Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05194


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Full Text
Anno de 1HM.
Ruarla Fcira 9
0 M diaaque nao Coren sanlifcaloi : o prego d s.ssi?nalnra
1 i, por qusrlel )>g prn i de SO res por liaba. As reolamaoii .J-.~ .!;,,
gulas i> esia 'yp.j roa das trujes n. .14 na k nraga (la Independencia loja da lirrosn. 6 8
PABTJDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
Ii|!l'i*,4l" l'r*bvba,s's;im'Jsf si-xiai eiranHio Grande do Norte, elieg a 8 22 s par
ir 10e 94,-Cabo, Serinbaem RoFormeso, .Visee yo, PsrloUaWo, a Alagse: no 1. -
II jl deceda me. Garanliuna e rSnnin i i )< Mde ea.la mei Boa-tista a t'loi
:(. Cida.le d* Victoria,- quintas foiras.Olinds lodos os das
J)US A SEMANA.
7 Se ;. Marcos And. do J. do I) da 1 y.
ft 'I ero. s Brgida He!, aud. do J. da I).da 3. t.
I <.>uart s. Dionisio Aud. do J. de I). iU i Y.
JO Quinla s. Francisco de uorja. Aud doJ.daD d> 2. Y
l Sesta n. Firmno. \ u I. do J. da i) lia t.
I 2 Sab s. Cvprian. Hel. aud. do J.'de I), da 4. y.
1.1 Don O l'iin rinio de S Joti
MoiWpnHPPPaBBHBBBpB
de fin labro
Aimo XA. M. M*

i udo *;'iir-
iiiiuemo* '
depende da as motaos; da n.'ss. |>iuds '
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Cumbioa aoii'a Londres !4 e I nom,
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u a LisJioa 1 JO por lOli de prtaio
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S ut i ,Jl|it
17,600
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1
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ii Di unuurea
a itosmeiia i,v*
venda
17,800
2 020
PHASES DA LA NO UZ DE 0 A nao.
Lua ohaia a'2i as '.'b,.rs e ti na. da ni i l.ua aova s i I >i '. i, e 4 < dilsrflo.
inte i n 2 ';>.-* t i laia : tardo IClMeraM R ota US J lrd.
Pr*a r de hojl.
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DIARIO DE FERNAMBUC
^^tsaoHMwass^^^ vtezxasa v.A,..,-.,,-.,:..._... ,...,.. ..:, _.^_..,.I.
' .;- '.-.._. -j!
rE FH'
dominando das /trinas.
Quartcl do Commando das Armas de Ptrnam-
buco, G de Outubro de 18H.
OKEM D.) da n. 19.
Ein cumprimento do docreto n. 352 de 20
d'Abril deste anno (o n i dia 2 do andante
mez abolido o Cotnmissariado Fiscal do .Minis-
terio dn (iuerr.i e insta,ida a Pagadoria Mi-
litar, entrando no exercicio das funecoes de
Comiiiissurio Pagador o Sr. Coronel da 4 olas*
se Jos de Brito Inglez, quern Sua Magosta-
do o Imporador por decreto de 3 de Julbo ulti-
mo Foi Servido Nornoar para este emprego.
Para conhecimento e exocugao da (brea mi-
litar que commando faro abaixo transcrever
o extracto das doutrinas que conten o plano da
creacao das Pagadorias Militares approvado pe-
lo citado decreto do 20 d'Abril, edasinstruc-
rjojs dadas oara sua execucao annexasaodecreto
n. 378 de 11 d'Agosto do correte anno. A-
leiu do que se acba exarado nesse extracto, con-
ven! 6 regularidado do sorvico e 6 fiscalisacao
dos dinheiros pblicos, que desde ja so guar-
dom as soguintes disposices.
I.* .'' Que os Srs Commandantes de
corpos mandomseusQaarteis mestresu Pagado-
ria copiar os modelos das Col has o outros pa-
pis de contabilidade, que devem ser alterados
segundo o systemu da nova reparlico.
2.a Que os Srs. Iiciaes- da 4*
classe se apresentem ao Sr Commissario Pa-
gador em sua reparticao para verificaren! a
sua existencia, darem Ihe alguns esclarec-
montos do que ha mistor para os scus assenta-
inentos, e receberem o modelo dos recibos dos
seus venciiiieutos; e para que isto possa ler lu-
gar ou os convido a satisf.isercm esta exigen-
cia.
3.* Que as retacos de inostra se
declare as observacoes das pravas de pret,"
Min'in se abona gratificaQo de voluntario, o
d.;i mez o anuo da sua primeira prac,a fin
dse conhecor do diroito continuaco dessa
gralifcacSo.
4.* Que as licencas sejao expressa-
mente declaradas por quem concedidas, por
que lempo, o lugar para onde so e se receben)
viiciinentos ou sein elles Iguaes explicacoes
su deverao fazer a cerca dascommisses ou di-
ligoootas, sua naluresa e lugar.
5.* Que os Cheles dos estabeleci-
nicntos o pontos militare da provincia onde
se fzerem obras militares, deem franca entra-
da ao referido Sr. Commissario Pagador quan-
do elle em desemponho do sou dever so apre-
senlar para o exorne de ditas obras.
EXTRACTO A QCE SE RKFEKE A ORDEM 1)0 DIA.
/'lao para ucreaffiodas Pagadorias Milita-
res approvado pelo decreto n. 252 de 20 de
Abril de 18*4.
n'aquellas onde o nao houver polo Kscrivo ,
devendo verificar nos liospilaes a existencia dos
(lenles.
Art. 9. O Commissario Pag! Jor ho autori-
dade competente para om algumas occasioes pro-
ceder ocularmente verilicacSo dos pontos das
obras militares fazendo comparecer om sua
presenca todos os operarios, e bem assim fisca-
lizar os precos dos materiaes dando conta aos
Presidentes dos abusos, quo encontrar.
Inslrucges mandadas por em execucao pelo
decreto ti. 578 de 14 de Agosto deste an-
no.............
Art. 11. Contem a doutrina do citado arti-
go 5. do plano : istoho; todos os documon -
tos de dospeza serao processados om dupl-
cala :
bro de cada anno. Os que se acharem fura da
capital, o os que por impo38ibilitadpa do iudo,
noo podorem comparecer, enviarlocertidjo di-
vida.
13 do artigo 2. Requisitar aos Com-
mandantes das Armas, ou aos Presidentes as
provincias, onde ni > hajo Commandos de Ar-
mas, ocomparecimento dos corpos do exord-
io, quando estoseja possivel, para se I los pas-
sar mostr, com indicacao do lugar e hora.
Art. 5. Todos os documentos de despeza ,
ser processados em mensalmente pelas Pagadorias, uns Thesou-
raria da provincia o os outros Contadona
Geral da Guerra, accompanhados do balance.
dereceita o despeza organisados conforme os
modelos, que lhes lorem transmittidos, e
com todos os csclarccimentos, que pelas ditas
repartios so Iho? exigir.
N. H. Km consequencia todo, e qualquer
recibo, sem excepcao do* Ofliciaes reformados,
dever ser em duplcate.
Art. 6. As Pagadorias Militares sao compe-
tentes'para requisitarem, as diflerentcs autori
dedoa loeooa, oa eacloreciaftntoi, que neces-
sitarem a bem dalscalisago da despeza.
Art 8 O pagamento dos prets tera lugar
de 10 em 10 lias; e o que oorreapondei ao
ultimo pra/o do me/, se nao ohVcluara, sem
que preceda a c .mpel Ir mostra p
i a se verificar le
vista ser feita pelo 011

re
15. Examinar,antes de serem registradas,
as guias,que se passarem aos Ofliciaes,corpos de
tropas e empregados civis do oxercito, que mar-
charen) para fra da provincia, authentical-as
com o seu visto =
17. Requisitar das diferentes autoridades
os esclarecimcntos, que necessitar a bem da lis
calisaejio da dospeza.
N. B. He a mesma attriliuii;ao do citado ar-
tigo 6.* do plano.
18. Proceder vorifica;8o dos pontos de
todas as obras militares,fazendo compa/ecer em
sua presenca todos os operarios, e examinando
os materiaes, suas quulidades e precos, infor-
mando ao Presidente da provincia dos abusos,
que encontrar.
N. B. He a mesma attribuicac do artigo 9.
do plano.
20. Exercer a mais sera fscalisacSo em
tudo o que r relativo despeza do Ministerio
da Guerra.
Art. 30. Pelo 5., o Escrivao substitue o
Commissario Pagador em em seus impedi-
mentos.
Art. 32. Aos Iiciaes o pracas de prot,
quo houvorem do marchar do umi pira outras
provincias; se passarao guias do sus vencimen -
tos, imlependente do ordem do Presidente da
provincia; o no caso do qoe os inesmos Oliciaes
o pracas tenfaSo marchad.) sem ellas; s rao ro-
niettdas pelo Correio ao Presidente da provin-
cia respectiva.
Conforme Pagadoria Militar do Pernam-
buco 5 de Oilubro Jo 1844 O Coronel
Commissario Pagador Jos de tirito Inglez.
llenrique Marques d'OUveira Lisboa.

Art. 19. Todos es Ofliciaes, excepto os dos
corpos, e empregados em reparticoes militares,
serao pagos dos seus vencimentos por scus re
CIOS legalisados com o -. visto do Com-
mandante das Armas; e as provincias onde o
nao haja, pela autoridade militar, sendo dis
pensados desta formalidade os recibos dos Ofli-
ciaes Ceneraes e os dos reloimados em geral.
Art. 20. Os fficiaes dos corpos, os das for-
talezas, reparticoos e arsenaes; ser6 pagos por
folhas menaaes (modelo n. t) notando-so nos
assentamentos respectivos a cada um as quan-
tias correspondentes, dovendo as folhas dis
ivas etasss primeiras er authenticadss pelo
Commandante das Armas ou autoiidado mili-
tar.
Art. 16 Os vencimentos do exercito, quo
estao regulados por les, ou decretos, serao pa-
gos sem dependencia de nova ordem, verifica-
da a identidade da pessoa, posto, e exorcicio,
que Ihe dedreito ao vencimento, contando,
que esteja aberto o exercicio a quo pertencer ,
ou hajSo fundos pertencentes ao exercicio
(indo.
