Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05150


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Full Text
Aono XXVIl
S.ixta-feira 17
DIARIO
de Oulubrode 1851.
N. 235
PFin UBICO.
rBEIJO BA BaBCRIP(?AO.
PiOtMINTO ADUMTABO.
wr trimestre...........
por semestre............
r Paco dentbo dotiubik.
poi nrlcT-1I4i-1;0,ij,Viio
l(i deSetbr. Mina.
4/000
8/000
S/OO
i/500
Pata
EVanoao'MaedUo S.Paulo,
"'."i... 2 ile dito. R.deJ.,
Ccara
Parbib
10 'eotub. Ilahia.
l5dcSelbr
l de dito.
3o de di lo
7 de Oulub. I
DAS DA SEMAMA.
|3 Seg. S. Eduardo re ,
14 Tere. S. i ilisin p. ,
15 Quart. S. Thcrcxa
de Jessv. c. ;
16 Qulnt. S. Mariiniano
ni. ; s. Gallo nb.
17 Sext. S. F.duvlges.
IS S.ib. S. Lucas b.
19 Doin. S. Pedro de Al
canlira f.
AUDIENCIAS.
Juiso de Orphot
2. e. s lO horas.
I. varado eivel.
3. eG. ao meo-dia.
Fazenda.
e G. as lo hora*.
2* rara do eivtl.
i. c sbados ao iucio*d.
Rrlaeo.
Tercas e sabidos.
IPHCSIB1DII,
Crescente i 2, aos 10 miDutcsda man.
Chela a 10, as 4 horas e 13 minutos da m.
Mlngoante )7, as 9 horas e 53 minutos da t.
Nova 24, aos 50 minutos da tarde.
rnEAMABDE HOJE
Prlmelra s lo horas e
Segunda s 11 horas e
5i minutos da manha.
|8 minutos da tarde.
FAnTIDAl DOS COBBEIOS.
Goianna e Parahlba, s segundas e seitas-
feiras.
Rio-Crande-do-Nortc, todas as quintas-feiras
ao mel da.
Garanhunsc llonlto, S e 23.
Iloa-Vlsta, e Flores, 13 e 28.
Victoria, s quinla.-feiras.
Oliuda, todos os dias.
NOTICIAS ISTRANGEJBA.
Portugal.
Ilespauha
Franca ..
Relgica..
Italia.. .
Alemanlia
Prussia
13 de Si-ibr. Mistria.. 31 de Agosto
8 de dito -iii.i.i. ... 3 de Setbr.
8 de dito -ni i i. .. 28 de Agosto
& de dito Inglaterra 8 de Setbr
2de Agosto
I de Sebr
3 de dito.
Dinamarca I de dito
Rusta... 2fdc Agosto
Turqua.. 30 de dito
K.-('nidos 25 de Agosto
Mxico... 2 de dlio,
i .ihl.tiii.i 15 de Julho
Chlll. 2G de Abril.
Buenos-A. 2 Montevideo dc dito.
CAMBIOS DE 16 DE OUTUBRO.
Sobre Londres, a 29 d. p. 1(101)0 rs. Firme.
' Paris, 337 por fr.
" Lisboa, icio tranaacedes.
METAES.
Ouro.Oucas hespanholas.... a 28/lnl
Moedas de 6#40o velhas. lii'oun a 16/2011
de II- luii novas, IH.....n a 16/21.0
de/OCO....... 9/000 a t/100
Prata.Patacdes brsileiros.. I020 a 1/920
Pesos columnarios... 1/920 a 1/920
Ditos meiicanos..... 1/750 a 1/7GO
PARTE QFFICIAL.
-jSTEIIIO DA GUEKRA
LE N. 615, DE 93 DE AGOSTO DE 1851.
frans fonal de Ierra piraoanno financeiro ihc dirigir o coiniiiaudante das armas dessa
de 1852a 1853. provincia, relativamente aos olliciaes da ter-
n,i-n nnr erara iln Uan r- unnime I ccira classe existentes na mcsina, c a estar em- oppor aquellcs (rahldorea manejos, a culi
&2tZ^luM^US^\fZ** "" '>" 1 ue ",n b,U,M! precisa, leal, aolemne. das rcrdadelra. inieo-
cclamsciodos povos, imperador conslilu i h^ nacional p _,|mdro ,eueule da refer- cues e lins de cada un dos don. governos; c
mu,,! o defensor perpetuo do llrazil : '""ja classe llcmctcrln Jps Velloxo da Silvcira. be s para isso que solicita a supiadila nian-
iudividualmente a sorte que se Ibes assignalas-
se, a precode lioar a patria indep'Tideiitc.
E isso nao he simples virtude patritica :
privada que tem cada un desses governos as salvando a independencia, salvam com ella a
AVISO. '(oalguma subre esse ponto capital.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da" Mas nao basta, cuino sabe S. Esc, o Sr. Sol-
guerra, em 20de selembro de 1851. [res de Sousa, o conhecimento c a cnnlianca
lllni. Em. Sr.Tendofelto presente S. M., privada que tem cada un desses governos as
o Imneador o sen oHicio n. n I de 25 de agosto Intoucrtcs do oulro, para deter o curso das do- base da prosperid.de de sen pas, salvam a
ultimo, que velo aconipanhado de copia do que losas insinuares com que hoje os hoslili- eledade civil, o repomo, o pao, a honra da la
dessa. san. niilia
He preciso, no parecer do abaixo assignado
lulo do territorio, p^.-
ten- para os Orirntaes, o uials perigoao, o mais lu
ncslo dos cstrangeiros.
silvcira. ini-| Tudncsl compromellido com asimiles pro
to que a produ/.lssc, manifestado por aquelje bejamenle sallsfeilo, nesta parte, o objecto da
que se reputava vencido, por aqucllc que nao citada nota n. 14G.
podia coiubaler, se mancharla, se desvirtuarla:, Oabalso assigmdo est outro simsegurodc
Porque ludo t.lemuoho de abnegacao ap- que seu governo receher com mili alta satis-
parccci la ridiculo ao lado da impotencia; i laco a juslica que o de S. U. 1. fat adlsposi-
Porque todas as palavras de fralernldade di- efies que sempre c espontneamente tem ina-
rlgidas ao inliuigo victorioso pareceran! urna ; nlfcslado c manifesta, reconhecendo-as nao so
Tullo acha-sc amcac.ido com a Independencia snpplica cobarde o hypocrita: Inteiramente conformes aos direjtos da repu-
lerriinrio nelo dictador argentino, que he, Poique toda conccssa teria a physionomia blica como estado independenle, e a conven-
de urna abjuraco ame a Ici da forca material. I {o preliminar de pai de 27 de agosto de |8>8,
K as palavrac c as cunccisrs inuteis e reuii- seno at como as nicas cuja rcalisa^o pode,
diadas, diminu.>do o poder moral da defe.sa de fructificar pax e tranqulllidade para o Estado
' Mi
utevideo, aiigmeutariaiii o perigo de nina I Oriental e para os seus vitinhos
......K. .I.....--.. ..-...-Ll.__ J-...I ,k _fc.lJ.....I., i..... I. .
mmalsaber todo) os nussos subdilo.s qu8[""aunHo o" mesio Antriio Scnhor declarar a.fcslacSo. ; longacao daluta.
".ssemblo. ger.l decrctoo, O nos W^U^^SSSSLSSZ^ pode O.W. assignado. persuadido ..inbcn.de .fe urna ,i.ua(ao r" ^tr.idVaTo,,^
servir na cuarda nacional sem antorisac.io des- que, qualqucr que srja ocurso dos acontec-, preciar os cstrangeiros que tem lido a loiluua ( mono a consuininar o triumpno (leosas sobre
UscrtaHa de es.ai.o c que o, da segunda e n.entos. o gove..,o dcJS. M. nao atacar, era : !.e nao ter. de nao sentir em .1 meemos .e a Independencia c a .ocled.deOrleUUl.
terceira clssscs dcvcni residir uos lugares de- de leve, a independencia, I integridad.;, nein j horrivcl systeraa,cni^que^ se l*"l'-',"',", "
aiiu i 0
ojos, a loi seguinto
Ait. i As lorias de trra para o
ninceiro do 1852 a 1853 couslarao
| Dos ofticiaes dus cornos movis e de
(usrnicJo, dos quadrosda roparti.io ecole-
siislica e corpo do sa le, do eslado-maior
de I. e 2. clarees, engonhuiros, e oslado
uidior gnerel.
lj 3* De 20,000 pravas do pret de litiha em
cii'cumslancias oi-din^rias, compreliondidos
os corpos de guarniclo as provincias em
que fOr necessaria esta especie de for?a,
roiisiT'viiii-lo-sj licenciadas 5,000, na con-
fonnidade das dispnsigdes do arl. 3* do de-
creto n. 568 do 2t de julho do 1850, e de
26,000 pMcssem ciicumsUncias exlraordi-
pirias.
3* De 960 pracas do pretem companhias
do pedestres devendo urna deslas poitencer
i comarca do llio de S. Francisco da pro-
vincia de Minas Geraes.
Art. 2' Para se completaren! as forjas fi-
xadis nosp. 1*, penianecerO em vigoras
cirtss de Ici do 29 de agosto de 1837 ; mu-
llos a psrle em quo a mesma lei exime o
reculado do servico mo.liante a quantii. de
400/. Os novos alistados, sendo voluntarios,
tervirao 6 annos, e8 8) forem recrulados
Art. 3" 0 governo fie autorisaJn a desta-
car Al 4,000 pracas da guarda nacional.
