho panno de linho; a Antonio Ma-
ria de Miranda. n
1 embrulho obras de linho ; a Luiz Pere.ra
ft apozo.
1 dito ditas; a ordom.
I dito ditas; a Jos Maria da Suva Machado.
ovimento rio B*orio
Navios entrados no dia 10.
Calho de Lima; 75 das, brigue dinanmrque/
Proteo, de 126 toneladas, c pilao I'.. Lugli,
equipagom 10 carga guana; ao Capitao
Genova; 45 dias, barca sarda Aurora de 68
toneladas, capitao M. Vasconcellos equi-
pagem 15 carga lastro ; a Angelo Fran-
cisco Carneiro.
Ass ; 13 dias, brigue-escuna nacional llen-
riqueta, de 134 toneladas capitao Domin-
gos Antonio de Azevedo equipagem 10,
carga sal e peixe zo capitao : passageiros,
Jos Joaquim Fernandes, Balthazar de Mou-
ra e Silva Portuguezes; Justino Pereira da
Cunha, eTbomaz Pinto Marlins.Brasileiros.
Baha ; 10 dias, brigue brasilero Ginerozo ,
de 293 toneladas, capitao Jos de Olivcira
Souza equipagem 19 C8rga carne secca ;
a Amoriin & Irmiios.
dem; 10 dias, brigue-escuna nacional Aleara,
de 113 toneladas capitao Alexandre dos
Santos e Olivera equipagem 12 carga
carne ; a Amorim & Irmiios.
Navios sahidos no mesmodia.
Barcelona com escala por Porto Rico, brigue
hespanhol Esperanto capitao Joao Neto ,
carga algodo.
Parahiba; hiato nacional S.Cruz, mestre Ni-
colao Fran:isco da Costa, carga varios g-
neros.
Kclitaes.
K/igutl Arcanjo Monteiro di Andrade, Ofji
cial da Imperial Urdem da llosa, cavallei-
20 Arsenal de Guerra precisa comprar ,
para a escolla dos aprendizes menores os ob-
jectos se^uintes : pedras para escrever, caive-
tes, cartus de abecedario.taboadas, cathecismos,
collecoos de traslados, macos de pennas,ditos de
crees e ditos de lapes ; quem estes gneros li-
ver compnreca no mosmo Arsenales horas do
seu expediento. Arsenal do Guerra, 8 de Janei-
ro de 18i5.
No impedimento do Escriturario,
Joo llicardo da Silva. (11
2=0 Arsenal de Guerra compra azeite de
carrapato o do coco para as estaques militares;
quem liver tal genero qneira comparecer no di
to Arsenal as horas do expediente. Arsenal de
Guerra, 8 de Janeiro de 1845.
No impedimento do Escriturario,
JuCio llicardo da Silva. (7
1 COMPANHIA DOBBB1RIBB.
Os Srs. accionistas da Companhia do Bebo-
ribe queirao realisar urna prestac.o de 4 por
cento sobre o valor de suas accoes dentro do
prasode 15 dias, contados de 15 de Janeiro em
diante, Com esta entrada completar-se ha 40
por cento. Rscrptorio da Companhia 8 de Ja-
neiro de 1844. O Secretario.R. J. Fernan-
des farrs
THEATRO P1I1LORAMATICO
| BENEFICIO DO TENOR
DIA 25 DO CORRENTE.
i- Vendem-so bilhetes para osle inte-
ressante divert ment na loja dos Srs. |
s
i
i
i

ro da de Christo, e Inspector d'Alfandega 2
de l'ernambuco, '#. i *>
Castro S> C.a
ra do Queimado N. 11.
i
i
Faz saber, que no dia 13 do corrente ao tneio
dia e na porta da Alfandega, se lia de arre-
matar cinco caixinhascom 70 libras do doce de
marmelada no valor de 2?/OO rs. e um
(erro de (azer hostias no valor do 'i/f rs impug-
nado pelo Amanuense G J. da Costa eS Jnior,
no despacho por factura de Emigdio Jos de
Olivera sendo dita arrematacao sugeita ao
pagamento des direilos. Alfandega 10 de Ja-
neiro de \Mb.
Miguel Arcanjo Monteiro de Andrade.
Miguel Arcanjo Monteiro de Andrade Ofi-
cial da Imperial Urdem da Rosa. Cavalleiro
da de Christo e Inspector da Alfandega de
ternambuco, ic.
Faz saber, que no da 13 do corrento ao meio
dia, a porta da Alfandega se hao de arrema-
tar 7 passaros de pedra no valor de 3^500 rs.,
apprehendidos pela polica ao marujo Vicente
Jardinado brigue Gabriilla, sendo dita arrema-
tacao livre de direitos ao arrematante. Al-
fandega 10 de Janeiro de 1845.
