Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05152


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Full Text
Anuo XXVII
Segunda i'eira 20
de Outubrode 1851
N. 237.
DIARIO DEWPESMMBI
'
rasgo ioBcawglo.
PiOAXtNTO ADUKIADO.
l>or trimetU...........
por teinettre............
Por aupo '
r POO D*T0 DOTlIHItm.
Po, flur,eTIIJi,'Bv>iB;o*
,.,..... I6deSelbr. (Minae... 15de!
Meraobao 20 de dito S. Paulo. *'
prihib.. iSdeOolub. Babia... 7 de
DA* DA SEMINA
4/000 ?0 Seg. S Jlo Cuocio
8/500 Jl Tcr9.S. Uraula.
15/000 22 on-iii. S. Mara Sa
lom.
4/500 13 Quint. S. Joao Ca-
piatrauo.
N'lbr, 24 Seat. S. II il.n-i.
dito. 25 Sab. S. Crlapim.
dito 26 liniii. S. Evariito !>
Outub. in.
AUDIENCIAS.
Julia da Orphwi
. e5. as 10 horas.
I. rara do citel.
3. efj, ao mcio-dla.
Vaitnda.
3. c 6. as 10 horas.
2- rara do civcl.
A. e sbados ao inclo-d.
ReltfSo.
Tercas c sbados.
inrtanlBii,
Creicente 2, nos 10 minutes da man.
Chela a 10, as 4 horas e 13 minutos da m.
Hingoante a 17, as 0 horas e 53 minutos da t.
Nova 2*, aos 50 minutoa da tarde.
FBIlMia DB HO JE
Prlmeira I hora e 1 minutos da tarde.
Segunda I hora e 42 minutos da maoha.
BASTIDA* BOA COBBIIOI.
Goianna e Parahiba, i eegundae e sealaa-
iciraa.
Rio-Grande-do-Norte, todas as quintaa-feiraa
ao meio dia.
Garanhuns e Bonito, 8 e 23.
Boa-Vista, e Florea, 13 e 28.
Victoria, s qulntaa-fcirae.
Olinda, lodos os diat.
NOTICIAS rSTBKOMBAI.
Portugal.
Hespaoha
Franca ...
Blgica...
Italia.. ..
Alemania.
Prussia ...
Dinamarca
Russla...
Turqua..
13 de Setbr
8 de dito
8 de dito
& de dito
2de Agosto
1 de Srbr.
3 de dito.
I de diio
2r!de Agosto
30 de dito
Austria.. 31 de Agosto
Sulsaa____3 de Setbr.
Suecia... 28 de Agosto
Inglaterra 8 de Setbr.
K.-Uuldoi 25 de Agosto
Mxico... 2dedllo,
California 15 de Julho
Chlll. 2G de Abril.
Kuenos-A. I e Selb.
Montevideo (ido dito.
CAMBIOS DE 18 DB C OTUBHO.
Sobre Londres, a 29d. p. lfOOO rs. Firme.
Pars, 331 por fr.
- Lisboa, sem transacedes.
auTAca.
Ouro.On^as bespsnholas.... a 28b(MI
Hoedas de 6/400 velbas. 164000 a 16/200
de 61400 novas. 16/000 a 16/200
de4/0C0....... 9/000 a 9/100
Prata.Patacdea brasileiroa.. 1/920 a 1/920
Pesos columnarlos... 1/920 a 1/920
Ditos mciicanos..... 1/750 a 1/7
PARTE OFFICIAL
"goverh da PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 16 DE OUTUBUO DE
1851.
Cilicio Ao Exm. vice-proaidenle das A- '
lieoss, agradecendo promplidao com que.
salisfez a requlsicilo da presidencia, reroet-;
leudo copias do regulamenlo confeccionado
pelo Exm. presidente daquella provincia,!
para a colonia militar Leopoldina e dos
avisos do governo imperial, concernenles ao
meslo estabelocimenlo.
Dito Ao commanJo das armas, para
mandar por em libo dado o recruta Jos,
Luiz l'ereira, por tur sido julgado incapaz'
do servico militar, pela junta desnude.
Coaimuiiicou-se ao chele de polica, para |
fizerconatar a autoridado que orecrutou.,
Dito A thesouraria il i fazenda, trans- |
niillindo o aviso de urna letra na importan-'
cia de 961,000 rs-, saccada pola thesouraria
de fazenda do Itio Grande do Norte, sobre a
desta e a favor de Jo9o Chrisnslomo de Oli-
veira. -- Participou-se ao F.xm. presidente
daquella provincia.
Dito -- A mesma dizendo ficar nteiraJo
de qusnlo expOe acerca do thesoureiro das
loteras concedidas a favor das obras da ma-
Iriz de S. Pedro Martyr de Olinda, Jos Beu-
toda Costa, e eiigjndo nformac,es acerca
da idoneidade deSalustiauo deAquino Fer-
reirs, > quem o parocbo daquella Irrguezia
propOe, no ofTlcio queromello, para tli.'sou-
reiro das mencionadas lotorias.
Hilo--A mesma, intolrando-a do liaver
concedido 2 mozes de liconga, com ordena-
do, aojuiz municipal e de orpliSos do ter-
mo da Boa Vista, bacliarel Migurl Gonfalvos
Lima, para tratar de sua saude. Neste sen-
tido liicram-se as convenientes commu-
nicaccJcs.
Dito Ao director das obras publicas,
inteirando-o de liaver approvado o orca-
menlo, que remelUu, dos concertos do que
necesiila a ponte da Tacaruna, eexiginio
que informe, se, attendendo-se ao tempo
i'in que fui feita a mesma ponte, ao dispen-
dioso concert que vai agora soffrer, bem
como sos quo i ti provavelmciita de ir sof-
riendo quasi todos os anuos, niio convria
antes substitui-la por outra de I' ti o, deven-
do neste caso enviar presidencia o respec-
tivo ornamento. Communicou-se a the-
souraria da fazenda provine.al.
DitoAojuiz dedireilo da comarcado
Cabo, dizendo ficar sciente de ter encona-
do no dia II docorrenle, a segunda sessao
dotribuosl do jury, e da inaneira porque
procedeil durante ella.
Dito-Aojuiz dedirclto da comarca to
S. AutSo, acciis ni l.i recibido o cilicio, em
quo Smc. paiticipa haver reassumidonodia
todoeorrenle u lugar de juiz do direilo da
mesma comarca.
Portara Ao agente da companbia das
liareis de vapor, para mandar dar transpor-
te por conta do governo, para oMaranliSo,
a .Manuel I en en a Lima, que teva baixa do
Brvicodo exercilo.
Dita O presiJente da provincia, lulo
em vista o cilicio de'27 do setembro lindo,
em o qual o director das obras publicas,
declarando-Ule restar apenas 1.000,000 de
rs., da quota designada na tabella, que
se refere a portara de 31 de julho ultimo,
para a obra da casa do detencSo, represen-
ta ao mesmo tempo, que parulisaadoa refe-
rida obra, tem de soll'rer ruinas os traba-
llios j Vitos, resol ve, de conformidad con
o quo informou o inspector da thesouraria
da fazenda provincial em ulliciode 14 desle
mez, que, esgotada a referida quila, cor-
tara es aespezas, queso houvrrem de f.zer
com a continuacSodos trsbalhosda casa de
dotenc9<4tem o presente exorno, porconta
da verba do artigo 30 da le provincial n.
283 de 6 de maio dcate anno. Itemetteu-
se copia da portara cima, a thesouraria da
fazenda provincial e ao director das onrts
publicas.
DEM do di v i7.
Ufncio.-Aocommando dasarmas aprovando o
(.ntralo, que,segundo orequerimentu que de-
volve, pretende lazer o artfice de fogo Uanocl
el Panlaleo da Costa para continuar a servir
por mais quatro anuos mediante a gratificao de
150,000, que Ibe ser paga pela maneira ulll-
iii menle estabeleclda. Neste sentido olli-
ciou-se a pagadoila millar.
Dito. Ao mesmo diiendo que para ter lu-
o eogajainenlo de Juvenclo Alves llibciro, fai-
te neccuarlo, qua propanba o premio que lhe
Sarecer rasoavel dever dar-se ao pretcn-
ente.
Dito A thesouraria dr fazenda para que,
de confortnidade com a sua informaco, e sob
a responsabllidade da presidencia nos termos
do decreto de 7 de malo de |842 satisfaca o pe-
dido.quc re a pagadoria militar, de 25 000/0r>0
para coutlnuafao das despetas militares no
correte mas. Olliclou-se neste sentido a pa-
gadoria militar.
te
I OLIIETIM.
UNA NOITE EM BARCO DE VAPOR. (')
(roa LION CJBBIN.
V.
. Para, postilho, para Ein nomc da le,
para I
Seis soldados de cavallaria que bradavam as-
siui com todo o resto de forca de seus polmdet
arquejautes, corrlam desfilada e com as espa-
das nuas ao alcance de um carro de quatro ro-
das, que fugia como um relmpago por enlre a
* I "'rupia linha de arvorea da estrada de Ne-
nllly este carro, sem piecaucao apparente,
mas realmente por ceno de precaucio e pa-
ra paitar a suspella por una apparencla de
Perfelta quietado linha sido descoberto. I'ni
>" hoineui ia dentro dellc e simulava a mals
PirreitaindiUerenca, mesmo no mel deste di-
luvio de gritos eatreves desta niullidao que se
niotlnava as bordas da estrada pelo queven-
oo-o com os brajos encrusados, todos dltiam
que era luipossivel que a colisa Toase com elle ;
e,,|du,.r.,!''i.i0,,n'"leer*0 ""Peuo, que
rei,a n,,,i B5do algucm em sua car-
. >ro'"do pelos soldados, urna vos surda
u. S:"1' ""a" P"o poslilhSo a
ia"a do emo" d"..-' '"" """*
(*) fideo Diario n. m.
Diio. Ao commandante do Presidio de Fer-
nando dizendo ficar sciente de haver S. S. re-
metUdo ao Inspector da pagadoiia militar por
m.ii do commandante do patacho Pirapama
Gamillo de Lelil da Kooceca a quaotia de reit
5:>37,i04 rs., saldo das despexas fcltas em tudo
o anno financelro fimlo, sendo incluida oessa
quantia a renda das veudaa dos productos d*a-
quella llha e dos gneros vendidos pelo respec-
tivo almoxarlfado no mesmo anuo.
Olio.-- Ao mesmo para que preste toda a at-
tencSo ao que expe o inspector da pagadoria
militar nooficio.que remelle por copia, a mu
de que n.o esieja a fazenda publica a soffrer
prrJuUos successivos pela negligencia ou In-
dcU'ereuca a respeito dos inleresses da mesma
fazenda na admluistracao dos negocios pbli-
cos no mcsino presidio.
Dito.-- Ao mesmo dizendo licar sciente de
ludo quanto expe a cerca da dlslribuicao da
farinha arruinada, devendo S. S. ter em vista
o que a bem da fizenda publica pondera o Ins-
pector da pagadoria militar no olcio que re-
melle por copia.
Dito,-- A pagadoria militar remetiendo no-
vamente o rcqueriuiento de Mcolo Jos l'e-
reira, e beinasslin as informaces que se re-
fere o officio da mcsmi pagadoria de 10 do cor-
rente, liin de que mande pagar ao peticiona-
rio os dous mil o duzentos, 601 que Importan!
as diarias e races de farinha que elle venecu
uo presidio de Fernando do I de julho a 10 de
agosto de 1849. ...
Dito. A mesma diiendo licar inteiradodo
quanto expo em ofllcio de 9 do correnle, com
o qual euviou as uondlces para o fornecimen-
to da bolacha que for precisa para os doentes
do hospital do presidio de Fernando, bem
como as propostas ollcrerirtas por Manoel Lo-
bo de Miranda lleuriques Jnior c Manoel Tho-
maz dos Santos, que se propozeram a contratar
csse forneclmento ; c declarando que, nao pu-
dendo ser approvado uriihuim de laes propos-
tas vai enviar o citado ollicio, e os demals pa-
pis queo acomponharam, ao novo comman-
dante d'dqucllc presidio para dar as Informa-
res convenientes sobre o melhor melhodo de
fornecer-se esse genero, devendo entretanto
contiuuar o forneeimento dellc como tcm sido,
feito al agora, evitando-se toda a possibilida-
de de fraude ou leso.
Dito. A mesma approvando que por esta
ves a remessa de faiinha para o presidio de
t'arnando de 'U0 alqueires, e refommendando
que, visto nao temu, pelos aununcios feitos
por aquella pagadoria, apparecido vendedo-
res desse genero, pronmva, rayendo novos an-
nuncios. a compra > melhor occasho que se olt'erecer.
Dito.-- Ao juiz relator da junta de juslica
ir.uisiiiiiuinio. para screm relatados em ses-
so da mesma junta, os processos verbaes Teitos
aos soldados desertores do nono batalhao de
mi mi u 11 Paulino Jos Ferreira, c Joo Lus-
cura. Iuleirou-se an commando das armas.
Diio. Ao director do arcenul de guerra con-
cedeado a .mili >i i-1..... que pedio para des-
peoder a quantia de 33,4Dis. com a coinira
dos ubjectos precisos para satsfuer o pedido
de armamento e cquipaiiicuio para o nono ba-
talhao de infintaria.- Coinmuuicou-sc a pa-
gadoria iiillitar.
Dito. ao mesmo aecusando recebido o ba-
lancele e en na do innvimento da plvora na-
cional a cargo d'aquelle arsenal no mea de se-
tembro prximo passado ; c exigiudo que in-
forme se ja se tomou cunta do consummo da
polvara forneclda no mesmo mee aos corpos de
i i un n i linha, de guardas nacionacs, e de po-
lica, devendo declarar qual tem sido al agora
a pratica adoptada a respeilo das contas do for-
neclmento de polvara s fortalezas c a quacs
quer autoridades civls ou militares.
Dito. A thesouraria da fazenda provincial
para que, ;i vista de sua informaco, mande sa-
l sfazer a Vicente Ferrelra da Costa Miranda,
arrematante das400 bracasdeempe|draintiilo do
79 8tf e9ulaocos da estrada do Pao d'Alho, a ul-
tima prcsUcu do seu contrato, depois de i <-
vrado pela reparli^ao das obras publicas o
competeute termo. Neste sentido ouiciou-sc
ao director das obras publicas.
Dito. Ao presidente do cunselho gcral de
lalubridadc publica transuiiitindo um ollicio
do provedor da saude, para que aquellc cou-
selho, tendo em vista o que ah se expe, pro-
pouha todas as providencias e medidas sanita-
rias que julgar devercm fkt&r parle das dispo-
siedes do decreto n. 28 de 29 de jauciro de
1843, bem como as ulteraccics que deva sotlVer
o mesmo decreto a bem da salubridade pu-
blica.
Dito. Ao director das obras publicas, dizeu-
do que, vista de sua Infuruiufo, pode man-
dar lazer os concertos de que carece a casa da
adiuinistra^io do crrelo, segundo o plano pro-
posto ein seu oIucd de 20 de setembro ullimo
devendo a obra ser feita por administrado, e
nao se podendo em caso algum despender com
ella mais de um cont de res. Nvslc sentido
ofllclou-se ao administrador do correiu e a the-
souraria de fazenda.
Diio.* Ao commandante superior da guar-
da cacional de Olinda e lguarass declarando
em respo*ta au seu ollicio de l' do correle
3uc a qualiica(o da guarda nacional nao tem
e ser alterada, nem devem ser convocodos no*
vamenle os conselhos de revista, cuinpriudo
queso por si preste S. me. as informaces que
lhe foram exigidas, ouvindo para isso as pes-
soas a quem conwer.
Uno.-- A cara municipal de Nazarclh.-* Em
resposta ao ollicio que dirigiram-inc V. mes.
em 30 de setembro ul'cimo, communicaudo*me
haverem mandado arrecadar por adininistra-
co os impostos de 50U rs. por cabera vaceum ; 80 rs por cada carga farinha ou de
lii-iuncsaue vier ao mercado, c 200 rs. por ca- rarmos mlnuciosamcnlc curiosos, uos rtirlgi-
becadegado aulno, visto nao ler apparecido mos, e devemos mais algun.a Inronnacao.
arrematante, tenho a dizer a V. mes que appro- A desU-ualdade da naiurezi he nos bailes
"orrim das bypotheses nao contein os tirs. Cao-
rij e t.omp. coinigo em outra occasio com
esta.
[ Do Cor reto Mercantil. )
seutiilo as convenientes cominnicacoes
INTERIOR.
pela collocafio: ha. porim, para com
um seuliincnio unnime, sao anjoe a quem se
presta adorafo c respeito : aceitcm ellas esta
luis.! profiaao de t, j que falta-nos espafo
para a cada lima de per si tributar as nossas
lioineuagcus, c l.i/.cr sentir os encantos de sua
i n iiici.iii i, agiado de suas ntaneirai, riqueza
e gosto de seus enfcilcs. V. niio haver ccep-
[Oes ? Sini. o confeMmoe. Apenas urna
UIO DE JANlilIl.
O BAILE IMPERIAL.
Nao foi mi a commissiio nuc me cncarrega- como dallar de late-la se comprehciide ella
rain i em oulra nao cahlrei, pois, alciu de Qucni nao tem Igual na uathogorla social, c
perder o tempo que destinava ao divci timeulo ninguem a cicedc na hondaclc de ((uc Dos
dislrahindo-mc na observaro de cousas com dotou seu coracao, na allabilidade de suas ma-
que me niio Importo, piide'm-inc vir compro- neiras .' Hasta a resposta, a cxcepjao esta
mctliinenlos se descobrlrcmmc o incgnito. I'cita.
Descrever um baile rel'criudo a numcio das Dansar clin uina senliora, pastear depon
salas, sua IIIUmlna(So c ornamento ; calcular com ella, be subida honra conferida ao cava-
o numero de pesoas c lucs : determinar o das lliei.o, e tanto mais apreciivcl quanto a rao-
quadrilhas C valsas ; elogiar a proinplidao c cidade, formosuia, goalo delicado de seu tol-
alnin I un i.i do servico, nada custa i conheccr \ lette, captivain a altcnf.ao dos que a obscr-
das l'aiciidas dos vestidos ; denominar as ren-: vain. Kiccssivo he o numero de scnlioras
das que os guarnecen! ; marcar a oiigcm das nesta classe, nem todas, porein, prnnaiii por
llores ; descrever os toilettes, c de ludo con- qualquer destas qualidades aponiadas algU-
clulr sobresahirao.... he ardua, alui de pcri-,nias, alcm da admiracio, inliindciii respeito
gosa tarea por chamar a indisposicao de quem pelo ten ar nobre c soberano, (.lucris cxeni-
nao sendo contemplado, transforma-sc em pos.' Nao he hoje posslvel fatO-IO.
iuiuiigo, c poderos pela soberana do sexo a Seisecntas c una scnlioras, novceenlns e
que todos se cuivain submissos. dous houiens, ao todo mil c (|uiiiheiilas e tres
O baile de que nos oceupamos rcuniu ludo pessoas, foram que tiveraiu a subida honra de
quanto te pode imaginar de gosto, ilelie idc/.i, \ atsistir ao baile do paco, onde foram aeolliidis
PERNAMBUCO
RECIPE, iHiii.ocii Mioin: is,i
S G HORAS DA TATtDE.
tictrospecto semanal.
Os frescos das, com que tao bellamente es-
treiou oulubro a sua carreira, foram suceedi-
dos pela calma iuteusa, que I'hebo c Horcas
periodicjuicnte nos envlam, como oslgnal ler-
rivcl de sua allisiiifa, aeiupre renovada, n'csta
regliOi pelus tempos do natal. Adeos chuvas
emprrza Je cortar por essas intrigas mItera*
veis, de chamar a unldadc a grande familia I'er*
uambucaua, fareodo ekger para representan-
tes desta tao bella, e 15o respeitavel proviucia
as suas capacidades sem olhar a nenhumascei-
la poltica ; por que quando se trata do| me-
Ihoramentos materiaes e moraes da uossa que-
rida patria, todos somos Irmaos todos tlhoi
desle torr5o abencoado, a quem a nalureza
brlndou com tanto* recursos. Nos pois douiiua-
dos de tao justos, e patriticos senlimeutos a-
presentamos a segulnte lista de l'eroainbuca-
us, c Pernambucanos smenle, que devora
merecer os su'raglos dos senhores eleitores ua
volncao, a que se val proceder, de depulados
provinciaes, He lempo de lanzar um denso vcu
sobre este passado doloroso, que lauto nos tem
prejudlcado. He lempo de culdarmos uos be-
neficios reaes deste ameno pai, onde vimos
rirofusao e rique/.a ; nem era prcsumivel o
contrario.
Se nos uJn fosse imposta a obrigacao de abs-
trahir em tudo a poltica, diriamos que uao
houve cxcluso de partidos, todas as crenjas
eram representadas, e os que as professavam
mosiraram que, acolhidos casa do pai coiu-
iiium, puupavam-llic o desgoslo das disseu-
ce. Cumpra-se, pois, o preeeito, mencio-
iiemos as salas, seus aruatos c lues.
A'aprimria su/a [dolhrono) contavam-sc:
(i lustres cun 60 velas, i candelabros com
1)6, arandelas com 48 : cm freuie ao throno
havia o busto do Sr. I). Pedro I,
Sri/undd ."(/<.( ( do ducel).
i lustre com 10 velas, 8 candelabros com 4;
ao lado o quadro da coroaco do actual Impe-
rador,
Tetceira sala.
benignamente pelo iiiouarcha c sua au^usl
consone, os quacs igualando todas as coiidi-
ccs de seus subditos, dignaram-se dausar en-
lre elles cm lodas as salas destinadas para t.il
divcrtlmenlo, querendo asshn mostrar que a
honra conferida era gcral.
au seremos omissos deixaudu de referir os
noiiics das pessoas que tiveram de ser esco-
Ihidas para dansar com SS. MM. II,, > o fac-
mos, ii.ii tanto em alten^o aos que foram as-
lm agraciados, cuino para f ier sentir, como
o scutimos us, que vista de taes uomes niio
foi o acaso, c sim a inteii^au de contemplar as
nossas provincias e corporaoocs que dclermi-
nou as escollias ; c mais por esta cousidera-
cao podemos dter: No baile do paco lodos
eram Ifiasilciros, e cuino taes loram tratados
c honrados por SS. MM. II.
Tiveram a honra de dausar com S M. o im-
perador ii i- i ii.i .ni. .1 i assenhoias: vis-
condessa de Sauto Amaro, viscondes^a de A-
Arandelas com M velas. I lustre com 8: um brames, 1). Mara Isabel Lisboa, D. Mari! do
quadro da apparifo de Chrislo a D. Allomo
Ilcnriques no campo de uriquc.
(JuarU sala ( do p-irtcira da rana).
I Instrc com 8 velas, arandelas com l.
