Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05162


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Full Text
Anno XXVII
oxtn feiraSl
DIARIO DE
de Outubrode 1851.
N. 247.
PEMAMBUCO.
racqo da uananiTQio.
PiOXHINTO ADI1IIT1DO.
Pir trimestre............
Por semen .............
Tor uno..............iif00
Paoo pamao Mnimim,
Poi quartel........... /300
WOTJOIA DO IMPtniO.
Vir..... 7deOutub|Mlnai... 15 de Setbr.
laranhao 13 de dilo S.Paulo. 3 de dllo.
(eir... l7dedlto. R. de J.. I5dc Outub
Parahlba. 24dedlto. iBahia... 8 de dilo
DAS DA KM A KA. AUDIENCIAS.
|7Seg.S. F.leibao; luitoii Orphos
J8 Tere. S. Simio. 2. e5. s 10 horas.
2gQuart. S. Feliciano! i. varado citel.
Zeaobio. 3. c6. ao mcio-dia.
3n Quint. S. Seraplao Faienda.
3i MU, S. Quinlino. 3. c6.it lo hora.
1 Sab. S* Fcsla de 2- rara do coei.
lodosos Santos. 14, csbados ao raelo-d.
2 Dom. S. Vitorino m. Relaeo.
. Ilcolgno. (Tercas e sabidos.
ErarniBlnri.
Creicente 2, aoi 10 rainulosda man.
Chela a 10, as 4 horas c 13 minutos da m.
Mingoante 17, as 9 horas c 53 minutos da t.
Nova 2t, aos 50 minutos da tarde.
rauniBsiHO
Primelra s 10 horas e 6 minutos da (arde.
Segunda s 10 horas 30 minutos da manhaa
l-AHTIDAS DOS COBBIIOI,
Goianna e Par ah iba, ai tegunda e sextas-
reirs .
Rlo-Grande-do-Nortc, todaa ai qulntas-feiras
aomeio da.
Garanhuns e Bonito, i 8 e 23.
Iloa-VIsta, c Flores, 13 e 28.
Victoria, s quintas-feiras.
Olinda, todos os das.
NOTICIAS ISTRANGEIBA.
Portugal.
Hcspantia.
Franca ...
Blgica...
Italia.....
Aleminlia.
Prussla ...
Dinamarca
Russia...
Turqua..
13 de Setbr.
8 de dito
8 de dito
5 de dilo
2de Agosto
1 de Sebr.
3 de dito.
1 de dito
2r dr Agosto
30 de dito,
Austria.. 31 de Agosto
Suissa. ... 3de Srlbr.
Surcl.1... 28 de Agosto
Inglaterra 8 de Setbr.
K.-Unidos 25 de Agosto
Mxico... 2 de dllo.
California 15 de Jolln
Cbill. 26 de Abril.
Huenos-A. J i!c .elb.
Montevideo 6d dito.
CAMBIOS BE 35 DZ C UTOTarvO,
Sobre Londres, a 29 d. p. 1/000 r. Firme.
Paris, 331 por fr.
>. Lisboa, sem transacedea.
METAN.
Ouro.Cucas hespanholaa.... a 2W600
Moedaa de ffiOo velbaa. 16yD00 a J6/O0
de 01400 novaa. 16/000 a lfi/200
e4f0B0....... 9/000 a 9/100
Prala.Patacdcs brasileiroi.. 17020 a 1/920
Pesos eolumnarlos... 1/920 a 1/900
Ditos mexicano...... 1/750 a 1/720
PARTE OFFICIAL.
SUPREM0TR1BUNAL DE) JT SI ig V.
SESSA0 BU 1<> DE SETBNBItO D( 1851.
Vrtidencia do t'xm.Sr, conielheiro Vertir
Duarli.
A'j j 1, > abriu-sc a sessiio com os Exins Su
conselheiros Nabuco, Pinto, Pecanba, Perdigan I ordlnaslos anteriores que as leis tcem estabelc-
4lheiros, Alinelda, Slquelra, Serqueira Liina,|!cldo,tenham um termo comosjulgaiuenlos pc-
n. ivdroso.Maims. Velga. Catnelro, G. Franca, las relaedes revisoras, e isto por utilidade pu-
po nce de Leao e Cauro Mascarenhas, faltando I blica, para firmen dos julgados, direilos ad-
coin causa os Esms. Srs. consclhelros Campos! qulrldos, socegoc pai das familias. K que este
ca, o que julgao Inadmissivcl parquanlo, con-
siderado o systema da nossa legislaco moder-
na sobre a crcacao e nrganlsaca't do supremo
tribunal de jusilla, e leis posteriores em que
se tcni fcito declaracoes sobre os julgamentos
em grao de revista, se manifesta que o seu es-
pirito, atienta tambem a gradado da escala
judiefaria, he que os processos, depois de esgo-
tados, como succedeu neste, todos os recursos
c Verneque
Fol lida e approvada a acta da antecedente
EXPEDIENTE.
Mandou-se registrar a carta do ebefe de po-
lica de Santa Gatharina, ojuisde dircilo "Jos
hrlsliano Garfio Stokler, e o decreto de remo
cao da comarca do Cabo para a I da dita pro-
vincia, e averbar-se a certido de poasc dos re-
feridos lugares.
Expotlco'u
Expolio! os processos ns. 4*94 c 4504, passou-sc
aos.
Ju'uammtoi di rtvittai civtii
N. 4437. Relator o F.xm. Sr. conselheiro
Castro Mascarenhas, lecorrente Nuno Mara de
Scixas, recorrido Jos Jernimo Montetro cuino
procurador de Calleswolhe Passel Prior de Lon-
dre: negou-ie a revista.
N. 4439.Relator n Exm. Sr. conselheiro Pin-
to, recorrente a fazenda naciooal, recorridos
Joao Antonio de Araujoc sua mulher i negou-
tc a revista.
N. 4459.Relator o Exm. Sr. conselheiro Vel-
ga, recorrente Francisco de Paula Pcreira, re-
corrido Flix Pereira da Silva: negou-se a re-
vista.
N. 4449. Relator o Exm. Sr. conselheiro
l'once de Leao, recrreme D. Rita Lourelro, re-
corrido Domingos Alvos da Silva Porto: fol con-
cedida a revista, c designada a rclacoda Rabia
para revisao e novo julgamento.
N. 7.Relator o Exm. Sr. conselheiro Siquci
ra, reclamante o bacharel Jos Alvcs Carneiro
julgou-se procedente, devendo ser ouvidos os
juizes de dircilo desde o n. 151 at ao numero
do reclamante exclusivamente.
Fccbou-ie a sessao depois de hora c mcia.
SenSo cm 18 de selembro de 1851.
Presidencia do Euro. Sr. conselheiro IV-
reira Duarte.
A'a (0 horas abrio-se a sessSo com os
Exm. Srs. conselheiros Nabuco,Pinlo, Ser-
queira Lima,Siqueira,Mallos,Voiga, Franca,
PoncsdeLoSo.Mascarcnhas, Brrelo Podroso
p C:irin'iri>,fallan lo com causa osExros. Srs.
conselheiros Campos, Pecanba Perdiga Ma-
lbeiros, Almoida eVernequo.
Foi lida e approvada a acta da antece-
dente
F.iposlos os processos os. 4508, 4473 e
4*27, passou-seao
Sulgamenlo civcl.
N. 4432.Relator o Exm. Sr. conselheiro
Serquei'a Lima, recorrentes Ilernardino Jo-
s dos Sanios e sua mulher, c recomi Mi-
nool Rodrigues JordSo: negou-se a revista
O conselheiro Bernardo do Souza Franco
enviou sua resposta i reclamacjlo do juiz
de direito Lourenco Jos da Silva Santiago
N. H19. Vis'ns, exposlos o relatados os
presentes autos de revista civel entre par-
les, recorrente D. Rila Loureiro o recorrido
Domingos Alvesda Silva Porto, conceden) a
revista peJida por nullidade manifesta con-
sequente da incompenlcncia do juizo do ci-
vol, peraute o qual corren inteiramente o
prosente processo, porquanto tendo a fa -
/mua nacional o senhorio directo nos tr-
renos arrendados ou oceupados pelos liti-
gantes, a quesillo sobre limites ou esbulho
por ellos disputada se doreria ventilar no
juizndos fe i i os di lazenda com audiencia e
assistoncia de sm procuiador, oxislindo ir-
he o syslema, a mente e intclligcnciada refe-
rida trgialaciio se conhece da dlsposican do art.
6 do decreto de 17 de fevcrelro de 1838, que
prohibe que se opponham embargos aos accor-
dos das relaedes revisoras, c so permitlc que
sooltereca peticao por embargos para n nico
elTcito, e r|uc mais nada conteulia de declarar
o andamento que devam ter os processos, se
isso nio estiver bem cxpiicita c claramente de-
terminado no accordam. Ora, se nao admitlc
que as partes opponham por embargos contra
os accordaos das relaccs revisoras algumaou-
tra msteria e que s tenham dircilo de pedir a
deelaraco de alguina obscurldadc, heconsc-
quencia que ae nao pode irpralicar o contraria
na cxccucao desses mesmos accordaos offere-
cendo embargos para os des fazer e destruir.
B esta inlelllgencia lie abonada pela pralica,
como se v do accordam Junio por documento
a fl. 722, pelo qual so nao conheceu de embar-
gos oppostos naexccucao de um accordam que
e rcpulou Irrcvogavel por se haver denegado
a revista que dille se intcrpu/.era, c lano im-
porta para n.m se admltlircm na cxccuco os
embargos nfringentes do julgadoquc a revista
Manda rain ouvir o curador geral, equea 19 das de 39 que eram I Este prnjecto, er- rem-sc dellc sem dar um Uro. Aquellc des- le renunciar at mor alfada do supremo icna-
avalia-ie e averba-so a dizima do pedido '*c 1ac podor estar circulado de todo dentro f grajadopaii he Invadido por myriadasde inul-ldo, citar e demandar a leus devedore e a-
na rci'oiivene.ln. 'de cinco annos, c a estrada flcaria entilo por ( smanos armado*, de rabes, principalmente, Iqucm mais que, por direito, deva ser conira
uBSlU^tCAO*. Ostende, Trieste, pelo.mar Mediterrneo a que tem interesse em manicr as cousas no ei-Jcllei, propor qualquer aejao compelentc, re-
Oronlcs' dahi a Bossor. e pelo golpl.o prsico lado em que eslao, porquanto leudo a lorcA por querer embargo!, icquestro, piuboras, pri-
Appoiianlo, D Joaquina Maria do F.spirito
Santo; appellado, Manool Claudio de
Queiroz.
ivisOes.
I'.issar mi do Sr. Jesembargailor Percira
Moni en i, a,, sr. desembargador Valle as se-
gilintes appollacfjcs cm quo s3o :
Appellante, Anna Elizaboth Adelli Poinon ;
appellado, Alfonsos. Martin.
A|ipcllanto, Domiogos Francisco lavares*;
appellado, Manool Joaquim Ramoso Silva.
Ao Sr. desembarga lor Tollos asseguinles
appellaijOes iti que silo :
Appollante, Francisca Joaquina da Concei-
SIo ; appellado, Pedro Jos Porcira dos
Sanl i, Alvarenga.
Passaram do Sr. desembargador Vallo ao
Sr. desembargador Tolles as soguinlcs ap-
pellac/i 's o-ii que sao :
Appellante, I). Francisca Thomazia da Con-
cei;3o Caoba appellado, Eduardo Ilolli.
H1-.1-H i noli;<'>KS.
Ao Sr. desembargador Bastos as seguin-
tos appella(0es om quo s3o :
Ampollante, o juizo; appollado, Candido
Fcrrcira deUliveira.
Ao Sr. desombargador Lcio as seguintes
appellagOes em quo s3o :
Appellante, o juizo; appellado, Florencio
MagalhAes Viegas.
Ao Sr. desembargador Itobello as seguin-
fosse denegada, como que fosse concedida c o tCs appellacOcs cm que silo
processo novamente jugado pe a relacao revi- r,v";
.ora, porqueseem um caso adecisao do supre- Appellante, a juilicaj appellado, Malinas,
no tribunal denegando a revista por termo.i cscravo de Jos francisco de Souza lli-
biiro.
gando a revista p
causa, c nao se pode embirgar na cxccuco
sentcnca extrahida, taiubein no oulro ella ter- i AoSr. desembargador Vallo os scguiolos
nina pelo julgamento da relacao revisora, de recursos om quo silo :
que ae nao pode novamente recorrer, c nao ha Uecorrenle, Joo Pi Lili] Pimcntol ; recor-
rasaode dill'erenfapara queem um caso se nao ,[,0 ojujjodo direito
admillam e oulro sejam pcrmlitldos os embar- mo foram iu,.lu(M 0) ucm,s W|0| com
cosqese pode ii uas execucocs. rorlanto, c A: ..,;___~ ^ r n-. i- c -, i
Considerando que as disposicoc. das Ord. L. 3. d' dignado, por falla dos Srs. desetr.bar-
t. 75priste., t on.* 3cl5, ct. 8r, I e U, adores acuna meuciona.ios
lendo logar em geral as cxecufOcs, nao
comtudn applicaveis ao caso de que s: trata,
especial c extraordinario pelos motivos ex-
pendidos, nao conheccm dos embargos de fl.
Z08, e mandam que se remettam os autos ao
juio da execueno para seguir scus termos,
c condemnao os embargantes as castas. Ilin,
33 de agosto de 1851.A. Panloja, presidente
interinoFriioxo.Sianeira. -- Pimenln Hucn,
vencido.Ramn-o.Costil Pinto, vencido, l'oi
presente o conselheiro Velloso, procurador
da edroa.
Fechou-sca essao as 3 horosda tarde.
Levantou-s a sess.lo de/ois do moio dia.
rem-sc gradua^Oes de ou"icial luferior c de ca
bo de esquadra : S. 51. o Imperador por imme-
diata c imperial resolucao de 70 dcste mes,
houve por bem prohibir inteiramente a con-
cessaodc taes graduacei, permittindo apenas
a conservacao das dos individuos que actual-
mente as tivcrein ; e outro sim lixar pela mes-
illa ;,.!::.: i as que coinpeUiii as pravas do
calado menor dos corpos c conslam da tabella
rcgulaiidade ou oaiisso tanto na primeira aonexa : o que ludo commuuico i V. Kxc.para
instancia como na seguoda, n5o obstante seu conhccimcnlo c liucral cxecufiio na parle
ter-se nesta ajuntado a lis. 161 v. o aviso do '|uc llic loca.
thesouro de 12 deoutubro de 18*9, quo as- Deoa guarde V. Exc.Manee! Ptlimrdo de
simordonou, o acharem-se nos autos os pa- Somio Md/o.-Sr. presidente da provincia de
EXTERIOR.
LONDRES, 28 DE AGOSTO DR 1831.
Communicacao' entte aran-retanhtx e a India
Tempo dt Londrct a Calmita, tele di-is sem pa-
radas.
Tal he o annuncioqtic agora positivamente
se 1103 fas. He ceno que a denominam prolecU,
porin esta profeca ao contrario da in.iior par-
te das outras lixa a poca ciada de seu proprio.
I, cun.priincnio.ccssacpocadislaapenas M annos
jOtliman'jO UaS armas. do lempo presente. Almdissoa consuiiunacao
Quartelgeneral na cidadetlo fleci/*, 25 rftf on-Jevc, s?r K^dual, e.cada periodo de cinco
i / i' ISM | annos nao so reamara urna porcao de obra,
iwroac iooi. scnIJ lamDcm dari um j,cnnor para 0 comp.e-
ORUEVf DO D1 Manda o r. marechal de campo graduado Air aprsenla as pumeira ideias visiouarias de um
Ionio Corra Sera, commandanie da* armas, projeclista, |mas os designios revistos de um
transcrever na presente ordein para conhecl- engenheiro que por algum tempo tem-sc oceu-
mento da guarnicao, a divida observancia o pado cm examinar os meios da cmprc/.a.
aviso circular do ministerio da guerra de 30 de Ha uum. dous annos, csnantamis os nossos
setembro ultimo, que por i-pia Ihc foi endere- leilorcs com o prospecto original do Calais c
cado pelo Kxm. Sr. presidente da provincia em liain em dircitura c algiunas duvidas lo-
data de 22 do crreme. '"" '''Vl'-' cntretidjs relativamente neriedade
Circularilio de Janeiro. Ministerio dos ne- de to extraordinaria suggcsto. Ocpois desse
goclus da guerra, em30dc setcmbto de 1851., tempo todava, o projecto tem sido estcndido
lllin. e Exm. Sr.--Sendo abusiva c prejudicial, Cl scu ",n- descutido cm snas circumstancias,
disciplina do exerclto a pralica de concede- appruvado em multas de suas partes, e tao
a hombaim, onde encontrara oscaminios de
ferro indios j.i commecados c a esto tempo
completados atcGalcutla.
Destc modo evila-sc o circuito do mar Vcr-
melho.c sub^tltuc-sc-lhe urna estrada por trra
deUOO inilbasde distancia. Ilesta agora subs-
tituir o caminho direito de Uassrra a Hombain
e o tartuoso de Trieste aOtontcs pelas facilida-
des do transito directo por caminhos de ferro
em trra. Oestes o ultimo he o phinco que
dever ser comrcado, suas dlfftculdadcs so
inulto meuorcs porquanto est j decidido fi-
icr-sc urna linna continua de caniinhos de
ferro de Ostende a Orsova sobre as fronteiras
do imperio turco.
De Orsova a (.onstantlnopla vao sincutc "> i 'i
imillas; de Oonstanlinnpla a Uassor vo i!35
pouco mais ou menos, 'JQU das quacs cstariain
J cobcrlas. as distancias aos nussos olbos sao
sem duvida grandes* porcm os Americiuos tcm
fcito mais estticas linhas de caminho de ferro
em paites em qnc os obstculos naturaes eram
pelo menos iguacs aos que pruvaaeluientc
cncontraram na Asia Menor.
Tem-sc proposto que a Italia devct,i passar
cm torno da costa da pennsula asitica c ava-
lia-se que esta commuuicacao entre ConaUo-
nopla e o Oontcs, a qual completa a commuui-
cacao entre a mesma cidadec hassora, poderla
estar cstabelecida pelo anno de ibfJO.
Por este raciocinio o termo medio da estn-
sao da curada dara 421)0 legoas para os cami-
nhos de ferro e smenle 1IH) para os vapores,
c a jornada de Londres a Calculla OCCUpaila
12 das. '
Aqu lalvc poderiamus parar, porquanto nao
tic pequea COUM ter aproximado t alcutla
tanto quanto Nova York, ludavia o projccllflia
nao est aiuda conlenlc e concede cinco anne-l
inss para eliminar o Golpho Prsico c conli-
nuat o caminho de ferro de Uassora pela Persia
opelo lieluchistan ale a anliga capital dos Ar-
irs, llibcrabad sobre o ludio, doude os diver.
sos ramos das Dolas indias Icvarain logo o
passageiro a ombiim, Labore, ou Calculla, sc-
guudo a sua voutade, scudo a ultima cslaco
exaciamenlc de 60U milhas, ou setc dias de
jornada du cscrpiorio ds cuinpanhia cm Ora-
ccchurcb-slrcet.
Tal he o projecto, sua exccucio involvc a
couslruccao de algumas j,GUU milbas de cami-
nho de ferro; porm dcstas urnas 2,(r'0 csi.io
ja decididas c acham-sc actualmente em cons-
trceloj esc olliarmos para o que se lem fcilo
em oulra parle, poderemos bem pensar que
esta profeca auglo-saxonia nao he de nenhu-
ma sorlc tauimpossivcl de comprir-sc quanlo
ao principio pareca
He urna circunstancia nolavel que as liulias
da India Oriental, de que ha quairn annos fal- J
I irnos, comoempresas cm si mesmas de singu-
lar novidade c ousadia. lem-se tornado agora
as por^es mais naturaes c pralicaveis de um
lodo estupendo. do ha mal nenhuma duvi-
da acerca da linha atravc da Hungra, do que
acerca da linha atravex da Hungra, e este
lacla smenle deveria levar-nos a dcsconliiv de
uossas imprcssijes de um prnjcct' tao cstranho
ica dcscripto. Seo valle
(Uo a fel s populacoet. s autoridades e ao /.ao, arrematacao de bens, e nclles lahear para
proprio soberano do qual se dizein credores. o seu pagamento, dar quftacao do que rece-
Em presenca dcsiis hordas indisciplinadas, I ber, e posse tomar de ludo que for aeu e Ihc
scuiprc prompias a lnsur^ircin-e e a bate-1 pertencer, levantar dinheiros de deposito
rcin-se, seja contra quem lor, os Inglezcs an-de cofre de orphaos, ausentes e do thesouro
nunciam claramente que tero lulas de urna ."publico, protestar c coutra-protestar, fazer
extrema severidade, mas lliongeam-se que de-I pedimentos, desistencias, cesses, lransac(des
pois desses rules combates inauguravam rima \ amlgavels, compoilcdes, contradlctar teste-
era nova era suas relaces com os priucipes c munhas, requerer instrumentos de aggravos c
povos da India ; lingoagem ligurada que an
Mnela bem a submissao absoluta de lodos os
principados indigrnas aos quacs se tcm dei-
xado al ao prsenle um scbrulacro de inde-
pendencia
Passandu do Deccan Cachemira, achamos
o mesmo sysiema procurando um pretexto de
appleacao cm certos lacios dcploraveis que
acabam de ler lugar all, nio se sabe ainda por
que causas.
Segundo as correspondencias recebidas de
\ i/it.iii.nl com data de 22dcjunhn, as tropas
de Goiibab-Singh estn em plena revolla, i(ria
Iro ofttclaei iitglczcs t.iran morios por ordem
de um lilho do Maharadja, c na consequen-
cia dcstes disturbios os passos que condu/.em
do Pandjab Cachemira mo sao mais iransiia-
veis.
Quem provocou eslas desorden, cm una pro-
vincia at cnt*o f i trampiilla .' Quat he o
liindellas? Kis-aqui duas quesles lundameu-
tacs sobre as fjuaes mi se tcm nruhuui dado,
nem mesmo conjecluras, o qnc u.iu impede as
folhas inglesas de adantareiu-sc c de dccla-
r tu-iii que as relaces pulilicas da Inglaterra
com Gonlab-Sangh devem ncccssariamcnlc
mudar !
Os leltores cstar.lo lembrados da dedicaco
com que a Maharadja de Cachemira servio a
causa ngleza durante a guerra do Mollam.