Miguel Arcanjo Mcnteiro de Andrade.
; .$) $**$ ***
Avisos martimos*
Deca incoes.
3-0 Arsenal de Guerra precisa de comprar sol-
la, sapatos para soldados, botins para ditos de
Cavallaria, luvasde carmuca para os ditos, es-
leirs de Angola; quem liver taes generos de
melhor qualidade queirao mandar em carta fei-
xada os seus ltimos presos e amostras : assim
como quem se quizer encarregar de fazer bonos
de gorra para soldados de Cavallaria, ditos para
a companhia de Artfices; queirao comparecer
nodito Arsenal as horas do seu expediente. Ar-
seual de Guerra, 8 de Janeiro de 1845.
No impedimento do Escriplurario,
Joao Ricardo da Silva. (13
3Por esta Secretaria faz-se publico, d'or-
dem do Sr. Inspector, que boje 11 do
corrente, pelas 11 borasda manha.se con-
tratramos fornecimentosde pao e bolaxa, car-
ne verde, ago rdante c caf moido, para
as emliarcacoes d'armada, pelo tempo que se
convencionar al o lim de Julho prximo.
As pessoas a quem convier fazer qualquer
destes fornecimentos sao convidadas acompa-
recerem n'esse dia o hora com as suas propos-
tas fechadas. Secretaria da Inspeccao do Ar-
senal de Marinha de Pernambuco 7 de Janeiro
de 1845. O Secretario Alexandre liodrigua
doi Anios.
2=0 Administrador da Mesa das Rendas
Geraes Internas avisa aos collectados dos bair-
rosdo Recife, S. Antonio, Roa-vista, e Aro-
gados, que esto a dever decima de mo murta,
carnnhos, candas, botes, e alvtrengas, casas
de perfumaras, venda de trastes estrangeiros,
e modas, que o prazo marcado para o recebi-
mento de taes impostos he at o dia i 5 do cor-
rente mez, e todos aquelles que nao pagarem
(carao sugeilos a pagarem mais 3 por cento na
conormidade do novo regulumento. Recife 7
d Janeiro de 1844.
Francisco Xavier Cavalcanti de Albuquerqut.
2= Para Liverpool sabe com toda brevida-
de a velcira e bem conhecda galera ingleza Co-
lumbui Capitao Daniel Creen, recebe carga
o passageiros aos quaes ollerece as maiores
vanlagens pela rapidez das suas viagens e su-
periores commodos; a tratar com os consigna-
tarios Mc. Calmont & C. praga do Corpo Santo
n. 11. (?
2Para Buenos Ayres, o muito veleiro pa-
tacho sueco Orion segu com toda a brevi-
dade, pur ter a-maior parte do carregamento
prompto, fallando-lhe pouca cousa para o pro-
bencher; quem no mesmo quizer carregar,
dirija-sea Gaudino Agoslinho de Barros, pra-
cinha do Corpo Santo n. 66. (7
2Para o Rio do Janeiro partir dentro em
poucos dias o bem conhecido brigue Ftel. lor -
rado e encavilhado do cobre, anida recebo al-
guma CBrga miuda a frele eescravos; os pre-
tendentes tratem com o Capitao Manoel Mar-
cianno Ferreira ou com Fermino J. F. da
Roza ; na ra da Moeda n. 7. (7
2Para o Bio de Janeiro seguir com a maior
brevidade possivel o brigue brasilero Americano
Feliz, j lem a maior parte do seu carrega-
mento engajado podendo ainda receber alguma
carga miuda e escravos a Irelo : os pretenden-
tes tratem com Firmino Jos l*'. da Boza na
ra da Moeda n. 7, ou com o Capitao Joao
Antonio Gomes. I*
2-Para o Bio Grande d Sul seguir em
poucos dias o brigue Santa Alaria Ba Sorte ,
pode receber alguns passageiros e escravos ; os
odem tratar na ra da Cadea
perlcndenles p
com Amorim & Irmos.
(6
/Ivesos diversos
3 Agencia de passaportes.
Na la do Bangel n. 34 correm-se folhas,
e lirao-se passaportes para dentro, c lora do
imperio com milita presteza, c preco o mais
commodo possivel. (5
= O Sr. Joao Baptista do Souza Lomos, fa-
ca favor declarar onde mora que se Ibe deseja
fallar ; ou dirija-sea ra do Colovello n. 5
Quem annunciou querer alugar urna li-
teira dirija-seao Atierro da Boa-vista n. 54.
