Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05205


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Full Text
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fluiA-*-", I'.-rjVx.s'r.mdn.; sexias fairit.Tto Grande do Norte, chegc a 8 a 1i par-
i, SerinUt* RioPorn Porto Caito, a AU50M: nH -
14 ..Garaahuru e K.nito a moa aoa-T>*M rtar-
lito, Ci das da semana.
1\ Seg. a. rsula. And. d>> .1. de D. da 2. t.
arf a Mara Salom Re and, do.I. "j Quartaa; Jno Cap'isirano Aod do .1, da da 3 t.
1 Quintas Rafael Atcaojo A" i do da 1) da'i.T
tata s Chritpim e CrUpiniano, Attd do J. de da 2. v.
, Sb. 1 Erarisio. Pal. and- do J, da I). 4a t.
,,7 |)o I mpetad r .


257.
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PHASES DA LA iZ DE 01 f R i
Laa obaiaa 26 al 9 h ;ras e I i raa, da m af.uaaoa a M aa 9 da tarde.
Dtingtfaala ilu larde I r
PrMmar d '
Primiiria 1 hora IS uim di lar'1 1 nuloi di tarde
.^.iaii
PERNAM
. -. ?


R
Recebemos jornaes do Porto que alcanco ale
3t de Agosto. As noticias que dues se colliom
pouco diabtlo as que j |>or outra viu temos
publicado.
O objecto quo principalmente abi oceupava
todas as allcncoos he o famoso decrelro de 1 de
Agosto, cuja integra he a seguinlo.
Decreto.
Art. 1." Os Juizes de Direito do secunda
instancia das relaces de Lisboa, Porto, e Pon
ta Delgada, eos da relagao commercial, p-
denlo ser mudados pelo Governo de urna para
outra relac^o no continente do reino, e Ibas
adjacentes, quando o exigir c servico publico,
procedendo corn tu Jo voto deliberativo do Con-
oc lio de listado.
Art. 1 Os Juizes do Direito da primeira
instancia do continente d > reino, e ilhas adja-
centes podorao ser mudados pelo Governo de
uns para outros lugares da magistratura judici-
al, logo que completare, tres annos do ser-
vido mu cada lugar.
l.9 Os tres annos conlao-so desde odia
da posse. Fiados ellos, o Governo poder
ordenar aos |uizos que deom residencia.
^ 2. Durante o tempo da residencia, que
de ver ser dada dentro de 4 me/es, servirao em
lugar dos Juizes de Direitos os seus substitutos,
us quaes, alem dos emolumentos, vencerao a
terga parte do ordenado respectivo a<>s Juizes
de Diroilo, ticamlo estes somonte com as*/
partes at entrafem em novo exercicio.
3. Nenhui .luiz poder ser mudado ,
nem despachado para lugar da sua naturalida-
de, .'i excepcio de Lisboa o Porto.
4, Comprehondom-so as disposicoos
deste artigo, e dos seguinles at ao sexto, os
Juizes Criminaes.ou Magistrados do Polica cor-
reccional, e os Juizes Commcrciaes.
Art. ;>.' Os Juizes do Direito de primeira
ocia do continente do reino, c ilhas adja-
tes poderSo ser mudados pelo Governo nos
termos do artigo anteceden te, ainda antes do
praso abi lixado.
1. (guando o bem do servico publico assim
o exigir ouvido o Conseibo de listado.
2.o Quando os Juizes pretenderen, trocaros
!ugare, ou oceuparem os vagos cscolhado
Governo.
Art. 4.9 Os Juizes do Direito de primeira e
segunda instancia transferidos dcixaro de exer-
cer jurisdiccao nos Juizos, ouTribunaos, em
que serviao, desde o momento da intimacao
official do respectivo decreto de transferencia.
Se porm continuaren, a exorcer jurisdiccao
depois daquella intimacao, reputao-se ha te-
rom renunciado a todo o qualquer lugar na
Magistratura Judicial, e o Governo deven 0-
mediatame.nte prove o lugar.
Art. 6." Os Juizes de Direito de primeira
ou segunda instancia tranoridos de que trato
os artigos antecedentes;os de primeira ins-
tancia de que trata o artigo 4. da leido de 27
Agosto do 40 ;o os que nao ostando em elec-
tivo servico forem despachados para lugares var
gru J,i na e.lassc no continente do reino, e ilhas
adjacentes, devem entrar no exercicio dos novos
lugares no praso de 30 dias no reino,e de60 as
ilhas adjacentes contados da intimacao official.
Nao entrando no exercicio dos lugares dentro
daquolle praso.reputa-seterom renunciado ato-
do e qualquer lugar na Magistratura Judicial, e
o Governo prover do novo o lugar.
8 nico: O Governo poder por documen-
tos Icgoes, e causas justificadas, espadar este
praso.
Art. G. Pelo diploma de transferencia, que
consistir to lmente em urna Apostilla as
cartas, nlose perceberao direito de
maree, desello, nom emolumentos, e nao ha-
tera aramentodosJuises no
de primeiras no
los. .
Art 7 Os Juizes subsl
primeira instancia, pode:
Governo, quando assim o exigir o bom do ser-
vico publico.
Art. 8. Os Juizos de Direito de primeira
instancia das provincias ultramarinas poderao
ser mudados pelo Governo de uns para outros
lugares da Magistratura Judicial, as mesmas
provincias do mosmo modo que os do conti-
nente do reino, e ilhas adjacentes, em tudo
que for applicavel ; e ficao sujeitos s mesmas
penas eslabelecidas nos artigos 4. e 5.a nos
Icemos delle.
< nico : O praso do quo trata o artigo 5.
ser fixado pelo Governo, conforme as dis-
tancias.
Art. 9 o Ficfio garantidas, na forma das
leis de 15 e 18 de Abril de 35, 14 de Mareo
de 36, e 5 Marco de 38. as patentes dos offi-
ciaes do exercito. e armada, e Guarda Munici
pal de Lisboa e Porto ; mas lodos procedendo
informarles dos respectivos Commandantes.
poderao ser aggregados conforme o servico
publico o exigir, o em tal caso perceberao so-
monte moio sold, e nao voncerao antigui-
dado.
Art. 10. Os professores de instrucriio su-
perior, poderao ser, pelo Governo exonerados
do Magisterio precedendo voto deliberativo
do Concclbo de Estado, quando o bem do ser-
vico publico assim o exigir.
Art. 11. Os professores de instruccao pri-
maria e secundaria, poderao ser pelo Governo,
exonerados do magisterio, ouvindo o concelho
director do instruccao primaria, e secundaria,
quando o bom do servico publico assim o exigir.
Art. 12 O Governo far os regulamentos
e instruccoes necessarias para a execucao do pre-
sente decreto.
Art. 13.* Fica revogada toda a legislaciio
em contrario.
A esle dorreto (orno publicamos) segu-
rao-sc protestos, o bem assim algumas demis-
soes dadas aos signatarios dalles ; as cousas
porm parece que ficarao assim al a abertura
das cortes que devia lor lugar a 30 de Setombro,
e aonde vni ser julgada esta questo. 0 jor-
nal dos Pobres do Porto, dizque os peridi-
cos da opposicao, fallao muito em un terceiro
partido Regencia, abdicacao &c.
jawimi aamji II"1 "
n
: i
Receita e despeza da Cmara do lieci/e, no an
no municipal do i." de Outubro de 1843 a
50 de Setembro de 1844.
RECEITA.
Aluguol das lojas da Praea da
Independencia 4:721,625
Aluguel das casinbas da Ribeira e
mercado da Boa-vista 1:202,720
Aluguel das casinhas da Ribeira
e mercado de Santo Antonio 1:955,lo0
Aluguel de 3 meias agoas na So-
Helado 82'b*
Aluguel de urna casa terrea na
ra Imperial o.9nlnno
Condimento da afencao .U,uw
dos tainos dos acougues
bobtieo. W7.200
das medidas da farinha 525.^50
>, dos foros 16-085
a do imposto de 2,000 rs.
sobre mscalas e bocetei-
ras 5U4.0O
d das cordiacoes ^ 93,600
das mullas por infraccOes _
das posturas 7:?H'SS
das mullas pelo cdigo 4?'XX"
, das >. jury 361,200
das pela polica J*,U
do registo de ttulos 34,000
delicencas para empana-
das volantes ;.,U,000
o de licencas para barracas
volantes 108,000
le licenga para abrir a-
:Mas,u.prMi. mfioo
de licenca para carros e
carrocas de aluguel
de licenca para cocheiras
publicas
de licenca para botoquins
e casas de billnr
de licenca para casas de
lugueteiros e deposito de
plvora
do licenca para soltar lo-
gos de artificio
de licenca para fincar na
ra paos de bandeira
do licenca para armar pa-
^lanques, curros c tabola-
dos
de licenca para trazer na
ra caes com colleira
de licenca para cacar
do canos sub-
terrneos com esgolo para
a ra
de licenga para depositar
maleriaes na ra
de licenca para depositar
madoiras na ra
Suprimenlo do cofre
88,000
6,000
300,000
300,000
90,000
21,000
150,000
28,000
90,000
415,000
11 ..,000
78,000
23:326.540
9:643,940
Rs. 32:970,480
DESl'EZ.V.