(J'ifula sala.
II lustres com lll) velas, '2 candelabros com l,
arandelas com 48 : quadro do casamento cm
aples c 7 grandes espethos.
Serla sa'a.
1 luslic com 8 velas, arandelas com 12: ne8>
, la eslava urna orchestra.
Stima sala.
' lustres com 0 velas, arandelas com 3o, 2
candelabros com 8 ; com (i grandes cspelhos.
i 3 quadros, sendo um o do juramento da cons-
litulcao
Oitava sala (passadifo novo felo para a occasio )
3 lustres com 2-1 velas, arandelas com 24.
Kona sala (yorcima doareo).
3 lustres com 28 velas, arandelas com 3b
candelabros com '22, 4 cspelhos c vasos.
Decima sala,
\ Junto do arco, porm j do lado da caprlla,
eslava a segunda sala da orchestra, junto desta
o toilette dos homeus, e segua o lugar em que
: com abundancia cstavam os doces, refrescos,
vuhos, etc.
Decima-primcira sala.
I lustre cum 12 velas, arandelas com 21, c
cspelhos.
Dccima'Sajunda sala.
. i lustre com velas, arandelas com 12.
Dccima-terceira sala.
I 1 lustre com 8 velas, aiaudclas com I i.
Dccfm(!-'/ff Araudelas com lO velas. ,
Drema-^rifiifd sa/ I lustre com 8 velas, arandelas com 18.
Dfcm'i-sr.ra sala.
1 lustre com velas, arandelas com 10.
Dcema-i/na sila.
1 luslrc com 12 velas, arandelas com 8, e5
pe
Carino Magariuos Araujo, I). Maria ugenia
Gucdes I'inio, a senliora do consclhcir< Souaa
Franco, ,*i senliora do cavallieiro S. (Jeorges,
a senliora do coiiselheiro Paulino Jus S. de
Snii/ i, o. Mara francisca Valle Nogueira da
tlama. c l). Mara JoaCarnelro delquelra.
S. M a linperalri deu a mesma honra aos
Srs. couselheros Smn namus, Oriulla, Dantas,
iniiiisiro da Franea, Manoel da Fuuseca l.ima,
ministro da juslica, general Hltlaucourt, vis-
conde de S. Salvador c Maiipirs Lisboa.
Foram vis-t'i-vis de S. M. o Imperador os Srs
counelheiros Soua Franco, Dr. Francisco Dio
go de Vacunccllos, barao da l u i!> iu. Figuei-
ra de Mello, coronel Manoel Antonio da Fon-
eca Costa, Carvalbo Morcira, capitao-tenente
barroso, llandcira de Mello, dezembargador
Cunto, coiiselhero llaclel Monleiro.
Foram vis- visconde de Kaepcudy, depulados baha, Jos
I-i", Itodrigues dus Santos, Jos Lima e Sil-
veira da Molla, vcador Vogueira da Gama,
Sergio, llelens, e Finio Nctio dos liis.
Valsaram com S. M. o Imperador as Sras. D.
Maria Jos Slqueira, St. Georges, Araujo Ma-
gariuos ; c com S. M. a linpcralrU os Srs. con-
de de Iguass, ministro d'Austiia, e Kvers.
Amigo notSOj que sabia da commissu de
que fdra eu encarrfgado, prncurou-mc cm
urna das salas, e disse-inc em vu baixa estas
palavras : Duas cousas, enlre as que uolo,
caracterisam este baile, a proAliSo de llores
e de diamantes1. Flores Ua nalureza e llores
da arle curoam da mesma maneira as raiuhas
da forinosura. Se urnas fiscinam com seu bri-
Iho. embriagam as outias com o seu pe:unte.
Mas quantas vezes empallideeem c desmaiam
urnas c muras na fronte aonde se preudein uu
no scio que adurnam.' (guantas ve/.es ocar-
miiu de uus labios fax esmnrecer o matiz do
mais apurado bouiuct\ Quantas vezes o sein-
lillar de una olhos vividos c radiantes rouba
s pedias o seu fulgor c s lutes o seu biilho !
A bellera he como o sul, concentra cm s toda
a claridade para allumiar odia.
I ni curioso que sabia ter ildu eu enearre-
gado de lomar notas do que se passava uo bai-
le, inimoseuu-mc com esle aiiontaineuto por
elle lomado do numero de carros que despe-
rcata de \ Senliora do Kozarlo, no balrro de
S. Antonio, percorrendo i lude algumas ras
da cidade, divididos cm naces, cada urna das
quaetttohaa frente o seu re ueobcrtddo ]. n
urna grande umbella ou chapeo de sol de va-
riegadas cores. Tudo desta vez se passou em
boa paz c s >cego, por quaulo a polica, alin de
ter esponsabilisadu, segundo nos consta, o so-
berano universal de todas as nacocs africanas
jqui existentes por qualquer disturbio, que ap-
parecesse em seus ajuutameiilos, nao deixuu
por isso df vigia-los cuidadosamente.
Nos das 13 e 14 dell'eudeu llicscs na academia
de Olinda um dos candidatos ao doutorameulo
de /juc jX lallamus, e foi approvado plcua-
in en le
No dia l5 tambera rcslejaram os terceiros de
N. Seuhora do Carino agrande eveneravel re-
formadora da ordem, S. 'herea. A festa esleve
briltiamc, o teuipln bem adornado, c a coucur
renda dos devotos mu lusda.
O fervor religiozo em uossa ierra parece ter
adoptada urna iiiamreslafao cxclusiva--aa fes-
tividades--Qua si que nao lia dia, em que us
repiques dos sinos e os logeles do ar nos uau
advirtam de que, em algum dos nossos templos
se presta um culto solemne e poiupozo a di-
vindade ; e nada seria mala louvavel, nem mais
digno de sincera anmaco, se por ventura a so-
lida piedade, sto he, as luzes e a virtudc se-
guissem um desenvolvimento parallclo a esse,
que osienlam as formalidades de devo^o.
Mas, em quanto que a caridade, esse primeiru
e mais sublime preeeito da mais santa e au-
gusta religiao, de fin ha nos corarocs : cmquan-
|.i que as intrigas, as olfeusas gratuitas, e os
odios ni |ii:iili"s dividen.os membros de una
mesma coiumuuhao social c religiosa, que tc-
nerariaiiieuleaulepuem as malficas sugestoes
do egosmo ao suave e fecundo euslno do amor
do prximo cuiquanlo que os pobres implo-
rain sem suceesso a esmola do particular, e al
meaino os soccorros pblicos, he certamcute
offerecer umeootratte em extremo deaagra-
davel, c que id pode desairar-uos, deuunclan-
do a linpurcia das nossas iuleneoi'S, o osleular
quolidiaiamentc nos templos a uossa vaidade,
que se compra* COia a pompa dos o menlo*,
COin o clangor das irumbclas, com a ^armona
das orobeatrai, com o cslampidu das bombas,
c com u 1m i lu dos sinos
No dia 1 j dcuumpres) da sala livre da ca-
deia de^ta cidade una tremenda facada em uu-
tru seu coinpauhcro, <|ue dclla se acha em pe>
ligo de \id.i
No dia llevantuu-se cuinieira de urna ca-
sa, que se esta edilcandu cm a ra Nova desta
cidade, c fbl tal o festim havido por este moti-
vo, que os moradores da ra vlram-se ator-
doados desde as 11 horas di mauhaa al as (i
da tarde, cum o ronco dos logeles, com cslou-
ro das iaes bombas modernas, e, em cima disto,
com o estrepito, que faiiaiu os Irabalhadores,
batendo symetiicamciilc com os martelos, pi-
cocs, il iv ni, is, etc. no madeiramenlo da casa,
sem fallar-nos no alarido, que acoiupanhava a
cada um i dessas explosdcs de jubilo pelos gocos
luiuros do proprietario.
n i > ha quem desconheca quanto esta prati-
ca he abusiva, e quanto prejudicial aos enfer-
nos, c recemnasculos, que pot ventura possam
haver as immediafes dos lugares, onde ella
ereprodut. No artigo .* do til.
ti.
patria.
1. Bario da Roa-Visli.
2. Padre Miguel do Sacramento Lopes Cania.
3. Francisco du Reg Marros Jfarreto.
4. Dr. Pedro F. P. de Albuquerquc.
Monsenhor Francisco Muulz Tavarci.
i: ti .i de Suaisuna.
7. : ir.r> de Capibaribc.
8. Dr. Antonio Peregrino Maciel Moutciro.
0. Corouel Francisco Jacinll.o Pcreira.
M). General Abreu e Lima.
(I, Dr. Joaquim de Aquluo Fouseca.
12. Tenente-coronel Antonio Carnciro Ma-
chado I! los.
13. Domingas Malaquias de A. P. Ferreira.
il; Dr. Antonio Baplista GiliranaBrejo.
Ij. Dr. Autonlo Francisco Pcreira de tar-
valho.
1. Dr. Lourcnco Francisco de Aducida Cala-
nlio--Caruarii.
17. Dr. .Simplicio Antonio Maviguicr.
18. Dr. Joan Fianclsco Cotlbo Bltancourt"
Limoeiro.
19. Jos Pedro da Silvainspector da thc-
- 'ii.iiii provincial.
20. Jos Antonio topeaRio Formoso.
21. Aulouiu Joaquim de Mcllo-q.rocurador
Usual.
22. Dr. Guilhermino Clumcntiuo Mar<|ius
Itacallio -Nazaret.
23. Teueute-coronel Frauc;sco Joaquim de
Harros forreiaAlluiho.
24. Dr. Miguel Archanjo da Silva Costa
25. Dr. Lula Paulino Cavalcanti Vellcz de
Guivara--Uliuda.
213. Commandante gcral de polica Juao do
Reg barros Falcau.
27. Xenente Francisco Raphacl de Millo
Rgo.
28. Vigario INemeziu de S. Joao Gualberlo
Garanhuns.
2'J. Dr. GervazioGon^alves da Silva.
3l) Dr. Amonio Joaquim de Moracs c bilva.
31. Dr. Cosme de S Pereira.
32. Dr. Jos Carduzo de Qucirua FonscCa
Oliuda.
33. Dr. L'acUno EslclliU Cavalcanti Pessoa--
Po-d'-Albo.
Ji. Dr. Francisco de Assis Ovcira Maciel.
15< Dr. Joao Jos Ferreua de Aguiar.
3. Dr. Joaquim VlUela deCastru Tavares.
Enlraraw pira as suai rcparii^es nesta sc-
uiaua, us Srs.. desembargador ctufe de polica,
e inspector Interino da tnesouraria provincial
aqucllede vulla do Rio dcJaneiro c cali de urna
viagem a Caruar.
Tivemos duraute a nicsnia quatro represen-
taedea theairacs, sendo duas no thealru de
Apollo, c duas uu de a. Izabel, porm todas cm
dias encontrados, u que revella a dcsharuioua
c r I validado, en que se achara estes dous
ihealros.
hiiiraram cm nosso porto duraute a mesma,
i2 cmbaicacOes, c sabiiam >. Rendeu a alfjn-
dega 7~:lG7,3'J rs.
Palleceram 2 pessoas, sendo (i homeus, J
mulhcres c 13 prvulos.
SESSA'O EXTRAORDINARIA, Dfc. 3 DK IJ-
TTJBRO DK 1851,
Pitiideucia do i'r. Ulivtira.
Pnscntes os Srs. Mamcde, Carnciro Mou-
las postu- leiru, Franca, e Pires Ferrelra, faltando com
ras da cmara municipal Ic-se o seguiulc : Fl-' causa participada os Srs. l'arros e r. Moracs
Ci prohibido dentro da cidade o uso de ro-'cscm ella os aenborea \ iamia c Dr. Souj,
queiras, bombas,...os iulraclores serao mulla- abriu-se a sessau, e fui hda c appiovada a
dos em 10,000 rs e solfrerau dou* dias de pri- acta da antecedente,
sao...A'visla desta disposifao, c do laclo, que; Ful lido o seguinle
mencionamos, ciemos que se pode, sem cau-i FXPfc.DIfcNTfc
sar cstranlicza, pergunlar, se as referidas pos- U n ollicio do lixui. presidente da proviucia,
turas j foram algum da belmente observadas respondendo com a Informacio por copia, du
em algum dos seus artigos ? A resposta he ob- couimaudaiile do corpo de polica, ao que esta
via, c esl na boca de todos ; sim, mas au me- cmara lhe dirigi cm lt do correnle, relativo
nosporamor dahumauidadc lembremo-nosdos a represeutacao do liscal de Sauto Antonio. -
enfermos c das criancas, a quem podemos cau- ".'uc se leuiciiessc ao diio fiscal a referida ln-
sar graves procedimentos, c al mesmo abre- orniacaodo coiiimindanle do corpo de polica
viar os dias, leoflo procurarmos conciliar os para responder sobre o seu conliudu.
nossos pmzerca c diverlimcntos com as atlen-| Outro do mesmo, dizendo que, m
jes ecuidadus, que Ibes sao devidus.
Segua a terecira sala de orchestra junto da jaram gente desde as oito horas e um quario
capclla, f at s dez. O apoiilameuto est assim redi-
| A entrada do ph<>, o saguao, cscadas c a gido : < Fu (jue tainbem fui convidado por
; sal das columnas estavam peifeilamentc illu- I caria onde se via, em lugar de urna cora, o
inlnadajb e detta ultima cnlrayam as senhoras chaf.uiz do largo do Paco, declaro que eslive
para o tuiletle, enreitado com gosto c rlqucsa, ueste salao du chafaru al as quatro horas da
i Para aquellcs que cslivcram prsenles s I manhaa, c contei os trens que ciegaram pui-
dansas de diftcrrnlcs denomnaedes, nao es- la, os quacs iizeram o numero de 330.a
quecendoaque propriameute merece este no- Ja eram quairo horas da inanbaa quaudo
ma, a Schoitische, novamentc lutroduzida, e lerminou a lunecao, c quanlos a ella assisli-
adiuirarain a pro fu s o e delicaieza do servio i i rm inoslraiii-sc boje saiisleiios.
c apurada esoolha dos vinhos, nao sio langa- I Se este meu traballio servir, publiqucm-no ,
das estas linhas ; a onlros, us leiloics da Paco- se merecer corrccco, f-eam-ua; se o despre-
tilha, que nao se escaudalisaro se us conside. [zarcni, estam no seu direito : em qual pier
Fin um momento os cavallos da forca arma-
da gauharam terreno ; a voz disse:
Posllio. quiuhentoa francos de mais !
O postilho acouiava seus cavallos com una
acllvidade sem igual. Um minuto depois, um
dos cavallos dos soldados allongra o passo a
tal ponto qnc corra justamente ao lado do car-
ro e la passa-lo para embaracar-lhe a passa-
gem, quando a voz dlssc scuiprc com a mesma
apparencla de sangue fri.
F.u e tu, poslilho, nao faxemos mais que
umas pessoa mlnha fortuna he tua, anda!
O postilho deu sobre as ventas do cavallo qua
o persegua de tao perto um golpe violento
com o cabo do chicute ; o cavaito recuou de dor
e de sorpreza ; o cavalleiro, perdeodo o equili-
brio, cabio sobre a fulha da espada, e ferlo-sc
oo rosto i quando levantou-se estava todo en-
sanguentado. O postilho aproveilou-se da
turbacao involuntaria que se apoderou, a esle
golpe, de todos os galgos que o perseguiam :
seu chitle soou anda mais sobre os cavallos
que diriga c antes de cinco mluutos, no mel
dos bravos da muliido que se ioteresia sem-
pre, uio grado seu, pela sorte daquelles que
etcapam polleia armada, linha gnho um
quariode legua de teneno sobrcsoldados, que
renunclaram a persegu-lo. Ohomem do carro
deacoberto couservava seu ar de impasslbllida-
de ; seus bracos nao se linham desencruzado
um l instante. Quando elle chegou primei-
meira posta, um suur fro o inundava.
Esl contente, senhur ? pergunlou-lhe o
postilho.
Aluda nao 1 para me couduzir nao quero
outro se nao a ti, v l como arrsnjas isso. Kc-
pito-tc, pertcnceinos para scinpre um ao ou-
tro. Aqu esl mlnba bolsa, lira della o que
quiterej; mas anda, auda como o ralo. Infrma-
te dos soldados, lnform-le do thelegrapbo
3ue vai Ulvez Jogar para faier-ine prendera
oua pastos da frontelra. Toma as travesas,
faze o quetauizeres ; mas anda, anda I Dina vea
que eu tenha posto o p em ierra cslraugera,
dou-te mlnha vida, se nao te der bastante de
meu dnheiro.
A cada posla, o postilho arranjou-se como
pode com seus enmaradas, sem que seus amos
osoubessciii, e contlnuou a couduzir.
Klles cstavam apenas a duas ou tres postas
da fronleira quando o carro soll'reu um ligei-
ro accidente, que todava tornava indspcus*vcl
urna reparado.
Estamos salvos, ou quasi salvos, seubor,
dlssc o postilho j pode pois aproveitar este
instante de reparaeo para Ir comer alguma
cousa,
Pois sim : ic-apuuCu u hoiiiem do uno,
Estimarei tambem poder escrever agora mesmo
urna palavra para Paria
Elle entrou na primeira hospedarla que eu-
controu, cm quaulo o postilho ia procurar um
carpinteiro, e comecou por pedir pena c pa-
pel antes de cuidar em confortar-se.
O postilho entrou, quando opatro acabava
i de escrever ; este dobrou a carn. fechou-a, e
pedo-lhe que a fosse laucar o mus de presta
posslvel na caixa do correio do lugar.
| ISo cainlnhouiua teolaco funesta ao autor
.da carta se apoderou do portador. Einfim de
contas dase este com algo mesmo, elle assegu-
I rou-me que eu e elle nao farlamos teno uina
i so pessoa; portanto nao tem segredos para
' ni i ni. tenho pois o dlrelto de ler sua carta sem
I ser indiscreto, t'azcndo este bello raciocinio, u
postilho abri a carta, cujaobreU eslava aiu-
j da hmida e leu o seguime:
I o Ua olio anuos que o scnbor he meu p rime i-
ro escreveote, bem sabe quanto tem sido grao-
de a)mlha conlianca em ana pessoa Persisto
ein contioua-la, c dou-tbe aqui minha palavra
de honra, que ooter motivos de arrepender-
tt de me conservar sua fdelldadc apesar de
uiiiiha desgraca. Demais esta desgraca nao he
lo irreraediavcl como o seuhor o poderla snp-
por. Kstou a poucas leguas da froutelra. Dea-
tro de puncas horas estarc cm paz estraugei-
ro com minha carleira, a qual conten anda
cum que satisfazer umitas ambiques. Diga que
me .iiho uu auge do infortunio, aliribua minha
fuga a um icrror infantil, a urna turbico la-
voluntar i i e que nao me pode tornar mais cul-
pado. Diga que fui esse miseravel cunde de
Aubervillera que velo de proposito laucar a
desordein em iiinha po>ico, cxigiudoum pi-
gaiiienlo com o qual cu nocoulava lo cedo,
segundo sua propria palavra. Diga tudo o
que lhe inspirar a amisade que consagra a seu
palro.
Dcaejarei que minha mulher, qual nao
live lempo de !*'>" id.i. prer.a por al^uns
das estar no inaior desprovimenlo ; ninguem
crer que irouxc commigo muito diubeiro,
quando a virem to desprovida. Dc-lhc o in-
dispensavel; dentro de poucos dias, lhe remet-
iere! para ella urna certa somina, a qual o sc-
nbor nu lhe entregar se nao pouco a pouco c
segundo suas necessidades, seinprc com o lint
de provocar a piedade sobre minha sorte pela
evideuda da sua. Persuada-a a cvprimir-se,
pois assim o exige seu interesse c u meu, com
alleico e eteruccimeoto a meu respeito, sobre
minbas desgracas imprevistas. Sua frieza ues-
te capitulo me seria funesta. O senhor me Ins-
truir de lodas as medidas que tiverem sido to-
madas contra miui; ii.1u desesperemus de na-
!da. De longe scr-me-ba, creio, fcil reduzlr
-composico os mals recalcitrantes e nao sel
que seja Impossivel que nao tendo mals a fa-
' culdade de voltar a Paris como notario, cu nao
volte ahi algum da como bauqueiro. At ago-
ra tcm-sc dito que quem poda o mais poda o
meaos tenho lenlacoes demudar a mxima c
de fazer dizer que quem nao pude o menos, po-
de multas vezes o mais.
Levo comigo parao paz vfAnho um posti-
lho que fes-me escapar a seis soldados a ca-
vallo que perseguiam meu carro de lo peno
que me cra j preso. Tcnbo-lbe prouicttido
No dia i laocou a iuar, na praa da ra de
S. Francisco, u cadver de um preto, que se
suppoc ler mor i.lo alfogado, e nu mesmo da
murreu repentinamente umeseravo de ceno
morador da ra Mella, dizem, que de urna apo-
plexia fulmiuaiilc.
Veo-nos as mos a seguinle circular, que
fielmente copiadlo, c ollerecemos ao |>iibIieo
para maieria de sua Ilustrada consideraco.
CIRCULAR.
Penambucanoi sisudos e honestos, graudc-
mcute magoados do lastimoso estado da uossa
chara patria, hoje redunda ao abandoso por
causa de paixoes odiosas du mais mcsqulnho
eguismo, ajuiilaram-sc para a nobre c grande
nioulcs de ouro laes que anida quando cu fura
o estado, nao poderia decmpcnhar-inc para
COU1 elle; OSIS uiua vez que tenho ehegado a
lugar seguro, espero, que com pouco dnheiro
licarcmos de coutas jusus. Peco-lltc (|iie d por
ni i ni vintc traucos a mulher doinesmu, a (mal
dcixuu cum tres lilhosem Paris na ra Thibau-
lod, n II, c bem assim que a tranquillisc so-
jic a sorie do marido, ao qual promclti oceu-
par-mc della cm bita ausencia por seu inter-
medio. Eu lhe cscrevcrci da primeira cidade cs-
trangeira.
Felippe Auvray.
Ah ah : a cousa he assim disac o pos-
tilho, quando acaot de ier pois bem vere-
mos um pouco como isso he agora, caraara-
da, a cousa he com nosco !
Elle nu laocou a cari, no corrcio ; pelo con-
trario, meiU'U-a ua al^lbeira e voliou parajun-
10 de seu generoso c humo protector.
Palro, disse-lhe elle au principio com
bastante desiresa para na i deixar compreheu-
der que linha conhcciincnto da corresponden-
cia ; palro, estamos perto, c tenho relleciido
que por amor do senhor acho-me meltido em
bem mslencocs. Antes de hontem eu uo o
couhecia mais do que se o senhor nao fura as
cido : ora o senhor he mui rasoavel, e nao pddt
crcr que me cxpui assim por pouca cousa. Se
cmitasscmos um pouco, terla ntsso muito gos-
to, tanto mals que urna vez que o tcnba livrado
do pe ign, preteudo ir apresentar-iue au pro-
curador do rei, para que me leuham cinco ou
scisiuezcs preso,etique livre deludo.
