Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05159


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Full Text
AnnoXXVlI
Terga Jeira 28
de Outubro'de 1851,
N. 2M.
DIARIO DEWPERMIBMO.
migo si UBcnirglo.
PiOlMINIU ADUHTADO. ^^^
Par iriiueair............. Mnn
Por aemestre............. ,2S3
Por anuo............ 1S/000
Paoo dihtio omi.
Poi quarlel............. V500
Para..... 7deOulub|Mlnaa... 15 de Selbr.
Maranhao 13 de dito |S. Paulo. 3 de dito.
erar..- 17 de dito. |R. deI.. 15de Outub.
parabiba. l7nedito. |Bahla... 8 de/lito
i SIMBA SEMANA.
!>7 Seg.S Eleibo
?8 Tere. S. Simio.
2g Quart. S. Felicianos
Zenoblo.
3o Quint. S. Seraplao
3i Seal, S. Qululino.
1 Sab. :;- Feala de
todos os Santos. '
2 lluin. 8. Vitorino m
s. (lcnigno.
AUDIENCIAS.
Suiodr Orphol
eS. s 10 horas.
I. vara do eitel.
c. ao melp-dia.
Fattnda.
e 6. s 10 horas.
2' vara do eivel.
esabados ao inclo-
Relafao.
Tercas e sbados.
iranlHIBU,
Crescente 2, aos 10 minutosda man.
Chela a 10, as 4 horas e 13 minutos da ni.
Mlngoante 17, as 9 horas e 53 minutos da t.
Nova -i -!, aos 50 minutos da larde.
rBIAHAB DI HO JE
Primeira s 2 horas e 45 minutos da tarde.
Segunda s 3 horas; 18 minutosda manhaa
rlUIlDIl DOS COBBEIOS.
Golanna e Parahiba, s segundas e scitaa-
felras.
Rlo-Grande-do-Nortc, todas as quiotaa-leiraa
aomeio dia.
Garanhuns e Bonito, 8 e 23.
Boa-Vista, c Flores, 13 e 28.
Victoria, s quiotas-feiras.
Olinda, lodos os das.
NOTICIAS TITHANOSIBA*.
Portugal,
(lespanba.
Franca ..
Blgica-..
Italia.....
Aleinanha.
Prussia ...
Dinamarca
Russia...
Turqua..
13 de Selbr.,uitra.. 31 de Agosto
8 de dito Suissa. ... 3 de Selbr.
8 dedito Succia... 28 de Agosto
5 de dito [Inglaterra 8 de Selbr
2de Agesto
1 de Sebr.
.'! dedito.
I de dito
2c*dc Agosto
30 de dito
E.-nidos 25 de Agosto
Mxico... 2 de dilo.
California 15 de Julho
i lliiii. 26 de Abril.
Buenos-A. 2 c Setb.
Montevideo 6dc dito.
CAMBIOS DE 25 DE CUTUBBO.
Sobre Londres, a 29 d. p. 1/000 rs. l'iriuc.
> Paria, 331 por fr.
Lisboa, sem tiansaccdes.
MBTAES.
Ouro.Oncashesnanholas.... a SMMO
Moedas de 6#400 velhas. 16/000 a 16/200
de 61400 novas. 16/000 a 16/200
de4/0CO....... 9/000 a 9/100
Prata.Pataesbrasileiros.. l/92o a 1/920
Pesos columnarios... 1/920 a 1/920
Ditos mexicanos..... 1/750 a 1/700
EXTERIOR.
QUESTAO' ARCENTINA.
Im que cilio de accordo e em que dUsentem
ai provincias argentina* obre a queslao'
do di*.
Valparaso, 20 de Agosto do 1851.
Ao mosmo lempo que urnas provincias re-
lirnm i llosas o poder que Ibe tintn na dele-
gsdo para dirigir os negocios externos, nu-
tras Iho otTerecem o poder nacional para o
interior e para o exterior.
Ilir-se-liia que ha contradiccSo nisto,mas
no hoissim. Urnas e oulrs vam a um lim
i-ommuiD, o estabelecimento do um governo senso
nacional. Vo-se por estes movimontos qua-
si simultneos quo os povos argentinos
comprehenderam que o paiz nao pode licar
indefinidamente como est, e quej he lem-
po de dir-lbe autoridades e inslituicOes ge-
rae*.
Aquelles que retiram a Rosas os poderes
externos, fazem-o com o objecto de da-los
a un congresso e a um governo nacionaos ;
aquelles que Ihe olTerecem poderes intmio-
res f.i/nin-o com o (im de constituir nelle a
auloridade nacional que todos anhelam.
Uns eoutros se identiQcam quanloao lim,
mas separam-se quanto ao nioio. J lio mul-
to que se entendam relativamente ao lim;
a quottSo de meio ou de melhodo nao ser
materia de lula.
O caminho adoptado pelas provincias li-
loraes, capitaneadas pelo general Urquiza,
he o maisacertado. Consiste na convoca-
(3o do um congresso para Formar urna cons-
tituido e croar um governo geral quo n3o
existe.
O outro meio, o de converter Rosas no
poder geral que sea ppetece, tem estes i u-
co ii venientes :
Oir-lhe poderes para o interior, seria oi-
cioualisar a sua dictadura, que boje he so-
mente provincial. Crear um dictador, e um
dictador estril o tno, em vez do um gover-
no constitucional, qusndo nada ha quo tor-
ne nocessario eleger o primoiro.hc absurdo,
be falta de senso commum. Por esso meio
mo se tertt urna legislatura nacional, tri-
bunses dejusliqa nacionaes e urna consli-
luico para seu governo. Ter-se-liia a cons-
monos esse resultado que podoria desculpa-
los aos olhos da posteridad^.
Quo esperam os parliiarios da ida de
adiar a constituidlo ? O estabelecimonlo do
urna paz delinitiva, dizem ellas. Sem paz
completa nSo se pode pensar em constitui-
c io. diz Rosas.
Mas sem constituicfo nunca tereis paz.
A I i-i lino calmante supromo.
A dictadura be urna provoca;3o constan-
te pelejs, he a anarebia constituida e con-
vertida em iustituicSo permanente.
Com a dictadura a paz he imposslvel. Que
he a dictadura ?-he o estado de sitio. Quo
he o estado de sitio .'-lie o estado de guerra.
Procurar a paz na dictadura he um contra-
he procurar a paz na guorra.
O liom senso dos federaos quo pedem
urna lei fundamental lio inqueslionavei, o
raras vezes o bom senso geral deixa de tri-
umpbar.
Ii niiisiailo tolerante o solTredor foi o par-
tido federal esperaodo 17 annos que ssu
chefe, mais preoccopado de si quedos.seus,
assegurasse, por meio da sanccSo de um
pacto fundamental permanente, o goso
tranquillo e definitivo daquillo que Ihe tem
dado a victoria e a fortuna das armas na
guerra civil.
Mas e general Rosas Tez com o seu par-
tidu squillo que os curadores soem fazer
com as orpliSas ricas : nunca as acbain suf-
licionto sazonadas para Ibes dar estado.
A California fez-so estado de confedera-
c3o em dous annos; a repblica urgonti-
na, que tom ja quaronla anuos de idade,
ainda lio pupla na opiniSo do goucral Ro-
sas. Masa menina pedio conselho de fami-
lia, o ho prorave! se despose com o rgi-
men constitucional, a respoito do seu
egosta curador.
(Mercurio.)
(Jomo/ do Commcrcio).
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE l'ER-
NAMBUCO.
I'.ir.ilivln, 24 de outubro de 1851.
Vai-iecada vez litis confirmando o que lhc
disse em inhiba ultima, que a opposico nao
pode intioduiir ua ajscinblaproviiicial a pre-
tiluicSo, o congresso, os tribunaes, reduzi- tendida patrulba, apezar da dlviso que re-
do ludoapessoa do general Rosas, como nou no partido domiuante; c que apenas cn-
acontece boje em Buenos-Ayres eem algu- trar um candidato, sem signiticacao politica,
mas ilhas selvagens da Oceania. c talvcz icm vontade propria, sem querer seu,
O que conseguirism com isso as provin- ca avallo em scus padrinhos. Ora nao lie l
cas? O que conseguo Uuenos-Ayres : tra- daapiorc. cnusas, con, I ceno, do correspon-
........ i. o.... ..i.. .,_ aa. dente da liman, o entrar un honiciii a cavallo,
/eroretrato de Rosas ao peilu, urna lita ondc os ch i c mcamo aim
vervelha no chapeo e a espingarda ao bom- coln mii dilliculdades pala cscabrozidadadc dos
bro. He possivel que isso seja divertido e Ca minhos.
bonito, mas n lo be serio nem digno de om J.i que me deu a mana boje para politico,
paiz sensato. ainda que me exponha a mil quiuus, dir-the-
NSo ae conseguira oque se Jeseja, O es- hci que no man fraco pensar, julgo que as
tabelecimento do poder geral. O poder, o fracedea do partido domname nao devem (car
governo, nSo he um facto fundamntale ,naUo descantadas com esic resultado Iciu,
nocessario .ustentacJo da ordem poltica ? tH38^~Sttm*m
^d!l^!'f,.^i"n??.iUAn--?-elV"r?.a"LS-a." cham, se nao quierem sollrcr alguma derrota
as prximas futuras cleicocs de deputados ge-
raes; o que aluna do pcssiiuo resultado, dar-
lhes-ba umsolemnissiino desipontamcnto.
Sci bem que aquella divisao ali! aqui pouco
tem allectado populacao ; mas a continuar,
a subsistir por inaisalguin lempo, lera nece*-
sariamentc de allecta-la, c por conscqucucia
de enfraqueccras fileiras do partido, com pro.
vello do outro onde nccessaiiamente ir arre-
glmenlar-se urna das fraccoes, segundo a or-
dem natural das cousas.
Se me conviera procurar a causa dessa dessi-
denca irla cncomra-la na amoirao' c louctira ;
mas me nao pcrlencc entrar em questdes lo
profundas, e cada um recoubeca scus iuteres-
ses e omc juio. Se mal esto, dominaudo,
peior estariio dominados, c he isto to simples,
que nao necessila de que um pobre diabo, co-
mo eu, Ihe diga. Olhem para o phenomeno da
cleico da mesa desle collegio, vencida pela
opposfco, tendo elle, o partido domiuante, a
luaioria ; c penscm,...
N'esta poca os velhos teem perdido o juio,
o que me fai multo temer por iiiim, e descon-
fiar de que mais n'uma volta ou n'outra terci
de dar o uicu ti/iic/m. Entre outros velhos ata-
cados do cerebro lerei, com inagoa, de cilar-
Ibc o mcu amigo c vieinho Argos, que perdett
infelumente o pouco jiu/.o que lhc reslava. No
da 22 atirou-se, em um de seus accessos de
furor, por sobre um pobre diabo, a quem dig-
nou-sc altribuir ininlias misiivas, que foi um
Dos nos aecuda. Comquanto, segundo o cus-
lumc dos doudos, nada dissesse com alguin
nexo, comt'ido bem se comprehendia, que elle
o quera atassalbar e velipendiar. lo uo dc-
vo dar satisfaces a loucos c nem agravar-mc
por injurias dirigidas oqtrem, aluda quede
uin cerebro perfelto partissem, pelo que dei-
xarei o lord cambado com sua pcdaiitaria clas-
sica, al que passe a la nova, ou Dos se amer-
ci di lie, rcstituindo-lhe com o julxo que per-
deu a |iciiv.iu sullicieutc a lorna-lo sensato co-
mo um homrm.
Ilonrou-iiie o pobre louco com o pomposo
doem insliluicSo permanente e invariavel
Quaodo consiste em um iioinoni o um acci-
dente, he urna sombra de [poder, nSo he
nada.
Mu dilTerente cousa he isso que proclama
o general Urquiza. Quer um verdadeiro go-
verno geral.
Anhelar por um govorno he procurar ga-
rantas, porque o govorno em si nKo be so-
nJo a sancen das garantas. Mas para que
assim seja, he preciso que o governo.exista,
egoveme por urna constituido.
Com razSo pede a parto sonsata dos fede-
raos urna constituido; e o quo he singular
he que o mesmo Rosas nSo teuha promovi-
do a suasanccSo, como uuico meio de pr-
so a paz de sua velhice, que j comeca, ea
conservado da soa fortuna e da de seus Pi-
lilos, sob o amparo dessa constitui;3o.
Quintas vidas julga ter Rosas? Espera por
ventura que a sala dos representanles'lhe
prorogue essa que toca j na decadencia?
Longo de dever-so estranhar que os fede-
raos do senso e prudencia pecam urna cons-
uiuicSo, deve-se estranhar que de ha min-
io a nSo pedisietn.
lima constituidlo ser o nico desenlace
feliz da posic.So critica e ifticil em que Ro-
sas os collocou com sua poltica de sangue
o de rudos atrozes. He natural quo homens
com familia, com fortuna e com estima pela
honra ilo seu nomo, nSo queiram acabar
seus das deixando a seus descendentes urna
perspectiva de raocores, de vingancas, de
inquietadles.
He inconcebivel como os sustentadores
sonsalos de liosas nSo se preoecupassem
disto at agora, nem trabalhassem para que
mediante urna constituido regular, as ter-
riveis cousis realiaadas at boje dessem ao
FOLHETIAL
UIHA HOITE EMBARCO DE VAPOR. (*)
( WOR XJK>M GaiN. )
LMA UIPBUDENCIA DE MUMIER.
Nu dia seguinle quaudo accordou, An'ouito
poi-se a revolver no cerebro uiu projecto de
vinganca que por ter urna violencia inenoi ap-
pareme, nao devia deixar aer inenoa lerrivel
ciineuseffelioi. Depolide ter talvez por um
inoineDlo pensado na roorte, no assassnato
Juico, elle decidlo pelo assisiinato moral,
como aendo mais seguro e menos pcrlgo-
io para o executor e depuis de aer posto
a sorrir da insumeieocia do cdigo humano
que leva ao cadafaiso aquelle que mata o pen-
sameato pelo corpo, e nao tem nem se quer
oto dia de amargura para aquelle que mata o
corpo pelo pensamento, escreveu framente e
com um calculo quasi geomtrico a carta se-
gulnte, que concebeu com o aoccorro de lem-
brancas meio apagadas em seu coracao ;
oenhora. yuic |iucu, tnuu so un o c louu uiuriu, uvtwf^n-
Digi-me por favor o que lioha eu feito altodei anuos a aprender a nao amar, a uaoaiio
v me. e a sua amiga, para que me visse tratado I rar as mulhereiseno pelo pensamento, essas
como urna crlanfaquese despreza, como umlmullicres que eu va passar diante de nieus
'dioiaque nao comprehende, como uin pobre I olhos ardentcs como uuia illusao pbantaslica,
uuco que os passageiros mostram uns aoi ou-1 como um co que nao ae tinha levantado para
yus com o dedo com um riso estamposo queolmim! Era preciso que se achasse cutre ellas
coracaodesaprova?... principalmente senlio-Juina que eu tinha sonhado mais bella, mas an-
a, a nao ser o ter recuado vlotc vetes dlanteUjo que as outras, c que essa incsma, sobre asi
nr/^I"?*0 ,|UC liua PreBenca metiiiha sem-Diaos da qual lerla querido depor minhas lagri-'
I re saoido inspirar; a nao ser o ter tentado suf-Bmas em mru ultimo suspiro, collocasse diante
'oca-lo em mim mesmo pela Ideia dilacerante | de inim a Irona como um cspelhodesesperador,
# \ vsj ni ata lle he o meu resto de consolaco,
t i rwoDtanon. m. (nao tcrmaiiquerellectlr seno urna iraagem
de mlnha indignidadc phisica : a nao ser o ter
meesfurcado por destruir os raciocinios prfi-
dos que a seuhora diriga minha alma impres
sionavel, para entlama-la |)riineiraiucnte c de-
pois tomar como uin espectculo o prazer de
atormenta-la ? Fois a senhora sabe-o bem agu-
ra que quando eu lhc fallava do amor como de
urna pauao que me era incgnita, cu menta,
eu menta c o tremor nervoso de meu corpu
cas gotas de suor que rolavam sobre minha
fronte diziam-lhc hem que meu coraco nao era
cmplice da mentira de meus labios
Au seuhora, cstou certo disso, tenho por
garante a docura anglica de seus olhos, que
sem uvidaso o rcfleso de sua alma, se a se-
nhora livesse podido saber o que se passava em
inim de amor, celeste c puro, de amor que u.lo
Implorava seno uuijolbar, que se leria em-
bellecido esattsfelto com um sorriso, que se
teria embriagado de urna lagrima, ainda que
esta fosse smente de piedade; nao jamis a
senhora nao leria tomado o passatempo de in-
sultar micha desgraca por um sarcasmo to
pungente c Injusto. Ser acaso culpa minha o
lolligir Dos a uns a dlllorinldade da alma, a
outros a dillormdade do corpo, e ter-me lan-
cado entre estes, a mim que comprehendo do
amor al o silencio chelo de pensamento que
faz o seu extase, ate o olhar chelo de languidez
que da-lhe urna cloquencia desconhecidae su-
perior a dos mais sublimes sons a uiiin que
sel do amor at as lagrimas com que se enco-
bre. E nao he bastante, meu Dos, que eu po-
bre poeta, todo sonbo e todo dilirio, tivessegas-
itulo de solus olus et unu chronita semantrio
do Diario, e as minhas pobr.es misivas de re/i-
flM importante misliforio di futilidades'? Kcm
parece o pobre louco, que nunca soube portu-
guez, c que apreudeu latim de corrida j mu-
chacho sdb as influencias das correas das guar-
dat municipaes, que Dos haja. Quando o ce-
lebre leilcographo Maraes malucou, escrevia o
porluguez sem oeso he verdade, porcm sempre
sbasregras de concordancia e regencia, em
que embica desde o tempo de seu pouco juizo,
o eslropiador da lingoa patria.
Tainbem atlrouse alguma cousa ao Exm. Su,
mas como macaco vi lio, sempre com seu tan-
to ou quauto de podre adulacao, ou, como o
morcego, amimando cotn(tromba a parte em
que Inierra o ferino dente.
Todas as suas rasoes de qucixas cifram-sc
em uo sercm chamados s pOll(^et os homens
do passado, c j por demais me penalisa o nao
serem altendidas to justas, quo famlicas
quelxas. A este rcspeilo j em outia cinilti
minha opluio, sem os agora citados excmplos
do Marauho, I'iauhy c Cear. Hasta de pol-
tica, e passarei ao reiiiua miiliforio de futitida-
dei do truao do Arijos, quero dizer as noticias,
sem mencionar o magoamr.nto dos pffssfn/ioi do
lorde cambado, que tanto temeu, collado, faltas
da mocidade (uc tanto tcineu, digo, ver men-
cionado emmiiiha chionica.
Nada tem occorrido de uolavcl, que me tenha
chegado ao conliccimciilo contra a seguranza
individual.
t.heguu cadeia da Arela o celebrrimo An-
touio H'ju, assassino do infeliz Dr, Trajano, dos
soldados dcGoianiuha, c do infeliz Albuqucr-
que de Tamalauduba, como dizem.
Foi preso no lugar Timbauba junto a sena
do Pires, provincia do Itiu Grande do norte,
por urna escolla, mandada pelas autoridades
policiaca da Arela. Agora deve eslar mais la*
li&feito o Argos, que ulliuiamciitc lauto se quei-
xou por nao terem sido presos mais alguus
thuggs Nao sei d'onde pruveiu lana iugrati-
dod'aqucllc vizinlio, s se da coujuocco da
la. Esto, pois, grabas aos senhores Nuuo, c
Copquc, presos todos os assassiuos do iufelii
Chacn. Ueus os ajude c os llvrc do maniaco
Argos peto mnia secuta. Espero que a sapicnlis-
simo, cloqucutissiino, bumiuusissimo, lord
cambado, dedicar alguns trechos classicosde
scus estupidsimos, digo cstupeiidissimos dis-
cursos em defeza daqucltcs innocentes no pr-
ximo jury da Arela, oudc Umbem espero, cun
a ajutia dos inimigos do criuie, que clles scro
absulvidos.
Aurora constou me por pessoa fidedigna, qu*
foi falsa a uolicia que lhc dei cm uiua de mi-
nhas iraiuactas. de ter sido assassinado o prc-
so Nicolao de Oliveira Leitc, por uina escolta
do Lcaru, que o conducir do l'umbal, Aquel-
le preso, diz o meu amigo, acha-se hoje na vil -
la^do Crjto, no pleno uso de suas faculdades,
nao assim de sua liberdade. Ccssem portanto
todas as geminadas dos amigos da humauida-
dc ; que 11*10 tanto por hosulisar a actualidade,
como por amor d'ella tevantaram-sc voz em
grita contra aquelle tacto, atroz a ucr verdadei-
ro, semelhante a mullos outros de antiga data,
que tenho consignado cm mcu lbum ud parpa-
uam re mimortam.
ISada mais me consta ter occorrido, que im-
portante seja, se bem que o merencono Argos
cntcudeii, com a forca da la, de augmenur
com mais dous uumes, que supponho fantsti-
cos, seu cathalogo de finados. Deus o njudc
cm lio pa oeeuparo asiim nao qiiizcsse por
amor dus deluntos morder os vivos.
Dizeui-mc que no IMaranho fra morto um
thugg, de Dome Antonio I.uiz da Rocha, reo de
tres uiorles c urna tentativa, (bagatella I) cm
resistencia escolta, que o fura prender, tendo
deslixado uina arma uo commandanlc, que fe-
lizmente faluou logo, a arma bem entendido
Os amigas da humanidade touuram o negocio
apello, e teem posto ludo azul; assim como
sovado o dcslacamculo de cavias altribuindo-
Ihc furtos c violcucias; porcm sb a infalivel
prora de suas palavras houradas, asseverando
para maiur ccrtcia que o aiferes coinmaudau-
te fuara um chapeo de couro. lie atroz I ..
