Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05209


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Full Text
Annode 1844.
Sabbado 26
de Onlabro
0 PlAB.10 publica-ie lodo o> das que nao forem santificidoa : o prego da aiaignatura
h> fr.-aiia, < oa doa que nao forem raio de 80 rea por linha. A rolamafffr-i deresa ssr Jiri-
gidaa cala iyp., ra daa (.ruin n. 34 ou a praga da Independencia loja da lirroan a 8
PARTIDA DOS CORRE10S TERRESTRES.
GoiarirU, l'arahyba, segundan^- ae.Vlaa feira Rio Grande do Norte, ebega a 8 (22 e pai
le 10e 4,Cabo, Serinhaem Rio Formato, Macey, Porto Cairo, t .lagoai: nol.:
Hi i (lacada mea. Garanhuns e !l..nilo i lilr | ata IJt 'J8 dilo. Cidado da Viotoria quinlai eiraa.Olimla lodoi o daa
das da semana.
21 Sag a. rsula. Aud. do J. de D da i r.
22 Tero a Mara Salom. Re. aud. doJ. da D.da 3 r.
1 i Quarla a. J.ijo Capislrano Aud do J. de I), da i y.
J Quinta a Rafia I Arcanjo Aud do J da D da 2. t
25 Sexta s Cbrispim e Crisoininno. And doJ. da da 2. y.
2^ Sab i. Erariso Re. aud. do J. da D. da i. T I
'.'7 Don a. Elesbfm Imperador.
a*
Anuo XX. tf. 241-
Tudo agora dapanda da aa aaaaoi; da diiiii prudencia. eodaragSo- a anargia : roa-
t'V* *'n-'J*>" ooao principiiaoa a aerea-l apuntado* coa Mairag m anlra aa naguas mi
(Proelamag.i.. da Assaablra Geral du arartl.)
i i'? OUTUBIO. oooipra enda
Out> -MoedacU 6.WU V. 7,500 17.7U0
i N. 17.3U0 17.00
w da 4,00 y. 500 J.VUU
f'rala - f alan"*.. i.yio i'Jili
a PeaOI culummiiarea I S 1,000
ti Ditol nraicano I.ICO \ 8
caiiiioi no pi,
f Cambio! aobra l.oorbr 5e 11 i <>,,,
/ Paria S80 rea por (rlnco
I y Liaboa Upor 100 de premio
rfoeda.'.i cobre aupar
dem di luraa Ji bou firaaa i pOr o,o
PHASES DA LA NO MEZ DE Ol II BRO.
La ohaia a 36 aa 9 h>ras e 41 rain, da m i l.uanoaa a 11 ai 9 L, a 4 uiin da larda.
Minguanta ala-' bota! a -i min Ja lar.le i -..>'" '' a S o al jj I tarde.
PfCHnar o! Aq/e.
' riiara as 4 li ira min .'0 da t r c. | Set'unili, al 4 lir.i ii minulOI da larde.
mu II lili lllllll J| 'f-'-iT '.''J-.?i>--:>iiM;tlN.
!.', ..TOTTiT'. '
~-> ...ial *. :-^i*j>JiUa.i -
ta6'.-Ji.i--Mf,-"aV..l
ERRATAS DO DIARIO N. 2,0.
No meio da I.* columna da I.' pagina cm lu
gardo Almirante deve lr-se Alloma -
nha
No fin. do 2. artigo do Exterior, na 2." co-
lumna da mesma pagina cm vez deTouson
dovo lr-seToulon
-Rrssrse;
Governo da Provincia.
EXPEDIENTE 1)0 DI \ 21 DO CORRENTE.
OficioA' Mesa Parocbial da freguesia da
AssumpcSo da Boa-vista declarando em res-
posta ao seu officio do 28 de Setembro prxi-
mo passado que, no caso do se nao lerem a-
inda concluido as cleices primarias naquella
freguezia devem S. mes. proceder novo
recebimento do cdulas, depois de preenchidas
lodas as formalidades, determinadas no decre-
to n. 157 de 4 do Vfaio de I8i2, o marcado
um dia para a sua reuniao e comparecimento
doscidados votantes; e adverlindo a, deque,
so com effeilo nao estiverem eitos os eleitores,
essos, que se vo novamente eleger, servirlo
smente para as eleftes, que por ventura t-
verem d'ora em diante lugar durante a nova le-
gislatura. Communicou-se ao Presidente da
Cmara Municipal da Roa-vista.
Dito Ao Engenheiro em Chee das Obras
Publicas, ntelligenciando-o d'haversido ap-
provado o orcamento dos reparr.s da ponte dos
Afogados; e ordenando, que organise as con-
dices para a arremataran d'esta obra.
DitoAo BncliTcl Jernimo Salgedo de
Castro Accioli concedendo-lbe a demissao ,
que podio, do lugar de 5. Supplente do De-
legado do 1. dislriclo do termo d'esta cidade.
Communicou-se ao Cbefe do Polica.
DiloAo Inspector d'Alfandega.scienlifican-
o d'baver concedido ao respectivo Ouarda Ma-
nuel Jaquiiti do Prai/O a demissao que do
sou lugar pedio no requerimento por S. me.
informado em olTicio de 18 d'este mez.
Dito Do Secretario da provincia ao Tbe-
soureiro das loteras do tbeatro, communcan-*
do que o Exm. Sr Presidente da provincia
concorda em ser transferida para o dia 27 de
Novembro prximo findo aquella cuja extrac-
<;o ji se acbava designada.
IlM DO DIA 22.
OfficioAo Commandanlo das Armas de-
clarando em resposta ao seu officio de 18 d'este
mez. que dos dous avisos da Secretaria da Guer-
ra quo trato da passagem do Particular Sar-
gento Ajudante do i." batalho de Fuzileiros,
Francisco Xvier Rourigues de Miranda, deve
de preferencia ser executado o de 22 de Setem-
bro ultimo, quo determina a dita passagem pa-
ra o 4. batallado de Artilharia p ; oque, se
neste aviso se di/, pertcncer aquello Particalar
ao 2.a batalho da mesma arma, be pela razSo
de considerar-se j'i verificada a passagem ordena
da no de 30 de Agosto
tas pracas devem de ser por all soccorridas de
sold do dia 11 em diante o de etape do em
que desembarcaren).
DitoAo mesmo Exm. Sr. transmitlindo-
Ibe, para que bouvesse de lr, o officio quo a-
cabava de receber do Commandante do destaca-
mento do Brejo
Dilo Ao mesmo Exm. Sr., requisitando-
Iho a conveniente orden para screm recebi-
das no Arsenal de Guerra 20 espingardas de
adarme 17 pertencenles acompanbia de Art-
fices sendo concertadas 13, e trocadas 7.
DitoAo Commandante do destacamento
do Brejo, dizendo-lhe que ficava intelligen-
ciado de quanto relalava no seu officio do 28
do mez prximo findo que boje fera rece-
bido
DitoAo Cjuartel-lWestre dosegundo bata-
lho do Artilharia a pe, autorisando-o a pa
gar os fornecedores do Hospital Regimental a
importancia dos gneros fornecidos no mez de
Setembro, segundo a conta annexa ao seu offi-
cio dirigido ao Ajudante de ordens continu
ando elle CJuarlel-Mostre, cm quanto o bata-
lho se achasse fura da provincia, a fazer as
uiiccoos de Agento do mesmo Hospital, por
assim convir 8J servico, satisfazendo nos lem-
pos devidos ai s fornecedores.
dem do da n. 15.
OfflcioAo 'Pnente Coronel do segundo
batalho de guardas nacionaes aqueridada,di-
zendo-lhe, que cm considcracSo aos motivos
allegados pelo guarda Antonio Manocl Dias! de Mogador.
Paredes, c vista da sua inlormacao cunee
dia a faculdade que o mesmo Guarda pedia
para ir a S. Miguel dos Barreiros devendo li-
car excluido do aquarlelamento durante o lem-
po da sua ausencia.
DiloAo Mejor Commandante do corpo de
guardas nacionaes destacado,communicando Ihe
em resposta ao seu officio de 12 do corrento,
que mandara anuullar a praca do soldado Do-
mingos Soriano Ferreira da enmpanhia de Ar-
tfices cujo Commandante determinara ,
que Ib'o mandasse entregar a fim de ser jul-
gado em concelho do guerra como desertor que
he do corpo do seu commando.
DitoAo Capilo Izidoro Jos Rocha do
Brasil (em data do 13), ordenando-lhe que na
a victoria do Isly, o bomhardeamento de Moga-
dor, o a occupacSo de urna illiola no seu por-
to. No inlervallo d'esta ultima lico, o Impe-
rador Mouro julgou conveniento alterar o seu
proposito e pedir a paz ; e esta Ihe foi conse-
guinlemente concedida sob as mesmas condi-
voes que Ihe forao proposlas anles decomega-
das as hostilidades. Os l'rance/.es nao tirarao
vantagem alguma das suas facanhas. A pa/
esl restabelccida Mogador evacuado ; o as
relegues territoriaes da Eranea com Marrocus
sao exactamente as mesmas que crao antes das
hostilidades.
Franca Warrocos.
Despacho Telegraphico.
Bayonna 15 Setembro.
Transmitido pelo Principe de Joinville
condado ao Sr. Olivan Teremos conseguinte-
mente 8 Ministros em vez de 5.
' om ludo jomaos o correspondencias do
Madrid com dala de 8 diziiio que tinhao
ressado em porta os boatos das projectadas
mudancas ministeriaes. O Sr. Martnez tle la
Rosa era anda esperado, e Mippilflba-M quo
chegaria na nouleseguinte. (dem.)
.'iJgl'l'J'-'-''. '^"'(''^aar-aaMaaaaaaaaBaaaa n n iiii ai i Jm
Cora ni rnicado.
Muilo eslimamos, que o poqueno artigo do
n. 225 d esto Diario excitosse os brios do or-
gtto sabio da sociedado de tavernoiros da Bou
vista,e (i/esse apparecer em o n.222 do I). novo
de 11 do crrente a primeira parle da sua res-
posta a DOMO communicado, inserto em o
ao Ministro da Marinha e pelo Duque de 191 d'este jornal. Sentimos porem, que o
Gluchsberg e M. Nvon ao Ministro dos Neso- (correspondente, esquocido do direito.que todos
r i..... i.. :____:_ i:_____ j..____ _____
cios Estrangeiros.
Tnger, 6 de Setembro.
O Governo de Marrocos pedio a paz. A es-
quadra chegou boje frente de Tnger. O go-
vernador da cidade foi a bordo,e ronovou o seu
pedido. Eorao-lbe intimadas as nossascondi-
i.jes, aeccitas por elle e assignado o tratado.