2=Joao Maria da Costa e Paiva, relira-se
para o Rio de Janeiro. (2
2=. Na ra da ( adeia n. 45 deseja-se saber
da residencia do Sr. lenle Luiz Jeronymo
Ignacio dos Santos para negocio de seu in-
teresse. H
1Precisa-se para bordo de um navio que
navega para Portugal, de um bom cozinheiro :
nnuncie. (3
Bernardo Fernandes Vianna abri a escola no
da 7 do corrente Janeiro.
Ensna meninos a 2.00 rs. por mez,dando
si) tinta, e 2,500 rs. dando todos os pertences
MUTILADO
de escola, ncluindo alguns livros como sejo
colleccao de compendios, primeiros conbeci-
inentos para os meninos lco?smoraes tiradas
da sagrada escriptura, os accidentes da infan-
cia, modelos pura r,s meninos. Ensina, ICO
de leitura duas vezes no dia, escripia c conlas
urna vez. Na segunda-feira de tarde taboada
pequea edobrada, pe/os e medidas leera-
rias, algarismos de vintens al patacas, expli-
cacii das regras de civilidad?. Na torca dou-
trina clirista. e ajudar a missa. No sabbado
toda a doutrina c a sua explcocSo pelo catecis-
mo das verdades calbolieas. Ba da Cadeia do
B'cife no primeiro ailar n. 56. (18
LOTERA DO THEATRO
As rodas dtsta lotera
iando iinproterivehnetite
no dia 28 do rorrete, e o
restante dos bilhetes ;i-
(chao-se vcuda no bairro
|do Hecife loja de cambio
dos Srs. Vieira cManoel Go-
mes; no de Santo Antonio ,
boticas dos Srs. Moreira
Marques e Cliagas; no da
Boa-vista loja de ourives
do S. Jacinto. (14
> Precisa-edo um rapaz Purtupuez, de 14
annos para caixeiro l padaria e sendo dos
cliegados de prximo se prefere ; no pateo da
S. Cruz padaria n, 1C. f*
3 Precisa-se de urna criada cscrava ou
lorra para o servico de urna tasa de pouca fa-
milia, nao para cosinhar mas para tomar
sentido em cria ocas ; narua do Trapiche-novo
n. 10. (8
3 Quem quizer urna ama Porlugucza para
coser, engommar, cosinhar e para todo o ser-
vico de urna casa, dirija-se a casa de lleicu-
lano Jos do Frcitas. *
2 Antonio Jos de Olivcira, subdito por-
luiuez retirase para lora desla capital. (2
2O Sr. Antonio Jos Soares lem carta
na ra da Cruz n 37, segundo andar. (-
2 Avisa-cea todas as pessoas que teem
penhores no sobrado n. !>, do larpo do S. Pe-
dro, que o annunciante, tendo do fazer urna via-
gemao centro, precisa iinprelerivelmenle tra-
tar sobre taes penhores, com os ditos Srs. pa-
ra seos interesses e do mesmo annuncianle, por
taes circuriistuncias ropa a quem esto aviso com-
pete, hrtja de comparecer em os dias 10 o II do
corrente das 6 as 10 horas da manhaa ou do
urna hs 4 da larde ; igualmente avisa a todas as
pessoas que teem penhores cujos prasos
fonvencionados hajo espirado que nao com-
parecendo nos dias e horas a cima mencionadas,
passai a ser vendidos e seus donos sem
mais direito aos ditos, sem excepeo do pessoa,
ou objecto. ;14
2 Precisa-se de um rapaz, que queira
aprender a charuteiro, ou mesmo queja enlen-
da ; em l"ora-de-portas n. 122. 3
18 A medicina popular americana ea
pilulas vegelaes que,ha muitos annos, estao em
uso em lodos os paizes tropicaes, lem se prova-
do como una medicina inestimavel, sendo pre-
parada de proposito para clima quente, e com-
posta de ingredientes que nem requeren) dieta
iiimii resguardo e pode ser administrada a cri-
anza mais tenra.
Cada caixinba leva o seu receiluano, cusa
lOOO r6is a medicina pupuiar e americana de
30 pilulas, e S00 risaspilulas vegelaes do l)r.
Brandrelli de25 pilulas
Avisa se ao publico que a medicina popo'
ainda nao appareceo lalsilicada c pan inaioi
seguranea das verdadeiras pilulas vegetaes,
vende-se de hoje em diante cada caixinba em-
brulhada no seu receituario fechado com a firma
dos nicos agentes para o Brasil no Bio Janeiro.