Auvray escuiava este discurso_>uiprevislo
com um espanto extremo.
Ento nao qtieres segulr-me. como cu o
esperava, ao estrongeiro ? Eulerlaah feito de
t .lignina COUS.
ft'o lhe digo o contrario, patrao ; mas
gosto mais do arranjo como acabo de pru-
po-lo.
fnrmou o director do arsenal de guerra no olli -
co qn* por copla remettla, nao pode serleiu
pelo'mesino arsenal, falla de <|Uota, a oalca-
,I.i i|., edificio, em que est collucada aquella
repartilo. IntelradV
Outro do inesino, trausmittiudo um exem-
plar da falla du ibrono uo enccrramctilo da ter-
ecira sesso da otava legislatura da as gcral legislativa, que leve lugar no dia 13 de
setembro ultimo. lntclrada.
Outro do mesmo, dizendo que para resolver
acerca do que solicitou esta cmara cmolcio
de 23 do mee uilimo, se fazia necessario que 4
ursina cmara nlormasse quinto reudeu <>
Imposto sobre as medidas de farlulia dos mer-
cados publicoi em eadt um dos ltimos tres
Mt minha bolsa ; bem
lira dclla o que qut-
Luucuido, a<|ui
uno j te olfereci,
seres.
ma bolsa ? O que l
mil francos ? dous mil fiaucu quando muito i*
.Na > he sso que me convm. O seuhor uo pdc
ler-se escapado cum lo pouco. Se eu o cresse,
dai-lhe-ia do meu, palavra de houra !
Mas, meu bravo.....
Delxcmo-nos de con tos! O seuhor nu
pode deixar de ler urna carleira. Abra-a diau-
tc de iiiiu e a couta ser uihs fcil
-- Ests vcudo, nada tenho coinigo senu es-
ta bolsa ; mas urna vez que tenha ehegado lo-
ra de Franja, nu cstarci quarenta c olio horas
sem receinr nina boa soturna e us a dividire-
mos como irmos.
__Ah'. be laque repartiremos? ... Pois bem,
patru, bem He um negocio enleudido. Nu
ba nada que temer com as pessoas honradas.
Vi '. uteu bravo, dou-tc miuba palavra de
houra que nada lens a temer.
DuSr.? Mas da juslica; sso he outro par
dc mangas. Todava desde que o Sr. me ga-
rante sobre sua palavia de houra....
Elle Intcrroiupeo a phrase, para tirar di bol-
sa urna boa porcode Imses, c dlssc : Vou ver
se o carro est prompto, palro, c no parti-
mos.
Depois sabio.
Coufeasai r. preciso ser um human de jubila para rrgalcar
assim com um desgranado que o salvara, c a
merec du qual se Huta posto : comensal que
he preciso ser um hornein de juUica, e demai.
um bume.ii de justiva que se escapa com capi-
tal que nao lhe pcilence. yuaiwu se trata de
dar diubeiro o animo talla ao hornera de juitt-
,:a at nu crinic e na uecessidade que elle tem
de um cmplice. Julgar dus dias de esplendo
c da ausencia de uecessidade alheia.
((JouiHaar-K-ha.)
i


apuoi, e se couvinha ou nao por o me uno fin
aduilulslracao,.. Que se respondesse, dizendo
qual fol o i'uiImik'iiiii no referido lempo;
beiu assim que cunvlnha icr antea arrematado
dito Imposto do que administrado, porque por
este modo quasl nunca a percepeo chega a
mais do que por aquclle.
Oulru do hachare! Francisco de Assls de Oli-
veira Macicl prlmeiro supplente de jult muni-
cipal da primeira vara deste termo, participan-
do haver deludo o ejercicio da uiesnia nodia
25 desetembro ultimo. Intelrada.
Outro do bacharel Manoel Clementlnn Car-
neiro da C unba, Jult municipal da referida va-
ra, participando barer entrado no ezerelelo da
mesma no dia5do dito mes. Inlcirada, e que
se respondesse.
Outro de Ablllo Joic Tavares da Silva, parti-
cipando baver prestado juramento e entrado
logo no ciercicio do cargo de promotor publi-
co drsle termo, no dia 26 de setembro ultimo.
I ni. ii.-til.-i, c que se respondesse.
Outro do procurador, dizendo que scnrin-lhc
presentada a conta da despeza de 1:924/ rs.
cm que importou o portan c grades de Ierro do
ccnilierlo, so tlnha em seu poder para despe-
zas do un su,o eslabelecimcnto 1:185/ rs. luclu-
sive 68j rs para pagamento de Andr Wfliucr,
c queassim Ibe declararse acamara coiu que
Juta:E esso inspector tifio I lio ichou A Inglaterra linha contado sobrcsablr peloi
urna I' i-a seos movis quasl tanto corno por suas raa-
Ileo :NSo seullor. quinas mas faram aupplantados nao t pela
Juta :Conhece a Bernardino Nuoes de "D'e'no tambem pela Austria e a nelgl-
Oliveirm1 c(* S'"' manteos, sao feltos para hgu-
n,__nsn conimr r'r "t*'' Pe' riqueza do que pela elegancia.
o .-Nao senilor. A madeira que el nossos v..lnhos aluda pre-
"'S :";Q.U'1 8ra SUf occuPCfr ferem lie o acaj ; do-lbe, porra, por mel
Reo :Eslava locando curuc as obras do vernlt. urna cor vermelba e desagradavel:
da estrada. eom a noguelra obtem inelhor effefto. Outra
Juiz :E esse Oliveira nSo era adminis- deoahlda da moda, o pau rosa, tambem por
tradordessisobras? i elles he mu estimada. Quanto a nudelras
/Woi-NOO COIlheco porque OS pontos brancas com molduras de ofro, pouco se v.
-SSij*-^< -- > <- *2^^xjr%2&u2r&
nna um reilor. lesiylo fol o designado pelo n. 2o2. O cata-
Jtuz :-5abe escrever? |logo nos diz que trabalharam nelle os opera-
ndo : -Multo pinico. | rios inglezes de mala fama : tenho pena por-
S3o lidas as pecas do processo o (indas as : que nao he posslvel elogial-o. Os pes sao cau-
allegaQOes pro o contra I das de golphinbos ; as barbatanas do animal
O Sr. presidenta/ faz o reiatorio da causa e ] at-rem-ae como atas cm forma de leque : nos
ilroga ao consolho osquisilos, e avista das I "n," tupidamente, de
.* .ai I.lll' IIP llTt'V llllAlr,e *
2
dlnhelro devia prehencher aquelle pagamento,!ndvogado o Sr. Jos Urasilino da Silva.
que pagaste da receita do ceiiutcrio
(hu o di mesmo, consulundo.se quaudo nao
se poderem achar as autoridades policiaes das
freguezias, deve ou nao dar guias para cnleiros
a vista de alienados de inspectores dcquartei-
ro i o que tem duvidado fazer. Que se res-
ponderse que cumprisse liloraliucnlc o regu-
lamentu do cemlterio.
Outro do mesmo, apresentando o uiappa
demonstrativodas irhumacdcs fritas no i < un-
ir H em o mez p liodo, e perguntando se deve
continuar a fazer lodaa cicriptuiacao da recei-
ta e despeza do mesmo cemlterio, organuar os
nsppas ineusacs, dar guias, etc. --Que se res-
pondesse amrniativaiiicolc.
Outro do incsino, participando ter recebido
as lettras que se vencerain no ultimo do inez
passado c nu priuicirn go thesouraria provincial duas letras, urna
do cmpresiiino l'eilo pelo mesmo tbcsuurciro
liara o acquiduclo do pateo do armo, c outra
de 1:390/032 rs. veucida cm 30 dejunhodc
184o, para cujo pagamento se baviam peuhora-
do os reudlinenlos da ribeira da freguezia da
tloa Vista, arrematada por Joaquiu dos liis
Comes sb nanea de Jos Alfonso Gucdes Al-
canforado ; c como uo podeasc a thesouraria
cobra-la cm consequencia de se ter oceultado
ii un" arremataute, c na'o ter o fador mcios
para isto, fez nova cxccujiio cua outros bens
para t|uc nao chegassem a mais as dispezas, fui
inislcr satisfaicr logo dito debito, -- lulelrada.
i 'nu i do fiscal de San Jos, dizendo ach-
relo-se depositadas cm alguus pomos daqucl-
la fregu.la porces de liso, que conviu se-
jam icmovidas. A' cniuuissn de polica, pa-
ra Indicar o uieihor meio de conseguir a remo-
cao, sendo nomcado para incmbro da mesuu o
Si. vcreador tranca cm lugar do Sr. \ launa
Outro do contador interino, dizendo que pa-
ra poder fechar as comas do anuo lindo, se
zia mislcr que a cmara Ihc deciarasse qual o
destino que deviaoi ler algumas sobias de cer-
tas verbas de despeza, na iiupoiiancia de
826^747 rs. A mesiua commissao.
Outro do liscai de San Jos, aprescntandii o
luappa das rezes moras para consumo no ma-
tadouro dcsla cidade, de 11 a 58do mez lindo
(158J. Inlcirada.
Outro do adininiilrador interino do ccniilc-
rio, apresentando a follia dos ordenados dos
respectivos empralos do niel lindo. Han-
dou-se pagar.
Oulro do liscai da Muiibeca, informando ser
rx.n lu ii que allegan! algilm proprielarins da-
quella iregui la, de haver o proprietatio do cu-
genho Concetcao mulilisado a anliga serventa '
do caininho'da Uarra que prctendem os sigua-!
taos seja restituidla a leu amigo estado.
Mandn se ouvirao advogado.
entr ,
resposlas negativas dadas por c.-to a todas
as qucsIOcs, absolve o reo.
2. JUI CAMENTO.
Autor, Tlioin Jos dos Santos por seu cu-
rador o Sr. I)r. Fellosj.
Reo Antonio de Souza Ciraldos, leudo por
l'rocede-se ao sorleio do cooselho e pres-
tado o juramento do eslylo
O Sr. presidente faz ao too o seiruiute
INTEIIKUGATOIUO;
istia : Como se chama !
Rio iAntonio de Souza Ciraldos.
luis :Sabe porque fui preso?
Rio : Por intrigas-
Jai; : Da quem ?
Rio :=.|)e Thoui Jos dos Santos.
luis :Conhece a esso Tnomc 1
Reo:Conhe;o sim seohor.
Juta :Tero ou leve com elle amizapc ?
Rio:Ainizade nunca Uve.
Jiii'z:i'iirquelliadera duas bofetadas no
ia 10 do agosto ?
Rio :tu nSo Ihc dei uenhuma.
luis : E mo o esbordoou ?
Rio: Eu mo o osbordoci, ello Toi na mi-
uli.i casa pedir-me mis muidos de cadeiras,
ocomoeu lhe dissesso que nDo Ih'os java
porque os hava comprado elle veio para ci-
ma de ni i m, e pegando-nos lomos ambos ao
cliilo.
iuiz :Esse menor eia trabalhndor de
sua GUI ?
Reo : Tinlia .-i !i>, mas faziam 4 mezes
que saliira.
Jui'j iEsso Tlio.r.c nilo fora em sua casa
para que lliu enlregaasa urna fcrranieula ?
R$o :Ello n Vi inri.! rorramenla alguma.
Jm; .Ness* occisiSo o senhur mo pe-
gou do um pao para esbordoa lo .'
Rio .N5o senhor.
luis : -Sabe escruver ?
Rio :\io s.'iili.i .
Lidas as pccis do processo o lindas as al-
legad-Oes pro o contra
O Sr. presidente sz o rotatorio da causa
e entrega ao conscllio os quisitos, e avista
Jas respostas por esto dadas aos uiesmos
absolve o reo.
Teiidj-so lindado os processos que ha-
viain sido suiiiotlidos aujury para serem
julgados na presente Muflo
o Sr. prefi lento declara encerrados os
IralMihos e subsistentes as mullas i nipos
tas.
__otro de um aca-
fate de llores e fructot, a cara de um deus
inarinbo. Em redor de toda a peca desenro
la-se uina videlra, que com seus cachos vae
formar no topo urna moldura que da passa-
gein a outra cabeca de uuine marinho tao ri-
dicula com os seus companhejros.
Nao sabemos que nomc se devadar a urna
grande c bella peca de mobilia que toma um
la'lo da sala dedicada marcenarla inglcza.
Ser bofele, estante de livros, cheniiu de
fundo de sala ? E' ludo ao mesmo lempo !
a madclra he de carvalho, de bonita ciir. A
parle Inferior he oceupada por um fogao de
luariiiorc branco, de gosto bastante sollrlvel.
Emcima, no logar do espelho, abrem-sc tres
nichos, no citylo da reuascenca, cm que se
poderao pr jarras da eliiua de bojo azul claro.
Ocmprrgodo lapis. lazuli, dos porphldos c de
unirs podras um parentesco com os movis italianos, de
que se pdejaelar com justo motivo.
Bureas de mais obras noiani-sc una porta
de cainarim, de madeja branca com moldu-
ras, c tres nicdalhocs onde sorricui no fundo
azul as Idcaes bellezas de llaphacl urna
mesa de Joigc Watsou cm mosaico de madei-
ras de cores, encomincndada pela rainba de
Inglaterra, e mais algumas pejes de trabalho
a capricho, mu cuslosas, fabricada de ma-
deiras viudas de toda a parte do mundo.
Um piano com cuibuiidos de ivadrcncrola
rivalisa no esplcndur com os mais admlra-
veis. Que dieci das camas ? INo s.lo leitos,
sao casas; aiuda mais, sao monumentos pe-
lo eslylo da cama de I.uiz XIV cm Verstiles
ou aiuda mais ezacto no da cama de lleurique
IV no souvrc. Furain copiados segundo o
modelo dos Icilos rcacs que se veem cm
llamplon-ourt, nos quacs rainlia Carolina
deu luz 13 filbos. Ha tres ncslc genero
. fallo dos mais bellos )un azul, outro vcruie-
Iho, oulro cor de lilas.
Mas dcixemosa mobilia iugleza, pois que
nos aguardam nossus artistas do arrabaldc
de Si. Autoinc. Nada direi des movis de
M. Tahan, porque nao lie fabricante, e be mui
ridiculo que cilc oceupe na graudc nave um
logar que nao Ihc pcrtcncc, quando aasso-
cianlo dos marceueiros, e MM. Prclotc lleia-
ncr lu.un desleriados para um sitio onde s
entramos que se desgarraren! no labyrinlho
da iiidustria. M. Pn-lut d que fa:cr a 6"0
: he un
ai natura E prosegue nesle termos. Do
Sue dolamos escrlpto uao se iiilira que a in-
uslrla britannica nao faz colla que preste em
materia de tedas indgena! ; seria grava erro,
As sedas loglezas, de venda ooi rente, sao procu-
rada! emrason do mdico proco : raro que
o algodo nao entre por melade n'um brllho
fall.-n mas emflin a vista 6ca satlsfeita, a eco-
noma e a vaidade accommodam-se n'um con-
cert que coneilia ludo Demais dlsso, as po-
pelinas irlandezas tem grande e merecida repu
tacao .,
rercorrendo os produtos slmllbantes de cada
na;o, liz urna obiervacSo que nao perlendo
monopolliar ; e vem a aer que o temperamen-
to de um povo creador, ou (ie preferem esta
termo ) fabricante, imprlme-sc em caracteres
fndeleveis Idnticos uos produtos de suaindus-
tria qualquer que leja a naturer desses. Ex-
plico o meo pensamento. Ha noproductos de
uina unjan um parentesco de cor deforma,
e de desenlio, tal que nao pode a critica
de um liiimtm de bom gosto primeiramen-
te attribuir a outro povo abjecto tubinet-
tldo ao icu exame, e em segundo lo. ar desco-
nheeer a sua semelhanja com outro objecto
tomado de outra calase da Industria nacional.
N'uma palavra e a uniformidade na variedade
l'"i cxemplo, temos era Franja a cor, men
multo alegre nem sombra : fusao de matlzcs
hannonia de toque. T-l ser ocarater geral de
todos os nossos productos.de qualquer natureza
Suesejam. sedas, crlsues, bronzes, ou estofos
c l.ia: esta inteligencia esta inoderajo esta
ielid.10 de gosto, formarlo o typo absoluto e
gerador dos nossos produtos. Tomemos um
exmplo ni Os frisante ; a Hespanha ; no povo
espanhol o carater nacional tomoucm lempos
remotos o cunbo mysticlino e austeridade a
lula que leve de sustentar contra os inouros
lula feroz e sem misericordia, deu ao esperit-
nacional um toin grave e unifoi lilimente sers
vero, que em ludo emecntraremos; as arma,
hespanholas sao prctas como as suas rendas
Todos os outros povoi da Europa tem leu
typo universal c absoluto que l falta s na-
jcs novas cuino a Ilussia.
Todas estas observajes previas tem por liin
explicar certaa reticeosias que somos obrigados
acJezer u rcspcito de caca productos inglez.
Os nossos otuos coulrahirain na contemplajo
das obras franeczas nao sci que habito de que
nao podem completamente desapegar-se.
E crede que o mcsiini acontesse n'outro len-
lido desia parte do estrello ao artistas In-
gleses ; nao lera sem rcticeucias que acceita-
ro os nossos melhorcs productos os que nos
julgarmos mais i'avoravelincutc Quem lera
rasan, cllc ou nds Tal ser o perpetio liti-
gio !
(Jonvcnlio que as sedas sao bellas, at bell-
simas : mas porque nao iini para us attrac-1 Estiipa nacional......Arroba
3 americanas, 46 brasilelrai, 5 francezai, 3 circumiUnciaa do servirem n.
bamburgue.ai. 1 hetpanbola, lOIngleaai, 1 no- 8i|eir. que nuiieram n rm,d brt.
rueguenae e 4 portuguesas. oncii., iiuo qu m engaur-a -'
Oa dlscontoi de letras regularama I por canto
ao mez, venclmentos cm Janeiro e fererciro.
Pau tu
o prseo crtente* do aisucar, algodOo, e
mais gneros do pal*, que te despachan na
mesa do Consulado de Pernambuco, nasc-
Dmana de 11) a Ib de Oulubro di 1851.
Assucarcm c. branco qual. Arroba 2,050
1,650
1,350
9,300
1,400
3,200
5.40O
5,000
4,800
38,000
215
58,000
3S5
48,000
265
450
200
450
200
a
mase....
bar. c sac. branco
'< mase....
retinado.......
Algoilao em pluma do l1 qual. a
Dito.......2'
Dito.......:!
Ago'ardcnlo caxaca 20 graos Pipa
Dila.........Canad
Dita do canna......
Dita.........Canad
Dita rcstilada.......Pipa
Dita .....Cnida
Gcncbra.........Canad
Dita.........Botija
L'or..........Canad
Dito.........Garrafa
Arroz pilado 2 arrobas um Alquciro 4,000
Araras.........Una 12,000
Papagaios........Um 3,200
Bolachas. ........Arroba 3,840
Biscoitos......... 5.000
Cal bom........ 4,000
Dilo rcstollio....... 3,400
Dito com casca...... 4,800
Carne scoca....... ,. 2,880
Coucos com casca.....Ccnlo 4,000
l'.liaruto- lniii-...... 1,600
Ditos ordinarios...... 700
Dito rolagia o primor ... 4,000
Cora de Carnanba.....Arroba 5,500
Couros de Boi salgados .Libra 115
Dilo espixados......Um 145
Dito de unja...... u 12,000
Doces de calda......Libra 400
Dito de goiaba...... 2-iO
Dito secco........ 500
1,200
tivo, .porauc raso nao nos eulevain, ciuhora
muitos saiaiu de labricautcs francezes ... O
desenho nao he Irancez ou foi accoininodado
segundo as convcujocs de gosto britannico.
As litas iuglezas sao mui bellas, mas nao Ihc
cabe se nao o terceiro logar, depois da Suissa
que nos irouxc as mais nolaveis amostrar.
Quando fallaruios deate pequeo povo, tcrcmoi
qui'l.iicr-lhc mais de um elogio : mxime mi-
randa in minims.
Terminemos rpidamente com tudo oquehc| Prancbasdcamar.de 2 oust. Um
respcciivo ao infeite das nosas damas. As TJJisjj de Inuro
rendas franeczas aprcseuarain-se cm estado
Farinha de mandioca Alquciro 1,280
Feijo......... a 2,000
Fumo bom........Arroba 6,000
Dito restolho....... a 3,000
Gomma.........Alquciro 2,880
Gengibro........Ar/oba 2,600
l.enlia doaobas......Ccnlo
Dilo de toros.......
uncir, uus quizorem engiiar-a u-
d. tabella ab.izo inscript.Vc "' forn"
n'esta eipltaali. v co,nP'rocerm
CapiUDil do Porto de Pernamhnn .
outubro de 1851. "urnbuco ud,
Rodrigo Theoioro de ^Htos
CapitSo do Porln '
Cop.a.-Tibella dos premio, D.ra..
Cas de m.rinliagem, que ie eng.,!8 pr-
aervteo da e.qu.dr'.^comforme8 JpVo7n
em onieio a esta acta. r.tificacj ,0P ,>
rs., dem dem por doze mezes 9
sendo 20,000 ra., no acto di> engaj.Z,'8-.
sois mezes depois, 25,000 rs. CmiAc .9
grumeto por sois mezes 10,000, rid
dem por doze mezes 20,000 r aD Bn '
dor por cada praca 5,000 ra., aendo nJ'"
comformeo avizodoa* doaelembrodais!,"
-oS:.flp"JnJ* doPorloem 13da aetemhma
M5I. Pedro Frinelieo de OHveir.^S
deaivigflo.capitSo do Porto, comfort
franoisoo JTavier Bomtempd, coi, e'
maior, -Joaquim Pires Mach,8'
Est conforme. 'ml>
O secretario.
Thomi Ferhandee Madeira de Castro
- Ulllm. Sr. ofBciat-malor lervlndode'ln.
ictor da thesouraria da fazend. provinci,,"
an An i.n.___. }'
o ollicial
Portella.
tri-
I o presente
ci.il
iauw ,,,.,.,!, ,,t u... m i,.i.i.. irancezas uprcseuarain-sc cm csraao r .,
conscicncia, como seus (completo; os pontos de anty de llaycux, de I ^""ado de amarcllo do J5 a
lavores cinxelados, obralChautilly, d'Alencun, as rendas com cartazanc 40 p. lloco 2 a 3 de I. .
e t'.n .....I lino. .p.hi. I.,. I,__4^.. J...1.I___ ...___ *_ l... 1 W. '..
1,600
9,500
20,000
8,500
acs .
I ''i-'lili i lilil ili- tillo.