{< iiiiul entre nos a opposiro oecupar sua
posico de hoaia? yuaudo deixar o charco
das injurias pessoaes c calumnias Quando cs-
quecer as miicrias, que a oceupam ? Nao sei
Apcrta-sC'Uic o coraco quando relliclo nsto,
quando comparo a opposirao leal c honcU dos
paizcs civilisados com.... uo quero coinpu
lar o pensamento.
Madama est decididamente monomauiaco
Eiubirrou com urna presa, como j lhc disse,
de surte que a polica julgou a proposito sapa-
ralas. Crclo, scgundojuie luformam, que muiio
breve estar coinpletamcute louca.
RO DE JaNSIRO.
A AMIGO AUSENTE.
Corte, i de ontubto de iS.'i!.
Depois das maravilbas do baile imperial, de-
pois dessa uoilc quesemcoude saudades a tan
tos coraces, parcela, e assim se presuma no
circulo dos juizes competentes, que nenhuma
outrafesia, c meuos ainda se do mesmu'ger.e
ro, poderla causar agitaco, excitara alegra
estrepitosa, fazer furor, como cm sua lingua-
gem lyrica dizem os fshionables. Eu, que
leuho observado atento as disposics acluaes
da sociedade lluminense ; eu, para qucui a
noiic de 19 de setembro foi urna noite de de-
licias e magnificencias, mas nao de einoedes
lao pathelicas, nao reciei que a correle pa-
rasse em seu curso, e que todas essas almas
anglicas fleassem presas ao passado, c iodif- Um desses quadros mostra o palacio de Ra-
ferentes ao futuro, e que lodos esses peitos que' bchbcrg habilaco do priucipe de Prussia ; e o
batem a vapor sob a presso de um leve mur- outro he o celebre palacio c jardim de Sans-
murio. de um ligeiro olhar das bellas, compri-:Souci, oude muncu Krcderico-o-Grandc e se
nidos pelas saudades se liquillzcsscm, c menos consi-rvam como reliquias os scus despojos. O
quesereduzissem saraiva. \ facsmile do plauo deste sumptuoso edilicio,
A noite de segunda-leira passada moslrou bosi|uejjdo por esse icl immorUl, e por elle na relapo dos cantores publicada nesla lo I ti a
que o baile he como a msica, que agrada! mesmo explicado cm nota* onde-ac aprecia faltam dous nomes, o do Sr. Giuseppe Fronco-
seinprc que he boa/que extasa sempre que he
sublime : Rossiui. Bellinl, Donizelli, ayer
Nella entrar tambem, pela primeira vez,
o barytono absoluto De-Lauro e a segunda
prima-dona Ebole, cujo papel corresponder
ao da Sra. /ecchlni, bem que de menos c&forco
diamalco.
A este prospecto tenho de icresceular que
de morte. Senhora aules que esle dia chegue,
que nao ser muito larde, peruiitta-inc que ou
ca sua voz amaso ves !.... c que seja para le-
var sepultura o testcinunho de sua tarda pie
dade ;_de sua piedade, senhora, porquanto siuto
que nao tenho dircito a nada mais E a seuho-
ra nao me recusar ; pois desde houtem, cri
ver que sua physionomla celeslc c scus des-
dame oppriuiiam, me dava o golpe fatal
golpe de morte.....lim, o golpe de morte!.
pois a senhora me lera morto.
Affonso de La Fresitaic.
Elle accrciccutou cm forma de nost-esetin-
luui; '
Sci que seu marido est ausente ; presente
eu nao o temerla, senhora ; cu nao temerla
que elle fosse tcstemuuha de minha supplica,
principalmente, se elle ilvessc conheeimeato
da aeco pela senhora pratlcada. Elle nao se
indignara contra mim, pois eu Ihe seria pouco
perigoso. Seguir! por Unto, sem nenhuin es-
crpulo minha carta, urna hora depois. As ou-
ze horas cltarel em sua presenca, se he que me
permute isso, e j minha esperanca se volve
para o Miniar de sua porta, mas como a de um
moribundo se volve para o padre que se collo-
ca para consolar, entre a agona e a tumba.
Apenas esta carta foi assim arranjada, Alfon-
so a pos logo entre as uios de uin portador e
depois vollando para sua canelra procurou
com grande custo cm um tnasso de inanuscrip-
tos, ha muito lempo, posios de parte, urna
dessas pecas de versos que soe produzir um
primeiro enlbubiasmo potico 4 sabida do col-
legio, quando as paladea se eumprlmem nalma
que se abre a ellas toda fresca e nova anda,
quaudo nao se est anda subinettldo arith-
metica da existencia, cm urna palavra quando
se possue ainda um coraco todo Inteiro ; por-
quanto mais tarde nao se lemdelle senao a
enirccasca enrugada como um tronco velho
semsciva. Oque elle tinha ontra ora composto
sem transporte e frenes, elle o repello inultas
vezes em voz baixa c quando o gravou era aua
memoria absolutamente como um menino fas
com a llfo, lanfou-se de novo na cama, com
os olhos filos sobre o pouteiro do relogio, com
becr, <4ubcr, Werdi langeni cada um por seu
modo a lyra d'aluia, tem mritos especiaos,
partidistas de votados : mas Verdi, Aubcr, Mey-
erbeer, Donizelli, Bellinl e klosslnl acham sem-
pre todos os coraces scosiveis, todas as almas
apaixonadas para'suas harmouias, para seus ar-
pejos melodiosos.
O lugar onde urna boa parte do mundo ele-
gante rcunlo-se naquella noite a que cima
me rcfcii, noite que valcu por scus encantos
proprios, e pelas reeordacVs da de l'J le se-
tembro, as quaes, por um < lleno bem natural,
longc de cnlVaqucccrem-lhc o brilho. concor-
rcraui para o seu triumpho, esse lugar onde
celebrou-sc a segunda fesla do festivo auno
de 1831, he uui lugar dolado de cnlevos pela
natureza, accrcsseuUdo em bellezas pela arte,
cque a estas qualidades rene o prestigio das
tradedes.
Koi uesse lindo palacete que domina o gol-
pho c a plaulce de Batalogo, oudc hoje reside
uina das uo>sas mais brilhautes illustracites,
onde outt'ora residiram lord Stranglbrd, 1) l'e-
dro I, o Sr. Gordon, o marque/, de Barbacena
c o conde d' \quilj, que no primeiro dia desti
semana, dia celebre no* annaes di Igreja e no
nossn calendario oltico, se reuolrain mal de
quatrocentaspesioas, e entre as quacsamaior
parte do que o jardim lluminense lem demais
precioso, de mais amovel, de mais peregrino.
i) que tornou o baile de '29 de setembro a se-
gunda das fesiaa com que o Rio de Janeiro tem
eclebradoo terceiro qualtel do seeulo \l\, nao
foi lmente a consl leraclo c estima de que go-
zo os scus ampliylrio-s, a alfebilidade deque
sao naturalmente dolados, e que nessa noite
esteve cima de todo o elogio, nao faram tam-
bem s por si os atavos e arrebiques das bel-
las, o asscio c elegancia dos dandys. O bello
sexo achou novas c sumptuosas galas para esta
festa ; como que cabidos do eco dos trpicos,
appareceram lindos c inebriantes ramalhcles
de violeta., de dahllas, de camelias, deguaua-
barai, de magnolias, ( e qne admirare! mag-
nolia aquella, cuja alvacarolla forma va o cu-
tro do vistoso ramalhctc com quescador-
uou a seuhora de um dos nossos
aquella orthographa arbitraria, que taas ni. contra-balxo, e Vlnccnzo Froocool, vlolon-
correcces custou a Voliaire, he urna das ra-' cello. Aindamis; que a companhia de can-
ridade que se acham nessa sala europea. O to nao esl completa, cenos a de baile. A'
palacio real de Stolzcnfcls sobre a margcui do quell.i falta um balxo profundo, um contralto
Rheno, o Nymphciibcr^ em Havirra, o Museo1 e una comprimira ; segunda, a de baile,
de Iterlim, o Ritterschloss. palacio dos caval-
leiros, em L3Xemburgo, completaui eua csco-
l'n.l t c histrica galera
faltara figurantes, alguman partes mimfeas,
o par de bailarines absolutos. Todas estas
voses e figuras ib rain encommendadas ao Sr.
Rttterichlosi he um palacio formado de rui- Magalhes, e-eipera a direcloria que aqui eite-
uis seculares, transportadas de lodos os luga-jam ate feverciro prximo futuro,
resunde as haviam preciosas; he um mofo ves-i Os ensalos da Sonmbula tem sido at agora
(iilo de roupas velhas, um edificio de recente .felios ua sala da sociedade Philharmonica, e
couslrueco, mas eiijos matcnaes remonlo as >alli tvc occasio de ouvir uina vet as dua*
pocas uns nolaveifi, sendo (pie o mais novo priinelms parles da companhia, a prina-doua
uo lem menos de IJU annos de existencia
Uestes prodigio* de riqueza c de arle, dcstas
maravilbas de archileclura, das quaes, uo bom
gosto em que vimos jamis tercuios umaligei-
ra amostra nos edificios do Brasil, pde-sc cm
poucos minutos passar para uina sala que se
chama c he realmente a sala de jantar, oude de
novo se entra ua Ierra das palmeiras, a se veui
outros lindos paiucis do noifO vasto c iucsgota-
re panorama.
Estas, bem como todas as outras pinturas,
sao a fresco c nesla particuUrid.idc o palacete
de l'otalbgo uo lera muitos rivacs, mesmo
nesse palie* do ouiro mundo onde a archtec-
luraca pintura lio bellas-arles. t\.9 salas dea-
te edificio furaill outr'oia decoradas pela pincel
do hahilissiiuu artista porluguez Manuel da
Costa ; mas o lecto d i primeira de que lallei foi
restaurado dos Intuitos do lempo c do abando-
no em que calina, por um atlista allemao laiu-
bem dlsUaotoi o Sr. Agdurnei, \i o acaso a(|Ui
nos irouxe ; desle mesmo pincel saln am as de-
licada* e histricas piuluias pie uruaiu ui le-
los das duas salas que do para o golpho, c l
co cuiitiguas s reminiscencias alleinas.
Toda a pintura d i sala destinada aos praze-
res de Valiere de Brlllat-Sa vario he obra de
duas victimas Ilustres, os eslmaveis secuogra-
phus da cxtinclaou destrocada compauhia ly-
rica, Tragliabue c l'icco/.zi
Em meio de um edilico assim situado, de-
corado com ri pie/, i, gosLo, arte c scicncia, que
s por si Inspirara a alegra c a fesla, iuiagiue-
/ i iiuii e o tcoor Labocceta.
I'ara julgar do efleito que produiiro os ar-
tistas sobre o palco, quando tem sido ouvidos
smenle em urna sala, nos pi unciros ensaios
de orchestra, e cm completo desaliuho de tra-
jo, c ni ve/, mesmo de canto, be preciso um
otivido mais exercitado do que o meu, conhe-
cimeutos muslcaes cima do commum. En-
treunte, emltlrel o mcu fraco juizo, deixando
o tempo provar se be elle bem ou mal fun-
dado.
A Sra. Zecchlnl cauta pela primeira vet .i
Sonmbula. Sua voz extensa, melodiosa c igual,
he particularmente adaptada msica de Bel-
linl.
Canta com cxprcsso o seutinieuto, c prima
nits adagios. Nao he cantora de bravura, im-
lo quinto pude julgar ouvlndo-a urna s vez,
0 em crcumttaucias to desfavoraveii como
cima disse, uns cstou tjuc ha de agradar pelo
doce timbre da sua voz c exprcsso do seu
canto, lie joven, tem physionoinia sympath-
ca e corpo airoso.
O Sr. Labocceta, tenor contraltino, he artis-
ta de subido mrito. Tvni voz fresca c sonora,
canta com muita exprcsso c executa com pres-
teza e perfeico as maiores dlculdadcs. Uc
espantosa a igualdade c arte com que passa
da voz de peito para o flcete, da qual allias
se serve pouco porque d sem estorbo o d de
peito.
.mo que o Sr. Labocceta foi urna ptima
acquUicfo para o uosso theatro. Uc moco,
nao tem talvcz mais de 24 anuos; baxu, porm
se o tpie faria urna rcuuo das mais amavei
.uais aflima- jubilosas. Ero duas horas, c a julgar pelo nu-h proporcionado, de maneiras uibanas e physio-
Rlquesa c" boin gosli, ca- mero, pela alegra e iranquillidade das be.dadest uomia agradavcl e animada.
nricho c esmero semelhaucas c variedades, c seus cavalheiros, dir-sc-biaqueo baile ia co- Sorprebendeu-mc uo cnsaio o duelo do pn-
naturexa e arte. a'leffrU e movlmcnto, u:lo fal- mecar. A essa horadansou-sc ocolilho. meiroacto, son gelosa dit xvfjiro amante, caula-
Oh 1 quecousa bouili e eugracada que he odo pela prima-dona c teuor, duetto que cu
cotilho! he ao mesmo tempo una valsa c um uo conhecla. He um verdadeiro primor, c
jogu de prendas, Urna eontradansa c urna pau-jfoi executado peregrinaineulc. A sua grande
tomima. I'olc o digo, se nao temesse barulbar Idiuculdalc cxplicou-mc o motivo da sua sup-
umas qualru ideas que pussuo nesta cabeca,! presso nai represeutaces anteriores.
raetlla-ine a valsar, para ajoelhar no meio dej A direc^o scieulilica da companhia est con-
un salao brilhaulc aos ps de urna bcllezasobc- Uiada o uosso disliuclo maestro, o Sr. Fraucis-
rana c merecer graca de toma-mc para scuco Manuel da Silva: nao poda eslar cin me-
eavaluelru u'um trnelo dausantc. Ihorcs mos. Da parte administrativa esl eu-
O verao comeca a dar-nos uotlolaa suas, uo carregado o Sr. Domingos Alves Pinto, lie
obstanie ler pemuUidu que cm -li do mes pas- inspector da seeua o Sr- Manoel Josc de Aiau-
sado a gente de Nova-Fnburga colliessc ovos j'i que servio durante acxtincli sociedade do
de ueve, como cunta um coiiimuueado tpubli- ihealro de S. Pedro de Alcntara, c depois Bob
Cada Do Jornal de boje: mais vale cali ir em gra- o directorio trino nomeado o anuo passado.
(ado que ser cugratado. O extraordinario rendimenlo que tem dado
A medida que o calor frsubiudo, be iupos- a alfaudega 001 lea ltimos nuzes, e pelo qual
llvet que a folla dansanU) uo se restrinja s tem ella direiio aos foros de priuieiri Calilor-
suas condrL's .....m es, e que os beiuaveulu- na do Brasil, suggcrio una leinbranca fclcis-
radus da bolsa e seiiliores ansolutos de simes- sima a certo comuiendador de fresca data.
mos nao subain as serras, dese.io a outros val- Elogiava-se na piesenca desse lidalgo da bolsa
les, c nos deiiein por a'|ui um pouco man foi- a admiuistiacj>o do actual ministro da fazcuda,
gados. c o zelo do inspector d'aquella reparlico ; c
.Mas, dado mes ni o que a GampeUre, a Ljsa, elle que j aspira ao baronato, c por Isso quer
todas estas sociedades dau>anics que par an i fazer a corle opposico, atamuu logo acoda-
ba, couliutieui a trabalhar peridicamente, co- | clmenle : r Hbil em que.' Pois se elles
uio se preenebero csses longos inlervallos, s.f'Ssem oque os Srs. dizem, nao teriam j es-
alteiiuados pela curleza das nolles? Os que tabelecido mais duas ou tres alfandegas, visto
aqui lico disposlos com heroica resolucfo a [que s urna tem produzido tanto?!
pagar eiu suor o tributo do t.aprieornio espe- j \
raro de boca aberli, uo espado de triula das |
que ral de uma a nutra Campestre, do urna al
oulra Lysla, de uina a outra Euterpc, que re- Urxngncdo desastrado.Antonio Jos da C'os-
greiiem OS emigrados do ierr-clini ou vol- U "rilo, ualural de Portugal, de Ib' aunos de
tem os leies do Norte. idade e caixeiro do Sr. Jos Tejxeira da Guuha
io fal-
taram nos convidados do baile de srgunda-teira.
Mas o que den a indos esses elementos um
valorlnapreciavel.o que deu fesla um carc-
ter particular, foi o pillorcseo do local, a no-
broza, novidade c primores d'arte do edificio,
a livre circulan c abruida o comanlo tem-
peratura que por todo elle se gozava. Minhas
inspiraces nesln momenlo sao todas phii'bar-
nouicas, e por isso me permiltirain esle simi-
Ic : o lindo, artstico c histrico edificio foi pa-
ra a reunio alegre c brllhantc como urna lyra
liarinouiosa tangida por hbil c Inspirado ine-
nesirel ; falhaisc o instrumento, (ue o trova-
dor nao serla lo feliz no improviso c no cau-
to de suas estrophes.
O palacete de Uoiafngo he no seu interior um
templo erigido ao bom gusto c s artes, s sce-
nas piltorccas desle Edcn americano, s hist-
ricas reraintceolas do Ilustre rlscondc seu
proprietario. Desde o limiar da porta ludo he
propriedade e belleza : s se veem iungeiis da
patria, ou recordaces das grandezas tradicio-
naes do velho mundo, caprichos do boiueiu,
maravilbas d'arte.
A pi mi' i < est esquerda, aquella cm que
foi mais fervoroso o exercicio choregrapblco
aprcsentacn seu tocto um co azul como o do
Rio de Janeiro cm urna tarde de esli ; ligeiras
aves voam por baixo dir-sc-hia nessa noite,
espautadas de tanta luz c estrepito; delle pen-
den! dous elegantes lustres suspensos pelos
bicus de duas aves de Jpiter As paredes ligu-
ram bosques poticos, cujas arvores estendem
as ramagens quasi al ao co, e cuja sombra
frescurapasseiamsatyros, e se leasam varias
ejxeira
"is'osVeriOs cuidados de que muilos se mos- Garneiro, morador ua ra da (Quitanda, subi
os, ese lea.isam varias lraill p0s81Jdol c qUc s lem uina soluco houtem ao solo da casa de seu patro para
sceuasda n.ytnolog.a. A sala que o ha para o ltlcaUo ,vrlco.Tftciro Ijnco provisorio, que franjar algunu roupa. Achando-ic alli, or-
inar c para o aterrado chama-sc a sala dos pas- ( ^ M| Cll5|rui||l| UlcaJlro lco Ub.provl- (i,-"u, Primeiro ca.xclro do Sr. Telxeira a um
saros; gracas, a Dos, vanas aves palmipedcs sor(0i e Csl, CllllCtrlulJl,fJ ,5. poru.ilo, rapu hospedado na incnni casa, que se chama
cnbcirinlus.povoam suas paredes e symboli-. qs ob l(|g c all|.anein llUs as altcncdcs Jos Ignacio Percha, c couta apcuas dozc an-
sam a azulada c espumosa bada *"l,rc cuJa | prcsCulemcnle, jsc sabe, da gente que sabe nos de ida.le. que fosse ao solo levar urnas
margen esta s.tuada a nobre habitar.o Asa- "jr ,sU viuaJcum clla deve ser levada, jo- la/.endaa.
lainimcdiata.asua (io ra:./ moitra 1 pera- c0.,criatlieiilei A criM bailarina parece iin- Os dous rapazes travara
pectiva do palacio de S. Chrislovo observado
de seu jardim; a cldade da montauba com ludo
quanto a vista pode aleaucar das torres do rico
templo da Conceico at pona de Mouserrale;
a barra do Hccife vista do lorie do lirn ; a
ponte pensil do Canchag., a uniea desle genero
que existe no imperio ; urna vista da Gloria c
una paisagem de ltoiafogo.
Seguc-sc a sala d'AlIcinai.ha cm que o nobre
vlscondc reuni todas as raridades colhldas em
sua ullima viagem e cingio de quadros que sao
outras taulas imageus de suas reminiscencias
europeas. Ahi se v a mais u>(avcl das deza-
nove porlas de Berilio, a porta de Praudeburgo
construida no lim do seeulo dezoilo, segundo
os vestbulos dos tcmpl-as attenienses, c coroada
por um carro trlumphal. Dous outros quadros
lembram a Vcrsalhcs prussiana, a cidade dos
rain couversa, c vendo
mnenle, eno lhc vejo em verdade ouiro re- duas pistolas em cima de nina mesa comecaraiii
curso seno fazer votos pelo provisorio, cues- a brincar com ellas. Jos [guaci largou a
se eiitrciucutos ir gozando o provisorio do pro- que tinha na mao, c descia a escada do solao,
ylgorlo quaudo Antonio Jos da Costa rito, suppoudo
E ainda bem que de ti a 13 desle primeiro as pistolas descarregadas, desfechou a que u-
mez de calor leremos a ^0Hani6uhi, de H el II o i, nha na mao sobre seu coinpaiihc.ro. A pistola
que Sr, Labocceta escolbeo para aua es.rra. eslava carrrgada c o inleliz; Jos Ignacio cano
oupara seu debut, como dizem osquesabem ^eo gravemene tendo. A bala entrara-le
mais a lioglU de Voltaire do que a de CiOades. pclai costas l-oi soccorrido inimedialamcu c
Para o dU 19 ensaU-se a grande opera fiondel- pelos Srs. Drs K-qu c (ouce.cao. c depois de
muHte, de P.crioi, autor da Ha.nha de Chyprc curado remetlldo para o hospital da Miicneor-
uessa parlura cabed Sra./ecchini um papel *lia. la noucas esperancas do salva-lo. An-
to lorie, dlfficll e brillianie como o da lUinfta onio Joic da Costa Urilo lugio.
de Chyprc. iimdetmonte rivalisa cm ludo, ao -.. ,-
que me dizem, co cida do mesmo maestro ; exige inaior uiaguili- 'orrcioFoi mandado respoosabilisar o Li-
cencia, c coma que esl sendo preparada ministrador do correio de Porto-Alegrc, por
0111 toda a riqueza e propriedade ; at se deve se ter adiado na mala d'alli viuda um ofliciu
palacios Potsdam, a patria do sabio Alexaudrc considerar como a opera escolbida para estrea dom siguacs de ter sido violado o fecbo.
de Huinboldt. j da nova admiuistraro. (Jornal d tJotnmcrcio. J
PJgggg^ "~s a~n r _;..