\ ende-se nesta praca em casa do nico agen-
to Joo Kellor ra da Cruz n. 18, e para maior
commodidade dos compradores na ra da Ca-
deia em casa da \ uva Cardoso Ayres, ra No-
va Guerra Silva e Companhia, Atierro da Boa-
vista, Salles o Chaves. (24
'Va grande fabrica de licores do Alieno da Boa'
vista n. 20.
3 Acha-sesempre grande sorlimeolo do to-
das as qualidades de licores esde o mais fino
al o ordinario do i 00 rs. a garrafa assevera-
se que os licores imilao perleitamente aquelles
que vu'm do Franca ; tambem existe erando
sorlimentode genebra lano em botijas como
em caadas ono'ardente do reino e de Fran-
ca dilade aniz espirito de 36 pros, cha-
ropes de todas as qualidades para refrescos di-
to feito da verdadeira resina do angico excel-
lenle para todas as pessoas que padecem do
peilo ; na mesma fabrica se encarrega de qual-
quer encommenda de charopes licores e agoa-
ardentes. tanto para a provincia como para
exporlaco; as amostras so achao sempre fran-
cas aos compradores e os preqos sao por me-
nos e do quem outra qualquer fabrica. l
'


3 Pede-sc ao Illm. Sr. Chole de Polica e
Cominandante Geral da mesma que a beneficio
do novo mando pela Polica botar a farinha para
a praca,quo no atturro dos Afogados apparecem
alravessadores al da Boa-vista. (o
6 (Claudio Dubeux mudou a sua residen
cia da casa n. 5 para a casa n. !8 da mesma
ruadas I.arangciras, do fallecido cirurgiao Pei-
xoto. (a
'i O abaito assignado avisa aos pais de
seus alumnos o a quem mais convier que
contina a ensinar lalim desdo o dia 7 do cor-
rente etn dianto o que da mesma sorte prope-
se a ensillar geometra por luclides e aritbmo-
tica por BVzoul i ni casa de sua residencia, na
ra das Cinco-pontas n. 11;dando principio ao
curso de geometra no dia 20 do crrante; o
mesmo abaixo assignado advoga no crime u ci-
vel e offerece seu prestimo a quem dello se
quizer utilisar, asseverando conseguir bom
conceito daquelles, que o oocuparem. Louren-
co Avellino de Albuquerque Mello. (13
3 ADMIRA VEIS
XAVAL1IAS DE AC DA CHINA.
Tema vantagemde corlar o cabello sem of-
fenca da pello deixando a cara parecendo es-
tar na sua brilbante mocidade.
Este ac tem exclusivamente da China e s
nclletrabalhao dous dos melhores o mais aba-
lisadoscutileiros da nunca excedida e rica cida-
do de Pekim capital do Imperio da Cbina.
Aulot Shore.
A*. B. He recommendado o uso destas na-
vainas maravhosas por todas as sociedades
das sciencias mcdico-cirurgcas tanto da Eu-
ropa como da America Asia e Alrica nao
sopara prevenir as molestias da cutis, mas
tambem como um meio cosmtico.
Vcndem-se nicamente na ra do Crespo ,
loja n. 1-2, de JosJoaquim da Silva Mala. '15
3 Arrenda-se um sitio na estrada de lielem,
com duas casas, una de sobrado e a outra ter-
rea maltas e diversas arvores de fruto, mul-
ta trra de bslxae alto para ser cultivada ou
para pastagem de vacca; e quaesquer outro
animaes tendo tambem maltas para uso de
cercados ; na ra da Gloria, sobrado n. 59. 7
2 COLI.EGIU S. ANTONIO.
Abre-se o dito Collegio no dia 13 do correte
e nelleseensinSo as linguas nacional latina ,
francesa e ingiera e a geometra, a rlietorica,
a philosopbia, a geographia e a historia.Ber*
nardino l-reir de Fiyueiredo Abroo e Casro, Di-
rector. 0
2 Arcenio Fortunato da Silva remelle para
o Rio de Janeiro 3 escravos de Elias Coelbo
Cintra, Rafael, Simos e'hcresa, vindos de
seu engenho. (/
2 o Sor. Jos Joaquim de Moraes Cosa
queira annunciar sua morada ou dirigir-se a
ra da Cruz n. 3 segundo andar que se
lho deseja fallar. (.">
2Pelo Juizo da segunda vara, escrivo Ma-
galhaes se pora em praca pela ultima vez o
escravo Joaquim por execucao de Joaquim
Martins Moreira, contra F. I. A. Ji
2 Trolao-se de cavallos por dia, ou por
semana;tambe. sangrao-se,curao-so evendem-
su ; na ra da Conceicao da Boa-vista n. 60. (.'