Oepoii da aiiucxacfio do Pamljab, elle prove-
lou todas as uccasies de provar que de lodus
os alDados da eotnpanhia he semprc o mais
fiel* Km premio de scus sacrificios, lanea-sc
ni.io do primiiro rumor* vago de sublevacao
da qual elle he talvez o primeiro a soll'ier. c
fa/.-sc desta sublevadlo um pretexto para Un-
t,a-losobreo declivio onde rolaraj para o abvs-
mo o >./i!n c rci de Aude. Nao lie isso una
ingratidao das mais odiosas, pouco feita par
conciliar ao governo ingle/, a alfeicaj c estima
das populares cacheinirianas /
Sabemos que se nos dir que he prestar aos
povos daqucllcs pai/.cs um servido immenso o
livra-losdo jugo semprc oppressor dos priuc-
ics indgenas, para lazc-los passar sob a do-
niinafao doce c justa da Inglaterra; mais aiu-
da suppoudn que asallD seja, nfin podemos ad-
mettir que o ui juslilique os mcios, c uo ces-
saremos de reprovar o syslema determinado
de invas.o a todo o eustu, que afio recua di-
'antc de ncuhum dicilu, dame de n;nhuiu
principio.
(Prcsic.;
Corrcspoiidciira.
Srs. rodactoivs. -- Toudo o culada loJo
o dircilo du intervir nos negocios do sua
receres praticoa lis. 16 e fl*. 17. Portanto.
riU de uullidado tSo insanavel, rcmet-
lam-se os autos a relajan da Bahis,quodo-
signam para revisSo e novo julgameolo.
Rio de Janeiro. 16 de sotembro do 1851. tado menor dos corpos nos termos da imperial
Assignados os mombros do tribunal.
Iccbou-seasessfiodepois de hora e mcia
SE9A0 KM 23 SETRMBR0 DE 1851.
1'residmcia do Exm, Sr. concclhciro Percira
Duarte.
A's 0 1|2 horas da inanha abriu-se a sessiio
com os Exins. Srs. concelheiros Pinto, Pecanba,
Perdigao Malhciros, Almeida, Siqucira, ltarre-
to Pedroso, Serqueira Lima, Mallos, Velga,
Carneiro, Cornelia franca, Punce de Leao e
Castro Mascarenhas, fallando com causa os
Kxnis. Srs.conselheiros Nabuco, Campos c Ver-
neque.
rol lida c approvada a acta da antecedente.
EXPEDIENTE.
Por aviso da secretaria de estado dos negocioa
da jusllca de )3docorrenle fol communlcado
que o amanuense deata secretariado aupremo
tribunal de juslica, Pedro de Oliveira C'nelho,
fra dispensado do servlco da guarda nacional.
Bxpoiifo'r*.
-spostosos procesaoscivcis ns. 45)6, 4539, 4485
ll'J.'i c4sii; pasaou-seao
iulgamemto de reclamoic.a'o.
N. 27. Relator o Exm. Sr. conselheiro
oerqueira Lima, reclamante o juls de direito
Jos Vieira Rodrigues de Carvalho c Silva; fol
julgada procedente, devendo ser ouvidos os
juizesdj direito Miguel Fernandcs Vieira, An-
tonio Joaqulin da Silva Gomes, Francisco Jorge
Monteiro, Evaristo Ferreira deAraujo, Joaquim
Jos Pacheco e Joaquim Jos da Cruz Secco
i*lq i-. 44. Relator o Exm. Sr. concelhelro
aiquelra recorrente Francisco Jos" de Oliveira
Chaves c oulro, e recorrido Gabriel Alves Car-
neiro:he da reiafao da corte e foi negada a
rcvUta.
Distribuido de processos de revista civcl.
N. 4546.-- Recorrente Antonio Rfbelro Pes-
soa, e recorrido Antonio Correa Rangel: tocou
ao Kxm. Sr. conselheiro Mattos.
W. 4547. Recorrentes Hanoel Fcrreira da
ronseca c sua mulher; e recorridos Silvestre de
Jouza Pereira e sua mulher; tocou ao Exm
". conselheiro Velga.
N- 4MS.Ilccorrentc D. Mara Anglica da
a'lTira, e recorrida D.Joanna Jorgina da Ro-
cha :toGou ao Exm. Sr. conselheiro Carneiro.
W. 4549.Simultneamente recorrentes e re-
corridos a fazenda nacional, D. Mnnica Fian-
cisca do Mascimento c oulros; tocou ao Exm
or
r-conselheiro Coruelio Franca.
>. 4550. Recrreme Francisco Goncalves
crflr Duarle.e recorrido Jos da Silva Ave-
lc"|da; tocou ao Exm. Sr. conselheiro Velga
Pcrnambuco."Cumpra se.Palacio do gover
no de Pernambuco, 22 de outubro de 1851.
Vctor de Oliveira.
Tabella, a que se refere o aviso desta data
das graduacfs que competcmas pracas do es-
M'snitic.i'i de 20 do corrente
Graduaco de primeiros sargentos..-Aos tam-
bores mores, clarins mures, cornetas inores,
Hombras mores, mestres de msica, mestres
de cornetas, mestres de tambores.
Graduaco de segundos sargentos.--Aos es
Idngarderos, coronhciros.artilicesde fogo,scl-
eiros, aerralbeiros, carpinteiros de BCgc.
Graduafo de cabo de esquadra.Ao coche
ro do primeiro regiment de arlllharia a ca-
vallo.
Secretarla de estado dos negocios da guerra,
em 30 de setembro de 1851.--i6anio Augusto
da Canha Mattos
Candido Leal Ferreira,
Ajudanle de ordem encarregado do dctalhc.
Quartel general nn cidade do Hecife, 26 de outu-
bro de is.'h .
ORDH DO DIA if, 18.
Havcndo no dia 24 do corrente ultimado os
scus trabalhos, a cmniniMsiio que pela ordem
do dia n. 145 de 23 de setembro Ando fora res-
tabelecida para proceder o exame dos inferio-
res e cadetes do mel balalho da provincia do
Cear em virtudedo decreto e regulamcnto de
31 de marco do prseme anno, o marechal de
campo graduado commandantc das armas da
provincia, declara a mesma commissao dissol-
vida no referido dia.
Igualmente faz publico, que o Sr. inijor do
corpo de engenheiros Jos Joaquim Rodrigues
Lopes, que como se disse na ordein do dia n.
145 de 17 de setembro fora mandado vir para
esta provincia aflin de ser nella empregado
na direccao das obras militares, fez a sua aprc-
sentacao no da 10 do corrente, escacha no
cxcrcicio de scu emprego.
Antonio Cor na boira
adiantado que das qualro grandes divisoes da
estrada, duas foram positivamente adoptadas,
c acham-se j cm adiamntenlo.
Para fazer urna idea clarado carcter dcsta
empreza, o leilor dever abrir algum mappa
geral que inclua os conlucntes da Europa e
frica com aquella parte do da Asia que com-
prehende as boceas do Ganges, c depois segui-
r nossas observaccs, com o lapes na nio, so-
bre este mappa.
A antiga csirada de Inglaterra para a India
era cm torno do cabo da Hoa-Esperaiifa, passa-
gem que se elfeituava iuteiramcutc por mar c
que geralmcntc oceupava nos ltimos annos
quasi 100 dias. Em IKlO deu-sc o primeiro pas-
so para um novo syslema, navegando-sc direc-
tamente para o Oriente al ao gulphu de Cil-
bratar, conlinuando-sc pelo mar Mcditerrauco,
atravessando o iithmo de Suez ale ao mar Vcr-
mclho c continuando peto Ocano Indico ate
Hombain, ou cm torno de Ceilo'ate Calcuta.
Isso uo era ainda tudo; pois atravessando se
a Franca de Calais para Mar6clha, a volla cm
torno do cabo de S. Vicente, volta exactamen-
te scmelhantc cm menor escala que se faz
em torno do cabo da boa Kspcrauca, era o-
tciraucutc evitada, ca estrada lomavaa appa-
rcnciadc urna linha solfrivchncnlc recta de Ca-
lais a Adem. Dcvcsc observar que este gauho
f jra obtido cm parte pela dviso da viagciu
cm paradas, o que tornou aprovcitavcl o po-
der do vapor, porm mais especialmente pela
substituico de atalbos por trra a longos cir-
conio 0 que cima lid uesuriino, ocu vane ,_.;.,_:-
do Indo c o valle de Nerlmlda sao agora consi- Piovincia, J.roilo qu; lio recunbecido 0 g*
derados como tao rcalmeme transitaveis para pulido pola Conslituicuo pclUiCa do c^la-
locomotivas, quem poder di/.er que o valle do l do--art. 71 ; c sendo a intolligenoil c pro-
Kufraies nao tci um scmelh inte aspecto quan- jbidado, predicidos quo dvo n preferir ao
do nussos olhos se tivercm inteiramente acus-. cidudlo que 03 pOSSUQ pnra reprsentir a
turnados obra/ Talvez leja dlfflcll reprimir |sua provincia, o aOaiXO BSSlgQado, conven
cartas lestimunhavels e de dia de apparecer
jurar em sua alma qualquer licito juramento
decisorio, suplectorio de calumnia c consentir
nos das partes, querrndo chamar comilaco
os seusdevedores eaquem mais que por di-
retn o deva ser, responder s mesmas quando
for reo ncllas, requerer c assignar tudo quan-
to for a brm dellc co.nstituintc, que para isso
Ihc concede ilimitados poderes, confessar, sus-
peilar, requerer inventarios e partilhas, lici-
tar e Miciiar, requerer demarcaco, compare-
cer as mesmas em qualquer predio que Ihc
pertencer, requereudo em aeco tudo quauto
for inister, assignar requerimentos, termos e
tudo o mais que for necessario, c para embar-
gos de tercero senhor c possuidor prrjudi-
eado, seguir em tudo suas cartas de ordens
que valcro como parle da presente, requerer
revistas para o supremo tribunal competente,
dar justificaro, habilitaco, e inquirir e con-
testar tcslcinunhas, c poder substabelecer
esta nos procuradores que quizer, c estes eiu
oulros c para diUcrenles lugares, luda mesmo
para reinos, estrangeiros i lcando-lhe os mes-
mos poderes cid seu inteiro vigor para delles
usar seudo-llie nec<*ssario reserva para a sua
pessna toda novacllaco, salvo as de conci-
liacfm, a f*r.
Em f c teslemunho de verdade assim o disse
c outorgo; e li* a presente por me ser pedida,
em que depois de Ihc ser lida, assignado com
as lestemunhas presentes, o abaixo assignado.
Eu, Francisco de Sales da Costa Monteiro,
tabelio subscrivi c assignei cm publico c raso
de que uso.
Em teslemunho de verdadefronceo d$
Salve da Coi Monteiro.
Maria Mxima SUquilinn de Carvalho.
Domingos os Marques.
Antonio du Siiva Gusma'o Jnior.
EHItATA-
Na poesa do Sr. Cumares publicada hon-
lem ncslc l)air''>, no i." verso, Icia-sc
E ella, que he to bella, como he bello
Nos i.'e 1 versos, Icia-sc
Mais valora inorrer com tal desdita ;
Mais valora morrer, se cu te perdesse.
VARIEDADE.
um sorriso de increrlulida'c ao (tcns.inu'iilo
de umc.iiiiinho de ferro com um termino em
Calais c o outro cm Calcula, porcm Lindrcs e
Edimburgo eram oulra ora mais distantes do
que Liverpool ePIovaYorlc o sao agora, c toda
a espericncia dere cnsinar-nos a hesitar cm li-
mitar os poderes do vapor.
(Times.)
INDIAS ORIENTAR*.
IVIocorreio de liombaim de 0 ilejullio rece-
bemos duas noticias que tcm cutre si grande
analoga, comquinto nos venham de pontos
mui apartados um do outro, c termincm com o
cslribillio habitual da poltica Ingleza na India,
i annexacao de novos territorios ao Imperio
indo britanuico. ;
A primeira dcstas noticias refere-sc aos esta-
do! do Nltam de quein DOIIOS Icilorcs conhe-
ccm ha muito a deigracada siluacao c a sortc
que a luglatcrm llics promclte. O lio delgado
que prende a espada Ingleza suspensa sobre aprescitar
aqucllcs estados est a poni de quebrar-sc, rteelaradna
ou em oulros termos o governo de (.aleuda de- ,,;,' ,
cldio-sc cm lim ainlcrvir direclinicnte c cm a,B"0> : palnolisnio quo possuom abo-
scu proprio proveilo, ua adminislraco do rei- i "aln as *" POMOS, c OS relovanlU servi-
no de eccan, o qual se diz iidependente. | os QC hilo prestado ao governo, ao throno
" Ni/.1.1 ou principe de Ucccan, dcsceinlc de imperial, c ao pai no silo desconliecidon,
um grande Railja, que no tempo dadissolucao o os U :n recommoililaveis, c dignos dos
do imperio Mogol, ha um sceulo pouco mais suHVagios da provincia,
ou menos, fora revestido da soberana bcrcili-I (I VaIIih l'iirinmliiieann
tarn sobre a parle do llindosuio coinprchendi-' n- ir.. ,, ,. 7 r M
da cnt.e os rio. Ncrbudda c Ivistna, P I D'j[ V,conto P u0 ,ic(' (J'fctor do
N'o comeco das conquistas inglesas na India, '.. 'y16'1-)
o \i/.ini era urna potencia icrrlvcl ; a cumpa- ,lJr<-' '"O Capistrano do MnrHonca (lento.)
nhiajulgou prudente obter suaainisadc, c le/. "" Ant'inio llangel de I > i ". U:indoiia
ciJo do qie Ues i|Uj|iiados concorrom nu
peUOl do III n. Sr. I)r. )0ii Francisco do
'aiva, nSO dlividl polir aos oloilores per-
niniliurino lovom urna cleitoral no dia
3 do dezembro proxim i fiiluro o nomo do
tio distinelo patricio, que elevado a Iflo im-
porlanle cargo, osaberi in lubilavelinonto
deseinponhar coi piol dos inturesses dcsla
mesma provincia, o par conscguinle dos
scus consiiluinles
0 F.I.Mldr deS. los.
Srs, rolacloros.Prximo e.ila o dia cm
que so lleve prucoJer a elcicfio de diputados
provinciacs; he pcrmitlido a qualquer a-
presaiilarto publico, o recommeinlar aos
Srs. eleilori'S aquellos cid id.los, em quo so
acliain reunidas lo las as babilitatea pre-
cisas para una tilo imprtame commisio :
usando dcslo dircilo ou lenho a honra do
os nomos dos CldadSos abaixo
que sao reputados por muito
suaainisade, e fe/, "r. Anloniu I
cuitos por mar. Ueste modo o atalho de Calais com elle um tratado de allianca que poda cm j (lontl.)
a Marseiha despensou o circuito cm torno da j certa poca, ser vantajoso para as duas parles, Fluriano Corroa do tirito losorivflo do or-
llespanha p o at.ilho alravcz do Kgypto o vasto | mas que depois de um lapso de tempe un; ou j phiios i
circuito cm torno do cabo. I menos longo, devia ncccssariaucnlc produiir Tnnflnia"poBlISO llanhanl de Uidln Rnirn
Agora para epor o negocio concisamcotc,' os resultados de que somos h-je lestemunhas, ,'.,,' ""? i -P li ?
cstaiubiiltuiao de viagem por trra i viagem' islo !.c a absorpcii de Deccan pela Inglaterra. r" ><>*<\u'm Otd fotuta (advogado.)
por mar he o nico prioelpio simples do pro-I Os Ingleses protegiam o Ni jecto que analyamos, c o problema nao he Iros principes indgenas; .lies garanlaim a In- | Diumond (advogado.)
nada mais que uso. Como eliminar da estrada1 dependencia c a integndade de scus estidos c UmbellinoOiiodes de Mello (oniprogailo pu-
TRIBUNAL DA RELAGa'.
SKSSAft DK 28 DK OUTUBRO DE* 18A1.
Presidencia do Kxm. Sr. conselheiro Azevedo
As 10 horas da manhls, oslando presentes
os Srs. dsombargadoros Bastos, Liflo, Re-
bello, Telles, Peroira Monteiro. Vallo e
entre Marseiha c Calcuta as porgues que sao forneciam-lhc para esle lim ds forjas militares
.iiml i fcitas por mar e substituidas por alguns de que poda ter necessidade. O Mtam devia
meios de transpone por trra, lie exactamente responder a esta proteccao por um subsidio an-
o inverso dessa inveucao que ha quatro secu- nual pagavcl cm moeda.
los, mudou a face da historia. Kaquellcs tcm-! Kmquanto o De rea n l'oi ameacado por scus
pos a coininuoicacao com o Oriente fazia-sc por virinhos a allianca ingleza era Ihmii paga, por*
trra, porm as viagens por ierra eram enlao que disso dependa sua propria cxisteiiLia, mas
tao dlMceis c arriscadas que o dcscobrimento medida que as potencias ludigcnas foram en-
de urna passagem por mar cm torno do cabo golidas, c iuc a onda do poder britanuico in-
desviou o curso do commercio para a estrada vadlo o llindoslao, o subsidio annual tornou-
que ainda hojeelle linncmcntc segu. Presen- se tao oneroso quanto intil para o Nzamc mui-
tcmenlepcta intrnduccao dos caminhos de fer- tas vetes nos anuo* desgranados o seu paja-
ro, a viagem por Ierra tcm-se tornado para as memo nao foi clieituado.
viagens por mar o que as viagens por mar eram Um grande mima u de aunos se assaram as-
para as_caravanas, e a consequencia he que a sim sem que
blico )
Coro
I f' .
Pilippe Nory Collado (lente.)
l)r. Corvasio ( mcalvos da Silva (advocado
I
CONSKI.HO AOS OPERARIOS SO'lRK OS MKI-
"S QUE FXI.ES TKKM DI. SER FELI/.ES.
Por Mr Th II. Barran.
O Ululo deslc livro attcsla sua importan-
cia ; a materia que faz son assumpto c a ma-
nelra porque ella he tratada, rrvelam quasi o
autor. Ksla obra he o trabalho de um homrm
que con^a^rou toda sua vida educacao da
modidade ; ella fecha c cora a serie dos li-
vros (uc Mr. Carrau tcein enmposto para a
cduca9ao moral dcsla parte da mocidade de
uosso pas a qual se forma as escolas prima-
rias. Elle cscreveu para os mestres que diri-
gen estas escolas sua Memoirc surles ccoles nor-
males c sua Directinn morale para oa meninos
vers leurt parents c seu Livre de morale pratique.
Elle toma essa tarefi que parece ser a sua ; e
no momento cm que, adultos, dcixain a escola
elementar, elle Ihcs olVorcee no llvro do qual
hoje vamos dar eonta, urna serle de conselho^
que sero para elle* urna norma de conducta
a mais segura no curso da vida. O trabalho,
com elleiio, he a Iri imposta a todo liomcm que
vem a esle mundo urna protiss:li manual, a
pirlilha que aguarda a lodos que ah chrgam.
A opulencia hereditaria, ou facilidades pode-
rosas proporcionan} a alguns urna sorte a par-
le ; pnrcn para o geral da humanidade he no
rxerccio de sua protissio que cada um acha a
sua. Para ser mais, elle nao esl menos segu-
ro, nem inllocado mais longc da fortuna real c
da verdaeira honra. O maior servico que u
hornera encarregado de formar scus seme-
Ihantea, educaudo-os, pode fatcr-Ihcs, he cn-
sinar-lhes o caminho pelo qual o trabalho, cm
todas as posu'cs possiveis, os couduzirua uina
c a outra : tal he a nova tarefa que Mr. Barran
emprchendeu.
Ocpois de ter dado urna conla exacta, se ocu-
pa della com urna lirme resolucao, exetuta
com mu methodo cheio de clareac proseguc-
a com uina constancia que se no dclxa cancar
pelas particularidades,nem abater-se pelas dif-
ficutdades
Se a felicidade he o lim ao qual he permet-
ti pcrmellido aproximar-sc, exlstem causas, gr-
racs as quacs deverao nefiattarlaueale ubiat
sobre todos, seja para prohibir Ihcs o
seja para facilltar-lhc o acceso a ella
mas para bem rrconhccel-as, i..mi sera
necessario de finir a felicidade, alimdcjulgar
do grao de energa com que ellas nos ajudaui
a marchar para ah. ou obram sobre nos para
aRastar-nos ? Esta felicidade ao alcance de to-
nel Dotiingos AlTonso Nery Forreira dos,v nS* **;*li acaso na satisfago de.sas
npregado publico.) inc inacoes,_ dcstes desejof, dess necesn-
u -/ ti 1 i x dadesquesaoa base da uatureza humana.'
i^ublicayos a pedido.
Procuracao bastante que faz D. Maria Mxima
ttiqtllltoa de r.irv illii, viuva do hilado
Lourenco Manocl de Caivaiho.
Saibam quantos este publico iostruinento de
companhia licnsc Tallado de procuriciio bastante vircm, que no anno do
nvencao de Vasco da Gama ser substituida querer usar de rigor, nem de rcvcndlcar em uaaciinenW de Nosso Senhor Jess CbrUIO de
por ma vez, e o commercio do Oriente se far territorio o equivalente das soiiimas que Ihc mil oitoceiitos e ciucoenla e um. aos dez das
de novo por Constantiuopla, Augsburgo c Co- eram devidas a proposito de una proteccao do mez de setembro, ucsla cidade do Uccic
lonia. contra iuiiiigos estenios, que o Nizaa ha mui- de I'ernanibuco, peranlc mim comparecen
As passagcnsinariilraas da actual estrada da to nao tcm mais que temer. D. Mara Mxima Miquilina de Carvalho, viu-
India, nao fallando na que se faz atravez do Foi por esta paciencia hbilmente calculada va do tinado Lourenco Manoel de Carvalho,
do Canal, por muito pequena, sao duas; urna que se deixou a divida accumular-sc c chegar mondora nesia cidade, reconbecida de mim
de Marseiha ou Trieste a Alcxandra, e outra a um coiuposto que excede em muito os recur- tabelio, pela propria do que dou fe. K de
de Suez a Boinbam ou Galana. Estas passa- sos do Deccan. Com cll'eiio as renda actuaea mim perante as mesinas teilcinunhas, que pe-
geos conslltueui a mais longa parte da joroada do pala clevam-sc apenas a 25 milhcs de frau- lo presente, na mellior forma c via de direito
de 5075 inlhas executada ----------- *-- -- "-----------J- -*- '-* -----
ueuo, lenes, i-cruira aiouteiro, vano e de 5075 mllhas executada por vaporea, dos eos, as desperas uo sao jiinas inferiores a ordenava c constitua por seu cerlo en
Santiago: fallando com causa os S-s. do- quaes nao se pode esperar urna velocidadc XJmilhcs; ha por tanto todos os annos um bstanle procurador nesta cidade a seu
rembargadores Villares, Souza, Luna Frei-
r : o Sr. presidenta declara abena a ses-
s3o.