J
le cu u-rc pitac ilcllc. Nobe iiiuliibiUulcr uto elle cabellos pie.nii', ni 1- he assuu Carluta, disse cita com Tu laica bem cm dizer quasi, pois ello
11111.1 ,01 moribunda c priucinaimcnlc daquel- uaoos tem semio de uiu luuro um pouco vivo,
le que urna pessoa lem humillado ? Slm, um pouco, Sra. .. scus olhos !.....
A piedade he ale um ilevcr iii-sle caso, Outro dia, elle a olhava de frente, mas ollia-
respoudvu Carila que uo liul.a ainda um eo- va-a tao dircito que eu cri que era a mim que
iiliecimcuio ciaeto do que se pillara n'alina ic diriga c liuhajd muito lucilo,
de sua ama. Carlota, nao hollado a lodo o mundo com-
8I1H1 tu leus raso, um dever he um de- preheuder o que ha naquclles olhos. Demais
.ver. time iiiadaina DalUon, l'orisso ordeua-tc bem como Carolina o diiia outro dia : ba ros-
a em deiordcm para ir com seuhilito desse-] que uao ueguci a ciilrada em mlnha casa a ene los aos quaes nao lica mal o olhar resgo i o de
cdo, aspirar na ianclla a frescura do ar noc- J pobre Mr. l,o Freioale, quando cll- se aprc- Mr. Alfonso talve icja um deilci.
turno ; c depor ,ua eabeca esquentada sobre a acotar, c creio que isio alo lardara. Da-mc li sua fronte enrugada! Rafal aos viute
pedra hmida da varanda. i esle vestido, ajuda-mc promptaiueiile a ves- c cinco anuos l.-.Ali! cu nao quizer, saber de
Ouaudo o dia ainanlicccu ciiilim, cada movi-' tir-me, pola o espino de um iiioiueiilo para ou- um velho desla especie Kallc-mc de seu na
mculo de nassos estremecia em seu peito e cm tlai c permilto-lhe do fundo do curasao que rido, consiulo I Sua le he corada c fresca ; el-
seui ouvidoique zuuiain cniio os de um hc~|reuua rcccbcr rcparacJo da tecna insultuosa le esl sempre alegre, e nao temo ar carrancu
a linpacleoola de uin assassino que cspreita a
hora cm que deve passar a victima.
De sua parte madama Dalbou liuha tainicm
podido contar os minutos c os segundos duran-
te urna longa ouite : porquanto suas paipebras
nao se liuliam fechado s faiaanm instante,
seno para toinarcm-sc a abrir inccssauleincu-
le e mais ardeules que nunca ; c na inquieta-
cao que sentir cm toda sua alma, em lodos
icus iiicinbros. saltara mullas vezes lora da ca-
iiicni atemoriado approaiinacao do canlio
cada murmurio longinquo cnchia-sc c soos
cstrauhos que a faziain tallar.
Quaodo llie apresentaram a carta, ella endi-
reitou-sc cm sua cadeira, tomou-a com urna
mao agitada cabrio-a com um pressentimculo
de desgraca.
Tendo-a percorrido vidamente com 01 0II101
madama Dalbon enxugou com os dedoi urna
lagrima que veio tremer na cxlremidadc de mi
palpebra, depoii tocn a campaiuha para cha-
ar a criada.
Carlota appareceu.
Que tem Vine. ? tal foi a primeira pergun-
taqueeiu Ihe dirigi.
t um elfeito Emiliana tinha o rosto paludo c
deifcito, como quem eslava doente.
~- i'enbo fri : ol! icobo muito (rio, Carlota,
respondeo ella ; lanca sobre mim eitc cobertor
que ha pouco, nao poda luportar,
Apenas Carlota tizera o que a ama lhc orde-
nara' ella accrescentou 1
Mal ah .' meu lieos! ii.mi sei o que tenho,
nao el o que quero ; eii que aballo agora, eu
me abraso I... Oarlota, abreaquellajanclla, li-
ra-ine eitat cobertas que pesain tanto '
Dizendo lito, madama Dalbon atirava-ai com
01 ps tima a uina cin bailo da cama.
Foi realmente uina infamia, um crline,
continuou Euiclina em voz balza, c cerUmeo-
que o lorua lo desgranado de houtem pa- do desse outro.
ra ca. | He porque ene outro peusa, Carlota....c
Mas, seuhora, tenha o cuidado de limitar- mcu marido...Mas de que serve iiao ?...Tu nao
se piedade, diiie Carlota atacando o vestido mccompreheudciiai.
Kmclina. | Mas, Sra., como he que Vine, falla aiiiiu,
l'ois oque queras tu que alguein experi- enlao Vine. Allomo uo lhc parece mais to
nicntaiae de mais para com Mr. Alionan pe- feio como Vine, dizia que elle era, anda ha
guutou madama Dalbou com uin meio sor- pouco.
rizo. Sim sim 1 mas tu vas longe demais tu
Ah! Sra. nao sci, o amor ticum grande hes injusta a seu respeito ; ah I elle he to dea-
capricho graeado que estou arrepeudida de ter tuettido
Ah! amor! que palavra pronuncias t a ridiculo como liz. Ah he um grande mal
Carlota, replicou Emeliua. Por ventura pode- ser a gente garrida, slm he um grande mal ;
re amar oulra pessoa que nao meu marido ? pois era pura garrialcc e simples passatempo
Demais meu marido he bello, mu bello, posto ludo o que eu dizia delle. Se cu ot atiranta a
que um pouco fro, e este Mr. Attouso he lo mim era porque sabia bem que seria bastante
leio! Uite, uo acbas que elle he borrivelmen- forte para o afaslar para sempre uo momento
te feio, Carlota? continuou ella com olhos que doperigo.
dcsmeuiiam auas palavras c pareeiam implorar Quem corre ao fogo, queima-se nelle, di-
graca para elle. zia minha velha ini, respondeu a criada.....
lie conforme, rcipondeu a criada que co- nial o que he que digo, murmurou ella ioter-
iiic-; n 1 a penetrar 110 coraro de Knn-liu.i romnendo-se ,1 si mesilla. Perdoe, Sra., per-
Enlo nao o acbas feio ? doc !
~ Ob.' quanto a inim, Sra., amara inclhor Oh podei continuar, Carlota, dille madama
a seu marido. Dalbon ; lito nao ac enfeude comigo ; poli an-
F. Isso faz. honra a leu bom gosto. Cario- to que tenho forca bailante pira realallr a tem-
a...Todava Mr. Dalbon lem menos talento que pesiade.
Mr. Alfonso...mal eu cnloqueco, que te impor- incite momento a campinhia loou ; un tre-
ta o talento 11101 involuntario atacou todo o corpo de Eme-
Em compensacao leu marido nao lem co- i lina, Carlota vende a ama nene eatado, vacii-


A
Jm


Publicado a pedido.
lllm. Sr, Minoel Comes Viegas.Presado
senhor. A bem di verdade, airva-se V. S
declarar Junto a. esta, quanto ofTereceu em
nomedeSr. Joto Baptisli Fraeoso, pelo
sobrados, terrenos e alicerces, titos na pas-
sagem da Magdalena, perlcncentes ao casal
de mou tinado pai o Sr. Jouquim Antonio
Korioira de Viaooncellos, qual o motivo ou
embaraco pelo qual nSo roalisou a compra
dos meamos sobrados, e se depois da ollera
que V. S. fez I lio constnu que os referidos
sobrados forsm vendidos a alguom por
maiorquaolia, e juntamente qual o estado
dos meamos sobradoa,concedeiido-me licon-
f,a para usar de sua resposta onde mn con-
vn r. Da V. S. atiento venerador e criado,
Antonio Joaquim de Vasconcollos.
S.C., 23 de outubro de 1851.
lllm. Sr. Antonio J. de Vasconcelos
Em resposta a carta de V. S. cumprc-me
dizer-lhe que Ihe offerrci pelos sobrados de
q' trata na mesina carta a quanlia de 2 600/
rs. em dinbeiro por ter para issa ordem do
mou amigo JoSo Baplista Fragoso, e que
nao concluio-se logo o negocio por rao di-
zer V. S. que nfio podia.passar a escritura
de venda, emquanto nao obtivesse as assig-
oaturas de toaos os credores, de seu finado
pai, no abaixo assignado, que promova em
favor de sua mili, no qual vi algumas assig-
ni turas respeilaveis. N3o me conslou, nem
me consta, que fossem os ditos predios ven-
didos a pessoa alguma, mas sin que V. S.
bavia ti lo um offerecimento de mais cem
mil rs. do queo meu, deManoel Antonio de
Jozus, o convercandu-o das depois de ter
sabido isto, conlirmou-me V. S., acrescen-
tando, que nSo se aeeitava u offerta por ello
fcita, por querer ello ali;um praso, e a V. S.
s Ihe convir fazer dita venda a dmlicirode
coudo para a liquidarlo com os ditos cre-
dores.
Quanto ao estado dos predios he publico,
e sabido por todos, que s se tem de apro-
veitar as paredes exteriores, e algumas Ira
ves, porque ludo o mais se acha comido do
CUpim, 0 completamente destruido : parc-
ce-mo ter respondido a sua carta, poJeodo
fazer desta minha resposta o uso que Ihe
convier, acreditando que com estima Ba-
rnizado sou do V. S. atiento venerador e
i .i lo .Manuel Comes Viegas.
S.C., 21 de outubro da 1851.
lllm. Sr. Manuel Ignacio de Avilla.Pre-
sido senhor. A beui da verdade, pesso a V.
S. que se sirva declarar junto a esla, qual
fui a lesposli que dei a V. S, quando me
lallou na compra dos sobrados, trrenos o
nlicerces, sitos na passagem da Magdalena,
pertenceutes ao casal do meu finado pai o
Sr. Joaquim Antonio Ferreira do Vascoucel-
los : assim como qual o estado dos mesmos
I cala fazendaa; a J. KelterSiC.
3 calas faienda; a t.uii Bruguiere.
picote chapeos; a ManoelAlvet Guerra J-
nior.
CONSULADO CEKAL.
Rendimento do da I
dem do da 27 .
25..
.12.907,338
537,930
13:4*5,268
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimento do dia 1 a 25 .
dem do da 27.....
1:030,969
136,557
1:167,526
Expoi-taco.
Havre, barca franceza ComteRoger.de 317
tonella conduzio o seguinte: 3218 sac-
eos com 16090 arrobas deassucar, 560 sac-
cas com 3139 arrobas e 1 libra de algodSo,
506 couros com 1587* libras, 3500 ponas
le r.ni, :l emliiiiihns com 260 libras de raz
de parroira, latas com 6* libras de oleo de
bacallio, 1 caixinha amostras de drogas, 1
caiilo com 3 arrobas o 12 libras de caf, 1
caita com 12500 charutos, 1 caixa com 731)
libras de cobre velno, 1 caixa com arrobas
de caf, 1 caixa coto 12 libras de guaran e
8 duzias de chicotes exportados
Rabia, escuna Anglica, conduzio o se-
guinte: 18 pipas vinho, *5 volumos fazen-
das, 50 feixos aduellas, 1 e nx.lo culxetes, 6
caixas miudezas, 5 ditas espingardas e mais
objectos, 1 dita emitas, 22 saceos co n 108
arrobas o* libras de cera da carnauba, 16
quartolaao 12 barris com 1952 caadas de
mamona, 183 caixas com 391 arrobas e 2*
libras de velas dd carnauba, 5 pipas, 2 quar-
tolas c barriscom 113* medidas do azeile de
Garrapato.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 27...... 698,48*
CONSULADO PROVINCIAL.
RenJimento do da 27..... *3I,93*
Muvimento do porto.
Navios entrados no dia 2C.
Rio de Janeiro 27 dias, patacho brasiloi-
ro Conceicto, de 152 tonelladas, mostr
Joaquim Francisco da Costa, equipagem,'
9, carga familia de mandioca, u mais g-
neros ; a Novaes o Coinpauhia. Passagei-
ro, Mano -I Jos lie An Ira le.
Mauriclas -- 62 das, barca amoricana 'Cho-
tis, de 393 tonelladas, capiloW. Sanuell,
eqdipagem 16, carga pimonla ; aordem.
Veio a csti poito recber ordens, para se-
guir para onde liir determinado.
Navios sabidos no mesmo dia
Havre barca franceza Havre, capillo Kvers,
carga assucar, algodSo e couros. I'a.ssa-
geiros Augusto Callyot e sua senhora.
1851.O secretario, Antonio Ferreira da
Annuneiac.no.
Clausulas ispeeites da arrtmatacSo.
X.' O impedramento do primeiro I a n'OO di
estrada da Escada, far-se-ha de. conformida-
d com o orea monto approvado pela direc-
tora em conselho, e apresentado ao Eim.
preaidente, pelo proco de 5:005,000 rs.
9.a Os trabadlos principiaro no praso de
1 mez, e aerdo acabados no de 8 mezes, am-
bos contados da entrega do termo da irre-
mataeflo.
3.' A pedra sera previamento examinada
polo eogenheiro encarr 'gado da obra.
*.' O arrematante nSo poder por a segun-
da carnada de podras, antes queoengenhei-
ro toiiha examinado a primeira e adiado
conforme, do que l-mura o termo comp-
leme.
5." O pagamento far-se-ha em tros pres-
tarlos, sendo quatro decimas partes depois
do receida a primeira carnada; outras qua-
tro depois da entrega provisoria, e o resto
depois da entrega definitiva.
6.'Para oque nSo esla determinado as
presentes clausulas, segur-se-ba o que dis-
pe o regulamento da lei provincial n. 28a
Conforme. O secretario, Antonio Ferreir6
da Aun me, u;.ni.
r.i.;., sabor a quem convier, que os
exames preparatorios come;arO a *de no-
vembro viudouro, guardada a ordom se-
guinte:
Segunda-feira, rhetorica e potica.
Terca-feira, latim.
Quarti-feira, lgica e geometra.
Sexta-foira, francez e inglez.
Sal.ha lo, historia ogeographia.
Fallando algum, substilue como seguin-
te, e no casn de feriado, seja substituido
pela quinta-feira.
Socntaria da academia jurdica de Olio-
da, 2* de autubro de 1851.
Visconde de Coianna.
2
Uin creado, O Sr. Ce tao.
Convidados tic amboa oa selos.
. Depola do qual segulr-se-ba a mu jocosa
farca Intitulada
A ESCOLIIA DE MARIDO POR MODA.
Conclulndo-ie o espectculo com o engracado
domo cantado pelo Sr. Costa t a Sra. D. Caro-
lina
O merinho e a Pobre.
O beneficiado aobrecarregado de numerosa
familia, e alm dlfto quail acm mcioa de vida
remiren a bondade do mu digno erapreiario
derector do npollo, que Ihe cedendo rite be-
necio olio pouco contrlbulo para que deata
manelra podease o beneficiado encontrar algum
alivio aua inopia, o qual espera toda a prote-
..'.o do generoso publico d'esla cldade, na cer-
teza de que eternamente acra recouhecido a
lao grande favor.
Principiar aa horas do costume.
a se-B-mi&i
Avisos martimos.
Declaracdes.
An'ouio J. do Vascoucellos.
S.C., 23 de oulubro da 1851.
lllm. Sr. Antonio J. de Vasconcellos.
Etn resposta ao pedido de V. $., tenho a
dizer que tencionando comprar os sobrados,
pur se me haver dito que eslavam annuncia-
dos nos Diarios de Pernamboco para se-
ren vendidos, dirigi-me a V. S., afim do sa-
ber quanto era o seu prego; V. S. me res-
puniie.il que estavam justos com oSr. Car*
valho pela quaulia de 2:600,000 rs., dinliei-
ro a vista, havendo oulro comprador que
dava a mesma quanlia, e oulro que olerccia
REAL COMPANHIA DE i'AQUEl ES INCLEZES
A VAPOR.
No dia SOpara 31 do crran-
le mez espora-se da Europa o
he cunhecido o veloz vapor
oTeviot, commandante Rivett
Para Lisboa segu com brevidadeo bri-
gue portuguez Conceici ode liara, para car-
ga e passageros trata-se com Thomaz d'A-
quino Fonseca a fllho, : na ra do Vigario n.
19 primeiro andar ou com o capito, no pn-
Cear, MaranliSoe Para
O novo brigue escuna Brasileira Graciosa,
destma-se a aquelles portos, quem no mes-
mo quizer carregar, ou ir de passagem, di-
rija-se ao consignatario Jos Baptista da
Fonseca Jnior : ra do Vigario n. 23 segun-
do andar, ouaocapit3o na prega
Para o Ilio de Janeiro, sahe
com a tnaior brevidade possivel ,
|>or j ter parte da carga prompla,
o brigue nacional Vencedor, ca-
pitulo Clcto Marcolino Gomes da
Silva: quem no mesmo quizer car-
regar, embarcar cscravos a i'rete,
ou ir de passagem, dirija-se ao ca-
pitn na praca do Commercio, on
a Novaes &c Companhia, na ra do
Trapiche n. 54,
Para o Para em direilura.
A escuna nacional Emilia caplo A S.
o seguir depois da demora do coslumo pa-1 Uaciel Jnior, espera-so dos portos do Nor-
ra os Porlns do Sul. Para oassagem dirijam- te, e voltura para o Para, em direilura com
se a agencia n. 42 Tiapiche novo. la possivel brevidade : quem na mesma pre-
__I), ordem do lllm. senhor Directo tender carregar, entenda-so com J. C Au-
geral da inslroccSo publica (aro saber a gustoda Silva, na ra da Cruz, n. 13, ar-
quen! convior, que S. Exc. o Sr. Presidente mazem.
da provincia por portara do 3 do p. p, ma n- j Para o Assu', Aracaly, ou Cear, segu
dou a lliesouraria das rendas provinclaes sa- o hiale Ligeiro : quem neilc quizer cano
lisfazer aossenlioros professores pblicos da gur, ou ir de passagem, dirija-so a ruado
um e doutrosexooquantilatlvo.paraas des- Vigario n 5.
pozas de agoa, de tinta e do limaeza de suas Para o Rio Grande do Norte, sogue no
respectivas escolas segundo a tabella appro- da 28, em lastro, o hiato Ligeiro, podo re-
Virgoliuo da Aun iiiciacalo, Marcoliuo Jo-
s de Mello o Lino Jos da Costa Araujo.
Para e portos intermedios vapor brasilei-
ro Paraonse, com Tindanle L. C. de Mel-
lo. Leva a seu bordo, Antonio Ferreira
dos Santos Caminna Jnior, Miguel I Vi-1
n nido Vicira e 1 cri do, Luiz Jos da Silva
Moreira Sinval OJorico de Moura, Au-
gusto Mouiz Machado, Jos de Vascuncel-
los, sagundo cnleto Vicor Modesto Bra-
ga, sargentos o I ox-soldado.
Obicrvaco.
Tendo o registo desonibiraca lo, por a-
cliar os despachos legaes a escuna norue-
vada polo mesmo Exm. Sr.
Directora geral 21 dooululiro de 1861.
Candido Eustaquio Cezar do Mello.
Amaoucnse.archivisla.
A pesoa que enlregou no correio u ma
carta para Luiz Coelhoda Silva, son desti-
no,
c
do ser enviada.
ceber algum carga a I'rete, por menos que
oulro qualquer.
i.Clines.
,io. compareca no mesmoJ^nlojm de- horaJ da ,,, seu arma '
;'arar a que lugai pertence a dita cria, alim ,,0 Traplche M' da dTeM lrasles
O Corretor Miguel Carneiro, far leililo
as 10
na ra
novos,
srsL.no hmMa, AotODio deOlive-, calldjoiru lo Jidros: eoutros mui.
ZSfrf&SSSSSSr^9^ t-obi^oMu.u!,.!, prego ja sabido.
o uzadosi
100,000 rs. mais sobre qualquer quanlia quo gueribC! Ventus, aconluceu que no sabir da
Ibe fosse ollerecida, porcm a i-raso de 6 me- bam, fr1 embaracada a sua sabida pela
zes; o que me disse V. S. nSo Ihe coovinlu forta|eZa do |!ru.n, com i tiros, 1 de polvo-
aceitar por ter de pagar immediatamento rascccao..ulro com bala,
aos credores; o instando eu com V. S. para i Sllvios enrados m da .,.
mecederos ditos sobiadas V. S. raspn- Assu .. d, a,, patacho brasiloiro Boa Sor-
deu-me que nada poda decidir sem que ti- le Je 145 loneiail,s mestre Josu Ja Silva
TIIEATRO DE S-IZIBEL.
vesse o consentimento dos mesmos cre-
dores.
Quanto ao estado das cbsbs, acham-se no
niaior apuro de ruina como pulcra.) dizer
todas as pessoas que la tem ido ver. He
quanto se me ollerece a dizer ueste assura-
to ; podendo V. S. fazer uso desta como ihe
convior. Sou com respoilo de V. S, vene-
rador e criado A rogn de Mauocl Iguacio de
Avilla, Jos de Bilancuit Amarante.
S.C. no Remedio, i\ de oulubro de 1851.