DIAIII JE PERNAMBUCO.
REG I-E, III DE OL'TUURO DE l8ji.
Faram approvados os icgululc pareceres : I llcassuinio liontem as funjes de chele de po-
duus da ciimuiisso de pelijes, um denegando licia o Sr. desembargado!- Jeronymo .Marti-
o cpie pede Francisco da Costa Barccllar, sobre mano Figucira de Mello, que as Unba dcixado
nao ser appi uvada a planta da travesa dos lio-: para r lomar assento na cmara temporaria.
medio!, que orequereole considera cm oppo-l O Sr. desembargador Josc'Cclles de Meuczcs,
sijao aos seus tnlcrcjse c aos da municipal!-1 durante v lempo, cm que exerceu loterlua-
dadr, c outro opinando, de cnnformldade com mente o mesmo lugar, mercecu sempre a con-
o parecer do adregado, contra a pretenjiio de lianja da presidencia, c a estima daqucllcs de
Antonio C.onjalvcs de Moracs, que requeren no seus concidadaos, que aiuda o nao couhcciaui,
governo da provincia, para mandar que ac- nao id pelo carcter de imparcialldade, com
mar lhe adjudicaste no correte auuu o im- que dirigiu os negocios policiaes, mas laiiibem
posto das alcrijcs por a quautia que ullerc- pela franqueza c benevolencia, com que ouvia
ecu de 1:000/de rs., e oulro da commissao de todas as parte-, cujas prclenjes tinham a mais
editicajan, dizendo estar cuuiprclicndida na prompla decisao que Ihc era posslvel. Milito
disposieao do artigo 41 da Ici do primeiro de folgamos, pois, de que o seu coiiiporlaiuculo
opciarios no iiicnciouado arrabaldc
liouiciu de gosto c de
movis altcstam. Os
deum fulano Fouqucs, sao mui bem acaba-|de llandon dlvidem a allerjjao da bellas, qi'ie Dilo d'ito U
dos ; os bronzes salicui das nios de oulro Idupulam largamente sobre o valor dcsta obrus
artista por nomc Fanccl. Una bibliollieca I compradas com os productos anlogos das
de mosaico de madeiras tintas forma a icgun- oulras n-ji>es. Londres tem o seu famoso "IDO 00 dito
da peca importante dcsta collccjo. Crcuier ponto denominado d'lnglatcrra: o ponto de Forro de dito.......
expo/. un, bofetc-liyraria cujo defeito maior clchete de llonilon resolveu para as classes Costado de louro.....
he courudiralgum lauto todos os gneros sem I pobres oprobenlo ealuxo da renda de ponto vt,n,l:|, ,i i. -'
cxctptuar mosaico c tauxia. O bello iiiovclc'luglaterra, n 9ue n a aristocracia pode che- ?. a,l B'200
I- ll...K-.a I II ."..trt i*_~..-. a.__ .A _. >> ... mm .- Cnnllm .In .1.1.. Qf\ft
20,000
14,000
11,000
7,500
4,200
4,400
I- n.uil)' i ni 10:900 francos: una s cbave I gar. Uasgow, birmiughain, Ldunburgo, c .\ot- Soalbodedito
la/, jugaras molas de todas as gavetas. Joll y.' nug ham, tem cada una u seu ponte ou ma- Forro de dito.......
Lcclcrc tem una das mais linnitas guarda- Iba partieulrr. A Inglaterra ser sempre, como Ditos do cedro
loijas. MU. ilit-aite Audrieiix querem subus- lambem a blgica e a Franja, o pait das ren- -r i i.....,, ,.
tltnirai locrustacei on embutidos de ,lla-|das linas e depreco. A nardo lo.,- ?,0r0S ,dc UtaJul)a..... drepcrola, de metal, d'ebano ou de marliiii cado de renda pteta, exposto por Uclcambre Varasdc parreira.....Du/.ia
filil 1 I liri-ltl 1 II 1 ili-nri- iiiumiln lli>lss> .t n a>__ .1_____ _. .i.m .. t\ I *ll I
com a porcelana diversamente tinta de cores : notam-st os peitilhos de carniza de M. Duran- Ditas de aguilliadas .
os seus movis Tora de duvida so mui ele- ton, de Pars. Por um cugeuhoso tecido me- Ditas drmiirit
gantes ;nias ha objeclos que Ihcs preferimos,'chauico, as pregas chamadas de msica, as re- nl..,lL..;,. !..,.*,
por cxemplo o grande boleto de M. Hosegcr, des de cor e todas as ornamenlajcs que cus- "odllsu0 "??" Pa" carros
a ornanicu lavaui t,io caro outrora, sao reproduzidat com fclvos lo di tapara ditos.
Mcl rin pipas......
lacio dcsta bibliothcca reproduz pora a sim- rara lldclidadc. Enes bcitslhos ollcrccem a par
pleimenle as grandes almofidas e os meda- das condijes de elegancia c duianio a vauta-
Ibocs da obrade biberli, feliz Icmbranja fe- gem do diminuto cusi.
Eis o luxo como us preferimos aclial-o.
( Revista! miersat Lisbonense.)
-.--..*.. ...-----.i-*a.i,3_.u^-i
correspondesse plenamente as nussas previlocs
outr'ora maiulcstadas.
W
VARIEDADE.
outubro de 1828 e artigo 7, titulo 7 das pustu
ras, a servidao publica do rioTigipi, cuja pas-
sagem foi estrellada por Dlnlz Antonio de Mu-
raga, por baver sobre o mesnm rio feitu um pi-
redo sendo a couunissao de opiniao que ceja
a iiiesma servidao restiuiida a seu estado pri-
mitivo, e em consequencia inaudou acamara EXPOSICaO UNIVERSAL DE I.O.VDRES.
expedir ordemao liscai dos Afolados para pro-1 Esperav eu esgotar n'um s artigo a serie
ceder na frmadis poilurai, contra o Infractor, de objectos d'arlc ede luxo que a Franja c a
O Sr-vcreador Pires l'eirein fe o seguiitc Ingliterra ollereceiii admlrajao do uiuii-
rcqaerlmrnto, que rol approrado, I do baldada eiperanca! Jl vao viole vi-
Tcndo o Elffl, governo da provincia cucar-' sitas que Ihc bel dedicado, o ainda eatou lon-
regldo a urna commissao de propor todas as ge de os conliecer todos, seis mezes nao sa-
niediilasc providencias que se devam attender Hilario a curiosidade; o ardor de investigar
no rrgiilameulo espacial para o servijo dos' tudo accende-se no coracao do mortal que
carros lunebres, pur isso prupoulio que esta penetra cm a giande Exposijao. Srbcii o que
amara nao trate por ora, de eslabelecer os re- uie representa esta assombrosa aggregajao
lindos carros, c nem fazer despeza alguma de [ dos productos do mundo ? Rcpresenta-me
prevenjlo, einqmulo o mesmu governo nao a icicncia universal, nem mais nem menos,
der o competente rrgulamcnto. oque contemos oiloccnlos mil volumes da
bala das commisscies da cmara municipal, | bibliollieca uacional de Paris. guamos cs-
cm J de outubro de tojl. Joi* Pirri 'erreira.' forjos, quantai vigilias, quautas miserias,
t) arehileto Audrc Wilmer apresentou um quautas riquez.s tem causado o menor destes
novo plano de catacumbas pelo interior do 'objeclos. O genero humano vive nestes mer-
campo do ccmilcrio, com o qual conforniando- cados; lodo elle aqu respira. Cumpla aca-
so a cmara, mandou olliciar ao Exm. presi- lar o palacio de cristal cnin respeito, iutelli-
ilcme da provincia, pedindo a sua appiovajo, gencia c amor ; mas tambem com a pcrfeila
tomo ni-eess.iri.i, c nielo nico de accoiumudar conviejao de nina Incvilavel ignorancia. Aqui
todas as innaudades dcsla cidade. I se emende bem o dilo du soabio da anligui-
Maiidou-se reuieller a commissao do peti-'dade, Scrates: Eu crcio ou do ho-
iics a de Jos Marcellino Alves da Fonscca, iiiem de saber mais vasto, Aristteles : _
viuda da presidencia para acamara Informar, nao sci seoao urna coisa, e he que nada
cm que pede nomeic Exc. una comuiisso sci.
de dous engenheiros para dizerem lobrca plan- Ueiicinos, porcm, estas conslderajes. li-
tada tiavcsssa dos Remedios. olamos feito alio junto aos crislaes ; mais
Acamara autorisou o procurador apagaras larde fallarci largamente dos de bohemia j
ilcapciai que forein feilas com a llinpeta de poslo que Inferiores s que possuiam nossos'
ras, sendo os respectivos dneument is rubn- aulepa>sados, as pejas modernas sao mui
railns pelo vcreador Franca, como incinbro da bellasc merecen! meujao. O cristal cm Fran-
couimlsiao de polica. ja tem perdido milito de seu vqlor artstico,
l)espacbarain-se as petijcs de Antonio I'cr- porque psssou de moda. ISo tem rata'o a
rt-ia braga, Candida Scnhoiinha Vieira Lasser- moda: o cristal lera sempre una coisa
ir, Aulonio Jos Duirlc, Candido de Souza Yli- lloa e bonita : tililla c arrebatada a imagina-
randa Couto. Elias Emiliano llamos, Fernando jao, Iranportada aos subterrneos mysterio-
/lellinot, Francisco da Cosa barccllar, Ileilor sus onde a m.io das fadas o protege, o seu to-
Haibosa Xavier da Silva, o prior c msanos da que ou som he grato ao ouvido. A arislo-
ordem lerceira do Carino, Jos dos Alijos Viei- cracia britannica, que bcui ennhece os go-
ra de Amorim, Jos Joaquim de Oliveira, Jos zos da vida, fez rncoinincndas de servil, is de
luaqumi da Silva Maia, Joaquim Solero de Fa- meza completos, que ligurain honrosamente
COMMERCIO.
llamete desempenbada.
M Four-diiioisalcm do seu bofele, orgulho e
liraso da exposijao franceza, tem um grande
irenni, denoiuinado de 6ot, de riqnissiuio ira-
balho. Pela mesma rallo porque noi cala-
qnanto s inaravilhas inglezas feilas de
pasta de papel, passariamos cm sileucio o mo-
vcl de tf. Cruchnt ; porein M. Cruchol nao Ran.llm
he suuicnce um fabricanie he um csculpior
em madeira minio disiinclo, que nem mesmo
l.icnard excede. Vede, por cxemplo, os seus f'SOO mglez Ayrshire lingoado
iroplicus de aves c de auimacs bravios, que
Par

Urna
ijuariola-......Canad
arirs........Iluui
2,500
3,000
1,000
1,200
1,500
2,0001
40,000
16,000
34,000
190
0,800
Milho..........Alquciro 1,280
Podras de amolar..... 1,200
Ditas de filtrar ..... 7,000
l'onlai de boi......Cento 3,200
Piassaba.........Mlbo 180
Sol/a..........Meio 2,080
ALFAMUECA.
enlo do lia 18 5.960,379 Sarca parilba. .' ." ." .' .' .'Arroba 20,000
Dcscarregamhoje 20 de outubro. Tapioca... .1.-. 2,000
ferro. Dnhasdoboi.......Ccnlo 200
eiif'eiain o grande bofete coliocado em ~eVcT Briguo inglez Creamorc bacilbo Couros do cobra..... 23,000
Sii i" {""' ,n lal'' da P^ubera e do croco- Uriguo hambureuez Qlinila mana. A'citcdo cairanalo.....Canad 720
dillo! A eacabrosa couraja do animal am- .\nr.....
phibio rompe-sc violencia do denle c do fo-
ilorias.
clnho comrahido da pamhcra : ene c Haryc .. CO.VbUI.A
nunca fuerain coisa mais pasmosa c de maior 'cnuimonlo do da I
verdade: parece que se ouvcm cslalar os os- IJcn do da 18 .
sos do munslro.
Chcgamos as duas obras primas da associ-
aeio fraternal dos marceueiros. A primeira
a ligurou na exposijao de 1819. E' um gran-
de armario que pode servir de gnarda-roupa
ou de bibliollieca : grave sem raso esta, por
quanto o nossos operarios de marcenarla na
impossibilidadc cm que se vem de vendercm
seus producios tem o habito prejudicial de
CO.NSUI.ADO CCIIAL.
a 17.
Movimento do porto.
sondar a
DIVERSAS PROVINCIAS
llondimonto do dia 1 a 17 .
Bxportatjfto.
Aracaty. hiato Duvi losoa, de 3l|lo-
692,642
propensao do publico e de fazercm Holladas, cunduzio O SOK'iintO : 18 volu-
ao menos pelo bom gusto e como" traite d corve.Ja> caixas cha, I Ip2 pipa 2 quarto-
uso. I-,'uniacoiiiinoda, nao ha que ensaar : las vinagre, 5 barris azoilodoco, 2 ditos vl-
hc de tres faces, com Hgurlnhaa, caritides, "ho branco, 1 sacro ervadneo, I fardo el
columnas, frisa, etc. tudo extremamente rico caisa canalla, I sacco cominbos, 3 barris o 8
lano lio livor do eseulptura como na perfei- molos ditos lllilltuiga, 3 Saceos pimenta, 1
jao da tufo dobra. barrj| cajxa rnludczas, 1 caizote graxa,
Passandoa tratar do outro ganero de latan- 1 fardo papel ornis objeclos, 1 barril tou-
dasdit M. busque!. o Bem sabeis, nem cu cinlio, 8 barricas bicilho, 1 caixa bizcr-
dasPC,.ynPcza?0LPa" 2S!E. "!L!W: > *""" ferr.gen.. 1 sapa, Horno
de dil >[ar c
* .".T, as y"0 ,,;"' P"a ferreiro, lo bttrai ferro, a canas e 3
exaltar mais ncsla cxposicao um- r i ,- ,
...lendor do nomc trance. Asia- barricas garrafas de lico-, 3 caixOes drogas,
boletas das galerias superiores s por si has- ,5 barricas farinha de trigo, 8 ditas bolachi-
tari.in para constituir a reputajo de um po- nha, 2 ancoretas azeitouas, 12 feixes alhos,
I.' uniforme o Orado de|approvajo vina I sacco althea, 1 einii: ulii i pedra hume, 1
o eif
7:575,81*
039 071 /Va"im entrados no dia 19.
_______,_ Macoi 8 das, patacho brasileiro Ares-
8:215 085 tildes, de 120 toneladas, capitao J0S0
__L1_J___Anlonio Gomes, equipagetn 8, cm lastro ;
a Jofio da Cruz. Passageiro, Antonio Jos
da Silva Braga. Veio a este porto largar
o passageiro orecebor o pralico, c segu
para o Assu'.
Terra Nova --5 dias, patacbo inglez Baul-
i'iiivn, de 150 lonchadas, capillo Tliotnaz
Pwer, equipagem 10, carga bacalho ; a
Me. Cilmont 1:001111111 na.
Parahiba 24 horas, hiate brasileiro nNos-
sa Senbora das Noves, de 20 tonelladas,
mostr Joo Francisco Martins equipa-
gem 5, carga l-os de mangua ; a Justi-
no da Silva lloa Vista.
navio Miniu no mesma da.
Aracaty--hiato brasileiro liin mso, ines-
Iro Joao llonriquo do Almei la, carga va-
rios gneros.
Obiervacao
No dia 18, nao enlrou nam siliio embar-
cacSn^_______________

S. Exc. o Sr. presidente da provincia, man-
a quem mal der, i'elt morada "d'ITc'ai'.'"'^,1;
coubcram a fazenda provincial empag.,neS
do sello de beranca no Inventario re il
Lu. de Mello Carioca, e que na COufornSn
dale! forana adjudicada. mesm.f.zeuTa't;
do 4 na povoajao dos Afogados ns 21 21! .
30,v.li.d.s em 480,000 rs., e duas ,7u. dQ
Pojoi ni. 15 e 17, avallada! em 190,000 rs
Os concorrentei coraparecam no dia acim.
ounaf PCl0 ,ne' d'a "a "'* d0 m"mo W-
E para coitar le mandou aflixar
c publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda provin
al de Pernambuco, 14 de outubro de 1851
O secretarlo,
ilntonio Perreira d'Amuneiaeao.
O pr. Jos Raymundo da Costi Menezes
juiz municipal supplente da segunda vira
em exercicio neste termo, por S. M. o Im-
perador, que Daus guarde, etc.
Paso saber, que pelo Dr. Alexaodre Rer.
nardino dos Reis e Silva, juiz de direito da
segunda vara da comarca do Recife, roe foi
part cipado ter convocado, para odiMda
novembio prximo vindouro, a quinta sw-
slo ordinaria deste termo, cujo aorteimen-
to leve lugar no dia 18 de oulubro de 1851
e para a qual san rain sortoados os 48 iuizes
de Tacto, que se Migue 111 : --
Jos Domingos Codeceira.
Er*ncisco Lucio do Castro.
Gregorio Antuoes de Oliveira.
l)r. Antonio Epaminondas de Mello.
Jos Bernardo Ventura.
Francisco Jos Itapozo.
Domingos das Neves Teixoira Bastos
Justioiano Autonio da Fonseca.
Joiquim Tavares Hodovalho.
Dr. Miguel Archanjo da Silva Cosa-
Antonio Concalves de Moracs.
Ucniardioo Jos Monteiro.
Francisco Jos de Mello.
1 .1,11.11o Jos de Olivoira.
Manoel Joaquim Antunos Corroa.
Antonio Jos Comes do Correio.
Antonio Luiz do Amaral eSilva.
Coronel Jos de Brito Inglez.
Luiz Alvos Cavalcanle.
Antonio Joaquim de Souza Biboiro.
Jacome Gerardo Mara Lumacbi de Mello.
JosoJanuario de Carvalho Pies de Andrade.
Dr. Cervazio Conrjalves da Silva.
Elias Ignacio de Oliveira.
Juvoncio Augusto doAtbayde.
Joaquim Fnncisco de Almeida.
Hermenegildo Jos de Alcntara.
Ignacio Nery da Fonseca.
Jos Piros rrrreire.
Jos Mara de Carvalho.
Manoel Antonio SimOes do Amaial.
Domingos do Azeredo Coutinbo.
Jos Antonio Consalves do Mello.
Miguel Anlonio de Oliveira.
Salvador da Bocha Oliveira.
Francisco de Miranda LoalSeve.
Iniio Murena de Mcnilouea.
Miguel Carnoiro da Cunha.
Dr. Francisco Serfico de Assiz Carvalbo.
Joaquim Jos de Souzi Serrano.
Domingos Alfonso Nery Ferreir.
Silvano Thomaz de Souza Magalbiios.
Francisco Alexandrino de Vasconcellos Ca-
lifa.
Jos Joaquim Bizerra Cavalcanle.
Miguel Archanjo Monteiro de Andrado.
Ignacio Francisco da Silva.
Joaquim Mauricio Vanderley.
Jos Francisco dos Santos.
Os quaes lio de servir na dila sessSo, pa-
ra o que sSo pelo presente editil convida-
dos ; assim como todos os interessados.
E pira quecheguea noticia a lodos, man-
deipassaro presente, que ser publicado
pela imprensa e afiliado nos lugares mus
pblicos desta cidaJe e seu termo. Eu Joa-
quim Francisco de Paula Estevas Clemente,
escrivSo do jury o escrevi.
Jos Itaymundo da Costa Menezes.
Declara fes.
que liguram nooics oglczes nos cartazos all- ras de BSSUCar, 20 caixas com 100 libns do antecessores, os quaes nao tem sido endereza-
ras, Ignacio de Souza l.eo, Joo Antonio Car- na exposijao. Nada temos que comparar ados em frente das tablelas! Eu decifro doce de goiaba, 4 rolos fumo com 6l|2ar- dos a seus destinos por falta do pagamento do
piulelro, Manoel Joaquim Haptila. Joaquim foute monumental de sler c' a oulras duas I enigma. As sedas de Lyo forai en-om- tobas, 1 barril com 40 garrafas de agoar-
Macbado Portella c ouiros, herdciros de Cela- mais pequeas, collocadas egualincute no mendadas c compradas quasi exclusivamente dentT do reino, 9 caixas charutos, 1 safa e
no de Carvalho llaposo. centro do edificio. Com tudo, M. Mattisa por mercadores de Londres, que pozeram por 2 barris com 4 arrobis do biscouto.
n iiuniiu. i'irrnn de Aguiar, secretario expoe um lustre no gosto uitomano, que i condijao indispcusavel a lodicaco de suas l'l ri ;| IKIKI l lil' 1,1 \li \s HVTRRNAS f
l1"1'"""l1 ;r.-"rr''.Pro.Prcsl<,."le- """- H."?0 "P'u"r a a'tcnjo de molla gome lojas ou armauna. At houve m, entejo cm
ilc-Fnmca-tiirnfiro Himleiro. l''crreira.
ItAES DE PERNAMBUCO.
JURY DO KEIl'E.
i: SESS.V0' OIIDINAIIIA DE 11 DE OlIrUBItO
DE 1851.
Presidencia do Sr. Dr. Noivi
Chegamos aos movis; um dos lrium-quc por momentos se convencionou entre o .,Ti .!: a^v...
phos da industria frauceza. = O famoso bofele fabricantes nao apparccei o nomc de neiihum : en-limonio uo uia 18. 490,6o7
de Kenilworth fol posto n'uma sala parte, a cidade de l.jo s devia eolher urna gloria CONSULADO PROVINCIAL.
no nielo de objeclos e luxo mais pequeos! annima. Mas u clamor geral dos outros fa- Ucilditnoato do da 18
de modo que a estrella brilhassc n'uma at- bricantes Irancczei c talvez tambem o uros-
inospbera pura. KaM bofete he ao nico em pero resultado de las exposijcs, resolveram PI>-tA D0 RECIPE, 18 DE OUTUBRO DE Av.("aBru!n-
luglalrerra que pode entrar cm comparajo esses scnliorcs a reivlnaicar a parte dos co- 1851, AS 3 HORAS DA TARDE,
com o de,VI. Fouidinoii, que por vezes tcmoi (!os que Ihes compete. Agora o nomc do fa- Revista semanal.
i riimoior, osr. ur. AUllio JosC Tavares da citado, e que Umbcm he o nico verdadeira- i brcenle briilia a par nao digo bem aci- Cambios- Ilegulou a 29 d. porl/rs, so-
Silva. ni ente helio. Poralli, como cm minias coi- [ '"a do iiome do comprador. Mas este app- bre Inglaterra, a cujo prejo
As II horas, feita a chamada acham-so as, passou a mo de operarios francezes, mas rece em primeira linha, c este mrito he sulii- est firme; c a MI rs. lobre
presentes 39 Srs. jurados. e ""> perlence Inglaterra. O principal cente para a maior parle doi visitantes ingle- Franca.