Pelo artigo 23. A'revista de mostrasaoo-
brgados a comparecer pessoalmente todos os
Ofliciaes e pracas de prct, com excepcao s men
io ,inc fin c acharen] doentc nos hospltacs .
ou em servico, &c.
Art. 2>i. Os Olficiacs reformados desde o
postada Alforeo at o Coronel ioclaaive; eri-
fiearafl sua existencia apresentando se pessoa I
mente as Pagadorias a receberem seus s ldo<
nos mozos de Janeiro, Abril, lulbo e < 'utu-
Tribuiiai da Helado
JLGAMICNTO DO DIA 8.
(Pesemb. de semana : o Sr. Rocha Bastos.)
Mandrao dar vista s partes, na appellaoao
em (|ue s3o appellanies Antonio de Magalhacs
Bastos & C., e appellados Nuno Mara do Sexas
o Antonio da Silva Companhia.
Julgfrao procedente o recurso inerposto na
appellacao crime, em que heappollante o Jui-
zo, e appellado o reo preso Joao Raynundo
Ribero.
Recebrao os embargos oppostos ao accordao
proferido na appellago civel, em que he appel-
lantc Jos Thomazde Campos Quaresma, e ap-
pellados Lenoir Puget& C.
Conlirmrao a sentenga de que appollou Ba-
zlio Alvos de Miranda Varejo, o de que ho ap-
pellada Francisca Mara da Conceicao.
Desprezrao os embarcos oppostos ao accor-
do proferido na appellacao em que he appel-
lante a heranca de Antonio Marques da Costa
Soores, e appellados Lui Goncalves da Rocha
e sua mulher.
Conlirin.irao, com declararan de ficar suspen
sa a execurao na parte relativa prestacao anda
nao vencida, a sentenea proferida na appella-
cao civil, om quo sao appellantes o appellados
Francisco de Paula Marinho VVanderley, Anto-
nio Candido de Miranda, sua mulher e outros.
Mandrao com vista ao Dr Curador Geral a
appelacao civel, em quo he appellante Mara de
,>ao Jos6, e apnellada Thereza do Jeatis do Mar-
ros Lomos.

O /). novo de 7 do corrento, depois de co-
piar do Jornal do Commercio as noticias quo o
Go\erno tinha desta provincia, esquaeserao,
que o lxm. Presidente, instando pela sua oe-
missao, entregaca a presidencia ao Cxm. 1."
Vice-presidenta Pedro Cavalcanti, i quinao
hana receto de que a tranquillidade publica
fosse aqui alterada, contina a insistir em que
a vinda do Exm. Sr. Thomaz Xavier foi devida
a intrigas urdidas pelo partido da ordem, o pe-
lo Exm. Candido Baptista, |uo foi incumbido
por um club de affirmar na corte quo a praca
d Pernambuco estava saqueada pelos praieiros.
N5o pdc haver protervia igual! A missSo
do D. novo ha lomar odiosos todos os filhos de
outras provincias,que por seu mrito causao in
veja aos redactores desse pasquim. At o Exm
Sr. Marcellino do Brito (por ser Bahiano) j/i
nao he o homem puro e digno de respeito em
todo o tompn, adulado pela praia at o dia da
noticia do sua demissao. Ho u.n ingrato, um
calumniador, que poo o partido da praa. quo
3 mi! boceas Ihe dco tanl de co-
ii;iMa indigna, e favonca a manobra de infamar
'denoia o resignago, que. doixou o sedicioan
a j un tomento dosAlogados artar-so deemha-
r.iQar as eleirocs, sem empregar contra elle a
forra, he agora tratado como traliidor, romo
capa de aviltar-se ao ponto do fazer intrigas
para a corto contra o Sr. Antonio AITonso, o
seus dignos coliegas /
Mas se o Sr. Marcellino do Brito he Bahiano,
comd nao ha do merecer o odio dos Sis. redac-
torea-do D novo? Como nlo ha de ser por el-
les infamad i e calumniado ?
Tratamrnto igual, 00 poior cixlumiio esses
caudilhos dar aos Srs. Xabuco, Madureira e
Taques, porque naicerao na Babia. Kmbora
Jous sojao casados e lenliao filhos ncsla provin-
cia, embora lodos so achem aqui eslabeiecidos,
tenhao servido provincia com devotaco e in-
teire?a, ho una affronta, urna usurpacSo para
os Srs. Urbano, Nunes Machado o Antonio Af-
onso envolvcrem-so elles nos negocios pbli-
cos, porque s a poltica da Baha lhes porten-
ce. A do Imperio, a de Pernambuco he dos
tres redactores do I), novo, porque aqui nas-
cro.
A prccauco quo os agentes das naces es-
trangeiras tiverao do mandar proteger o seu
commerco |ior navios de guerra foi devida, so-
gundo alguns nmeros do I), novo, a cartas de
Habanos, quo infamavao o povo de Pernambu-
co de ter saqueado a praeaj agora ja nao forao
essas carias, forao exigencias dos agentes quo
estao nesta prara, e instigados pelos Bahia-
nos, os quies, por nao terom irmaos nem so-
briobos em Pernainbuco,embora tenhao filhos,
lo nteressadpj na infamia do paiz onde vivem,
na vergonha da patria de suas esposas e filhos.
Mes ii quo vem o insulto feito a todo o povo,a
que vem a dilTcrenea de provincia, om que nas-
cem os Brasileiros, para as quesloes dos redac-
tores do I), novot Os Srs. Urbano, Antonio \f-
lonso o Nunes Machado, para eatabelecorem
compararoes entro si o os cidadaos de quo falla-
mos, preciso do por o povo e o bairrsino de
permeio para poderem alcanzar preferencia,
porque, embora elles digao que o sabios e os
outros ignorantes, ninguem os podo crer, por
conhecer uns o outros: quo sao probos, e os
mais nao teem honra ; fallao i ontra isso os Tac-
tos; que os nrflwoaventureiros, e elles no-
Dres e abastados ; lodos os conhecem, e conhe-
iCrao dosde osestudosa uns o outros.
Para cobrir,tanta mentira, tanta insolencia
ho necessario quo venha o bairrsino, que se
chame todo o povo do Pernambuco, para se di-
zor que elle foi infamado do saquear a si ines-
(iio, a fim de quo a balanca possa pender para o
I ido dos Srs. redactores do D. novo, que que-
rcm ser Deputados.
O .novo achou contradicho entro o Diario
e o Guararapes por dizrr esto, que os crditos
do liaeiro chainrao ao porto os navios de guer-
ra dus naroes estrangeiras, o affirmar aquello,
que, se con.->tasse na Babia que a cidade estava
entregue n pilhagem DO viriao para aqui pes-
soas rrsprilaveis, nem outras mandari&o s-us
li I los fa/er i xames de preparatorios. NSo sabemos
Hai srja a contradicho Os navios viero para
prevenir qualquer oceurrencia que o ensaio do
dia 8 lazia receiar, o oi isto o quo sempro os
peridicas da ordem iiissero. O que se negou.
esenega, oi, quo se tivesse propalado aca-
lumnia de ter batido saque.
Ah estJo os jollines da corte assoverando que
a ordem ainda nao tinha sido alterada. Ahi es-
t i mesilla Sentinella pintando assustador o
estado da provincia, mas nunca asseverando quo
tivtsse bavido saque. Que provis exibis do quo
tivessemos calumniado o povo ? A vossa pala-
vra de honru, tantas vezes prostituida !
povo Pernambu< ,r- P
ie echar malva I '"di-
ile praia ? "ni
Magistrado pi Sr. Mar-
pru-

t0amiuinm'> i n'iiaiiiiiili
II ser I langas.
IGlAO.
; mor de >r:is.
En |ue o homem
offen nature/a, a mais
lis bem acolbid i
MELHOR EXEMF
I
f%. I


hja homenagem Jas suas alTecgoos. homom
pode comprar a benevolencia eprotoco do
homorn, preseiilando-lhe ouro e podras pre-
ciosas ; iMrcuio ouro e a pedras preciosas
vaii'in taato aos oaos de Dos, como o barro,
e a ara. Eelle nao tem precisio nem do victi-
mas gordas, nem daoahcoes, nem de primi-
cias, nem de perfumes; e o tem dilo mesmo
aos lilhos de Israel pelo orgo dos seus Prophe-
tas. Que Ibe ofreceremos cutio ? Olereca-
mo-lhe alguma cousa, que soja oossa, v. g um
sente.nonto livre, como o r, ncorruptivel.
como o ocano, puro, como a luz, que tonda
elevar-se. corno a chamma ; uro sentimento,
que se d. e n5o se venda ; e que soja, em re-
lacio aos sentimentos d alma, aquillo que o
ouro he em relacio aos outros metaos: emfim
o Amor Ditino, que entra com urna larga par
te nos gsos celestes, c ao qual Dos, que pen-
de para nos com urna-terna piedade, Rosta do
encontrar na trra. Se o amor, puramente
humano, atrabe o amor ; se esta chama mil
lante, egrosseira, quo so aceende no ardite
dos sentidos, pide produ/r outra chama, quan
to nao devera abrazar urna alma, bem nascida.
o amor da Creador para com a sua creatura !
Se he natural, segundo o mundo, amar aquem
nos ama, quem pois nos ama mais, do que
Dos .' Quem nos ba dado provas mais tocan-
tes, e continuas de ternura o Bolicitude ?
Nao foi Elle, que creou o mundo, decorando
o, como um Principe adorna seu palacio para
nelle recoberuma Keal, e formosa noiva? Nao
be Elle, que ordena ao Sol amadurcea nossas
messes ; e as nuvens da primavera nutrao as
nossas plantas ? Nao loi Klle, que d ispoz com
urna admiravelsimitria, na superficie do globo,
os bosques sombros, as planices esmaltadas de
flores, eos silenciosos vales, corno caravanoaras
le repouso para a sua creatura de predilecto ?
vento, ala, as nuvens, o co, tudo esti
>m movimento por nossa causa. A quem do-
vemos a existencia ? A quem devenios o pen-
samento ? A qucrn devenios a virtude ? Nao
lie Dos? Quem espalhou tantos pra/.eres
imprevistos pelo caminho, que percorremos ?