JULGAMENTOS.
fecorrente, Lourenco Bozerra Carneiro di
Cunha; recorrido, o juizo.Julgaram im-
procedente o recurso.
Kggraoo
.--------------- ... ...tu ipj. CIJIJIl.VJ. UUVCdl
Iii.hC am em re,,f"i clc- Q" ''lo e re- Aggravante.Anna Joaquina Wanderlcy Lins; cas do
"XdoVmh.,.U!i0.,,r1n?SR,oma,u?0",,e_ Biravado, Fracisco Hibeiro do tirito "">
iaX:^.-V'V.*':25.jr!?L Negaran, provimento.o aKKr.yo. *"'
'"cuja0 io accordam que se acha cm original
* 7 v., e de que se exlrabiu a ICDteocaexe-
'licnda, que decorre de fl, 2 em diaulc, profe-
"ua r ni grao de revista, poli que os referidos
nibargos nao foram oO'crccidos execucao e
iodo della, mas sim sao nfringentes, e len-
Uci" directamente a destruir a luesiiu icntcn-
maior quede 10 milhai por hora. A mais longa dcllicit de olto milhOes a cncher. A divida ao Umbclino Maximino de Carvalho, para poder
deslas duas passagens he adcSuc ao lllndos- fisco de Calculla lie de 22 inilhoes I Como esta- receber os alugueres dos predios c despejar
tao, pois ella inclueuin circuito cm torno dos belcccr o equilibrio entre soturnas tao despro- os inquitinos em falla de pagamentos, faicr
dous ladoi do territorio triangular da Arabia, porcionada? concert nos mesmos predios, receber dinhei-
O primeiro objecto pois he tratar a volta por O governo da companhia chegou pois a con- ro dos mesmos intiuiliuos c passar recibos,
Adem como as vollas pelo cabo de S. Vicente e cluir que o nico mcio de se pagar de sua di- mostrador que lera da presente, o qual disse
pelo cabo da (loa Esperanca foram j tratadas, vida he apoderar-sc da adminislraco liscal da que ceda c (raipassava todo o seu livre c com-
e islo deve fazer-se levando o pauagelroi s Ucccan e de tirar de la renda annual uina prido poder, mandado especial c geral quau-
boccas do ronlcs em vez de lera-Ios sboc- quola que extinga a divida cm cinco annos com lo cm direito se requer para que o dilo icu
cas do No, c transportaiido-oa alravez do ter* os juros compostos de icis purecuto; masco- procurador, oodc com cala se achar c for ne-
lurco a bassora na pona do Golpho mo ha evidente que este novo dficit loma a ad- cessario, posta em nomc della cousliluiute
ininlitracao poltica e militar do paiz absoluta- procurar e requerer todo o scu direito ejus-
O caminho de ferro eligido para este lim de- mente mpoisivcl, chega-ae pela torca dai cou- tica cm todas as suas causas c demandas cri-
ver correr ao longo do valle do buphratei, e aas eipropriaco territorial,Isto he a essemo- mes c civcis movidas c por mover uosaudi-
sua estenco nao exceder de 000 milhai, sim- do de pilhagein legal que se chama honesta- torios c tribuoaes a que tocar, de um c oiiiro
plcsmcnle dous tercos da cslencoj executada mente annexaco, fdro, nclles ouvir as sciitcnras c despachos
ui.uur gerai. na pequena repblica de Massachuites, entre- Mote deve crer lodavia que a miseria c a lavoraveis, e faze-las lirar do processo c dar
Appeuaules o appellados, JoSo Athanazio'tanto que leu complemento icduslr a distan- aoarchla que devoram o Deccan sao clrcums- o seu derldo cunipriuicnio, e das conuanas
Das o Manool Antonio de Souia Res. Iclade Londre a Calculla demaiidc tnelade, e tanciai que penniuaram aoi Inglezei apodera- appellar, aggravar, embargar, ludo seguir
i
a* 1
INegarain provimemoao aggrivo
DILICEaCUS.
Appollanto, Miguel Juso da Silva; appellado,
Jos Gomes Moreira.llanlaram ouvir o
carador geral
Convcm pois collocar fra desta dilinicu es-
tes apetites insaciavels, que leem sua origem
uas paixoes, e que nao podem traier ao homcm
nem o aperfeicoamento de urna s de suas fa-
culdadcs, nem a latisfaciio de um gosto apro-
vado aos olhos da sa raso.
.Vi i consistii por ventura a verdadeira feli-
cidade em nao iinpor cada; um a si iiiesmo um
trabalho a cima de suas forcas, cm dar o que
ellas reclaman! para eslas ncerssldadci que sao
os meios pelos quacs ohomem se dcscnvolvc c
ta oonaerva cm prosnirar e.te coiitcuuiuentu
Interior que elle expermeuta cercando-sc de
uina lamilla, a qual ama, e assegurando a cada
um dos que a coiiipocm o que he necessario a
si ni "ii i ? A primeira cousa ucccisoria para
chegar a ella he pois limitar aquellas uecessi-
d ule em cuja salisfaco ella consiste, e sup-
prlinlr aquellas que nao devem ser latdfeitas.
por quanto a razo, longe de as aprovar, as
condemna.
Levada a estas proporces modestas, a felici-
dade nao he para ninguein nma cousa irnpos-
Slvel : para ella nao lie indispcnsavel a rique-
za ; a abasunca que um Irabalho quasi ingra-
to proporciona, c que muitas veies os P'oce-
dimentos exactos augmento, o espirito de
previdencia e de economa, baslarao larga-
mente para isso. A disiipacao ca deiordcm
conduzcm cedo ao tundo das mais opulenta!
fortunas. Mr. Barran principia pois por pre-
venir o operario conira estai duas funestas iu-
clioacdcs, recoinmendando-llic moderaco noa
gestos e regularidadc na vida. Com a Idade
as Torcas dcinlnuciii com o lempo ai prcciioea
se modicam I cuinprc portanto saber, uoi
diasciu que se ganha muito, econouilsar pa-
ra aquelles em que se ganha menos.
Viver com icmperauca \ regular o emprego
do tempo, dividiudo-o em justa proporcao pa-
ra o irabalho e para o repouio, exercer a Inlel-
llgencia pela instrueo ; cultivar a aplidao, ra-


=2
cocioando obre o proceuoi du trtei; taet
sao os consclboi que o autor d a todoi o* ope-
i.11 ios antea de entrar cor ello, as parlfcula-
ridadea da vida, a qual deve ser ^rehenchida
por cada uin, coro o exercielo de sua proflt-
tao,
Tudo, naquellca que observan,, tende a csta-
bellecer eiia verdade, que ein todo o tempo e
por toda a parir, o mata seguro mel de suc-
cesso he o comprlinepto de dever. Numerar
as obrtgacOes que elle impoem srgendo a
tuac>s, ensinal-os quelles que devem com-
pril-as, e bem asslni leval-os a satlsfatel-as
cotn urna pontualidade religiosa, he nisio ein
que elle faz consistir, para operarios, a tabedo-
rla; he dlzendo-o com um acento de unta con-
vieco que elle fai brlinar a sua.
Dcbaixo da peona de Mr. Barrao, o dever se
despoja, por asshn dizer, das apparencias aeoas
e austeras do mando par revestir a forma
inais doce c mais persuasiva docoosrlbo; na
aoa boca a razao se enebe de ternura e de un-
ci para enainar, ao aprendiz e ao operario a
docilldade junta ao respelto, o trabalho atien-
to e animado, o dcscnvolvlmento elevado pela
desertcao ; ao mestre a exacta vigilancia, o es-
pirito de juslica c de carldade, os procedimen-
los delicados e generosos, o amor daquellet
!iue o auxlllam no trabalho eque soosarti-
Ices de sua fortuna ; a todas a slnceridadr as
conveoedes, a lealdade na execuflo, a probida-
de severa at ao escrpulo, a conducta mantilla
regularmente pelo exemplo que cada um da
< segu ao interno teinpo.
A felieldade pelo dever e pela fortuna, e a
fortuna pela inoderaco, tal he a these da qual
o livro de Mr. Barran be o desenvolvimento
Com elfelto, regular seus desfjos, diminuir
suas necessidades, he quisi augmentar os
melos deasiatlsfaier; porm fecundar o tra-
balho pela Inteligencia, augmentar seus pro-
ductos pela ordem, e auginenta-los aluda pela
economa, he elevar inethodicamente o edifi-
cio da fortuna, qur ella se chame modesta-
mente o necessario, qur ambicione o titulo
meis pomposo de opulencia. E o necessario
aqui nao he aquillo que he sufiicienle as ne-
cessidades do dia e d'aquelle que os soltre :
o homcm que tem animo e previdencia o ve
ainda eni ouira parte, e quando o comprehen-
de, sent que elle he muito mais qae isto.
Sao os das de descanco c de feriado, os di.is
inais raros de molestia c os annos ceos da
velhice que o preoecupam e Ihe fatem adiar
os segredos da cconoinia. SSo principalmente
os cargos de urna familia que se conipoe de
numerosos filhos e a qual coinplctam, por as-
iini dizer, pas vc.hos e fracos, que o preser-
vam da inercia e o trazein acautelado contra
a prodigalidade. Quantos operarios, conlen-
tando-se com a facilidade da vida nos anuos
da mocidade e da idade madura, assoclam in-
mediatamente uo seu espirito a ideia da as-
istencia publica ou do hospital com a da
ucccssidadc c da doenca que um incidente ou
relie o ah tem tratldo.
Mr. barran cm lugar de habituar a esta pers-
pectiva as vistas d'aquellcs aos quaes ac dirige
os faz cnvergonharein-sc mesmo de urna seme-
Ihante lituacao, mostrando que ella he multo
mais o resultado funesto da imprevidencia do
que o incvitavel producto da fatalidadc. De-
pois elle i ver o operario, gracas assidui
dade que einprega uo irobalno, ordem que
preside ao einprego de scu tempo, ao diseer-
uimenlo que tem regulado o de seus salarios
c o de suas economas, vivendo feliz no meio
de urna familia na qual a pralca das virtudes
christies desafian, as necessidades para (jue
a peni'tieiu, inorrendo estimado pelos outros
lauto quaoto amado dos seus, e nao levando
dcsla vida, ein que deina uina abastanca, Iruc-
to das virtudes de que deu o exemplo, nem
dolorosas saudades, nem amargosos pezares
Alas para que tornar a principiar o qiadro?
<,>ucro antes separa-lo do livro de Mr. Barran
c po-lo aqui debaixo dos olhos do leitor ;
Eu o repetire sem cessar, o lugar do ope-
rario ein sua velhice he no seio da familia de
seus filhos, nao he scuo ahi. Se platicando as
lices da sabedoria. elle tem ecouoiuisado re-
cursos, estes recursos reuoindo-se aos da ta-
inilia, formaram urna sortc de riqueza. Se
elle nao tem lenlo urna renda a qual se deve
extinguir com sigo, esta renda, ein muilas oc-
casies ser de grande soccorro na ccouomia
c asseguraia o pagamento da babilacao, esta
carga que pesa lauto sobre as elasses laborio-
sas. Se tem conservado uin capital, sua renda
ser menor, mas elle ter a consolabajde del-
atar depois de sua mortc aos seus filhos uina
bcranca mais ou menos consideravcl, ao ines-
mo lempo ijue deiva um honrado exemplo.
" Mas quer lenha recursos, quer no, heno
meio de seus filhos cjuc, pelo iiilercsse de sua
i unili.i, para sua propria felicidade, elle deve
passar seus ltimos das.
a Pelo inleressc de sua familia ; quantos ser-
viros, com elleilo, nao I lio pode prestar elle.
At ao ultimo momento elle ihe be til. An-
da que seja vigiando sobre os meninos, elle
cconomisa o teinpo do pai e da mi; e o tem-
po, como vos tenho dito, Jos, he a fortuna
do (rabalhador. Elle comribuir.i sempre para
a ba edneaeao dos meninos, piando nicsuio
se nao oceupasse activamente della ; pois para
formar a mocidade na virtude, mo ha arrimo
mais poderosoque o quadro dos cuidados, das
allcnres de que o pai velho he cercado. As
lices que se pagam t;u caro us collegios nao
tem o valor destas.
Para sua propria felicidade : que ouira
inoradia ter para elle o luesiuo encanto ?
INesta familia nao ha parlicularida-le que nao
tenha imporlancia paia elle, nao ha incidente
que nao seja um acontccimcnto aos seus olhos.
O irabalho do esposo, as oceupacues da espo-
sa, os divertlineutos, os estudos, o eusino dos
filhos, a saude de uus e de outros, s diversas
causas que podem produzir sobre ellcs una
impressao, qualquer que ^eja, de lotereite
elle sente-sc ligado existencia por mil lacas,
a influencia que exerec sobre este Interior,
que Ihe he lao caro, o enuubrece c o encanta
ao metmo lempo.
Se elle quer conversar, que o escutar com
mais cmplacencia, quem Ihe responder coiu
mais prazer Se soflre enfermldades etn que
parte achara cuidados lao assiduos c to ter-
camlnho, ao lugar onde ella pasta a berva rar maior numero deste-s wpiritos que sofTrem,
e tuculentada rncosia ; um outro, detde a Ida- e qUe ns,0 sdra predio mais que O lempo
de de nove aunos, val guardar os anlinaes de para acabar do cura-loa. SaltDOQ represan-
um vizinho, ein casa do qual ganba, durante (antfl(jt Mosa (MODileur.)
toda a bella estaeao, alm do sustento, 5 ou 6
noi? Se seu ouvido se ensurdece, quacs sau
os olhos nos quses lhcser to fcil 1er P Se
sua voz se obscurece, quacs sao as vozes que
mais estimar ouvir ? E se nai aproximare
da extrema agona, scu espirito sollre alguin
destes desfallecimentos durante os quaes a luz
do pensameuto parece eclipsar-sc, em que ou-
tra pane achira elle cita reunio de cuidados
exigidos por urna segunda infancia, e de pic-
doso respeito devido ao carcter paternal?
He deslc modo que aquclle que foi um
operario honrado lica sendo at sua ultima
hora um homein estimado ; sua alma autes
de aeparar-sc da vida, ahi permanece ligada
por doces lacos, e o calor das afl'ecccs aviva
os plidos raios de seus ltimos ses.
< O' Joseph vive de modo que possas cn-
velhecer e morrer assim. O' filhos 1 ponde-
vos pelo trabilho c pela economa em estado
de conservar com vosco vosso velhos pais, se
cst;o desprovidos de recursos. O' pas con-
duzi-vos de modo a cconomisar recursos, para
nao sobrecarregar vssos lildos. O' vos todos,
operarios! vede o que devei* preferir para o#
vossos ltimos dis, ou ir passar um hospicio,
, una existencia de cscravo, ou gozar no meio
de vossos filhos c netos urna vida cercada de
amor c de respeito.
Ao lado deslc quadro, no qual o coraco e o
bom senso rcumrani os traaos inais proprios
para fa/.er nascera cmor.o as almas honestas,
colloquemos esse outro, em que o cscriptor,
evitando o vulgar e Meando no simples commu-
nicou na pintura das oceupacues dos filhos do
pobre no campo, todo o natural c toda a fres-
cura do Idyllio:
- Porm fallemos dos filhos,
Se riles sao, na cidade um encargo c nada
,'cno uin encargo, nao succede o mesuio nos
municipios ruraes.
u Me ahi que as ouinerosa; familias sAo ver-
dadeiraiueuteabencoadas pelo co.
No campo os filbos do pobre, logo nnc sao
crescldos, sao para elle uina riqueza; alliviam
desde a idade tenra, as despeas que faz para
etles, e as tornam quasl insensiveis. Uina nu-
trieao que, na cidade, seria ou mui pouco abun-
dante ou mu grosseira, Ibebasia fp?rquc o ho-
mcm nao se nutre smente de alimentos, nn-
tre-sc de arj, e o ar puro e fortificante que res-
piran), compensa o que Ihe pude fallar eui qua
lidade ou em quantidade de seus alimentos.
* E d< mai, quautos recursos procuram pa-
ra a pobre familia I Vede o que faz cada um
delira ; um vai segulndo pelos caminhus, os
rastos doa annimaes e tras o eilrume que deve
tornar o jardim productivo ; o outro condui a
francos por mez e alm disto, se o anno esla
satUfeito com elle, sem par de bons sapato
ou uina bella camisa nova. Ou antes fasendo
altivamente soar seu chicote e elle acompanha
os bois na charra c leva a beber os cavallos.
Este outro esparge todo o estreo dos campos
do pomar viiinno, ajuda a sachar os trigos, as
aveias, as batatas e arranca as hervas nocivas
unas vetes com suas inos, outras com o auxi-
lio de um sacho.
No esli, arma-se de um ancinho tao gran-
de como elle e vai ajudar os segadores; pela
vindlnca tem, como todos, um bom nutrimen-
to, uvas vontade e uina peca de SO cntimos
por dia. No tempo de derribar mato, levam-
no para a floresta, elle quebra os ramos e apa-
nha as maravalhas das quaes seus pas faiem
felxos; uin pouco maior, elle subir sobre os
choupus e l balanc/ado pelos ventos, cortar
Intrpidamente os ramos. He uina maravllha
ver.cm uina aldeia todos estes meninos desper-
sarem-se para o trabalho como abelhas; em
um bello dia; nao encontrareis um su cm casa,
e neohum destes irabalhos os fadiga, ucm os
sobre carrega, porque todos sao proporciona-
dos sua idade c sua torca; quanlo mais el-
le crescem, tanto mais augmenta a abastanca
da familia.
Ha todava circunstancias as quaes uina po-
bre familia carregada de lilhos no campo sent
o peso deste fardo : be durante o invern rigo-
roso, quando o grao est caro. Pois bem nesse
tempo mesui", como no esli o menino he o
recurso da familia ; os pais o enviam de lem-
pos em lempos casa daquelles habitantes da
vlzinhanca, aos quaes urna posicao inais feliz
permiite o exercicio da caridadv. Oh! nao
vos espantcls desta palavra, ella nada tem que
humille, pobreza nao he vicio. as aldeias
vizinbas, o menino c sua familia sao conde-
cidos, todos sabem que bao pessoas laboriosas
e honestas. Alm disto, se o meniuo pe-
de, se se Ihe d elle d lambcm. Eis-aqui co-
mo as cousas se passam.
Emquantoque, ua herdade isolada, a faml
lia esta reunida junto de un fogoardcnle, ou-
vc-se a porta uina voz doce que, por supplic
invoca a benyo de Dos sobre a casa c sobre
quelles que a habilain. Pai nosso, que ests
nos cos..-. --Ave .Maria,... -(Jreio cm Ucui
Padre todo poderoso....- Corrcm porta, po-
rm o menino uo entra san que tenha acaba-
do suas supplicas esem que tenha pago de antc>
mao o bem que vai receber. Elle entra, aco-
Ihem-no com benevolencia, aquccem-lhe os
ni ni' i >s transidos de fri, fazendo-o aproxi-
mar do logo, animara seu coracaoilnho iufor-
mando-sc com inleresse de sua familia: Tua
pobre ni,u aborrece um lempo lao rude... Teu
pai tardar multo at que a uevederreta, para
ir corlar leuha.- Ei-lo animado, consolado:
elle parle levando dcsla casa o pao com que
o carregam, c dcixando ahi o euuieuumculo
que segu sempre uina ba accao. e a tullucn-
cialclii que se bga as supplicas da innocencia
Citteiuos ainda uina pagina.uma pagina cheu
de enthusiasmo c de gusto; ella respira no
inais alto grao o sentimento da irle ; nossos
mi'lhores cscriplores nao o de>approvariam.
Ella musir como, para o simples opperario, a
observaco intelligenlc dos trabalbus dus ou-
tros ajuda o deseuvolvimento' desta iutclligeu-
cia rara que pode leva-lo a imita-los, a igualar
scu uieriio, a exceder sua perfeico.
isse ver muilo c examinar o que se v, isto
he, lixar sua atlenco sobre os diversos objec-
los relativos arte que se quer excrcer, consi-
dera-lo com cuidado no seu lodo, as suas
particularidades, cituda-los. A maior parle
dos mancebos, nao concedeudo aos objeclos
que se aprccnlaui diaute de si, seuo urna at-
lenco dislrahida nao aproveilam do que elles
veem; oniros pelo contrario csludaui c apro-
veilam por toda a parte e sempre.
Vede, por exemplo estes dous jovens mar-
clnelros que passam por junto de urna porta
delicadamente irabalhada, obra piiuia da arte
doscculoXVI; uin a ver dezvezes. cein vc-
sem prestar-lhe atlenco ; ou antes crguc-
r os hombros dizeudo : Como he vclha que
gosto singular tinha-sc auligamcutc '. ou en
to a considerar um instante com um ar cu-
rioso c approvador e passar adianlc. Porm
vede seu cantarada; apoiado coulra urna pare-
de alguma distancia, elle contempla vida-
mente o primor d'obra; a finura do desenlio,
a bizarra graciosa das linhas, a ousadia do cm
zel, o commovem forteineute. Seu olhu se pe-
netra, por aiifm dizer, de todas estas bellezas
e conserva a imagem dellas, nao urna mag^in
ve estril, mas uina i:uageiu fecuuda que des-
envolver nclle o gosto para a purera c para a
harmona das lionas. Seus olhos nao viram
smenle a obra, porm o talento do artista foi
compreheiididopur elle e cntrou por aisim di-
zer nclle,
Lis-aqui o qus he examinar o que se vi>,
relativamente a .sua arle. l>ous pintores da
antiguidade, Protogon?s, e Apolles, viviam
a cent leguas um do outro e nao se conue-
ciamsenfio pelas*suaa obras, objecto para
'lies de emulac^o o d>) ima adn.irat;ti> reci-
proci. Apclhs oliera aspiridameate, aci-
dada que habitav* seu emulo, e, antes de
saber quem elle era, fui a leuda do pintor.
Elle achou smente os discpulos ; o mestre
eslava ausente ; Apelles sem dizer urna s
ulavra qua po lesse fazer suspeitar quem
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Ilendimento do dia 30 3:591,357
Ducarregam hoje 31 d$ oulubro.
Barca portuguoza Espirito Sanio .- mer-
odorias.