COMMERCIO.
16' RECITA DA ASS IC N ATUR A.
Quarta (tira. 29 de outubro de 1851.
Depois da c\ e,i.,a i de urna das melhores
ouverturas, subir a scena pela primeira vez
o magnfico drama, do grande espectculo
em adose 1 prologo, intitulado,
LAZA1UJ O PASTOR.
Personagens.
Quaresma, equieagen II, carga sal ; a A- i Cosme de Mediis liis,
tnorim & IrmSos. Veio largar o pralico Raphacl Salviati, com o nomo de Lzaro o
e segu para o Rio de Janeiro. j Pastor -Cormano.
Idem--I3dias, barca brasileira Jupitor, da.Juliano Salviali, com o nomo de Sylvio o
laviaJor Coimbia.
Judael de Medicis, com o nomo Je Rodolpho
o carcereiro-- Rizerra.
Juliano, porla-bandeira Silvoi'trc.
Matheus, lavrador Pinto.
237 tonelladas, capilo Francisco Jos Pi-
monla, equipagem II, carga sal; a Anto-
nio Coi calves Fcreira.-- Veio largar o
pralico o segu para Santos
tiavios sabidos no mesmo dia.
Em commissao -- brigue-escuna de guerra tJieomc, toberneiro Monteiro.
brasileiro Olinda, co-iiniandatiti o pri- Baplista, esbirro Alvos-
meiro lenentii Bernardo Antonio Lou-
reiro.
Falmniilh escuna norueguenso Ventus,
capitn L. M. Holtnn, carga courns.
ALFAM1EGA.
Rendimento do dia 27 ... 12:062,819
Desearregam boje 28 de oulubro.
Barca porlugueza Espirito banlo mer-
cadorias.
EJDITAES.
O lllm. Sr. ollicial maior, servindo de
inspector aa the.-ouraria da fazenda pro-
Caleotlo Raymundo.
A le i.o.M .Nativa l'azzi -- D. Manoela.
Silvia -- N. N.
Um capilo dasguanlas" Joaquim Percira.
L"m familiar Rosendo.
Arrlieiros, gunrdas, pastores, ele.
Terminar o ospcctaculo com a graciosa
comedia cm um acto,
Os Irmaos das Almas.
Iluai.. na s 8 horas.
Os bilhctcs acbain-sc venda no lugar do
Patacho brasileiro Conceimo' fumo, sa- vincial, em cumpriinento da ordem do Exm.'
bao e toucinho. iSr. presdeme da provincia de 13 do cor-I
Importucu. Irenl8. manda fazer pulilieo, que nos das ?,: c
Patacho nacional Coiwaifao', vindo do Rio de e 6 da novembro prximo vindouro, ira a
Janeiro, consignado aMovacs rv C, inanlfcitoui pra^a para ser arrematado parante o tribu-
o seguinte: nal aminislrativo da mesma thesouraiia, a
1,500 aaccas rarinba, 50 rolos fumo, 12 caixas ; quem por menos fizer, a obra do 650 brocas I BENEFICIO DE AN-VCLETO ALVES DA SILVA.
crranles do impedramento na estrada da I Depot de um brilhante auverura auiiira a
Theatro de Apollo.
Terca-ftira 28 de oulutro.
diversas drogas : aos consignatario.
i ditas ceraem vela; a Antonio Joaquim de
-un i Ribeiro.
i dita rap; a Manocl Jos da Cosa Maga-
Ibaes.
3 volumes cba, 20 caixas sebo a Olireira
PaivakC.
130 rolos fumo, 20 barricas fariuha de man-
dioca; a Manocl da Silva Santos.
8o aaccas caf, mu caixas sabo, 30 rolos tu-
mo; a .Machado &t Piuheiro.
50 rolos fumo; a Leopoldo Jos da Costa A-
raujo.
3caixai velas de sebo; a Antonio J. P. Bastos.
23 volumc|diversos trastes, i carrioho em (i
volumes; ao Kxm. general Seara.
lou ainda e perguoluu-llie se abrira a porta.
Eiiielina confiando menos em suas proprias for
escada, avaliada em .vnn.voim rs.
A arrematarlo sera feita na forma dos ar-
tigus 21 o 27 da le i!. 286 do 17 de maio do j
corrento ai.no.
As pessoas que se propnzciem a estaar-,
rematacHo, compereeam na sala dassessfics
cena o billlssiiiio drama em 3 acto
A N l) >A OE S.vNGUE.
a\cto. I.* O Encontr.
Acto. 2. Caria.
Acto, 3. O Envencnamenlo.
I'ersonagens c adores.
do mesmo'tribunal, os dias cima mencio-|/du1uf d^"T-o" Sr csu "
nados pelomeio dia, competentemente ha- Arc,,0urr nrd.-o Sr! Cuimaraes.
bililadas. 'Dclaunay.-oSr. Jorge.
E para constar se mandou allixar o pro-'oduutor iloraud,o Sr. Mello,
sent e publicar pelo Diario. I Jos ,--o Sr. Figueliedo.
Secretaria da lliesouraria da fazenda pro- Mara, --aSra. I). Mara Leopoldina,
vincial de Pcrnimbuco. 11 do oulubo do Umacrcada grave, a Sra. D Soled
victoria foi assegurada a La Fresnaie, victoria
fcil e que nao coutou ao vencedor aeno una
Alfonso ella chamou-me Affons
couisigo La Fresnaie, est perdida.
, disse
Avisos diversos.
COI.I.ECIO ESPIRITO-SANTO.
Director, Francisco de Salles d'lbuguerque
Cunta o c illegio Espirlo-Santo, sito
na ra do Mondego, do bairro da Boa-
Vista n. 44, um anno de oxisiencia, e o seu
director se compraz de haver realisado a sa-
tisfago de urna das mais urgentes necess-
dados da paiz, qual seja a de um estab leci-
monto bem dirigido e regularisado, onde a
mocidade recuba convenieute educado.
Bem desanimado coiieebcra o director do
collogio Espirito-Santo, um tal projac-
to, porque todos os respeitos o considera
superior s suas forcis ; mas confiado por
outra parte no poder de sua vunlade, nos
desejos do sou coracSo, e nos conselhos de
amigos prudentes, n3o duvidara de o por
em pratica; c hojo suas esperanzas se
achain at ceilo ponto roalisadas, porque no
pequeo espaco do um onno ha o seu colle-
gio colindo excelleutes resultados, sen lo
que nenhum receio tem de ofTeiecer a re-
comnion laco das pessoas que silo capazes
de apreciar irabalhos desta ordem. Ja por
diversosannuncios bao director feito pu-
blico, quanto inlerossa saber corea da
economa internado collogio, e ordem das
materias quo nollc so ensiuarn, com a ind-
catelo do respectivos professores, e da clas-
-ilii-ac i dos alumnos, e tal hu a confianza
quo tem em si e cm seu cstabelecimcnlo iiao
constanlemonte ha convidado as pessoas
que oquizerem veiilicar faz-lo por ns-
peccoo pessoal, visitando o estabelecimenlo
a qualquer hora do dia. llojo sobreludo o
dirclor so dirige aos pas do familias mora-
dores fi'ira da cidado, para quem muilo es-
pecialmente foi o seu estabelecimenlo pro-
jectado. He verdado incouteslavel, que um
dos embaracos com que lula a edncic.io da
ni..coi i j nesta provincia, he a falta de urna
casa de ensino, para onde sejam devida-
mente enviados os fillios das pessoas que
iialni.ru lo.a da ciJade. A ma .loe cao dos
esludos primarios, a huida da nioralida.ie
eorn que silo educados no lar paterno, a fal-
la dos dis.ellos quo s3o ndispensavuis na
primeira infancia, o descuido acerca da sali-
do dos meninos, silo obstculos quo desa-
1. ni..ni os pas de familia na i loa de se apar-
fonso ao priucipiu implorava a picdae; da
pledadc passara a mover as libras do amor sen-
como h.i.iieiii tuil e calculador,
sponde fmclina, a q
eciitou depois com una voz trmula : a De-
inais he Impossivcl, iuipossivel que eu obre de
outro modo
A riu recxo, a criada hesiten pela ulti-
ma vez mas como quer que madama Daibon.
indignada emtin de que a cresseiu to pou-
co segura de si mesma, ihe UteSM uiu sig-
nal imperativo, Carila correu para a porta c
abrlo-a.
Cada segundo durante esta hesitaco fora pa-
ra La Fresnaie mais de urna hora de espera,
elle tremer de perder to bella occaaiao de
vioganca e um suor trio Ihe corra j pelo ros-
to, mas quando a porta se Ihe fot abena, quan-
do pergnnlando se podia fallar madama li.il-
bon, Ibe foi respondido que im, acuolharse
clectrisuu como o de un trluinphador, e elle
subi os degraos da escada com urna rapidea
igual o do gavioquesc lauca sobre o fraco pas-
saro para o qual ha multo lempo tem olhado ;
todava sua entrada na cmara causou em ma-
dama DalDOB una impressao desfavoravcl. Al
fonso temeo um Instante ter perdido por aua
presenca todo o terreno que i nha podido ga-
libar em aua ausencia.
Carlota menos traoquillisada que a ama, vol-
tara para junto della c nao a deixava, debaixo
do pretexto de por em seu lugar urna cadeira
de aliuipar urna mesa e de levar de urna para
outra parte um oulro objeclo.
ABbnso que nao esperava nada senao de urna
.onvrr>a\u animada pelo accento de una pai-
lio re ou fingida, tcsteinunhava por todos
seu gestlo despeilo que Ihe inspirava a vista
dcate lercelro importuno, mas um novo signal
imperativo dado por Euielina livrou-o delie
la aabio lancindo um olhar Involunta-
npaixao sob/c a ama, e deide eutao a
_ restigio
desapparc-
eldo.
Que horror .' cxclamou na.lam Daibon,
tarem de seus (lirios, em nma Idida em qua
aa primelraa impiessOrs se perpetuam, e
deixam consequencias que icumpinharn
existencia at a miis adiantada idida. He
obreiudo na remociio desses embaraoos que
ha pensado o djiuciordo collego Espiri-
to-Santo. Um methodo fcil adaptado
inteligencia dos meninos, o respeito mal
inviolivel aos principios da religiBo, n di
moral, urna regulandado da conducta nao
oreju licada pela falla do refocllamento ne-
cessario as debis forcas da infancia, iIIimi-
tado disvello quanto sade a tralamento
dos meninos, urna localidade que preen
cha todas as condiroeshygienicas, provi-
dencias acertadas e prudentes a respeito do
alimento, dormida e mals-funccOes pliysio-
logicas ncssii idade tilo impressionavel, eis
os pontos sobre que o directo lem appiica
do todo o seu estudo e cuidado ; ejulgir
pelos resultados que ha colhldo, elle se ani-
ma & lOanfar aos pais do familias, que Ihe
quizerem confiar a educigo de teus flhos,
que o colleaio Espinto-Sinto, lie pro-
prio pira remover as duvidas que por ven-
tura conserven) aquellos respeitos. O di-
rector es aera por tanto, que seus esforcos
nSo seiOdepreciados,e queo seu collegio
ser honrado com a coutimea daquellas
pessoas que si bem quanto vale urna educa-
eu acurada, e que no progresso e desenvol-
v ment da gerafflo nascente, veem o ver-
dadeiro germen de nosso engrandecimiento,
ede nossa futura prosperidade.
Precisa-so de um padelro branco, que
intenda perfeilimcnle do fabrico de pao, e
bolacha; o de ludo o mais tendente a este
trafico, e se souber ler, e escrever, e so qui-
zer ene ii regar da distribuicHo de 20, a 30
patacas todos os dias, no circulo da uraca
da I n.lepen loncia, polo que pulcra percetier
um bom ordenado : aquella pessoa que se
adiar uas circumstaucias, e a ii.nu,ar a sua
conducta, dirija-so a ra larga do Rozario
u. 18, segundo andar, aonde se Ihe dir com
quemsedeve inlender, demanhSa at as 9
horas. Ma mesma casa cima, lambern tem
incumbencia de um feitor, que Inten la poi-
fuitamento de olaria, para administrar urna
pe to desta praca, o fazer ludo quanto esli-
ver ao seu alcace : a pessoa que esliver ties-
tas circunstancias, o ahincar a sua conduc-
ta, pode do ij o -se a mesma cusa cima, que
achara com quem Iraclar.
Aluga-se um escravo para todo o ser-
viCcO : na ra da Pnia, typographia impar-
cial.
Offerece-so um rapaz porluguez, para
caixeiro de venda, ou oulro qualquer osta-
belecimonto para tomar oula por balando,
ou som elle ; liara o que tem bastante pra-
tica : i]no ij di seu pre-timo so quizer uti-
lizar, Un ija se a Pracinha n. 10, das 10 ho-
ras do dia; as 2 da tardo.
Francisco Dias Forle, tem justo e con-
tratado, a venda sila na ra da Ponte Velha
n. 33, so alguma pessoa, se achar com al-
gum embaraco a dita venda, apresente-se
no prazo de 3 dias, oa mesma venda.
Afericoes.
O arrematante do imposto das Meneos
desle municipio do Recite, vende as fregue-
zias seguiutes: Afogados, Varsia, Posso, S.
i.oiiicual Jabuatilo, o Munbeca : quem pre-
tender dirija-se ao mesmo.
Precisa-so de um preto, ou moleque
para trabalhar na casa das afericOes, paga-
so bem : quem o liver dinji-so a mesma
casa, a filiar com o arrematante.
-- Aluga-se um sobrado com grandes com-
modos para urna familia, decentemente pre-
parado, silo nos Co.olios ; a fallar com
Anetelo Jos do .Meiulonea, na ra Augusta,
ou as Cinco-Pontas, na casa da arrobac.3o.
No da 29 do correnta, na audiencia do
III i. Ne. Dr. juiz da segunda vara, se ha de
arrematar um buhar, com lodos os seus per-
tences, e diversos moveis : como mezas,
moxos, marcadores, tacos bollas &; por
cxecufo de Joaquim Jos Rolrigues da
Costa, contra 1. loar lo Boquet do S. James,
he a ultima pracii. l.-ci n.i Cunta.
Desappareceu na noite do da 25 do cor-
rente, a preta Man.nina .le uaeao A '...,' I a a
qlua lio do estatura ordinaria, e bastante
gorda, cara chala, cor fulla, e tem em um
dos bracos urna queimadura ; levou vcsli lo
um vestido de chita ja desbotalo, levou
mais outro novo, mesmo do chita Amarella,
traz sempro um lencii amarra lo no pesclo,
que o deixa cahir pelas pazes, fambim Li-
no i com sigo um caneco pintado do verdo,
que com ello ganhava na ra em vender
agua: quema pegar cauduza-a a ra Di-
reita, lujide ounves n. 101, que ser re-
compensado.
Pele-se encarecidamente a repetie.lo
daPobrodas Ruinas do Apollo, dramfsioho
este que mullo agradou ni ultimo es
pectaculo dessr theatrinho, quo foi o mais
possivei applaudldu pelo sou bom desem-
peiiho no todo; mormenlo as duas partes
das damas, uo fallando na canloria que
desta voz ull respeito suppozeram Mercadante BnllimcV:..
O Apollista.
A mesa regedora da irmandade de N
S. do i.'.vr a incito, faz sciente a todos os ir-
milos quo olla obtivera da cmara munici-
pal desla cidado terreno no comitorio publi-
co para cnnslruc{Io de suas Catacumbas, as
quaes se devo concluir dentro em seis
mezes; portanto a mesma mesa convida a
todos os molos para urna reuna i demesi
geral, sabbado, primeiro do noveaibro, pe-
las 9 horas da manhila, afim dse traanlos
meios pelos quaes dcvero ellas sorem fei-
tas, o, de esperar, quo os Srs. irmaos, nSo
fallaritoa esta rouniflo, visto ser a bem de
toaos.
segu
nezes
Da ordem do Dr. juit do coron,ercin d
gunda vara, Jos Riymundo di Cot.Va
..jzes, faco selente os credorej dr, r.n ,"
Jo.quim Jos dsela.,, p.ra Z&mmZ
cam em casa da residencia do mesmn V
na ru. da Madre da Dos o.,, do birrUa'z
ltecife.nodia SOdooorrente mu De,"'
horas da manhaa, am de veriQQare, '
crditos, formar-so contracto de unijn
se proceder a nomeacSo de administr-dn"
res da casa fallida; fleando os mesmos bm!
dores advertidos que nSo aerlo adminja
por procuridor se osle oBo apresontar nr?
eunclo com poderes esp'ciies para o ict
e que a procuricUo uSo p le ser dada a d?'
soa que sej devedor ao fallido, nernT
mesmo procurador representar pordousdi
versos credores.
Recife, 23 de oulubro de 1851___n iuer;
vio uterino, wcri"
Uauoel Joiquim BlptiU,
AssociarS Com inercia I j0,
Logistas, he convocada parareu.
ni5o em assembld geral, hoje, 28
do correte pelas 10 horas da
manhSa, na casa da mesma asso-
ciac3o na ra da Gadeia de S.
Antonio; em virtude do artigo ti
14 dos seus estatutos.
Antonio Magalhfies da Silva, embarca
ara o Rio de Janeiro, a sua escrav parda
e nome Merenciana. '
-- Aluga-se umi preta, boa cozinheir
compradera e mais irranjos de casi : n<
aterro da Boa Vista, casa n. 33; na mesma
casa precisa-sede um negro para oservico
de pa liria.
Precisa-se de um caixeiro, qnetenlia
bstanle pratica de escripturacaio e boa le-
tra, para tomar conta de orna dita, e que d
fiador a sua conducta : quum ostiver nestas
circunstancias, dinja-se a ru Nova n. 58
primeiro andar.
Aluga-se um sitio na estrada de I0S0
do Barros, para se passar a festi, defronto
do becco do Espinheiro : quem pretender
dirija-so au tneimo, ou no aterro di Boa
Vista, padarii n. 66.
-- Em o.mda, acha-se um carro, cora
bous coinmo.los, para se alugar: quemo
urden ler, dirija-se a cochoira do Varadou-
10, defronto do embarque.
- Ainda alugam-se os dous primeos
andares dos sobrados da ra da Praia n.29o
31: a tratar na ra do Ser, casa junto do
theatro.
Precisa-sede 100,000 rs. a juros, ilc2
por cedo ao mez dando-se urna esenra
que vale 600,000 rs., por hypolbeca : quera
quizer, annuncie sua morada.
0 Sr. Luiz Jos Teiiein de S lem
urna cirta de Fernando: na Prar;a da Boa
Vista, botica de Maooel Elias de Moura
iuguem o embaracasse, visitar o gab
que Carolina ac tnica conservado oecultar na denles.
vesperajb! disse elle, quaulobe a Sra. cul-, Mas nao me tinha vosse dito que nunca
pada de tratar-ana lAocruelmente, a mimque bata amado, que nao quercria jamis amar;?adiando debaUo?'^P?1^'""J^'
teria vindo rrlugiar-ne junio da Sra. para e,- PerjU Emelina dm.ada Por un. s^,, ^^
capar aoi larcasmosjla inullidao, a miro que a ?jn,I0.e.A,SI! '"'.S",LP i ve.go, com suas (aers coradas como a, de un, e com um lio. mui dl.lerente, para a porta da
das culi-mil ih, escreveo pressa sobte um
((I i.;d de p:i'l.i,') o que segu : Depois 'a-
111 nili.i 1 petas ilcz horas do dia o sacrificio se
cons 11 minar, conforme o Sr. ordena; vcnh.i
que o esperamos.
Dsta curt missiva foi entregue de sua parte
a La Fresnaie.
A's dei horas! La estarc, tornou elle
cm respoiti. Madama Daibon cobrindo com
urna capa a carta que acabava de recebrr,
a remeneo logo a amiga, sciu nutro commen-
tarlo mais que esta palavra : Dos!.....*
Pelas dez horas do da aprnzado dous car-
tera chamdo meu bom genio I meu anju
Ah a ara, DJO aabla que seus desdeus sau a
a Sra. nao o
beasc icrla tido piedade...
at cntao incgnitos a seu coracao. W'W,,H su" "' V
-Ser preciso que o repita? respondeu La espectro, com mim dente podre
r com seus caa de madama Daibon. Em um de* car-
ia a* **.. a-- -.--,-- ---- M __- '"*' .~"ni i m*riiii a vn-s romo a beicos grossos e rcgar.ids sohre os quaes ac- I ros ia o marido de Enielina. o qual voltando
norte, sim.a bra. nao o sabia ; poi, se o ,u- Pmnjle, U Mj&^ina^Nl i'iuu.ii ... ru Uit iniiii.iii.i rcniuiutu uc IVt -- ".I",--------" ._ r rinnni* (l>*aiiviii1ri I
Ido offendldo para embriagar-me agora na fe- voss nao livesse decidido que este da fosse o depo
licidade de ve-la assim, bella por seus peaares ultimo de minha vida.
_0 ultimo!.....porque pon ? murmurou
Emelina.
Ento chamando memoria a poesa que ti-
nha acbado pela manhaa entre eus papel!, La
e por suaa lagrimas.
h pronunciando estas palavras, elle pegou da
ino de Emelina como para aproiimala da fron-
te que se aquecla i Torca de irabalbo e nao por
Madama Ualbou nuxou-a, mas lio de Fresnaie a recitou como um actor que fai pal-
x.io com o ervos em falta de aentlmento ; e
quando recitou esta ultima estancil :
A toi, toujours i tal cei paroles de l'amc,
Que cent Ibis 011 renrend etqu'on ne peut finir,
Et ce frlsson qui n'eat ni le frold ni la Ilumine.
Kt me veux, et mon etre, et toot mon avenir!
