Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05211


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Full Text
Armo de 1844.
Quarta Feira SO
O I 'i a :'.i o |'i Mica -.t lodos ii] un ijue nao forrm santificados : o prego da ataignalura
i- da re mil ri. por qur!l pagos adiaiitadua. Os annunciosdos assignantes s3o mridos
i; alia, e o don que nao furem i rai.'io de 80 rea por linh*. As reclamacoe derenl ser diri-
gidas ii asta lyp.t ra das Crujes n. -4 ou a praga da Independencia I..ja da lirrosn 6 a 8
PART' ")A DOS CORREIOS TERRESTRES.
GolANN*,* rarahyba, segundas.i sextas feiraa. Rio Grande do Norte, chega H a 2 .' par
te 10a -4.Cabo, Serinbaem. HioFormuso, Macero, PortoCalro, a Alagoas: no 4. "
H li dacada met. Garanhuna e Bonito a 10 e l24 de cada meiloa-vista a Fl
ei jJc 2$ dito. Cidade da Victoria, quintas feiras.Oliada iodos os dias.
DAS DA SEMANA.
L2S Seg 4 s Sim.'ioa Judas.
z9 Teroa i,- Feliciano. Hel. aud. do J. da D.d 3. t.
10 Quarta a. SerapiAo Aud do J. de D. da l t,
.SI Quinta a Quinlino Aud do J de 1) da 2. T
i Sexta ,]< F'eslas de Todos os Santos.
'2 Sab. s. Commcmoroo de todos os liis dcfuntos.
; Ilu.r a. Mnlnqnias
r SMaVal Mal9
DIARIO
de Outubro
K"ra napanda da nos masraos;
como prinoipiaaos a aeraoaaai
(Proel
Auno X\. S. M5-
da bomi prudencia. a-odaraqSo' a an rria: con-
epuBlarloi com diuiratjjo entra a >rl*ll*i;.l .
da AlaambUa Geral do ti.jil.
C4IUIOI Ry n|i
bioa aobra Loaidr '.fie l|.'noni.
a Paria 80 rea por fnco
.. Lisboa itO por 1U de premio
:0 UE ODTUiKO.
Our.-Moeda da 6,400
fcEordade cobre ao par
Ideai da latraa -la boaa firmas
pir ojo
ti.
a Jh 4,000
l'rala atacej
a Pesos coluramiiarre
>i Ditos melicanoa
17 .(00
i7,d0
O.aOO
1.J
1,94(i
,'.00
renda.
17,500
17,.100
*,700
1 i .60
. y.-o
PHASES DA LIJA NO HEZ DE OLTI'BR.
La obaia a'.'6 aa'. hijras e 4 ain. d. m i La ora a || as 9 I, e 4
Mineiianle ital'i boraa a ) ,..;, la tarde | Crasoeiile a S ,..
1)5
m. da Iar4e.
da larda.
9B1C33E io"
s-7 hora oam 4'-' .l.i nnnh.ia.
aVfa*a*fwti?.'jcrtaa-s.-.-. -tw;
/'reamar di ho/V.
| !>e;.in,l as S horas
a 0 iiiiii.ii .1* larda
- rAJ
< ifatVf.jmi i^-.i
' . PERNAMBUC
PEftNAMBUCO.
Tribunal da llclacuo.
JULGAMINTO DO DA 29.
Presidente da audiencia, o Sr. Detembargador
l'~imiWH.....m IM nl"l I II ||| || ii i i ai___q_______
Jos D. Francisca de Paula Mara da Concei-
co Cdvalcanle de Albuquerque e outros, dos-
prezarao os embargos.
Na appellacao civel, em que he appellante
Gabriel Antonio, e appellado Jos Ciriaco da
Sva, mandro aveibara disima.'
Na appellacao civel, em t|ue he appellante o
Ponce.
Na appollacao civel, em <|uo lie appellante Curador das oseravas Alexandrina e Damin
Joaquim Gomos Vieira (iuinariios, e appollada [ o appellado Joaquin Jos de Macedo, manda -
1). Mara Candida Prima, desproznrao os em rao dar vista a parts.
Largos. _________
Na appellacao crime, em que he appellante
a Justica, e appellada Francisca do Bello Amor
(r presa), julg irSo procedente o recurso.
Na appellacao civel, em que lio appellante
Francisco Coari, e appellado Fox Stodart, re-
cebrao os embargos.
Na appellacao civel, em que he appellante
Manoel Filippe da Fonccca; e appellado o Rev.
D. Abbadedo Mosteiro de S. liento de Olinda,
RLEIC/O PARA DEPUTADOS.
Collegio do Itecife.
Os Srs :
Dr. Urbano Sabino Pessoa de Mello
Antonio AiTonso Ferreira
Dr. Joaquim Nunes Machado
Antonio Joaquim de Mello
Dr. Jernimo Villela de Castro Tavares
Jos Pedro da Silva
conlirm.raoa sentenca em parto, o reformrao- Dr. Manoel Mendes da Cunha Azevedo
a em outra parte. Visconde do Goianna
Na appellacao civel, em que ho appellante Manoel Ignacio doCarvalho Mendonca
Joao Barros da Cunba, o appellado o Coronel Dr. Felippe Lopes Netto Jnior
Francisco Jos da Costa, confirmrao a sen- Padre Francisco Muniz Tavares
tenca. Antonio Carneiro Machado Rios
Na appellacao civel, em que he appellante Dr. Felis Peixoto do Brito e Mello
Bento de Barros Falcao de Lacerda, e appclla- Des. Gregorio da Costa Lima Belmonte
da Petronilla Florentina da Solidado, confirma-; Antonio da Costa Reg Monteiro
rao a sentenca. General Jos Ignacio de Abreu Lima
Na appellacao civel, em que be appellante Joaquim Jos da Costa
Antonio da Silva Gusmo, e appellada Anna Dr. Joo Jos Pinto
Joaquina Lins Wanderley, mandro dar vista Vicente Tlioma* Pires de Figueiredo C.
as partes. Des. Joaquim Teixcira Peixoto de A. L.
Na appellacao civel, em que he trppellanto Dr Jos Rento da Cunha Figueiredo
D. Cicilia Catharina do Monte Sinai, e appel- Dr. Antonio Peregrino Maciel Monteiro
lada a fa/enda publica, mandro dar vista s Dr. Pedro Francisco de Paula Cavalcanti
parles. j Augusto Federico de Oliveira
Na appellacao civel, em que he appellante Dr. Joaquim Villela do Castro Tavares
Jos Rodrigues de Oliveira Lima, o appellada Barao da Boa-vista
D Ignacia Mara Xavier, mandro dar vista Dr. Joao Jos Ferreira de Aguiar
as partes. ; Padre Venancio Henrique de Rcsende
Na appollaco civel, em que he appellante, Dr. Francisco Joao Carneiro da Cunha
.Manoel de Mello Monto-Negro Pessoa, e ap- Padre Miguel do Sacramento Lopes Gama
pellado Francisco Manoel dos Santos, manda- Padre Luiz Ignacio de A ndrade Lima
rao dar vista s parles. i Dr Sebastiao do Reg Barros
Na appellacao crime, em que he appellante [ Alvaro Barbalho Licha Cavalcanti
o Juizo.e appellado Joaquim Jos de Santa An-; Dr. Jos Thomaz Nabuco de Araujo
na (reo preso), julgro procedente o recurso, j Brigadeiro Jos Joaquim Coelho
Na appellacao em que he appellante o Juizo, Des. Joaquim Marcellino de Brito
'appellado o Padre Manoel Pinto Je Castro, Dr. Manoel Joaquim Carneiro da Cunha
confirmrao a sentenca. Dr Domingos de Sousa Leao
Na appellagao civel, em que he appellante Vigario Francisco Ferreira Barrlo
Pedro Francisco de Mello, e appellada a azen-1 Dr. Alfonso Arthur de A. e Albuquerquo
da publica, confirmrao a sentenca. I Antonio Jos de Oliveira
Na appellacao civol, em que he appellante | Dr. Manoel Ignacio Cavalcanti de Lacerda
J >o Carlos da Silva Guimaraes, e appellada aj Dr. Luiz de Carvalho Paes de Andrado
fazenda nacional, mandro dar vista ao Dr. i Dr. Caetano Jos da Silva Santiago
Procurador da Corda e Soberana Nacional I Apolinario Florentino de A. Maranh.lo
Na appellacao civel, em quo he appellante Izidro Francisco de Paula Mosquita u Silva
Joaquim Correia de Araujo, e appellado Fran-
cisco Antonio Carneiro, desprezrao os em-
bargo^.
No libello civel de cobranza do divida de Joa-
quim Pereira de Mendonca, contra os herdei-
ros do fallecido Jos Trom'az da Silva, confir-
mrao a sentenca
Na appel lagao civel, em que be appellante
Manoel Francisco Lamenha Lins, o appellado
Feliciano Joaquim dos Santos, mandro aver-
bar a disima.
Na appellacao civel, em que he appellante
o Jui/o do crime, o appellado Antonio Ferreira
Ferro, julgro procedente o recurso.
Na appellacao crime, em que he appellante o
Juizo, o appellado^o reo preto) Joaquim, es-
cravo de Rnymundo Jos da Silva, julgro
procedente o recurso.
. Na appellacao civel, em <|ue he appellante
liento Correia de Oliveira Mello, o appellado
Jos da Silva Moreira. desprezrao os em-
bargos.
Na appellacao civel, eni que sao appellantes
e appellados, autor Bernardo Jos da Cmara,
reo Francisco das Chagas Cavalcanli Pessoa,
losprezarao os embargo!
Na appellacao civol. oin que lie appeliaateo
Rev. Prior do convento do Carino, o appeJ/a-J
Votos.