Arl. 4*0governo poer abonar s pra-
cas do corpo do exercito, que, poJendoob-
ler baixa por lerem completado o lempo de
scrvico, quizerem continuar a sorvir, urna
graldicacjlo.igual ao sollo do primeira pra-
ci cmquanlo l'rem pracas de pret.
Arl. 5o N3o haveodo numero sullicionto
JccirurgiOes militares, poder o governo
ajuslar por contracto os quo from neces-
arios por lempo limitado, o sem preterirlo
dos cirurgiOes efectivos do exereilo.
Arl, 6 O governo lica anlorisado a igua-
lar os vuncimenlos dos olliciaes das compa-
nliissdo pcdcslres aos dos olliciaes discom-
pinbiss dos corpos do exereilo.
Ait. Tile permanente a disposieo do ar-
tigo anleceJonle, bem como a do 9" do de-
creto ti. 542 de 21 de maio do 1830, que ele-
vou os sidos dos sargentos-ajudantes,
quarleis-meslres, primeiros o sogundos sar-
gentos efurriis.
Arl, 8o Ficatn approvadas as disposices
dos arls. 9 10- 11", S 2- *3 parle ultima, 24,
23,20, 31o 32, 1'o 2% do rotfulamenlo
eipedidgcom tiata de 31 d marco d 1851,
para execu(0o da lei ti 585 de 6 do selem-
bro de 1850.
Ait. 9 O poslo de nnrechal do exereilo
uisor prvenehid.i quindo o governo jul-
gar couveniente.
Ait. 10 O governo lica desda j autorisa-
doaprostiraos rccrulas que fiem isenla
signados as liccucas, que livcrcni obtido da a gloria da repblica argentina ; que nio ten. | explorado c exaltado lodos os vicio, 'ull's
mesilla secrelaria, c quando mo as lenlian. na a mnima inleiico de cnlremellcr-sc em seus : crueldades, todas as '\"a"* JJ"L"
corte c nesse sentido V. Exc. expedir as prc- negocios interno,, e que seus votos, como os delirios que batan^IM> WM ''-' '
cisasrdens. do estado oriental, se redutem a que O Argn-1 eledade quaicnta anuos de re.oluiois c de lu-
eos guarde V. l-Ai-.-.l/aiioel Feli-.ardo de tino urja conciliavel cora a Independencia c a las pessoaes
le seus vitinhos: considerando que o l'orem, cssa siluacao, como (odas as da hu-
illn a sita coiniun-
Soiimc Mello.^r. presidente da provincia de pa -..
l'ernau.buco.-uun.pra sc.-IMIacio do gover-1 eonhecimenlo desta parle da poltica da bra.ll manidade, aprsenla e
le Pcrnambuco. Il de oulubrode IbViI.-- .teria grande importancia para por_ ejn compie
no le Pcrnambiico, u de ouiuoro uc io.ii. .ra giiiiiue n|.ut.....^... ,.............-.--,...
Ftotor de 0/ic(.>a.-Assig..ado.-An(o.Uo Corral' ta evidencia todo o mu> >l^milde olUn en
s I relarao ao Rio da Prata, agradecena se ft. I.xc.
*"_________________.__ iiiniiii _;.. Sitares de Sonta, a comprehendesse na
saca
EXTERIOR.
Questocs do Kiod Prala.
Correspondencia cnlrc o governo imperial
e a Icgaciio da repiibllca orienlal do
Uruguay.
Legt^o d repblica oriental do Uruguay
no Ilrasil.
Hio de Janeiro, lS de abril de 1851.
A notoriedade do esU'lo rm que se acliain
as rclacps do imperio do Binill com o dicta-
dor argentino ;a incllicacia dos mros dipl i-
mticos c cniicHiatorio>i me o Brasil tem em-
preado, at cuui palpavcl sacrilicio de seus
inlcreascs, para prevenir e accommodar as
questde que tem prndinido esse result.idu ;
a resistencia do general l>. Manoel Oribe a
alfazeri e, posteriormente, a lomar ao me-
nos cu considerayao s reclamavOes imperiaes ;
a siluacao dos cidad.'Tos c das propriedades
brasileiras existentes no territorio oriental que
oceupa o dito Oribe i frente de tropas argen-
tinas c s em virtude dewai Torcas ;o altos
intercsscs interuaclonaes de equilibrio, de se-
guranca c de pai, que se acliain comproinet-
lidos com A existencia independenle do estado
oriental ;a natureza, as vistas, as necessida-
des cunliecidas, a hisloiia em summa do poder
e da poltica do dictador de Hucuos-Ayrcs,
formaram a universal cuuviccao de que sendo
iuipossivel, mi ao menos extremamente dilH-
cil, uina loluefio amlgarel das presentes dill-
culdades, vai chegar-se, em un prar.o mas
ou menos breve, porcia breve, a urna solucau
de oulro genero.
Ksla convIecAoi que ninguem tem em maiot
grao do que o dictador de l.ucnos-Ayrcs, ni-
co autor de toda as caU'iidadcs que pesaui
sobre o Itio da Prata, e inquietam c ameacaui
aos seus vstanos, induzo-o a prcleudr trans-
viar na Kuropa c na America a piuiao dos
povos c dos governos, allribuindo ao -rtrasil
vistas de doimoacAo c conquisla sobre o es-
tado oriental, e aos defensores de Montevideo
proSlitulcBo a rssas vistas.
r.sti prfida Intlnuac^o j apparecc na im-
prensa de v.ii ios palies : os agcnlet do dicta-
espallnm acompanliada do hypocrita,
pela pazi tine Belleeom-
que s
pretendida manifestafao, a nao haver nisso
alguma dilliculdade especial.
lie umi siluacao t xlrema -
varia, i|ue se trausfurina uu
mida le.
A paixao poltica eutibia-
tlngue-se
. que morre que
locar a sua exlre-
se, acalma-so, ex-
Esse irlumpbo nao delxarla aos Orlentaesi ao
menos por mullo tempo, outro vinculo coiu-
111 'ini alm da doloma recordafao de urna pa-
tria dilacerada e escrava.
Conservando, pois, a digndade da delcsa de
Montevideo, prolongando esta defesa e solici-
tando combiuaeoes que llic permiKissim equlll*
brar a lorcainimiga, o governo oriental nao so
preeucliia c preeuclieu o de ver de sustentar I
Independencia do pas, mi tentando o scu p>s
to at mnrrer nelle, lenlo que tratoil de adqui
rlr, do nico modo posslvelt una policio que
o habllitasse & fater a spUcseo pratlca( pro-
ante *eus proprios excessos, I veftosa. dos sentimeutos c das vista* de que o
abaixo assignado julga apropriada a oeca- ante seus proprios estragos, e quando j abauoassignado leve S fortuna de ser orgao
siioquc Ihe oftereee esta nota.para repetir estos estragos tem chrg.o at a sola- j junto do governo imperial, que o hsbllltassea
S. Kx. o Sr. Soares de Som-a, que, dado o caso par a sociedade civil om suas bases prin-j poder duer, som ridiculo, sem d-sdouro, a po-
de que os aoontecimentoi lerem as armas Itn- elpaes na proprledade enaamla .a sal-lder dUercom luoceiso a todos os Orientaos:
penaos a concorrer directa ou Indirectamente raerlo dcsiasbase toma o lugar que antes oc-lfl Podemos cumbaicr, inai devenios abraear-
para a paolfleaeio do Kilado oriental, o por a- oupara o internase* a paiio o vinculo do par-- nos; podemos coiubater. mas para que baja
voraveis que essos acontrcimenios sejain aogo- tuio poltico. O partido comprelicndc cutio a patria para todos J>e necessarlo, IndUpensa
vorno que prvido, ha oito anuos, resistencia que ha alguna eoma mais solida do que estas
dopaix do mi na cao do dictador argentino, o luas exclusivamente polticas, em geral este-
mesmo governo se nianlor as disposres res para O bem, fecundas p ira o mal uno tem
que tem sompre manifestado ao deS. M. absorrldoaa (breas vitase da America Meridio-
Kstas disposieues que se acham consignadas nal; c COinprehcndeudO isso.so iuunolascm
om todas as notas do abaivo assignado, o par- esforco, naiuralmenle, sinceramente U0 alUr I mais he chitnera oudecepcao.
* da sociedade. O abaixo a^^iguido abundou
vel, que nao h tj i Oiicuiaes vencidos, Orlen
taes vencedores.
tira esse o nico camlnho que podi e pude
1 condusir desejada fusfio de iodos os Orientaes
srio da sua patria Independente, ludo
dor
de falso nter esse
prometi -, pelo ooiumercfo unlver
elle tianstorna, quo s ello prejud
A ignorancia da historia c dos verdadoiros
inlorosscs destes pai/.-s, em .ligninas partes;
dos osi iieccssarios meios de trsnspoil para ja paixao, a complcia c quasi I n conceb ve I ec-
os SCUS domicilios. gueira que pode prodiuir a pailfto poltica em
Art. II, Plcflo revocadas as disposioes Utras \.r> cusU liJ*"lo{ } 0"*".
n twr.lr.riri aquella em que jamis drvu osperar-sc,
Clil contrario. 'comrcam a scrvir-llic de echo.