Ordenados
Aluguel do Paco da (amara
Expediento da Secretaria, con-
tadoria odespezas miudas
Cusas do procossos criminaes
cargo da (Jamara
Cusas de multas nao realisadas
dos negocios forenses da
Cmara
Compabia dos Ribeirinbos
1 laica ment das ras
Trapiches de despejo publico
Atierro da ra d'Aurora
Ponte da mesma
Dita do Soccorro
Corcerto da Ribeira de Santo
Antonio
Dito da dita da Boa-vista
Decima do anno finaneciro de 43
44
Tribunal do Jury
Com o Te-Deum por occasiao da
eleicao dos Deputados provin-
ciaes e abertura d'Assembla
Provincial
Visitas sanitarias
Azeite para as lu?es da cadeia
9.a, 10.' e 11.* prcstBCoes por
conta do preco das casas que a
Cmara fez demolir no patio
do Collegio
Pagamonlo de Jivida antiga
Eveoluaes, que comprehendem
enterramento de objectos cor-
ruptos; vistorias e avaliaces
de predios; porcentagem ao A-
feridor, pagamento ao Portei-
ro das pracas; reposicOos; ins-
trumentos matbematicos man-
dados vil do Rio de Janeiro
para medicoes de terrenos, te-
vantamenlo de plantas e ou-
tros
Commissao de 6 p. o/o ao Procu-
rador da importancia arreca-
dada
8:185,112
502,000
582,084
2:100,000
39,908
148,274
2:399.260
1:228,360
2:030,388
298,240
2:936,626
253,600
1:926.976
978,924
899,295
173,120
564,505
271,960
187,520
4:207,029
1:097,542
859,066
1:399,592
Rg. 32:970,480
Conladoria Municipal do Recife, 15 de Ou-
tubro de 1844 Afanoel Gregorio da Silva.


-1
No dia 17 noito lo nado na freguesa
do S. Jos desta cidado.e para o lati dos Mar-
tirios um soldado d'Artilhariao eulro sujeito (i-
cou gravemente fe ido. as pessoas implicadas oes-
te crime forao todas presas por urna patrulha de
polica, e o processo so est la/.cndo pelo Sub-
delegado daquella iregueria. Esporavamos que
o jornal de polica,que em eras nao remotas to
sollicito se mostrava em publicar, commentar,
e enfeilar estes o outros fados nos quizesse
dar esta noticia que alias Ihe sabia de casa .
at porque os principacs implicados so seus
correligionaiicos; masenganamo-nose ja l
vao tantos dias, e nada de novo.
Nao se acanbe o jornal da polica por estas
cousas, todos sabem que nao ha polica ueste
mundo capaz do evitar os crimes ; o os jorna-
listas da praiao sabem como os mais; diziao o
contrario, he verdade, mas quem he que estra-
nhnr ver um jornal de polica mentir ? Ao
menos fo o que o D. oco estabeleceo ante-
riormente, e tantas vezes repeli que ninguem
podo mais estar em duvida. O que ha de mais
he que esle ja menta, e muilo mesino quan-
do nao era da polica. Como adianto publica-
mos urna correspondencio, que refero miuda-
mente o fado, poupai nos-hemos a urna fas-
tidiosa repetico.
Na noute de i8, um homem que disputava
com um soldado do policia, disso-llie alguna in-
sultos ; o offendido quiz dar-lbe com urna acha
de loaba, mas outro soldado do mesmo corpo o
susteve, o ento o provocador puchou d'uin ca-
ivete de mola, e, querendo ferir o seu adver-
sario, loi tambem impedido pelo segundo sol-
dado, que vendo-sc obrigado a defenderse,
com a baioneta, o ferio levemente em urna c-
xa : o soldado foi preso, o o erido dizem ser
um lad.-ao fgido de cadeia do Cabo.

Correspondencia.
Srs. Hedactores.Pehs 7 horas da noite de
17 do corrento aconleceo um fado estrondoso
em que capitalmente liguro os Srs Jos Maria
de Amorim Jnior o 2. lente Candido Le-
al Ferreira dous bem pronunciadas membros
da praieirada, e que cu Ibes vou referir, para
quo fique o publico convencido, que hed'essa
gente que parte a desordem, c que ao bom ge-
nio dos Pernamhucanos sensatos e nao a ella ho
quo so devo o ocego tal ou qual de que goza-
mos.
Lm a Iravessa do Monteiro mora urna mu-
Ihcrde vida livre, que. segundo alirmo.entre-
tem relaces deshonestas com o Sr. Amorim, e a
quem forao espancar na referida noute dous in-
dividuos um que ainda era praca do 2 bata-
lhaod'Artilhariap, do que be Secretario o
Sr. Leal Ferreira, o oulro que elle havia per-
tencido e quifdizem ser criado d'este Sr. ; a
mulhcr ao ser espancada grita,pedindo soccorro,
quo a vo/. publica diz Ibo fura dado por um
tal lielisano Saturnino, Inva-se grande baru-
Iho c d'ello rcsulto a morto do soldado um
fermenta grave no criado do Sr. Ferreira, ou-
tOMjaoipoiiaj-aO r. S;. Amorim, que ssco-
r3o bastante concorreo para que tal fado ap-
parecesse por ter por diversas vezes, e de par-
ceria com amasia, dirigido insultos a urna Se-
nhora que mora na casa que fica cm frente
da que habita a tal (liba de Jerusalem, o com a
qua! Srh,. te:n relaces de parentesco o Sr. Leal
Ferreira, que bem longo derecorreraos meios.
quo as leis prescrevem, para vingarsua prenla
das injurias, que Ihe ero dirigidas pela mere-
triz, a mandou, dizem, espancar, e com esse
procedimento occasionou aquello desaguisado ,
cujos resultados to maos forao, e em conse-
quencia do qual eslao presos o mesmo Tente.
o seu correligionario Amorim a amasia des-
te o tal Misario que a fama publica in-
digitou como autor da morle, c mais alguem,
que talvez nisto esteja ISo innocente eomo e
Morador da ra do Caldeireiro.
!


9
MBneSmT*
Publicado a pedido.
ALAGOAS.
historia P!^!. DAS !-:.:;g5r:3 >: CMARAS
i: JIZES de paz.
Nao nos lio possivel descrever o despejo c
as violencias que apparecero apar das elotcSes
das Cmaras Municipaes e Jtlltes do Paz, no
provincia das Alagoas : porque se tomoina-
credilaves os (actos occorridos.como impropri-
osde sorem apoiudos, sanco.ionadis garantidos
coma frca armadapeloF.xm.Sr.Souza Franco,
Delegado do S. M. o Imperador Constitucio-
nal !! 1 o nem nos he possivel enumeral os
ainda que famigerada fosso a nossa penna. To-
dava he nosso dever levar ao publico a maior
parte dos desatinos e atrocidades, que tom ha-
vido nos difieren tes municipios, devendo acro-
ditar-se que nao seremos exagerados,, eque
nossos estorbos nao sao suflicientes para da-
rem detallie ao desenfreamento escandaloso da
Presidencia, quo se tein escravisado ao Smim-
b de urna maneira impropria do Homero que
nutre sentimentos nobres. Principiaremos por
Macei.
Jamis publicaremos um s fado dos acon-
tecidos, que verdadeiro nao soja, e compro
mettemo-nos a proval-os si nocessario for, eil-
os: No dia 6 do correte, vespera da 'e-
Cfio, o Exm. Sr. Franco mandou chamar .i
palacio o interino Vigario d'esta fregu/i i
e pedio-llie, ou antes Iho ordenou formaos
palavras do Vigario, quando descolpotl seu pro-
cedimento) que, de accordo com o Juiz de Pa/,
nomeasse pessoas do credo urliga para com-
por a Mesa Parochial, e logo ah se escrevrSo
dous bhetescom quatro nomos, ievan lo cada
um o sen, para que nocaminho so nao esque
cessem da licSo Km consequencia, no dia 7
nomeou o Juiz de Pas a dous urligas para Se-
cretarios, ao quo nao se opp/ o povo, porque
era iua intenco que a Si esa reprosenlasse os
partidos, nomeando-se dous do um lado, o
dous do outro ; mas Horneados os outros dous
para Escrutadores, todos gritro a urna b
voznao apoiadoe cresce a confuzo. Para
logo comecrfio as prsoes na propria sala das
eleicoes por um celebre Capito ftifana, quesi'i
o partido urliga o pdeaproveitar, como ca-
paz de ludo ; cmquanto porm dura a discus-
sao no meio de vozerias, em que se distinguen)
os Srs. Maranho e (.'(inanjflc/.queparociaodous
energmenos desesperados mamlao vir do
quartel soldados do 1." linha e polica, e com
elles enthem a sala, de modo quo impoasivel
tornou-se consultar-se ao povo, que mal po-
da mover se, to unidos estavao uns aosou-
tros.
N este conflicto se achavao os dous partidos,
o debate era caloroso, quando por urna hora
da tarde o Juiz de Paz se lembrou de gritar que
se achava a Mesa constituida ; e levantando os
trabalbos no meio do gritos estrondosos, diri-
gi-se ;i palacio, e entilo com os eleitos por
elle nicamente, Mtignxio a acta respectiva
com o maior escndalo. Krao tres horas da
tarde, voltario a casa da Cmara, obstinados
em seu proposito de se julgarcm membros da
Mesa Parochial, a na intenco de recolherem
as listas del votantes, por urna sorpresa, por-
que suppunhao que o povo se havia dispersado :
porem assiin nao nconteceo, visto que todos
tirmes esperarlo com a mesma resignar io. A
opp sico foi ainda mais forte, e nos gritos e
lucia do debate ouvirao se vozes proferidas pe-
los Srs. Maranho e Juvencio (Ajudaote d'or-
dens do Governo < que no dia seguinte a frga
armada, asbaiontas, decidiriio a questao, o
que em extremo irritou cada vez mais o povo.
l.ovanto-se da Mesa o Juiz de Paz, Parodio,
eos intitulados membros d'ella, ese retirio.