175
172
109
16G
156
150
142
128
125
123
115
83
Jos dos Santos Nunes de Oliveira
Dr. Alexandre Bernardino do Reis o Suva
Leonardo Bezerra de Siqueira Cavalcanli
Dr. Jos Francisco de Arruda Cmara
Padre Joao Mano.l da Costa Pinheiro
Dr. Joaquim Francisco do Faria
Dr. Bernardo Rabelloda Silva Pereira
Manoel de Sousa Teixeira
Jacinto Severianno Moreira da Cunha
Dr. Manoel Francisco de Paula Cavalcanti
Domingos Malaquias de A. Pires Ferreira
Capitao Joao Ribeiro Pessoa de Lacerda
Commcndador Jos Ramos de Oliveira
Francisco Carneiro Machado Rios
Francisco Honorio Rezerra do M. Jnior
Dr. Fermino Pereira Monteiro
Manoel Paulino de Goveia Muniz Foij
77
72
71
66
66
;J6
50
U
42
37
36
34
33
30
24
24
23
23
22
21
'20
19
16
15
13
13
ir
9
9
8
8
7
5
5
4
4
3
3
2
2
2
2
>
1
1
1
1
1
1
1
1
Dr. J oaquim Nunes Machado 61
Jos Pedro da Silva (Ji
Dr. Joao ManoH Mendes da Cunha Azevedo 33
Antonio Carneiro Machado Rios 33
Joaquim da Silva Peixot 23
Augusto Frodcrico de Oliveira 10
Dr. Francisco Jo3o Carneiro da Cunha 19
Dr. Joao Jos Pinto 18
General Jos Ignacio do Abreu Lima 17
Joaquim Jos da Costa 15
\ iscondo de Goianna 4
Dr. Felis Peixoto de Brito o Mello 9
Dr. Jos Bento da Cunba Figueiredo 5
Jos Francisco de Anuda Gamara 5
Vigario Joao Manoel 4
Dr. Joao Jos Ferreira do Aguiar 4
Antonio Jos de Oliveira 3
Dr. Joaquim Villela de Castro Tavares 2
Des. Gregorio da Costa Lima Belmonte 2
Pudro Luiz Ignacio de Andrado Lima 1
Colltgio de S. Anta o.
Os Srs.: Votos.
Dr. Felis Peixoto de Brito e Moli 95
Dr. Antonio Afionso Ferreira 74
Des. Joaquim Teixeira Peixoto do A. L. 73
Dr. Urbano Sabino Pessoa do Mello 65
Dr. Pedro Francico de Paula Cavalcanti 62
Bar3o da Boa-vista 60
Antonio da Costa Rrgo Monteiro 58
Dr. Sobasli5o do Reg Barros 55
Dr. Francisco Joo Carneiro da Cunha 52
Dr. Manoel Joaquim Carneiro da Cunha 51
Dr. Joaquim Nunes Machado 51
Dr. Domingos de Sousa Leao 49
Dr. Jos Bento da Cunha Figueiredo 46
Manoel Ignacio de Carvalho Mandonca 45
Dr. Manoel Mendes da Cunha Azevedo 44
Dr. Alvaro Barbalho Ucha Cavalcanti 44
Des. Gregorio da Costa Lima Belmente 43
Antonio joaquin do Mello 41
Dr. Antonio Peregrino Maciel Monteiro 39
Leonardo Bezerra de Sequcira Cavalcanti 33
General Jos Ignacio de Abreu Lima 33
Padre Francisco Muniz Tavares 33
Dr. Jernimo Villela de Castro Tavares 33
l/idro Francisco de Paula Mesquita e Silva 33*
Des. Manoel Ignacio Cavalcanti do Loeerda 31
i i mwmtissmamBBBammmmszz
Des. Manuel Ignacio C. de Lacerda
Leonardo Bezerra do S. Cavalcanti
Dr. Felis Peixoto de B. o Mello
Dr. Joao Jos Ferreira de Aguiar
Dr. Jos Thomaz Nabuco do Anujo Jnior S
Dr. Alexandre Bernardino do Reise Silva i
Des. Joaquim Marcellino de Brito
Vigario Francisco F. Brrelo
Podro Venancio Henrique de Rezende
Alvaro Barbalho L'choa Cavalcanti
Jos Benlo-da C Figueiredo
Manool Ignacio de C. .Mendonca
Antonio Joaquim de Mello
Jos Pedro da Silva.
Dr. Antonio Alfonso Ferreira
Dr. Urbano Sabino Pesssoa de Mello
Dr. Joaquim Nunes Machado
Visconde de Goianna
Dr. Jernimo \ illelj de C. Tavares
Antonio da Costa Reg Monteiro
Apolinario Florentino de A. Maranhao
Padre Francisco M. Tavares
Dr. Felippo Lopes Noto.
Padre Joao Pinheiro
General Jos Ignacio de A. Lima
Domingos do Souza Le3o
Dr. Caetano Jos da Silva Santiago
30
30
28
25
24
24
23
22
21
18
17
9
9
9
9
9
9
8
6
3
3
s
2
1
1
1
1
Collegio de Goianna.
Os Srs.: Votos.
Dr. Antonio AITonso Ferreira 67
Dr. Felippe Lopes Netto Jnior 67
Dr. Urbano Sabino Pessoa de Mello 67
Antonio Joaquim de Mello 66
Padre Francisco Muniz Tavares 66
Antonio da Costa liego Monloiro 66
Dr. Jernimo Villela de Castro Tavares (j.'i
Manool Ignacio de Carvalho Mendonca 6J.
Tenente Jos Podro da Silva
Visconde do Goianna
Padre Miguel do Sacramento Lopes Gama
\ igario Joo Manoel
Dr. Joao Jos Ferreira d'Aguiar
Dr. Luiz do Carvalho Paos de Andrade
Dr. Alexandre Bcrnadino do Reise Silva
Dr. Alfonso Arthur do A. o Albuquerque
Dr. Jos Thomaz Nabuco de Araujo
Padre Venancio Henriquo de Rezonde
\ cente Thomaz Pires do F. Camargo
Joaquim Jos da Costa
Dr. Felippo Lopes Netto Jnior
Dr. Bernardo Rabello da Silva Pereira
Antonio Jos de Oliveira
Dr. Joao Jos Pinto
Vigario Francisco Ferreira Brrelo
Des. Joauuim Marcellino de Brito
Apolinario Florintino do A. Maranhao
Brigadeiro Jos Joaquim Coelho
Dr. Joao Mauricio da Rocha Wanderley
Augusto Federico de Oliveira
Jos dos Santos Nunes de Oliveira
Antonio Carneiro Machado Rios
Dr. Caetano Jos da Silva Santiago
Vicente Jernimo Wanderley
l'homaz Xavier Garca de Almeida
Dr. Joaquim Villela de Castro Tavares
Jos Pedro da Laje
Francisco de Paula Cavalcanti de Lacerda
Antonio Coelho de b e Albuquerque
30
29
29
26
26
'5
23
22
22
22
21
19
15
15
10
9
9
9
7
5
5
I
3
2
Collegio do /ionilo.
Os Srs :
Manool Ignacio do Carvalho Mendonca
Dr. Urbano Sabino Pessoa de Mello
Dr. Joaquim Nunes Machado
Dr. Antonio Alfonso Ferreira
Antonio da Cosa Reg Monteiro
Jos Pedro da Silva
Dr. Felippe Lopes Netto Jnior
Padre Francisco Muniz Tavares
Antonio Joaquim do Mello
Dr. Jernimo Villela do Castro Tavares
Dr. Manoel Mendes da Cunha Azevedo
Dr. Felis Peixoto de Brito e Mello
General Jos Ignacio do Abreu Lima
Antonio Peregrino Maciel Monteiro
Barao da Boa-vista
Leonardo Bezerra de Siqueira Cavalcanti
Sebaslio do Reg Barros
Padre Venancio Henriquo de Rosendo
Dr. Pedro Francisco de Paula Cavalcanli
Alvaro Barbalho Ucha Cavalcanti
Dr. Alexandre Bernardino do Reis o Silva
Des. Manoel Ignacio Cavalcanti Lacerda
Dr.Jos Thomaz Nabuco de Araujo Jnior
Dr. JoSo Jos Ferreira de Aguiar
Brigadeiro Jos Joaquin Coelho
Antonio Jos de Oliveira
Felippo Jos Ferreira
Des. Gregorio da Costa Lima Bermonto
Padre JoSo Manoel da Costa Pinheiro
Dr. Manoel Joaquim Carneiro da Cunha
Dr. Caetano Jos da Silva Santiago
Antonio Carneiro Machado Rios
Bernardo Rabello da Silva* Pereira
Visconde de Goianna
Vicente Thomaz Pires de Figuerodo Camargo
Des. Josqi: Msrccmo Jo Brito
Manoel de Sousa Teixeira
Joo Jos Ferreira de Araujo Jnior
Francisco Elias do Reg Dantas
Domingos do Sousa Leao
Des. Joaquim Teixeira Peixoto de A. Lima
Dr. Joio Jos Pinto
Votos.
68
66
65
65
63
61
61
61
60
59
57
56
49
29
28
27
27
26
26
26
25
24
23
22
21
17
8
6
5
4
5
3
3
2
'>
Collegio do Brejo.
Os Srs.
Antonio Jos de Oliveira
Vicente Thomaz Piros de F. Camargo
Barfio da Boa vista
Sebastiio do Bogo Barros
Antonio Peregrino M. Monteiro
Dr. Pedro Francisco de P. Cavalcanli
Votos.
32
32
31
31
<\
31
Collegio de Garanhuns.
,,'sSrs- Votos.
Ten. Cor. Leonardo Bizorra de S. Cavalcanli 79
Barao da Boa V ista (jg
Dr. Antonio Alfonso Ferreira g
Vigario Francisco Ferreira Brrelo qo
Ten. Cor. Manoei 1. de Carvalho Mendonca 55
Des. Manoel Ignacio Cavalcanti Lacerda 54
Dr. Jos l'homaz Nabuco do Araujo Jnior 54
Dr. Alexandre Bernardino do Reis Silva 5J.
Conselheiro Antonio Peregrino M. Monteiro 54
Padre Venancio Henrique do Re/ende 53
Tenente Jos Podro da Silva 53
Conselheiro Sebastiao do Rogo Barros 53
Dr. Joao Jos Ferreira de Aguiar y


9
Dr. Joo Jos Pinto 52
Dr. Pedro Francisco de Paula Cavalcanti. 50
Dr. Alvaro Barbalho Ucha Cavalcanti 48
l)r. Jos liento da Cunba Figueredo. 46
Ten Cor. Apolinario F. do A. Maranho 4o
Ten.* Cor. lzidro Francisco di. P. Mesquita 44
Dr. Manoel Joaquini Carneiro da Cunba 43
Dr. Francisco Joo Carneiro da Cunha 42
Yisconde de Goianna. 32
Dr. Aflonso Arthur do \. e Albuquerque 32
Des.Joaquim Tbeixeira Peixolo de A.Lima 28
Dr. Joaquim Nunes Machado. 25
Des. Gregorio da Costa Lima B. Imonte 18
Brigadeiro Jos Joaquim Coelbo 17
Felippe Jos Ferreira 16
Dr. Manoel Mondes da Cunba Azevedo 12
Dr. Urbano Sabino Pessoa de Mello. 8
Dr. Felkx Peixoto de Brito e Mello 5
Padre Miguel do Sacramento Lopes Gama 5
Dr. Bernardo Kabello da Silva Pereira 3
Padre Joo Manoel da Costa Pinbeiro 2
Dr. Felippe Lopes Netto 1
Joo Lins 1
Dr. Manoel Francisco de l'aul > Cavalcanti 1
Antonio da Costa Reg Monteiro 1
.U se e I lauca
CARTAS SOBRE A AMERICA DO SUL. (*)
VII.