Mandamos poilanto a todas as autori las a Km ,,refienPl ,ic .emellmiie siluacao. o abai-
quem oconliecimciitoc esecucHo da rcleri-; xo assignado, enviado extraordinario c minis-
da le pertencer, quo a CUmpraO 0 ra^nn tro plenipotenciario, o, ueste carcter, reprc-
cuoiprire guardar tilo uiteiramenU como sentante junto a S. M. o Imperador do Ilrasil
il- lia SO Colllm. SCreUrO do estado dos dosIntercsses de scu pau e da gloria e di hon-
npcocios da guerra a tuca cumprir, publicar 'a ',a dfetade Montevideo, Julga de sen estre-
e correr. Dada no palacio do Itio do Jaiiei- ^ ff^SS'ttJiSS'"TS?" PJ'J**"
ro.aos 23 de sgoslo de .851, 50' da loU- So'conselbWS^
Veiidcnciae do imperio. estado dus negocios eslrangeiros, urna mani-
IMERADn. con rubrica e guarda. fcstaeffo autbrntlca c solemne das vistas do
Itanoel FctizQrdo de Souza e Mello. imperiodo brasil, dado o caso de que .i. i.iii-
Carla de lei pela qual V. M. I. man la exe- cnldades actuacs condtuam suas armas ao ter- ] lula por um chef
liGUlarmente as que dirigi SobOS ns. 2l il. da sociedade. O aburo asigna lo abundan nestas explica
cmlSc2..lc abril de l^M. solio n. 78 em Nao he este um espectculo commum, por-Icdes quepodem parecer proUxas O J inulto re
do fevereiro de 18.:, e na memoria de 9ii de' que o n&O l.c em nenliuma pai le, sobi eludo ( pondas par o governo imperial porque deseja
abril de Jbji. pdem epilogarle dcste, os irassotdTas.asftacfio do"ftlo a Prati. Ique nao liquc nemsombra de duvida iobrs as
modo: Aquella iranslorinacio que se optrou com-1 pretencoes do goveroo que tem a honra de re
O governo oriental pretende: I pletameiite em Montevideo, que o abaixo as- > piesentar.
Que retiradas em sua tolalidado as tropas ar- signado ere firmemente, e se letlciU de d li-lo U abaixo assignado se compra/, em reiterar a
d
dos
indo
oular o decreto da s>semblca geral, quo
houve por bem sanecionar, lixando as lor
ritnrio orienlal.
O abaixo assignado solcida esta mar.ifesta-
ella
goiitinas, liipiom lodos os Orientaos, sem nen- esar verificada na mal...
huma excopean, llvre dessas c de qualqueriseus compatriotas, que a antiga lula de t umlia
outra coacoo eslraugeiras. ; I colloeou no campo do Oribe,que na aclua-
\iue urna amnista completa c um completo I lidade se aununcla lambcm. o por actos nota-
esqueclmenta cnbrfio todas as oplnifiea profos-l bilissimos, em algum pomo do proprio u'iri~
sadas o todos os actos pratcado polos Orion- totio argentino, entra por niuilo na completa
taes durante a lula, sem ncuhuma ixeep- I boa le, na illimitada boa f com que os dclen-
ciio sores de Montevideo rcdUXCIU todas a suas pre-
gue se rrslilua a SCU! legtimos donos toda a] teures SSI vacila da independencia_do pal, e
propriedade de ralx confiscada ; I lie lia que Ibes da o valor s abnegoslo que rc-
Que( collocidos nessa Sltuaclo, procedam lo-lqueroin lodos os novossacriljoius que o conse*
dos conforme a logislac.io exislcnle, livre c-, guuienlo dcsic ubjcclo supremo pode cxigir-
leicao di assemblea geral (|iic tem de eleger o I Ibes.
presidente da repblica ; i\"ada pessoal, por parle dcllcs, determina a
Que o governo assiin eleilo soja o governo j sua actual resisto
legitimo do paiXi para lodos ;
Ouc as vluas, as propriedades, todos os di-
renos dos habitantes cstrangeiros scj;io cscru
pulosamente attendldtfS c gaiantidos ,
Que, conservando a repblica o sagrado di
reno de asio, touicm-se, nao obstante, med
das de precaucao siiHicienles para que os cmt
gados politices nao pciturbcm a irauquillidadi
dos Icintorios liulrophos
Se as circunstancias ihc mrem favoroveiSi
governo orienlal pretenderla mais :
(Jilo os poderes asignatarios da conven^ao
de iS8 touiassein, do accordo com a repblica
medidas efllcases para que o presidente oleiio
quemquerque fosse(eao menos aquello qu<
legalmente o lubstltuisse no praso legal, tires-
se upoio d.>s mes nos poderos para governar
lodo o seu periodo constitucional ;
Oue se titate de dlretto internacional, sto
he, que fosse garantido polos poderos assigna-
larios da convencAo de i8l'8, o por lodos os ou-
tros cojo concurso para Cbsc lim I >sse possvel
ohlcr, a iuviolabilidado da propriedade parti-
cular.
is o que elle pretende ; isso, c nao mais
pretender por favoravels que suas circuns-
tancias renbaiu a ser.
O abaixo assignado loma a liberdade de re-
petir lambcm oque tem j dito, por diversas
occasies, Sr. Kx. o Si. Soaies de Soma,
Os defensores de Mouiovldco nao tem toda-
va candidato algum futura presidencia da
repblica.
So apoloj nao promovem o triumpho de
ucuhuma pereonalldade: he o prlmelra dos
uossos partidos que lula sem chele, que niio
procurarlo
e,i de ierra para o .11.10 lln.ncoiro do 1852 KiS H^!r,ikl"eh.U-m,.,n.?doSq? e"
. 80:,. ...raPV. II. I. ver. Carlos An.omo Pe- S^jSBLTS. ^Vii^^Z
Ira de Barrosa fez
Commando das arma::.
verno, nem a elle, para ter perfeila tranquil
lidade, quanlo s vislas do brasil na prevista um combate do uito annos o tem puriticado
I. sto, que podoria chamar-SC com proprio
dade um phenoincno, explica-se perfoilamou-
te. A altura da lula, a iiiiiuensidadc do sacili-
eio, o tamaito do iiifoituuiuc das calamida-
des colloctivas e individuaos, das ruinas collcc-
livas c individuaos, o logo, o sanguc de
eventualidad*:
tirossc do Ilrasil, ijuc doiiiiiiain a poltica do
ORDEM no Da S, 10. de S. M.
O marechal decampo graduado, coiniiian- Juslica tilo plena como a que csperatii mere
ante das arnms, para conhecimento da guar- cer de todos os que, liavcndo tratado 10111 cllcs
"taoe efleilos necessarios, publica o.viso do sobre os negocios da repblica orienlal, sabein
ministerio da guerra de 20 de setembroproxi- que a independencia absoluta e real dessa re-
ino lindo, que por copia Ihc foi iuderess.do publica, sua patria, he um dugma sobre que
pilo Enn. Sr. presidente da provincia em dala "1, adinillcm transacc.1o alguma, que tem es-
de honlein. lado c eslao intclra c conseiencfosaincntc de-
Tcudo dado parte de promplo o Sr. segundo cididos a sepulur-se as ruinas de Munlevi-
tirurglao em coinmissSo einprcgado no bata- do antes do que consentir, em proveilo de
lliao n. 10 de infantina Dr. Miguel Joaqun) de <|uein quer que seja no menoscabo dessa inde-
t>astioMase.rcnha., que era considerado doen- pendencia, c que em todas as circuinstancias,
le. Determina u misino marechal de campo com- '"fio das maiores angustias, miserias e pe-
nandanle de armas que passe a ser cinprega- f'l!1". e ho explicado com loda a boa l
o no hospital regi111enl.il.
nunca Bseraiu a uiiiguem concessao uem lllu*
FOLHETIM.
de tod 1 a porfo egosta dos partidos
Est na ndole dos partidos aspirarcm ao cx-
erclclo, ao monopolio do poder ; tros brsilei-
ros, feliics Mili o throno americano, em tal
grao que s pudoriam comprohender leudo vi-
vido a vida da dictadura desse honiem, aquom
para oppobrio da America, sc chamar-se
grande Americano, ho de eslranbar, ou mais
exatainenie, ho de considerar como retinada
lijpocrliia, que um partido poltico nao faca
queatio do poder, e, se lessc preciso, dtse
seus vulos ao candidato de um partido contra
rio, com a nica coudico de que esse candida-
to u'.'i se apoic no cstraugeiro, n>0 governe
peloeslrangeiro, para o cstraugeiro.
E, lodava, isso c mais aioda, be sincero ; he
estraiihavehncuic sincero da parle dus que go-
vernao em Montevideo i nao s renunciaui ao
poder, scuo ale ha anuas oereccram admit Ir
Uesistem U. Manuel Oribe, tal qual se apre-
ScntOU dianie dos maros de Montevideo, nao
como pessoa: reslstem-lhe como prlnciplof co-
mo svmbolo, como svsicma.
Se opatt nao len o dircilo de eleger livre
ineule os seus gove liantes, o palz nao he
pendente.
Se as baionelas cstrangeiras llic impOcm um
governo, se ellas dccidem di sua U gilunidad,-,
o pai uo be i 11 Irpciidcnlc.
Se as balonetas iue llic luipoeiu um governo
sao os do dictador llosas, Impoeiu-lhe, alpi
dlsso um svstcuii.
llalli, n repulsa del). Manoel Oribe, como
sj uiiioio de snniqullaineuto da Independencia
da repblica,como symholo de um sysiema
que seccana cm suas ionios a prospertd-dc do
paii, de um systema opposlo auS us c as con-
diedea da sociedade civil.
