Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05163


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Full Text
r
Anno de 1844. Quinta Feira 1
O I'un" publica- Indo o diaaqueoio forern santi6cados : o prego da aaaignalura
be d* tro* ni r. por quirtel pagos adianladoa. Oa annuncioadoa assignantea sao iaacridoa
erti, i I''" 1ue no 'orem raiao de 80 rea por linh Aa reclamafea dte a.r^ diri-
gid -! *'yp > ,UI *" Cruies a. i uu gMga iucpcudcDCi oj ds iriuao. e f.
IPAP.TIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
GoiAMMtt' l'urnyba, segundase aexiia feira.Rio Grande do Norte cheg 8e22 e pa
le le ^ Cabo, Serinhaem HioForan.ao Macey, PortoCaWo, Maguas no 4 r
11 ll donada mez. Garanhuna e tiouito lOr .'lile caa met Boa-vista e Floi
ea e 1.' DAS da semana.
'9 Seg. a. Marina. Ad. do J. de i). d 2. t.
30 I'erc a. Ilofinu Re aud. doJ. de D.d 3. t.
31 Quilla i. Cmerio. Aud. do J. de I), da 3. t.
1 Quiuts a. Pedro. Aud. do J de 1). da S, r
i Sextas, EsMjvao. Aud do J daDda'2. v.
;( Sab. a. 'rom. Re. aud do J de li.da 1. v.
i !)om l, Dumiugos de GoSmAO,
:2822BBBnSS7:'y
de Agosto
Anno XX. N. 171
TTIf IMI I lili I I I II I l "lili"......" *
Tudo agora dependa de nf meimm; da nona prudencia, aiodaragio- energii
nuemoa coaao principanos serenma apotrUdoa coin
culta. (FrocKoaigl i da
dmiraqo entre a uagoea nal
\sn>bla Geral do tratU.)
Cambioi aobre I.ondrra 26,
a> a Paria S'O re por franco
D u Lisboa 112 por 100 de premio
Moeda da cobre ao par.
1 Jet da letras de boaa firuae i
ciamos so w i oe v.osro.
Our.-M-.cdade 6,400 V.
i, N.
da 4,U0j
I'ratal'aiacea
i, l'eso colummnares
h Ditos mexicano
ll4 010
17,000
16.700
9,400
1,960
i,9%U
1,960
renda
17,'JO
16,000
9,6UO
1.980
2,00l!
,980
PHASF.S DA LA NO HEZ DE ACOST.
Lna ebeia a'4 aoa 12min. dainanbi.
Miaguante a 5 as I lluras a 5 min da ninli.
Prcamar de koje.
I Ma ora a %l as 10 fa. o 12 min. da tarda
Cresccnte a 'i as 11 li a 56 o, da tarde.
Primaira aa 6 horas e 6 min. da
m minutan .iilMalliawaMa
aaanhja. | Segunda 6 hora il) atiaatoa da larda
.. ^.:... ,._____....... _..--*
DIARIO DE PERNAMB
av. .'-i'.: maa.
lWf^*^l^*'^ '- 'hf- ^ '' I
PHBBatajaalr>^'\'^aTiir.r.---.'ffii3nKrr. : 'XTC1V1
PA
Governo da Provincia.
EXPEDIENTE DO DA 29 DO PASSADO.
Oiit i o A Administrarlo dos estabeloci-
mentos decaridade. Em resposta ao olicio
de Vmcs. de 19 d'esto mez tenho a dizer-lhes ,
que nao procede a duvida em que se acba es-
sa Administradlo pela oceurrencia de haver
Diogo Jos da Costa ollertado o lanco da torca
parte mais sobre o preco de 4655 ris por que
Jos Pereira Teixeira arrematara os alugueisda
casa numero 29, sita na rua Nova desta cida-
de pertencunte ao patrimonio dos bospitaes de
caridade ; porquanto estando finulisada a ar-
rematadlo e entregue o ramo ao jilo arrema-
tante nao pude ella ser desfeita por causa d'a-
quelle lanco ; visto nao so tratar de arremata-
cao fiscal e nem se verificaren, certos requisitos,
em tal caso Decessarios para o recebimento de
semelhante lanco. E nem podo aproveitar
hypolbese vertente a disposigo da lei do 27 de
Abril de 1799 por nao se provar e conluio
da parte do arrematante ehavereslo protes-
tado riicsmo na occasio de ser admittido
lancar, pela preferencia se por ventura bou-
vessem quaosquer augmentos sobre o valor ;
por que iosse a dita arrematado efieituada ,
protesto este que Iho foi aceito, ecumpreser
mantido. Se o referido Diogo sente-se prejudi-
cado com essa arrematado si proprio o deve
imputar; pois que, nao ignorando a praca ,
que assistio edeixando de a presentar oppor-
tunamenteseus leos, com o lim talvez de
nao serem elevados os mencionados alugueis,
nao pode agora tirar proveito da sua omisso ,
nullilicando-se um acto solemnemente celebra-
do e que deve ser sustentado,a im de nao tri-
umpbarom monopolios e conluios, que as leis
condemno o a razo repelle
Dito Ao Chefe de Polica autorisando o
restabelecer a enfermara da cadeia d'esta ci-
dade a fin de serem nella tratados os presos
pobres, que adoecerem ; recommondando-lbe,
que fa(;.i esta despeza com a maior economa ,
visto ter a lei provincial n. 130 de 2 de Maio
ultimo consignado somente a quanlia de quatro
contos de ris para o sustento dos referidos
presos ; e di/endo que ueste sentido requi-
site o dinheiro que or preciso. Commu-
nicou-se ao inspector da Thesouraria das Ren-
das Provinciaes e ao Engenbeiro em chele
das Obras Publicas em resposta ao seu oflicio
de 27 d'esto mez.
Dito o Inspector do Arsenal de Mari
nha scientificanilo-o de ter mandado pastar
nomeacao Uelrhior Jos dos Reis para Piloto
do cter Esperanza de lebuih
PortaraConcedendo aocidado Jos Men-
dos Cafnciro da Cunda a demissao que pedio,
do lugar do Subdelegado do 2." districto da fre-
gue/ia de Jaboatao.Particpou-se ao Chefe
de Polica.
Com mando das A raas.
EXPEDIENTE DO 5 DO (JRRENTE.
Officio Ao Exm. Presidente da provincia,
para que houvesse do mandar satisfazer a re-
quisieo das 25 arrobas de plvora para salvas
do forte do Buraco, visto ter vindo da corte
no, brigue Indiano, porcao deste genero.
DitoAo mesmo Exm. Sr., transmittindo-
Ihe a guia de tres pracas. que lizero passagem
para o deposito da corte, e seguiao na fragata
Paraguassit, conforme determinara S. Ex. em
llicio de 3, e fa/endo-lhe sentir, que urna das
tres p'ac.as, o Furriel Marcianno Marques, es-
pontneamente se oflereceo pora servir no exer-
cito do Sul.
DitoAo Commandante do ballhao d Ar-
t.Iberia, mandando-lhe apresentar, com guia, o
2"argente Manoel Noberto do Mouru, que
estevo em ddigencia no brigue de guerra Atc-
thtroy.
DitoAomesmo. remetiendo-Iho com guia.
o 1 Cadete Podro Luiz de Barros, quo cm vir-J
lude do aviso Imperial de 22 de Maio ullimo
fizera passagem para o batalho segundo do seu
commando, eordenando-lhe que o mesmo Ca-
dete fosse conservado preso, at seguir para a
liba de Fernando, em cuja guarnco ia servir,
de conformidade com o dito aviso
DitoAo mesmo, mandando excluir do ba-
talho o Sargento particular Ignacio Jos da
Assumpdlo. que, em virtudedo Imperial de 16
de Dezembro do anuo prximo passado, tivera
demissao por ter finalisado o seu engajatnento,
conforme so deprebendia da escusa que apre-
sentou, e que Ihe devolva.
DitoAo Inspector da Thesouraria, para
que houvesse de mandar entregar ao particular
Joo Antunes do Menezes a quantia de 13ij
rs. sendo 130, rs. para a conclusao dos concer-
tos da coherla da casa de residencia do Com-
mandante da fortaleza de Itamarac, e\ rs.
para pagamento do concert da pipa e jarras
de madeira da mesma fortaleza.
PortariaMandando excluir com guia para
o deposito da corto o Fui riel de Artilheria
Marcianno Marques.quo se oflereceo para servir
noexercilo do Sul.
DEM DO DA 6.
OfficioAo Exm. Presidente disendo-lhe
em observancia do sea officio de hontem, que
hontem mesmo fizera passar para bordo da fra-
gata Paraguast as trez pravas, cujas guias Ihe
transmiltio.
dem do da 8.
OfficioAo Exm. Presidente, enviando-
ilie o requerimento, e mais papis do Alferes
J. J daS., para que deferisse sua pretencao
como entendesse acertado.
DitoAomesmo Exm. Sr., encaminhan-
do Iho o requerimento do 2." Tenente da com-
panha de Artfices Joao Marinbo Paz Brrelo,
pedindo prorogaco da licenca que Ido fora
concedida em virlude da inspeceo a que foi
sugeilo.
DitoAo Commandante d'Artildana, re-
mettendo-lde 2i pracas vindas da Corte, para
que ficassem pertencendo como eflectivas do
batalho, abrndol bes assento a vista das guias
que Ibes transmit ia.
DitoAo mesmo, disendo-lhe que as 2i
pracas que passaro a pertencer ao batalbao do
seu commando devino ser socorridas desol-
d do dia immediato ao em quo forao pagas
pelos corpos em queservirao, e d'etape desta
data em diante, conforme eslava determinado
em onlem do dia.
Portaria Mandando excluir com guia para
o 3 batalbao da G. N. deste municipio o
Guarda Joaquim Jos Eustaquio, recebendo o
substituto que hontem Ibe fra apresentado.
DEM DO DIA 9.
OfficioAo Exm. Presidento, informando
o requerimento do Capito M. F. da Cruz ,
que suppbcava a nomeacao de Ajudante do Di-
rector do Arcenal de Guerra, vago pela dispen-
sa que delta pedir o Capito Joo Francisco
do Rogo.