2 Aluga-se una das casas terreas na ra
de Palacio Velho defrontc do tlioatro novo ;
a tratar na loja do Joaquim Goncalves Caseao.
2 Perdoo-sc um meio bilhele da primeira
parte da 10.a lotera do theatro do n 2903 ,
com o nome Simao escripto com lapes no ver-
so o qual pertenco a Simao Velhu do lioiba ,
morador no engenho Alcaparra na comarca de
Nazareth. (6
'iDo-se 450/rs. a premio sobre penhores
de ouro ou prata ; na ra Direita n. 69. ,2
3Jos Antonio Pinto embarca para o Rio
Grande do Sul o seu escravo Gregorio de na-
cao Angico.
3 l'recisa-se de urna ama de leile
do Hospicio n. 23.
3 Anna Claudina Rosa a bastante lempo
ireditada nesta cidade tem de abrir a sua
aula no dia 13 do crrenle, para ensinar me-
ninas a ler, escrever, contar costura de todas
as qualidades elavarinto ; quem de seu pres-
timo se quuer utilisar, dirija-se a ra estreita
do Rosario n. 16. (9
SOCIEDADE THEATRAL MELPOMENENSE.
3_ O thesoureiro previne aos Srs. socios ,
que os bilhetes para a recita de sabbado dis-
tribuem-sc nos dias (.t, 10 c II, na ra da Cruz,
armasein de molbados H. 43 ; o mesmo avisa ,
que receber na occasio da entrega dos bilhetes
a mensalidade de Janeiro. 7
1 l'recisa-se de urna ama forra c de rucia
idade para casa de pouca familia dundo fia-
dor a sua conduela; na ra da Seuzalla-velha
n. 142, segundo andar. (k
I _,\ pessoa que precisar de lastro ou car-
regamento para o Rio de Janeiro, dirija-so a
praca da Boa-vista n. A; na mesma casa pre-
cisa-se de um rapaz Portuguez, de i2 a 14 an-
nos para acornpanhar a urna pessoa em suas
viagens. 6
I__ A livraria da esquina da ra do Coliegio,
que flgurou com a firma de Coulinho A, Lopes
pertence actualmente ao primeiro com todas
as dividas activas e passivas; em consecuencia;
os poucos credores desla firma devem enten-
derse com <> mesmo Coi. ti i) lio a respeito de
seus embolsos; e os devedores ficao obrigados
tambem a pagar a elle somonte os dbitos con-
sabidos no lempo da mesma firma. .8 j
; na ra
>
1 Doseja-se fallar com os Srs. Manoel Jos
Serpa senhor do engenho Caiar.na e Aleixo
da Cunta Cavalcanti ou quem suas vezos fl-
/or nesta praca a negocio de interessel; na
ra do Livramenton. 6, primeiro andar. (5
1 Diogo Jos da Costa faz sciento que
mudou o seu estabelecimentoda casa n. 29, pa-
ra a de n. 12, da mesma ra, aondo so acha com
melhor sorlimento do (asendas de bom gosto,
inglesas e francesas. (5
i --- Precisa-se de 300/a 400/rs por tempo
de S mezes ; ou pelo que se convencionar, com
seguranca em urna casa que vale mais de dous
contos de ris, fra o negocio que existe dentro,
esem o menor embaraco; quem quizer dar an-
nuncie. (6
I Desoja-so saber das moradas dos Srs.
Joao Andr d'Oliveira e Agostinho Ferreira
da Silva a negocio de interesse. (3
I los Ribeiro Barbosa vai a Macei tratar
de seu negocio. (2
Desappareceo da ra larga do Rosari, no
dia 7 docorrente, um cavallo com os signaes
seguintes : alazao foveiro com os 4 ps cal-
cados ea frente aberta com urna (orida no
espinliaco procedida de urna becliiga o mes-
mo levou cangalha coberta de encerado ; quem
o achou ou souber aonda est leve a mesma
roa em casa de Jos Cordeiro Leile, ou na pra-
ca da Independencia n 14, que ser recompen-
sado.
O arrematante do imposto de capim avi-
sa aos Srs. plantadores do mesmo que ainda
nao pagarlo o semestre vencido no ultimo de
Dezembrop. p. hajao de realisar os seus paga-
mentos at o dia 15 docorrente, do contrario
se proceder na forma da lei.
Aluga-so urna casa terrea com 5 quartos,
duas salas grandes corredor independente ,
cosinha fra quintal e cacimba sita na ra
Bolla; a tratar na mesma ra, sobrado novo
prximo a mar.
Quem annunciou querer fallar a Jos Ber-
nardos de Sena dirija-sc as Cinco-pontas ,
venda n. '\.