I)jIi a exigencia iudiulinavel da evacuaoio
completa* previa c 6 ni fule, t\o territorio on-
ental polas tropas argenliuas,
Se os OrlentacSi llvres dessa c de toda e qual-
quer ouua coaco, seguros om sua vida c eui
sua propriedade, rehabllitassem a I). .Manuel
Oribe, oo que parece e, sem duvida, he iui-
possivel o chaniassem com seus votos su-
prema iuagistratura( os defensores de Monte-
video se buuiucuci'iam, como devora, vontade
nacional.
Se, por sua parte, I). Manoel Oribe nao so
submette deciafto da nacaoi se persiste em
derivar o seulitulo d-s armai e da votilidc do
dictador Rosas, que cm IS13 o condu&io ao
os defciisores do Montevideo
S. Ex, o Sr, Paulino Jos Soares de Sm/i
protestos da mi maii disiiucta cousIderacAo.
hndrii Lnm$.
N. 3. MINISTERIO nos NEGOCIOS RSTRAN-
GEIHO, KM DE JULHO DK iSji.
O abaixo assignado do c<>iiselho de S. M. o
Imperador, ministro o secretarlo de estado dos
negocios eslrangeiros, recelieu a ola que om
data do i? de abril prximo passado sb n. II,
itio dirigi o Sr. D. \udros Lamas, enviado ex-
traordinario o ministro plenipotenciario da re-
publica oriental do Uruguay.
O governo imperial fies inteirado das expli-
carnos que se conten na dita nota, sobre as in-
lences C vistas do governo d i repblica ni Ion*
ga c calamitosa luU que tem sustentado. En-
londe (pie as dlsposlcdci quo tem manil'o.lado
e manifesta o dito governo, eslo inteiramente
conformes cuinos seus dircitos como oslado in-
dependente, com a convenci preliminar de
par de 27 de agosto de IfriH, o que smenle a
su* realisaco pude ira/.or a pase a tranquilli-
dade ao Estado Oriental e a seus vizinbos.
O governo Imperial julga desnecessaria uina
nova uianifestac j das suas vistas para respon-
der aquellos que pira seus liu-t I lio BttribUCOl
."il-. tllenlos de douiinaco e conquista sobro o
Estado Oriental.
Toda a discussfiohavid com a legaciloargen-
tina no Km do Janeiro cm diversas pocas, re-
lativa Independencia do Hitado Oriental, as
repelidas deelaraedea leias pelos mj ais tros de
S M. o liiperador as cunaras legislativas, a
falla com que o inosuio augusto Senlior abi io a
assemblea geral legislativa no da '( de uiaiodn
corrento auno, io actos muilo solemnes pata
que poisam ser postas cm duvida, c quando o
fossem, essas duvtdat nao mereceriam rea-
posta.
As palavras daquetla tilla; londo semprc
por umdever respeitar independencia, as ins-
tltuicOes c a iutegridado dos estados vitinhos,
e mili' i se envolver de modo algum cm seus
negocios Internos, na idixem smeuto respci-
to ao Kstado Orieutal, mas lambcm ttprovin-
cias Argentinas.
Tal bo a bise principal da poltica do gover-
no imperial polo que respe!ta aos estado- vi/i-
uhus, qualqucr que Sfj o curso dos accontoci-
mentos ; b ise que a respeito do t*iado Orlen-
Estado Oriental, .
llic rcsistii i perduravelmente, ai pereceiem I tal se acba consagrada c explicada na conven
com as armas na mo procura rao, como at | cSa preliminar de paz de 27 de agosto de !fl
osoubesse. para si, era bem que anida nao ti-
vesse confessado isso cu vos alta a si mesmo,
NOITE EMBARCO DE VAPOR. (*)
(roa lzon GuxniN.
o mesmo a avanza, prudgalidade, elle con-
servara, e at augmentara as numerosas he-.
i ii.. -. que por parle drlla tivora. Sua mulherl mu mancebo de um carcter rido, porcm j
acabava de morrer. De scu casamento nao Me atormentado de pensamcutos de especulacAo, c
todo recbeiado de discursos, que firojava o es-
crevente de notario a duaa legoas do disiancn-
i r-i.i v,i senlo una cncaniadora fiha de desasis
anuos, a qual elle por uina mistura oxtravagan
le, iniutolligoute e todava mu comoium nos
soldados velhos, do amor paternal c de coui
mando brutal, fazia desesperar com suas cxi
gencias iiiiui is vezes ridiculas, falsas em prin
cipios e semprc pretextadas por um iuleicsso
decoracSo, ;-> um Ul mudo de amar iossesubs
tituido pelo odio, apenas se uotaria urna |-
geira diliercnca na forma c alguma. vezes no
-l f0'0"?1 Duferrler fasla parte dessa collce- effeito.
ira ^",5',,<'* BUperiores c gmeraes, cuja fina herdeira bella e rica teria bastado para
"Uidadcto vaidosa quanto evidente, at mes- fazer com queum grande nuincro de niance-
la"' ^*fr*-8 C5I*'r'l0S '"ais prevenidos, om scu bos, aspirasscn ahorna de ser recebido em
vor, faria duvidar do genio daquelle que os casa do coronel Duferrler, se esta nao tivesse
ovou a esta alta fortuna militar, se se nao en- lido e como elle mesmo o izia, urna grande
*'"c irin de guerra nao querer a inalor parle das a presenca dos mancebos o impedia de enve-
voVd 'rnaoC5ieculoreB corajos;s, por^m passl- lliccer, e o uiolhor uicio paraoseduiir cunsi-
lodo vonla,lei poderosas, afcn de que lia, em comar-lhe a historia de suas campa-
iiuetV ",enor dc 8CU8 si8nac* c sem mesmo nhas, ou em IIson]ea-10 sobre suar maneiras c
"ten ^arci"",c' ni>rchiiseni como um so ho- gustos de rapaz. Elioclivaiiienic todos os man-
esse,nrViIClirl "lorlr* O coronel durante cebos Ihe agradavam Mulo para a lillia, ao
,fi"oo de quiue anuos que conservou menos para si mesmo. Aquello culo inlelleclo
lo.'i ,|9*'UrCCUr8 l,antoi vc,no' despojos c
IV.
era hcrmcticamenle tapado, mus cuja riquezi
I i ------------------- -. w i M I I i -i LIO IIVIIIIIII1
Plo ofer? tP "a linha sido 0,)riB",o era iguala estupida raiuidade,agradva-ll,e poi
eanisradu como uitos de seus anegos que, dizia elle, julgavavam-no deinasiadamcu-
Ibciro de nd'a|fllr <''Ua'' un,tt vllll (lc cava" te sobre as apparenclas c no fundo valia quan-
outrosqUecB."'1 Srm culdl,r mad" qut os lo pesava em ouro ; um segundo que viva vi-
chainain UnSS^SSt Q ra' dc 8,0li;,< aque dadesregrada e multas voos cynlca, porque,
veio a ser cum civVU ','"'",ero com" assegurava elle, em seu lempo tinha vivido do
dadede casar coin 0,'rll ""ha tido a lelici- mesmo modo ; um terceiro, cuja riqueza toda
dade nue Ihe rnn.."M "mlher rica ; he ver- consista em seu espirito c talentos, porque
das doin"J",,,,ar',,t^
O coronel conclua do lodo dcste individu
que elle ora dolado de um juizo sublime, de
un mrito iinuienso, c que nao podia deixar de
fazer uina boa casa.
I\o coutente com recebe-in rm sut casa 20
menos urna vez por semana, elle ia fazer fre-
quenlcs visitas ao escrevente de notario, pois
agora, para rcistir-lhc, qualquer ponto de
apoio que Ibes oltercca a civilisac.au c ahuma-
nldade.
K a<|ui cabe dizer, bem que brevissimamente,
que o governo oriental piocurouc derla pro-
curar apoius externos, porque sem uina inu-
dauca favoravcl cui sua siluacao. som que Mon-
tevideo adquirisse lora uassuas murathas uina
cooperaco que reslabclccessn corlo equilibrio
enlre o seu poder c o do seu iniungo, toda a
tentativa docuueiliac. era palpavclmente um
desdouro, urna 'dogradaco mais que intil,
poKjucera tambom um peiigo.
O dictador llosas se exclua pelo scu objecto
C pelo seu systema.
I). Manoel Oribe, por sua dosgrara o comple-
ta submisao ao dictador.
Montevideo eslava prostrado, c os Orientaos
me exlttlain no campo de Oribe, oppriraidoe'
pela forca pala Ibnuua ds armas inrasoras.
Mes te esta.io. tod tentativa de eonellfacao
entre os Urienlaes era uun tentativa nobre,
poim funesta.
I'ara ser luuesta baslava-Iho sor csteiil.
.Sc'in-hia, portn.alai dlsso:
Porque o mesmo puro e patritico scotimt n-
Nenbuin governo so liga espontneamente
por declaracoes lo IVancas o repetldasiquando
! abriga pensamentos con ti ai ios.
t> abaixo assignado julga ter assiui respondi-
do satisfactoriamente, notado Sr* Lamas, t
prevalece-se da oppurtuuidade para reiterar-
Ihe as expressoes de sua perfeiu ettlmae dis-
iiucta considerayao
Paulino Josa* Soiires de Sua: i.