DitoAo Inspector da Thesouraria, man-
dando-lhe apreseutar com guia o soldado refor-
mado Alexandre Pedro, excluido co asilo dos
invlidos, para vir residir nesta provincia
DitoAo mesmo, remetiendo-Ihe a guiado
Alferes da 3.a classe Camillo Ferreira Madeira,
que do Governo Imperial obteve licenca para
residir nesta provincia.
DitoAo Commandante do batalho de Ar-
tilharia mandando em vista de sua informa-
cao desta data, organisar a conta do que se deve
de ardamento aoex-soldado Joo Dmaso Ca-
valcanti.
DitoAo Chefe de Polica, sobre aprehen-
co dos dezertores
Portaria 'laudando reconhecer particular,
o Sargento d'Artilbaria Jos Martinho de Al-
Duquerque Mello por ter em concclho do ave-
riguado provado estar as circumstanaias do
decreto de 4 de l'overeiro de 1820.
dem do da 10.
PortarlaNomeando o conceibo de direceo
quo na forma da lei, devia conheccr da justi-
ficacSo de nobresa de Ermernegido Coelho da
Silva.
dem do da 11.
OflicioAo Exm. Presidente, disendo-lhe
em resposta ao seu officio de 10, que o recluta
Antonio Machado que S. Ex. mandava que
nao assentasse praca porser G. N. do 1." ba-
talho, verificara hontem mosmo a sua praca
no batalho d'Artilbaria.
DitoAo Delegado Supplente da cidade da
Victoria, roquisitando-lbe a remessa do deser-
tor do cavallaria Manoel Felis da Roza, quo
constava achar-se all preso.
DitoAo Commandante d'Artilbaria, para
quo dos vencimentos do soldado Jos Martinho
Rodrigues Cavalcanle. aprehendido como de-
sertor pelo soldado da cotnpanhia d'Artilices
Antonio Jos do Sacramento se discontasse a
quantia de 88 rs., quo na (orina da lei se abo-
nou como gratificaco ao aprehendedor.
DEM no DIA 12.
OflicioAo Exm. Presidente, informando
o requerimento do 2." Tenonto reformado Joa-
quim Ignacio deCarvalho Mendonca, que pe-
dia ser nomoado Ajudanto do Director do Ar-
senal de Guerra.
DitoAo mesmo F.xm Sr., sobro as faltas
commettidas noservico da guarnico da praca
pelo 1. e 3. batalho de G. N. deste muni-
cipio, que naoappresenlo em parada a gente
pedida.
DitoAo Inspector da Thesouraria para
mandar abonar ao destacamento que marcha
para o Brejo trez mezes de vencimentos adi-
antados.
DitoAo Commandante d'Artilbaria, dan-
do-lbe as necessarias ordens para seguir o
Brejo da Madre de Dos um destacamento de
40 pragas commandado pelo 1. Tenonto
Jos Antonio Barbosa
DitoAo Commandante do corpo de G. N.
destacado, ordcoando-lhe quo fisesM retirar a
esta capital o destacamento existente no Bre-
jo logo que allichegasso o d'artilharia, com-
mandado polo 1. Tenente Barbosa.
Thesouraria da Fazcnda.
EXPEDIENTE DO DIA 17 DO PASSADO.
Dito-Ao Exm. Presidente da provincia ,
informando o requerimento de Sebastio dos
Oculos Arco Verde Pernambuco Cavalcanle,
em que pedio quo em consequencia de ter
fiudctd a arremaiayao do expediente do 820 SOS
volumes de assucar, com a extinco da Inspec-
eo creada por lei provincial, o permiltir o
reRu lamento de 31 de Marco de 1840. queso
podesse tirar de cada caixa para a mostra al
oito libras de assucar, se Ihe concedesse fazer a
continuacao deste servico, dando annualmente
uara a Fazenda Publica, 4:000^000 reis.
ito A o mesmo Exm. Sr. a respeito das
sommas de notas novas, quo a Thesouraria es-
teva autorisada pela ordem do Tribunal do
Tbesouro Publico Nacional de 28 de Novembro
do anno passado enviar a do Rio Grande do
Norte, para a substituidlo das de lis 10j e
20^000ris, dequetratava o officio que a-
companhava do Exm. Presidente daquella pro-
vincia,
Dito Ao mesmo Exm. Sr., informando so-
bre os vencimentos, que competio ao Capello
da Fortaleza de Itamarac, do que se oppoz o
Commissario-Gscal do Ministerio da Guerra.
Dilo-Aomesmo Exm. Sr., com o officio,
que o Administrador da Mesa do Consulado pe-
dio levasse a sua presenca, antes de dar oxecu-
cao a ordem a cerca do recurso para o Tribunal
do Tbesouro Publico Nacional, de Francisco
JosSilveira eoulros.
DitoAo Administrador da Mesa do Consu-
lado, remuttendo, para sua intclligencia, c exe-
cuco pela parte, que Ihe toca a copiada ordem
do Tribunal do Thesouro Publico Nacional nu
127 de 28 de Junlro prximo lindo. (guaei
ollicios forao dirigidos ao Inspector da Alfande-
ga, ii ao Administrador da Reeebedoria de Ren-
das Geraes Internas.
dem do da 18.
OfficioAo Exm. Presidente da provincia,
informando o requerimento de Cbrislovo Gui-
Iherme Breckenfeld, em queso oflereceo a to-
mar por arrendamiento o lelheiro da antiga casa
da galiota, com o paleo em parto murado, quo
Ihe ficava em frente at a linda da rua do Arse-
nal de Marinha; e os dous tolhoiros do fundo
doquartel dos engajados, bom como o mesmo
quartol dos engajadas, tudo por UOOrf ris an-
nuaes.
DitoAo mesmo Lxm. Sr,, idem do Jos
Amorico dos Santos Forlos, em que pedio a S.
M. 1. a gruea do Iba conceder urna pensao equi-
valente ao vencimento de 300. rs que perce-
bia no emprego do Fiel da balanga do trapiche
do Pelourinbo desta provincia, que deixou de
exercer, em consequencia de urna oplitalmia,
que o poz completamente ceg.
itoAo mesmo Exm. Sr., submettendo a
sua deciso os valores das etapes e forragens pa-
ra a tropa do primeira linba no corrente se-
mestre.
DitoAo Inspector da Allandega, partici-
pando, que tondo ajustado com o consignatario
daesciwa Carolina, a condueo para a provin-
cia do Maranbo, dos 10o barris de plvora
grossa, vindos ltimamente da corte, pelo bri-
gue Boaventura, com destino para a provincia
do Piauhy, pelo frete de 1,800 rs. cada barril:
cumpria queSmc. dsse as providencias para
que dita plvora fosse embarcada na referida es-
cuna, na vespera da sabida, que Iba fosse indi-
cada pelo mencionado consignatario, requisi-
tando do Inspector do Arsenal do Marinha, o
que fosse necessario; e logo que houvesse certe-
za deste embarque particpasso para so organi-
srom os avisos da remessa.
DitoAo Administrador da Mesa do Consu-
lado, participando para sua intelligencia, o
contedo no precedente officio.
Portaria Ao Contador interino da Thesou-
raria, para proceder aos assentos do Escrivoda
Collectoria do municipio do Limooiro, Manoel
Ramos da Silva Moreira.
dem do da 10.
OfficioAo Inspector da Thesouraria das
Rendas Provinciaes, participando, quede con-
formidade com o seu officio de 27 de Junho pr-
ximo findo, tinda mandado passar nomeacGes
de Col lectores o Escrivaes de diverso munici-
pios, aos inesmos indicados no mesmo officio.
PortaraAo Tbesoureiro da Fazenda para
acceitar e pagar no dia do seu vencimento peia
caixa do exercicio lindo de 184-3-44, como de-
terminava a ordem do Tribunal do Thesouro
Publico Nacional n 130 do 3 do corrente, a
leltra, que acompanbava de 5:500. rs., que
nu mesma data sncou o respectivo Tbesoureiro
Geral a quinzedias precisos a ordem de Manoel
Ignacio deOliveira, ausente a Joo Vaz de O-
liveira.
dem do da 20.
OfficioAo Exm. Presidente da provincia,
informando o requerimento de Maria Roza No-
bre, que acompanbava outro da mesma, pe-
dindo a S. M. o Imperador, o pagamento dos
vencimentos, que se liciro devendo a seu fal-
lecido tildo Marianno Jos Nobre, Piloto da
canhoeira Jagoato
Dito Ao Inspector das Rendas Provinciaes
desta provincia, participando, que a Thesoura-
ria se achava autorisada, pela ordem do Tribu-
nal do Thesouro Publico Nacional, n 131 de
3 do corrento mez (Julho), para supprir aquel-
la, no corrente exercicio de 1844-45, confor-
me o artigo 49 da lei n 317 de 21 do Outubro
de 1843. com a quantia da cincoenta e um con-
tos de ris, pela duodcima parte em cada mez.
DitoAo Inspector do Arsenal do Marinha,
idem para dispender no dito exercicio a somma
de cont e Tinte c cinco coutos selecentos e ses-
senta o tres mil ris, com as diversas despezas
daquelle Arsenal; declarando Io, que este cr-
dito compredendia as despezas,que se houvcsscm
de lazer, tanto com os navios que iqui estacio-
nassom, como com aquelles, quo aportassom du-
rante o exercicio: 2", que os supprinien'os a
L


aquella roparlicao serio feitos pela duodcima
parte em cada moz: 3o, quo nao se poderia ex-
ceder do mesmo crdito, scm ordem do Minis-
terio da M.irmli, expedida pelo Tribunal do
Thesouro Publico Nacional, ou ordeindo Exm.
Presidente da provincia, em virtude do artigo
48 da lei de i de Outubro de 1831 e do De-
creto n 158 de 7 de Maio de 1842: c 4 final-
mente, que se o referido crdito, nao fosse ba>
tante para a despeza ordenada, se deveria repre-
sentar com possivel anticipacao ao sobredito
Ministerio da Marinba, demonstrando circums
tanciadamente a insuliicicncia delle, c a neces-
sidade de ser augmentado, c dequanto; sobr es
tando-se entretanto na despeza, ou no paga-
mento della, debaixo de responsabilidade.
DitoAo Inspector da Alfandega, idem a
somma de oitenta eseis contos setecentos e
trinta e cinco mil ris com a administraran da
mesma Allandega, e no mesmo sentido do an-
tecedente ollcio.
