Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05153


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anno XXVII
Ter^a-'eira 21
de Oulubrode 1851.
N. 238.
DIARIO M m PERMMBim
migo da DBOBiFqilo.
P.oimmq Aduktido.
Por trimestre...........
por semestre........
" '" P.O DENIIO DOTlBIH.
fui
'""'llBOWI"').
16 deSelbr. iMinas... 15 de
uVrVnbSo 20 de dito S. Paulo. 3 de
,",.".. 2 de dito. 'R. de J.. 3o de
p",hb.. i3ncOolub.;Bahla... 7 de
rara.
4/000
8/000
15/000
4/500
Selbr.
dito,
dito
Outub.
BIASDA 8IMN4.
Seg. S. Jo5o CaDcio ;
ferj. S. rsula.
Quart. S. -M.iti.i Sa-
lom.
Quint. S. Joao L'a-
pislrano.
Sen, S. Rafael.
Sab. S. tTlspim.
Pom. S. Evaristo l>.
AUDI INC I A*.
Julio de Orphoi
e5. s 10 horas.
I. tiara do civel.
c. ao meio-dia.
Fazenda.
e 6. ai 10 horas.
2- tara do civil.
c sbados ao nielo-
Hrlaco.
Tercas e sabido*.
IKDU1IBII.
Creicente 2, aoi 10 minutes da man.
Chela a 10, as 4 horas c 13 minutos da m.
Mingoante 17, as 9 horas'c 53 minutos da t.
Nova 2*, aos 50 minutos da tarde.
PBEAMA B DI HOJJC #
Prlmeira s 2 horas c 6 minutos da tarde.
Segundaos 2horas e 30 minutos da manhia.
FtnTIDM DOS C'OBBIIOI.
Coianna c Parahlba, s ffgunda e scxlaa-
l'riras .
Rio-Crande-do-Norte, todas as qulnlas-felras
ao ineio dia.
Garanbuns c Bonito, 8 c 23.
lina-Vista, e Flores, 13 e 28.
Victoria, s qulntas-felras.
Olinda, todos os dias.
NOTICIA SITOANOCIBAf.
Portugal.
Ilespanba.
Franca ...
Blgica...
llalla.....
Alemanlia.
Prussia ...
Dinamarca
Russia...
Turqua..
Austria.. 31 de Agosto
Sulssa____3 de Setbr.
Suecla... 28 de Agosto
Inglaterra 8 de Setbr.
K.-Unidoi 25 de Agosto
Meiico... 2 de dito,
California 18 de Julho
Chili. 28 de Abril.
Huenos-A. 2 de Setb.
Montevideo 6de dito.
CAMBIOS DE 2i i BZ r TUJIRO.
Sobre Londres, a 20 d. p. lfOOO rs. Firme.
Parts, 331 por fr.
- Lisboa, sem transacedes.
BM,
Ouro.Onjas bespanholas...* a 28/bOO
Hocdas de lijlnn vclbas. 16/000 a lili211"
> de 6H00 novas. lbyOOO a 10/JO"
de4/C0....... 9/BO0 a 9/100
Prata.Patacdes brasileiros.. 1*920 a 1/920
Pesos columnarlos... 1/920 a 1/rjn
Ditos indcanos..... 1/750 a l/7'l
PARTE OFFICIAL.
Conimando das armas.
au-
D'ordem doSr. marcchal de campo comma
.tedas armas desla provincia, sao peloprc-
nte chamados ao quartcl general Manoel
p,.nclsco deSouia, Antonio Xavier Sobrelra
A.Mello. Joio Manoel Marlins Cardoso, Joa
LbM de Lima, e Juvenclo Alve. Rlbeiro,
nue requercram servir no ejercito nos termos
do decreto e rcgulameoto de l8de novembro
de 1818 e aviso de 30 de outubro do anno pas-
udo, este para o fim de se Ihe arbitrar o pre-
mio respecvo, c aquclles para serein inspec-
cionados de saude, de conformldade com at
disposifoes era vigor.
Candido fcral rurmra,
Ajumante de ordens encarregado do detalhe.
REPBLICA. FllANCEZA.
ASSBMBLEA NACIONAL LEGISLATIVA.
OiseHHo dai proposlai relativas ii rindo
da eoiutitMi'ea'o.
SBSSA0" em 1<> de iulHO de 1851-
(Conliauarao' don. 226.)
V Sr. PrfritttnM : Mr. Rerryer lera a pala-
"lr. ffrroer ;- ( profundo silencio. ) Nio
.eoho apretencSo'de responder ..ludoo que
mu disse lano hojecomo na se.saoid'houtera
nTrador que acaba de de.cer da tribuna nao
me aludan, nen. as minhas forjas phys cas
ero as ficuldadcs de mlnha inlelligcnc a ;
notcm abracando com urna vista de olhos
r/um resumo rpido para mlnl.a inlelligencia,
toda cssa grande digressio sobre todas as ques-
les com que a humanldadc se pode oceupar,
vejo una grande, urna violenta aecusajao, no
fundo das cousas, contra todo o paisado. se
ligarniosacada parle d'essc discurso a Impor-
tancia que elle merece, se pezarmos bem agr-
vidade das quesldes que agitou. o alcance das
cinofdes que pode fazer nascer nos eipirilos c
nos coraedes dos liomens, aos quacs chegar, he
evidente que esla grande civillsacao francesa,
que dura, ha tantos sceulos, que lano Un
contribuido para a gloria do espirito humano
nao lerla sido mais do que uini luta conlinu:
perpetua contra os principios naluraes, coniri
os direitos eternos, contra os dlrcito funda-
menes de toda a sociedade humana ; lyrania
cega, implacavel, tyrannia contra as gnndes
inassas d'um povo, he essa a historia do passado
da Franca! { Applausos dirella )
Permltta-me Mr. Miguel ( de Bourgcs ) que
das difterentcs partes de seu discurso s loque
n'aquelles pontos que, segundo o met parecer
referem-se maif direcUmente grande ques
lio que be subroettlda deliberaco da assem
bla.
Eu bem sel e nao poderia eiquccer que a as
sembles legislativa nao tem o dirclto de deter
minar nem proclamar as mudancas i|uc podem
ou devera fazcr-ic as inslituites polticas
que dos rege ni actualmente. A assemblca.nao
tem mais que emltli um voto, e devo diter,
desde j, que parte eu c meus amigos toma-
mos na preparacio d'esse debate ; nem mesmo
pedimos que csse voto de revisio fosse emiti-
do ; de nossas maus nao parti proposta algu-
na de revisao para collocar-sc sobre a meza;
porcm quando resoou esta palavra, quando se
lallou d'ella, porventura podamos dcsconhe-
cer que aquelles que pediain a revisao salisla-
.j.iiii a nni aenlimenlo, que a naofixar-sc os
oilios lus, se va dominar no pais ? Poda-
mos por acaso dcsconhecer que ha una neces-
sidade, que ha um desejo de raudanea que esta
revisao he chamada verdaderamente a salisfa-
zcr? Eu nao me delenho era pelifcs solllci-
tadas d'um modo mais ou menos regular ou
Irregular, digo que perantc o paiz, que ero
presenja e eui lcmbranja das luttas que nos
dividem, que nos agilam, ha Ircz anuos, he
impossivcl desconhecer que o pedido d'uuia
revisao he a resposta a urna necessidade mais
ou menos esclarecida, mas a urna necessidade
nianifcsta ao paii. E de certo essa manifesta-
cio era respcitavcl a nossos olhos, pnis que
OT membros da assemblca baviam assigoado a
proposico.
O que deviamos fater, e o que temos fejto!
Nos que estamos profundamente convenci-
dos nao s dos vicios como das pcrlgos das ins-
titulces actuaes ; ns que todo o mundo sabe
que sumos sinceramente, firmemente alfeicoa1
dos a principios inteiraiuentc contrarios, quan
do a revisao era pedida, poderiamos por ven-
tura del xa r de acudir a essa apprllo? Pode-
riamos por acaso deiiar de Idherir a elle ?
Oque seria fcito da honra, da lealdade, da
cincerldade dos realistas, se quando se pedia
quejo pali fosse chamado a rever constitui-
do republicana, se recusassem a esie a pello >
( Apoiados em alguna bancos da dlreita).
Slm, pedimos a revisao ; nao foi somonte pa
ra satisfaser aopinides polticas que nos per-
lencero ; uem foi para salisfaier as nossas ideas
aobre o mclhor futuro do paii; mullo menos
anda para satisfacer afleicoes, inslluctos ou
vistas de partido, peco-vos que assiin o acredi
teis ; porem foi porque lanzamos urna vista
d'olhos sobre a sltuaco presente da tranca.
Dous perigos immcnsos nos parecem araearar
o paii.
Senhores, ha Ire annos que vimos homens
arrastadospelaundadossuccessos sobre as rul
as nao s dos governos como das lela, accla-
inar a repblica como um dique levantado
pressa a lint de obstar a torrente da anarchia.
Nao repetidnos o projecto d'essa repblica ,
nao reclamamos contra esses esforcos que e-
ram tentados n'um momento de perigo, contra
cssa declaraco, de que se lancava ino, d'uraa
forma de governo instantnea, inesperada, Im-
prevista a Tiro de obstar a que opai fosse abs-
mado na confuso. Nem mesmo protestamos
unimo-uos sob todas as formas ecom lodosos
homens que mostraram a resolucao de impe-
dir que o paii fosse arrebatado pela tempes-
tade. Prestamos o nosso auxilio constante e
lealmcnte ; mas nao podemos deixar de reco-
nliecer qne n'esse laborioso csl'orcu de 3anuos,
a reunio de todas aa forjas conservadoras nao
tem sido demasiadamente poderosa ; uo pode-
mos deixar de reconhecer que ha 3 annos, ve.
nos-nos na necessidade de estar comas mHos
a obra, todos os dias e lodas as horas. E alera
d'isso qual he o perigo em face do qual nos a-
chamos ?
E que a constituifo mesmo, quando essa
vigilancia constante, quando esse trabalho de
cada da be lao nccessarlo concervaciio do
pais, a coniciiuicfin mesmo marcou um
iiomcnlo que se approxima, que est
dlante de no ao qual locamos ondeao
mesmo lempo todos as poderes pbli-
cos, tuda o que existe d'csses preservativos
onitKuidos sbita c Instantneamente em
1848, ludo lssovae ser posto era questo, tuda
is.o vas ser inspenso, tudo isso vae parar ; a
tl'S ? Poi" exccutivo, lodos os nodo-
a".. ."Wd0 ; e C5U fo"eotc culo trasbor-
damento.cierne, nao encontrar era tua prc-
e. c nC,neu U,ortd"*. Pdere. v.cilian-
i f t 2i -'""' e um 'mervallo ainda eu -
d.\eraTccedcre ^ **' "d"" '- '-
Digo que ha nlsin um perigo e a Franca est
prcoecupada do mesmo pen.amcnto ; V es
nao he o nico perlga, elle faz nascer um ou-
tro que nao he menor aos meus olhos.
Slm, nos todos o temos ouvldo dlzer, por to-
da a parte, por todas as bocas em todas as
quesldes, em todos os negocios, em todos as
relacoes da vida, que sobre todos os pontos do
territorio, recela-se teme-se, a crlse que os
meamos termos da contituico preparara para
1862, Eu nio quero, e Dos me llvre de Insul-
tar ou orlcnder a mlnha patria. Porem em face
d'um grande perigo, ella ebegou infeliiincntc
a esse estado moral que me fa recelar que se
perca ealranharaentc na escolha do aoccorro,
do recurso que procurar para obstar ao perigo.
Nao nao cu nio aecuso o carcter de meus
concidados ; porem quem se hade admirar
de que depoia de sessenta annos de revolu(cs
successivas, quando todos os syslemas, todas
as opimo,-., todas as formas de governo tem
sido urna por urna experimentadas, estableci-
das c vencidas, quando todas as convicjfles
urna por urna tem sido inquietadas c despeda-
cadas, quando todas'as illuscs dos homens os
mais generosos cabirain diante da potencia ex-
clusiva dos factos, quem se hade admirar de
que a forca moral, que a f poltica, que o icio
esclarecido e ardcnle dos uegocios pblicos nao
auincm mala os corafScs, que exista a-indlae-
renfa u'essc povo d'cste modo Iraballiado, que
hala preoecupacoes pessoaes, lndlviduaes, ego-
stas que, doinluam ludo nellc, c que nao me
convenha mala aspirar a grandes co",";''0.rc'"
descanco de alguins das,
docnte, aquem se
pedir somente u
nedir nue o tratera
mostra/ bom parecer sera curar a molestia
c que Ihe bastam para cssa bemaventuranca,
olguus momento! de repoma ; quem pode ad-
mlrar-sc que n'esla ruina de scnliincntos ge-
neroso, ardentes, apaixonados, pblicos, poli-
ticos haja esta fraquexa ? I E no sou injus-
to, quando mustio que terriveis luccessos po-
dero alterar d'esse modo o generoso c cora-
joso carcter francei. (Applausos a direiti.)
Ora bem, que poder succeder no paii ? Que ule i,SJ( Pravos
elle faca o que lLe f.ir mais commodo, o que jdo da sita. ,..,..
formis fcil, o que apresentar a iraicao em Vossos amigos, Thourct, Mailly c Chapclicr
apparencia a menus agitada, amenos violenta, | c tantos nutras que poderla citar, que lunda-
a que ameacar menos cominocaes profunda! ; \ rain as insiiuiiccs de 1789, caliiram sobre os
que elle lome o que eilsle, que elle o continu cadal lisos da repblica, f "ravo! Bravo!;
por um tempo mal! ou menos longo : porem UfU voz admita: bLiiis IB!
.1/. llcrrycr : All! a dislancia he iiniueiisi
entre vs c 178v, scus principios, suas grandes
reformas que revciidic-imos para o nosso pau,
que saberemos sustentar,' s quacs empenha-
lastraao-o tanto quanto o laslimais ( Applausos
prolongados.) Conhcco bem a esse povo, elle
nio ceder a cicitaces funestas; elle rccolhc-
r suas lembrancas (c as tem bem recentes),
elle interrogar as Icmbrancas de scus pais;.
contar as desgracas os soilVimcntns, os erros,
c as vergonhas porque passou quando o gover.
naveli, quando elle obedeceu a vot d'csses li-
llios daduvida que pretenden! ser a propria ra-
zio!... (Vivos apoiados nos bancos da tnaio-
ria.=Applausos repetidos e prolongadas )
E nos, ns, meus amigas, ni/ seria verdade
se se dissesse que arraslados tambera Incvila-
vclinentc sob o jugo Imperioso d'csses princi-
pios c de suai coiisequeucias, contra nossa
vontade, sem o querer, sen o saber, seriamos
similhantesa vos... fc porque? Porque nao
somos insensatos! porque rcconhccemos a obra
dos lempos, os progressos, as .mudancas, a
modillones inevilavcls d'uma sociedad; que
iv ni i, que se desenvlve pela sua industria,
pelos seus trabalbos, pelas suas riquesa!, por
la indiligencia ; porque rcconbcceinoi estas
transformacoes da sociedade, porque rcvendi-
caraos as grandes reformas de 1789, porque,
depois de 14 seculos, queremos e reclamamos
as lnslllul;6es polticas, as liberdades publicas,
cujo principio foi cntao consagrado. Somos
arranados, dUcis vs; a nionarchla he incom-
pativelcom esses principios; mis somos repu-
blicanos, poisque s a repblica pode rcalitar
todos,estes progressos.
Ah! que li-iuir iui-.i tendes pois de uint his-
toria bem reccotc, c que orgulho vos auimaa
vir coufuudir estes anuos que amontaos, que
abracacs em um mesmo pcnsaiuento, como em
una t-specie de laco de cousequeocias naturacs
a repblicac 1889! A repblica destruioosprin-
cilos das lustltulcoel de 1189: A repblica dc-
golou os mais nobres fundadores da liberdade
applausos dircila c no fuu-
desiiracas que resullaram della pesarao por porem peco a verdade toda inteira; nao esque-
espaco de 2') annos sobre a afio francea I {ais que no dia em que se proclama a liiierua-
Nio quero aprnvcilar-me de terdes durado de em Franca, no dia em quese annuncia uina
inulto pouco, nao vos aproveiteis portanto de liberdade de msis e cana de 1814 depois das
que tciiharaos durado inuito. (A' dirclta bravos conslituicocs do imperio era urna grande notl-
c applausos.) c'a de liberdade; que n'utu dia era que era
Para voltar j epocha deque fallis, direl que Franca se annuncia mais urna liberdade, ha
a restauraco, pois que he preciso que eu pro- homens de liecnca que a iuvadeiu no mesmo
nuocie seu nomc, a rcalesa, a realcsa hcrcdila- instante.
ria, a soberana publica de Franca, a soberana Trava-sc urna luta, hcpieciso que se appre-
nacioual transinitlida segundo aordcindalcl sent defesa ; a liberdade querida, desojada,
fundamental, no espaco de tempo que percor- reennhecida, toina-se pengosa ; inreliimentc
reu, le pelo povo. nao por mclo de iheortas he preciso que ella seja protegida, c vus o vis-
va^as, mas sim por factos, por sabias lels, o les era nossos das uo lempo da repblica. Eu
que bata a faier, o que s resolver lodos os bem sci que podis dlier que se faicinlcis para
problemas philosophicos que podis lanjar em a dictadura, para a dictadura da um m. po-
pasto a cspirilus qu* "- no comnrcliendem: rm emlitn sob a renublica mesmo, te
os uo comprcliendem
ella fea cora factos o que lodas hs vossas llieo-
rias juntas jamis farad! ella inspirou a cou-
liancH, reslabclrccu a pai, le renascer o traba-
lho ; c d'ahi sahio urna prosperidade sem igual.
Desde o da em qtre ella foi alliviada da lardo
passado, do fardo das guerras, das desgracas
de que a aecusavatn, como re ella livesse ido
buscar a guerra ao longe, isso pnucoImporta,
desde o dia em que ella fe csse pacto de 181S,
no quat assuinia a rcsponsabilldade de todo o
passado c pagava todas as dividas dus gover-
nos anteriores, cmnprava a vid iria da Kuropa,
vicloriusa um da; desde esse momeuto de
1818, descnvolveii-se do auno para auno, una
luecinlim querendo evitar os abaloi, a gucr
ra civil, a anarchia que sempre o inquietara,
precipite-seno remedio detestavel de violar por
slmcsmna ennstituico. de criar a anarclua
e o qucbrautaraenlc das leis ; cu o recelo, e pa
ra bem designar o meu pensamcuto, nao temo
menos, que a invaso de nossos ulmigos, dus
inlmigos da ordem social era um dia de sus-
pcosao, d'aucncia de lodos os poderes pbli-
cos dopaii. eu nao temo menos a recleiro
inconstitucional do depositario actual do podrr
exccutivo. ( Approvaco era alguns bancos da
dirella -- Movlmento diversos. )
Senhores, ja vejo que tculio que percorrer
urna longa carreira. ijuando pronuncela pri-
niclra palavra fatia lelo de abreviar, de res-
tringir a discuno; porin na necessidade em
que rae acho de corresponder atlencio que
me prestaes, sinto que o circulo se amplia e
pe(o-vos que au precipitis vosso julio sobre
as dill'eronlcs partes do discurso que vou pro-
nunciar ciu vossa presenca: c nao excluacs in-
mediatamente outras propiisifcs, por isso su
que nao as omitto d'osde ja.
Eu o repito pois, mis nao pedimos a revisao
sendu a revisao pedida por couselencia, por
honra, por franqueza, os realistas dcyiam a-
poia-la c alexigi-la (Interrupefio), Eu ore-
pito, nao he pela simpes prcoccupufo de seu
principio moiiarchici, he em vista dessa situa-
fiio duplamente pengosa do palz que acabo de
caracleritar, que elles peiiaarara. que pensa-
mos que a convocfu d'uina assemblca de re-
visao, que a reunio d'uma assembla que le-
ona era seu scio todos os poderes da sociedade,
he talvez a loroi indispeusavel do que he nc-
cessario armar-nos de precedencia, Urna vez
pedida e revisao, bastarla, parocc-nic, apprc-
sentar os mulivos geracs d'esse podido: mss
TO mais longe ; qucreiu prever os rosulladus
d'ella e he aqui que os principios se apresen-
taram em face uns dosoutros.
Afr. Miijail(de Bouroc ); Desenvolvcu os
scus a travez de incurias, permiltir que
Ihe diga humildemente, que nao forara coui-
plctaincntccoinprebcuslvels para o meu espi-
rito; atravez dessas ihcoriaselle nos fez entre-
ver as consequcnclas de seus principios com
urna grande aulhoridado dopalavra, liugiiagein,
e direl, do rasao: elle nos troucc a lembrauca
como as consequcnclas IC ligain cslrcilimentc
aos principios : elle nos dlsse sulTiciciitcmente
quantu he implacavel a lgica que arraslr e que
chaina as conscquenclas. Nao lnhaiiios ne-
cessidade de sermps advertaos por eile d'esse
cncadeamento invencivcl dos principios c das
consequoncas : nao tinbainos prccUio do pa-
lavras ; os factos, c esses bem recentes no'l'o
inoslraram. Nao quero formar aecusaees;
nao quero explorar o que elle chamou ha pou-
co argumentos sem valor; porem quando se
guardara principios c se luta com ellos contra
principios conlraiios. seja-me pcrmillido, pe-
lo menos- mostrar por factos linmcusus, pur
factos recentes, a consequencias que os prin-
cipios que combalemos, laucar un no espirito
das inassas, levaran! ao fundo das iutclli-
gencias,
Essas consequencias do principio que defen-
dis, ns as presenciamos u'cste recinto; estes
principius receberam sua interpretaco no dia
15 de ni no. quaudo esta casa era violada ; re-
ccbcrain suas consequencias n'estcs terriveis
dias de junho. es quacs nao quero pintar, que
nos custiram tara caro e cujo terror ainda est
tara vivo em lodosos nimos. E apelar da sc-
paracao que quisestes operar hoje, cnlrc o fu-
turo e opassado, vede donde pode levar a lgica
iiV.ii laco eslrclto dos principios c de suas
consequencias; vede que consequencias acei-
tasles do principio que tanto cxallaes!
Ns vos ou vimos conceder, e em que termos,
uina hoiiicnagcni s leinbraiicas mais detesta-
veis dos maus das, e a buincnsciijos uoines es-
li ligados a lempos, a uina poctia que o sen-
so moral da huinanidadc toda iulcira lera auial
dlcoado. Eu nio recelo exagerar o seuliiiiento
dos homeus de bem, os vossos mesinos pois
quealravcz dadefeza da doulnna c d% Iheorla
que apresentaveis, via-se que repugoavcls com
ella; porim pisso dlzer que esses homens a
quem destes o nome de Ilustres, coinnielterain
era Mniezes n'esla infeliz Franca, mais chines
do que talvci o teuliain fcito em 14 seculos to-
das as paixes, todas as ignorancias, todas as
ambi(6cs, todas as perversidades humanas.
(Applausos c bravos prolongados sobre os ban-
cos da iii.uui i-i.)
Ora meu Deusl que repcllisscs para o futuro
essas abuminaveis provas para a nossa patria,
arada bem ; porcm concedeis-nos bem pouco
quando dizeis que nao sera este o seu estado
normal? (Novos applausos e rizos Irnicos di-
rella.
Finalmente, leudes pensado nos outras cora
a vossa grande e viva iinaginacio, vs que sois
lio poderosa, lio profunda lio nervosamen-
te luiprcssiooados? (Murmurios de approvaco
direita.)