Ento cresceo o tumulto, o povo porta da
casa da Cmara em numero decerca deseiscen-
tas pes>oas, consulta entre si o que deve fa/or,
nomeia urna commissao, que se dirige ;
ci, o declara ao Presidente queo voto do
povo deveniio ser livre, o mesmo povo tinha
sido ameacado com o emprego das armas ;
achaodose porta persuadido que S. Ex. nao
as havia de eimresar contra cdad^o- iner
quo pugnavaa pela lihcrdade de seus sufragi-
os.0 Exm. Sr. Franco assim o prumi-ltco ;
mss em suas respostas, asmare por urna tan-
gente mostrava as intenees de que se ochava
possui lo, e o espirito de partido que o fascina-
va : todava, sendo a nromessa (nnsmtllida
pela commissao, eouvidacom a maior satis-
fac,o, o povo em boa ordem, acompanhado
dos cidadaos mais respeitaveis do lugar, diri-
gio-se a frente de palacio, ealli deo vivas
S. M. Imperial, ao Exm. Presidente da pro-
vincia, e a liberdado de seussufragios. No-
tou se logo porm que S. F.\. nao quiz che
car a ncd de paaoi i pura recobti o- vivas,
poi modo to grossein tratou apopu
da ca ital de un.a provincia .
popularlo reunida, possuida do sontimentos'nos Ihe daremos publicidadc as columnas de
nobres, que a animavo n'um dia do eleiedes nossa folha ; quando nao, permitta-nos o Exm.
Jue provocacao quo arrojo que temerida-I Sr Souia Franco que Ihe digamos que he
de a do Sr. Tenente Leocadio Felizmente com sobeja rs5o que os Parense tanto o o.le
nenhum sucosso desagradavel teve lugar. Dos: ao e detestao : ah O que sena do Para so >.
protege a nossa causa ; c dispersou-so o povo Ex. j tivesse apparecido na scena poltica no
sem o menor disturbio. | tempo dos Vinagres o dos Malchers ? Yoltare-
ErSo seis horas da tarde do mosmo dia,
procede-so urna revista no batilhao do guar-
as r.acionaes, d alli forao presos para o quar-
("I 30 d'estos, embarcro-se como destacados
para a ciclado dos Alagoas 50 piacas, d entre
os mais livres, e outros em grande numero
lizorfio guardas dobradas do castigo em palacio,
illandega, casa da plvora, o quartel, por se-
ren constantes e firmes em suas opinioes no
voto que deviao dar, apesar das ameacas de pri-
vio.recrutamento.e embarque.com que se pre-
tondeo atterral-os: honra soja dada briosa
Guarda Nacional da cidado do Macei. Forao
estes os mos preludios das scenas de violencia,
e atrocidades quo tinhao do apparecer n > da
seguinte. Com effeito S. Ex. reforgou com
50 praqas a guarda de palacio, e posto que
assustado sem motivo, a noilo passou-se na
maior tranquillidade.
No dia 8 amanhecro as boceas das ras
guarnecidas de piquetes all postados, o o
mesmo as estradas que so dirigem i cidado,
alm das rondas que por toda a parle se crusa-
vSo. Ksle apparato hostil nao assomhrou aos
habitantes do Macei, como esperavo os ur-
tigas, e s 9 horas da manha se achava o povo
na casa da Cmara, cujas portas cstavo fecha-
das, e as chaves em poder do Sr. Maranho
A's 10 horas oppareceo urna frga do 50 pra-
cas de 1.a linha, municiada de plvora e halla,
commandada pelo Tenente Manoel Agostinho,
e debaixo de armas postou-se em frente da casa
da Cmara. Este insulto inesperado irritou
o publico, e alteradles calorosas tivero lugar
entre os dous partidos, comportando-se furioso
o Sr. Jurcncio, Ajudante d'ordens de S. Ex.,
que se dista encarregado de mantor a ordem
publica N'osse acto prendeo a diversas pos
soas, e sollou-as no mesmo instante; disse'
juaoto (juiz, e ouvio o quo tal vez nao quizes
mosseleigoes do Piuca e Camaragibe.
(/lagoano.)
Misccllanea
se ; brigou, o d'ahi i pouco deo abramos aos
mesmos individuos com quem tinha altercado,
ate que a final no meio d'esta farca burlesca e
ridicula, apparecrao osSrs. i'ansansaoe Ma-
ranho h frente dos membros da supposta Mesa
parochial, e fi/erao abrir a casa da Cmara,
entregando, n'esso acto, o Commandante da
(orea, ao Juiz de Paz, um ollicio do S. Ex.
Aborta a porta postarao-se no estreito cor-
redor seis sentinellcs eum inferior de baione-
tas caladas. Prohibio-sea entrada a todas as
pessoas, menos aos denominados membros da
mesa aos ui ligas que alli se achavao e a 4
ou 6 do lado opposto, que, porcasualidade ,
no meio dos outros podero subir e como a
memoria nos seja fiel lembramo-nos que Io-
nio os Srs. Gomes Ribeiro e irmSo, Bastos,
Titra Elias, e Camillo, e mais ninguem
Bouve novaquestio porque se ouvirao gritos
elrondosos ; mas afinal o Juiz de Paz l o olli-
cio de S. Ex. que Ibe ordena empregue a for-
cea sua di'posicao contra quem houver de
disputar a legitimidade da mesa. Com elleito ,
a lgica das baionetas convenceo ao pequeo
numero de opposicionistas que alli se acha-
vao lornou-se o lado consumado sem que
ao menos a mesa acceitasse e transcrevesse na
o protesto dos cidadaos contra tantas vio-
lencias e arbitrariedades de que he comparle
a primeira autoridade da provincia: erao tres
huras da tarde do dia 8 principiou o recebimen-
to dascedulas os votantes forao entrando por
sua le cc>m previa liccnca, os respectivos Com-
mandantes de Guardas Nacionaes osiao levan-
do al-1 a mesa para ohservarem a entrega das
:as, outros orlo apalpados e revistados a
fim de se descobrir se havio outras do lado op-
posto trocavio-se cdulas aos soldados ao su-
bir da escaJa e ai d'aquelle que se nao sub-
mellesse a esle "go infame U que seria d'eile
no mesiiio inst nte F, durante esta scena de
CARTVS SOBRE A AMERICA DO SL. (*)
VI.
Etado presente da quettao.
O tratado de 29 de Outubro de 1810 tem si-
do fielmente executado pelo General Rosas.
Queramos tres cousas, que obtivemos e que so
mente elle poda assogurar-nos : fixar a sorte
de nossos compatriotas establecidos na margom
esquerda do Prata : por (im a urna guerra ex-
travagante que n5o podia dar-nos honra nem
proveilo ; o eximir, finalmente a Franca de
toda a lutura solidariedade com os partidos que
so debatessem em derredor da questao france-
za Desde o tratado-Mackau nao so citar um
nico Francez que tenha tido quo queixar-se
do Governo de Buenos-Ayres, e todos os estran-
geiros participao d'estas vantagens de seguran-
za, intoiramente novas na America do Sul. Ca-
da urna nacao tem hoje o seu representante em
Buenos-Ayres. Quanto & amnisti geral, exi-
gida pelo tratado, o Sr. de Mackau assegurou
os seus efleitos para o luturo por meio de urna
medida que obriga os Officiaes da esquadra a
recebor a bordo, de boje em diante, os ineli-
zes que alli forem procurar asylo. De sorte que
pode aflirmar-se que o nomedo Sr. de Mackau
he popular em toda a Confedrelo Argentina
Arguiro ao Sr. de Mackau (adevinhais
quem) de haver tratado com Rosas quando sa-
bia que este tinha esgotado todos os seus recur-
sos ; o que seria um mau modo do provar quo o
tratado concluido em taes circumslancias nos
lossedisvantajoso. itlas he por ventura certo
que Rosal se visso n'uma posigao tao ci itica co-
mo di'io? Tantas vezes nao se repeli, desde
o principio do bloqueio, ora, que fora batido
por Lavalle, ora, que as provincias se tinhSo
insurgido contra elle, abandonado do seus gene-
raes ?. Se fosse exacta a menor d'essas asser-
ges, como he que Rosas teria podido resistir,
s com o apoio de Buenos-Ayres, a essa coa li-
cu interior, secundada pela nossa esquadra ,
entretida com os nossos milhoes ? E alm d'is-
so, que interesse tinba a Franca na queda de
Rosas ? Rosas, como o provarei em minba pr-
xima e ultima carta, era o nico bomem, em
toda a America do Sul. em quom a Franca po-
deria depositar sua confianca para a nxecugo de
um tratad <. Installar em lugar d'elle a Junta
Argentina como o querio nossos agentes, te-
ria sido adoptar um partido poltico n'cssas re-
gi5es, e empenharmo-nos em sustental-o por
consequencia. Isso, porm, era o que precisa-
mente a Franca tanto queria evilar, porque se-
ria voltar de novo questo, quando tinhamos
empenhoem ver-nos livres d'ella, por cornpro-
mittente para a Franca, e nterminavel para a
America.
Quanto independencia do Estado Oriental,
que somos aecusades de abandonar na crise ac-
tual essa independencia, consagrada por nos
em um artigo do tratado, nSo a julgo ameaca-
da pelo caso nico de Oribe succeder a Rivera
no Governo de Montevideo. Isso nao passa de
urna contunda pessoal, de una questo de par-
tidos, e nada mais. Rivera nao be senao um
accidente, nunca u.n principio (**). Sustental-
o seria approvar o syslema de nossos agentes ,
que oisolemnenmente conden.nado no Parla-
mento seria reentrar na questao pela porta
negativa ; seria, n'uma palavra violar o tra-
tado.
Pcroutra parte, o que de nos exigem boje
j o tinhamos oflerecido quando ainda nos era
possivel; a amnista era a paz ; recusaro-a.
laloe de insulto s no'sas instituales a I Nossos agentes haviao dado consistencia a um
forca alli postada conserven-te sempre debaixo
rias. Apegar Je lodos estes horrores e vio-
lencias o triumpho seria n:>sso se nao Ihe
m maioria quatrocentas cdulas do quartel,
quas todas assignadas a rogo votando nao su
soldados destacados em Palmeira Assembla ,
Atalaia &c &c. ha bastantes mezes
partido at enlao sem forca na America ; era
dever nosso assegurar a sorte d'aquelles que
comprometiramos: assim o fizemos. Desde
esse momento nos acbavamos desobrigados de
todo o compromiso.