DitoAo Administrador da Mesado Con-
sulado, idem a soturna de trinta e tres contos e
quindenios mil ris com a administraco d a-
quella Mesa, idem.
mi m do da 22.
OffcioAo Etm. Presidente da provincia,
informando o requorimento do Antonio Fran-
cisco, em que pedio vencimentos do lempo, que
esteve na ilha de Fernando, como praca sen-
tenciada.
Dito Ao mesmo Exm. Sr., idem os reque-
rimeutos de Joanna de Miranda Castro, mulber
do Cirurgiao Ajudante de commissao Luizde
Franca Pimentel e de Mara Joaquina da Trin-
dade, mi do Cirurgio Ajudante, tambem de
commissao Jos Felis de Moraes, em que pedi-
rao a continuado das preUaces, que estavao
percebendo por esta provincia, e a que se op-
poz o Commissario-fiscal do Ministerio da
Guerra.
DitoAo mesmo Exm. Sr., informando,
que a plvora viuda da corle com deslino para a
provincia do Rio Grande do Norte, loi remet
tida a mesma provincia em 13 do corrente pela
barraca Flor d'Aurora, Diestro Francisco Igna-
cio Ferreira Jnior.
DitoAo mesmo Exm. Sr., pedindo se dig
uasso indicar a distribuido do crdito de oito
coritos de ris, marcado pela ordem Jo Tribunal
do Thesouro Publico Nacional no 131 de 3 do
corrente mez (Julho), para as despe/asda Guar
da Nacional desta provincia, a cargo do Minis-
terio da Justica, no exercicio corrente de 1844
1845; visto nao se poder guiar pelas despezas
dos annos anteriores,com as alleraces que suc-
cessivamentese tinba leito, lano no numero de
oornetas, clarnse Instructores, como nos res-
pectivos vencimentos.
DitoAo A. da Mesa do Consulado. Em
virtude da sua inforniacao de 11 docorrente(Ju-
Ibo) sobre o requerimento de Domingos
Jos Vieira em que pede se Ihe entregue as ca-
xas de assucar de sua conta, que se achao pesa-
das no trapiche do Pelouritrho para as recolber
ao seu armazem, timbo a dizer-lhe, queosup-
plicante deve ser allendido; porque nao httven-
do einda nesta provincia armazensalfandegados,
as ordens desta Tbesouraria para o exacto cum
primento dos artigos 40, 125, 126, e 100 a
194 do regulamento de 30 deMaode!836
devem entender-se de conlormidade com a pra-
tica ja estabelecida dos gneros, sujeitos a di-
reito de exporlacao, poderem ser recolbidos an
armazens de seus donos, logo qte se acharem
pesados e inspercionados nos Trapiches em que
de embarc:io, e coen todos os mais requisitos
para a fiscalisacao do seu ultimo destino.
DitoAo mesmoNao marcando o regula-
mento de 30 de Maio de 1836 e mais ordens
posteriores o numero de soites, que os citores
dessa Mesa devem darao algodao, que inspec-
ciouo. cumpre que vossa merco seguindo a an
liga pratica, e o que mais se conciba com o in-
teresa de todos, o mande elassiGcar em tres
sortes com a de-ominacao de primeira qua-
lidadesegunda qualidade=e refugo=-fazen-
do comprenender nesta ultima todo o que se
acbar com I illa do limpeza.
OflicioAo Kxm. Presidente da provincia
Jllmo. e Exm. Sr Pedindo o supplicante Mi-
guel Antonio da Costa c Iva, nio obstante es-
tar convencido de que o art. 15 1. da lei de
21 de Oulubro do anno passado, sentando do
pagamento do sello proporcional as letras de
cambio, e da Ierra passadas, negociadas ou a-
ceitas pelo Governo e seus Delegados, e os sa-
ques para movimento de fundos de urnas para
outras repartieres da Fazenda, com prebende
tambem as letras de cambio, ou da trra pas-
sadas, negociadas ou aceitas pela Tbesouraria
das Rendas Provinciaes, que V. Ex. assim o
declare, atim de que osdireitos do suppiicante
noscjo prejudicados na occasiao de terem lu-
gar semelbanles transad oes, o dando a lei a
mesma inteligencia parece-rru;, que o supp-
cante pode ser attendido.
Dito Ao Commandantc da Iba de Fernn- j
do de Norouha, communicaado ter oExm.j
Presidente da provincia mandado por oflicio de I ta do quanto so dispendeo por aquello arsenal,
lOdo corrate, em vista do requerimento do com o fornecimento de luz e agoa ao corpo da
guarda de paiacio desde o 1. de julho de 1843,
t o da, em que pelo mesmo arsenal se dei-
xou de fazer dito fornecimento; a lim de ser le-
vada ao debito do Ministerio do Imperio por
encontr com o da guerra.
Dito Ao inspector do arsenal de marinba,
pedindo informasse com toda a brevidade, co-
mo devia ser calculada, e que valor se dava a
radio diaria de porao, que recebiao os presos
vindos da liba de Fernando, quando ero for-
necidos pelos navios, que os condusio, e a Fa-
zenda Publica tinba de fazer a competente n-
demnisaco.
PortaraAo thesoureiro dos ordenados pa-
ra, em cumprimento da ordem do tribunal do
thesouro publico nacional n. 126 de 28 de ju
nho lindo, pagar a D. Maria Francisca d'As-
sumpcao, a quantia de 206^151 rs., impor-
tancia do meio sold, que se Ihe devia de 24
de Oulubro de 1836, ao fim de Junho de
1841.
Daniel Rodrigues de santa Anna, vesierrado
na mesma ilha, e das informarles a quo se pro
cedeo que se abonasse a este a diaria do 320 rs.
ern lugar da de 160 rs., que venca como mes-
tro de primeiras letras naquelle presidio.
dem dodia 24.
OflicioAo Exm. Presidente da provincia,
informando sobre os concertos de que precisava
o qunrtel da companhia de Artfices.
Diio Ao mesmo Exm. Sr. informando o
requerimento do Major Joao Paulo Ferreira
em une pedio ser prvido no lugar de instructor
geral da Legio de Guardas Nacionaes do Mu-
nicipio deOlinda.
PortaraAo Collector de Diversas Rendas
do municipio do Rio Formoso, recommendan-
do a maior actividado na execucSo de25 man-
dados execulivos contra diversos devedores a
Fazenda na importancia total de 11:538^333
rs., que Ihe forito remettidos polo Procurador
Fiscal da Tbesouraria.
DBMJK) DA 26.
OflicioAo Exm.' Presidente da provincia,
informando o requerimento de Jos Goncalves
Ferreira e Silva, Manoel Goncalves Ferreira,
Padre Antonio Goncalves Fprreira, e Manoel
Ferreira Antunes Villaca administrador de sua
mulber, como herdeiros de seu pai Bazilio
Goncalves Ferreira, em que pedirao por afora-
mento o terreno do Marinba do que se achavao
de posse no fundo de trozo moradas de casas
terreas, que possuiao na ra do Caldereiro.
Dito Ao mesmo Exm. Sr., rogando se dig
nasse satisfazer ao oficio, que acompanhava do
commissario Fiscal do Ministerio da Guerra,
expedindo as suas ordens para que se observas-
se o que este indicava relativamente a indem-
nisacao, que anda deviso fazer 6 Fazenda Pu-
blica o Sargento Ajudante da batalhao de Ar-
tiIberia a p n. 2 Jos da Cruz dos Santos, e o
soldado Jos Ta vares de Melllo, da companhia
de eavallaria fixa d" 1.* linha desta provincia,
ltimamente demittidos do servido.
DitoAocommandante das armas, envian-
do a conta da despeza com o aluguel da casa do
destacamento do termo do Brejo, e os recibos
do que se dispendeo com a luz e agoa do mes-
mo destacamento que acompanhrao o seu
oflicio de 16 do Outubro de 1813 para seren
legal isados.
DiloAo Director do Arsenal de Guerra,
participando ter a ordem doTriliunal do Thro-
no Publico Nacional n. 131 de 3 do corrento
me/, autorisado a Tbesouraria para dispender
no actual exercicio de 1844-45, 44:360000
rs., com as despezas do Arsenal de Guerra, e
3:6448000 com as dos aprendises menores; e
que cumpria declararIhe : 1., que estes cr-
ditos nao podiao ser excedidos sem ordem do
Ministerio da Guerra transmitida pelo Tribu-
nal do Thesouro Publico,que aulorisasse maior
despeza, ou ordenando expressamente o Exm
Presidente da Provincia nos termos do artigo
48.1a lei de 4 de outubro de 1831, o do decre
lo n. 158 de 7 de Maio de 1842; 2 >, que a
nao seren bastantes os mesmos crditos para as
despezas ordenadas deveria fazer aviso com a
possivel anticiparan, demonstrando circunslan-
riadamente a insuficiencia delles, e a necessi-
dade de serem augmentados, e de quanto, para
ser tudo levado ao conbecimento do Governo
Imperial, sobr'estarsdc entretanto na continua
cao da despeza debaixo da sua responsabilidade;
e 3., que ossupprimenlos aquella Repartcao
seriao feitos conforme as despezas que se fi/.es-
-m nunca excedendo da duodcima parte
em cada mez.
0to= Ao administrador do Correio idem
8:8i0i000rs. com a administracao dos Cr-
relos da provincia, e450jiOO rs., com as dos
Telgrafos, idem
Dito=Ao procurador fical da tbesouraria,
com a conta acompanhada de duas letras do 20j
rs., cada urna, saccadas pelo collector de di-
versas rendas do municipio de Nizarelb, a fim
de diligenciar o embolso da fazenda pelos mei-
os que julgasse convenientes.
Dito Ao inspector da tbesouraria da pro-
vincia do Rio Grande do Norte, participando
que achando-se esta thesouraria autorisada pe
la ordem n 131 do tribunal do thesouro publi-
co nacional de 3 do corrente, para supprir a a-
quella, durante o actual exercicio de 1844-45,
com a quantia de 49:952^327 rs., em presta-
ces, nunca excedentes a duodcima parte em
cada mez, por meio de saques ou retuesta*,
como mais conveniente fosse, entendendo-se
neste raso com esta thesouraria, cumpria pre-
venir deque j estando aquella, na pralica de
embolsar-so de semelhantes supprimcnlos, por
meio de saques, nem urna remessa dnqui se fa-
ria em moeda, como talvez fosso mais conve-
niente para regularidad? dos mesmos suppri-
mentos, sem que fosse expressamente ordo-
nada.