O Sr. presidente abre a scsso. relevo reprsenla a entrada da rainba Itabel ei. yuc Importa (diicm Ja uajao produc- Algodao .--- Vcndcu-ie de 5/100 a 5/200 n.
no caatcllo de Lciccsteruo meio de uina tropa pro, nssouioaa najc consumidora. Senos por arroba do de primeira
porte no crrelo. Pelo que, de" ordem de S.
Kxe. sao convidados os interessados a manda-
ren! pagar o porte, afim de poderemos reque-
rimentos seguir o seu destino.
lli l.iju dos iiiiiems de particular inleresse,
que se achain delidos na secretaria do do go-
verno de Pernambuco por falla de pagamento
do porte.
574,570 i1*0"1 dircejao aoExin. Sr. ministro da guerra.
N. 2b. De particular inleresse de Manoel de
leniTc0 Tu?r*ao8roejoao Malaomas"'!?,,'.0 dc eeuli* ho,nc"" c "vaVliosT outros man p'cl' fizemos iributarioi 'das fabrieu'tVaiieaiaa de ioite. c cnlraram730 iaccai.
1 Li,.. fii ..: i '? quenos mostram o valido nal diveriai aven- onjectoi de luxo, tambem cilai l pdem lub- Asiucar---------Nao ha.
lo.-o, acensado felo cr.me do uso de armas ,Urai que Waller Scolt maginou. Se o illui- ,'ai.lir por nos.a inlervenjo. Se Ibes rcllrai- Uacalhao -- Venderam-se dous carrega-
uelosis. tre romancista vivesse, devia icr-lhe oflere- euios boje a nossa freguezia, talvez manha memos a preco occullo, mal
sorteido O cousellio e prestado o jora- cidoo bofete, porque o artista bebeu inipl, i a, oes na obra do cicrlptor cicocez e a re- donos, os nicos doiiiithdores. Este ra- rs. por quintal. Itelalnou-ie
prduziu com iutelligencia. Nao gostamos ciochiio mais especioso do que verdadeiro os de 8/500 a 9/200 n. e ficaram
tnento do eslylo
O Sr. presidente faz ao roo o sguiuie
INTERROCATORIO:
iull :Como so chaina i'
Rio :Jo3o Malaquias Monteiro.
Jn : -Sabe porquo foi processadu ?
fleo.Por una intriga que me lovan-
ni
luiz : (Jual foi essa iulriqa?
Rio : inum tereu una faca quauJo lu
prcio.
Juiz : Onde fui preso?
Reo : F.m Morenos.
Jad :Quem o pren leu f
Rio:O inspector.
N. 59. dem, de Gregorio da Costa Monteiro.
N. /0. dem, do sargento -Sil vciio Jase Nery.
N. 73. dem, do targenlo Manoel Joi da
Silva.
N. 103. ldein.de Marcellino Lope Lima.
N. 113. dem, do padre Jos Florindo dc Oli-
veira Moura.
N, 114. dem, dc Manoel Dionisio dc Souxa.
N. 155. dem, do alferes Manoel d'Aisump-
(o S. I lago.
N. 164. dem, docapitoGregorlo Antonio da
Silveira.
N. 166, dem, de FraiicicolManoeldc Faria,
N. 234. dem, de Vlcencla Maria do Livra-
mento.
N. 374. dem, de Ignacia Mara do Llvra-
mento.
N. 175. dem, de Stiro Pcreira da Fonieca.
-V 376. Idain.de Manoel doNascimento.
N. 392. dem, do alferes Marlinbo Joie da
Silva.
Para o Exm. Sr. ministro da Juitlca.
N. 119. De particular Inleresse de Joao da
Cruz Fernandes Souza,
Secretaria do governo de Pernambuco, 17 de
oulubro de 1851.
Honorio Ptritra de kzeredo Coiitlnho.
O capitao do porto d'esta provincia
.. abaixo, assigaado em virtude das ordens
I tes ramalbetei de llores mais rilhantei do que Ficaram no porto 73 etnbarcacdei a taber 11 imperiaes convida a todos os individuos as
I noi urso que aoi pares sustentan! a primeira condut a examinar como he que a Franja, em ser 8,500 barricas.
'ordem de eicanlnhoi, Note ponto he que palz democratisado ha perto de um seculo, Carne secca -- Vcndeu-se de 2/200 a 3/200 rs.
se revela a superiorldadc dos nossos artistas : tem continuad, a ler o centro do fabrlcodoi por arroba, licando em depo-
! observac na obra dc uurdinols como eitao objecloi de luxo. Mal, p alientos os seos ces parece que cuidam as questo que nos levarla mulu forado nono Far. dc trigo- Fi.cram-ic vendas da de Bal-
astucia! do veado ou da lebre matreira : os assumpto, volteuiosaos tecidos lyoneics. a timore a 12/500 ri. por birrl-
ursos do bfele ingle/. nSo tema cxprcsso Aqu Mr. usquet, depois de urna observaen ca, e da de Trieslre SsSK de
daquclla malicia de queo animal he dotado poltica paiiagcira, menciona ai fazenda dos 17a 10/r.., as oulru quali-
e que bem se lhe divisa no olhar penetrante : fabricantes mais afamados de Lyon c de Mu- dadei nao liveram alterajo ;
a!,-ni diiso, no traste fiaiicez nao ha uina l lhouie, de que ja M. Blanqul tratoo cm geral a existente monta a 4,000 bar-
11 mol ida sem lavar ; e no bojetc dc Kcnilwoth c luficientemcnle M. Busquet diz que se fra ricai.
ha porjes razias, almeladas lisas. N'uma cucarregado de conferir o grande premio nter- Garrafdes --- Vendcram-sc de 850 a 900 ra.
palavra he trabalho idferior a obra franceza nacional o eonoederla icm hesitar a um da cada um,
poslo que recouiinendavcl por inulto* mol- quelics cortes de vcitido de setlm de abundan- Queljos dem al/100 dos flamengos.
, ,, ,i i a >> ...... i halas ila lln*aa n Ib I,-,II>a..i,_ ,l ___ n---------------1-------. ">i _fc._-^. ___ ..*..__
BEAL COMPANHIA DE PAQUETES INCLEZES
A VAPOR.
No dia 21 do correte mez,
espera-ge o vapor Severo' dos
porlos do sul, o seguir depois
da demora do costume, pira
Portugal e Inglaterra ; para passagem diri-
ja -so em casa da igencia, no trapiche novo
n, ^2.
O arsenal de guerra compra brim bran-
co, ii'liias de nandres singlas e dobradas,
quem os referidos gneros quizer forneccr
comparec no dia 31 do correte com aua
proposla acomponhida das competentes
amostras. Arsenal de guerra 18 de outubro
de 1851. O escripturario.
F. Serfico de Assis Carvalho
Fagadoria militar.
Em cumprimedto da ordem do F.xm. Sr.
presidente da provincia em cilicio de 17 des-
te mez ao lili"-Sr. Coronel inspector, para
fazer novos annuncios da compra de dusen-
los alqueires de farinha de mandioca, pela
medida venia raza, para se retnetterem ao
presidio da liba do Fernando ; o llltn. Sr.
inspector convida as pessoasa q uem con-
vier a venda do citado genero a co mparece-
rom na paga loria na minhaa do da 22,
qnarla feiri da prxima semana das onze
horas ao meio dia com as amostraa da fari-
nha, e em cartas fechadas o aeu ultimo pro-
co e nelle comprehendida a despesa daa sac-
ras de pao do algodao da fabrica de Todos
os Santos da Baha, costuradas com fio da
vallas, advertindo que a farinha seja da
melhor e mais nova.
Pagadoria militar de pernambuco 18 do
outubro de 1851.
O escrivam, Jo5o Arcenoio Barbosa.
Concelho de revista
A pessoas que dirigiram rc-
querimenlos ao conselho d re-
vista* daguar da nacional do mu-
nicipio do Kecife, que tem- linda-
do os seus trabalhos, podem man-
da-Ios receber em casa do secr eta-


rio, no pateo do Carme-n, 9 pri-
ro and"- __________
THBATRO DE S. IZ4BEL
.RECITADA ASSICHATURA.
tLrta-ftira. 22 de outubro de 185.
iobo aoe orcheitra oxecute umi esco-
ihida ouvsrtura, compmhia nicionil re-
inwntirao muito ippUudido drama om 5
'Iin ornado de msica :
,C,0,A GUACA DE DOS,
Terminar o espetaculo com a baila coma-
*'"""a ESTATUA.
00
O Duelo s escuras.
Pursonagens.
leonarJo, velliu propneUrio.-Alvos.
KSnor, su. nih..-l). Manoella.
Frederico
ilUariua
seu amante.Silvestre.
r*.ibrim. rmaide Loonirdo.-p. Amalia.
anMiicio. P do Fredeiico.-Rninuo.do.
rlibarlo, escultor corcunda. Montoiro.
fm T.beliao.-Cabral
" Conviiidos.otc.
gnScb.0o" a venda no lugar do
coiunif. ^
Theatro de Apollo.
hXTRE'A EM DECLAMACA DA ACTRIZ
MAItGARIDA DE LE.MOS.
Ttrca-feira 21 de outubro.
Bccitaeitraordlnarla a beneficio do artilla
Carloi Rico.
Subir cena o interesianle drama eui
actos com prologo, original do Sr. Hendcs Leal,
nremiado pelo conservatorio real de Lisboa
P APi'BllEUASKtJlNAS.
DENOMINACA.
O prologa. Toimcnla lormenloi.
I'nmelro acto.O Corsario Vermelbo,
Segundo acto.A taberna do Corvo.
Tcrceiro acto.O Baplismo do tiangue.
Fersonagcns.
PROLOGO.
D. Fernando de Mello,o Sr. Sebastian.
D. Nano de Lira,o Sr, Cosa.
D. Leonor de Mello,a Sra. 1). Margarlda.
Mala-Testa,o Sr. Jorge.
Pedrito,o Sr. Flguelredq.
Albumclek.o Sr. Telles-
DR iMA.
Martln-Va,o Sr. Sebastian.
O Corsario vermelho, o Sr.Costa.
Ismael, o Sr. Gulmares.
Abumelek, oSr.Telles.
Pedro Altareito, -o Sr. Flgucircdo.
Mala-Testa, o Sr. Jorge.
Diamante, O Sr. Canuto,
'j | Conjurados Porluqueics,--o Sr, Pi.N.
i', \ dem Castelhano,o Sr. N. N.
A podre das Ruinas, a Sra. D. Margarlda.
le/, a Sra. D. Mara Leopoldina.
Castelhanos, conjurados, pescadores, ele, ele.
Uepois do prologo, o beneficiado cantar a
bellsima aria da opera ttelisario.
Trema Bizancio.
I-indo o drama, cantar-se-ha a aria da opera
nelo beneficiado.
ANNA ROLE NA.
Lina aria pela Sra. Margarlda Lcinos, de sua
etcolha.
Una engranada inodinba hespanhola pelo
beneficiado,
AG.VO VA':
lindar o espectculo por uin bello duelo
3ue por obsequio ao beneficiado executarao os
rs. Costa, e O. Carolina.
BUFEO.
O beneficiado retlrando-se para a corle se
recommenda pela uliima vc ao Ilustre pu-
blico d'esla capital, desejando que o diverti-
nicnto combinado possa merecer o agrado de
seus favorecedores; a aclrii D. Margarlda de-
sempenbara a parte da Pobre, pela prlmeira
ves; edepolsdc um Intcrvallo de 3 annos, que
nao declama, pela sua viageni a America Hes-
panhola, confia na benevolencia e auimacao
que os (Ilustres habitantes d'esla capital costu-
mam dar aos artistas, que pedcn a sua pro-
lecco.
Principiar as horas do costume.______
Avisos martimos.
Fara a Babia,
segu breve a veleiri o bem condecida escu-
na nacional, tdeluide de prlmeira marcha,
forrada de cobre, por ter grande parte do
seu carregaraento contratado; quem o rea-
tante quizar carregar, ou ir de passagem,
queira dirigir-so a ra da Cadeia do Iteci-
lo n. 23, vend do Sr. Antonio da Coala Fer-
rcirt.
Para o Rio de Janeiro.
Sahiri at o da 25 do correnle o patacho
nacional S. Jos Americano, por lar a maior
parte da sua carga prompta, paro o rosto,
passageiros o escravos a frote trata-se com o
seu consignatario Manoel Alves Guerra J-
nior : na ra da Cruz n. 40, ou com o capi-
13o, Thomaz Poreira Lagos na prarja do
Commercio.
Para a Faraliyba
saheem poucos dias o veleiro biatebrasi
leiro i Espadarte, por ter a maior parto da
caita prompta, pira o restante trata-se na
ra da Cadeia do lenle, n. 23, com Antonio
da (.. Ferreira Estrella, ou com o uicaiio
bordo.
Para Lisboa segu com brovidade o bri-
gue portuguoz Conccicl odt Mara, para car-
ga e passageiros trata-se com Thomaz d'A-
quino Fonseca e filho, : na ra do Vigario n.
19 primeiro andar ou com o capilo, no pra-
ca do commercio.
Para a Baha: sahe em pou-
cos dias, por ter o maior parte da
carga prompta, o liiate nacional
Amelia : quem no mesmo quizer
carregar, ou ir de passagem, diri-
ja-sc ao mestre a bordo, ou a tra -
Ur com Novaes & Coinpanhia, na
rna do Trapiche n. 34-
Cear, Maranbo e Para
O novo brigue escuna Brasilea Graciosa,
. dotma-se a aquellos porlos, quem no mes-
mo quizer carregar, ouirde passagem, di-
rija-so ao consignatario Jos Baptista da
Fonseca Jnior ;jua do Vigario n. 23 segun-
do andar, ou ao Spilflo na praca
Para a itahia sai al o lim da prosete
semana, a sumaca nacional Flor do Kmjclim,
por ter o seu carregamenlo quasi completo,
anda pode recebar alguma carga e passa-
geiros :a|tntar-se com o mestre Bernardo
de Sousa, ou com Luiz Jos de Si Araujo na
ra da Cruz o. 33.
Para o Rio de Janeiro, sahe
com a maior brevidade possivel ,
por j ter parte da carga prompta,
o brigue nacional Vencedor, ca-
pitao Cleto Marcolino Gomes da
Silva: quem no mesmo quizer car-
regf r, embarcar escravos a frete,
ou ir de passagem, dirija-seao ca-
pitSo na praca do Commercio, on
a Novaes & Companhia, na ra do
Trapiche n. 54,
O Vapor brazileiro S. Saiporfor.comman-
dante o primeiro tcnonte Antonio Carlos do
Azevedo Coutinho, deve chegar dos portos
do Norte em n ou 24 do mez crreme se-
cuiri para Macei, Babia, e Rio de Janeiro
"o dia aegiiinte lodasuaentrada^^^^
Eeiloes.
3
Jos Rodrigues Pareira, faz leilo do 30
caixss com queijos, reconlemente importa-
das de Londres, no da terca feira, 21 do
correte, no caes da Alfandcga, as 10 horas
da manbSa.
O corretor Miguel Caroeiro, fara leilao
no dia segunda-l'eira 20 do corrente. as 10
horas da manbSa no seu armazem na ra do
Trapiche n. 40 de diversos trastes novos, e
uzdos,louca, candieiros, ricos quadros com
estampas, um ricopianno, e outros mullos
objectos muito om conta : assim como ao
mi'io dia em ponto ir a leilflo.uma porcSo do
phosphoros em caixinhas de pio.e garrafes
com I'iiLil'ns, e ran da Baha.___________
Avisos diversos.
ATTENCA'O, ATTENgA'O.
A leitura do annuncio publicaJo nos Da
rios ns. 235, o 236 contra o Sr. J. V. A. R P.
B. revela evidentemente o damnsdo corceo
do seu auttior, que sendo talhado se cons-
tituio o covardo, e infam l assassino da hon-
ra d'aquelje i quem a naturoza o ligou por
vinculos sagrados, rasgando assim as auas
proprias entranhas:! i Diz esse degenera-
do..., queaquellesenhor pretendo furtiva-
mente alienar o engenho, quo possuo para
defraudaros seus infelizes credores, Iludi-
dos pelas suas lagrimas do crocodyllo, como
elle, e urna senhora respeitavel, por ttulos
de letras que existe em sou poder, asquaos
qualilicou de tretas ao passo que para a so-
lucsflo d'cssas, eoutras dividas o dito pre-
dio se acha tcitamente hypolhecado.
Ladeando daesdruxul* questflo jurdica quo
agitou esse pedante maguo -da tacita hypo-
tlieca, a que diz, estarem sugoitos os bens
do devedor, porque essa tremenda inepcia
's merece o mais soberano despreso, e per-
Ifeito cscarueo, diremos que a noticia da
(pretendida alienado tifio pass da man tor-
I pe urdidura, negra calumnia, o revoltanto
insidia, que a poJeriam anmnhar-ao na ei-
!caldada mente d'ess individuo obsecado
na perversidade, eem todo o genero do In-
famias, pois tal proposito nunca houve,
' nem poda haver, seudo aponas por elle pro-
! palada com o nico, e malvolo fim de iu-
jdispor, o conspurcar a illibada reputa^ao
d'aquolle quem pelos seus honrosos pro-
cedentes esse eolio vil, e baixo nao pode,
nem jamis podar hombrear, porquo, co-
mo he geralmenlesabiJo, em nenbuma po-
ca pralicou actos da mais srdida uzura, le-
vando um seuproprio cunhado juros da im-
portancia de poixes, que para elle compra-
,va, c remeta; nunca se lingiu lonco, choran-
do como um verdadeiro crocodyllo propon-
do trocar a sua sorte pela a do mais nfimo
bareasseiro, fazeno a cmica amcaca do
suicidar-se, quando so dizia arruinado da
fortuna, e porseguido pelos seus credores
(aosquaes talvoz no chamasso int/dizes),
tudo para dcfrauda-los, e ag^itar o calculo
da dissolucSodo urrciidainenlo de um en-
!genho, que eHeictuou com coitos religiosos
quo anda hojo so ressentem do lam pnrfeita
lograrlo, vindo servir do sida d'cssa tris-
li-si'.n'.i pii ie>i a testamentaria de um lio,
que n'ello deposito.i toda aconliaii(a, quan-
ido nflo so achava n'esse estado de verdadei-
ra insolvencia, o descrodito, aqual nSo a po-
de retirar, como quera, por ser surprehcii-
didopor urna repentina morle ; testa Denta-
ria, quelhe valou a pena mu lar de domici-
lio, em cuja execucjio pralicou os aclos mal
torpos, camo demostram os autos ora pen-
dentes no tribunal da rnlicao, o de quo po-
dor dar exitissima informarjlo o Sr. I)r.
F...., advogado do algum dos depenados
herdeiros, rosultando quo por isso hoj-icam-
pea n'esla cidado, mora cm formosi ra,
frequonta bailos, tliealros, os melhorcs cr-
culos, joga o seu voltorcto, d dinbeiros
juros, el reliqua, fruclus de certos pingos
do cera colhidos na compra dos quinhOes
hereditarios dos mosmos; sondo para notar
que esse Calilo, pagou alguns dos seus cre-
dores com indisivel rebite, grabas as suas
lagrimas de crocodyllo quo al desafiaran!
a generosidade, e misericordia de cerlo ne-
gociante sllomSo, que lho perdooi o quo
elle Ihedevii; e para molhnr defraudar ao
resto do seus crodores elTaictou (segundo
consta ) urna simulada hypotlieca de lodos
os seus bens, o que na tardada nSo s so
parocecom treta, mas com perfeita volliaca-
da, o faz dnplorar a potiolo d'osses inJivi-
duos, que om boa t lhe confiaram os seus
capiles para nunca mais os ver olnbrigar;
o passo que aquella victima do seu denlo
canino vivo cheia do informi lades, solada
em um porfeilo retiro, sem distrajo algu-
ma, eso absorvida nos pesados;trabalhos
da agricultura, soffrondo os amargores, o
intemperies das estacos para satisla/cr
aos seus credores (quo na verdado quasi to-
dos tom sido com ella generosos), o quo por
cerlo nSo ho obra do um momento, no s
avista do acabrunhamonlj causado pelus
juros inherentes a esses debilos, senfio tam-
bom pela inconstancia das saffras, tolal de-
preciado dos gneros, e completa ruina
d'cssa industria.
Em verdade foi sobremaneira o.onvonionte
quo o picaro confessasse existir em sua car-
teira a letra pertcnceuto a essa senhora mui
respeitavel (qual J em outra poca cx-
torquio alguns mil cruzados por souliadas
bc-mfeitorias que ilisse ter foito em certo
silin, o obigou-a, rallada do desgostos
hypolhocar, e ao depois vender o predio
mais importante do seu patrimonio, para
pagar dividas que por elle garanti ) allm
deque para o futuro esse titulo creditorio
n3o fosse tamboril engolido por quem Lem a
rarissima habelidadcdeem urna partilha exi-
gir em*Jeu proveilo dupplicalas vergonho-
sas, o de querer corromper a certo sacerdo-
te para passar recibos do missas, quo no
linli i dito o eram determinadas em testa-
mento, oliorecendo-llie para isso melado da
esmollareleva quo saibam todos, que na
predicta letra pertoncente senhora mui res-
peitavel, osse possesso tambam est fir-
mado, como garante, e sendo como se evi-
dencia coreo devedor ( hojo contra a sua ex-
pectativa, tanto assim que ha bem pouco
em balde envidou todos os meios ignobeis
de seducc3o,*e at do coacto para conse-
guir retirar a sua responsabilidado n'csso
titulo J nflo se pojou de orguor-so contra
aquello, que se aclia as suas mesmas cir-
cunstancias procurando apunhalar a sua
honra alias semaulhorisacSo d'essa senhora,
que cheia de condescendencia, o de virtu-
tudes lem assenli lo na demora do seu em-
bolso, recebendo o juro annual da dita letra,
bem como acconteceu em outubro pretonto,
em que do mesmo passou-lbe urna quita-
co.
Nunca tanta torpeza se ouvio porque nun-
ca tanta infamia se ralicotil D'esla flu
expo.sic.3o se Infere que s a spide veneno-
sa d'osse DragSo poda ferir o crdito do
quom possue urna conhecida honradez, ja
lhe preslou servifos valiosos, eem retribui-
do elle pretende cospir-lhe as faces os l-
timos ultragea,. e oipo-Io a execrado pu-
blica, o que por certo n3o conseguir, por-
que! mo obstante a aua auzencia.o abaixo
assigoado prolest), que se elle voltar a car-
ga o hade perfeiUmente confundir, a vista
depravas incoocussas, e do etmigalhar a
mascara, quo occulla o vulto de um indivi-
duo Um cheio de vicios e de crimes. Ite-
cife 18 de outubro de 1851.
at.iV. n.t.s.
AO PUBLICO.