Mas este partido, a pretexto de que nossos
como i agentes o tinhao empenhado na questo france-
com o maior escndalo os proprios re-: za 'vimos peio contrario que fomos nos que
Ibes servimos de auxiliar), quiz, nao obstante,
continuar a guerra. Teremos culpa por ven-
tura, se agora lr derrotado? E devenios ser
responsaveis por urna desgraca que fizemos
quanto 'oi possivel por evitar ? Em poltica,
querer gratuitamente praticar generosidades ,
C) Vide Diario n. 236.
crutas que em Agosto haviao embarcado para o
Sul; de maneira que parte do exercito do Rio
Grande do Sul concorreo para a eleica > da
Cmara futura de Macei E nao ser isto
digno de se revelar ao Governo Imperial e
Naca .' Ninguem o negar senao aquellos
que. a maneira dos vermes, s vivem, s senu-
trein di corrupcao
Contradigo os nossos adversarios esta expo-
lie liel, como verdadeira destruio a
cial encarregado do recrutamento, que com |ue factos t3o escandalosos devom de
elle habita, a recrular individuos no meio da fa.'er no espirito dos homens tripartaos que
he ser tolo : mais quo nenhuma outra nacSo ,
devia sabel-o e lembrar-so d'isso a Franca.
O Sr. de Mackau conheceo muito bem o laco
que Ihe armava o (ioverno do Montevideo ro-
gando-lhe queconservasse a ilba de Martin
Garca como garanta contra Rosas; (-J-)mas ,
visto que o Almirante soube evitar essa arma-
dlha, o partido unitario deveria tr-so dado
por advertido. Com efoito a ilha de Martin
Garca, situada no Rio da Prata, domina, co-
mo ponto estratgico as relaces do Buenos-
Ayres com o interior da Confederaoao. Deixar
nossos marinheiros n'esta ilha com as tropas
unitarias quo n'ella se achavao, era guardar
urna attitude hostil defronte de Buenos- Ayres;
e nos acabavamos do assignar a paz.
Porm a paz para os refugiados Argentinos
era o mesmo quo abandnalos. Abandnal-
os, sim ; porque elles nao so haviao compro-
moltido por causa de nossos agentes; pelo
contrario: e como sua condemnacao fra an-
terior ao bloqueio nao tinhamos titulo algum
para tratur a (avor d'ellos. Rosas nao havia
promettido perdo a csses eternos fautores de
discordias, quo tinhao tido occasiSo do cncos-
tar momentneamente a sua iiossj causa : a
amnista nao os comprehenda ; e Rosas, a-
lm d'isso, fez algumus reservas a seu res-
peito.
Aqu est porque querio a guerra. Sendo
ella o seu nico recurso sua nica esporanca",
a continuadlo portanto. Anda urna vez : a
Franca tem alguma cousa com isso ? He esta a
questo ; o admira quo certos jornaes france-
zes tenhao consentido em servir otaaui de e-
cho, eternamente benigno, a essas recrimina
ces, tanto mais violentas quanto menos bem
fundadas, de estrangeiros contra a Franca. J
citei um Sr. Va rolla ; poderla citar muitos
mais.
Inda outro dia, um Capito mercante se ga-
bava do ter oflerecido seu navio, artilharia e
companha, para a defensa de Montevideo. Ora,
o Commandante da nossa esquadra reconhecco
o bloqueio desta cidode : o que dira o jornal
quo regstou o alto uilodosso mestre, seo Al-
mirante Massieu, como era seu dever, tivesso
metlido pique o navio que desconhecia a lei
do bloqueio ; ou se Oribe, como permittia-lho
o direito, mandasse fusilar essa manija que in-
fringa a lei da neutralidade ? Ho isso entretan-
to o que poda succeder. Aprsente esse jornal o
texto de qualquer lei que possa escusar a con-
ducta desse Capito. Desdo o momento em quo
he permiltido fazer alardo, por qualquer modo,
de urna illegalidade, al onde so nao poder
arrastar a opinio publica ?
Nao vem os jornalislas o effeito quo pro-
duzem ao longe essas correspondencias insen-
salas? que prestigio poder conservar nossa es-
quadra nesses paizes onginquos, se alguns in-
dividuos mal intencionados applaudem-se de
insultar impunemente as luis martimas? Que
autoridade restar ao nosso Cnsul, encarrega-
do de representar a Franca e de proteger nossos
coeidadaos, se tem-se considerado um mrito
para esses cidadaos o infe.mal-o e nsultal-o di-
ante do estrangeiro ? Estes sao todava os actos
que a imprensa da opposicao endeosa, nao de
certo com o fim de defender nossos nteresses
no Prata (que nao os condece, nem procura co-
nhecel-os), mas como meio de tacar o .Minis-
terio, e crear eml.aracos ao Governo. Urna op-
posigo, feta assim a vista do estrangeiro, vai
alm do Ministerio, c fere nicamente a influ-
encia da naco no exterior; porque, so he lacil
a nos compre'ender a diffcrefica quesequer
estabelecer entre o Governo e o paiz, o estran-
geiro nao faz estas distincedes, c nao separa ja-
mis um do outro : paro elle, o nosso Gover-
no, quer seja mao, quer seja bom, representa
sempre a Franca.
Quanto ao alislamento de nossos cpncida-
dos entre os Unitarios, nao Ibes servirode
escusa as declamaces to patriticas que se Ibes
attribuem. E, em primeiro lugar, os nossos
residentes em Montovido lem tido de que
quexar-se do Govorno do Rosas, durante o
bloqueio ou depois do tratado ? Nao : mas, se
assim fora, i a etnprojricis deveris te* d"'*idi-
do a Franca a separar d'aqu em diante a nossa
causa da guerra sustentada por Montevideo ;
portanto, pondo se ao servico de Montevideo,
lomo partido por urna questo que Ihes he es-
tranba, e desde ento nao pode mais haver so-
lidariedade entre elles e u Franca. O Governo
nao pode impedil-os de obrar como entende-
rem ; mas nao podo nem deve comprometter-
(t) O Almirante Mackau nao entregou a
Rosas, como se disse, o forte de Martin Gar-
ca; ordenou smente a sua marinhngem que o
abandonasse para vir reunir se esquadra ; e
rr.andou di/er nos Orientaos que oceOpavio a
ilha que podifio tamben) guarnecer o forte se
quizessem, (). fjo lirios vendo-sesos, dei-
1 a e a ilha estove abandonada .'i das,
("* Os Ingleses, que hoje querem Montevi-
deo para Rivera, o querio para Oribe nol at quo as tropas is so apresenlario para
tempo de nosso bloqueio .. loccupal a.


tjmi~mi '.

se tom elles: una proteccao prestada com es-| quo oio deixa de tentar os ludroes, est hoje
tascondices importarla a adhesaodo Govcrno por milhSejdfi franco, que a tanto cor-
a sua conducta. Oart. 21 do nosso cdigo, quoj respondona o capital e os juro oompltos de
desnacionalisa a todo o Francez (uo so ompre- j 100 annos.
car no servieo de quaquer paiz onde niotre-
! Burgos; e no Rscife praca d) Ceniercio sala
Assootacio Commerc (23)
mular a bandeira da Franca, he formal, e nao
admiti nem rcsti ieces, nem roservas.
,l se leo a singular roclamaco queessesdous
mil partidarios dirigirao ltimamente ao Prin-
cipe de Joinillo : clles se queixo do nao ser
opoiados cm seus esforcos por nossos Cnsules
em Montevideo e Buenos Ayrcs. Devo confes-
sar-so que he isto urna estranba suhverso de
ideias! Nao se dira que a ellos, e nao aos Cn-
sules, compte a direcc/io de nossos negocios, e
o direito de impor urna vonlade ? (guando o
Sr. 1' chop o* quz notificar de que a Franca
nao quera aceitar inais a responsabilidado de
sua conducta, lizerao urna algi/arra ao redon-
da casa consular, c percorrro as mas do Mon
tevdo, gritando Viva a Repblica 1 A-
baixoLuiz Filippe 1 He um modo singular
de recommendar se.e a opposico mesma reco-
nhecer. que, obrando assim, esses desgranados
nao tiverao outra iiitencio mais do que firmar
ostensivamente a abd cacao de sua nacionali-
dade.
O estad) de privacoes em quo os poz o fitio
de Montevideo pode servir, sem duvida, para
explicar esta irrita;ao e este desvio. Mas que !
sao elles os nicos que sofrem ? o todo o es
As coutat insupportaceis.
Diz Salomao que ha n > mundo tros colisas
insaciavois, e urna que anda nao dism 'iasl i.
Um jornal nglez, provavelmenle para imitar
o estillo doReiJudeo, di/, quo ha no mundo,
oito cousas insupportaveis, o urna que absolu-
tamente nao ho possivel sofrer. As oito cou-
sas insuporlaveis saoasseguinle : criado la-
drao, casa fumosa, bolsa vasia, mulherquo
resmunga, homcm que falla sempre, cranca
que chora, cavallo que so pega, navalbn de
harba que nao corta. Aquella que absoluta-
mente senSo pode solrer ; he um assignante
que recebe regularmente a sua folha, e por fim
de coritas nSo p^ga ou demora muito o paga-
ment. (P. do Porto.)
. <, : JB -; '
Alfandog.
Rendimento do dia 21.........6:118,985.
Descarregno hoje 22.
BrigueImportadormercadorias.
BarcaEdttard fayesidem.
BrigueElizabelh idem.
F.scunaLeoidem.
'murtal
Al ovimento do Porto.
Navios entrados no dia 21.
Hamburgo pela Ilia da Madeira ; 7G das ,
brigue Trifolium de 190 ton.; Cap. J.
Kaihl; equipagem ll, carga diversos g-
neros :'aN. O. Bieber & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Babia ; hiato hrasileiro Especulador, capitao
Jos Mauricio da Silva carga diversos g-
neros.