DitoAo director do arsenal de guerra, pe-
dindo enviasse com toda a brevidade urna cou-
INGLATERRA.
Casa dos Communs 3 de Junho.
Tendo-se a Casa resolvido em commissao de
mcios, para o fim de tomar em considerado
os direitos do assucar.
O Cbanceller do Exchequer fez observarles
sobre a grande importancia de se augmentar o
supprimento do assucar outr'ora objecto de
luxo, mas boje genero quasi que de primeira
necessidade da vida; julgava do seu dever pro-
por nma medida que nao so assegurasse esse
supprimento mesma Inglaterra, senao tam-
bem deixassealgumas sobras para a exportadlo.
Nao era esta a primeira vez quo se apresentava
a proposla de facilitar se a admiss ao do as-
sucar produzido n'outras nacoes por bracos
livres; mas era mister que tal admissao fos-
se lao restricta, que impedisse a inlroduc-
cao dequalquer producto de trabalho nao li-
vre. Varios mernbros tinho dado prova de
opposicao em differentes sentidos. A indica-
cao de Mr. Ewart era para a igualaran dos di-
reitos sobre a prodcelo estrangeira com os da
colonial Ingleza; porm este arbitrio ja tinha
sido regeitado pela Casa n'outros annos. Pelo
contrario Mr. Miles eslava entao para propr ,
que se houvessem de ser diminuidos os direi-
tos sobre o assucar estrangeiro se fizesso urna
reduccao proporcional em favor da produecao
das colonias tnglezas de modo que Ihes dei
xasse as suas actuacs vantagens relativas; mas o
Governo nao poda ir lao longe. As Indias Oc-
cidentaes estava para acrescer urna grande van-
lagem pelo augmento de facilidades para a emi-
gracao de trabalho e artes que ellas empresas
sem algum capital addicional na forra d'essa
emigracao, era justo que ellas fossem adverti-
das dos meios que se julgava conveniente adop-
tar para admittir outro assucar do livre pro-
duecao em competencia com o d ellas. A pro-
posta mais extrema era aquella annunriada
por Lord John Russeli, o qual quera incluir
o assucar produzido por escravos n'aquolla pro-
duecao estrangeira que ora se propunha admit-
tir com direitos diminutos ; mas elle ( Lord
Cbanceller) nao podia crr que a casa consen-
tisse agers em desperdicsr se aquella grande
somma que este paiz havia pagado pela aboli-
cao da escravaria, creando por urna nova alea
de procos um estimulo addicional para a impor-
tarlo d'escravos as colonias estrhngeiras. El-
le negava a existencia de fundamento algum
para receiar-se que a diminuirn de direitos
que ora so propunha no assucar de livro pro-
duecao nduzisse a alguma importaran d'esse
genero dos Estados-Unidos. Elle concluio
propondo urna resolucao para continuaren) as
actuaes sommas respectivas de direitos d'assu-
car, excepto sobre o produzido por bracos li-
vres nos paizes estrangeiros os quaes propunha
elle reduzir-se a 34 s. por cem arralis, com
nrn direitn Jdiclcnal de 5 por cont.
Lord Jobn Russeli disso que *e spressavh a
propr uuia emenda com um animo muito a-
corogoido pelo facto de ter o Governo cedido
metade do terreno em que outr'ora resistir as
suas ideias Pois certamente era melhor se-
guir a linba simples e recta que elle linha ad-
vogado tantas vezes. Era inexacto o dizer-se
3ne nao era nova a distincQio entre assucar pro-
uzido por trabalho livre e nio livre. Corta-
mente era muito novo o levanlardes um pulpi-
to na longa salla da vossa Alfandega, o erigir-
dos os vossos guardas em pregadores das dou-
trinas antigs escravisadoras. Vos tinheis tran
sacr5es commerciaes com varias Nacoes barba-
ras; mas nao era vosso rostume inquerir, an-
tes que se admitiese a sua produecao que espe
ote de institui' oes sociaes existiao entre os seos
Cbefes arbitrarios e as suas tribus avassalladas.
Vos propundes agora admittir-sev_p assucar de
Javae Manilha. cos
C c te piUUC^tt
to que a poltica d'esses paizes fosse muito du-
vidosa em materia do liberdgdo pessoal; mas
exclus o assucar de Porto Rico, porque a vos-
sa consciencia eslava escandalisada da ideia do
que talvez parte d'elle fosse produzido por es-
cravos. Porm o que nao fiestes directamen-
te, lizestel-o com rodeios, porque quizesteis
retinar c exportar esse assucar de produecao
n5o livre, e receber em seu lugar o canhamo e
o cebo da Russia, o que vos pareceo ser um
meio muito fcil de tranquillisardes a vossa
consciencia, mas elle (Lord J. Russeli) nao|ul-
gava, que elle parecessese quer salvar a hypo-
crisia. Se fosse permiltido aos Eslados-Linidos
mandar-vos os seus assucares, o que fario ot
somma de 50.000 tonelladas por anno, elles
receberiao o assucar produzido por escravos pa-
ra seu proprio consummo na mesma proporco;
e por tanto, em toda essa extenso animarieis
vos o assucar de produecao nao livre. De mais
elle cria que nao se devia prestar t muito im-
plcita a certificados de origem Americana. Era
pos chegado o tempo em que estes direitos de-
viso de passar por urna plena reconsideradlo.
Via-se que o supprimento do assucar nao era
tal quo desse ao povo d este paiz os meios de
consummo anda na mesma proporco quo d.>n-
tes; pois pelo contrario havia al^uns annos que
o povoconsummia 18 ou 19 libras de 8ssucar
por cabeca, o nos ltimos coosummio ni 16 ou
17 libras, e todava n'estes ltimos annos tinha
havido um grande augmento n/> consummo do
caf, o que naturalmente augnu'ntava a procu-
ra de assucar. Tinba-se facilitado muito a
emigracao de trabalho para as Indi as Occiden-
laes; com essa facilitado loria u'c visto com
satisfacao combinada urna reducQao de direitos
tal que desse ao povo meios de augmentar o
consummo; mas elle nao pensava que se de-
vessem perverler estes principios para o mero
fim de sustentar-se a consistencia de um gabi-
nete.
A sua actual proposta era geral de sujei.'ar
ao direito ora proposto de 34 s. o assucar ito
todos os paizes estrangeiros quer produzidos por
trabalbo livre quer por escravos ; aciescentan-
do um direito addicional sobre qualquer especie
de assucar estrangeiro importado em estado de
refinacao ou de fabricacao superior. O prin-
cipio geral que dove dirigir estas questoes do
commercio loi estabelecido em 1783 por Lord
Shelburoe de modo que vos nao devieis ten-
tar regulal-as pela/ legislaran nem estabelecer
monopolios sempre imprudentes e especial-
mente n'um paiz que est as circunstancias
do nosso. Mas agora aqui temos um monopo-
lio muito novo e singular declarando a mu-
tas nacoes do mundo que nao queremos com-
merciar com ellas. Elle nao sabia com que ca-
ra podamos dar regras s outras nacoes sobre
este objecto, como fez ha pouco Lord Aberde-
en quando assim excluamos o trigo estran-
geiro e a madeira estrangeira. Elle deseja
va ver as nacoes seguirem utna poltico mais sa-
ba e ver folbetos escriptos, nao como aquel -
le que dava triste idea do carcter do seu autor,
por fazer a guerra mais destruidora porm a
fazer a paz mais henifica.
(Continua.)
'.wniiiii t|t*>wi.
- '- ;_ -"^-.--H
Com innncado.
QEMPAOHE POR NOS HE CON-
TRA NO'S.~
O).novo d'bontem desafia os correspondentes
do Diario de l'ernambuco para Ihe coinbatercm
estas e outras propos ts, a que chama seus
principios.
Tinbamos vontade de observar ordem e pre-
cisao n una discussao, que se diz dos principios
do /). novo; mas o seu artigo he lao atrapalha-
do, que nos parece um aran/el; mistura lautas
proposices e aecusacoes vagas contra o governo
e a poltica geral com a sua exigencia de demis-
soes na Polica da provincia, e o faz to alter-
nada e confusamente, que o nao podemos acom-
panhar.
bXantiOStnOS pms aqu e acola oque oi9. 0-
vo quer fazer passar por s*u principios, e siga-
mos a ordem do tempo, em que alguns tartos
teem succedido. Subirn em 2 de Fevereiro ao
poder os rs. Alves Rranco, Almeida Torres,
Ernesto oCoelho; por este facto, diz o D no-
vo, que triumfrao os seus principios. Vejamos
quaes sao os principios, dos Ministros. Antes
de subirem ao poder ero elles correligionarios
dos Ministros, que o largrao a 30 de Janeiro,
tendo seguido principalmente os tres ltimos
na Cmara temporaria a poltica dos Ministerios
de 23 de Marco e 20 de Janeiro, aos quaes de
41 para c os redactores do l). novo doixariode
servir; temos portanto que procurar nos actos
do Ministerio, e as palavras dos Ministros do
2 de Fevereiro por diante os seus principios po-
lticos.
O Ministerio nao leve programma: o acto,
quo elle deciarou, que simbolisava a sua poli-
tM fo i vtuYmtiya Com iodos os ci CQTOtM*
\
ft..


rios: as palavras com que explicarlo o vago des-
se programma foi que no querio rehabilitar
os rebeldes, nem o partido vencido em Soroea-
ba e Rarbacena, massim estabellecer urna pol-
tica de conciliacSo.
Eis o principio, queoZ). oto podera dizer,
que venceo, eis o que se pode chamar principio
lo Ministerio de 2 de Feverciro, eis um dos
principios do I). novo, que diz ter os muraos
principios dogoverno actual.
Mas diga-nos o D. noro,sc o principio da po
litica de concilmcSo combina coni o dQuem
nao he por nos. he contra nos ? Se a concilia
cao combina f-om as demisses quo elle pede;
porque M exigencias de sua poltica fundada no
quem nao he por nos, be contra nosnao
permiltom que se lacao s oloicoes, estando a
Polica Com individuos mpregados pela Admi-
nistracSo passada ?
Se este nao he o seu principio, explique-nos
qual he o principio em cujo nome exige da Pre-
sidencia laesdemissoes.