Quem dosviou tantas nuvens tempestuosas ,
quasi arrebentadassohro nossas cabeeas ? Quem
e/. florecer a espcranca no lundo do abismo da
desesperado, brotar a felicidade do mesmo
acuntecirnento, que pareca prenbe do nosso
daino P Quem nos ha preservado do canhfio
as guerras ; das tempestades no ocano ; dos
choques do raio ; o do contagio, que decimava

Do mesmo modo, que um pa tem urna com-
paixo, chcia do ternura para seus lilhos, as-
sim o Senhor be tocado de compaixao para rom
aqueiies, que o temem ; porque conhece a
fragiidadeda nossa vida, e sabe, que nao so-
mos mais, do quepo. fugio do pobre ; nao despreza a sua humilde
supplica ; c o ouve, quando Ibe chama ; avi-
sinha-se daquclles, cujo eoracBo asta triste
E como reconhece o homem este amor miseri-
cordioso, que para ello deseo do tao alto ? lis-
tas do lempo, como daquellas da eterndade :
multiplica quando Ibe apraz, a fortuna dos
saijs serves. A regio nao prohibe pedir-lbe
o seu apoio para as emprozas justas, e honro-
sas. Porm amar a Dos nicamente por cau-
sa dos bons temporaes que delle se esperao ,
he amar s esses bons ; he imitar aos Judeos ,
que linhao mettido em seu pacto de allianca
com o Senhor as fontes d'agoas vivas, fertilida-
de dos campos, roci do Co abundancia de
fructos iSc Este amor usario he mais vergonbo-
i,uiiiiuju, '|uu |/.na uno uesno uo lao ano f CjS- irucios uc. r,ie nuiui usdiio uo mus veiguiiuu-
cotai, o que sobre isto pema* o mesmo |)eos.=r so entre nos do que nos Judeos: nossas obri-
'll flriUM criial .li .ill.. n -,... 0--_f_*_ I_____' ..Ru ..14rn rtw. Ifcrt.^- non.. PL..ln .Sn M .1
nossas cidades ? heos. s heos !
Com que cara poderiamos nos ser ingratos a
Dos, quando nem ousan' s por pejo ostenta
de ingratos para com q homem So um visi-
nho generoso se desfi/esse gratuitamente, em
beneficio nosso. de alguns campos, de algumas
vinhas ; se enchesse os nossos cofres com o seu
dinheiro ; nos nos julgariamos obrigados
amal-o, e servil-o, se necessario losse. Dos
nao ter feito cem vezes mais ? Elle tem mis
turado o ouro no lodo dos rios; oceulto o ru-
bim, e a esmeralda em ralhos; c feito veas
de cobro, e de prata as carnadas pedregosas
das montanbas. Para nos Ello povoou as pa-
meos de ovelhas, cujas lans nos defendem do
fro ; de cavallos, que nos conduzem do um
lugar outro; de novilhas, que nos do ama
suave bebida ; e de bois, que inicio a trra
Elle colirio a trra com plantas nutritivas, e
salubres; semana debaixo de nossos p s tufos
de embalsamadas llores, e colloeou por cima de
nossas cabeeas plumosos cantores : emfim Elle
ladrilhou o ocean > de ncar, de mbar, ede
coral. Houve jamis amiga lao generoso, e
benieitor lao magnfico? Dos concedeo ao
homem a vasta torra por heranea ; porm o
bomem, muitocuhigoso para querer, que ella
fosse commiiin, fez quinhoes particulares nesla
grande riqueza publica : o seu egosmo desar-
ranjou os plano* de Dos. Se alguns dos con
vi lados para o grande banquete da nature/a
nao foro servidos can forme suas vontadea ; a
culpa he daquelies, que a imitago dos hroes
do Homero, so adjudicrao partes sette uves
maiores, que as dos outros. Dos colirio es-
plndidamente a mesa com as SUH iracas ; Elle
foi para a sua creatura um hospedeiro grande,
o liberal ; nao foi culpa sua, se os seus com
dados, arrojando-se, maneira de ursos, so
bre este magnifico festim, o termin?ro, como
o dos Centauros.
A Escritura falla asss respeito do amor,
que Dos tem ao homem; e nao he stm de-
signio, que ella repiza este pensamento. O
Dos, que adoramos he um Dos oceulto, e
poderoso, cuja essencia nos be desconhecida ;
habita- a parte mais misteriosa da eternioade, e
se rodea de nuvens. Huma nalureza, tao pou-
co srmelhante nossa, um-poder, com que
nada contrasta, um conhecirronto, que abarca
t os moviiiieiilos secretos de nossos corneos,
espantar-no hia naturalmente, se Dos nao
Eu amei Israel, diz ello seu Propheta, bem
como o viajante soquioso ama os cachos de uva,
que encontr no deserto ; o Israel s teve des-
prezo para mim, maneira de urna mulher,
que despreza o homem, que a ama =Esla cen-
sura he mais, que fundada ; por quanto nos
nos esquecemos do Dos, durante que a nossa
s rio he felt; e s na desgraca pensamos ncl-
le, quando nos falta todo o soorro.e nao pode-
rnos achar consolaco em outra cousa. O
amor do Dos opera sobre a alma human,
como o curso d'agoa viva sobre o- prado ; elle
o inunda, o fertiliza, o o garante da secura,
que apagara suas cores, o murcharia toda a
sua belleza. O homem, que ama a Dos re-
pousa a sua cabega debaixo da aureola radiante
ilos Santos, o toma um gosto anticipado da fe-
licidade celeste ; ello usa dignamente da vida,
a seu coracio he parificado pela chama santa,
que ahi arde, bem como os labios do Propheta
o ero pelo licSo acoso do Anjo.
O proceito do amor Divino era conhecido
dos Judeos ; era o primeiro, o maior dos seus
mandamer>tos.=Amar*s ao Senhor, teu Dos,
de todo o tou caracao, com toda a tua alma,
e frcas=Asim o disse Jehova mesmo no meio
dos relmpagos do Sinai. Moyss accrescentou ;
Escrove estas palavras nao smente sobre a
pedra, mas em vossos coraeoes ic. Os Judeos,
tomando o mandamento literalmente, escrevo
o precoito do amor do Dos sobre fitas de per-
gaminho, o as atavao nos bracos, e testa,
quando iao orar. Todava nesta nacjio, em
que o interesse predomnava sobre as mais
santos affeceoos d'alma, o ouro do amor divino
eslava misturado de trra : era um amor vido
de bens, e recompensas, um amor usurario,
que nao exclua os deozes do estrangeiro,
quando o seu amor pareca proveitoso. Os
Judeos quoriAo, que cada grao de incens Ibes
ganhasse alguns bens, e nAo recuavSo diante
da idolatra, se cro, que este crime Ihes dava
beneficio Quando os pelotqueiros Egypicios
gritavo as ras de Samara : Filiios dos He-
breos, que adoris os bezerros, segui-me
Holliel O povo ia aos lugares altos atrs dos
sacerdotes de Apis. Oh vergonha Esquecer
o Dos de Moyss, que os tirou do Egypto. cu-
jo culto monumental tinha trofeos de prodigios
em todos os pontos da trra natalicia, para ir
adorar um animal herbvoro que teria pro-
ferido um feixe de capim aos maiores perfumes
d'Asia! Pobre raca humana! Sim, dirao
os Occdentaes, erao vergonhosas loucu-
rns ; csse povo era asss absurde I Grabas a
Dos, o mundo christao est puro de taes enor-
midades-: nos nao repartimos as nossas adora-
(oes entre o Dos do Co, e vaos dolos. Se
r isto certo ?
Convenho, em que nao adoris Marte, nem
Jpiter ; porrn acaso amis vos o Senhor vosso
Dos sobre todas as cousas ? Entrai no fundo
ilo vosso coraeAo ; nao descohrrois por ventura
debaixo de suas oceultas dobras um altar privi-
leg iado. para o qual so dirjAo sem cessar todos
08 vossos votos? Un vordade quo nao tendes
jamis ajoelliado ante os deozes de prata, ou de
ouro; porm guardis em vossa alma urna
iriultidio de dolos invisveis. Os dolos nao
erflo pela maior parte, senao paixoes diviniza-
das ; nao tendes vos paixoes, meus irmaos do
Occidente ? Nao fa/eis sacrificios Piulo ;
porm o amor desenfreado do ouro nao ser
urna idolatra ? Nao consagris -. certo vos-
sos lilhos Moloch ; mas porventuara nao es-
colbeis nunca um de entre ellos para dolo?
E vos, jovens do nosso tempo, o,ue nAo vos co-
roais mais de myrlo para olJerecer brancas
pombassobre o altar di belleze deificada, por-
ventura nao tendes preferido encantos mortaes
aos amores santos ? Zombais dos antigos, que
faziao sacrificios as Furias; mas nao sois acaso
vistos, fszendn sacrificios colera, vinganca,
furias mais perigosas, que as Eumenides? Os
dolos da Fenicia cahirAo de lace em trra ao
aspecto da magestade temvel do Dos de Isra-
el ; todos os vossos dolos eslo em p !
Chrsto disse aos seus Discpulos Aquelle
que ama a seu pa, e a sua mai mais, do quo
a mim, nao he digno de mim ; aquelle que
ama a seu fillio. ou sua filba mais. do que a
mim. nSo he digno ca, que bn-neessario romper os lacos de fami-
lia ; porm subordinar Dos nossas melhores
gacoes para com Dos, eseu Cbristosao maio-
res e mais sagradas Dos nao be somente
para ns o Dos creador, e legislador; elle nos
resgatou com o preco de seu sangue ; submet-
teo-se a urna morte infame para annullar a con-
demnaeao que nos faza escravos do inferno.
A redempeo da Deosdireitos mais fortes so-
bro nossos coraeoes do que a simples creacao.
O Judeo, e o pago peccavo contra o seu crea-
dor ; o christao pecca, alm disto contra o seu
Salvador. Insultar, renegar, aflligirChrsto
o Dos de Amor nao he o peccado de um ho-
mem, posto que homens o commettao, mas pec-
cado de Satanaz o primeiro, quo rendoo a
Dos odio por amor. He assim, que o enten-
dan esses christos primitivos, que insultavao
o ferro, e o logo para Ibe serem fiis. Sa-
crifica dizia o Prefeito Astorio S. Vctor ,
sacrifica, ou do contrario pelos deozes immor-
taes te farei soffrer tormentos horrorososS
sacrificarei responde Vctor, ao Dos verda-
dero c por elle dara mil vidas, se possivol
fosse. Prefeito de Maximiano, manda, queso
despedace este corpo caduco, afimdeque eu
tenha tantas chsgas quantas bocas para louvar
ao meu DosEscolbe, dizia o Magistrado Ro-
mano J escolhi responda o soldado de
DosA vida.e as grandezas?A morteVir
gem joven de olhar pdico, queres tu ver teus
pos o Procnsul Romano? Queres, quo escravos
ricamente vestidos conduzo habilacAo deleus
pais os dons do hymino em acafales d'ouro?