No decurso do dia foi reintegrado o Cnsul Ge-
ral (Francez), o a sua bandeira salvada polo ca-
n\io da cidade.
Esta noute so expediro as ordens para
cessar toda a hostilidade
evacuar-so a Iba
(Timet.)
ilKSPAMIA.
0 jomaos ministeriaes d 4 de Setembro j;
annunciavao todos, mas anda nao oflicialmen-
te, a composicodas dissidencias entre a Hes-
panha o. Marrocos.
Cria-so quo o Governo Hespanhol nao hesi-
tara em assignar o tratado, e que brevemente
apparecria na (incita a sua ratificacao. Dizia-
se haverem-se expedido ordens s tropas que
compunho a expedicao contra Marrocos, para
vollarem aos st-us primeiros quarleis.
As eleiedes om Madrid continuavao a ser
favoraveis aos Moderados cujos candidatos,
Martnez do la liosa, Alcal Galiano.o Duque de
Castro Terreno, o Mrquez de Miraflores, &c.
manbaa do 14 o mais sedo que fosse pos- | linho oblido para mais de 500 votos. Os ab-
sivel, livesse formado (oda a forea do seu com- solutistas ficavao anda n'uma insignificante
Commando das Armas.
EXPEDIENTE DO DA 14 DO CORHENTE.
OfficioAoExm. Presidente, enviando-lbo
os inappas de n. 1 a 4 da forca de linha e
guarda nacional destacada na provincia per-
tencentes ao mez de Setembro ultimo, para
que se dignasse de os transmitir Secretaria
d'Estado dos Negocios da Guerra.
DitoAo mesmo Exm. Sr., enviando-lhe
a re ac o nominal dos que.no mez prximo pas-
sado assentarSo praca voluntarios c recruta-
dos.
DitoAo mesmo Exm. Sr., rogando Ihe a
expedicao de suas ordens a Pagadura Militar ,
para screm abonados de sold os trez Officiaes
do destacamento do 4. batalho de Artilharia
a p, quo marchro para as Alagoas, o as
97 pracas de pret, 6 sold vencido do l.a 10
docorrente, sendo necessario communicar ao dicoes for3o regeitadas e as consecuencias
Exm. Presidente daquslla provincia, quo es-1 foro a demolicao das fortificacoes de Taoger,
mando, separando dellr 100 pracas, inclusive
2 Officiaes, passando-lhes revista no armamen-
to e dostribuindo Ihe o cartuxame competen
le, c nesto estado devia esperar por elle abordo,
ou que llie transmittisse as necessarias oTilens
sobre o deslino que deviao ter as referidas 100
pracas, assim como a cerca do cesembarque
das outras 100.
PortaraAo Commandante da companhia
de Artfices, mandando annular o assentamen-
to de praca do soldado Domingos Soriano Fer-
reira, por ser desertor do corpo de guarda na-
cional destacado, a cujo Commandante o devia
em etter preso, para ser julgado em concelho
do guerra na forma da le.
~~m_ .11 *!' nT*
EXTERIOR
Londres, 17 de Setembro de 184*.
Esta restablecida a paz entro a Franca e
Marrocos; e a ilha de Mogador, que os Fran-
ceses haviao temporariamente oceupado esta
evacuada. Esta cessaco das hostilidades leve lu-
gar sob as mesmas condices em que os Fran-
cotes tinh5o insistido desde o principio e a que
por ultimo occedrao os Mouros. Essas hosti-
lidades comecarao em consequencia de certas
queixas da parte dos Francezes a respeit > da
violacao da neuiraiidade de que o Imperador
de Marrocos se linha feito culpado patroci-
nando 8$ incurs5es de Abd-el-Kader. Os
Francezes empenbro-se a nao entrar em hos
lilidades com o Governo Mouro, com tanto
que se cumprissem certas condices. Essas con-
nunoria
A 5 linha o Ministro da Marinha vollado a
Madrid. O Governo havia recebido a confir
macao offii ial da composicao das dissidencias
entre a Hespanha e Marrocos.
As noticias de 6 do a convencao por con-
cluida, o dizem que linha sido enviada a Tn-
ger para ser ratificada pelo Imperador. As c-
Ici'oes ainda continuavao cm Madrid e as
provincial a ser favoraveis ao Ministerio.
Segundo avisos eitos do Bayonna a 8, an-
davao os Carlistas activamente intrigando as
provincias do norte da Hespanha. Os Pro-
gressistas por oi.tro lado nao ostavao o ciosos.
Tinlia causado consideravel sensacao ao longo
da fronleira o repentino desapprerimnto do
General Zurbanoda sua fazenda sita na visi-
nhanca de Logroo. O Duque de Rianzares
(o celebro Muoz) linha passado por Bayona,
decaminho para Pariz.
As noticias de Madrid, datadas a 7. diziao,
que o boato do urna modificaco ministerial co-
mecava a assumir alguma apparencia de proba
bilidade. O Castellano contem a esse respeito
o artigo seguinle :
Pessoas commummente bem informadas
assegurao-nos que se projecla urna reforma
ministerial; quooSr. Mon ser removido pa-
ra a Reparticao dos Negocios Estrangeiros o
substituido na direceo das (naneas pe! Sr.
Orlando; quo o Sr. Burgos ser nomeado Mi -
nistro do Interior, em lugar do Sr. Pidil o
qual ha do encarregar se da Reparticao dclns-
truccao Publica que vai crear-se; que o Sf, Ar-
mero continuara a estar 5 testa da Administra-
cao da Marinha; e que se lormar um novo Mi-
nisterio de Commercio e Colonial, o quai ser
teem, de intervir na discusso dos negocios p-
blicos, e dcsc nhecendo a maneira decenio,
com que traamos da materia, enchejse a sua
resposta de picantes allusoes i pessoas, que ne-
nhuma parle tiverao na publicaco de nossas
ideias, u a quem jamis quizemos expOr ao
odio do correspondente, nern as palestras das
tabernas. Esta s consideratao nos faria aban-
donar o campo ao gladiador ; mas esperamos,
que essas mesmas pessoas nos farao justica,
certas de que a maledicencia do corresponden-
te nao podo fazer brecha na sua repulacao,
que lano parece incommodar ao correspon-
dente. Tomaremos pois sobre m>s todo o peso
dos improperios, o perderemos por osla vez
alguns momentos em analysar a mencionada
resposta.
No primeiro artigo entra logo o correspon-
dente as suas malignase fallaces suspeitas, o
suppondo-nos unidos mais laboriosos susten-
tadores da lucia,e quc o seu mais compromet-
ido creador, honra-nos, notando o torneio
da nossa frase, a parte que tomamos na mate-
ria, e a maneira ctreumstanciada, com que a
desenvolvemos.
No segundo e tereciro artigos diz o correspon-
dente, oque todo o mundosabo, isto he, quo
lie de reconhecida ulilida le o estabelecimento
de pesos e medidas certos c convencionados,
pelos quaes se regulan as transaccoes ntreos
homens ; t que todas as Nacoes cultas teem
padres para regular pesse medidas,designan-
do a sua capacidade e materias punindo
aquelles que usurera d'elles falsificados A/c. Ijc.
-~e s no fim do terceiro artigo toca na mate-
ria sujeita, quando pergunta, onde se exige
que cada vendedor tenha um certo numero de
pesor e medidas,e qual a utilidade publica que
apadrttihe semelhante exigencia ? Ora, ou ho
muita simplicidadc do correspondente, uumui-
ta facilidade em suppr a todos que o lerem,
simpliicos, o ignorantes .'
Sendo necessario cntregar-se cada um ce-4_,
ta especie do produeco, necessitando ao mes-
mo passo de urna mullidao de difieren' t,s pro_
ductei- para prover as suas precisos, reconbe-
cid he a necessidade de comprar ca(ja urn 0
que precisa, e de vender o .|U0 Ihe sobra ;
sondo variadas as precisos e circunstancias,
compro uns ern maior, outros om menor
quantidade, e daqui a necessidade de pesos o
medidas para so regularen, as quantidades de
productos, de que cada um tem precisSo : e
para satislazer-se de um modo regular e exacto
essa necessidade publica, estabeleceo-se certo
numero de peso* e medidas sudlcientes para as
Iransacces. (uem faz pois_profissaa de ven-
der ao publico as dilTerentes quan'.idadcs de
cada producto, do que teem precian os com-
pradores, tem necessidade de ter todos os
pesos e medidas, peias quaes, segundo o sys-
tema adoptado, se podo e dovo pesar e medir,
por assim exigir a profissao a carcter, com qu
se aprsenla ao publico : e como os que com-
pro, ou vendem, seja qual for a quantidade
dosgoneros, teem direito a exactido dos pe-
soso medidas, devem todos ser aferidos. Por
outro lado, be apparecer comprador para quon-


s
tidade, de que o vendedor nao tenha peso, ou
medidas, pode o inlcresse seductor do lucro
leval-o vender por medida arbitraria em pro
juiso do comprador, que pela preciso nao
podo deixar de comprar: e como provenir este
inconveniente, senao esljbelecendo um nume-
ro cerlo de posos e medidas, polos quaes so pos-
gao pesar, o medir todas as quantidades exigi
das i* Que outra cousa so deprohonde da le
do 1. do Uutubro de 1828, pelo mesmo cor
respondente citada ? I'ica pois clara a util-
dado de tcrein os vendedores tornos completse
exactos para t dos os productos, que vendein
ao povo. o mesmo communicado do cor-
respondente tiramos argumentos : vejamos as
suaspalavras. =./)esneceisario e ocioso he, di/,
elle no cita lo artigo segundo, remonlarmo -nos
com grande des nvolvtment necessidade de
stabelecer pesos e medidas certos e convenci -
nados 6cSe o correspondente reconhece a
necessidade do estabolecer posos e medidas cer-
tos [e convencionados, como pergunta um quo
parte do mundo ie exige, que cada vendedor
tenha um corlo numero de pesos e medidas ?
So os pesos e medidas devem ser certos e con-
vencionados, lio evidente, que devem c oslar
de um numero neeessaiio para o uso as dife-
rentes transaccoes ; e so esso numero he ne
disemos: c quo as tosloinunhas gradas s8o os
proprios taverneiros litigantes, quo promiscua-
mente sao reos, c lestemunhas, alguns eaixei-
ros d'estes, e outros to miseraveis, que pa-
recio mendigos.
