Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05197


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Full Text
Aiiode 1844.
Sabbado 12
O lli*r,n>,iublio.*-ii! lulos o diaa que n.'io forem santifica-loa : o prwo da ia-rRiiatnra
be de tres MU ira. por qaarlel pagos tdiaotadoi. Oa an nuncios dos aaaignanies sao inseridos
(rali-, IM "O qne n.io forrm ;i riz.i.. .| "*n ...;. -0f |xah. .V. recia M{ -, ,r,rm ssr dn-
jidas ta lp.| ra dan Crutei a. 34 oa a praqa da (aostpeaaOMi* 1 >j da lmnan.
PARTIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
(oiahiu,* i Jral]yba,ieundai3 sextas feiras.Rio Grande do Norte, chega aSi2c pai
te 10-: 24,~aba, Serinhaem El.o Frmalo, acer, Porto Cairo, t Alagoav no I -
H o 'imanada mn. Garanhiins e Bonito a 10 c '-'I de na la mot 8oa-T9ta e '
'" j 'S dito.. Cidade da Victoria, quintal feiras. Olindi todos o diaa.
DAS da semana.
7 Se; i.Marcos Aud. do J. de D da i. .
8 Terca s Brgida. Bel. aad. doJ. de D.de S. t.
9 Quarta s. Diooiiio Aud do J. de I), da 3 r.
10 Quii, a Francisco de Horja. Aud. do. J. de D de 2. T
11 Sexta s. Firmino. Aud. do J. de D. da 'i. r.
1 Sab. a. Cypriane. Re. od. do J.de D.de i. t.
la Don O t'atriicinio de S. Jos
tf'3abW
(le Oiilubro
Afino XX M. -M).'
'^y/J'J%rM.< '"'"'* ro* mMm",: ,!*" """" i""n"
,-V/tV' /'ir k- '""" U""J I">'"'M,ln>o> eream poetados im admira lo sntte aa ; a man
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1.V.S0 .'.OUt,
PUASI'S DA LUV RO HEZ DE 01 TURRO.
Loa anata a 26 ae "i horas 44 min. dan aLuaooTa a 11 ai 9 li < 4 min. di tarde.
Mtaguaate a 4 al .'boraa e 9 aaia da Urde f CrMotaW a 8 ou 35 a, da tarde.
Preamar de luye.
Pi ni.ira is 5 bnras a iin lS la mauli'ia. | St nl a. j liora. i r minutos da tan!
'ma^m'**mmm*maT*PrMn^^l^mm~*mc,,mm....."......"""ItMrfT^1*.^aataaM- JKMBtuT
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Silllliiii lwniff#iiTfhai*,,''-','tri<^"e~""-- .ii-iaaattvaauESBKJtai:
AVISO.
Prevenimos aos nossos I ai toras, que o dis-
curso Jo Sr. De Pronotir Publico na sessiio
do Jury de 7 do corrente contm militas e gra-
ves alteracoas, e por isso d* novo o daremos
no nosso seguinto numero.

- .l.'iw.a
iloverno da Provincia.
EXPEDIENTE DO DA 8 DO CORRETR
Odlcio Ao Inspector da Tlmsouraria das
Rendas Provinciaes, approvamlo os contratos ,
polos qines Gabriel Germano d'A^uiar .Montar-
roios, Amiro demandes Oallro Jnior o Ma-
noel Ferreira dos Santos Pimentci obri^trao-se
a fazer ; o 1. os reparos das pontts da estrada
do Sul, o 2.* o concert da ponto do rio Una
em Santo Amaro Jaboatao e o 5." urna carnada
de barro para cobrir os leos do empedramien-
to das areias do Giqui; e resolvendo que fa-
ca-so por administradlo o aroiamento do 1." ,
2.* e 2.o leos da estrada do Pao d'Alho ,
a cuja 2.* arrematar participa nao terem ap-
parecido licitantes. Communicou so ao En-
gonheiro em Chee o ao Inspector-Fiscal das
Obras Publicas.
DitoAo Commissario Pagador, sciontifi-
cando-o d'haversido approvada, por Aviso da
Secretaria da Guerra de 16 de Selembro (indo ,
a resoluco, que tomn a Presidencia, deman-
dar pagar os sidos do Capellao da fortaleza de
Ha marac na razo de 22,000 rs. mensacs.
DitoAo Inspector daThesouraria das Ren-
das Provinciaes, communicando, que decon-
ormidadn com a sua infonnacao e a do Knge-
nheiro em Cbefo das Obras Publicas, prorogou
por sois metes o pra/.o, durante o qual compro-
melteo-se o arrematante ta l.* pirte do 6.
lanco da estrad* do Po-d'Alho dar promp-
tas as respectivas obras. Tambero se commu-
nicou ao F.ngcnhciro em Chele e ao Inspector-
Fiscal das Obras Publicas.
dem do da 5.
Oficio -AoF.xm. PosiJenle do Tribuna! do
Thosouro Publico Nacional, com a remessa
de trinta contos de res pelo Commndante do
paquete de vapor Imperador, do saldo disponi-
vel, que nesta data exista na caixa do exer-
ciciodo 183-H.
DitoAo mesmo Exm. Sr idem de de/, con-
tos de ris, em notas substituidas, vindas da
Thesouraria do Rio Grande do Norte.
PortarasMandando abonar aoThesourei-
ro da Fa/.enda pelas respectivas caixas, as duas
addicSes deque trato os precedentes olTieios.
DitaAo Thesoureiro da Fa/.enda para ac-
ceitar e pagar no dia de seu vnneimento, pela
caixa do corrente ox^rcicio de 1814-45, con-
forme a ordem do Tribunal do Thesiuro Pu-
blico Nacional n. 211 de 28 de Seteinbro fin-
do a lettra quo acompanhava do um cont e
du/ontos mil ris, que na mesma data, ea
quinte dias precisos sacara o respectivo The-
soureiro Geral a avor de Jos Antonio Basto.
dem do di \ 7.
OficioAo Exm. Presidente do Tribunal
do Thesouro Publico Nacional enviando o
balanco provisorio de um porcento de arma- no hospital rcgimental.
:;:\: : -i ... .--. ... ; ...
falguin nosta cidado nom rasoavolraente poda
ser cilcula lo pira o paginn >iito dos direJtot,
DitoAo mesmo Fxm. Sr., rogndose dig-
nassetransmittir do Thesouro Publico Naeio-
dal os olfijos <|uo ac >mpan!uvao dosta The-
sourario, de ns. 68 a 71 do corrente anno.
DitoAo Inspector da AlfanJega. convi-
ilando-o para assistir a posse to Exm, Pf88
denlo da provincia Tliomaz Xavier Garca de
Almeida, no dia 9 as 10 horas da nanhia.
Iguaes convitos so fl'.orao aos Adm nistradores
do Consulado, Diversas Rendas Goraes Inter-
nas o Crrelo.
Dito--Ao Engcnheiro em Chele, encarrega-
tlo da medcao dos terreno? de msrinha, para
procedara medcao o.avaliacao do terreno de
marinhas, que'o concedido pela Presidencia
da provincia, a Antonio Jos Ribeiro de .Vio-
raes.
dem do da 10.
Oficio Ao Exm. Presidente da provincia ,
informando o requerimento de Sebastiao Jos
Gomes, cirurgio Aju lanto do 2. batalho da
Artlliaria a p, em que pedio a gratificarlo
de oito mil ris mental pelo tempo quo servio
Thesouraria (1 a Fazenda.
EXPEDIENTE DO DIA 3 DO C00RENTE
OficioAo Inspector da Alandega re-
metiendo por copia a ordem do Tribunal de
Thesouro Publico Nacional n. 186 de 31 de
Agosto ultimo deferindo ao recurso inter-
posto polo Capito do brigue sardo Eridano ,
Joao Baptista Schala, da decisao da Thesoura-
ria, quo sustentou a apprehenso feita por a-
qtiella Alandega do diversas mercadorias vin-
das fra do manifest, e contidas na declara-
cao feita pelo dito capitao no acto de dar a sua
entrada, para Ibe dar execucao pola parte, que
Ihe tocava.
dem do di v 4.
OficioAo Exm Presidente da provincia ,
participando ter, no dia 2 do corrente dado
tumprimento ao oficio de 30 de Setembro ul-
timo lazando em conformidad-i dos decretos
ns. 352 de 20 de Abril a 378 de 14 de Agos-
to, a do plano a que este ultimo se referia ,
organisar a Pagadoria das Tropas desta pro-
vincia.
DitoAo mesmo Exm. Sr., informando o
rcquerimenlode Antonio Melquades da Silva,
em que pedio ser prvido no lugar de Amanu-
ense da Pagadoria tas Tropas da provincia.
DitoAo mesmo Exm. Sr., dem de Simao
Jos de Axevedo dos Santos idem o de Por*
teiro.
Dito Ao mesmo Exm. Sr., idem de Jos
Luiz Nelto do Mendonca, Amanuense da Al-
andega em que pedio mais tre/. mer.es de li-
ctvpara tratar-la soa Mdft
Hilo 4oG>mmisario Pecador a Thewm-
ida rroiw, ramel......I oom <> ofliwodo
l r do Arsenal de Guerra, aconta do
ledevia a Manoel Joaquim Caroeiro Leal,
per diversos artigos, que
ment da Ilha de Fernando, para
indo conforme.
zenagem addicional do exercicio de 18-2-43
exigido pela ordem de 23 de Agosto ultimo n.
175
DitoAo mesmo Exm. Sr declarando a
razao, por que se accumulava na Thesouraria)
to grande numero de billetes da Alandega,
em desproporcao com a renda arrecadada, exi-
gida pela ordem de 17 de Setembro lindo n.
209.
DitoA o Exm. Presidente da provincia ro-
gando se dignasse expedir assuas ordens, aos
commandantes dos paquetes de vapor, que a-
cabavao de chegar do Sul e do Norte para rece-
bar na Thesouraria as sommas quo se destina-
vo para a provincia do Ceara o Thesouro Pu-
blico Nacional. s
DitoAo mesmo Exm. Sr., informando o
requerimenlo de Bento Jos da Silva IVIaga-
Ihes.em que pedio o titulo de aforamento per-
petuo do terreno de marinhas, medido e ava-
liado soh n. 116 B, que Ihe traspassou Vicente
Ferreira Gomes, na ra da Concordia do bair-
ro de S. Antonio desta cidade do Recife.