Senhor, eu tenho um esposo Um esposo !
Mentes : quem he elle ? O Dos dos ebris-
taosSubes lu, que as noivas desso Doos teem
acuites, e unlias de ferro por presentes das nup-
cias o que seu hymino se conclue no meio
dos lees do amphteatro?-J o sei- Porque ra-
zo te obstinas a morrer, pobre menina 1 Re-
nuncia tua perseguida seita. S minha, vem
meu palacio, eu t* rodoarei de um fasto, ca-
paz de eclipsar o de urna Rainha estrangeira.
Aseda daPersia, os maravilhosos tecidos de
Laodcea serSo os estofos do teu gasto ordinario;
serio para ti os diamantes da India, o coral da
frica, as mais bellas perolas do Oriente; leras
o lugar, d honra no circo, cem escravos estarao
as las ordens; queres?Tudo isso nAo val o
amor do meu Dos!Pobre joven insensata, he
a morte, que lu me preferes; e que morte, Deo-
ses immortaes!Esta morte he o caminho que
conduz vida!Lancai achristaa aosleoes!
Foi assim quo resistiro, e que morrero as
Agathas. Theodoras, e Margaridas, sustentadas
por aquelle que fortifica as almas puras, ellas
desinvolvtro urna coragem que enternocia
al os seus carrascos e igualava aquella dos con-
fessores mais Ilustres. Grac.as ao Divino Amor,
as ilexiveis varas do Chrislianismo se elevarAo
a magestosa altura dos cedros.
(Continuar-se-ha.)
mente pyrina e s8o todas construidas co"*
solidez commodas o bom conservadas. as
ojus resoivadas aos iinslores domsticos, se
ouve a bulha das criangas, entretanto que o pri-
meiro andar (se o ha) retumba com a voz mo-
ntona dos operarios que Irabalhao cantando.
Emfim ao menos esta ra be calcada, e as pare-
des alvas sao bordaufs de verdura. O viajante
diz ento comsigo: Se esla gente creou para
si urna existencia parte, a tim de conservar os
osearos hbitos do paiz natal e tornar a ver a
palria em cada um dos objectos com quo so
circunda, cortamente nao arranjou lo bem es-
ta existencia e nao estabeleceo tao cuidadosa-
mente a sua morada, senao porque se resigno u
a morrer em trra estrangeia.
Com efTeito, todos os nossos compatriotas es
tabelecidos em Montevideo teem renunciado o
osf irito de regressar : he isto um facto verifi-
cado. Essas casas sao os nicos bens que elles
possuem ; porm sente-se que Ibes sao affeicoa-
dos. He tao fcil a vida n esses pai/es priviie-
noj atrahisse por sua bondade. O leu amor I afleicGes ; e nao exaltar o P diante de quem
pala creatura he presentado em vinte lugares o a nuiou.
da Escritura por um modo, que toca o coracJo. I O Dos dos christao dispOo tanto da qnrie-
CARTAS SOBRE A AMERICA DO SL. ("I
iv, ;'
Questao do Prata.
Em 1826, Montevideo nao tinha 12:000
habitantes : este numero comparado com a
populaco actual, nos diz suficienlemente em
que proporcoesent'ou a emigracSo nesle rpi-
do accrescimo. Forto, como j dsse. a venda
brasileirae o nosso bloqueio que atlrahirao al
agora essa massa formidcvel do emigrados. Ho
je o Governo da Randa Oriental j se acha re-
duzido aos expedientes de ver se tira partido
d'esta populaco de eslrangeiros que sobrecar-
rega Montevideo, e cujos nteresses, ligados de
hoja em diante aos da cidade,. devem, segundo
elle pretende, decidir todos os Governos da Eu-
ropa a dar soccorro Repblica. E como os
nossos nacionaes entrao pela mor parte na som-
ma da emigrado, he sobrotudo para a Franca
que se volta a esperanca de Montevideo.
Qando se salta em trra e se entra as ras
da cidade, que anda nao tomrao o trabalbo de
calcar nteirameute as villas se volvem natu
ramente para o caminho de Miguelete. Este
caminho he todo bordado de lindas casinbas ,
que se poderio chamar choupanas urbanas :
brancas por fra, aceiadas por dentro, animadas
e povoadas como as nossas tascas de aldea n'um
da de fesla ; esta parte da cidade tomou o no-
mo de Hamo Vasamco.Essas em cuia
frente a maiur parle d'ellas tem una pequea
borla e jardim onde se encontrao as nossas flo-
res de Franca, teem urna perspectiva inleira-
C) Vide Diario n. 222,
MFLHOR
p
siados pela nature/a ... Irao elles trocar do
novo este abrigo certo, que acharao contra a
miseria que fugio, pela esperance sempre lon-
ginqua de urna sorte melhor quo em balde bus-
cro at ento ? Para regressar Frange seria
mister sor r;eo : l nao ha nem ricos nem po-
bres, ba somente homens que subsistem; e en-
tre esses nao be i oveja el sua posicao ? nao go-
zo elles do nico beneficio que quercm tirar
de seu titulo de Francezes, o de permanecerem
debaixo da proteceo da I ranga ? Nao be por-
que tenho de receiar que ninguem ouse atlen-
tar contra a sua liberdade ou coarelar seus ac-
tos, pois sabem muilo bem que numero le o
seu e que forra resulta de sua uniao, porm he
acobertados por esta proleccao, de quo se pre-
valecen! a cada passo, que prelendem interpi-
se as discordias civis do paiz que Ibes d a bos-
pitalidade debaixo do ui.ico pretexto de que a
guerra Ibes perturba a existencia.
Que Montevideo possa ofTerecer aos 16:000
emigrados que se fixro no seu seio outras von-
tagens que nao seja a simples subsistencia da
familia, he cousa impossivel com os poucos re-
cursos que se tiro de um campo despovoado o
do urna cidade sem meios de industria emjejfc-
go conveniente com as exigencias de seu porto;
mas he somente aos eslrangeiros, que assim
so encorporao populaco indgena que
Montevideo deve este aspecto de civilisago
e este movimento de negocio que durante al-
gum lempo intesessou a Europa no futuro da
Banda Oriental O Coverno sabe muilo bem
que, do dia em que a onda da emigracao tres-
bordar at a outra margem do Prata Monte-
video vera ir se pouco a pouco anniquilando
um crdito e urna influeucia que nao deveo se-
nao a duas circumstancias propicias ; eis por-
que esta cidade seaffadiga tanto para reteros re-
cem-chegados. Fadigadas inulcis Os que se-
nao querem accommodar urna existencia sem
resultado de porvir, e renunciar esperanga do
voltar para a Enropa com um ganbo reunido ,
vio mais longo prucursr fortuna. J desde o
fim de 1840 se de/, o equilibrio da nossa emi-
gracSo entre as duas margens do Prata : boje
contoseern Buenos-Ayres pelo menos tantos
Francezes como em Montevideo.
Mas, n'estas duasdivrs s dos nossos emigra-
bos exislem dessemeJhancas que he mnito im-
portante fazer resaltar. ssim, he bem evi-
dente, primeiro que os que boje se acbo em
Buenos-Ayres nao so passrao para i senao
porque Montevideo Ibes nao oflerecia recursos
satisfactorios. C< mo j fiz ver a emigragao
de Montevideo se recruta exclusivamente entre
a classe infinta da nossa populaco ; a de Uue-
nos-Ayres pelo contrario quasi nao be for-
mada senao de especuladores de industriosos,
e de negociantes.
A primeira, mais fcil de arrastrar, se amol-
da fcilmente aos preconceitos e s paixoes do
paiz onde reside, e faz brevemente causa com-
mum com seus habitantes; a outra, mais I-
lustrada, vive parte, e se conserva arredada
dasnxas despartidos que se agitao em torno
d ella, porque sabe muilo bem quo perdera
com isso, envolvendo-sen elles, esse privilegio
de inviolabilidad^ que o direto internacional
reserva aos eilrangcin s entre as as nagoes civi-
lisadaa. Verdade he que o nossos emigrados
de Montevideo pago, como se nao cessa de re-
petir em nomo delles om certos diarios, a pro-
leccao que Ihes deve o Governo, dando consu-
mo, em paiz estrangeiro. a productos francezes
que nunca .sua fortuna Ibes teria permittido
comprar em Franca ; porm be tambem verda-
de que os nossos nacionaes em Buenos-Ayres ,
nao soconsomem esses productos como tam-
bo n acbo alm d'isso novas sabida pere o nos-
so mercado externo o que vale mais sem duvi-
da. hmfm, os nossos compatriotas de Mon-
tevideo parecem ter querido comprar seu direilo
< enlajaos adoptando o partido poltico quo
domina na cidade ; e, como seu numero eseu
espalo de corporagao exalto suas pretcnf,oes ,
quercrio que a Franco se comprometa coa el-


5
1 ss&nrcasa de Fernando de L'uvca na ra o
perdidos n'uma massa maior de populaco. per- motos, oridese agito entretanto graves inte-
rnanecem como solados entre si, curando tao, resses para a Kuropa, seno um tostemunho
smente de arranjar Sous negocios o mais breve nico, em rma de memoria justificativa, em
e o mellior possivel. 1U a parcialidad do interessado sobresane a
Os nossos emigrados de Montevideo, que sao ixexporioncia do representanto Bu achoque
unitarios, accusao os de* Buenos-A yres do se- a os nossos Commandantes de ostaco navaae
rem (ederaeu e nao attentSo que a Franca, em nao di urna parte bastante lata n'essas relacoes
sua justiga distributiva deve estabelecer urna polticas para contrapesaren! a influencia ,
diflaronca entre os que fazem simplesmente vo- muitas vezes funesta dos nossos Agentes Con
tos por um partido e os qne coadjuvao esse par- guiares: os nossos marinlieiros nao parecen
tido com sous actos. Desgraciadamente be do- ter por missao seno decidir questoes que nao
masiado verdade que uns e outros nSo se con- foro chamados a examinar.