Iliate brasileiro Flor de Cururipe-- gene-
ros do paiz.
CONSULADO GERAL.
endimentododial a 29.. .14:381.093
dem do dia 30........ 446,831
14:827,924
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 1 a29 1:167,526
dem do dia 30....... .
BxMrtac&o.
Liverpool, patacho inglez May, condumio
o soguinle : 477 saceos com 2385 arrobas
de assucar.
HECEBEDOItIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 30...... 280,800
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimcntododia 30..... 228,818
Movimento do porto.
O eaplUo Francisco Jos Silveira, jalz de
diz do priaieiro distado da freguezia de
S. Fre Pedro GoncalvM, &.
Faco saber aos habitantes deate destricto,
queem cumprimento doofliciodo Es. Sr.
presidente da provincia, que aeoropanhou
por copia o aviso da reparticn do imperio
de 23 de agosto ultimo, tem de se por em
inteira execuco do primeiro de Janeiro
prximo futuro em diante, o regulamento
quebaixoucom o decreto a. 798 de 18 de
junho do eorrente anno, relativo ao registro
dos nascimentos e obittos, authorizado
pelo terceiro do artigo 17 da lei n, 586, de
Odesetembro de 1850. E para qne chegue
ao conheciment dos mesmos habitantes, as
(Iis|insic0es conlidas no citado regulamento,
publicado no Diario de Pernambuco de
hoje, mandei lavrar o presonte que ser a-
(ixado nos lugares mais pblicos deste dis-
tricto, e publicado pela Imprenss.
Primeiro distrirto da freguezia de S. Frei
Podro Goncalves, 30 de outubro de 1851.
Eu, Manocl Joaquim da Silva Riboiro, es-
CrlvfiO, oescrevi.
Francisco Jos Silveira.
eclarajoes.
-- 0 arsenal de guerra, compra azeite de
carrapato e do coco, velas de carnauba, e de
espermaceti, lio de algodSo e pavios ; quem
os referidos gneros quizer fornecer, com-
prela no dia 31 do eorrente: trazando
sua proposta.
De ordem do Illm. Sr. Director geral da
inslnic;3o publica faco saber a quem con-
vicr que por deliberado de S, Ex. oSr.
presidente da provincia em consequoncie
Navios entrados no dia 30.
Rio Grande do Sul 30 (lias, lingue-escun- .
nra.-ileiroS. Joao Vencedor, de 134 tonel-:J? .inconveniente,, que occorrer., esta deii-
ladas.capttao Jos da Silva Nevos equi- n"'V"ite transiendo para o da 17 do p
pagem 13, carga carnoseccaa JoHo Fran- d? Noverobro o concurso as cadeiras
cisco da Cruz. i*18. mstruccSo elementar de Joazeiro.tnga-
Parahiba 3 dias. hiato brasileiro Psrahi-'."'".o Serra-tilliada.
bao, do :17 tonelladas, mestre Vicloriuo' Directora geral 18 de Outubro do 1851
JosPereir,, equipagom 5, carga toro) do. Candido Eustaquio Cezar de Moli,
mangue : ao mestre. Passageiros, Fran- Amanuonse archivista.
CiCO Pinto Pessoa, Hanoel Joaquim de --Deordem do l)r_ juiz do commercio da
segunda vara Jos Raymundo da Costa Me-
Souza c Joaquina Maria de S. Jos.
Oburvac&c
nezos, l '.i; 11 scienle aos credures dos falleci-
A birca americana Tlielis, capitlo W.San- los Fernandas da Luz e Irmao, para qne
dell, que chegou a este porto om 26 do cor- compare?am em caza da rezidencia do
ronte, vindo de Maurecios, seguio hoje com menino juizo na ra da madre do eos, nii-
a mosma carga para Boston, lendo-se feilo moro um, do bairro do Recife.no da 31 do
de vela do lameiraoonda havia fundiado. eorrente mez, pelas 10 horas da mantisa, a
h ii de verificaren! os crditos, procurar-se
< ii contracto do uuiilo, e se proceder a no-
I"ljt| rP4 I^S meaco de administradores da caza fallida,
ilicandoos mesmos credores advertidos que
."> o fi do novembro prximo vindouro, ira a
(iraca para ser arrematado purante o tribu-
nal administrativo da uiesma lliesouraria, a
quem por menos lizer, a obra de 650 bracas ___
carrenlcs de impeilramenl.) na estrada da
esrada, avahada em 5:005,000 rs.
A arrematar;ao ser feita na forma dos ar-
ligos ->\ c 27 'la loi ii. 286 de 17 de maio do
correte anno.
As pessoas que se propozerem a estaar-
rematicao, comperecain na sala dassessfles
I i nicsmo tribunal, nos dias cima mencio-
nados pelo meio dia, competentemente ha-
bilitadas.
E para constar semundou allixar o pre-
sente c publicar pelo Diario.
Sflcrcliina da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 14 de outubro de
1851. O secretario, Antonio Ferrcira da
Annunciacao.
Clausulas esptciaes da arrematafio.
1," O impedrainento do primeiro lauco da
estrada da Escada, f ir-so-ha de conformida-
do com o ornamento approvado pela direc-
tora em conaelho, n upresentado ao Exm.
presidente, pelo preco de 5:005,000 rs.
2." Os trahalhos principiarHo no praso do
I mez, e sorSo acaba los no de 8 mezes, am-
bos contados da entrega do tormo da srre-
mittofio.
representar p
dures.
Recifo 28 do outubro de 1851.
0 escriv3o. Pedro Tertuliano da Cunba.
TFIEATKO DES IZiBEL.
17 a RECITA DA ASSIGNATURA.
Sabbano, \.' de novembro de 1851.
Dcpois da exccuQ3o do urna das melhores
symphunias pela orchestra, represontar-so-
ha o muito applaudido drama em4actose
ii ni prologo,
LAZA.RO O PASTOR.
Terminar o espetaculo com a nova come-
dia cm 1 acto,
A ESTATUA,
ou
O Dnello s escuras.
('uiiH ii.i ,isS horas.
Os billictcs achaiu-se venda no lugar do
Avisos, martimos.
Para Lisboa segu com brevidade o bri-
gue porluguez Conceic ode Maria, para car-
ga e passageiros trata-so com Thomaz d'A-
quino Fonseca o ilho, : na ra do Vigario n.
Embarcan! para o Rio de Janeiro, Amo-
rim irmSos, o oscravo crioulo por nome Jo-
zuino, para ser entregue a seu Sr. o estu-
dante Manoelde Siqueira Peiioto, quo des-
ta seguio para o mesmo cima.
-- O Sr. mestre pedreiro, Antonio Victo-
rino, no seja to falto de palavra, aprece-se
em Ir pagar o que deve na olera doa Coe-
Ibos: do contrario ser chamado a juizo
-- O Sr. Joaqnim dos Santos Azevedo,
lembre-ae que om quanlo nSo pagar o qae
deve na oleria doa Coelhos ; ter de vor urna
vez por outra, o seu nome nesta folha, e
isso para quem se sent he multo vorgo-
n lioso.
O Sr. Francisco Jos de Azevedo, (tra-
balhador do Sr. estrada,em Santo Amaro,) J
he tempo de pagar o que deve na oleria dos
Coelhos.
Arrenda-se um sitio : quem pretender
diiija-se ao primeiro beco da camboa do
Carmel, casa da quina, defronte da ra das
Flores.
- Offereco-so um estrangeiro moco, de
20 annos, para caxeiro de urna loja ou ar-
mazem de fazendas, de algum Sr. ingle
ou estrangeiro : quem precizar annuncio,
para ser procurado, pois esta pessoa tem
boa conducta, ed dador.
Quem quizer possuir um bom e bonito
pagem, pardo, escravo de 20 annos, pode
dlrijir-se a ra da? Larangeiras n.24,segnu-
doandar: que troca-se por850,000.
Koga-se ao Sr. Joaquim de
Arruda Cmara, vindo do Norte
no vapor S Salvador, que haja de
declarar a sua morada, para ser
procurado, ou dirija-sc a ra do
Queimado, loja n. 48, a negocio
de seu intere.sse.
Ao publico.
Oabaixo assignado, tando sido poucos
dias citado, a requerimento do Sr. Dr. pro-
curador fiscal, por mandado do juizo dos
feitos da fazonda ( passado em o anno de
1839 I) para dar bons a penhora, por nao
ter pago a clza correspondente, a quantia
porquanto comprou o engenho Aramarag
de Cima cm 1832, ao Sr. Francisco Severino
Cavalcantce sua senhora, faz publico para
constar, a bem de sua reputac3o o crdito ,
que nada deve a fazenda nacion.1 da dita
ciza, pois que alm das letras que passou
em 26 de mato de 1832 da quantia de
1:279,918 rs., ao Sr. thesoureiro das adi-
cOes muidas, Luiz Rodrigues Seto, e que fo-
ram pagas no tempo competente, ao Sr.
thesoureiro Domingos Affbnso Nery Ferrei-
ra, e queseacham em poder do mesmo a- de urna ama, para pouca familia, torra", 01
baixo assignado, aclia-se ago'a mais muni- captiva, que saiba cozinbar e engommar
do ( em razaoda injustica quo fizeram, em paga-se muito bem para servir a urna'
se querer cobrar delle o quo nSo devo ) de pessoa.
urna certidao do cartorio da tbesouraria ge- Aluga-so urna mulatinha quo sabe cu-
ral, passada em 21 d* outubro do corre'ite zer chSo, e fazer o sertico interno de casa
anno, pelo Sr. cartorario Herculano Deoda- com preferenria a pessoa que se comprr>
to dos Santos, quo declara nada dever da di- metta a aperfecoa-la no engommado, e na
la ciza cima mencionada, o que faz publi- costura, peloque &e dar por prego muito
co a bom de sua rcpulac.lo. commodo: a tratar na ra do Collegio n. 16,
Manuel Alvcs da Silva, i terceiro andar.
Aluga-se o segundo andar da casa da' -- Retira-se para a Bahia Maria Laoisa
ra estrella do llozario n. 30, com muitos Philippine Tappo, e subdita hanoveriani.
commodos : a tratar ua ra do Queimado, I -- Precisa-se alugar urna sala, para es-
toja n. 13. criptono, preferiado-se no Recite, ou em
Precisa-se de um rapaz, que entenda S. Antonio: quem liver, annuncie.
de armazem de carne secca: na ra do Ca-
.-O aballo jlmado faz scienle ao re
peitevol publico que Jos Roflno CUE
da Silva.deixou de aer seu oaixeiro desda
de outubro de 1851. "" 3
Hanoel Joaquim da Silva Ferraa
Comquanto lenhamos visto o hu
drama OSineiro de S. Paolo, e o CamC.
onde o distinto artista o Sr. Guimaraei., '
cuta maravillosamente aa parles de Sinoir
e CamOes pedimos ao digno empresario a"
Apollo as repeticOes desses dramas, pan
mais urna vez admirarme o seu talento I
regamos-lho que lance totalmente ao des
preso certos pedidos que se Ihe hto teit0
Eedidoa estes s dignos de certo vil que 1'
em pouco sahio do banco de marcin'elrn
na corle, e da rale de jogadores : o conta
com oapoio daquelles que verdadeiramC.
te o sabem apreciar.
Os Guimaranislas.
-- O Sr. que quer urna alia para oscrlpln
rio,va a ra do Amorim n. 10.
Joaquim Pinhoiro Jacome mudou sui
residencio para a 11 lia do retiro na pSla
gem do Magdalena.
Manoel Alves Guerra Jnior, embarca
para o Rio de Janeiro a eacrava crioula i|e
nome Maria,a entregar a seu aenhor o Core-
mendador M. do N. da Malta.
Maria Anglica da Rocha
examinada na arte de Obstrecticia
acha-se residindo em o ultimo so-
brado da ra das Agoas-Verdes
prximo a igreja do Terco onde
poder ser procurada a qualqner
boVa do dia ou noite.
O a Imito assignado, advertc
quelles senhores que Ihe esto de-
vendo congas antigs, que uestes
8 dias, Ihe mandem pagar seus d-
bitos, (Indo este praso os chamar
pelas suas iniciaes, e depois pelos
seus nomes por inteiro ; o abaixo
assignado, langa mao deste meio,
por nao ter mais conta, as vezes
que tem mandado o seu cobrador
em casa de alguns destes senho-
res, que alias no tem pago por
mesmo nao querercm, e nao por
Ihe faltarera meios.
Antonio Domingos Pinto.
-- No pateo do Carmo n 10, precM-sg
buga.loja defronlc da matriz.
-- Precisa-so alugar um preto de meia
Casa de commissao de escravos.
Na ra Direita, sobrado de 3 an-
idado, para servico de urna casa : quom ti- 1
ver, dirija-se a esquina do becco das Bar- ares, delronteo becco de &. Pe-
roiras n. 49. dro n. 3, recebem-se escravos de
miiSSXHttJsa'&'T*" o'.8"*, p" ~vendcrem
baribe, com commodos para grando fami de commissao, nao se levando por
lia, cozinha fura, cucheira, estribara pira esip irahalhn mitin Hn nii i nnr
6ou8cavallosoquarto para cria lo; urna lraDamo ma s qe 3 por
dita mais pequea no mesmo sitio, tambem cento esem se levar consa al-
com commodos para familia, cozinha fra' attma de COmedorias oFereccn-
eslribana para 4cavallos: para vor no mes- 1 '
mosiiio, apara tratar com Cabrio! Anto- -se para isto toda a seguranca
3." podra ser previamonto examinada 19 primeiro andar ou com o capitao, no pra-
pclo engenhoiro encarrjgado da obra. a do commereio,
4.a O arrematante nao poder pora seguii-: Ceara, M iranli io c Para
da carnada de podras, untes que oengenhei-1 o novo brigue escuna Brasileiro Graciosa,
ro tenha examinado a primeira e acliadojdesuna-se a aquellos portos, quom no mes-
conrorme, do que lavrara o tormo compe- mo quizer carregar, ou ir de passagem, di-
tenio. .rija-se ao consignatario Jos Baplista da
5." O paganiuiito far-se-ha om tres pres- Konseca Jnior: ra do Vigario n. 23 segun-
tacOes, sendo quatro decimas partes depois 'uo andar, ou ao capitao na praca
do recebida a primoira carnada; outras qua- 1 U _/ dirpitura
tro depois da entrega provisoria, c o resto ara lard, em d,lreaura; ,
depois da entrega definitiva. A escuna nacional Emilia ca itflo A S.
6.'Para o quo nSo osla determinado as'Msclel Jumor, espera-se dos portos do Nor-
presontes clausulas, soguii -se-ha o que dis-1t6.e vollar P".r? Para.em direilura com
pOe o regulam-nto da lei provincial n. 28a. a P03sivel brevidade : quem na mosma pre-
Confurme. O secretario, Antonio Kerrcirc!tondor carregar, entenda-se com J. C. Au-
- da Cruz, 11. 13, ar-
l'aiavra qua po lesse razer suspeitar quem *
ello era, loma um pinc i|, trapa sobro a tela, ua Annunciacao.
urna linlia, urna s, esihe. Prolugenes en-1 O Illm. Sr. inspeelor da thesouraria da I
lra,e diririgindo os olhos para a tela, per-'fazenda provincial em cumprimento da or-l
cebecta liulia Uo crrela, 13o pura, 13o dem do Exm. Sr. presideulo da provincia del
suave. Ali exelamou elle, he cliegadu 29 do crlenlo, imada fazer publico, que,
Apelles!.... Vil, dizeis: Que talento, nosdias 11,12 e Udenovembro prximo!
quegoslo, que prespicacia linham pois es- vindouro, ir a praca para ser arrematado
les dous pintores, ? G 1 vos digo: Pen- perante o tribunal administrativo da mes-
sai'squosolivoss! vcrdadiiramonto exami- ma thesouraria, a quom por menos lizer a
nados quadrus de seu rival, este arista obra de um lance de caes no aterro dos Ao-
teria lido e compreheuJido 13o prompta- gados na extcncJo de 370 palmos avahada
mente este admiravel bithete de visita / ul 1:338,735 rs.
I'urm os principios da moral nao regu- arremataco ser feita na forma dos
lam sus as rolacos do artisla na sociedade : arls- M o 27 da le n. 28ti do 17 de maio do
a inspiracflo do mal pie leva-lo a desvos eorrente anuo.
quecumpre conter; elle pule ser exposto a As pessoas que se propozerem a esta ar-
gos Cunta oa quaes uecessita que ai- rcnidUeau, ruuiparucam na saia uas scssOes
guem o acautele : a legislacu vem pois em do mesmo tribunal, nos dias cima men-
sousoccoiro; porm inais ainda para o cer- Clonados p lo meio dia, competentemente
car de garantas do que para o carregar de habilitadas.
obrigaecs, Mr. liarrati cxpOe e resumo C para constar so maudou allixar o pre-
esta logislacao com urna exactidao, urna ca- sent e publicarpclo Diario.
reza que bastim para turna-lo fumiliar ao
operario.
Ello termina seu livro com algumas con-
sidrateles subreo trabilhu; he a palavra
de bom senso o da experiencii s ibro sa the-
ses do trabalho e de suas coudices, do ca
pial e do salario, q
perturbacao en nossa .
ultima o viclorioza reputacSo desses erros -y-presidente da provincia, na importancia
deploravcis que armavam ainda ha pouco de 1:338,755 rs.
o operario quo ajuda a crcacao das riquezas, 2- As obras principiarlo no praso de um
cuntra o patr3o que nao as recolhe sen3o wcz contando-se da dala om quo fr entro-
dando-luoapaiUqueofaz viver. uo o t-r,no de arrematado, e concluir-
^ ... -, ,- sc-li3o no do 4 mezes.
Temoseusaiadu dar nnn 1 le do livro de
Mr. Barran, n3o sabemos se o temos conse-
guido, poren o que nao se sent bem sonfio
lendo-o, ho o inleressc auo o talento do os-
,acca, ou a cabra por uina corda ao longo do (gamos quo o remedio be cegado para o
3.' O pagamento efTcctuar-se-ha na for-
ma determinada no arl. 39 da lei provin-
cial n. 286.
4. Para tudo o mais quo nao est deler-
cnptorahiderramou. Convinha uina penna minaion,s prosenlos c'|ausu|as seguir-se-
m.is que exercida para o cscrever ; he pois ler.menleo que dispOc a predita le.
uina inielligf-ncia primaria que concebeu Conformo 0 .eoreUriO,
o pensameuto destes preciosos conselbos, e Antonio Ferroira da AnnunciacSo.
ocorac3o de um homem de bem quo os .. o Illm. Sr. Inspector da ihcsouraria da fa-
dictou. Quem quer que, a n3o ser para per- ,euda provincial, em cumprimento da resolu-
correr algumas paginas, ah'ir o voiume que (a'o do iribunal administrativo, manda fazer
os conlm, encontrar nelle urna obra cheia publico, que no dia fi de novembro proai-
de meiito ; o homom d'estad} no as acha- 1110 vindouro, val novainenlc a pra;a, para ae-
ra indignas do suas me hiato v. o homem rem arrematada, peraute o mesmo tribunal,
que frequenta as sociedades ahi gozara o a quem mais der, acia moradas de casas, que
encanto de uteis distracOes. Giles sorSoo cauberam fazenda provincial cm pagamento
guia de todas as idade. no exercicio destas ai:t"^.Vc.,i.\.rT."VSf.J^^^^^^^
proflssfles em que o homem pede ao traba- ,ei furaln adjuJica(ias .'...csuia fanda, sen-
Iho de suas m3os sua existencia e sua pro- do 4 na povoatao dos Afogados ns. 24, 26, 28 e
pria considerado ; quantis V zes nSo s3o 30, avalladas ein 430,000 rs., e duas na ra doa
elles as de lodos os puzana e de todos os Pocos os. 15 e 17, avalladas em i70,00vr>.
donos de fabricas .' Quantas vozes se o3o Os concorrentes couiparecam no dia cima
oirerecem elles au aprendiz, no llminar da indicado pelo meio dia na sala do uiesmo iri-
narcm a passar para entrar -uessa vida na secretaria da tbe souraria da fazenda nrovin-
qual dah cm dianto elle ser seu proprio cial de Pernambuco,29 de outubro de 18&I.
mestra Nutrimos nossas esperancas ejul- O secretarlo,
gusto da Silva, na ru
mazom.
PARA O AltACATY.
.Segu por estes 15 dias, com a carga quo
liver, o novo Iliate Capibaribe, por nao pre-
cisar agua para entrada da barra : quem
nelle quizor carregar, ou ir de passagem,
dirija-se a ra do Vigario, 11. 5.
O hiatc Amelia, sabe pnra a
Bahia no lim da presente semana 8
o resto da carga, trata-se cotn No-
vaes & Companhia, na ra do
Trapiche n. 34-
Para o Rio de Janeiro.
O patacho nacional S.Josc Ame-
ricano, sahe por estes 3 ou 4 dias,
so pode receber alguma carga liu-
da, passageiros e escravos a frete :
.Secrolana da thesouraria da fazeuda pro- ,_ ,i ,'.., .. / ..;
incial de Pernambuco, 30 de oulubro de a lralar na rlia da CrU 4o, |TI-
1851.-o secretar o, [ineiro andar, com o consignatario
riansndT'.0 SMJSSSSS^l^UmM Alvcs Guerra Jnior, ou
clausulas especiacs da arrematacao. J
i.' Aconstruccao do caes do aterro dos,com o capitao, na praca do Loin-
mercio.
O patacho nacional Concer-
92o, vaisahir cm poucos dias para
o Ass, recebe carga a frete : tra-
ta-se a bordo com o capitSo Joa-
quim Francisco da Costa, 011 com
os consignatarios Novaes ck Com-
panhia, na ra do Trapiche n. 34-
-- Obergantim portuguez S. Manoel 1.",
le tem lancado tanta Afugados ser feita do conformidade com o
sa sociedade. lie urna orcamoutoe planta approvado pelo Gxm.
precisa para os ditos escravos.
-- Aluga-se um bom armazem, na ra do
Encantamento: a tratar na ra da Cadeia
do Recife n. 3.
-- Jo3o Antonio Alves de Brito, embarca
nio, no pateo do Carmo n. 17.
Antonio Jos da Silva Cuimar.les, em-
barca para o Itio de Janeiro, o seu oscravo
pardo, do nome Antonio.