DitoAo mesmo Exm. Sr., idem de Chris-
tovo Santiago de Oliveira Praticante do
Arsenal de Marinha, em que podio urna remu-
nerarlo alm dos seus vencimenlos pelo
trabalho, quo Iba tnha accrescido com o ex-
pediente do Escrivao do almoxariado, que es-
teva doente.
'DitoAo Administrador da Mesa do Con-
sulado, remetiendo por copia para sua intelli-
gencia e execucao pela parte que Ihe tocava, a
ordem do Tribunal do Thesouro Publico Na-
cional n 201, de 21 de Setembro prximo fin-
jo, a respeito dos documentos, que deviao a4>-
presontar os mestres das embarcaras para os
despachos da dita mesa.
PortaraAo Thesoureiro da Fazenda para
aceitar e pagar no dia do seu vencimenui. pela
caixa do exercicio corrente da 184-45 con-
forme a ordem do Tribunal do Thesouro Pu-
blico Nacional n. 205, de 25 de Setembro ul-
timo, a lettra, que acompanhava de seis.con
tos de ris, quoaquinze dias precisos, sacou
na mesma data o respectivo Thesoureao geral
a favor de Gabriel Antonio.Iguaes portaras
se passrao para o aceite e pagamento de mais
duas lettras; sendo una, de tre/. concos nove-
itoAo mesmo Exm. Sr. aecusando a
recepcio do seu oficio de 9 do corrento; em
qne communicou ter no mesmo dia tomado
posse da Presidencia desta provincia.
res; a a outra de um cont novecentos edese-
nove mil esetecentos idem do Pedro Nunei da
Konseca.
IDEM DO DIA 8.
OficioAo Exm. Presdanle da ptuvioee ,
informando o requerimento de James Crablree
& C em que pretendan despachar,livre do di-
reitos, urna parte da carga de estrume de passa-
rinbo, quecondu/.io o brigue inglez iumbtter,
vindo do lchaboo com destino pora In-
glaterra, com o fundamento do nao ter valor
BAHA.
O 11 ANCO.
A CommisSo que foi consultada pela junta de
lavoura desta provincia, sobre a creaco de
um banco, ofjereet o seguinte trabalho:
Sendo da ultima inluicao que ern quantoo
premio ou interessedo dinheiro nao se redu/ir
a menos de um por cento ao me/., nao pode lia-
ver prospendade a progresso nos diferentes ra-
mos de industria desta provincia e com especia-
lidade na agricultura, que inquestionavelmen-
to he o que entre nos alimenta todos os outros;
pois que sendo o premio ou interesse do di-
nheiro mais alto, ouno correspondendo ao lu-
cro dos capitaes que nelles s'empregao, de ne-
cessidade a definhar; assim como que so por
meio do estabelecimento de um banco de cir-
culaco edescontos he que se alcancar remo-
dio ta urgente necessidade : parece eviden-
te por tanto, que se deve tratar de conciliar os
elementos necessarios, de modo que se facilite
a creagao de um estabelecimento desta or-
dem.
Escusado he entrar em consideracoes geraes
a respeito; porque basta relectir na convenien-
cia da rcunio e emprego dos capitaes, que por
falta de um banco se conservao improductivos
para seus donos, e em geral para o paiz.
Ora, lando-se fallado a escripto ;i respeito de
bancos liypot^iecarios, ainda que nao seja nosso
parecer em favor da creagao de um banco tal,
ou propiamente tal ; porque nlo admitlimos
por ora que o banco que se deve crear entre em
transaeces garantidas por hypothecas, quede
ordinario torno o devedor descuidado docum-
drimento de suas obrigagoes, fiado em Reme-
diante garanta ; todava eremos que nenhum
outro meio preenchernossos desejoa, a nao ser
undado esse estabelecimento por aeces, tas
quaes tres quarlos sejo representados or hy-
pothecas : sendo por as seguintes razos que
ceios e oitenta e quatro mil duzentos e cinco- convencemo-nos da proficuidade deste systema,
entaeoito ris a avor de Francisco Jos (ola- que tem seu favor oflerecer um penhor maior
do que oulros quaesquer bancos da circulacao e
descontos.
A 1.* beque s formado assirn o banco se
poder com aclidada alcancar boje nesta pro-
viiKi.i a diminu-io lio prego do intaresse do
dinheiro sem os riscos quo aeompanb*o ai emis-
soes de papis de crdito, vales ou bilbetes pa-
gos ao portador, garantidos idito:
pei ninguem poder com rasflo
mitindo a necessidade B possibili
belecer-se um banco de deseont-
...... : -jy.........;. :. '... 3BBM .
baratear o praco do ntarwe do dnherOi quo
llavera garanta maor, desde que a emissao tos
seus papis de crdito, limitada a tres quarlos
do fon 11 que um tal asfbeleciuieoto possuir
em hypothecas, oflerecer nestas mais penhor,
subsidiario do simples crdito ; alm de ser in-
contestavel que nos seus cofres deveri sempro
existir um valor equivalente a emissao em pa-
pis acreditados pelas firmas quo garantirem as
transaeces realisadas.
.2.* Porque,promovendo a circulaciio dos im-
moveis, e estas alcanzando seus possuidoresa
-lobrada vantngem de um interesse nos dividen-
dos dos lucros do banco, ao mesmo tempo quo
podem usufruiras respectivas pronrie ludes hy-
pothecadas, sem duvida convidar a concurren-
cia de accionistas.
3.* Razao ; porque entilo, sondo do interesse
de todo proprietario ser accionista, ser infalli-
vel o augmento do valor das propriedades im-
moveis, que, depois da creagao da caixa econ-
mica, teem perdido de prego.
J que se fallou na caixa econmica,devemos
dizet, que, desnaturado, como est osso estabe-
lecimento, se bein que se nao pode negar quo
tem feito o grande beneficio do promover eco-
nomas, causa, em vez de bons. maos resudados
quo se patentoio simplesrellexo deque, des-
contando a mais de 12 por cont, d um divi -
dendo muito menor seus accionistas, pela pn-
ralisagao decapitaos, que sempre tendom ser,
so lidia do excessivo proco do interesse por que
desconta ; e que faz apartar a sua procura para
o emprego de qualquer aspeculaco commer-
cial, fabril e de lavoura, ujos productos, como
dito ica, nunca equivalen!,ou correspondem ao
exigido interesse.
Para convencer que o augmento do valor das
propriedades ha de ser infallivel, basta allender
que. logo que o banco der dinheiro por menor
interesse, os capitalistas bao do ser pouco pro-
curados, c por necessidade ver- sehao obrigados
a comprar propriedades, dim de so inscreverem
accionistas.
As bases da organisagao devem ser :
I. Que o fundo capital do banco ser de rs.
4,000:000jOOO, divididos em aegoes de duzen-
tos mil ris, que podem ser representadas at
Ires quarlos do seu valor por hypothecas em ca-
sas e predios urbanos desta cidade.
Estas hypothecas devem ser com explcita de-
sistencia da primeira citacao tendo qualquer
credor do banco o direito de obrigar a sua ad-
ministragao a sorteabas para realisar o seu em-
bolso, caso stibrevenhao circunstancias, que o
nbabilitem pagar seus ompenhos com dinhei-
ro de contado
Porm se o accionista, dono da propriedade;
a qui/er resgatar, isso Ihe ser permittido ; o
que tambem lera lugar todas as vezes que inda-
pendente de meios udiciaei a Assembla Geral
do banco julgar necessario vender,ou dispr de
alguma, ou nlgumas das propriedades hypo-
tbecadas, ou os accionistas queiio converler
suas acedes em valores realisaveis.
,2. Que a durato do banco ser de 15 an-
uos, e prorogada, se passado este tempo, a As-
sembla ('.eral delle julgar conveniente ; een-
tao se Atar o novo prazo.
3. A emissao do quaesquer papis de crdito
d<> banco nunca exceder de tres quartos do seu
fundo total em dinheiro o hypothecas.
4. Que o premio dos seus descontos nao ex-
ceder te seis por cont ao anno ; nem o prazo
de cada lansaego ser inaior de 6 metes : mas
nos respectivos vencimenlos jde ter lugar a
reforma.mediante a amortisacao de 10 por cen-
to do capital primittivo, so nisso concordara
diroccao do banco em cada poca que o dito
prazo lindar.
Na falta de renovacSo da transando por a
una dita, ou du pagamento integral, quer
por nao compareclnenlo do devedor, junta-
mente com leus Donadores, quer por nao se
ermiltido a reforma, o premio da demora,
ea| embol m por cento -o mex
da quantia da vida -ioinover-se-ha
al.
\APl AR ENCONTRADO
wmmm


o. Que as transios serSo : 1. descontar
ob a garanta Jo duas ou mais formas, segun-
do a importancia .la quanlia, crdito o solvabi
l.dadc d aquello. 2. Descontar burieles da
Alfandega. 3. Emprestar dinhoiro por meio do
letras sobre penhores deouro o prata at dous
tercos do valor iulrinsico d'elle ; e de jolas
de brilhantes at a melado doseu valor estima-
do por pontos com approvaco (Ja direccao do
banco. 4. Adiantar at a motado do valor dos
gonoros de prodWao do paiz depositados om
armiM.nsalfandeg.idos, mediante as conveni-
entes cautollas precedentemente tomadas pela
mesma direccao. 5. Especular sobre opera-
cues de cambio, mas limitando-se s pracas do
imperio.
6. Tambem recebor depsitos de prata, ou-
ro. joias, apolices da divida publica, e quaes-
quer valores, mediante urna mdica commis-
so ; e assim dos cmputos que p >r conta de
particulares ou de quaesquer eslabeecimentos
pblicos arrecadar, ou adiantar sol correspon-
dente garanta; quur no paiz qu-r fura d'elle.
7. Recebera qualquer quanlia quo Iho
queirao levar juro nao excedente de 5 por
cento, sendo por prazo e vencimento fixo.
8. Emquanto se nao realisar o registo ge-
ral de hypothecas de modo que nao baja a me-
com os seus dias dos detnganos,etem justifica
do os seus attentados; quando s mostrao a
sua barbaridado do selvagens. PensrSo acaso
que haja quem lendo os seus e os nossos es-
criptospossa vacillar o naoconhecer o gigante
pelodedo? Se os interpelamos, seos aecusa-
mos apontando os seus factos respondem-nos
com libollos iofa-matorios ; que se Ibes ha de
entao dizor, sono que alm de facciosos ede-
sordeiros, sao sevandijas ? E se assim nao fra
teriaotillei a audacia de so^ inculcaren), ins-
truidos, sabios, honrados,'g'overnistas, ordeU
rosdapoisdo baverem escripto, e continuaren)
a eserever anda as maioros infamias, o que a-
inda ninguem havia dito em letra redonda ?