O General /iosas. <~
Nesse lempo Rosas tinba e*hegado usro
mais hbil cstancieiro (|)roprietaro)do interior.
Sua probidade, intelligencia valor e octivi-
dade infatigaveis Ibe tinho dado urna influ
encia sem limites em toJa a campanba: os uuu
chos (pastores da campanba de Buenos Ayres )
o haviao reconbecido por ebefe osubmeltero-
so sua disposico.
Elle organisou-os para defensa commum e
foi s d'esta forma que rechacou os Indios para
os bosques elivrou o territorio argentino de
seus saques e devastacoes. Mas em breve os
governadores, que nem mesmo as cidades se
podio manler, recorrrao a elle para reprimir
as faccoes de continuo renascenles o para
intervir na guerra civil que nSo tinba deixado
de desolar as provincias.
Certamente que se Rosas, como dizem ,
obrasso nicamente por ambicao ter-lbe-bia
sido fcil fazer recahir ento em proveito seu
oqucllc estado de cousas. Entretanto nada fez:
contentou-seem defender a ordem publica on-
de era ameacada, e em proteger o poder esta-
blecido, sem dislinco de partidos, nem de
pessoas. Nao era anda o homem de una po-
ltica, era somonte o homem da auloridade
mas elle a quera forte, enrgica, dominante,'
reconhecida por todos; porque s a autoridade
podia firmar o estado da repblica embara-
zando todas asdesordens e impondo s fac-
yoos um nivel soberano Quanto a elle, bava
impresso lo fortementc o sentimento da disci-
plina entre os gauchos que o haviao toma-
do por chefe, que n'um paiz em que o rouo e
oassassinalo parecio quasi ligitmados, nao
bava em suas tropas um ladrao ou assassino.
A primeira vez que Rosas melteo-se em po-
ltica foi para fazer votar a le que prohibe a
entrada de farinhas na conlederaco Este
commercio era feito pelos Estados- Unidos : a
compra d'esse genero absorvia todo o numerario
da repblica, o tinha alm d'isso em resultado
suspender a cultura de cereaes na America du
Sul.
Quando Rosas julgou ter segurado o poder
dos governadores a quem bava auxiliado, s
cuidou da agricultura, a que se dedicou em
particular, e qual le/, dar posteriormente um
grande vo em toda a confederacao.
Continuavao entretanto as revollas, a guer-
ra civil lornava-se mais encarnicada, o po-
de* andava sempre em mos muito fracas
para conserval-o e nhabeis para exercel-o.
Foi ento quando Rosas comprehendeo quo a
autoridade anda nao se havia bascado : e
:3.i- o !2.::cs c o; douiurcs iinio dcbaiue
procurado essa liase no estudo das conslituices
europeas, elle, qje nao conbecia a Europa,
foi procural-a noconhecimenlo quo tinba ad-
mitido do costures e necessidades daAme-
r<
for
Desde ento procurou o poder : nomero-o
overnador. Nao querendo, porm, que se
uivocassem, quanto a suas intencoes de re-
ma, pedio poderes extraordinarios, que Ihe
"o confiados. O seu primeiro Ministro,
Ahcborena, fez votar-se em 1832 a le de vi
gilaitt^a e purificando, que obrigou todos os
Unitarios a expatrarem-se do solo argentino,
dubaixo uu pi na Je inuie. Esia iei era. por
iissiui dizer, a expusico do syslema que Rosas
devia seguir, a dat;ir de 1835. Immodiata-
mento delegou a auturidade, soguio de poder
rehavcl a para o fu'uro, se fosse necessario ;
c fez urna Lnga expedico contra os indios, a
("i Vide Diario n. 239.
quem repellio atao interior da Patagonia.
Durante sua ausencia, que foi de 15 mezes,
nao se soube o que era feito d'elle. A le de
vigilancia foi revogadapelo Governador nomea-
do em seu lugar; porm urna insurreico oc-
correo. que a fez manten Rosas voltou da
expedidlo e foi recebido em triumpho : traza
comsigoum numero prodigioso de captivos ar-
rancados aos Indios, e tal vez que lambem
vida selvagem, que voluntariamente tinho
adoptado.
Finalmente, em 1835, principiou sua Dic-
tadura ; cinco vezes recusou a Presidencia,
nutras tantas ofTerecida nicamente pela Cma-
ra dos Representantes : foi preciso que o povo,
consultado nominalmente, Ihe delegasse por
cinco annos todo o poder publico.
Lance-se agora urna vista d'olhos sobre o
estado da America do Sul desde sua indepen-
dencia, e diga-se se era possivel, com os meios
de governo empregados at ento, dominar
urna to deploravel situaco.-- No Mxico,
Sanct'Anna o Buslamante disputando-se alter-
nativamente o poder, ambos empenhados com
ardor em dissipar, como governanles, os par-
tidos que amotinro como agitadores, arrui-
nando a repblica conforme sua ambicSoou.
antes, seus caprichos; naGuatimala, Mo/aran
o Carrera, ora vencedores, ora vencidos, em
lucia continua ; o Chile o o Per discricao
do primeiro Coronel quo pudesse dispr de seu
regiment; a Columbia subdividindo-se e frac-
cionando-so para saciar as pretendes rivaes
que se dispulo cada um de seus retalhos ; o
Ro da Praa, um fim, andando de mo em
mo, e contando Presidentes do um moz, de
urna semana, de um dia e como principio e
consequencia dVssas dosordens sem inlcrrupgo
e sem termo, a prevaricaco as elasses supe-
riores, a licenfa as inferiores, a anarebia por
toda a parle? !!!...
Nenhum layo social prenda os governanles
o a populaco. Os Unitarios ou centralisado-
res queriao exercer o poder em grande escala,
formar estados importantes por sua extensao,
a fim de allrahir capital as crescidas foroas
da adminstraco e do exercito. Mas tal sys-
tema he insensato para esses vastos paires, onde
nao se encontro 12 habitantes por legoa qua-
drada, populaco fluctuante o nmada, que
vive incommunicavol com as cidades do litio-
ral : alargar assim o poder era tornar-lhe in-
sensivel a influencia o impossivel a accao
Alm de que. os Unitarios nao queriao, com
efleito, senoentrincheirar-se as cidades para
livrarem-se, em nome da civilisaco, da bar-
baria que os circundava, em vez de procura-
rem dominal-a ou extinguil-a
Os Federaos queriao, pelo contrario, influir
sobro pequeos centros, para que o Governo
ganhasse em forca de concentracao o que per
desse em extensao. Foi este expediente o que
destruio a obra de Bolvar, dividindo a unida-
de columbiana em tres partes independentes. O
General Paes rompeo omovimento; Mosquera
e Flores seguro-o : e estes nao ero nada
menos do que os tres capites favoritos do Li-
bertador. Desde entao o syslema unitario foi
condemnado na America ; e o seu fundador,
Bolvar, percebendoemfim que.toda a sua vida,
hava, afagado urna chimera irrealisavel, mor-
reo louco a 17 de De/embro do 1830.
At ah nada de estavel resultou d'essas lucias
intestinas: nenhum dos homens que successi-
vamente occupro a magistratura suprema
pode solar-s em sua autoridade para domi-
nar a situaco; nenhum so responsabilisou ;
nao houve, n'uma palavrn, um s homem de
establo, mas sm rhefes de partido, ou antes
victimas de partido, a quem nao tocava o po-
der senao por accidente, nunca por direito.
Os Unitarios s cuidavo em que se fallasse
d'elles na Europa, e vio voar seus planos de
rivilisao.ao, como as folhas desprendidas da
arvore, impedidos pelo tufo das intrigas da
cidade ou dos rebelde! da campanba ; os Fede-
raos, pelo contraro, que quizero apoiar-se
nos indgenas, gauchos, llaneros (')', pees e
indios, ficaro merc d*essa forca bruta e
selv8gem, que nao pudrao domar desdo que
o posta em movimento.
A legitimacoda forca malou todo o senti-
mento de propriedade na America : all, onde
os habitantes deverio ser contados aos milhcs,
o s j por centenas. Terrenos tao magnficos e
fecundos mas incultos edespovoados nem
esses mesmos estao protegidos contra a rapia
de seus raros habitantes.
A immensa quantidade de gado bravo que
alimento as planicies eos matos sao un pre-
texto perpetuo de rixas para povoaroi' one nn-
pof-se a toda a industria, a todos os melhora-
mentos, allegando que o gado dispensa o traba-
Iho : Crianza auila labranza.O aventurei-
ro que pode reunir em proveito da sua affibirSo
(") Assim denomino aos Piruanos os habi-
tantes das planicie* das provincial de Buenos-
\vres, al Salla, quem da Cordilbeira.
algn ceniares d'esse peSe, altrahidos pelo
engodo da rapia, tcm toda a seguranca de re-
volucionar urna comarca inteira. He por isso
que alguns perturbadores conservo a America
do Sul n'esse estado de desordem que a tem a-
gilado constantemente desde a independencia.
A le de vigilancia e purificacSo, pela qual
Rosas assignalou sua presenca nos negocios, te-
ve por fim e resultado prevenir osses transtornos,
'to facis de evitar, desembarazando as provin-
cias argentinas de todos os especuladores de re-
volucoes. Estalei, que foi to censurada he
com cffbito anti-liberal o anti-constitucional.
Mas por ventura est a America em circunstan-
cias normaes? he ella urna sociedade constitui-
da ? .. Esta lei he urna lei revolucionaria ,
como era a nossa lei dos suspeitos decretada
pela conveni'o.
Revolucionario he tambom o Governo de Ro-
sas :es o que tem esquecido dizer quando se
trata d'elle na Europa. Para excusar, porm ,
o seu despotismo soberano, j li/ ver o quo era
anteriormente a America do Sul : c para legiti-
ma! o bastar referir as consequencias felizes
que d'elle tem resultado: ser esse o objeclo da
minba ultima carta.