A pretencao de que sejlo demittidos todos os
mpregados subalternos de Polica, como Sub-
delegados, Inspectores, etc. nao hecondcao do
svstema representativo, e muito menos ser um
principio poltico l'al condcao nao est es-
cripta na constituirn, nem em nossas leis; nao
he proclamada por publicista algum, nem ja
mais foi verificada em paiz algum governado re-
gularmente pelo systema representativo.
Inferimos pois, que o D. novo deduz a sua
exigencia do seuQuem nao be por nos be
contra nosproposicao esta, quo nao se podo
conciliar com a poltica de conciliae&o de todos
os Brasiieiros, que o Ministerio proclama,
Insultis -nos, cbamando-nos cobardes, por-
que nao so (Iremos calados, que exijis demis-
soes em nome da patria e de vossos principios,
qutso os do governo.
Quem vos pode entender, ou telerar ?
So desprezamos vossas arengas, alurdiaes que
tendes triumphado, |ue o nosso silencio hecon-
fisso e medo de vencidos. Se repellimos com
energa as exigencias que fazeis imperiosamen-
te Presidencia para demiltir todos os mpre-
gados, se mostramos que assim anarchisaes o
paiz e solapis a Monarchia, nio por interesse
do nossu partido, que com as demssoes impos-
tas, mas cresce, lomando odiosos os que as exi-
gem e asexecutao, mas smente por sustentar
a dignidade do Governo Imperial na pessoa de
seu Delegado, dizes que somos cobardes Por
ventura pedimos nos a reBtituic&o dos demitti-
dos, ou a demissao de vosso Chelo de Polica,
e dos novos Delegados de vossa pandilha ? Nao.
A vos he que nada falta. No vos contenta um
Presidente aqui posto por um Ministerio, cujos
principios dileil que segus; nao vos satisfaz, um
Chele de Polica tirado do vosso club e um dos
vossos redactores: anda sao poucos9ou 10 De-
legados dos principaes termos da provincia, e 9
ou 10 Subdelegados todos do vossa leiyao, he
necessaro que toda a forca publica se eche a
ossa dsposicao, e vos sirva para que vos jul-
gueis com igual partido na lucta eleitoral. Nao
percebeis, que d'esla sorte denunciaos ao pu-
blico a menora, em que vos acbas na pro-
vincia ?
Desfiados assim os vossos principios das de-
missoes para vencer as eleir,5e, doQuem
no he por nos he contra ns,e da poltica de
conciliaco, vamos ao absurdo de que o Impe-
rador ra'> nde sem ficar n'iima posico difji-
cil. sem comprometter a Monarchia demiltir
os Ministros actuaes, chamar .o gabinete os
homens de estado, que seguem poltica difie-
ren te.
.Sobre a pessoa do Imperador nao pode rellectir
ode/arde um ououtro Ministerio, o descrdito
desta ou d'aquella poltica. Acons itukaodoim
perio de arcordo com as hazes fundamentaos da
Monarchia Representativa Ihe reconhece o di-
reito de nomear e demiltir livremente os Minis-
tros, e o de ser nao so irresponsavel, por seus
aclos. como inviolavel e sagrado.
A Monarchia ea Dynasta do Sr. D Pedro
I. so obieclos sagrados, que terao assenio per-1
peiuo no coracao dos Braseiro?, ?<"> romo soa i
sua perpetuidade be consagrada na le funda
mental do Estado. Nenhum acto havera, pelo
qual o Sr. D. Pedro II. no exercicio do Poder
Moderador possa achar-se em postcBo diffictl.
nem comprometer a Monarchia, da mesma sor-
te que a subida ou queda suecessiva dos Torys
edos Whigs jamis poderlo coniprometler na
Inglaterra a Monarchia hereditaria; tal he a
lortuna dos governos parlamentares.
Ameacuis a Monarchia do Brasil Queris,
que a custa dola se satisfarn os vossos insacia-
veis desejos de mando e ouro ? Como vos enga-
is !er pioipios, entender alguma cousa
L
Alfandega.
Rendimento do dia 31......... 6:186,>976
Descarrego hoje l* de Agasto
BrigueFeliz Destino -mercadorias.
Kscuna inglezaInvencible dem,
liriguoConceico de /Vanaidetn.
IMPORTJQA.
Feliz Destino ; brigue portuguez, vndo de
Lisboa, entrado no correle mez, a consigna-
cao de Francisco Severiano Rabel lo manifos-
tou o seguinte :
40 pedras de cantara ; a Jos Ramos de 0-
liveira.
45 pipas e 31 barris vinho 30 pipas vina-
gre, 28 barris carnes, 90 canastras batatas,
1308 molhoscebollas, 1 pessade cabo, 1 em-
brulho impressos 1 dita ignora-se, 4 latas
queijos 1 bocta flores, l lata sementes, 1
moldo louro, 1 vaso plantas.
1 caxa calcado, e msica ; a J. Lasary.
2 barris vinho, 2caixascal; a J. P. de Lo-
mos & Filho.
1 pipa vnho ; a JosPereira.
2 barris lito ; a A. P. Carnoiro.
288 molhos cebollas; a S Araujo & Ir-
ma o.
Mov ment do Porto,
Navios entrados no dia 31.
Rio do Janeiro; 11 das brigue nacional
Leo, de 170 toneladas, Capitao Antonio
RodriguesGarcia.equipugem II, carga car-
ne.
Arcobassa; 8 das garopera Flor do Mar ,
de 27 toneladas, Capitao Francisco Jos de
Paula Jnior, equipagem 6, carga larnha.
liartimore ; 34 das, brigue americano lira-
iliense de 201 toneladas, Capitao J. L.
Weght, equipagem 8, carga farinha de
trigo.
Sahidos no mesmo da.
Rio de Janeiro ; brigue nacional Eugenia, Ca-
pitao Manocl da Silva Monteiro carga va-
ros gneros.
Portor do Norte; v apor nacional Paraense ,
Commandant- Joaquim Pexoto Guimaraes.
Passageiro : o Conde Dumons, Francer.
Ed t 1.
1=0 lllm. Sr. inspector da thesouraria d
fazenda desta provincia, manda fazer publico,
quo o praso marcado de seis me/es para a subs-
tituidlo das notas de 5000. IOjOOO e 20j000
res da primeira estampa, finda-se em 10 de
Seternbro prximo vindouro; e desto da em
diante ficar ditas notas sujeitas ao descont
de dez por cento'em cada mez. na formado
artigo 5. da le n 55 de 6 de Outubro de
1835, e no fim dos dez inezes destes dcscoritos
sem valor algum, como se declarou no Edi-
taldelO de Feverero desto anno. Secreta
riada thosourara da fazenda de Pernamhuco
30 de Julho de 1844. Joaquim Francisco
Rastos.Oflicialmaior. (15!
Ifcpclaracors.
2=0 Administrador da Mesa da Recebedo-
ria de Rendas Geraes Internas, tendo chama-
do aos moradores dos bairros do Recife, Santo
Antonio, Roa vista e Aflogados para paga-
rem at o fim do correnle o que esto a dever
de taxa de cscravos, impostos do banco seges
ecarrinhos, bens de mao mora, canoas e bo-
tes, ninguem tem comparecido e por isso
passa a tirar relacSes e remetler para o juizo
no t.'do crrente Agosto sem excepto do pes-
e para que chegue ao conheci-
mcn'tc de todos mandei annuncar pelo Diario.
Recebedoria 29 de Julho de 1844. francisco
Xavier Cavalcantt de Albuquerque. (14)
Pela Secretaria da Polica d'esla provincia se
faz publico que n cadeia da provincia das
Alagoas existe preso, como communcou o res-
pectivo Chele de Polica um preto de nomo
Joao que se diz escravo do casal do finado Ca-
pitao Jernimo Barreiros Rangel.
- Pela Secretaria da Polica desta pro-
vincia se faz publico, que foi remettido
pelo Delegado do termo de Nasaretl
m
3 AssociatSo Commercial de Pernambuco.
A reuni&Vda Assembla Geral da AssocacV quizar fazor este negocio anuncie. ['>)
Commcrcia! d'esta praca, designada no artigo 1Aluga-se um preto canoeiro para tra-
entrando com quantias iguaes; a pessoa quo
quizer fazor este negocio anuncie.
enino pardo de idade 4 annos que
se diz
fora
aoM nZ odo ogo da Mon.rrhi. Rcpre- chamar Angelo e que para aque.le lugar for
IV iv m t .d,ls os dias ira. o Imperador conduzido poruma parda de nome.r. Fr.n
--------------- B ,_T -------^--------- 0
5.'do capitulo 3.o dos estatutos para se proce-
der eleicao da nova Mesa da ireccao, o pa-
ra a qual sao os Km. socios pelo presonte con-
vidados a comparecerem ha de ter lugar na
quinta-feira prxima 1." de Agosto ao meio
dia em ponto, na sala dassesses da mesma As
sociacSo na Praca do Commercio. Pernambu
co 27 de Julho de 18W.=Manoel Per tira Ro-
i'ts, Secretario. (12)
Avisos martimos.
2 = Para a Baha sabe a sumaca nacional
Trez Irmaos em poneos das ; quem na mes
na quizer carregar ou ir de passagem dirija
se aos consignatarios Novaes Se C. na ra da
Cruz n 37. (5)
2 = Para o Rio de Janeiro seguir com a bre-
vidade possivel o brigue Principe Augusto de
boa marcha. Capitao Joaquim Soaes Meanm;
qnem no mesmo quizer carregar embarcar
escravos, ou ir depassacempara o que tem bons
commodos, pode enlen ler-se com Amorim Ir
naos na ra da Cadeia n 45. (7;
2= Para o Aracaty segu viagem mpreteri-
velmenle no dia 8 de Agosto o patacho Emu-
laco : recebe carga e passageiros; quem pre-
tender dirija se a bordo do mesmo a fallar com
o Capitao ou com Manoel Goncalves da Silva ,
na ra da Cadeia do Recife : na mesma conlir-
mdade o hiate Eliza. (8)
Avisos diversos.
sen itiva, quem lodosos das tra

'oes
Repblica? Uicant l'aduam.