O abaixo assignado, faz sciente ao res-
peitavel publico, que desde o dia 28 do cor- para "^0 dVa^eiro 'oTsTu'oscr'avos Jos,
wSte.,DUa r Srth CaiX<"r0 d1asenhora Euiz, Jos e Igoez, crioulos ; Benedicto, Je-
Viuva Pereira da Cudha, e aproveita ao mes- juino e Rufina cabras
mo t^mpo a oc]asi3o para agradecer tanto No domingo, 26 do eorrente, desappa-
a esta senhora, como ao digno administra- receu do lugar denominado Soledade, um
tlordo seu negocio, oSr. i.oyo, o bom tra- po|tro novo do pra,era muda COm os sl-
tamento que reeebou durante o tempo que gnaesseguintes: ruco card3o, com 2 feri-
ostevoem sua casa. --Antonio Jos Pires. j das, urna na sarnolha e outra em cima dos
.,,,,, n rins e com a marca parece umLcom2tra-
Lasa de modas Irancezas Bnessard eos na pona em sima doquarto direito:
Millochau ra do atierro da Boa- quem achar Pode entregar no Hospicio,
V. venda do leo de ouro, que so Ihe dar as
ista n. 1. alvinas.
Pelo navio Comte Roger recebeu-se om I. "" Pfecisa-se de um c.ixeiro portuguei
de 18 a 25 annos de idade, que saiba lr, e
de liador a sua conducta: na ra da Sole-
lindo aortinieato de modas do Paris, em
chapos do seda, o de palha onfeitados para
senhoras ; dito de montara ; ditos de palha
entestado para meninos : manteletes, e capo-
tnhos de seda de cores o preta ; tambem do
cambraias; lindos locadores o capailas ; ca-
becees de bico do blonde o de lindo : rotnei-
ras; caotisinhas bordadas, mangas borda-
das ; flores ; luvas espartilhos, gravatiohas
de vrludo preto com as fivellas ; um rico es-
colhimento das litas novas; lencinhos de
seda de re 111/ ; transas de seda e do 13a pa-
ra vestidos bicos de todas as qualdades e
mais fazendas, ques<) venderSoem conta.
Faz-seeffeclivamenie todo, enfeites do so-
nhoras em chapos,tocadas, turbantes o ves-
tidos com gosto igual ao que vem direila-
menic dePares por preco multo mais em
conta.
Respondendo ao annuncio do Sr. Anto-
nio da Silva CusmSo Jnior, visto no
Diarlo de Pernambuco de 246 de 30 do eor-
rente mez de outubro menos por attencao
do mesmo Sr Cusmilo do quo por conside-
racilu ao rcspetavel publico ofTereco abaixo
transcripta a prucurac3o bastante de mioha
ma 1, pela qual same confere poderes para
receber os allugueres dos predios.o despejar
os inquellinos em passar recibos.
N3o tive por lim prejudicar a reputai3o do
Sr. Cusm3o, mas sim accautellir os in-
leresses de minha mSi como me encum-
loa.e n qualio'adc de procurador, em falta
de pagamento, fazer concertos nos mesmos
predios, receber dinheiro, dos mesmos in-
-".ii'linos e vendo quo o grande vulto do
,ncsmo Sr. Cusin9o,de iho dar direito
a commelter o abuzo contra oqual pro-
Sr.
veni aos inquelinos, creio que o
Gusm.lo cm vez do iuslilicar-se mas culpado
de que be cap.tao Jos Fernandas Carne.ro, "JgJ" em visJta do geu pr0prio aun-
co, porque confessando haver recebido os
Antonio Ferrcira d'-lnnu iaio.
segu viagem para a cidade do Porto com
muita brevidade por ter promplo a maior
parte de seu carregamenlo : quem no mes-
mo quizer erregar ou ir de passagem, para
o que tem os mais excellentos commodos,
dirija-se ao mesmo capitao, ou a seu con-
signatario Manoel Jos Ramos e Silva.
Frela-se para qualquer porto do nor-
te, at o Cear, a barcaca Josefina,! gran-
de, nova, e de boa construccSo, ou recebe-
so carga frete para o Rio Gran le do Norte,
eAssu': a tratar na ruada Madre de Dos,
loja n. 34.
' Avisos diversos.
-- RodolfoJooBaiata de Almeida, mu-
dou-se para a ruu do Collegio, n. 15 tercei-
ro andar, aonde pode ser procurado.
Precisa-se de um caixeiro de boa con-
ducta : na ra da Cadeia de S. Antonio n.
15, armazem de farinha.
allugueis n3o afirma ter a necessana procu-
radlo socorre-se a urna mizeravel ponta
para contestar-me a legilimidade.
Entretanto do theor da meama procurado
ver o publico que nflu s n3o me foi ella
dada pelos herdeiros e s para o lempo
que durasse o inventario se n.1o quo foi es-
pecialmente passada por minha m3i,aopas-
so que confessando ter eu procuradlo vendo
qu lindo o inventario he evidente continua-
ron! os effeilos da mcsiui procurarlo al que
sejSo cassadoi osjpoderes que nella me fo-
r3o conferidos. Daquiver o publico qual de
nos dois tem obrado regularmente e qual
de nos dois he digno da publica animadver-
c5o.
Pelo quo respeita aos insultos pessoaes des-
presos he verdajeira resposta queeu Ihe
voto.
Umbelino Maximino de Cirvalho,
Procurador bastante.
dade, venda n. 13.
Bordin Luigi, retira-so para o Rio de
Janeiro.
-- Precisa-se do urna criada, sement pi-
ra o ser vico de compras e engommado, de
uina casa de muito pouca familia : na pon-
te Velba n. 14.
Na ra do Vigario, casa n. 7, deseja-w
fallar aos Srs. Francisco Jos Cerqueira Al-
ves de Barbosa e Francisco Jos Pereira, es-
te de Sania Maria da Silva, e aquello de Si-
gadSes, doconselho de Va lenca doMioho!;
o Sr. Jeronymo Luiz Fernandes, IrmSods
Francisco Joaquim Fermndes de Meigaco,
e ao Sr. Sebastian Pereira Marques Bastos,
do conseibo de Barcellos, declaraado-8<>>
todos esses senhores que be para negocio
que diz respeito as suas familias em Portu-
gal, que sentem desde ba muito falta de no-
ticias suas.
I). Umbelina Wanderley Pelxoto, pro-
fessora d'aula particular, sita na ra da Ct-
doiadeS. Antonio, no segundo andar do
edificio n. 14, ainda recebe alumnas inter-
nas e exlernas ; continua a enainar asdet-
ciplinas j por vezes annunciadaa :s senho-
res pais de familias podem visitar a aula, "
scr3o leslemunbas do aproveitamentt^ d
alumnas. v
Do espraiado confronte o lugar do Hos-
picio, levou urna das mares passadas, dui*
grandes travs de sicupira bastantes grus-
sas, de 5v palmos de comprimenio, a sauo,
urna esponlada, e outacomentalbasde es-
paco em espacu: ruga-se a quem as ti ver
acbado, o favor de declarar sua morada, ou
de mandar com mu ni car na ra Kormosa,
casa a., que se recompensar seu trabalho-
Luigi Bordin, pretende seguir viagem
para o Rio do Janeiro.
-- O annuncio desleirs J.daD. C. nao
so emende com o Sr. Jos Domingoes toa-
ceira.
Antonio Pereira de Oliveira Maya, dei-
xou de ser caixeiro do Sr. Jos Joaquim d
Cunba, desde o dia 28 de outubro : agrade-
ce o mesmo Sr. o bom tractamento que
do dito Sr. recebeu, durante mais de 5 an-
que existi em sua caza.
A pessoa que no domingo 26 do cor-
rente, pelas 4 horas da madrugada, achoii
na sacrista da igreja do Rozario, uns ocu-
loscom armacSo do ouro : queira fazer o
favor de manda-lo levar ao convento uu
S. Francisco ru padre porten o, quo Ibedtra
4,000 ris de gratilicagaopeloachado. .
Aluga-se urna preta, boa cozinheir>
compradeira e mais arranjos de casa : n
aterro da Boa Vista, casa n. 33 ; na meso
casa precisa-se de um negro para o servn
de padaria.



-
No di* 31 do crranle, pelas II horas
i mantisa, perantooIllai.Sr. Dr. juiz de
oruhaos, o ausentes, ser arrematada la-
liorna da rebeira da Boa-Vlata, pertencente
!0 laloscido abentestado, Antouio Rodrigues
pcrelra.
Roga-se as pessoas que tomaram ca-
pas da irmandade deS- Greapim, e que as
lvaram para caza, queiram manda-las en-
tregar na ra Direita n. 1: e so nSo o azo-
raro, vero o seus nomes por esle Diario.
Aluga-se o Ihealro deS. Francisco, com
todos os utensilios necessarios: a traclar
com Antonio de Moraes Gomes Ferreira, na
ra do Apollo, n. 80.
Encadernacoes.
Jos Nogueira de Souza, mudou aua afi-
cina de encadernaco, da ra estrella do
tosa.io n. 15, para a ra do Collegio n. 8,
ondeseacha habiliudo para razer qualquor
obra, com toda netidez, seguranca e promp-
lidao : e presos commodos.
.- Contracta-se um padeiro, que tenha a
cpacidade precisa, para o bom desempe-
nbo de sua arte: na ra das Cruzos, n. 30.
_. Os senhores lojislas, e mais senhores
que forem paseara feala no campo, e houve-
rem de precisar de comedones mensal, ou
vulso : dirijam-seao hotel commercio, na
ruadaCadeia n. 13, que serio bem servi-
dos, tanto em limpeza, como em commodo-
dade de preso.
.- oSr. Jos Candido de Carvalho Medei-
ros, faca o favor de dirigir-se a ra estreita
,1o [lozano, casa n. 31, seguudo andar a
negocio de seu interesse.
Precisa-se de um prelo, ou moleque
pira trabalhar na casa das arericoes, paga-
se bem : quem o lirer dinja-se a mesma
casa,* fallar com o arrematante.
Aluga-se um escravo para todo o ser-
vico : na ra daPraii.typographia impar-
cial.
AferiQoes.
O arrematante do imposto das aferc,oes
deste municipio do Recite, vende as fregu-
zias soguintes: Afogados, Varsia, Posso, S.
Lourenco Jabuato, e Muribeca : quem pre
tender dirija-so ao mesmo.
Offorece-se ama pesssoa de 18 annos
para caxeiro de armazem, ou outra qual-
quer oceupasao, monos venda, o qual tem
bonita lettra : na ra do Queimado n. 1*.
so dir quem he.
-- No pateo do Terco n. 22 caza de Fran-
cisco Pinto Oiorio, allugSo-se e vendem-se
bixas de Hamburgo, prximamente desem-
barcadas.
.. JoSo Antonio Leitflo por haver outro de
igual nome, assignar-se-ba JoSo Augusto
Vasconcellos Leilao.
_ Na primeira audiencia do lllm.Sr. Dr
juiz dos faltos da fazenda, se rremataraO
porexecucSo da fazenda provincial, os bens
penhorados a JoSo Baptista Peroira Lobo, os
3 uses sao os seguintes : Um sitio no lugar
o Poro da Panella, avaliado em 8000,000;
duas casas terreas contiguas ao mesmo si-
tio, urna avahada em 1:500,000, e outra em
1:800,000; oum sitio no lugar de Apipu-
cos, avaliado em 6:000,000 : o os bens an-
nunciados em o Diario de Pernambuco, do
24 do corrente.
Na ra d* Soledade caza n. 70 so alu-
ga o bem conhecido muleque Joas costu-
mado a servir cazas estrangeiras e por estas
se segu ; cosinha.he bom comprador, e fiel,
e at o prsenlo tem servido a contento, nao
tem vicios,
Alluga-se a caza terrea da ra do sebo
n. 15 fallar u* prasi da Boa-Vista n.
botica.
Precisa-se urna mulber de idade que tenha
bnns costumes ede conhecimento desua con-
ducta para tratar de dous mocos solteiros,
1 quem estiver nostas circunstancias dirja-
se a ra das Cinco Ponas n. 82.
Psecisa-se allugar urna preta para urna
casa de pouca familia, quem liver e quiser
dijija-se a ra de Moras n. 120.
Madame llidoux tem a honra de an-
nunciar ao respeilavel publico que se a
cha estabelecida na ra Nova, n. 69, co-
mo modista, e costureira, prompta a sa:
lisfizer qualquer encomenda, como sejao ,
chapeos, vestidos, amazonas, manteletes-
grinaldas, capellas, ao costume de bailes
e Ihealros ao gosto dos preteudentes que
se dignaretn com suas encomendas, allir-
mando qua serflo servidos com todo zelo
e promplidfio.
No dia 11 de novembro, se ha de arre-
matar em pra^a publica, doSr- Dr. juiz do
cirel da primeira vara desta cidade, o enge-
nho S. Elias, com todos os seus utencilios e
obras, moenda com agoa, matas, pastos e
logradouros, a excepcSo de escravos e ani-
maos, com seus competentes limites, ava-
llado por 20:000,000 de rs., por axecuco
de Antonio Jos de HagalhScs Bastos, por
seu bastante procurador, contra os religio-
sos do covento de Nossa Senhora do Carmo
desta cidade.
Precisa-se de um* tms, para o servido
interno de urna casa ingleza de pouca fami-
lia : na ra da Cadeia Velha n. 37.
No L'asseio Publico n. 5.
Na mesma fabrica concertam-see cobro- ....
se qnalquer armacSo servid* Unto de panno "**
como de seda, e tudo isso com o maior
asseioe promplidfio; desejamos quo os no-
bres habitantes concorram para este esta-
belecimento.
l'rccisa-sc de una ama para
o servico de casa e rus, paga-se
bem .' na ra da AssnmpcSo n 16.
Carlos Claudio Tresse fabricante
Madama Rosa liardy modista bra-
sileira ra Nova n. 34.
Tem gatiafaccHo de identificar ao mui-
to respeilavel publico, e deslinda mente aos
seus freguezes, que seu eslabeleoimento do
novo se acha prvido de um esplendido e
varlavel sortimento de ricas fazendas fran-
oezas, as quae* se vendern por preso mdi-
co, cooslstindo com ricos chapeos de seda e
groz de naplea franzidos e lisos, de flores e
penachoa.brancos e de cores,para senhora e
menina, dita) de seda e pallinha lina, com
abas largas de lindos enfeilos para menina
e criansa ; chapus de palha fina, redondos
para meninos de um a seis annos ctiapeli-
nhas de palha lina enfeitados em Paria, com
fita escossesa, brlhantes capolinhns, prelo
de seda e de groz da naples, furia-cores,
para senhora e meninas, ditos chamelote
prelo para senhora, ricos cabesOes de bico
de linho fino ,- da seda a imilacflo da blon-
da, e bordado de prata para bailes outhea-
tro, guarnecidas com delicados enfeitoso
do gosto o mais moderno, ricas romeiras
guarnecidas de bico de linho e lindissimas
fitas, bonitas camisinhas de cambraia e
fil do linho bordado para senhora, man-
guitas o peitilhos de fil linha e cam-
braia bordada do ultimo gosto para scuho-
ra, ricas tocas de senhora de fil linho,
ricas capellas de flores para noivas e madri-
nhas de casamento, ricas guarnises de flo-
res brancas para vestidos de casamento, ri-
casluvas da pelica enfeiladas de branco pe-
los mesmos, ricos cortes do seda e groz de
naples lavrado brinco para vestido de noi-
vas.um grande sortimento debicodeblonde
da largura de um dedo al um palmo, ditos
deseda largos e estreitos, dilos de linho de
largura de 2a 4 dedos,esparlilhosde primeira
qualidade para senhora e meninas do idade
de7a!2aunos, ricos lequcs de papel, pen-
tes tartaruga, fitas largas de todas as cores,
crep de todas as cores, luvas prota para se-
nhora e meninas,iliias de pelica para homem
e senhora,lindos reos para noivas,ricos cha-
peos de montara de palha enfeiladas om Pa-
rs para senhora, tos de cores de gaze pe-
los mesmos, rico assorlimento de gros uo
naples furta-cores para veslido que se ven-
dea vontade do comprador gros do noples
cor de rosa,franjas o transa do seda pretas e
de cores,transa de seda branca.boin charaa-
lole prelo para vestido ou capolinho : na
mesma loja fazem-so vestido de casamento,
de baptisado, tocas do menino e de senhora
capotinhos do todas as qualidades.com per-
foicfio a preso commodo recebem-se lodos
os mezes ligurinos modernos,que impresta a
seus fregueses.
*-************> ****
Elementos de bomcopathia. **
Sabio a luz a pristiera parto desta 9
8 obra com posta pelo professor humeo- w
5 palha Gosset Bimont ; dividida em w
tres partes. Bstl primeira compre
;- *
hnnde, o discurso preliminar, ainlro-
< duesfio, o exame do doento, a esco- #
* Iha do remodio, o emprego dos reme- <#
dios, o rgimen e os consolhos clini- #
* eos, com a esplicasfio dos nomes gre- >i
* gose anatmicos empregados em me V
dicina, ea indicasOodosmedicamen- <*'
o tos apropriados para cada caso do en- *
<# fermidade. Esta obra he til, tanto
ptra os mdicos que se dedicarem a *
* experimentara nova medocina,como >>
para todas as pessoas de boa vootado ?
* que se quizorem convencer por expe- *
V riencias da verdade desla doulrina, *
*. por ser olla muiloclaraua mi !,,- *
9 gencia de todos. Recebem-so assig- *
* naturas para a obra inteira a 5^000 no *
41 consultorio homopatnicoda ra das *
* Cruzes n. 28. Dopois da publcaselo *
* das segunda e terceira parles, o *
* preso ser elovado a 8|000 para aquel- *
* les que nfio tiverem assignado. No m
* mesmo consultorio encarrega.se de *
* mandar fornecer qualquer cncom- ^
, monda de medicamentos homopa- tp
4t Ihicos. No prelo : Pathogenesia dos ^
^ medicamentos homcopathicos brasi-
v leiroa. 9
*<*****;**?*.**** 5
- Us abaixo assignados avi-
sam, que em consequencia de nu-
merosos pedidos tem-se resolvido
demorar somente o tempo preci-
so, ao qual fechar-sc-ba o cstb e-
lecimento sem annunciar mais, lie
pois a ultima occasiao de possui-
rem, o mais fiel e nerfeito retrato.
Carlos D. r'redeicks &c C
--Joan Loubot.tendj de fazar umaviagem
a Europa, aQm do Iratar de sua saude, decla-
ra, qua tem constituido por seu bastante
procurador nes.-a cidade, ao Sr. Firmiano
Jos Rodriguos Ferreira em tudo quanto
fr ledenle ao seu estibclccimonto e mais
negocios quo lie dizem respeito, c com
quem se poderSo entender.
S Consultorio horneo-
pathico. p>
mRua do Colegio n. 25pri*m
metro andar.
O Dr. I'. A.Lobo Moacoso,
gratis aos po-
? da consultas
bres, todos os dias das 8 as SU
i a horas da manhaa.
I'ratica qualquer operacao f
de cirurgia, ou de partos, j*
Recebe escravos doeutes ^
de orgaos e realajos na ra das^W
Florean. i9. j
avisa *o respeilavel publico quo concert* n
orgSo c realejos.po marchas modernas des- ^
i?',U^.DCe.r^rPii?nn05,Sar'.phin''c,?h'8 Para l* de suas enfermi- |
de muzca, cordOes, e qualquer instru- S K m
mantos que aparesa tambem faz obras no- g dades,OU Idzer qualquer ope- ^
vas,o vende um orgSo proprio paracapell* m raco, por preco commodo. aia
ou aliar-mur com boas vozes porprecocom- ......'.....'.'.......'..............-----------
modo.na mesma casa faz-se caixas de jotas, W*alWBJJWiWatlWW
e lina-se pianos em casas particulares. AljiaCt'lll l 111 (KlCTllil.
Afericao. ~ Na antiga fabrica de chapeos deso, se
,,,.,.,, i_ :___. j. encontrara um novo e moderno sortimento
arrematante do imposto das de chapeos tanto para meninos como para
arensfles, deste municipio do Recite, faz homens, e juntamente aDiinsamos a boa
cerloaquem interessar, que deu principio qualidade e gosto por serem os primeiros
a afensHo do anno de 1852, o s Iherestan- ,d0 este mercado; emquantoo preso
do apenas 2 mezes, nfio Ihe ser possivel he o mais commodo possivel.
aviar a todos em 18o curto espaso de tompo, __ __,._._ ...^ .___..
se guardarem-se para o fim ; o por isso *'~''*'B;?S'@#S$##
previne para que mindem quinto antes a- *) paulo (Jnlgiionx, lenttsta ^
Um deevitarem as respectivas mullas : na finnccz, offcrccc sen prest-
mesma casa, ra da AssumpsSo, ou muro # mono publico para tollosos ,v
da Penba n. 4. aj nllHtei.C8 ,ie. sua pro
100,000 rs. de gralieacao.
Assao
9 pdcHcr procurado a pial- .*
9 quer llora cui stia casa, na *
0 ra larga lo Rozarlo, n. 36, 9
9 segundo andar. <9
999t9'B^B9tBS99i999fim9%
A quem trouxer o escravo pardo de nomo
Malinas, ofllcial de pedreiro natural de Ico
o qual foi comprado a Jos da Fonseca Silva,
cm 6 de agosto de 1847, e fugio em ouiubro
do mesmo anno, tendo us signaos seguintes
baixo, seccodo corpo, cabellos crespos, ca-
ra discarnadi, pouca barba, e tem o dedo
pollegarda mfio direita cortado pela junta ;
consta que se acba desde que fugio por im-
niediases do cralo patrocinado por pessoa tf iuclusivamonle do piano, acceila a
',l."*.l:ln.,.,li?_5,0_m?'ar.: descl j se pro- af capellana do algum engenho proxi-
Um sacerdote que tem pratca do
ensino da primeiras letras, gramma-
tica latina e franceza, geometria, mu-
zica vocal ede alguns instrumentos,
testa contra qualquer que o coite, podeudo
so dirigirem pira qualquer (im na ra Au-
gusta n.94 venda.
A deverte-se ao Sr. Bernardo de Albu-
querque Fernando Gama, que o seu corres-
pondente nesta prasa nfio tem pago a subs-
scripsao do Diario.

mo a osla prasa subjeilando-se a fa- i
zer sua residencia aonde tiver de +
exercer o enaino das referidas mate- .<
rias: pessoa que com o mesmo qui- <
zer contratar, dirija-so a ra Nova n. >
8, onde ser informado.