Tendes por ventura pensado que havia aqui
lilhos, sobrlnlios, prenles das victimas. *
Lcmbrasle-vos por venlura que foi naci
a mais impetuosa sem duvida da ierra, porcm
lainbcm quaudo est no seu estado natural e
tranquillo, a mais humana, mais leal, mais ge-
nerosa... (Applausos c bravos dircila) iem-
braitc-vos digo que foi a essa afio que dls-
sestea fallando era referencia a esses lempos
liorru'eu; Povo, cis aqui ala Hilada! (Ex-
plotosle bravos e applausos.)
Sol mu povo, dlieit vdt; suis lilhos de vos-
sas obra). Eu o sou dai minhas; sou pleben
como va; caln, misturado com o poro como
vs i aproxiiiio-ine d'elle, dou-lhc aoccorro e
utos n >ssa vida. Nao he de boje que uic
nhecels, e principalmente vs (dirigiudo-se a
M. Miguel de Vourgcs): temos seguido a mes-
illa carreira, j me conheceis desdos primei-
ros dias da restauradlo, c sabis se tenho sido
iullol aos principios de 178'J ; meus amigos nao
o sao mais do que eu.
A' dinila: =No! Nao !
atf, Birryer:- Meus amigos querera defender
esses principios ; elles os reclamara para o go-
verno da sociedade franceza; e toinai bem al-
tcncao, quando dizeis que a nionarchia hean-
tipathica cora elle csqueccii-vos que a grande
obra de 1789, provocada pelo mais virtuoso
dos reis, provocada pelo grande raartyr Luis
16; osqucccls-vos que osla grande obra de
1789 era fundada sobre o principio da heredi-
tariedado da soberana publica. (lie verdade,
he verdade!)
Onde idos pois buscar as vossas incompatibi-
lidades ?
Ora senhores, cu nao qucio diicr que a re-
publica nao deixou scuiu ruinas ; que dcixou
as liberdades allroutosamenlc violadas. Fal
lavcis-nic ha pouco do jury, nao sci j a que
proposito. Seriara por ventura os 24 assala-
rlados do tribunal revolucionario que cuusli-
tulamo juiy da coustltulote? A repblica dei-
xou soll'nnicnlos, liberdailo, eu o repilo, vio-
ladas, cuspurcad.is por ella iiicsuio, c entre-
gou ao despotismo essas liberdades, e Infeliz-
mente mu io. homens cujo dever de honra
loria sido conservarciu-se parfetlamente liis
aos principios do independencia c de orgulho
que Ih'as llntlffo folio proclamar. Tudo isto
fui entregue ao despotismo.
A monarcliia inoompativel com os principios
de 1789! l'cruiilli-iiic que pergliule, quem
he que trouxc o governo representativo? quem
he que dou Franca os priucipios do liberdade
de 178'J? qucui he que os pni cm honra c em
pratica no nossso p-iiz? I)c que actos emana
o goso que d'elics livemos duranlc 30 anuos.'
Da realera.
Ora! a reale/.i, disscsles vs, poude procla-
mar esses principios ; ella leve bom comeco,
porm nao linlia syiupathias ; n.io satisfazla s
necossidades naturacs do puv-i; fui anUnalloa;
dissesteis ha pouco, por um syslcma do oleicao
milito restricto. Diroi que os mais ardentes
realistas, nos priiuciros dias da rcstaurai;ao,
queran faier dcscer o censo no sei j a que
soiiima extremamente iuliina. mas pouco im-
porta : anda que assiin seja, segundo a vossa
opiuiio, a realeza quiz tero capital represen-
tado, e o trabalho uo representado
Otraballiohc iiiimolailo pela realeza.
Ora bem, a concurrencia, os direilos iguaes
do trabalho e do capital forain fundados ciu
1789; c a realeza Ibes he antipathica! Na ver-
dade, o meu espirito perde-se e se confunde,
(sorrisos dlreita.) Porcm cu suppunha que
as grandes reformas de 1789, a coexistencia,
a concurrencia, a aeco reciproca, transaccio-
nal do trabalho c do capital nao eram a obra
d'um dia, eu pens, que isso data do priraeiro
dia do mundo, e no do auno de 1789 ; capital
c trabalho nao tem cessedo de existir.
Que digacs, quelle que pcnivelmentc ganha
cada na o salario tao rogado doseu suor, que
Ihe digis, aliui de perlu bar-lhe a alma, faier-
Ihc perder a raso: o capital he um despota
moii ii chico que te csuiaga, que le aoerta, que
raureba a tela era que se alimenta; que o la-
fals perder a rasao c Ihe apaixoneis o espirito
lias dores, as privaedes ; no mcio de sua 11-
milia; Ali.' nao tendes nenhum susto genero-
so! E para que dlzer, para que enunciar de-
baixo dessas formas eugauadoras o que ha de
mais banal, oque ha de mais liivial, de mais
vulgar, o que uio toca de modo algum na ques-
illo de tal ou tal forma de governo, oque nao
he mais do que uina queslio de bom ou mo
governo, de boa ou m adiniuistraco, o que he,
no mundo, o mais csiranho furnia do gover-
no, isto he a aduiinislra(io hbil, labia, pater-
na, que sabe imprimir um movimculo, que
dando conlianca ao capital, faz com que elle se
eipalhe, imprime ao trabalho sua aclividadee
Ihe assegure sua parlfcipacio ao capital.
Sim, osla he urna questo de boui govcrnu,
uina queslio de boa adininistracio, o resultado
de sabias leis, porm isio uio toca na queslio
da frina do governo ; a siluaf o do capital e
do trabalho au he dill'erentc porque ac esteja
na repblica ou na monarebia. tima ve que
a repblica inquiete, perturbe araeaue um fu-
turo multo curto ou tempestuoso, logo ella mi-
li as mi n iic do capital, mata o trabalho, para-
lysa esta transaccio natural do dmhoiro para o
salario, do trabalho para o diuheiro para se re-
ceber o preco delle.
Eis-aqui uo que peccain os governos fracos,
os governos oscillantes, os governos sujeilosa
u.un irm icoi quotidlanas, diarias, segundo
os caprichos da praf publica. Eu poderla tam-
bera citar urna lnllnidade de cxemplos, Meu
Dos! quando se aecusa o passado, tciu-se tuna
grande vantagem. A mouaichla, atravez de
todos os crios, de todas as fraquezas, de todos
os vicios a que est subjeita a huuiauidade, do-
rm 14 seculos; ha ura grande espa(o a per-
oorrer para nesse lempo se enconlrareiu faltas,
ni.iiis das para lhc oprobiar, como se fossern
consequencias de seu principio. A repblica,
essa repblica que deve ser eterna, essa rep-
blica que he, secundo o vosso parecer, a gran-
de cfhdi;ao do futuro, ns s a conheceinos
um da. Ella defendeu-se, duels vs; porra
seu systcroa de defeza nos causou horror; as
__su cinliin, sob a repblica mesmo
por ventura possivel proclamar una liberdade
do mais, sera ver os homens da Medica exagerar
inmediatamente, travar uina lula qual lem
queridu resistir lodo o governo .'
E o governo do 18(0 Qual he o pensamenlo
que .1 ni itiiiii aquelles que coinplclaraiii a rc-
volufio de julho .' Iliiuvc uina grande desgra-
ta no t.-indo da restaurado, houve essa luta do
espirito de llcenea contra a liberdade abusando
das liberdades novas. Ilnuvc uina nutra desgra-
ta, devo d'ic-lo. Os homens que linham vivi-
do, cssa geraelo ainda viva, que liona sido es-
pectadora dos exce-sos da repblica, especta-
dora c victima, cssa geracao que tinha lid
iiiimeusidadc de trabalho, una roalidade de desgrana do ser abrigada a procurar refugio em
riquesa, una dispersio do capital entre as
raaos dos trabalhadorc!, um creseiuienlo do
valor da propriedade sem limites aos olhos da
iinaginatio. Perguutarci aquellos que compa-
iiii o valor nio su dos bom iiiiinoveis como
de lodas as riquezas movis da Franca, qual o
ii valor cni 1815 c depois era 1830 ; pergunli-
rci a lodos aquelles que podcui fazer esta com-
parado, e ella he fcil, senio nuve um acores-
simo considoravel de riqueza ? A lique/.a nao
nasce senio do moviiucnto, da circulito, da
COnOaoca, do trabalho, de au.i laciliilade, de
sua mulliplleaeio c da dslrbuco da riquesa |
entre as unios daquelles que lera Irabalhado. n
(A' dlreita. -- Mullo bem! inulto bem.')
l.i.- u|iii o que a reitauraeio fea para o povo
por factos, c nao por llieorias que se podem
anida hoje proineiter para o futuro, porm cu-
ja reallsaco possivel custaria uiuitn a fazer a-
ccitar por um espirito sensato, debaixo do pon.
lo de vista abstracto em que he considerada
(Apoiados a direita.)
Disscsleis que a rcalesa ora aiitipatliica, <
dandu-lhc grabas por nos liavor livrauo do des
polisin-
loria
paiz oslrangciro o a procurar na espada d'um
geniil-honicui una arma contra o movlmento
d'innpovo ; essa gerafo, sim, leve pouca coa-
liaiifanaliberdadc; assiisiou-sc logoque vio ap-
parecercni as lulas. O poder nio leve bastante
conlianca na inesma liberdade que linlia queri-
do ; porm perguutarei a todos, quando as expe-
riencias lio foitas por lodo o inundo, se uessa
epoea tambera a liberdade nblevc bastante des-
conlianca do poder; Analmente foram preel-
as, no lempa da resiauraiao, leis represiivas,
prevenlivas mesmo ora certas occasides, no
i. E nio visles son a aduu-
:rno creado em julho, crea-
adherirn man rdeme c
io aquelles que qucrian li-
li occaiio de proclamar a
lila, porm aquelles que,
ncipio sobre lud
ir.ic.io desse gov
do pelos homens qu
mais iirmoinonte, u
aer da revoluf ao tu
repblica c a anari
no acto da revolue|Oi no momento desse gran
de choque, depois das criminosas o lataesorde-
naiifis. quisi-rim salvar pelo menos o gover
no. a ordoin constitucional, as libcrdados poli
licas, esses iiiesmos nao se virara obi igados i
Introduzir leis de prevoncio, leis repressivas, e
dizeis que tambem nos llrrara da a disputar palmo a palmo essas liberdades pa-
ra a conservado das quacs linham le lo um go-
do revolu-
No, nao, csse trocadilho de palavras nao he vrrno intoiro
pcr.nitliilo. A realcsa ful mais do que i|uli>liii Eis ahi a historia do passado,
poder do mundo, ic-lnzi da dignidado, da han- Mas, ainda una vez, em Icuip
radaFrauca. Em dias de lula c de conlradic- CO, quando os nimos estn exaltados, o que
ci, pedi que so citasse uina medida desse go- pude acontecer com palavras tacs cuino ai
remo que nao exprlinisse altamente o telo tai, quando ha la
inaisardente c mais nubre pela dignidado d
governo fraucez, e rcspondcrain-ino que ne
uhuma havia que desmentisse isso
A'di'reiu;-- Multo bem! omito bem!
Air. Wtrrur.c : Restar restauraco, que
quiz sustentar os bcuclicios da pa, rcsUr-llic-
ha a honra que nao devicis esqueccr, a honra
de haver salvado a Grecia, do havc-la liberta-
do da lyraunla otlouiana....
O Sr. gentrat Fahvier: Pcco-lhe perdi ...
: l-.xci un n(ii s geraes. Nao interrump- nao
inteiTompa!)
O Sr, Presidente! Ora cile-se isso nao so
pude tolerar, nao interrump !
Mr. llcrrycr O Sr, general ai estav i.
o Sr. jeiicni/ Fabvttr: -- Aballo de D ios e d i
povo grigo. (Vvascxelainaces nao iiiler-
ruuipi! nao iiilerrompa-' A'orileni. i or-
dem '.}
itr. Btrryr : Abaixo de Dos, sem duvida,
Sr. generai; nada Ii i de bom que nao venha
de Dos ou das uspirates delle, Nada ha de
bom na torra senio quaudo se obdece aos seus
iii.iiidaiiientos, c quando se anda sob a sua Iri,
tudo o que he bom vem de Dos, lem rasio ;
porcm uo esqueca na humildadc do sua pes-
sua, que o Sr. iiiesmo ful auloiisadoa fazer par-
te desla campauha gloriosa, c que fui do nu-
mero d'aquellos (|iie com a espada francea
cousagraram a Independencia da Grecia.
O Si. ijenerat Fahvier : Nao.,..
Uc todos os lados: Nao ulcrroinpa nao iu
tcrrouipa 1 A' ordem, a ordem I
O Sr. l'rcsidriittf: -- Essa? iiiterrupcoes sai
escandalosas: cu o chaniarei ordem Ib: uina
pcrsonalidade iiitolcravel.
1 Mr. Ucriyer (diriguido.se ao general l-'.ibvicr^
Ora, por amor de Deis, general, l'arcls as
vossas rcclainacocs mais tarde; se assiin i
quiordes, diris que nao lomaste parle ne
iibuuia u'essc negocio, cu vo-lo permuto. (Ki
sadas de approvaco.)
O general Fabvier lai um geslo.)
i WSr. 1'resiJcnte: --Nao iiiteriompa aquelles
que lallam bem c cujas palavras nos l'aicui
honra.
Mr. terryer : E mais larde, restar ainda
para a realeza, que em nciihuina poctia, li-
vruu a Franca da gloria, resiar-lhe-ba a hon-
ra de haver destruido essa plralara secular de
quem a Europa toda iulcira era tributarla, c
que Un- I.iii.iiii suportar us Barbarescos final-
mente vencidos pela realeza Iraneeia, quando
a realeza hespanhola c a potencia inglezaha-
vi un naufragado nesta tentativa.... (Vivos a-
poiados c applausos dircila.)
E mais tarde aluda, oh! cu nio separo a glo-
ria de n ni govcriio que oocupou-sc era desen-
volver taulo a elicidadc publica a prosperida-
de nicun il, o trabadlo o a industria. Eu ja
disse outro da, que nao quero parecer lecer
elogios em trocadas opposicdcs, que espirito!
malvolos leiitaiu faier nascer ; porm nao
vos esquefais do que dlsse aqui em honra d'a-
quellos que, o i ijiicli i em que me achava na
opposir.io, sustcutarain lio uobrcmcnlc a dig-
uidadc, a honra, a autoridade do nomc Iran-
cei. (Nova approvaco a direita.; AroUui.i-
f o, em particular, fez duas cousas : pagou cni
priiueiro lugar a iudemuisatio dos emigrados.
Ora bem, uo temo diie lo, chegaraiu os lem-
pos em que pode haver equanimidadc nos jul-
gaiuenlos; a indcinuisatao dos proprielarios
espoliados fui ura grande acio do iu.u-, i. de sa-
bedoiia, de previso social. (V dircila. Mul-
lo bein ) A propriedade, cssa coodifio funda-
uienlal de toda a sociedade liuia sido violad-i;
a propriedade foi vingada, e a luuIscovu, cssa
pena burrivel, cssa pena que pune as geraces
com a privacao das sucoesses logiliuias, a con-
iim i;iio apagada de nossas leis por Lu! XVI e
pela carta de 181 i. nio foi na sua abolicio, mi
ticada seno quando pela indeinuisaco se dis-
se : As cp jii.icues sero inuteis e vas, ellas se-
rio reparadas cedo ou larde, porque o dircito
de prupiiedade he sagrado, c a ollonsa que so
lhc fas deve ser reparada um dia. (Applausos
direita.) Sim, a indemnisaco foi um grande
acto. Fez-se justifa vingaudo a propriedade
violada, c consagrando para sempre era nossas
leis a lusoripto da couliscato abolida. (No-
vos applausos dircila.)
A restauraco le aluda oulra cousa, detter-
rou os regccidas, vos odissestes: elles torna
rain a entrar mais tarde. Porm conlai quau
do ha lulas, c essas liberdades nio
lera em toda a plonitmlc da vontade, quan-
dn so lhc fa/.em rcslricvoes, em nina palavra,
inevitaveis, isso nao faz que, como odissestes,
a realeza seja antipalhica ao principio de liber-
dade, s instituicocs constiiucioiacs,as grandes
liberdades polilicas que 178) creou, que nos
reclamamos, que vingarenios, que sustentare"
inoi c uiv.-c uem mo soccorrodo futuro. {Ap-
provaco em mullos bancos da dlreita, )
Pcriniti-inc agora que responda eiuntnauma
palavra que rellrasles ainda lia pnuao, poi
que pronunciaste! Iionlcm o que nunca deve ra
sahir da bucea de homens senos a realeza nio
gosa de sj mpatliias em Franca, o milito princi-
palmente essa realeza que pretende aer de di-
roito divino.
Eiitendaiiio-nos
.lamis exprsalo ou peusamenio mais falso
fui jico lu'il.i un mundo. S ha um direilo divi-
no, umalei divina, lie a le inesma da creafiodo
lioiiicm ; elle devo viver ciu sociedade, he lllo
para viver nclla. A existencia da sociedade, o
ser da sociedade cni suas condites essenches,
essa lie que he a Ici divina ; direilo divino ;
nao ha outro. A' direita Muito bcni! milito
bem !)
Nio ha sociedade sem religiao ; nao na so-
ciedade sera familia ; nio ha sociedade sem di-
reilo do propriedade. E atiende! bom, quando
dueis realeza de que j.i vou fallar que ella he
Inoompativel porque pretende ser de direilo
divino, aineaeaii o que he rerdadeiramente de
direilo divino, o que l he do dircito divino;
.linear lis as condicoes essenclaes da sociedade,
as coiidicessem as quacs iiouliuina sociedade
pdcexislir no mundo.
l'asscmos por cima das palavras, para aliu
do circulo Inbil nuqual cnccrraslcs cssa lou-
ga lua du capital c do traballio ; penetremos
un tundo do pciisaiiienlo. Pur venlura respai-
lis o iln i no de propriedade, o dircito de traiis-
uiitti-li, esse dircito que lie o laco >la sociedade
humana ?
Nio ; pelo menos o ameacals.
Assiin s. ha una cuusa divina no inundo,
sha nina lei divina, suba um cstabclcciuien-
tu divino, he a vida do hmiioiii em sociedade ;
norm a lumia debaixo da qual esla ou aquella
sociedide se dirige, cssa he uina InslllUaCloBu-
iii mi. Usos nao veio dlzer a esle ou aquello:
Tu sers rei : as sociedades pudem vire cni
repblica, coi monarchia hereditaria, em tuo-
uarebia electiva ; porm sempre as sociedades,
ciu uas condiedes divinas de religiio, de fami-
lia, do propriedade, pudem subsistir debaixo de
tudas as turmas de govoruo.
A' dircitri : Multo bem !
llr. Ucrrycr : Eu nao vos digo que una so-
ciedade nao pude viver em repblica ; nao me
digis que una sociedade nao pido viver ciu
jnarebia. ( Risadas de approvaco c applau-
i i dircila. ) Sim, com a nica dillercnca que
noiiharciacoino sou governo iicccssaiiaiuen-
palerual, protege lodas as cond^es essen-
ics da sociedade, c vi com as vossas ideas,
vossas especulares, vossas temerarias llieorias,
ameacais essas condi{6es cssenciacs e divinas :
conecdo-vos crepito que uina sociedade pude
conservar-se tambem cni forma de repblica
:ouio de monarchia. Essa he que lie a furnia de
nslituicio humana, cssa he que lio a forma que
10 eternamente discutida; he isso que be entre-
gue s paixocs, aos juizos, .s vouladcs dos ho-
Scm duvida a repblica dcixar.i sobre a dls-
usso ; quanlo forma de governo, Juulo da
quelles que como vs, a olbaui debaixo de lor-
mas pouco soei-.es. uina grande liberdade de
discussio, leudes necessidade disso ; cu Coro.
nrclicndo lainbciii que o honrado general Ca-
valgnacquo fui capa/, que foi digno de ejer-
cer ura graudc poder publico em tranca, que
defeudcu a ordem de accordo com a maiOTIa
de quem csia boje tao Infelizmente sepa-
railu
OSrl'fSNtral Cavaignac i Peco a palavra.
JMr Ucrrif/r:-....couiprehendoque o honrado
general Cavalgniio tivesse podl lo dlzer que um
eovcriio eslava perdido quando deixava discu-
tir o seu principio. Isso he verdade I Porque
est perdido um guveruo, se a dlscussao de sen
principio cslenlrcguc aos cxaincs.s vouladcs,
caprichos, temeridades dos bonicos que com-
iii ,c ni as ociedade.' Esta discussio est abena,ero
cu o reconhef o, lutelligencia que coo-
(direilo, -
'.o'r.ri'aaordc z^isiFSZSsr i .-u'! ssms. vsMSST 5SZ
^^ar.oi?hr&^^^
A n^liiit,ii':ii
haverreco
he verdade
S!rUo\CnPoaca0,,'re 'Va" '"'""'" "'" ocTJevhia-cde est.bel.dade; nao he evlden
Senuo?e euni. sei defender nada do que te que se tas ques.e. forera agitada, cou.,-
combai.; nada sei defender contra a verdade, nu.mcnlc naoba para opo,o, nao ha para o
pais o descanto de viver tranquillo, de pensar
ciu suas arles, em sua Industria, em seus ne-
gocios, era scus inleresses? Nao he isso lio
claro como a lus do dia ?
Nio exprohela a um governo que adquiri
scus ttulos, a um goveroo experimentado, a
um governo que mostrnu por experiencia que
podia cumprlr illa tirpfa c que era capat de sa
llsfaser s necossidades. aos inleresses assiin
como honra de um paiz, nao Ihe exprobris o
pedir aos povos que respeilein e nao discutaui
con 11 n ii .miento o principio que os protege, o
principio que faz sua forfa, sua grandea e sua
prosperidade. Sim, os governos, uina vez que
sou principio prevaleceu, urna vez que estio
- : iln lculos, quando lem feito suas provas e
se tem mostrado proprios para a sua niissio,
os governos devera recuiar-!C discussio per
pema de seu principio. (Sussurro cutrciucadu
de apoiados.)
Purmaqui, perinilti-me que vo-lo diga, lo-
cis era uina grande queslio de dover adminis-
trativo, c dirci mais em una grande queslio de
dovor nacional.
Sim, quando tima sociedade vive, quaudo
prospera, quindn se estendo, oh meu Dcos!
nada disso faltn sociedade francea, este po-
der essa vellia in-iiiui-.io da monarchia com os
scus qualone sceulos e que durou debaixo de
tro! furnias, c os oito ltimos seculos nao live
r mi mal! que nuil s lei ; ena realera de qua-
troie seculos, esse principio permaneiile. tirilla
por acaso faltado sua mio ? O que elle nos
dirigi, no! seguudo'i desdo os costumei gros-
seiros dos ooiupanheiros doClovi! al ao! gran-
des oslabcleciuientos de S. I.uiz, al s bellas
oeouoiniasdo I.uiz XII, t s p.icili- icno. de
llciinque IV, attese inaguitica sociedade de
Lula XIV, t csse pensamcuto generoso qne
aiinnnu os priiuciros anuos de T.uii XVI, atti
cssa poca unde a auperioridade da Franca,
nao s a supeiiundadc mercanlil, indus-
trial, nossas posscsses da India, a rique-
za de nussas colonias, a Inglaterra liumilba-
da, lodo esse puder da Franca no exterior,
porm aiuda a supeiioridado da Franca,
que doininava pelo gosio, pelas arles, pela
iutelligeucia, por ludo o que cuiloca o hoiiicm
cima de si mesmo: ora pois, .a realeza, esse
principio persevacune o lixo, fallou por ven-
tura ao seu dever, trahiu por acaso a naci !