Quando elle recitou digo, esla ultima estan-
cia, Emelina eaclamou :
Que voss fea estes versos, e fe-Ios para
mim?...E fazendo esla pergunta a I.a Fresnaie,
longede rectuar-lhe, como dantes, amSo
amor.
vagar, mas de tal modo que era o mcaino que
dizer a La Fresnaie que podia continuar aua
conversaco cm termos nao menos enrgicos c
apaixonados.
Elle o comprehendeucconlinuou assim :
Nao he de hoje que ardo em amor por vos-
t Emelina....
Sr....iuterrompeu esta com um gesto que
revelava um resto de dignidade.
Sim, Emelina eu ardo por vosii-, conli-
nuou I.a Fresnaie ; mas bem como Ihe del a en-
tender ein minha carta...
.Noia caria, Allomo, voss nao me pedia
senao um pouco de coinpaixo, Intcrrompeu
de novo madama albon, como se implorasse
graf a e piedade para si meiuia.
M
prelo.
Quem he que morreu aqu perguntou
elle hesitando. Carlota, a pobre e ingenua
criada que se achava prsenle, nao Ihe respon-
deo senao por lagrima.
Mr. Daibon comprehendeu ludo, e pelaprl-
abundaoles se Ihe escapa-
A desgraca de Emelina era d'aquellai que
a propria linaginacno de quem as soffre pode
negar por iulervallo, como um looho, lao' metra ver lagrima
terrivcls e profundas sao1 A pobre moca ll-l rain dos olho.
nha quasl acabado por crer que ludo quanto' O que elle nao comprebendera loi que toda el-
le paisra na vepera entre ella e La Freanaie' ta calhalropbe, desde a vcrg.nba ate a morle,
nao era si-niio urna falsidade composta de pro-j he Ilumnenle, logo que um hornero fai-se ea-
1 psito por seu inau genio para alonneala-la i poso indltterente.e que pelo menos importa que
durante o suinuo. Ella chegou a pensar que) leoha a pbll-sopliia de supporlar com calma o
dorma, eaccordada fes grande esforcos como i queacpntece quellequese esquece de si mes-
para expellir o que toma va por um sooho hor- mo longede quem o espern um dia e que nao
rlvel; chamou em loccorro o aeu bom anjo ; o espera mili.
mas elle nao apparecto, foi a realldade que Advlnha-se fcilmente que persenagem ia no
ale, 'e apresentou de novo com urna carta infame outro carro. Esle vendo a armacao fnnebre,
ella escrita por 1.a Fresnaie, e na qual eite exiga' nao perguntou quem tinha morrldoneala casa;
itV?"apreicntou em Henal de agradecimento c de Emelina o lacrlticlo da amiga, de Carolina, sua vlnganca Ih'o di/.ia basla.te. Elle ordenou
a, .iiLfar-So por preco de seu illenclo. ao coebeiro que voltaita. .
l'eidc cnio o corceo de madama Daibon Emelina deieiperadi, luffreada por este cu- Ao passar por urna ra v''"^-""'""11
acho-ie rendido, c rendido para sempre. Af- mulo de horror, noru! iodlguada ale ao fundo urna carruagem que paravaaporta de um cou-
AftrifSo.
U arrematante do imposlo das
arengues, deste municipio du Recife, rz
certo a quem inleressar, que deu principio
a afonsfo do anno de 1853, e s Ibe reatan-
do apenas 3 mezes, nao Ihe sera possivel
aviara lodos em tSo curto espato de tempo,
se guardarem-se para o fin e porisso,
previne para que mandem quanto autos 1-
fim deevitirem as respectivas multas : na
mesma casa, ra di Assumpcjio, ou muro
da l'enha n. 1.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 2o:ooo,o 10 de rs,,
na casa feliz,
dos quatro cintos da ra do Quoimido n.
20, vendom-se os muilo afortunados bhe-
les, meios, quartos, oitivus e vigsimos da
51. lotina da Santa Casa de Misericordia,
cuja lista chega at o da 5, a elles quees-
tam no resto.
Na ra do Liyramenlo, sobrado n. 10,
so dir quem da dinheiro a premio, e quem
vende varias obras de ouro e prata por
commodo preco, o um relogio patente e um
dito para senhura.
A pessoa que innunclou querer com-
prar u na burra de farro ja usada : Uirija-sa
ao aterro da Boa Vista o. 38.
A quem Ihe faltar urna porefto de se-
h.illas: procure na ra larga do Rozario,
venda n. 33.
No pateo du Hospital o. 1, lava-ss e
engomma-se com toda perfoico a prego
commodo.
Ruga-sc a pessoa que achir o pe de un
turibulo que se perdeu na ocsisiSo em que
sahiu a procissSo.de S. Crispitn do convento
do Carmo.haja de o restituir quo receber
h'iatilicaeio, sendo os lugares do paleo do
carino to o lim daC.amboi ; e se por acazo
algum que o acbou nao o queira restituir,
roga-se aos senhores ourives, que nSo o
coinprem, por ser do convento do Carmo.
A revista.
Peridico Iliterario e recreativo.
Sahin o 7. n. e acha-se a venda na praca
da independencia luja de encaderni(3o n.
12 e na livraria do Sr. Hourado ondotambem
recebe-so assignatura por urna serie de 10
ns. a 1,000.
O Sr. J. de I). C. mande pagar o que lle-
ve na ra augusta n. 94 cazo nSo queira ver
os meirinhos em sua porta por urna peque-
a quanlia que a trez annos deve.
A Sra.D.Jeronima Hara Baranda mande
pagar o que deve na venda da ra Augusta
n 94 e se nao o fizer tora o desgosto de ser
chamada a juizo visto com oste, seren trez
annuncios em que se pede esta paga.
ventode hoipitalelra. Fosse curlosldade, fos-
se instlncto, La Fresnaie qula vrquein libia
da carruagem, e descendo tambeiu do carro em
que ia aproxlmar-se do (Imlar da porta da ca-
sa pa. Elle creo reconhecer pela dellcadeu e
pela llgclreza das formas, quem era essa inu-
Iher que ia enterrar-se no luar sanio, mis
pouco satisfeito ainda, ousou aproilinar-se del-
la e levantar o vio que Ibe cobrla o rollo.
Era una menina de deillo annos quando
multo. Ella deu un grande grito ao aspecto
de La Fresnaie, e precipitou-se nos bracos das
irinaas, que receberam-na e fecharam promp-
tamenle a porta do convento,
Ninguem avio mais; ella eslava mora para
o mundo.
Est bem, disse Aliaos > que linha lenlo
parado sobre o primeiro degro esut bem :
uina no cemiterlo, a ouira no convenio : ealou
vingido!
Infame vlngancal Justificada todava, ico
criuie podesse ser justificado por um acto de
imprudencia e de leviandade I
Apenas eu linha acabado de contar, o incg-
nito, o homem de physionomli sombra, levan-
loase e lanzando para Irai aa dobras de sen
espealo capole i hespanhola, aproxiinou-se de
nos e dliie, a mim peasoalmenle, com um lom
breve ede alguma sorle funeato :
--A vlnganca de que o Sr. acaba de fallar nao
valle uina outra que conbecl ; oucam me e de-
poii eomparcm 1
Nds licamoi todos espantados, mino ainda
di proinplldiodaapostrophe queda eipiclill-
quasi horrivel em que e,e loterlooior el'-
nbo e mjsierioso no lancava. Elle fallou nos
o ouvimos com a maior alten cao.
{cHiiiliinwr-H-Aa.)


ioo,ooo rs. de gratificado.
A auem trouxer o escnvo pirdo de nomo
tiithias, odlcial de pedrelro natorll de Ico
nuil M comprado a Jos di Fonseca Silva,
J6 de agosto de 1847, e fugio em ouiub-o
a mesmo aono, tendo oiilgnaes seguimos
hjixo, seccodo corpo, cabellos crespos, ca-
ri discirnada, pouc barba, e tem o dedo
oolleuarda mao direita cortado pela junta ;
Jonata que se ache desde que fugio por im-
DiediacOes docraloapatrocm.do por pessoa
ue otenciona comprar : e desde ja ae pro-
testa cootra quilquar que o ico.le, Pde"do
se dirig.retn para qualquer flu na ra au
g^P.%VUno'.abado 25 do corrente u-
mi lettra da quantla de 113,590 rs. a vencer
miado dozembro deste anno, ce.U por
uinoel Francisco DurSes quem acbou e
nnflira restituir pode entregar no caes da
Alfandega seu dono Manoel dos Sautos
Pl.Frincsco Antonio de Castro.proprieta-
rio d barcaasa Concir;!lo de Mara que
nivcga ni carreira da cidade de Goianna pan
> dosta capitil faz publico que tendo ido
enlreguoao Meslre de sua barcassa em No-
vembro do anno prximo passado um caixo-
le e unta carta pin Pelro Nicolau Villar,
morador em goiinlnha, e ndo tendo sido a-
l o presente entregue dito c.ixoto, por nao
ter apirecidoquem o procure, nao obstan-
te as diligencias, que se tem feilo por se
conhecer o Sr. Villar om a commirc da
Goiinna acontece, que agora lliecoostiser
esleSr. morador em GoUnninhi da proviu-
cii do Rio Grande do Norte O innuncianle
assim o declara para que a pessoa que levou
a sua barcassa o dito caixote ou o Sr. Villar
o mande procurar ejuntamento a carta que
o acompanhuu.na cidade de Goianna na ra
do Rio, sobrado defronti do Trapiche on an-
nuncio para onde deva ser remeltido aesta
capital
Arrenda-se um bom sitio, com urna
ptima casa, na estrada do Monteiro: a tra-
tar ni ra do Cabugt, botica de Moreira i
l'ragozo n. II.
Aluga-se o segundo andar, da casada
ra do Vigirlo n. 25 : a tratar noarmizem
da mesma casa.
O Sr. Goncalo Vieira de Mello, tem car
las, na ra do Trapiche o. 19.
Os credores de Campos Ir-
roSos, sob cuja lirma girava a ex-
tincta botica da ra da Gadeia do
Kecife n. 3 : queiram apresentar
assuas coatas, ou letras, no praso
de 8 dias, a contar desta data (27),
na loja n. 6, da dita ra, para se-
ren verificadas.
Na venda de Antonio Fer-
reira Lima & Companha, preci-
sa-se de um cozinheiro para o
diario da casa : quem tiver algum
cscravo qne o queira alugar para
este servico, dirija-se a mesma,
na ra Nova n. 3, ou annuncie sua
morada.
A praca dos bens penhorados, pela fa-
zenda nacional, scus devedores, annun-
oiida para o dia 24 do corrente, dcou trans-
ferida para o dia terca feir, 29 Jo mesmo,
as 10 horas daminhi, na sala das audi-
Precisi-sealugar urna negra, para ven- vis.e vende um orgo profiri pira capella
der na ra, e fuer algum servido em casa : ou altar-mr com boaa vozes porpracocom-
nimio,na mesma casa faz-se caixis do joias,
e alia se piano-, en casa particulares.
Preciii-sede um feitor porluguezpira
um aitio pouco distante desta praca, que
trabalhe de anchada, e saiba tratar de arvo-
rc los, de verduras e do llores : quem esli-
ver nestas circumslancUs appareca no prin-
cipio da estraila dos Afllictos, primeira cas
do lado direito, a qualquer hora do dia, que
se Iho dir quem precisa.
a tratar no aterro da Boa Vista, veada ou
mei 43
Os aenhores Francisco Bringer de Al-
meida Guedes O Innocencio da Cruz Cor-
deiro, hajam de mandar pagar 0 que nao
ignoram, ha mais de 2 annus : na ra do
Passeio Publico n. 9.
Quem tiver urna casa terrea para' alu-
gar, que nSo exceda o aluguel de 7 a 8,000
rs pieferindo-ae em alguma das ras no-
vas : ainuncie por esta folha para ser pro-
ourado.
-Quem precizar do urna rmelo pro-
pria para fabrica do cli .rulos, miudzas ou
outroqual quer estabelocmento, coolendo
um rico b'IcSo movol. e as dentis arma-
cues, estando ludo proropto dirija-se a ra
da sanz.la Velha n. 96 onde se dir quem
vende por muito bararo preco.
fl)| uajwvflV'SVniviVVVCr fwi
* O medico e cirurgto Al- ;4
.> incida, formado e premiado <
<;
f.
cocas.
-- No pateo do Carmo n. 7, segundo an-
dar, coziuhi-se para lora, com tolo aceio e
perfeico, por preco muito commodo.
Ossenhores que devem no depozito de
maderas da serrara do Monleiro, dorronte
de S. Francisco, queiram no praso de 3 dias,
saldarem seus dbitos, pois n3o o fazendu
terSo de ver o seu nooic por estenso nesle
jornal.
N. Pomateau,cutilleiro,na Boa-Visla,rq-
gi a todos os seuhores que Ine devem s mais
de um nno, de Ihes pagar suas conlas a-
leo limdo do presento mez, senSo quizo-
rem passsr pela verg oha deverem seus no-
raes por extenso no Diario.
Na noile do da 12 do corrente Outubro
desappareceu o escravo Joo angola, idade
30 a 40 annos, estatura regular, nfo mal
parecido, e bem barbado, tendo na face ea-
querd junio orelha urna marca de ferida,
ocalcanhiresqoerdo algum taulo secco, em
conaequencia de urna goma que tem ti do
nelle.ua qual conserva ain Ja residuos. Quem
o aprehender leve-o ao logar de Queimadas
junto da povoacSodeBom-Jardim a entre-
gara sea senhor Francisco Gomes Taveira,
que recompensar ao apprehensor.
No dia 29 do corrente as II horas da
msnhi, perante o Sr. Di juiz do orphSos e
auzeutoa serlo arrematados 2 escravos e u-
tencilios da refinacSode assucar da ra do
Pillar n. 120, rcrtciiccuio ao fallecido aben-
testado Antonio Soares Brinco.
Os seohoresestudantes que Bear3o de-
vendo 00 biihardo lleitor limbo-a em Olin-
da, bajo de ir pagar suas cuntas 110 prazo
de8das quiudo nSo verlo seus nomes por
ca ie neo nesta folha todos os dias. Tambem se
vita io senhor estudanle do quarlo an-
no no dia do Ponto mandoo-se aprontar um
jantar para a muzica, haja de hir pagar no
prazo da 3 das seolo quizer ver o seu nomo
por extenso nrsta folha.
-- Tendo-se propalado, por occasISo do
dasagradavel acomecimenlo, que se deu no
dia20 do crreme na Academia de Olida,
noiiciaa exaggeradas a meu respeito para
com o lllm. Sr. Doittor Pedro Autran da Mal-
ta Albuquerque.julgodo meu imperiozo de-
ver protestar contra essas exaggeracoes,
comquanto confesse que se alguma c. u-.>i
houve da minha paite foi nicamente liiln
das nfluencias uo momeuto e da irreQexfiu,
pelo que Ospero merecer toda a sua indul-
gencia, visto que ossontimentos de honesli-
dailee honra do meu coraeflo sempre tribu-
tarlo ao mesmo senhor o acalamenlo e res-
peito devido a sua idado, posiccao o con-
cedo.
Recife 26 de outubro do 1851.Fernando
Maranhense da Cunta.
-- No da terga-leira. 28 do corrente pelas
10 horas da manilla, tem de ir novamenle
praca, e ser arremrtada a loja du miudzas
ilr> finado Antonio Jos Alves Lopes, tita na
ra do Rozario larga o. avallada, inclusive
armaeflo da mesma, por 2.683, 703, vis-
to que nSo lora arrematada no da 2t du
torrente por falta de lanzadores, e tersp-
parecido aumente quem aquiesse com o aba-
te de 33 por culo,advertndo-se que as cha-
ves da dita luja seiSo cedidas por aluguel a
'luem arrematar os objeclos existentes na
mesma ; quem pois a quizer arrematar offe.
recendo maior lanco, compareca na referida
'oja no dia e bura indicada.
.1 visa-se ao publico que JoSo Ozorio da
'"sir tiaciul Monleiio nenhuma IranaaQlo
Pode fazar com seus bens visto que 1 pro
Luracim que tinba de sua mulhor Ihe foi
c*ssdi, o por isso se protesta contra ditas
riisac.o.!s que s servem de delapidar os
"ODsdaaeucaaal.
lima mulber de boa conducta, offere-
se para ama interna de casa de pouc fa-
milia : quem precisar, dlnja-ae ra da
"'Iriz esquina da Clona n. 68.
John Wilson, subdito ingloz, faz urna
V|agem a Macei.
Moje, 27, os 4 boras da larde, se bao
^ arrematar diversos relogiosde algibeira,
pela academia do Forto em
todos os annos da sua Ire-
quencia incluindo os de
operaedeo e partos: pode S
ser procurado a toda a hora -ag
do dia, no largo do Corpo ^
Santo n. i3 primeiro an-
dar, da casa em que mora o |
Sr. coronel Mamcde. Fres-
tase a 0|i erar e receitar -
gratis para os pobres, assim
como ir visita-Ios em seus
<
C!
casa de
armazem
INlDll
DtjS AGCUEDS
PARA
: domicilios.
ft*.ii) t"s$* ^.A'.'}i* V*.fc3sfttti A*4
Paga-se generosamente a urna ama de
leite: na ra Augusta n. 1, no primeiro
andar.
-- Precisa-se alugar um prelo ou mo-
leque para fazer o oervirjo de um-
pouca familia: na ra da Cruz,
n. 48. _
No Fasseio Publico n. 5.
Na mesma fabrica concettam-sc e cbre-
se qnalquer armaco servida tanto de panno
como de seda, e ludo isso com o maior
osseioe promptiilHo; desejamos quo os 110-
bres habitantes concorram para este esla-
belecimento.
- O abaixo assignado, com venda sita no
Ciqui, declara que deixuu de vender agua-
ardeuto, desde o da 30 do jiinho, do cor-
rente auno, e como quo o lancador delte
imposto nilo eslivessf pela cerlidlo do ano
matante, escupa no t,lflo, eassignado pelo
mesmo ex-an'm un l.uiz Jos Marques,
por isso o protesta desde ja polo presente
Ricardo PanlaleSo da Cmara.
O ai"t 1111 procurador geral da unan la-
de do A ira njo S. Mijiiol, erecta na capel-
la do mesmo nomo, na povoacHo dos Afoga-
dos, faz publico, quo vai fazer douiolir (para
o que ja foi intimado pelo respectivo Sr.
fisC'ljos restos das duas casas terreas, con-
tiguas mesma capella, e que se acham in-
teirainenle desmoronadas, e sen piestimo
algum, j deshabitadas perto do 20 anuos
Estas casis constituan! o ualrimunio da
mesma capella, mas se alguem por ventura,
se julgar com direilo (por titulo valioso) .1
ellas, ou ao terreno om que fram edilici-
das, ou a furos, ou outro qualquer onus :
lueira annunciar por esta folna uo prazo de
15 das, ou dirigir-se ao ale ro da Uoa-Vis-
ta n. 10, sob pena do findo este prazo, 1 .1 >
ler mais lugar reclamacJo alguma.
Aluga-se urna casa solTrivel, em Olin-
d 1, para se passsr a 1 -la : na ra da lloa
Hora, beira da estrada Nova, com banho
d'agua doce, e salgado, perto, e na mesma
casa ven le-se muito bom leite fresco, de
vacca : quem apretonder dirija-se a ra da
Koa-llora, casa n. 29, 1110 na mes.na achara
com quem tractar.
No dia 11 de novembro, se lia de arre-
matar em pra;a publica, do Sr. r. juiz do
i'ivi'l da primeira vara desta cidade, o enge-
nhoS. Elias, com tolos os sous utenciliosc .. iiindoiiiiii
obras, mosnda com agoa, r-atas, pastse AUl'rttH-.111 \\ lllOtiei lid.
logradouros, a excepto do escravos e ani- .. ja autga fabrica do chapos do sol, so
maes, comseus competentes limitas, ava- encontrar;! um novo o moderno sortimiul)
liado por 20:000,000 do rs., por execuco de chapeos tanto para meninos como pora
do Antonio Jos de Migal ifles Bastos, porihomens, e juntamoiile aflian(imos a boa
seu bastante procurador, coutra osreligio- qualdado e gosto por serem os pnmeiros
sos dn covenlo de Nossa Senhora do Carino viudo a esto mercado; emquanto o prejo
desta cidade. he o mais comuiouo possivel.
-Quem quizer comprar 6 vaccas de leila __Joiqtliin da Silva Lopes, na
urna parida de prximo, o as outras ja pro- .,' ... __ *
ximasaparir, dmja-se no lugar do Reine- ra da fli*dre Uetts, atm.Zi.m n.
dio no sitio den immado Engenhori quo a- 20, vende farinha SSS F, c dita
C^Sr defama, par. o servico Fontana, ,lita g,lega, saceos com
inlernu deuma casa ingloza de pouca fann- I.relio, oleo de linbaca, cha impe-
la : ni ra da C.doia Volna ... 37. | b b;eu tuJo a
Prec.sa-so do um caixeiro, para um do- '"*' c ""a'0 *-
pozito de padaria, dando fiador de ludo que vont 'de dos compradores.
tomar cunta : na rui do Cotuvello n. 29, .. nesappar.'ceu no da 12 do passado.o
se dir quem precisa. cabra Romualdo, porm he de supporque
Precisa-sa de 1 caixeiro para padaria, loqueo nome; representa ler 45 anuos, com
que abone sua capac.dadc; na praca i. San- ai^unschellos brancos, e o ros.o muito p.e-
ti Cruz, de bnixo do sohrado n. 106. to e estirados, falla, descansada, e barba
Preoisa-se de urna ama do leite : no re i ta, repres-mta ser corpolento; levou c-
Hospicio, sitio do portao verdo n. 8. m,Mi de algudaosinho e calcas do bii'" bran-
O Sr. pidre Manoel Joaquim de Nossa cusmas, chapeo de cuuro e urna troxinha
Senhora Mi dos llomens, queira apparecer j0 rU,,a : KSte cabra veio do t'eara:quom
na ra dos Quarteis u. 21, a negocio que 0 peRar leve o a ruada Cacimba n. 11 quo
sera recompensado.
Elementos de homopathia. Sabio a luz 1 prin.iera parte desta <
obra compona pelo professor homo- patha Gosset Bimont ; dividida om *
livs partes. Esta pr.meirl comp'e- <*
tiende, o discurso preliminar, a intro- %
il.icc.lo, oexamo do doento. a e-eu- *
Iba do remedio, o omprogo dos rome- <#
* dios, o rgimen e os conselhosclini- o
* eos, com a explicarlo dos nomos gre- *
9 goseanatmicosemuregadosem me 9
dicina, ea indicac.lodosmedicamen- <#
atv tos apropriados para cada caso de en-
4) para os mdicos que se dedicarem a
* expe.imentar a nova medecina,como <>
* para todas as pessoasde boa vontade 9
* que se (.li/onin convencor porexpe- *
rieocias da verdado desla doulnna, <>
a# por ser ella muito clara o a inl !,i- &

u naturas para a obra inleira a 5n)00 no 4)
D consultorio hoinopalnieoda ra das ?
* Cruzes n. 28. Doioisda publica(3o #
* das segunda o lercelra parles, o i
ti preco ser elevado a 8/000 para aquel- 4
i les que mo liverem assignado. No
4 mesmo consultorio oncarrega se de *
v. maniar fornecer qualquer encom- &
jj manda do medicameiilos homcopa- *>
I thicos. No prelo : Palhogenesia dos #
i, medicamentos homoopathicos brasi- ^
* luiros. *
- Us abaixo assignados avi-
sam, que em consccjuencia de nu-
merosos pedidos tem-se res olvido
demorar someute o tempo preci-
so, ao (pial ccliir-se-lia o cstabe-
lecimenlosem annunciar mais, be
m s a ultima occasiio de possui-
rem, o mais fiel e perfeito retrato.
Carlos D. t'redeicks &c C
**<** :^*a.**** *>*> l
Um sacerdote que tem praliea do 9
4 ensillo de primciras letras, graimna- >#
j tica latina e francoza, geometra, mu- &
4) zica vocal edo uIkuiis instrumenlos,
v inclusivamenlo de Piano acce.la a t
) uapcllania de algum engenho proxi- O
a) 1110 a esta praca subjeilandu-se a f- fe
;) zer sua residencia sondo livcr de tfj)
) exoreer o ensmo das referidas mate- .?
4 rias: a pessoa quo com o mesmo q'ui- >)
) zer contratar, di.ija-sea ra Nova n. f
.4 8, onilo sora infonnado. a)
aj**aj *>f i*'V)l,I'l*^'I>
A devorto-se ao Sr. Berna.do de Albu-
querque Fernando Gima, que o seu co.res-
pondentonesla pra^a nSo tem pago a subs-
cripto i|o Diario.
7I0LA
Torna-so este meluu lo, tanto n ais reco-
memlav I, quanto elle he til, pois que P>l
publicado om proveilo daquellas pessoas
quo desjSo saber as regras de acompanha-
mento sem que lonham o trabalho de pren
der a msica: vende-se na rua du Livra-
mento loja de calcado, n. 27, a 5 mil res
dasse ao Affogado, onde mora, e isto a dous
annos.
Scliafheitlin & TVbler fa-
zem publico, para conbeciraentd
do comraercio desta ptaen, e de
todos a quem isto possa interes9ar
que acaban de receber o diploma
d agentes da comtnisso director,
das companbias de seguros marti-
mo! de Pars abaixo declarardas;
com plenos poderes para tratar
e determinar amigavelmente de
quaesquer avarias sobre navios ou
merendonas, em que una, ou mais
das ditas companbias forem inte-
ressadas.
i.'in a u i;,
l.n Vigi,
Im tsauee'gnrdf,
Le tercie conunercialc ranees martima,
VOcrn,
.e .1 yd franjis,
Sxsiiniiire- iiiitrliiiii-s.
I.11 .Ueluilne,
Asxuranccs generales marlll-
mes,
/.' I"11 ni 11 des Pars,
la Garonne,
l.n >ecnrl.
Precisa-se de urna criada, smente pa-
o so-vico de compras een^ommado, de
113 POII-
muito Ihe inleressa.
-- Aluga-se para se passar a festa uoia
boa casa terrea na puvoac3o do Manteim,
com boas salas, 4 quaitos, cozinhs lora ,
quartus para escavos, cacimba, estribara
para 2 cavallos, 2 qutntaes murados com
portlo e saluda pBraorio: a tratar na tra-
vessa do Veras, sobrado 11. 15.
Aluga-se urna sala c 2 quartos, em um
torceiro andar, por.n que seja a pessoa ca- "*:
oaz : quem a pretouder, dirija-se a Fura do r
fi Consultorio liouieo- f}
pathco. g
KiRua do Colegio 25p*l-*
meiro andar*
O Dr. P. A.Lobo Mo.coso,
l'ratica qualquer operacao i*
de cirurgia, ou de partos.
Becebe escravos doentes
>:-3 para tratar de suas enfermi-
^ dades,oufizer qualquerope-
Ol racao, por preco commodo.
Atunio Ferreira da Costa Braga
Porlasi confronte au hospital de marinha *& f consultas f
n. 145, que achara rom quem tratar : na m) .. '
mesma casa precisa-se de um caixeiro, de ~S nres, todos OS das das O as
15a 16 annos, que ente.ida de venda. (jfl 12 lloras da tnanbaa.
Aluga-se um sitio com grande casa, DI
nova, de uedra o cal, excellente baixa, mu- A
tos de fructo e ptimo bannu perto da casa, W
no principio do corredor de S. Jlo, da Ir- tal
guezia da Varzea: a tratar na rua da Cadeia 1
do Recite, leja n. 41.
Madame Ridoux le.n a honra do an-
nunciar ao respettavel publico que se a
Cha oslahelecida na rua Nova, n. 69, co-
mo modista, e costureira, prompta a sa:
tisfazer qualquer encunen la, como si-jlo ,
chapeos, vestidos, amazonas, manteletes- sciente a seus dovedures, que tendo'exgo
grinal las, capellas, au cosiu.no de bailes lados os ineios deroceber por meiosamiga-
e thealros ao gosto dos preleudentes q ue veis, e a paciencia para esporar porque tam-
so dignarem com suas encomendas, air- bom perciza pagar se quem deve ; procede-
mando qua serlo servidos com todo zelo rada ora em vanteus meios judiciaes para
d prumplidfio. fazer suas cobrancas, mas passando a ch-
ma-los por este jornal.se no prazo de um
-- frecisa-se de urna ama para mei |nona0 vierem pagar a sua loja da rua
0 servico de casa e rm, paga-se Novan.28.
1 ,j -. --'Em resposta ao Sr. inlmigo do uzurario
bem .- na rua da Assompcao n i. queocrea0r do Sr. innocencio Aniunes de
No pateo da ribeira de S. Jos n. 15, la- paria, nnnea recusou receber o seu paga-
va-se e engoma-se com perfeiclo e ac- menlo,es o que olo quer receber um ca-
onj. Valo 111a 1 pela divi la do 35,8i0,quando oca-
Carlos Claudio Tresse fabricante vali uio valia 16,000, nem to puuoo reca-
de orirSos e realaio na rua das br fumo podre a 160 rs. libra, quanto 1
ae orgaose reaiajos na rua aas premio he f,|S0 que h0Uvesse uzura ; por
Flores n. 19. quantoa contase fez a um por cont ao mez,
avisa 10 respeitivel publico quo concerta apezar de se ler tratado a dous por cento; e
orglo c realejos,poe marchas modernas des- assim como o Sr. Innocencio acertou com a
...llepaiz, concerta piannos, Saraphina, cachis caza do annucianle, para tomar-lhe o di-
pertenceotes ao finado Meroz : na rua diside muzica, acordos, e qualquer instru- nheiro assim tambem devia hir levi-lo, sem
Mores na porta do Sr. Dr. juiz de ausentes. I mentos que ipireca tambem faz obras no- que fosse preciso que o annunciante man-
.1 na casa do muito pouca familia
le Velha .1. 14.
Jos Luiz Pcreira, est resolvido a ven-
der j 1 11 sua luja de ferragen*, da rua Nova
11. IB, a prazo com Drmia e coatento, e em-
quanto nfo realisar, continua a vender a di-
nheiro, qualquer porc&O de ferrages, ou
miu losas, pelo quo Ibe custaram Aprovei-
loaoecasiao para rosfara seus deve.lo'es,
queiram saplisfazer seus dbitos at oflin
do corrento mez : o qua espera da boudade
dos mes.nos senhores.
Feitor.
Ainda se precill de urna pessoa que en-
ten.la d-> plintacoes de sito para trahalhar
em um no lugar do Remedio : quem esl.vor
nestas CireumstmcilS, dando pessoa que
abone a sua boa con locta, enten 1 .-se com
o porten:) da alfandega dosta c.dalo; na
1111 s na revertilo das 8 as 4 horas da tarde.
Manoel de Almeida Lopes, c.m Cisa
de consignadlo para comprar e vender es-
cravos, tanto para es'a provincia, como pa-
ra fura dalla, mudoii a sua resi.loucia ila
rua di Cadeia do Recite, n. 51, para a rua
da Cacimba, O. II, anudo morou o fluido
ExrD. vigano, llarreto, mido conlinua, olfe-
recendo-se toda a s gura.ica precisi para os
niesmos o bom trataineuto.
a: n-'.i-s una mulata quo sabe bem
omgoinmar c ensaboar, coziniia alguma
cousa o faz todo oservieo dou.uaeaza '|tieiu
a pretender d.nja-so ao atierro da Boa-Vis-
la 11. 33 que achara com quem tratar
arMi*-** *?-%**!>
Paulo OalgnotlX, rtenllsla '?
frnnccz. otfreee seu preatl-
i' lint 110 iiiiltliro pura lodos os *
* mlateres *V pude ser procurado a ipial- ,->
i ive Iiora em sua casu, na ^
*t rua larga do Rozarlo, 11. '.iti, 4,
i'Kii:nl(> andar.
Gallyot c sua senbora tem a
honra de prev ir ao respeitave
publico desta cidade que clles a-
b iram, no dia 17 do cor. ente, um
armazem defazendas, objectos d
lu\ 1, e faotezia, o qual cuntcm o
que lia demelborem Pars; sendo
ludo escolbido com gosto mais par-
ticular; ese adiar a venda, tanto
em grosso como a retal lio desde as
10 botas da manb, at as qualro
da larde, na rua da Cruz, segundo
andar do solnado 11 1 ; assim como
.ue na mesma casa acbarao um
sorlimento de beijoutarias linas de
Faris, e a mellior agua de Colonia
que ha no mercado.
Casa de modas l'raucczas Buessard
iUillocbau,no aterro da Uoa-Vis-
ta 11. 1.
Pelo navio o Conle Regen reccbcii-se
um lindo snrtimento das ultimas modas de
Pariz, em chap -os de seda e do palha endi-
tada para senhora, ditos do montana, dito
do pallia enfestada para meninos, mantelete
e capotinhos de soda de cores o pretos, lam-
bn! de cambraia, lindos toucadores e capel-
las, cahecOes de bico de Monde edelinlio,
i'oin.iras, camisinlias bordadas, mangas b .r
dadas, ll 11 es. 111 vas, eseai til los, gravalinlias
le veludo prelo com as vellas, um rico es
eolhimenlo das lilas novas, leuciuhos le se-
da do relroz, transas de seda e do 1:1a para
vestidos, hicos de todas as qualidades o mais
fa/.endas que so ven fero em conta. Faz-se
eflVctivaiiienlo lodos os cnfeitos do sonhons
cm cliapeos, toucados, turbantes, o vestidos
com gosto igual ao que vinha directamente
de P-riz, e por preco muito mais em conla
--Jlo Loubet, Infido Je CtlaW UHIa viagem
a Gurupa, aliiii de tratar de sua saude, decla-
ra, que tem constituido por seu bastante
uroc.rador n.'S-a cida le, ao Sr Firm.auo
Jos Rodrigues Fer.ein, em ludo quanto
l'iir lendonle aosnu rsliliolccimnnto e mais
negocios quo ll'o dizo n respeito, e com
q 11 ni se pdenlo entender.
Joaquim Antonio C.rneiro de Souza
Azevedo, vai ao Scara, liean.lo encarregado
doseu eslabelecimonto, para pagar e rece-
ber lo las suas cuntas, o Sr. Manoel Per eir
Lopes Ribeiro, ede seus negocios de baira
fura, aoSr. Joaquim Pinto Al ves.
Ruga-so ao Sr., qu 1 por enganno tirou
dma cari do correi, vin la pelo ultimo va-
nordailah.a, para Jezuiuo Rodrigues Viei-
ra 1 queira entrega-la na rua Nuva 11. 5, ou
annunc o a sua morada, para ser procurada.
Na Cruz de Almas Casa do l'.i Inr.lia un.
bom qua.to paraum humen, soltelro passar
a fesla, que se aluga por preco commodo.
Luttria de N. >. do Livramento.
Na loja do miudzas ao p da ponte, no
Aterro da Boa-Vista, vea.lem-se bilhetes,
meios, e cautellas desla lutoria. que tem de
correr, advertindo-se, que nesla casa tem
sido afortuna ia, por lor vendido bstanlos
premios das loteras passadas, a benelictu
da obrada mesma igrrja.
Firmo Antonio de Figueiredo se pro
pOe a cobrar dividas aqu na pratja median-
te urna poicenlagem: quem de seu presumo
precisar diri|a-seaiuadoQueimado loja de
ferranem n. 35,
Anua de Prelelu, abaixo assignada,
tendo-so cazado segunda vez com oSr. Via
oente Ferreira Gomes, de quem se ach, lis
lempos separada (de facto ) por motivo
vamenteaos bena da 111 nuncanle, visto que,
tendo-se elli cazado com mais du cincuenta
anuos, nenhuma interferencia, e dominio
pode elle ter em seus bens, pur ostir 1 com-
munhSo, neste caso, exuressamente volada
por le. A annunriaale,posto que estej des-
aidente, e separada desso seu segando ma-
rido, com todo quor suppo-lo incapaz de
qualqui-r perfi lia, ou m f a respailo de
sous bens; por tanto apezar de saber, qu
q.iando mesmo podesse ella, o s*u referido
marido d spor dos bens exislontes, s seria
val la qualquer trausacSo, inlervindo sua
oulurg, com tuJo so faz o presente annun-
ci.i, he apenas para prevenir, e cautelar
qualquer quesillo que por ventura so possa
originar de seu silencio.
Anua de Prelelu.
OITerece se para caixeiro do loja do fa
zonda, miu lezas, forrsgem, ou armaz-m de
assucar, urna pessoa de con lula,o alivela le,
que uiosla fiador i sua pessoa como garan,
ta de anu prucediniouto : a quom convier-
poJo pracurar na Boa Vlftl, rua do Pozarlo
Caza n, 44.
Precisa-se de um caixeiro portuguoz,
que loiiha pratica do v. 11 la : em Fura de Por-
tas 11. 143.
Compras.
-Compram-se molequea.negrinhas, mu-
latnilias, e negras com habilidades, ou sem
ellas, para enooui.nendas na rua largado
Rozario loja 11. 35.
Compriin-SH escravos o vendem-sede
cominisslo, para dentro o fura da provin-
cia : na rua da Cacimba, sobrado 11.II, on-
de morou u Sr vigari.i do llecife.
Compra-S urna burra do ferro (j uza-
; que.n quizer vender annuncie.
Compra-so um sitio feilo ou t-rraspro-
[irias p.ra evnin-lov o qual por.n seja a
margein du Capiba.il.e, tenha baixa pas
capi.11, eoulras vantageiis : na rua do Ara-
gSu n. 12, segundo andar.
Compra-seumi preta moca, e do ba
ligera, quo saiba engom.nar, e cuzinhar,
se.n achaques o no boa conduela : ua prac,a
da Independencia, luja de uiiuJezaS 11. 3.
Compra-86 urna duzil de radeiras, cen
s.sentu du palioha du ullio, ou uulra qual-
quer quulid.de, com tanto quo soj.m for-
nid s o em bum cstadu, lamben, por pre-
co commodo : na la da AssumpcSo 11. 36.
- Compra-se un cano du 4 rodas, novo,
ou mes.no con. algum uso, para um s ca-
vallu : na rua da Cadeia uo Itucife, luja nu-
mero 41.
iN 1 rua da Cruz n. 4o, primei-
ro andar.
Compram-se duas negintus crioulas, de
16 a 17 anuos, Com bonitas figuras o habi-
lldades, ou sem ellas, pagim-su bem.
-- Cuiu,.ra-.-o tod. u qualdado do calcado,
na praca da Independencia 11. 35.
Vend
as.
Ricos espedios.
Yonde-se em casa de Avrial Frero & Com-
panhia, na rua da Cruz 11. 20, espolhos d.-
vidro franeezns, com ricas molduras doura-
das esem ollas, de 3 li 5 pos de altura, por
precos muito em conla.
U 1 un 1 Kosa lU.dy modistabrt-
sileira rua Nova n. 34.
Tem a satisfacc&o do acientlCir ao mui-
to respeil.vel publico, e deslinetamonte aos
seus Tregui-zos, que seu eslali lecimo ito dt
novo se ucha prvido de um espl 'ii lido e
va.nivel sn.tiuii'iilo de ricas lii/.eudas frau-
C0Z1S, as quacs se vendeni por reco mo l-
eo, eontihtindO com ricos chapeos de seda e
grox de na pies franzidos e lisos, du llores e
peiiachos.biaiicos o de cores,para senhora e
menina, ditas do seda o palhulia fina, com
abas largas do lindos cufeilcs para menina
o enanca ; ciiapus de palha lina, redondos
para meninos do um a seis annos cnapeli-
nhas de palha lina enfeitados cm Pars, com
fita eseussesa, brilhaiiles capolinhos, prelo
do seda o do groz do naples, furia-cores,
para senhora o meninas, ditos chamalote
prelo para senhora, neos cabecues de b co
le linho lino ; d seda a imitacao de hlon-
le, e bo.didodo prala para bailes ou lliea-
tro,'guarnecidas com delicadus enl'eilose
o gosto o mais moderno, ricas romeiras
guarnecidas do luco de linho e li.idissunas
tas, bonitas camisinhas de c.mbraia e
lit do linho bordado para senhora, man-
guitas o peitilhos do lil lini.a e cam-
braia borda la do ultimo gosto para seuno-
ra, ricas tocas de senhora de Al linho,
ricas Capellas de llores para uoivas o un lu-
mias de Calamento, res guarnicoes de flo-
res brancas para vestidos de casamento, n-
easluvas da pelica enhiladas de brancu pe-
los mesinos, ricos corles de se la o gruz de
naples lavrado brinco para vestido do noi-
vas.iim g.ande sorlimento dobicude blondo
da largura de un. dedo al um palmo, dito
do seda largos o e-tre tu-, ditos de linho de
la guiadera 4dedos,cspartilhosde prin. na
qualidade para senhora e meninas do I Jad
de7 a 12 anuos, lieos lequcs de papel, len-
les tartaruga, litas largas de to las as Cursi,
crep de todas as cores, luvas prca para so-
nhora e meninas,Udas do pelica para homem
o senhora,liu .os 'us para noivas.ncos cha-
ncos do montara de palha c.feitadas om Pa-
rs para senliora, vos do cores de gnze pe-
los mesmos, rico assorl.ment de groa de
naplos lint .-.Mies para vestido quo se ven-
do a vontade do comprador gros do noples
cor de rosa,franjas c Ir.me 1 do seda pretas e
de cor,-s,transa de seda braiica.liuin chama-
lote preto para vestido ou capolinho : na
mesma loja fazem-.se vestido de c.smenlo,
de baplisulo, locas du menino o du senlio.a
capuliutios da lodas as qualidades,com per-
feiclo precocommudo recebe n-se todos
os mezes ligurinos muJernos,quo impresla a
seus fregueses.
Azcite de carrapato da fabrica de
Araujn & Filbos, no Fcnedo.
Elle az'ilo pola pe.feic.a'i cin que lio
fab. icado uo s serve em lugar du azeile
doce c de caco, para qualquer qualidade de
caudieiros por mais delicados quo sejito,
como h muito prelirivul a qualquar ouiro
por dar una luz nuis brilhaate, ser mais
duialivii, ,..,,,,-.;.- 1 ......- I., 1 ato n3o
tem o cheiro desagradavel que exala o azei-
le de 1 na. a lo cummum, nem em nada
dellesoassemelha. Ven le-seem barnz .le
16 caadas a 2,4U0 rs. a caada, no arniaaem
de J. J TilSO Jnior, rua do Amonm 11, 35.
-- Vende-se 2 canoas decancira de madei-
ra niticica inda nova e I2d travs de 40
a 45 palmos es a 10 pulegadas do grossura,
por commodo preco na ruado Fagundes ser-
rara n, 27.
Fecbinxa.
Vende-se na rua do Crespo na loja da es-
quina que volta para a calea, coites de
cambraia cor de rosa e do outras cores do
A OS 20.'000,000
Na rua do Queimado loja n, 18 vende-se
bilhetes, meios, quirtol, oiltvoa, vigessi-
.tiis da 51*. lotera da S. C. da mizericordia
cuja lista chega no primeiro vaprate odia
5 do p. mez.
-- Vende-se em bol manso, nSo t pira
Cirro, e que serve no e. tmbilo OU eouce ,
como exeellante pan carroca, e arado;
sen lo iCostumado na corda, e gordo : a tratar na roa do Amoro no arma-
zem de couros n. II.