les n'essas miseraveis alliancas locaes, entre- mas vezes para cobrirem sin piixSo ; _niio a- |raSoaros; quom nn moarno "ufr cerrr
tanto qtiR nr nosr> Francezes de Bucacs Ayres cha-, para so esuUeuer sobra e$W pizes re- ir da passagem, para o que tem bons commo- Trapichen. 34, ha sempro um sortimento dos
dos,dirija-sc ao diti C.ipio, ou ao seu consig- melhores vinhos, lie iras de todas as qu ili lad is
natario Antonio Jeaquim daSoosa Ribero, no conservas dj todas as frutas da Europa, qnei-
seuescriptorio na ra daCudeiado Reciten 18. jos e pratuoto de difloreotes qoalidades; aca-
Para o Aracaty sahiri muito breve a su- ba tambero de recelar um grande sortimeiito
maca Felicidade, de que he mestro Ignacio de charutos da afamada marca regala e da Me-
Marques, para o que tema maior parte de seu nlha lodos estes como nuiitos outros gone-
oarregamento prompto; quem na mesma qui- I res se vendem por prego maisem conta que em
zer carregar falle com seu proprietario Antonio I qualquer outra parte. (10
Joaqu.ro do.Sou4l*eko LOTEKI DE S. PEDRO
1 tao Mauoel SimSes, deve chegar do Assi nes- iYIAi\ I l l\ JA V.il UALJlL
tes 8 das, o qual entra neate porto para rece-
bcr escravos frete e passageiros para o Rio de
Janeiro, por ter muito bons comino los ; quem
pretender enlenda-se com o mesmo CapitSo, ou | ^s
com Manoel Ignacio de QJiveir, na ra de \-
pollo n 18. .8 .
____________lll.,.IIMMIl,.l| i. 1(1^01 PS | 11 I ) 1 \ 11 ti (' \\ I! OS .
I ''Sr'OeS 16M.'-Callum N f.ompanbiarespetosamen-
_ te aviso aos senhores do ongenho <> i'-
blico em geral qoe na nota ra do Brum quu
1 Frederico Ebert far.i leilao na sua tema passa por datrai do Arsenal de Mannha team
de marcineiro na travessa do Mettio* no atter-, eatabeiecido urna ferrarla sendo a ultima do
ro da Roa-vista n. 7, de ricos movis, consis- lado do poenle da mesma ru) onde fazem
lindo emeadeiras de Jacaranda, sofsdedito. catllbee, atracadores, parafutos de apeitar e
mesas de meio desala e de jantar, guarda-rou- oulras [geos pura eogeobo, risos trilhos a
commodas de boa ootras ferrageos para carros, para furos e por-
,. css do todos os lmannos, Ferrageos para na-
servao tfto imlilTerontes aos eventos polticos
desses palies como o querera a lei ; mas n'isto
os noss >s agentes, por seu proceder n'esta des-
venturada questao do Prata autorisrao sobe
jmente esta propensSo irresislivol que compel
le os nossos nacionaes a ingerirem-se sempro
n'aquillo que Ibes nao compete.
Dua palavras agora a corea da origem d'esta
questao.
Quando fallecoo o Sr. de Vins, um simples
Cnsul aprendiz, o Sr. Roger, se achou en-
carregado de dirigir a nossa Chancellara de
Buenos-Ayfes estava onto pendente a recla-
mac8o de um Francez lesado pela Repblica
durante o Governo de Rivadavia: o mesmo Es-
tado Argentino tinha reconhecido a divida e
nao se tratava mais, portanto, seno do regula-
risar o pagamento d'ella. O Sr. Roger des-
pedio o reclamador como nao tendo direito e
sem at querer dar por elle um passo oficioso ;
porm, algum tempo depos, o joven Cnsul,
feridoen em sua vaidade, ou nao tendo podido
alcancar para a sua pessoa a considciacao que
nao era devida seno a seu titulo de represen-
tante se formalisou por urna falta de respeito
e enraiveceo-secontra o Presidente Rosas. .
Nao foi pois, senaocomo meio de vinganc,a,
que o Sr. Roger tomou a peilo a causa do re
clamante a quem escornra at entao. Tor-
nou-se tao evidente para lodo o mundo esta ir-
ritaco do nosso Cnsul que os reclamantes
em seguida, como os ha sempre e em toda par-
to se apressro a tirar proveito d esta rrita
cao. Foi ento que pela primeira vez se ven-
tilou o negocio do Bacle Suisso de nascimen-
to legalmente tondemnado como agente sedi-
cioso. Bacle comquanto estivesse bem de-
monstrada a fu traico alcancou o perdo
de Rosas e morreo lvre algum tempo depos
Ctaanto a Pedro Lavio era um limonadeiro ,
que.sorprehendido em flagrante delctode rou-
bo fra entregue aos tribunaes do paiz e con
demnado a seis metes de prisao. As oulras recla-
macoes feitas n'estas circumstancias erao
t8o pouco fundadas que se desvanerrao an-
te a importancia dada ao negocio de Bacle e
Lavio.
As relocoes, levadas a tal estado, n3o torda-
rao a envenenar-se entre o Presidente Rosas e
o Sr. Roger. Em breve este ultimo arvorou a
sua bandeira consular e so retirou com estrepi-
to para Montevideo Em Montevideo o Sr. Ro-
ger toi recatado com triumpho, o coborto de
louvores exagerados, e os proscriptos argenti-
nos o rbrtifiati em seu despeito, dando Ihe a
seguranca de que obtera satisfagan de Rosas
por urna simples ameaea. Foi a instigaefes
d'ellesquc o Sr Roger chamou o Almirante
Leblanc, que se acbava no Rio de Janeiro com
a nossa esquadra, e que recebraordem dess
tentar as satisface js pedidas pelo nosso Cnsul
ao Governo de Buenos-Ayres. Depos da che
gada da esquadra, sentindoo proprioSr. Ro^er
que tinba ido muito adiante, tomou a pnssaro
Prat8; mas a entrevista que teve com Rosas
nao pdia, em taes circumstancias. ter resulta-
do algum, como de facto nao teve.
D'esle modo estouvado se achou travada a
questao Iranceza do Pratd. Como se ve era
bem pouca cousa em seu comeco e havera dif-
ficuldade em descobrir n'ella umeaso de guer-
ra; mas he porque se n8o est em Montevideo!
Deixai os juizes litigar em sua propria causa ,
e veris as consequencias do processo .
A este respeito, nao posso deixar do assigna-
lar ao governoos embaracos a que so expoe.con-
fiando suas relacoes diplomticas com os pai-
zes longinquos e pouco conhecidos pessoas
muito mocas: a gravidado dos interesses que
essas pessoas sao chamadas a d.rig.r se acha
por tal modo em uesba.monia com sua idade.
uue ellas vem-se ciintiouamentu na necessida-
de do abusar de sua importancia para a fa/erem
constar ; e exigem altencoes tanto maiores .
uuanto a leviandade do seu proceder parece
Jar-lhes menos direito do a ellas pretenderen..
O posto queoecupo nao Ihos serve muitissi-,
._.* ___ .-a .! nstentacao para sua vida-.
Foi por isso sem duvida quo o Contra-Al-
mirante Leblancjulgou dever deixar-se Reara
borJo de seu navio quando Rosas sollioilava
urna entrevista em trra donde devia provir
urna reconcilia?o infallivel Quiz antes lou-
var-se na simples oalavra de um mancebo que
so exprima com rritacao, do que as instan-
cias urgentes do urn Presidente legal revesti-
do de poderes extraordinarios, que, para pro-
va de sua boa f entregava a solucao d'esle
negocio e as condicos de paz ao arbitrio nico
o absoluto do goveroo francez.
Foi portanto declarado o bloqueio a 28 de
Marco de 1838.
DE OLINDA
Au! tilia;! cor rem infallivel mente
nulas tiesta lotera; o restan lo
os bilhetes acha-se venda nos
ihcn
illfande^a.
Rendimento do da 8..........5:620j750
DtscarregaO hoje 9.
Brigue nacionalDos te Guarde- mercado-
ras.
Brigue J Washingtonidem.
pas para senh iras e homens,
qualidade, ludo feilo ao ultimo gosto, o igual-
mente vender toda a sua ferramenta e bancos
vios, varandas, porliics, carros de mao e todas
, as mais obras de ferreiro; e como os seus appa-
dnodicio, tudo em bom estado, ter docorrente. (10; de primeira qualidade, promettem agradar aos
2Bolli & Chavannes farao leilao, por in-i seus fregueses, lano na qualidade da mao
tervenco do corretor Oliveira, de grande vu- d'obra como no precoe promplidao. ,lo'
4= A medicina popular americana o as
pululas vegetaes que a muilos annos, cstao em
llovimento do (Porto
Navios sahidos no dia 7.
Portos do Norte; vapor brasileiro Imperatriz ,
Commandante o Gapitao Tencnte Jesuino
Lamego Costa.
Londres; galera ingleza Bangelore capito
Chrstr. Nelson ; com a mesma carga que
trouxe de Calbau de Lima.
riedado de fazendas francezas, suissas a alle-
mes, as mais adoptadas noste mercado ; quin-
ta feira 10 docorrente as 10 horas da manlia
em ponto, no seu arma/em da ra da Lruz (f>
3Jones l'aton & C. farao leilao, por in-
(ervencao do corretor Oliveira de grande va-
riedade de fa/endas inglezas : quarta-feira U
do corrente s 10 horas da manhaa em ponto ,
no seu armazem, ra do Trapiche Novo. (o
Avisos dht rsos.
Joaquim Marcellino de Brito, nao lendo
tempo, pela brevidade da sua partida para a
Babia, de despedir-So pessoalmenle de todos
Falmuth; brigue inplez llambler, capitao Po- aquellos Srs. que o obsequiarao com as sbs v-
tor Hutcbisono ;
trouxe de Schaboe.
Navio entrado no dia 8.
a mesma carga que
sitas, o faz pelo presente, pedindo escusa, e of-
ferecendo os seus servicos naquella provincia.
1 Manoel Ignacio de Oliveira embarca pa
New-York; 38 dias, brigue-escuna amerca- ra o Ro de Janeiro o seu escravo crioulo, dt
no Washington fage, de H6 capito
Thomas Duling, equipagem 8 carga fari-
nha de trigo e fa/endas ; a Matbeus Austin
&C.

A Cmara Municipal da cidade de Olinda e
seu termo em virtude da lei, t(c.