O director da associaco das artes meca-
nicas desla cidade roga aos Srs. socios queirao
comparecer no dia 12 do corrente as 3 horas
da (arde na casa de suas reunides para 80-
trarem nos trubalhos da mesma
Quem annunciou querer fallar com Jos
Rcrnardcs do Sena dirija-se a ra Direita ,
casa terrea n. SI, ao p da padaria do fallecido
Hachado.
Na ra de Borlas n. 122, j perlo da igre
ja dos Martyrios faz se toda e qualquer obra
de tartaruga com perfeicao, assoio, e por pre-
go commodo.
Perdeo-se urna cadeia de relogio de ou-
ro com urna pedra verde no sinete ; quem a
achou tenha a bondade de levar no Atierro da
Itoa-vista loja de ourives ns. 68 que se
gratificar; adverte-so que a dita cadeia foi per-
dida da Casa-forte at o Manguinho.
O VERDADEIRO REGENERADOR N. 9.
Est a venda nos lugares annunciados hon-
tem a 40 rs. e subscruve-se para ello a \lf rs.
por trimestre pagos adiantados.
Os infranscritos penhorados pela deli
cadesa e bom tratamento que sempre re-
cebrao ( na qualidade de caixeiros) do Sr. Joao
de Oliveira Ramos quando agente da casa de
Estevo Gasse nesta provincia servem-se do
presente mio para lite tributarem a sua grati-
do e eterno reconhociuiunlo ; offerecendo-
Ihes em qualquer lempo os seus fracos e dimi-
nuios prestimos. Antonio Joaquim de Vas-
concellos e Francisco Joaquim Anlunes.
1 Jos Soares d'Azevedo Lente de Lingoa
Fanceza no Lyceu, tem aberto em sua casa, ra
do Rozario estreita n. 30, terceiro andar, um
curso de Rhetorica e outro de Geographia e His-
toria. As posoas que quizerem estudar qual-
quer destas disciplinas podem dirigir-se indi-
cada residencia a qualquer hora. (7
iompras
3 Compra-se saccas que serviro de fa"
rinha de mandioca ; na ra da Moeda arma-
sen! n. 11 (3
4 Compra-se urna escrava que saiba co-
ser e engommar com perleico ; na ra da Au-
rora n 8 das 6 as 8 horas da manha e a
tarde das > e meia em dia ule. (4
1= Compra-se urna grade e balcao para cs-
criptoiio : quem liver aununcio. (2
% en das
1 Vende-se farinha da Ierra muito nova,
a 4480 rs. pela medida velha ; na ra do Kan-
gel n. 25. (3
1Vende-se uro violao de excellentes vozes,
esmaltado ds madre de perola ; na ra Velha
n. 77, segundo andar (3
1Vende-se um bom escravo de nacao de
15 annos vende-so para pagamento das divi-
das do fallecido Jos Antonio FalcSo; na ra da
Cruz n. 36. 4
IVende-se urna casa de sobrado n 22, em
(/lio 1a na ra do Balde, muito fresca com
bons commodos para familia tem um grande
quintal e bauheiro de agoa doce; a tratar na
ruada Senzalla-velba n. 142, segundo andar
1 Vende-se um cavallo rodado muito gor-
0 >, carregador baixo e muito bom passeiro ;
na ra do Cjueimado n. 27. (3
poucos
, sendo
na ra
18 an-
rua do
1 Vende-se uma^porcSo de saccas com
muito boa gomma de mandioca para ver no
trapiche novo e tratar na ra da Senzalla-vc-
Iha n. 142. segundo andar. j4
l-Vende-se camodo serto ; na praca do
Cimmercio n. 4. 1
4 Vende-se farinha superior a 3810 rs. a
sacca milito a 3200 r., arroz com casca a
2880 rs. o aiqueiro; na ra larga do Rosario
n. 24, primeiro andar. ('
i _Vende-se urna porcao de taboas de pinho
ordinario proprias para estacadas, ou cercas;
no srmasem atraz do theatro. (*
tNo grando armasem aira do theatro ve-
lho, ha um completo sortimento de taboas de
pinho chegadas da Suecia da melhor qua-
lidade que a este mercado tem vindo sendo
pinho brancoe vcrmclho de 10 a 30 palmos
decomprido, edetall pollegadas de largu-
ra serrado por vapor, sem nos proprio para
um lindo forro e assualho por ser muito al-
vo para obra de envernisar, assim como do
quecostuma vir, costado, costadinho assua-
Iho e forro para fundos de barricas; assim como
americano de 10 a 30 palmos de compriJo e
palmos de largo chegado ltimamente tudo
por preco commodo a vista da porcao e do
comprador; a tratar no mesmo deposito, ou
a tallar com Joaquim Lopes de Almeida cal-
xciro doSr. Joao Matheus. I"
1Vende-se um bom preto ao comprador
se dir o motivo da venda : na ra do Sebo
n. 33 ou na ra da S. Cruz venda n. 58. (3
1Vendem-se libras do retroz preto azul-
lerrete e sortido em cores de primeira quali-
dade e por preco barato resmas de papel al-
maco branoo e aml ditas de meia hollanda ;
na praca da Independencia loja de miudesas
n. 4 (6
Vende-se urna escrava de 20 annos sem
vicios e he propria para todo o servico ; na
ra do l'.rum n. 20.