Essa sociedade fot redunda, pormanoceu u i
barbaria, nos prejuizos, na iguoraucia dos sc-
eulos auleriores .' Vs nos aprcsculais grandes
llieorias suciaes, aspiris a uina reforma com-
pleta da sociedade, enlregaslc-vos laboriosa
mente ao estado dus facusc des llvros. Ora!
dizei-uos pois, dizei-uos se, com etlito, essa
realeza, essa grande autoridade nio cumpriuu
seu dever penivelroeole por espato desculos,
o se a Franca permanecou o que era debaixo
do que chamis a tyrannia dos lempos antigos,
a tyrannia real, atyiauniado principio here-
diiario. Nio! nao! ella liaba um dever a cura-
pin. Ouaudu um principiu lem sido prolector,
quando letn sido bom pai um grande povo.
quaudo es o puvo se lem desenvolvido magn-
ficamente debaixo de sua lei, be um dover fa-
zer respeilar o uio deixar por oni discussau po-
los cspiruos os mais leinerarius, pelos Iheori-
cos alguuias vc/.cs os mais cegos, porm us
mais aircvidns, nao deixar discuto perpetua-
mente, injuriar mesmo caso principio cuuquis-
lador, salvador, pacilicador c civiiisador ( Ap-
plausos a direita-)
Agora, Iraiela-me empurrals-me para a
quesi.io, o que digodo dever do guveruo, he
aluda u dever dos pavos, seu bom sonso, sua
iiitelllgencla, o sentlinento de scus males, nao
.i liudo, mas si ni a justi o providente aprecia-
CO do perigo, deveiu tambem traicr ao povos
i- ir.i o principio sobro o qual a sociedade fui
fundada ; lio entrando em seu principio, pro-
clamaudo-o, alleicoando-sc a ello furteiiientc,
que or esladus eufraqueeidos, abalados por
grandes calamidades, se slvame livram se dus
pongos que pudem abysinar uina sociedade.
Ah : nussos pas nos dorara um exeuiplod'id
so ; o se, em lempos de guerras indestiuas, ic
depois de desgranadas divisos uo scio do nos
sa patria, a coroa de Franca, nao foi collocada
sobre a cabeea d'um rei de Inglaterra, lie por-
que a Franca, iclosado principio fundamental
de sua suoiadado, o iiivocou, sustoulou, e pro-
clamuu para repcllir os lnglcics para alera de
suas praias ( rovos dlreita.)
,oin olmo leiiipu, esta sabedoria de
is, ah soub iros, liuuveraui maus dias,
o guerras assuladuras, guerras ero no
ios da pai, deitruicio em nomo do
cuidado, guerras religiosas, era Ulna
que levavam tambera a tentar a ropu-
,ulu. no excesso das loucuras o da
cuiiiu sesalvuu a Franca.' como che-
gou ella as grandes acconimodacoes de lien
miue i'.' Entrando no s-u principio, procla
mando o, iuvocando-o, faieudo-o Iriumphar
de lodas as paixes c de lodas as ambicies.
Elsah o passado. ( Adhosio direita.)
Senhores, eu nao quero ir mais jungo. Lu o
disse quaudo coinccci, a asicinbla deve ex-
primir um voto dcrcvno. A assembia nao
devo determinare votar o que a assembia d.-
revisio tem s o direilo de deliberare taier,
porm quando nos dizeis que a rcalea he In-
oompativel cun os principios de 1789, quando
tazla colnr debaixo da mesilla accusjc.au os
dois uliimos governos tanlo o da aulboiidadc
tradicional como o da -mtlioi i-lado acclamada
para salvar as formas c os principios do gu-
veruo represoulativo, quaudo nos ducis isso,
pcrmilli-iios, por nossa vez. que vos porguu-
teinpo se he seriamente a esla velha franca
que viudos diter que ella lio republicana ( risi-
tas dircila ), se be scriaineuto, depois daex-
pcrfenela que tuestes. A Franca republicana!
A franca que le com as vossas circulares c
vussus cuiiimissirius o que bom sabis... t No-
vas rindas dircila); a Franja a quem ex-
probals.,. trabiudu d'esse modo o segredu das
usas, mo irando vi uiesino! que ella au he
republicana.., a Franca a quera exprobais o le
embaratado a repblica, porque lem ura pre-
Idcuic que lie principe, diieudo-se, ou algu-
nas pessoas duendo ser um principe prclcii-
deute ; a Franca que coiumclleu o criuie de ele-
:r una malorla composla de que? vs o dis-
stes ainda lia pouco, de lu iiieni uionaruhi-
co!; cssa Franja he republicana! Vs \ov
queixais lano da escolha do priraeiro magis-
trado como da eleleio daquelles que soinpaeni
a grande niaioila da assembia ; vs os rtcuu-
rllnaei monarclucos em su.i ongeui c nos prm-
ipins que i-ni no i un lo do coracio, e uu vos
ugaoaes, lia aqui mullos homens que csto
decididos ciu favor da levlsfo fundaineiilal da
cousliluco; porem taiiibeui ha um graudc
numero d'elics que suppdcuique isso he uina
t iu 11 11 lo que uu achara assai aiueatadures
us peiigos de que estamos ceicados, que dueiu
quoha urna uuva cxpeneucia a fater-ac; que
be preciso ganliar lempo, e que todava nao
lem mais le du que nos no luturu que preten-
dis que seja u futuro natural, legitimo neces-
sario, d'.sia sociedade franerza. Nao senho-
res. uo, porque por esses acloa bem ni i o ilo
los, a Franja nao he republicaua, direi queella
nio o pode ser.
Ora meu Dos, o que llie queris i' Quaudo
uos prometleiso futuro da lepublica exprimido
c pintado lao claraiueute, o d'um mudo lio
atiraclivo para lodos os espritus que uos ai-
roubos ncoossartameiitc cxperiuiculidos poi
homens que uio ailiol.lioooni 89, dcveuios cor-
rer adianto do vossa repblica, qual he, pois,
cssa repblica que pruiucllcls para o lutuiu
Ku a redo-ii anda lio puuco a una i|uesto
de id.nuil,tro ..i, a Ulna questo que pode
fundamentalmente dizer respeilo ao ministro
das obias publicas c ao ministro do coiumcr-
cio, iniid uiicnialinciiie, siiu, porque he all
E v L-di
nosso ti
buuvera iiiodull Uoos de
pal.iv blica palxd a, 1 es,


2
lo I <
telo pait no qual n.scr rain ; lsjo he coininuin, te i oa fivor delle, mil sustento que elle cenia a Joi Ignacio di Mello
b tradicional; porm, era um palavra, o prestou uin grande servicu Oullocando-se reli que ubram por >i.....unoi, uo alo nume- htU do partido d. orden. Talvoz que olla
toioi. Crio conlr.rlo. um principio que <<- titease prostsdo itnmensus ben 10 p.iz, a
d'Sn, grande poro, debal.o dea ordem srla Oes dos qua psni.m o refl.clern eir.rr.n-
tji, te tivesseToOsentido em tomar por guia
que eili punco nuil ou inenoi o limite de lem
poderei. ( Sorrlaoa.)
Vi a Hindela mala longe, a querel urna
repblica que nao aeja sutlquarla, eu beru o
comprehendo maa recelo que repellado al
republicaa amigas, uo rlala conduildoa a
ellas por urna grande verdade poltica: he que
a Franca Indlridualiada como o eat pelaa
serlea daa rrvolucci, pelo eslabeleelmento
perfeito deasa Igualdade poltica e social, a
qual nenhuma realeza laltou; he que eaaa
grande reunan, eaaa grande colleccao de In-
dividualidades separadas urna. da. outra., ea-
palhada. e errantes na alinplea aceao deaeus
inleresaea peaioac que nao .ao, como a. ..i-f
ciedadca antigs, ligadaa por communhdca de i a que mo aA'elcoei, a que ------ ------ -
inlereaae, que nao lena aggrcgacc. de horneo. depol. reili.t., re.ll.la de prlncio. reali.la m/Pe'Ja"'<* J'r8Ct0, por milhOes que uiag.camenle aafaram da. maoa.
de iuteresae. co.nmuns, iue uo forman, em I nacional, realiata ( deaculpal-mo a eipressao. Ue SUUragios, proclamado, COllOCadO acuna Vimua ha poucoa dia urna carta do Plane,
urna palavra urna fe.leracao de posicocsioclae! nao voiilals, pola ferlrel coin roa.o. risos o di constituirlo, cima das leis. Ora, SUS^cmque noticia, que no da3.1 de julho passa-
eumo us talado.. Uoldo, urna federacao de i mala verd.delro, o mala profundo, o mais sin- lento que seria preciso que ello foss. Supe-, "o nissj-sc o Icoente-coronel Hypolito Perelra
territorio.; he que eaaa ociedade quaudo re-'cero de meua entlmenloa ), realista porque rior a humauiJado, para nosss situai;fl'>. I a T" "e(>u"do aupplente do jula municipal
grande p
e fortemente eatabelecida e nao contestada,
oh! comprehendo o .eu poder, nao pelo lo-
lerease da pesaoa do ref, uia. .Im pelo intere-
.e do povo, que debaixo da Alacio da ordem,
da le que a conatltue, sent a liberdade de
aua aeco, a Independencia de aua vida e a
faculdade de eiercicio de todaa a. .uaa poten
ciaa 1

; a mioria, em lugar da souhar em fizer del
la um nstrumeoto!
Seja como for, se urna cegueira, ae um
vote de desanimo, ae a necesaidado de nina
trenaaocJlo oommoda, fcil em apparencia,
fizer reelnger incoiislilucinnalmente o pre-
Ila terreno, eui
Ira, asalm tam-
bero certoa iuduatrlaa. No Inga, por eiemplo,
Dio be felli a iuduitrla de mudar oa escravoa
Hielos, e quanto. a querein por em obra aof-
fram encoiuinodo. de cadeia ; nutro tanto nao
dlrel coin os J'nuag, e negocio de animal oa-
vallar ; por quanto quein all nao abre o olho
ou Oca sem a palla, ou sean o burro, embora
elle seja leproso e paciente qual o outro famo-
so rocinante de eleroaa luminarias.
Dous recrutas enviados ha poucos das pelo
delegado de Alagoa-Nova, pernoltando na Ala-
goa Grande, puaerain-ae ao fresco, e molharam
dei-
il llcassim que comprehendi o principio .- "'' \ '~~ m. .hl Um i | c"a doa matlos que o. eacollavam
ue mo affeicoei. a que me dedlquel. .Ful i^S^XSg^^S ~mI "d """ eu" f** -* '
I'i3i ciruelas, p
artes, pclti coinmercio, pela guerra, q
repblicas toram eonimuldata em cooilic
ttoclacs que fallam a Franca, de que a Cranc.
nao he capa, e usicnio <|tie se ha um pati
no inundu que lenha chegaJo ao estarlo de la-
dividualisicau ein que o governo republicano
he aquelle que menos convui, he seguramen-
te a sociedade francesa.
Eu poderla comprebender a republici n'uu.
outra paiz porcm sustento que a sociedade
i-i,H tv i est ni condices taes que urna re-
publica rasoavel, urna repblica constituida,
ueceisariameote hicrarebica, nao se pude fun-
dar aqui, pois a aeco da inullido tumul-
lUtifi, conslitundu um governo de rasao sem
ueubuin grao qualquer na escala social, vos
o invocis como o bello social; porm digo que
u.io pode existir sociodidc com casas coodi-
c e*.
Nao aceitis para a franca essas condices
daa repblicas amigas que duiaram como
grandes governos ; recusai-as porque sois
ubrgadns a reconhecer que a iMimn nao esl
lu estado de aceita-las.
Que turuu de governo queris pois para el
la. A do governo americano, cscepto o que?
au fallo da eseravidao ; porcm eicepcao da
federaciio, tato he, exceptuando a sua base.
Supprimi a Itderacao dos estados; engloba!
us estados do norte e do sul em urna graade
uuidade social, e desalio ao governo americano
.i que se susteute um s ia. ( Approvac'o
.lirtita.J
Assiui queris dar-nos um governo que se-
na, dseis vos, conforme a vossos votos, que he
jqmllccoja forma vos grada, que acceitaes
para u vosso futuro, e o pedis emprestado a
mu povo inulto joven anda, a um povo lauca-
do em territorios vaslistiinos ; aiuda pouco
numeroso em um extenso e rico pait para que
se dbputem os Irutus do trabalho.os fructos da
ierra ; a um povo qut* e*U n'uill paix onJe se
pode viver lado a lado, porciue quaudo um vi-
ai ii lio iiicnrniiiodo, alfasla-se a gante B va i para
Olltra parte onde eneonlra a abuudancia e a
ftlicldade { Movimento. )
Comparis esse povo a um 'outro aperlado, (
compremido n'uiii territtino que nao he aaai
uTs'as|qu'e"a"baodonaodo principio, por naior que rubar constituitjao o assomblca, liavondo-o contas coin o juito municipal ; bom ser que
indicesf lossc o zelo que elle podesse ter pela prospe- a n^0 col locado cima de toJos eili sua e*s seuhores por camella tratem de ajustar
ridade material do paiz, pelas fdeias liberaes.
filtando-lhc a potencia e a for{a do principio,
era urna illuso, um erro de almas generosas,
sem duvida, porm que emlim era um erro
de meu paiz que nao durara. Klle cahu. Vi
tudo isso, todas essas ruinas, todas essas aecu-
imiiI irui, de couviccdcs, de goveruos, de illu-
sao destruidas ; c suppondes que nao pergun-
tel a miin mesmo no linimento da ultima revo-
luto, nesse mesmo dia 24 de fevereiro. por
que ras.o essa Franca intelllgenle, essa Fran-
9a que tein pralicado as liberdades e os gover-
nos, essa Frauda que tem tin seu seio grandes
existencias, grandes propriedades, dreitos ad<
quiridos, uoincs respeltados, que iuspiram a
coulianca, a estima publica, uoines antigos,
modernos, porm todus considerados neste
paiz ; por que raaao essa Franca nao se gover-
n 111 1 Dor si iiiesma ? por que raso a forma
de cu governo nao seria alguma cousa scinc-
lli.Miif .1 do governo americaoo 1
Sim. (iz esta pergunta a mnu mesmo ; po-
rm n,i 1 tive duvida ein rellectir; nciii o poda
ter. Vi o que era a repblica par urna vclha
sociedade na qual interesses tem nascido, lem-
se desenvolvido e engrandecido, onde se tein
adquiid riquezas c se tem transmittido jus-
tamente ; para urna sociedade onde cxistiain
.lorias, honras, disliucces pessoaes ou here-
ditarias, e oude tudo isso se liga necessaria-
ineulc a certas individualidades 11.10 obstante,
nao obstante a igualdade ; entao coiupiehendi
que uessa velha sociedade, a repblica era
contraria a suas tradi^es, a suas necesidades,
a seus instiuctos, a sua posifo na Europa, a
sen ascendente no meio das potencias c que
eila nao seria outra cousa mal que o terreno
das ambifdcs, das rivalidades, da avidez, dos
descoiiteoiaiuentos c odios.
A* itciM :Muito bem, inuilo bein I
'i. /. 1 -. : 1 : a palavra.
M. hetri/tr biin; perguntei um da a mi 111
mesmo se um governo anlogo ao dos Kstados
Unidos seria praticivel em tranca. I.ellcctiu-
du nisso, recoiiheci o impossivcl. >> > ha es-
pirito alguin que de boa le, sem paixao, uHo
individualidade.
Voze$ numerosai a etqurda : .Nsrossli-
riamus.
M. tterryer :Vos resistirieis 11S0 duvi-
suas coutas, a suppleutes ser isso fcil'
os proprietarlos f Hoe opu$, hic labor m.
O baile, que Ihe noticie!, e a tanto lempo prl
conlsado, a tanto esperado, que tantos cuida-
dos causou s uossas bellas, eque devla ter lu
do nada; rosistoneis aqu, tiesta cmara, gar no dia 15, nao se Md Aotuar 7oVf rn-
du'anto a seaiana dooxis'.encia que tcriei de desapontamento das tiranas do inuudu, que
anda dopois dosla rocleiQo incotistitucio
nal; rosisteriei, susteniariei a luta, c
quolutaP.... Njoqaere nos guetra civil na
I 1 a,t; 1 ; form llavera urna occas9o hus
perigoss do que eal o partido do p-irU-
meutu o partido do presidente! Parpe-
apesar de estarem em graude numero nao pu-
dcrain mudar o querer do destino.
Se aquella clrcumstancia estivera depeden-
tc da vontade de um hoiiiem, ainda que elle
fosse o mala earraucudo brct.io, o inais cabe-
cudo pHulista, ellas necessarlaincnte Ihe cur
\ ni un.1 cerviz, c Ihe arrancarlauj o--sim
Correspondencias.
luar-vos-hieis vsi1 prolougir-vos-hieis pa- maso destino he iuuuudavel, e a vara magi-
ra susioutar esta lula ? constuir-vos-hicis ca das encantadoras augelicas perde ante elle
em long parliamen .y tcrieis..... sim, lorela suavirtude lutalivci para nos outros lilbos de
Eva.
Aquelle divertimento teria lugar por occa-
1,1 1 do consorcio de urna lba do ar. Maia, ne
bwtsole energa para o j$ttrt poi* que sois
patrilas ; puren. viulaneis tdii.bem a cons-
tituico ? Assitii. de lo las as parles, a cons-
ti.ui^senaviuUla pC|. P..V pela ttrZ&ttrAZ&S22.
MBbla alioi desustmiar una lula travada oha-praserea, ortou a vida a um ooDOUDbada
em honra da Comtituicuo, e a violar-lio so- daquelle senhor, quasi de repcnie. Tarca
na COunnettlda no sqio dos poderes o do Impla I
paiz. Eu senti mullo o passamento do Sr. Joo Jos
Sim, temo e6i>a siluagSojho em vista dos- "otelho, porque craum honesto cldadao ; mas
sa situav-ao que peco que o meu paiz, bem "So posso deisar de estranUar o erro de occa-
iuroraiadu aceres do laes plipos elcit urna s,au'lue cominetlcu, c latoemnome do bello
asseinbladero.isno; que a KuU.Sd desta Si.Sl&SfiST' "r"'""' ""CU-
asseiublca seja antes da poca om que pode- tomo estlvease ludo preparado, o casamen-
ria ser comineltiJo o crime antinacional da i0 cU'cctu^u-se, asslatl ao jaular e oisf. Oue
perpetuidad inconstitucional dos poderes nao lenha eu a peuna descriptiva, e pachor-
do nresiiente, Sun, a Franca tem dous pe- renta de algum de.aes iiiassautca uovellislaa,
rigos coillra os quaos, em meu pausar, deve 'luc ns impinguein centenares de pagiuaa cou-
provonir-jo, o vejo que s a convocac3o de "guadas a dcscrlpcao do todo de urna bella,
lima assenila do reviso, antes dessa po- <|uc as ve..es a. ser coliccionada segundo a des-
ea lerrivel, pJe remediar esse mal.
productivo, .|. 11 das arrolal que se Ihe fa- j trndo neuliuiii iulercsse pc.aual, tendo couvic
(iin, aflu de dar alimento surBcleote a lodoifeSea, affalcdea, respailo., amliade., p-'rtm em
03 scus haliiljnfes. \'o i'oinpar.ils esses dou>
calados; iile* procurar pal i nos um modelo de
repblica em urna oaeo que esi codocada
* ni ooudicdes iuleiamt'ute particulares, c ar-
rancis exactamente da conalltulcfo que nos
ofl'ereceis, o que ronailtae a sua base a fede-
racio --, a fcli'rar.au forma esla que nao que-
remos, que a Franca deve repellir, porque a
franca deve exigir, deve guardar sua grande
uniladc sua grau deunldade mollar-
Inca ; ella tem urcessidaile d'issu is
laudo no ceutm da Europa, A unida-
de, a iuilivisibilidade d'esle territorio nacin il
Craneal com sua po.pu!acao comprimida em to-
da a su 1 superficie a [odivfilbltldade d'e
liiu elevandu-se cima dessas aQcircs pes-
soaes, nao lia espirito que nao cliegue a essa
concluido ; a repblica ne auiipathica ou con
1. .11 1 existencia, aos iustinctos, aos habito
de una vclha sociedade de o7> inilhea de lu-
meus aperlados em um mesmo territorio. ( Vi-
va approvaco nos bancos da maioria. I.igciro
rumor nos bancos da extrema esquerda.)
Ah : j ni.' esquecia que nos havels citado
urna granilc auluridade, as palivras de um
graude genio, Sapoleao. NapoleSo em Sania
lleleua, dlsseatea vos, Invocou a repblica
como mu progresso natural d> sociedade frail-
ee;.!. Nao, nao!..... Klle que liavla trabadla*
lano paia restringir vossos principios, para
Srs. redactores. Aprecio extremamente
a subilla honra de oceupar Jan esdelra na
assembla provincial de l'ornamliuoo e,
empregaodo meua fracos e^forcos para coo-
sugni-lo, solicito a coailjavac.lo Je raeusa-
mig 13 Qu.lquar, porm, que a-ja o meu
anhelo nSo recorrorei'nunca a meios que
mo sejam Millos .ie um proceder franco e leal
para obter tilo honroso mandato.
Tracaodo-me essa liulra de ounducta, des-
viar-me-hia fiojo dalla, se por ventura, me
nSonpressasse a solemne e altamente de-
clarar que nSo tivo a menor parte na con-
Icrean .lessa lista, que corre por ahi Impres-
as, u fui boje transcripta as columna) do
sen Diario, na qual de mistura com outros
nomes figura o msu, sendo excluidos oade
tantos amigos, cujas habilitados*, superio-
res as minnss, garantem a provincia ornis
completo dosempenho das funccOes de le-
gisladorea, que un ja mus saberei tSo bem
dosempenoar.
Agradecon lo, pois, a quem teve a honda-
da do conceder-me tamanha honra, inelu-
indo-me nnssa chapa, cumpre-mo todava
doclarar que, n3o s nenhuma parte tive na
cunfeccDo della, como tambem que s hon-
tum tive conhecimenlo de sua existencia.
Com a publcelo dustas linhas mui gra-
to Ibes ser, senhoros redactores. Seu
conslaDte leitor, -
Francisco do Reg Barros Brrelo.
Sin hore redaclora, No retrospecto sema-
nal de sua estimada folln de hoje, acabo de
1er uiua liata de candidatos a futura depu-
laco provincial, precedida de urna circular
em que se diz que pernambucano. aizudu.e
hondo., grandemente magoados do catado
lastimoso de nossa chara patria, ajuntaram-tt
para a nubre e grande emprea de corlar intri-
ga, etc. etc.
Por figurar o meu nome nessa lista, permlt-
ta-me que tambem por intermedio de seu jor-
nal cu declare que, com quanto inulto ambi-
cione ser honrado com os votos de meua com-
provinciauus na prolima eleico de depulado.
provinciaes, c esleja as.aa peuhorado a quem
quer que se iembrou de meu nome ne.ta occa-
sio, suu iateiramente cslranbo a seinellianlc
combinarlo, queso agora chegou a uieu co-
nhecimeutu.
Uc ueuhuin modo eu poderia convir ein faxer
parte de una chapa, da qual foascm excluidos
certos e determinados nomes de amigos meus
' muito superiores a miui euihabililacde.), que
eu reputo pernambucanoa muito honesto,
muito sl.udos, e.coiuiados de paixdes odienlas,
eiuisquiuho egoiaino, sinceramente interesa-
dos na uuidade da familia peruaiubncana c
bem estar de noaaa patria, a
Coin a publicidade destaa linhaa muito obri-
godo Ibea Jicara. O .eu constante leitor.