Em resposla ao Sr. inlmlgo do uzurario
<|ueo credor do Sr. Innocencio Antuues de
l'aria, nunca recusou recebor o seu paga-
mento^ s o qoe nfio quer receberum c-
valo mu pela divida do 35,8t0,quando oca-
vallo nfio valia 16,000, nem tfio pouco rece-
ber fumo podre a 160 rs. a libra, quanto a
premio he falso que houvesso uzura ; por
quantoa oonta se fez a um por centoao mez,
apezar de so ler tratado a dous por cento ; e
assim como o Sr. Innocencio acertou com a
caza do annuciante, para tomar-lhe o d-
nheiro assim tambem devia hir leva-lc, aem
que fosse preciso que o annuncianto man-
dasse ao Arrogado, onde mora, e isto a dous
ranos.
3
INDICADOR DUSALCORDOS
PARA ^
VIOLA
Torna-se osle metnoJo, tanlo mais reco-
mondavel, quanto elle he ulil, pois quo fui
publicado om proveilo daquellas pessoas
que desejfio saber as regras de acompanha
ment sem que tenham o trabalho de apren ,,
dor a msica: vonde-se na ruado l,ivra-i!
ment loja dn raleado, n. 27, a 5 mil res
agoa, oo por animaes, con todas aa varie-
dades de moderna invensfio. Tachas do to-
dos os lmannos, alambique! de ferro de
todas as capacidades, instrumentos de agri-
cultura, rodas d'agoa e moinhos de vento
de todas as qualidades. Alvarengas e ein-
barcasOea de ferro de qualquer porte ou for-
ma que se desajem. Puntes de ferro de to-
dos as dimensOes, gradaras, verandas, pin-
inos, columnas, sinos hydraulicos, boiasde
ferro, o n'uma palavra todas as obras de
forro e branze, do quo o paiz possa precisar-
Grasasa energa do governo, existe ja una
excellente estrada feila em linha recta da
ponte da Boa Vista para o eatabelecimento
om Santo Amaro, o que offerece a maior
commodidade s pessoas que o quizerem
visitar.
i****-**?*a>a>4e)i2)iii
IgV CONSULTORIO CENTRAL linM'K0|ATUU <) f^
> DK 1'KUVAMIIUL-i.
# DeriijiaopeloDr.SabinoUlegarioJ.ua- .
9 /ero Pinho. *
Ra do Trapiche Novo n. 15. ?
>. Todos os dias uteis se darfio consultas ?
fe o remedios de grasa aos pobres.desde 9>
9 pela manhfi, at as duas horas da lar-
( de. As correspondencias e imforma-
oos pdenlo ser dirigidas verbal- fe
. fe mente, ou por escripto, devendo o fe
fe doento indicar primeiro : o nome, a
Vendas.
fe idade, estado, prolissfio, e constitu- im
I s^o ; iegundo i as molestias, que tem A
fe lido, e os remodios tomados ; lercei-
\ fe ro : a poca do apparecimento Ja mo-
Precisa-se de um felor porluguez para \m lestia actual, e doscripsfio minuciosa,
um sitio pouco distanto desta prasa, quo | ) dos signaos ou syniptomas quo sofficr
trabalho d enchada, e saiha tratar de arvo
rodos, de verduras e do lloros: quem esti-
ver nestas circunstancias apparesa no prin-
cipio da estrada dos AfTIictos, primeira casa
do lado direito, a qjalquer hora do dia, que
se Iho dir quem precisa.
Feitor.
Ainda se precisa de urna pessoa que en-
tenda da plantases deslio para trabalhar
em um no lugar do Remedio : quem estiver
COU.EGIO ESPIRITO-SANTO.
Director^ francisco de Salles ti'Ibuquerquc :
Conta o collegio Espirito-Santo, silo
na ra do Moudcgo, do bairro da Boa-
Visla n. 44, um anuo de exisloncia, e o seu
director se compraz de haver rcalisedo a sa-
tsfasfio do urna das mais urgentes necessi-
dados da paiz, rjual seja a de um eslab^leci-
Us circumstancias, dando possoa que monto bom dirigido e regularisado, onda a
abono a sua boa conduela, entenda-so Com
o porteiro da alfandoga desta cidade; na
mesma repertisfio das 8 as 4 horas da tarde.
Manoel de Almeida Lopes, com cisa
doconsignasfio para comprar e vender es-
cravos, tanto para esta provincia, como pa-
ra inra dalla, mudou a sua residencia da
ruadaCadeia do Rucife, n.5l, para a ra
da Cacimba, n. II, aondo morou o finado
Exm. vigario. Brrelo, ondo continua, olle-
rcocldade recba convenionto educasfio.
Bem desanimado concebera o director do
collogio Espirito-Santo, um lal proj 'C-
to, porque todos os respeitos o considera
superior s suas forgis ; mas confiado por
oulra parto no poder de sua vontade, nos
de-ejos de seu corasfio, o nos consolhos de
amigos prudentes, nfio duvidara de o por
cm pratica; e hojo suas esperansas se
acham at certo pomo lealisadas, porque no
recendo-se toda a seguransa precisa para os' pequeo espaso de um onno lia o seu collo-
mesmos e bom Iratamento. i8' Colindo excedentes resultados, sendo
Alluga-so urna mulata que sabe bem l que nenbum receio tem de ofTerecor re-
emgommar e ensaboar, cozinha alguma ; commendasao das pessoas que sao capazos
cousa e faz todo oserviso de umacaza'iucmj de apreciar traballios desta ordem. J por
a prolender dirija-seao atierro da Boa-Vis-1 diversos annuncios bao director frito pu-
ta n. 33 que achara com quom iratar
Gallvot c sua senliora tem a
bheo, quanto intorcsspi sabor cerca d
economa internado collegio, c ordem das
materias que ncllc so cnsiuaoi, com a indi-
cacao de respectivos prolessores, o da clas-
-ilitMcn dos alumnos, o lal lio a conliansa
quo tem emsi o om seu cstabelecimento que
constantemente ha convidado as pessoas
que o quizerem ve' idear faz-lo por ins-
poesfio pessoal, visitando o eslabelccimcnto
aqualquer hora do dia. Unjo sobreludo o
diriClor se dirige aos pas de familias mora-
dores fra dactilado, para quem inuilo cs-
pecialmenta foi o seu cstabolocimenlo pro-
joclado. lio verdade incoutostavel, quo um
honra de prevenir ao respeitavel
publico desta cidade que elle a-
brirMD) no dia 17 do corrente, um
armazem de fazendas, objectos de
luxo, e fantezia, o qual contcm o
que ba de melhorem l'aris ; sendo
tudo cm iilliulo com gusto mais par-
ticular; ese achara a venda,tanto
em erosso como a rctalbo desdeas !'"''! com tiae lu,la a ??*(0 a
" ... mocidade nesta provincia, lio a falla de urna
10 horas da manha, ate as quatrocsa de ensino, para onde sejam devida-
da tarde, na ra da Cruz, segundo', mo"l enviados os lilhos das pessoas quo
, habitam lora da ciiade. A m direcQfio ilos
andar (lo sobrado n 1 ; assitn comoiestudos primarios, a lierda da moralidano
que na mesma casa acharao um I c<"n que sfio educados no lar paterno, a tal-
1 ,. i c 1 ; la dos disvollos quo sfio indispensaveis 111
sortimento de beijoutanas linas de primejra nf,ncia, o descuido acerca da sa-
l'.in-, e a mi'Unir agua de Colonia,de dos meninos, sao obstculos quo desa-
, loDtam os pas do familia na iJea de so a. ar-
tarem doseusfilhos, cm urna Idade om quo
as primearas imprcssrs se perpeluan, o
deixain consequencias quo acompanliam a
existoucia al a mais adianlada idade. He
sobretodo na remosfiodesses embarasosque
ha pensado o director do collegio Espiri-
I to-Santo. I n molhodo fcil adaptado
inlrlligencia dos meninos, o respeito mais
inviolavcl aos principios da religifio, e da
moral, urna regulandado de conduela nao
prcmdicada pela falta do refocillamenlo 110-
cessario as debis forsas da infancia, illimi-
que ln no merend.
BOWMAN &. MC. CALLUM, engenhei
ros machinislas e fundidores de ferro mu-
respeitosamente annunciam aos Senhores
proprietanos de engenhos, fazendeiros, mi-1 do svflo qaiiloVsaude'eTraamonto
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-, lll)S mpi0Si uia locahdade quo prohen-
peilavcl publico, quo o seu cstabelecimento c)la louaa as condisOesbygieuicas, prvi-
do ferro movido por machina de vapor con-
tina em effeclivo exercicio, o se acha com-
pletamente montado com apparellios da pri-
meira qualidade para a perfeita confecso
das maiores pesas de machmismo.
Habilitados para emprobender quaesquer
obras da sua arto, Bowman & Me. Callum
dosejam mais particularmente chamar a
attonfto publica para a ssoguintcs, por
erem dolas grande sortimento jprompla,
as quaos construidas na sua fabrica pdem
delicias acertadas e prudentes a respcito do
alimento, dormida o mais'funccOes pliysio-
logicas nessa idado tfio imiircssionavel, eis
os pontos sobre quo o directo tem appiica-
do todo o seu esludo o cuidado ; eajul;ar
pelos resulta los que ha colhido, elle se ani-
ma a afiansar aos ;pais do familias, quo Ihe
quizerem condar a educasilo do seus finos,
que o collenio Espirito-Santo, be pro-
prio para remover as duvidas quo por ven-
tura conserven) aquellos respeitos. Odi-
corpetir com as fabricadas em paiz es-lreclor espera portanlo, que 'seus esforsos
trangeiro, tanto em preso como em qua- jng0 scra depreciados, e quo o seu collegio
lidadeda materias primas o mfio d obra sera |,onrali0 com a conilimsa daquellas
a saber
Machinas devapor da mclhorconstrucso.
Moendas de canna para engenhos do lo-
dos os la maullos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
Rodas d'agoa,moinhos de vento esemas.
Manejos independentes para ra val los.
Rodas dentadas.
Aguilhes, bronzes e chumaceiras.
Cavilhes eparalusos de todos os lma-
nnos.
Taixas,pares,crivos c boceas defornalha.
Moinhos do mandioca, movidos a mfio ou
por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de logan e frnos de familia.
Canos do ferro, torneiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a mSo, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros c obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grados eportoes.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do mfio e arados de ferros,
ele ,etc.
Aii'in da superioridade das suas obras, j
geralmente reconhecida, Bowman Me.
Callum garanten a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezenhos remedidos
pelos senhores que se dignaren! de fazoro
ihesencommendas, aproveitandoa occasifie
para agradecerom aos seus numerosos ami-
gos e freguezes a preferencia com que teem
sido por ellos honrados, e asseguram-lhes
que nfio pouparfio esforsos e diligencia
para continuarom a merecer sua conliansa
111 mi 11 a o ti* Aurora.
C. Starr & Companhia, respeitosamente
annunciam ao publico, que o seu Cstabele-
cimento para manufactura de toda (espe-
cie de machinismo tendo desde o seu prin-
cipio om 1829 ido constantemente augmen-
tando, tem hoje chegado a um eslado de
perfeisSo tal, que nfio he inferior aos me-
Ihores que existem em todo o imperio, tin-
to pelo que'diz respeito capicidide do
pessoas que sabem quanto vale urna educa-
Sfio acurada, e que 110 progresso e desenvol-
vimento da gerasio nasconte, veem o ver-
dadeiro germen do nosso cngrandocinieuto,
o de nossa futura prosperidado.
PRESTO!, SALSA PARRILIIA AMERICANA
Melhor e mais extraordinaria do mundo.
I'resorvativa iifallivel contra as febres.
A salsa pnrrilha original egenuia de Itres-
tol possue todas 88 virtudes para curar to-
das as enfermidades que provm do um es-
lado de impureza desangue das secreese-
morvidas do ligado o estomago, c em tos
dos os casos que necessilam remedios para
purificar o robustecer o sistema. Em lo-
dosos casos de escrophulas, erisipelas, li-
nha erupses cutneas, manchas, bilis, eno
llamasfioo debilidado nosollios, inchaefis
das glandolas, dores lombaros, allecscs
rheumlicas, dures nos ossos e as juntaa
liydorpcsia, despepsia, asthmo, dcarrheo
desenteria, losso resfriados, enllammasfio
do pululos phthisica quaodo provm da
obstiusfiodos bronchios em pessoas escru-
pulosas, cnlluenza, Indigestfio, ictericia
debilidade geral do systema nervoso, febres
agudas, calores, enfermidades das molhe-
resenfermidades beliosas, e em todas as
afeccoes provenientes de uso moderado do
mercurio. Esta salsa parrilha se emprega
com edlcacia em lodos os sobreditos casos,
e he reconhecida como a melhor medicina
que existe. Os frascos de salsa de Brislol
teem mais de quntro tamaitos dos do sal-
sa de Sauds entretanto quo os de Bristol
so vendern por 5,000 rs. eos de Sauds por
3,000 rs. Deposito central no Rio de Janei-
ro, casa de Vilal Lapupo, e em Pernambuco
na botica de Jos alaria Gonsalves Ramos,
naruadosQuartcis pegado ao quartel de
policia.
Compras.
Ricos espelhos
Venile-seem casa de Avrial Frera & Com-
panhia, na ra da Cruz n. SO, espelhos de
vidro francezes, com ricas molduras doura-
das e sem ellas, de 3 at 5 ps de altura, por
presos muito em conta.
Vendem-se urna porsllo de charutos de
diversas qualidades, os roaia acreditadose
ultimamonle chegados da Babia, por preso
commodo, sendo de 201 a 50/ res o milhei-
ro : osles charutos sfio fabricados, na me-
lhor fabrica da Bahia.
.- VenJo-se ou alugi-se, para passar 1
festa, duas grandes cazas, sitas no lugar do
Barro; com grandes quintaos, que tem de
fundo para mais de 600 palmos, com copa-
das o arvores do fruto, com banheiro de
agua doco : a traclar no largo do Terso n. 22.
-- Vendem-so nimio superiores queijos
flamengos, ltimamente desembarcados
pelo diminuto preso do 960 ris : na quina
do paleo do Carmo, venda que entra para
a camlioa do mosmo nome.
Certas linas pira voltarete.
Vendem-se cartas dnas para voltarole :
na loja de miudezas da ra do collegio, n. 1.
-- Vcnde-se superior servpja patente in-
gleza, cm garrafas o mcias ditas, farinha do
reino a 80 rs. a libra, vellas de esparmacete
720 rs.,manleRa ingleza 720,e 400 rs., dita
franceza, 560, sevada a 1 O00rs.,lipioca a 80
rs., toucinho S)0 rs. sebo do Porto 3*0 rs.
chorissas muilo novas a 400 rs queijos no-
vos a 1,440, e 100 rs. arroz de maranhfio
100 rs., sabfio branco 280 rs., caff de ca-
roso 140 rs. chocolate a sor-. n pu, vi-
nhua 210 rs., e 280 rs. a garrafa, graxa cm
lata, muilo nova, a 100 rs. a lata, e outros
muilos gneros quo nfio se mencionara por
falta de lempo, tudo por preso commodo.as-
siu comoclia lisson a 2,400 rs. a libra 2,240
rs,,vellas dccarnauba.de 6,e8emlibra a 300
no Pateo do Carino venda por bailo do so-
brado de um andar na quina do becco da
bomba n. 13.
~ Ricos manteletes, e capolinbosdo seda
ede gros de aples do variadas, e lindas
cores.com bonitas transas, franjas, o bico
do blondo ; na ra do (Jucimado loja n. 39.
Vcndc-souma cama de Jacaranda de
armasfic, muito superior; urna dita de an-
gic<>, tambem di armasfio, um par de ban-
cas do Jacaranda, novas, e modernas; um
dito do dito ja usada, um tocador do jaca,-
ramlar, novo urna cmoda do angico, em
bom estado, 6 cadoiras do palinlia do Porto,
iim par de lanlornas de vidro, lavradas e no-
vas, um banheiro de madeira, quasi novo,
um couxo de madeira pintado, urna ban-
quiuha da 4 ps do condui : na ra larga
do Rosario, n. 32.
Na loja de Jos Joaquim Morcira
&. Companhia na rua Nova
n. 8.
Vendem-se I indis manlinlias de nobreza
parasanhora do molhor gosto possivel tan-
to em padis como om qualidados pelo di-
minuto preso do 4,000.
Lu i ico violan do mogno bordado : na
rua da i;m"ni n. i.
Vendem-se doz ouveriuraspara piano,
urna opera completa, o profota para piano i
canto : na rua de S. los n. 25.
FM1 estampas.
Ni rua do Queimado n. 16, loja do miude-
zas, vendom-se linissimas estampas do San-
tos, a 240 lis.
Bonitos palilciros de porcclam.
Vendem-so bonitos palilciro* do porcela-
na, pelo baralissimo preso do 1,400 ruis : na
rua doQuoimado n. 16, loja de iniudesas.
Ricos va/os de porcelana.
Na rua do Queimado n. 16, loja de miu-
dezas, tem para vender por menos preso do
que em outra qualquer parlo : ricos vasos de
porcelana.
Pezos para sustentar papel
Vendem-so bonitos pesos para sustentar
papel, pelo barato preso de 1,280 e 1,000
ris : na rua do Queimado n. 16, luja de
miudezas.
Lindos pralos do uvas artideiaes.
Vendom-sogalantes pralos com uvas ar-
tillemos, pelo barato preso de 2,000 rcis :
na rua do Quoiuiadn n. 16, loja du miudezas.
S. Feliz.
Vendem-se os verdadeiros charutos deS.
Flix : na roa do Queimado, n. 9.
Vende-sc por 3:500,000 ris, o sobrado
de dous andares, o soUo com trapeira, com
bonita vista, e loja repartida para morada
do lamilla, com boa cacimba no xagfio da
mesma loja, em clifios proprios, no bairro
do llecife, rua do A| olio n. 29,: na rua da
Senzalla Nova, venda n. 7, dir quem vende
-- Vende-so um prelo canoeiro do bonita
figura, un o j, sem molestia e vicio algum,
e proprio para canoa, cadeirmha ou arma-
zem de assucar por ser milito forsoso : na
la do Raiigel n. 36, primeiro andar, das 6
as 8 horas da manhfia, e do meio dia em di-
t) Casemnas modernas. *
*> Vendem-se as mais modernas case- W
%; miras que ha no mercado a 5,500 rs. 9
%j cada corle : na loja do sobrado ama-
relio, nos qualro cantos da rua do S
f (.ln- miado n. 29. <'
* t, ******** *-> *******
Vende-se na tavoi na da rua do Bozario
esquina que volla para o becco do l'cixa fu-
lo n. 9, linguisas do sorlfio a 240 rs. a libra.
Vende-so um piano inglezes ern bom
oslado por 200,000 rs.: na rua do Cabuga
n. 16.
Vende-88 urna escrava de 16 annos de
idade, pouco mais ou menos, propria para
aprender qualquer cousa, som achaquo
nem vicios : na rua do Collegio n. 25,venda.
O Novos cortes de chita.
.\'a loja do sobrado amarillo, nos j?
O qualro cantos, da rua do Queimado tf
J n. 29, conlinua-se a vender cortos de O
O cuita o de riscado de novos padres O
Q com 12covados inicuos pelo bara- Q
Q tissimo preso de 2.000 rs. cada corte. Q
Aviso ao madamismo.
Conlinua-se a vender na loja da rua do
Quoimado n. 57 as boas cambraias de cores,
pelo barallssimo preso do 8 patacas o cTto;
he islo para acabar, cujos corles tem 6 a 8
varas.
Colhcres para sopa e cha.
Ni rua do Queimado n. 16 loja do miada-
Mi vende-so colbores do metal principe
para sopa a 6,000 rs. a duzia e para cha a
3,000 rs.
Faccas c garlos.
Vendo-se muito suponores faccas egarfos
de cabo de balanso pelo barato preso da
6,600 a duzia; na rua do Queimado n. 16,
loja de miudezas.
de mandioca, muito fina, em sac-
eos desembarcada do patacho
Conceicao, vindo do Kio de Janei-
ro, entrado em aG do corrente mez
de outubro, pin pceo commodo:
nos armazens de Antonio Aunes e
Dias Ferreira, no caes da Alfande-
ga : a tratar nos mesmos, ou com
Novaes tk Companhia, na rua do
Trapichen. 3',.
-- Vende-se urna casa de sobrado de dous
andares, e solfio corrido, bem construida,
e moderna, em urna das ruis principies
do bairro da Santo Antonio, ou se troca por
casas terreas, em qualquer bairro desta cidi-
queo quizor annuncie, ou v i rui do
de
Rosario da Roa-Vista, casa do sobudon.
Vendc-se ataverna, sita no
becco do Peixe Frito n. 5, bom afreguezidi:
a tratar com o sangrador Jos Anacleto da
Silva, ou na mesma venda.
99* J flr99C9d
Corles de valido da ullima moda. 4
Cortes do vestido de cassa seda com 4
listras e qua Iros de seda,lindas cores a)
e modernos gustos -. ditos do dito de 4
_ cambraia com barra de ricos borda- 4
if dos e os competentes dgurinos : ditos V4
' de dito de cambraia abarla com flores 9
adamascadas o do bonitas cores : di- SI
> tos do dito do garsa,fingindo blonde, m
% do dilicadissimosgotos eo mais mo- 9
a> derno que ha no mercado : um com- ?
%) pelo sortimento de cortes do vestidos A
?5 de seda,brancas, de cores e furia co-
9 rsi e outras muilas fazendas de gos- 9
9 lo,que se vendern por presos de agr- 9
9 dar ao comprador : na rua do Quoi- 9
? mado, loja do sobrado amarello, nos #
l quatro cantos n. 29. ?
******** v****a> ******
\ ende-se remos de faia para
catreias, botes &,
Barricas com snperior cimento de
Hamburgo;
Meias ditas ; c tambem vendem-
se tinas ;
Botijas com oleo de linhaca de
H ii.il .i : atraz do theatro \ el lio,
armazem de taboas de pinho.
3 molecoles,sendo,um bom cosinheiro,
2 escravos da serviso de campo.l mulato sa-
pateiro.l escrava nova boa engommadeira e
cosmlieira 2 negrotas mura-, com algumas
habilidades,3 escravas.sondo una boa cozi-
i.lieira 1 mulatinha do idado 16 annos'com
principio dccuslnra.o cosiuha, na rua Ditai-
ta n. 3.
Farinha de S. Cal harina.
A bordo do patacho Dous Ir-
maos, vende-sc farinha de man-
dioca de superior qualidade re-
ccnlemente chegada, por mais ba-
rato preco di) que em outra qual-
quer parte a tratar a bordo do mes-
mo ou com Antonio de Paula Fer-
nandos Eiras, no caes da Alian*
dega.