Diz mais urna alsidado o correspondente
quando alTlrma, que se aferiro este anno pesos
isolados ; porquanto jamis se descrepou de
aforil-ospor tornos, conformo o antiquissimo
uso estabeloeido por disposces muito anterio-
res ao citado regiment do 1815 Nao tem
porlanto havido da parte da Cmara reconho-
ciment algum de vexacao ; e injuria Ihe faz
o correspondente, assegurando que sua auto-
ridade se acha subordinada influencia estra-
nha. Da parte do litigantes sim, he, que
tem havindo perfeito reconhecimento da falta
do direito, como prova o fado de terern todos
aforido por tornos ne forma da lei, lingindo
apenas dous ou tres terern passado suas taver-
nas outros, em cujo nomo aferiro : ese
nao desistirn anda das causas pendentes, he
certa mente porque a/guem se acha n'vssa lucia
empenhado, como um ptladim da media idade
pela sua dama ~intt O correspondente, bailo de provas,valc-se de
malignas insinuarnos, e chama sobr nos a odio-
sidade das passadas administrar/oes da Cmara ,
cessano para uso as transacedes, todos os allegando (|iie procurarnos por em duvida o zo-
pesos e medidas, do que se compite esse numero
devem ser aferidos ; porque todos devem ser
exactos; e foi por este mesmo principio, que
ge cstabeleceo aqui o uso de tornos completos,
deque la/ mongo o regiment de 1815; e
cuja utilidadc est demonstrada. Nao nos do-
moraremos pois n'tsta especie, nem na do ar-
tigo quarto, que n'ella se inclue : est veri-
ficado que he legal, o nao vexatoria a exigen-
cia, que na afericao se tem feito de um nume-
ro corto de medidas para os diferentes gneros,
que cada um tabernoiro vendo ; nem tanto era
preciso ;i vista do novo regiment de 12 do
IVJarco d'oste anno, approvado pela lei pro-
vincial n. 135 de 2 de Maio ultimo, que es-
clarecen, c dissipou todas as duvidas este ros-
peito. I'assemos ao lacnico, e magistral ar-
tigoquinto.Aqui exprobra o corresponden-
te o nosso communicado.
Nao temos a vangloria de erudito, nem que-
ramos campar do escriptor publico ; mas, ten-
do o correspondente as primeiras linitas da sua
resposta observado o torneio da nossa frase, e
a maneira circunstanciada, com que desenvol-
vemos a materia, parece agura cahir em fla-
grante contradicao, ou ignorar a significaco
d aquellos termos. Seja porm o que for, o
certo be, que o correspondente costuma afa-
gar para morder.
Desto artigo cni diante tudo he vago, ludo
inexacto, c nada mais diz o correspondente
doque = os factos preciso de prova, e sao fal-
sos; os argumentos sao puerls, sao miseraveis;
as consequencias estupidas &c. &c. = (v)ue bello
modo de argumentar O correspondente,
pela parcialidade e inlerc-se, que o domina,
nSo he competente para julgar dos noss s argu-
ii d'essas administrantes : felizmente porcm o
desmonten) as proprias palavras, com que nos
exprimimos este respeito.
Acabou o correspondente pelo primeiro ar-
gumento 'lo nosso communicado, mutilando-o,
trocando palavras sen geito, inverlendo o seu
sentido ; c depois de um espichado artigo, sem
nada concluir, jurou, que nos nao entenda :
assim Ihe fez corita, embora jurasse falso ; ser
talvez o seu coslumo Bem nos entendeo o cor-
respondente ; e a ideia do padro contendo
medidas,nao he ridicula e estupida, como quer
inculcar. O termo padro no sentido usual nao
denota s o modelo e tvr.o, mas tamboril o nu-
mero o quantidade de pesos, ou medidas, quo
regulo aquellos, pelos quaes em geral se deve
pesar e medir; de sorto que rnuilas vozus nao
se pode di/cr padro, sem exprimir a ideia de
oolleco ou complexo de um numero certo e de-
terminado de pesos ou medidas ; e nosto senti-
do foi cinpregado pelo proprio correspondente ,
quo pouco antes, ern urna do suas argumenta-
rles se liavia exprimido assim = se os pesos s
medidas, embora vari osen numero, devem es-
tur em hirmonta com os pesos e medidas do res
pectivo padrao^c. &c. z^CJuedilIercnca vai em di-
ler pesse medidas dos respectivos padres, epa-
droescontendo lodosos pesse medidas? Nenhu-
maccrtamcnle. >e o correspondenteconsiderasse
que padro somente era um peso urna medi-
da teria dito = os pesos e medidas, embora
rurie o seu numero, devem estar ern harmona
com os respectivos padres. Nem valer-se de-
ve o correspondente, para Iludir o criterio pu-
blico, de termo-nos servido da palavra padres
no plural, tratando somente de medidas,pois em
sua consciencia conhece, que nos nao referia-
declara parte interessada, equic o mais com-j
promettido creador d'este sesmo.
Pela nossa partejulganu-nos dispensados de
allegar, que as nossas ideias nao girfio no ac-
nhado circulo de opposico ao capricho de meia
duzia de homens rudese ignorantes, que des-
conhecem seus propri"S interesses ; mas na r-
bita da utilidade publica : e, se fosse preciso ,
aprosentarianros tambem um catalogo de leis,
partindo da legislacao dos Hebros.
NSo se trata da legislacao estranha ; se o
que eulre ns so acha estabelecido respeito do
objecto da questao demandasse reforma, fcil
era recorrer ao competente poder legislativo: os
insultos, injurias e calumnias, empregados pa-
ra violentar a autoridade publica e seus agentes
nao socerlamente as armas da razo e da jus-
tica ; sao meios indecorosos, e puniveis.
Basta: os nossos leitores ajuisar5 do mereci-
meto d'esse monto de inepcias, subtilesas e
contradichos, a que o correspondente chama
resposta ; e decidirn, so ihe cabe o titulo de
canto dascreia. ou se o de astucias da rapo-
sa.Paulo Luiz Courier, quem quer que sejes,
nos, sob a f do correspondente, tambem dese-
jaria-mos o leo talento ; e alguma fgurinha
ficaria para sempre coberta do p e do ridiculo,
em que existo: quo mu grande snico se faz
humanidade, desmascarando a impostura de
quem a quer imbair.
Nao canearemos mais o publico : a queslo
osla bastantemente dolucidada, e j; so faz in-
commoda. Podo pois o correspondente dizor
as sandices que quizer, certo de que nao Ihe
daremos mais palha, e o entregaremos ao com-
pleto despre/o que merece.
Var.eclade.
mentos e suas consequencias: os fados esto mos s i.o moderno padio [lomado na sobredi-
provados com documentos, com livros de
registro existentes no archivo da Municipali-
dade, e com depoimentos c. &c. To de-
masiada he a coragem do correspondente em
negar estes lados, e Jizer pelo prelo perante
esta cidado inleira, que as (avernas aqui nun
ca tiveroobrigago de ter, o aferir lernos com-
pletos de pesos, e medidas para os gneros de
que uso : como he falsa a asserco do que
sempre alerirao pesos e medidas, segundo os
seus fundos, isto he, segundo a exlcnso ou
acanbamenfo do seu eommercio : esta regra be
inleiramente nova, inventada, e introduzida
na cbicana pelos especuladores. Se regulassc
temelhanlc principio, qual seria o taverneiro,
que se prestaria voluntariamente a ter todas s
medidas, que a utilidade, limpesa e regulori-
dade do mercado exigem ? Seria preciso ava-
llar ou colleclar para esse fim taes estabeleci-
mentos ; e ha quem visso aqui em pratica sc-
melhanlc systema ? O exemplo, queocorros-
pondenlc traz, de urna insignificante tatema
na estrada de Belein, nada prova ; porque
se nao livor mais outros lquidos, do que be-
bidas espirituosas, lera somente um temo para
comprar e vender bebidas espirituosas ; se livor
somonte gneros seceos, lera s un> torno para
comprar e vender taes gneros de. Mas para
que cancarmo-nos em combaler essa absurda
mxima, se ella se acha destruida pelo proprio
correspondente na reconhecida necessidade de
pesos e medidas certos e convencionados.
Nao menos temerario he o correspondente,
quando appella para os documentos aulbenlicos,
e testemunhas gradas dos seus autos favoritos:
a duvida be bem fcil de tirar ; qualquer pes-
soa pode consultar es>cs autos, e ver, que os
documentos sao al testados gratuitos de urna, ou
deduas peanas suspeitas.e alguns bilhetes avul
sus, pastados por um cu outro arrematante, ou
8grnle da aferi(,o em lempos orn que as cousas
sofran mais ou menos decadencia, como ja
la accepio) mas tambem ao velh> de que ha-
viamos tratado, quando nos remontamos mais
remota antiguidade.
Ridicula o estupida he a facilidade com
que o correspondente se contradi/, a cada passo,
e destroe os seus proprios argumentos. Cita-
remos ainda oseguinto : = que importa a agei-
te que compra por urna caada, que o vendedor
lenha tolas as outras medidas c 'c.=.Pois o
correspondente ja reconhece o uso da caada ,
e a obrig cao de aferil-a?! Mais duas palavras,
o demonstrada litar a nossa prcposijco Se
ao que compra pela caada pouco imporlo as
outras medidas, aos que comprao por estas,
tambem Dio Ibes importa aquella ; mas, como
cada individuo compra a quantidade, deque
precisa, ou pode, incumbe auteridade com-
petente fazer ter todas as medidas, por que se
pode comprar ou vender : essas sao justamente
as que entre nos constituem os respectivos tor-
nos : isto loi o quo dissemos : isto he final-
mvnie o que o correspondente mesmo vem a
conlessar
Nada lem que [reste o nosso communicado;
mas o correspondente lano se tem afadieado
em refutal o, que s depois de um mez foi que
apresenlou a primeira parle da sua resposta.
Inculrou ter compulsado toda a legislacao da
Franca sobre pesos e medidas, e haver visitado
aquelle paii ; porm os leitores ficro na mes-
ma, sabendo somente, como denles, que cada
pait ten^ leis peculiares; e que nu he licito de-
sobedecer s leis patrias existentes E na ver-
dade, se a citaco d'esse catalogo de leis nao be
fatuidade, .ou impostura, por Dos, que nao sa-
bemos ao que vem, embora diga o correspon-
dente que he para mostrar que as suas ideias
nao girlo no acanhado circulo deopposicHo
urna vexatoria exigencia de alguns empregauot,
da Cmara, mas so o resultado da consciencia
dajustica, que Ihe assiste; porquanto das su-
Comico supplicio de urna ladra.