Vende-se urna venda nova com
fundos ou com aquellos quo quizerem
do esquina a dinheiro ou a praso ;
das Cinco-pontas n. 160.
Vende-se urna escrava crioula de
nos propria para todo o servico ; na
Hospicio n. 3&.
Vendem-se gigos com 12 botijas da verda-
dera genebra da Hollanda por 4500 rs. cada
gigo; no Atierro da Boa-vista n. 22.
Vende-se urna armacao proprja para ven-
da, loja, ou oulro qualquer estabelecimento ,
por preco muito commodo; na ra Direita
n. 72.
Vendem-se fechos de pinho do Porto que
levo de 13 a 21 arrobas de assucar; na ra de
Apollo armasem n. 4.
Vende-se urna escrava ladina moca e com
habilidades ; na ra de Hurtas n. 8?.
2Vende-se urna prela de nacao robusta e
sadia propria para qualquer servico ; em S.
Amaro na entrada da estrada de Belem, a fal-
jar com Joao B. C. Tresse. (*
2 Vende-se muito bom chocolate da Ba-
ha a 320 rs. a libra e a 80 rs. o pao e bata-
tas a 40 rs. ; na venda da esquina da ra do
Aragao n. 43. (4
2Vende-se urna escrava da Costa, de 16 an-
nos sem vicio alguin com principios de cos-
tura e engommado ; na rDa Nova*n. 21, segun-
do andar. 1*
2Vendcm-se dous moleques de 16 annos ,
cosinheiros deboas figuras; duas pretas de 15
annos com habilidades ; um moleque de 12
annos ; duas prelas quitandeiras de 20 annos;
e um preto de 20 ; na ra do Rosario da Ra-
vista n. 48. Q
2 Vende-se urna mulatinha de 16 annos ,
com varias habilidades ; duas escravas de 18
anuos boas engommadeiras e urna dellas he
perita cosinheira ; 5 escravas quitandeiras e
avadeiras ; 4 escravos, sendo um canoeiro e
larniceiro e oulros de enxada ; na ra Di-
ceita n. 3, primeiro andar. (7
2 Vende-se urna duzia de cadeiras urna
cadeira grande, urna mesa, dous armarios,
tbOO pedras marmore pintadas proprias para
barra de sala ludo do melhor gosto o chega-
do ltimamente pelo navio Gabriela ; na ra da
Cruz n. 4, armasem do N. O. Bieber & Com-
panhia. (7
2Vende-se um mulalinho de 13 annos,
proprio para pagem ou oflicio por ser mui-
to gil ; na ra de Domingos Pires n. 2*J (3
2 Vendem-se us seguintes livros : o guar-
da-livros moderno ; Thadoode Varsovia 4 v. ;
as pecas Norma e Anna Bollona ; um anno do
Catholico ; secretario porlugucz, tudo por pre-
co commodo; na ra do Crespo loja n. 15.