/.fjpifo na repblica Oriental do Uruguay m Ih-i-
td. Hio de Janeiro, o d$ julho ti: |8I(.
O abaixo assignado icoebcu a couteslaeio
com que S. EXC. oSr. senador Paulino I Sos
rea deSouta, to oontelbo de s. M., ministro o
secretario de estado dos negocios eslrangeiro
scrviO'So responder ola desta legaco u. lili
[de l- de abril passado.
I Itccoubeccndo que as palavras que S. M. o
Imperado i se diguou pronunciar uo da 3 de
mito uitiuio, na abertura daasseuibla geral
legislativa, dispeusavaiu, por si sus, toda outra
manifestando sobre as vistas d> Brasil quanto
aos negocios do llio da Prata, o abaixo assigna-
do osla terto de quo seu governo, a quem sem
demora val ihr conhecimento da contestaco
de 5 Exc. o Sr. Soares de Souta, -- achata so-
i abaixo assigoado lema honra de reiterar a
8. Kxc. o Sr. Soares de Souza os protestos de
sua mais distincta consideraco.
Andis I un-.
v'l)o Jornal do Commercio,)
PERMAIBUCOT"
Repartigao da Polica.
PAUTE DO DU i? DE OUTUItRO.
PoraIII presos : nrdeui do chefe de polioa
interino, o preto Clemente, escravo, por an-
dar fgido ; ordcni do subdelegado da fre-
BUCxfa do San Jos, o preto Mathlas, escravo
il.- loso I.opos de Mendonca, a rcquisico do
depositario goral; e do subdelegado da fre-
KUesIt da boa-Vista, ns poituguezes Antonio
Julio do Miranda, c Francisco dos Santos Cr-
rela, para averiguacoos policiaes, c a crioula
Felicia Marii do Motarlo- para corrccco.
IDKU DO 01 v l.'
Foracn presos : a ordeni do juiz municipal
da primeira vara dette termo, Joao Francisco
da Uuoba, sem declaraco do motivo ; ordoiu
do delegado do prlmelra districto tambem des*
te termo, Joo (..amulo do Santos, para re-
cruta, Jos Candido dosSautos, para averigua*
ces policiaes, e Antonio l'acs Barrcto, sem
>: ii i i do motivo : ordcui do subdele-
gado da treguoza do San ir el Pedro oncil-
vt-s do llocil'o, Manoel Joaquim, por ter sido
encontrado coui um caivete do molla ; or-
den do subdelegado da freguezia de Sau Jos,
Antonio de M una. Luiz Ignacio Nunes, para
averiguarnos policiaca; c do subdelegado da
Ireguetla da Uoa-V'ista, Justiuo Alvcs da Costa,
por desordem.
DEM OO OA \A.
I o.mi presos: ordeui do juiz municipal
da primeira vara, Miguel Joaquim do Prado,
por estar sentenciado; ordcui do subdele-
glo da IVoguezia de San fre Pedro Goncal-
ves, lloaren tura .Manoel da Paixao, para ave-
riguaees policiaes; c do subdelegado da
freguexia de Santo Antonio, benedicto Antonio
dos Ucis, para cyrrccco.
JURY DO RECIPE.
I.1 SESSAff OUIHNVaiA KM lU UKOUl'U-
lilt OV. IH.
I'rcideiicii do Sr. l)r. .V*i.
Vrnmal,.r, u Sr. Dr. Abillio Josc lavares da
Silva.
A's on/.c lloras da nianba. fcltl a cbaiuada,
achaiu-sc presentes 3'J Srs. jurados
O Sr. /'mii/nilc abre a leMO.
I'rncede-se .10 lorelo do consclho que tela
de juluar uo reo M.moel Aiidrc' acceusado pe-
lo crime de teutalv.i de inorlc c ollcucas pliy-
llcas yi'avi'S.
S.hem sorteados o* Sr. i .los l.ourenco llas-
lus, Lu/, de Kr.uiv'.i de Ohvi'ira l.ima, Vlrissi-
1110 .Viitonio de .Mallos, Domingos lleuriquc
Mifr.i. GuiUvo Jiuii do Reg, Jos da Hocha
l'.iranlins, barita de C.ipih iiibe, Gabriel Allon
la Blguelra, Cliri.lovao Sanllogo de Uliveira,
Mi'mii Ir un.li t^iii'. dos Aojos, r'raneisco Ma-
niedc de Atiueida Junior c .Manoel .1 n jhimi
l'.ies Harreto.
Prestado o juramento do eslylo,
USr. PrttiienU fax ao reo o se^uiute
iirreaROGATORio.
Jiii:: Como le chama ?
Itvo : Manoel Andie
Jih: : S.ibe porijue est proeessado i
Ufo : Sei, llin, senlior,
Juir : Qual lu o motivo ?
Ho : i-or via de urna bebedeira que us
loiuaiiios, morando eoiu o dito l'edro Jos cm
easa.
J111: : Por lomar smenle una bebedeira
be que l'oi preso?
fleo
lu:
. 1
Jais :
Ho
Jiii::
.'o I
Juiz
lt.;-, :
amasia.
Jai,:
tu..
lu
Sim. senlior.
Busque dia loi cssa bebedeira^?
-- Srulior. cu nao cstou certo.
Pol de noitc ?
llucm (uc foi.
-- tui <|ue lut;ar morava esse Tedio
Na Capiniga
-- NoiaVI sconi n senlior ?
Moiava eu. elle, duas lillics c su.
Como se cliamava cssa amasia.
~ b.uiava*H Eugenia
O senlior n$0 ferio nessa noitc a ca-
se l'edro Jos c a cssa Eugenia .'
Reo : --IVao, senhor.
lui: : .\,io fui luterrogado pelo subdelega-
do da lloa-Visia 1
Reo --Ful siiiisoiilior.
uiz : Kildo declnrou pcranlo ello qiio
Iijvii lerido a osse l'edro Jos com un
faeSo i'
Reo : .N'.lo senhnr esse liomcni sumpro
foi mi' 1 traigo 1 delle
Mi : Na noito am quo liz lomara esaa
licbe.luira. lulo lev.: nina discuta com osse
Podra Jos ni occasio da ca:'
Reo : D,M q'l" Uvera mus au uM loin-
bro, vim a sabor dep 1 de 8 dias 11 por uina
I i li 1 il 'lli' 111 vim sim 1 mi 1 na ii'Ji'.i.
le o linha lomado por confldente dos deagoiioi
pateruaes que senta, din diai.'outoii-lhe com
a iilh 1 reousava de anteiuVi assoclar-ae a sen
plauosde easaineiilo e de tuluro. como socor
ro deaaaa palavras caberlase Indlscretasde que
as uiiiiiieres sabtiu lio li iltiliiienle faui uso,
dede sua mais tenra moeidade, para ebegarem
a seus lins. Se Ihe f.llav. de um joven adv
vasto de sentido envido de uinbeiro que eoui-
poe seu diccionario gaulas-normando. Km
una esplicra dilleieule, o coronel era a respei-
10 do conhecimento das fortunas parlieul.ies,
urna veidadeira segunda edlcio da viuva l'n-
tiu, ^o se bala urna empreza em Pari,( que
elgisse acto de notarlo de que elle uo loubec
se algumas palavras ; pois o rserevenlc tinha
o cuidado delicado de so instruir por incio de guio, cercado de uina rica Ollentella, ella acn 1
.seus collcgas dos oulr.is carinos, do que po- va-llie a l'riui de un coligo civil, e rindo as
da iniercsjar a nova ineliiiinaco de Mr. Du-gargalbadas, dista que chairan ja a p.pe
ferricr. I vellios.
Elle teria dito a quem oquucsse saber que o A esta declnelo do coronel, o escrevcnle
elle o era, c dcbaixo do pretexto de l'allar-llie delunelo p.ii [.aduzcan, qut tamas nuiles se vi- nao deuou de feer umi cena caianlonlia,
de seus proprios negocios, quesliouava-o com reatis nove horas regularmente com bonct pois coinpreliendeu que a nuladc do ehaaeo di
uuiavliocalhicc deliciosa de velho oflicial re- de seda c cuicompaoliiadc um inullirr de na- rapariga em rigor poderla duigir-se a ti. mu
formado, que nao sabe cm quo oceupar suas rix grande, no ilualro da porta deS. Marliiiho, coronel fallara de um joven agente de cambio
longas lloras de enfado, senaocamiucauuo os I liulia tantas casas cm Pars, liuba lano de ca-, uu de um lilbo de baoqueiio. que inarcliava
negados silicios. O cscreventc que cnc'arava de'pild ganhu desde o dia em que cumecou sen- dignamente sobre as pegadis de seu virtuoso
longe o dote da rapariga, linba o cuidado de do ped jiro, ou cousa que o valha ; elle lena pai, ella .chava que um c outro eram degra-
dar cin lodos os fracos du coronel.) De boa ron-! contado uina por una todas as derrotas dos daveis .10 alalo c pesados a supportar como um
lade elle Ibc leiia feito dus livros de notas I cmpretiendedorcs dos quartciiocs do Frauda- sacco de sidos grandes.
do cailorlo um gabinete de leliura, una co I, ououlrus desta especie ; elle leri. dio coin Creancice, disse o escrevcnle, mas que
biblioteca altura de sua iniclligcncia. .Mr dilleieiica de cinco jenlimos someiile o que lal iuipurla culrclanto que redu/.a i rasan, como
Di.....1, 1 11 ola tomado una iiicliiiacao ma-1 ponte de ferro renda da por dia, hur. por lio- pai que emende a felicidadc de sua llllia.