Parabiba ; barca inglua I/ellen Jane capi-
lao Georgo liluckraig: em lastro.
Cotinguiba, corn escalla pela Baha ; o hiato
nacional Especulador, Me>tro Jos Maria-
no da Silva, carga varios gneros : ao Ca-
pilao. Passageiros o Vice-Consul do Ham-
burgo C. Ooste I e G. A. Bloen.
PORTCG*)..
Tinbio annunciado para seguir viagem para
esta cidade a 31 do Agosto o brigue Brasileiro
Fiel, a barca Tentadora em 19 de Agosto ;
prometi sabir com brevidade, e em 5 do mes-
mo mez, le/ igual annuncio a barca Bella
Pernambucana.
trangeiro nao he obrigado a aceitar as condi-
coes do estado do paiz em que vive emigrado ? !
Se a guerra civil nao ofTcrocia a nossos resi- Brc7AtyaiiWe- idem.
denlesscn3o embarazse privacoes. a nossa es -
quadra Ihes dava proporc,es para abandonaren!
paiz onde a guerra anda existe. Se elles alli
permanecen), o Governo nao pode fa?er mais
do que vingal-os, se lorem victimas, dcfendcl-
os, se orcm atacados. Nao foi para sustentar o
direito sagrado de neutralidade quo a nossa os-
quadra reconbecco o bloqueio do Montevideo ?
__Porm suas propriedades estiio ameacadas
(exclamao), c o Governo he obrigado a prote-
ger as pessoas e os bens de seus compatriotas
Sem duvida : mas esse recurso ao Governo nao
pude ter efeito senao depois da guerra ; as
queixas durante a criso nao autoriso una in-
tervencao poltica.
Atacando Oribe, os nossos residentes aceit-
rio pois asprobabilidadcs da guerra. OGovcrno
de Montevideo fez publicar que seis Francezes,
presos com as armas na mi, havio sido de-
gollados. Infelizmente Oribe tinha esso direi-
to ; porque enlao a imprensa montevideana
recusa acolher o desmentido dado por um del-
les, esse falso boato ?.. Da mesma forma
espalhou se quo Rosas acabava do conlrahiral-
lianca com o Imperador do Brasil ; quo Iho ti-
nha adiantado soturnas enormes sobro a part-
Iba futura da Banda Oriental. O Imperador
tem, be verdade, tanto interesso como Rosas
em destruir Rivera, que fez insurgir ultima-
mente a provincia do Rio Grande ; mas os {or-
naos francezes, antes de acolher esta noticia,
nao deveriio informar-se se o Imperador do
Brasil podia dispAr assim de somiuas enormes,
elle, que est em apuros para achar um mi-
Ibio, e que alm disso doveria fa/er reconbecer
esse crdito pelo Corpo Legislativo?
Tem-se levantade tambem grande bulha com
a doacao de 80 kilmetros de trras e do 50,000
caberas de gado, feita por Montevideo aos
Francezes quo pegraocm armas. Ora, he de
publica notoriedade que a Banda Oriental nao
tomifiuin s palmo de torra que perlenca ao
Estado; toda a propriedade de rendas est,
desde longo tempo, alienada ou vendida ; a ci-
dade, assim como seus habitantes, j esgoti-
ro os ltimos recursos S os Inglezes teem
perto do trinta milhoes em terrenos na praca de
Montevideo. He por isso mesmo que o Com-
modor Purvis, vendo perdido todo o refugio
para os vencidos, se Oribe so apoderasse de
Montevido. nao tem querido reconbecer o
bloqueio, a fim de dar aos credores o meio de
aproveitar para seus interesses a prolongado
do sitio.
D'ondo vem, comtudo, quo os Inglezes de
Montevideo nao quizerao imitar o exemplo de
nossos compatriotas, e que nem um s pegou
em armas ? He porque, vendo desesperada a
causa dos Unitarios, nao quizerao dar contra si
nenhum pretexto ao vencedor.
S me falla dizer quem he esse Rosas que, a
despeito de tantas intrigas e de tantos odios
conjuiadu* contra tile, conseguio finalmente
ter em suas mos a sorte do toda a America do
jju|t ( Continuar-se-ha).
Declaraban.
Variedades.
A cora de Franca possue um diamante da
mais bella agua, lapid&do em brilbante, e que
pesa 136 quilates, e servio no punho da espa-
da de NapoleSo.
He avaliado em tres milb
mil francos: um curioso calcula que esta podra,
1=0 Arsenal de Guerra compra em partidas
grandes sola, caibros para espeques, chumbo
em barras, cobre velho, carvao de pedra, ferro
inglez da Suecia, o em lencoes, azeito do ca-
rapato, cadinhos do Norte, suvellas e agulbas
sortidas, sapatos para os aprendices menores,
taboas de pinho ditas de amarello de assoalho
e de forro ; e em pequeas partidas brochas pa-
ra pintura, collada Babia, fio de algodo, oca,
alvaiade, pos pretos familia de trigo, gom-
ma de mandioca, sabo, zarco, pratafina.es-
topa para sacos arcos de ferro, martellos, tro-
quezes, compacos, tbesouras, vazadores focas
finas costas d'osso, e cravadores; as pessoas
a quem convicr poder comparecer nos dias
23 e 24 no mesmo Arsenal as horas do seo expe-
diente. Arsenal de Gera 21 de ulubro de
1844. No impedimento do escriturario.Jo-
bo Ricardo da Silva. (19
PUBLICACAO LITERARIA.
Memoria Histrica da provincia de Pernam-
buco, precididas dum Ensato J'opogra'phco-
hisiorico, composias pelo lente da pri-
metra Classe do Estado Alator do Exenilo
Jos Bernardo Fernandes Gama.
resumo d'esta obra se acba inserido n'este
Diario em o numero 170 de 31 de Jullio
do correrite anno e no D. novo numero 173
de 12 de Agosto do mesmo crrente anno. Pre-
so de cada um tomo de 300 paginas, com urna
estampa fina lithographada, em 8." francez 2a,
rs. pagos na > ccasiao da entrega do livro. A
subscripcSo feicha-se no ultimo deOutubro do
correntu anno, e quem nao or subscriptor s
obter a obra por 4j000 rs. por tomo.
Suhscrcvc-se na praca da Boa-vista botica
n. 6 do Sj. Jos do Cotilo; em S Antonio
praca da Independencia livraria n. G. e 8,
ra Nova loja n. 32 o Sr. Caj ra do Cabuga
lojadoSr. Bandeira Jnior e na esbuina da
pracinha do Livramento loja da Sra. Yiuva
mn ir y iraga
o fruimos.
1 Para o Maranbo o muito veleiro bri-
gue escuna nacional Laura sahir, o mais bre-
ve possivel, por tarja parte, do sea carregamen-
lo prompto, para carga o passageiros, para o
que tem oxcellentes commodos ; trata-se com
o Capitao Antonio Ferreira e Silva Santos, ou
co.m os consignatarios Novaos iSi C., na ru i da
Cruz n 37. (8
1 _-. Para a Babia sahir com muita brevi-
dade a sumaca nacional Santa Anna ; para
carga e passageiros, trata-so com os consignata-
rios Novaes Se C., na rur. da Cruz n. 37. (4
3 Para o Cearj, et o da 28 do corren te,
sahir o bem conhecido o vellciro patacho na-
cional Laurentina Brasilcira, forrado e prega-
do de cobre ; quem no mesmo quizer carregar,
ou ir de passagem, dirija-so ao seu proprieta-
rio Lourenco .los das Noves na ra da Cruz n.
64, ou Manoel Jos Salgado. (7
3 Segu viagem para o Rio de Janeiro o
brigue Marta I, forrado de cobro, e de boa
marcha ; quem no mesmo quizer carregar, ou
ir do passagem, dirija-so Gaudino Agostinho
de Barros, na ra da Cruz n. 60; ou ao Capi-
tao Jos Luz da Fonceca, bordo. (6
2__O briguo .eiio, forrado Ja cobre c de
primeira marcha, deve chegar do Assi por es
tes seis dias, e seguir, 1\ horas depois, para o
Ro de Janeiro ; recebe nicamente escravo
frete : a quem convicr, dirija-se Gaudino
Agostinho de Barros, na roa da Cruz n. 66. (6
2 = Soguem viage para os portos doSul, e
Norte, com toda a brevidade duas barcacas
novas e bem construidas pornome Gatvota .Va-
riante e iVoio Destino, [e quem as mesmas
quizer carregar frotar ou ir de passagem, di-
rija-so a seu dono na ra da Cadeia \ elha leja
de fazendasde Joaquim Riheiro Pontes ou a
bordo ao p das escadinhas ou (orto do Mallo; o
tambem se vendem as mesmas. (9
2__Pan o Rio de Janeiro seguir breve o ve-
leiro palacho Oliveira Capitao LuizdaPena; por
ter urna parto do seu carregamento prompto ;
quem no mesmo quizer carregar, ou embarcar
escravos.pde entender-se com os consignatari-
os Amorini Irmaos, na ra da Cadeia n. 45. (G
WB
Lees.
1 Me Calmont & C. faro leilo, por in-
tervenc5o do corretor Oliveira, do mais com-
pleto sortimonto de fazendas inglezas, asmis
proprias desle mercado, quinta feira 24 do cor-
rente, s 10 horas da manba, no seu arma-
Zem, largo do Corpo Santo. (6
2= Por ordem do Cnsul de Portugal n'esla
provincia epara pagamento do frote, ornis
despezas da barca portugueza Firmeza confor-
me as condcoes do contracto de fretamento co-
lebrado pelo Capitao Joaquim do Freitas Fal-
cao se hao do vender em leilao publico por
inlervenci do corretor Oliveira, quarta feira
23 do correnle pelas 10 horas da manhaa, do
carregamento de vinhos, que a mesma barca
conduMO da cidade do Porto, e so acba deposi-
tado n'alfa'ndega d'csta cidade, no arma/em da
ra d'Apollo n. 6, a roquisieao do mencionado
Cnsul, 63 pipas de vinho do Porto o mais es-
pecial, que a este mercado tem vindo, e os lo
tes sorao do 1 2 pipas, ou a vontade dos lici-
tantes. 16
3__r,. G. Ferreira & C conlinuarao, por
intervencao do corretor Oliveira, o seu leilao
de farinha de trigo, sendo a maior parte das
melhores c mais acreditadas marcas de fogo,
terca feira 22 do corrente s 10 horas da ma-
nba, no seu nrma/eni do becco de Manoel
Luiz Goncalvcs, no Recife. (7
Avisos diversos.