Faltou-me dizer em meu annuncio pu-
blicado no Diario n. 22, que as testemu-
nhas que juravam na denuncia dada por
Francisco JoSo Caneiro da Cunta, para ser
varr-jada a minlia casa, afim do ser aprehen-
dido o escravo de que tambem sou conse-
ubor, foram qualro soldados de polica de
nomes, JoSo Francisco Xavier, Joaquim Jos
de Lima, Thom Jos de Souza, e Manoel
da Costa Bezcrra ; o os que agarraran) o
meu escravo Nicolao foram tambem dous
soldados de policia, de nomes JoSo Paula da
PurificacSo, o Silvano Zachariaa, e mais um
dos qualro cima referidos; trazidos por
Fraucisco JoSo Carnciro da Cunha do desla-
c quo assistiam no corredor da escada do so-
brado da ra Nova, em qua esta assistindo
Francisco Joan, e de onde tecm tracado to-
Idos os planos de perseguirlo contra a mi-
nha familia, como be publico e notorio ;
pi.rque no corredor desse sobrado he quo
temsido o quattel desses soldados; e sao
esses mesmos que tem vigiado a casa do
minha residencia, pondo ou sustos a minlia
familia, chibatado, c agarrado os mous es-
cravos : o que annuncio provo com tcsto-
munhas de probidade, nSo sendo da quali-
dado das quo apresenlou Francisco Joflo,
que juraram que ou Ibes havia dito, que o
escravo eslava om minhacasa, e que crdi-
to merecen) essas testemunhas, que esla-
va m as ordens d.i Francisco JoSo, na quali-
dado de delogado supplente do termo de
Iguarassu', que ludo obravam nesla cidade
por mando dessa graude autoridade......,
Out-a tostoinunlia consla-mo que fora o cie-
oulinho de nonio Podro (que s agora o 00-
nheco) quo aprendo ollicio de Marcineiro
na offlcinadoSr. Itemigio, sita na Boa-Vis-
ta, na travessa do CamarSo, em cuja ollici-
na por algumas vozes o escravo pardo, do
Francisco Joflc, o vinha chamar, pororjem
de seu seuhor; o o proprio Francisco Joflo
entrara dentro da uiosma olucma, o que
vendo o crooulinlio, pz se a correr para o
fundo do quintal, corrondo tambem Fran-
cisco Joao, em seu seguimenlo ato quo o
agarrou.
He esse mesmo creoulinho que a mfli lora
a casa de urna pessoa do probiJadc, para al-
canzar a soltura de sou lilho por va dossa
pessoa : foi esse mesmo creoulinho, quo
sendo sompro ameagido com recrulamenlo,
aliual na mesma olficina Tora preso por dous
soldados do polica, e seguro pelo eos da
cal{a, o assi.n levado para jurar; todas as
possoas que so quizerem inlormar desses
factos, podom-so dirigir a mesma olliciaa
que serflo nforoiados pelos olliciaes estran-
geiros, e brasiloiros quo uulla trabalhain.
O meu escravo Niculo, quo fra agarrado
na noito do II do correnle mez, fora na ma-
ntilla do dia 13, aproscutado por Francisco
Joao, a auloridado policial, dizeiilo quo por
engaito havia sido preso c conduzido ao
engenho Fragoso, epcla mesma auloridado
foi-me restituido : ja quo para referir, co-
mo me veio as m3os o meu escravo, rste-
me preciso fallar na uugeuio Fragoso;
cumuro-moom abano da verdado declarar
que o digno Sr. do engenho, nem ao monos,
soubo quo emseuengeuuooxislio o mouos-
cravo.
Conlinu'a a ordenan? de policia, quo em
mou annuncio dcclaroi que muilo se liavia
distinguido na busca dada om initiha casa,
a me porsoguir, continan lo a espreitar a
dita miuha casa, o qual 3inhumado om um
capoto o arinado.lo n so inlroduzdo na casa
do um meu visinlio, com quem tem rela-
c.Vs, consorva ido-se lio alta noite, mas
quo aliual o visinho saboudo o lim para quo
elle ia a sua casa, lhe dissera quo nflo o que-
ra em sua casa, por so facer SUSpeilO con-
tra a miniia pessoa, o depoia disto tem con-
tinuado com outros soldados a espreita po-
las quiuas das entradas da ra on lo resido,
e ni -.no dcfronlo de miuha casa.
C julio as autoriil idos do mou paiz, o
nos liomons do bem ; o a uflo sor isso, eu e
mulla mollierj loriamos abando.iado es-
ses bens disputados ha qualio anuos, nao
obstante sor minha mullicr liorduira da mo-
tado; mas que pola dosmarcada ainbicBu
do Francisco Joflo, so quer apodorar do to-
dos, seja porquo nioos lr, o por invoucjs :
o quo quer Francisco Joflo lio sor sonhor so-
monte do engenho d'aijua : Veremos su
conseguir cout seus plai.os.
Uecife, 18 de otubro do 1831.
Marcelino Jos Lopes.
Para que o publico faja justa ideia do
desoj), quo tom mostrado alguns encarru-
gados do Hospital rogitneulal, de desacredi-
tar o fornocimenlo dos remedios, quo para
dito hospital faz a botica do hospital da ca-
ndado, tornamos a publicar a parle do ru-
latorio do Sr. l)r. Pltanga,que trata a ra.-pei-
to, o o recibopassad o ao ir. Jos Piros Fer-
rcira polaSia.viuva Cunha,quem foi quo fe/
dilo forneciinento durante o mez do maio
p. p. entretanto quo a culpa lie toda laucada
a botica do hospital da caridade. Relatorio
publicado no Diaria n. 164 de li de julho de
1831. Os remedios qussflo l'oriiocidos pelo
hospilul da caridad em virludo do ordem
superior n3o satisfa/.cm as exigencias do
rcgulamento ; por isso quoss tom provado
em datas diferentes quo s3o falsilicados em
suas qualilad-s, deixanlo do se observar
os resultados de suas appliCSQOM, enmo tu-
do communiquei ao lllm. Sr coronel com-
mantlanto das armas, oque MOSta ollie'l-
mente no archivo desto eslabelecimento
pelo que julgo que muito concorteu pira o
augmento da moran lado, o quo exuberan-
temente se prova depois da rigorosa Dscall-
sae.in a queso tom procedido.Itecebemos
do lllm. Sr Jos Pires Ferrcira tliosoureiro
da administrarlo dos estahelecimenlos da
candade,a quanlia de quinhentose trinta e
oito mil tresontos trinla, n cinco rois, im-
porlancia do receituano por nos aviado du-
rante o mez do malo p. p. para o hospital
regimental na Solidado, segundo as pres-
cripcoes do Sr. Dr. Praxedus Gomes de Sou-
za Pilanga, sogtin lo cirurgiflo do corpo de
saude encarregado do mesmo hospilil. Es-
te fornecimento foi feito por ordem do lllm.
Sr. Jos Pires Ferreira on quanto a boli
do grande hospital de Caridade nflo o po
dosso fazer om conformidade do contracto
que o govorno acabava de fazo: com a ad
minislracam da caridade.
Itccife23 de sotembrode 1851.
Viuva Cunha & Companhia
Alluga-sel prela de bons costumespa
ia vender na rus, e mesmo om casa, forra
ou ciliva; a quom convier dirija-se a quina,
vinda do peixe-frtlo n. 9, quo achara com
quem tratar do seu ajuste.
-- esoja-se fallar com a senhora Maria
das Candrias,que foi criado do Sr. Marwson
dentista inglez, a fallar nj ra do Trapiche,
armaiem n. 40.
Pelo juiz de paz da freguezia de S. Jos
tem de ser arrematado om prac,a os seguin-
tesbens, pinhorados a Maria los i de Lima,
urna cama de angico, um bahde madeira,
um toucador, e urna meza de engommar,
sogunda feira 20 do corrente,
Tendo-se chamado os Srs. Jaeuirlo Alo-
xaii Irmo Rebollo da Silva Caneca, Monoel
Ferreira Esoovar a ra do Crespo n. 15, de -
clara-so que nflo foi por dividas e sim a ne-
gocios de seus ioteresses.
No dia 22 do corrente se deve arrema-
tar em praca publica do Dr. Juiz municipal
da 8. vara um sitio no lugar da Torre, de
renda por.execusam de llonrique Forrtor &
Companhia. .
George Penabort, sho para for di pro-
vincia.
Allugam-seos 2 priraeiros andares dos
sobrados os. 29 e 31 na ra da Pnia a tratar
nos mesmos.
Prrciza-se deum feilor casado oom pou-
ca familia, para trabalharem um pequeo
sitio na ponte de Uchoa, junto ao siliodos
Srs. Carnoiros; quem se julgar habilitado
para este fin, dirija-so ao Atierro da Boa-
Vista caza cor de chumbo de 4 janellis para
tratar.
Negocios da frica.
COLCULIA.
Oo consulado seu archivista
Elogo por isso,
Ao mou Cnsul
Devo ser aubmisso.
Jos dos Asiros Mundo Esto, compozitor
de forrado junto a ilha dos Flandres e choco-
latoiras, Archivista-mr do Consulado d'A-
frica nesla cidade, pela rainha deCunim e
Treuiopilas quo lieos guardo. &&
Fajo saliera todos os subditos Africanos
quo no prazo de 8 dias contados da publica
?3o deste.hajam de comparecer no respecti-
vo Consulado, afim do roformarem toda e
qualquor papeleta ou habilitatflo que tenha
sido passada pelo ox-cousul, sob penii de
desobediencia as leis da soberana.
Por ordem do Cnsul.
Jos dos Astros-Mundo-este,
Arclnvista-mor.
O solicitador Jo buquerqiie e Mello, mudou sua
residencia para o terceiro andar
da casa da ra do Collegio n. ift.
Manoel Luiz Vieira, embarca para o Rio
de Janeiro, o seu escravo crioulo, por nomo
Hoque.
Jos Francisco da Arruda, embarca pa-
ra o Itio de Janeiro, a sua escrara crioula'
por nomo Maria.
~ Francisco Joflo de Barros, embarca pa-
ra o llio de Janeiro, o seu escravo crioulo,
por uomeGeraldo.
Dosapparccnu no dia 14 do correnle
urna prela do gento do nomo Maria de ida-
de da 18 annos, baixa, moia fula, cara re-
donda ofeia, com marcas do bexlgl, um
tanto fanhosa quando falla, os pos chatos,
coroada do taboloiro, e levou una arpla
do ferro no pescoco feixado com cadiado
que talvoz nflo exisla: roga-so s autorida-
des o qualquor pessoa quo a captaron! e le-
ve-a na pra^a da Boa-Vista n. 32, que se gra-
tificar
ftJHRJ f y fjj) $1f -y ^ Perdeu-se no dia 18 urna carteira
a> com ferros de cirurgia desde a lloa- *j
* Vista at a estrada de Agoa-Fria, e *j
S desconlia-se que do Corredor do Bis- 2
B, po al ao Manguinlio be que ella ca- ^
^ hiu; quom a achoo pole restituir a ^
,, seu dono: na ra du Vigario n. 5 se- ^
> undoandar quesera recompensado. <
AliA bAAA.^.1iAi.sJlAJll Alh
PROTESTO.
Devo declarar ao publico que cm odia 25
desotembio prximo psssado recebi o es-
cravo do nomo Joflo Jos, remettido por meu
mano, o Dr. Francisc i Joflo Carneiro da Cu-
nha, para que o conservasse emseguranr;a em
quanto se procodiam indagaces acerca do
assassinalo u'cllc projeclado, c roubo feito;
o quo londo-so o dito escravo de aqui ova-
didoo furtado um cavallo,(segundo me cons-
ta no engenho Conlendas, feito o que se-
guir para a cidade do Recite, onde sou in-
formado achar-sc elle azilado o protegido
o como quer qua d'cssa protccQflo o azilo
muilo receios pelos dias dn mou mano, csso
o molivoque mo obriga olVorccer a grati-
ficado do 100,009 rs., quom quer quo o
prender o enlroar a ]ualica; o dos le \ \ ro-
tesloquo raco responsivel ao ocultador pois
tora do responder penle I jtislica do paiz
pelas consequoncias quo possa por yon-
lura dar logar csso indiscreto sonflo minu-
cioso proccJimcnto Engenho Caxanga cm
10 do outubro de 1851.
Mariano Xavier Carnriro da Cunha.
Aviso ao publico.
Constando ao ad ninistralor omprosurio
do thoalro do S. l/abel, qu> algumas pos-
soas incumbidas du passarem bilhetes para
as recitas do Incali de Apollo, toiuam por
pretexto a mu lain; i do espectculo anuun-
cialo na quella theatrn, previne ao respei-
tavel publico que continuar a fazer effocti-
vas as suas rcprescntac,es nos dias marca-
dos, q'iartas, o sabba los, c que quando por
algum motivo justolviiha do muda-Ios, fa-lo-
ha comocosluma, por mcio de avisos im-
pressos. Oadminisliador empresarios gra-
deen sumamente aos se.ihores que por ban-
dado sua proteo lem ajuda-lo as tranferon-
cias dos espectculos, rogaddo-lhes ao mes
mo lempo que so nflo cncomodem, o que o
deixem s, como at aqui, Iractir do rogu-
lar andamento do thealro de S. Izalul, para
que o publico nflo seja illudido
Perdeu-so na lardo de domingo, 19 do
corroulo, d -,! a ra lega du Rozarlo, at
a Soldado, um allineilo do ouro do lina
grOa com um to/azio amarello : pe Ic-so a
pessoa quo o acliou, ou a quom l'or Ofifecari-
do, de o tomar e leva-lo a pra^a da Indepen
dencia, loja n. 4, quo sera recompensado.
-. IVde-se cncarecidaineiile ao Sr. fiscal
de Sanio Antoni i, que tema a bonladode
1 niigar suas vistas sobre a ra estrella do
Itozaiio, iiuii'i principalmonlo do cinto da
ra das Liranjeias al o da na das Triu-
choiras.j pois parece-me mais boceo despre-
sivel do que ra transit ivel, pois os morado-
res da mesma, com poucas exccpes, as-
sentam de laucar agoas, limpaa, o porcas,
na ra para eviturom trabalho, ciusando
com esto desmazclo, estar continuadamente
a ra cheia do lama ; o abaixo assigoado
pode novamontea S. S., ja quo allma. cma-
ra municipal nflo olha para estes c outros
foitos, de dar suas respectivas ordeus, alim
do nao continuaren! om dito abuso.
Um 'livclado.
No b.jtequim da rita Nova ,
precisa-se de un preto para o scr-
vicodo mesmo, <|ue seja fiel ede-
ligente; no mesmo se dii quem
quer comprar um preto moco c sem
vicios.
~ Precisi-se do um caixeiro, que calen-
da de venda, e que d6 fiador a sua conducta:
na prarja da Boa Vista n. 32.
niuirniliiiii.il Thomaz da Silva, mu-
dou a sua aula para a ra do Sebo, casa
n.35.
Prccisa-se de um caixeiro quo tenha
pratica, para urna venda : na ra da Auro-
ra n. 28.
-. Simn l.o,ns, retira-so para os portos
do Sul, levando em sui companhia o seu
moleque Matheus.
Mano '1 Alves Guerra Jnior, embarca
para o Kio de Janeiro, a escrava crioula, de
nome Thereza, aontregir a seu Sr. Bento
Jos Fernandos.
Oiialquer lioniem salleiro, que qui/.-r
alugar urna sala com dous quarlos de um
primeiro andar no Paloo do Collegio, diri-
fa-se a ra Nova n. 63, segundo andar.
- O Sr. Henriques Pereira d
Silva, morador na Vanea, queira
apparecer na ra do Cabug, loja
de miudeas do Dimite.
Mlenca'o.
Oderece-se um moco para cixeiro de
qualquor rrumaco, ou mesmo pin co-
branza oque tom bastante pralica; quem
de seu pros'imo se quizer utilizar nnuncio
para ser procurado.
0. Maria Francisca de Almeida, abaixo
asslgnado, declara que ajuslou todas as
contas, que havia tido com o Sr. Manoel Al-
ves Guerra.o que est quite com oslo senhor
como consta da escriplura publica que cele-
brado na nota do tabelliao Francisco de
Salles da Costa Monloiro em 3desotembro
do correnle auno.
~ Aluga-se urna preta para todo o sem-
en ; na ra do l.ivramento, n. 1.
--Jos Kibeiro DiasMartins Vianna, rcti-
ra-se para o Rio de Janeiro.
Furto.
No dia 15 do correnle pelas 8 horas da
noulo urtarao de cima de um cavallo duas
barricas icom bacalliiu com a marca J. &.
W. S lervart. S. J. I.ins, roga-se pjr tanto
a quom ellas forem olorccidas, avisar na
ra do Qncimado n. 18 que ser gratifi-
cado.
Faz-se coronhas francezas o riunas
muito bem feilase preco commodo ua ra
da Glorian. 84.
Ama de leite.
Ni ra la-ga do Itozario larga segundo
andar da caza n. 28, por cima? da loja de lou-
<, preci;a-se de urna ama forra ou cativa,
que tenha bom leilc.sem filho, paga-se ge-
nerosamente.
Preciza-se do urna ama para comprar
cozinhar e engommar no pateo deS. Pedro
sobrado n. 10.
- O abaixo assignado faz publico que mu-
da a sua venda da praca da Boa Vista para a
ra do Cebo n. 52.
Jos Joaquim Pereira.
-- No cemiterio pulilico,preCsa-se de ser-
vente para pcdreiros.paga -te a 640 rs.diarios
na segunda feira as 6 doras em ponto.
No pateo da ribeiia de S. Jos n. 15, la-
va-se o engoma-se com perfeicuo o a
ceio.
Atlcnra'o.
Precisa-se allugar um mulequo do 12 a 14
anuos na ra da Cadeia de S. Antonio de-
fronto do convonto casa onde esleve a so-
ciodade Apolinea n. i;segqndoaudar.
Alluga-se o loja do sobrado da ra do
Collegio n. 8, os pretendentes procuren! no
segundo andar do mesmo sobrado.
Alugflo-se, urna cm terrea com qualro
oorlas defronle c porUo ao lado, solflo com
trapeira do duasvarandas repartida a moder-
na com a sala da frente assoalliada, cosnha
fra c quarlos para escravos e quin-
tal, sita na ra do Seve do Bairro da
Boa-Vista ; o primeiro andar do caza n. 51
da ra da Cadeia do llocife, de cinco va-
randas de frente; o ferraria n. 7 de ru do
llrum ; a tratar na ra deS. Francisco casa
de um andar n. 10 confronte ao theatro do
mesmo nomc.
Grande Hospital de Caridade.
No dia 19 do corrcnlo, em quo a igreja
festeja S.Pedro de Alcntara, sera franquea-
da a entrada do grande hospital de caridade
a todas as possoas que o quizerem visitar.
Nos abaixo assignados declaramos que
desdo o dia 10 deslo mez dissolvemos a so-
ciu lado quo tullamos na luja de miudezas
da ra da Cadeia do llecifc n. 19 com a Ur-
ina socialFerreira llaslose quo tica dili
loja perteiicondo nicamente ao ex socio Se
ralim Alves da Roolll Bastos o qual licuu o-
brigado oo activo, e passivo da dita socio-
da extinta.
Seraini Alvos da lloclla Bastos, Joao Gon
galvcs Ferreira.
Precisa-so do urna criada, somonte pa
ra o servico de compras eengommado, de
urna casa do muito puucu familia : na pon-
te Velha n. 14.
Os credores da massa fallida de lirmi-
no Jos Flix da Hoza, sflo conviJados para
urna rcuniflo : em casa do Sr. Thomaz de
Je Aquino Fonseca, na ra do Vigario u. 19,
no da segunda feira, 2U do correnta mez,
pelas II horas da maiilifla.
A pessoa quo tem annunciado polo Dia-
rio, querer una arrumac,flo do caixeiro: di-
rija-so a ruado Vigario, casa n. 25, tercei-
ro andar, que achara com quem tratar.
A pessoa quo acliou na igreja de Santa
Thereza, om a noulo de 15 do correlo, urna
escriplura de hypolheca : queira enlrega-la
na casa do solicitador Piulo: na ra da Con-
cordia.
Precisa-so alugar urna prcta captiva,
ou forra idosa, para servir em urna casa de
muito pouca familia : paga-so bom : no pa-
teo do Carino II. 10.
Procisa-sc de um caixeiro para puda-
ria, que abone sua capacida lo : na praca da
Santa Cruz, por baixo do sobrado n. 100.
~ Alluga-se una mulata que sabe bom
emgoinmar e eusaboar, cozinha alguma
cousa o faz todo oservico do una caza quem
.1 pretender dirija-se ao atierro da Bou-Vis-
U n. 33 que achai com quem tratar
I)eseja-se saber, s-flxi cia algum descendente dos Podra Palacio Ve-
1 .seo Caneca do Mouro Fora, natural da cida-
da le de Vianna cm Portugal, e se existir, ro-
ga-so o favor de indicar a sua resideucia nes-
la ci lade na ra da Cadeia Velliu, armazem
n. 12, allm do so avisar para o Itio do Janeiro
a pessoa quo Ihodeseja fallar sobre bens.que
a mesma familia possuo em Portugal.
__Precisa-sc de una ama para
o servido de casa e mi, paga-se
bem .- na ra da Assumpco n 16.
- OSr. de engenlio'que precisar do um
caxeiro, de meia idad, solleiro, e que lem
bastante pralica, de lodo oqualquerservico
do engenho: dirija-se a ra do Trapiche,
armazem do assucar do Sr. Velloso, que
ah achara com quem Iratar.
Aluga-so um prelo, para lodo o servi-
Co: na ra da Praia, typographiia mparcial.
Napolen Gabriel Hez, embarca para o
Rio de Janoiro, os seus escravos seguintes:-
Belira, parda; Thereza, Victor, Bertholdo,
Joflo, Luiz,Joaquim, Francisco, Crile, Luiz,
Feliciana com sua Ulna, Senhormha e Cle-
men'.e. ,.
.. OSr. JoSo Luiz Vianna, queira dirigir-
se a praca da Independencia, livraria n. 6e
8, a negocio de seu inleresse.
Vendas.
Compras.
Compram-se moleques.negrinhas, mu-
latinhas, o negras com habilidades, ou sem
ellas, para encommendas na ra largado
Rozario loja n. 35.
Compram-sn escravos e vendem-se de
commisso, para dentro o fra da provin-
cia : na ra da Cacimba, sobrado n.ll, on-
de morou o Sr, vigario do Recite.
- Compn-se um sitio feito ou Ierras pro-
prias para levanta-lo, o qual porm soja a
-AindseprecizVparaVl'ugar,"uuia pre- margem do Capibaribe, tenha baixa paia
la escrava, sem vicios, para fazer o servicoicapim, eoutras vantsgens: na ra do a
interno de urna casa de pouca familia :! gao n. 12, segundo andar,
quem allver, d,rij.-se ao portado da al- ^mP^ P
.Iguin, Prat.c,de venda, de l. 6 anno, no AUerro^Boa-Vi,l.^e. .versar.
brasileiro
n. 50.
ou pottuguez: na ra Nora! vender dirija
r -> >hi (inhari
20 ahi achara com quem tratar.