ravilhosa para cssa glria inioUlligivel; cm- ra, sold por sold, para seus accionistas, Sun, respondeu Mr. Dulerrier, importa
brulbada, mas grosselra e nao menos atra- quaulos acciouisla havia e qual era o scu acabar coin isso; mas como me liei de haver
sada que o baixo brelo, a qual a despe.to de principal ; elle cunhecia a alta c a baila de lo- cu I Sabe quem quer por mando etsa doudi-
ludos os progressos, permanece consagrada aos! das as accOes cm loda. as empresas. Denola nlia, que pretende julgar por si mesilla do que
actos dos notarios c dos advogados >o elle mi da hislona, que elle mesmo senta que era j llic convem ? II. um espirituoso como case lou-
eoiiipriliendia que cllcs leriam devido ter o' um puuco velho, de seus servaos militares, c co ainierquc o Sr. tem encontrado em mi-
ilinil
das de juventude
Vidc o Diario n. 233.
pudor e o bom gosto de a deixar comas cabel-
lelras de rabicno dos seculos p.ssados ; mas
que se por um accordo coiuinuuic tcito a tem
eiiii-ei \ ido. lie porque com raras eacepedes, os
homens de jusliva ao mesmo lempo que tem
necessidade de uo seren coniprehendidos por
ninguem, levam e levarlo semprc sl ao ridi-
culo eate sentimeoio de rapaeldade, que de
corre em to graude c verbosos caracteres das
yo coronel, como futuro e fellcidadc para a li- copias de suas notas: duas palavras bcuidig-.^.
Iha, e um pouco egosticamente, sem que elle as do amalgama grotesco e Impudentemente j maedes de sociedades. Hullas veses mesmo el-J vente com um ar de negligente desdem
n dote cm pareeia-llie ser um louco agradavel com
como le nrriin ""5 aePo1'' succe- qual digna.a-ie .Igiimas veies de dvertlr-se
t orumanu acontece, a rclleio mas nquellc que entre lodos son ia a este bra
da compauhia dos rapaxes, estas cousiscram a nha casa, um artista, um liumein que fas II-
sua lellcldadc. Eu nao confundo com estas fe- vros, ou quadros, que uo fa nada ; em urna
deidades a que llic pruporcionava a lilil, por palavra eisaqui quem Ihe agradara ; mis nao,
que sendo de urna naiuaea muilo mais pro- nao he assim que eu emendo a vida ; convem-
lunda era por aso mesmo talvci muilo menos me para gei.ro un. Iiomcm que traba urna pro- consclho, serla ae apar w .' '"-,"" fllhl
lmpida, pois obscuiicia-se mullas vetes dc.llssao, anda que seja commcrciante mas u.n | cedo possivel. e o Sr. v.r.aque cntao sua nina
trlslciac detempeslades. Quaudo queraos- boinemque fat livroa! Tenha a bondadede di- volt.
quecer as contrariedades que sum 1 a res- aer-me o que be um lioniciuqucpasaaos das a
Aiuda se essas eabeeos mu miollo, conii-
nuoii seriamente Mr. Duferrler, viessem todas
a ser cabecas de ministros, ou smente de pre-
feloi, como as de fulano c sicrano, com o an-
dar dos lempos eu podeiia vir a entrar as
Ideias de nimba lillia ; mas qual! Por um que
cliega a dirigiros coiistlbos do re, ha de* que
passam a vida a faser romances.
Discoirc com muilu aoertu, dille anda o
escrerente, e pai mlnha pane perguoto-lhe de
que seivem rouiancos. quando uo ha liada que
seja mil na vida, em laclo de cscriplura, senao
as actas em boa e devida forma.
Ceriameulc coutiuuoii o cornele a I ti
lar-lbc francamente, teaho algumas vecs la-
mentado o nao ter liabalhado 0111 lunilla mo-
eidade om casa de notario. Ku me leria excr-
cido um pouco ao salnr do servico e agora es-
tarla frente do um bello ca tono, o que au
meii ver, he o que vale eslar a' frente do um re-
giment.
lias, Sr. coronel, seria uina grande honra
[i 11 1 mu n 1 111 ser seu genro, c isso seria o
mesmo. Porque nao cuida nisso '
Ab lenlio cuidado nisso alKumas ven, ;
mas mlnha lilba alalia lilha I O Sr. nao sa-
be como ella he Intratare! sobre este capi-
Coronel, taires o Sr. tenha leito mal,
pe 'mili 1 que Ihc diga, cm reoeber cm sua casa
a Mr. arnier. lie elle que lein inspiraJoasua
lilha falsas c fucatas ideias sobre os homens
de juslica c llic Icm iranslornado a caneca com
suas loucuras qnc elle chama seus peiisainentoa
do artista. So eu livosse que dar-lhe um boiu
consclho, serla do aparta-lo de sua esa o mais
Tenho-o recebido smente, pe{0-lhe que
1- nuecer as conliai ledaucs quo seulia a res- er-iuo o qu.: m um numen, m 1-.-------------,-------- ---".. .. 1,,,1,'h. .,
1. pello de sua lilha nica, corra .0 cartorio do passear c a fater livros ? A Al "?'* Pe' ? A. em alegar .eu. na
-joven esoreventc para fallar de autos e de for- Nada, ab.olut.mente nada, dlsso o escre- qu.l um lime... pode bun acerar seus passa-
-._..*..<____i.a.a.. ..i......... .... .1 !..., ,.n,.i un. ..i-d,-ni-ii.-.'iii.: desdem. lemnoi: mas do qual nao fax scu amigo inti-
MUTILADO


luis : Como se chimava ossa lilha de
Pedro Jos ?
fleo : Chamava-so Thereza.
Jtiis : N0o foi por causa dello quo o so-
ghor disputou com Pedro Joa o sua mu-
IherP
Reo : NSo senbor.
luis : -.Km com oss mesmi lilil que
Pedro Jos quera que voc casasae ?
Reo : Sim senbor.
Jai; : Depois dessa disputa com os.-e
Pedro Jos e sui mulher, nlo o viu feri-
do?
Reo : -- Ndo senbor nlo me lembro; cu
nunca tive ggravos desse homem nem elle
de iniin.
luiz : Dopois de voc preso, nfio disse-
ram que ellfsse achavaiti feridos?
Reo : So senhor.
luis -, Fui preso logo depois dessa dis-
puta :'
Reo : Foi depois,mas no outro di>.
Jui' : Quanlos dias lhe coustou que el-
les se achassem doentes ?
Reo : NSo sei dizer.
Juta: Mas ouvi dizer que elles se acha-
vam doentes ?
Rio : Ouvi dizer.
luis : Sabe escrer
Reo N3o .senbor.
Lidas aa penms do processo e Ondas as ai-
legajos pro e contra.
O Sr. Presidente, faz o rolatorio da causa
e entrega ao coasellio os seguintes
QUEMTOS,
PR1MEIP.A QUESTA'O.
I." Oreo Manoel Andr fci na peasoa de Pe-
dro Jos do Espirito Sanco osferiiueulos men-
cionados no libello afolbas 33 ?
1. O mal corpreo resultante d'etses ftri-
luentos produzio no ollendldo grave incoinino-
do de sade.'
3. O nial corpreo resultante dos dlloa ferl-
lenlos produno no ollendldo iuhabililaco de
servico por inall de um mes?
4. Os referidos ferlmentos foram folios com
tnstrurco de metal a Pedro Jos do Espirito
Santo?
5. Amorte deixou de ter efteilo por circums-
tancias lud.'peudeiiies da voutade do reo ?
6. O reo pralicou inorte o tacto, de que lie
jecusado ?
7. O reo foi impellido por motivo reprovado ?
X. O reo foi impellido por motivo frivolo?
t>. IJavia da parle do reo supriosidade em ar-
mas de modo que o olleodido nao podia de-
cudrr-sc com prubabilidade de rcpcllir a of-
tensa?
IU. Existen! circuuislancias alternantes a fa-
vor do reo?
SEGUSDS QL'STA'O.
O reo Manoel Audr fea na pessoa de Eugenia
Mara do Amparo os ferlmentos mencionados
no libello afolbas 3j?
2. O mal corpreo retallante deaies fe rmen-
los produiio i.a nlU-ndida grave inconimodo de
ttaude?
3. O mal corpreo |resultanlc dos ditos ferl-
mentos produiido iuhabilitac'io de serveo por
ltala de um mei?
5. O reo pralicou a noitc os mencionados Ic-
riinentos?
5. Oreo foi impellido por motivo reprovado.
(i. Ores foi impellido por motivo frivolo?
7. Ilavia da parle do reo superlorldade em
bexo.de modo ipii' o olfcndido nao podia deen-
dfr.se com prubibilidadc de repelir a of-
lensa?
8. ilavia da parle do reo superiorldadc em
lunas, de rnodo i|ue a oll.ndida nao poda de-
feu.ler-sc com probabilidade de repellir a
tillousa?
9. Ilavia da parte do reo superlosldade em
.trinas, de mudo que a uendida nao podia de*
fender-se com prubabilidade de repellir a of-
Icusa?