Ricos estojas, para homern.
Vendem-se bonitos estojos, para homom,
pelo baralissimo preso de 3,000 rs. : na rua
do Queimado n. 16, loja de miudezas.
Bol.'s para casaca.
Vcndem-s l muito bonitos padrfies de bo-
loos, para casaca, a 3,000 rs. a grosa : na
rua do Queimado n. 16, loja do miudezas.
I.uvas de pelica, a 800 rs. o par.
Vendem-so luvas de pelica, para senhora,
a 800 rs. o par : na rua do Queimado n. 16,
loja do miudezas.
Lindas lili.s de papel.
Na rua do Queimado n. 16, loja de miu-
dezas, vendem-so bonitas folhas de pa-
pel, para cartas de namorados, a 80, too e
120 rs.
I.uvas a 500 rs. o par.
Vendem-se muito boas luvas, do seda pre-
ta, tanto para homem, como para senhora,
a 500 rs. o par : na rua do Queimado n. 16,
loja do miudezas.
Hicas franjas de seda.
Vciulc-so ricas franjas da seda para miu-
leleles ecaputilhos pelo baratissirno preso
le 600.700 SJOrs. a va rana rua do Quoima-
do n. 10, loja de miudezas, diio-.so a-
mojlrns.
Ricos sinteiros.
Vendo-se muitos bonitos sinleiros para o
bollo carnaval sexo pelo baratissirno preso,
a 1,200 rs. com a compclonti livela : na rua
do Queimado n. 16 loja do miudezas.
-- Compram-se.escravos e vendem-se de
cominissilo, para'dentro 0 fra da provin-
edficio, cotoo pela xoellencia" dos mate- ca: na ruada Cacimba, sobrado u.H, on-
riaes e pericia dos seus empregados; o que! de morou o Sr. vigario do Rccifo.
os habilita a offerecer-se eom cooflansa pa- i Compra-se urna burra de ferro (ja uza-
ri a pontuil exocusao de todi a espeeie de! dai: quemquizer vender innuncic.
machinas de vapor, de qualquer taminhoj -- Compn-se um sitio feito ou larris pro-
, ou descripsfio que sejam, lixas, para na-lprias para levanta-lo, o qual porom seja a
ivios, ou locomotivas. Igualmente caldei-1 margen do Capibaribe, tenha baixa pan
raa para vapor de todas as dimeoses, enge-fcapio, e outras vantagens : ni rua do Ari-
nhos pan cannas movidos por vapor, por'gHon. 12, segundo andar.
a.j Cortes de vestidos do cassa a 2.000.
a>.. Na loja do sobrado amarello, na rua
t>. do Queimado n. 29, vendem-sc corles
t) do vestidos do cassa de cores lixas a
m 2,000 rs. ___,.:
.*?**** **********'***'*
Luvas de fio da Escocia.
Vondo-se luvas do fio da Escocia com um
pequeo toque de molo a POOrs i o par ;na
rua do Quetmido n. 16, loja de miudezas.
CdfiplDERAI.I^.
AU\MJ^JL^V.\l,
Kiiii lio Collegio ii. i.
Novo sortimnnto de chapeos de sol, para
homem c senliora, a saber : -- chapeos do
sol de seda, arniasflo de baleia, de 4,500 rs.
para cima; dilosdilos para senhora, do4,000
rs. para cima ; ditos do panno lino, de ar-
ina.'.Vi do halla e do ferro, de 1,600 a 3,200
rs. ; ditos ditos de armasfio de junco, do
1,200 a 1,800 rs., todos limpos: grande sor-
timento de sedas o pannos, em pesas para
cubrir os mesmos, baleias para vestidos a
espartillios de senhoras. Concertam-se to-
das as qualidades de chapeos deso, tudo
com perfeisSo e por menos preso do que era
outra qualquer parte.
GUAX-V ECONMICA EM MASSA.
Do insigno fabricante americano, Jamos
Masson. A sua composisdo he feta de pro-
posito para lostrar com agoa o conservarlo
lustro, lano de invern como de verSo ; a
grande vantagen quo ha nesti graxa be a
onservasSo do cacado, e lustrarem-se os
isapatosou botins ainla mosmo molhados,
lo urna pequea lata aturar mais do que tres
jboics, ocustar menos do quoum. Voado-
seem barricas, ou porsSo de duzias, no ar-
I mazem de Vicenta Ferreira da Costi, na rua
Ida aladro de Dos.
Espellio de parede
com ricas moldurus : vendom-se no irma-


afl
Vende-se superior lannlia'zem de KlUmann lrraos, rua da Cruzo. 10


.AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Reste estabeleeimento conti-
na a havcr um completo sorti-
tnento de moendas o tneias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
'coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Deposito da lubrica de Todos os
Santn na liuliin.
Vonde-se ero casa deN. O. Uieber&C.,
na rui di Cruz n. 4, algodSo transado da-
quulla r.brica, muito proprio para saceos de
assucar e roupa do escravos, por progocom-
modo.
Deposito de cal c potassa.
No armazem da rna da Gadeia
do Hecife n. 13, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, empedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
4
Tnlxits para ciigmiio. Farinii ilp itintulinra
Na rundigJo de ferro da roa do Brum, \ ttUHIIja Ue llllllld H1C3.
aclia-se do recelar um completo aorllmon- No armn/m de Antonio Aunes Jacomo
to de taixas de 8 a s palmo de bocea, as Pires no caes d'Alfindega vende-se farinha
quaas acham-se a venda por prego cura- J mandioca em sacas, aendo do ptima
"~ > e,mbarcam-sc, ou qus.lid.de, e por
modo, e com promptidBo ,_
carreg.m-so em carros sem despozas oi mnrjdo.^
preijo o mais commodo do
comprador.
Arados de ferro.
Na fundigo da Aurora, em S. Amaro,
rendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Batatas novas irancezas.
Vendem-se gigos com 16 a 18 libras de
batatas novas c de superior qualidade a
610 rs.: no caes da alfandega, defronte d.s
escadiohas, armazom deGoveia & Dias
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-so no arrea-
em Kalkmanu IrmSos Ra da Cruz, n. 10
deposito de eal
fttMtttCIIMMM
Na loja pernambucana,
da ra do Crespo
n. n.
Vende-ae merino preto fino, cova-
doa 400 e 500 rs,
mente, a precos muito rasoaveis.
-- Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Rio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
sortidas, de 1 a 16 em libra, etam-
bem de um tamaito, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & I'inheiro, na
roa do Vigario n. 19, segundo
andar.
Para as escolas.
Vende-se no pateo do Collcgio, loja do
livro azul a synopsis do general Abreu o Li-
ma, ltimamente adoptada pelo i.'xm. presi-
dente da provincia como compendio de lei-
tura e historia do Urasil na9 escolas prima-
rias da provincia.
Preco em brocliura 2,560
Encadernada 3,200
Kap Paulo Cordeiro
vende-se na loja de Cunha & Amorim, na
ra da Cadeia do Recife,n. 30, este superior
rap, em botes e meiosditos, rocentemente
llegado, por preco commomdo.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
Agencia de Edwin Maw.
Ka ra mont& Campanilla, acha-sc constantemente
bons sortlmenlos de Una de ferro coado c
batido, tanto rasa como fundas, moendas in-
ira todas de ferro para animaes, agoa, etc
ditas para armar em inadcira de todos os la-
manhos c modellos o uiais moderno, macliina
liorisonial para vapor, com forja de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro cuantiado
para casa de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, cicovcns para navios, ferro iugles
Unto em barras como em arcos folhas, c ludo
por barato preco.
Farinha de mandioca.
A mais nova e mais barata farinha de
mandioca que ha no mercado, vende-se na
ra da Cruz do Hecife, armazem n. 13, de
J0S0 Carlos Augusto da Silva.
Principios geraes de cconomia pu-
blica e industrial.
Vnnde-se esle compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs.: na
prega da Independencia, livraria n. 6 e8.
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas c picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundicao de ierro.
Km casa de J. Kcllcr S Com-
panhia, na ruada Cruz n. 55, acha-se a ven-
da onxcelleoto c superior rinlio tic liu-
cellan, om barris de 5.', ho muito recom-
mendavel as casas nstrangeiras, como ex-
excollenlc vinlio para pasto.
31 ere itrio.
Vende-se mereuriodc primei-
ra. sortc, a preco commodo : em
casa de A. C. Abreu, na ra da
Cadeia-Vclha, n. .'|8.
Velas de espermacetc.
Vendem-sc velas de esperma-
cete de primeira qualidade e por
preco commodo: em casa de A.
C. de Abreu, na ra da Cadeia-
Vclha, n.48.
DEVERES DOS IOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, cm meia encadcrnagSo, a 500 rs.p
cada um: na livrari:.::. e cS, da prag p,
Independencia.
Chegtiem freguezes a fazendas
baratas.
I'essas de cambraia com listras decores
com 8 varas, por 3,200 rs., cortes de dita
com salpicos a 2,800 rs., ditas de cassa pin-
tada com 5 varas a 1,600 rs., cassas de cor
eseura por 240 rs o corado, ditas pretas a
100 rs. o covado, idem para babados e corti-
nados a 2,(00 rs. a pessa, cortes de chita
om 12 covados a 1,800 e 1,920 rs. : na ra
do Crespo o. 6.
Vende-se a mor parte de um grande
predio de tres andares, o sotSocom trapei-
ras, com duas frentes guarnecidas do varan-
das de ferro novas, o edificado moderna
com toda a iolidez e perfeigo, cito na mo-
Ihor ra do bairro de S. Antonio desta cida-
do, e eujus rendimenios prudu&em avultado
juro : os pretendemos dirijam-se ao Corre-
tur Uliveira.
Arados de ferro,
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambio de sicupira e bracos
da ferro : na fundicao da ra do
Brum ns. 6, 8 e 10.
Vendem-se amarras de ferro: na ru
pa Senzalla nova n. 42.
Moinbos de vento
com bombas de repudio para regar borlas
d baixas decapim : vendem-sc na fundicSo
de Bowman & He. Callum, na ra do Brum
ns. 6.8 e 10.
Vendem-sc relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. !\i.
Hoendas superiores
Anig-o
virgem.
Na ra dos Torres, armazem n.
12, ha muito superior cal nova em
pedras chegada, ltimamente de
Lisboa.
Cal virgem em pedra
Chegada recentomente de Lisboa, em anco-
ras muito bem accondicionadas, e por prego
commodo; no armazem do Silva Barroca,
ua ra do Trapiche n. 19.
Casa de coinmissfto de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se olTcrece umitas garantias
a seus donos : na ra da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Vendem-se velas de espermaecte, em
caixas, de superior qualidado : em casa de
J. Keller & Companhia : na ra da Cruz nu-
mero 55.
Inda continua a vender-se barato.
Cortes do casomira preta por 5,000 rs., di-
tos de brim escuros de listras a 2,000 rs e
1,600 rs., ditos do castor 1,120 rs riscados
de al._ 1 Lio a 180, e 200 rs., .nscadinhos
francezes a 120 rs. o covado, e minias mais
fazendas por baratissimo privo na ra do
Crespo r.. 6.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, vendem barris com cal
cm pedra, chegada ultimamcnlo do Lisboa,
na barca Margarida, > por menos prego do
Captor branco.
Na ra do Queimado, loja n. 17 de Farla
& Lopes, sSo ehegados o vendem-se chapeos
de castor branco, de formas muito boniUs
o por prego mais barato do que em qaalquer
parte.
De novos dezenhos, a 11 e i5S rs.
Na ra do Queimado, loja n. 17, vendem-
se cortes de seda de quadros a escoceza, pa-
drees muito delicados, a 12,000 rs., ditos de
ditas de ramagem, a 15,000 rs.
BARAT1SS1NO I
Ra do Queimado, loja n. 17,
vendem-so pocas de riscadinhos finos, de
cores (isas, com 38 covados, a 5,000 rs. ;
cambraias francezas, de cores 1110 lernas, a
560 rs. a vara; cambraias lisas, finas, trans-
parentes, com 8 1|2 varas, 3,500 rs. a pe-
ta ; cambraias de lila abortas, a 280 rs. o
covado ; chitas francezas, largas e linas, a
240 rs. o covado; casimiras de cores escu-
ras, a 3,840 rs. cada corte; ditas de dita de
padrOes modernos, a 5,000 rs., c outras fa-i
zendas, por lualo prego.
Lotera do Rio de Janeiro.
A os 2o:ooo,ooo de rs ,
na casa feliz,
120, a 1,100 re* a dozia ; ditos de cores a
30 res,- novelloa de linha de cores, 1,200
reisa libra ; e branco Muito barato, assim
como espelhos de diversos lmannos, por
precos baratissimos; caivetes do aparar
penas, a 240 e 320 rois; e de 2 folhas mui-
to finos, cabo de viado, a 800 res ; caixas
de colxetcs, a 70 reis; ditas de colxetes
prelos, a 80 reis; traneelins de cores, s 40
reis ; e do burracha, a 80 reis ,- bolocs de
calcas a 200 res a groza ; ligas Anas do bur-
racha, com diversos nomes de senhoras, a
1000 rois ; bonels (lo cabello, muito lindos
para meninas, a 2,000 reis; novellosde li-
nha de marca a 20 rois ; caixas de poz para
denlos, a 100, e 140 reis; pegas do fita do
linho, a40 reis ; magos do aljofres de va-
stas cores a 500 reis ; bolOes de m.drepc-
rola, a 500 reis ; de agat, 200 reis ; o de li-
nha, a 120 reis a groza; pegas de Ota relroz,a
560 reis, e do ISa a 180 reis ; escovas Anas
para cabello, a 560 reis ; aderemos prelos
devidro. muito finos, a 500 res;.o par de
brincos de dito, a 100 reis ; e de rame, a
40 reis ; thesouras Auas, a 240 reis ; botos
de seda de variaa cores, para emfeites de-
palitsde meninas, a 120 reis a duzia ; da
tos de O'su para a bertura de carnizas,
240 reis a duzia; e dourados finos a 600
reis; sotim amarello com pequeo toque
de mofo, a 640 reis o covado; galoes, e es-
piguilhas, rendas, ealfineles de ferro para
armadores, ludo muito barato,pois j pouco
rosta para acabar.
o
Na loja pernambucana, O
da ra do Crespo
% n- *
* Vendem-se ptimos brios brancos,
O com listras de cores, a 200 rs. o O
fij covado. 0
500>
-- Vende-ss um cscravo mogo proprio p-
ra todoservigo de campo na ra da Prai.Ty-
dos quatro cantos da ra do Queimado n.1 pographia Imparcial.
20, vendem-se os muito afortunados bilhc- i> tluialiT
tes, meios, quarlos, oitaves e vigsimos da 1 atl IliCall O.
Na ra da Cadeia doRecifc, lo-
ja de Cunha fk Amorim n. 50, re-
cebeu-sc pelo ultimo navio de
Franca, Cont Boger, scroulas de
meta com pe brancas, pretas
54. lotera da Santa Casa de Misericordia,
cuja lista chega at odia 5, a ellcs quo es-
ta m no resto.
Oh que pechincha.
Vondem-se pogas de msdapol3o fino com
um pequeo toque de cupim, pelo mdico
prego do 2,800 e 3,200 rs. a possa : na ru-:
do Crespo n. 5, loja quo volta para o col-i encarnadas, he o mclhor que tem
v'0- 1 d ir-. 1 vindo neste genero, e vende-se
rio aterro da Boa-Vista, loia n. _______, fa '
0 ,;,/;/ I)or baratissimo preco.
18, defronte do tribunal do | .. rua do Vigarj0 primoro ,n_
COnimerciO "ari vende-se cal virgom de Lisboa, chega-
Vendcm-se ricos cortes de cassa I SurioEm uu/'i^"''^rric,,a ""^
Sotado Su"'"parte: na rua da Ca1a 2-000 c chitai ,le P3drr,cs cs-i S**' *vi##
uid uu uuiat 11. jy, 1___ i gm All'imia'nini cirrac t
11 cutos e cores fixas a 120 e 1C0 rs.
Vende-se minio superior cal
j 1 1 -i 11 *s__o covado.'.'!
de Lisboa, viuda pela barca ilar-1 .. .. .
... o l'azendas baratissimas.
parida, entrada neste porto em 28 ^nu redes do Par com cores, do 20, .
do mez prximo passauo he a i 30,000 rs., chitas bonitas com cores seguras,
mais nova e moderna que lia no P.ecM,',B 3f cov"'os por \T rs'.pec,s 5
[nscados de quadros com 38 covados por 5/
rs., ditas de chitas rochas llores encarnadas
S3
i
r
mercado, jtor preco commodo : na
rua do Vigario n. 9, armazem da
Carnciro tk Hamos.
ZK ,<-'; ?""^'- ". :';';
Vcllasde espcrniacclc.
Vendem-se caixas de esper- ggj
mcete : cm casado iiieardo tf3
Royle, rua da Gadeia Velha, !
_ n. 37. 5
Vendc-se cera amarolla, de superior
qualidade e por prego commodo : na rua do
l.ivramento n. 27.
Novos gostos !! !
Na rua do Crespo n. i4. loja de
Jos Francisco Dias,
vondem-sc finissimas cassas francezas do ri-
quissimes gostos e novos padrOes polo ba-
reto prego de 700 rs. a vara, corte de Cam-
lirau liza fazomla muito fina 2,240 rs., o cor-
lo ( melado de scu valor) ditas com salpi-
cos a 640 rs, a vara, corte de cambraia
pintado de cor,do gosios modernos 2,200 rs,
o coile, superiores Chitas francezas cores
muito flxasc de novos psdrSO a 210 o 260
rs., o covado, ditasestreilas co'cs de vinho
e do call, c do ganga a 200 rs., o covado.
Fill de linho branco o de cor propria pars
mosqueteiro 640rs,a vara,brins irangadoset
curo c cor de ganga com listas miudinhas e
1,000 rs. o corte, assim como outras omi-
tas fazendas por b irains progos.
-- Vende-se por preco coinmo-
dos, farinha de mendioca de Santa
Calltarina em saccas grandes, fumo
em lolha para charutos : no ar-
mazem de Francisco Dias Fer-
rcira no caes da Alfandega, ou
atratarcom Novaos 6c Companhia
na rua du Trapiche n. 34.
Baratciro do Recie.
Qucm duvidar, ou so queira soilir do fa-
londas para festa, cnxa a algibeira de sedu-
zas, o venhiio a rua da Cadeia do Hecife n.
50, que encontraro variedado do fazendas
por prego laratissimo, como bem chitas
boas para 110,160, o 180 rs. o covado, e
ditas de ramagem para cobertas a 200 rs.
cortes de cassa padrOes novos com 7 varas
por 2,240 rs.; lengos do cambraia do coros
pura mSo a 240 rs.; challes de seda novosm
8,000 rs. ; corte de colele a viludado a 1,000
rs.; ditos de fusto a 500 rs.; brins finos de
quadrinhos a 280 rs., o covado; corles do
casimira para 4,000, 5,000, e 5,500 rs.; pan-
oli mesclado para palilz a 6,000 rs:, o corte
de 3 covados; ptimo para o verflo por ser
auito leve, bramanlo da duas larguras, joli
para frescos, lengcs por 1,200 rs., avara ;
madapolOes bons para 2,560, 3,200, 3,520, e
3,840 rs., a pega; e para outros muilos
precos; assim como outras umitas fazen-
das," quo a Iroco do Jinhciro se vendem por
pregos baratos; ecsla loja tem seu arma-
zem de fazendas cm atando, o se vende
quslquer porc3o por prego de primeira
mu.
0 Vende-se um grande sitio no lu- O
O gardo Manguinho, que tica defronte Q
Q dos sitios dos Srs. Carnciros, com i;:>
Q grande casa de vivenda, de quatro q
n agoas, grande senzalla, cocheira, n
g estribara, baixadecapim que sus- /n
~ tenia 3 a 4 cavallos, grande cacim- S
X bi, com bomba e tanque coberto X
? para banho bastantes arvoredos de J5{
fructo : na rua do Collegion. 16, se- >
de cores fixas por 6.400 rs., cortes de casomi-
ras do bonitos goslos a 3,000 rs., ditos de
ditas muito finas a 5,500 rs., castores para
caiga do bonitos padroes a 180 c 200 rs. o co-
vado, chales de tarlatnna de muito bons gos-
tos a 1,200 rs., ditos prelos de lila minio
grandes c encorpados a 3,200 rs.,ditos de I3a
de gostos muito bonitos, fzenda nova a 2/0
rs., algodSo azul liso com 412 palmos de
largura a 200 rs. o covado, pannos pretos|f-
nos da mclhor qualidade, prova de limSo,
pelos pregos da 2,800, 3,500, 4,500, et 10,000
rs., dito azul do 1,800, 2,800, 3,600, 4,500 rs.
o covado, dito vcrdemuilo lino a 4,600 rs. o-
covado, lengos de selim de cores para grva-
la a 1,280 rs., ditos de chita prelos para lulu,
muito grandes e linos a 160 rs., ditos deco-
res do bonitos padrOes a 3 o 4,000 rs. a du-
zia, dilos de cassa com barra de cores a
ALCUDAO' PARA SACCOS. #
* vende-se muito bom algodflo para sa- *
t eos do assucar, por prego commodo :
.? em casa de Ricardo Roylo, na rus da ?
Cadeia n. 37.
Lencos,
Lengos do cambraii herios, proprio para
senhoras e meninos a 360 rs ditos coro Ri-
co a roda o palmas as ponas a 400 e 440
rs., ditos de cambraia do linho para homem
a 400 rs. : na rua do Crespo n. 6.
Vcndem-se chapeos de castor brancos
do gosso moderno; na rua do Crespo n. 10
loja.
Na loja peznambucana da
1 ruadoCrespon.il, *
@ vende-se sodas escocezas do lindos (j
psdrOcs a 600 rs., o covado. j,
Vendem-se saccas de boa farinha, Com
um alqueiro, por barato prego : na rua da
Cadeia de Santo Antonio, n. 15.
Vondo se urna armagSo de urna taver-
na, propria para quem quizor principiar,
ou muda-la, pois est situada cm bom lo-
AOS 80:000,000, 10:000,000, 4:000,000 ,
2:000,000 6 1,000,000 de r.
Ns loja da Viuva Vleira & Filbo, na rua
da Cadeia do Recie 0. 24 receberam pelo
Por Parsense a lista da 3. lotera do hos-
pital dos Alienados, o juntamente os mui 1-
rortiiDados bilhetos, meios e caulellas da
54. lotera a beneficio dt Santa Casa de Mi-
sericordia, da qual vem a lista no primoiro
vapor, e troc.m-se por bilbetes premiados
oss loteras do Rio e desta provincia.