Varias lavadeiras da Rtbiira de Alcntara
notavo, havia temp \ que das roupas, que tra
zio noeslendal, Ibes dosapparecia, frequentes
ve/es, algumas pocas ; ninguem estratiho en
trava all; som temeridade se poda julgar que
entre ellas andava a rabuscadeira. PuzerSo-se
de viga : cbirao as suspeitas sobre una, nao do
oflicio, mulher de meia dade que vinba de vez
em quando metter-se entro ellas a lavar : e to
saga/os II,e ailarlo) na pingada, que a tomaran,
comodizem, cim o furto as mos: lancarao
sc todas a ella : ero passanle de vnto Con-
vencerao-na e sentenciario-a em processso
summtiro : e chegado o marido de urna, que
muito as carreiras o tinba do buscar porto; c n-
co das mais forzosas pegaro da r pelos ps ,
mos e cabera, e a estiraran no ar de costas pa
ra cima;outra muito pressa a descobrio de
vestido e carniza, e e latago, arvnrado em pre-
boste, Ihe deo com urna capeta grossa lana
somma doacoite, qne as medidas das queixosas
se enchero e as della muito mais depressa. Dcs-
feita atrouxa da delinquentc,i|uasi todas encon-
trado nella alguma cousa sua. .,
Nunca jury masculino fez obra maisjusta ,
prompta e aceada do que este celebrado em
plano ar sem escrivo.nem Jui/ de Direito, nem
galeras, nem tacbigrapbo pelas lavandeiras da
Alcntara. (O Patriota.)
pitoWilliam Birnie : carga a mesma com
que entrou.
Rio do Janeiro; sumaca nacional L\ova Aurora,
Mestre Domingos Jos da Silva: com a mes-
ma carga que trouxe do Ass.
DOZE ANNOS DA VIDA DE UM
DEPUTADO,
drama em 4 actos e 4 pocas, dedicado briosa
naco Brasileira, pelo autor dos Tres yiciosos,
Bata/ha dos (uararapes, Morte de Teles Jor-
dao, Santa Engracia, e outras, se representara
domingo 27 e segunda fcira 28, por ser da
santo.
1. poca Cabalas e eleices do mallo.
2.'poca Projeclos, discusses, cmaras
municpaes, tratado com oslnglezes, reforma
de leis, bom geral do povo
5.'poca Ttulos, cendecoraces e cm-
pregos.
4.' poca Maldico, desgraca e morte.
Para mais abrillantar o espectculo, no do-
mingo se cantar urna aria de Rossini, da pera
Tancredo ; e na segunda feira, um dudo da
pera o Italiana em Argel.
Personagens do drama.
O Soberano, Eleitores, Vigoro do mato,
proprietaro, um carpinteiro de carros, povo de
ambos os sexos, hidalgos, Ministros, Scnhoras
da corte, criados de rices libres, tres Deputados
de di (Te ron tes credos politicos, soldados.
O autor dedicou esta sua humilde produccSo
ebriosa nacao Brasileira, e, contando coma
indulgencia publica, espera ser lo feliz tiesta,
como as outras composiges.
Principiar o espectculo pela cantoria, s 8
horas e meia, inipretcrivelmente.
Comquanto a companhia so sebe reforcada
com tres actores dos thealros particulares, com
tudo o Sr. Gamboa e sua senhora laro na peca
dous interessantes papis, por scrcm indispen-
saveis no drama dez actores e cinio damos.
Avisos martimos.

EBCO.
AlindegH.
Rendimento do da 25......... 9:7278584
Uescarregao hojt 26.
Escuna portugueza J'arujo 6 Filhos fa-
zendo esebollas.
Hriguc Trifoliumfazendas.
Barca ingle/aI-'.oxeard layesdem.
Patacho inglezMensegeridem.
EscunaLeoidem
BarcaMary Quetn ofScotsIprinha e sa-
bo.
BrigueElizabelhpixe.
Brgue Janes hstlerfarinba.
urigu franei.-i'mvrique- iiaialas e quei-
jos.
liovimcnto do Porto
__Para o Rio de Janeiro sai quarla-feira
30 do correte o brigue S. Vanoet Augusto ,
capito Manool Simos recebo pequea car-
ga miuda, passogeirose escravos; quem pre-
tender embarcar entenda-se com o ditocapilo
na Praca do Commeicio ou com Manoel Ig-
nacio do Oliveira na ra do Apollo n. 18.
2 Segu para o Rio de Janeiro o brgua
Mara I, forrado de cobre, de boa marcha,
quem no mesmo quizer entregar, ou ir de pas-
sugem, dirija-se a Gudino Agoslinho de Bar-
ros, na ra da Cruz n. CG, ou ao Capito Jos
Luiz da Fonceca, bordo. (6
L
Leilao
1= Joo Kellcr continuar, por intervengo
do corretor Oliveira, o seu leilo de variado
sortimcnlo de fa/endas francezas. alemes esu-
issas, de seda, la, lindo e algodo, as mais pro-
prias desle mercado, torca feira 29 do torrente,
s 10 horas da manha, no seu armazem da ra
da Cruz. (7
Aueis dhersos.
s ultimas palavras s colligimos, que elle se Rio Grande; brigue inglez ElitaAnn
Navios salidos no da 21.
Parahiba, o lale nacional Conre fio Flor das
Virtudes, Mestre Victorino Jos Pereira ,
carga varios gneros.
Idem; o bit te nacional S. Ctuz, Mestre Ni-
colao Francisco da Costa, carga varios g-
neros.
Suspendco do lameiro eseguio para o Rio de
Janeiro a fragata napolitana rTVanta.com-
mandante Joo Lesliere.
Navios sahidos no dia 25.
Genova; polaca 88rda Boa Intelhgtncia, capi-
to Joo Raptla Gorlero : carga assucar <
couros.
ca-
li- O Dr. Joo Francisco do Borja Pereira
inudou seu escriptorio para a ra do LivrBmen-
to n. 26, segundo andar, onde podo ser procu-
rado a tratar qualquer dependencia judicial, as-
sim na primeira como na segunda instancia. (5
Acha-se novamente aberta a padaria da
ra dos Burgos, que foi do Carlos Delers, sem-
pre com muito bom pao, bolaxa de superior fa-
rinba, e feita rom o maioraceio possivol; assnn
como prometi-se bem servir a todos os Iregue-
zes, tanlo os que mandarem a mesma padaria
como os quequizerem que semandeem suas ca-
sas assim como liavcr a venda todas as tercas
reiras e salibados muito superior pao de ces-
teio, o me,bor que tem ipparerido ueste mer-
cado.
1= S, P. G. Smith como proprietaro o
principal dono do eslabelecimento, do moendas
machinismo, e laixas para engenbo, que outro
ora inrava debaixo dn firma de Fox & Stndart ,
na ra da >enzalla nova n. 42, faz publico que
lem nomeado por seus bastantes procuradores
e agentes aos Srs. Jobnslon PaU-r & C. J., Ns
quaes se acho incumbidos da liquidarlo de to-
das as transarles boje pendentes com a extmet
firma ; e do giro futuro da dila casa. Adver-
te-se que os armavens e casa sao os mesmos .
quo ociupavo Fox & Slodarl... (*
1 =s Desapparecei) do dentro de um chapeo na
oseada de um sobrado na na.da Cadeia o 3.' l"
nio da noveJIa a Camponeza exa'tadu e como -
e*ssea obia truncada alm de so estar leudo
de em prest mo, roga-se a pessoa que. ti ver ada*
do o dito livio queira restituir na ra Nova
n. 7, que so Ihe dar o adiado. \*


5
=Perdco-se no dia 2 \ do corrento 19ji000 rs.
em cdulas, desdeuma padaria as Cinco-Pon-
tas, polo boceo da Lonha at a ra do Pairo
Florianno ; quem uchou.quorendo relituir ,di-
rija-so a mesma ra do Padre Florianno n. 40,
quo ser recompensado.
= Na padaria da ra do Rozarlo larga n.
48, precisa-se de um amacador, o quo entenda
bem do servico de padaria ; quem estiver nes-
tas circumstancias dirija-so a mesma quo acha-
ra com quem tratar.
=Da-se dinheiro a premio com o preciso so-
gredo o em quanlias de \ a lOOj ris sobre pe-
nhoros ; a tratar, no pateo deS. Pedro sobrado
n. 9.
=^Do-se lices de msica,e de qualqucr ins-
trumento bellico, e encarrega-so do (|ualquer
organisaco de banda de msica tant) do parti-
culares como militar, no pateo de S. Pedro, so-
brado n. 2.
Copio-so quaosquer msicas, transpor-
to-se,appropifio separa quul forga ou instru-
mento com promptido, e lidolidado, no pateo
de S. Pedro, sobrado n. 9.
= Aluga-se urna escrava para pouco servico
de casa o que saiba vender na ra responsa-
bilisando se seu dono pela lidolidado du dita ,
paga-so bem, e mentalmente : sobrado n. 9
no pateo de S. Pedro.
= A pessoa que annunciou sabor coser do al-
faiato ; dirijase a ra do Arago n. 13*
= Antonio Jos Francisco Veiga faz scien-
teao pubiieo que Narciso Ferreira do Vale nao
be maisseu caixeiro.
= O Procurador Geral da irmandade do
Santissimo Sacramento da (reguezia de S. Jos
do Recito convida a todos irmos para domingo
27 do corronte as 9 horas do dia a fin de so pro-
ceder a eleicao dos lugares vagos do Juiz c s-
crivao : espera pois que todos compareco para
o referido fin.
= Precisa-se do meninos de 8 a 13 annos do
idade para servico de olaria,dando-so do comer
e vestir proprio do tal oceupaco, sendo o sou
primeiro emprego raspar o encoxiar lijlos e as-
sim so Ihe ir ensinando at que possoperceber
um jornal : n padaria da ra do Rozario larga
n. 18.
LOTERA DE S. PEDRO
MARTYR DE OLINDA
Correm infalivelmente as rodas no dia 6 do
me/ proxin.o vindouro ; os bilhetesacbo-so a
venda na ra do Cabug lojas de fazendas dos
Srs. Peroira & Cueles, e na botica do Sr. J lo
Moroifa na ra da Cadeia do Recita lojas do
cambio dos Srs. Manoel Gomes o Vieira; Altor
ro da Roa-vista loja do ourives do Sr. Jacin-
to Olivoira ; Cidade do Olinda nos Quatro-
cantos loja do Sr. Domingos e ra de S liento,
sobrado n. 12. (12
1_ Prelende-se comprar a casa terrea da
ra do Fog >, pertencente viuva o mais ber-
deiros do (nado Jos6 Ribeiro da Conceico, cu
j i caga do lado do Sul confina com a casa do Sr.