Quando um homem toma sobre si a respon-
sabilidad!.' toda inteira da lei, he preciso que
nada venha desmentir sua infallibilidadc ; sem
oque, lodo o edificio poltico que quiz fundar
C8-lhe em cima c esrnagoa-o. He o que ine-
vitavelmente loria acontecido a Rosas como
succedra aos quo antes d'elle tinho pretend
do cnsaiar a dictadura na America do Sul, se a
sua vontade achasse-se um s instante impoten-
te ou desconhecida. Cumpria-lhe, pois, pri-
meiro que tudo, chegar a estabelecer em todos
os pontos a que se circumscrevia a repblica o
seu dominio absoluto o soberano.
Rosas encontrou por toda a parle instrumen-
tos doceis e devotados: isso he muito raro para
merecer que se prove. Jamis algum de *eus
empregados trahio a sua confianza, ou faltou ao
dever que Ihe era marcado, nem no exercito,
nem na adminstraco, nem na poltica. Se
Rosas, porm, nada ignora do que se pussa al
as extremidades da repblica, se nunca um
crime ica impune, se o roubo tem arraslado
sempre comsigo a restiluicSo e a pena, he por-
que Rosas pode contar com seus partidistas mais
do que com os Agentes e OTiciaes: com efleito,
nenhuma polica no mundo poderia alcanzar os
resultados por elle obtidos.
Quanto aos Agentes Ofiiciaes que emprega ,
elle nao os estol he, certo de que os ha-de con-
ter, quaesquer que sejo, na impotencia de fazer
mal. Assim, quando lomou conta do poder ,
os In rus da Alfandega e das (naneas ero escrip-
lurados pelas pessoas de mais consideraco de
lluciios-Ayres, e entretanto os impostos e os
direilos de entrada tudo se esetuva pelo furto !
O compadre Toma tinha sempre as garras ferra-
das nos cofres vasios do estado. Vendo que a
receita era sonegada, a despeito da posc,3o soci-
al dos empregados, Rosas apressou-se a demit-
tir todo o pessoal da adminstraco, c poz em
seu lugar precisamente os individuos que seus
inimigos designavo-lhe por irriso tomo os
mais incapazes e os menos probos de tuda a con-
federacao. Desde ento, nao faltou um real
sequer, o menor erro de cifra nao se encontrou
as cuntas da adminstraco publica, reguladas
e saldadas no fim de cada mez. Debalde se pro-
curar em todo o mundo urna adminislraco
que lunecione com tanta celeridade e preciso.
A repblica Argentina estava, antes de Ro-
sas, sem exercito e sem linancas; Rivadavia, por
exemplo, para prover as despezas e prodigalida-
des de seu Guverno, emiltira papel-moeda que
para logo perdeo todo o valor, e que regula an-
da boje lodo o crdito nos ncgocius. Rosas rc-
couheceo-se fiador de todas as dividas da rep-
blica ; entretein Encarregadus de Negocios jun-
to de todas as potencias, conserva em p um
..v..r:i.. ____..I...______'* ------ I /______ I- 11*__:i
kAbil/IIV ICKUIOI \.UI13ll>t'l UVCI iccica UU .O lllll
homens.) Al aqu, nem os credores nem os
empregados teem lido quequeixar se d'elle, ou
seja por urna recusado ou por um rolaruamen-
to. lie bom observar que tres quartas parles,pelo
menos, da divida argentina pertencem a estran-
geiros.
Amigos e inimigos teem urna cunlianca ili-
mitada em sua palavra ; porque elle fez para si
ponto de religioem nunca faltar a ella, quer
seja a favor de uns, quer a favor do outros.
At ento, a lei nao tinha sido mais do que
urna palavra va na America do Sul. Collo
cando-ie ostensivamente em lugar du lei, Ru-
sas pretendeo substituir a cousa a palavra, o
fado a formula E nao era isso, com efleito ,
da m.iis imperiosa necessidade ? Oi.de nao ha
autoridade nem ordem publica, o que he a l-
heidade, seno a propria licenca ?
(Continuarse-ha.)
nAMMrnngA
Alfandega.
Rendimenlododia 29.........27:222*546
DticarregUo hoje 30.
BrigueCondeca de JVeitmorilandcwilo.
Escuna- Tarujo f Filhos vinhos. vinagre e
ceblas.
BrigueCamertonfarinha.
BrigueImportadormercadorias.
BarcaM. Q. of Scotsdem.
BrigueJane Esttercarvao.
BrigueLuizabacalho.
Patacho Espadarteceblas e bixas.
BrigueStuart mercadorias.
BrigueTrifoliumdem.
Brigue Fiel dem.
j________i ___________'' --........-------------
llova ento do Porto.
Navio sahido no dia 29.
Macei; cter do guerra brasileiro Esperanca
de JM*ri',Gommandanto o2. Tenante Ri-
cardo da Silva Neves. Conduz a seu bordo o
Brigadeiro Jos Joaquim Coelbo e 50 pra-
casdo exercito.
Editaos.
2 O Sr. Inspector d'wta Thesouraria em
cumprimeiito do olicio do F.xm. Sr. Presiden-
te da Provincia, dactado de hontem, manda fa-
zer publico, que no dia 15 do prximo futuro
mez de Novembro, ao meio dia, irs a praca
conforme o regulamento das arrematacocs de
II deJulbo de 1843, os reparos da ponte dos
Afogados, com as clausulas especiaes abaixo
transcriptas.
I."
As obras dos ditos reparos far-se-ho de con-
formidade com o ornamento approvado em 21
de Oulubro pelo Exm. Sr. Presidente da Pro-
vincia pelo preco de tres contos e quinbentos
mil ris.
2.*
0 arrematante comecar as obras no praso do
um mez e as concluir no praso de oito me-
zes, ambos contados, em conformidede do ar-
tigo 10 do regulamento para as arremataedes.
3.'
Durante o lempo da execuco das obras nao
poder ser enterrompido o transito das gentes
de p, cavallos, e carros, Picando o arrematan-
te obrigando a so conformar ao quo determinar
o Engenheiro da obra a cerca da forma o
solidez dos meios que se houverem de empregar
para puder subsistir (acilmente o transito pu-
blico.
4.'
O pagamento do importe d'arrematavao rea-
lizar-se-ba na forma do artigo 15 do regula-
mento respectivo sendo de oito mezes o praso
da responsabilidad!'.
5.*
Para ludo o mais que nao est determinado
pelas presentes clausulas seguir-se-ba intei-
ramenlc, o que dispde o regulamento das arre-
mataedes de 11 de Julho de 1843.
Os licitantes devidamente habilitados, com-
parecao no mencionado dio na mesma Thesou-
raria.
Secretaria da Thesouraria das Tiendas Pro
vinciaes de Pernambuco 26 do Oulubro de
1844. O Secretario interino.Joo Vallen-
lim Villela. (46
A Cmara Municipal da cidade de Olinda
e seu termo, em virtude da lei, $c.
Faz saber, que se ha do arrematar por quem
mais der, nos das 29, 30 c 31 do corronte, o
imposto das canoas d'agoa do Varadouro, e na
mesma occasioscro tamhem arrematados, por
quem menos izer, os concertosda casa do Mn-
guinho, 8o presente acharad os pretende rites o
orcamento do concert da mencionada casa ;
comparecendo os prctendentes habilitados para
no dito imposto e casa poderem lancar. F. para
que chegue ao conhecimento de todos, manda-
mos publicar o presente pela imprensa.
Cidade de Olinda, 24 do Oulubro de 1844.
Josc Joaquim de Almeida Guedes, Presiden-
te.Joo Paulo Ferreira, Secretario.
S*ec!aracoes.
PrecMHi-M) cuiraiai. por lempo do um
mez, o fornecimento de carne verde de primei-
meira qualidade, para os doentes do Hospital
Regimental ; as pessoas que tal genero quize- j
rem fornecer p r menos proco, rompareeo
amanhaa, pelas 10 horas do dia. noquarleldo
Hospieio. com suas proposlas, pira seren sub-
metiida i escolba < ipproN' no do iiim. Sd
Commandante das Armas.


..L
5
;
Recita. 28 da Outubro do 18\\. Manoel i ro : oulro sm. que a Comm3o Administra
Lopes Macitl.
2=Nao tendo concorrid) hoje licitantes pa-
ra as arromatacoesdo 9.lanco da estrada de Pao
doAlho, e repuros dacadcia da cidade de 0-
linda, oSr. Inspector d'csta Thesouraria man-
da lazer publico que rao novamonte a praea
ditas empre/.as nodia 31 do correte ao tneio
dia. Secretaria da Thesouraria das Rondas
Provinciaesde Pernambuco 25 de Outubro de
1844. O Secretario interino. Joo Valen-
tn V Hiela. (10
10 Administrador da Mesa da Reccdoria
de Rendas internas gcraes faz saber a todos os
collectados pelo imposto do banco, tfuja collocta
tiva se rene pelas 6 e meia horas da tarde, pa-
ra approvacSo de convidador
=Aluga-se o primoiro andar do sobrado da
ra estreita do Rozario n. 18. por proco de
do/e mil ris mensaes; a tratar na ra do No-
gueira n. 27.
l = OTerece-se sociedade etn metade dos
lucros na venda da Ribeira da Boa-vista a
qualquer pessoa que mereca f ontrando comj
metade dos lundos que liver a dita vida, com
ascondicoes que agradarem adverte se que
nao tem alcaides poi ser venda nova ; a tratar
na mesma venda.
1 = Furtaro na noute do 21 do corrente
exceda 12,800 rs., que o moz do Dezembro he mez, da padaria da ra Uiieita n. 18, as 10 ho-
o marcado pura a arrecadaco do que trata o
art. 31 do regulamento de IB do Junho de
1844, e para os que nao excedem a 12,800 rs.
sSoos mezes de Novembro e Dezembro prxi-
mos, e que todos os que assim deixarem de o
azer incorrerfio na multa do 3 porcento, de
que trata o art. 32 do mesmo regulamento.
Rocebedoria, 26 do Outubro do 1844. (13
Francisco Xavier Cavalcanli a"Albuquerque.
Carta segura, rinda do Norte, para o Sr.
Antonio Jorge Riheiro de Brito.
Avisos martimos.
Segu viagom para Macei, at odia 30
do corrente, a barcaca (anula Muranle ;
quem quizer carregar, ou ir de passagem, dri-
ja-se a casa do seu dono, na ra da Cadeia Ve -
Iba, loja de fazendas no canto de Joaquim Ri-
lieiro Pontes, ou bordo na escadinba ao p da
Conceicao.