O lodo da praia os cobre de tal modo, que nun-
ca mais bao de mostrar-e puros; e em vez
da popularidade a que aspiravao tero ludi-
brio e vorgonha eterna. Assim Ih'o prediz
O inimigo da anarchia.
A CANDIDATCRA DOS PRAIEIROS PARA
DUPCTADJSfiERAF.S |
O homem ain .'a o mais floumatico an-
da aquelle, que suposto almajar sinseramen-
te o bom estar, e a felicidade de sua patria, to-
dava, estranho todo o espirito de partido ,
pesa com a maior imparcialidade a miseria de
nnr ,\.'i i. u i J ib- |n,Mtuni a nMiiM i nina re lanuaue a m isen a ue
ZbTal :S.bre0,,,!SO)ne;a"'t"'lod qaesquer nossas questes polticas, por certo que nao
tmD argos das pronnedades nnn a i;.. ,i n,ir.i .!;- .i____:. ._ i___ /*
embargos das propriedades que setivereinde
nypothecar para ropres-ntar parte do fundo ou
capital, as mesmas hypothecas sero de mais
garantidas por ianca, que as abone no caso de
quosevenhaa verificar que antes ja eslavosu-
jeitas a outras.
9. As hypothecas assim feitas nao devem ser
por mais da melado do valor de cada proprie-
dade, e este estimado pela mesma forma j
dita a reipeilo dos penhores do prata, ouro e
joias.
JO. A reuniao para nomeaejio do primeiro
director lera lugar logo que so alcangar a ins-
cripcao de qualrocentas accoes, ao nslallagSo
do banco para principiar stias operacoes, depois
de realisado o deposito, ou recebimento da
quanlia em dmbero correspondente ao dito nu
mero de accoes. Bahia 29 de Setembro de
mn.farao dos Fats.Luiz Antonio Vi
anna.Dr. Francisco Muniz Brrelo d'Ara-
gao. Joaquim Torquato Carneiro de Cam-
r*-~' (V. Mercantil.)
ELEITORES DA FREGUEZIA DO
BREJO.
Os Srs.
Francisco Aves Ctvalcant Camboim
Thomaz A Ivs Maciel
Pedro Marinho Falcao
Jos Pedro de Miranda Henriques
Trajano Targine de Moura
Caetano de Oliveira Mello
Francisco de Paula Vellez de Guivara
Lourenco Francisco de Almeida Catanho
Luiz Cavalcanti de Albuquerque
Francisco Berenger Cesar de Andrade
Joo Gregorio dos Santos
Manoel Cordeiro Cavalcanti Ariu
Fnncisco Berenger Cesar Jnior
Valeriano Bezcrra Cavalcanti do Albuquerque
Joo do Reg Maciel
Bernardino Leite Galvo
Jos do Reg Maciel
Venceslao Cavalcanti d'Albuquerque
Thomaz de Araujo de Albuquerque
Joao Marinho Falcao
Jos Valentim Vieira de Mello
Patricio Tiburtino Muniz Falcao
Jos Antonio Barbosa
Antonio Alves Maciel
Jos da Silva Amaral
Antonio de Araujo e Albuquerque
Florentino Cavalcanti de Albuquerque
Luiz Alves da Silva Maciel
Jos Flix Pacheco
Antonio Basilio de Sousa.
Com ini meados.
Por mais que argumonte com a sucia praiei-
ra ligado principios e lacios, anda nao
pude conseguir della urna resposta sizuda.urna .
defesa honrosa e nos meamos termos com quo alatraicoa a si e a sua gente quando diz que
poder deixar de possuir-se" da mais justa in-
dignaco de penetrar-se do mais prolundo
despreso.a vei a maneira vergonhosa, ede inau-
dita insolencia, por que o Guarda Nacional
de sexta feira 4 do corrente, no seu artigo, que
tem por epigrapbe : resposta a gente do Tra-
piche procurando recommendar a candida-
tura dos seus amigos da praia, e juntamente a
sua; depois do ter oalrevimento, ou rematada
loucura de estabelecer um pararello entre o seu,
e o nosso lado ; entre a gente do ligeiro e os
homens da ordem ; trata de deprimir aquelles
que por sua capacidade, por sua subida intel-
ligencia virtudes e mais qualdades recom-
mendaveis sao para elles um estorvo ou emba-
raco ao vencimento de sua inmunda chapa.
He neste empenho vil digno somenle da
praia, e de quem por si nada vale que o f-
lame papeluxo, ostentando todo o seu cinismo,
e mostrando ao mesmo tempo quanto he gran-
de, e perito na intriga, e na calumnia, tira do
seu pattido e quem sabe se tambem de si, to-
das as torpezas e indignidades, todos oscri-
mes, e mazlas,e appresenta-o So publico como
o nico lado, de que devem sahir os represen-
tantes de Pernambuco !. .
Nao soffreremos na verdade tamanha insolen-
cia.ese bem que tenbamos a convicio mais ro
busta, de que desta vez os bancos de nossas As-
semhlas nao sero profandos por nenhum des-
ses volantins, llenes chefes do batalho ligeiro;
por nenhum em summa desses miseraveis ca-
pangas da nossa trra ; porque emfim os nossos
honrados agricultores os nossos homens do
mato, que tem que perder, nao podendosim-
patizar com a desordem, do que sao elles prin-
cipaes agentes e promotores os tem completa-
mente excluido das urnas eleitoraes; todava
forca he que respondamos ao so Guarda Na-
cional por isso que o nosso fim nao he nica-
mente patentear a toda esta provincia, e ao Bra-
sil inteiro os feilos monstruosos dos sucios do
D. novo; niasdesmacarar essa vil pandilha da
praia e lazer finalmente ver de quo homens se
eompe essa sucia de embusleiros e hipcritas,
que em seus planos d'ambico, e loucura, con-
to a pretendi anda mais louca de quererem
governar os Pernambucanos Mas tal he neste
ponto a justga de Dos, e o deliri da gente da
praia tal a cegueira em que a ambigao tem
posto esta pandilha e lo penetrada est esta
gente de seus crimes e conseguintemente da
sua incapacdade para oceupar o importante
cargo de representante da nacao ou qual-
quer oulro imprego por mais insignificante
que seja, que para isso recorro a todos os meios
possives de vilesa ., e indignidade ; e to hor-
rivel he o remorco que os roo, que por dentro
os dilacera, que elles mesmos a si proprios se
denuncio, azem ver a sua nimia indignida-
de, e infamia, ecavo por tanto a sua ruina ,
quando procuro, o mais empenhados se mos-
trad em insinuar-se no espirito do povo e re-
commendar-se ao seus suffragios. He assim que
o redactor do Guarda JSacional a cujo artigo
respondemos, sem o pensar, giosseiramente se
go to importante da Sociedado Brasileira, he
maravilhoso, ainda o dizemos, quo um homem
a!, a menos quo nao esteja iouco, ou embria-
gado d'ambico (alie urna lingoagem semelhan-
te, urna lingoagem to contraria nesta parle aos
seus intereses, e de sua pandilha ; mormentc
perante um publico, quo to bem o conhece.
om urna provincia, ondo elle nasceo, e cujos
habitantes tem sido teslemunhas de suas boas
aegoes, om urna provincia finalmente, cuja mor
parte o conhece melhor do que elle
talvez se conheea a si proprio Lingoa-
gem que ou denuncia da sua parte urna
estupidez formal, ou urna rematada lou-
cura ; porque quando lodos nds sabemos,
quando esta cidade nao ignora, que a praia,
conseja da incapacidade dos seus candidatos,
tem extorquido dos seus eleitores juramentos
sacrilegos do votarem cegamente na sua chapa ;
quando mis at sabemos, que semelhante me-
dida, digna sem duvida do merecimento dos
candidatos praieiros, foi proposta, e adoptada
instancias do Padre Jesuta, do soapador de to-
dos os tempos; he sem contradico extupidez,ou
loucura, que oG.n., echo desse partido immo
ral e infame, comprometa assim a causa daquel-
les que Ihe pagao e assolJado para pleiteal-a ;
que ao passoquoo ceu club d'nvisivs exige
e consegu'juramentos, e votacao cega, e sem
discrepancia em os seus mimosos candidatos,
se ponba elle a proclamar, que os eleitores se
devem nessa escolha melindrosa guiar pelos me-
recimentos, servicos, c virtudes dos pretenden -
tes ; que em summa essa escolha deve presi-
dir a maior libordade possivel !l!...
Sim, nos acceitamos de muita boa vontade,
desojamos, e mesmo recommendamos a todos
os eleitoros de qualquer partido que seja o,
que a sua escolha seja presidida pelo principio
cstabelecido pelo G. n. ; porque este be por
certo o meio mais seguro que temos de nao
vermos contemplado na lista dos trese eleitos,
um homem tal, como s. m. cuja exaltarlo a
um lugar do tamanha consequencia seria urna
injuria irrogada ao nome Pernambucano, e
um padro eterno da nossa vergonha Sim,
nos aceitamos o principio estabelecido pelo G.n.
porque ellehepara nos o mais seguro penhor.a
garanta infallivel de que desta vez a chapa im-
munda da praia, que ahi voga, baquear, ir
de rojo, e de novo volver 3 lama d'onde sahio J
Sim mis abracamos esse principio salutar, prin-
cipio salvador da nossa honra o probidade, por-
que mediante elle a ignorancia, e a estupidez,
a traigo, e o enme nao enviaro desta vez um
representante seu a corte do imperio na pes-
soa do juiz de paz cabano I Porque desta vez
a anarchia, e o batalho ligeiro nao serlo re-
presentados ; por isso que l nao i rao nem o
Pedroso 2, nem o manso animal da Boa-vis-
ta I porqu c dosta vez a loucura, e a intriga,
a m creaco, e a hipocrisia nao tero deputa-
dos, por ssoqufto Magistrado detardeiroeo
muito leal cavalleiro das urbanidades, ficarao
doscancados em suas casas, porque dosta vez o
sacrilegio, e o perjurio, aimposlura, e a feia
tngratulo no terao na Cmara quem defenda
os seus interesses ; por isso que Padres Jesu-
tas, hypocritas, e sanguinarios; militares com-
mendadores e chefes de polica faccioso'.e anar-
chislas nao iro polluir os bancos da represen-
ta cao Brasileira ; porque desta vez emfim a
(alta do carcter, o dsmarcado orgulbo, o ceg
'goismo.e a insuportavel.esempre odiosa sober-
lespreso essa cfila de praieiros ; porque s ar
juico fin a quo lendi os rnau identes votos
lo Verdadeiro liberal.