Francisco Jos Barbosa, e do lado do Norte
co.i osobradinho do finadj Antonio da Costa
Figueira: na mesma casa mora a referida
viuva, onde tambeui tem urna tenda de marce-
neiro ; roga-se a pessoa que tonba do oppor al-
gunrembaraco compra ou venda da dita casa,
annuncie por esto Diario, qual a natureza do
embaraco, que por ventura possa haver, no pra-
zo de 8 das, contar da data da publicaco do
presente. ('*'
1 Precisa-se fallar ao Sr. Tenenle Fran-
cisco Goncalves Arruda, a negocio de seu inte-
resse
parecor, alias so passar a vonder o dito trance-
ln!, e ficar sem direito alguin do reolamacjio
para o futuro.
I Oflerece-se urna mulhor sai tetra para
ama do casa de homem soltoiro ou viuvo, a qual
faz toda a qualidado de costuras o bordado,
e mesmo costuras do alfaiato, cosinha, o faz to-
do o mais servico do urna casi ; trata so na na
do sol, armazom do capim n. 23. No mfotrno
vende-se mel de furo novo a 100 rs., sendo Jo
moia caada para cima, e em garrafas a G0 rs.
Aluga-so no Coelho, na ra do Tasmim, 'larga do Ro/.ario n. 48, por cinn da padaria do
duas moradas de casas terroas, cada urna com 2
salas, 2 quartos. cosinha, quintal e cacimba,
por proco commodo ; quem as pretender diri-
ja -se ao Coelho, ra dos Prazoros, casa n 12.
1 Todos os quo se achao devendo foros ao
propietario do sitio d > Arac, quoirao ir pa
gal-os casa de sua residencia em S*. Amaro no
prao de 8 dias imp:eterivelmonte ; o os que
nao tiverem bemeitorias nos terrenos afforados,
nao pagando os foros vencidos no dito prazo do
8 dias, verso-bao c.ihir em commisso, por se
haverem j passado os tros annos da lei.
5 Fu abaixo assignada, appresso-mo de-
clarar, que o annuncio inserto o ni o D. novo n.
230 respeito de urna procuracao por mim pas-
sada meu filho Jos da Silva Neves, me foi ex-
torquida por meu lilli > Manuel da Silva Noves,
sem que eu toda na boa f soubesso o que as-
signava, por obsequio verdade o por (Inferen -
cia probidade do meu dito (IIlio Jos da Silva
Noves declaro, pelo preente, que be verdadoira
a procuracao quo ao mesmo meu lilbo Jos da
Silva Neves passei, (azenJo-o sem o menor
constrangimento, e de minia muilivrooes-
pontanea vontade ; o declaro outrosim qu a
mesma procuracm, a que me roiro, be poste-
rior a que se acha passada Manoel da Silva
Neves, revoga-a, e portanlod'ora em diantc s
serao approvados por mim os contratos fcitos
em meu nomo por Jos da Silva Noves, o qual
lie incapaz de abusar de minba boa l Gomo
testemunbas, Joaquim de Albuquerquo Mello,
Joo Baptista Fragoso Jnior.
Loar enea Correia.
FABRICA DE FSFOROS.
Na ra Imperial do Atierro dos Afogados n.
16o existe urna fabrica de fsforos, a qual os
faz da melbor qualidade, e vende a preco com-
modo. (5
Existe no armazcm do cabos ao lado do
1 Aluga-so urna pretinha para todo o ser-,
vico do casa, de portas o dentro, n algomat
compras na ra ; quem a pretender, dirija-se
ra larga do Rosario n. 20. (\
D-se 150,000 rs. a juros, com pechares
de ouro ou prula ; na ra do Cabug loja n. 3.
I latios Calvo, natural de Buenos-
Ayres, retira so para o Rio do Janeiro no pro-,
xim i vapor a cliegar d i Norte, levando em sua
c imjianhia seu criado Feliciano Peralta'. (4
-- Precisa-se de urna ama de leito na ra
Valonea, 1. andar
__Jos da Silva Botelao mulou a sui resi-
dencia da ra do Fogo n. 8, para a ra Direita
n. 8!, onde contina com o mosmo negocio do <
escravos.
O Sr. Joo Jos Vieira da Silva queiraj
dirigirse a ra Bella n. 37, l.andar, nego-
cio que nao ignora.
A pessoa que tem o cbronoiielri, e o quer
vender, dirija so ra do queimado n 14.
Quom annunciou precisar de 2:700,000
rs., dirija -se ra das Cru/os loja n. 3V, que
,ihi se dir quom os da.
OSr. Jos Mara Poicte qoeira dirigir-
te a ra do Cabug, loja defronte da Main/,
para recober unas cartas viudas da cidade do
Porto
Acha-se do novo um cstabelecimento no
largo do Manguinho, o qual ven le pao, bola-
xa, bolaxinba doce, biscoulo, lulo leito com o
maior asseio nossivol, e trabalhado com as mo-
ihores farinlias do morcado ; os proprietarios
do mesmo estabelecimento oflerecem gratuita-
inonto o seu (orno em em prest mo aos sous fro-
guo/es.
Permuta -se por outra mais pequea, sen-
do no bairro da Boa vista ou Santo Antonio,
ou vendo-seuma casa terrea, feita a moderna,
com corredor separado da s lia, quatro quartos,
cosinha fra, bom quintal com seus arvorodos,
e caciml a com boa agoa ; iidverte-se quo a casa
pode-te levantar, um grande soto. por isso que
est toda travejada, tendo | a sala e corredor
forrados ; na ra velha n 92.
Precisa-se alugar um andar de algum
sobrado, no bairro de Santo Antonio ou Boa
vista,e que o seu aluguel nao exceda de 10,000
rs.; quem tiver annuncie.
2 O Beneficiado da noite de sabbado, 26
do corronte, da pessa, intitulada os doze annos
Corpo Santo, carias para os Srs. Miguel Mar- j de um Deputado, agradece a todas as pessoas,
na ra da Cruz o. 64
(3
1__Aluga-so o segundo andar e mais 2 so-
taos na ra da Guia n 42. sendo forradas a sala
c alcova daquelle, e tendo as paredes torradas
de papel pintado, e ludo mais pintado, cujos
sobrados eslarao vasi s at o fim do corrente;
nao obstante, quem os quizer alugar os poder
ver, entendendo-se com o sou propietario, no
'1,* andar. (8
l Em casa de Fernando de Lucca, na ra
d Trapiche D. 3*. bd itiiiipie tOIment de
bons vinhos, licores, conservas de lodas as fruc-
tas da Europa, queijos e presuntos de todas as
qualidades. charutos da afamada marca Be-
ga|a e de Manilha ; estes, como muitos ou-
tres gneros, se vendem por preco com modo. (7
1Aluga-so o armazem n. 10 da ruado
Torre3 no Recito, pertencente a Ordem Tercoi-
ra de S. Francisc desta cidade ; quem o pre-
tender, requeira ; Mesa Regedora da mosma
Ordem, entregando o requerimento ao Secreta-
rio para o apresentar dita Mesa. (6
1 __0 Sr. Francisco do Reg queira ler a bon-
dade de ira ra da Praia, armazem n 18, re-
cebor urna carta vinda da ilha do 5. Miguel, a
qual foi tirada por engao, o (alia n'umas en-
commendas vindas por mao de Francisco cosi-
nheiro. ("
A pessoa qu^dlcou ) por duas vezes de ir
desempenhar um tracelim na ra Direita e ain-
pa nSo oppareceo, baja no pra?o de 3 dias com-
lins Costa Ribeiro, Tenenle Coronel Joo Go
mes, Manoel da Silva Passos, Antonio Jos de
Santa Anna, Antonio Seraphim, Juvencio An-
tonio dos Santos Mendonca.
Oflerece-so um moco do idado de 17 a 18
annos para caixoiro de venda, do quo tem bas-
tante pratica ; qu>'m precisar annuncie.
Deseja-sc saber a morudia de Joaquim
Goncalves Bastos, negocio de seu interesso,
na ra do Quo'mado n. 29.
1 Aluga-sc urna grande casa decampo,
com arranjos para duas familias, sita na i I lia
do Retiro, na Passagem da Magdalena, cuja ca-
sa tem muitascommodiJades, e d-se por pre-
co commodo ; trata-so no 2 andar do sobrado
n. 15 da ra da cadeia de S. Antonio. (6
| Freeisa-se de urna ama de leite, que so-
ja captiva, na ra do Rozario cstreila n. 16. (2
Aluga-so .urna casa terrea, com quatro
quartos, duas salas, corredor independente, co-
sinha fra, quintal e cacimba ; trata-so na ra
Bella, sobrado novo prximo mar.
1 Johnston Pater & C. J. N. mudrao o seu
estabelecimento do ferragens para a ra da Sen-
zalla Nova n. 42, onde outr'ora morro Fox
& Stodart, em cuja casa se acha um completo
sortimenlo de taixas fundidas e batidas, moen-
das para agua e bostas, c maquinas de vapor de
alta o baixa pressao, de forc.a de 3, 4 o 6 caval-
los inglezes. (8
1 Quem liver contas contra a casa de Fox
& Stodart, queira aprosental-as a J P. G.
Smitb, na ra da Sen/alia nova n. 42, assim
como as contas particulares do annunciante at
ao fim do corrente mez ; pois que, tendo de se.
retirar para fura da provincia, nao se responsa-
bilisa porqualquer conta que possa apparecer
depois do moncionado prazo.
Tem conlinuadamento venda exoellente
bolaxa (urada, Oca, de todos os lmannos e pre-
co em conta, muito propria para o mato, pois
se podo conJuzir em saceos, sem risco de se
quclifar, por ser da lactura da que amigamen-
te so fabricava na travessa da Madre de Dos,
ou Azeito de peixe, no Recito ; ha igualmente
bom pfto, biscouto, bolaxinba e roscas ecal
moido ; na praca da Santa Cruz, padaria de
urna s porta, junto ao sobrado,
O Sr. Manoel Bczerra de Vasconcollos.
morador em Pao do Albo, queira annunciaro
lugar de sua residencia nesta praca para se Ibe
fallar negocio de seu interesse.