/' Kaphatl di Mello tgo.
Recite .0 de ouiubru de 1851.
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a 18
dem do dia *)....
692,642
*a.ot
7JMm
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS rr
RAES DE PERNAMBUCO. ."
Rendimento do dia SO...... 79,
CONSULADO PROVINCIAL. *
Rendimento do da ao..... ggj ..
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 30.
Ilhade Maio \ das, brigue belga JoJO
Loguenghien, de SI3 tonelladas, capitn
i: liuwn.1, equipagem 10, carga sil ,
B-aader a Brandia & Compaahia. Sau.
pan Bahia. B
S. Matheus psla Bahia as dias e do ultimo
porto II, sumaca brasileira l'araguassu'.
de 110 tonelladas, mesire Francisco Porei-
ra da Silva, equipagem 8, carga rariaha
de mandioca ; a Joaquim Ribeiro Puntes
Navio sahido no mesmu da.
Parahiba -- hiate brasileiro Parabibiuo.
mesire Jo3o Francisco Lima, carga virios
gemiros. Passageiros, Victorino Jos Pe.,
reir e Joaquina alaria deS. Jos.
Obstrva&o
Recolheo-se da commissao, o brigue-ts.
cuna de guerra braaileiro Olinda, com-
mandaiit-i o piimeiro teoente Beroirdo An-
tonio I/un l'i rn.
EDITAES.
uucio poderosa, a unidadn de territorio eis is! dobrar e dominar ui houiens que cxnltasles
cuiidiies essenciat s da Francia Vosso i\; u < H<- que havia iraballitdo tanto para recous*
de repnbliea americana nao pude ser apphca- : ltulr a auturidade ein rraiici, quaudo essa
do ao uusso pait ; lie uiin ulopia. nbra que elle tiuha estendido para alm das
Oa senhoies, queris que vos coufcisc as I fronteiras de seu linpeiu desabou, como eu
'li/i.i ha pouco, porque a victoria linha I iiln-
do iim -i, lia ; quaudo esse genio outado, que
tinba confiado em si, se vio solitaiio em face
de sua grande empreca laucada por Ierra, ali
lu eouio uma ameaca, urna ameaca de ving*n-
Va que elle dliH Kuropa, que tiuha destrui-
do a sua obra : Tu serai republicana ou cosa-
ca ? f Applausos nos banc >s di maioria,)
N.'io vos fuganeis coin essas palavras : a ex- I
pressao de ftipolco he a iinldico d'uui gran-
de coracao admirado c contristado de sua qu
miiilias opinies '
Muitos membroi dt e*'/tirdi: .Sim !
!U>. Htri;'er : Ora bem, leuho ja peusado
io. Ainda nao as tinha dito a pcsna algU-
iiu, in'iii meiino a denllDin de mu; amigos,
he a todo o mundo que eu Taco a iiiiu'ia pri-
meira coiiliJcncia, he ao meu paiz todo in-
t-jiro.
Ora bcni, em toda a U)Iliba vida, tenho alra-
\ Mido por i grandes formas de govrrno. Che*
gado a adalesceucia no lempo d'esse iuuiciko
colosso de imperio, iiiluha liuanac:io, o intu
ardor juvenil Acarara eotbatlasinadoi com es-
sa situaeo que levava to longe c (fio alto
a grandeza do nome da nacfio no nielo da qual
tiuha nascido.
Ah isso fdiuio-inc ; eu ni um rxiliclo
uiiprnalisu na idade de 18 annos, ainda o era
aos 2U. Oh', a gloria do imperio ? Porin eu
liuh saliido do collegio ao s Ittia, e que cabeca nao teria Hcado arrebatada
entao t
Porcm vi ludo, cu estudava entao como vos,
Louifcava j a conh'-cer um pnuco o geverno.
I u linb.i um pai, liomem trabalhadur c pobre
que quera inspirai-me gnslo p lo trabalho.
I'.ui IHil ou iSU', elle collocoil junto de uiiin
um antigo depulado aos estados geraes; en-
cairrgiau e^sa pesaoa de fater-me ectudar, o
que O que ninguem sonhava no inundo nr-
aa poca, as act lu as csiudei por espaco de 18 inetei em coin-
pauhia desse veliio M. Boonetnao. omecel
a cuinprehender, coubeci o despotismo c elle
loinou-se-me odioso Ndo esperei sua queda !
lenho aqui alguns amigos de infancia, ellos
bein sabein (jue antes da queda do imperio,
eu Ihes dizia : Vosss nao conliecrm o seu
goverao: elle he odioso, he iniolcravel A
gloria nao cobre essas manchas!
Tu s testemunha disso, nao he asiin ?.....I
( O orador iinnn com o gesto uin meuibro i\a
direita. Liste moviuicnlo do orador produz
urna viva aensaca'io.Todus os olhos te dirigen)
para M. de Craudvillc, que responde ao hon-
rado M Berrycr pr'tvacao. )
8enhorcs, eu ros peco perdi pela lamilia-
ridade de iiilnha linguagem, (Klo( Do] Mili-
to bem l Applauf s c bravos direita. J l*o-
rein depois de ludo o que temos ouvido, quan-
do Caco um esforco de espirite para rccolhcr
o que (em sido dito, e classll.car essas ideias
que nos tein inais ou menos locado, para re-
j>roduzI-las em vossa presenca e responder a
ellas, j ri.ii ha inais preperacao, abandon-
me u uma liberdade excesslva de que vos peco
disculpa. (Nao, au! Muito bem inuitu
bem IContinu. )
l'ois bein, sim, conheci o despotismo, e para
mira isso fol o que baslou para arruinar a glo-
jia Seniacao.)
K depois vi a Inlidelidade da victoria, vi o
colrangriro trazido pelas nossas dei rotas al
aqu ( o orador abaixa a to e parece Indicar
coin o dedo os lugares que circuudam a asaem-
bla ), Vi iodo um grande gnvernn. nina im-
uh us i potencia que dccancava sobre um s
homcm, desapparecer, desapparecer ein um
dtj, desapparecer porque sua espada eslava
por Ierra, e porque uin da, um s da, linha
deixado de triumphar : j no havia governo
j nao havia leis ; ludo era destruido, tudo
dcaappaieca com um s homcm.
Oh ento comprehendi que infeliz da na-
ciio euja existencia, cujo governo, cuja cons-
l i tu i cao lem alternativamente ou a mobilia-
t das paixoes populares que conduz aos ve-
xarnes do directorio, ou a aulorldade immen-
sa do gen,o d'uin grande homcm que leva a
hrilhantes victorias, a immensos successos,
poraa tambem a lerriveis rcvees, a uma rui-
na completa, aodesappareeimentodc tudo o que
i-nii-.ilun' a sociedade. Fazer repousar o des-
liuo d'um puvo sobre a cabeca d'um liomem,
lie o naior de todos o criines. (Morimcuto
. l'i.'nla. ) Ah .' comprehendi cntao a neces-
^idade de um principio. ( Vira approvaco.
Applauaos em muitos bancos da direila, )
Sim, volei minha vida a esta convieco que
brate! debaixe da luflueucia desta joven ex-
periencia ; liui, live fe no poder de un prin-
cipio pira conservar, sustentar, desenvolver,
engrandecer, lomar poderosa a sociedade hu-
nao sempre pela accao pessoal dos
. Sao raros esses grandes genios que a
sueeessiio eleva ao throno, sao raros, sao ra-
rusunoi; pode haver ein seo aangue, e com
effeito ha, por uin beneficio do crfu, urna traas-
miss.io de qualldades bmevolaa e paternaes...
; L'geiro rumor esquerda ), de amor zeloio
oalatnldatles.
Qie o pa.2 me ouc,a, nSo creio, n3o espo-
ro que i iiirtioia pela reviiflO seja a uiaio-
hi conitltucoual\ crcio que a revialu*qui
quera vutar, ><- lea utna tnaurU (iiiine-
riCI da assetnblc.1 porm suplico aos
COMMERCID.
ni.in.1,
rcl...
da ; nao Ihe vejo outro sentido, f Movimciiio. )
Trino* a historia ; ella nos tranainilliii na
asclaina^oe. testainrnlariis dus dona lioincna
iiuc lem iiilui I i mal pudcrosamenle no lem-
po em que ilveinna, Mapoleio e Nlraberu.
iln iIimii que lionirm arini se citava, pase im-
nenso ttibuno, rsse homeiu que abalara tanto
0 poder c s baaea da sociedade franoeza, e que
e.golira as ultimas fortas da vida para procu-
rar levantar e nrstabeltcer as ruinaa que linha
feito.....
A' direita He isso mesmo.
.1/. Ilerr'jcr : .... Qijan Ij este Rgaiil-> SO
vio esmagailo deiiaixo da suas ruioaa o qu-
ro i|ue fez? Soltou um grito de desespero
i il^so : lovo coimiijo o lulo da monar-
cliii ; os renosos disputarlo entro si os
arrapos dl|a :
Sim, ambos elles, NapoleSo e Miraboau,
osses gran :es ginios qim liveram a temori-
dade, asoherba lemeridade do ousur que
rcr ilispr nilo .- de tolo um seculo como
le um grande puvo, de di simplesdireilo do genio, enliram-se esma
(godos debiixo do peso dessi respousabili-
' d'd^, e ambos disseram conisigo : a auto
ri lade .' a auturidade esla arruinada. On-
Ide tiflo lia aiitori I ule ; nao ha Dlals socio
ladi-, as raefes dividir-lo entre si OS Seus
:'i'-|-i.- fCis as palavras de embus ellos.
('vos o upplausus prolongados nos bn-
eos da maioriaagiUcJIo notavel.)
O Sr. presidente ;He do Miraheao .'
M. Bi'.mjtr : Siuhores, quero terminar
i.iiiInis iii'i;: me abaodunain; rncontrar-
oos-hemos norirso da discusso. lia mul-
tas outras olij'COi'S, a quedis ido is im-
portanria, precisamente porquo slo as ouh
.j mili ; poder-sc-ha Iratnr dellns nos de-
bates. Sej.-me permiliido concluir entran-
do por ti n mo otiilo na questlO que a as-
sembla deve disculir.
Tanto M. Miguel do llourges) como eu,
mais do que nenhuiii dos outros, comniet-
temos o mal de allastar-nos talvez rr.uito di
verdadeira questSu. (N3o, nSo!Falle '.)
Sen'iores, para resumir en poucas pala-
vras o que tenho a dizer, vcnbo dizor ao meu
paiz meu pensamento lodo inleiro (signaes
de iiil.- i.;.i i
Sei qne certos homens que tnm os mos-
mos sentimentos que eu, nSo partcii>nm de
meu pensamento sohre a revislo; sei que
certos homens que nilo sSo ha multo tempo
meus amigos polilicos.porm com os quaes,
a bem dessa desgranada Kranf., desojo, do
fundo de meu concho, poder ser inlima-
iiriilo unido: aoi que esses homens no
parncipam de meu pensarneoto, de minha
conviccjSo sobro a necessidade do volara
revisto da constituigan. (Itedobrameuto de
ittongao.)
Meu espirito est tilvez muito assusta lo
i..iu s com a siloacSo quo a cuii-lil nt.i i
prepara para 1891, mas tambem do immen-
so pongo de urna re 1 t;n > presidencial IV i-
ta conlra os termos da consiituiQlo.
. Porm suppoode que. om seu can;4sso,em
suas illusdes, so ainda as tem, o povo oo
momento om que se tratar de eleger um che
fe para o estauo, excitado, debaixo dos leu
tos das choupanas pelo ocho desse nome da
Bonaparle, supponde, repito, que o povo
mo obstante a constituidlo que limita a du-
racAo dos poderes presidenciaes, quelra
chamar ainda, por milhes de votos, a pre-
si lencia da Franja a l.uiz .Napolen Bona-
parle, entilo, aennores, digo que tudo esta
perdido! (Uovimento.--Sorrisos e leve ru-
mor eaquerda )
do; escutai-me, do oataco; no vo-
n.j..ii, (icaria uin iiiouatro t Mas como aua
lio de iiiiiiii. penna, c invocaco da inais hclla
Itoelelcao, prorogaeao, sao dous pe igos ua, convidada., porque aeria um sacrilegio iu-
iguaes; lulroduzi na Vossa constitui(3o tal vovar a noiva, arr.ncando-a a docuras dohy.
qual he, u.ii.i seiiiclnauca de moiuicnia, niincu, entrarel na desenpeao daqnella solem-
uma .-e ne.ii.ni.; i, uma .-1 ni-.Ii.i .; i da aulo- niaaiiiia rvunio.
ridade pessoal ; perpoluai, proluugai debai- <-'onlei mas de setenta scoboras, todas digna,
xodo urna lrim qualouor leg.l ou extra- do catado maior de raiuha de Citherca. tada
legal esses poderes Uo um pres.dente da rlu!^t^tS^Zt^^
repblica nascoudied s (...) que se aca o llada de Uuus diama.iles vivos, que derre.erL
presiilentoaclual.quoprolongaroisadosor- o gelo de meu coraco, c assiin captivo em
dein, a _luti, as desgranas J prolongareis as conserva piromnia xceula leculorum ; c o pior
be, que sem eaperaoca de liberdade...
Quauta perfeico, quanla bcllcta, c eu, po-
bre diabo, rendido, perdido, derrotado, e de
mais a inais vclho...
Vi bonicos uc toilas as cores polticas l'ratcr-
niaadoa, c diverlindo-se em comuium, como se
nao alimcDtassciii dill'ereutes peusameutos.
meus concidajaos, supplico aos momliros Ooaici multo desia leuiii.io, ese ellas fbsseiu
.la maioria que aceitem enlao a sua derro- mais rrequcnte.se arrelciriam cases odios po-
ta, quo rcspeitem e susleutem a COIIStltui- Uticos, lao contrarios ao progresso e civilia-
(3o, uma vez que ella nilo soja revista Ij- fuo- O cambio estere a favor da. inulercs,
galtnente. Armemos-nos con a legalidaJe 'lu,:r0 dizer cabiam dou. cavalleiros, scuo
nos lempos dilliccis, sa a convocasSj do ?"' "fj1 u,na ""fa "' me per-
uinuasseobl. de rvis3o. do urna assem- S to Vt Ii "'r-lhe, que o
..lea que pO.SU. lodos os poderes da .c.o. .'b.'l.daSc TSZl2SXCS&
de uma asaemblea suprior a toda a possoa o e.pumaute champagne esluurava de urna a
ca qualquur oulra assemblea, sa osla con- oulra pomada imineusamesa,entre os applau-
vocai;3o lulo livor lugar, submellamonos, os da bella rapaseada, que lambeiii esleve dig.
alTeiCocmo-nos logalilade. Urna lei tal "a de cucomios, nao o pclu valor com que la-
qu.l he, uma le oa, poi.n uma lei que "a sallar rolnaa, como pela lobricdadc com
ilumine uo paiz, vale mais que u.io ter lei '',"? i"uvf sa,llluU0 ",ua com as cabreas cmj
alguma N*0 d,,xemos quebramar a l, ^'i?,.^ fiMS f^kSZ
quo existe; so a revis0o n3o liver lugar, l,e rancia, ,a.s nados a diliciaa Se Venus do nuc:
a nica lorca que nos resta, e eu conjuro sfiarlas de Bacho. | do Porto, c insignada a Francisco A Ivs da
os meus concidadSus que a cinpreguem tc., o sr. prcaiilentc presidio a mesa, c Cimba Ai Companliia manifostou o s<-
Cum ardor. houve-sc coma p udeucia de um veterano, c guinle :
SJLhores da maioria, meus veiliossmi- {,1,* de um joven prascoteiro. Esievc| 22 milheiros sal, pipas, 5 meis ditase
gus polticos, poco vos u.iamo-noses'i'ejta- JJ!"'''J*f ,'f, 1Z>'!U ";' cr Inse.asivcl 22 barris vinho, 300 rolas arcos de po, 15
nenio neste peOS.ment, nessa resoloco SmTS!SuSSSL^JS!^^^i^^*M^lillM v.ri.s miudez.s, 1 b.r-
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 20. 32 886,680
Descarregam hoje 21 arca portugueza Espirito Santo scbol-
las e batatas
Barca ingkza Creamore bacalho.
F.seuna ingleza Beusliell dem.
Brigue himburguez Olinda 'merca
dorias.
Brigue inglez Aijrsliire liugoadosde
ferro.
Iiiipnrlai mi
lliale brasiloiro u ,Nossa Senhnra das Ne-
vos., vindoda i'a.illi consignado a Jus-
tino da Silva Boa-Vista, manifestou o se-
guinte :
5 saceos cera de carnauba ; a Jos Antonio
da Costa IrmSos.
500 toros de mangue ; ao consiRnatirio.
Barca ingleza iCrcamore, vinda de Ter
ra Nova, consignada a J. Crabtree & Com-
panino, manifestou o seguinte :
2,500 barricas bscalhao ; aos consigna-
tarios,
arca portugueza Espirito Santo, vinda
S. Ec. o Sr. prealdeule da prvIriTMaaT-
.lo I.i/it publico, para conbeclineato da, par-
les i uiercssadaa, que na secretarla do governo
existem oa requeriuiento. da. fiessoaa abaijo
mencionada, dirigido, Sua Mageatade o Im-
perador, j informados por S. Eso. ou por .cus
antece.aore., oa quae. nao tem aido endereua-
dos >eu. de.tioo. por falta do pagamento do
porte no crrelo. Pelo que, de ordem de S.
Kac. .ao convidado, o. interea.adoa a manda-
ir m pagar o porte, aliiu de podercm o. reque-
rimenlos seguir o aeu destino.
ftelacao do. oRlclo. de particular lnlere.se,
que ae achain detido. na secretarla do do go-
verno de Pernambuco por falla de pagamento
do porte.
Com direccao ao Eim. Sr. ministro da guerra.
N. 26. Ue particular Iuteresae de Maooel d
Avilla Bruin.
N. 59. dem, de Gregorio da Coala Montelro.
N. 70. dem, do sargento Sil verlo Jos Nery.
N. 73. dem, do sargento Manoel Joi da
Silva.
N. 103. Idein.de Marccllino Lope. Lima.
N. H3. dem, do padre Jos Floriodo de Ol-
veira Moura.
N, 114. I I em, de .Manoel Dionisio de Souia.
N. 155, dem, do alferes Manoel d'A.aump-
y-ao S. Tiago.
N. IM. dem, do capil.o Gregorio Antonio di I
Silveira.
N. 166, dem, de Franctco'.Manoel de Faria,
N, 234. dem, de Vlcencia Mara do Livra-
ment,
N. 374. dem, de Ignacia Mara do Llvra-
mento.
N. 175. dem, de Stiro Pereira da F'onieca.
N. 376. dem, de Manoel doNasclmento.
.v 392. dem, do alfere. Marlinho Jo.c da
Silva.
ParaoEnn. Sr. ministro da Justlca.
N. 119. Ue particular inieresse de Joaodi
im/ Fcrnandes Souxa,
Secretarla do governo de Pernambuco, 17 de
outubro de iSl.
Honorio Pereira de Aserate Ooutinlto.
U capillo do porto d'esta provincia
me urna ultima palavra, lio uma lembran- bre alma, que lomou urna pancula para a dio
de
ouvir hujo, e quo mo veio a idea nesta mo-
menlo.
.._ pancula tara
33 de SCUS (m n- (.ri. ni..,.
Eu, com c|uauio uo seja desses gastrouomos
de noiiicado--i|ulbiis sola vivendi causa esl
All meus amigos, sonhores dainiiiria, ou como diicm os Fraacetes-pour qui viv
oinprcliondei bem, escuta), reconbecoi as \l"cT,Z'\S"' V ""as" c>lvle--c
uzea uno nr,a flnlri..n,n ,, .. .B.. H: luJo P.0"'u encoiitraa.e com urna mesa.
ril forragens, 6000 cabos de ceblas 27*
c'iuaslras batatas e2 ditas macSes; aoscon-
signaterios
16 pipas, 12 meias dita? c 4t barris vinho;
a Antonio Francisco doMoraes.
9 ditos n o caixOes especies medicinaos, I
com'ciixa palitos ; a Jos Cardozo di Silva
J- Pinto.
15 pipas vinho ; s loto Pinto Itcgis de
Souza.
4 barris dito; a Antonio Francisco Mar-
tins de Miranda
22 batatos de vime e 17 cestos dito; a
vozcsquenosentreleom com as nossas dis- di... --c .r o Z ,,.
sensoas p.,ssid,s, que es.imu.an uoss ,s ^Zr ^^Z^^.Zl
reseetlaionlos, que aproiuudaui DOSS.sdi- Xera,e e.puuioao champagne, 14 su sabe em
Vboes, lec.inliecel ossas vozes, coinprehcn- honrados noivos, sem com tudo chegar ao
lei-as. sirva-vosissi ;o grande aviso; una- "loJo iilusjusto de Celso.
mu-nos cada vez mais, maioria, tojos da ., r,i '"'Peileiio meu trabalho se nada Ihe
maioria, lJe inseparaveis ein face uos po hfS? dJ i"c""e,:a localidadecacolhida para l'onciano Lourenco da Silva
ngus, Uiitud.sodic.3j como da imbiOOl 0flr?ui,jB0rl^il:f*f.r3f,"ilw "'", b':m 65 can.slras albos. 378 condeess, 88 ac
seje insoparareis na orden legal, lembrai- E,u, 'J! d'.!,*" *tl a bcl,a de fales c 100 canaslras batatas; a Amonio Ja
vosd, como ai avessamus os maosdias ; X9^^\3SSS?S^----------""""" ""
twjl essa lenibraucadolO'usa urna lieuo un- pudibunda rosa uUerUndo suas Ludas llores
mensa,uma Iig3u inteirumeiite puderusapa- pial abena, qual anida em boiiio mal desabro-
ra nos tornar (orles ein face dos pe: igos que cl.a.lo, all o candido lutulia dlspomando em
av.>iirdui.A. pliususpruluugidos a direila.; flvur. com os lenladorai eolios, c ebrneos
OoraJor, deseen 10 da t.iuUJ, bo ceicado uracu'' e e"> suavidade de aroma com a mesma
acola carreiraa de copuda, larinjciras
por um ijrando numen, do representantes
que u l'.'luciiain coin ellusOo 0enlbusiasino
l.evauu-so a sessilj as 6 horas,
INTERIOR.