Fu abaixonssgnada, appresso-mo decla-
rar, que o annuncio inserto em o D. novo n.
23U a respeilo de urna procuracao por mim pas-
sada mcu fl(lio Jos da Silva Nevos, me foi ex
torquid por meu filho Manoel da Silva Neves ,
sem que eu toda na boa f, soubesse o que assig-
nava, o por obsequio verdade e por deferen-
cia probidado do meu dito filho Jos da Silva
Neves, declaro pelo presente que he verdadeira
a procuracao que ao mesmo meu filho Jos da
Silva Neves passei fazendo-o sem o menor cons-
trangimentoe do minha mu livro e espontanea
vontade ; o declaro outro-sim que a mesma
procuracao que me refiro he posterior 3 que
geacha passada a Manoel da Silva Neves, reve-
ga-a.c portanto d'ora em diante s serio appro-
vados por mim os contractos feitosem meu no-
mo por Jos da Silva Neves, oqual he incapaz
de abuzar da minha boa l Como testemu-
nhas Joaquim d'Albuquerque Mello J o
Baptiita Fragoso Jnior. Lourenca Correia,
lEduardo Augusto Pereira Brando, geral
e bastante procurador de sua a\ I). liosa En-
gracia de Santa Maria 'Abreu Brandio, mfii
e berdeira do fallecido Alipio lostiniano Perei
r,i, (|ue nesla cidade era vulgarmente conheci-
do pelo nomo de Antonio Joaqu'-n Pereira,
tem resolvido vender um magnifico sobrado de
dous andares e SOtio, anda por acabar, na ra
de Apollo, o novo inoradas de caiaxjitis em
Fra de Portas ; quem as pretender p&d diri-
gir-so ao hotel de Luiz Pistor, na l.ingocla. a
tratar com o mesmo. (12
1 l'm rapaz de 20 annos, que lem urna
pequea protica de pbarmacia, dse ja- se arran-
jar em alguina botica, nesta praca 0U fra del
la, ou mesmo para outra quaquer anumaeao,
para oque da fiador sua conducta : quem del-
le precisar, annuncio por esta mesma fellia
30 Sr. que deo para concertar na ra
Imperial n. 67 urna cama de condur, queira
no praso de oito dias mandul-a buscar, do con-
trario se vender para pagamento do mesmo
concert. (5
2 0 Sr. inferior da Companbia de Artfices,
queira ir no praso de tres dias pagar na roa do
llortasa quantade3,020 risdequebedevedor;
e se assim o nao lizer.tcr'i o gesto de ver seu no-
nio por extenso e tambem se promette usar
dos meios da lei. (6
3Precisa-se fallar com o Sr. do escravo
Agostinho que trabalhou na fabrica de papelo
das Cinco pontas, raga-se ao dito Sr. annunci-
ar a sua morada ou dirija-se a Praca da In-
dedeiidencia loja n. 21. (5
3_ Quem quizer negociar sobre um divida
publica que vence i por cento ao anno, com
do. umento publico, e outra duvida passiva,
que est prestes receber-so, tambem docu-
mentada ; dirija se a praca da Independencia
n. 21. (6
3 .Muga-so urna cosa terrea no Corredor
do Rispo, quas defronto do Palacio ; trata-so
na casa contigua, pintada de novo. (3
;}Aluga-soo 2. "andar do sobrado n. 2,
esquina do becco do Peixe frito ; trata-se na
loja do mesmo sobrado. [3
2A viuva de Florido Augusto le Meirelles
faz publico particularmente iosSrs. que costu-
mavao a comprar ao seu fallecido marido, quo
o seu estabelecimento de padaria contina no
mesmo p e regularidade, fabricando sempro
com as melhores farinhas do mercado. (6
PHEVENCO CONTRA OS FALSIFI-
CADORES.
Estcvao Gasse, sabendo que cm algumas fo-
jas e vendas desta cidade se vende um rap
feilo nesta provincia com o titulo de prnceza ,
e falca imilacao de botes rtulos de sua fabrica,
previne ao publico seus fieguezesquea bem de
direito do propriedade sua, acressenta nos ver-
daderos botes de sua fabrica um sello com sua
irma e insinuacao do nico deposito do legiti-
mo rap princesa nesta provincia. A vista do
exposto, quaquer outro rap inculcado com a
donominacao assima he falsificarlo as fabricas
de Eslevao Gasse nico inventor e propretario
do rap princesa (feito no Brasil), tanto no Rio
do Janeiro Babia e em deposito no Mara-
nhao Para, assim como em Pernambuco na
ra da Cruz do Recife n 38. (16)
llsrjohnston Paler&C. teem constantemen-
te venda taixas de ferrobalido iecoado mo^
endas de forga de 4 cavalls bax o alta pres-
sao, tudo por preeo commodo : na ra da Ma-
dre de Dos n 5.
2R. C. Diilon retira-se psra o Rio Gran-
de do Sul. (2
5 Aluga-se o sobrado do um andar n. 4i),
da ra Imperial do Atierro dos Afogados na
travessa do Lima o qual he proprio para ter
familia e escriptorio as lejas, que esto bem
arranjadas, tem quintal de bom tamaito e po-
co de boa agoa ; a tratar na mesma ra so-
brido n. 39. (7
2 Aluga-se um armasen), na ra de Apol-
lo n. 7; a tratar na ra da Guia n. 36. 2
2 Pela primeira vara do Civel se ba de ar-
rematar no dia 2'2 do correnle mez, a rendado
erigenhr Now> da Conceicao freguesia de S.
Amaro de Jaboatao por um trienio; os pre-
tendentes compareci naquella dia pelas 4
horas da tarde, a porta dosr. Juii lioanguesSel-
le no Atierro da Boa-vista. (7
2 Avista da falta que constantemente ha
do rap do Lisboa nesta provincia, lembra-se
aos amantes desse genero nonhuma stnsibili-
dade se pode sentir com esta falta, pois que
havendo nos depsitos de Eslevao Gasse da ra
daCiuzdo Recife n. 38, o ra do Livramento
n. 13, um rap denominado Princesa meio gros-
so e dito grosso fabricado no Rio do Janeiro ,
o qual j he conhecido por immensas pessoas ,
e pela sua excellcnte preparacao se tem torna-
ido recommondavele merecido a estima de mui-
tos tomantes, pela somelhansa aquello rap ;
: por isso julga de seu dever advertir a aquellos a
quem dito rap nao he coukecido que nao s
'acharad boje a venda nos depsitos, como a re-
tallio em algumas lujas desta cidade. (16
2 Antonio Alvos Vianna embarca para o
Rio Grande do Sul a sua escrava Quiteria ,
crioula de 35 annos. (2


$o de urna casa de pouca familia, para com-
prar e cosinhar, dirija-se a Ponte-velha n. 18.
Roga r. J. P. F. obsequio de quan-
to antes satisfazer urna divida quo a maisde
3 annos be dev^dor do contrario ver o seu
nome or extenso ; mas nao se ontondb com
o Sr. Jos Paulo da Fonseca.
Desapparecco no dia 20 do corrente do
campo de palacio velho aondo estava brincan-
do uin cachorrinho d'agoa ; quem o achar e
quizer restituir leve ao convento, do S. Fran-
cisco quo ser gratificado e so alguem o li-
ver comprado roceber o dinhciro quo por el-
lo liouverdado.
OfTercce-so un. rapaz Portuguez para cai-
xeirodeloja, ou venda tanto na praga como
fura della do quo lem pratica ; quem o pre-
cisar, dirija-se a ra da Senzalla-velba n. 60.
Quem annunciou querer comprar 30 pos
de coquoiros, dirija-so a estrada de Joao do Bar-
ros delronte do Exm. Visconde de (oianna ,
sitio da esquina que volta para a estrada do
S. Amaro.
Aluga-se urna casa no Cachangi, defron-
te do rio e de agoa forrea com duas salas, 7
quartos cosinha separada o estribara; na ra
que seja
Quem precisar da urna ama para o ser' m algama preta quesaiba cosor, engorn-
mar e cosinhar fleaodo os juros pelo o servico
da dita negra ; na ra da Conceigao da Boa-vis-
ta n. 9.
Agencia de passaportn.
2 Na ra do Rangei n. 34, tiro-se passa-
pnrtos para dentro o lora do Imperio corrom-
se famas, e despachao-so escravos tudo com
a inaior brovi ladee proco muito commodo. (1
2Aluga-se urna escrava moga para o ser-
vico de urna casa do pouca familia, b fazer al-
gumas compras na ra ; quem a pretender, di-
rija-se a ra larga do Rosario n. 20. (5
2 I)-se dinheiro a premio com ponhores
do ouro mesmo cm pequeas quantias ; na
ra Nova n. 55. (3
2Aluga-se urna boa casa na cidade de Olin-
da ; a tratar na ra da Cadeia-velha n. 16. 2
2 Rufino Jos Correia de Almeida embar-
ca para o Rio Grande do Sul os seus oscravos
Francisco o Joanna ambos crioulos. (3
Refrescos para o lempo de verdo.