OSr. Joaquim Ignacio Carvalho Men-
donga queira dirigir-so ra Bella n. 37 1.
andar, que se Ibe deseja fallar, negocio de in-
teresse.
quo loe fi'erao a honra de aceitar bilbetos para
o seu beneficio, vislo que deixa de o fiizor por
motivos, e portanto avisa a todos seus protec-
tores em geral. ('
2= Jos Maria de Josus Muniz embarca pa-
ra o Rio de Janeiro o seu escravo Arnbrozio ,
crioulo. (y
2= Joto Mara de Jess Muniz como admi-
nistrador da casado seu pai Antonio Jos Mu
niz embarca para o Rio de Janeiro o escravo
mulato. Joo l.a\f. (*
2=Na refnacao das Cinco-pontas n. 48 se
precisa de um caixeiro que d fiador a sua con-
ducta preferindo so dos quo ltimamente ebe-
garao do Porto. (*
2 = A fabrica de sabao da ra Imperial n.
116 continua regularmente nos seus Irabalhos,
e tem grande porcao de sabao escuro e ainarel-
lo pelo preco do costumo de 110 rs. a li-
bra. (B
2 = Aluga-se o primeiro andar do sobrado
n. 26, com muitos borscommodos para gran-
de lamilia : na loja do mesmo no Atierro da
Boa-vista C*
2-Lava-so eengomma-se roupa com toda
a perfeicao por preco commodo : na ra do
Trapiche-novo loja n. 28
2 Roubaro, no dia 2i do corrense, da
ra da Sanzala-Vclha n. 60 um barril de cbou
ricas, com falla de 15 a 16 libras, na occasilo
queseestava jantando; roga-se aquemfrof-
ferecido do o prender, e participar no numero
cima, que sera recompensado. (6"
2 Aluga-se casas para se passar a (esta, ou
por anno no sitio do Csjueiro, com grandes
commodol para grsndo ramilla, junto ao rio;
quem as pertender dirija se ao mesmo sitio
para ajuslar: tambein so oluga o segundo so-
bradoda ra Nova, junto a ponte da Boa-Vista;
quom o pretender pude fallar na loja do Sr.
\ iliaca, junto ao mesmo sobrado. (8
2 No di 26 do corrente, a porta do Sr.
Dr. Juiz do Civel Nabuco,'pelas quatro horas
da tardo, se ha de arrematar, por ser a ultima
praca, todos os efTeitos e pertences da Taberna
da ra Direita n. 31 ; quem na mesma quizer
Linear compareca em dita praca, o que ludo
consta do escripto eai poder do Porteiro Serra
Grande. (8
2=Aluga-se o segundo, e terceiro andar do
sobrado na ra da Guia, com bastantes com-
modos para familia, sendo o aluguel do segun-
do 12 e do terceiro 8ff mensal; os preten-
dentes dirijo-sedefronto do Corpo Santo, loja
de cabos n. J7 que acbaro com quem tra-;
tar. (7!
2 = Deseja-se fallar a) Sr. Jos Joaiuim
Ribeiro, pira se Ihe entregar1 um i encommeo
da vinda do fra ; u lallar com Fenuml > Jos
Braguei, no seu armazem ao p do arco da
(.onceico. (5
2 SOClEDADE APOLUNRA,
A Commissao Administrativa da sociedade
Apollinea avisa aos Sis. Sucios, que tem mar-
cado o dia 9 de Novcmbro protimo para a ulti-
ma partida desle anuo: as proposLj para convi-
tes serao rocebdas ta.a sesslo de 2) du crrente
havondo-se por muito recommendado aos Srs.
Membros Ja Comm sso o comparecmelo nes-
sa sesso. (9
2 =^ Oualquer mostr enrpina que se acbo
as cir.Mi'iuianria de deseinpenliur a obra da
ponte da T.icaruna com toda a pe. leielo ; diri-
ja -se ao Tenenle Coronel Manuel Joaquim nos
Afogados pa (a/er u competente ajuste. (i>
3OSr que tem una carta yindq da pro-
vincia dis Alago is,'con uiiij quautia do di-
nheiio nlo poquona, o qu. procurou, ha pou-
cos dias, ni Convento d*S. Antonio desta ci-
dade aqun a entregar, queira drigir-so
ra das Cruzea n. i, que chara a pessoa a
quem deve ser entregue a dita caria. (7
4 Eduardo Aug.islo l'ereira Bnmd.io, geral
e bastante procurador do sua av D.-Rosa En-
gracia de Santa Maiii d'Abrgd Brand&o, mi
e hordeira do fallecido Alipio Jusliuiano Perei-
ra, que nesta cidade era vulgarmente conhec-
do pelo nome de Antonio Joiquim Pereira,
tem resolvido vender um magnifico sobra, lo do
dous ululares e sota.), a inda por acabar, na ra
do Apollo, e novo moradas de casas sitas em
lora de Portas ; qumn as pretender pode din -
gir-so ao hotel de l.uiz Pistor, na Llngoefa, a
tratar com o me mo. (12
S Venda em hasta publica.
Sabbado, -26 do corrento mez de Outubro,
polas 4 horas da tarde imprelerivelmente a
porta do Sr. Dr. Jin: de Direito, Nabuco da
segunda vara do Civel se li.lo de arrematar
em hasta publica, '/1 saccas de larinha de man-
dioca motada entrando duas nvuriadas por
conta e risco de quem pertenoer viudas da ci-
dade da Bahia no patacho Conwicdo de que
he capito Joaquim Jos Antonio cujas saceos
foro avahadas por 7I# rs. e so chito no ar-
masem de Femando Jos Braguez para os
pretendenles a verem na ra da Cadeia junto
ae arco da Conceico n. G4. I l
Sociedade thealraf Philo-Thalia.
O l. Secretario avisa aos Srs. Socios, que
os lu heles para a recita de 26 do corrente serao
distribuidos nos dias 2i, 2o e26, em casa do
do respectivo l'hesoureiro, ra do Collegio n.
o ; outrosim scienlilica igualmente aos mes-
mos Srs., que aquellos que tiverem de offereccr
os seus bilhetcs de Socios, o nao poder fazer
sem primeramente proporem om sesso da di-
recebo a pescos a (jueni os ofTerecerem, para
serem por ella approvados; para cujo fim se
reunir testa feira 2.'i do correnl, 7 horas
da tarde, em casa do Sr. Director interino, na
ra do Rangel, solnado de um andar n. 56,
onde os referidos Srs. poder ir, ou enviar
suas propostas, advertindo que aquellos que nao
forem Socios, ou convidados destes, approva-
dos pela direceo, nao teo ingresso na pla-
tea de Socios. (19
= 0 pasteleiro da padaria do Atierro da
Boa da vista n. 66 avisa ao respeitavel publi-
co quo tem estado bastante doente, porm
agora acha-sc restabelecido; o que continua a
fazer todas as qualidades de bolinhos como do
costumo, e assim como pasteloes, e assados,
e bandejas armadas, pao e bolaxa de superior
qualidade, das mellior.es farinbas que ha no
mercado.
(juein precisar de um rapaz Portuguez,
com idade de 20 a 22 annos, que sabe bem ler
e escrever, que deteja tomar conta dealguma
casa de negocio por bulanco, ou mesmo para
outra qualqucr recupago, annuncie.
2""- (laspar da Silva Fret embarca para o Rio
de Janeiro o seu escravo pardo de nome Do-
mingos ;3
2 Precisa-te de dous mecios, de-iUal- -
annos, dando-se o sustento e roupa para o
trabalhode olaria, at quando estiverem ames-
tiados deganhar; as Cincu-ponlas a (aliar
com Ignacio Ferreira da Costa. (5
4 Carlos llaru\ ) Companhia estabeleci-
dos no pateo da matriz de S Antonio n. 2, com
loja de ourives acubo do recober um lindo
sortimento de obras doouro do ultimo gosto ,
como teji ; transclinspara homem aderecos
para senhora brincos, anneis, alflneles cai-
xas de prata para rap maracaes para meni-
nos ; na mesma loja se fazem cncommendas de
qualquer qualidado que ellas sejo tanto de
ourives como de cravador, c compromettem-se
a fazer qualquer obra do brilhaute de gosto mo-
derno e fazem tambem qualquer concert de
urives. (13
Aluga-se urna loja na ra do Padre Flo-
riano, com duas salas, dous quartos, cosinha
(ora, e bom quintal com cacimba ; trata-se na
ra das Agoas vendes, casa n. 32 : na mesma
coinpra-se urna mobiliausada.


2 As pessoas que desejo ter seu retrato [para Olinda e junto a ponte; dem de 800 bra-
pintado a oleocom toda perfeigio, o por prego cas igualmente qu8dradas de oulro terreno na
commodo dirijo-se a ra Formosa n. 6. 3 continuago da mesma ra do Hospicio, em
2 Precisa-sedean) catfteiro ; na refmago j quo desfecho duas ras trar.sversaes ; aforo-
da ra da Senzalla-nova n. 4. (2 so varios Ierren js dos alagados, e sublocio-se
2Aluga-so um grande armasem proprio outrosj benelicados e todos ellos com Irente
para qualquer estabelecimonto, por ter embar- do ra, segn lo a planta do novo bairro de S.
que a toda hora na porta por preco comino- Amaro existente na Cmara deste municipio, e
do ; a tratar na ruada Praia de S. Rila n. 37
egundo andar.
2= Precisa-se de um cont de ruis na
de da Babia, para se dar nesta cidade
quantia ; a tratar com Manuel Jos de Maga-
Ibaes Basto na ruado Queimado. (4
2Jos Leonardo embarca as suas 3 escru-
tas para o Rio de Janeiro de nomo Maria ,
crioula Maria, e Izabel de nago Angola. (3
2 Aluga-se urna excedente casa de 4 an-
dares o. 38, na ra da Cadeia do Recite com
cacimba e ptimo mirante ; a tratar na mes-
ma ra n. 35 ,4
3 Aluga-se por preco commodo a luja do
sobrado n. 45 da ra da Roda, muito propiia
para marcineiro, ou carpina ; assim como alu-
ga-se o segundo andar c sotjo ; a tratar no pri-
meiro andar do mesmo sobrado. (5
3 Aluga-se urna casa terrea na ra da Con-
ceicao da Boa-vista com bastantes commodos;
e o armasem do sobrado n. 38, da ra larga do
Rosarlo, proprio para algum estabelecimen-
to ; e tambem urna casa a inargem do rio Ca -
pibaribe; a tratar no Atierro da Boa-vista n. 83 ,
com Adiianno Xavier Pereira de Brito. (7
3 .Na noute de 22 para 93 do corrento des-
appareceodo Atierro dos Afogados, deronte
do viveiro do Muniz da parte da mar gran-
de um bote com os seguintes signaos pinta-
do de preto por fra e o fundo de almagre ,
edentro verde como fundo preto paneiro do
chadrez na proa e na popa corrido de bancos e
lugar de se collocar oulro thadrcz; quem dele
souber dirija-so ao Atierro dos Afogados n.