S er3. uasReaea altribo: cisca; .qual sendo interrogad, declarara nao
oe a n m'.l do Sato de um Presidente ,1o ser o supradicto menor seu Ribo e s.m escravo
de um botelho morador n'esta cidade : a quem
! pertencer do menor dirija-se a Secretaria da
i Polica,
2= Aluga-se o 2. c andar do sobrado n. 9
da ra do Cjueimado ; a tratar na loja do mes-
mo. (3)
1=. Aluga-se um sitio com 2 casas, san/alia
para prelos cozinha e estribara propria
para grande familia sita na estrada da Piran-
ga, perto da povoaco dos Alfogados; quemo
pretender dirija-se a ra da Cadeia-velha
n. 48. (5;
Dcseja-se saber quem sejao os Senhores
logista de fazendas e dono de casa de molba
dos. quo tem transacSea com Francisco Anto
nio do Souza Pereira morador em ponta de
I'edra e que all negocia com molhados c fa-
zendas para se tratar negocio do dito Sr.
Maria Joaquina de S. Thom, Professo-
ra substitua das cadeiras de primeiras letras de
meninas desta prac,a ensna particularrnente
ler, escrever contar, arithmetica e diversas
qualidades de costuras: tambem recebe eu sua
casa algumas meninas de pessoas que morao
fora da cidade ou que morando na cidade as
queirao confiar da sua educacao; quem preten-
der utilisar-se do seu prestimo dirija-se a ra
ireita 1. andar n. GV
s= Urna parda de bons coslumes se oflere-
ce para ama de alguma casa que tenha pouea
familia, ou de hoinem solteiro; d fiador a sua
conducta : quem precisar dirija-se a ra das
Larangeiras n. 22
= A pessoa que annunciou pelo Diario de
31 de Julho precisar de quatro ceios mil res
a premio dando penhores de ouro e prata ,
sendo que ainda precise, dirija-se a ra do Ro-
zario da Boa-vista entrando para o paleo da San
ta Cruz n. 33, no segundo andar.
= A pessoa que auDUiuiOQ querer qutro
centos mil ris a premio sobre penhores de ouro
ou prata dirjase a botica do Brandao na
ra do Livradiento n 2, onde se din quem d.
= Aluga- se o primeiro andar do sobrado da
ra Nova o. 37 a tratar na loja do (erragem
do mesmo.
= Acha-se ja aberta a nova venda sita na
ra do Hospicio junto ao quartel intitulada
Leo d'Ouro. Nesle novo estabelecimento se
encontro todos os gneros que em estabeleci-
mentos laes costumo haver e pelos mais com-
modos precos.
a= Uuem annunciou no Diario de Qhiarta-
feira 31 do me/ prximo passado de Julho, que-
rer quairo ctuis fii rc a juri, com perillo
res do ouro e prata, dirija-se a ra da Praia,
n. 22.
= A pessoa que por engao tirou do correio
urna carta viuda do Sul pelo vapor Paraense,
de numero 506 para Siviriano Jos de Moura ,
queira por bondudu ir ou riiaudal-a entregar
mesmo no estado em que a mesma se achar; na
ra da Praia n. 17, no tanque de Senhor Car-
dea!.
Precsa-se de um caixeiro para venda ,
porm que este tenha bastante pratica, c que.se-
ja capaz de desempenhar o seu dever ; na ra
do Livramento n. 38.
as Da-se dinheiro a juros com penhores
de ouro e prata, mesmo em pequeas quantias:
na ra da Praia n. 22.
1 Precisase de urna pessoa que tenha co-
nbecimentos nesla praca enomatlo, para se
fazer sociedade em um armazem de molhados
baldar por algum lempo rumia canoa: quem ti-
ver e quizer aiugar annunciu
A pessoa que no Diario de 31 de Julho
annunciou querer comprar um correiamc do
couro do lustro ; sendo anda que queira pode
procurar na ra Nova r. 63 onde echar um
em bom estado o fa/.er todo o negocio.
= Arrenda-se um sitio perto da praca quo
tenha pasto todo anno para 8 a 10 vaccas; quem
0 tver anuncie.
= Precisa-se de um rapa; Porluguez de ida-
de de 14 a 13 anuos para caixeiro de um enge-
rido distante desta [iraca T legoas quem so a-
char neslas circunstancias dirija se aos quatro
cantos casa pegada ao sobrado dedous andares
que achara rom quem tratar das horas at as
10 da mandad.
1 Aluga-se o primeiro andar da casa sita
na ra Nova n. 21 ; quem pretender dirija-so
a loja do mesmo. [o)
1 abaixo .asignado, com venda na ra
de Santa Cruz defronte da Ribeira da Boa-vista
n. 56* declara ao Sr. Lagos arrematante das
agoardentes de producao brasileira quo ello
dexou de vender o dito genero do ultimo do
Julho e para clareza la/ o presente.
Jos do Sacramento Silva. (7)
Precisa-se alujar urna preta tao smente
para vender na ra e que seu Senhor se respon-
sabilise pela dita venda pagando se deis mil
ris por mez; na ra do Rozario estreita n,
43.
1 SOCIEDADE APOI.I INFA.
Nao se tendo reunido numero suficiente de so-
cios para a convocado annunciada para odia
30 de Julho ; a commissao administrativa da
mesma sociedade deliburou se li/.esse nova con-
vocado d Assembla Geral para Terca-feira 0
do correte as quatro horas da tarde para so
traclar da reforma de varios arligos dos Estatu-
tos e da ndmeacfio de vice director, visto o
nomeado nao ter querido aceitar. (10)
Aluga-se una boa casa no Atierro dos
Aflogados unnexa aositio do tallecido .Machado,
a qual est cada e pintada de novo tem duas
salas, seis quartos, cozinha fra e copiar ;
trata-se na ra Direila n. 82, primeiro andar.
i'recisa-se de 2 aprendizes do chapelloiro
na ra Direita n. 111.
Aluga-se um armazem bastante grande na
ra do Amorim,n. 14 prximo a mar; a tratar
na ra da Praia n. 22.
1O Sr. que no dia 27.do correte foi na
ra do Rangel para comprar o descobrimento
d'America, sendo que ainda queira pode ir
buscar (4)
SOCIEDADE TIIEATRAL PHILO-
THALIA.
1A direefao faz sciente aos Srs. socios que
os bilhetes para a recita de 3 do corrente, sero
destribuidos do dia 1. em diante na casa do
respectivo thesoureiro ra do Collegio n. 5,
advertindo mais que smente se recebora um
mez do mensa I idade. (8)
1Qnem quizer atlerrar um atierro em F-
ra do Portas; dirija-so ra do Yigario n. 23
para seajustar. (3)
1Chegou pelo ultimo navio urna poreao
de superiores charutos regallia, e grandes o pe-
quenas caxas em casa de Fernando Lucca, ra
da Alfandega Velha, n. 34. (4)
10 J'Jz S Me.'Cr0S d rmandflil do S-
tissimo Sacramento Ja nova freguezia do S. Jo-
s desta cidade, asseverao nao ser verdadeiro o
boato esp.lh.do de pretender a dita irmandado
esbulbar o I'atrarcha S. Jos do Nixo, ondo
est collocado, o ondo se desoja continu como
dono do Ten.po; a rmandade sim pretendo
por meios pacficos quo o Santissimo Sacramen-
to seja collocado noaltar-mr, sem todava in-
commodar o Sanio I'atrarcha. (10)
1A mulher de idade, que se offereceo no
Diario de 30 do passado para estar em compa-
nliia de una senhora : queira dirigirse a ra
da Conceicao da Boa-vista no sobrado n. 8,
que encontrara o que dese|a. (5)
DeSvta se saber com "'srsde emnerbo so
ja ha traduzida, do Allemo em Porluguez a
pessa Caballa e Amor, por causa de urna duvi-
da, quem souber tenha a bondadede annun-
car. *
Aluga-se o armazem da casa n. 7., ra da
Cruz, no primeiro andar da mesma.
Precisa-se aiugar por algum lempo dous
negros que entendao de trabalbar do enohada
para um sitio perto da praca, na ra da Cruz,
n. 7 primeiro andar.
Kenworthy & Brender a Brandis tem cons-
tantemente para vender um sortimento do taxas
de ferro coado para engenho a 90 ris, por li-
bras, ra da Cruz, n. 2, armazons de fera-
gens.
2Quem anuuuciou no D-noto de 29 do
corrente, querer ceder a posse de 10 accoes da
Companha do Bobiribe dirija-se a ra Nova
n, 4, segundo andar. (4)





> I
m
4
Ouetn precisar de urna crioula para ama
de urna casa de homem solteiro ou de pouca
familia dirija-se a travessa do Queimado,
venda n. 1.
OSr. queoflereceo S rs. pelos livros
intitulados physica divertida sendo inda quei-
ra pude ir busca I-os.
1 Aluga-se o segundo andar da casa da
esquina da ra larga do Rozario defronte da
igrejan. 10; a tratar na ra do Queimado,
loja de ferragens n. 30. (4
4Quem precisar de urna ama parda para o
servio de casa dirija-se ao beco do Dique, lo-
ja do sobrado do Sr. Jos Mara. (3
1 Quem annunciou precisar de urna pes-
soa para sociar ern um armasum de mulhados ,
anouncie a sua morada. (3
I)eseja-se fallar aoSr. Uerculano de Al-
buquerque Mello, professorque foi de primei-
ras lettras da cidade do Aracaty provincia do
Cear ; na loja de Manoel GoncalveSda Silva.
2 Precisa-se de um moco qie queira
vender e entregar pao com um preto, ou ca-
vallo pela ra; na ra larga do Kozario n. 1S. (3
2 Precisa-se saber da moradia do Reveren-
do Padre Antonio Francisco Leile para se lhe
fallar a negocio de seu interesse. (3
2 D, Mara Revertas da Rocha Lins, tend;-
annunciado para que as pessoas:, que Ihe pa-
gio foros o fizessem dentro do praso do 15
dias, at agora n3o teem feito por Isso nova-
mamente avisa para que o lacao dentro de 8
dias a contar da data deste annuncio, Diados,
passar a cobr?r ditos (oros executivamente ;
ra do Torres Jcfronte da casa do Sor. Joao
Pinto de I.unios (0
2 Precisa-se de um cosinheiro forro, ou es-
cravo; na ra do Torres n. 20, a tratar com
Antonio Joaquim de Farra, (3
2 Precisa-se do 400/ rs. a premio, dndo-
se para seguranca penhores de ouro e prata ;
quem quitar Jar annuncie. (3
2Aluga-se urna casa terrea sita na ra Real
do bairro da Boa-vista ; quema pretender di-
rija-se ao escriptorio de Manoel Joaquim Ra-
mos c Silva. (4
2Correm-seolhas, e lirao-se passaportes
para dentro e fra do imperio por preco mais
commodo "do que outia qualquer pessoa; na
travessa da matriz de S. Jos n. 21 ou na ra
do Rangel, venda n. 45. a
2 Aluga-se o terceiro andar do sobrado do
Atterro-da-Boa-vista n 34 ; e as tajas do so-
brado dos Quatro cantos n. 1 ; a fallar com M.