Achao-se constantemente em casa do Sal-
les & Chaves no Atierro da Boa-visla n. 26 ,
ob a ropos superfinos de maracuj limao ta-
marindos, ginipapo, &c. muito claros e de
um ngradavel paladar polo aceio o perfoigao
com (jue sao fabricados ; o seu Jnalleravel pre-
go he de 560 rs. cada urna garrafa. (6
3O encadernador Francisco Antonio Bas-
tos, morador na rja de S. Hita n. 88, fa> ver
ao rcspeitavcl publico e principalmente aos
seus freguezes quo qualquer obra que quiserem
feita por elle ha do ser entreguo na sua casa;
pois nao so responsabilisa por obra que nao
seja entreguo a elle, para nao desacreditara
sua eneadernaeo; na mesma casa se vende
superior tinta preta ide oscrever, e livros em
liranco do toda a qualidade de papel almasso de
sorte o pautas, e abecedarios e bonecas de
goma para escripta; e risco-se livros de toda
qualidade de cscripluraeao e apara-so papel
a 120 rs. a resma o entrega-se umacustanei-
ra a seu dono ficando duas na resma como he
do coslume ; tudo por prego cmodo, e promp-
lid) o asseio : na mesma casa precisa-se do
nina casa as seguintes, ras do Rozario, Quei
iiiado, Collegio, Cadeia de S Antonio. (19
3Oabaixo assignado, engonbeiro civil.
tendo de passar algum lempo fura da cidade no
desempenlio do seu officio, roga a todas as pes-
soas que quizerem utilisar-so do seu prestimo,
de dirigirem-so (por carta) ao mesmo ahaixo
assignado na casa de Novaes & C, ra da Cruz
n. 37. Alfredo de Mornay. (7
2 Aluga-se urna boa casa para se passar a
festu capaz de conler grande familia], no Po-
go-da-panella defronte da casa do Snr. Pedro
Jos Carneiro Monteiro ; quem a pretender, di-
rija-se a fallar a Manuel da Silva Neves em
Fra-de-portas. (G
Precisa-so de um amassador
bom ; na Solidado padaria n. 22.
= Precisa-se de duas pretas, quo sejao fiis
para venderem doce pagando-se i> rs. do ven-
dagem do cada pataca das 11 horas da ma-
nbaa at as 0 da tarde ; na ra do Cotovello
n. 18.
Precisa-se alugar urna preta para o servi-
do de urna casa ; na ra da S. Cruz n. 2..
O secretario da irmandade de N. S. do'Tcr-
50 faz aciente a todos os irmos da mesma ir-
mandade que nao se tendo concluido no dia
20 do corrento a oloigaoda mesa rogedora para
o anno futuro resolfeo a mesa actual que a
mesma eleigao tivesse sua continuagao boje
pelas duas horas da tardo ; nossa occasia) tra-
tar-se-ha tambem de negocios do multo lote-
resse a mesma Irmandade.
O Sr. Joao Athanasio Botelho queira ter
a bondade de ir concluir o negocio que nao
ignora na ra da Praia n. lili.
Aluga-se o segundo andar da casa da ra
do Collegio ; a tratar na ra da Cadeia do S.
Antonio n. 1'..
No sitio das rosciras, na estrada do Rosa-
rinho do Major Joaquim Elias do Moura, ap-
receo urna negrota nova, que nao sabe duer
quem he seu senhor, o porlingoa de outras ne-
gras diz chamar-se Felicia ; quem for seu
dono, procure em o dito sitio; que dndoos
signaes, e rouoa com que sabio de casa Ihe
sera entregue.
l)eseja-se fallar ao Sr. Jos Joaquim Fer-
nandos ou quem suas vezes fuer ; na ra dos
Quarteis n. 24.
1 Precisa-se alugar um preto para serven-
te de pintores que seja fiel ; na ra das Cru-
zes n. 28, loja de pintor e vidraceiro. ;3
1 Aluga-se o armasen n. 10, silo na ra
do Torres no Recito, porlencento a Ordem
terceira do S. Francisco desla cidade ; quem o
pretender, requeira a mesa regedora da mes-
ma ordem entregando o requerimenlo ao se-
cretario para o apresentar a mesa. G
l Antonio Jos de Souza com loja de louga
na ra do Queimado n. 32, faz sciente ao rea-
pcitavcl publico quo por haver muis pessoas
do mesmo nome do hoje em dianle se assig-
nara Antonio Jos Vieira de Souza. (5
1 (.'asa de cominissao de escravos.
Na ra Direita sobrado de 2 andares n. 3 ,
defronte do becco de S. Pedro continua-se a
receber escravos para se venderem de commis-
so sem se levar por este trabalbo muis do
2 por cento offerecendo-so para isto toda a
seguranga necessaria. (7
1 Precisa-se Je urna ama que tenha bas-
tante leite cainda nova, sendo agrade, paga-
se generosamente ; na ruado Collegio n. 21,
terceiro andar. (4
1 Quem quis Janeiro pela quanlia de UH)/f rs. para mais,
ou menos, dirija-se a ra da Cadeia-velha
n. 16. (4
1Aluga-se por prego commodo urna casa
terrea atraz da matriz da Boa-vista com duas
salas, G quartos, cosinha fra quintal mura
do ; a tratar na ra da Aurora n. 58. (4
1 Precisa-se alugar urna preta moga, pa-
ra o servigo de urna casa do pouca familia ; e
toma-se um moleque, ou m'ulatinho para
aprender o oflicio de seleiro ; na ra Nova n. 5
Aiu(4-oo icn-cno aiiui uo laqueiro ,
na ra do Amorim ; a tratar no ra do Queima-
do, loja n. 0. 3
1 Ezequield ligSesdo dansa na traves-
sa dos Expostos n. l segundas, quartas e
sextas feiras das 7 horas da noute at as 9 ; e
tambem a toda o qualquer hora do dia que
convier aos discpulos. 5
2 Copio-se sentengas processos e qual-
quer papel judicial, assim como outra qual-
quer escripturago tudo com muito boa let-
inadeira rondeira o faz todo o mais 1
urna casa por uma negrinlu, ou moleque de
13 annos, e so tornar nquillo que for de raso ;
na ra de S. Thorosa venda n. 25.
.1__ y.r.H;;-!> nm sortimer-to de toalhaa de
linho adamascadas de qualidade superior, sen-
do de uma das molhores fabricas de Prussia em
Allemanha om largnra do duas varas e mi 1
eem comprimonto de duas varase mjia at 5
varas com guardanapos o som ellos ; em casa
de H. Mehrtens, na ra ida Cruz n. 40. (7
3Vende-se um mulatinho bom carreiro, ou
para pagem e mesmo para qualquer olllcio ;
na praga da Independencia loja n. 21., do An-
tonio Filippe da Silva. (*
3_Vendem-se saccas com farinha de superior
qualidade por prego commodo ; na ra da
Cruz n. 84. (3
3 Vendem-setainhasdo Rio Grande, che-
gadas pelo ultimo navio por prego commodo;
ha ra da Praia armasem n. 21. (3
4Vende-se urna toalha dj esguiao com
lavarinto a roda rnuito bem foita ; na ra do
Cabug loja n. 9. (3
3 Ainda reeto para so venderem. algumas
casas terreas defronte do S. Jo3 do Manguinbo,
sitas em chaos propres ; a tratar no sitio jun-
to das mesmas. (&
3Vendom-se barricas com sobo, e couros
inunlos. tudo chegado do Aracaty ; na ra da
Cruz n. 26, venda de S Aranjo $ Irmo. (3
3 Vende-se uma preta do linda figura ,
muito hbil em todo o ervigo por ser muito
activa de 16 annos cosinha lava, eBsaboa,
tcm principios de engommar, he boa compra-
dora de ra o nao tem vicios vende-se por
nao querer servir ao seu senhor ; na ra Nova,
armasem do trastes n, 67, das 6 as 9 horas da
manh'a e das duas da tarde cm diante. (8
3 Vendein-sc pianos do melhor, autor de
Londres o carvao de pedra por prego com-
modo ; em casado Me. Calmont ^'Companhia,
na praga do Corpo Santo n. 11. 4
2 Vendo-se um carrinho de duas rodas ,
muilevee elegante, por prego commodo ; na
(3
ras
2 Compra-se papel para embrulho a 2720
rs. a arroba ; na ra da Senzalla-velba n. % ,
e em Olinda na ra do Amparo, venda n. 7. '3
Compra-so um tonel quo seja servido do
azelto e que esleja em bom estado ; na praga
da Independencia, loja n. 21, de Antonio Filid-
po da Silva.
Compro-se effectivamento para fra da
provincia escravos de ambos os sexos de 12 a
20 annos agradando pagao-so bem ; na ra
da Cadeia de S. Antonio, sobrado de um an-
dar de varanda de pao n. 20.
1Compra-so um chronometro ; quem ti-
verannuncie. $
Vendas
Ira e por prego commodo, e com a maior bre-
vidade ; na ra do I'.ungid n. 34. '5
2 Na padaria do areal das Cinco-pontas,
d-se pao do vendagem c paga-so bem pago ,
tanto u pessoas captivas 1 on rra. (3
2 Manocl Jos Machado Malheiro embar-
ca para o Rio de Janeiro a sua escrava Thei
de naci Baca.
Dao-se 300/ rs. a premio sobre hypothe-
4Vendo -se um bom cavallo bstanlo gor-
do, muito novo, rugo-pedrez carregador bai-
xo al meio muito passeiro o sem achaques ;
nos Afogados ra do Motocolomb n. 28. (4
3 Vende-se cobro para forrar navios de
18, 22e 24 ongas em porges grandes e pe-
queas por prego commodo ; em casa de Me.
Calmont J Companhia na praga do Corpo
Santo n. 11. (5
2 Vende-se superior vinho de caj en-
garrafado por prego commodo; na ra do
Qucimado ,casa ama relia n. 29. (3
2Vendem-sc sacas com muito boa farinha
de maniiioca por prego commodo ditas com
milho e arroz de casca ; no armasem do Bra-
guez ao p do arco da Cenceigao junto a bo-
tica. (5
2 Vende-se vinho de Bordeaux do muito
boa qualidade, em caixas de duzia ; na ra
da|Senzalla-velha n. 138. (3
2 Vende-so um sobrado de um andar e 2
sotaos na ra do Fogo n. 17 cm chaos pro-
prios ; a tratar na ra estreita do Rosario n.