67, que ser gratificado. (tO
3 Aluga-se urna casa terrea ptima para
se paisara festa em Olinda, na ladeira do
Varadouro da parte Ja sombra com botn
quintal com alguns arvoredos ; a tratar com
Joaquim Lopes do Almeida caixeiro de Joao
Malheus. (6
Compras
em conformidade da mesma se dard ttulos aos
(5 escriphiteulas ; os pretendentes pdem (aliar
cida- com Manuel Luiz da Veiga em sua casa at as
igual ]S horas da manha e das duas da larde em
diante. (18
3 Vendem-se saccas com farinha de man-
dioca ; na ra da Cadeia-velha o. 35. (2
3 Vendem-so 3 pequeas moradas de casas
na ra do Calabouco-velho ; na ra de Hurtas
n. 110 (3
3Vendem-se apparelhos de porcelana dou-
rada muito lina para cha porta-licores, ga-
Ihi'leiras para azeilo e vinagre, campoteiras ,
gsrrafas, copos, clices para vinhoe licor lu-
do de cristal, mangas de vidro inglez globos e
casticaes, ludo muito flnoe mais barato do
que mi outia qualquer parte; na ra da Cadeia-
velha luja de louca n. 19. (8
2 Vendem-se bichas do Hamburgo che-
gadas ltimamente pelo ultimo navio ditas
hespanholas, a lo? rs. ; na ra da Cruz, de-
Irunte do boceo do Porto das Canoas, luja de
barbniro n. 43. ('>
2 Vendem-se 3 caixes de ourives, com to-
dos os utencilios laz, forja, carro de puchar
lio martelos, fice. tambem se vondem sepa-
rados por preo,o muito commodo ; na ra dos
Pires, casa de Cyprianno Correia. (5
2 Vende-se um abanda de seda para official,
em bom uso e por preco commodo ; na ra do
Arugo venda da esquina que volta para o
pateo da S. Cruz n. 43. (4
2 Vendem-se loncos pretos de seda da in-
dia, e selim de Macu ; em casa de Malheus
Auslin Companhia na ra do Trapiche-no-
*o n. 36 (4
2 Vende-se rap novo de Lisboa ; na ra
da Cadeia do Recife Joja de Joo da Cunha |
Magalhaes. (3
2 Vende-se um escravo pardo, bom car-
reiro de 23 annos couros de cabra escolla-
dos sola superior, cera amarella peonas de
emas e bezenos, ludo por preco commodo ;
na ra da Cruz n 51. ;5
2 Vende-se urna escrava de nago com
Vendem-se saccas de farinha do mandioca
da trra de superior qualidade e por preco com-
medo ; d ra da Cruz n. 64.
Vendem-se 6 escravos, sendo 3 negrinhas
de 12 a 14 annog, de bonitas figuras; duas
mulatas comSfabilidades-, de 20 a 24 annos ;
um preto canoeiro, de 30 annos; na ra do
Ro/ario da Boa-vista n 48.
No armasem e deposito de vveres, na
ruada Praia becco do Carioca por baixo da
sociedado Pbilo-Thalia continua-se a vender
arroz pilado brancoe vermelho dito com cas-
ca milho novo feijao mulatinho e farinha
de mandioca tudo por prego mais commodo,
tanto a
dous bois mancos, ja costeados em carro vol-
tando-se de parte a parte o que se convencionar;
na ra argado Rosarlo n. s. [5
1Vende-se bolaxa de 6 a 11 patacas a ar-
roba e a 70 e 170 rs. a libra sendo- a primei-
ra muito commoda para casa de familia; fari-
nha de 6 a 9# a barrica muito boa para liola-
xa e tambem para fabrica de -chapeos ; na
ra larga do Rozario n. IS. (0
1Vendem-se 7 a 8 rail tenas de excellento
barro e bem cosidas ; na ra larga do Rosario
n. 18. (3
l_Vende-se urna grande canoa aberta que
carrega 3 mil lijlos do alvenaria grossa o ho
do que emoutra qualquer parte, tanto a reta- muito bem construida ; na ra larga do Rosa-
Ibo com por atacado. rio n. 18. (4
Vende-se o sexto volumed6 Archivo thea- )Vendem-se meias barricas de Tarinha
tral de Lisboa contendo 13 das melhores pe- muito nova, e de exoelknte qualidade, por pre-
gas que se teem publicado orno bem sojo: a go commodo ; na ra larga do Rosario n. 18. 3
Freir sanguinaria, e o tributo das cem virgens; 1Vende-se, por preg<. commodo, urna por-
uma ortbogj-apbiade Madureira em bom uso, gao de cera de carnauba ; no Recile becco
urna grammalica latina as venturas de Tele- Capim n. 60.
urna escrava de 18 annos, cose, engomma e
cosinha : urna dita com algumas habilidades;
duas ditas de meia idade ; 4 escravos de nacao,
sendo um bom canoeiro ; um moloque de 13
annos; e um dito de S ; na ra Direitan. 3. (7
2 Vende-se urna cadeirinha ; um piano de
muito boas vozes ; macacos de eslivar algodo,
e botijfies de oleo de linhaga na ra do Amo-
riin n. 15. i
2 Vende-se a venda n. 7 do Becco-largo ,
a dinhi'iro, ou a praso ecom os fundos que
o comprador quizer, tem commodos para fa-
milia e o aluguelTie -commodo ; a tralar na
mesma venda. (5
2 Vende-se sal de espuma muilo fino e
alvo proprio para casas particulares ; na ra
da Praia armasem n. 18. (3
2 Vende-so urna negra crioula
he propria para o matto ; na ra larga do Ro-
sario n. 3U, segundo andar. (3
2 Vende-se panno fino azula 1400 e 2200
rs. o covado ; no Atierro da Boa-vista, luja
.3
urna cria do 6 mezes, lern muito bom leile
9 Compra-se efectivamente nesta Typogra-
phia toda a qualidade de pannos corlados ou
velbos, sujos, ou limpos aparas de papel, pa-
peleo etoda a qualidade de papis velhos. 4
3 Compro-se dous papagaios bonitos e
bastante talladores; na ra do Amorim n. 41.
2-Compra-seum escravo de 15 a "20 annos!
que saiba cosinhar, e nao tenha defeitos pa-
ga-se bem ; na ruajda Cadeia do Recife luja
n. 26, na esquina do Becco-largo 4
2 Compro-se os Panoramas de 1S40 e
1841 ; no Atierro da Boa-vista n 3 segundo
andar. #3
2Compro-se efectivamente para lura da
provincia escravos de ambos os sexos de 12 a
20 annos agradando pago-se bem ; na ra
da Cadeia de S. Antonio, sobrado de um an-
dar de varandadepo n. 20.
Comprase um brego de baianga grande
com conchas e pesos de duas arrobas ; na ra
do Queimado luja de frrateos n. 13.
1 Xa praga da Boa-vista n 13 comprao-
se, anda mesmo sendo usadas as seguintes
obras : Pereira e Suuza Govela Pinto, Doutri-
nas dasaeges, testamento e appellagoe* Di-
gesto portuguex Pereira deCarvalho Tratado : na praga'da Boa-vista
UXTh. il" BrSe.S Carndro ^-Vende-se efectivamente r.i
(emendes ihomaz .Repertorio das exlrrva- ca muito fina por prego commodo-
ganc.as, d.cc.onar.o de Moraes, legislago bra-esquina da Ponte-velha n. 33.
s e ,'-. > ...... 9 '~ Vtnde-se um L'rreno com
,h"7h nPrw5"SeaSln-l,,U,^S *no>-pa-; de frente, na estrada d Ca
trias do Dr. Franciscosoares Maris; na ra DI- rodos novos
"'i8 l'JJ,'"' r duras ; quem pretender a
1-.omprao-se garrafas y.si.s deludas as 2- Vende-se superior ,ap dLisboa
quahdades excepto de hm..i........... r.
tiver annuncie.
1 Compra-se um moloque de 3 a 5 annos
que sejasadioe de bonita figura paga se ben
na ra Nova n. 9. ,- -Vende-se a venda da esquina da ra Im-
Compra-se urna bacia^e rame para ha- i P "' "' Pr ^reciso com s fundos quei,
nho, queestejaem bom uso ; na ra etrita JUI*creni ou a armago ; uns bragos de ba- trn,co8| do cdigo
do Rosario n. 43; na mesma casa nluga-e una ,* p"{os c PecRenos com conchasecor-
preta; ou moleque que sirva lio smente db- 5?? """ portao de caixas *asias
ra vender na ra. do ,0,to> uma m^a redonda para meio de sa-
Compra-seetreclivamente diarios velhosa'' a lra,ar ccm Joaquim Pinheiro Jaco
3200 rs. a arroba e lambe, sen.engas as libras I ro"ro* *oda-
e arrobas ; na ra larga do Rosario n is ~ vende-se um grande sitio na estrada de
>. Amaru para Bellem passando a ponte do
ladodircito, o primeiro porto, denominado
Sitio do Mrame, com casa para duas fa-
milias bastante ierra pan plantar ou ter lo
al^vaccasde leite, lodo o anno com bas-
tantes arvoredos de fruto de todas as qualidades
e3 viveiros; a tralar no mesmo sitio, ou no
Atierro da Boa-vista loja de calgado n. 38
Vende-se cal virgem de Lisboa para o
fabrico de assucar e saccas com muilo boa
farinha do ity> de Janeiro ; na ra de Apollo
armasem n. 18.
Vende-se um ancorte de ferro com 3 quia-
urn dito pequeo com um arroba ambos
em muito nom estado ; no Forte-do-Maltos
ra da Moeda armasem de assucar n. 15.
Vendem-se superiores charutos de regala
maco em portugus uma arilhmelca. de Car-
valbo e um secretario de cartas ou guarda-
livros moderno ; na ra do Crespo, loja 12 da
viuva Cunha Guimares.
Vende-se carne do serto muilo gorda, vin-
da do Serido e linguigas; na Boa-vista, arma-
sem de sal n. 6.
Vende-se um i-avallo muito forte, e novo,
carre^ador de baixo at meio; na ra do Quei-
mado loja n. 14.
Vende-se uma ancora e duas correnles de
ferro barricas com pregos, proprios para era
barcago ; na ra da Cruz casa de Ridgnay
Jamiesonc Companhia.