Ivas de llores, que cnbalsaiiiivain o ambiente
mais all o cabello de Venus, a ad.ilia, a lauda
de, a furmosa-margarida, agrupada, con. sy.
metria, cboiugosto; linaluieiile se Eva eali-
vera coi tal paraizo, cerlamentc nlo cubijara
as banana, de quintas serpeutes Uouvcisc no
inundo. Dina linda, c bem ornada casa dccain-
CllKKSrOiNDE.NCIA D lil.lltl UE PER l'o. frequculada da viracao, com um airlo io-
NAUHUCO. .tao. Aun. lado uma especie de retrete, obre
V Nada lenho a noliciar-lhc contra aseguran- }e "' anctuario do Dos barriga. Diversas
{a individual, occorndo nestt. quatro dias, e "K"'as'ou Brul,UJi decoravam a parede, collo-
Deosqueira, que o mesmo Ihe po.sa dizer ad ca'1'" a capricho vcrdadciramcnlc Iloraciano,
(Dlrrnum. Os Thugyi parece que uao leein gos- 1^e'0 dizer, com toda a liberdade de imagina-
lado da perturbado de espirito, e erranela de a,0' 1"c clle concede ao. aenhore. pintores.
uluein que osvai pondo a policia ; aquem Ueo aquella parede, que eu chamarei--arca de
abra oa olho., e desembarace as peruas. i Noc-, eilslen. animaes das parles do mundo
A dlliuencia, que em ouira IHe notlcei ter i couliccidas, c desconhecidaa, todos em frater-
parlido para capuira do to .celebrrimo, e la- i nal aociedade ; individuos de tudas a. naces c
(anhudo, quo sfinpatliico e protegido Miguel 'Pocas I u,0 de todos os.cculus, pretrito, e
Perelra, errou o alvo, e aquelle honrado cida- futuros ; e para maior inaravilha representa ser
dao, na frase de .eu. apalxooadoa, nao eslava !da- e nolleao mesmo lempo populoso c a-
nac.i.a, em que foi procurado, casa onde, em greslc, civiliaado c nmade. Que vigor de ima
oulra diligencia, deque J Ihe lenho fallado, gmacao f .
tambem foi errado. O. moradores da tal casa I Com ell'eito all vi cavallos antc-dcluvianosi
resistirn! novaineulc policia dcsf'ecnaudo al- de mu tamanho espantoso, que para aeren, ca-
kuiis Uros, c evadirn. e, meno. um, que po- i valgado. u.yaier era, que um acolito suspen-
de ser capturado ; mas que hoje be to beali- de.ie o cavalleiro, ajudado de uma arvore. Vi
ticado, que j Ihe do o epilhelo de maluco, e
mullo temo ver-lhe breve a apothroses, como
un. sanloou morabulo turco.
Veja o quo prejudicial he a inipunidadc.
Na o iiii.ii t diligencia, daquella casa reaisti-
ram A policia, e como nada .ullreaseni, aperar
tygre, ou?as, burros c bois, caes e galo., car-
neiros c pa.torca. Vi cafadore. ve.tido. a Abra-
li.io, coin lindos chapeos de ir. pancada., ar
nados de modernas davina, de eapoieta : e vi,
cousa assombro.i.' um lapuia inaland um
leo com urna aelta Vi um urco ao p de unta
de ficar o guia gravemente ferfdo, e um fluida- cobra de coral uin i onca morrendo a lanca, c
do levemeule, agora repellen, a graca, felli
incite sem ferimeoio.. e a repiuirao mil veici,
ae outra. tanta, l for a policia.
No lempo do meu defunlo governador, indo
urna palrulba cercar uin bando de salteadores
no lugar das Coroada., resisliram mas nos,
pois eu tambem faafa pane da escolta porque
era miliciano, poaemoa logo aos coitos, que
eram de palha, e at hoje ninguein mais soube
de tal niuho ; mas hoje que aconsiituicao julga
a casa do cldado uin asilo ii.viuluvel para tudo,
e coolra tudo, o que Ihe haveu.os de l'aaer r Pe-
gar-lhe com um trapo queule, e receber um
batallo pela, costella., quando formo, ein cata
de algn, industrioso, ou cslollador. Felinueu-
te de ha multo, que estou na reaerva pona-
lo /|in ni quiicr que ic al. com laea mullios.
Fol preso em Natuba, nao sel le I lie dille em
miaba ultima, um tal gato, que dealUuu um
Uro, a meses, emSeba.tio Jos de Mendonca,
que licou alejado de uin bra(o i tambem forain
preso, no termo do Inga Lourenco Alve. Be-
zerra e Thou.az Jos de Figueiredo. infladores
no lugar Murlugaba do termo da Sanio-Anto
dessa provincia, que vinhain com um e.cravo
de nome Joaquim do engenho Gandti, parten- joitlficar-ic
uin tygrc a punhii. VI bois, quasi hydropico.
bebeudo u'um rio, ou pantano, duas Jovens la
vando-se c um catador inalado n'um glro
triangular matando um viado com vclla acce
a i porm de grvala ; en. poucas patarras, vi
o mundo cm miniatura, oua arca de Noe. El
pois, ainda que alguma cousa mas.antc, a des
cripcSo da testa, que oceupou a attenco do
re.peitavcl por mullo lempo, e lem de occu
..Ii at que nova cousa appareca.
0 cofre provincial esl de profundls, e o pre
.idente mandou contrahir uin einpre.tlu.o de
seis eonios, a que generosamente prestou-so
.en. inters.e algum, o negociante Francisco
.11 ve- de Souaa C Ne.le o filenlo recebo urna carta de um aml
godo luga, que dl.uienleein parle a historia
cima docicravo JoarrBIin do engenho Gandti
Ue ceno que o c.crivo all aoda fgido ; mas
o netcrra e Fijgueiredo, que iSo moradore. no
termo do Inga, nlo forara encontradoLcon.
clle, e ilm Ibei he Imputado por uin trAeiso
de l, que o tmlntii acollado em casa, e lito
nicamente para vindictas. A queito ella em
julio, c o. indicedoi acolladores tratam de
quim de Souza Kibeiro
50 cndeles velas do sebo, 10 barris pre-
zunlos, I caixa canJieiros, 1 cunhete serin-
gas e 2 pas dopedra ; a Jo3o l'ereira dos
Santos.
48 caixtvs vasos, figuras o louei de bir-
, ro ; a Thorrlaz de Fan i.
2 dllas sardinbas e doce, 2 esnastras ma-
20 caitas pomada ; a Jo3o Francisco da
Cruz.
4 lilas .1 [i, o 1 dita forragens ; a .Manoel
em/ \ i ii,i.
2 caixdes queijos, 2 feixes tullas de lou-
ro, 4164 restis de ceblas; a Thomaz de
Aquino Fonseca & Filho.
4235 ditas ditas, 48 ancorlas azeitonas,
12 canaslras mi(3es, 2 caixas cevsda e 3 di-
tas macolla ; a Ignacio Francisco Cabral
Canianil.
:i ditas diversas mercadoriss ; a Francisco
Alves do Pinbo.
1 dita ditas; a Manoel Joaquim Dias de
Castro.
I68csdeiras de pao ; a Jos Antonio de
Camino.
2 ca <0as espocies medicinaos 1 caixa
panno de liuiiu o bicos ; a Novaes 6c Com-
paniiii.
12 barris prezuntos; a Forlunatu Cordei-
ro de Gouvei..
I canastra mac3es o 1 embiullio ; a Nar-
ciso Jos de Carvalbo.
25 canas garrafas de vinho ; a F. D. Tiu-
vorherdert Cotnpanbia.
9 cunlietes e le.isa ferragens, a ditas
quinquell.arias, 1 dita perlencus para cha
peot, 1 dita retroz, 2 fardos capachos; a
Antonio Joaquim dos Santos Andrade.
4 caixas toalnas delu.ho; JosMoreira
Lopes.
10 cestos e cmastras ; a Birbosa &01i-
veira.
I barrica sardinbas, 3 calxOes plantas, 3
canaslras males, 210 reatis cebollas, 2
molhos fulha de louro, 1 viveiro cansrios,
I bujra e 2 crias, 4 giiolas passaros e 5 pa-
los ; a orde in.
I boceta doce; Pedro Joaquim l'erroi.a
dos Santos-
Sumaca brasileira .l'araguassu', vinJa
do S. Matheus, com escala pola Baliia, con-
signada a Joaquim fttbeiro Pontos, manifes-
tou o seguinte :
2900 alqueires defarinba; ao consigna-
tario,
CONSULADO i.l.li U..
lien lmenlo do dia 1 a 18.. s.215,085
dem do dia 20 ...... .',. 56,818
ix", assignado em virtude das ordeos
imperiaes convida a todos os individuos nis
niriiiiisi.iii 'i;is de servirem na armidi bra-
sileira, que quizerem engijar-se na forma
da tabella absixo inscripta a comparucerem
n'esta capitana.
Capitana do Porto de Pernambuco 16 do
outubro de 1851. ,
Rodrigo Theodoro de treitas.
CapitSo do Porto.
Copia.Tabella dos premios para as pra-
vas de marinhagem, que se engajarem no
servico da esquadra, comformo proponho
om oicio a esta acta. CratilicacSo ao mi-
rinbeiro engajado, por seis mozos 20,000
rs., idem dem por doze mozos 45,000 rs.,
sendo 20,000 rs., no acto do migaja monto e
sois mezes depois, 25,000 rs. GnlificicSo ao
grumeto por seis mezes 10,000, ridesm .
dem por doze mezes 20,000 rs., ao engaji-
dor por cada praga 5,000 rs., sendo o roiis
coniforme o avizo do 24 deselembrodel847.
Capilania do Porto em 13 de setembrode
1851. Pedro Francisco de Oliveira,chafe
de uiviso, capitSo do Porto, comformo,
Francisoo .Vavier Bomtempo, conforme,
ooflicial maior,Joaquim Pires Machado
Porleila. Est conforme.
O secretario.
Tltom 1'ernandes Uadeira di Catiro.
-- O 11; ni. Sr. oBkial-malor icrvlndo Je Ins-
pector da thc.otiraria da fazeuda provincial,
em cumpriinento da re.oluco do tribunal ad-
ministrativo, ...anda fazer publico, que no dia
23 do crtente, val nova.uente a pra$a, para se-
ren arrematada, peraute o mesmo tribunal,
o quem mais dcr. sel. moradas de casa., que
iiii.i.un o i .,/., nil, provincial em pagamento
do sello de bcranca no inventario de Joaquim
Lua de Mello Carioca, e que na conformldade
da le furaui adjuoicada. a ...eflinafazeoda, sen-
do 4 na povoaco dos Afogados ns. 24, 96i 28 c
30, avalladas cu. 480,000 rs., e duas ni ra dos
Pocos ns. 15 e 17, avallada, em l90,00u n.
Os concorrenle coinparecam no dia cima
indicado pelo ineio dia na salado mesmo tri-
bunal.
E par. constar ae mandou afiliar o presente
e publicar pelo Diario,
Secretaria da tbe.ouraria da iaienda provin
cial de Pernambuco, 14 de outubro de 1851-
O secretarlo,
Antonio Ferreira Anaclcto Antoolo de Moraea, major e cotn-
mandanle interino do quinto bataltiio de
guardaa nacionae. do municipio do Reclfc,
etc etc.
Fai publico ao. lenhoreiorflclaei, uu.r efl'ec-
tivos, qur reformado!, para aprawanlarem
suas patentes e quie.quer outros documento!
que tiverein en. .eu favor ao referido coin-
mando, at odia 23 do correte, anu de dar
cumpriinento.aoi artigo. 61 e 8J da. In.trucr
cde. n. 722 de 1850.
(-ominando do quinto Jiatalhao de guardal
naci leu,, 20 de outubro de 1851.
Amlelo Amonio de Moral.
O Dr. Jos Riimuod i da Costa Henexes iui
municipal suplante da 2. vara neata oda-
de do Recite de Pernambuco.porS. M.l.e
C. oSr. li: Pedro II. que Deosgusrde&.cz,
Foeo saber que por este juizo do di. 21 do
correte mezas 10 horas di manhS se lude
rrumatar a armar;.1o e miudezaa que se
acham na toja n. 16 na ra do llozario larga
do Bairro de S. Antonio, avilt.do tudo na
un ni'i.itiei i de rs. 2:683,703, a requerimon-
to de los ii:mi i da Bocha,toslimentero
do finado Antonio Jos Alves Lopes e inven-
tarame de seus bons, cuja arrematacSo sera
feita na mssmi luja. E para quecbegue a
uoticia de toJos mandoi pissar o presente
que ser publicado pela imprem, eafilado
no lugar do cosiume mais publico. Dado o
passado nesta cid.de do Bocifode Pernam-
buco aos 18 do outubro de 185), eu Mano I
Joaquim B.ptisla escrivfio interino o es-
crevi.
Jos Raimundo da Coala Menezes^
8:871,903
Declaragdes.
O vapor brasileiro S. Salva-
dor commandanteopritneiro
lente Antonio Cirios do Aze-
redoCoutinhodevechegir dos
portos do Norte em 23 ou 24 do "?"":
le, o seguir para Mico.o Baha e Roj
neiro no da seguinte ao da sus entradsJ
-j^m-f*


,.Ba(alhimdC. N. do Municipio do
"' Recite.
abilxo assignado capitSo cotrimsnaan-
, ?.u" no deste b.talhSo fcl publico a lo-
2, Chores omeiiM,qu reformados que*
dff ct "osdo mesmo. que em cumpr.mento
& superior, deven recolher .u.ipa-
drt l>em como outros quaesquer dcil-
lotos que ll.es possSo aprowitar ao quar-
"i desua raaideuci. na povoeco da caa
Krt ou n\ ru. de S. IllU n. 18 t O di. 25 do
frente i fi> de 1"e P0M,m l1r eMf u"
5JS 61 a 68 das ioslrucgOea de 25 de ou-
tubr0 dB H'Ignacio Pereir. d. Rocha.
_ 0 arsenal de guerra compra b.im bran-
- flnisde Qaodres sngalas e dobradas,
' o" refer Jos gneros quizer foroecer
Impreca no di. 21 do correle com iu
c0 oKia acomponhada das competentes
S Arsenal do guerra 18 de outubro
'tJm O escripturano.
de 18 F. Sera/ico de Atiis Caroalho
Pagadoria militar.
tu, cumprimedtolla orem, ?xm,- ,Sr-
. denle da provincia em oicio de 17 des-
f m so Hli" corouel 'nsPector- 8ri
i* novos snnuncios da compra de dusen-
" .,'ueires de farinha de mandioca, pela
incida ve,h. ... par. seremel.erem a,
Edo da llh. de' Fernando o Illa. Sr
insDCtor convida as pessoasa quem con-
vir, venda do citado genero a comparece-
reo na pagadoria na manhSa do dia 22,
nuVrta reir da prxima semana das onzo
horas ao meio dia com as amostras da rari-
nha, o em cartas fechadas o seu ultimo pro-
co* nelle comprebendida a despesa das sac-
ias ue pao de algodSo da fabrica de Todoi
os Santos da Babia, costuradas com lio d,
relias, advertindo que a farinha saja da
melhore mais novs.
Pagadoria militar de pernambuco 18 de
outubro de 1851. .
O escrfvam.JoSo Arceneio Barbosa.
Concedi de revista
As pessoas que dirigiram re-
(|iierimetos ao conselho de re-
vista daguar da nacional do mu-
nicipio do Kecife, que tem finda-
doosseus trabalnos, podem man-
da-Ios receber cm casa do secr eta-
rio, no pateo do Carmo n. 9 pri-
ro aullar-
- Na Cadeia deata cidade, acha-se preso
umoreto do nome Domingos Pao forro, que
diz ser escravo do Sr. Podro Cavalcanli,
arrematante da estrada em Mana Simp icii1;
o prelo rol preso as 12 horas da noile de
17 do crrante, no lugar de Guadelup-i
pelo iospector respectivo, cuando policiava
esta freguezia, e como leo prsenle nao
tem aparecido pessoa alguma procurando a
dito prolo, ro o presente para conheci-
mento do quem convier.
Subdel-g.cia da polica da i'raguesia da
S em Olinda 19 de outubro de 1851.-0 sub-
dslegado supplenle. M'guel Jos Teixeira.
TIK.4TR0 E S. IZ4BEL
15. RECITADA ASSIGNATURA.
ar1a-f>irn, 22 de outubro de 18at.
Logo que a oiclieslra execute urna esco-
lada ouvartura. a comianhia nacional re-
presentar o muito applaudido drama em 5
actos ornado de msica : .,__
A GUACA DE DOS.
Terminara o espetaculo com a bella come-
dia em I acto.
A ESTATUA.
ou
O Duelo s escuras,
/"rjonoyam.
Leonardo, velho propietario. Alvos.
Honor, sue filha.I). Manoella.
Frederico, seu amanle.Silvestre,
t.iltiarina, irmSa de Leonardo.-. Amalia,
anistacio, pai do Frederico.Raimuudo.
Cilberto, escultor corcunda. Montelro.
l'ni TabeliSo.Cabral.
Convitados.etc.
Comessara 8 horas. ... .
Os lulhaaes achao-se a venda no lugar do
coitume.
Thealro de Apollo.
O espectculo annunciadopara hojea be-
nclicio do artista Carlos Rico Oca transie-
ndo para quint-feira 23 do correnle.em con-
soquencia de nao ter sido possivel acabar
de aprontar para boje algumas vistas esce-
nisiodispensaveis para o maior brilhanlis-
mo, na exibicao do interessante e beilissimo
drama
A pobre das ruinas.
O boooliciado pede desculpa por esta trans-
ferencia, promovida nicamente para que o
ilirerlimanto possa ser desemponhado mais
salisfacBo do illuslre publico.
Oretude bilhetes acha-se & venda no
hotei Francisco ; domicilio do beneficiado
na vespera, e no dia do espetaculo no thea-
lro.
L_______----- -------------------------ij I_^
Avisos martimos.
Para Lisboa sabe com tola a brevidad8
a barca po-tugueza Margarida capito
Silverio Manoel do Res quem na mesma
quizer cirregar ou ir de passauem entenda-
se cornos consignatarios Oliveira Irmos &
Companhia na ra do Apollo n. 14,ou com o
cipitBo na praga do commercio.
Para o Ro de Janeiro.
Sahir aleo dia 25 do crrenlo u patacho
nacional S. Jos Americano, por ler a maior
parle da sua carga prompta, paro o resto,
passageiros e escravos a frete trata-se com o
seu consignatario Manoel Alves Guerra J-
nior: na ra da Cruz n. 40, ou com o capi-
13o, Thomaz Pereira Lagos na pra^a do
CODIMfCio.
Para a Parahyba
Sabe em poucos das o veleiro hialebrasi-
leiro^ Espadarte, por ter a maior parteda
carga prompta, para o restante trata-se na
ra a Cadeia do Recife n. 23, com Antonio
da C. Ferreira Estrella, ou com o meslre a
bordo.
Para Lisboa segu com brevidadeobri-
gue portuguez Conceic ode Hara, para car-
ga e passageiros trala-se com Thomaz d'A-
quino Fonseca e Albo, : na ra do Vigario n.
19 prlmeiro andar ou com o capitSo, no pra-
ca do commercio.
Para a Babia; sabe em pon-
tos dias, por ter a maior parte da
carga prompta, o biate nacional
Amelia : quem no mesmo quizer
tarregar, ou ir de passagem, diri-
ja-se ao mestre a btrdo, ou a tra-
,ar c,on'Nvaes & Companhia, na
ra do iiapiche n. 34.
Cear, MaranhSo e Para
O novotrigue escuna Braeileira Graciosa,
aosline-se a aquellos portos, quem no mes-
mo quizer carregar, ou ir de passagem di-
ija-ae ao consignatario Jos Bapiis da
lonseca Jnior ra do Vigario n. 23 segun-
uo andar, ou ao capitSo na pra^e -
--ParaaBahia sai at o Gm da presento
semana, a sumaca nacional Flor do Angclim,
por ter o seu carregamento quasi completo,
anda pode receber alguma carga e passa-
geiros: altratar-se com o mestre Bernardo
de Sousa, ou com Luiz Jos de Sa Araujo na
ra da Cruz n. 33. ..
___ Pata o B.10 de Janeiro, sabe
com a maior brevidade possivel ,
por i ter parteda carga prompta,
o brigue nacional Vencedor, ca-
pito Cleto Marcolino Gomes da
Silva: quem no mesmo quizer car-
regar, embarcar escravos a frete,
ou ir de passagem, dirija-seao ca-
pitSo na praca do Commercio, on
a Novaes & Companhia, na ra do
Trapiche n. 54
0 Vapor brazileiro S. Sai>ador,comman-
danle o primeiro lenle Antonio Carlos de
Azevedo Coutinho, deve shegar dos porlos
do Norte ero 23 011 24 do mez corronto e se-
guir para Macei, Bahia, e Kio de Janeiro
no dia seguinte ao da sua entrada.
I'ara a Bahia, sabe ate o hu
da presente semana, a escuna na-
cional Adelaide, pJe anda rece-
ber alguma carga miada 1 quem
quizer carregar, poder dirigir-se
u ra da Cadeia do Recife n. 5G A,
toja de ferragens do senhor Vidt I,
ou na de n. a3, do senhor Autinio
da Costa Ferreira Estrella, na mes-
ma ra.
Leiloes.
Jos Rodrigues Pereira, fazleilo de 30
caixas com queijos, reco.nlemente importa-
das de Londres, no dia terca reir. 21 do
correte, no caes da Airaudoga, as 10 horas
d,_m o' 'corrector Oliveira far leilo de
grande porcilo de mobilia nov* e usada, con-
sistnidoein urna boa secretaria de Jacaran-
da com parleleiras pa a livros, urna dita, com
tampa de pedra, um bou piano poitonconte
a Mademoizelle I'ounon, cadeir&s, banens
redonJas, ditos para jogo, para luz, o d'ou-
tros modelos, commodas, carteiras, lavato-
The Pornambuco British Library.
la removed to praca do Corpo Santo n
second (loor.
precia-sede urna mulher lorra de boa
conducta4>ara servir de ama em urna casa
do duas pessoas de familia, a quem isto con-
vior dirija-se a ra de Orlas casa parede
o meia da igreja dos Martirios, segundo
lugaseuma boa casa, por anno ou
pelo toropo de resla, sita no Poco da Panel-
la. a margen) do Cabiberibe, e que ro do
Dr. Joo Lopes, quem apertender pode pro-
curar as chaves na ra da Mangueira no
mesmo Poco da Panella, casa d 8ra. viuva
D. Maria Villela, e para o ajuste na praca da
Boa-Vista casa 11. 32. 2 andar.
Madama Kosa llardy modista ii
sileira ra Nova n. 34.
Tem a salisfacco de scientiicar ao mui-
to respeilnvel publico, e destinclamente aos
seus rreguezos, que seu estab.dccimonto da
novo sa acha prvido de um espl-nlido e
varlavel sortimenlo de ricas Tazendas rran-
cezas, s quaes se venden por prego mdi-
co, consistindo com ricos chapeos de seda e
groz de imples franziJos e lisos, do flores e
penachos.brancos e de cores,para senhora e
menina, ditas de seda e pallinha tina, com
abas largas do lindos unTeiles para menina
u.itinri chapeus du palha fina, redondos
para meninos de um a seis annos cnapeli-
nhas do palha fina enfeilados em Pars, com
Ota esc.'ssesa, brilli-ntes capotinhos, prolo
de seda e do groz de napies, rurla-coras,
para senhora o muninas, ditos chamalote
prelo para sonhora, ricos cabeciles de b'co
de linho lino ; d> seda a imilaefo de hien-
de, e bord.dode prata para bailes ou theu-
tro, guarnecidas com delicados enleitose
do gosto o mais moderno, ricas romoiras
guarnecidas do bicode liohn e lindissimss
litas, bonitas camisinhas do cumbraia e
fil do linho bordado para senhora, man-
guitas o peitillios de (li linlia e cam-
braia bordada do ultimo gosto para seutio-
ra, ricas tocas da senhora de fil linho,
ricas capellas de llores para noivas o madri-
nlias de casamento, ricas guarnieres de llo-
res brancs para vestidos de casaminto, ri-
casluvas de pelica onfeitadas de branco po-
los mesmos, ricos cortos do sola o groz de
napies lavrado branco para vestido de uoi-
v 11,11111 granito sortimenlo debicode blonde
da largura de um dedo al um palmo, dilos
de seda largos o cslreilos, ditos de linho de
largura de i a 4 dedos,cspartilhosdo primeira
3
ros, toucadores, marqnezas,banlioiro da fo-
!ha, candieiros, paracima de meza, colheres l quahdade para souliora o meninas do dude
e otras obras de prata, lindos eslojos para j87 a 12 aunos, ricos leques de papel, pen-
coslura deS'as. ricas carteiras de XriJo para tes tartaruga, lilas largas do tolas as cores,
buhles de vista, um rologio de ouro sabo- crep de todas as cores, luvas proia pira so-
net patente ingloz, um botilo para carniza [ nhora e meiiims.ditas de pelica para homem
com um lindo brilhanto com alunte e cor-
rento de ouro, e outros objectos sexta-feira
24 do corronle, as 10 horas di manlia, no
1 andar da sua casa, ra daCaleiado Re-
cife
Avisos diversos.