10 Eiislcm circumalanciasiillcnuaniesalavu
do ro t
O jury respoudo aos queslloa proposlos da
manrira seeninle: qiianiua prlmrlra qneslSn
o l,*2.e 3." i|ue!ilus sim por unaniiiidade; 4
e 5." nao por 11 votos; 0. sien por unantinida-
de:7." c8 sim por dn votos 9." snn por
uuaiiiinidadc; e 10." Nao par onic votos fulo
cxisiem clrounttMDciaa altemanles alavor do
reo.
(jiiautna segunda queslao au i., 2.. 3.", i",
5.*,8.', 7,", 8 e i queslloa sim por unani-
midade j e "|iiaii!o ao O.- nlo por onic votos.
desenvolvido o furor francez, e a victoria
nossa. Com ludo, preciso ter cautella:
agora crece-se de perseverancia para as.se-
guraros fructos da victoria. Pelo que se diz,
oa nossos expositores preparam-se a fazrr
frequentes ausencias logo que a entrada so
cuslar um sebeling; eo dia 25 est i ovarla-
vi-I monte lindo para iaso. Porem. persua-
di-vos de que oa inglezes nao largarlo os
seus baleos,, sampre dispostos venda, a
dar extilicacoes, a exaltar os seus produc-
ios, a depreciar os seus rivaes. Os no-sos
commercianles commelterio, pois, um cr-
io a tanto mais gravequantu 6 corto que o
baixo custo da mao d'obra as ofllcinas frau-
ce/as Ihos permiti luctar no p'eco de ve i-
da com superioriJade incontjstavel. Ouem
sabe se elles acharflo no comprador do com-
mon peo/le ( classe popular ) compensafo
dos rigores da aristocacia bi it innica? Pa-
rece cerlo que temiJo muito m a venda
dos objectos de luxo: mullas promessas e
poucas compras; lio verdsde que as promes-
sas obrigam dest* parte do estreito muito
mais quo em o uosso paiz, onde somos bas-
tante prdigos desta espocio de incentivos;
com ludo, temos a satisfcelo de mencionar
a renda do bello bufete de Fourdiuois. Dis
seram-nos que comprara asta msravilha ar-
tlaticaa duquoza doSunderland por 34.000
francos: esta senliora gasia toJos os seus
cabedaes cin compras de toda a casti do ob-
jectos: tolavia verdadecorrer voz da ser
para me servir da exprosso vulgar, testa ferro da rainha, a qual lie mu curiosa das
obras francezas, mas ri?oeiasingularisar-se
por este goslo que tem puuco de nacio-
nal.
A l'x i i i <; 1 i n3o lio so urna grandiosa con
ccp(3o; uiuilicn um bom negocio. Capa-
citac-vosdeque se as probabilidades fossein
outras, ap-'Zsr ila gloria resultante para a
Inglaterra os nossos visinlios nfio teriilo ten
lado a empresa: ao presente a batalbi esta
g-inlia o quasi exclu-ivamento com os recur
sos do paiz. i\a quinta l'eira 15 ( d.i maio ;
is emprezarioi realisaram, cuberas jiaa
deipezaf, um lucro de ceui mil francos; de
enlSo para r a icceila quolidiana de
6.500 libras esterlinas, termo medio. No-
tai que nSu anlra em cinta a ven Ja dos bi
2
__________________
Movimento do porto.
estatuas nSo commovem por aquello ti .lo sel
que Uo poderoso que extorque as ap>ro-i.
yacOes e subj-uga o esoirito Collocae bel- j Mol entrados no da 16.
los artistas de_corac8*s r8m"l.;f;oam*.parfr;uHaniburgo-- 40 di-s, brigue bambiirguez
Olindaa, de 292 tonelladas capitn i
quos cheirosos das vossas villas (caza de
campo ) essas formosas estatuas de marino;
re branco : a la lancar sobre ellas o olliart
lnguido por entro auas palpebras pdicas ,|
as ravislir de um manto que cunvem a
suss gra;is efeminadas i o altivo sol, que
prescruta com vista curiosa, as sombras e os
relevos de um mamore nlo lb>s qualra.
Quero vo-las as ras umbrosas de urna lio-
resta, ou nos recantos discretos de um tem-
plo semipago Mas, ai que mo occorre um
Wiepert, equipagem 13, carga fazenlase
mais gneros ; iN.O. Uiebor & Compa-
nhia. l'assageiro9, William Stolzenbach,
Barthold Framcke, J. B. Vollmaier, Roi-
doluh Kruckenberg. J. H. A. A Sclireiber,
Carlos Muller, M. II. II. Ilorders, Augusto
llebeaez, C. K. Buchholtz, J. Kleiuknuf,
J. Frederek breos, J. S. Dressler, II.
Cehliag, W. M. F. Scnlomor, 1. H. M.
Korn, H. A. Srlnni.lt
M!flt1?^f!!"^;.\l^^0J.U.!!,e."" Parah.ba -'- 12 horas, hiate brasileiro Exa-
lae.op, de 37 tonelladas, mestro Antonio
Manoel Alfonso, oquipagem 5, ctrga lo-
ros da mangue ; a Jos da Silvr Mendon-
ca Vianna. Passageiro, Izidorio Brrelo
de Mello.
Navios sahidos no misma dia.
S. Jo3o(Terra Nova)-- brigue iiiglez aGlaa-
llo milanez encerra asmis recentes pro-,
duces de arle italiana Ku diviso em a \
uniformidalo dessas linhai, tilo gaba-las, ai
inlluencia do nivel di oicravidao A artel
apraz-se de brotar ramos em trra livre.i
Seria preciso um grosso volunte para des)
crever as bellezas destas estalua9. Entra I
em primeiro lugar urna deliciosa ligura de
Primeiro ugar urna uenciosa nura ue nes caplflo n. |,uocan, em |BS|ro.
Susanna nobanlio. Como ella interroga de Jaoeiro .. bdrca jng|eza .|rdlle,
com a vista inquieta o concentrada o' bosque
dende soa oarruido de passos in lis'cretos.
A sim ingenua castida lo do antenulo lhe faz
subir a cor ao roslo. He obra de Antonio
Calli; Rodolpbo, IrmaO deste tanto pelo san-
gue como pela familia, apprcse.itou urna
Vestal na acclo de olTerecor roas ao sauli-
flcador: ten o roslo c >l> irto do vu, e toda-
va se v todo de baixo da redj marmrea,
mais transparente que a anebliui da madru-
gad^ crer-se-lia que a gente fada Mibli-
ou aquelle leeido de pedra, m lis lino e mais
precioso qui os das lu lias. Ha tres ostatuas
por osle goslo no silSo milan-z, o quo
diminue oentnusiasmo provando a existen-
cia de um processo, que lum lanU parte ni
Beslria da obra como a delicadeza do cuizel.
A mais bella dost is estatuas co n vcu, a
ladre emigrante do D-mocrito Candolplii;
a triste uiuliier dosl'alec-iu no meio da.es-
trada; seus tres lilliinliiis, u n chora, out o
bnuca, c otereciro soga o Icito dos peitos
ex'uiudos que em breve seccariTo esla
meio vendada com um voj quo pendo mc-
lancliolicamente para o cilio; pede es ola
com o olnar, com a voz, CJOl o gesto; pareo
pitao Dohald, carga a mesma que trouxo.
EOITAES.
mente O gusto do povo ingl.'z pelaexposi-
r'ii'i cadi (lia Ira/, invariavulineiite as mis-
tnas carass iii-siiis galeras, as mulhores-
Obn ludo, i inpenlian imsla visita mu in :
Uoiia obaliliacSo. Osconcorr?ntesao se-
xo masculino uo l8o cgualmenle assiduos,
por niuitos motivo', enne outros porque os
negocios quotidiaiios os reterooas docis,
nos esenpiones,no banco, e finalmente no
clubs, dentro da ociosidade bem como J
aclividade britanmea, No entanto a ar,s-
tncracia apparece todi 8 os das; p tolos os
lias fstiniula a CUriosidnde publica pela ro-
uiussa do alguma nova obra prima, ou na-
ravilha, para acrescen'.ar o numero de tan-
tas: assim 0 duque de Devoiisluio inindou
\ or o mais voluuioso ruhiui i|ue lia no
inundo : o banco da Inglaterra fez enllocar
no mostrador do joalbetro Morlimer a maior
barra do oiro al agora adiada na Cali-
fornia; um pobre dialio iran lo/., ex: tilso la
sun patria pela foiiic, descubri cst i riqueza
nono Estn slau: val mil libras esterlinas;
cistuu-nio a vol-a, quasi quo se malava a
gente em ipertes para a miraren! puru-n
miiuto : poique, n.sla trra o obj -co mais
caro captiva principalmente a admiracBo de
tOcxistena circumslaucas ailcnuaules a fa-jtodos; estini i-so as coisas pelo quo ellas
vordon'o. (valeni, nilo pelo que silo
O Juit a vista da decisao do referidojurv I ,
condernnao reo a 18 annos ile pilsao simples c I ""P"1 do 11 ..! longa digrQss.lo sobro al-
Iholes por toda \ temporada: quo o numero dizer; cu son desterrada, tenho Irez crc-
dosvisitantcs quando ebegar o preco a uai
sclielling sera itinumeravo1, porque toda a
gente se resina para entSo; quo anda res-
lam Iros mozos., e que Analmente o estado
devera pagar perto dequtlro milbOes acs
umprezanos para conservar o monumento.
ancas e um anourism i no coraco. n-Cho
re amargamente defronte oVsie bello mar-
more. Figurou-sn-me na i lo i ver pass..
por todos oscaminhos da Europa e di A m-
rica familiasinleiras, as proicriptas do
iniinlo. Amie no tmulo, do mesmo Gan-
tjue manancial de prosperidado inaudita! ( dolpbi, causa apertosdecora;3o, cono a c-
l'rouigios do espirito do rssuchfSo, sois .atigrada. K enciiili.loia a mil iti|iim
lesconheci los em Franca ou tentados por I guiando os pasaos de seu prosado menino.
mos indignas en especulares l'raudu- Ad.nirae a KurUiiei de tfarabesi: quinto
lentas. [da padece! I. eatia viliora, que jazesra iga-
Ainclinaao manifestada pela rainha ao d,SP0Mm, Orpliou, o poata, chegara mili
palacio do cristal esplic. superabundante- ? -l'H'troM.gui, Oiusepp>, Croff, Ab-
mulla corrcspcmdeiitc a ineUde *lo lempo ; pe-
na correspoii'leole, de couluniiiiliiie com o
urt. 40 iio Cod. Pea. aogro inaxi:,5 ''tl.