C. S. Carneiro Monteiro. (4
2D-se dinheiroa juros com penhores de
ouro ou prata mesmo em pequeas quan-
tias ; na ra estreita do Kozario n. 22, primei-
ro andar. (3
SessO Srs. Joao Germano de Paula e Francis-
co Pereira de Brito.dirijad-se a ra Nova n. 5o,
a negocio de seu interesse. (3)
2 D-se dinbeiro a premio com penhores
de ouro mesmo em pequeas quantias; na ra
Nova n. 55. (3)
2Na ra das Flores n. 21 precisa-se de urna
criada ; a fallar antes das 8 horaida manllaa .
ou depois das 2da tarte. (3)
2= Precisa-se he um caixeiro de 16 a 18 an-
nospara venda e que tenha pratica eseja de
boa conducta ; na ra de Apollo', venda n. 1
defronte das lojas do Sr. Angelo Francisco Car-
neiro. (5j
ce deitou de vender a! ciTeiio desde o ultimo
deJuIho, e para clareza faz o presente. Por
procuracao de Victorino Teixeira Leitc Ro-
drigues Teixeira Leile. (1)
2 s Aiuga-se urna negra para o servico inter-
no de casa de pequea familia por 10,000 rs.
mensaes ; quem pretender dirija-se a ra dos
Martyrios n. 32. (4)
3 Aluga-se um sitio na passagem da Mag-
dalena, com boa casa para grande familia co-
xeira casa para pretos, prctos e estribara pa-
ra mais de quatro cavados ha i xa para capim ,
e terreno sufliciente para ter duas vaccas de lei-
le alguns arvoredos de fructo e coqueiros : os
pretenderles dinjao-se a ra Nova n. 33. (7)
Compras
2 Compra-se um refe em bom uso; na ra
Nova n. 8. (2
1 Comprao-se efectivamente para fra da
provincia mulatas negras, emoleques de 12 a
20 annos pagao-se bem ; na ra Nova taja
de lerragens D. 16. ?
f.ompra-se efTecti va mente nape! de embru-
Iho c diarios velhos a 2560 a arroba e a 80 rs. a
libra ; na ra Nova, venda n. 65.
Compra-se urna casa terrea sendo em
boa ra, que sirva para negocio; quem tiier an-
nuncie.
I Compra-se um moleque de naci de 13
a 15 annos, que ainda seja bucal, sem vicios
nem achaques e tenha bonita figura ; na ra
Direita sobrado de um andar n. 94. (4
Compra-se elementos de geometra por
Busout ; na praca da Boa-vista n. 10.
Compra-se urna casa terrea que tenha
quintal. paga-se bem agradando ; na ra da
2 Vende-se urna venda no Attcrro-da-Boa-
vista com os fundos que o comprador quizer;
a tratar na praca da B >a-vista n. 12. v3
2Vndem-se por prern commodo grades com
caminos de louro para janellas, grades de ama-
relio para ditas, e portas de louro tudo novo;
na ra da Aurora cocheira do Miguel segei-
ro. (5
2Vendom-se osseguintes livros: diccionario
Magnurn Lexicn ; Riada de Homero em fran-
cez muito til para os estudantes, que tradu-
tem Pope ; grammatica ingleza por Constancio,
historia de Inglaterra Pope ; diccionario da
lingoa ingleza por Vieira ; grammatica ita-
liana ; obras de Ovidio em 4 v. ; arithmetica
de Bezout; dita de Lacroix; rhetorica do Mari-
nho Cicero de offlciis ; arte potica de Hora-
cio em portuguez e latim ; Telemaco em por-
tuguei Cornelio; Genuense; Julio Cesar; Ovi-
dio ; diccionario do fbulas ; e os peridicos
Guarda Nacional, Paisano}, Indgena e o Ca-
tholico por preo commodo; na ra das Cru-
zes loja de encadernador n. 35. 1;
2 Vendem-se sementes de hortalica sor-
tidas e muito novas esleirs de Angola gran-
des e pequeas, docedegoiaba sortida, folhas
de louro em feches pequeos, chocolate da Ba-
ha a tOO rs. o pao, passas a 480 rs. abanos a
1200 rs. ocento, cevadinha de Franca a 280
rs. farinha do Maranho a 120 rs. cevada a
1920 rs. a arroba e a 80 rs. a libra caf a 140
rs. alpista a 640 rs. a cuia arroz do Mara-
Compra-se um cavallo que seja novo e
de bonsandares ; quem tiver annuncie.
Compro-se barrisde bom niel de furo;
quem tiver annuncie.
Vendas
3Vendem-se collerones do leis e instruccoes
de eleicoes de Juizcs de Paz, Vereadores e De-
putados ; na praca da Independencia livraria
ns. 6 e 8, a 40 rs. cada urna. \
DEPOSITO GE RAL
DE MAKROQUfftS
DE SUPERIOR QUALIDADE.
Vend
e se a so
5o
res a
pelle,
sendo escolhida, e i8sooo rs.
duzias ; na loja de Dedier Uobert
6c C, ra Nova n i3.
3Vende-se sal do Ass de muito boa qua-
lidade ; abordo do hiate Flor de Larangeira ,
ou na ra da Cadeia do Recifo loja d'e lazen-
das n. 37. (4
2Vende-se um preto ainda moco, por pre-
(jo commodo o qual he padeiro e .canoeiro ,
e com principios de pedreiro ; na ra larga do
Rozario n. 18.
2Vende-se urna fabrica de chapeos com
pouco fundo de cento e tantos mil rs. sita em
> Furtarao na noute do da 28 do pescoco | bom ,U?ar e 0 aluguel he muito commod. na
de urna enanca de 11 mezesuma volla de cor '
do grosso de ouro de dous palmos de compri-
mento, com seis oitavas pouco mais ou menos,
urna liga de ouro com mais de duas oitavas e
um businho encastoado em ouro; rogasea
qualquer pessoa a quem forem oTerecidos estes
objectos, ou quahjuer um de per si, queira fa-
zer aprehencao dos mesmos, bem como da
pessoa que os olfcrecer, e leval-os a Camboa do
Carmo n. 12, quesera generosamente recom-
"cnsada. fl)
2Jos Mara de Barros Barrlo embarca pa-
ra fra da provincia um seu escravo mulato de
nomo Pedro. (3)
2Madama Hauteeuille.parteira examinada
e recebida pela faculdade de Medicina de Pa-
riz, tendo ejercido seu oTicio nesla cidade de-
pois de 0 mcz> s, tem a honra de ollerecer os
seus servicos a todas as sen horas que Ihe qui/e-
re:.'i entregar sua confiawa como ja annunciou
por esta tulla v nao \ai. proco a todas as pes-
soas que de seu prestimo precisaren) e como to-
das as parteirasso oflerece igualmente ao pobre
como ao rico, deiza sobre a generosidade ou
circunstancias das pessoas que de seu presu-
mo precisarem : oflerece igualmente seus ser*
vicos a qualquer Sra. que antes de completar
o tempo sentir qualquer indisposicao aonde
a falta de tratamento quasi sempre d tristes
resultados ou mo parto. Madama Hautefeuille
s propGe igualmente as senhoras do matto que
nao tcnbao domicilio nesta cidade ou
outras quaesquer que suas circunstancias
as obriguem a fazer seus partos ern sua casa.a-
charo toda commodidade e o melhor tratamento;
a annunciante sangra c vaccina ; na ra Nova
n. 14. (23)
2 O abaixo assignado.com venda na traves-
a das Cruzes,declara ao Sr. Lagos,arrematante
das ago'ardonU'S de producao brasileira que
ra doCollegio fabrica de chapeos n. 9.
3 Vende-se potassa da Russia, chegada de
prximo ; no armasen n. 17; de Jos Teixeira
Basto na ra do Trapiche. (3
2 Vendem-se riquissimas grinaldas e ra-
mos de flores de laranja muito finas, luvas de
pellica guarnecidas para senhora ditas su-
periores para homem mantas de seda esco-
ct-za para senhora superiores bengalas ban-
dejas guarnecidas de casquinha proprjas para
cha bellissimos jarros com flores luvas de
seda curtas e bordadas do cores e outras
muitas fasendas de bom gosto e baratas che-
gada prximamente da Franca ; na ra Nova ,
loja d. 6 de J. F. Mamedede Almeida. (11
3 Vendem-se saccas com lentilha vinda
da Europa muito nova e propria para sou-
pa e tambem se vende a retalho at meia
quarta por preco commodo ; no armazem de
Femando Jos Broguez, ao p do arco da Con-
ceico. (6
2Vende-se urna boa vacca com um garrote
da ruca iounna urna cabra (bicho) parida, ha
8 dias d urna garrafa deleite e outra dita
prxima a parir ; na estrada de Bellem no si-
tio do Sr. Coronel Joaquim Bernardo de Figuei-
redo. (6
2 Vende-se azeitede coco a 280 a garrafa ,
herva doce a 240 rs. a libra e urna porco de
garrafas botijas vasias ; na ra do Rangel
n.81. (4
1Vende-se sofs, bancas, Toucadores tudo
do olio, bancas toucadores de Jacaranda, lava-
torios de amarello, cadeiras para alcova, relo
gios para cima de mesa, urna rica cama de an-
gico, duas carteiras de urna s face, o urna
porco de saceos vazios proprios para farinha,
tudo so vende pelo preco que se oerecer, no
1. andar do sobrado da ra da Cruz n 67. (8)
l=rVcnue-e um escravo moco, < bonita figu-
ra, proprio de servico de casa e do campo: na
ra da Cadeia do bairro de Santo Antonio casa
n, 25 ao p da guarda. (4;
^
ranhao a 540 rs. dita bolaxinha Ingleza qua-
drada a 280 rs. enchofre a 100 rs. cerveja
bocea de prata branca e preta genebra de
Hollanda tudo por preco commodo; na ra
estreita do Rozario venda n. 8. (14
2 Vende-so urna venda no largo da ribei-
ra n. 3 ; a fallar na mesma. (2
2Vende-se um negro ptimo carreiro de
2o annos proprio para todo o servico de cam-
po ; couros de cabra sola e beierros ; na ra
da Cruz n. 61. 4
2Vendo-se urna escrava crioula de 40 an-
nos de bons costumes cosinha engornma,
cose lava e sabe andar com enancas; vende-se
por precisao ; na praca da Independencia n. 17
2 Vende-se rap de Lisboa, do melhor, que
ha no mercado em libras e oitavas ; na ra
do Collegio, loja n. 4 deMenezes Jnior. (3
BATATAS de superior qualidade, che-
gadas prximamente : no caes d'Alfandega.