-- Vendem-se3mulatinhosj)el4il5n-
nos, proprios pira pagom, porserem muilo
Donilos; e4 moleques de 151 18 annos, e
urna preta moga de linda figura, com muito
oom leito para criar, e com ama cria de
mezes muito linda, e bem nutrida ; e urna
prela de meia idade, que sabe bem en-
gommaro cozinhar, e fazer toda a qaali-
oade de doces : na rua larga do Rosario n.
22, segundo andar.
Vende-se um boi mango para carro,
muito gordo, e muito bonito : para ver e
tractar no sitio do Cajuiro.
- Vende-se urna taberna com poucos fun-
dos, a dinheiro ou a prazo,.slta na rua de
ngel n. 45: quema pretender dirij-se a
rua da Praia, n. lo, armazem.
Azeite de carrapato da fabrica de
Araujo&Filhos, no Penedo.
r k"-1*!? ,zelle pel* Perfe'a cm que be
Idbncado nSo so serve em lugar do azeite
doce o de coco, para qualquer qualidade de
caodiciros por mais delicados que sejSo,
como he muito prerivel a qualquar outro
por dar urna luz miis brilhante, ser mais
duralivo, e seu custo ser mais barato ; nao
lem10 cbeiro desagradavel queexala o azei-
te do carrapato commum, nem em nada
delleseassemolha. Vende-se em barriz de
16 nadas a 2,400 rs. a caada, no armasem
ae 1. i. Tasso Jnior, rua do Amorim n, 35.
A os 30.-000,000
Na rua do Queimado loja n, 18 vende-se
bilhctes, meios, quartos, oilavos, vigessi-
mfls da 54'. loteria da S. C. da mizericordia
cuja lista chega no primeiro vaprate odis
5 do p. mez.
No aterro da Boa Vista loja n.
18, defronle do tribunal do
Commercio,
vendem-se pannos finos cor de caf, verde
escuro, azul e preto, a 2,000, 3,000, 4,000 e
5,000 rs.; cortes de superior brim de linho,
a 1,000 rs. ; cortes de casaira, a 2,000 o a
3,000 rs., e urna porgSo de riscados france-
zes, que se vonderao por qualquer pYogo ,
porestarom com algum mofo.
No
Muito barato.
Ns rua do Crespo n | j.
bonitas sed.. oscoCes..,%I?o b,?:,8e muil
de 15,000 rs. cada corte ,,, ?"*<
rior panno verde invi.ivel, pelo mo?Lupe-
go de 3,000 r. o cov.do: na mBs^ ? pr-
um lindo sortimento de t,M ". 'T h>
vendesa baratas. 'o o
l'adaria.
Vende-se urna pad.ria, no taren d.. <
o Pont..: tr.trcom J.j.T.Loj'^ln-
u com Joaquim Lopes de Alm.M. ."'0r

co
ou com Joaquim Lopes de AlmVid
ro do Sr. Joo Mallieus.
1 csixei-
Vende-se um. preU, dnMsde (>
40.nnos, muito boa quit.ndeir. e ,,:'
mero%:narUada89D",llVelh^
Vende-se um terreno cutre a
pontea da p.ssagem da Magdalena, coa, t-
palmos de frente com os mesmo* no. r,Tn 1!
eSOOdecomprimento, cujo fundo ,.? ?!
aba.x. mar da cambo., qqe wtI "c
o manguinho, e por isso pode-se us,r i?
aprecaveis b.nhos lemper.dos : ni r. da
Queimado n. 57. rua do
Vende-se um terreno proprio Dara n-n
iicarum. grande cm.chSos pVopriS' c8'i
porclo de madeir. de travejamento e co
berta caix.llos, es.cc.du : sito n. ,UICd0;
47tg.nd.V "a a"""ni """rto
Deposito de"tecidoVdVfabn.**
E
ca de Todos os Santos,
na Babia. *
Vende-se em casa de Domingos Al-
ves Matheus, na ro. d. Cruz do Re-
cifen.52, primeiro andar, .tandio
tr.ns.dod.quell.r.bricmuitopro-
prio para saceos e roup. de escra- *
vos, assim como lio proprio par. re- "
des de pescar e p.vlos par. vell.s 5
_ por prego muito commodo.
*A*********sH AAAAA*!
Aos amantes do bom e barato.
Na ru. do Crespo, loja d. esqui, que vol-
t. para a cdei, vende-se osumira rela
a 5,000, 5,500, 7,500 e 8,000 ri. o corle
diUsde cor, 5,000 e 6,500; ptnno n
preto, 3,000, 3,500, 4,000 o 4,500; dito
verde, a 2,700, 3,000 o 5,000 ris dito zu|
a 2,600, 3,500, 4,000 e 5,000 ris ; dito coi
de rap, 2,600 o cov. Jo : e outra. militas
fazendas por prego commodo.
2,400 rs. a duzia, platudas do listras de li-j cal, raz conta por mo ler nada dentro o ser
nho e algodSo, muilo proprias para camisasi a casa muito om conta : trata-se no paleo
o caigas de escravos a200rs. o covado, algo-1 doCarmo n. 13.
d;1o a zul e branco, muito proprio para rou-: .- Almanak de lemhrangas para 1832,illus-
pas do escravos e outras muilas fazendas, Irados com 185 vnlietas, por A. al. de Casli-
proprias para negocio e para gasto; por pre-| iho, vonde-se na livraria da quina do Colle-
gos muilo barato : no arumem do fazendas: g0> n. 20.
dgouvei.& Leilc, na rua do Queimado Rndese no Maranhao, a fabrica
' Vendc-se um corro de qua- j s stiarinas e sbelo.
tro rodas, muito leve, para umou Os administradores da liquida-
dous cavallos: na cocheira do Mi-, cao de Tlieodoro Chavanes, ven-
gue! Soigei no aterro da Boe dfm a al)nca denominarla Alara-
Vista. 1 ohensc, na rua do Pioponto, des-
A 200 rs., o par. |ta cidade ( Porl ds remedios ) ,
Na rua do Queimado, sogunda loja n, 18, a saber casa em que est mon-
vendem-se luvas do lio da escocia, com po-, tda a fabrica, com a o bracas de
queno loque de mofo, a 200 rs. o par. __. e .' .
Ai 800 rs. ,rente e. ,5 de 'undo 5 2 prensas
Na ru. do Queimado, segunda loja n. 18 ,; hidrulicas, orisontaes de forca de
vendem-se ricos longos do sarja, para gra- 600,000 libras, cada urna : 1 dita
vata, azul, verdo, amarello, cOr do rozae ,..,, i,ir____ ,.,
encarnado, a 1,800 rs. vertical de fo^a de 4oo,ooo libras;
t r>*rT.-*'-***vff 3 grandes caldeiras montadas, pa-
Cambraias de seda modernas. ra o fabrico do 3abao ; 4 ditas pa-
aterro da Boa Vista, loja n.
18 defronte do tribunal do
Commercio,
vende-so superior casimir, prela, 4 000
rs.; veludo de algodSo cor de roza, verde
zul, carmesim o prolo, 600 rs. o covado j
cortes doexcellentes cambraias e cassas, I
2,000 rs., e quem comprar grande porgSo
se Ihe vender por muito menos.
Vendem-se burros novos, entre ellos
algunsja poden) trabalbar: na ro. do Quei-
mado n. 14.
Vende-se doce lino de goiaba, em cai-
Escravos fgidos.
- Desapparecoram do engenbo llha da Li-
berdade, no da 28 de setimbro p. p,. um
negro crioulo de nome Themoteo, baixo
grosso, e tem urna sicalrlz em urna pern
proveniente de urna poga com que estirara
e um negr. do nomo Feliz.rd, lamben!
crioula, de 25 annos de id.de ; quando falla
a prega gagueija : nao he muito prela ; tom
um dente da frente quebrado, e be de corno
reforgado : quem os pegar leve-os .0 dilo
engenho, ou na rua do Trapiche, rmazem
n. 15 que sera gratificado.
Da-se 80,000.
A quem trouxor na praga da Indopedcncia
n. 17, preti Mara Joaquina, de idade de
30 40 annos, de nagao congo, baixa, gor-
da, cor relint., bexigosa, seio grande, tem
um signal de carne aobre o beico superior,
e he b.st.nte arduos. ; j. ro escrava de
engenho. e ltimamente era quit.ndeira da
miudezas, desconlia-se que ande para as
partes do sul, por estar costum.d. a andar
potl vendando, comuma crioul.de nome
Feliold.de, de quem foi escrav, e consti
ter sida vista, n. povoago de S. Am.ro Ja- .
bu.tSo : esta prela fugio no dii 11 de abril
de 1850.
Desappareceu na larde do di. l3do cor-
xSo de 4 libras, por prego barato : no pateo rente um escravo por nome Joaquim tem os
do Paraizo n 20. ; 8|gn,es seguimos: boa estatura, representa
vende-se um casal de escravos, ou tro- ter 35 annos de idade, falla desumbaracada
c-sepor urna casa : n. rua Bella o. 16.
- Na rua do Vigario venda n. 33, ven-
dem-sorcJes de cores, do muito superior
qualidade, e por prego bem rasoavel.

ra derreter sebo; todos osperten-
ces necessarios para o fabrico do
stearina e sab5o ; 9 eseravos en-
Na loja do sobrado amarcllonos qua-
tro santos da rua do Queimado n. 29
3 lia para vender um graude sorlimonto
1 de corles do cambraias de soda pa-
droes muito mod
9 liaoiuiu piugo d
Sp:f5W!r f|com 7 bracas de frente e i5 de
rrancisco Antonio Oimoes, estabe-r i-, r c
... 1 j 1 tundo :
lecido com loa de miudezas,- <
d., ,*' 1 laot
o C abuga n. ia, con-
norai.a ou seoa pa- ^r 1 j 3 ,.^
demos c pelo bar.- tendedores doservico geral da fa-
t.uoocada -,.rio. | btica ; i terreno annexo a fabrica,
1 dito f ron ten o a mesma
rica, com 18 bracas de frente e
1 38 de fundo : as pessoas auenre-
Irontc a rita das Laranceiras,', ,. T"r"
,,,., 5 tenderem comprar, podein nesta
tendo de liquidar o mesmo esta-
beleeimento por estes dias, dc-
gundo andar.
? 0OQ
Rua do pa seio publico n. 5,
na antiga fabrica de chacos do sol vende-se
chapeos do sol tanto do panno camode so-
da para homem o senhoras, meninos e me-
ninas de escola;cobre-se qualquer armagflo
do cb.peus de sol,lano do sed. como de pa-
ninlio concerla-seestes objectos com muila
i prontidSo e brevid.de.
N. fuodiglo de C. Starr & Companhia, I Vende-se um escolente sitio em Be-
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas beribe, pertoncente ao Padre Francisco Jos
de cnna, todas de ferro, de um modelo e de Lira; fallar no mesmo sitio, ou na
oonstrucgSo muilo superior* rua da Aurora n, 62, seguudo an Jar.
liberou vender as fazendas por
menos ainda do quanto lhecus-
taram ;
como sejam: papel de pezo, a 1800 reis a
resma; pents de baleia para alizar, .
240 e 320 reis; e do marlim 320 reis, car-
tas de pennas d'ago, a 80 reis ; buiOes de
tinta inglcza, 12O0 reis a duzia : linha de
poso, a 1,000 reis o mago ; retroz muila fino
o de todas as c.'cs, 100 reis. oitava ; es-
lojos de fiavelhas muilo linas, a 720 reis;
pinceis de diti 160 rois; suspensorios de bur
racha muito bons. a280 rois; dilos de es-
croto, 280 reis; lavas de pelic. muito no-
vas, para senhora, a 900 reis o par, ditas de
ditas com enfeites, a 1,760 rois ; ditas de
ditas pretas para homem, a 1,400 reis; di-
tas de algodSo, a 240 reis ; superiores e lin-
das franjas de belotas para cortinados de
cama, pelo barato prego do 3:900 rois, a
pega do 15 varas ; meias linas para senhora,
a 320 reis o par, ditas brancas fiara homem,
a 140 reis ; e de cores, a 200 res ; requifes
de seda para enfeileajde vestido 160 res a
vara ; bicos Tinos de varias, larguras, e qus-
si de palmo, pelo baralissimo prego de 640,
reis. vara; rendas de um dedo reforgado,
a 80 reis vira ; o peca, 800 rei. ; filas fi-
nas de seda, de varias larguras, cujas amos-
tras csiao patentes aos compradores, e pe-
lo menos prego ; papis de agulhas fr.oce-
zas n lf 2,3,4,5.30 rei. ; caixas de ditas,
a 280 res ; carriteis de linha de 100 jardas,
. 320 reis. duiia;e 200 jardas ns. 12, 16,
20,24 a 800 res; carriteis de dit. de 200
jardas, da mais floas que bs, numeres too,
praca dirigirem-se a J. Keller &
Companhia.
Fecbinxa.
Vende-se na rua do Crespo na loja da es-
quina quo volta para a cadea, coites de
cambraia cor de rosa e de outras cores do
ultimogoslo a 3,000, 3,500, 4,000, e 4,500 ;
ditos de cassa-chita a 2,000 ; ditos da expo-
sigo 2,210; corles d chita com 12 cova-
dos a 1,800 ; corles de fusldo a 560 ; cor-
tes de calca do brim escuro a 800,960,1,120;
ditos do brim amarello de puro linho a
1,440, 1600; lengos de cambraia muito finas
proprias pra m0oa32O; e outr.s muila
fazendas que se lornSo recommondaveis pe-
la boa qualidade.
- Vende-se urna mulata moga e robusta,
propria para todo o servigo, principalmente
para campo e principalmente para campo e
por prego commodo na rua do Quoimado
n. 8, terceiro andar.
-- Vende-se um preto bastante robusto ,
sadio e sem vicios : a tratar o. rua Diroila
n. 32, segundo indar.
- No aterro d. Boa-Vista, loja n. 18, de-
rronte do tribunal do commercio, voodom-
so chillas escuras, fazond. opllma par. rou-
pa de escravos, a 100 rs. o cojrado .- e nao
tem av.ri. alguma '
No se assustem, prestem attencao.
Na nova loja do miudesasda rua do Colle-
gio n.3,vfndem-se bengallasde bonitos gos-
tos, a 400 rs.; caixinhas para joias, vazias,
a 280. 400, 560, 800 e 1,000 rs.; com amen-
doas, a 800, 1,000,1,200, 1,500 e 2,000 rs.
Ixas de liohas de marca muilo finas, a 380
rs. ; novello, a 30 rs.; ditas mais cheias, a
200 rs ; e novellos, 3 por 2 ; meias do algo-
dSo par. homem, branca, 140, 180, e 240
's ; c de cor, 180 rs.; ditas para senho-
ra. a 260 e 300 rs.; o a bertas, a 440 rs. ; cai-
xas com colxetes, a 60 rs. ; e a duzia, a 640
n.; suspensorios fitas, a 140 rs.; meia bur-
racha, a 200 rs. o par; escovas para denles,
cabo branco, a 120 rs.; e cabo preto a 280
rs.; pennas d'asso em carleiras, a 120 rs. a
duzia ; e a grosa a 1,100 rs.; castigis de
metal, proprios para mangas de vidro, a
1,400, 1,800 e 2,000 rs, o par aljofares, bo-
nitos gostos, a 600 rs. o masso ; fio, 60 rs.;
facas e garfos de cabo preto, a 2,000 rs. a du-
zia ; botdes de madrepcrola, a grosa 560
rs.; e a dutia, a 50 rs. ; ditos de calca fi-
nos, a 300 rs.; e a duzia 30 rs.; papis com
calungas propios pana meninos, a 60 rs. .
folha e 80 rs. : e oulros muilos objectos que
. vista do comprador se dir o presso, por
motivo de nao caber no Diario.
Vcndc-se um. canoa, qoo crrega600
lijlos, em muilo bou estado e por preco
muito commodo : a tratar na rua do Quei-
mado n. 6.
-- A defesa dos Portuguezcs.foita no Ma-
ranhflo pelo Dr. Jos Antonio de Carvalho e
Oliveira, e ah publicada nos jornaes.bem
como no Crrelo da Tarde, acaba do sere-
lo seu autor.mand.da imprimir em folhetes
de 96 paginas, urna porgSo dos quaes foi
remetida par. esta cid.do.ese vende 1,000
rs. c.d. oxompl.r em casa de Jos B.ptista
de Fonseca Jnior, da rua do Vigario n. 23,
2.andar. '
Vendo-se um terreno com 60 palmos
de frente, e fundo at beira mar, sito ua ru.
Imperial, e tem mais de 200 palmos, .terr.-
do : no pateo do Tergo n. 139.
-Vende-se um. pret. crioul. de .13 an-
nos, de bonita figura, sabe coser, engnm-
ma, ensabOa e cose de alfaiate, tudo com
muita pcrfeigSo easseio : no pateo do Car-
ino, casa n. 6.
Vende-se superior vinho do Porto o
Feitoria, omgarrafado, a 8 annos pelo dimi-
nuto prego de 7,680 duzia na rua d. Madre
d." lios n. 18.
Sip.ioi dt tapete.
Vendem-se os bem conhecidos cor-
tes do tapete para sap.tos 500 ra. o
*> p.r.- n. rua do Queimado, loja do so-
# lirado amarello n. 29.
AttencSo.
N. loja de 4 portas, no aterro da Boa-vis-
ta n. 60, Vendem-se cortes de cassas par.
vestidos, pintura chine/a a 2,000 rs., chita,
.finas de bonitos padrOes o decores seguras
Vendc-sorape de Lisb.'em frascos, I a 160, 200 e 280 rs mand.poiao muito 0-
cliegado agora pelo ullimo navio, os sonho- nos 1 4,000 rs., chales de ISa e seda a 2 500
res froguezes que eslSo .coslumados a to-! 3,000 rs", ditos de ISa 2,000 rs., pannos'para'
mar boa pilada, nSo deixarSo do mandar'calgas de padrOes escuros o-muito fortes a
buscar .o largo da Assombl n. *. siors. o covado, dilos de outros s 200 e 160
vende-se um cavallo pocante, p.r. 'rs. o cov.do, brim branco trancado raistu-
carga ou carroca : a tractor na rua estreita rado a 640 rs. a v.ra, .Igodosinho 1,600
do osario, Iravess. do Queimado, loj.de e 2,000 rs. pega, egutias nimias fazendas
miudes.s. 1 por preco commodo.
ps grandes, tem todos os denles da fenle',
narizcliato, quando amia slala as juntas dos
joolhos, levou camisa do algodaosiobo bran-
co, caiga do dito .zul, este escr.vo foi do
mato: quem o pegar leve-o a typograpbia
imparcial. tallar com a viuva Roma que se-
r recompensado.
Desappareceu no dia domingo, 12do
rorrete, um preto quo representa ter 45 a
50 annos de id.do, do nacSo cacange, bailo,
cheio do corpo, sem dofeito algum nocorpo,
levou vestido, caiga de c.semira azul clara
do quadros c j velha, colelo de selim prelo
velho, jaqeta de brim pardo.camisa dema-
dapolSo, chapeo de seda preto ; presume-se
que anda pelos arrebaldes desta cidade, pois
pezar de ser do serUo nSo se julga que te-
nhavollado: rog.-se porlanto as autorida-
des policiaes e capitflea decampo, captura
do mesmo, lev.ndo-o rua do Vigario n. 11,
terceiro andar, que se recompensar.
Fugio na noile do dia 7 do correte,
moz de outubro, a escrava parda, de nomo
Eufrasio., de idade de 20 annos pouco mais
ou menos, estatu-a baixa. rosto rodondo,
olhos pequeos, peitoa grandes, chei. do
corpo, com um dos dedos de urna das mos
estirado, o urna cicatriz no rosto provenien-
te de queimadur. ; levou toda a roalhor
roupa, que linha. He de suppor que tomas-
so para as bandas da Parahiba, donde diiii
ter prenles, e mesmo porque tendo fgido
em outra oec.siSo, fdr. press no Brejo d'A-
rei. : quem pois. apprehendor, e introgi-
la ao .baixo assigoado, na rua do Livra-
mento n. 35, ou na ru. das Cruzes, n. 18, a
seu pai Antonio Alves d. Fonseca, ser grt-
lific.do com 50,000 ris.
Jos Marcellino Alves da Fonseca,
Desappareceu em fins do mez de jolito,
urna escrava de nagSo congo, de nome Tho-
reza, de idade de 30.40 annos, de altura
regolar, cor preta, de ps e mSos pequeas,
olhos regular, bastante ladina, e doaemba-
ragada no fallar; levou camisa de madapo-
15o, e saia de chita j disbotada, levando
m.is roupa em om bsl.io sem tamo., presu-
me-se ter hido p.r. as bandas de Santo An-
tSo, lugar .onde ella estovo bastante tempo :
quem a pegar ou della der noticia, e que
por elle renha .0 seu dono, receber 20,000
rs. de gratiftcgBo, pag.ndo-se .3 despesas
que com ella se fizer : na ru. do Trapiche da
Alfandega Velha n. 36, segundo andar.
A onxe das deBip^eieueu u meu es-
cravo Congalo crioulo de boa estatura, caco
meo fulla, com falta do denles adi.nte,pou-
ca barba, com urna belide pequen, no olho
esquerdo, tem os dedos dos ps torios p.r.
dentro, anda sempre do caigas brancas ou
de risedo para Ihe nSo verem as pernas,
por tellas mui justas e grossas, n. pero* di-
reita tem um lallio de um vidro, peooo ter
sahido para fora ou .ribaldas da prassa,'
quem encontrar prendSo-o pois quer passar
por forro, sabe fazer todo oaervico.alo he
onfermeiro : no sitio da Capellinha do
Mondego.
-- Auzentou -se na noule de 97 do corrento
o mulato Clementino de idade 20 annos pou-
co mais ou menos, magro,altura regular, o
falla multo mana., costum. .ndarcalgido
e bem vestido; levou urna troxa do roupa, o
consta quo levar, um cavallo que.lugra
nessa nccasiSo, o qu.l (em os signaos se-
guintes : cistanho, barrigudo, clio.s pro-
tas, e gordo. Ha provsvel qu. queira pas-
sar por forro : he bolieiro,e escravo de Luiz
Antonio Siqueir. : quem o pegar leve-o
rua da CaJei.-Veili. o. 20 que se recompen-
sar.
(Tvp 1: M r'.rtr iv


Full Text
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