Vende-se uma muala do 16 annos, saben-
do perfeitamente engommar, coser e fazer todo
o mais servigo de uma casa; um bonito mo-
loque de 16 annos perfeito pagem e de todo
o servigo, sabendo muito bem tratar de um
cavallo; uma negrinha de 10 annos, propria
para alguma menina ; na ra Direita sobrado
n. St.
Vende-se um terreno com 120 palmos de
frente na estrada da Capunga com arvoredos
novos e Ierra propria de plantar verduras;
na Solidade, padsria n. 22.
Vende-se superior vinho PRR em barris,
tinto e branco cal em grao e moido, e outros
rnais gneros de molhados por prego commodo;
na ra do Aamurim armasem n. 36.
Vende-se muito nova salga-parrilha ; no
caes da Alfandega armasem de Andr Manoel
do Arruda.
IVende-se um urub re; chapeos do Chi-
le superiores ; tabaco simone da Cachoeira
da Bahia ; na loja da ru do Crespo, ao p do
arco de S. Antonio, que vira para a cadeia.
Vende-se merino preto e verde superior e
chapeos francezes para meninos ; na ra do
Queimado, loja n. '25, de Guilherme Sette.
Vende-se uma escrava de nago de 18 an-
nos lava, cosinha e engomma ; em Fura-de-
portas n. 135.
Vendem-se 3 casas terreas no largo de N.
S. da Paz dos Afoga los construidas, ha pou-
co com quinlaes e cacimbas e teem exi ol-
ientes commodos para familia por prego com-
modo ; na ra da Cadeia-velha n. 30.
1 Vendem-se superiores livros de medici-
moga ej na e clrurgia em francer dos melhores au-
tores, e muilo barato; na praga da Indepen-
dencia, loja n. 5, a saber; diccionario descien-
cias medicas, 60 v. ; J. Cloquet, analomie des-
criptive, 3 v. com estampas ; diccionario de
francez para portuguez 2 v.
do
(3
1Vende-se um rio violo de chave, do
madeira de Jacaranda e de excellente vozes ;
uma carteira de ainarello do uma face, tudo com
pouco uso e por prego commjdo; na ra da Cruz
n. 55. (5
Escravos fgidos
1 Fugio no dia 22 docorrente, pelas 7 ho"
ras da nouto um preto de nomo Antonio, offi-
cial de marcineiro de nago Rebollo db 2o
annos, alto magro, meio zambio das pernus,
mose ps grandes ; quem o pegar, leve a ra
do Queimado loja 11. 29 quo ser generosa-
mente recompensado. (7
No dia 12 do corrente dr.sappareceo da ca-
sa do abaixo asslgnado uma escrava de nonio
Romana, do gento de Angola, de 30 annos,
estatura ordinaria chela do corpo,, feigoes
regulares, rosto redondo, denles da frente aber-
tos quando falla parece ter a falla presa, mos-
trando a ponte da lingoa entre os denles an-
dar vagaroso (ugio com um taboleiro peque-
no em que venda roscas de massa ; levou
vestido de riscado de qudros grandes escuros,
panno da Cosa velho e toda a mais roupa do
seu uso, constando de*uin vestido de rassa de
listras um de panninho branco, um de chita
azul ja velho 3 camisas de algodo, um pan-
no da Costa novo um espelho um par de sa-
lalos uma boceta e alguns pralos, tendo le-
vado tudo isto em uma trouxa ; pedo-so por-
tantoa todas as autoridades policiaos, o a quem
livor noticias da dita escrava faga apprehen-
dere remeter ao abaixo assigado quo flear
muito agradecido bem como aoulra qualquer
pessoa se gratificar com generosidado. Ma-
noel Antonio Viegas. (2
No dia 18 de Julho do corrente anno fu-
gio uma preta de nome Joanna, de 18 annos,
sem peitos e denles na fronte da parte supe-
rior, tem calombinhos proprios de sua trra,
pelo nariz a baixo portodacarae queixo at
pelas costas e bragos tem marcas de custicos
pelas barrigas das poias ; quem a pegir, leve
a ra do Collegio n. 6 q ue receber 50^ rs. de
gratificago da mode Cy prianno Luiz da Paz.
2No dia 4 do corrente desappareceo um
moleque de nome Benedicto de nago Angola,
de 14 annos secco do corpo levou can.isa de
algodo da trra e caigas de brim da Russia ,
tem a marca P no peilo esquerdo, e contra mar-
' NouVeaux',ele-!ca ^ nasespaduas ; quem o pegar, leve a seu
o. 14.
2 Vende-se gomma de araruta a 320 rs. ments de botanique"^ V":"sierct-k]""dic'tio- !sennor Juo Leite de Azevedo, com loja de ca-
isagu de primeira sorte, hervilhas muito novas; naire do therapeutique, 1 v dictionaire de bus delrnte do Corpo Santo o. 17, que rocebe-
venda n. 18. (3 \ medicine, 1 v.; Andral, pathuloglo, 1 v. ; Capu- :a ,/rs- de sralificago. (9
prela obran-1 ron, maladiesdes fernmes, 2 v. ; Velpeau, me- 2 Na nouto de sex,a ela ,8 do corrente,
na venda da dicine operatoire, 3 v. com estampas; F. Bor- do lugar do enBe,iho Desterro lugio uma pre-
3 ges medicina forense I v ; Alibert Clinique ta de nome HSa ainda bual bai*a, grossa
palmos derhopitalSaint-Louis, 1 v ; Berzelius, trai- do corl)0 com 3 signaes feitos um na testa,
t de chimie, 8 v. ; Jornal dassciencias medicas ;Juoto ao nani eos dous, um em cada foole ,
7?. ; Dchatele!, higiene publique 2 v.; Cu- | um.a c_,calm de.fg? em Ulna das t>a'rigasda
1 1 liiur n
yasias de todas a
hampanhe ; quem jdo rio Tarujo & Fihos em'botes e oitavas;"na I Vavasseur', Varc',nredcre"''l"v^Me' i 8r< F^ncisco Bringcl deAlmeida Guedes"; quem
eia do Hocife loja n. 50, de Anla- j fisiulogia 1 v. ; Richeiant, ph'isiologie I v. ; a Pe*8T leve ao d,, enenho ou nesta pra-
(4 Nisten, diclionaire de medicine 1 v. ; L. F. fa ao MaJor Nascimenlo na ra da Gloria, que
120
Bpurjga com arvo-
propria de^ plantar ver-
5 j vier, quadro dos animaes, 'i v. ;' Le'regne' ani- \ Pernas a Qual vinha do engenho do Snr. Te-
VB-1 mal, 3 v. ; Lassaigne, diclionaire des ractifs 1 "ente-coronel Joo Vieira a ser entregue ao
nio Gomes da Cunha e Silvu.
e lamuem seniengas as libras
na ra larga do Rosario n. o.
Compra-se uma ou duas redes de tres-
malhos que fago 110 bragas, e uma rede de
xasto meia de ca rao, de 20 a 30 bragas
usadas ; na ra das i.ru?es n. 30.
Compia-seum methodo de piano
algum uso; na ra da Moeda n. 17.
KlUilil'
com
Vtudas
1Vende-se a nova paula das Alfandegas ,
que de ve ser posta em execugo no dia 11 de No-
vembro ; na praga da Independencia livraria
os. C e 8 por 1600 rs. ,4
iVendem-se as bemfeilorias e posse de 612
bragas quadradas de um terreno com frente pa-
ra 3 ras, sendo a principal a da Aurora; idem
de 400 bragas de outro terreno com (rente para
duas ras sendo a principal a do Hospicio
Gaste, abrege de medicine 1 v. ; Chimica ele-
mentar, 1 v. ; Dupotet, magne animal 1 v. ;
1 v.; Cdigo farmacuti-
co I v. ; Archivo Theatral I v ; Elemento de
anatoma 2 v. ; Manuel des maladies vnrien-
nes 1 v. ; Manuel des aspirans en medicine, 5 v.;
mil manuel de anatomie Uescripivo 1 v. ;
Baudelocque principes de accouchement, I
v. ; Cours ilementaire de agriculture 1 v. ;
Manuel de homa'opathie 2 v. ; Ricardo for-
mulaire 1 v. ; Formulario, I v. ; Cerise, sys
teme phrenologique, 1 v.; Clineque cirurgicale,
i v. ; Combe, pbrenologie, I v. ; Pathologie ,
1 v. ; Pathologie general i v.; Tavares, phar-
roacia coiogia, 1 v. ; Roche et Sansn, patholo-
gie, 5 v., compendio de Botnica, 2 .; diclio-
naire frangais-portugais 2 v. (36
1
tacs
nonplusultra a 30 rs. e tambem regala de
Napoleao a 20 rs., taotoa retalbocom em por-
gao ; na ra Direita n. 89.
Veode-se um bonito qua'to muito no-
vo e possante, bom carregador e serve para sa-
la e cangalba ; na ra Augusta n. 33, casa de
Antonio Deniz. 4
i Vende-e um brago de baianga de ferro
inglez, com conchas, proprio para armasem de
assucar, ou oulro qualquer servigo o um ter-
j uo de pesos de ferro tudo por prego commo-
|do ; na ra da Crui armasem de assucar n.
18, de Pinto Companhia.
1 Vendem-se, ou troco-se duas vaccas
prenbes, estando uma prxima a parir ( por
ser gratificado generosamente. (12
SOjfOOO rs. de gratificago.
2 Fugio no da 5 deOutubro de 1 Vi4 pe-
las 9 horas da manha um mulato acabocola-
do de nome Cosme, baixo o refurgado do cor-
po represcta er '7 ai 9 annos de idade ,
pouco maisou menos ; levou camisa branca e
caigas de algodozinho Irangado com riscas
azues quando falla inclina a cabega para uma
banda e a bocea da mesma forma desconfia-se
que estoja em algum lugar para o matto a titu-
lo de forro; quem o pegar, leve ao largo do
Corpo Santo n. l.
2No dia 18 do corrente fugio o preto Chris-
tovo de nago estatura medina reorga-
dodo corpo, do 33 annos ; levou camisa e
caigas brancas ; quem o pegar, leve a ra do
Trapiche-novo n. 8 que ser recompensado.
2= Fugio no dia 21 do corrente o preto An-
tonio baixo de 40 annos ; levou camisa de
chila caigas de gan^a a;u a uiiapeo veiho de
palha he quebrado e nao sabe tallar; quem o
pegar, leve ao boceo de S. Pedro n. 14 venda
que volta para o Lfvramento que ser grati-
ficado. (7
ifoicn 84Ti*, ob H F. db Faru. 1844.


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