Vende-se um escravo moco e gil para
qualquer oulcio ; a fallar com Jos Saboia na
taja de Manoel Goncalves da Silva na ra da
Cadeia do Recife.
1Vende-se um annelo e um transelim, tu-
do novo e de bom ouro, por preco commodo ;
na ra Nova n. 55. (3
Vende-se urna negra moca, de bonita fi-
gura lava, cosinha, e he ptima quitandeira ;
na ra do Queimado, taja de ferragens n. 13.
Vendem-se pecas de bretanha de rota mui-
to fina com 4 palmos de largura a 2ff rs. ca-
simiras de superior qualidade muito elsticas
a 1440 rs. castores para calcas a220rs. al-
godo trancado de listras muito largo a 240 rs. ,
gangas azues francozasa loo rs., lanzinha mui-
to encorpada de listras e quadros para calcas a
400 rs. brim branco trancado de linho a \
rs., dito escuro de listras e quadros a 72 rs. ,
dito branco com listras de cora 600 rs. dito
branco a 480 rs. merino preto e azul de duas
larguras a 2 rs., duraque preto e azul a 800
rs., fustao para collete a 320 rs. dito branco
e de cores muito fino a 640 rs., cortes de setim
para collete a 2 rs., vetado de llores a 4 rs.
la fina para collete a 1600 rs., lencos de cam-
braia muito fina bordados de cor a 480 rs. ,
ditos brancos e de cOres ditos de assento es-
curo a 200 rs. ditos pequeos para meninos a
70 rs. carnbraias brancas de listras e flores a
560 rs. ditas brancas adamascadas, muio
tinas e largas a 800 rs. ditas de cores a 640
rs. cassas de quadros e listras a 3O r-. mor-
colina muito larga a 400 rs. chales de laa pa-
droes novos a 2? rs., ditos do merino a 2500
rs. lencos de garca a 2 rs. ; mantas de lioho
muito grandes a 3^ rs., meias para meninos e
meninas a 20 rs., ditas pretas curtas a lO
rs. luvas brancas e pardas a 160 rs., ditas de
algodo a 200 rs. meias da Escoca para se-
nhora a 800 rs. ditas de seda e outras mui-
tas fasendas por barato preco ; na ra do Cres-
po tajan. 1*, de Jos Francisco Dias.
Vendom-se meias de seda pretas e brancas
para senhora a 2400 rs. ditas pretas para ho-
mem a li'OO rs. luvas de st-da,|curtas e pretas
para senhora a 560 rs.
rs. linha branca do carretel com 20o jardas
lencos de seda de cores para'gravata o algibeira
e outras muitas miudezas por preco commodo
na ra do Queimado loja de miudezas n. 03
de Ferreira $Oliveira.
1 Vendem-se chitas francezas muito largas
a 260 rs. o covado ditas de cores escuras a h
e 100 rs. castores de cores muito encorpado a
160 rs. o covado proprio para escravos, cha-
peos de castor brancos e pretos, tarada moda
a 1440 e 1600 rs. pecas de babados de linho
com 30 varas a 3200 rs. ditas com 15 varas a
1600 rs. ganga azul a 80 e 100 rs. o covado ,
pecas de bretanha com t varas a 4^ rs. me-
rino de coros a 1800 e 2000 rs. e sutras mui-
tas fasendas por preco commodo; na ruado
Queimado taja n. 21), de Joao Antonio M. No-
vaes. (13
Vende-se salea de superior qualidade, por
preco commodo ; no armasem de Fernando
Jos Braguez ao p do arco da Conceico.
Vende-se farinha de mandioca em saccas
de alqueire ; nos armasens de Dias |Ferreira ,
de Antonio Annes e de Guimarae, na escadi-
nha da Alfandega.
Vende-se um fiteiro grande muito bom e
urna porco de taboas que forao de armacao
de taja ; as Cinco-pontas n 68.
Vendem-se pecas de algodiozinho com
quasi vara de largura a 3800 rs ditas de ma-
dapoln lino a 2800 rs. ; as lojas de Guilher-
me Sette ns. 11 e 25.
iVendem-se, ou alugao-se os dous arma-
sens de farinha sendo um na ra do Arago
n. 37 e outro no pateo da Penha n. 7 com
as fasendas que se acho dentro, ou sem ellas;
a tratar na ra da Cadoia deS. Antonio n. 19.
1 Vende-se um sobrado ae um andar corn
dous sotos a pouco acabado na ra do
Fogo n. 17, chaos proprios o qual rende men-
sairnente 36/ rs. ; na ra estreita do Rozario
n. 10, terceiro andar, por cima da botica do
Paranhos. (6
Vende-se urn bonito escravo pardo per-
feito pedreiro de toda obra ; urna preta moca
de 18 annos engommadeira, ensaboa muibem,
e he recolhida sem vicio algum ; urna mula-
tinliae urna negrinha de 12 annos ; urn mua-
linho de linda figura, de 15 annos. tproprio
para pagem, ou ollicio ; nm preto de 26
annos proprio para todo o servico ; na ra do
Fogoao p do Rozario o. 8.
Vendem-se 10 a 12 milheiros de cocos,
com casca ou sem ella, e proprios de embar-
que ; na praca da Boa-vista botica de Igna-
cio Jos deCouto.
Escravos fgidas
2 No da 27 do correte desappareceo da
ra do Mondego vindo para casa na ra da
Aurora um moleque de nomeCapuc criou-
lo de 'Ja li) annos, robusto, muito esperto o
regrista no domingo loi visto no pateo da S.
Cruz com outros moloques ; quem o pegar,
leve a ra da Aurora n. 24, ou na ra da Cadeiu
do Recife n. 46, quesera generosamente recom-
pensado. (9
2No da 22 do corrente fugio do sitio do
Bongi, urna preta crioula de nome Barbara de
28 annos cor pieta ollios grandes e bern na
flor do rosto tem no beieo inferior um talho
pequeo, e na perna esquerda tem urna chaga,
he bem fallante te 11 por costume mudar o
nomee intitular-se forra ; quem a pegar, leve
ao pateo de S Jos n. 47. (8
No da 25 de Abril fugio um moleque de
nome Antonio, do nacao Cabund de k9an-
nor, cor muito preta, bonito de rosto, quan-
do est parado est sempre* com a bocea aborta,
e he muito atiento quando v outras pessoas
conversarem luvou calcas de brirn branco e
camisa azul mas pelo lempo que, ha decor-
rido ha de ter mudado de trage tem no bra-
co direilo ou esquerdo urn P e em urna das
pernas urna costura de ferida na canella ha
alguns indicios de se acharocculto em casa de
corto Sr. que j, ha lempos mandou fallar ao
abaixo assignado se o quena vender; quem o
pegar, leve a praca da Boa-vista botica de
Ignacio Jos de Couto ou a seu senhor Rai-
mundo Jos Pereira Bello, no sitio do Jang.
Em o da 13 de Juuho do corrente anno ,
fugiro de 1 sitio na Estrada-nova, em que mora
Manoel Bezerra de Menozes os escravos sa-
guinles : Francisco, cabra de 18 annos, tem
crtr a 649 e 720 rs. ditas de cores para me-
ninas a 560 rs., ditas para senhora a 640 o 720
rs., ditas compridas pretas a 1600 rs. ditas
com palmas de cor a \ e 1440 rs. ditas com
dedos e com adreces brancas e pretas a 2000 e
2400 rs. ; meias de algodSo pretas para senho-
ra a 320 rs. ditas para padre a 640 rs., supe-
rior banha em potes de louca a 240 rs. macas-
s oleo e perola sabonetes a 80, 12o, 160, 320
e 400 rs. agoa de Colonia rainha das flores ,
caixac de baleia para rap, boles de dura
que ede massa a 1200 rs. a grosa ditos de os-
so grandes a 3000 rs. dita bons de palhinha
pintados a 220 rs. ditos de seda para meninos
a 1800 rs. filas de seda lisa c lavradas the-
souras prateadas a 400 rs pentes de tartaru-
ga para marrala a 1280 rs., enchofre em caixas
de 3 a 4 arrobas a 2000 rs. a arroba, rap Mea-
ron a 1020 rs., agulhas francezas em oaixinhas,
falta de denles na frente da parlo superior, corn
ditas com palmas de cicatrizes no rosto, e algumas bobas otobtr-
tas, sent dilliculdade no andar e tem a ca-
neca grande. Andreza, crioula de o anno,
estatura regular, com poryao de cabellos bran-
cos olhos pequeos, nariz chato, e denles
limados. Antonia, parda, cor clara, de 12 an-
nos cabellos encarapinhados denles chatos,
bocea e olhos grandes, ps pequeos, tem ern
um hombro urna cicatriz. Em o dia 14 do mes-
mo mez fugio do mesmo lugar, um pardo do
nome Rofino de 38 annos estatura regular ,
barba pouco serrada olhos regulares o pretos,
cabello pouco corrido nariz rilado, denles
limados bocea medianna, tem urna unha de
menos no dedo pollegar de um p he oflicial
de sapateiro; quem os pegar, leve ao dito lugar,
ou na ra do Sol u. 1, quesera generosamente
recompensado.
oculos de armacao
2 40, 320e400is,
papel meia bullendo, a 360
R-SC1FB WA.TIP. >8 1F' iw Faufa. 18*4,


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