Precisa se alugar urna ama
de meia Hade e de b ns costumes,
para o servico interno de nina ca-
sa de pouca familia, paga-ae be 111,
com tanto que as maneiras e o ser-
vico agraden) dirigir-se a ra das
Trincheiras, sobrado n. 19.
Aluga-so um grando litio, com 2,500
pes de coqueiros, com grande casa do pe
dra e cal, toda envidragada : no piteo do
Terco, casa n. 33.
Aluga-se urna bonila sala o um sni.li :
na ra do Amorim n. 10.
O autor do annuncio que ao S-
nhor Innocencio Antunes le Parias, pele o
psgamntoda quantia do 35,840 rs., da um
vale, se ja no tem recobido ella, he por nflo
querer acceilar umn IransaccSo que sellio
oltereceu, n3o obstante s<^r aquella quantia
proveniente de juros exorbitantes, com a
intenso de ~ quoduvida nenhuma tem do omjuizo com-
planle liquidar essa exorbitancia, e do des-
mascarar a esse sovandija.
O inirnigo do usurario.
A direccao da sociedade das Artes
Mecnicas e Liberaes desta ci-
dade,
Taz sciente ao respeitavcl publico, mxi-
me aos artistas nacionaes, que hoje as 2 ho-
ras da tarde lera, pela vez primeira lugar, o
examo doalguns do seus membros em al-
gumas das disciplinas, que as aulas, que
a sobro lila
Sociedade
tem criado, se ensinam, o por isso os convi-
da a honra-la com sua presenta.
Sala da sociedade das Artes Me-
cnicas e Liberaos do Pernambuco, 21 de
oulubro de 1851.
Aluga-se o tercelro andar e sotilo, da
casa da ra do Collogio O. 15, muilo gran-
de, fresca e com bous com modos para nu-
morosa ramilia : na ra dos Pires n. 19,
Precisa-se de una ama, para servico
de casa : no pateo do S. Po Iro n. 18.
Quem quizer dar alguma crianca para
se criar, a urna senhora casada, com muito
bom leito ; dirija-30a ra do Araglou. II,
que achara com quem tratar, alliancan Jo-se
todo o cuidado de urna m3i.
Precisa-se de urna ama, para casa de
pouca ramilia no pateo do Paraizo, cusa
n. 18.
Urna possoa que escreve solTfivelmente,e
tem bastante desenvolvimiento em contabi-
lidade, se olTerece a qualquer senhor de
negocio, que precise drate servido, com a
condigno de o rzer em particular, e mes-
mo para arranjar balances ; tambem se pro-
pOe a escrever para algum cartorio, e final-
mente faz quilquer escripia, muito commo-
do, por n&o ler o que fazer : quem precisar,
annuncie para ser procurado.
No caes da Airndega, armazem do An-
nos, vendem-se muito bons charutos, em
caias de 100, muito cm cinta.
--No becco da travessa da Madre de Deus,
armazem do Campello F1II10, n 7. vnden-
se ancoretas de azeitonas, a 700 rs., ca-
da urna.
- NSo se tendo reunido os Srs. credores
da massa fallida de Firaiino Jos Flix da
Rosa no dia designado, novamente sSo con-
vidados para a mesma reuniSo no dia sexta
reir, 24 do correte pelas II horas da ma-
ntisa, em casa do-Sr. Thomat de Aquino
Fonseca, na ra do Vigario n. 19.
Agradecimento.
Muito agradecemos ao insigne artista dra-
mtico o Sr. Germano Francisco de Olivei-
ra, muilo digno empresario do thaatro de
Santa Izabel, porallender os pedidos que
se Ihe Tez de levar a scena a Grac,a de
Doshonra lhe seja feila pelo desejo que
mostra sempre de agradar ao publico, o
mesmo desojamos aos seus collegas pelo
bom desempenho de suas partes, com mais
especialidade os Srs. Res, Silvestre, Bezer-
ra, eaSra. I). Manoelita, muito gustamos
do ver esla sublime actriz representar a par-
te de Mar,a ; delan
presentroslo dram
e senhora,lin ios reos para noivas.ncos cha-
peos de montara do palha cnfeiladas em Pa-
ria para senhora, veos de cores do gaze pe-
los mesmos, rico assortimento de gros de
naplus furia-coros para vestido que so ven-
do a voutade do comprador gros do noules
erde rosa.l'rmjis Olrancja do seda prolas c
do coivs.lransa de seda branca,bou chama-
lote prelo para vestido ou capolinho : na
mesma loj l'azem-so vestido de Cisameiilo,
de baplisido, locas do menino o do senhora
Capotinhos de to las as qualidados.cjm per-
fcifSo o prego com nudo recabo u-so todos
os mezes liguriuos rao Jernos,que impresta a
s;us fioguuses.
.. Dosapparoceu no dia 12dofeveroiro p
p. o inulatinlio l.izaro, idade de 1S annos,
|,.,m parecido, cibcllos crespos, ollios pre-
lo;, nariz afilado, sobraiicclhas bom pretas,
e arquiadas, cor natural com pannos hran-
cos do redor Jo pescoso ; esle oscravo quau-
do rugiu asntou prega 11a escuna- Lid loia
commando ,|0 Sr. piloto Joaquiui Alvcs Mo-
roira, o dinjindo-se seu senhor a nieneionii-
la escuna para calura-lo. o mesmo senhor
piloto disso-lhe ter na quella noite diserta-
do : presumo-se que o dito oscravo se tenha
re'ugiado para fora da provincia com o lup
posto nome do Braz : roga-se por tanto a to-
das as aulhoridades puliciaes que o apre-
hendi, e capitles de campo o mais pessoas
particulares, e gratifica -so com sessenta mil
ris ; esto escravo pertaoceu a Jsde Sabina
da villa do Sobral que o vendeu ao aba 1x0
assiguado.
Bento dos Santos Ramos.
Cnsul d'Alrica.
O Dr. l'au d'Alho, formado, om clculos
mathemalicis de lotera, onhecelor do
velludo preto, fabricante de versos chouxo),
condecorado com os aceulos e cnsul d'A-
lrica nesles reinos d. 8t.
Fago saber a tolos os Africanos, que niio
fagflo caso dos annuncios que tem saludo
neste jornal, em qiios? diz fora dimili lo el-
lo Pau d'Alho, pois que ludo he originado (la g sua v,. la j, |,r(ira ja u0j Vista para a
polos ambiciosos que aspirSo ao cons 1- IU., j0 (;bon. 52.
lado, vislo que nilo recobeu ainda parliei-| jose joaquim Pereira.
gilo alguma de seus soberanos, o roi do Con- ._ >0 cemtorio publico,preoiaa-sede ser-
Boubo.
Fiirtaram do daposito demadelras, junto
a secretarla de polica 2 poa,sendo na noi-
le de 17 do correte, 1 treve de 2 palmos
de oomprldo, e palmo refdrgado quadrado
da qualidadeeng poico amarello, I enla-
me! de 36 ditos, com grossura de 6 polega-
das quadradas de qualidade oiticca silo
boeiros, oeslavain amarrados pede-se aos
Srs. mestres de obras, e donos que se forem
offerocidos tomaron o avisarem no dito de-
posito: os ditos paos esUm marcados com a
letra .S outro sim, oannunciante no pnu-
par de pesquizar lodos os meios para des-
cubridos, pois j por varias vezes se lhe
tem Untado madeiras, e as te.11 adiado e
tomado, e qualquer madeira qoe fr offere-
cda que tiver a dita lelra he tortada, e est
prompto a pagar toda o qualquer despeza,
e 50,000 rs. pela descubert do ladr.lo.
Jos Mendus da Silva Guimarfles, dse
jando pagara seus credores, est resolvido
vender sua taberna, sita na ra do Gordo
niz n. 10, do bairro do lloare, por esta uni-
ce rallo ii3olera duvida em aceitar aquello
negocio, que o dosolirigue para com os
mesmos seus credores: quom a pretende
Uirija-soa mosma a fallar can o annunci-
ante que melhor expora.
Vicente Jos de Krito, manda para
Rio de Janeiro sua eicrava parda de nome
Maria. ,
Adolpho Schafheitlin girante da casa
commercial sol) a frma social Scuatneilliii
Tobler. vai acdale da Bahia tratar de
negocios tendentes a mesma casa da qual
he socio.
Preciza-sedcum teitor casado com pou-
ca familia, para traballiar 0111 um pequen
sitio na ponte de Uchoa, junto ao sitio dos
Srs. Carnciros; quem se julgar habilitado
parosle li ;n, dirija-se ao Atierro da Boa-
Vista caza cor de chumbo de 4 janellas para
tratar.
O solicitador Joiquim de \l-
buquerque e Mello, mudou sua
residencia para o terceiro andar
da casi da ra do Collegio n. 20.
v y v y:v v v v ; rt''v v vv '') Vv v
Sr l'erdeu-se no dia 18 urna carteira <,%
com ferros de cirurgia des lo a Boa- J
Vista al a estrada de Agoa-Fria, e
desconfia-se que do Corredor do Bis- 5
po at ao Manguinho lie que ella ca- ^
hiu; quem a acnoo podo restituir a ^
seu dono: na ra do Vigario n. 5 se-
gundoandar quesera recompensado. AAAAA *liA*li*AA.ft4 A*A
No botequim da Uta Nova
precisa-se de um preto para o ser-
vico do mesmo, que sej fiel ede-
ligente; no mesmo se dii quem
quer comprar um preto moco e sem
vicios.
Precisa-so de um caixeiro, que calen-
da de venda, o que dadora sua conducta:
na praga da Uoa Vista n. 32.
I'rccisa-so de um caixeiro que tenha
pratica, para una venda : na ra da Auro-
ra n.28.
- Simn Lois, r. lira-se para 01 portos
do Sul, levando em sua companhia o sou
moleque MatheiM.
O Sr. Henriquea Pereira da
Silva, morador na Varzea, qiteira
apparecer na ra do Gabug, loja
de miudezas di Duarte.
Mlencn'o.
OITereco-si] um mogo para caxeiro do
qualquer arrumaglo, 011 mesmo para co-
lirniga oq-.o tem bastante pratica ; quem
do seu prosimoso quizer utilizar aiinuiier
para sor procurado.
I). Maria Francisca d'Almeido, abaixo
assiguado, declara quo ajuitou todas as
contas, quo havia tido com o Sr. Manoel Al-
ves Guerra,o que est quito com est) senhor
comoconsta da escriptura publica quo cele-
bradlo na nota do tabellio Francisco de
Salles da Costa Monteiro om 3 de setembro
:ll> Cune lie ,||,,1 1.
-- Aluga-so una prela para todo o servi-
go ; 11.1 ra do l.ivrainento, n. 1.
Jojc Itiburo Dias Martina Vianna, rcti-
ra-se para o Rio do Janeiro.
Ama de leitc.
Na ra larga do Rozarlo larga segundo
andar da c iza n. iS, por cima da loja de lou-
ga, precUa-se de urna ama forra ou cativa,
quel.'iilia bom loilc, sum lilho, paga-so gc-
norosamente.
O abaixo assiguado frZ publico que mu-
Gompras.
i merosos pedidos tem-se reaolvido
demorar somente o tempo preci-
.1 f..i __i. _.iu_ Compram-se molequa'.negrinuas. mu-
,SO, ao qual fechar-se-ha O eatabC- |,tin,1M,S negras com habilidades, o sem
Mecimento sem annunciar mais, he nllaa.para encommendas na ra largado
pois a ultima occasiao do possui-. ^"^Vm4ee.cr.vos vendem-se de
rem, o mais fiel e perleito retrato. commissSo, para dentro o rra da provin-
Carlns D. Fredeicks &c C.if'' Cacimba, sobrado n.M, on-
. j. c o j 1 ni,,, de morou o Sr. vigario do Recife.
- A deerte-se .0 S.r. Bernardo1 de1 Albu- .. CoB1 ,, feUo QU terr pr0.
go
e a rainhn Ginga Maria Francisca. Por vct (iarJlCdreiros.paga se a 610 rs.diarios
tanto expresian in-se claramente o artigo na iegon5a feiraasS horas em ponto.
8,708 da Ici africana c rcgulamonto doslu
Consulado, que diz assimTolos os sub-
ditos silo obrigados a ler seus ttulos passa-
dos c firma los pe > cnsul, com penna de
serem mullidos cm um nico, e 10 papagaios,
para quo ninguem se chame depois a igno
o pal o da liben a de S. Jos 11. 15, I -
va-so o engoma-se com perfeigao o ac-
oelo.
tleitfao.
Precisa-se allugar um muioquu dola 14
annos na ra da Cadeia de S. Antonio da-
5!
Consultorio homeo-
pathico.
I? !/>>/<> /"|,i,i,,ll QSiih no Atierro da Boa-Vista quema tiver para
rtflllfH ||M KjUHSJfW II. O[II tma veoder dirija-se a ra da Praia armazem n.
Compra-a urna ovelha parida a
en : na ra do Hospicio n. 52.
Compra-so urna venda na ra Nova ou
no Atierro da Boa-Visla quem a tiver para
metro andar.
O Dr. P. A.Loba Moacoso,
da consultas gratis aos po-
bres, todos os dias das 8 as
ia ni. .is da nanlifu.
I'ratica qualquer operaco
de
cu urga, ou ue p.irtos.
llecebe escravos doentes
para tratar de suas enfermi-
dades,ou f zer qualquer ope-
raco, por preco commodo.
M
m
m
M
*
i
W
i
20 alu achara com quom tratar.
Compra-so umaduza de cadeiras, com
assento de palinha de olho, ou outra qual-
quer qualidade, com tanto que sejam ler
iml '.s e em bom estado, tambem por pre-
go commodo : na ra da Assumpgao n. 36.
Vendas.
Ricos espelhos.
Vende-se em casa de Avrial Frere & Com-
i panhia, na ra da Cruz n. 20. espelhos da
^ vidro Trancezes, com ricas molduras doura-
Hl das e sem ellas, de 3 at 5 ps de altura, por
n 1 pregos muito em cunta.
mm,H'No aterro da Boa-Fista, loja n.
18, defronte do tribunal do
commercio
rancia inandei (azor este, que vai por mim fronte do convento casa on le esleve a so-
assignado. cicdado Apolnea n. 1 segundo andir.
Pau d Alho Cnsul. _. Aliuga-se o loja do sobrado da ra do
P. S. Quanto ao verso de colch 'la, nm pa- Collcgio 11. 8, os preten lentes procuren 110
ronto nos rometeu o seguate elogio, quo he Si,gUudo andar do mesmo sobrado,
bom publicar. .. Alugao-se, uiua mM terrea com qualro
Nflo he cnidos do sublimado estillo
Sa Miranda serio, Burcigo o cascalbo,
M.'io: Un isso, um poeta novo,
D'Atrica o cnsul, 1 gram Pau d'Alho.
I. vai.vejao.
Do consulado seu archivista.
I: logo por isso ( ou agua J
Ao meu cnsul
Devoser suhmissor
Paii d'Alho, canto V.
portas delronte c porlilo ao lado, solflo com
trapeira de duasvarandas repartija a moder-
na com a sala da fente assoallia Ja, osinha
lora o quartos para escravos o quin-
tal sita na ra do Seve do Bairro da
Boa-Vista o primeiro andar de caza 11. 51
da ra da Cadeia do Recif-s, do cinco va-
randas de fronte; e ferrara n. 7 do ra do
Brum ; a tratar na ra deS. Francisco cas
de um andar n. 10 confronte ao thealro do
--Na ra do Livramento n.10 sobrado se di- mesmo nome,
rquem venle,3 vollas 2alfiuoles,4 pires de .. a pessoa que tiver una cscrava que
brincos, 6 anelOes medalnas, tranceln, qUzi>r alugar para vender az.to decarra-
pulceiras, 1 aderego, 1 coroa, 1 bandeira, p,ioa tarju dirija-se a ra do Rozario ostrei
butes para bertura, colheres de prata para la n 37.
sopa e cha, 1 rologio patente, 1 dito para A^*.^^^<#^^.****.*****
senhora, e outras obras de ouro o prata. ^ Tj.n sacerdote que tem pratiea do #
Olfrece-sa urna ama seca paraoservign -^ en8ino d pnmoras letras, gramma- .-*
ordinario dn urna casa de pouca familia, ou Z tjca |atina e rranceza, geometra, mu- 4
viuva, ou homem solteiro : a tratar na ra zca TllCa| ede alguns instrumentos,
Nova n. 28,
OSr. Themoleo Eustaquio Dias de An-
drade, quei'a dirigir-se a praga da Indepen-
dencia 11. 35, a negocio do seu interesse.
t'm rapaz brasileiro quo sabe ler e es-
crever e contar.
inclusivamente de piano acceila a a
capellana- de algum engenho prosi- -
mu a esta praga subjeilando-se a h- >.
zer sua rosidencia aonde tiver de ^
exorecr o ensino dasrereridas mate-
, o qual da fiador a sua con- rs: pessoa que com o mesmo qui- 0
duela, se olTerece para caixeiro do qualquer 2 zer contratar, dirija-so a ra Nova n. fr
estabelecimento commercial ou mesmo pa- jj g onde sor inrormado. t>
ra cubrangas.exceptuando nicamente ven- (Zak
da ou padana, eto : a pessoa a quem con- v ,;......i n ,..,wl..rim
vier pOde procurar no pateo da Santa Cruz AUItteiIa HIOIICI lll.
n. 2, ou annuucie para ser procurado. .. ,n,i anliga falmea de chapeos deso, se
-- Precisa-se de urna preta captiva,pagan- encontrara um novo o moderno sortimento
do-se -lhe por mez 9,600 rs., sendo fiel, para de chapos tanto para meninos como para
vender na ra o servir em casa de pouca la- hornees, e juntamente aQi milia que s3o duas pesaoas: quem tiver an- qualidade e gosto por serem os primeiros
nuncio ou v na ra da Florentina n. 3, que rindo a osle mercado; emquantoo prego
achara com quom trotar. ne 0 mais commouo possivel.
l'onleiro. No l'asseio Publico n. 5.
Perdeu-so um pouteiro de ouro com as Na mesma rabrica concertam-se e cobre-
iniciaes C F. W desde a ra do Gabug at a se qualquer armagflo servida tanto do panno
tas vezes queTflmos're- [ ra da aurora : roga-se a pessoa que o a- como de seda, e ludo isso com o maior
i, nunca estove lio bom tchuu qoorendo restituido, dinja-se a ra asseoe promptldao; desojamos quo os 110-
011.0 estrjVc na noile de sabbado, 18 do do Gabug 11. 7, loja dos Srs. Horeira e Du- brea habitantes coucorram paroste esla-
corrente. arle qne ser bem rocomponsalo. bolcciuiento.
Os Germanistas. Allugam-se os 2 pnmeiros andares dos --Os abaixo assignados avi-
--/luga-se urna sala com dous quartos:; sobrados os. 29 e 31 na ruada Praia a tratar coasequencia de nu-
na fu do Livramento, sobrado n. l. nos mesmos. Stt,H> 4U: *"* ^
*_____ .
Casa de modas l'rancezas Buessafd
Millochau,uo aterro da Boa-Vis-
ta n. 1.
Pelo navio o Cont Regcr recebcu-se
um lindo sortimenlo das ultimas modas de
Pariz, em chapeos de seda e do palha onl'ei
tada para senhora, ditos de montara, ditos
do palha entestada para meninos, manteletes
e capotinhos de soda de cores e prelos, tam-
bem de cambraia, liados toucadorrs e espol-
ias, cabegOes de bico de blondo e de linho,
romeiras, camisiiihas borladas, mangas bor-
dadas, llores, luvas, espartillios, gravaliuhas
do veludo preto com as (vollas, um rico es-
oollinieiito das litas novas, leiicinhos de se-
da de retroz, transas de seda e de lila para
vestidos, bicosde todas ai qualidadese mais
tazendas que so ven lerSo om conta. Faz-se
eHVclivamenle lulos os cnleitos de senhoras
em chapeos, toucados, turbantes, e vestidos
com gosto igual ao que vinha directamente
de Periz, e por prego muito mais em Conta
Schafheitlin &c Tobler fa-
zem publico, para conbeeirnento
do commercio desta praca, e de
todos a quem isto possa interessaar
que acabam de receber o diploma
d agentes da commissao director,
das companbias de seguros marti-
mos de l'aris abaixo declarardas;
com plenos poderes para tratar
e determinar amigavelmente de
qiiaesquer avarias sobre navios ou
mcrcadorias, em que urna, 011 mais
das dilas cotnpauliias forem intc-
ressadas.
JL'i 11 Iciaititi,
,a Pigie,
JT,a Sanre-zftrdr,
Fje CereU rommrrcialc d'asmt-
rances nirtrilluts,
Ej'Ocan,
L,e 5.1 i(l t'ram,(iis,
.ssHIUilli.i- II(ir! 1111, v.
I.fi Hrln 1: <>t
Asshi-iiikv.v generales marili-
mt'S,
i. 1 ni mi de Porta,
7 Oiiroiinc,
La tficurit.
Retratos pbotogenicos e de elec-
trotypo na ra Novan. 61,2".
andar.
O artista ten lo dn rctira-se para OS Esta-
lns-Unidos aviza a quem desojar os retratos
li perfeita semelhanga, quo queira dignar-
se procura-lo porestes das em eonsequencia
do aua breve demora uesla cidade. O mesmo
vende to los os UlenCilioS perlencentes a es-
ti iiiaravilhosa InvengSo I:m como 1.1 to las
as instrugSos necessanasa quem so. propo-
icr s"gui-la,
-- Por oxecugim da fazenda provincial
em o da Jl do corrunlo depoia da audiencia
do lllui. Sr. Dr. juiz dos leitos so arremata-
riio os seguintes hens: 11111 sitio nolugardo
Poco da Panella com fundos Id o nocapi-
hnilij bem pl miado, o com ha casa do li-
jlo c cal assoliralalo rivaliadi novamciile
0111 8:000.41, ""'a caza terrea bastante grande
ciinligua ao mesmo sitio om qualrn allul-
las una porta vahada en l:50l,OU0 rs.,
nutro dito, dit, ditas na mesma foamanrp
1.800/000 rs.,e um sitio 00 lugar un Apipuco
com olera caza,planta de capim.o bom ter-
reno llem la estrada,avahada em 6 000,000;
cuja oxecugam promove a mesma lasenJa
contra Jo3o Biptisti Pereira Lobo.
I). Hara Flonnda de t;aslro Carrigo,
viuva do linado Antonio Francisco da Silva
Carrigo esta proced'ndo a inventario pelo
juizo dos Orphflos ; todo aquello que se jul-
gar credor do mesmo cazal devo-sc apresan-
tar competontemeiile com os ttulos que
jusliliquem seus crditos, para oque taz-se
o presente annuncio.