I=r0 brigue Jpiter segu viagem para o
Ass, por estes seis dias; quem no mesmo qui-
zer carregar, dirija-se Jos Xavier Vianna,
ra do Torres n. 18, ou loja de cabis defron-
le do Corpo Santo. (5
r 11 mii i mamama*?*.
Leilao
ras da noute pouce mais ou menos, um relogio
sabonetc, do ouro, pequeo, oom as caixus la-
vradas, e o vidro do dentro quebrado o u,m
brinco de urna s orelha, do ouro, e urnas argo-
las piquenas, urna medalha de ouro, c urna
ja-se eo Tonente Corone! Manoel Joaquim bos yir;o de casa, de portas adentro, e alguma
Aogados para azer o competente ajusto. (u compras na ra ; quem a pretender, dirija-se
20 Nr. Francisco do llego queira ter a bon- a ra larga do Rosario n. -20. (\
dude de ir a ra da Praia, armazem n. 18, re- 2 Como o Sr. Vauthier, postergando todas
Deber urna carta vinda da ia do S. Miguel, a as le&do justo, na lo envergonhand mesmo
qual foi lirada por engao, e fulla n'umas un de ser desmentido por mus de 40 pessoa* que
cominendas viudas por nulo de Francisco cosi assilirao uo concurso ultimo pura judante do
nheiro (6 Bogenbeiros, leve a ousadia de informar ao go-
2-= O l)r. Jo5o Francisco de Rorju Pereua verno da provincia, que o Sr. Selle, que foi
mudouseu escriptorio para a ra do Livramen- discpulo doabiixo assignado, responder me-
to n. 20, segundo andar, onde podo ser procu- Ihor que elle etn arilhim tica geometra, li-
rado a tralar qualquer dependencia judicial, as-'juriu esta queosbaixo assignado nao pode sof-
sim na primeira como na segunda instancia, (u Irer, e est cerlo que tiingueni Ih'a far a nao
2 Em casa de Fernando de Lucca, na ra ser o Sr. Vauthier, o qual, segundo se diz, para
do Trapiche n. 3-, ha sempro sortimento de'servir a algueni, nao cscrupulisou em enganur
bonsvinhos, licores, conservas de todas as Iruc-jo Presidente da Provincia, que por fatalidade
tas da Europa, queijoa o presuntos de todas as nao assistio a concurso nao obstante a opposi -
qualidades, charutos da afamada marca Re-
gaba e de Manilha ; estes, como muitos ou-
tros gneros, so vendem por preco commodo. (7
2Alusra-so o armazem n. 10 da ruado
coroa deprala, pequea, e um anelo de prata Torres no Recife, pe.toncento Ordem forcei-
lavrado, trinta c cinco mil reis em moeda de ra de S. Franciscj desta cidade ; quem o pre-
1 J. P. Smitli, oslando prximo a reli-
rar-se para Inglaterra, far leilao, por intor-
vengao do corretor Oliveira, do toda a exceden-
te mobilia, e mais objeclos de sua casa, que no
acto se patentear, quinta feira 31 do corren-
to, as 10 turas da manha, na ra da Guia, ca-
sa que foi de Fox & Stodart. (7
Avisos diversos.
Prccisa-se do meninos de 8 a 15 annos de
dade, para servico de olaria, dando-so de co-
mer e vestir proprio de tal oceupaefio, sendo o
seu primeiro em prego rapar e cncoxilhar lijlo,
c assim se I lie ir ensillando at que possao
perceher um jornal ; na padaria da ra do Ro
su rio larga n. 18.
1 Quem annunciou no Diario do sabba-
do 26 do corrente querer comprar garrafas va-
sias, dirija-se a ra da Aurora n. 48, onde ha
urna porcao delas, todas limpas e em bom es-
tado (5
O Sr. que annunciou querer comprar pa -
pagaios falla lores, dirija-se a ra do Rosario
n. 15.
Aluga-se urna canoa que carrega 600 li-
jlos de alvenaria por prego commodo, na ra
do Queimado n. 57.
1 Roga-se encarecidamente a quem sou-
ber onde mora o Sr. Jos Bolelbo e Couto,
chegado, ha pouco, da ilha de S.Miguel, o fuvor
de o declarar na ribeira da Boa-vista n t, pois
he para se receber do dito Sr. urnas encom-
mendas viudas da mesma ilha Francisco Jos
de Oliveira. ^7
1 Aluga se urna casa na ra da Alegra,
com duas salas e quatro quartos, um soliio e
um gabinete, quintal e cacimba, por 12,000 rs.
.......ih,i
- *#*,. -. .. ... .1. ^.,>i e"-..-
iiumi asuiuuuw ^ .. u i ui

nova n. 5. (5
1 Precisa se de um ifficial de charuteiro,
na Solidade, venda da esquina n. 20. (2
1 Antonio Pereira da Cunha aluga, para
se passar a (esta, a sua casa sita no Varadouro
de Olinda, com bons commodos para urna gran-
de familia, a qual tem, dentro de casa, um rico
banheiro de agoa corrente, grande quintal, co-
xeira para dous cavallos, e senzala para pretos ;
quem a pretender dirija-se a ra da Cruz n.27
1 Constantino Jos Raposo embarca para i na ra da SenZalla nova n. 42, faz publico que
o Rio de Janeiro o seu escravo Antonio, naco tem nomeado por seus bastantes procuradores
Cacange. (3 i e agentes aos Srs. Johnston Pater nntoc c bcI&O ricumbd'.18 da hUdy^HO de !o-
| das as transares boje pendentes com a extincta
ppele cobre; quem deslo roubo der noticia
ser generosamente recompensado com quarenta
mil ris, o promete se guardar segredo. (12
^(Juom precisar de um rapaz Portuguoz
do idade de 16 annos para caixeiro de qual-
quer arrumacao exceptuando venda anda
mesmo para fra da praca ; annuncie.
A pessoa que precisar de una ama para o
servico do casa deporta para dentro cosinba
e engomma, e faz o mais cervino de casa pouca
familia ou homem soltoiro ; dirija se a ra
Direita n. 2.
1Engomma-se roupa por prego commodo
na ra Augusta casa terrea n. 20. (2
3 .ava-seeengomma-se roupa com toda
a perfeicSo por preco commodo : na ra do
Trapicho-novo loja n. 28
3 Aluga-se casas para se passar a festa, ou
por anno no sitio do Cbjueiro, com grandes
commodos para grande familia, junto ao rio;
quem as perlender dirija-se ao mesmo sitio
para ajustar: (ambem se aluga o segundo so-
bradoda ra Nova, junio a ponte da Roa-Vista;
quem o pretender pode fallar na loja do Sr.
\ iliaca, junto ao mesmo sobrado. (8
3=Aluga seo segundo, e terceiro andar do
sobrado na ra da Guia, com bastantes com-
modos para familia, sendo o aluguel do segun-
do 12* e do terceiro 8f mensal ; os preten-
deres dirijo-se defronte do Corpo Santo, loja
de cabos n. 17 que acharao com quem tra-
tar. (7
LOTERA DE S. PEDRO
MARTYR DE OLINDA
Correm infalivelmenle as rodas no dia 6 do
me/, prximo vindouro ; os bilhelesacho-soa
venda na ra do Cabug lojas de fazendas dos
Srs. Pereira & Quedes, e na botica do Sr. Joo
Murena na ra da Cadeia do Recifj lojas de
cambio dos Srs. Manoel Gomes o Vieira; Alter
ro da Roa-vista loja de ourives do Sr. Jacin-
to Olivaira ; Cidude do Olinda nos Quatro-
cantos loja do Sr. Domingos e ra de S Rento,
sobrado n. 12. (12
4 Carlos Hardey $ Companhia estabeleci-
dos no pateo da matriz de S. Antonio n. 2, com
loja de ourives acabo de receber um lindo
sortimento de obras de ourn do ultimo gosto ,
como sejao ; transelinspara homem aderecos
para senhora brincos, anneis, alfineles ca-
xas de prata para rap maracaes para meni
nos ; na mesma loja so fazem encommendas de
qualquer qualidade que ellas sejo tanto de
ourives como de cravador. e compromettem-sc
a l'azer qualquer obra de brilbante de gosto mo-
derno e fazem tambem qualquer concert do
ourives. ^ (1
2 Darsley Prylz & C ar5o leilao, por in-
teivencao do corretor Oliveira, de cerca de 40
tonelladas de guana (estrumej para reexporta-
cao, vindo do Ichaboe, pelo brigue ingle/. Acti
ve, arribado a este porto com agoa aherla, na
sua recente viagem, que fazia para Glas-gow :
...gria fjra 30 do eorrenlo A 11 Iwir.-is /ly m-
nima, no armazem do Sr. Jos da Cunha, no
Forte do Mallos. (9
2Cecilia Maria Aucta do Quintal, avisa
que tem vendido o seu escravo Francisco, de
nacao Renguella, para fora da provincia, ao
Sr. Manoel Cuiz dos Santos. {5
2 = S. P. ti. Smilh como proprielario e
principal dono do estabelecimento, de moendas
macbinismo, c laixs para engenho, que outro'
ora girava dehaixo da firma de Fox & Stodart ,
OtJEDAM
PHILODRAMATICA
tender, requeira i Mesa Regedora da mesma
Ordem, entregando o requeriment ao Secrelu-
rio para o apresentar dita Mesa. (6
2 Olerece-so urna mulher solteira para
ama de casa do homem solteiroou viuvo, a qua!
faz toda a qualidado de osturas o bordado,
6 mesmo costuras de alfaiale, cosinba, e faz to-
do o mais serviio de urna casa ; traa se na ra
do sol, armazem de capim n. 25. No mesmo
vende se niel de furo novo a 100 rs., sendo de
meia cunada para cima, e em garrafas a 60 rs.
3=A fabrica de sabo da ra I.nperial u.
116 continua r-gularmente nos seas trubalhos,
e tem grande porcao de sabao escuro e amarel-
lo pelo preco do coslume de 110 rs. a li-
bra. (5
PREVENCAO CONTRA OS FALSIFI-
CADORES.