Ven In-sc O repertorio do theatro F'ao-
cez. em 4 gran es vulumes ; um Athlas Geo-
gnfico, novo historia do Btizil por Cons-
tancio em 2 voluntes; Comccdix Terentie,&.
as cinco Puntes n. 25.
Almanak de le.nbrant;as para 1832,Ilus-
trados com 185 vinhetis, por A. M. de Cilti-
Iho, voi..le-se na liviana da quina do Collfl-
gio, n. 20.
Ven le-se ou aluga-se a loja do sobra-
do n. 51, da rua Nuva, a quem comprar
urna armacSo onvilracada, pira qualquer
i'sialiele.'i.nento : a tratar na loja de alfail-
te do Sr. Coimbra, na mesma rua.
Padaria.
Vendo-se urna padaria, no largo das Cin-
co Ponas : a tratar com J. J. Tasso Junioi ,
ou eom Joaquim l.op.-s de Almeid, caixei-
ro do Sr. Joo Matn.'us.
Muito barato.
Na rua do Crespo n 16, vendem-se muito
Imuiias s 'das oscocesas, pelo barato pro;o
de 10,000 rs. cada corle; assim como supe-
rior panno verde invisivel, pelo mdico pre-
co do 3,000 rs. o cova Jo .* na mesma loja ba
um lindo so. tuliento de fazeudss, c que so
venden ba'atas.
Vende-so um escravo moco, proprio pa-
a to lo servico sefrde campo mellen .
tratir na rua da Praa typograpbia Ira-
parcial.
Vende-se una armario deuma tiver-
n, pn.pria para quem quizer principiar,
ou mula-la, pois est situada om bom lo-
cal, faz conta pur nao ter nada dentro e ser
a casa muito em conta : trata-so no paleo
du Carmo 11. 13.
Ven loin-sc duas olarlas, com terreno
bastante, un le leu. barro para toda a quali-
dade de obra, casa para gruida familia, seo-
zla, estribara, embarque em tod s as rua-
os 11 com ludo o preciso para o fabrico de
qualquer obra: na rua da Aurora n. 41.
Vende-se caa preta, de idade de 30 a
40 annos, muito boa quitandeira e sem vi-
cio algum. na rui da Senzalla Velba nu-
mero UO.
Aos amantes do bom e barato.
Na rua do Crespo, loja da esquina quo vol-
ta para a cade.a, vende-se caseinira preta,
a 5,000, 5,500, 7,50U es.ooo..s o corle ;
litas do cor, a 5,000 e 6,500; panno lino
preto, a 3.000. 3.500, 4,000 e 4,500 ; dito
verde, a 2,700, 3,000 o 0,0.10 res ; dito azul,
aS.COO. 3,.juo, 4,0U0o 5,0U0 res; dito eos
e rap, a 2,600 o cova lu : o outras muitar
razeudas por preco commodo.
Vende-se remos de iaia para
catraias, botes \.
Barricas com snperor cimento de
llaniburgo;
netas ditis ; e tambem vendem-
se tinas ;
Uolijas com oleo de linbaca de
Ulanda : atraz do tlicatro Vellio,
armazem de taboas de pinho.
Vende-so urna preta crioula de 13 an-
uos, do bonita figura, sabe coser, engom-
hi.i, ensal.a e cuse do alfaiate, ludo com
muita luifcicao easseio : uo pateo do Car-
ino, casa 11. 6.
Na rua do Queimado 11. 25, luja de miu-
dzas, vendoin-se pur preco commodo IS
seguiut"Subras 111 ,... lu.'.iez :
Historia dos 3 das de luvereiroem Pars.
Huberto du valonea,
Breviarios em 4 voluntes,
Robinau o I Mina, 4 vainilles,
denlos da ve.lia, 4 dltlOS,
Caalo do terreiro du l'asso, 4 ditos.
Conquista porluguezi, 3 ditas,
Um Caluxo, 4 ditoa,
Formulario goral, medico Cirurgico,
Rafa I pagina do vigosimo anuo por Ll-
mariiue,
Jernimo Pastoral,
Osjesuit s, o as letras, .
ereito social, 2 volumes,
l'rogrrsso,
i.'d i i.'... Lusitano,
l.ivro azul,
Mana, lilhade um jornaleiro,
Defensor da regiSo.
Em iiaiii',.
Coticordanliu I: b lunim,
A lellou Phisiolugie,
Ouveres, poslhume,
Huralistes fraocail,
humas .diyMulogie,
Lelresde la inarq use,
II Mune du llecouvel't,
l.i miisun rustique
l.a republique francaize,
ItopousedeM:. de Caloe,
Cou'S do versin Angloise,
Museo de Famtlicro*,
(.nuil ni aire francaize,
Meu.oires de Me. Casquete,
Cantor brauco.
Na rua do (Jueimado, loja n. 17 de I na
& Lopes, silo chegados o voudem-so cliapeos
.le c.slur brauco, de formas multo bonitas
c por precu mais barato do que em qualquer
parlo.
De novos dczenbos, anc i5 rs.'
Na rua do (jueimado, loja ti. 17, vendom-
se cortes de seda de quadrus escoceza, pi-
dres muito delicados, a 12,000 rs., ditos de
ditas do raiiiag.n, a 15,1100 rs.
BARATlSSlttO !
Kua do Queimado, lojn n. 17,
vend Mil-so locas de risc. linlios unos, de
cores lixas, com 38 covados, a 5,000 rs. ;
cambraas francezas, de cO.es mo .oruas, a
560 rs. a vara; cambraas lisas, linas, trans-
parentes, com 8 1|2 varas, a 3,500 rs. a pe-
ta ; cambraas de 1.11 abortas, a 280 rs. n
covado : chitas francezas, largas e tinas, a
210 rs. o covado; casimiras do coreseteu-
r.a. a 3,810 rs. cada curie; ditas de dita do
pd Oes mudemos, a 5,000 rs., e oulras fa-
zendas, por barato preco.
Lotera do Hio de Janeiro.
Aos ao 000,000 de rs.
Na loja. de miudzas da pr;>ci da
Independencia n. 4 > vendem-se
liilluM.es nteiros, meios, quartos,
oitavos e vigsimos da ~>\. lotera
a beoelicio da Santa Casa de Ui-

i.lluno gosto a 3,000, 3,51)0, 4,000, o 4,500 ; Uprii>rdia
ditosdocassa-chiaa 2,000 ;d tos daex.o- ,, "
sicaoa2,20; cortos d* cnita com I2cuva- Vande-so um excellonte escravo, para
dus a 1,800; curies de luslao 560 ; cor- jinnazeinde assucar, no que inultos anuos
les de calca de brm escuro 1800,960,1,120; t'"" sido euapregado, e naopodeier melnor
ditos do bnm imirello de puro linho ,, no mesmo servico : a tratar no armazem do
1,440,1600; lencos de cambraia muito tinas i "" & ^omp"'. n do Vigario
proprias para m3o a 320 ; o outras muita
a. 25.
ponderozos que a modestia, e a decencu fazenJasqunsc lornSo recomniendavdis pe-I Cobertores,
mindio calan.... adverle ao publico, la boa qualidade. Vendem-se cobertores de encerado muito
qira que ninguem se arrisque a comprar, Vende-se um relogio de ouro descon-j finos, para cubrir mesas e binis : no ir-
trocar, hipotecar ou fazer qualqurr urna ou-jeertado, ou troca-sa por um de prala: almizoai de Kalkmann Irtnlos, na rua da
tra transac&o com o dito Sr. Vicente reliti-[ tratar na praca da Independencia, loja o. 3. Cruz n. 10,


4
AGENCIA
da funriiciio Low-Moor.
KUA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabelecimcnto conti-
na a liavcr um completo sorti-
mcnto de moendas o meias lauca-
das para engenho, machinas de
vapor, c taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Deposito du fabrica de Todos os
Santos na Balita.
Vonde-se, em casa deN. O. Bieber&C.,
na ra da Cruz n. *, algodSo transado da-
quella irabrica, muito propno para saceos de
assucar e roupa do escravos, por preso com-
mojo.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da rua da Cadeia
do Uecil'e n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Rio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
sortidas, de i a i t em libra, etam-
bem de um s tamanho, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & l'inheiro, na
rua do Vigario n. 19, segundo
andar.
Para as escolas.
Vonde-se no pateo do Collegio, loja do
livro azul a synopsis do general Abrcu e Li-
ma, ltimamente adoptada pelo Exm. presi-
dente da provincia corno compendio de Iti-
tura e historia do Hrasil as escolas prima-
rias da provincia.
Prejo em brocliura 2,560
Encadernada 3,200
Kan Paulo Coi deiro
vende-se na loja de Cunha & Amorim, na
rua da Cadma do llecih'.n. 30, esto superior
rape, em boles o humus ditos, locentemcnte
llegado, por preco commomdo.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. I7, ha
muito superior ca nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
Agencia de Ldwin 31a\v.
Na rua de Apollo n. arma/.ein de lc. Cal-
nmii .v Companhia, acha-sc constantemente
l>ons sortimenlos de tuixa (Ic ferro coado c
batido, tanto rasa como fundas, moendas 11-
eiras todas de ferro para animacs, agoa, etc.
ditas para armar em madeira de todos os fa-
llannos c nucidlos o mais moderno, machina
horisontal para vapor, com torca de 4 eaval-
los, coucos, passadeiras de ferro eslanhado
para casa de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, cseoveus para navios, ferro ingles
lanto em barras como em arcos folhas, e tudo
por barato prero.
Variaba de mandioca.
A mais nova o mais barata farinha de
mandioca que ha no mrcalo, ven.le-se nn
rua da Cruz do Itecife, armazem D. 13, de
JoSo Carlos Augusto da Silva.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-se esto compendio, approvado para
as aulas do primeiras letras, a 480 rs. : na
praca da Independencia, livraria n, 6 e8.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do Brum ns. t, 8 e 10,
fundicao de Ierro.
Km casa de .1. Keller & Com*
panhia, na ruada Cruz n. 55, acha-so a ven-
da o nxcellenloe superior rilthotlc Un-
relias, om barra de 5.', he muilo recom-
memlavel as casas estrangeiras, como cx-
cxcellenle vinlio para paslo.
Mercurio.
Vcnde-sc mereuriodc primei-
ra sortc, a preco commodo : em
casa de A. C. Abrcu, na rua da
Cadeia-Velha, n. 48.
Velas de esperinacete.
Vendem-se velas de esperma-
cete de primeira qualidade c por
preco commodo.- em casa de A.
C. de Abrcu, na rua da C'adeia-
Velha, n. 48.
DEV'ERES DOS II031ENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, em mcia encadernaso, a 500 rs.p
cada um: na livraiia 11. 6 e 8, da prasa n,
Independencia.
Chegucm freguezes a fazendas
baratas.
Pessas de cambraia com lislras decoros
com 8 varas, por 3,200 rs., corles de dita
comsalpicos a 2,800 rs., ditas de cassa pin-
tada com 5 varas a 1,000 rs., cassas de cor
oscura por 240 rs o covado, ditas pretas a
100 rs. o covado, ideal para babados o corti-
nados a 2,400 rs. a pessa, cortes de chita
om 12 covados a 1,800 o 1,920 rs
do Crespo n. ti.
Vende-se .1 mor parle de um grande
predio de tres andares, c soto com trapei-
ras, com diias frentes guarnecidas de varun-
das de ferro novas, e edificado moderna
com loda a solidez e porfeigo, cito na me-
ilior rua do bairro de S. Antonio desla cida-
de, o cujos rendimenlos produsem avullado
juro : os prelendeutes dirijam-se ao Corre-
lorOliveira.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambio de sicupira e bracos
da ferro : na fundicao da rua do
Brum ns. G, 8 e 10.
Vendem-se amarras de ferro: na ru
pa Senzalla nova n. 42.
Moinhos de vento
euiu bombas de ropuebo para regar hurtas
d baixas decapim : vendem-sona fundisflo
de Howman & Me. Callum, na rua do Urum
ns. 6. Se 10.
Vendem-se relogios de 011-
do canna, todas de ferro, de um modelos,- Clissesdos crimes por ordem syslhema-
construcsSo muito superior tica, com as peni correspondentes segnn lo
Taixas para engenho. a legislatura actual por Joaqun),Jos Caeta-
Na fundisflo de ferro da rua do Brum, no Percira eSouzt.
acaba-se de receberum completo sortlmcn- Tctica dasassemblas legislativas, por
to do taixas de 3a8 palmos de bocea, as Mr. Et Doumont, traduzido do francez,
quaes acham-se venda por preso com- por***
modo, e com promptidao embarcam-se, ou Comentario Critico a Lei da Boa RasSo,
carrogam-se em carros sem despezas ao' por Jos Horneo) Coreia Telles.
comprador. Vende-se na rua do Crespo, livra-
Arados de ferro. ra n- j 1
Na fundisSo da Aurora, em S. Amaro,' Diccionario gcral o grammatical dos dic-
vendem-se arados de Trro de diversos no-, conaros francez extrahido 6 compilado de
dlos. lodos os diccionarios antigos c modernos os
Batatas novas Irancezas. | mais celebios por Nanoleon Ladala em
Vendem-se gigos com 16 a 18 libras de! francez, oJircSo de 1847.
batatas novas e de superior qualidade a | Principios de direito mercantil e leis de
640 rs. : no caes da alfandega, defronte das < mariulia para uso da mocidade poitugueza
oscadiolias, armazem de Covoia & Dias destinada ao commercio, por Jos da Silva
l.isbo
Viiilio de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
O ~ Vende-se um grande sjtio no lu-
em Kalkmauu Irmflos HUa da Cruz, n. 10 ,q gar ,,0 Manguinho, que lica defronte <3>
AniiTO depOSltO dC eal O dos sitlos do Srs- Camciros,com q
** .* j grandecasa de vivenda, de quatro q
virgem.
Na rua dos Torres, armazem n.
12, ha muito superior Cal nova em
pedras chegada, ltimamente de
Lisboa.
Cal virgem em pedra
Chegada recntenteme de Lisboa, em anco-
ras muito bem accondicionadas, e por preso
commodo; no armaiom do Silva Barroca,
na rua do Trapicho 11. 19.
Casa tic coininissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerecc militas garantas
a seus donos 1 na rua da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Vendem-se velas decspermoccle, cm
caixas, de superior qualidade : em casa do
J. keller o; Couipanhia : na rua da Cruz nu-
mero 55.
Inda continua a vender-se barato.
Cortes do casemira preta por 5,000 rs., di-
tos de brim escuros de listras a 2,000 rs e
/.} agoas, grando senzalla, cocheira, m
g estribara, baixa decapim que sus- q
tonta 3 a 4 cavallos, grande cacim- q
p"' ba, com bomba e tanquo coberto 2?
^ para bauho bastantes arvoredos de v
fruclo : na rua do Collegion. 16, se
-
sem vicio e de boa conducta, um dito de 12 racha muito bons. a 280 reis ; ditos de es-, Ditos de setim preto sunarinr
annos, seispretos bons ganhadores e bons croto, a 280reis; luvasde pelica muito no-| vala, perior paragra-
para todo o servi{o, um dito de meia ida- vas, pira senhora, a 900 reis o par, ditas de Ditos de coress uperioroanan a 5'000
de, muito bom carreiro e mestre de assu- ditas oom enfeites, a 1,760 reis ; ditas de Ditos de garga preto para senhor. ,00
car por preso commodo, um pardo de20an- ditas prelas para homom, a 1,400 reis; di- Ditos de cambraia de linho hnii a a,00
nos, bom para pagem.duas pretas, urna das tus de algodflo, a 240 reis ; superiorese lin- finos. "oruiaos
quaes emgoma bem o cosinha, urna dita que das franjas do belotas para cortinados de Dito 8>UW
cosinba, lava e vende muito bom na rua, e cama, pelo barato preso de 3:900 res, a Ditos arrendados. S,00
urna Jita de meia Jado bem robusta: na rua peca de 15 varas ; meias Anas para senhora, Ditos de seda branca com barra d < 3'000
da Cacimba n. II, onde morou o finado vi- 3 reis o par, ditas brancas para homom, que servem para senhora .,
gario do Recife. a 140 reis ; e de cores, a 200 reis ; requlfes Ditos de seda branc com barra de enr
Oh que pechincha. deseda para enfeites de vestido a 160 res a superior fazenda para grvala o ...
. vr ; hiena Hnm ,la ....... I........._____ nu..j___j____ B'w. 2,50o
' 2,00o
?o ,,00
lo Crespn. 5, loja que volta par. o col- ^TEmiMteXTZIX* Ca-nbr.i.s delinhomui.o lin. que servo ,M
legio.
B Cambraiasdcscdamodernas.
A Na lujado sobrado amarellonos qua- 9
* tro santos da rua do Quelmado n. 29
ha para vender um grande sorlimcmo
pal de seda, de varias larguras, cujas amos- para peilos de camisa, vara
tras estflo patentes aos compradores, e pe- Pomeiras de filo linho.
lmenos preco; papois de agulhas france- Vcus de linho branco com floros 1
0

jNa loja peroambucana,
da rua do Crespo
n. ii.
3 penas, a 240 e 320 reis ; e de 2 folhas mui- driguas de Araujo Porto.e em Pedras d* r,i'
g, to finos, cabo de viado, a 800 reis; caixas go com Joiquim Antonio de Franca Ca
jr do colxetos, a 70 reis; ditas de colxetes mera.
.7-.!0.""_!!O_.'!'Au?! i0, d? Almoida
1,600 rs., dilos de castor 1,120 rs riseados rua da Aurora u, 62, segundo andar.
Je algoJflo a 180, c 200 rs., riscadinhos
francezes a 120 rs. o covado, o niuilas mais
cosinha e lava de sabio; c urna preta da co
la quitandeira, duas Jilas de nacflo de meia
ida la, o um lindo mulecotc do 20 annos do
idado, cosiiibciro, c dous ditos do 14 a 18
annos.
-- Vende-so a acreditada taberna da ru
da Florentina n. 30, com poucos fundos
milito afroguezada, para a trra, a qual v
do 12a 14 mil res diariamente, c com mu
toscomtnodos para familia ; o tatnbem se
dar inleressea urna pessoa capaz quequei-
ra turnar cunta della por balanco, enlian lo
com alguns fundos para a mesla, porque
odonoiemdc fazer urna viagom a Kuropa,
por isso, ve-se na uccossidado de a vender :
u tratar na mesma, a qualquer hora do di".
Vende-se um excellenle sitio em \ie-
beribe, pcrtcncenlo ao Padre Francisco Jos
do Lira ; a fallar no mesmo sitio, ou na
Bacalho imperial.
Vcn,e-so bacalho imperial vindo da No-
ruega em linas, o mclhor c de mais oxtrac-
c3o na Europa, preferido por maior pre^o
para meninas, a 2,000 reis ; novellosde li- Cipunga, sen Jo umi na travessa des los
ntia de marca a 20 ros; caixas de poz para do Mangninho, e outra ni estrada do Sr
dentes, a 100, e 140 res; pe?as do fita de Jacobina, perto do rio, ambas de pedra o
linho, a 40 reis ; magos de aljofres de va- cil: a tratar ni rui di Cideia des. Anta
ras cores a 500 reis ; botes de madrepe- nlo n. 18 loja de trastes,
rola, a 500 reis de agat, 200 reis ; e de l-
retroz,a
escovas finas
ga, armazem n.
esta se acabando.
o prego
Cordas para violo. |
Ven.lom-se cordas de tripa, par violSo c
s pretos bord0e,s Para ">8smo, por preco mais com-
a nar do modo do < ra do Collegio n. 1, loja de miudezas.
Aua do Crespo n. a3.
Cambraias pastoris. 'o covado!!!
C.hcgarflo pelo _ultimo navio vindo de fazendas baratissimas.
he commodo e evidro muilo linos, a 500 res e par de
brincos de dito, a 100 res ; e de rame, a
... 40 reis ; Ibesouras liuas, a 240 reis ; boldes
IVO aterro da loa-ynta, loja n. jeseaade varias cores, para omfeites de-
18, defronte do tribunal to palitos de meninas, a 120 reis i duzia ; da Vende-se panno preto, de superior qua-
commercio los de oiSO, para a frlurs. S,B,'Mt lid,de' a 2500 rs- covdo cl' l"g pi-
commercio 2M rels ? duz e dOUrados finos a 600 racoberta, a 160 rs. o covido; cimbraia
Vendem-se ricos cortes uc cassa reis; sctim amarello com pequeo toque aberla para mosquteiro com vira o meia
a 2,000 rs.,C chitas (le padres CS- de mofo.aCIOrciso covado; galOes.e es- de largura,a 640rs. a van.
< ^,uu a., k wi. H' piguillias, rondas, eallinetes de ferro para ,
euros e cores ixas a 19.0 e 1O0 rs. armadores, tuio muito barato.posji pouco nua a<> v respo n. 10.
( rosta para acabir. Vende-se fil lavrado, degostos modernos
lie Darasissimo. edo todas as cores, pelo baratissimo pre5o
bzendaipoc l.araUss.mo proco na rua do ,,rfl ncaBS c.ncamadures cortes de vostidosdol .... ,\azelUfs ""alissimas. vendo-se um torrenu na rua da Alegra d 6* ra.
Crespn.6. acmbram, muilo meoimnendadoi pelas ^'"rf^ T.-Z era ""ll10 bom loc,r- P""fJ>luli-
Dinheiro a Vista. pessoas que custumflo festejar o noscimento, ^. r,s-' '''., 'or S 2n nea, d ciantes e mBSmo Ururi : l,l,-M n' ,ua
Cissa chita muito larga c de bom gos- doMessias, com os interesantes, e bones- K^"a i23ata^aWaw^KV5 N?T* 63' 3- '*"" 1u,,('uer "or, do
lo, a 200 rs u cova lo. tosintrelimenlosdospresepes.odescrevens ["y?^.tlT^Ll.?ntirncS^ha '""
M ru. do Crespo, loja da esquina, que, luidas, o vanadas cores, bordados, e bicosi .s-'d "?-"* 'jS" Ss de c en f ###
volta para a Cadma, acaba de Chegar um sor de que su ornados, seria trela bem difl- ^S^^tm*$'mn dUos de ALCDAO1 PARA SAI V
Escravos fgidos.