Faz saber a quem convier, quo nos dias 10,
12 e 15 docorrente se ba do arrematar por
quem mais der por tempo de um anno o m-
postos sobre as canoas d'agoa do Varadouro ,e
na mesma occasiao ser tambem arrendado por
quem mais der um terreno alagado com 53
palmos de frente e 150 de fundo a traz da
casa do sobrado pertencenle a Antonio Fran-
cisco de Moraes, na ra do Balde desta cidade
d'Olinda, coinparecendo ospretendentes habi-
litados para no mesmo terreno e imposlos po-
derem lanear. K para que cheguo ao confie-
cimento de lodos mandamos publicar o pre-
sente p la imprensa. ('idade d'Olinda 7 de
O u t u bro d e 1844. Jos Joaqu im d 'A Imeida
Guedei, Presidente. Joo Paulo Penetro,
Secretario. (19
3 __Deordem do Exm. eReverendissimoSr.
Bispo Director se faz publico pela Secretaria
d'Academia Jurdica de Olinda, que os estu-
dantes das aulas preparatorias quo houverem
do ser examinados na mesma academia devero
appresentar at o dia 25 do corrente mez seus
requerimenlos na Secretaria, a fim de seren
em tempo despachados o feita a lista pela or-
dem alfabtica, segundo o edilal ja publicado
em data de 20 de Agosto prximo passado, sol
pena de ficarem preteridos os que at essa data
os nao appresentarem. E para constar mandei
aflixar o presente nos lugares do costumes. e
publicar pela imprensa. Secretaria d'Acade-
mia Jurdica de Olinda, 4 deOutubro de 1814.
Jos Miguel di Sousa MagalhSes Jnior.
nome Manoel. (3
1 Dao se 300,000 rs. juros sobre penbo-
res ou hypotheca ; annunci. (2
1 ). yosooha Maria do Sacramento em-
barca para o Rio deJaueiro. ou Rio Grande,
os seus escravos Theodozjo e Domingos. (3
1 Precisa-se de amas de leite para a casa
dos expostos ; as pessoas que qui/erem criar di
rijo-se mesma casa. (3
Precisa-se de um caixeiro Portuguez, do
12 a 14 annos de idade, na praca da Indepen-
dencia o. 19.
-- Quem annunciou querer sociar em urna
sociedade, dirija-se h praca do Corpo Santo,
segundo andar do sobrado n. 20, as 7 horas
da manhaa e as 2 da tarde.
1 O Sr. Bornardino de Serpa Los, mo-
rador na cidade de Olila, dirija se a ra das
Cruzas n. 42, a negocio que nao ignora (3
Da-se dinheiro a juros cm pequeas quan | ra da Prnha
uso em todos os paizei tropicaes, tem se prova-
do con.o urna medicina inesiimavcl, sendo pre-
parada de proposito para clima quelite, e com-
posla de ingredientes que nem requerem dieta
nem resguardo e pode ser administrada a cri-
anza mais tenra.
Cada caixioha leva o seu receituano, custa
( jOOO ris a medicina pupuiar e americana du
30 pululas, e S00 rois as pululas vegetaes do Ur.
Brandretb de28 pululas
Avisa-so ao publico que a medicina popular
anda nao appareceo falsificada e para maior
seguranca das urdadeiras pululas vegetaes,
vende-so de boje em diunte cada caixinba em-
brulhada no seu receituano fechado com a firma
dos nicos agentes para o Brasil uo Rio Janeiro.
\ ende-se tiesta praca em casa do nico agen-
to Joao Keller ra da Cruz n. 18, e para maur
commodidade dos compradores na ra da Ca-
deia em casa da \ uva Lardoso Ayres, ra No-
va (lueria Silva e Lompunhia, Atierro da Boa-
vislu, Salle* e Chaves. (24
l -- Teni-se justo e contralado a compra da
casan, l, sila na ra do Cebo do bairro da
Boa-vista sebouver quem sejulgue com hi-
potbeca ou outio qualquer titulo do divida
mesma casa queira annunciar por este Diario
no praso de tres dias, e caso que nao appareca,
o comprador nao so responsabilisa por qual-
quer divida que os berdeiros da mesma casa
devo. (9
2 Precisa-se saber onde reside o Sr Jos
Francisco da Silva Novaes, que foi interessado
na loja de fazendas do Sr Joao Leite Pila Or-
tigueira, na ra da Madie de Dos, para nego-
cio de seu interesse. (4
2 =AIuga-se um sobrado do dous andares
com muitos commodos. silo no principio da
a tratar na ra do Collegio n.
Declararn.
= 0 vapor Imperador recebe as matas par;;
masve/es sanio de ostentadlo pa
de emente eciosa; e, onde nao ba senao um ( os portos do Su] |10je (9) 80 meio di.
melindre de amor proprio oflendido ettao ''",,._.,_..,, ,_,____________ _
todos dispostas a enxergr un.ca.nent- a const- ^ yfeQ maHt!tl)O.S.
deracSo de seu goveroo comprometUd ____________________
v .- ..,. Mnotrn desenredar a verdade .
. V "'l II s AB.....es susci Para o Porto segu viagem o brigue por-
de enire oa debates qu #_ Primavera, Capitao Jos Carlos Ferr.-
muitas vezes par fazerem f-IUr de si. e-ol.u- tugue,
;>, ou no Mondegositio da viuva do Teento
Coronel (osla. (5
2-0 Bacbarel Joao Antonio de Sousa lieltro
Aruujol,ereira,Jui/Municipalinleiinoda2" vara
de termo do Recita, d;i auuioncias nos dias j
designados o na casa pura ellas destinada o
despacha am todos os dias nao santificadas em
sua casa n. 15 na ra da Cadeia de Santo An-
tonio. (6
2.=Quem estival as circumstancias do preci-
zar de ioupa lavada ou engoinmada e do algu-
ma costura dirija-se a ra dos (uarleis
n. 6. (4
2Quem precisar de um bomein de idade de
til) .limos pura caixeiro de engenbo ou para
feitor, dirija-se a Praca 13.a-vista n. 20, que
se llie dir.'i quem pretende. (4
2 A luga se a leja eo .segundo andar soto di
sobrado da ra do Roda n. 45; a tratar na
ra do Kangcl 11. 36"". segundo andar. (3
2 NOVO RAP Y1NAGRLNH0.
Esle rap que tem tido grande extraicuo, o
merecido appr. \ac3o dosapieciadoresda bou pi-
tada, veode se em botes, meios, e asoitavas;
na ra du Cadeia loja n. 50. (5
2 Na casa do alfaiate Jos Joaquim do No-
, oa ra do Q u*!o o loi^u u
morada: na Praca da Independencia Inraria Collegio, continua se a ter obras promptas para
ns. 6 e 8. veoder, com a mesma parfaicSo que
1James Crabtree & C. '.cen recebido urna ai de encommeoda. (5
porcao de eftrome de passai ogramm O Bacbarel formado Vicente Pereira do
muito proprio para estrumar Ierras; quema Reg mudou a sua n ra a ra das
preteodr queira diriir-se a ra da Cruz Triad n. 1'.'. doSr. Escrvio Reg,
n. W ^
lias, na ra dasCruzes n. ii.
1 Na ra Nova n. 22, loja do relejoeiro e
joialheiro frunce/ Garnier, ba para vender por
preco com modo, urna arinaeao, ;'i francesa, de
amanillo, nova, toda eovidracada, e fcil de
accommodur em qualquer istabelccime.ito,
quer do fa/endas inglezas. quei de miudezas,
Ac. &c (7
-- Precisa M de um rapaz Portugue/. do 14
a 10 annos, pouco mais ou menos, para ser
caixeiro de urna loja de fa/endas fera desla pra-
ca, na ra da Cadeia do Recite n 30.
Aluga-se um preto captivo, sem vicios e
fiel ; quem precisar dirija-se a ra das Agoas-
verdes n. 15
Precisa- se alugar urna casa terrea, na
travessa dos Quarleis n. 25, pelo tempo de um
anno, a quem adianlar o aluguel para certas
despe/as necessarias, cujo aluguel ser muito
commodo, vista daquelle por que elia est ; a
quem este negocio convier, annunci.
Aluga se a casa de um andar na ra da
Yiraco n. 31 : quem pretender falle ao seu
proprietario Antonio Joaquim de Sousa Ri-
beiro.
r^Aluga-sc um armazem pequeo na ra da
praia, e que est reparado, < |ode servil
i\


Precisa-ge dedous amossadores, que se-
jo bons e pessoas capases ; no Forte-do-
Micr., a fallar com J juquim Francisco de
Allem.
A ppssoa.viue na nonto do segunda letra
perdco um collee, dirija-se a ra estreita do
Rozarlo botica n. 41, que, dando os signaes ,
Ihe ser entregue.
Urna multier parda se propoo a ser ama
de casa prometa a fazer todo o servico inter-
no pois sabe cosinliar e engommar; quem de
seu prestimo se qui/cr utilisar annuncie.
Aluga-seuma estribarla para 4 cavallos ;
na ra da Senzalla-velha n. 24.
Oflercce-seum moco para cobrar dividas
pelos sertoes, deCariry, Pajaii BrDida ePiau-
by ; quem de seu prestimo so quizer utilisar ,
dirija-se a ra do Padre Floriano n. 61.
Aluga-se urna casa terrea na ra do Pa-
dre Floriano; a tratar no armasem de cidros ao
lado da Cadeia ou na ra do Cabug, loja de
cera.
Roga-se a qualquer cmpre-gado ou pas-
sageiro da sumaca Felicidade, vinda do Ara-
caty entrada neste porto no dia 6 do correte,
se trouxcrao alguma carta para Manuel Anto-
nio de Figueiredo o obsequio de entregar na
ra Direitu venda n. 72.
Quem precisar do um rapas Portugucz ,
de i3 annos para caixeiro de cobrancas ou
mesmo para loja de miudesas do que j tem
pratica annuncie.
1 Aluga-so na ra Nova do Brurn, no bair-
rn do Recito um armasen com grande quin-
tal com sabida para o mar pequeo proprio
para padaria destilacao e armasen] Je assu-
car ; os pretendentes dirijo-se a ra da
Cruz n. SI. (6
1 Aluga-so um armasem no bccco do Por-
to-das-canoas, aonde estove a (casa de pasto; na
ra da Cruz n. 6,primeiro andar. (3
1 Precisa-se de um feitoi de campo paro
engerido o qual dcvo ser mogo, robusto e ca-
sado ; a fallar no engenho Abi adianto de
Goianna. 4
1 Km rapaz Hrasileiro de ID annos, com
alguns preparatorios, saoiTereco para caixeiro
de ra ou de escripturaco dando dador a
sua conducta ; quemo precisar annuncie.