Estevo Gasse, Babeado que em algumus lu-
jas e vendas desta cidade se vendo um rap
feto nesta provincia com o titulo de princeza ,
e falca imitacao de botes rtulos de sua fabrica,
previne ao publico seus fieguc/es quo u bem de
direito de propriedade sua, acressenta nos ver-
daderos botes de sua fabrica um sello com sua
firma e insinuacao do nico deposito do legiti-
mo rap*1 princesa nesta provincia. A vista do
exposto, qualquer outro rap inculcado com a
denominacfio assima he falsificagao as fabricas
de Estovao (iasse nico inventor e proprietario
do rap princesa (feto no Brasil), tanto no Rio
do Janeiro, Rubia, e em deposito no Mar-
nhao Para, assim como em Pernambuco na
aua da Cruz do Recife n 38. (18)
2=D-se dinbero a juros sobre penhoros de
ouro ou prata na ra estreita do Rozario n.
35, se dir quem d. (3
Da-se pao de vendagem, a pretos, e prctas,
licando seus Srs. responsaveis; o paga-so bem
a vendagem,e sendo opao du melbor farinhaque
ha no mercado, e tambem se da a gente forra;
as Cinco Ponas padaria n. 63. (5
2 Pretende-so comprar a casa terrea da
ra do Fog", pertencente viuva o mais her-
Joiros do finado Jos Ribciro da Conceicao, cu-
ja casa do lado do Sul confina com a casa do Sr.
Francisco Jos Rarbosa, o do lado do Norlo
coi osobradinho do finado Antonio da Costa
Fgueiroa : na mesma casa mora a referida
viuva, onde tambem tem urna tenda de marce-
neiro ; ro^a-se a pessoa que tonha do oppr al-
gum embaraco compra ou venda da dita casa,
annuncie por este Diario, qual a natureza do
{inbaraco, que por ventura possa haver, no pra-
io de 8 dias, contar da data da publicacao do
presente. (H
2 Precisa-se fallar ao Sr. Tenente Fran-
cisco Goncalves Arruda, a negocio de seu inte-
resso ; na ra da Cruz o. 64 (3
3 = Alugn-se o primeiro andar do sobrado
n. 26, com muitos bot s commodos para gran-
de familia : na loj i do mesmo no Alterro da
Boa-vista (4
2 Aluga-se una grande casa decampo,
com arranjos para duas familias, sita na ilha
do Retiro, na Passagem da Magdalena, cuja ca-
sa tem muitascommodiJades, e d-se por pre-
co i ommodo ; trala-so no 2.* andar do sobrado
n. 15 da ra da cadeia deS. Antonio. (6
2 Todos os quo so achao devendo foros ao
proprietario do sitio do Arac, queirdoirpa-
gal-os csa de sua residencia em S. Amaro no
pra'.o de 8 dias impreterivelmente ; e os que
nao tiverem bemfeitorias nos terrenos aflorados,
nao pagando os foros vencidos no dito prazo do
8 dias, ver se-hao cahir cm commisso, por se
haverem j passado os tres annos da le.
2 Ourm liver contal contra a Cfisa de Fox
& Stodart, queira aprcsenlal-as a J P. G.
firma
te-so (|
cao que fez o hoorado Sr. Coronel Jos de Rar-
ros ; e querendo o abaixo assignado mostrar a
Pernambuco, quo em taes materias nao teme
ao Sr. \ aulliier, pelo presente o desafia paru^
.rgumentar com elle em ditas materias em um
lugar publico, e pcr.inte pessoas entendidas, o
.espera que o Sr. Yaiilhicr nao doixar de acei-
tar este desalio, pena de ser posta 001 dflvida a
sua scienciu em taes materias, o de ser conside-
rado c mu detractor do crdito alacio : o abaj-
xo assignado espera que o Sr \ aulliier Ibe res-
ponda por esta folha, dentro de tres diis, con-
tados da publicacao deste ; assim como se re-
compensan quem os levar, ou delles der
noticia no sitio do Rombal, ou na ra Larga
ilo Rozari, luja do Sr. I.ody.
FHippt -\ery 'olaco.(2S
3 I). Cuilos Calvo, riulural do Rucnos-
Ayres, relira se para o Rio de Janeiro no pr-
ximo vapor a chegnr do Norte, levando em sua
companhia seu criado Feliciano Perda. (4
2 Roga-so ao M. estudanto de Olinda,
queveio, h i dias. com um seu amigo, tam-
bem de Olinda, ra da Cruz do Recifo na
venda, que nao ignora, e pedio para fazer u-
rua carta, c consentindo o caixeiro da dita ven
da, os ditos Srs. passro-se para dentro do
balcao, e um dlles por cassuada lirou de den-
tro da gaveta 4320 rs., e tendo se interrogado
aos mesmos Srs, a respeito, os mesmos disserao,
que dariao a mesmo quanlia logo, que rece-
bessem dinheiro ; o como se tem esperado at
hoje, o o dito Sr. nao veio satisfazer, poris-
so pede-se aos mesmos Srs. que hajiio do
quanto antes ir, ou mandar a dita quantia, e
se o contrario li/.er, pussar pelo desal>or de ver
o seu nome, e do seu amigo por extenso. (17
4 Avista da falta que constantemente ha
do rap de Lisboa nesta provincia, lembra-so
aos amantes desse genero nenhuma sensibili-
dad!' se pude sentir com esta falta, pois quo
havendo nos depsitos do Estevao Gasse da ra
da Cruz do Recife n. 38, e ra do Livramento
n. 13, um rap denominado Princesa meio gros-
soo dito grosso fabricado no Rio do Janeiro ,
o qual j he conhecido por immensas pessoas ,
c pela sua exccllenle preparacao se tem torna-
do rei'omHiendavel e merecido a estima de lliui-
los tomantes pela scmclhansa aquclle rap ;
por isso julga de seu dever advertir a aquelles a
quem dito rap nao he condecido que nao s
acharad hoje a venda nos depsitos, como a re-
lallu em algumas lojas desta cidade. (16
30 aba xo assignado pedo encarecidamente
a todos os seus devedore do 1835 1843, tan
tu nesta prava como os que so achao fra della,
que em attenco ao demasiado lempo que os
ha esperado, e as bous muneiras com que som-
pre os ha tratado, compareci em sua casa na
ruado Collegio n. 18 terceiro andar, ou na
'ra da Cadeia de S. Antonio n. 19 depo/ito
de farinba, no praso desesscnla dias para pa-
garem os dbitos aos quucs da o abaixo assigna-
do o abate de 50 por cento, Sobre o principal e
juros, e at fur qualquer outro negocio anda
mais vanUjOSO os de\edores, conforme o seu
estad > presento assim como avisa a aquelles que
nao compureccrem que usar para com clles
de todo o rigor fazendo publicar o seus nomes
pelas folhas, eempregando os mcios judiciaes
para cobrar as quantias por inteiro
Manoel de Souza Pereira.
3 Na relinacao das Cinco-ponlas n. -18 se
precisa de um caixeiro que d fiador a sua con-
ducta, preferindo se dos que ltimamente cho-
garaodo Porto. (4
2 Precisa-se de nina ama de leile, que so-
ja captiva, na ra do Rozario estreita n. 16. (2
2 Johnston Paler & C. J N. mudurao o seu
estabelecimento de ferragens para a ra da Sen-
zalla Nova n. 42, onde outr'ora morrao Fox
Si Stodart, em cuja casa se acha um completo
sor tmenlo de laixas fundidas c batidas, moen-
das para agua e bestia, e maquinas de vupor de
alta o baixa pressio, de orga de 8, 4 e 6 caval-
los inglczcs. (8
Permuta-se por outra mais pequea, sen-
; cdo Rro futuro da dita casa. Advcr- Smith, na ra du Sen/alia nova n. 42, assim do no ba.rro da Roa vista ou Santo Antonio,
due os armaiens e casa sao os mesmos como as contas particulares do unnuncianle at ou vende-se urna casa na ra \ ell.a.reita a mo-
vao Foi A Stodart... Recife, uo lim do corrente mez ; pois que. tendo do so derna, com quutro quartos. cosinba fra.quin-
O I. Secretario avisa aos Srs Socios, que os de Outubro de 18 (13 retirar para fra da p.ovincia, nao se responsa- tal con. seus arvoredos, e cacimba ; a casa acha-
bilbetes para a recita do da .?! do corrente '-.. -ir-mlr.. nno c. n, 1. bilisa or nunlnuer conta .
para
3 i Qualquer nrtstro carpina que se iche bilisa por qualquer eonta que powa apparecer e toda traveuda, para se leva
principSo a ser distribuidos boje, ds7boras as eireomstancias de desempenbar a obra da depoia do mencionado prazo. tendo p a sulu o corredorrorrados; na ra ve-
da manhaa em diante, em casa do Tbesaurei- I ponte da Tacaruna com loda a perfeicao ; diri- i 2 AJuga-sc urna pretinba para todo o ser- Iba n. 94.


4
Precisa-so do um caixelro Portuguez, de
46 20 aonos dandiilador a sua conduela,
e quesaiba ler, escrevor e contar ; na ra da
Florentina n. 3.
PreoJia-se de umeaixeiro para vender fa-
sendas pelas ras ; na ra das Agoa's-verdes
n. 66.
Joo Jos Ja Costa (ai saber a quem con-
vier, quo sbrio uma loja de alfaiate no becco
do Abreo n. 6 primeiro andar.
Offerece-se um Portuguez para trabalhar
de pedreiro ou pintura, estucador do tetos de
sala lisos ou com talha a gasso por com-
modo preco e da (ador a sua conducta; quem
de seu prestidlo se quizer utilisar. annuncie.
1Na casa do alfaiate do Jos Joaquim de
Novaos, na ra do Queimado se venden) fl-
gurins, chegados uitimamente ; assim como
continua a ter obras promptas.
=0 Sr. que tem urna preta de nome Joan-
na oceulta em sua casa no pateo do Carmo,
queira a entregar na ruado S. Bom Jess das
crioulas n.'21 ou na ra larga do Rosario
n. 13.
A possoa que quizer mandar fazer opas
para irmandade por proco commodo, dirija-
se a ra Nova n 63.
Quem liver para alugar um sobrado de
um andar, ou algum sot5o, com alguns com-
modos, sendo no bairro do S. Antonio e que
nao seja em ras exquisitas diria-se a ra
da Koda n. 23.
Quem precisar de um caixeiro de 18 a 20
anng^, que tem bastante pratica do venda, di-
rija-sea ra .Nova venda n. (5.
Offereco-se um homem Brasileiro casa-
do para foitor do engonho do quo to.n bastan-
te pratica lie bom vaqueiro, e entende do ou-
tras muitas cousas; na Solidado, indo pela
Trempe, lado dircito oo p da igreja n. n.
1 Aluga-se o segundo andar do sobrado n.
2, da ra do Queimado esquina do becco do
Peixe-lrito; a tratar na loja do mesmo sobrado.