-- Desippareceu no dii 23 do corrento pa-
las 10 horas do da, umcibrinhi de nomi
calca do bonilos p.drOes a 180 o 200 rs. o co- 9 t*W'%l I Z i Z S'bi'^ff? de "** Poco mais
dinheiro a usa, se vmica 200 rs. o covado- ven ente, diriginilo-se os prelendcntes
e outras mullas fazendas, por preso com-, rua doyueimadoloja n.39,com trozmil risj vadi c|la|es de iar|una de muilo bons gos-
em casa dellicardo lloyle, na rua
Cadeia n. 37.
I ou meoos,doHa ISa'nnoi.levouVit.e'c-
I miza de algodSo rise idos a mericano de lis-
Lencosi. quom o pegir, quoirt levir na rua di Cidoii
Lensos de cambraia'abertos, propriopara do Recife, n. 49, segundo andar, que sera
ilo azul de 1,800, 2,800, 3,600,4,500rs. scnlioras e meninos a 360 rs., ditos com bi- recompensado,
ado, dilo verdemuilo lino a 4,600 rs. o- coa roda o palmas as ponas a 400 e 440 Ao iminhecer dodia 8do correntemez
o, luvasde pelica enlejiadas para senil
:arida, entrada neste porto em 28
"Jo- i que receborao em troca um bello corte de losalon rji dit()Cl0S de ,aa
Deposito de cal virgem. vestido.. r<
Ctinha & Amorim, vendem b.urs com cal Na loja de Thiophilo Robert
em pedia, chayada ltimamente de Lisboa, nova n. IT.
2e..d0RecreD.50 SfSSSSaS^S3^JSt Pelospresos de 2*800.3,500,*.500,a,c.O.OOO
Vcndc-SC mullo supeiior cal di)i puniios liordados.manguilasde lilobor-l q -^ ^
de Lisboa, vinda pela barca Mar- dada, lil da UlonJo preto bordsdo muilo covadojco"sde7e7im'decores pVrVgVaVi-ls'.fdTlo^de^cambraia'de^T^ de oulubro, desippireceu do engenli'o-
*" '* Bl"-' Ml- i a 1,280 rs dilos de chita pretos para lutu,' a 400 rs.: na rua do Crespo n. 6. ruega, 111 freguezia da Escada, o prelo cri-
" muilo grandes e linos a 160 rs., dilos do co-i Vcndem-se chapeos de castor brancos oulo, do nomo Jos do Bomfim, de 60 annos
" rs. a du- do gosso moderno; na rua do Crespo n. 10 de idade, pouco mais ou menos, de boa es-
1 cores a loja. titura, cheio do corpo, com falta do denles
2,400 rs. a duzia, plalilhas de lislras '
libo o algodflo, muilo proprias para ca
e Clisas de escravos a 200 rs. o covado, ai^v- t
do a zui e branco, muilo proprio para rou- ruado Crespo n. II, jnenle o lugar di quebradura. Esta preto
pas de escravos e oulras muilus fazendas, >m vende-se sedas cscocezas de lindos ^ fugio no anno de 1817, e andou fgido 2
"r^tdl" tfaS'^WIsSS guraoueiouaascui-M, |...v.k^-"-- --, proprjas Lara negocio o para gaslo, por prc-'# padres a 600 rs., o covado. annos para as partes doserlflo, esendo iqui
vciL,de.s,.c,,n,cc,c. ta,yMr^^s-;r(:-^ir,:-i%S^,. .,,,;,;"
modo do que em qnalquer parto. n. 27 I tfil I MCal l O.
ilua do paseio publico n. 5, v a 1 f,lPia rln Rprifp ln_'.m.ulherJa com tUnA no da da fuga
na antiga fabnca de cb.oos de sol vende-se ~ Vendc-sc m carro de qua- ua l a'Je,a (, "'. lo" o, encontrado no c.minho do recife, e Uel-
j'jadc ( unha r?c Amorim n. 50, re- le se teve noticias it aos Afogidos: quen
do mez prximo passado, he a
mais nova c moderna que ha no
mercado, por prero commodo : 11a
ra, ditas para hiimein, chapeos de pallia c
feitodos para montara, dilo emfeitado pa
ra menino, ricos cha,
mem e senhora, lilas de seda lizas c lavra
las de todas as larguras, cspartilhos de 11-
' ,. m ,.r. h < BOn'tOl padroes a 3 e 4,000 1
a2e.ilP.,rr..: i... dito, de L. com barra do c,
. /.* _____._ J. itiu nara senhora, arinadas de flores de la-
rua do V.gario 11. 9 armazem da '^ ara nojva; fn1i prctas e de cores,
Carneiro ik Uamos.
sedalavrada para vlstldo, sitim lizo, gur-
H Vcndem-se caixas de esper- t
tfS mcete: em casa de liicardo
itoylc, rua da Cadeia Velha,
r-; n 3t. O
......---I? ;----^ ;-i;;;--.- -irr
Vende-se cora amarolla, de supcnor
qualidade e por preso commodo : na rua d
l.ivramonto n. 27.
N'ovos gostos !
Na rua do Crespo n. i4. loja de
Jos Francisco Dias,
vcndem-se (ni>simas cassas francozas de ri-
|uissimcs guslos e noves padics pelo ba-
s do h- 0.*9wm999v9tmQ ^"le; lam d0,bi' d0 I ">"':
amisss m Nalni^iwvin.iihu-ana da de uala ,stuls 1U0 tCe! "M,m como Per"
>,llgO-lS lloi, P""a'bi>Cnna (la ^ na direita foi quebrada e mostra visivel-
:*. ruado Crespo n. 11, q mente r '
! *. vende-se sodas cscocezas de lindos ^ fugio n(
' > padres a 600 rs., o cova Jo. annos p
to barato: no armatm de fazendas' 9f f S- CM"d. com mulher ainda viva, euou no
eia & Leite, na rua do Queimado ., *l,-. senSo, vindo preso da comarca de Oin-
iiliiius, deixou nosertao aquella intitulada
chapeos do sol lano de panno camdese- tro rodas, inulto leve, para um ou
daparahomomesenhoras, rhennoai me- (]ous cava||0S! na cocheira do Mi-
ninas do cscolajcobro-se qualquer armasflo.
dcchapeusdesol.laiitodosodacomodcpa- guel Sotigei, no aterro da bou
niiihn conccrla-se estes objectos com muila Vista.
rrlifii-so neln iilliino navio rlp Pprehender e levar a seu senhor, o com-
(CIJCU-SC pelo ultimo nav o ae mandante superior ManoelThomd Se Jess,
tranca, Lonte uoger, seroulas de proprietario do dtoongenho, recebar de
gratilicasao a quintil de 50,000 rs.
promidflo c brevidade.
Novo deposito deca
virgem.
Rua da Cruz 11. a3.
A este deposito acaba de chegar pela bar-
ca Hargsrida, vinda ltimamente do Lis
A 200 rs., o par
Na rua do Queimado, segunda loja n. 18,
meia com pe brancas, pretas e
encarnadas, he o mclhor que tem
vindo neste genero, e vende-se
vendem-se luvas do lio da escocia, com pe-J r,nj. haratissimo preco.
queno toque do mofo, a 200 rs. o par. j' ., 7. ,
Vendem-sc dois escravos' T No caes da Alfandega. .a
escravos
crioulos, de mui linda figura 'deemuitosAs ,a 160rs.a resiea e a 800 rs.
Vcndem-se scbollas de superior qualida-
n.li) preso de 700 rs. a vara, corle de Cam- boa, barris cun cal cm pedra, propria para sem vicios, nem achaques, sendo o cento.
braia liza fazenda muilolna 2,240 rs., ocor-'., fjhrico doassucir, c que so recommenla nrtrrinln ilp i !, annnu nml Na rua do Vigario 11. 10,
te f melade de seu valor ditas com salp-'aos Srs. de engenho, nflo s por sor muito "". "La""" t anuos, *."i dar, vende-so cal virgem dol.i
cus a 640 rs, vara, corte de cambraia | huvi, como por se vender mais baralo
piulado de cor,de gostos modernos 2,200 re, que em out;a qualquer parle. o SCrvico de Ulna C8S8 e 11
cmle, superiores chilas francezas cores Vcndem-se duas mobilias novasde ja- 1* '
do habilidades c propria para
m mo-
muloiixascde novos padrec a 210 c 360 jcaranda, obra muito boa e bem feitas, as leque da mesma idade, potlCO mais
rs., o covado, ditaseslreilas cores do vinho quaes se vendem muito em conla, para li- 0U menos : na rua da Cadeia (lo
o do caffe c de ganga a 200 rs., o covado. q.iidasflo de coulus : no aterro da Boa-Vista, ,, _
Fill de linho branco e de cor propria pas junio a cocheira n.21. nairio Ue 3. Antonio n. 2J, Se-
mosqueteiro 6i0rs,avara,linns Iraiisadosc ; Vende-so muilo bom mol do assucar gundoandar.
curo c cor de ganga com listas miudiiihase i refinado a 200 rs. a caada de 8 gairafis: a
canaJa de 8
1.000 rs.. o corle, assim como oulras mu- j na rua da Concordia n. 8.
rs.
tas fazendas por baratos presos.
Caohcs para Botas.
Vende-se bozerro de lustro branco o ama-
rello para canhes do botas muila superior
chegado ltimamente de I/ranga, por preso
muito commodo, na rua !\ova loja de selei-
ro n. 5.
Vcndem-se duas carrosas promplas c
proprias para o s^rviso da alfandega, por
preso commodo : na rua do Caluca dos Afo-
gados, venda de Joflo llespanhol.
-- Vende-se por preco coinmo-
dos, farinhade rtlendioca de Sania
Catharina emsaccas grandes, lumo
cm lolha para charutos : no ar-
mazem de Francisco Dias
reir no caes da Allandega, ou
atralarcom Sovaes & Companhia
na rua du Trapiche n. 34.
Baratciro do Recic.
Ouem duvidar, ouso(|ueira sortir loja-
Caltini-as de norcelana. Na rua do Queimado, segunda loja n. 18 ,
malungas U(. porcelana. vendem-se ricos lentos de sarja, para gra-
Vendem-se calungas de porcelana para Vala,azul, verde, amarello, cOr derozae
encarnado, a 1,800 rs.
Para quem gosla.
O caf francez da rua novarcebeo pelo
Conle-llogcr um completo sortimento de
concervas, como sejam Cbampinom, arti-
cliauU.choux lleurs, saucisses trulTc, carot-
Icndis para fesla, enxa a algibeira do sedu- C
zas e venhio a rua da Cadeia do Recife n. *J
50aue' enconlrarilo variedado do fazendas <
bem chitas
50, que enco
por preso I arati>simo, como
boas pan 110,160, e 180 rs. o covado, c
ditas de ramagem para cobertas a 200 rs. :
coi tos de cassa padres novos com 7 varas
por2,240 rs.; lensos de cambraia decores
para oiflo a 240 rs.; challes de seda novosm
8 000 rs. ; cortedo coleto a viludido a 1,000
rs.; ditosdefustfloa500rs. brins finos de
quadrinhos a 280 rs., o covado; cortes de
casimira para 4,000, 5,000, e 5,500 rs.; pi-
n mesclado para palilz a 6,000 rs:, o corto
de 3 covados; ptimo para o vero por ser
auitoleve, bramante de duas larguras, joli
nara frescos, lensos por 1,200 rs., avara ;
madapoles bons para 2,560, 3,200, 3,520, e
3 810 rs., a pes; e para outros mullos
i-recos: assim como oulras muitas fazen-
das que a troco de dinheiro se vendem por
presos baratos; e esta loja tem seu arma-
zem de fazendas em atacado, o so vende
roeprata, patente inglez: na rua qualquer Kf*> I' l'^o de primeira
da Senzalla Nova n. 4a. Memoria Histrica acerca da poifidi e
UoeuduH mperiore*. tr-isoeira amisade Inglesa, por k. d S. c
Na fundisflo de C. Starr & Companhia,1 Compendios de portuguez latim Trancez e
em S.-Amaro, acbm-se 1 venda moendas inglez. '
enfeites de mesa, por preso mais commodo
do que cm outra qualquer parte : na rua do
Collegio n. I, loja de miudezas.
Vende-se urna escrava, parda, de 30
anuos de dade, perita cosinheira ccngoui-
madeira : na rua da I'raia n. 43.
Capachos pintados.
Vendem-se capachos piulados, compridos tes-aujuz, revs accommod, perdrix dout-
c redondos por preso mais commodo do aux-chaux, allueles, becasses, becassine?,
quoom outra qualquer parle: na rua do,aspergos, Iruffez purs, pal caille trulTe,
Collegio n. 1, loja ue miudczis. d"to embierro, dito hurc do porc, dito plu-
(',;, nara msliipau vier,dito de vciu, dito Je oi doreslrubourg
Uaixas para costuras. 9,ucsse deaubeesem Ib, moutard, potites
Vendom-se caixas para costura com espe- poeis,poiiites d'asperges.oscillea, copea, ju-
,. Iho, por preso mais commodo do que em ,ellnP| sarJinhas, frutas cm cognhaque,
"I outra qualquer parte: na rua do Collegio mantejga bomcupatica ; vinho da madeira,
" deS. Juliflo dilo meduc, muscatel, de cette.
-- Vcnlc-seum muito bonito mulalinho branco, floissillon.abiinlhe bom e mais ba-
ile 3 anuos, pouco mais ou menos, propno ra|0 ue cm [r|e s|UBWj marrasquino, a-
para se educir,, porJ^000,^',^,?",01.**. zcitcdoce.eognhsquoinuiloboin.em garrafa
c barris, Kirsche francez, dito suisso, vor-
mouth, vinagre francez em garrafas e ca-
nadis, muito bom e om conta, concervas
inglezes, ceryeja Jo diversas qualidades, e
variailo sortimento de charutos da Baha,
xaropes de diversas qualidides: tudo ven-
de-se por muilo menos de que venda a
franceza: e'loJos os dias das duas horas cm
diante o bom caf.
vende para fazer divises de parlillias : a
lalar na rua lar;a do llozario, loja n. 35.
Na loja pernambucana,
da rua do Crespo *
n. II.
Vende-se merino preto lino, cova- j
.loa 400 e 500rs.
lie para ac.ibar-se.
Vende-se esteiras muilo grandes e dobra-
das ptimas para se ter em umasalla, poden-
do servir di cama para 4 ou 5 pessoas, as-
sim como sapitos de duraque preto para se-
nhora, a 000 rs., ao par : na rua do Livra-
menlon. 11.
Familia de mandioca.
No armazem de Antonio Annes Jacomo
Pires no caes d'Alfandcga vende-so farinha
de mandioca em sacas, sendo do ptima
qualidade, o por preso o mais commodo do
itcjado.
Vende-sc leite liquido, do melhorquo
hi nesta cidide, i 60 rs. i meddi, e em por-
Sflo de mais de girrafa a 50 rs., das 6 horas
e meis al as 8 : na rua di Assumpsflo nu-
mero 36.
Vdnde-se om bonito muleque de 18
anuos dedpie,! perreito ollicial de alftite,
Francisco Antonio Simoes, eslabe-
lecido com loja de miudezas,
na rua do Cubug n. ia, con-
fronte a rua das Larangeiras,
tendo de liquidar o mesmo esta-
belcciincnto por estes dias, de-
libcrou vender as fazendas por
menos ainda do quanto lhecus-
taram :
comosejam: papel de pezo, a 1800 reis a
resms; pentes de bileia pira alizar, a
210 e 320 reis; e de marflm a 320 reis, car-
tas de penms d'aco, a 80 reis ; buies de
tinta iogleza, a 1200 reis a duzia ; linha do
peso, a 1,000 reis o miso ; relroz mulla fino
o de todas is cores, s 100 reis a oitava ; os
tojos de navelhsa muito linas,a 720 reis;
pinceis de dita 160 reis; suspensorios de bur
primcir > lll-
sboa, chega-
todo da ulli mmenle, a 4,500 rs a barrica, o mer
curio doce em latas de I c 2 libras.
Vende-se tuna taver-
na, na praca da Boa Vis-
ta, n. 10: a tratar na
mesma.
liedes de gosto ; na rua estreita
do llozario n. 43
Confeitaria, existe algumas redes do gosto
para serem vondidas por preso commodo,
alim de que a rapasiada possa gozar as fres-
curas da fesla na margem do Cnpibaribe.
i^" Mariiiolada peitoral na na es-
treita do llozario ii, 43.
Avisa-se a rapasiada, que este bello regalo
(orna-se recoiimemlavel a saude, muito
principalmente aquelles, que sJo debis em
sua conslrucsao. O precinho ho 1,280 rs. a
lata.
Vende-se huma carrosa com hum ca-
vallo, proprio para trabalhar na mesma: no
buharda Croz de Almas,
v ^*^^^^^^^^r#j#j^
? Na rua do Rangol n. 42 vendem- <
(j- se lindos bicos o rendas, feitosno 4
t paiz, de todas as larguras e paralo- %
? dos os pannos; o mimoso dos dse- 4
? nhos, e a dtlicadcza dos tecidos os
? tornam rivacs das rendas tilo afama- 4
$| das de AlenQon os presos sflo mui- A
0 tissimos acommo lados. '
S*i** f ?# ssm i&
Vendom-se saccas com mlho, a 2,500
rs. : na rua da Cadeia de S. Antonio n. 15
Vendem-se saccas de boa farinha, com
um alqueirc, por barato preso : na rua da
Cadeia de Santo Antonio, n. 15.
PECHINCHA.
Sipatosdo marroquim de viriis cores
para senhora, pelo diminuto preso de 600
reis o par : na rui da Penhi, loja n. 23.
Lensos baratos da loja n, 2 ni rua No
a dinheiro a vista.
1 Lenso dosedi pira griviti de cor.
Dito prelo.
Dito Algibeira.de cor.
Dito
Dilo Pescosodescnbon.
Dito
Dito de seda escocezi para meninas 2,000
. Dito Para sonhora. 4,000
Dito de fil do Moho 3 ponas.
Dito 4 ponas.
Dito 4, linos.
Ditos do cassa para grvala.
Dilos barr bn.ici.
Ditos barra de cor.
Ditos para meninas.
lutos de cambraia de linho l| 1/500
2,000
1,000
1,500
1,000
1,000
1,500
1,000
3,000
4,000
320
400
500
240
2,000
Da-se 8o,ooo.
A quem trouxer na praca da Indepedencia
n. 17, a preti Marta Joaquina, de idade de
30 a 40 annos, de nasSo congo, baixa, gor-
da, cor retinta, bexigosa, seio grande, tem
um signal de carne sobre o beiso superior,
e he bsstante ardilosa ; j foi esenva de
engenho. o ltimamente ora quitandeira de
miudezas, desconfi-sa que inde para ii
partes do sul, por estar tcostumada a indar
poi l vendendo, comumi crioula de nome
Felicldade, dequem foi escravt, e consli
ter sida vista, na povoasSo de S. Amaro Ji-
buat.lo : esta preta fugio no dii 11 de abril
de 1850.
~ Desappareceu na tarde do dia 13 do cr-
rante um escravo por nome Joiquim tem os
signaos soguntes : boa estatura, represeotl
ter 35 annos de idade, falla deiembarasidi,
pos grandos, tem lodos os dentes da frente,
nariz chato, quando anda eslillas juntas dos
joelhos, levou camisa do algodosioho brin-
co, cilsa do dito azul, este oscravo foi do
malo: quem o pegar love-o a typograpbii
mpircial a fallar com a viuva Roma que se-
r recompensado.
-- Desappireceu no dia domingo, 12do
corrente, um prelo que representa ter 45 a
50 annos de idade, de nacSo cagange, haixo,
cheio do corpo, sem dcfeUo algum no corpo,
levou vestido, caiga de casemira azul clara
dcquadroiej velha, coleto de setim preto
velho, jaquela de brim pardo,camisa de ma-
dapoln, chapeo de seda preto ; presume-sa
que anda pelos arrebildes desti eidide, pois
apezir de ser do sertSo nSo sejulga que le-
nha voltado : roga-se portento as autorida-
des policiaes e capiies decampo, a cipluri
do mesmo, levando-o a rua do Vigario n. II,
terceiro andar, que so recompensar.
__Desappareceu o escravo cri-
oulo de nome Roberto, de estatura
regular, magro, picado de bexigas,
pes grandes, ltimamente era ca-
nociro no porto da rua Nova, fil-
ia muito ciaro, he muito regrisla ,
costuma as vezes inculcar-se por
um crioulo forro do serian : quem
o pegar leve-o a rua da Cadeia do
Recife, n. 5o, que ser bem recom-
pensado. Este escravo foi do fales-
cido tenente coronel Jos Rodri-
gues de Senna, senhor dos enge-
nho Frexeiras, Bello Monte, e
Aripibu.
Desappareceu no dia 13 do correte,
urna prcti di costa do nomo Anna Bita,
moca, baixa do corpo, cor fula, sobre olno>
carnudos que parecem incitados, levou pino
da costa, e ilgumi roupa uzida, tem ca-
lombos as costas, signaes da sui tern,
gosla muito do andar pelos sitios prximo
da cidade do Itecifo : quem a conJuzr leve-i
i rua da Senzalla Nova, n. 4, que sera re-
compensado'.
vTyi'.w MT.nr F\i


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