Ricos espelhos.
VeadoH em casi de Avriil Frere & Com-
panhia, na ra di Cru n. 80 espelhos de
ridro fnncezes, com ricas molduras doura-
das esem ellas, de 3 it 5 ps de altura, por
procos muito em conti.
Veude-se um repartimento
de escriptorio, proprio para urna
casa de negocio, ou para algum
armazem de assucar, urna carteira
para o mesmo fim e urna cadeiri-
nha, tudo em muito bom estado e
por mdico pre?o : na ra da Ca-
deia de Santo Antonio n. a5 ; na
mesma tambemcompra-se urna ta-
boleta pequea de por em cima de
porta.
Vende-so um negro moco, do bonita fi-
gura e naco Benguella : na ra Augusta
n. 82.
A. Colombiez, com loja n. a, atraz
da Matriz, na ra Nova.
Vendo a dinheiro a vista,
Chpeos francezes pira homem 7,500
Hitos de ni irin preto com molla, 5,500
Ditos dito de dito branco 5,000
Ditos de palha amarella 3,000
'Jilosenvernizados para miruja 1,600
Sapatos de lustro com forma iiigleza_sola
prova de igoa batida a selindro 7,000
Umgraulesortimento de clisados para se-
nhora.
Agoa para limpar os denlos conservar bo-
ca sem alito, um frasco ''25
Vinagre aromtico um frasco 1,000
lim grande sorlimento do agoa de colonia
om frascos a 1,000, 2,000, 4,0006,000,
mil rs.
Vende-se um moleque de 32 innos por
preco coaimodo,sabc cozinhar bem o diario
de urna caza, dasse proferoncia pin fon da
praca, o ao comprador so dir o motivo ;
Iratar na ra Praia armazem n. 34.
Vendee-se os pertences de urna padaria
si la na ontrada da estrada nova para o man-
ginho, por preco commodo; a tratar na
mesma.
Vende-se um ornamento novo, e urna
estollarica para sacerdote, na ra da Praia
n. 12, achira com quem iratar.
Na loja de Thiopuilo Robert na
ra nova n. 17.
Acabaderecebcr um novo sorlimento do
1 weii 1,1.- como s-jam bicos do Blondo lirgo
para babado.camisinliisde camlraia borda-
da, punhos bordados.mmguitas de fil bor-
dada, fil do Blondo prelo bordado muito
rico, luvasdo pelica enleiladas para senho-
ra, dilas para homem, cl.-jpeos de palha eu-
foilodos para montana, dito emfeitado pa-
ra menino, ricos chapeus de sol para ho-
mem e senhora, litas de seta lizas e lavra-
das de todas as larguras, esparlilhos de li-
11I10 para senhora, grinaldas de flores de la-
ranga para noiva, franjas pretas o de cores,
seda lavrada para vistido, sitim lizo, gur-
urflo de todas as cores, para chapous de se-
nhora e muitas outras fazendas tudo do
melhorgosto possivel e por preco mais com-
ino lo do que em qnalqucr parle.
l\ua dopa-scin publico n. 5,
na enliga fabrica de chacos de sol vende-so
chapeos de sol tanto de panno camo de se-
da para homem c snhoras, moninos e me-
ninas do cscoliijcobro-se qualquerarmacflo
de chapous de so',lauto do soda como de pa-
ninlio concerla-se estes objectos com muila
pronlidflo e brovidade.
A 160 rs. o covado.
\'ciilom-so riscadinhos francezes proprios"
para palils ja juelas e roupa de meninos
meia pataca cada covodo, c chitas muilo li-
nas de cores clara e lizas a novcvinlonso
covodo; na ra do Queimado n.Slojada-
froute da botica,
Na ra do Collegio n. 5.
Esto novo estabelecimento acba-so surti-
do do genorus os mais novos possiveis, is-
sim como presuntos chegado pelo ultimo na-
vio de Lisboa a 440 rs. lnguidas muito no-
vas a i 10 r- ,a Ib., paios a 240 rs, cada um,
toucinho de Lisboa muito superior a 280 rs.
a libra, dilos do sanio-,lso rs.,cevadinho de
Franca a 200 rs.a Ib .chuculato a 360rs. a Ib.
familia de araruta a 160 rs dita tapioca do
M.ii.iiihflo a 120 rs amen lo isa 320rs. I Ib.,
caixiohas com 2 libras de cha de S. Paulo a
3,209 cada caixinha ellas do esparmacele
de setoem libra a 700 rs., charutos linos de
todas as qualidadcs o outros muitos gne-
ros,pois o dooo dosta estabelecimento, quer
adquirir freguozos, o prometi lor gneros
dos mais superiores que houvor e vender
pelo menos qua pudor.
Mesmo da exposipoo.
Vendem-se cortes de vestidos
de seda.de cor, pelo baratissimu
preco de ii,ooo rs. cada um; a el-
ies ante do Crespo n. 16 loja da esquina.
Vende-se um bonito muleque, bom
cozinhei o : na ra do Crespo, loja n. 4.
Vcudc-se, a .'1,000 rs.,
cortes de fil bordados, de diversas coros,
com 6 varas, a 4,000 rs.: na ra do Crespo,
loja amarella n. 4
Cortes de casimira, a 5,ooo rs.,
casimira do pura 15a, de bom gosto, a 5,000
rs. : na ra do Crespo, loja amarella 11. 4.
Cbapeos de castor, a 4,ooo rs.
Vendem-so Bnissimos chapeos brincos o
pardos, para meninos o meninas, 4,008
rs ; lencos de cambraia de linbo, para
mflo de senhora, a 1,200 rs.: na rui do Cres-
po, loja amarella n.4.
A 10,000 rs., o corte de casaca.
Vende-so um corlo de casaca,' de panno
lino mesclado, de diversas cores, panno o
mais superior e de pura 13a, que tem vindo
este mercado : na rui do Crespo, lojl -
marella n. 4.
Vendem-se chapos de castor braucos.
do gosto moderno : na ra do Crespo, loja
n. 10.
Vende-se urna escrava crioula, com
habilidades : na ra do Kangel n. 56.
Vende-so urna casa terrea, sita na rui
da Praia, defronle do depozito do carvSo, n.
40, por mdico pre?o 1 na botica do pateo
do Ctrmo se dir quem vende.
Meios leiifos de setim
Vendem-se meios lencos de setim par
pescoco de homem, pelo deminuto preSo do
1000 rs. cada um ; na loja de miudezas da
ruado Collegio, n. 1.
Franjas para cortinados
Vendern-so franjas proprias para cortina-
dos brancas e do cores, por preco mus
commodo do que em outra qualquor parte:
na ljo de miudezas na ruadoXollegio; u. t.
Facas c garfios
Vendem se facas e garios de bataneo por
preco mas commodo do que em outra qual-
quor parte 1 na loja de miud :zas di rui do
Collegio, n, 1.


mmm
Fil'inJia de S. Catharna.Id ferro : nafuodico da ra do aossonhores chafes de familii que gostau
Abordo do pataxo Dous IrmOos Brum ns. 6, 8 e 10.
di i i j- -*. -- Vcdeni-86 amarras de ferro: na ra
e"se farln u- F. Senzall. nova n. 42.
Moinlios de vento
****** wwmwmm
m
perior qualidade c rcsentemente
chegada por mais barato preco do
que em outra qualqucr parte : a
trufar a bordo do mesmo, ou com
Antonio de Paula Fernandos Ei-
ras, no caes d'Alfandcga.
Kan Paulo Cordeiro
vende-se na loja de Cunhi & Amorim, na
ra da Cadeia do Recife.n. 30, este superior
rap, em botes o meios ditos, rocentemonte
llegado, por preco comoiomdo.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doHecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, empedra, as-
miii como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Continuase a vender a admiravel agoa
para fazor os cabellos e suisgas pretos: na
ra do Queimado o. 31.
Deposito .la rubrica te Todos o
Santos un llnila.
Vonde-se, em casa deN. O. Rieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella rabrica, muito proprio para saceos de
assucar o roupa do escravos, por pregocom-
niojo.
Para as escolas.
Vende-se no pateo do Collogio, loja do
livro azul a synopsis do general Abrou e Li-
ana, ltimamente adoptada pelo l.xtn. presi-
dente da provincia como compendio de lei-
tura e liistoria do Hrasil as escolas prima-
rias da provincia.
Preco em lirocliura 2,560
Encadernada 3,SO0
Vcudc-se um casal de escravos, ou tro-
ca por-seuma casa : na ra Bella n. 16.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RUA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a liaver um completo sorti-
incnlo de moendas o meias irioen-
das para cngenlio, machinas de
vapor, c taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Ycndem-se cera em velas ,
iabricadas em Lisboa c no Kiode
Janeiro, em cai\as de ioo libras
surtidas, de i a i6em libra, etam-
hem de um s tamaito, por mc-j
nos preco do que em outra qual-
qucr parte : Irata-se no escripto-
rio de Alachado & l'inheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
eom bombas de repuobo para regar borlas
d baixas de capia) : vendem-se na fundigau
de Bowman & Me. Callum, na ra do Brum
os. 6.8e 10.
Yendcm-se relogios de ou-
ro e prata, patente inglcz : na rita
da Senzalla Nova n. \i.
Moendas superiores.
Na fundigo de C. Starr & Companlia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construego muito superior
Taixas para engolillo.
Na fumn; .i" de Trro da ra do llruin,
acaba-so de rocebor um completo sortlmen-
to de taitas de 3 a 8 palmos de bocea, a>
quaas acham-so a venda por prego com-
modo, o com promptd3o embarcam-se, ou
carrogam-so em carros sem despezas ao
comprador.
Arados de ferro.
Na fundirlo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro do diversos mo-
delos.
Deposito de cal virgem.
No armazem de liis Forreira, no caes da
alfandega, vendem-sa barris com cal vir-
gom, por prego commodo, viudos do Lisboa
no briguo Conceicio de Mona, entrado cm
12 do crrente : trata-se no mesma arma-
zem, ou com Novaos & Companhia, na ra
do Trapiche n. 31.
Balatas novas lrancezas.
Vendem-se gigos com 16 a 18 libras de
batutas novas c do superior qualidade a
610 rs.: no caes Ja alfandega, deroutodas
scadinhns, armazn deCovea & l)ias
Toalhas e guardauapos. 4>
9 ^a loja do sobrado ama'ollo nos qua e>
9 tro Cantos, da ra do Queimado n. fe
9 29, vende-se toalhas da panno de li- *
JP ni.o com 8 palmos de largura, c 2 va- *
"> ras de comuriaienl a 4,000 res, di- ,>
tas com 21|2 varas a 5,000 rcis, e com *
? 3 varas a 6,000 rcis ; c guardauapos ^
de linli" a 3,500 rs. a duzia ; toalhas *
9 de Cuimarfles com 3 varas a 5.000 rs, 9
.,' a.h ,.: i adamascado de linho a *
59 2,500 rcis a vara. *
Viulio de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
ein Kalkmaun Irmos Itua da Cruz, n. 10
A.ntig'O deposito de eal
Ycllas de esperinacete.
Vendem-se caixas de espor-
inacete : em easa de tUcardo
Hoyle, ra da Gadeia Velha, *
n. 37. g
m
m
m
m
m
m
Vende-se um terreno, cum 117 palmos
de frente, para a estrada de Luiz llego, e
cm 227 palmos de fundos, na beira dacam-
boa que pas na ponte da mesoia estrada :
terreno proorio para fundagao de qualquer
estabolecimenlo, e ja so acha aterrado : tam-
bem se alora em falta de comprador, e as -
s: ni como outro terreno mais adianto. A
tratar na ra do Collogio, n. 13 primeiro
andar.
~ Vonde-se cara amarella, do superior
qualidade e por prego commodo : na ra do
Li vramento n. 27.
mmW9999999$ 1# *?*
Na ra do Crespo n. a3. 9
* 9
? \ondcm-so chapeos do chile pegenos 4
% a 4, 6 e 8,00o rs., brins de algodSo a)
e> escurosa SuOrs. u corte, chita larga 4
t para coberta a 160 rs. o covado, dita a)
Ir. para vesti lo a 120, e 4,500 rs. a pega, a)
********** **********
Lotera do Rio de Janeiro aos
aotooo.soooi cis, na casa feliz
dos Quiltro Cantos da ru.i do Quoimado, loja
ro n. 5.
Chapeos inglezes, a 0,000 rs.
Vendem-se superiores e modernos cha-
peos de castor branco, a 9,000 rs. ; ditos de
seda franceza, de muito boa qualidade e
lindas formas de 6,000 a 7,500 rs. ; ditos de
molas cobertos de merino, a 5,500 rs.; ditos
do Chile, moderaos, sortidos em qualidades
e pregos ; ditos da Italia, de 2,500 a 5,000
rs., para homens e meninos : na loja de
chapeos de Joaquim do Oliveira Maia na
praca da Independencia.
Palas francezas.
Vendcm-se palas francezas, sortijas em
tamanhoi, para bonos e barretinas, por pre-
(o commodo : na loja de chapeos de Joa-
quim de Oliveira Mua, na praca da lude-
pendencia.
A 2,000 rs. o covado.
Vende-se oleado, pintado o estampado, da
mais superior qualidade, que tem vindo ao
mercado, do lindos padrOes, de 2,000 a 3,000
rs. o covado de dilTerentes larguras : na
loja de chapeos de Joaquim de Oliveira Maia,
na praga da Independencia.
Vendem-se condenas azafates o ba-
laioscom lampa dodobrar: na ra estroita
do Rozario, venan. II, e na mesma tem
anda urna grande porco debixas de llam-
burgo.
- Vendcm-so condecas, acafates, balaios
11.20, venden-se os muito felizes bilheles, Com aza o lampa de dobrar : no duposi-
meios.quartos, oilavos, vigsimos da ter- lo da pjana di rua estreita do Rozario
deiralotemdaMizerioonlia, e construeco luUmero 39 A: no mosmo vendem-se mas-
do asilo dos alienados, cuja lista chega no sas finas deludas as qualidades e o muito
Vede-,e b.z^dVli.li'br-.Dco ..m.-lnoei1ros' com dous andares e solSo, 1 ^*.",,*: ,,'nho'
relio para cauhOes de botas muita superior qual tem a vahacSo de 6:4oosoOO lc o m. ? 1- ,or 80sto P^sivoi llni
Sdc0nml^roDl9del:rancfPOHrprIe,!0 rs'e 3 partes no valor de Pr!5F*o,So!oCO"a,odo-
muito commodo, na rua Nova loja de sele-" o.
Por
. joo.s'ooo rs.: quetn o pretender
dnja-se a Fora-de-Portas, n. 34,
rua dos Guararapes, todos os dias
das duas horas em diante.
-- No da 16 do corrente desapareceu
da praca da Roa Vista da companhia do
corretor deescravos Bezerra, urna escrava
de paco Camundongo, do nome Aatonis,
de idade 35 anuos, com 09 signaos seguid-
les, estatura regular.Jcor fula, faicOes gros-
sas, tu ni o cabello hum pouo ralo ; le-
vou vestido do chita oscura, e pao da Cos-
ta ; esta escrava foi comprada ao Snr. Duar-
te, morador na rua do Codorniz, e por
isso quem a pegar leve-a a rua dasCruzes
n. 22, qoo ser generozamente grat ideado
--nonovoarmaiom demadnir.. j .
te do convenio de S. Fr," ^'2e,rn-
tr.reideasa 4* palmos, onch.m/?-
a 42, mo, trevesias do MnlSt de2
odas estas madeir.s de qualid.Z/ '36:
lo baratos, postas as obra?. ComnrS Ui"
palha. de coqueiro qu.r-se *
alagar urna caza terrea naa ruas !"
defronte do Theatro de S Izabel r,?U!,lei
Roda,Hospital, e8So Francisco 'Bel1'
--Vende-se um excellente sitio Bn
ber.be, pertencenteao Padre Franciscos-
de Lira ; a fallar no mesmo sitio n?,0*
rua da Aurora n, 2, segundo anJar "'
-- Vende-se urna ptimaTebeca com cii
r48pr.pd:nrhe,ron,ru,Urgdo^
Loleria do Rio de Janeiro.
AOS 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000 ,
2:000,000 e 1:000,000 de rs
Na loja da Viuva Vleira & Filho, ns rua da
-- No deposito de Siquoira& Como,
oh.a, na rua do Vigario n. l7,ha Z,t
vender assucar, caf, sevadj moid
assucar candi, e assucar refinado, tu
* do por menos que em outra oualni -J
* parle, visto as boas qualidades
*9*99*99*0* #*.}
Cambraias pastoris.
Chegarfio pelo ultimo navio vindn a
.rL,Le.,.?.8.enc,.m.'dorecofta ^ wsiidaj
cambraias, muito eneommendadoY
iistiiinilo festejar o 11
Uessias, com os interessantes
Pelas
Viiem.
Atiligo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. i-j, ha
muito superior cal nova eu pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Liseira.
Agencia de Edwin Maw.
Na rua de Apollo n. 6, armasen! de Me. Cal-
inoui t Compaobia, aebawae cuimianieiiiciite
Ijons aorliiucutos de 1 ..\ 1 de ferro coado c
batido, tanto rasa como fundas, muendas In-
i-iras todas de ferro para aninaes, agoa, ele
ditas para arniar em madcira de todos os la-
inaohoa t niodcllos o mais moderno, machina
liorisonlat para vapor, com lorca de iimvjI-
los, coucos, passadeiras de ferro cslanbado
para casa de pulgar, por menos preco ijuc oz
de cobre, escovens para navios, ferro ingles
lano cm barras como cm arco folhas, c ludo
]>or baralo prero.
larinlia de mandioca.
A mais nova c mais barata farinha de
mandioca que ha no mercado, vende-sc na
rua da Cruz do Recita, armazem 11. 13, de
JoSu Carlos Augusto da Silva.
Principios geraes de economa pu-
blicj e industrial.
Vcnde-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs.: na
prai;a da Independencia, livraria 11. 6 e8.
Bombas de Ierro.
Vendcm-se bombas de reptuo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do liruin ns. 6, 8 e 10,
itindicao de ierro.
Km casa de .1. Krlicr & C0111-
nanhia, na ruada Cruz n. 55, acha-se a ven-
da o nxcellenlo e superior 1111I111 tic II11-
cella, cm barris le 5.", he muito recom-
mendavcl as casas ^strangeiras, como ex-
excellenle viuho para pasto.
Mercurio.
Vende-sc mereurio de primci-
ia sorte, a preco commodo : em
casa de A. C. Abreu, na rtta da
Cadeia-Velha, 11. 48.
Velas de espermacele.
Vciulem-se velas de esperma-
cete de primera qualidade e por
preco commodo : em cosa de A.
C. de Abtnu,na rua da C'adcia-
Vclha, 11. 48.
DEVEKES DOS JIOMEiNS,
a 5oo rs.
Vondc-se este compendio aprovado para
as aulas, cm meia eucadernac,3o, a 500 rs.p
cada um : na livraria 11. 6 e 8, da praca n,
independencia.
Cheguem freguezes a fazendas
baratas.
Pessas de cambr.ia comlislra. decores
com 8 varas, por 3,200 rs., cortes de dita
comsalpiros a 2,800 rs., ditas du cassa pio-
lada com 5 varas a 1,600 :s., cassas de cor
escura por 240 rs o covado, ditas pretas a
100 rs. o covado, dem para bahados e corti-
nados a 2,100 rs. a ppssa, cortes do chita
om 12 covados a 1,800 c 1,920 rs. : na rua
do Crespo n. 6.
Vende-se a mor parle de um grande
predio de tres andares, c sotSocom trapei-
i as, c un duas frentes guarnecidas do varan-
das de ferro novas, o edificado moderna
cum luda a solidez e pcrrei;So, cito na me-
Ihor rua do bairro de S. Antonio desta cida-
de, o cojos reudinienlos produsem avultado
juro : os prelendcntes dirijam-se ao Corre-
tor Oliveira.
Arados de ferro.
Yendem-se arados de diversos
mais miudesaa baratas, para liquidar. |,a iuilo e bom leite.
Vendem-se selins inglezes Venuem-se duas carrosas promplas e
clsticos, ditos co.i borranhas esi- EJK'SJS2ia0> sor!iS01dVl1",lle!a. P'
... piejo commodo: na rua do Catuca dos Afo-
llioes, para montana de senliora : gados, venda de Joao iiespanhol.
na rua da Cruz 11. 1 cm casa de ~ Vende-se urna negra de meia idade,
G / .ion i- ponta coiiuheira e docetra, sabe rellnar as-
eo IVenwortli & Lompaulua. suca, cuse chao e faz renda, lava de sabio
Vende-sc superior panno de ovarrela, faz todos os maisseivicos de urna
i>a rua dos lorres, armazem n. ;.i m_____ j casa de familia, sendo multo oarohoM pa-
ta ha muito suprior cal nova cin'n8 P faCCS : Cl" ,casa de ,racri.n5.s; um negro domeiaid.de, que
12, na muuo superior ca nova cm,Geo Ken^ofH, & Cimpanliia, na emende bem de todas as plaotacoei deum
pedras chegada, ltimamente de ... ,_ /< ., sitio csabe desloitarvaccaseiguaimenlc de
Li-boa. luauai.ruzn. 2. Iluda qualidade de pescara, alliauca-so a
,, endem-sc relogios ue ou- eonducta a qualquer : no aierro da Roa
Cal virgem cm pedra hb .. Vista, sobrado o. 17.
Chegada rcccntemcnle de Lisboa, em anco-|| P!"1" '" Vlllro e salJOliete, pa j __ GiUyol owl Mn,|orif lem hoilra Je
ras muito bem accondicionadas, e por pr<
commodo; no aruiaem de Silva Uarro
ua rua do Trapiche n. 19.
Casa de commissao de escra..
"^^^??^??^??(''?t **^## da tarde, a ven la de um mu bello sorli-
Vcndem-sc escravos c recebem-
se de COmmissSo, tinto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se ollcrccc militas garantas
a scusdonos-' narua da Cacimba
u. 11, primeiro andar.
VenJeni-se velas de cspermacele, em
caixas, de superior q:.alidadc : em casa de
J. Kellcr ft. Coinpatihi 1: na rua da Cruz nu-
mero 55.
Inda continua a vcidcr-sc baralo,
Curies do casernira prcla por 5,000 rs., di-
tos de brjin oscuros de lis tras a 2,000 rs, e |
1,600 rs ditos de castor 1,120 rs rispados
de algodiiu a ISO, c 200 rs., nscadinbO)
francezes a 120 rs. o covado, e multas mus
fazenJas por baralissimo prc;o na rua do
Crespo n. 6.