Precisa-se de urna pessoa, que saiba
prrl'eilameiile folear formigas : a tratar na
ra do Livramento 11. 35. Na mesma casa
contracla-se a cunduegao para o campo de
trastes das pessoas que vflo passar a test.
Joaquim da Silva Lopes, na
ra da Madre Deus, armazem n.
20, vende farinha SSS !', e dita
Fontana, dita galega, saceos com
firello, oleo de linhaca, cha impe-
rial c barris com breu : tuJo a
voni de dos compradores.
Um mogo brasileiro, o qual tem boa
letra, alguns praparilorios, traduz, eacreve
e talla com perreig3o a lingoa rranceza ,
quer-sc empregar seja em que l'or, e mesmo
se pro.'Oe a ensinar para o mrto : na praga
da Independencia n. 4, se dir quem he.
Vendem-se ricos cortes de cassa
a a.000 rs., e chitas de padroes es-
culos e cores fixas a iao e 160 rs.
o covado!!!
Vende-se nm piano permito pelo dimi-
nuto prego de 200,000: na roa do Calinga
11. 16, segundo andar.
Jjacailio imperial.
Vende-se bacalho imperial vindo da No-
moga, em linas, o melhor e de mais oxtrac-
gao na Europa, preterido por maior prego
que o inglez, por ser a sua cura do mais pu-
ro e melhor sal, sem mistura alguma de ga-
lillo, qualidade esta que o torna recommen-
davel al para doentes : no caos da altande-
ga, armazem n. 5, o prego he commodo o
osla se acabando.
Veuie-se um cavollo gordo, e de boni-
ta figurr, de excellent's andares: quemo
pretender dirija-se a coebeira do Sr. Pessoa,
na ra do Mundo-Novo, onde so dir quem
he o seu dono.
-- Vende-se um bom cavallo, de lodos an-
dares, por d minuto prego : na ra das Flo-
res, cocheira n. 10, que achara com quem
tratar.
Vende-se um par de adra-
gonas novas, por commodo pre-
co : na ra da Senzalla Nova nu-
mero 16.
Vende-so urna escrava crioula, moga,
com algumas hahilida les e de boa conduc-
ta; urna oegrinha de 12 a 13 anuos, queco-
so c ja faz lavarmlo, ludo por prego com-
modo : na ra do Fugo n. 23, sa dir quem
faz esta negocio.
Vende-so una mulalinha recolhida ,
som vicio, nom molestia, de 16 annos, sa-
be coser, marcar, lavarinlar, cozmtiar faz.
rumia e lio muito linda, propria para urna
casa rica : nu patuo do Torgo, casa o. 33.
$ Na loja pernaiubucana, O
da ra do Crespo
; n. 11.
Vendem-se ptimos brins brancos,
INDICADOR 'IRIS ACCUKDUS
PARA g.
VIOLA
Torua-se este metlioJo, tanto mais reco-
mcndavel, quanto elle he til, pois que ro
publicado om proveito daquellas pessoas
que desojao saber s regras do acompanha-
mento sem que tenham o trabadlo do apren-
der a msica: vende-se na ra do Livra-
mento loja do calgado, n. 27, a 5 rrnl res
Ad&Oiv&AVavQaV
-- Aluga-se um preto, para lodo o servi-
go: na ra da Praia, typographiia mparcia'.
Q com lislras do coros, a 200 rs. o 0
j covado. 0
M99MMM9MM>vMMt
Na loja pernambucana, *
da ra do Crespo 9
n. 11. 4
tfi Vende-se merino prelo fino, cova- M
> don 400 e 500rs.
Vendem-se 4 moleques, de 16 annos ,
crioulos ; 3 escravos de todo servigo ; 2
mulatos, sen lo 11 m bom cozinheiro o outro
gapateiro ; 3 neg.iotas mugas, de idade do IS
annos, sendo una boa ougommadeira, c-
oscravas de bonitas figuras : na ra Diroila
n. 3.
--Vende-se um carro de 4 rodas, em bom
estado, de construcgflo inglez, muito leve,
prnprio para um ou dous cavallos, com ro-
las do patente: na ra da Aurora, casa jun-
to ao collegio doi orphflos.
Vende-so um famoso negro, mestre re-
.inador de assucar, cozinlia odiarlo de urna
casa o muito geitoso para o arranjo de casa
e do campo, por ser i 11 tul I gante : na ra
larga do II zario, loja de iniudozas n 26.
que la se lira quem vendo, o quem dada
100 a 1 uno.mi 1 durs,, aju.osde 2 por ren-
to ao mez, sobre penliorcs do ouro ou prata.
Ven Ic-se um fiquairo de prata dedu-
zia, completo, viudo proxiiuaineiilo do Por-
to, por co unilo prego: na ra do Encan-
tamento, o 01 1/0.11 de uiolhailos n. It.
.- Venle-so um cavallo, proprio para
carga: na ra ds Larangeiras n-18.
-- Vende-se leite liquido, do melhor que
ha nesta cidade, a 60 rs. a medida, e em por-
g3o de mais de garrafa a 50 rs., das 6 horas
e meia al as 8 na ra da AssuropgSo nu-
mero 36.
He para acabar-se.
Vende-se esleirs muilo grandes e dobra-
das ptimas para se ter em umasalla, poden-
do servir da cama para 4 ou 5 pessoas, as-
sim como sapetos do duraque preto pira se-
nhora, a i)00 rs., ao par : na ra do Livr-
monto 11.11.
Ao barato.
Na bella capunga vonda da estrella na es-
trada nova do Jacobina ha para se vender
aos freguezes por pouco mais ou nada oso-
guinte ; superior viuliu de Lisboa P R R a
280 rs. a garrata, dito de outros autores 200
rs., dito branco 280 rs., genebra da Olanda
320 rs. a botija, ser*eja 440. rs. a garrafa, a-
zeito de lisboa 560 rs., queijos superiores
a 1,280 rs., cha Uysom 1,700 rs. a libra,
tapioca do maranhflo 120 rs. a libra, cavada
120 rs. a libra, banha de porco a 340 rs. a
libra, manteiga tranceza 560 rs a libra, sa-
flo prel e amarello 140 rs a libra, espor-
macele 700 rs. a libra, bollaxinha ingleza
40 rs. a libra, vinagrada Ierra 80 rs a, gar-
rara, toucinho de Lisboa 300 rs. a libra, a-
zeile do carrapato 240 rs.a garrafa, o o mis
ludo em propo gao aos pregos cima.
- Vende-se um negro mogo, do bonita li-
gura enagaoBenguella:iia ra Augusta n.22.
Hoyo deposito de cal
virg'em.
Ra da ruz n. a3.
A este deposito acaba do chegar pela bar-
ca Margarida, viola ltimamente de Lis-
boa, barris com cal c;n pedra, propria para
o rabrico do assucar, e que si recoinuienla
aos Srs. de engenho, nflo s por ser muito
nova, como por se vender mais barato do
que em outra qualquer parle.


B
Deposito da fnbi-iea. ile Todos os
Santos na Baha.
Vende-ge, em casi do N. O. Bieber& C.,
ni rui da Cruz n. 4, ilgodSo transado da-
quella rtbrici, mu to proprio para saceos de
assucar o roupu de escravos, por preco com-
modo.
Para as escolas.
Vende-se uo pateo do Collegio, loja do
lirro azul a synopsis do general Abreu o Li-
ma, ltimamente adoptada pelo l-.ioi. presi-
dente da provincia como compendio de lei-
tura e historia do Hrisil as escolas prima-
rias da provincia.
i111-1;11 em broenura 2,560
Encadernada 3,200
Farinha do S. Cnthariuu.
A bordo do pataxo Doiis Linios
vende-se farinha de mandioca su-
perior qualidade e resentemente
chegada por mais barato preco do
que em outra qualquer parte: a
tratar a bordo do mesmo, ou com
Antonio de Paula Fernandos Ei-
ras, no caes d'Alfandcga.
Kap Paulo Cordeiro
vende-se na loja de Cunt & Atnorim, na
ra da Cadeia do Recife.n. 30, este superior
rape, em botes e roeiosditos, recenlemcnle
liegsdo, por preco commomdo.
Deposito de cal e potassa
No armazem da ra da Cadeia
doliente n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
um como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
-- Continuase a vender admiravel agoa
para fazor os cabellos e suisgas pretos na
ra doQuoimado n. 31.
Veudc-scum casal de oscravos,ou tro-
ca por-seums casa : na ra Helia n. 16.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RA RA SENZALLA NOVA N. 9.
Ncste estabeleeimento conli-
na fundir.So da ra do boa queris na ponte da mesma estrada :
terreDO pronrio para fundagflo de qualquer
ostabelecimento, e j se acha aterrado: lam-
ben se afora cm falla de comprador, e as-
sim como outro terreno mais adianto. A
tratar na ra do Collegio, n. 13 pritneiro
indar.
Vende-se cera amarella, de superior
da ferro
Brimi ns. 6, 8 e io.
Vendem-se amarras de Trro: na rui
pa Senzalls nova n. 42.
Aloinhos de vento
oom bombas de ropuebo para regar liorlas
d baixas decapim : vendem-se na fundigSo
dos alienados, cuja lista chega pelo primei-
ro vapor, e vendem-se pelos procos abalxo :
na ra do queimado, loja de ferragons n.
Itilhotes 22:0000.
Meios 11:0000.
Ouartos 5:500.
Oitavos 3:800.
Vigsimos 1:300.
pesoasque custumo festejar onascimenlo estollarica para sacerdote iuh "
do Messias, com os interossantes, o hones- n. 12, adiar com quom trai.r Pr,i
tosintretimentosdospresepes.odescroverag a |0a H Th,nk:i ,
lindas, e variadas cores, bordado. 0 bicos iniophilo Robert
de que alo ornados, seria lirefa bom difl-
cultoza, por tanto sanado flea este incon-
rua nova n. 17,
Acabade receber um
113
de Bowmm & Me. Callum, na ra do Brum qualidade e por preco commodo. na ra do
ns.6.8e10. I.ivramento n. 27.
Vendem-se relogios de ou- A 9,800cada urna.
, r Defronle do becco do Peixe Frito 11. 3,1
ro c pa tu, patente mglez : na ra Vendem-se madapoloes, com um pequeo! n .-com fundos para a ra dos Ta-
da benzalla Nova n. 49. quede avaria, agua fresca pelo baratistosi- noeiros, com dous andares esotao,
u,,.,,i.., .,1,,,. ijuir-, c mo preco de 8 patacas e 12 vintons c-ida urna __._, /,
N. fundi dTc.T.rrIO&,fComp.n.,ia, pessa. \ \ qual tem a val.acSo de 6:4oo0
em S.-Amaro, acbam-sevonda moendas Vendem-se sehns inglezcsIWj; as partes no valor de
de canna, todas de ferro, de um modelo o elMtC08, ditos cooi borranhas c si- i 3:j)ooooo rs.: quem o pretender
construcgflo muito superior
Tai\n- para engcnlio. ; Inoes, para montana de senliora .
Na fundigSo de ferro da ra do Brum,; na rua Ja Cruz n. 3 coi casa de
acaba-so de receber um completo sortimen- u ,, ,.
to detaixasdo 3a 8 palmos de bocea, as co IVenwortn & Lompanlna.
quaes acham-se a venda por preco com-! Vende-se superior panno de
em casa de
Geo Kenwortb & C'onipanhia, na
rua da Cruz n. 2.
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o mcias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, c taixas de ferro hatillo e
coado, de todos os lamanhos, pa-
ra dito.
Vcndcm-sc cera cni velas ,
fabricadas em Lisboa c no Rio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
. 01 lid.i.s, ilc i a 16em libra, etam-
bem de um tamanbo, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se 110 escriplo-
110 de Machado & l'inbeiro, na
rua do Vigario n. kj, segundo
andar.
Anligo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. I7, ha
muito superior ca nova cm pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Agencia de Ldwin Maw.
Vi rua de Apollo 11. li, arina/.ciii de Me. Cal-
inoiil&t Comp 111 In.i, acha-se conslantcincnle
bous sorlimentoi de tdixa de ferro coado c
balido. 1.111(0 rasa como Tundas, moendas i 11
airas todas de ferro para animaes. agoa, ele,
ditas para armar cni madeira de todos os la-
madlos e madellos ornis iiidcrno, macliina
liorisontal para vapor, com forra de 4 Gavil-
lo!, coucos, paasadeiras de ferro estanliado
liara casa de pulgar, por menoa preco que o
de cobre, escovens para navios, Ierro ingles
lauto cm barras como cm arcos lolhas, e tudo
por baralo proco.
farinha de mandioca.
A mais nova c mais barata farinha de
mandioc que ha no merca lo, vende-sc mi
111,1 da Cruz do llocife, armazem n. 13, de
Joo Carlos Augusto da Silva.
Principios geraes de economa pu-
blica c industrial.
Vende-se esto compendio, approvado para
as aulas do primeiras letras, a 480 rs. : na
praga da Independencia, livraria n. 6 o 8.
Bombas de ierro.
Vcndcm-sc bombas de rcpuxo,
pndulas c picota para cacimba :
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundico de (erro.
*: 1 casa de J. Kcllcr & Com-
panhia, na ruada Cruz n. 05, acha-so a ven-
modo, c com promptidilo embarcam-se, ou
carregam-se em carros sem dospezas ao aigonao para saceos
comprador.
Arados de ferro.
Ns TundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vondem-se arados de ferro do divorsos mo-
delos.
Deposito de cal virgem.
No armazem de UisFerreira, no caes da
alfandega, vendem-se barris com cal vir-
gom, por preco commodo, vindosda Lisboa Cruz n. 2.
no brigue CnnceicSo tic Mana, entrado em ; |*>**'**#*#*Cf:#
Vetidem-sc relogios de ou-
roc prata, de vidroe sabonete, pa-
tente inglcz: em casa de Geo lcn-
worthy ck Companhia : na rua da
12 do correte : trata-se no mesma arma-
zem, ou com Novaes & Compaobia, narua
do Trapiche o. 31.
Batatas novas irancezas.
Vendem-se gigos com 16 a 18 libras de
batatas novas e de superior qualidade a
610 rs.: no caes da alfandega, defronte das
escadiobas, armazem deCoveia t Dias
Vinho de Champagne,
e superior qualiiiado : vende-so no arma-
em Kalkinanu Irmos Itua da Cruz, 11. 10
A aligo deposito de cal
virgem.
Na rua dos Torres, armazem n.
12, ha muito superior cal nova cm
AI.CODAO PARA SACOS'
Vendo-so muito bom algodSo para
* saceos do assucar, por prego cem-
modo : em casa de Ricardo, Ho\ le, na
rua da Cadeia n. 37.
Novosgostos !! !
Na rua do Crespo n. i<5. loja de
Jos Francisco Dias,
vendem-se finissiraas cassas franrazas do ri-
quissimes gostos e novo padres polo ba-
rato preco de700rs. a vara, corlo dcCam-l
braia liza fazemla muito lina 2,210 rs., o cor-
lo [ motado de scu valor ditas com salpi-
cos a 6*0 rs, a vara, corte do cambraia
pintado de cor,dc gosios modernos 2,200 rs,
o coi te, superiores chitas frascezas cores
dirija-se a Fora-de-Portas, n.34,
rua dos Guararapes, todos os dias
das duas horas em diante.
O Vende-se um grande sitio no lu- O
O gardo Manguind, que tica defronte O
O dos sitios dos Srs. Carneiros, com ,
O grande casa de vivenda, dequatro j
O agoas, grande sonzalla, cocheira, n
q estribara, baixa do capim que sus- n
n tonta 3 a 4 cavallos, grande cacim- J
q ba, com bomba e tanque coberlo J?
X para banho bastantes arvoredos de ^
2 fructo : na rua do Collegion. 16, se- O
** gundo andar. O
ooooooc 00000000000
Taboas de pinho.
Vendem-se taboas de pinho, proprias
para fundos de barricas, e mesmo para ba-
nbeiros em sitios, barricas para assucar, pe-
les de cabra, e sola, por preco commodo :
na rua dos Tanociros, armazem n. 5.
Urna boa escrava de bonita estatura
com 23 anuos de idade, boa engomadeira,
cuzcclio.cosinha, esabe servir urna me-
za de etiqueta. Vende-se por nSo querer
servir mais ao sou respectivo senhor: cm
i'ora-de-l'orlas, rua do Pilar n. 20 do-lado
osquerdo, caza que tem lampeSo.
Barateiro do fien le.
Quem duvidar, ou se queira sorlir du fa-
zendas para fesla, onxa a algibeira de sda-
las, o venMIo a rua da Cadeia do Recife n.
50, que encontraro variedado do fazendas
veniente, dirigindo-se os pretendentes fazendas como Sjim bicns de Blonrf l0'l,
rua do Quoimadoloja n. 39,com trez mil rls para babado.camfsinhas do cimbra 1*
que rocoberflo om troca um bello corte de da, pnnhos bordados.maneuilas aaSK*"
"et'?o- A dada, fil de Blondo preto bordado mr'
Vende-se, recobido rocenlemente che- rico, luvaade pelic enfeidas nara
gado nos navios Bonita e Seraphina superior ra, ditas para homem, chapeoa do ruih
c Trescaes prezuntos pan fiambre, quoijos feitodos pars monlirii, dito emeitid"1"
l.ondrinos, batatas ingiezas, Onissimos bis- ra menino, ricos chapeus do sol nar f"
coutinhosem lutasde Carr & Companbiae mem esenhora, fitas de seda lizas el.
muito mais oulros gneros no armazem de das de todas as larguras, espartilhoa dV?"
Uavisci Companhia r j da Cruz n. 9, nhoparasenhora, grinald'is de floreada I
CalXinhaS de VdrO r,D8' *>"noiva, franjas pretas o decora!'
Vendem-se 3 partes de um vestido. ddi7fi'drioTe'Trto'bord^rllbor-
1 ,,, h Vanda.aa rnonkiiln .! .i.nnll I ,. l.n ola Ihhi -1 imIIi -__i.
sobrado sito na rua do trapiche,
oalavrada para vlstdo/sitim lizi ?'
.! "i:" f-"iX"!.' ,8_?.VJdI?.. J???.rl! Burfio de todas as cores, pira chapous'df
para guardar joias : na loja de miudezas d
rua do Collogio n, 1 :
i&MVMWWaVWW!r:WWWBiWtMlt3jWff
" (.aniois Pailhetrk Companhia.P
Conlinua-so 1 vender no deposito H
I. geral da rua da Cruz n. 52, o excel- 9
I; l'Mitec bem conceitusdo rap aris [i-
$ preta da fabrica de Ganlois Pailhet & II
Companhia da Baha, em grandes e
gur-
nhora e muitas outras'rizendisTudo'!*"
roelhor gosto possivel o por proco mais rm
modo do que om qnalqucr parte.
Ba dopa-seio publico n. 5
na antiga fabrica de chaoos de sol venda
chapeos de sol tanto de panno camo da T
da para homem esenhoras, meninos e m
ninas de escola;cobro-se qualquer irniet
de chapeus de sol.tanto do seda como a .
companhia da Baha, em grandes e W de chapeus de sol.tanto do sedi como T,
pequelas porcOes pelo preco ostabe- 9 ninho concerta-se estes objectos com mi'
Jecido. ____ 9 pronlidSo e brevidade. u'u
T:IWWffWWVRIH Vende-se om bonito muleque hom
cozinheiro : na rua do Crespo, loja n! 4.
Escravos futidos.
- No dia 16 do correte desaparecen
di prac* ds Roa Vista da companhia d0
corretor doescravos Rezerra, urna escriV,
de naofo Camundongo, de nome Antoni,
de idade 35 annos, com os signaes seguin'
tes, estaturi regulir,|cor fula, faicoes gros-
sss, tem o cabello hum pouco ralo |0
yon vestido do chita escura, e pao da Co
ta ; esta escrava foi comprada ao Snr. Duar
le, morador na rua do Codorniz, e oor
isso quem a pegar leve-a a rua das Cruza,
n 22, quo s-ri generozamenie gratificado
-Desappareceu no dia 21 de setembro
Oh que barateza !
Na rua Nova, n. 8, loja de Jos Joaquim
Moreira & companhia, vendem-se luvas de
pellica iniiiio frescaes e novas, brancas e de
cor, para tiomon e senhora pelo diminuto
preco de 900 ra. o par; ditas do fio do Esco-
cia com um toquesinho de mofo por 320 rs.
o par; espertilnos para senhora, o que tem
apparecido de mclhor nesto genero, por
('.''iiiiii ; um resto de sapatos de marroquim
preto, pos pequeos, a 1000 rs. ; lencinhos
de rededo mclhor goslo possivol, a 1800,
rs ; ditos do seda, 1 720 ; golinlias de cam-
braia, a 1000 rs ; luvas de lorcal.a 1000 rs.
plumas brancas que muito servem para tou-
cas e chapcoszinlios de menino,a 500 rs ; e
oulras muitas frzendas de gosto c qualida-
""i"V,l,' li;m,mi J' muitu lixasedo novos pidrOec a 210e 260, P<" pr"?0 ,',ara's?inl0'o!i0'1'0 bem c."'lM
pedras chegada, ltimamente de' covad0 ditas estrellas cores do vinho1''as P" 1W ,G"> 18" ocovado, e
Lisboa, o do calle ede ganga a 200 rs., o covado. ditas dorainagcm para coberlas a 200 rs.:
Tal '.rnm ..m np,ln | Fill de liiibo branco o de cor propria para coites de cassapadiOes novos com 7 varas
Lal virgem tm pedra mosquetciro010rs,avara,brinslrsn<;tdoses- por 2,210 rs.; lencos do cambraia du coros
Chegada rcccntemenln de Lisboa, cm anco- alro c cor ,|c ., com |lslas miudinhas a PB" "'flo a 210 rs.; challes do seda novos a
ras muito bem aecondicionadas, e por pceo 000rii- 0 corlP assiin como outras mui- 8,000 rs. ; corlo de colelo a viludado a 1,000
commodo; no arma/cm de Silva Barroca, i. fazendas por baratos precos rs; ditos defustao a 500 rs.; brins finos,de
ua rua do Trapiche 11.19. pa'ra c|iapc|cjr03 vreiros. quadiinhos a 28 rs o covado; cor
da
Gasa de commissao de cscravos.; /"'," \"aY^"** "vreiros. ,simlra ,,ra ,ooo, 5,000, e 5,500rs.; pan-
.," u, l""l""M ; farinha do trigo a 1,500 rs. arroba, cas 0n mesclado para palitoz a 6,000 rs:, o corto
Vendem-8C escravos C receucm- libras a 50 rs.: na rua larga do Rozario, pa-! je 3cuvados; ptimo para o verflo por ser
se de commissao, tanto para a pro-'<*ar',*n:,8- I muilo leve, bramante do duas larguras, joli
vincia como para lora della, naralLal virgom' a ma,s Jequada para; vm.tofff^jnjmj^mni
para
o fabrico de assucar.
o que se olcrece muitas sarn lias
1 1 1 Narua da Cruz do Recife, armazem de
a scusdonos : narua da Cacimba assucarn. 23. bacal virgem muito nova cho-
cada ltimamente: c a preco muito
c a preco muito ra
soavel.
-- Vcndc-sc a casa terrea n. 6, da rua dos
Copiares, para pagamento do urna hypolho
ca, a que esla sugeila a dita casa: a I rolar
ua rua da l'eiiha 11. 19.
I l'uzendas baratissimas.
n. |i, primeiro andar.
-- Vendem-so velas de espermaecte, em
caixas.de superior qualidade : em casa do
J. Kcllcr v. Companhia : na rua da Cruz nu-
mero 55.