2Vendem-se (olhiulias homoeopathicas do
Brasil para o corrente anno em lolhas e lo-
Ihetos, pelo muito commodo preco de Ifi0e200
rs. ; narua da Cadeia o. 31, loja da viuva de
(lardoso Aires. (5
2 Vendem-se na ra do Rangel n. 45 an-
coretas com vinagre conter.do nove caadas
da medida velha Larris do chouricas com 28
libras, caixinhas de peras passadas barricas
com nozes novas, seboom velas, refinado bran-
co e de cores quo durao 6 boras cada vela, an-
corlas do azeitu doce com 3 caadas bata-
tas tudo de superior qualidade, e chegado
nestes ltimos dias do Lisboa. (8
2-Vendem-se duas prelas de bonitas figu-
ras, mocas e de lodo o servico, lavadeiras e
quitandeiras ; urna bonita mulata recolhida ,
tngommaduira costureira e lu muito cari-
nhosa paracrlancas; dous prelos mocos de to-
do o servico e proprios para o de campo ; na
ra Direita n. 81. <7
3Vendem-se na loja de pintor e vidraceiro,
na ra das Cruies n. 28 figuras grandes, pro-
prias para enfeites de sitios e pequea para
sala, 12 quadros cornos passos da via-sacra ,
imagens de varios tamaitos e qualidades vi-
dros para quadros e caixilhos de todos os l-
mannos tinta de todas as cores oleo de li-
nhaca e cupahiba ; tambem se ajustaoobras da
empleitada por preco mais commodo do quo em
outra qualquer parte, por se ter grande sorti-
mento de tintas. (1
3__ Vende-se urna porcao do saccas com mi-
Iho bom, por preco commodo; na ra da Praia,
armasem n. 20. l^
3 _Vendo-se um sobrado novo de um andar
c dous sotos em chaos proprio.*, sito na rua-
do Fogo n. 27 ; um pianno com pouco uso j
umguarda-livros moderno ; urna travo de boa
madeira com 54 palmos de comprido; na ra
estreita do Rosario n. 10, terceiro andar. (6
3 Vende-se urna prela de bonita figura, de
20 annos, engomma, cosinha e lava mui bom ;
i.a rus da Cruz n. 51. (3
3Vendem-se 7 arrobas de algodao em ca-
rosso, proprio para illuminacao;na ra do Quei-
uiado n. I'., das 6 as 8 horas da manha e da
duas as 4 da tarde.
2Vendem-se saceos tom 21/ alqueires de
lai inlia do muito boa qualidade chegada lti-
mamente do Rio de Janeiro por preco commo-
do ; na ra da Cadeia-velha armazom n. 12.(/4
__ Vende-se ptimo Champa-
uhe ; em casa de Avrial Irmaos,
ra da Cruz D. 2>.
Vende se urna propriedade
de trras denominada Zan-
gu, com boa casa de vivenda si-
tuada ao p dos Apipucos, entre o
rio Capibaribe e o riacho Camara-
gibe, propria para qualquer ramo
de industria agrcola pela sua si-
tuaro margem de um rio nave-
gavel em todas as mares, com por-
to de embarque e trapiche, ckc. &C.
Esta propriedade, de hum excel-
lenle barro est inteiramente
plantada de capim cujos rendi-
mentos, sem muito trabalho, sao
de tres contos de ris por anno.
Para mais ampias informacoes, c
para Iratar das condicoes os pre-
tenden tes dirijo-se ao Uecife ,
ra da Cruz n. aG.
Vende-se, por preco com-
_ modo, um cavallo castanho
forte e possante, muito bom es-
quipador, sem defeilo algutn ; na
ra da Cruz do Hecife n. aG, ou no
VIondego sobrado novo, fabrica
do rap Metiron & (\
Escravos fgidos,
fDesappareceo no dia 24 Detembro um
moleque de nacao Cacange de nome Joao de
14 annos; levou calcas azues, camisa do ma-
dapolo j suja e chapeo de couro, dcsconfla-se
ter ido para omatto por ter vindo de Cara-
nhuns ; quem o pegar, levo a ra do Crespo ,
lujan. 10, ou 12, que ser generosamente re-
compensado por Jos Joaquim da Silva Maia.
No dia 20 de Novombro do anno p. p. lu-
gio o preto de nome Pedro, de nacao Raca de
18 annos baixo, rosto marcado de bechigas,
orelha furada, tom urna belida no olho e-quer-
do he canliolo ; levou camisa de algodao da
Ierra de mangas curtas e ceroulas do mesmo
panno com um bon de palhinlia de varias
cores de tranca a maneira de redo, o qual
trabalhava de servente de pedreiro com o mos-
tr Manoel, c agora andava vendando frutas de
sitio ; quem o pegar, leve a ra do Livramen-
to sobrado de dous andaros doronte das ca-
tacumbas ou na estrada de Joao de Barros,
sitio defronle da capella da Conceicao que se-
r recompensado.
Pugio nodia 27 de Marco da cidade de
Olinda um pardo do nomo Antonio balxo com
pouca barba muito esperto e fallante, lem as
costas urna costura do goma andava venden-
do miudesas e fasendas com urna prela de
nome Maria bem preta de bonita figura ,
muito fallante e esperta lem so intitulado por
forro e casado ; consta que elle tem um papel
falso para ninguern o pegar tem sido visto em
Goianninha aonde tem o seu padrinho; quem
o pegar, leve a dita cidade, que receber 50
rs. de gratificacao. .
PERH J TYP. DE ".DE FARIA 1845.
MIITII


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