Correspondencias.
Srs. Redactores. V sem mais preambu.
los. OSr. Dr. Joaquim Villela do Castro la-
vares na sua correspondencia inserta no D.novo
H)\, diz. que o Sr. Manoel Joaquim do Rogo,
para ganhar as eleigoos do 1840, se valeo da
popularidade do Sr. Carnoiro, incluindtf na sua
chapa o nome deste Sr. e eu quizera quo
me elle explicasse o seu dito, porquanlo posso
conceder-Ihe que oSr. Carneiro be bom pai de
familia, trabalhadore honrado, mas que tenha
na freguezia dos Afogados popularidade, Uto he
o que eu neg: que ao Sr. Manoel Joaquim
seja preciso lancar mo doseu nome para coin
a sua popularidade ganbar eleicoes, isto be o
que nego os factos. OSr. Manoel Joaquim
he verdade, admitlio na sua chapa o Sr. Car-
neiro. por oslar convencido do suas boas quali-
dadescomo homem particular, mas como poli-
tico sabia elle, e ninguem ignora que o Sr.
Cprnciro he perigoso, eno he preciso aprsen-
la r os factos, porque elles sao inuiloconhecidos.
Gozando o Sr. Carneiro do tanta popularidade,
como assevera o Sr. Dr., porque nu o incluid-
do agora o Sr. Manoel Joaquim na sua chapa,
nao sabio o Sr. Carneiro Eleitor, apesardos
despejos de moradores de trras e inquilinos d6
casas, por este e por seus correligionarios pra-
ticados ? Ceg he quem nao ve o sol ao meio
dia !
Tendo o Sr. Carneiro tanta popularidade,
como s leve 5 votinhos na presente eleicaodo
dia 22? e pelo contrario os Srs. Francisco de
Carvalho, Manoel Joaquim e Manoel Caval-
canti livero 596. sendo o numero das cdulas
598? Ora, deixe-sc, meu Dr., de tanta baso-
fia ; cada um se conheea a si proprio, e nao
ueira vender-nos galo por lebre." Os homens
bem educados nao devem dar desses escorregos,
e nao he assim que so Ilude Pernambuco;
pois bem nos conbecemos. Sou, <&c.
Um dos que no se i/ludim.
Senhores Redactores.Vimos no D. novo de
bontem um annuncio de certo annimo inimigo
do Sr. Dr. Francisco Joo Carneiro da Cunha,
o qual com o fim de arredal-o da eleico pr-
xima levanta a calumnia infame de que
osle digno Magistrado fra ao consistorio (quii
dizer c8rlorio) do seu Escrivao, e rasgara a
sentenca que havia dado no dia anterior nos
autos de inventario da finada Ignacia Jacintos.
Sendo nos os nicos interessados nesse inventa-
rio, o partilhas apressamo-nos, por amor da
verdade e odio k calumnia em declarar ao pu-
blico a lalsidade desso annuncio; por quanto a
partilha se acha a aprasimento de nos ambos;
e assim impossivcl be que lal subsiituicu de
sentenca tivesse lugar. Somos dos Srs Re-
dactores. Joaquim JosVietra Francisc
Jos Vianna.
Publicaco a pedido
combato ; de sorte que confesso que me enga
nei grosseiramente, quando suppuz que cha-
mara os meus antagonistas a um combate de
cavalheiros. E nem devia cu ser mais feliz do
que os outros ; porque nao er3 natural que
urna reuniao de espadanchis e aventureiros ,
acostumados a jogar exclusivamente imprope-
rios ecalumnias, > rUj9 misso he desmorali-
zar a populaco concitando-a desordem e
aos crimes se transformase de repente em
homens honestos e de pndonor.
Crem os estupidos quo intimidao nos com
a prtmeira ideia que deve occorrer a um elti
tor quando na chnsma dos prelendentes que
aspiro a representaco nacional, tem dees-
colher trese eputados, ht a de fazer a analise
dos seus servicos e merteimentos e ninda das
qualidades pessoaes dt cada um. Ora be na ver-
dade maravilb so que um bomom. como o
G. n. quo por nossa desgraca, e grande mise-
ria s'appresenta como candidato, e he aspirante
a Deputaco desta provincia, que urn homem,
que, baldo dos ttulos, e servicos, e todas as
mais qualidades recommendaveis, e mesmo da-
ureein os euupiuus juu iimmiuao nos com mais qualidades recommendaveis, e mesmo da-
os catetes e punbaes do seu batalho ligeiro ,j quella dignidade propria para oceupar um car-
ia ; o atrevimento, e a ignorancia presumida,
mil vezes peior, que a mesma estupidez, n
tero na Cmara commissarios, ou represen-
tantes ; por isso que l se naosentaro tambem
o doutor Pitia, e o Juiz de Paz seu irmo, o
pescador de Olinda, e outros ejusdem furfu-
rislll Ob! quem dera, que os eleiteres
desta provincia se compenetrassem desse prin-
cipio Quem dera. que elles nessa escolha
tivesiem em lista galardoar nicamente os ser-
vicos prestados a patria, e as virtudes pessoaes !
Oh feliz, e mil vezes feliz seria Pernambuco,
se na eleico a que se tem do proceder prxi-
mamente, elles so guiassem por esse principio
benfico, por essa salutar influencia da honra
sobro a virtudo Ento o povo, o misero, e
desditoso povo, nao eslaria por muito lempo
vergado sob os onerosos trioulos, que sobre
elle peso ; e nao seria alm disso a victima in-
feliz das miseraveis intrigas deses hypocritas
da praia desses embusteiros. que. votando
na corte por quanto delles exigi o Governo
tem boje a desvergonha de arverados em tri-
bunos do povo, estigmatisar seus mesmos actos;
desses ambiciosos, que tudo sacrificio sua
elevaco, para os quaes nao ha honra, ou pro-
bidade, quando se trata da satisaco de seus
planos, para os quaes emfim o povo s tem di-
rei'os. s be livre. quando elles necessitao dos
seus suflragios, quando precisao delle / P.r-
naml ucanos Attendei as verdades importan-
tes, que vos tenho revelado ; nao deis ouvidos
ao canto seductor dessas sereias da praia, o en
vergonhando-vos de contares semelhante gen-
talha em o numero de vossos patricios, votai ao
Como portugueze amante da minba patria ,
nao me he possivel vera sangue fri, o escanda-
loso trafico que ha tempos, certos negociadores
azem em transportar das llhes dos Acores im-
mensos passageiros subditos de S. M. F,; a pe-
zar de ter este Governo dado naquellas, -provi-
dencias a tal respeito o que nem por isso tem
sido possivel vedar, que estes ganhadores do tra-
fico mais vil, seduzo aquelles infelizes a fim de
os deportan m de sua patria, offerecendo-lbes
all aventajadas fortunas que Ihes nao podem
garantir.
Lastimo a sorte desses infelizes que Iludidos
por estos monopolistas vendem sua liberdado
o direitos constitucionaes pela diminuta quanlia
de 50 patacoes ou 1008 rs. da moeda deste paiz;
que elles dizem ser por suas passagens e quo
logo que cheguem a este paiz. serio prontamen-
te arranjados : porem o que dnbi acontece ? O
que tem acontecido com os navios que a este
porto tem chegado com tal trafico ? O mesmo
que ltimamente aconteceo com o patacho
/Iberio, chegado a este porto em das da sema-
na prxima pasada importando 110 Acorianoi
> maior parto sem passaportes; e saltando para
Ierra aqrtelles que trazio pagas as suas passa-
gens, e ficando aquelles miseraveis que se dei-
xaro illudir pelos monopolistas, ufTerrolhados
abordo para ahi serem vendidos como vis escra-
vos pela quanlia que cima disse; preco por que
se vende a quem quer, a liberdad. de um ou
dous annos.daqoelle.que tem regalas CMJstrtu
conaes em sua patria, o o direito das gentes
" s uaedes civilisadas.
Mas como e acabar tao escandaloso trafico
indecoro i nacfio portuguesa ? por satura
bavemos nos visto que navio* de outras nacoes
*e teiibao empregado em tal trafico ? Nao I
'-ogo como vemos que os portuguezes tejlq n
MFLHQP MF


nfolizes nesse ponto deixando-so seduzir! He
m>i.;> nnnr.a enrgin que o Delegados de S. M.
F. nos Acores emprego para impedirem um
insulto to indecoroso. Se me fora dado che-
gar aospsda minha augusta soberana, em no-
me dos Portuguezes ciosos de seus direitos, (a-
ria subir a minha supplica ao alto de seu throno
e Ihes diria: Senhora! Lance V. M. suas piedo-
zas vistas sobro seus infel/es snbdllos dos Aco-
res, que Iludidos pelos monopolistas deixao a
sua patria, e as suas regalas constitucionaes ,
por (ortunas imaginarias que Ihes olTerecem sem
poder-lhes garantir, e para melhor de seus in-
teresaos calco aos pesas providencias dadas por
V. M. vindo a maior parte sem passaportes, fa-
tendo fui oim!'>rcarai-ol.erto> .fio manto da nou-
le, naquell.is praias a fim do serem aqui trans-
portados o vendidos como escravos, e por esta
negociacao vil e escandaloza, desdourao o no-
me Portuguoz outr'ora respailado. Os sub-
ditos de V. M. residentes no Brasil esperao
promptas providencias a tal respcito j que o re-
presentante de V. M. nessc pai iiem urna teui
dado.
E depois que assim tivesso falado esperara
um resultado feliz, por me parecer que anda
existo algum patriotismo, no corado dos Por-
tuguezes que diiigem os negocios da minha pa-
tria. Assim o espera. Um Portugus.
3 -._ ..._.