Dinliero a vista.
Ctssa chita muito larga c deban gos-
to, a 200 rs o covado.
!\a rua do Crespo, loja da esquina, que
volta para a Cadeia, acaba de chrgar um sor
lmenlo de lindas cassas chitas, que como
dinheiro a vista, se vende a 200 rs. o covado-
e oulras muilas fazendas, por prego com-
modo.
Na rua do Crespn. 16, loja do Maga-
lh3es da Silva Irinfios, vende-se cambraia
l'ranccza de cor, com vaia de largura, prc-
P'ia para vestidos de senhora, pelo baralo
preto de 280 rs. o covado, e outra mais es-
trella a 240 rs., assiu como chita franceza
lina a 280 rs. o covado,
Deposito de cil virgem.
Cunha & Amorim, venden barris con cal
empedra, chegada ltimamente de l.i.lioa, j
na barca Margsrida, a por menos preso do
que cm outra qualquer parle: ua rua da Ca-
deia do Itecifen. 50.
Vende-se muito superior cal
de Lisboa, vndi pela barca .1ar-
garda, entrada neste porto cm 28
do mez prximo passado, be a
mais nova e moderna que lia 110
mercado, por preco commodo :n a
rua do Vigario 11 y armazem de
Carncro Be Hamos.
Gr Farinlm de Mandioca 2
a Vende-se, por precj com- q
O modo, a melbor farinha de O
* mandeoca de S. Catbarina, q
q que ha no mercado, choga- O
3? da a este porlo em G do cor-
Defrontodo boceo uo l'eixo Frito n. 3. *0*'. com os Tundes par. a rua da Poetra, Asilo dos Alienados, dos quae"vem allilU
vendem-se madapoles, com um pequeo eum grande quintal murado: a ratar no o primeiro vapor, trocan-se'doibilhetia
que de avaria, agoa f.esca pelo baraUstosi- aterro da lina Vista n. 72, que se d.ra quem j premiados d.slterias do Rio de Jane ro
mo preco de 8 pticas c 12vintons cida urna v,-nue. i e dosla provincia
Pessa. ~ Odecreto n. 415, para a arrecadaco I .. Vende-sn nia nasrlnh. ..i i, -,
He o mais barato possivcl tS^U^STSSST '"1 Cm ^^^SfZSSR
ranciscoAn- Vj^LmSc ZolZX'rno.o e tTI&ffl^S&.*Hm "'
Taboas de pinbo.
Vcndom-so taboas de pinho, propras
para fundos de barricau, e mesmo para ba-
nheiros em sitios, barricas para assucar, pe-
les do cabra, e sola, por preco commodo:
na rua dos Tanooiros, armazem n. 5.
Urna boi escrava de bonita estatura
com 23 annos de idade, boa engomadeira,
cuzcchSo.cosinha, o sabe servir urna me-
za de etiqueta. Veude-se por nilo querer
servir mais ao seu respectivo senhor : em
l'ora-do-l'ortas, rua do Pilar n. 20 do lado
esquerdo, caza que tem lampeSo.
Vendem-se 2 escravos creoulos, habis
para qualquer sorvico, sendo um nogro mo-
co de bonita figura, e outro aiu Ja muleque :
ua rua das Cruzes o. 30.
Calunguinhos de porcelana.
Vondom-se calunguinhos de porcolana,
muito pequeos e do diversos gostos, os
mais bem fonos possivel, polo mdico pre-
co de 240, a 360 res cada um : na loja de
Joso Pas SimOcs n. 24.
Barateiro do Recife.
Quom duvidar, ou se queira sortir de fa-
9 ment de objectusdoluxo o fantazia de'p'a-1 zondas para fesla, enxa a algibeira de sedu-
las, e venliSo a rua da Cadeia do Recife n.
50, que encontrarlo vaiiedado de fazendas
por preco taratissimo, como bem chitas
bas para lio, 160, e 180 rs. o corado, o
litas de ramagm para cobertas a 200 rs. :
pessoas que custumdo festejar o naacimVn
doMess.as, con, os mleressanles, e ,?.
os.ntretimentosdospresepes.odescrov!'
lindas, e variadas cores, bordado,. Tbl"
de que sao ornados, seria larofa Dea din
culto, por tanto sanado fica ifftt
veniente, d.rig.ndo-se os protendcotTs .'
rua do Queimadoloj. r. 39,c!m trez m ri
vcTtidT em ,roMUo corta d
-- Vende-se, recobiJo secrolamonte clie-
gado nos navios Bonita eSer.phina superior
e frescaes prezuntos par. fiambre, a
Londrtnos, batatas "iglezas.r.nissmos b s-
coutinhosemi.tasdecarr & Companhia.
muito mais outros genoros no armazem de
Uavis & Companhia rua da Cruz n. 9,
Caixinhas de vidro
Vcndemse caixin has de vidro pronn,.
para guardar joias : na loja de miudezas ti,
rua do Collegio n, 1 : '
Escravos fgidos.
-Desapp.receu no
desto anno.
,___ roenraia, aeviaroesauoneie, pa- rr.-..--------.
i anco-, a ,. i/1 Caltyut o sua senhora, lem a honra de
rprecoj'enie inglcz: em casa de Ueo JVcn- preveuir ao respeilavel publico desta cida-
irroca, Iwortliv & Companhia : na rua da Je> queelles abrem no da 17 do corrente
Criirn o |outubro, as 10 horas da monta esoguir
a Vos. _" "' 2" lodos os das uteis, da mesma hora alcas 4
ALtiODAUl'AltVSACCOS'
Vende-se multo bom algodSo para 9) riz, cscolhidoscom um gosto todj particu-
SB saceos de assucar, por progo ecm-
modo : em casa do Ricardo Roy le, na
? rua da Cadeia n. 37. *
\o vos gostos!! !
Na rua do Crespo n. i4. loja de
Jos Francisco Dias
vendem-se finissiniascii
quissimes gostos e nov
lar ; igu.lmente esporiJo a venda em gros-
su do uui bello sorlimcnto de bcjolcrias II-
1 as de l'ariz o urna por^Oo de agua do culo
lua verdadeira : na rua da Crnz n. 1, se-
'gundo andar, anliga casa do Sr. Luiz Rru-
Iguire.
-- Vende-se um cscravo Ciioulo, bom of-
jlicial de pedreiro, de 22 anuos de idade, de
sMsfrtcMasderi-1"0"'"' ur,.! ""rua uire,la 3-
oa padrOes pelo ba-1 cnde-se por preco comino-
rato prreodeTOOra. a vara, corte do Cam- idos, larinba de mendioca de Santa
braidiizalazenda muitoliiia 2,240 rs., o cor- ', ., "
lee melade de seu valor j ditas com salp-,tiatlianna emsaccasgrandes, fumo
dia 24 de setembro
presume-se que por Pern.mbu-
co.eporterra at a villa da Jacoca, aooria
loi encontrada urna escrava creoula, da
nome Manoolla que algumas vezes sub,.
le porAnna.da cas. de Antonio Rufino Ar-
nha, da Paraba do Norte, cujossignaessSo
os segnintes: estatura regular, cor exver-
JV"!1 ", corpo delgado, rosto
comprido, bem fallante, e de muito ardil,
denles alguma cousa separados eutre si
bocea proporcional, eum tanto iberia si-
tualmente, bracos o pernas finas ps bem
fetlos, duas cicatrizas pequeas, urna na
testa, e outra 110 peito do pe esquerdo, tem
bstanles habilidades, coso, cosinha, lat,
ongomma, e be oxcellente podeira : nao
tem vicio,neo molestia alguma contra-
da, levou diversas roupasem urna trouia,
entre ellas um chales de seda e Ua, e supl-
ios de bozerro de lustro. Roga-se a sua cap-
tura, assim as authoridas policiaes, como
capiles de campos, e promette-se por ella
urna generosa rucomoensa.
100,000 rs. de gratificaco.
- Roga-se as autoridades policiaes, que
..capturem o escravo Manoel, perlouceiilo a
corles de cassa padioes novos com 7 varas SebasliSo Marques do Nascimenlo, fuKido
por 2,240 rs.; neos de1 cambraia decoros desde odia 8 do corrente mez de setembro
pira mo a 240 rs.; challes de seda
cin follia para charutos : no ar-
mazem de Francisco Das Fer-
rcira no caes da A lian ierra, ou
eos a 640 rs, a vara, corle de cambraia
I inlailo de cor.de gosios modernos 2,200 rs,
o cuite, superiores chilas francezas cures
mullo lixase de novos padrec a 210 c 260
rs., o covado, ditas estrellas cures de vinlio
e de call e de ganga a :00 rs., o covado.
Fill de linho branco o do cor ptopria para
mosqueleiru 640rs,avara,brms transidos es-
curo e cor do ganga com listas tniudinbas a
1,000 rs.. o corte, assini como outras mui-
las fazendas por baratos presos.
Para chapeleiros e livreiros.
Farinha de trigo a 1,500 rs. arroba, c as
libras a 50 rs. : na rua larga du Rozario, pa-
dana u. 18.
Cal virgem, a mais adequada para
o I.du km de assucar.
Na rua da Cruz du Recife, armazem do
assucar 11. 23. bical virgem muito nova che- lOo e 140 rs., pecas de lila de linho a oO rs,
gada ltimamente: ca preco muito ra macosdealjofres davanascoresa 500,gruzas
auavel. ,do Kns madrc-pcrola a 540 e de agat a
I p'iam a> -Pam l200 rs iuils delinha a 120 rs eslojos de
reame \ejam. ;navalhas finas a 720 rs., pinceis para barba
ti Santo Amantillo, no sitio do raleado ;l 160 rs., cida um pegas do fitas da rlroz
\c':, vendem-s.: terrenos cm chaos pro-ido ludas as cores a 610 rs.. ditas de la, sor-
prius, prouiplos para cdilcac.o, e alguna titias a 180 rs., maQos do linda de peso con
jacoiiivivctrosdapoixcemproduccilu, ven->o mciadas a 1,280 rs., carritis de linha de
de-se igualmente a casa do subradodusilio, todas as cores a 30 rs., cartas de pennas de
tUdO por precOS muilu baratos, para liqui- c a (o rs., cscovas finas para cabello a
dacao do cuntas, e vende-sc uu arrunda-se a '560 rs., adrveos pro'.os do vidro muito linos
latratdrcom Novaes Companhia
na rua du Trapiche n. l.
1 -- Vende-se urna lvenla cun pouco fun-
do, pelo baralo prego: na Cinco Puntas
11.56.
Vende-se um cavallu gazio milito novo,
bonito e bom carregar baixo : na rua do
Livraimnto 11. 14.
Na rua do Cabug n. I a.
Vcndom-se pentes para alizar, ( de bilcii
; muilo superiores a 320 rs., ditos de niarfim
a 320 rs., nvelos de linha muilo lina, para
marcara 20 rs caixas de pos para denles a
Copiares, para pagamento do uoia hypulhu
ca. a quoesta sugeita a dita casa: a tratar
na rua da l'uiiha U. 19.
Cabos deliiilio
a 27.000 rs. o quintal.
I rente mez : os Sis. compra- q
tordo Q
O
dores derijam-sc a
O da escuna Mara finnina
S? fundiada defronte do caes do ^
0 Collcgio, ou ao escriptorio O
O de Machado & l'ioheiro, na 9
g rua do Vigario, n. iy, i"
andar. O
GOOOJOOO OOOOOOOQOO
Naioja pernambucina deAnlonio
Luiz dos Santos rua do Cres-
po n. ii-
Vendem-sc optimus brins trancados de
lislras de cores, o mais proprio para caigas,
jaquelas, palitos do bumens e meninos, a
200 rs. o covado.
A t'|o o covado.
Na ru. do Queimado loja n. 3 defronte do
beceo do Peixe Frito, venJem-se riscadi-
nhos francezes de dilferentes e agradaveis
desenhos, pelo baralissimo prego de 140
-..j-l^ rnia n rnvado : bem como oulras fazenJas,.
modelos ass.m como americanos. [^so ^''^Vd.nlieiro. o. troco de cedu-
com cambao de sicupira e bracos'las 4 que se tornao muito recomondaveis,
Na rua da Cruz no Recife, armazem n. 13.
conlinua-su a vender cabos de linho de todas
as grossuras, sendo a 27,000rs. o quintal om
pessa, o a 28,000 rs. a rclalho.
I /.cu as bjratissimas.
ptimas redes do Para com cores, do 20, a
30,000 rs., chilas bunitascum cores seguras,
pegas de 38 covados por 4,500 rs., pegas de
riscadus de quadros com 38 covados por 5/
rs., dita de chilas rochas llores encarnadas
de coros xas por 6.400 rs., cortes de caserni-
ra s do bonitos gustos a 3,000 rs ditos de
dil.s muilo linas a 5,500 rs., castores para
caiga do bonitos padres a 180 o 200 rs. 0 co-
vado, chales de tarlatana du muilo bous gos-
tos a 1,200 rs., ditos pretos de 13. muito
grandes c encordados a 3,200 rs.,ditos de 13.
de gostos muilo bonitos, fazenda nova a 2/
rs., algodSo azul liso com 4 i|2 palmos de 37 4"
largura a 200 rs. o covado, pannos pretos li-1
nos da melhor quaiidade, pruva de I mio,
pelos pregos de 2,800, 3,500, 4,500, at 10,000
rs dito azul de 1,800, 2,800 3,600, 4,500rs.
o covado, dito verde muilo lino a 4,600 rs. u
covadu, lengos de setim do cores para grava-
la a 1,280 rs., ditos de chita pretos para lulo,
muilo grandes e linos a 160 rs., ditos de co-
res de bonitos padiOes 3e 4,000 rs. adu-
zta, ditos di) cassa com barra de cores a
2,400 rs. a duzia, plalilhasdc lislras de linho
e algodiiu, muito proprias para camisas e cal-
gas de escravos a 200 rs. o covado, algodSo
azul e branco, muilo proprio par. roupas de
escravos e outras muilas fazendas, proprias
par. negocio e para gasto, por pregos muito
baralo : no armazem de fazendas de Couveia
& Leile, na rua do Queimido o. 27.
ros para infeitesde palitos de menino ; bo-
tos de osso para abertura de carniza a 240
a duzia, edourados linos a 720 rs., e outras
couzas por pregos baratsimos, para tc-
bar,
( O ~ Vende-s um grande sitio no lu- O
O gardo Manguinho, que lica defronte Q
novos a
8,000 rs.; corte de colele a viludado a 1,000
rs; diiosdefustiloaSOOrs ; brins linos lile
quadrinhos a 280 rs., o covado; cortes de
cisimira para 4,000, 5,000, c 5,500 rs. ; pi-
n meSOladO para palitz a 6,000 rs:, o curto
de 3 covados; ptimo para o verHo por ser
tnuito leve, bramante de duas larguras, jolt
para, frescos, lengos por 1,200 rs., avara ;
madapuloos bons para 2,560, 3,200, 3.520, o
3,840 rs., a pega; e para outros muitos
iregos;assim como outras muilas fazen-
das, que a troco de dinheiro se vondom por
pregos baratos; eesta loja lem seu arma-
zem de fazendas em alacido, e se vende
qualqur porgo por prego de primeira
mSo.
-- Vendem-.e escravos bar atos
mocos, e de bonitas figuras, m ule-
ques, mulitinhos, negrinhas, ne-
gras e negeos mocos, e mais escra-
vos : na rua das Laranjeiras n.
i.'l, seguido andar.
Vcndc-se una nogra moga,bonita figu-
ra,com urna cria dequalro mezes.muito lin-
da ; na rua larga du Rozario n. 22 segundo
andar.
Novo estabeleeimento.
~ Vende-se carne do cerlln, da mais su-
perior a 200 a libran linguigas du mesmo
das melhures 160 rs. a Ib. em o novo esta-'
setembro.
Foi elle escravo do Sr. Lab i el AfTonso Ri-
gneira, quem foi comprado ltimamente:
tem 28 annos de idade pouco oais ou menos,
cor fula, com falta do dous denlos na frente,
o de cabellos do lado esquerdo d< usbeca,
que se torna bem visivcl por parecer utna
cor., lem olhos pequeos, boigos grossos,
sem barba, baixo, corpo regular, heollicii,
de funileiro. Traja va jaquela de riscado
tul, caiga branca, camisa de madipolo, e
levou urna trouxi, contendo cagase jaque-
las : quem aprehender e levar rua da Au-
rora n. 62, recebera a gralilicagSo promet-
tida. Suspeita-so que foss-i seduzido, epor
isso desde j pro tes la-se contra quem o con-
servar em seu poder. .
a-se 80,000.
A quem trouxer na praca da Indepedencu
n. 17, a prcti Mara Joaquina, de idade de
30 a 40 annos, de nagSo congo, baixa, gor-
da, cor relila, bexigosa, seio grande, tem
um sigoal de carne subre o beigo superior,
e he bastante ardilosa ; j fui escrava da
engenho. o ltimamente era quitandeira di
miudezas, desconlia-se que ande para as
parles do sul, por estar acostumada a andar
poi la vndenlo, comuma crioula dn nome
Kelicidade, dequem foi escrava, e consta
ter sida vista, na povoago de S. Amaro Ja-
buatSo : esta preta fugio no dia II de abril
de 1850.
-- Desappareccu na larde do dia 13 do Jr-
rente um escravo por nome Joaquim tem os
belecimonlo, do d-puzito de assucVr^mo 8i8"""88uin"'s= boa estatura, raprese.,1.
allorro da Roa-Vista n. 13, coma rua Nova
n. 71 venda ao p Ja ponte.
A Iloneopathica.
Vcnde-se frascos com mintega,l'resca,sem
ter 35 annos de idade, falla desemharagadi,
pos grandes, lem lodosos denles da frente,
nariz cbalo, quando an la estala as juntas dos
joelhos, levou camisa do algodSosinho brin-
co, cilga do dito azul, este osera ro foi do
I para uzo dosdooutes que se curSo ho-1 malo: quem o pegar love-o a typograpbia
cupaihicamenlc ;rsla manleiga torna-sel imparciala fallar com a viuva Roma que se-
recommend.vel por ser preaerada para esleir recompensado.
X ba, com bomba o lauque coberlo _
j para bauho bstanles arvoredos do 9
2 fruclo : na rua do Cullegiou. 16, se- 2
9 gifndo andar. O
Antonio Jos Rodrigues de Souza J-
nior, acaba do recober pelo vapor Impera-
triz, os hilhclese cautellas da lorceira lote-
ra do Rio de Janeiro, a favor do hospital
dos alienados, cuja lista chega pelo primei-
ro vapor, e vendem-se pelos pregos abaixo :
- do queimado, loja de ferragensn.
Rilhotes
Meios
Quartos
Oitavos
Vigsimos
22:0000.
11:0000.
5:500.
2:800.
1:300.
I
lim, e aoprovada pelos mdicos ; ni tua da
Cadeia do R-cife venda de Fontes & IrmSos,
e na rua Nova botequim francez.de Raposo &
Pliva.
Venderse urna escrava crioula pTa fura
da provincia com idade da 24 annos, bonita
figura, engomma muito bom, coziuha e ou-
Desappareceu- no dia domingo, 12 do
correte, um prelo que representa ler 45 a
50 annos de idade, de naci cagange, baixo,
cheio do corpo, sem defeito ilgum no corpo,
levou vestido, cale a de casernira azul clara
de quadros e j velha, colelo de setim preto
velho, jaquela de brim pardo,caima de nu-
il preco admira
Na rua do Cabugfl n. 12, loja de F. A. Si-
mOis, vendem-se muito lindos bonets de
cabello, tanto brancas como cor de canna,
de muito bom gosto, e muito bom guarne-
cidos de llancas; proprios para meninos,
e pelo diminuto preco de 2,000 rcis cada
um: pois he para acabar.
Vendem-se 3 partes de um
sobrado sito na rua do Trapiche,
n.-com fundos para a rua dos Ta-
tras mais prendas necessariaspara urna ca- dapolSo, chapeo de seda preto ; presume-so
za : na rua do Arago n. 10. que anda pelos arrebaldes desta cidade, pois
- Vende-so um molequo bonita lisura i- acezar do ser do sertJo nSosejulga que le-
nha rollado : roga-se perianto as autorida-
des policiaes e capites decampo, a captura
do mesmo, levando-o a rua do Vigario n. II,
terceiro andar, que se recompensar.
D.'sappareceti do engenho novo do
Cabo, o escravo crioulo de nome Fraucisco,
offlcial de pedreiro, baixo do corpo, sabe
ler, c falla alguma cousaTrancei, c foi es-
cravo do fallecido dezeinbargador Belmon-
le : Quem o pegar leve-o ao engenho 1 cima
que ser muilo bem recompensado.
Desapp ireceti o escravo cri-
oulo de nome Uoberto, de estatura
regular, magro, pirado de bexigas,
pes grandes, ltimamente era ca-
noeiro no porto da rua Nova, fal-
la muito claro, he muito regrista ,
costumi as vezes inculcar-se por
mn crioulo forro do sertSo : quem
o pegar leve-o a rua da Cadeia do
Becifc, n. 5o, quesera bem recom-
pensado. Este escravo foi do fales-
cido tenente coronel Jos Rodri-
gues de Senna, senhor dos eoge-
nhos Frexeiras, Bello Monte, e
Aripibu.
dade 18 a 20 annos na rua Direita n, 14.
Madame -Routier, (nu-
dista franceza, rua Nova,
ii.5a. .
Novamente rb de receber de Frang
pelo ultimo navio um lindo sorlimentode
fazendas franc izas e ludo que ha de mais
moderno eml'aris como sejam : chapeos de
seda de tudas is cores ; ditos palhu de Ita-
lia aberto; muito bonito chapeoszlnhos de
seda redondos para meninos e meninas ; fi-
l de blonde branco hordadoo ; e dito preto
dj lindos padrOes; escomilha de loJasas
cores, bicos de blunloos mais ricos, para
babados o ornamentos de vestidos ; dito do
linho preto de 10las as larguras ; um li' du
-o 11 ni mi 1 o de tranga e franjas, tanto pretas
como de cores ; ca pellas de llores muito ri-
cas o morderns; um gran lo surtimoutu de
Illas de todas as qualidadas ; manteletes e
capoiinhos de seda domollior gosto; cha-
molote piolo ; dores linas ; mullos de bico
para Senhor.sao mais moderno gosto; se-
tim o tafet de todas as cores coll.riohos do
lilebico bordados para senhora; plumas
de cores e brancas para eneilcde cabega ;
e atacidores par. botins de senhora.
Jos Joaquim Moreira&C.
com loja na rua Novz, n. 8,
afilian do recebar um novo soi tmenlo de
roineiras e capinlias de fil lizo, guirneci-
va,Tvim>i: M.V.nr. F\i\n
T-r**m


Full Text
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