1sSrs. Caetano Trras Pinto e o Revm.
Doutor Abbade Luiz da reguesia de Forreira do
concelho de Couro queirao dirigir-se a ra do
Queimado, loja n. JO a fim de receborom
umas.carlas ,' vindas de Portugal. (5
2- Jos da Silva Botolho mudou a sua re-
sidencia da ra do Fogo n. 8 para a ra Di-
reita n. Si. (3
2 Arrenda-se um grande sitio na estrada
do Arraial, com casa de podra o cal com 0
quartos duas salas, estribara senzalla para
escravos cocheira rio dentro do mesmo sitio,
por proco commodo ; a tratar cun Josefa Joa-
quina do Livramento, na ra da matriz da
Roa-vista n. 42. (7
2 Precisa-se de um homem para retinar
urna porcao do assucar, pagando-sopor arro-
ba ; na Solidade, venda da esquina quo volta
para Bellom n. 28. 4
2 Precisa-so alugar mensalmente urna
barcassa de 12 a l> caixas o prompla a via-
jar ; na ra do Collegio, venda n. 17. (3
2 Aluga-se urna casa para se passara fes-
ta emS. Anna defronte do engenho da Tor-
ra pelo rio e por trra defronte da venda do
Nicolao a qual he muito fresca e porto do
rio Capibarilio ; a tratar na mesma. (5
2Aluga-se urna boa casa na cidade de alin-
da ; a tratar na ra da Cadeia-velha n. 16. (2
2 Comprou-sepor ordem do Sr. Joaquim
Avelino lavares residente na cidade de Lisboa,
o bilhete n. 1321 da segunda parte da segun-
da lotera a favor da igreja de S. Pedro Marlyr
da cidade do Olinda. i
agencia Je /jussaporles.
2Na ra do Kangei tiro-se passaportes
para dentro e fra do imperio correm-se fo-
ihas edespachao-se escravos, ludo com mui-
ta brevidadoe preco commodo. 4
2 Copio-sc sentones, processos e todo
papel judial, ou outra qualquer escripturac'io ,
com muito boa lettra brevidade e por proco
commodo ; na ra do Rangel n. 34. 4
"2 O abaixo assignado con.stando-lhe, que
muitos devedores por corita dolivroda extincta
tirma de Novaes & Basto se persuadem, que
omesmoabaixo assignado tem ingerencia na
liquidacaodellas ; pola segunda vez laz ver aos
inesmos devodores que as quautias de seus
dbitos ficaro pertencendoao Sr. Joo Antonio
Martins Novaos com autorisaco nica do
mesmo Novaes poder usar no loro judiciario da
tirina de Novaos Basto em liquidacao o
para claresa de quem pertencer taco o presente
anuuijcio. Manuel Jos do Mugalhes Ins-
to. ;j3
Vendas
50 libras do raspas de vlado por 16/000
>0 ponta do viado qq 3/200
28 arcn ico branco 6*720
9 1/2 aquilao gormnado 7/600
0 antimoniaco cr .5/760
7 corat rubro pp 7/000
emplastro maior 7/200
15/36
3^680
8^640
2/000
3 200
4^006
#960
2 160
i/006
24 azibar
23 sandolo vormolho
8 bordana
2 quina
5 verniz
4 quina fina
18 <( gomma de batata
4 1/2 coralina
1 quina em p
?
Compras
2- Comprao-se3 vollasde transelim fino
um cordao grosso e urna medalba ludo d
ouro de le e sem leitio; quem liver annuncie 3
2- Compra-seuma Constituido Diocesana
em bom uso, ou velha, capaz de se encadernar
na ra da Cadeia do Recite loja de Jos (Jomes.
Leal. I
Comprao-se elTectivamenle para fra da1
provincia tratos de ambos os **m de u a'
20 annos agradando pago-so bem ; na rua
da (.adea de S. Antonio sobrado de um an-
dar de veranda de pao n. 20.
1 Compra-te um transelim para rologio
que tenha 3 a 4 oilavas sem foilio ; o um an- '<
nellao que tenha 2 ou 3 oilavas tudu de 0u-
ro de lei ; quem liver amnuncio. i
2 pedra medicamentosa 1#280
2 1/2 quina ordinaria 1/600
1 gomma amonicosa /6 40
1 epequncunha *x /640
7 alcatifa 7^00 0
2 1/2 epequacunha 2/soO
5 linimento de sabo ^/400
7 garrafas do agoa do C. do 2 Ibs. 5^600
2 ditas de agoa inglesa, grandes 1/01)0
6 garrafoes vasios 3/siO
70 potes azues de duas lihras 22^400
'29 panellas azues de 4 libras 11/200
21 panellas de 8 libras 13/440
4 ditas de 16 liLras 1 j'tio'i
28 redomas de vidro de 6 libras 6/720
7 vidros oitavados de duas libras 6/680
33 ditos redondos de 4 libras 13/200
54 ditos ditos de duas libras lu/800
87 ditos de urna libra 13/920
18 ditos de libra e mela 2/i60
6 ditos de 4 oncas /600
120 garrafas vasias 4/Soo
2 ditas grandes ^io
8 frascos de 4 libras I/20
36 botijas vasias j^0
3 garrafuihs vasias /l80
ludo se vendo no sobrado n. 120 sito na rU8
Direita desta cidade no primoro andar, jas
6 as 8 horas da manha e das duas as o a
larde. f46
3-Vende-sea nova paula das Alfandegas
'ue deveser posta em execucao no dia 11 de No-
vembro ; na praca da Independencia livraria
ns. fie 8 por 1600 rs. (i
3Vendem-se as bomfeitorias e posso de 6I>
bracas quadradas de um terreno com trente pa-
ra 3 ras, sendo a principal a da Aurora; dem
do 400 bracas de outro terreno com trente para
duas ras sendo a principal a do Hospicio
para Olinda e junto a ponte ; dem de 600 bra-
cas igualmente quadradas de outro terreno na
continuacao da mesma ra do Hospicio em
que desfechao duas ras trar.sversaes ; afo'ro.
se varios terrenos dos alagados e subloco-se
outrosj beneficados o lodos ellos com (rento
do ra, segundo a planta do novo bairro de S.
Amaro existente na Cmara deste municipio o
em conformidade da mesma se daro ttulos aos
escriphiteutas ; os pretendentes pdem fallar
com Manool Luiz da Veiga em sua casa at as
8 horas da manha e das duas da tarde em
diante. (J8
3Vende-se um urub rei; chapeos do Chi-
le superiores ; tabaco simone da Cachoeira
da Baha ; na loja da ra do Crespo, ao p do
arco de S. Antonio, que vira para a cadeia.
3 Vendem-se superiores livros de medici-
na e cirurgia em francoz dos melhores au-
tores, e muito barato; na praca da Indepen-
dencia, loja n. 5. a saber; diccionariode sun-
elas medicas, 60 v. ; J. Cloque! anatomio des-
criptivo, 3 v. com eslampas ; diccionario de
frncez para portuguez 2 v. Nouveaux. ele-
mentsde botaniqoe, 1 v. ; Szerlecki, diction-
naire de therapeutique, I *.: diclionaire de
medicine, 1 v.; Andral, palhologie, 1 ; Capu-
ron, maladiesdos femmes, "2 v. ; Velpeau me-
dicine operatoire, 3 v. com estampas; F 'Bor-
ges medicina foronso I v. ; Alibort Clinique
delhopital Saint-Louis, 1 v ; Berzelius, trai-
te de chume, 8 v. ; Jornal dasselencias medicas
/ v. ; Dchatele!, higiene publique 2 v ; Cu-
vier, quadro dos animaes, 1 v. ; Le regne ani-
mal, 3 v. ; Lassaiune, diclionaire des ractifs
Vavasseur matire medcale I v. ; Mello '
fisiologa I v. ; Bicherant, pbisiolog'ie ,lv.;
Nislen, diclionairo de medicine I v. ; L. F.'
Gaste, abrege da medicine 1 v. ; Chimica ele-
mentar, i v. ; Dupolet, magne animal 1 v ;
rormacogi do cdigo I v. ; Cdigo farmacuti-
co I v. ; Archivo Thcalral ,1.; Elemento de
anatoma 2 v. ; Manuel des maladies vnrien-
nos I v. ; Manuel des aspirans en medicine, 5 v.;
Petitmanuel de anatomie descriptive 1 v. ;
Baudelocque principe de accouchement,
v. ; Cours elementaire de agricuilure 1 v.
Manuel de hommopalbie 2 v. ; Ricardo fo'r-
oiulaire, 1 v. ; Formulario, 1 v. ; Cense, sys
temo phrenologique, I v.; Clioeque cirurgicale,
1 v. ; Combe, phrenologie 1 v. ; Palhologie '
1 v. ; Palhologie general, 1 v.; lavares, pbar-
macia cologla, 1 v. ; Bocl.e et Sansn, palholo-
gie, n v romnend de Rctonics, 2 >. diciio-
naire francais-portugais 2 v. (36
2 Vendem-se sacras com Tarlnha de supe-
rior qualidade. vindaideS. Matheus, a reta-
Iho a 25 da Cruz armasen) n. oi. >\
2\t-i.ile-se um cabra muito robusto pro-
prio para todo o servido ; na ra da Cadeia do
Recile, luja de Jui da Cunha Magaihaus. (3!
2 Vendem-se duas lindas escravas reco-
Ibidas, proprias para mucama, uina dolas
he mulata coso, cosinha e engomma com por-
feicao e a outra he preta com algumas ha-
bilidades ; na ra ostroita do Rosario n. 34, pri-
meiro andar. 6
2Vende-se urna linda escrava cosinhoira,
engommadeirac costureira ; na ra estroita do
Rosario n. 3i, primeiro andar. (3
2Vende-se um sobrado de um andar o doux
sotaos a pouco tempo acabado, em chaos pro-
prios com quintal o boa cacimba ; na ra do
Fogo n. 27; a tratar na ra estreita do Rosario
n. 10 terceiro andar. (5
2 Vendom-so bicos do diversas larguras ,
br ancos o pretos, fitas de setim, sarja c garca ,
luvas de seda com dedos e sem ellos a 320 rs. ,
ditas compridas com palmas, ligas de burra-
cha a 200 rs. o par, oculos de armacao. bran-
cos e de cores ditos ordinarios, caixas redon-
das do tartaruga papel almaco e do peso de
2500 ato 3*200 rs. a resma, caivetes finos,
thesouras finas o ordinarias cartas francesas
e portuguesas abotuaduras amarellas solim,
du/aquo, veludo e de massa, missanga bran-
ca para rosarios o do nutras cores fil do li-
mbo lavrado a 1100 rs. a vara dito liso a 500
rs. e outras muitas miudosas, por preco com-
modo ; na ra do Cabug loja n. 1, do Fran-
cisco Joaquim Duarto. 16
1Vende-se farinha de trigo americana de
superior qualidade em porces grandes e pe-
quenas ; em casa de Me. Calmont \ Compa-
nhia na praca do Lorpo Santo n. 11 ou na
ra do Apollo, armasem n. 6. (
2 Vende-se urna fasenda de criar gado ,
tanlo de verao como do invern, tem bom pas-
to tanto mimoso como agreste sita na co-
marca de Garanhuns denominada Fasenda-
nova, tem 3 quaitos de legoa quadrados.casa
nova coberta de tolha e curra! principiado ;
na ra do Livramento loja n. 8. i7
2 Vende-so um transelim de ouro um al-
finotede peito una volta de contas para se-
nhora 2botoes de aberturas, dous pares ditos
parapunho, dous cordoes urna rica meda-
llifi urna crur, urna moeda encastoada um
rologio do prata dourada tudo obra modema
o por preco commodo ; na ra Nova n. 55. (8
2 Vendem-se pellos de marroquim de to-
das as cores a 1/, 1200 e 1400 rs., e sendo em
porcaoeem duna da-se msis barato ; na ra
Nova loja de ferragens n 25 de leixeira #
Andrade. (5
Vende-se urna porcao de pennas de ema ,
por preco commodo ; na ra da Conceicao da
Boa-vista n. 20.
Vende-se urna cabra moca do 20 annos,
engomma, cosinha lava e cose aftianca-se a
boa conducta, por preco commodo; na ra
larga do Rosario n. 46, primeiro andar.
Vendem-se dous moloques de bonitas fi-
guras de 14 a 16 annos bons pagens, servem
bem a urna casa e ptimos para todo oservi-
co ; 'urna bonua mulata de 18 annos, recolhi-
da propria para mucama sabendo perfeita-
mente engommar, coser e faser todo o mais ser-
vico do urna casa ; urna negrinha de 10 anUbs,
de bonita figura ; ra Direita n. 8l
Vende-se urna preta para se comprar um
prelo a qual he lavadeira cosinha com aceio,
vende na ra, e he mullo fiel; na ra da Flo-
rentina n. 3.
Vende-se um cachorro atravessado, de
muito boa raca e outro d'agoa de boa qua~
lidade, vindos prximamente do Porto ; no
Atierro da Boa-vista padaria n. 66.
Vende-se urna escrava crioula de 22 annos,
cosinha, cose e lava ; duas ditas de nacao, pro-
prias para todo o servico c sao ptimas qui-
tandeiras ; um mulatinho de 7 annos, por pre-
co commodo; na ra das Cruzcs n. 41, segun-
do andar.
Vendem-se esporas de mola de ac e do
ultimo gosto e fumo da trra; na ra do Quei-
mado loja n. 4.
Vende-se panno de algodao da ierra, mui-
to bom a 220 rs a vara ; na ra do Queimado ,
n. 27, loja da esquina quo vira para o largo
do Collegio.
Vende-se um quaito e urna egoa pro-
pria para qualquer servico ; na ra do Ran-
gel, venda n. 50.
I Vcndom-se garrafas com muito rolao
hamburguez, ehegado uitimamente ; na ra
Nova n. 6. loja de J. P. Mmed*d Almoida
i Vendem-se queijos novos chegados pelo na-
vio a 1200 rs., manteiga ingleza a 500 rs. o
francesa a 560 rs., paios a 280 rs letria a 2So
rs. talharim a 200 rs., cha hisson a 1900 rs. ,
viuhoda Figueira a 1760 rs. a caada ca gar-
rafa a 240 rs. presuntos para fiambre a 320
rs. batatas a 60 rs. carne de porco muito
nova para as boas feijoadas a 60 e 80 rs. e todos
os mais gneros de venda por preco commodo;
na venda da esquina da ra do Aragao n. 43.'l
1 Vende-se potassa americana e russiana ,
em barris pequeos muito nova e chegada l-
timamente ; na ra da Cadeia-velha armasem
n. 12, de Henrique Bernardos de Oliveira &
Companhia. n,
iVende-se um molequecrioulo de 14 an-
nos proprlo para pagem ; as Cinco-pontas
.71. (3
1 Vendem-se couros miudos em porcao
seno em barris e palha do carnauba ; na ru a'
da Crui, venda de S Araujo Jf Irmo. (3
Vendem-se 120 garrafas vasias, carne do
louciobo a 'o rs. a libra ilnho engarrafado
a 320 rs., toucinho do Lisboa a 260 rs. caf
em grao a 140 rs. manloig.i a 640 rs.. m. jj
tompeiro a 240 rs dita de porco a 360'rs., ve-
las do Porto imitando a espermacetoa 360 rs
a libra muito alvas, llnguicas do sertao a 400
rs. r quartinhas da Baha dodifforcntes pa'drdos
muito em sonta; na ribeira da Boa-vista, ven-
da n. 1. (lo
1_ Vendem-so gigos de vinho de Champa-
nhe do primeira qualidado o caixas de marro-
quim superior e muito bom sorlido ehegado
ltimamente de Franca ; na ra da Cruz n. 15,
1 Vende-se, com 30 por cenlo de rebato
urna divida de756,510 rs. com execucao ap-
parelhada prompta a fazer penhora, e contra
originario devedor Antonio da Silva ; este de-
vedor acha-se na corte do Bio de Janeiro, cum-
prindosentnca altando-lhe 6 mezes para o
cumprimenlo della na fortalos da IIha das
Cobras, sondo juiz dos presos da mesma for-
talesa com negocio dentro da priso da mes-
ma no valor de mais de 2:000,000 de rs. e
com muito crdito naquella corto ; esta execu-
cao so vende com esso rebate fiada dando o
comprador fiador at que cobre a dita divida,
quo est muito segura e he negocio muito
vantajoso para qualquer possoa que ando ne-
gociando para aquella corto ; a tratar na ra
Nova deS. Amaro, sobrado novo do Mosquita.
1 Vende-se bom milho novo om saccas a
4000 rs., farinha do S. Matheus o Cravellas a
3200 rs. o alqueiro da medida velha e da me-
dida nova a 1280 rs. gomma do mandioca a
10,000 rs. o alquoire da medida velha, saccas
com farinha de primeira qualidade a 5000 rs. ,
ditas de segunda a 4000 rs., ditas de terceira a
3200 rs. ; no deposito de farinha da ra da Ca-
deia de 6. Antonio n. 19. ,9
1_ Vondem-so 3 negrinhas de 12 a 14 an-
nos de bonita figura e sao proprias para to-
do o servico ; um preto de 30 annos canoeiro;
na ra do Rosario da Boa-vista n. 48. 4
1 Vende-se urna negrinha do 14 annos,
muito linda com principios de varias habili-
dades ; urna mulatinha de 16 annos rccolhi-
da de muito boa conducta e he ptima para
mucama e com varias habilidades ; um mts-
lequede 13 annos com principios de cosinha;
um dito de 8 annos ; 4 escravos do nacao, pti-
mos para o servigo do campo ; 3 escravas de
meia idade com muito boas habilidades ; na
ra Direita n. 3. (10
1 Vende-se farinha de trigo amoricana.de
boa qualidade, chegada polo ultimo navio,
por preco commodo; em casa de Geo Keuworthy
& Companhia na ra da Cruz n. 2. (4
I Vende-seo gurda-livros moderno, eco-
noma poltica licoes do direito publico, com-
pendio de geographia Labordago, aventuras
de um morgado diccionario portuguez o fran-
cez, contracto social aphorismos politicos; na
praca da Boa-vista botica n 6. (0
1Vende-se um piano quasi novo de boas
vozes o por preco commodo ; no largo do Terco,
sobrado n. 2o. |3
1 Vendem-se saccas com farinha de man-
dioca de superior qualidade, ch.gada lti-
mamente de S. Matheus a 2560 rs. ; na ra
da Cruz, armasem n. 54. (4
1 Vende-se a venda n 7, no Becco-largo
do Recite, a dinheiro, ou a praso, com os fun-
dos, que o comprador quizer tem commodos
para familia, e o aluguel he muito barato; a
tratar na mesma venda.
1 Vende-se, por precisao, urna escrava de
Angola, de 20 annos e he de bonita figura ;
I na ra da Florentina n. 2. (3
1Vende-se ladrilho do marmorc por pre-
co commodo ; na ra da Mocda n. 7, primeiro
andar ou a tratar com Fumino Jos Folis da
Rosa. (4
1 Vendem-se saccas com farinha do man-
dioca com um alqueire raso da medida velha a
"2240 rs. elevando a sacca a 2/rs. de boa
qualidade ; na ra da Cadeia, armasem de Fer-
nando Jos Braguez ao p do arco da Concei-
cao (6
Vende-fe um sellim quasi novo para
montara de senhora ; urna taboleta de ourives,
em bom uso douscanteiros para pipas uma
sorra grande para serrara dous espelhos de
parede tudo por preco commodo ; na ra de
Agoas-verdos 0. 15.
Vende-se uma oscrava cabra de 18 annos,
cosinha, cose, lava de sabao engomma fat
renda e lavarinlo ; na ra do Livramento n. 2'i
2 Vende-sc um bonito quaito muito no-
vo e possante, bom carrogador e serve para se-
la e cangalha ; na ra Augusta n. 33, casa de
Antonio Deniz. (4
Escravos fgidos
1 Gratiticaco do IoO/OOO rs.
Que se garante a pessoa que possa appre-
hender o escravo Luiz crioulo Jo Angola de
20 annos, bem feito, magro, apontano -Ihe
o buco de barba, falta-lhe a unha do dedo pol-
legardeum p ; foi esclavo do Bufino Luir
Henriques quo n.orou na cidade de Olinda ,
etrsbaibou poio vAotode alfaiate ; fugio do
bordo do briguo Encantador, a 22 do Margo pss-
sado sendo o seu senhoro capilo do mesmo
brigue, Joao Francisco Fernandos ; quem o pe-
gar levo a ra da Cadeia 11. 45, casa do Amo-
rini Irmaos, aonde sendo reeonhectdo pelo pro-
prio recebor u quanlia a cima ollerecida. 14
Hc.ikpb hiTtp. oh os !'. i,u f*ma. 18*4.


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