10 terceiro andar das 10 horas da manha
em dia rite. (5
2 Vende-so um cavallo pequeo bom car-
rogador baixo o qual serve para menino ; na
ra da S. Cruz n 78.
3Vendem-se saccas Oe farinha do
ca da trra de superior qualidade, por pre-
:.modo ; na ra da Cruz n. (ii. (3Jbom estado
2Vende-se, ou troca-se uma mulata muito I bom estado
alva do 28 annos, boa cosinheira engom- de couros.
cocheira da ra das Flores.
2 Vendem-so dous transelins de ouro um
annelao com diamantes um par de argolas ,
um alfinete de peito um botao de abertura e
1 co.dao, tudo obra nova, por prego commodo;
na ra Nova n. >5. (4
Vendem-se borzeguins gaspeados para l;o-
mem esenhora botins francezes para homem,
sapatos do pala ditos inglezes de costura ,
ditos do entrada baixa sapatos de lustro e de
marroquim, ditos de duraque de Lisboa para
senhora e outras muitas qualidades por pre-
go commodo ; na ra da Cadeia do Recife n.
35, defronte do cambio ; assim como caixas de
tartaruga muito fornidas o feitas no Aracaty.
Vendem-se caixas de prata para rap, de
bom gosto e^chegadas ltimamente do Porto,por
prego commodo ; na ra do Crespo, loja n. 12,
de Jos Joaquim da Silva Maya.
Vendem-se 3 moradas de casas na ra do
Calabougo-velho n. 5, 6 e ^ ; a tratar na ra
de Hortas n. I lio.
Vende-so uma cabra moga de 2o annos ,
cose, engomma, cosinha e lava, por prego com -
modo ; na rui larga do Rozario loja de miu-
desasn. 35.
Vende-se, por necessidade, uma escrava
moga de elegante figura engomma, cose, co-
sinha lava e he quitandeira ; na riboira, ven-
da n. 1.
Vende-se uma mulata que cosinha e la-
va bem ; na ra Nova n. 50, primeiro andar.
Vende-se uma casa torrea em Olinda, ain-
da por acabar, mas tem todos os pertences den-
tro da mesma ; a tratar na ra da Senzalla-ve-
lba n. 60.
Vendem-se duas juntas de bois de carro ,
por prego commedo e muilo gordos ; na pra-
ga da Boa-vista ao p do armasem de sal.
Vendem-se bichas grandes de superior qua-
lidade e chegadas ltimamente ; no becco da
Lingota n. 8.
Vende-se uma porgo de arrobas do chum-
bo de lengol ; na ra Nova n. 63.
Vendem-se 6 talhas de folha para azelte
decarrapato, ouoleo, quelevaoOOa lOOca-
adas da medida vclha ; na ra da Cadeia de
S. Antonio n. 19.
Vende-se uma armagao de loja de couros
com cafgado e mais algumas cousas ; na ru
Imperial n. 9.
Vende-se um piano horisontal, inglez, de
boas vozes e com pouco uso, por prego com-
modo ; na ra do Crespo n. 12 a fallar com
Jos Joaquim dn *'|'? Maifl.
Vende-se uma negrinha de 10 annos, de
bonita figura e perita em.f'zer bicos e rendas;
na ra do Crespo n. 12, a fallar com Jos Joa-
quim da Silva Hala.
Vende-se uma preta moga ptima pa-
ra todo o servigo ; na ra da Cadeia do Recife
n. 51 primeiro andar.
Vendem-se bichas de superior qualidade
na ra do Vigario n. .S.
Vende-se um cavallo novo muito pas-
seiro, carregador dobaixo a meio, por prego
commodo ; na ra Nova venda n. 65.
Vende-se uma cadeirinha um plano de
muito boas vozes macacos do estivar algodao
;i: e i,im....c creoleodelnhaca ; ra ra do Amo-
mandio-, rim n. 15. (4
2Vendem-se um tacho grande de cobre em
uma bacia de rame tambem ni
na ra do Livramento n. 23, loja
4
Vendem-se 3 m 1 1 caia terreas
construida n quista
cimbas, 1 commod >s, no I,
go de N. S. da Paz nos Afogados ; na ra da
Cadeia-velha n. 30,
Vende-se cal moido o melhor nesto ge-
nero, e muilo om emita fpjaiquei poreSo
travossa da Madre do l):os, padaria n. 1;
Manoel Ignacio da Silva Teixeira.
Vendo-se ou troca-se urna casado sob
do na ra do Aragao por outra terrea
bairro da Boa-vista ; na ra da Gloria cas
p da fabrica do Gervasio. \ 4
1 Vende-so com alguma espora dando
bom fiador as drogas medicamentos e tudo o
mais quo perlencia a botica, que existia as
lojas do sobrado sito na roa Direita u. 120, qu
foi penhorada e arrematada em praga pu
ca por divida nao tendo j a armagao ; a Ira
tar no primeiro andar do mesmo sobrado.
1 Vende-se uma missa om orchestra de-
nominada a Fonniga exactamente copia
daem partos completas vinda ultimament
cidade do Porto ; na ra larga do Rosario, lo-
ja de miudesas n. 22.
1 Vende-se bichas grandes e pequeas ,
chegadas ltimamente e despachadas no dia
do corrente, muito b:as c troca o se as qu<
pogarem por prego commodo; na ra da C
n. 62 e na ra do Vigario n. 2o.
1Vende-se rap princesa meio grosso e gi
so de liasse em botes e a retallio ; na prai.
Independencia, loja do Arantes.
1Vende-se, por muilv commodo prego u
casa na ra de S. Francisco em Olinda, com
commodos e propria para so passar a (esta,
o tomar-se banhos salgados ; e motado do ou-
tra nesta cidade na travessa do Dique ,
rende mensalmente 10^ rs. ; a tratar no Attcr-
ro dos Afogados n. 30. |)
I Vende-so a fabrica de charutos da
estreita do Rosario n. 2 armagao e todos es
mais pertences ; na ra larga do Rosario n. 32.
1 Vendem-se superiores charutos de re-
gala, em caixinhasde 100 o ohegadoa da Ba-
bia palo ultimo vapor ; na ra da Cruz n. 37,
casa de Novaes & Companhia.
1Vendem-se, ou trocao-so duas ?aci
prenhes estando uma prxima a parir p
uma junta de bois mangos j costeados em car-
ro voltando-se de parte a parlo o quo se con-
vencionar; na ra largado Rozario n. 18. (5
1 Vende-se bolaxa de 6 a 11 patacas a ar-
roba ede?0rs. a 120 a libia, sendo a pri-
meira muito com moda para casas de familia ;
na padaria junto a'o quartel de Polica o. 1
1Vendem-se cadeiras americanas com as-
ientode palhinha ditas com assento de pao ,
camas de vento com armagik, marquesas', com-
modas mesas do jantar camas de ven
4o00 rs., ditas de plnho a 3500 rs. podras do
marmore redondas e quadradas, rotim superior,
taboado de pinhoda Suecia o americano ludo
se vendo mais em cunta do quo em outra qual-
quer parte ; na ruada Florentina n. 14. (!)
1 Vende-se inuitcbomfio para sapateiro ,
em miadas a 400 rs. a libra ; na ra estreita
do Rosario n. 13. ;i
1 Vendo-so uma escrava do 24 annos do
bonita figura cose muito bem cosinha en-
gomma, faz lavarinto o \\ muito boa quilan-
deira s so vendo para lora da provincia
motivo se dir ao comprador; na ra de Agoas-
verdes n. 23. a
1 Vende-so urna ptima thesoura francesa
para alfaiate ou seleiro ; na ra Novan. 28.
1 Vende-se um escravo cosinheiro, propno
para casa francesa ; na ra de S. Rita n. 8fi
Vende-se uma porgo de madeira de loa-
re em pranchoes, e outra serrada costado do
arnarello largo uma canoa nova pequea,
eum banbeiro de arnarello novo e bem liito :
ua ra da Praia do S. Rita, serrara n. 23.
Escravos ftigkl
Nodia 19 do corrente fugio uin moleque
de nomeLuiz crioulo, do 18 annos, roslo soc-
co caigas de algodo/.inho azul, camisa de ris-
cado escuro. Nodia 20, tamboril fugio outro
moleque crioulo do nomo Vicente de 12 an-
nos figura pequea, ps grandes e seceos,
lovou caigas de riscado escuro, e camisa de chi-
la; quem os pegar, levo a ra da Madre de
Dos n. 7 que ser gratificado.
1 No dia 18 do corrente fugio um preto de
nome Jos do nagao da Costa mas nao tem
tainos baixo, secco, ps pequeos levou ca-
misa do algodao, com manuas curtas, calcas
nrancas, lem uma belida pequea no olho es-
querdo heearniceiro trabalhava no agougue
do pateo deS. Pedro; quem o pegar, levo a ruu
das Larangairas n. 20, que ser bem recompen-
sado. (9
3 Fugio no dia 13 do corrente um preto de
nome Estevao crioulo oOlcial de pedreiro ,
do 25 annos alto secco do boa presenga ,
eflr preta, oltis pardos o grandes, nariz aqui-
lino bocea regular rosto comprido e descar-
nado tem alguns pannos no rosto e peacoco
levou caigas o aqueta brai.ca camisa de ris-
cado de quadros largos; conservaos ps um
pouco entilados ; quem o pegar, leve a ra No-
va n. i, a Joa Theodoro doSen ou n. >
a Novo do Cabo ao Sr. Coronel Fram I
Jos da Costa, que ser gratificado (12
MATfP. ,;IA._18-U.


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