. Nevcs, na ra da Cruz n. 0\, ou a Manoel Jos de venda, deque tem pratica, de loja, padaria
I Salgado. (8
2=Para o As sahir ni. da 15 docorronte
i o briguo nacional Dos Te Guarde ; quem no
mesmo quher carregar ou ir da |lastagem, di-
rija-se a ra da cadeia do Recife, a/matam
n. 12 de Henrique Bcrnardes de Oveiiu lC.
u quai
u.i iiiui a mi i
W6MWPI-l.':.k
3 Frederco Ebort far. leilao na sua tema
de marcneiro na travessa do Marlins no atier-
ro da Boa-vista n. 7, de ricos movis, conss-
tindo em cadeiras de Jacaranda, sofs do dito,
mesas de meio do sala e do jantar, guarda-rou-
pas para sonh jras e homons, commodas do boa
qualidade, ludo feito ao ultimo gosto, o igual-
mente vender toda a sua ferramenta e bancos
do oflicio, tullo em bom estado, torga feira 15
do correntes 10 horas da manbaa. (10
Avisos diversos.
Alfandega.
Rendimento do da 11. ........ 10:7*0*210
Descarrega hoje 12.
BrigueCumberlandmercadorias.
BrigueBrandyvineidem.
SumacaSania Annaserveja e Zumo.
Brigue-escunalaura--barricas va/ias editas
com lurinha de trigo.
IMPORTACA.
Cumberland, escuna americana, vinda de
Philadelphia.entrada no correte mez consig-
nado do Mathous Austin & C, manifestou o
seguinte :
257 lardos de algodo liso e grosso, 38 ditos
dito lino, 185 ditos dito entrancado, 29 caixas
dito em riscados, 10 ditas dito asul, 369 barr
cas de farinha de trigo, 283 ditas abatidas, 77
barrisompotassa, 200 barricas bolaxinhas, 4
caixas pbosforos; aos consignatarios.
Movimiento do Porto
Navio sahido no da 10
Macei; vapor de guerra brasilero Guapiass.
Commandante o Capitao Tonenle Guilher-
me Caries I.assance e Cunha.
Navio* entrados no da 11.
Philadelphia; 43 dias, brigue americi.no Bran-
dyeteine, de 207 toneladas, capitao Powell
Smack, equipagem 11, carga fazendas e fa-
rinha: a Matheus Austin &C
New-Bedford ; 15 me/es, brigue americano
Inga, de 170 toneladas, capitao E. G. Cud-
worlh, equpagem 15, carga azcile de peixe:
ao capitao. .
Maranho; 15 dias, brigue-escuna brasile.ro
Laura, de 136 toneladas, capitao Antonio
Ferreira da Silva Santos equ'pagem 13 ,
carga diversos gneros: a Novaes & C
EditaL
A Cmara Municipal da cidade de Olinda e
seu termo em virtude da lei, A/c.
Faz saber a quem convier, que nos dias 10.
12 e 15 do correte se ha de arrematar por
quem ma.'s der por lempo de um ann o im-
postes sobre as canoas d'agoa do Voradouro ,e
na mesma occasio ser tamben, arrendado por
quom mais der um terreno alagado com od
palmos de Irenle e 150 de fundo*, a traz da
casa do sobrado pertencente a Antonio lran-
cisco de Moraes. na ra do Baldo desta cidade
d'Olinda, comparecendo osprotendentes habi-
litados para no ineamo terreno e impostes po-
derem lancar. E para que cheguo ao conho-
eimento de lodos, mandamos publicar o pre-
sente p la imprensa. Cidade d'Olinda 7 .le
Outubrode 18. ~ Jos Joaqutm dAfmeida
Guedes. Presidente Joto Paulo Ferre,ra^
Secretario. *
visoH naariatios.
i _SegueviaSen:parao^raatod.a28
docofroatamesdeOulubfo o bomcooboc do
!'( ; [ul naconel Laurcnnna Brasi
ai feriado o pregado do wbrejuem o
'rija se ao seu propr.etar.o Loureoco Jo*das;
0 N. 19 DO GARARAPES,
PERIODrCO ORDE1RO E GOVERNISTA,
^har-se-ha venda, hoje ao meio da, na
''varia da Praca da Indepenlencia ns 6 e 8,
Por 80 rs. cada exemplar.
O Tambor tem dito, que nao l os jornaes
da praia ; primero por que sao vordadeira e le
gitimamentecousa da praia; em segundo lugar
por que sendo sectario do principio do seu Dos
e seu Ro nao pode encarar com peridicos ,
que constantemente tem procurado abalar o
ti.roo, e combater a n.onarchia. A vista dis-
to s por acaso sabe do que va i por esses pas-
quins e por isso nao admira que s agora
chegasse ao seu conhecimento o manifest do
Furriel ao Tambor.
Quiz o encapado Furriel esconder-se, ou foi
mesmo de sua intenco expor-se a luz do da ?
Dizem-me que nem urna nem outra cousa; por
que o selvagem assignou de cruz, pois a sua
ignorancia e estupidez sao to crassas, como a
sua immoralidado e do nada Ihe vale ser pa-
dre que guinga sempre he guinga, nao obs-
tante este carregar ccete dos do Afogados, e ser
ainda mois pelintra do que tollo. E he este
bicho este bronco olicial do missas que tem o
descaramento de dizer que o Tambor he um va-
gabundo, instrumento de baronistas que sa-
liiodo esparella com infamia ? 1 Na praia es-
ts guinga, e na praia devifcs estar. A ver-
gonba que ahi ha nao be tua infelizmente ;
o que tu nunca foste, nem podas ser, he fur-
riel : isso por o passa por outras leiras, e se
chegasses a se-lo a terias sido rebaixado e le-
vado urna boa sova,
0 Tambor est reformado vive do seu sol-
do nao bajula a pates, nao precisa de com-
metler inlamias para passar, nem aspira cou-
>as para quo nao nascesse ; despre/.a a pandi-
Iha praeira e todos os seus asseclas ; e tu? .
Tu hes guinga, e guinga da piaia. Confir-
mo portento o que j disse a respeito do tal
padre que lanto se conbeceo no retrato que
acodio chamada nao obstante nao lite ha-
ver pronunciado o nome. O Tambor.
Roga-se a certo Sr., que mora as proxi-
midades da matriz, de S Antonio,tenha a honda -
de de azer conterem-se nos limites da decencia
algumas pessoas de sua (amilia, deixando de oc-
cuparem-se com a vida alheia particularmente
urna escrava, que at ja tem tido o desaforo de
dirigir insultos algumas pessoas da visir.ln.n-
i;a. A pessoa que isto Ihe pede est convencida
que S. Me. far desapparecer taes abusos e atre-
vimentos, quo talvez Ihe se8o desconhecidos,
para dest'arte evitar as consequencias quo d'a-
qui se pdem originar.
1 abaixo assignado, engenboiro civil,
tendo de passar algum lempo fra da cidade no
desempenho do seu oflicio, roga a todas as pes-
soas que quizerem ulilisar-se do seu prestimo,
de dirigirem-so (por carta) ao mesmo ahaixo
assignado na casa de Novaes & C, ra da Cruz
n. 37 Alfredo de Mornay. (7
1 Perdfo-so do quinta para sexta feira,
desde a ra do Collegio atoa do Oueimado, um
embrulho com cenlo e setenta muris; quem
o tver achado e quizer restituir, dirija-se ra
do Oueimado loia n. 7, que ser generosamen-
te recompensado. 1
1 Na ra da Aurora n. 26 precisa-se de
um Sr. Sacerdote para dizer missa em um sitio
prximo desta praca. (3
1 = Do-se 200 ou 300,000 rs. a jur<>s so-
bre penbores de ouro, na ra do Rosario es-
trella n. 35. (y
l__Antonio Francisco de Moraes embarca
para o Rio de Janeiro a sua escava I uereza, de
nacao Bacca. t (*
1 Quem precisar de um destilador d'ago'
Bidente, que est acoquinado a trahulhar s.--
Rundoorstemaa moderna; annuncie. (3 da pooco maia ou menos annunc
' 1 Ouem prcc.sar de um Portuguez, que = O aba.xo ass.gnado v.
sabe ler e Lrever sofTrivelmente, para caixeiro Pernambuco n. 228 de 11 do correte utubro
ou ar!!!::/t' ai sicar,
conducta ; annuncie. (i>
Quem annuncinu por este Otario querer
alugar dunscanoas aherlas, que carreguom e
600 a 800 lijlos, dirija-se ra do Calderei -
ro n. 56.
1 Precisa-se doum'ama de leite.quo se ja
captiva, narua do Rosario estreita n. 21. (2
1 Aluga-so ou compra-se um negro bom
cosinbeiro ; em cass de Avrial Irmos na ru..
da < ruz n. 20. (3
S0CIEDADE ^r
PE6-BRAMATICA
A rommisso administrativa Ur. sciente aos
Srs Socios, que o espectculo quo devia ler
lugar boje, fica transferido para amanhaa, por
justos motivos.
2 D-se dinheiro a jnros em pequeas
quantlas, com penhoros de ouro ; na ra do
Fogn. 15. (3
2Precisa-se alugar duas canoas, que per
guem em 600 a 800 lijlos ; quom pretendo-
annuncie. (3
Acha-se justa c contrada a casa de um andar
esoto, o dous chaos de duas casinhas na ra
do Amparo na cidade de Olinda, aonde mora o
Sr.Sveslre Antonio de l.aagc Jnior, quema
ella tver direito ou nlguma reclamaco a fazer,
annuncie no prazo de tres dias, e nao o fazendo
lloara sem diieito algum.
1 = Roga-se ao Sr. Jos Ignacio da C.oncei-
cao. tenha a hondada de ir pagar ao abaixo as-
signado a quanlia de78 rs de que Ihe he devedor
do anno de 1838, on na alta, na especie em
que tomou. Jos do Sacramento Silva. (o
0 abaixo assignado declara e faz publico que
a sociedado quo girava sol. a firma de Mosquita
& Dutra se acha amigavelmento dissolvida, e
ha conlrahido urna nova sociedade commercial
com os Srs Candido Thomaz Peteira Dutra e
liento Botelho Pinto de Mosquita, a qual gira-
ra sob a (Irma de =Mesquita, Dutra &C.; es-
ta nova firma fica obrigada por todas as transac-
coes, e liquidagao da extincta firma, e garan-
tidas todas as transaccoes, quer d'uma quer da
outra (rma pelo ahaixo assignado. nao scomo
socio dellas. mas ainda em particular. Da no-
va firma he o abaixo assignado primero socio,
e nico para contrahir contractos de obrgar, e
assignar a firma social, podendo porm delegar
estes poderes no segundo socio o Sr. Candido
Thomaz Pereira Dutra, delegaeo que Ihe ha
feito, e por isso poder firmar a firma social;
o que faz sciente ao publico em geral, e ao
comu.ercioem particular, para seu governo.