Inda continua a vender-sc barato.
Cortes de casemira prcta por 5,000 rs., di-
tos de brim oscuros de listras a 2,000 rs c
1,600 rs., ditos de castor 1,120 rs., riscados
de algodo a 180, c 200 rs., riscadinhos pecS'lc 38 covados por *,5O0 rs.,
francezes a 120 rs. o covado, e inultas mais **&* d,c 9udr0" com 38 covados por 5/
j0 rs., ditis do chitas rochBS llores encarnada''I
de cores lixas por 0 100 rs., cortes de casenii-
| ras do bonitos gostos a 3,000 rs., ditos de
ditas muilo linas a 5,500 rs., castores para
calca de bonitos padrcs a 180 e 200 rs. o co-
m.-nl ipn iV. bous para 2,560, 3,200, 3,520, e
3,810 rs., a pee; c para uulros muilos
precos; assim como oulras mullas fazen-
das, que a troco do dinheiro se vendem por
precos baratos; ecsta loja tem seu arma-
zem de fazendas em atacado, e se vende
qualquer porfo por preco de primeira
fio,
Vcndcnwe escravos baratos
120 rs.
fazendas por baralissimo preco na rua
Crespo n. 6.
Dinheiro a vista.
Csssi chita muilo larga ctlebomgos-
mocos, e de bonitas figuras, mule-
Optimas redes do Para com cores, do 20, a nllP\ mnlalinhn* npurinlini ne. lili"' 1" "-^"" ""r"
30,000 rs., chitas bonitas com cores seguras,' 1ues',n""Un"0S' ne5r,n".as' nc com 7 bracas de frente c
pecas de; gras c negeos mocos, e mais escra- r
vos: na rua das Laranjeiras n.
i45 segundo andar.
Vendo se urna negra moca,bonita ligu-1 i|,n(lpr.pm
ra.com urna cria de quatro mezes.muito lin-'
da ; na rua larga do Rozario n. 22 segundo' prara
;,"dar- Companhia.
Rovo estabeleeimento.
Vende-se carne do cerdo, da mais su-
perior a 200 a libra o linguicas do mesmo
das mclhorcs a 160 rs. a Ib. om o novo esta-
beleeimento, do d'pozitodo assucar, cm o
utlorro da lioa-Visla n. 13, c cm a rua Nova
ta cidade ( porto dos remedios) Jiimeiiie, bracose nemas fi
, v r fetos, duas cicatrizas peque
a saber : casa em que esta mon
tada a fabrica, com 30 bracas de
frente e i5 de fundo ; 1 prensas
hidrulicas, orisontaes de torca de
0oo,ooo libras, cada urna ; 1 dita
vertical de forca de 400,000 libras;
3 grandes caldciras montadas, pa-
ra o fabrico do sabao ; 4 ditas pa-
ra derreter sebo; todos os perten-
ces necessarios para o fabrico do
stearina c s-ibao ; 9 cscravos en-
tendedores do servico geral da fa-
brica ; 1 terreno annexoa fabrica,
de
fundo ; 1 dito fronteiro a mesma
fabrica, com 18 bracas de frente e
a8 de fundo : as pessoas queprc-
comprar, pdem nesta
lo, a 200 rs o covado. vado, chales de tarlatana de muilo bous gos
Narua do Crespo, loja da esquina, que (osa 1,200 rs., ditos pretos do Ua muilo
volta para a Cadeia, acaba de chegar um sor j grandes c enenrpados ,1 3,200 rs.,ditos do \a
tmenlo do lindas ossas chitas, quo como | de gostos muito bonitos, lazenda nova a 2/
dinln'iru a \ isla, se vende a 200 rs. o covado- ;rS-j algodo azul liso com + l|2 palmos de
e outras muitas fazendas, por preco com- largura a 200 rs. o covado, pannos pretosfl-
modo. |nosda melhor qualidade, pruva de limflo, p
- Narua do Crespo n. 16, loja do Maga- pelos precos do 2,800, 3,500, ,500, at 10,000 71 venda
IbOes da Silva IrmBos, vende-se camhrala |rs., dito azul do 1,800, 2,800, 3,600,4,500rs ii___a||':-.,
franceza de cr, com vara do largura, pro- j0 covado, dilo verdo muito lino a 4,600 rs. o1 rt UOUCOpaiuica.
piia para vestidos do senhora, pelo barato 'covado, lencos de sclim decores para grava-i \cnde-seirascos cominantiga.lrcsci.som
preco de 280 rs. ocovado, e oulra mais es- :iaa j^go rs., ditos do chita protospara lulo, I sal P"r* u? dosdoentes que so curao lio-
trcila a 210 rs., assim como chita franceza muilo grandes e linos a 160 rs., ditos de co-i mcopathlcamcnlc ;ista manteiga torna-se
lina a 280 rs. o covado, res de bonitos padiOcs a 3 o 4,000 ra. a du- recoinmendavel por ser pro^arada para este
enosito de Cll vimem. 'zia, ditos di cassa com barra de cores a ,lin> aoprovada pelos mdicos ; 111 tua da
O.inh. i im,im vendem barris com cal: 2.400 B uu2'a. Pl'" dc ''t* Je hnbo <-adeia do Itecifo venda de FonUs & Irmaos,
ca' ,%& uum^en"ruo M "o" ," "'godao. muitn proprias para camisas e cal- -rua .Nova botequ.m francez.de Raposo .
::xst;:~rs^s^SS ^um...boniuo,..
dcia do Recife n 50 escravos c oulras muiUs fazendas, proprias dade 18 a 20 annos na rua Direila n, 14.
VIadamc .Routier.mo-
dirigirem-se a J. Kcllcr ck
cscravos c outras inultas fazondas,
ii viu iiucno 11. ji;. 1 .___' -
\, 1 ________i nara neuocioe para gasto, por proco,
Vcndc-sc muito superior cal TtrjU) noirin|lem,dehunda dot
de Lisboa, vinda pela barca Mar- parida, entrada ncste porto em o
do mez prximo passado, he a
mais nova e moderna que ha no
mercado, por preco commodo tna
rua do Vigario 11. 9 armazem tie
Garnciro c Hamos.
proprias
muito
Couvcia
Vende-sc mereuriodc primci-
1a sortc, a preco commodo : em
casadeA. G. Abrcu, na rua da
l'adeia-Velba, n. 48.
Velas de esponiiacete.
V'cnilem-se velas de cspcrnia-
celc de primeira qualidade c por
preco commodo : em casa de A.
G. de Abreu, na rua da Cad.-ia-
Velha, n..',8.
DE VERES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se e?tA compendio provado para
as aulas, em mcia encadcrnacJo, a 500 rs.p
rada um : na livraria 11. 6 c8, da praca n,
Independencia.
Chcgucm fi'cguc/.cs a fazendas
baratas.
I'essas de camhraia com listras de cores
com 8 varas, por 3,200 rs., cortes de dita
rom salpicos a 2,800 rs., ditas de cassa pio-
lada com 5 varas a 1,600 rs., cassas de cor
O
O
mandeoca de S. Catbarina, ^
0 que ha no mercado, chega-
(v? da a este porto em 6 do cor-
? rente mez : os Srs. compra-
dores derijam-se a bordo
O da escuna Mara Firmina
fundiada defronte do caes do ^
O
9
O
Canhes para Rolas
Vende-sebozorro de lustro branco oama-
rcllo para canbOcs do bolas muita superior
chegado ullimanicnle de Franca, por proco
muito commodo, na rua Nova loja do scloi-
ro n. 5.
Chapeos inglezcs, a ),ou rs.
Vcndcui-se supciinres e modernos cha-
peos de castor branco, a 9,000 rs. : ditos de
dista fraiiceza, rua Nova,
ii.5.
Novamenic acibado receber de Iranga f "oiOes, o costar monos do queum. Vendo-
..1 .Ttnn m h 11 ruin mi t. 11 1 1 -. 1. dn ilniiin n>> w.
pelo ultimo navio um lindo sorliuiento de
fizendas franezas eludo que ha de mais
moderno em Pars como seiatn : chapeos de
fola do todasas cores ; ditos palhu de Ita-
lia liberto ; milito bonito chapeoszintios do
seda relondos para meninos e meninas ; li
seda franceza, do muito boa qualidade e l de blondc branco bordadoo ; e dito preto
lindas formas do 6,000 a 7,500 rs.; ditos de de lindos padrees; escomilha de tu tas ..-- i|1.,.m ni
molas cobertos ile merino, a 5,500 rs.; ditos cores, bicos de blonda os mais ricos, para m, ,
do Chile, modernos, sorlidos em qualidades bailados e ornamcnlos de v.stidos ; dlo de
o precos ; ditos da llalla, do 2,500 a 5,000 linho prelo do todas as larguras ; um lii.do
rs., para bomeus c meninos : na loja de sortimenlo de tranca e franjas, tanliprcUs
chapeos de Joaquim de liveira Maia na corno de cores "
praca da Independencia.
l'alas franeczas.
Vendem-so palas franeczas, sortidas em
Vendem-se meos lencos de selim para
poscoco de homem, polo domiouto preco do
capellas de II iros muito ri-j 1000 rs. cada um ; ni loja de miudezas da
cas emordernas; um grande sorlimonto de! rua do Collegio, n. 1.
litas do todas as qualidades ; manteletes e] V,.,,,, :,. ,,.,,. ,*} Ana
capolinhosdesedadomolhor gosto ; cha-1 "* tUJtl |Mia ( O I 111,1(1 O^
molote preto ; lloros linas ; punhos do bicoj ,..ei\. .Bn,7s? ^'".'ias proprias para cortina-
laminhni nara bnnsp barretinas or ore- "lolule prmo ; uoiusminu ; uuiiuus no dioui -"----- piu^no pan r 111111,1-
StlWWffl mitmo osjto;e- lo, brancas e de cores, por preco mais
?.?mi?oi?..;.?. iS,. 1 *.pe. ,l,.L Hm c tafet de todas as cores collarinhos o\ ct>'""'oo do que em oulra qualquer parte:
j Gollegio, ou ao escriptono
O de Alachado ck Pinheiro, na
Jj> rua do Vigario, n. 19,
s andar.
Naioja pernambucana de Antonio
Etiiz tos Santos rua do Grcs-
po n. ii-
Vendem-sc ptimos brinfl trancados do
listras de cores, o mais proprio para calcas,
jaquetas. palitos do homens o meninos, a
200 rs. o rova lo.
A i4o o covado.
Na rua do Queimado loja n. 3 defronte do
becco do Peixe Frito, vendem-se riscadi-
oscura por 240 rs .ocovado, ditas prclas a ; os frar,cees da durronles e agradaveis
100 rs. o covado, dem para liabados e corti-
nados a 2,400 rs. a pessa, cortes de chita
um 12 covados a 1,800 e 1,920 rs. : na rua
do Crespo n. 6.
-- Vende-se a mor parle dn um glande
picdio de tres andares, e soto com trupei-
ras, com dua> frentes guarnecidas de varan-
das de ferro nova;, o edificado moderna
em toda a solidez o pcrl'eicSo, ciloni me-
lhor 1 na do luir 1 n de S. Antonio desta cida-
do, c cujos rendimcnlos produsem avultado
juro : os pretendentes dirijum-se ao Corre-
tor oliveira.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
desenhos, pelo baralissimo preco de 110
res o covado; bem cono outras fazen las,,
tudo por pouco dinheiro, e a troco de cdu-
las i que se toruno muilo recomendaveis,
aossonhorosclicfos do familia que goslfio
da oconomia.
-- -. -vmvr. :.ammiHiWitJ
t Vcllas de espermaecte. W
Jg Vendem-sc caixas de esper- ^
tu mcete: em casa de Hicardo ai
f" Uoyle, rua da Cadeia Vcllia, fi
g n 37.
- -------- wtmwmmmmm
quim de Olivoira Man, na praca da Inde-
pendencia.
A 3,000 rs. o covado.
Vende-so oloado, pintado o estampado, da
mais superior qualidade, que tem violo ao
morcado, de lindos padres, de 2,000 a 3,000
; rs. ocovado, do differentes larguras: na
i loja de chapeos do Joaquim de Ulivoira .Maia,
X praga da Independencia.
Vendem-se condeces acafates e ba-
laios com lampa de dohrar: na rua eslreita
do Rozaiio, vendan. II, e na mesma tem
anda urna grande porcAo de bixas de llam-
burgo.
v'ondom-so cunilecas, actales, balaios
com aza o lampa de dobrar : no deposi-
to da pailana da rua estrella do Rozario
inumero 39 A : no mesmo vendem-so mas-
sas linas de todas as qualidades e o muito
acreditado pSo do provenga, que sempre fui
preferido ao de outras parles.
Vendem-se duas carrocas promptas e
proprias para o servigo da alfandega, por
preco commodo: na rua do Calucl dos Afo-
gados, venda de J0S0 llcspanbol.
-- Vende-se por preco comino-
dos, farinha de mendioca de Santa
Gatharina em suecas grandes, fumo
em folha para charutos : no ar-
mazem de Francisco Dias Fer-
rara no caes da Allandega, ou
iir.il, ,r com Novaes &c Companhia
na rua du Trapiche n. 34.
Antonio Jos Rodrigues deSouzaJu-
qualquer pa...
fil e bico bordado) para senhora; plumas! na l>Jode miudezas na ruado Collegio; u. 1.
de cores e brancas para enlVilo de cabeca I '" Vendem-se chapeos de castor brancos,
e atacidoros para bolins de sonhora. do gosto moderno : narua do Crespo, loja
Jos Joaquim Moreira & C. I0,10V, ,
, ., 0 1 \endo-se urna escrava cnoula, cooi
com toja na rita Non, n. O, habilidades : na rua do Rangel n. 56.
scabam do recclier um novo soitimenlo do[ Vende-se urna casa terrea, sita narua
modelos, assim como americanos
jui cainbao de sicupira e bracos, cm:
' ^7. b narua du irapicne n. o.
j*?....^.Tl~~*~m***m -MM-^ia^^MailWISI Antonio Jos Rodrigues deSouzaJu-
* v^TTm terrero curn H7 palmos nior, acaba da roceber peto vapor Impen-
1 'lln? VI!. .t?l. dVTuiz Veto. < triz.osbilhelesecautellas da terc.ira lote-
cmKlmosVfS "'oue Janeiro' f4TOr d bMp,U1
romelras e capinlias do fil lizo, guarnec
das de blondc de liuho, e cum seus lagos
de fitas; lu o do melhor gosto possivol e por
preco o mais commodo.
No novo armazem de madeirss, dofron-
te do convento do S. Francisco, vendom-se
travs de 25 a 41 palmos, enchan.es de 20
a 42, inos Irevessss de 30 palmos a 36:
todas estas madeiras do qualidadosc mui-
to baratos, postas as obras. Compram-se500
palhas do coqueir quer-so verdes. Preciza-
sealugar urna caza terrea as ras seguimos
defronte do Theatro de S l/.ib I, rui Relia
Roda, Hospital, o SSo Francisco.
-- Vende-se um excedente sitio em Re-
boribe, pcrtencenlo ao Padre Francisco Jos
do Lira; a fallar no mesmo sitio, ou na
rua da Aurora n, 62, segundo an lar.
~ Vende-se urna ptima rebeca com caixa
por pouco dinheiro na rua larga do Rosario
u. 482. sular.
de que na mesma loja se venderSo por bt- desle "' 5re,.,BW'fS|1u,e VT Pernsmbu
ratissimos precos. co.epor trra at a vida di Jacoca, aontl.
rndese no Maranhao, a fabrica ^".U +&SlX
de bugias stiannas e sabSo. \ tua por Anna.da casa de Antonio Rufino Ara-
Os administradores da liquida- L^K^V^^^*
cao de Iheodoro Lhavanes, ven-!diada, idade23 annos, corpo delgado,rosto
dem a fabrica denominada Mar-i S,,^id^ blMn fll,nte.lo muito ardil,
, ... ,. denles alguma cousa separados entre si.
ohense, na rua do l'iopontao, dea-! bocea proporcional, eum tinto abarla s.
as pos bem
pequeas, urna m
testa, o outra no peito do p esquerdo, ten
bstanlos habilidades, cose, cosinhs, lava
engomma, e he excedente podeira : nao
tem vicio,enera molestia alguma contra-
da, levou divorsas roupas em urna trouxa
entre ellas um chslos de s^da e lia, o sapa-
tos de bezerro de lustro Roga-se a sua cap-
tura, assim as authoridas policiaes, como
capites de campos, e protnette-se por ella
urna generosa recomoensa.
100,000 rs. de gratilieaeao.
Roga-se as autoridades polioiaos, que
capturem o escravo Manoel, pertoocentei
Sebaslio Marques do Nascimonto, lucido
desde o dia 8 do crrante moz do sotombro.
Foi elle escravo dn Sr. Cabriel Alfonso Ri-
gneira, quem foi comprado ltimamente:
tem 28 annos de idide pouco oiiis ou menos,
cor fuls, com falta do dous dentos na frente,
e de rab,'ibis do lado esquerdo da cabe;i,
que se torna bem visivel por parecer una
corda, lem olhos pequeos, beicos grossoa,
sem barba, ba i xo, corno regular, heoflicil,
de funileiro. Trsjava jaquela de riscado
aiul, calca brinca, camisa de midipolJo,
levou umi trouxa, cootendo calcas e jaque-
las : quem aprehender e levar 1 rua da Au-
rora n. 62, recebera a gralilicagiln promel-
tida. Suspeita-so que fosse seduzido, e por
isso desde j protesta-se contra quem o con-
servar em seu poder.
l)a-se 80,000.
A quem trouxor na praca da Indopeduncil
n. 17, a preti Maria Joaquina, do idade de
30 a 40 annos, do nacSo congo, baixa, gor-
da, cor retinta, bexigosa, seio grande, ten
um signal de carne subre o beigo_superior,
e he bastante ardilosa ; j foi escrava da
engenho. o ltimamente era quitandeira de
miudezas, desconfia-se que ande para as
partos do sul, por estar acostumada a andar
poi l vendondo, comuma criouli de nomo
Fclicldade, dequem fui escrava, e consta
ter sida vista, na povoacffo deS. Amaro Ja-
buatSo : esta preta fugio no dia 11 de abril
de 1850.
~ Desappareceu na larde do dia 13 do cor-
rente um escravo por nome Joaquim tem 01
signaos seguintos : boa estatura, rapresenti
ter 35snnos de idsde, falla desembangada,
ps grandes, tem lodosos denles da freote,
nariz chato, quando anda estala as juntas dos
joelhos, levou camisa do algodosioho brin-
co, oiga do dito azul, este escravo foi do
malo: quem o pegar love-o a Lypograpbia
imparcial a fal!r com a vinv Rom que se-
r recompensado.
Desappareceu no dia domingo, 12 do
corrente, um prelo quo representa ter 451
50 annos de idade, de nug.in cagange, baixo,
cheio do corpo, sem dqfeilo algum nocorp',
levou vestido, caiga de casemira azul clara
de quidrose j velhi, colete de selim prelo
velho, jaqueta de brim pardo.camiaa dema-
dapolSo, chapeo de seda preto ; presume-st
que indi pelos arrebaldes desta cidade, pois
apezar do ser do serUo n9o sejulga que t-
ulia voltado : roga-se postanto as sulorida-
des policiaes e capitfles decampo, a captura
do mesmo, levando-o a rua do Vigario n. H>
lerceiro andar, que se recompensis.
Dessppsreceu do engonho novo do
Cabo, o escravo crioulo de nome Francisco,
ofTicial de pedreiro, baixo do corpo, ssbe
ler, e Talla alguma cousa frsncoi, e foi es-
cravo du fallecido dezembargador Bel mon-
te : Quem o pegar love-o ao engenho a cim
que sor muito bem recompensado.
--- Desappareceu o escravo cri-
oulo de nome Hoberto, de estatura
CRAXA F.CONOMICA EM MASSA.
Do insigne fabricante americano, James
Masson. A sua composigSo he feita de pro-
posito para lustrar rom agoa o conservar o
lustro, lauto de invern como de verlo ; a
grando vanta>icm quo ha nesta graxa he a
imii-i'ini.ilii do calcado, e luslrarem-seos
sapalos ou bolins ainla mesmo molhados,
e urna pequea lata aturar mais do que tres
so cm barricas, ou porcSo de duzias, no ar
mazem de Vicente Ferreira da Costa, na rua
da Madre de lieos.
Facas c arios
Vendem so facas e ga'fos de bataneo por
preco mas commolo do que em outra qual-
quer parle : na loja de miudazas da rua do
Meios lencos de selitn
-- No deposito de Siquoira & Compa
nina, na rua do Vigario n. 17,ha para 9)
? vender assucar, caf, sevada molda, r">
4 assucar candi, e assucar refinado, tu. ff
9 do por monos que em oulra qualquer 9
4) parle, visto as boas qualidades. aj
*! !>
Gambraias pastoris.
Chegirflo pelo ultimo navio vindo de
Franca os encantadores cortes de vestidos de
embriiis, muilo cncoinmenlados pelas
da Praia, dcfronlo do depozito do carvSo, n.
40, por mdico preco : na botica do pateo
do Cirmo so dir qunm vende.
Chapeos de castor, a \ ,'oon rs.
Vendem-se'nissimos chapeos brancos e
pardos, para meninos e meninas, 4,000
rs ; longos de camhnia de linho, pan
mito de senhora, a 1,200 rs : na rua do Cres-
po, loja amarella n.4.
A 10,000 rs., o corte de casaca.
Yendo-so um corte de casaca, de panno
fino mesclado, de diversas cores, panno o
mais superior e de pura Ua, que tem vindo
a este mercado : na rua do Crespo, loja a-
marella n. 4.
Vende-se, a 4?ooo rs.,
cortos de fil bordados, de diversas cores,
com 6 varas, a 4,000 rs.: na rua do Crespo,
loja amarella n. 4
Cortea de casimira, a 5,ooo rs.,
casimira do pura 15, de bom gosto, a 5,000
rs. : na rua do Crespo, loja amarella n. 4.
Vende-se um moleque de 22 annos por
preco commodo,sabe cozinhar bem o diario
de urna caza, dasse preferencia para lora di
praga, e ao comprador se dir o .noli vo ; a
inlar na rua Praii irmazem n. 34.
-- Vendee-se os pertences de urna pidirii
siti na entrada de estrada nova para o min-
glnho, por prego commodo; a triUr ni
mesma.
Veode-se um ornamento novo, e urna
regular, magro, picado de bexigas,
pes grandes, ltimamente era ca-
noetro no porto da rua Nova, lil-
la muito claro, he muito regrista ,
costuma as vezes ioculcar-se por
um crioulo forro do sertao : quem
o pegar leve-o a rua da Cadeia do
Recife, n. 5o, que ser bem recom-
pensado. Este escravo foi do fales-
cido lenle coronel Jos Rodri-
gues de Senna, senhor dos enge-
iihus Frexeiras, Helio Monte, e
Aripibu.
Dosappirecnu no dil 14 do crranlo
urna preta do gento de nomo Mirli de ida-
de de 18 annos, baixa, moia fula, car re-
donda efeii, com miris de bexiga, un
tanto fanhosa quindo falla, os ps chatos
ccoada do tabolairo, e levou uau argoia
do ferro no pescoco femado com cadiauo
que lalveznflo exista: rogi-sa siuionda-
des e qualquer pesso que i cipLrem e ie-
ve-a ni png d Boa-Vista n. 32, que se gra-
tificar
-rj


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EZYVE4K99_OZFKZS INGEST_TIME 2013-04-13T01:39:24Z PACKAGE AA00011611_05153
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES