Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05184


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Full Text
A mo ce 1844.
Quinta Fcira 20
de Agosto
callee.
1 Uobi .\ S iln Penba.

Atino XX. N. 192.
KSOBBra ...-v n-nwtamgaimM
0 PlABIOpnblica-ee tvdm 01 dina que nao forero san! fieados : o prego tU "iRnatura
ht (I ircs mi! r. por quartel paae adianlado*. O tni...... !r.s auurn*atei i"'" ""<
grati. 0' doi que n.io fniem n rat&O de 80 res por linh. Aa reclamaoSe derem er Jiri-
giiu >ele Ijp.j ra da* Crujes n. 34 OU 1 praga a independencia loja PARTIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
Gol anda, c-r* araaba, textaa feirae.Rio Grande do Noria, ebega a 8 e 241 par-,
i- ,i IU< w .abo, Serinbaem, RioFormoso, Macer, Porto Cairo, e Alagoaa: uu i '
H i 'Id cada mct, Garanluins a "nao > le '..' !e oada mrz M>a-VMa Flor
" c '3 ':'" Oda!.- d V...... quinta r.iraa. lin.it '.ocio o iia
DAS DA SEMANA.
2fi Scg s. Zefcrino, Aud. do J. de I), da _. .
27 l'orea s. Eulalia. Re!, aad. lo J. de i) .la 3. t.
.8 Quaria Agosiinho. Au,l do J. de 1). d I.,
89 Quinta a Afollo Aud doJ de da 3. r,
:0 Sexta. Candencia. Aai do J. de D_ d2. t.
.'Jl Sab lta\uiiin'! i Nonato. Ral. aud. do J, de D. da'4. r.
'7ia~' a-frt^rTrrTWM^^-"*'"aa"'"'lM'^,'^"/'^^
ludo agora depende de ne eaaaoej di noaai preda cia. aoderasSo1 energa; cn-
Uiiuemoa corno prin.....arana tr:n< anoatadoa eom admiragao entre aa nagoee maia
(Proelann da Uxmbl i Geral do arar.
( i ri$ cantos no DU 9 i Bompra *"
r CambioaaobreLMdwfS. Our.-Moeda de S.400 V, 17.100 1' "
Paria t-M rei, poY franco m N, 111.700 *''-."
.' iaboa 'i por 100 de premio
to*da de cobre ao par
Idea da Ittrae de boas firiaaa 1 a l|l 0\f |
Ibl
Prata Patacnei
h nare
n Ditos rari-.cv 01
9,400 8 10
i 980
000
IJEM t&*
A ...
PETASES DA LA NO IIEZDE AGOSTO.
Luaeheiai ')i"> I2nin damanbua, aLuanora a 27 a* lo h. I. ain.de Urde
Minguanteati 1*1 bora* e 5 ai" a aaoh. iCreaoentei j' a' I h e ;;>'> w da larde.
I'rczmir de Luje,
aira .- \ lioraa 30 rao a bi minotoi da lar.I

re
.



i



Governo da Provincia.
BSPBDIBNT8D0 IMA 2-5 1)0 C0RRENTB.
OlicioAoJuiz do Paz de Goianna.As
copias inclusas demonstrSo, que si ntenccSes
do Governo sao, que as eloicoes populares se fa
c,ao corn toda a I i bordado e sem a menor topa*
reacia decoacio, nem intervindo a forra; mo-
tivo, porque ser suspenso o recrutamento, e
nenhuma reaniSo da Guarda Nacional ou de
outra qualquer forra haver em os das das elei-
poes \nte, pois do rece!Tiento dosouoffi-
cio de 18 do corrente j estavSo dadas as provi-
dencias, que reclama.
DitoAo Engenheiro em Chafe das Obras
Publicas, determinando, que, de intelligencia
com o Director do Lyco, prce quanto monta
r a despezu, que se deve fa/ercom um reparti-
mento de madeira na galera da Alfandega, on-
de estove a Associacao Commercial, e para onde
vai ser transferido o mesmo I-ycOo. Commu-
nicou-se ao Director d'este estabelecimento lit
terario.
Portara-Nomcando Majores a Fernando
Franci.-co de Aguiar Monlarroios e Luiz Piros
Ferreira, este para o segundo o aquello para o
primeiro batalbSo da Guarda Nacional do Cabo.
Participou se ao Commandante Superior ta O.
Nacional do Cabo o ao Commandante das Ar-
mas.
tlu.M.i^b^csi'.amtas aiitiriraaaeMariaM*

a* v.'- > i
ola sobre o estado actual das jorcas nacaos
da -'ranea pela l'rincipe do Jomcille.
(Contnuacuo do n" antecedente )
Al a poca do que vodho de lalJor, as nos -
sis aggresso -. no se linhSo dirigido a esse
punto, c linhamos deixado q ie o espirito de
ospecula< ac britannica augm ntassecoma guer-
ra os seus lucros prodigiosos. A lirao nao deve
boje ser perdida para'ns, e devenios pernos
cm estado de. logo que fr dado o primeiro ti
ro de pe^a, obraruios assas poderosamente con-
tra o coiiimercio ngle para abalar a suaconli-
anca Ora este fim alcancal-o-ha a Franca,
OStubelecendo solire todos os pontos do globo
cruzeiros hbilmente distribuidos Na Man-
cba e no Mi di trra neo este encargo podera
ser mu ventajosamente conliado a navios de
vapor. Os que servem como paquete durante
a paz, poderiio tornar-so, pela sua velocida-
dt!, excedentes corsarios em lempo de guerra.
Poderao aloancar um navio mercante, saqueal-
o, e escapar mesmo aos navios de guerra de
vapor cuja marcha seria retardada pela sua
pesada construcci o.
Nao poderia acontecer outrotanto eiri mares
longinquos; ahisio as fragatas quo sedevem
especialmente destinar aos cruzeiros, e posto
que apparenlemente nao baja grarde novidade
do que voii dizer, desejaria rom ludo chamar a
attencao sobre este ponto.
A minha opiniao sobre as fragatas nao he de
neira mais formidavel. Os motivos de ccono- rnavios de tSo pequea forra capturados. quasi | obras publicas oulro soldu do que o de 20 ior-
_s. j_____.1___________.t.:_____ :.!..:. ....: ___ i- _._ .- ir.- i ,.,.*,
ma devem desapparocer ahi peranto ideias inai-
ores c mais elevadas. He orrosoque nunca ,
por urna parcimonia ruinosa,as forras da Fran-
ca possao ser sacrificadas ou mesmo compro-
metidas.
At ao presente as nossas estacoes longiquas
teem sido compostas do urna fragata, trazendo o
pavilhao do Official General quucomrnanda a
CStacSo, e de varias corvetas ou brigues. Dous
motivos derSo lugar n este estado do cousas: as
sollicit-icOes dos Cnsules sempre desejosos de
ler um navio de guerra ao alcance da sua resi-
rjencidi e em scBunuo lugai razao da
economa tanta vezes invocada que fez re-
ducir forra e portes dos navios, cujo numero
se nao poda reduzir.
Resulta d'ahi, que, pretendendo achar-nos
em toda a parle, em toda a parto temos sido
(reos e impotentes.
He por isso que mandamos fragatas de 40
pecas ('), c do 300 homens de equipagem, pa-
ra os portos onde a Inglaterra o os Estados-
Unidos leom fragatas de 50 pecase mais, com
500 homens de tripolagao. Tanto urnas como
oulras nao sao senao fragatas, e se losse heces-
sario queentre ellas houvessc um encontr n'um
dia decombsl,dir-se hia geralmenlc que urna
r.igata franceza tinhasido tomada ou metida 8
pique por urna fragata ingleza ou americana ;
o posto que as forras nao tivessem sido iguaes ,
nem por isso a nossa bandeira deixaria de (icar
humilhada com urna derrota.
Em tutee estabeleeeria eu que as estavSe
nao se compo/essem cada urna senao de duas
oo trez fragatas das maioras dimnsoes. Estas
fragatas marohariio juntas sob as ordens de um
Almirante e aproveitariSo assim todas as van-
tagens da navegaQao em esquadra Constan-
temente no mar, chafes o marinheiros apren-
deriao a conhecer-se e a apreciar-se, e nao
toria a increpar-so aos nossos Almirantes essa
sem dispirar um tiro pelas fragatas muir
Longe disto loriamos em lodosos pontos do
globo divisos de fragatas inteiramente promp-
las para seguir o oxemplo dessas gloriosas es-
quadrilhas, que (ao nobremrnte luclrSo pela
sua patria nos mares da India. Cruzariam em
torno das nonas colonias, roda desses noves
pontos, que urna poltica providente tomou em
mares longinquos, e destinados a servir de base
< SU as operares nem como a tornar-se o asv-
lo dos nossos corsarios.
Acorescento que esta maneira de re preso n-
lar o j.iii i ni paragens remotas seria muito
mais va na josa ao nosso com mercio, do quo o
modo como actualmente o pertendemos fa/.er
Com efleito receiar se-hia mu diversamente i.
rliegada de urna divisio provida de todos08
meios do se fa/.er respeilar do quo a prosenra
permanente de din pequeo navio, que todos
se habituar a ver, e que por lim esquecem. Ou
eu me engao milito ou essa visita sempre es-
perada sempre inminente seria para os in-
teressos Irancezes urna proteccSo mui poderosa;
o os nossos navios mercantes achar-se-biam mui
to melhor com a influencia da nossa bandeira.
mostrada assim de lempos a teinpos em pai/es
onde ha urna ideia incompleta das forras da
Franca do que com a presenca muitas \e/es
molesta para oilos dos nossos pequeos navios
de guerra.
Pude ter-se notado que nao falles dos barcos
de vapor para estas estacos longinquasjaccredi-
loqueno devenios empregal-os aellas senao
accidentalmente, e com a reslucSo dos en
cerrar as nossis colonias logo que baja o
menor rumor de guerra.
Em geral he preciso que os nossos navios de
vapor nao se affaslem dusnossas costas senio
at urna distancia que Ibes permita vollar a
ellas sem renovar o combostivel Ilaciocino
Sempre na bypothese ndmittida de urna guerra
preguirosa immobilidade, que parece prega I- j contra a Gram-Bertanba, e oesso caso he visivcl
>.{., ..i.
a rnes.Tiii
i""
tVIV/U .u..
*a n nw
Longo de diminuir o numero daqueilas.querel -
o-hia augmentado; tanto na paz como na guer-
ra, ha a exigir dolas excellentes serviros, quo
so obteriao sem augmento de despoza distri-
buindonicamente as nossasestaces por um
modo mais bein entendido.
As fragatas lmenle me parecer proprias
para ir representar a Franca a paizes distantes,
e mesmo as fragal is de maior grandeza. Com
elleito s ellas p lem, com urna forca efficaz e
numerosa equipagem, levar os viveros precisos
para se conservaren! por muito lempo no mar ;
s ellas pdem, romo indicarei deppis apro-
priar se igualmente As necessidades dapazeda
guerra. N;io admilto distribu' So algutna en-
tre essos dous estadosem mil ou duas mil le
g0al ,-.,,., da costa de Franca ; asesla-
longinquas que p lem ser inform idas da
guerra, inezes depois de ella ser declarada, de-
vem sempre estar mu m- 8 "m vaI)r de 320 cavallos.
os no ponto capital da sua estarao. Em toda
a parle onde esta divisao naval se mostrasse [c
devia ser encargo seu percorrer continuamente
toda aamplitude da sua circumscriprao) os-
tentar-se-bia (orle e respeitavel, tendo meios
para reprimir immediatamento as oflensas dos
Governos estrangeiros, sem necessidado dessas
despendiosasappellacoes mai-patria, de quo
o Mxico e o Rio da Prala nos dorio tio Iristes
exemplos.
DeixariaiHOS de ler esses pequeos navios
disseminados nos pontos onde residom os nos-
sos Agqntes Diplomticos, eto proprio, mes-
mo pela sua fraquiftia para attrahir sabr nos
insultos, que a nosso bandeira deve saber evi-
tar atf-s jitiiais solTr(;l-os.
Acabara entao para nos o perigo de ver, no
coineco de urna guerra a maior parte desses
(') Assim, na eslagao do Brasil e Rio ila
Prata, temos una fragata com O pavilhao do
Mmiranteque conimanda a rsta,.ao. Os Go-
vernos Ingle/es 0 Amaricano teem tambern
urna fragata ; mas eis aqui a torca respectiva
Franca, Afrknine, 40 pecas, 311 homens.
Inglaterra, dlfrtd 50 pecas, 445homens.
America, Hastian, tO peras, 470 homens.
O resto da estaro be composto do pequeos
navios, eat nisso ha da nossa parte inferiori-
dade de numero e do porte. Oulro exemplo :
a nossa estacSo om Hourhon e Madagascar, des-
tinada a proteger o nosso estabelecimento
as costas de Mayotte, o a auxiliar osCatholi-
cos da Abyssinia cuja amizade conserva
Franca urna" das chives do-Mar \ ermelho.com-
por-se-ha do :
Urna corveta de 1 pecas; um brigue de 20
pecas; um gal/arre (transporte); um vapor de
160 cavallos.
Isloao passoque a estarao ingleza do Cabo
lera :
Urna fragata do 50 pecas; urna fragata de
44; duas corvetas de 20; dous brigues de 16 ;
a todos que loriamos poneos amigos nos ma-
res ; o nosso cmtnercio martimo nao tardara
sdosorviro, onipi i id i na vigilancia los
comerlos da casa do Lyco durante o mez pas-
sado, os quaes jorni me forao pagos aquatro
patacas; declaro oulro sim, que-nunca o Sr,
Engenboiro em Chele da >:>i is publicas fallou-
me para eu entrar n > irvcod'essarepartcSoom
qualidade demostr carp na, o que portanto
he falso e calumnioso tuda > qu se lem dito, o
sedissor a tal rospoito. Son .1. Zackerr.
Publca^ao y pedido
Como r'j,i t.!,: :: borneni obrigado a dur
conta do sua conducta aos oulros homens, mes-
mo aquellos rom < quac nao lenba (ido re
lares, nao porque seja esta obrigacao funda-
da cm devr restricto, mas sim n puro desojo
de conservar intacta sua bonra para com a so-
ciodade; parlindo pois roslos principios .
enmpre-mocomhater com dignidadeas falsas
argucos d'esse desta mentiroso, e como tal
individuo dosgraeado, que sem pi jo abre a boc-
ea para bostejar, para vilipendiar a honra d'a-
qui'llo que julga indigno spela coro pelos
bons seotimentos que nutre, e de quem por
aquoNa, e nao por estes, inda he irmao.
(guando em 19 de Marro do atino que rogo
respond os calumniosos e injuriantes baldos
que me irrogou o Bacharel Dernardo de Sousa
Franco,transcriptos xm Jornal do Conimercto n.
39. dol deFevereiro do dito anno.com-
provei exuberantemente que esse bomem do
logo, faltando, como costuma. ;i verdade fa-
ce do nariio inleira, ficava convencido e sedei-
xava convencer do ser o a le voso mais esperto ,
o intrigante mais miseravel, e o calumniador
mais %lrevido .' Essa conviccio, nSosfiz pal-
pavel com documentos verdicos, como com
eseriptos do proprio punlio do misero calum-
niador, que inda em 1(5 de Julho de 1840 me
dirigi da Corle do Rio de Janeiro ; provin-
da Babia, miaba patria natal, urna carta es-
cripia e firmada de seu proprio punho, pelo
cooledo da qual diziasersensivel 5 minba.
muito cm desapperecer. Como seria possivel Londado o gratidao, e que dava ou com ellas
entso lonse da Franca fa/.er as provisoes noces- Prova d on""0 agradecido, do coracao bem
lonnado, e que era digno destima, c de que
ge iia tranca lazer as p
sarias de combustivel ? Os nossos navios de va-
por, privados desse principio de toda sua accao ,
licariam reducidos a servir-so nicamente das
suas velas, esabe-sebeni quo ellos sao, pelo que
toca ao presento muito pouco veleiros ; nao
irratn vanigctn de especie algusia cG!r. cor-
vetas o brigues de porte muito menor.
Tai vez que o emprego e o aperfeicoamento
da blico, deixandoao barco de vapoi (odas as
(acuidades de navio de vela bajiio do proiiuzir,
anda alguin dia, sensivel minlaoea nesto oslado
de cousas. 0 vapor lornar-se-hia ent3o um
auxiliar poderoso para os nossos cruzadores ;
mas esta allianra das velas c do vapor nao deve-
i ia cor-iludo mudar nada . leci. O barco de vapor, destinado a servir em
esquadra ou as nossas costas, dever sempre
ver urna grande volocidade somonte com o
vapor como primeiro meio dosucesso.
Foi penoso para mim em todo o decurso
dcstC cscripto !:::ers!jr:pori;:r.,!f} ::.;::; paz Um
des,igradavel parallelo como una nacjro que
0 excedo na scencia dos seus interesses ; cus-
tou-me muito expr claramente o sogredo da
nossa fraqueza om presenca do quadro da po-
tencia britaninica. Mas reputar-me-bia fe-
liz se podesse pela confissao sincera dessas
tristes verdades dissipar a illusao em quo se
acbSo tantas pessoas sensatas acerca do estado
real das tercas navaos da Franca o decidil-as
a reclamar commigo reformas salutares. que p-
dem dar nossa marinha urna nova era de po-
der o de gloria.
(Diario do Gorerno.)
anana1-- -' ---i- -#*cia
Correspondencia.
Srs. Rodadores. Permitlao que [declare
por sua bem conceituada folba, que desdo o dia
3 de Maio em que lindou o meu contrato
d'engajamento, nao recebi peh repartico das
fosse deixado viverem socego, e quo toria pra-
zer se mo podesse ser til em alguma cousa a
seu alcance! Que triumpbo Fui n'essa
minha resposta alguma cousa brando posto
(no um pouco vigoroso, todava decente o com
movido, o apenas mostrei que esse Bernardo do
Sousa "raneo n.io leve em seu nascmento a
nobreza que inculca lpela Corte, o quo ao
diante mostrare i largamente ; mas, como levo
elle o arrojo de segunda vez vilipendiar-mo
no jornal Brasil a. 502. de 22 de Fevereiro ,
que s me veso as miios com a rbogada da barca
l'ernamliucanj., boje 13 de Maio nenhuma
brandura lerei com semelbante energmeno ;
porque sabe o mundo todo que foi elle o pri-
meiro a aggredir-me, a ofieodcr-mo, o atacar-
me; e responden lo, portanto, .iquillo que nao
respondiem 19 de Mano, por nao vir trans-
cripto o Juinal <" Commercio como vem no
Brasil na seguinto phrase : Deve rhngar
presenca do Governo Imperial que o Presi-
dente do Par i interino como digno de receber
a CondecoracSode um habito do ChrUlo o pre-
to Manoel do Nascimento Brrelo moloquc
anda, o nascido na (osa d A Inca ou na Bahia,
o que leudo viudo deportado para o Para em
1838, como om dos assassinOse incendiarios
d'aquella cidade estove preso por algum toto-
po andn as gales o, tendo sabido sollo ,
s1 oucupava em procurar papis nos auditorios
em que nao be preciso titulo nao podendo
at ltimamente ser recebido nem Procurador
dos auditorios n-direi: se oKxm Sr. Presidente
Jos Thomai Heoriques nao acbou obstculo
na inuha edr preta para em meu lavor. infor-
mar ao Muilo Amado Querido Imperante acer-
ca da mono de Cavalleiro foi cm primeiro
lugar porque seguiu n'islo aquella saa doutri-
na que, em venturosos tempos dos, dro os
Augustos Reis de Portugal, Brazil o Algarves,


^-^.--:_-.__T_^,.,, ^ 9 .__
Presados A vos do Mesmo Augusto Imperante ; Alm de outras frioleiras continua o mes-' animosidadede dizer.que eu servia para cer-
rillos nao nutrirao em seus Reaes e Paternaes, cladinho : O Barrete- he capadocio faz tas intrigas.e eu digo qumente essealeivos
Curares o venino da divergencia e intriga seu verso de p quebrado em todas as festas | so, eqnes elle tem capacidade para tanto; por
que desgraciadamente nutre boje o Brazil a ros- bajula os Presidentes serve para certas iotri- Iqueos bons Paraensesmantiveriosempre a me-
peito de cores!!! Klles.com Alta Sdtedoria gas, e capta assim a proteccio dos fofos. Ma,s Ihor harmona eom os naturaes das diversa-
e Soberana Grandeza d'Alma reconheciam lio (orlo rebaixar muito as Condecorarles, pe- provincias do Imperio, ti so depais que omons-
em lodos os sous subditos a igualdade para os | dil-as para uin individuo da posicio social d'es- tro Sousa Franco enlendeo que com a iua poli-
pastos empregos econdocoracoes sem outra se individuo, tica de mal ontendido provincialismo poderia
diflerenca atis que nao losse a de suas yirtu- j Respondo a tanta palifaria junta: que nio conseguir sous fins, ou dominar os nimos da
dos ; o foi, partindo de tao solidos principios, sou capadocio, nem nunca o fui; eque capado-
que o Regio Punho lirmou o Alvar de 17 de ci lie (uem me chama, porque na verdade he
Deceuibro i!c 1802, sobre promocoes dos.di-
versos postos (los rgimen tos do Milicias, que
miera ao Vigsimo quinto Gobernador o Cpi-
tao General do Gram Parare Bio Negro D
Francisco de Souza Coutinbo ao vigsimo
sexto Governadore Capitio General ( o im-
norial ) D. .Marcos de Noronha, e Brito(de
saudosa record, ci ), do que nao devem dis-
tinguir nem cores nem nascimentos assim tal-
lando : Sendo porm muito conveniente
ao meu Real Service- e inteiramonte conforme
aos principios da razio e direito natural que
u procure como Pai commum do todos os
meus vassallos desterrar de seus nimos a o-
diosa preoccupaci com que rnuitos ainda con-
sideran a diflerenca das cores como um prin-
cipio de que devem resultar diversos dircitos
entre aquellos em quom se nao d a uniformi-
dade d'esto accidento dtc. : foi em segundo
lugar porque levo em vista o 14 do artigo
i69daConst Polit. donosso Imperio, dada
e jurada aos 2o de Margo d 1824 por seu Au-
capadocio aquello que em um momento, em um
s dia, na mudanca de qualquer crise. faz dif-
ferentfs papis: o Bacbarel Bernardo de Souza
I''raneo querer capadocar mais do que capado-
cou de Commenda de Christo ao peito, lagrimas
nos terriveis olhos, joelhos em trra a implorar
votos para Deputado geral ?!!... Isto he que
foi robaixar muito e muito a condecoracio de
Christo, pedindo o voto de um seu desalei^oa -
do consorte d'este Que vilania !... E foi el-
le fuais generoso, c honrador da commenda de
Christo, que tamhem temno peito,qu<" nao du-
vidou dar-lhe o voto: isto mesmo ja oi publi-
cado no Paraense e alse indiciraoas pessoas:
que meus versos teem causado inveja, porque
lecm tido a fortuna de seren bem acolhidos por
meu Augusto e sempre querido Soberano, o do
militas pessoas que honrao, e nao doshonrao,
como csso capadocio Sousa Franco, vil intri-
gante, quo por meio da intriga s deseja eu po-
nha termo a<|uelle amor que decidido consagro
aoSr D. Pedro II, de quom talvez esse Souza
gusto fundador o Senhor D. Pedro 1, de1 Franco soja pouco amigo, o quo se collige mes-
saudosa recordacio ( Aquello .Mesmo quo em modo seus discursos parlamentares, que j vi
1826 condocorou na Babia com o habito de ir prestos: anhela o intrigante que eu me nao
Christo aos homens de cor preta os Coronis
Noves, e Manoel Goncalves da Silva Major
nc
'P
mostr amigo do Imperante porque assim nao
receberja d'Fste os honrososagradecimentos que
graduado Joao Gomes Coronel Manoel Alvos, me ha dado com a benignidado quo Ihe he pro-
fenente Coronel Bigode Caplao Manoel da pria.ese vedo aviso de 12 de Dezembro de
Paiiio). Augusto Paido Senhor I) Podro
II, n'esso aphorismo, assim se exprimi o Mo-
nareba: Todo o cidadio pode se admit-
tido aos cargos pblicos ivis ou militaros, sem
outra diflerenca que niio seja a deseus talentos
O virtudes, usa
OSr. I). Joao VI condecorou com a ordem
do Santiago ao j i mencionado Coronel Manoel
Alves, ao Major Kstevio, eao Capitio do mes-
mo nomo aos Tenles Saturnino e Paula ,
e outros rnuitos; e o Major Joaquina. sondo
Africano trigaeiro chegou a este posto, e te-
ve o habito de Christo que Ihe concedeo o Se-
nhor U. Joao VI............:
foi eni torceiro ugar porque conhece que
so he moleque aquello que se redicularisa, o-
traicoa o seu bemfoilor o ingrato o aecusa pe
sanie o lhrono com falsas arguiges (como fez
o Bacbarel Souza Franco com o nohre Tonenlc
General Andrea): foi em 4. lugar porque nao
comparou a provincia da Rabia Capital do
Imperio, com a Costa (F frica e por con-
sequeneia lodos os Habanos por Africa-
nos Ah miseravel Souza Franco !. es-
coicinha qual o burro da fbula, ao velho
leao moribundo Mas Icmbra te, ingrata crca-
iura que pela Bahia levanta a voz um Ba-
hiano smente para perdoar-te para dizer -
te que deponhas a arma da intriga tao perni-
ciosa ao Brasil ; que, quando deve cuidar pelo
vinculo da fraternal uniao sustentar os direi-
tos da Naci e do Throno do Senhor D. P,-
dro II estio seus filhos em cruenta guerra
Civil, diniinoinijo suas forrac nhvscas O RIO*
raes, ao passo que inimigos cncobertos do Bra-
sil se propino para combatel-o com o jogo de
gabinete, quero dizer; so prepario para \r a
queda da Naci, que, podendo dar leis ao
mundo ou ser pelo menos o prototvpo nao
he mais que exomplar da discordia: foi em 5.
lugar porque conheceljue o simples acto de
urna deportacio por espirito de poltica nao
prova com esse acto do medida governativa
provincial que o deportado fosso assassino e
incendiario
so pirque outros o fossem : foi
em G.o lugar porque sabia que nunca andei as
gales, e que no Para fui. desde que n'elleohe-
guci tratado com dignidade, e que o Teen-
te General o Sr. Andrea rae mndno logo em-
prear n; Secretaria da Mario ha: foi em 7." lu-
gar porque, vio quo o conspicuo Tribunal da
Kolacio do >laranbio, por seu Dignissimo e
txm. Presidente me concedeo a honrosa car-
ta do Adu>g*do Publico dos Auditorios do Pa-
ra por despacho de ,19 de Agosto de 1843 ,
o muito anteriormente sua inlormacao ao Go-
verno Imperial ) provimenlo que obtive nao
obstante nao ser recebido Procurador dos audi-
torios por me haver negado este grande titu'o
o energmeno Souza Franco a qnem desafio
para que prove ser eu nascido em frica e ter
andado as galos,! A excepiao de havor sido
1843, expedido pela Secretaria d'Estado de Ne-
gocios do Imperio.
Que poltica estragada a d'esso aventureiro
Sou/.a Franco Filo cntende com ella que os
homens, porque delirassem, e incautos seguis-
sem tortuosa politice, que jamis podem. acor-
dando do mesmo delirio, entrar na vereda quo
devem trilhar ? Como se engaa e como est
..lanhoso, e vendados para o bern os seus lindos
olhos! ah quem nunca os vira !
So Souza Franco he homem de lettras, deve
sabor que terriveis republicistas, encarnizados
inimigos do Throno. pensando molhormento,
se tornrao amigos decididos da Monarchia, e
sustentculos da Cora, regendo'emprego o na-
coes. em nomo do Govorno que d'antes queriao
desconhecer. Saiba o mundo inteiro. eo sabe
esse Sou/.a Franco, que nao hajulo Presidente
algum, pon|ue nada mais faco senao respeitar
e amar, com dignidade, aos Delegados do Po
der Imperial, a cujo Poder rospeito e a cujo
Imperante amo, e a prol do qual brsdarei em
quanto lorcas tiverAmizade, Uniaoe Rospei-
to porque, para o contrario proceder, nao
me illudiro cooselhos, nem aventureiro ardil.
Nao vede porto esse miseravel Sousa Fran-
co que, seo gabinete dedesanove de Setem-
bro o conhecesse, como agora he conhecido,
que nao o nomearia para Presidente do Par;
pois que pela sua incapacidade nio prestava
nem para ser Presidente de um quilombo, e
que jamis subira ao lugar de suprema inspec-
Qao como primeiro Administrador de urna pro-
vincia ? Onaps n eervicoj '.restados nor sse
Sousa Franco be o da Independencia do
Brasil para a qual trabalhr5o e prest-
rao os mais relevantes servicos os homens de
c6r; que sem duvida. a nao exporem os peitos
s balas, e os cornos s injurias do lempo, ja-
mis a independencia do Brasil se edectuaria,
ape/ar das diligencias do Benvolo, do Grande
I). Pedro I, que por tmtos beneficios recebeo o
reconheciniento e gratidao !
Antes da independencia do Brasil, os homens
de cor, como j disse, erao acolhidos pelos Au-
gustos i!eis de Portugal, mereciao posto*, con-
decoraedes e eslima, e erao elevados a Embnl
(.adores; porm, depoisdaemancipaciodo Bra
si!, spparece um mnmlado, como Sousa Franco,
a tirar o facho da intriga de divergencias... Ab/
miseravel Sousa I1'raneo >e no fi^ra a inde-
pendencia do Brasil, para a qual os homens de
crtr mais preta foraoos gigantes do forjas phy-
sicas o alguns das de forca moral, quando espe-
raras dominar urna provincia ? e quando iras
a Coimbra obter o grao de Bacbarel, se teu pai
pobretao, sem nomo distincto na sociedado, s-
inente conhecido por lerreiro e taberneiro dos
Qualro Cantos,nao te podia all mandar? E
mesmo os Ilustres mombros da Cmara Muni-
cipal do Para le nao prestaro os soctorros pa-
ra o Curso Jurdico de Olinda, por cujo bene-
recolhido na prisaoda galo no Arsenal de Ma- ficio, j ingrato dste a recompensa. Nao sabes
rinha da Baha na mesma occasio em que o
foro Coronis Tenentes Coronis do patente
imperial o outros Officiaes de patente regia ,
o muitos Empregadose cidadaosde melbor es-
phera que Souza Franco na queda da revolu-
to de 1837.
refloctir que a independencia do Brasil, obra
das forjas e constancia da gente de cor, deo ao
Brasil o galardao do ter os cursos do instrueco e
lorinatura que temos em S. Paulo, Olinda, Ba-
hia e Rio do Janeiro !
Finalmente o Bacharol Sousa Franco teve a
quelles mesmos queein tempo algum fizero
caso (Folie, e o nio lazein ainda hoje, entrou a
dissolver o veneno d'essa intriga, e a azer elle
s a guerra a quantos nao fossem nascidos no
Para, nao se lembrando que elle fora 0 mesmo
que, levantando a voz na Corte do Rio do Ja-
neiro, disse que os Paraenses nio tinbio capa-
cidade para emprego algum. Saiba o Bacbarel
Sousa Franco que se nao rebaixio as Ordens de
Christo Cruzeiro com o ser eu Cavalleiro de
urna d'ellas, pois que de peitos de individuos
cujos precedentes e vida fazem ir.edo e vergo-
nhapondom hbitos, quo Ibes derio a nobresa
quo nao tinhio, como por esemplo o Bacbarel
Sousa Franco.Tenho ditoPara 13deMaio
de 1844Manoel do Nascimento Rodrigues
Barreta, Advogado Publico dos Auditorios do
Para.
OMMERCiO,
Alfandega.
Bendimenlo do dia 28.........7:419^207
DetcarregaO hoje 28.
Galera E'mily-~diversos gneros.
Brigue Primavera idem.
BriguePalmadem.
IMPORTAQAO.
fichmond, brigue inglez, vindo de Halifax,
entrado no corren te mez, a cansignacao de Me.
Cal mol l & C. manfestou o seguinte.
1199 barricas e 50 caixas com bacalbo 77
barris manteiga 25 ditas carne salgada 95
ditas bolaxa 40 caixas cha 50 barris breu ,
50 ditos pixe 90 feixcs abatidos, 1011 ps
de taboado ; aos consignatarios.
Ermelindu barca brasileira vinda de Lis-
boa entrada no correte mez consignado
de Francisco Soveriano Rabello manfestou o
seguinte.
1G0 moios de sal 48 barris com vinbo 7
volumes drogas; ao consignatario.
1 caixa piala em obras ; a Joao Gongalves
da Silva.
1000 molhos de cebollas 39 cestos batatas,
C barris vinagre ; a Antonio Joaquim Rodri-
gues.
1 caixelo doce, a D. Genoveva Perpetua de
J. Caldas.
27 gamellas do efira branca e amarilla ; a
Manoel Alves Guerra.
2 caixas alfazema e frascos de doce 2 bar-
ris vinbo; a Angelo Francisco Carneiro.
41 saccas fcijao branco ; a A. V. da Silva
Barroca.
1 caixa calcado a Izidro de Souza Mon-
leiro.
12 volumes drogas; a Domingos Jos Vi-
eirj.
68 saccas feijao branco e rajado, 10 pipas
vinagre ; a Manoel Ignacio d'Oliveira.
1 eaia colheres de lati 1 di!
para violas; a Teixeira & Andrade.
9 volumes drogas; a Antonio Mara Marques
Ferreira.
1 caixa doce; a Policarpo Jos Laym.
20 barris vinbo 24 ditas carne ensacada ,
1 gig albos 1 caixote ignora-se ; a ordem.
Primavera brigue porluguez vindo do
Porto entrado no correte mez a consigna-
cio de Antonio Joaquim de Souza Ribeiro ,
manfestou o seguinte.
1 caixa linlias e coturnos, 4 caixas pomada,
I dita Imita do bnrquinha 2 pacotcs lio por-
rele 110 ancorlas azeitonas, 10 barricas ro
Ibas e palitos 44 cestinhos do verguinha 14
barr* nr.'orns 8 caivas ferra""r!S tes de chifree palitos, 1 dita linhas, 30 saceos
feijao branco amarello e fradinho ; a A. V.
da Silva Barroca.
1 caixa prata em obra 3 ditas linhas, 3
pitas tamancos; a Jos Antonio Basto.
1 caixa prata em obras; a Antonio Francis-
co Maia.
12 barris o 1 cunheto ferragens; a Domin-
gos Jos Vieira,
2 caixas chapeos de lia ; a L Jos da Costa
Amorim.
G caixas tamancos; a Miguel Antonio da
Costa Silva.
11 caixas tamancos ; a Jos Antonio de Car-
va I ho.
2 barris prezuntos; a B. F". d'A Campos.
6 caixas linhas, 22 barris ferragens; a Men
de. & Oliveira.
4 barris prezuntos; a Jos Goncalves da
Fonte.
nrri nnnc
14 barris azeite doce, 7 fardos e 16 ombru~
Ihos pape) d'embrulho, 32 barricas rolbas; a
Manoel Joaquim Brandao.
28 barris pregos, 8 ditos azeite d'olivera, 6
enxadas, 1 caixa cascos para chapeos, 20 ditas
vellas do sebo; a Joaquim da Costa Faria. ,
14 barris e 6 caixas ferragens^l dila pentcs
de chifre, 1 dita fio porrete; a Teixeira & An-
drade.
1 caixa carneiras, linhas, panninhos o borlas,
2 volumes castanhas, 2 barricas sardinhas, 10
feixes arcos de pao; a Jos Alves Costa.
lOOancoretas azeitonas; M. J. B. Guima-
ries & C,
3 caixas ferragens e pentes de chifre, 16 bar-
ricas e 3 caixas ferragens; a I J. dos Santos
Audrade.
2 barris ferragens; a Joaquim Candido Go-
mes.
1,370 taboas e casqueiros para forro; a Joio
Bodrigucs de Andrade
1 caixa cascos para chapeos; a Anlon.'O Nu-
nes Lobo.
1 caixa burel chapeos de laa; a Manoel Jo-
s do Bastos.
101 ancorlas d'azeitonas; a Manoel Joaquim
Ramos o Silva.
2 caixas chapeos de laa; a Joaquim Bernardo
da Cunha.
1 embrulho panno de linho e linhas, 1 bar-
ril paios, I caixa lidas socas; a A. J. Nunes
Guimaros.
10 temos condecas; a Joaquim Ferreira Ra-
mos &Irmao.
2 barris prezuntos; a Joaquim Jos Rebollo.
3 caixas bridas e esporas; a J. J. daC Braga.
1 caixa botoes e alfinetes, 5 ditas tamancos,
2 ditas chapeos de laa, 16 canastras albos, 2 sac-
cas rolbas, 1 caixa tinleiros de barro, 9 canas-
tras macaos; a Jos Carlos Ferreira Soares.
1 caixa chapeos de laa, 1 dita pentes de chi-
fre, pannos, toalhase guardanapos de linbo; a
Silva Barroca & Andrade.
7 fardos albos; a Ignacio Ferreira da Costa.
1 cunhete pcixe de escal exo; a Joio da Silva*
Ferreira.
1 lata e um barril doce, 1 embrulho impres-
sos;a B. J. V. Coutinbo.
1 caixa figuras de barro, 1 dita vidros, 1 000
resteas de ceblas; a Antonio Joaquim Pereira
da "il>a.
4 barris ferragens; a Joao da Costa Lima
Jnior.
2 caixas chapeos de braga; a Manoel Ignacio
d'Olivcira.
4 caixas pentes de chifre, cascos para cha-
peos, espeguilha de palheta e linhas; a Joaquim
Monteiroda Cruz
4 caixas linhas; a Joao Jos do Carvalbo Ma-
raes.
1 caixa prata em obras, 19 barris vinbo; a
Manoei Duarte Rodrigues.
34 caixas pomada, 1 dila chapeos; a Jos
Duarte Neves.
8commodas e 96 cadenas; a J. dos S. Nu-
nes Lima.
1 caixa cascos para chapeos, fitas e trama de
seda; Antonio Joaquim de Freitas.
1 caixa com 300 exemplares da Galera das
Ordens Relegiosas; a Manoel T'igueiroa de
Faria.
1 pipa vinbo, 2 caixas cooiros d'algodao; t
Jos Monteiro Pereira.
3 caixas chapeos de !aa-, h ditas calcados, 7
barris ferragens ; a Antonio Pereira da Cu-
nha.
1 caixa vinbo engarrafado; a Jos Ramos de
Oliveira.
I embrulho panno de linho; a Jos Fernan-
dos Viannu.
1 dito roupa; a Francisco Jos de Barros.
I dilo linhas; a Joao Jos da Costa Santos.
8 caixas ferragens; a Joaquim Jos da Costa
Leitio.
3 fardos esparto; a Manoel Fernandes Gue-
des.
1 caixa galops de ouro e linhas sortidas.l dita
prataem obras e moias de linho, 12 caixas vazos
debsrro.l barril vinhe; s Manoel Gcu.ciud!
Silva.
1 barril vinbo ; a Joao Antonio Maciel.
1 caixa massos de linhas, toalhas, guarda-
napos, calcadeiras o obras de latao; a A. J.
Vas do Miranda.
1 caixa murcllas; a D. dos Aojos Teixeira
& Ribeiro,
1 barril vinho ; a Manoel Goncalves Pe-
roira.
30sacos cevada, 2:000 rsteos de ceblas,
200 canastras batatas; a Paulo Jos Alves da
Silva.
40 canastras batatas ; a Jos de Bessa Gui-
inaraes
1 caixa linhas; a Bernardo (jomes de Car-
valbo.
1 caixa impressos ; a Adelino Paula Tei-
xeira.
8 barris pregos, 3 caixas linhas, 50 ditas
vellas do sebo, 10 canastras rolbas, 200 ditas


batatas, 90 Jilas albos, 1 porcao de ceblas ,
.30 sacos feijoes.branco, amarello o fradinho ; a
Jos AlTonso Moreira.
38 canastrasalhos; a J. A. Carneiro Porto.
2 fardos cascos para cbapos; a Miguel Jos
Barbosa Guimares.
15 tnolhos de arcos de pao, 290 barricas a
batidas, 3 anastras macaos, 3 ditas ignora-se,
1 vaso com um craveiro, 1904 oitavas do ouro
en moda ; a ordem.
1 caixa lio de brim, 1 cunheto ferros de ca-
lafates; a Joau Leite de Areved.
Empieza ; brigue brasileiro, vindo de Lis-
boa, entrado no corrente me/, a consignarlo
de Francisco Severiano Rabello; manifestou o
que lem du dcsoarregu' Deste porto, a saber :
20 pipas com vinagra, 50 oonaitrai batatas,
50 sacos lomeas, 70 moios de sal. 1 caixa ve-
neziana. 1 embrulbo capaxos, 1 caixote com
dous vestidos, 1 dito pombos 7 barricas sar-
dinhas, 4 barris vinlio, 1 dito carnes 1 ju-
mento para raca 20 caixas cal virgem; a or
dem.
*^s^ 9 *~vr.**er :ffr-v?T" "!^
'"SS^-^T??'***?*?"' ,-..-..-.^***,
^ovimefifo o Poro.
Naviot entrados no dia 28.
Londres; 39 dias barca ingleza fanger, de
304 toneladas, capito Jobn Me. Millan e-
quipagem 16, carga lastro; a James Crab-
treo & C.
Para, Maranho Rio Grande do Norte o Pa-
rahiba; 47 dias, vapor de guerra brasileiro
J'hetis, Convalidante o Capito lente
Cmara Manoel; tr.iz 80 recrutas.
Navio sahido o mesmo dia.
Lisboa; brigue portuguez Convelido de Maria,
Capito Manoel da Costa Neves ; carga as-
sucar.
Editaos,
-Nao tendo concorrido licitantes a arremata-
C o da obra do,concerto da cadeia desta cida-
de, por ordom do Ilm. Sr. Inspector desta
Thesouraria se faz publico que ira novamente
a praca no dia 30 Jo corrento ao rneio dia. Se-
cretaria 26 de Agosto de 1844.
O Secretario ,
Luiz da Costa Portocarreiro
Miguel Arcanjo Monteiro d'Andrade, Ufjicial
da Imperial Urdem da Hoza, Cavalleiro da
de Christo e Inspector da Alfandega por
S. M.,'i. o Senkor I). Pedro Segundo,
que Dos Guarde, &c.
Faz sabor, que no dia 31 do corrente se ha
de arrematar em praca publica aporta da Al
famlega, ao rneio dia, dozo carnizas do baita
no valor de 8j000 rs apprehendidas sem des
pacho pelo soldado de corpo de Polica Igna-
cio Joaqun) de Miranda sendo a arremata-
cao livre de direitos ao arrematante.
Alfandega, 27 de /.gosto de 1844.
Miguel Arcanjo Monteiro de Andrade.
Oeclaracoes.
culpar alguem sobre quem, sem fundamento
razoavel hajo re.ahido odiosas suspeitas sim
apenas para d'esla arta dar de minha parte urna
significaejio pronunciada da reprovacao, com
que encarara o facto acontecido a para arro-
dar de mim qualquer luspeita de favorcelo :
foi portanto por estes motivos somente que
npresentei a minha assignatura.
Francisco JoUo Carneiro da Cunha.
Pela Subdelegacia da fieguezia di Boa-
vista so fa/. publico que existo no quarlol do
corpo de Polica um preto do nomo Gmalo .
que diz ser escravo de Joao Firmo, cujo preto
lo preso no dia 23 do corrente por so suspoitar
estar fgido.
PBLICACAO LITERARIA.
Memorias Uistoricas da provincia de Pernam
buco, precididas dum Ensato Topographico-
-kistorico, compostas pelo Tenenie da pri
rneira Classe do Estado Maior do Exercito
Jos Bernardo Fernandes Cuma.
O resumo d'esta obra seacba inserido n'este
Diario em o numero 170 do 31 de Julho
Jo corrente anno. Prego de cada um tomo
Je 300 paginas com urna estampa fina litho-
graphaJa em 8. francez 2*000 rs. pagos
na occasiao da entrega do livro. A subscrip-
co feicba-se no ultimo de Outubro do corren-
te anno e quem nao for subscriptor s obtera
a obra por 4j000 rs. por tomo.
Subscreve-se na praga da Boa-vista, botica
n. 6 do Sr. Jos do Couto ; em S. Antonio
praca da Independencia livraria n. 6, e8,
ra Nova loja n. 32 do Sr. Caj ra do Ca-
buga loja do Sr. bandeira Jnior e na esqui-
na da pracinha do Livramento loja da Sra.
Viuva Burgos; e no Recile praca do Coin(
mercio sala da Associacao Commercial. (23
Pergunta-se ao Juiz e inais rr.esarios di dado aguardar.Antonio lonoel de Moraes
Irmajidade de N. S. do Livramento, se estaojrfa Mesquita l'imentel.
Le loes.
Domingo i. lo niez de Se-
tembro pontificar S. t,x. Km. na
igreja de Nossa Senhora da Pe-
nha.
ae Somonte para os meus amigos especial-
mente e para o llespeitavel Publico em geral
passo a fazo/, a seguinte declaracao a que sou
de alguma manoira forrado pela provoraco
apresentada pelo Sr. Major Joo Pedro d'Ara-
ujo e Aguiar no sou Diario n. 188 e pala du-
vida em que estfioou preteme estaros Reda-
ctores do Guararapes.
Como miembro da Mesa Kloitoral da paro-
chia da Boa-Vista assignei a represenlacao que
a mesma dirigi ao Sr. Che fe- de Polica a
cerca do Sargento Sobreira que foi encontrado
armado dentro do Templo. A muitos parereo
estranho figurar a minha asignatura na referi-
da peca ollicial mas do certo o nao parecer
agora a nao baver demasiada pretcncao.
Quando foi descoberto pelo povo achar-se ar-
mado o Sargento Sobreira e ter-se refugiado,
na occaziao em que era perseguido, na casa do
mencionado Major Aguiar, appareceo enlao de
envolta com a gente e enlurecirnento, que um
tal acofilecimenlo producir ,a depozicao
tumultuaria que a Mesa recebeo de diversas
testemunhas e segundo esta foi redigida a
peca quo parlicipou de exagerarlo por essa
circumstancia trazendo alera disto a grave
inconveniencia de ser redigida por pessoa es
tranba a Mesa pois nao era o sou redactor, o
Sr. l)r. Joaquim Nunes Machado, Miembro
d'ella nem districtano. Algunias reflexoes
apreseotei sobre a incompetencia do rneio, e
sobre a exageraco da redaccio ; mas bavendo
ellas sido desprezadas liza mim mesmo vio-
lencia, assignando a relerida peca, nao para in-
4 Ocorretor Olveira far leilao de toda a
valiosa, quanto esplendida mobilia que ta
elegantemente adornava a casa da respeitavel
sociedade = Eulerpina= consistindo em mag-
nifico e dispendioso lustro do sali dos bailes ,
linda mesa redonda, sofaz, Iremos, cristaes,
porcellanas douradas, eoutros bellosenfeites do
Toiletl das senboras, marquezas, canaps ,
caderas de Jacaranda do mais apurado gosto, e
outras menos ricas, ditas de balanco, lampe-
nlides, lanternas.apparelhos degostos modernos
para cha,cal e chocolate, ditos para mesas de
refrescos, bandejas finas, lacas e garfos, e
multiplicidade de objectosda mrutilidude pa-
ra qualquer casa decente, inclusive muitas obras
de prata e um ptimo piano ingle/: quin-
ta-feira 29 do corrente as 10 horas da manhaa,
na casa da mesma sociedade sita na Boa-vista ,
no principio da ra do Hospicio. (i7)
4Richard Royle & C. far leilao, por in-
tervenco do corretor Oliveira de varias fa-
zendas d'ulgodao limpas e de muitas outra-
avariadas por conta de quem pertencer; sextas
feira 30 do corrente as 10 horas da manhaa,
no seu armazem, ra d'Allandega-velha. (6)
Avisos diversos.
= Joaquim Gomes,subdito Portuguez, reti-
ra-se para fra da provincia.
Quem livor algum sitio para alugar, que
seja a margem do Rio Capibaribe ; dirija-se a
ra da Cadeia do Recile casa de cambio
n. 34.
= Precisa-se alugar um quarto ou sala para
homciii solteiro, sendo no Recifu : a un ini-
cie.
Roga-se ao Sr. J. C. L., 2. C. da 7.*
C. de A. ap, baja de vir a ra Direita n 63,
a tratar negocio quo nao ignora ; pois se nao
vier no prazo de 24 horas, ser publicado o
seu nome por extenso pula impronsa.ese usar
de outros rucios.
= Achou-se um rneio bilhete da lotera da
matriz da Roa-vista n. 273, assignado pelas
costa ; quem for seu dono, dando os signaos
certos, Ihe ser entregue; no Atierro da Boa-
vista na primeira venda ao p da ponte.
A pessoa que annunciou querer a meta
de de uina casa, querendo urna em S. Antonio
aonde mora urna Sra. sozinba, muito socegada;
dirija-se a ra do Rozario na loja n. 30, que
se dir aonde he.
A pessoa annunciou no Diario n. 190,
precisar de um caixeiro para tomar conta de
urna loja de fazenda ; annuncie a sua morada.
1Aluga-se urna casa terrea na ra da Glo-
ria concertada e pintada de novo ; na ra
das Trincheiras n. 19. 3)
1 Faz-so saber ao Sr. M. T. S., que no
dia 22 do correte Agostse finalisro Ir/
metes de aluguel da casa em que mora o seu
afliancado Luiz Antonio. 4)
Precisa-se de um pequeo dos chegudos
ltimamente para caixeiro de venda ; na ra
lur;a do Rozario a. 39.
autorisadns offerecer demissSo um membro
da mesa smenlo porque este deixou de com-
parecer em duas ou tres sessoes da mesma Ir-
mandade; que por motivos circumstanciacs
nssiin foi necessario faxer : a lem de que con-
sultando um pouco a razao vejo que esta ques-
tao devia ser levada a conhecimento do com
promisso o qual devia reparar esta falta com
multas ou cousas equivalentes; e como esle
a tal fespeito nada menciona; er.liie s urna As-
seinbla Geral da mesma Irinandade podia dis-
por neste e em outros caios nao previstos no
mesmo compromisso : eromouma mes parti-
cular pode dar to destocada dacisSoP Pareca-
ine consecuencia deduzida antes de espirito de
intriga do que do de recta justica I ? I'oi-nie
necessario dar esta satisfaefio publica em def-
za do mpa amigo ; afim do que o publico e
especialmente as pessoas que deste negocio j.i
asilo scientes nao facao mao conecito e al
nao o considerem como incapaz de ser Irmao
da mesa do Livramento : pois parece-mo que
quem nao he capaz de nceupar cargo na Ir-
mandadedo Livramento nao sei para que mais
prestara !!!___
Dos Guarde como quem sao ; a sua respos-
ta sastifar a um.
Partidista do ofj'endido.
1 Prociza-se alugar urna bareaca ou
canoa grande prompta a fazer viagem pela
costa com osseus pertences necessarios: quem
tiver anuncio, ou dirija-so travessado S. Jo
s n. 10 para so tratar. ( 5 )
1Na Praca da Independencia n., 28a
caba-se de receber um completo sortimento de
calcado tanto para horneo) como para senho-
ra chegados por este ultimo navio por barato
preco. ( 5 )
Pede-se ao Sr. J. R. C. baja de man-
dar pagar a sentenca do processo que. ha mais
de anno pedio em certo cartorio contra a
Fazenda Publica e que at o presente o seu
procurador no tem pago.
Na Camboa do Carmo, sobrado n. 21,
compra-se uina preta de idade sendo por proco
commodo nao se exige quo tenha habilidades
nenhuma
1 = Para qualquer obra e terreno bolo-
se candas de areia por proco muito commodo ;
na ra do Rangel n. 34. (3)
1 =r Correm-se folhas ,tirao-se passaportep
para dentro e lora do Imperio e despachao-se
escravos tudo com muita brevidade e proco
muito commodo; na ra do Rangel n. 31..(4^
l -=. Jos GoncaWes Ferreira Costa conti-
na a mandar fazer atierros com mais ou menos
demora Bagando a precisan quo cada um tem ,
assim como abrir viveiros; quem quitar dirija-
se Joaquim Goncalves Casco na ra da Ca-
deia do Recifo. (6^
1 = Deseja-se fallar com o Senhor Floren-
cio Tavares da Silva Borges a negocio de seu
interesse, e como se Ihe ignora a morada por
isso annuncie. (4)
1 Precisa-se de um pequeo que enten-
da do venda ou dos que vieran ltimamente
do Porto; a tratar na ra do Hspicio n. 34. (3
1 SOCIEDADE THEATRAL MELPO-
MENENSE.
O Thesoureiro avisa aos Senhores socios,que
os bilhetes para a recita de sabbado distribu-
em-se nos dias 29. 30, e 31; Da ra da Cruz ,
armazem de molhados: n. 43, o mesmo previno
que na occasiao da entrega reoeber as mensali
dades vencidas de Julho e Agosto; os Senhores
socios que quizerom ceder o seu carlao queirao
deixal-o juntocom a proposta na mesma casaaci-
ma.at1 sexta-feiraa noutopodendo dopois ir bus-
cal o no sabbado at rneio dia,notando que pes-
soa alguma, a naoserem os socios,entraro, sem
serem approvados, para os lugares dos mesmos.
O Thesoureiro roga nos Senhores socios que ti-
verao a bondade de subscrevtr voluntariamente
para apintura o conclusao da casa, queirao en-
tregar o importe na mesma casa na occasiao do
recebercm os bilhotes. (19
O abaixo assignado declara que o la
dro que teveoatrcvimento de tirana sua carro-
ca o cavallo arreiads e furtal-o ema noute de 24
do corrente foi um mulato pedreiro de nome
Domingos, rapaz e espigado do corpo, o qual
Ctacm annuncion querer comprar Ele-
mentos de Anatoma compostos por Jacmtc
Soares '"raneo ; dirija-se a ra do (,)ueiuiad<
n. 26.
2 LOTERA DA BOA-VISTA.
"O Thesoureiro paga os bilhetes premiados da
(erceira quarta par e da segunda lotera njsdias
31 do crranle,2,3,e4da etembro.daii nove ho-
ras da manba at ao rneio dia no seu escrito-
rio na ra d Allamlega-vrlha n. 13. (6)
2^= Perdern se no dia 25 do torrente da
ra do Livramento alea ra do Rangel, urnas
chaves pequeas amarradas em cordao de latao;
e podc-s encarecidamente a quem as ac.bou,fa-
ca o favor de.entrcgal-is *na loja de fazendas
na ra do Livramento n.2,quu se Ihe licaru as-
Sas agradecido. (7j
2 se Pretende-se arrendar um sitio quu
tenha casa para grande, familia e que sua si-
tuarn nao exceda Ja Solidada -Mondego, at-
o lugar do Chora-menino; na ra das Trinchei-
ras sobrado n. 19. (5)
2 : No dia 24 do corrente, pelas duas ho-
ras da tarde.se descncamiuhou da ra da Cadeia
umquartaocorcastanho capado.com canga-
Iba apparelhada de novo, e enervada de couro;
roga-se a quem do mesmo souber baja de dar
parte na loja de Joaquim da Silva Castro que
Jira a quem pertence, c se gratificar o seu tra-
ba Ib o. (8)
2 = Aluga-se por fesla ou poranno o si-
tio aonde morn o Senhor Cnsul Inglez na
Passageui-da-Magdalena, com muito boa casa,
coxeira, estribara baixa comcapim, cacim-
bas rom muito boa agoa ; trala-se na ra nova
n.44, com Delfino Goncalves Pereira Lima. (6)
2 = Precisase de urna ama de leite forra
ou cativa para criar urna enanca ou mesmo
em alguma casa particular no Atierro da Roa-
vista loja n. 16, o annuncie para ser procu-
rada (5)
2 Precisa-se alugar um nioleque que sai-
ba cozinbar ; na ra do Queimado n. 67. (2)
2 as Angela Mara do Nascimenlo- embarca
para as provincias do Sul a sua escrava negrinha
do nome Maria, Nacjio Loanda. (3)
2 Roga-se ao Sr. Jos Maria do Sousa Ran-
geldc apparecer na ra da l'raia n. 32, para
lins que nao ignora. (3)
2=Aluga-s urna ama do leite parida de
pouco lempo e sem cria sendo captiva ho me-
Ibor ; as Cinco Pontas n. 71 (3)
2 Oflerece-se um rapaz Portuguez de boa
conducta de idade de 18 annos para caixeiro do
ra ou de outra qualquer arrumaco exceptu-
ando venda, o qual di fiador sua conducta ;
quem precisar annuncie. (5)
3Quem quitar arrendar um sitio na Mag-
dalena no lugar do Canuh com baixa para
capim boa Ierra para lavoura casa de telha
com alguns arvoredos e por mdico preco : di-
rija-se a Solidado n. 21. (5)
3Precisa so alugar urna casa terrea boa,
ou sobrado do um andar que tenha quintal e
commodos sufficientes para familia, e que seja
em boa ra no bairro de S. Antonio ; quem
tiver annuncie. (5)
2=Abordo da sumaca Santa Roza, lundiada
defronte do trem, vende-se farinha de man-
dioca de superior qualidadee por preco muito
commodo, medida velha; quem pretender, di-
rija-so a bordo Ja mesma sumaca. (5)
2=0 Sr. Jos Antonio, oflicial de tinturei-
ro, queira ir fallar com os Sra. .Mesquita A
Dutra na ra do Brum a negocio de seu inte-
resse. (3)
3O 2.Tenentoencarregado do laborato-
rio faz publico que por ordem superior se con-
tina a vender plvora da fabrica nacional no
mesmo laboratorio, sendo a lina GiO e a gros-
ia a520 rs. (5)
5= Qualquer Senhor Sacerdote que quizer
ser Coadjutor da Freguezia de Nossa Senhora
da Paz dos A logados, annuncie, pois lem duas
capellanas mu boas dentro da Matriz urna
nos Domingos e dias santos, com bom estipen-
dio e outra nal quintas-leiras da Irmandade
doSantissimo tambera com muito bom esti-
pendio ; alm d'iste tem o terco do que rende
a freguezia e a metade da desobriga : a quem
ronvier dirija-se ao mesmo V gario na mencio-
foi cativo da Senhora D.Anna,viuvadoAllem5o, I nada Ireguezia dos A logados residente na ra
ao presente forro, o opertendia levar para o !de Motocolonib. (12)
sertao corn mais dous que levou talvez tambem I 2 Arrenda-se a cosa que serve de theatro-
furtados; e como se dessem as providencias para'publico nesta cidade. prompta para qualquer
ser preso o foi dar a guardar no sitio que (oi representacao, menos de vistuarios : tambem so
do 'Lavares, a um preto e com eeito se ova- ; arrenda para qualquer cstabelecimento, para o
dio ao amarillecer do dia 25 uindo a um com- I que se dar livre o desembarazada dos utencis ;
boi para a fazenda de sua ex Senhora : deste quem a pretender, dirija-se a ra largado Ro-
factohouverodifferentes testemunhas queonao /ario n. 18. '7)
extorvrio por supporem ser escravo do mesmo, I 2 Precisa-so alugar metade de urna casa
e parece incrivel bouvesse um ladro (o atrev- com pessoa capaz sendo quo o aluguel da casa
do qoaa vista de muitas pessoas fizesse tal furto: ao exceda a 12,000 qu-m estiver nestas cir-
tarabem furtou na mesma occasiao um chapeo cunslancias deixe a sua morada para ser
de sol, que Ihe servio para a viagem o di- procurado na botica nova da ra do Arago ;
to cavallo jase acha entregue pelo preto adverte se que nao se qOer casa de barulho nem
ao dono, que igualmente asevera elle Ih'o avia de muita gente. (7)


2 Aluga-sc urna casa terrea na ruada Man*
guerra da Boa-vista com commodos para urna
grande familia portero" quartos. sendo dous
forrados, ala atrn? o adianto, cosinha fra e
quintal com cacimba tudoem bom estado ; a
tratar na ra da Aurora n. 48, ou na ra da Ca
deia do Rccife loju n. 26 na esquina do Be-
co-la/go. 8
h
Compras
2 Compra-se um sobrado de um andar li-
vreedesembaracado, sendo as principaes ras
dobairrodeS. Antonio; quem liver aonuncie.
2Compra-se urna crrante, ou sinete para
reiogio queseja moderna ; na ra Nova n. ''2.
Comprao-so effectivamento para ra da
provincia escratos de ambos os sesos de 12 a
'20 annos agradando pagiio-so bem ; na ra
daGadeiodeS. Antonio, sobrado de um an-
dar de mandadepo n. 20.
ComprSo-so effectlvamente para fura da
provincia mulalinbas, erioulas, e maia escra-
vos de 13 a 20 annos pngao-se bem sendo
bonitos ; na ra larga do Rozarlo n. 3D pri-
meiro andar.
Compra-se umaca'sa terrea no bairro de
S Aotonio; um ponteiro para menino, sendo
doourode lei, o sem feitio ; na ra Direita ,
sobrado de um andar n. 5l>.
! Comprio-se 10 estacas de 29 palmos de
eomprido e dous ditos cm roda, sendo do cm-
beriba. barab e sapucaia ; na ra do \ (gario
n. 23, primeiro andar.
1 Cnmprao-se pranchdei de louro e ama-
rollo de boa qualidade assim como travs de
80 palmos de eomprido e palmo em quadro ,
e palmo e coito ; na ruada Cadeia do Becie .
casa de Joaqoim Goncalves Cselo. (6
Comprio-se 6800 lijlos de alvenaria ba-
tida ou inesmo ladrilho sendo de boa mar-
ca ; na ra de Apollo n. 38, a tratar com Ma-
noel Antonio da Silva Molta.
i Comprao-se efectivamente para fra da
provincia, mulatas, negras e moloques de 12
a 20 annos pasao-se bem ; na ra >ova lo-
ja de ferragens n. 16. ,4
1 Compra5-se escra vos de 12 a 30 annos,
pngao-se bem ; assim como tambem se recebem
emeommissao; na ra Direita n. 3, primeiro
andar. ,.
Comprao-se algumas cabras (bichos) pa-
ridas de novo que sejao boas lei le ras ; quem
tiver annuncie.
Vendas
Ven par.c da secunda lotera da matriz da Boa-vista;
>-praca da lodepeodencia livraria ns. 6 e 8.
3Vende-se a armacao e drogas ta botica
sita as lojas do sobrado da ra Direita n. 12o ,
por 20 I rs. a qual foi avahada pelos Srs. bo-
ticarios Joio Pererra da Silveira o Francisco
Antonio das Chagas pelaqaantia de 409^730
rs. eadjudicada ao proprfetarlo por alug'ueis
da mesma loja por 352^298 rs. ; a tratar no
primeiro andar do mesmo sobrado. (8
2Vende-se um pretode nacao de 30 an-
nos bom trabalhador de masseira ; na ra
Direita padaria n. 21. (3
2 Vendem-so duas casas de taipa no Atier-
ro dos Afogados, por 50f rs. cada urna; na
ra do Amorim n. 22. ,q
2Veudem-se orellos pretos multo largse
pelludos, proprios para se botar em pannos de
prelas, edebruar mantas ; na ra Nova loja
de alfaiale n. 40, de M. F. Coimbra. (4
2 \ endem-se pianos fortes e (orles pianos ,
dos celebrados autoresBroadicood & Sons, ane-
gados prximamente de Londres ; em casa de
Me. Calmont \ Companhia, na praca do Cor-
po Sant> n. 11. 3
2Vende-se plvora de muito boa qualida-
de, chegada de Londres ; na praca do Corpo
Santn. II, casade Me. Calmont & Gomua-
nhia. 4
2Vende-se cobre para forrar navio; em
casa de Me Calmont # Companhia na praca
do Corpo Santo n. 11. [3
2--Vend( -s carvao de pedia ; em casa de
Me Calmont & Companhia na praca do Cor-
po Santn. II. 3
2Vendem-se queijos londrinos multo fres-
caes a :iuo rs. a libra cavalinbas de i isboa
muito novas a 80 e 120 rs. ; na venda ra es-
quina da ra doAragau n. 43, que olla pa-
ra S. Cruz. F,
2Vende-se, ou arrenda-se um sitio no Rio-
doce denominadocasa caiada ; h tratar
com o proprictario Jos Francisco Bibeiro no
Forle-do-Maltos. y,
2Vende-se urna negra, que sabe cosinhar,
eengommar ; um prelo ptimocanoeiro ; urna
junta de bois mancos grandes, gordos criou-
los e muito novos ; c urna bo.i carraca para os
mesmos muito segura o forte ; na ra Nova
n. 3.'!. <;
2Vende-se salca-parrilha muito em coti-
la ; ao p do arco da Cooeelcae armasem do
Bregues. ,3
2Vende-se um negro de meia idade por
precocommedo, proprio para um sitio, pr
tersido do matto ou para o servico de casa
em que elle presentementeae oceupa ; na pra-
cinha do Livramento loja n. do andar por cima da mesma loja. (g
2 Vendem-so Iraves do40 palmos, e palmo
C torno de faco encbameis de 20 relorcados
em grossura m8os travessas de 2o caibrosde
30, ludo de boas qualidades; cm Fra-de-por-
tas ra Principal n. 108 (5
2 Vendem-se toucadores de Jacaranda a
S500 e 9g rs. fitas lavradas a 1280 e 2800 rs.
a peca ditas de varios nmeros bicos largos
6 estreitos luvas de pellica para homem, ditas
de algodaa para montara e official, djtas de
seda s<-m-dedos a 400, S00, 600, 720, 1/e 1800
rs. bengalas de gancho a 480 rs. papel al-
maco primeira sorto dito de peso, meias bran-
cas e pretal de algodao para homem e senhora,
filas para farda, mantinhas para pescofo a 1600
rs. leos para dito, ditos para algibeira,
lencos de cambraia com nomes, thesouras dou-
radase prateadas ditas ordinarias, caivetes
finos e entre-finos ramos de flores finas para
guarnicoesde chapeos ; bonos com pala de lus-
tro a 060 rs., grande sortimento de calungas
llm.se entre-Unos, agua de Colonia a 160,
320, 4S0. 600, 750 e 1400 rs. espirilos dodif-
ferentes qualidades saboneles a 100, 240 e
280, potes do banlia a 120 rs. ditos do porce-
lana a 400 rs., jarros de dita muito finos a 1200
s. jtgoa de Lavande em meias garrafas a 5'JO
rs. botos para sobre-casacas a 320 rs. a du-
zla, ditos dedurnqne, papel decores em meias
resmas marroquins sortidos phosphoros em
Ihas cantlas de fundo dourado espelhos de
damas, grande sortimento de miudezas por mais
barato preeo do que em outra qualquer parte ,
e com amostras a contento dos fregueses; na
roa do Qucimado n. 24. 3]
1Vendem-se 7 escra vos sendo duas ne-
gras de 1C a 18 annos, com habilidades; urna
mulata de 13 annos com bonita figura e he
lecolliida ; duas negrinhas de 10 a 12 annos,
proprias para todo o ser vico ; duas prelas de
20 annos proprias para lodo o servido e de
bonitas figuras; na ra Velha n. I ll. (7
2Vende-so sabao amarello a 90 rs. a libra
em cadas; na ra da Cadcia-velha n. 35. ;2
2Vende-se, ou arrenda-se urna olaria. que
tem barro para toda obra defronte da Capun-
ga com grande terreno, que pude ler annual-
mente 10 vaccas, por ler bom pasto boa trra
de plantar por ser massap ; tambern se ar-
rendao boas casas para se passar a festa com
grandes commodos, no sitio do Cajueiro ; e
vende-se um mulato bom carreiro, sapateiro e
bolieiro ; a tratar no mesmo sitio do Caju-
eiro. ;t0
2 Vendem-se superiores navalhas de cabo
de marfim a contento, e capachos de todas as
qualidades ; na ra dos Quarteis n. 24. ,3
2Vende-se urna espingarda de dous canos,
nova por barato preco ; na praca da Boa-vis-
la n. 43. (3
2 Vende-se um reiogio de ouro, pequeo ,
proprio para senhora ; ua ra do Queimado
n. 59. (3
2 Vcnde-seiim negro de nacao, alto, de
elegante figura de 24 annos proprio para to-
do o servico ; urna preta de 18 annos, cose,
engommae cosinha ; na ra da Cadeia de S*
Antonio, sobrado n. 25, por cima da fabrica de
chapeos. /g
Vendem-se barris de carne de porco salga-
da, ditos com bolaxa de embarque ludo che-
gado ltimamente e por preco commodo ; a
tratar com Xasso Jnior.
Vende-se urna escra va de nacao, de meia
idade, com Leite de 10 dias e sem cria; na
ra do Collegio n. 19, do lado do mar.
Vendem-se, muito commodaspara (amilias.
caixas com 50 libras de bacalho superior a k
rs. ; no armasem delronte da escadinha da Al-
fa ndega.
-Vende-se urna muala de 22 annos de bo-
nita figura, recolhida.engommabem, cose sof-
frivel faz dotes, cosinha bem veste urna se-
nhora rao tem vicios nem achaques, e he
muito fiel ; urna canoa aberla, que carnga 70(1
lijlos ; mergulhosde parreira; na ra doCal-
deiro n. 56.
Vende-se um casal de escravos de nacao ,
proprios para engenho ; um negro pega ; um
moleque ; um dito de nacao bom cosinheiro ;
3 escravos para todo o servico; um mulatinho
de 13 annos ; uma parda de meia idade, boa
cosioheira : na praca da Boa-vista n. 19
Vendem-se vinhos superiores de Colla-
res, Cerca vellos, Bucellas, Malvasia. Madeira,
Porto, velho, Muscalel de Seaba! licores fi
nos do Marrasquinbo e Dantrich o de nutras
mudas qualidades, azeitc refinado de superior
qualidade. conservas inglesas ditas de Lis--*
boa em vinagre franceza deervilhas e sardi-
nhos, salmao ssitona de Elvas em frascos
eancoretas, chocolate fino de canda ."pre-
suntos ingleses o americanos (arinlia do ara-
ruta, sag de primeira qualidade. sapatos de
burracba tudo por preeo commodo ; na ra
da Cadcia-velba, venda n. 2, de Jos Goncalves
da Fonte.
um mmtmrniimiw i ..-.*-r^:t,i-^
Vende-se um sitio em Bcbiribe no lugar
do Porto da Madeira com casa de taipa, al
gumas ruteiras e muito bom lugar para ba-
ndo ; na ra da Cadeia do Becife, casa de cam-
bio n. 34.
Vendem-se 3 escravas de muito bonitas fi-
guras boas engommadeiras o cosinheiras ,
vendem-se para fra da provincia ; na ra Bel-
la n. 40.
Vende-se uma preta de nacao de 22 an-
nos de boa figura; sem vicios nem achaques :
na ra Nova sobrado 11. 55
pela ra das Flores.
Vendem-se dous moloques do 20 annos
um bom otBcial de alfaiato e o nutro crnco_'
ro ; na ra Direita n. 40, torturo andar.
Vondern-so pontea da ultima moda, abor-
tse lisos, ditos de marrafa assirn como so
concerta toda obra de tartaruga, e abrem-so
lettras para marcacao de barricas; no pateo do
Carino loja de tartarugueiro na esquina da
ruadas Trincheiras n. 2.
1Vende-se um sitio muito apprasivcl o
com todas as proporcoes de recreio na cstacao
com a entrada calmosa por ser a margem do rio comexcel-
.. .u- kuo ,v,ti,. I lente local para se tomar banho embarque o
Vende-so uma muala de 18 a 20 anHos i desembarque lodo murado na (rento e um dos
sem molestias ; no Atierro da Boa-vista n. 29. I lados ecerca do limo do outro todo plantado
Vende-se um proto bom carreiro e mes- de larangeiras, e outros arvoredos, com muito
tre purgador do assucar; um dito bom official boa cacimba de agoa potavel com sua bomba
de alfaitee principalmente de Padre ; um dito tem uma casa magnifica com commodos para a
bom carreiro ; um pardo bom bolieiro e criado -mais numerosa familia coebeira, estribara
de uma casa ; 3 moloques pecas do 1S a 20 o quartos para criados iuaccessivel a quall
annos bons para todo o trabalho ; 2 mole-
quos de 10 a 12 annos ; 4 escravas mocas, com
boas habijidades uma dolas he boa cosinhei-
ra e engommadeira ; duas molecas de 16 a 18
annos, ptimas para mucamas ; na ra larga
do Rozario n 48.
Vende-sclaiuinha lavrada para vostido ,
da largura do 5 palmos, a 400 rs. o cevado, ta-
fat rouxo e furia cOros a 360 e 400 rs. urna
grande porcao de cortes do vestidos de toquffll,
por muito barato preco ; na ra do Queimado,
loja de Novaes n. 29.
. Contina-se a vender caf em grao a 120
rs. a libra e a 3500 rs. a arroba, dito moido a
200 rs. a libra o a 570 a arroba toucinho
de Santos a 200 rs. a libra espermacete do o
e 6 cm libra a 8S0 rs. carnauba de 7 em libra
a 3f>0 rs. bolaxinha inglesa a 200 rs. cha
hissona 2240 o 2400 rs. superior man taiga
francesa a 480 rs. e ingleza a 640 rs., banha de
porco a 200 rs. arroz de casca a 3200 rs. o
alqueireda medida velha ; no pateo do Carmo,
esquina da ra de Dorias n. 2.
Vendem-se chapeos do Chile, da meltaor
qualidade por proco commodo ; na ra do
Queimado n. 21.
Vende-se uma mulata de 25 annos, en-
gommadeira, cosinheira costureira e lava-
dora ; uma preta de nacao Angola de 24 an-
nos cosinha e lava propria para vendar na
ra; uma dita do 16 annos, de elegante figu-
ra ptima para ser educada ; um prelo de na-
cao de21 annos, sem vicios nem achaques,
e he ptimo ganhador de ra ; um mulatinho
de 7 annos, proprio para pagem de algum me-
nino; na ra das Cruzes n. 41, segundo andar.
IVende-se ago'ardento em pipas, e alguns
excellentes cascos que servirao do mesmo li-
quido ; na ra de Apollo n, 9. (3
1Vendem-se bonitos ps de roza amelia ,
j pegados em caixoes ; na Solidado indo pela
Trempe lado direito quas ao p da Igreja
n. 7. /(.
coebeira
iuaccessivel a
quer innundaco por mais impetuosa que soja
tem cerca de 2o'0 palmos do frente situado ein
um dos arrebaldes mais deleitaveis e em ir.ui
pouca distancia desta ciclado, por ser logo adian-
to de S. Jos do Manguinao junto ao sitio do
Sr. Carneiro;a tralarcom o corretor Oliveira
que para istoest autorisado. [i$
Vendem-se ptimos licores do diversas
qualidades a 200 rs. a garrafa o em porcao a
|60 tf. ago'ardento do reino a 900 rs. a ca-
na-ia, genebra embotija Ja a 200 rs. e cm cana-
da a 800 rs. superior ago'ardento de aniz a
700 rs. a caada licor de rosa multo fino a
500 rs. a garrafa ; na ra da Boda n. 23.
Escravos fu i\
Fugio na noule de 2(' do corrento da casa
de madama Millochau uma sua escrava crioula
de nomo Luiza fula, alta e serca representa
ter 25 annos com uma marca branca no hom-
bro feita com fago levou uma trouxa con-
tando a roupa de seu uso ; quem a pegar, leve
a ra Nova n. 39 que receber 30/ rs. degra-
tifi cacao.
Roga-se a todas autoridades policiacs o
mais pessoas particulares desta e mais comar-
cas a apprehencao dos escravos seguintes ; An-
tonio do nacao Quicam estatura regular, ca-
ra redonda e lustrosa, pouca barba pernas li-
nas, tem nos dedos pollegar e annular de um
dos ps uma ferida em cada um que Ibe lem
comido as unhas dos mesmos, tem nos ps
um especie de verrugas, eos calcanliares um
pouco rachados levou camisa de algodaozi-
nho e calcas de bnm trancado velho com remen-
do na frente Marcolino, de nacao Cjuicam ,
he molecote olhos grandes beicos grossos ,
ventas chatas tem na raii dos cabellos uma
cicatriz cm cujo lugar nao tem cabellos, mais
aballo JA na testa um lobinho do tamanho de
" U-VmmI ,,m ...a____, ,, l i uma P'ton'ba levou camisa de algodaozinho,
1-Vende-se um cachorro de fila, e uma por- e calcas de estopa ; o Antonio lem 22 annos
caoderfpas: na ra da S Cruz venda n. 58; e sahlo para ir Lear um balde dV. .eche!
gando no tanque largou o balde o n.etteo-so
na venda de garapa da esquina da ra das Flo-
res edel sumio-se; o Marcolino, sabio pou-
assimeomo larinha a quatro patacas o alquci-
re pela medida nova. 4
1Vendem-se duas vaccas muito gordas e
novas, por ja terem acabado de dar ieile, pari-
das
a8*
co depois d'dle no da 9 de Junho ; gratifica-so
fijLTS ?,.P0:,dm0 C8?a ""Y61" *"""nto qwm der noticias ma ,ou o
l de Ieile. dous garrotes gordos |evar na Camboa-do-Carmo n. 12.
um delles he da raca tourina e sao proprios
para carroca ; a tratar com Joaquim Elias de
Moura Gondim, morador em urna das casas ter-
reas, no fundo do sitio do Exm. Snr. Baro de
Itamarac, no Manguinho. 9
1 Na ra da l'raia n. 66, ha superior fari-
nha de mandioca ende-se pela medida velha
com caculo por prego commodo. ;3
1Vendem-se ricos cortes do seda escocesa .
ditos de setim lavrado ,
pe para vestido flores
No dia 19 do corrento fugio a escrava Bo-
za crioula alta, cheia do corpo, meia vesga,
levou panno prelo, e saia de lila preta ja usada;
quem a pegar leve ao Atierro da loa-vista n.
57 que ser gratificado.
Fugiro no dia 7 do Junho as 7 horas da
noule um prelo e uma preta ambos parcei-
ros da mesma casa sendo o prelo de nonie Be-
nedicto, o a preta de nomo Maria levrao
branco e de cores ere-1 uma caixa pequea de madeira oleada de ver-
s ricas capailas e, de, j a tinta usada e um sfate pequeo
sraaLts-ftsss: sus?- = ~ wssrr:
cesa ditas de seda chales de seda bordados ,
luvas do pellica com guarnirlo ditas de cores .
para homem e senhora e um completo sor- \ grandes, c'abeca
timento de calcado para senhora e meninas e
outras muitas fasendas por preco commodo; na
ra Nova loja n. 6 de Jos Francisco Mamede
deAIrneida. (
1Vende-se uma escrava de nacao cosinha
soffrivelmente engomma che do muito boa
conducta ; uma dita de nacao de 24 annos,
cosinha, lava e he muito diligente para todo
o servido ; um moleque de uaco de 16 an-
nos ; 3 escravos de na^o com bastante pra-
Uca do servico de campo; um dito de nacao,
bom official deoleiro todos se dao a contento;
na ra Direita n. 3. ( "1 Vende-se uma mulata muila alva com
cabello corrido de 25 annos ptima rendei-
ra costureira engomma muito bem cosinha
c lava ; na ra da (Jruz n. 51. (4
1 Vende-se urna mulata de 18 annos, mui-
to diligente c propria para torpar conta de uma
casa, engomma,cosinha soflrivel e cose; na
ra da Cadeia do Becife loja n. 2o. \
Vende-se uma preta cosinheira. engorn-
prelo tem os signis seguintes ; de nac&o Ca-
mundongo, estatura balsa, corpo grosso olhos
a proporc,3o cabello cortado
vene-se um lerreno com 80 palmos de 1 madeira e do mais servico de uma casa ; nona
;nte na pslmrla h-, e.n.., __ t>- !i__j.. n_______
frente na estrada da Capunga entra o Sr.
Joaquim Jos Ferreira, eo Sr. Francisco Ca-
sado Lima ; no Manguinho n. 41.
Vende-so um bom cavallo ruco-pedrez ,
de muito boa figura, carregador baixo at meio,
com 6 annos de idade, sem nenhuma falta ; seu
dono vende-o por ser ardido, eafhanca ao com-
prador em como nada tem ; e caso se descu-
teo do Carmo n 20.
1 Vendem-se os utensilios de um armasem
de assucar, sendo halanca, pesos, caixoes, gran-
de porcao (je barricas, saceos e pecas de algo-
do trancado ; na ra do Collegio n. i. [4
Vende-se um sobrado do um andar e so-
lio sito na ra Augusta no seguimento da
propriedadegrande n. 1, livree desembarcado;
. ----- ~ -"" "^ C31.U- piui.ucuoucuiaiiucii. i, lll t; c uesein Dar
ora alguma falta seu dono o recebe sem duvida a tratar com Jos Mara Placido Magalhaes
alguma ; na ra do Motocolomb n. 28 Oos mesma propriedade n. I, ou cora 0 Sr Dr Jos
Af8ad0- I Eustaquio Gomes.
Sement atraz pescoco grosso costas largas,
pesgrossoso largos, urna orelha furada em
quecostumava traei urna rozetinha lem na
Irenteda cabecadeum lado ao p da testa, e
junto ao cabello urna costura, cor prtta nao re-
linda ruaos grossas e ebeias de calos de tocar
canda, ollicial do cascavel, que trabalhava no
trapiche do assucar, toir. barba smente na pon-
a do qucuo e buco do idade de 2o annos ,
muito ladino. A preta tem os signaos seguintes:
de nacao Benguellr, estatura regular, corpo
secco, eespigado,olhos amortecidos principal-
mente quando falla ; as fallas muito baixas ,
peitos pequeos, rosto descarnado macaos al-
tas ps seceos e nervosos mies regulares ,
cor preta nao retinjta mui bom fallante, den-
tes aparados ; leva um panno da Costa, vestido
do chita encarnado, com ramagens prelas, e
abeilopela frente com abotuadura de colche-
tes idade 25 annos; em algum teinpo venduo
fasendas ; quem os pegar, leve a ra da Palma
por detiaz do Carmo cm casa de Antonio dos
Santos Ferreira, que ser gratificado Com 200^
ris.
Fugio no dia 25 do corrento um escravo
de ncao Congo do nome Benedicto olbos
grandes o vivos barbado, dente.-, limados, cor-
po regular, costuma a ven ler 1, ilaxinha rj ic ;
quem o pegar, leve a ra da Senzalla-nova, pa-
-aria n. 30, que ser gratificado.
RftClFB M\TVP. OR MI" A. l8U.
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