Antonio Botslho Pinto de Mesquita.
Jernimo Martinian.) Figueira de Millo
laz publico, que por ordem do Sr. Coronel
Jos Pi Machado, doCear, comprouomeio
blhete n. 384, pertencente a Ia parte da 6*
lotera a favor do theatro publico desta cidade.
= Quem annunciou ter para vender urna pre-
ta moca, que engomma, cosinha coso e lava
de sabo dirija-se a ra a tra; da matriz da
Roa-vista n. 22.
=Quem precisar de urna lavadeira que d
fiador a sua conducta e promette lavar bem ,
visto ser as agoas do Bebinbe, com prompti-
dao e preco razoavel ; dirija-se a ra de Hoitas
n. 26.
=Quem precisar de um bomem para leitor
de engenho o qual tem muita pratica. ou ou-
tra qualquer oceupacao de campo dirija-se ao
beco do Pocinho n. 15.
2Segunda feira 14 do correte por as 4 ho-
ras da tarde a porta do Sr. Dr. Juiz dos Or-
phosse ha de arrematar de renda annual a mo-
rada de caa de sobrado n 100, sita na ra l)i-
rcita. em a qual mora Jos Rogcrio Marcelino,
sendo a renda paga a quarteis. e com lianza
idnea: acha-se avahada em 300*000 de ren-
da annual. Os perlendentes podem apparecer
a licitaren). .
2= Aluga-so urna casa grande no sitio do
Cordeiro, margem do rioCapibar.be, com
cocheira para dous carrin1 os, estribara pera
Ocavallos.cozinha ora.quarto prra criado tam-
ben, lora,tem axcellentes commodospara grande
li'u.il.a ; oulra dita mais pequeua no mesmo
sitio, tambem com commodos sufficicHle para
grande familia, com estribara para 4 cavallos ;
quem pretender, para ver dirija-se ao mesmo
sitio, e para tratar com Gabriel Antonio no
pateo do Carmo n. 17. <'
2 = Na ra Nova loja de allaiate n. 19. pre-
cisa-se de ofTiciais do mesmo oflicio. (2
- A pessoa que offere-se a dar sociedade
em um negocio, que acevera ser de OOOCO
lundo nesta folba a 9 do correte n- 227; di-
rija-se a flM Nova n. 9. *.*
> = A pessoa que quizer sociar em una ven-
da na Roa-vista em bom lugar, eoui 150*000rs
em u.oedd. por sera melade dos fundos da ven-
ir.
no Diario de
um annunciocom as iniciaes .1. M. F. C, quo
se ii. devedor-de urna ietlra Ja quani.a do
67|270 um anno ; pee ao autor do referido
annuncio, que declare se este entende con. o a-
baxo assignado o qual com quanto tenha em
sua tirina as mesillas iniciaes, todava est inti-
mamente convencido que semellianto debito
com elle se nao entende.
Jos Maria Ferreira da Cunha,
1=0 abaixo assignado encarregado da afe-
rcao dos pesos e medidas por parto da Cmara
Municipal d'esla cidade faJ publico que em
virtude das ordens da mesma Cantara se acha
..berta desdo o da 5 d'este me/ a nova a ferelo
pertencente ao curente anno municipal de
1844 I85, e ha de lindar no ultimo do De-
lembro prximo lindo em conformidade do
novo regiment do 12 de Marco do crrente an-
no, apfcrovado pela Le Provincial n. 135.de 2
de Maio ultimo. Os inleressados podem dr-
gir-se casa do abaixo assignado ra do Ara-
gao o. 28, Jas 7 horas da n.anhaa ao meio dia,
o das at as 6 da tarde.
Joao I ario de Barros. (15
1 = Os abaixo assignados lazem publico que
lendo linalisado no dia 28 do prximo passado
Seteml.ro o lempo da sociedade que tinho na
.onda das cazinbas da lil.eira da Boa-vista, que
girava sob a firma de Corroa & Beril, ficou
dissolvida amigavelmenlediU sociedade naquel-
lo da, Picando o socio Jos Soares Pinto Cor-
roa com o estabel-cimento c obrigado a li-
i|uidaco da extincta firma.
Jos Soares Pinto Corma.
Antonio Joaquim Ferreira Beiris. [\Q
-Uma mulher capaz, propoe-se a criar qual
quer menino impedido ou desimpeJido, a qual
tem muito bom leite, e promette criar com todo
aceio e desvello : quem precisar dirija-se a ra
da Guia, n. 5o. (*
=0 cavallo de que trata o annuncio do Pe-
dro Muller, inserido no Diario de 9 do corre-
te quo foi alugado pelo cabo Almeida da .'
companhia do segundo batalhao de Artilhana ,
appareceo em Iguurass tendo sido vendido
por ette a Heitor Rarbo/a do mesma villa de I-
guarass
PREVENCAO CONTRA OS FALSIFI-
CADORES.
Estevo Gassc, sabendo que em algumas to-
jas e vendas desta cidade se vende um rspl
feito nesta provincia com o titulo de princeza ,
e falca mitaciO do botes rtulos de sua fabrica,
previne ao publico seus l.eguezes quo a bom de
direito de proprodade sua. acressenta nos ver-
dadeiros botes de sua lubrica um sello com sua
Orina o insinuaeaodo nico deposito do legiti-
mo rap princesa nesta provincia. A vista do
exposto, qualquer outro rap inculcado com a
denominadlo assima he falsilicaffio as fabricas
de Estevao Gasse nico inventor e proprctario
do rap princesa (leito no Brasil), tanto no Rio
do Janeiro, Rahia e em deposito no Mara-
nho Para, assim como em Pernambuco na
ra da Cruz rio Recile n 38. (16)
-,__Manoel Ignacio de Oliveira embarca pa-
ra o Rio de Janeiro o seu escravo croulo, do
nomeManoel. ["*
2=Aluga-se, para passar a festa, uma casa
para grande familia no Poco da Panella. de-
fronte da casa do Sr. Podro Jos Carnciro Mon-
teiro : dirijao-fe a Manoel da Silva Nev em
Fora de-Portas. -- (5)
3 Qualquer Rev. Sacerdote que quizer
i ser Coadjifetor da Ireguezia de N. S. da Paz dos
Alogados, annuncio por esta folha, pois tem
duas capellanas, uma nos domingos e das san-
tos dentro da matriz, com bom estipendio, ou-
tra nas quintas feras, tambem dentro da ma-
triz ; alm disto tem o terco do que rende a
freguezia, e a metade da desobriga velha e no-
va ; a quem c.nvicr dirija-se mesma fregue-
zia a tratar com o respectivo Vigario, residente
na ra do ^'otocolomb n. 28 (11
3 = Engomma-se roupa tanlo vinda lavada,
como para lavar e engommar.no s de homem
como de senhora, erespensabilisando-se pelas
faltas ; na ra de S. Rila casa terrea n. 72. (4
2--Aluga-se uma casa terrea de pedra e cal,
sita no lugar do Pogo da Panela da parte da
sombra, com a frente envidracada a qual trm
trez quartos, sala de jantar. cosinba, estriba-
ra ao lado, cacimba de boa agoa de beber e
quintal murado; quem a pretender dirija-
se ao lerceiro andar do sobrado n. 9 da ra do
(abug.ou a Thesouraria dos ordenados a tra-
tar com seu proprietario Jos Lopes Roza. (9
2 Arrcnda-se uma casa terrea no Corredor
do Rispo, quasi defronte do palacio ; a fallar
na casa contigua pintada de novo. (3
2-Ollen' e-so um homem paracobranca de
dividas eelos suburbios desta cidade e at
cincoenta legoas le distancia, e de Janeiro
rm diante para qualquer lugar por mais longe
queseja; quem pretender annun. (5
:;_ h deumfeitor decampo, para
engenho o qual deve ser moco, lobusto e ca-
; a fallar uo engenho Abi adianto de
Goianna.
51 AR ENCONTRADO


Na padaria dofronte da forca d-se pao
do rendagem a pretas ou a pussoas forras ,
paga-se liem a vendagem ; tambero precisa-se
do caixeiros, que vendi pao c tenhSo frcgac
2ia.
Osollicitador Joao Paulo Xavier de Sai-
les_mudou a sua icsidcnciada ra Billa para
a do Rozario larga n. 4S por cima da pada-
ria do Snr. Valenca ; quero de seu presumo
se quizer ulilisar o procuro das 7 horas da
manhaa at as 9, o das duas da tarde at as 4,
que o acharao prompto para solicitar qual-
quer causa no civel, como no crime o tam-
bem tira passaportes por prego commodo.
No oil5o do l.ivramento no terceiro an-
dar do sobrado aonde mora o Snr. Major Gua-
rni, se ensina meninas a ler, escrever, con-
tar, coser, bordar de ouro prata e de seda
froucha fazer lavarinlo o marcar de todas as
4
MOm4
qualidades por proco mais commodo do que
em outra qualqucr parte
OSr. Angelo Custodio Rodrigues Franca
queira procurar urna carta na ruadaCadeia ,
loja n.
Precisa-so de um forneiro quo soja ca-
paz dedesemponhar boro a sua obrigagao ; no
pateo da 8, Cruz padaria l). G.
O Sr. Placido Ferreira queira ir receber
urnas encoromendas vindas da Ilha de S. Mi-
guel, na ra dasCineo-pontas, vonda n. 82.
Quem annunciou urna preta moca que
engomma, cose e lava, dirija-se a ra da Auro-
ra n. SO.
Aluga-se urna randa que carreguo 800 a
1000 lijlos ; quem tiver, dirija-se a S. Auna ,
olaria de Joo do Barros, que he por bastante
tempo.
Precisa-se de um calxeiro Portuguez,que
saiba ler, o contar para tomar conta do urna
venda ; nasCinco-pontas n. 40.
A pessoa que annunciou precisar de
um socio para entrar em um negocio de poucos
-undos, e que esto faria algum interesse, diri-
ja-se a ra da Praia n. 30.