1 Aluga-se o primeiro andar do sobrado
n. 41, da ra Nova ; a tratar' no segundo an-
dar do mesmo sobrado. (3
1 No dia 4 do corrento veio o Cabo-de-es-
quadra Almeida da sexta rompanbia do se-
gundo batalhao do Aitilharia alugar urn ca-
vallo por 3 horas, e corno at hojo nao tcnha
apparecido o dito cabo com o < avallo cons-
ta sr desertor a 4 dias ; roga-se a pessoa a
quem por ventura lor eflorecido a vista dos
signaes abaixo queir levar a casa de P. Mul-
ler que ser gratificado ; a cor do cavallo he
ruca, pescoceo e maos curtas quartao lem
urna pequea (crida as costas, e be capado. (11
2Alugao-se, ou vendem-se duas canoas
abortas ; na ra do Caldeireiro n 56 (8
2 Precisa-se do urna ama do casa ; na ra
Formosa n. 6. (2
2 Precisa-se alugar um preto ; que nao
seja bebado e soja fiel para andar vendendo
na ra com um cstrangeiro ; no boceo da Lin-
gota, casa de pasto (ranceza n. 2. (4
2 Precisa-sede um menino para caixeiro
de urna loginha de miudesas; na pragada Boa-
vista n 20. 3
2 Precisa-se de um criado ; na ra das
Flores n. 21. (2
2Aluga-se o terceiro andar do faqueiro, na
ra do Amorim ; a tratar na ra do Queima-
do loja n. ). (3
2 Aluga-se oquarlo andar do sobrado da
ra Nova n. 21, com commodos suflicienes pa-
ra grande lamilia; a tratar na loja do mesmo
sobrado. .4
2 Aluga-se o primeiro andar do sobrado
n. 37 da ra do Queimado ; a tratar na mes-
ina ra com Antonio da Suva Gusmao. (3
3 No pateo de S. Pedro n. i), d-sc licoes
de msica pelo m:iis abreviado methodo pos-
sivel 6 seguindo-se as mais approvadas regras
do conservatorio de Par*; assim como se en-
sinao os instrumentos seguales ; elarineta ,
flauta bllgle ( corneta de cliaves cornetiin a
2, ou 3 pistos, ciarim trompa ophicleide
v vulgo basso to armona ), trobono e breve-
mente se annoociar para quem pretender li-
ces do novo o armonioso uccordeon a Sol!
touches; na mesm;. casa se cop3o.( traslada )
tansporta-se tanto de toro como para qual-
qualquer instrumento qualquer msica em
cupia nimio inteiigivel e aceiada ; a tratar di
dita casa das 6 as i) horas
urna as 3 e meia da tarde.
da manliaa e
Compras
Compra-se toda a quslidade de papel
velho retalhos de pupelao e mesmo pupelo
velbo a peso e tambem se troca por papelao
noto; na praca da Independencia loja n. 21,
de Antonio Felipe da Silva. (5
2Compra-se urna escrava que saiba co-
sinhar e engommar bem ; no pateo da Penha
...4. (3
2Comprao-se eflectivamente para lora da
provincia escravos de ambos os sexos de 12 a
20 anuos agradando pagao-se bem ; na ra
da Cadeia de S. Antonio, sobrado de um an-
dar de varandadepo n. 20.
_' Compro-se eflectivamente para (ora da
provincia mulatas negras, o moloques de 12 a
20 annos pagiio-se bem ; na ra Nova loja
de ferragens n. 16. l*
2 Comprao-so4 tainas grandes vidradas ,
ou de folha para oleo ; quem tiver annuncie.
i Compro-se dous toneis grandes para
asalte ; quem tiver annuncie. (2
2 Comprao-se ossos de boi, em grandes e
pequeas p oreos; no Forte-do-Mavtos, ra da
\Ioeda armasem de assucar n. 15. (3
Compia-soum relogio caldeiro do toto-
po antfgo ; na ra NovanWt3|.
Compra-so urna rab'oc'a em bom uso com
suacaixa; na ra larga do Rosario, venda
o. 33.
Compra-se um par do (ivelas de suspen-
sorios sem (cilio ; na ra do Queimado n. 11.
seu
em
das
3Vende-se por 1600 rs. a nova pauta
das Alandegas a qual tem de ser executada
de 11 do Novembro prximo em diante tal e
qual a qun foi impressa na Typographia Nacio-
nal e veio oIBcialmento para a Thesouraria
desta provincia ; na praca da Independencia ,
livraria ns. 6 o 8. (7
3 Vendem-se bichas muito boas, e mais
baratas do que em outra qualquer parte ; na
ra do Apollo, armasem n. 6. (3
3Vende-se superior Champanhe ; em casa
de Avrial Irmiios. (2
2 Vendo-se cli liisson da melbor quali-
ilade a 2500 rs, charutos de (odas as qualida-
ilo bem como regala, llavana, Manillia, Ham-
burgo, Cachoeia, Napoleao, e Baha, finos o
ordinarios ; ditos de reg lia nonplusultra a
2200 acaixinha de 100, c de 200 a 3500 rs ,
chapeos de pallia do Chile a 3800 ris promp-
tos, e por apromptar a 3400 ris, graxa ingle
/a muito boa,papel.p nnas, obreias, rap areia
pretd, princeza, Gasse e Violeto : na ra do
Hozario vindo pelo pateo do Collegio a primei-
ra loja n. 18. (12
2-Vendem-se duas moradas de casas na
ra de S. Miguel nos Afogados, por preco com-
modo ; a tratar no mesmo lugar n. 28. (3
2Vende-se urna morada de casa no pateo
de N. S. da Pas dos Afogados a tratar na ra
do Molocolomb n. 28. (3
2Vende-se um bom cavallo ruco-pedrez ,
carregador baixo at meio muito novo ven-
de-se por ser muito ardigo e aflianca-se nao
ter achaques o casa apparecao torna-so a
receber por proco commodo ; a tratar nos
Afogados ra do Motocolomb n. 28. (6
2 Vende-se a verdadeira limonada gazoza ,
ou a Champanhe das senhoras em garrafas e
meias ditas refrigerante bebida ouretica e
superior a cerveja ; defronte da matriz da Boa-
vista venda n. 88. (5
2 Vende-se urna venda com poucos fundos
bem afreguesada tanto para a trra como
ara o mallo vende-se por causa do seu dono
retirar-se para fura da provincia ; no largo da
ribeira da farinha n. 3. (5
2Vendem-se duas escravas de 18 annos ,
engomma, cosem ecosinhad ; urna dita de 50
annos, borda o fazlavarinto de todas as qua-
lidades e he perita cosinheira e engommadei-
ra ; um molequede 14 annos ; um dito do 18
annos com bastante pratica de servico decam-
po ; 2 escravos. suido um delles canoeiro e
o oulro proprio para palanquim ; na ra l)i-
reita n. 3. (9
2Vendem-se, arrendao-see aforao-se ter-
renos que loro do engenho da Torre, tanto
na margan do rio Capibaribe como na estra-
da-nova ; a tratar no mesmo engenho com um
dos seus propietarios. {5
2 Vendem-se duas canoas de carreira, no-
vanunte bertas para conduco do familia ,
ambas com correntes urna leva 6 possoas ea
outra 8 ; na ra larga do Bozario n. 21, segun-
do andar. (5
2 Vende-se um prelo, proprio para o sor-
vico decampo por ter sido do matto ; na ra
do Livramento 11. 10. (3
2- Vende-se urna preta j de idade cosi-
nha bem e com aceio ; na ra do Crespo loja
n. 11 de Domingos Guim araos. (3
2 Vendem-se as seguintesobras doouro sem
fcitio ; um I ac com diamantes um par de
brincos com diamantes um colar velbo o 2o
palmos do dito novo 2 anneles 4 botes de
abertura 3 medalhinbas um cruxificio, 16
pares de rosetas 7 unagens da Conceicao 57
reqvihIVs, deslas obias algumas so velbas e
nutras novas; na ra da Cadeia de S Antonio
n. 14, segundo andar '9
2 Vende-se cal virgem superior mais ba-
rato do que em outra qualquer parte ; no tra-
piche da AKandega-velha a fallar com Henri-
que Mara Pereira de Magalbaes, ou com Luiz
Antonio Barbosa Brilo. 4
2- Vcnde-so urna casa terrea n. 49 com
duas portas e urna janella grande quintal e
em chaos proprios, sita na ra do S. liento ; a
tratar no pateo do Hospital do Paraso n. 31. (4
Vende-se urna armac5o de venda pti-
ma para outro qualquer negocio c 601 iio
bom tugar ; a tratar na praca da Boa-vista
d. 12.
Vende-se a arte potica de Horacio tradu-
cido a margem elementos de algebra por La-
crois glossario das palavras e frases da Ha-
go* franceza ; na ra estrellado Rosario loja
de cera o. 3,
Vende-so urna venda na ra da Guia n.
50 com fundos de 200 a 2500 rs. ptima para
quem quizer principiar e vende-so por
dono estar doente e n3o poder estar nella
Fra-do-portas n 9o.
Vende-so um par de castices de prata ,
urna duzia de colhores mola dita para cha ,
pares do brincos da difforenlo modelos, an-
nelSes alflnotose boloes pira abertura ouro
e piala do lei em barra cordoes o transelms
do diversas graUpuras, urna bonita gargautiiha,
urna crrente grossa para sonhora um par de
pulceiras com ricos diamantes uina flguinha
apparelhada de prata um resplandor e ban-
deira do dita para Menino Doos ; as Cinco-
pontas n. 45.
Vendem-se apparelhos dourados e com-
plotos para cha a 25^ rs grrulas, compote-
ras de cristal e lapidadas copos e clices la-
pidados para vioho vasos para doce secco ,
mangas de vidro e outros muitos vidros tudo
muito em conta ; na ra da Cruz n. 62.
Vendo-seum relogiJ inglez j usado ; na
ra do Queimado n. 11.