SOCIEDADE THEATRAL MEI.POMENENCE.
O primeiro Secretario convida aos Srs.
socios para[reuniao geral,domingo 13 do torren-
te, na casa de seus divertiroentos para tra-
tarero de objeclos uteis a soeiedade.
I Aluga-so o sobrado do um andar n. 49,
da ra Imperial do Atterro dos Afogados na
travessadoLima o qual he proprio para ter
familia ecscriptorio as lojas, que estao bom
arranjadas, tem quintal de bom tamaito e po-
co de boa agoa ; a tratar na mesma ra so-
brido n 39. (7
1 l)3o-se liges de msica e de instrumen-
tos bellicos segundo os metbodos do grande
conservatorio de Pariz ; copia-se e transporta-
se qualquer msica e apropria-se para qual-
quer dos ditos instrumentos; no pateo de S.
Pedro n. 9 primeiro andar; na mesma casa
compra-se por prego commodo um baixode ar-
provincia escravosde ambo9 os sexos de 12 a
'20 annos, agradando pagao-so bem ; na ra
daCadeiadeS. Antonio, sobrado de um an-
dar de varanda de pao n. 20.
t- Compra-so a obra de Moral pelo Mon-
te Bispodo Riode Janeiro ; quom tiver an-
nuncie. (3
I Compra-se urna oscrava ,> que saiba co-
sinhar eengommar bem ; no pateo da Penha
o. 4. (i
Compra-se uro selliro em meio uso com
estribse silba; na ra larga do Rozario n. 24,
primeiro andar.
Compra-so a historia universal, por Mel-.-
lot, em portuguez : na ra das Cruzes n. 29.
Vendas
monia e um cornelim a 3 pistoes.
1 Continua-se a dar em pequeas quantias
dinheiro a premio sobre penhores de ouro ; no
pateo de S. Pedro sobrado de um andar, coro
varandas de pao pintadas de verde das 6 as
9 horas da manhaa e do urna as 4 da tarde;
tambem aluga-se urna escrava para diminuto
servico de casa e que saiba vender na ra, fi-
cando seu dono responsavei. S
IAluga-se o segundo sobrado e sotao jun-
to a ponte da Boa-vista e casas no sitio do Ca-
jueiro ; quem pretender, dirija-se ao dito sitio.
1= Roga-se ao Sr. Assenco Goncalves Fer-
reira o favor de comparecer na loja da esquina
da ra do Crespo, que volta para a ra da Cruz,
que se Ihe deseja fallar negocio de seu inte-
resse. (g
1 Nlnguem compre nem faca negocio al-
gum com Jos LuizGuaiaco, morador ao lado
da matriz du S. Antonio n. 14, sobre urna escra-
va de nagao do nome Izabel de idade de 40
annos, com urna tortura n'um dedo dos ps ,
e com a filha da mesma de nome Espirituosa]
de idsde de 7 annos, a qual escrava foi furtada
ero 1837 e hoje se acha em poder do dito
Guaiaco esobre a qual escrava e sua filha se
acha proposlo libello de revendicagao pelo Jui-
io da segundo vara do Civel. J. G. de S.[\\
Quem precisar de urna mulhcr capaz para
ama do una casa, dirija-se a ra do Padro Flo-
riano n. 53.
2Continua-se a tirar passapo'tes para den-
tro e fra do imperio correm-se folhas, e des-
pacho-se escravos tudo por preco commodo
e eom muita brevidade ; na ra do Raime!
n- 3*n (5
Precisa-sede um rapaz Portuguez de 14 a
16 annos para mais ou menos para ser cai-
xeiro de urna loja de fasenda* fra desta praga ;
na ra da Cadeia do Hocie n. 30.
Compras
3Compra-so um jogo de livros para escrip-
turacao de urna casa de commercio que seja
de boa encadernagio ; na ra Nova do Brum
fabrica de caldeiraria e fundico de Mosquita &
Dutra. (S
ComprSo-se os Panoramas dos annos de
i**Q s 1841 i,u Atterro da boa-vista n. 3 se-
gundo andar.
2 Compra-se urna caixa com as competen-
tes finas para jogo de voltarete; quero tiver
annuncie. ,3
Comprao-se effectivamente ,"para fra da
Vende-se o Gabinete Histrico de 1606
at 1775, escripto ero portuguez ; na praca da
Independencia livraria ns. 6 e 8.
Vendo-se a excellente novella as O cas-
lello de Grasville = traduzido do francez, por
1.000 rs em 4 volumas ; na praca da Indopen-
Jmtcia livraria n. 6 8.
Vende-se uro preto ladino de 21) annos ,
proprio para todo o servico ; na ra do Livra-
roento loja de fasendas n. 18.
Vendu-se, por diminuto preco um repar-
timento para escriptorio com sua compotente
porta ; na ma da Florentina armasem n. 14
6 Vende-se o legitimo e Dera acreditado
rap Areia preta de Meuron 6 Companhia ,a
\ rs. a libra assiro como todos os gneros da
melhor qualdade licores francezes sortidos,
por preco commodo; nos Afogados, ra de
Motocolomb n. 42 (6
8 Vende-so effecti va mente bom panno de
algodo da Ierra largo o ^encorpado ; as lo-
jas da ra do Queimado n. 2 e 27 e na ra do
Crespo n. 23. (3
3 Vendem-se cadeiras americanas com as-
sento de palhinha ditas coro assento do pao ,
camas de vento com armacao, marquesas, com-
modas, camas de vento a 4500 rs., ditas de pi-
nhoa 3500 rs. e outros multos trastes ro-
tiro chegado prximamente o melhor que tem
apparecido neste mercado pedras de marrno-
re pinho da Suecia o americano tudo por
preco commodo ; na ra da Florentina n. 14 ,
casa de J Beranger. fio
2 Vendom-seapparelhos de porcelana dou-
rada para cha de duas duzias a Isi rs. gar-
rafas lapidadas do cristal a 1800, 1920,2240 e
3500 rs. compoteiras lapidadas a 6400, 7# ,
# e 1\ rs. o par, copos lapidados para vl-
nho a 3500 rs. a duzia e outros muitos vidros
em conta ; na ra da Cruz, armasem n 62. (7
2 Vende-se carne do touclnho a 70 rs. a
libra manteiga ingleza a 6S0 rs. e francosa a
4S0 rs. cha hisson de primeira qualidade a
2500 rs., velas de sebo do Porto muito alvas
imitando a espermacetea 360 rs., tapioca mui-
to alva a 100 rs. caf moido a 200 rs., assu-
car mascavado branco, e refinado, toucinho de
Lisboa muito alvo a240rs.; na ribeira do Boa-
vista n. 1. fQ
2 Vende-se um urub re e um cavallo
melado ; na ra do Crespo loja n. 2 que faz
esquina para a ra da Cadeia. (3
z Vende-se um preto de nacao Congo,
anda moco; na ra do Livramento loja de fa-
sendas n. 18. (3
2Vendem-se caixas para chapeos a 1200
rs. a duzia, e d-se 11, ou mais duzias pordia;
tambem se fazem de feitio, por preco mais
commodo do que em outra qualquer parle ; na
praca da Boa-vista, luja do chapeos n. 28. (5
2 Vende-se urna preta de nagao de 25
annos com um moleque de 5 annos de lin-
da figura a negra cosinha engomma muito
bem, lava de sabo e vende na ra; na ra do
Aragao n. 5. g
2 Vendem-se superiores caivetes finos
com mola queem se metendo a penna sai es-
ta aparada ; na ra do Cabug loja de miu-
desas junto a botica. 4
2Vende-se um sellim com' pouco uso, por
prego commodo ; na ra Nova n. 67. (2
2 Vendem-se charopes superiores de ma-
racuja, limao e tamarindos de excelleute gosto ,
e de muito boa qualidade pelo aceloe perfei-
gao com que sao fabricados o seu ultimo pre-
go ho de 560 rs. cada garrala ; em casa de Sal-
les & Chaves no Atterro da Boa-vista n. 20 (6
2- Vende-se polassa russiana chegada, ha
pouco tempo por prego commodo ; na ra da
L'adeia do Recife n. 14. t$
2Vende-se urna jangada de pescara do al-
to em meio uso, prompta de tudo para fazer
viagem; uns alicorees em caixSo, com cacimba
quadrada prompta no Coelho, no alinhamen-
to da ra os Pesores em torras do Sr. Ga-
daulh que tambero veude a mesma trra ; na
ra da Praia o. 22. /7
2 Vende-se um pardo proprio para qual-
quer ofncio, ou mesmo para pagero ou enge-
nho ; na praca da Independencia, loja n.2l. (3
2- Vende-so ral virgem de Lisboa propria
para o fabrico de assucar fefxes de pinho pa-
ra enrher de assucar e saccas com muito boa
farinha do Riode Janeiro ; na ra de Apollo
armasom de Manocl Ignacio de Ott>h>. ,5
2 No deposito de farinha de mandioca na
ra da Cadeia de S. Antonio n. Jil *ende-se
bom milho novo, em saccas a 4^ rs. ditas de
farinha, vindas do Meranhoa 2600 rs. gon\-
ma de enguminara 10^ rs. o alqueire da medi-
da velka, farioba de S. Matheus e Cravellas a
1280 rs. o alqueire da medida nova e ve!ha a
3200 rs. (8
2Vende-se uro perito canoeiro por prego
commodo; na ra estreita do Rozario n 34,
primeiro andar. (3
2Vendom-so bonitos chapeos de seda para
sonhora, de muito bom gosto e por prego com-
roodo; na ra da Cadeia do Recife laja de
Joo da Cunta Magalhaes. (4
2Vende-se urna escrava da Costa muito
robusta o boa vondedeira na ra ; na traves-
sa da matr do S. Antonio n. 14, segundo an-
dar. (4
2Vende-se urna manga de vidro com o
discedimento da Cruz urna taboleta com o seu
caixilho, dous globos de folha de (landres, pro-
prios para o jogo do vispora ; na ra do Jar-
dim n. 55. (5
2 Vende-se urna tenda de ourives, a saber:
3 cales com todos os ferros necessarios, forja,
taz, carro de puchar lio tudo por 60/rs. ; na
ra do Pires casa de Cyprlano Correia. (5
Vende-se urna banda de seda para Offlcial,
em bom uso urna rotula em bom estado 2
corijs bons cantadores em gaiolas de rame,
tudo por prego commodo ; na ra do Aragao ,
venda n. 4'i, na esquina, que volta para o pateo
daS. Cruz. (6
2 Vende-se a vida de S. Agostlnho o d ic-
cionario inglet, dos gran Jas pjr Vioira ero 2
r. ; as cartas gographicasem fjrroato grande,
por prego commodo ; no Atterro da Boa-vista,
loja de miudesas n. 54. !(5
2 Vndese um plano anda novo, por
prega commodo; no largo do Terco n. 20 so
bradode dous andares. (3
Vende-se urna toalha nova, de Iavarinto
largo ; na ra daCadeia-velha n. 24.
Vendem-se excellentes cassas pintadas a
200 e 240 rs. o corado cortes de vestidos de
dita a 1600 rs., ditos de tarlatana de diversas
qualidades a 3/eo()0 rs. vestidinhosde cam-
braia para meninos a 640 rs., camisinhas ar-
rendadas a 400 rs., cassas arrendadas proprias
para mosquiteiros a 1280 e 2jf rs. guardana-
pos de mursulina a Ijf e 2400 rs. a duzia, pan-
no atualhado com 8 palmos de largura a 560
rs. a vara bretanha de linho com 6 varas a
3500 e 4500 rs., brlm trangado de linho com
quadros e listras de cores a 640 rs. a vara ,
riscadinhos franceses a 200 rs. o covado pan-
no azul proprio para fardamento a 2400 rs. ,
cobertores pintados a 1440 rs. fitas de garga a
00 rs. a vara o outras fasendas de gosto por
prego commodo ; na ra do Crespo n. 10, loja
da viura Cunha ( umaraes.
Vende-se agoa muito boa a 20 rs. dita
do Monteiro sem mistura e com todo o aceio a
40 rs. o caneco esta s se vende das 6 horas
da manhaa at as 6 da tarde por Mear fecha-
da; na ra de Apollo n. 34.
Vende-se urna armacao de loja para qual-
quer estabelecimento ; a tratar no Atterro da
Boa-vista n. 74, ou no Becco-largo do Recife
n. \.
Vende-se urna cabra de 20 annos de bo-
nita figura cose, cosinha, engomma, e hedo-
ceira tanto serve para casa, como para a ra
pois de tudo tem pratica ; na ra das Trinchei-
ras n. 42, primeiro andar.
Vende-se um toucador de Jacaranda, urna
commoda e urna mesa de jantar, por prego
commodo ; na ra do Sebo n. 37.
Vendem-se cava los bons e inferiores ;
tambero secomprao, curao-se, sangrao-see tra-
to-se os mesmos ; na ra da Cooceigao da
Boa-vista n. 60.
Vende-se urna bonita mulata de 18 an-
nos, engomma com perfeigo, cose e cosinha;
urna preta de 22 annos engomma cosinha ,
e lie boa quitandeira ; 3 escravos sendo um
ferreiro e outro canoeiro ; um moleque pega
de 18 annos proprio para pagem e serve mui
bem a urna casa ; na ra do Fogo ao p o Ro-
zario n. 8.
Vende-se urna colcha de damasco de laa ,
guarnecida de franjado retroz e be forrada ;
na ra do Caldeireiro n. 06.
Vende-se a venda da esquina da ra Im-
perial n. 2, por precisSo com os fundos que
quizerem, ou s a armago ; uns biagos de ba-
langa grandes e pequeos com conchas e cor-
rentes de ferro, um cavallo carregador, gor-
do e muito novo urna mesa redonda de meio
do sala ; urna porgao de caixas vasias do Poito;
a tratar com Joaquim Pinheiro Jacome na
mesma venda.
IVendem-se algumas pedras para portees
dejanellas ; no Atterro da Boa-vista n. 42, se-
gundo andar.
Vende-se um grande sitio na estrada de
S. Amaro para Bellem passando a ponte do
lado direlto o primeiro portao denominado
o sitio do mirante, com casa para duas fami-
lias bastante trra para plantar ou ler 10
oul2vaccasde leite todo o anno, com bas-
tantes arvoredos de fruto de todas as qualidades,
e3 viveiros ; a tratar no mesmo sitio, ou n
Atierro da Boa-vista leja de ealgado n. 38.
1 Vende-se urna preta perfoila engomma-
deira e lavadeira e entendedo todo o servico
de casa ; na ra do Sebo n. 48. 3
Vende-se urna par de castigeos contrasta-
dos urna duzia de colheres de soupa, obra no-
va e moderna urna duzia do ditas, um par
de <\i>licaes feitos na trra urna rica gargan-
tilla de bom jroslo meia duzia de comeres
para cha transelins e eordea de diffarentei
grossuras dedaes de ouro de lei e de bom gos-
1 to, inedalhas, anneloes, alfinetea e bules para
abertura epunhos um par de pulcoiras com
ricos diamantes, e do bonito modelo pares do
brincos do dilTerentes moldes, vernicas. rg0-
las e S. Braz ; as Cino-pontas n. 45.
i Vende-se vinho de Bordoaux da melhor
qualidade, ^ue se pode aqu adiar tanto em
quartolas, como em caixas ; na ra da Cruz
n. 40, casa do Blli (StChavannos. (4
1Vende-se urna escrava de nagao Angola ,
de23 annos, de bonita figura faz todo o sor-
vigo do urna casa e he quitandeira; na ra da
Conceigao da Boa-vista n. 6. (4
1 Vende-so carnesecca do sertao o tam-
bem ama porgao de ossos soceos e cnstilhares ,
barris com sebo, couros miudos e palha de car-
nauba tudo chegado prximamente do Araca-
ty ; na ra da Cruz, venda n. 26, de S Arau-
jo 6 lrmo. (6
1 Vende-so um preto bom padeiro anda
mogo muito robusto e sabe bem todo o ser-
vigo de padaria, na ra da Cruz n. 64. (3
1Vendo-se urna negrinha do 8 annos, pti-
ma para se educar; um moleque da mesma ida-
dade; um dito de 14 annos, proprio para qual-
quer olTicio ; urna escrava de 18 annos, engom-
ma e cosinha; um escravo bom canoeiro .'to-
dos se do a contento ; na ra Direita n. 3. (6
1Vende-se por motivos da molestias o
ssr preciso se fazer urna viagem a Europa, urna
botica bastante acreditada, com urinago e
vasos de vidro a moderna, em bom lugar, o
assegura-seo augueldacasa ; a tratar na ra
da Cruz n. 50. 1;
IVende-se o sobrado n. 7 na travessa da
Madre de Dos, de dous andares e sotao, em
chaos proprios, prximamente rectificado, tam-
bem seda com algum praso commodo ao com-
prador ; na ra da Cruz n. 50. 5
1 Vende-se urna venda com poucos fun-
dos em bom lugar o tem commodos para
familia, na ruado Nogueira; a tratar nasCin-
co-pontas n. 152. (4
IVendem-fe fardos de algodao de Minas ,
fasenda muito forte e muito barata ; no ar-
masem do Braguez, ao p do arco da Concei-
g8o. (4
1Vende-se arroz branco e vermelho pas-
sas muito boas, oro caixas e em libras supe-
rior tinta de escrever afflanga-se a boa quali-
dade, boa farinha, e todos os mais gneros,
tudo por prego commodo em porgao e a re-
tallio ; na ra da Praia, venda n. 39. (6
1 Vende-se sal do Maranho em paneiros,
bem alvoegrosso ; na ra da Moeda arma-
sem n. 9. (3
1 Vende-se o muito velleiro brigue escuna
americano Washington Barge, de primeira
marcha, forrado e encavilhadode cobre, promp-
to a seguir viagem para qualquer parte ; a tra-
tar com os seus consignatarios Matheus Austn
$ Companhia na ra do Trapiche* n. 36 (6
1 Vende-se um negro de nagao, mogo,
proprio para todo o servigo do campo e casa ;
urna preta de 18 annos cose engomma co-
sinha e he lavadeira ; na ra da Cadeia do
s. Antonio ao p da guardan. 25 por cima da
loja de chapeos. (6
1Vende-se bolaxa a 2^ rs. a arroba a II
patacas para negocio e a 12 patacas bolaxa
fina ; na ra do Rozario n. 2 junto a botica.
1 Vende-se um preto bom marlnhero do
25 annos ; na ra da Cadeia do Recife loja do
Joaquim Gongalves Cascao. (3
Vende-se um lindo moleque sadio sem
nenhum deleito proprio para qualquer oilicio,
por ser bastante habilidoso ou mesmo para
pagem e de exctente conducta ao compra-
dor se dir o motivo da vonda; na ra estrei-
ta do Rozario n. 34. (6
Escravos fgidos
Fugiraono dia7de Junho as 7 horas da
noute um preto e urna preta ambos parcei-
ros da mesma casa sendo o preto de nome Be-
nedicto o a preta de nome Mara levrao
una caixa pequea de madeira oleada de ver-
de j a linta usada e um assafate pequeo
do Porto, com porgode roupa de seu uso ; o
preto tem os signaos seguintes ; de nagao Ca-
mundongo, estatura baixa, corpo grosso olhos
grandes, cabega a proporgao cabello cortado
smente atraz pescogo grosso costas largas,
psgrossose largos, urna orelha lurada em
que coslumava trazer urna rozetinha tem na
trente da cabega de um lado ao p da testa e
junto ao cabello uma costura, cor prtta n8o re-
tnela mos grossas echeiasde calos de locar
canoa ohcial de cascavel, que trabalhava no
trapiche do asaucar, tem barba smente na pon-
a do queixo e bugo de idade de 25 annos ,
muito ladino. A preta tem os signaes seguintes:
de nagao Benguella estatura regular, corpo
secco, e espigado, olhos amortecidos principal-
mente quando (alia ; as fallas multo baixas ,
peito pequeos, rosto descarnado ma?8os al-
tas ps seceos o nervosos mos regulares ,
cor preta nao retinta mui bem fallante, den-
los aparados ; leva um panno da Costa, vestido
de chita encarnado, con. ramagens pretas e
aberto pela frente com ubotuadura de c-lche-
t8 idadu Pannos; em algum tempo vendeo
rasendas ; quem os pegar, leve a ra da Palma
por detrazdo (.armo, em casa de Antonio dos
Santos l'erreira, que sera gratificado com 200/?
ris. "
"ii*n aTtp oh m K bu Iahu. 1844.
MFLHOR "VPMPI P FMrm


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