Vende-se resmas do pape! do hollanda de
primeira e segunda qualidade dito de peso
branco; grosas do phosphoro americano de
muito boa qualidade e por proco barato ; na
praca da Independencia loja de miudesas
n. 4.
Vende-se grasa patente do primeira qua-
lidade em latinhas a retalho e em caixas
de urna grosa de lalinhas por pre$o commo-
do ; no Atierro da Boa-vista n. 48.
Vendem-se esteiras de Angola a 320 rs. ,
o paneiros com sal muito proprios para casas
particulares ; na ra larga doRozario n. 39.
Vendem-se ricos cortes de la e seda a
8500, ti rs. e 9500 rs., ditos de cambraias ada-
mascadas de padres modernos a 5500 e & rs.,
ditas lisas a 4500 e 5/ grande sortimento de
chitas finas o de cores fixas padres moder-
nos a 200 220e240 rs., chapeos pretos de mas-
sa de aba larga echegados do Rio de Janeiro a
8/rs. ditos franceses a 1 rs. veludo de cu-
res, e nutras umitas lasendaspor barato preco;
na ra do Queimado n. 29, casa amarella.
Vende-se, ou troca-so um sobrado na ra
doAragao, por urna casa terrea no bairro da
i: a-vist.i ; a tratar na ra da Gloria ao p da
fabrica de Gervasio.
Vende-so a venda da esquina da ra Im-
perial* n. 2, por precso com os fundos que
quizerem, ou so a armacao ; uns bracos de ba-
tanea grandes e pequeos com conchas e cor-
rentes de ferro, um cavallo carregador, gor-
do e muito novo urna mesa redonda de meio
de sala urna porcao de caixas vasias do Porto;
a tratar com Joaquim Pinheiro Jacome na
meima venda.
Vende-so urna parte de urna casa de so-
brado na ra de Hurtas; a tratar na ra do
Vigario n. 9.
Vende-se urna escrava crioula muito sa-
dia sem vicio algum com urna cria de 4 mo-
res, muito galante, tem ptimo leite para criar,
he lavadeira boa rendeira cose cosinha e
faz o mais servico de urna casa por 63o*i rs. ;
na ra do Livramento n. i.
Vende-se um batelao novo de amarello ,
que se acha no estaleiro doSr. Jacinto no For-
te-do-Mallos ; na ra do Queimado n. 8.
Vende-se a arte de sangrar do grande au-
tor Manoel Jos da Fonseca ; na prava da Boa-
vista n. 1, atonde reside Manoel Antonio de Je-
ss mestre barbeiro.
Vendem-se ricos ramos de llores para cha-
peos e cabeca. de sonhora (las de seda lisas e
iavradas, e tambem para chapeos, e outras
muitas miudesas por preco muito commodo;
na ruado Queimado n 67, loja do bom e barato
Vende-se u.n relogio saboneto de ouro
pequeo muito regulador por preco com-
modo ; na ra Nova n. 63.
Vendem-se meias de seda preta de peso
para senhora e moninas sapatos de duraque
preto, decOres e brancos, com fitas sem eellas,
forrados de pellica, botins, butis e i8patos de
couro do lustro para homem o meninos, sapa-
tos e botins do bezerro para meninos botins
de duraque com ponta de couro de lustro para
meninos e meninas meias e luvas de ISa para
homem e senhora colheres de marflm para ti-
rar rap lapis finos para caetas, fita de tran-
ca para farda e volta de padre, suspensorios
de seda para meninos, meias de linho abertas
para meninas rolao hamburguez em garrafas
e meias ditas escovas ingieras para fato, c-
belloedentes .galode prata fina para chapeo
o debrum de pagem ; na ra da Cadeia-velha n.
15, loja do Bourgard.
Vende-se um alicoree de pedra e cal j
com soleiras sentadas tendo 23 palmos de
frente, e 70 de fundo com urna meia agoa na
frente, que rende 3200 rs. mensaes, vende-so
multo barato por se precisar de dinhein* para
um pagamento : no Atterro dos Afogados 11
109, ou defronte do viveiro do Muniz, arma-
sem n 59,
1 Vende-se um ancorte de ferro com 3
quintaes, um dito pequeo com um arroba,
ambos em muito bom estado; no Forte-do-Mst-
tOs iua da Moeda armasem de assucar n. 15
1Vende-se urna duzia de cadeiras de angi-
eo um canap, um sopha um jngo de ban-
cas urna mesa de meio do sala duas mangas
de vidro urna mesa de janlar urna comno -
da dous tachos de cobre tudo por prefo
commodo ; na ra do KtegeT, venda n.50. (6
1 Veode-se a venda do pateo de S. Pedro
n. 1 vende muito para a trra e he muilq
acreditada ; a tratar na mesma venda. (3
j_ VeuuWi-Be navaiias de csdo do marm
a contento ricas fitas, bicos e franjas do todas
as qualidades manase lencos do seda para
senhora ricas faca* o garios do marflm cai-
xas para rap as mais modernas e do ricos gos-
tos supeiioragoado Lavando ingleza lequcs
do pennas superiores marroques a I8# rs. a
duHa e a 150 rs. a pello o outros muitos ob-
joctos chogados ltimamente, por proco com-
modo ; na ra dos Quarteis n. 24. (lo
1 Vende-se urna negra moca de 18 annos ,
denacao Angola cosinha, engomma ensaboa
e faz as compras; na ra larga do Rozarlo n.
21, segundo andar. (4
1 Vende-se urna venda na ra do Livra-
mento n. 38 ; a tratar na mesma com Domin-
gos Pereira Mendanha. (3
1Vende-se urna negrinha de 9 annos, com
principios de costura; na ra do Encantamen-
to, armasem de mulhados n. II. (3
1_ Vende-se, por precisao, urna negrinha
crioula de 9 annos, mui sadia de bonita figu-
ra e com principios do costura ; na ra da
Cruz venda n. 57. (*
l_Vendcm-segaloes, volantes, trema e ilha-
ma; vidros com pos anti-biliosos e purgativos
de Manoel Lopes ; na ra do Encantamento ,
armasem de mulhados n. II. (4
l_ Vendem-se relogios patentes de ouro e
prata, inglezese franceses com 10 diamantes ,
ditos com 4 ditos de mesa e de parede tudo
por preco commodo ; na loja de relojoeiro ,
junto ao arco de S. Antonio. (5
1 Vende-se o resto das suporiores o vorda-
dadeiras perolas da India muito iguaes, tan-
to nacr, como no tumanho por preco mui-
to commodo ; no Recife loja de cambio n. 24.
Vende-se, por precisao e preco commodo ,
urna escrava de nacao, cosinha alguma cou-
sa lava muito bem he boa quilandoira, que
d 4S0 rs. por dia; tambem serve para o mat-
to pois tem disto bastante pratica ; urna toa-
lha tuda de lavarinto ; 6 varas de bico largo do
ramagem ; um berco anda em bom uso com
seus cortinados, e urna cama de arinucao ; no
pateo do Carino m Si. (9
1 Vende-se um Horacio e um Tito Livio ,
traduzidoao peda letlra ; na ra do S. Rita-
nova n. 87. (3
IVende-se vinho branco do Tenerife em
quartolas azeite de peixe em barris do 30 gar-
rafas ; no armasem de Antonio Annes Jacome
Pires. (5
1Vendem-se travs do boa qualidade do
32 a 36 palmos de comprido duas linbas do
43 palmos de comprido e palmo e torno em
quadro ; na ra da Aurora emS. Amaro, casa
de Jos Goncalves Ferreira Costa. (5
1 Vendem-se 3 escravos, sendo um para
cosinha e dous para o servico do campo ; na ra
das Cruzes n. 30.
Escravos fgidos
2 No dia primeiro do corrente fugio um
molequecrioulo de nome Mariano, de 15 an-
nos baixo, mas um pouco reforcado levou
camisa de madapoln o calcas azues e tem o
rosto redondo ; quem o pegar, leve ao Atierro
dos Alogados sitio da viuva do fallecido Mi-
diado que ser generosamente recompensado.
2 No dia 4 do corrente desappareceo um
moleque de ni.me Benedicto de nacao Ango-
la de 14 annos, secco do corpo ; levou ca-
misa de algodao da trra e calcas de brim da
Bussia tem a marca P 110 puto esquerdo e
a contra-marca R as espaduasdireita eesquer-
da ; quem o pegar leve a seu senhor Joao Lei-
te do Azevedo com loja de cabos defronto
do Corpo Santo n. 17, que receber 50^ rs. de
gratiflcacao. tO
2 No dia 3 do corrento desapareceo pela
manhaa um preto de nome Amaro, de nacao
Cabund de 26 annos, estatura baixa levou
calcas de ganga azul, camisa de brim fino, ja-
queta de riscadinho azul tem em urna orelha
dous tullios levando tambem um faboleiro do
bananas, queamlava vendendo; quemo pe-
gar, leve ao sitio grande do Mondego junto ao
do Sr. Luiz Gomes Ferreira que ser recom-
pensado. (9
2 Desappareceo no dia 6 do corrente um
preto crioulo de 20 annos, de nomo Innocen-
cio levou cal?as de brim cru das lllias cami-
sa de algodozinho trancado e mais urna de
riscadoazul, be de estatura regular, secco do
corpo tem pouca barba por baixo do qu6ixo,
quando fugio tinha o braco dlrcito enchado do
erysipela ; quem o pegar, leve a ra de Apollo
n. 16, que ser gratificado. (9
No dia 31 do Agosto do corrente anno ,
fugio um preto crioulo de nome Joaquim de
18 annos, altura regular, secco do corpo,
com todos os denles maos e ps bem foitos ,
b"in preto rosto comprido lovou camisa e
ceroulas de algodao da trra e calcas do chila
azul; ho bastante regrista e foi escravo do Jos
Thomaz de Aquino loreira morador em Bizar-
ra freguozia do Limoeiro ; quem o pegar, le-
ve ao Atterro da Boa-vista, sobrado n. 15, de
Ha noel CaeUrn* Soares Carneiro Montelro que
ser gratificado.
No dia 27 do p. p. fugio urna escrava de
nome Libania de altura regular cor protu,
com falta do dente na frente pernas finas e
tu 111 ladina ; quem a pegar, leve a ra do Fa-
gundes n. 40, que ser recompensado.
Ilciis-i maTtp. 01 MF. dbFjua.-1844
Mr. Mr>r -XFMPI Ap ENCONTRADO]


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