205 do mesmo Cpdt SO qtle*6'Jgou por duas
vettjt Crio, c levanu a sesio s 5 lua* da
larde.
VAUIftilA.<>l!.S.
EXPOSIC.VU UNIVERSAL DE LONDRES.
Em quinto nlo li-mos I CUDlinuaffiu das
observar,es 'le Mr. Ulanqui, tomaremos ou
tro guia, lambetn assas iiilelligenlc, procu-
rando, o mais quo nos fui" possivel, evitar
ro,etnfles, bein como as allusO^s ospeci .es
quo so podcni iiileretsaro leitor franeei.
O Sr. Alfi edo Busquet na segn la de suas
i:artas diz o seguinte, quando anda nSo es-
lava montada a ixposicilo franc za, nem
mismo completa a de outras naijijes.
Ao passo que a Franca cida vez mais s
cntrlncheira na pri neira ordem, a nossa vi-
smlia per.le terreno. NBo fallo somenteda
magnificencia, do goslo ou dautilidade dos
productos, quero designar o tododaExpo
Mrao, mesmo uo que toe ao complelo re-
mate: nesta parto nao pareco catar agora
Inglaterra mais adiantada do que nos
procede isso da morosidode proverbisl dos
operarios inglezes.- ai Dir vela quando 1ra-
balham encorporados, inimilavois quando
so restringen! e.-pcialidade que Ibes lie
propria,hesitam, andain asapalpadellas nos
trabalbos de generalidade e de ornamenta-
rlo de um lo lo: niio tem como os nossos o
genio da iniciativa, o ardor febril, con-
ceptu rpida e segura, a paixlo pelo bello,
cnthusiasmo instai.laneo, o que os italianos
do XVI seclo destrona ioiem Novar c For-
nnvo chainavam furor fiancoz. Em a
uotaabalalha inlustiial lemoa haoito das
um, e milito menos scu genro. Elle definitiva-
mente nao coma, nem U'in neuliiim lugar na
sociedade de nica conlieciiueiiio. Oemais he
impossivci (pie tenha sequer cuidado em ler-
ine por sogro 1 lie iiupossivcl, mcu charo I Se-
ria nina Injuria para iiiiui.
Nao be lie uisso, coronel.
Pensa acaso ?...Vamos la Todava loma-
re! Molido e ao prlroelro prclealu proporcio-
nar-lhc-bei una retirada, e em caso de neces-
sidadc ordenare! que nao llic abram mais a
porta.
-. Isso ser proliibir-lhe o coracan desua II-
Iha, bein como a seus collegas j o'Sr. nao lar-
dar a jiili;ar disso, coronel.
O leitur lera comprelicndido sem diMiculda-
desqueo iilerlucutor de Mr. Dufcirier nao
eraoulroque Tellnpa Auvroy, tornado escre-
veule no can tu. de um notarlo de Paria. Elle
nao tiulii sido bomem. bem como se tem visto,
para Jlcar muito lempo mesmo na aldcia do
ululo. Sru papel era ouiru elle linda uin
desses caracteres que se abrem caminho quer
bom, quer ino por toda a parle. Menos de mil
anuo lhe ituha sido sulcieutco que be ter
disposicdcspara mudar a ponto de nao podvr
nitis recouhecer seu are suas mancirasde pro-
viuda. Elle tinha tomado como por encanta-
mento em sui forma, em seu andar, em seus
?uns personai;i;s> qUe aja [,.m c. a PK.
: wi'cii/o aiictor continua dizendoque IIh
seria inipo-sivel enuneiar lodos os objoclos
do arte nnvos, ro.elndos depoil da sua pii-
meira caris, e amuntoadosem a nave princi-
pal, a Mais depressa se acabara a teia do
IVnclope do que similhanle trabalho. No
rallara) dos grupos lo esculptorl.echcsno e
do liclliisitno Satans fulminado por Mr. I)u
Selgneur. Lechesne gastou tres dias em res-
taurar urna de suas estatuas que a alfandcga
lhe eiilrogou em cincuenta polacos: feliz-
mente os pedacos estavam em melli ir esta-
do que os da immensa gnala de cristal e-
gialmenl quebrada por ... amor da ar-
to. O accidente sobrevimloa garrafa mona-
tro, no interior da qual podiam quatropes-
soas tomar urna rcl'eic5o, grandeinjnle li-
vroude. cuidado! os nossos excellenlcs vi-
sinbos, que nos invejao sobretudo as ex-
centricidades.
J vos disseqic lira-Jo de admiraijao linia
univer satnenle acclnuiado os producios en-
canladoios do genio italiano. EsUmos mui
acostumados em Franca a considerar como
nica em o mun lo a nossi cschola do arhei-
tectura. Eis aqu, poren, excellent* aitis-
tisquenos craui totalmenlo deseonbeciJos
cumpre todava fazer alguna |desronlos. A
oscilla italiana todava d* giaca, porem
falla-!lie vigor, forca: todas as suas, estatuas
parecen) obra do mesmo cinzel ; a inexperi-
encia dos recursos que presta a an-tomia d
aos msculos das dille-rentas figuras o mes-
mo aspecto de rolun lidade o a carnes tem
a mesma molleza. A nvenolo quasi nulla,
a ncordaQlo da antiguidado e o es-
pectculo das obras magtslraes do que esla
povoada a Italia silo as font-'S a que rocorrem
estes artistas; nada nelles indica o o lio ve-
hemente das tradicO'S acadmicas. Essas
bondio, Sangiorgio, Straiza e vinle on mais
que o,ti nita, porque tod is se roproduzem,
ciplivam a rnullidilo nos inglezes tilo rebel-
des ao eiithusiasmo : o mancebo moribundo,
de strazza, faz parar o coucenlar grupos de
senhuias mocas, promptas a cnteruecorein
so por um morlil sei.limenlul, mais formo
so iiueo i v i; Ou dia. o totalmente despi
do.Mencionare! ou um aciate d'i amori-
nhos, um racimo de cicrubins pandee tes, e
'liii-.i-iii-ni.-i.-i do mirmore lelicadamenli
Iavra lo? Pasa 'mus adianla: as horas ca-
miniiam; o lempo foge com azas mais rpi-
das que o penumentOi
0 sabio austraco cumprelienJe a mobilii
completa de urna Cas, offerecida pelo Im-
.....adir a rainlia do Inglaterra, sua prima.
Eis primeiro a casa do janlar; lulo all si
encontra, at as port.s de acaj macico, at
OS qoadroa de Mursill is que silo mui bellos,
al as alcatifas para os ps. A madotra
para esla niohilia sahiu das emmarauha las
selvas di Bihcmii oda Suabia. Os unalos
sao em geral carroga los ; exceptu a bibliu-
lliera, quo tem ligu inhas de goslo muito
pino no eslylo du socolo XVI na AHem mha.
Bala liviana oceupa o segundo lagar entre
os movis Isvrados i lia lamlicm o leito tam-
bem um tanto pesado, mas grandioso, com
e;taluas de meio tamanbo natural, colum-
nas torcidas, um docel rematado por tres
coroas : corpolciilos l es guardam os ps
do 'eilo o,ii quorepousara a grandeza da In-
glaterra ; o reliante a cisa do bilhar, a sa-
la, o toucador, lulo ailmiravcl em seu ex-
plendor um lauto g osseiro nlo passou por
allio bom goslo de MSI. Fourdiuois c Ta-
llan
llcvisla I niversal IMbonense.)
O capillo do porto d'esta provincia
abaixo, assignado em virtude das ordens
imperiaes convida a todos os individuos as
circumstancias do servirem na armada bra-
sileira, que quizerem engjar-se na forma
da tabella abaixo inscripta a comparocerem
n'esla capitana.
Capitana do Porto de Pernambuco 16 de
outubro do 1851.
Rodrigo Theoioro de l'rcilas.
Capillo do Porto.
Copia.Tabella dos premios para as prn-
r is do marinliagem, que se engajarom no
servico da esquadra, comformo pioponho
' 11 illi 'l-l a e.l i ih-i i. i.ra' ll i.; i i ao uia-
riiiheiro engajado, por sois mozos 20,000
rs., dem den por dozo mezos 45,000 rs.,
son lo 20,000 rs., no acto do engajamonto e
seis mezes depois, 25,000 rs. Cralilicaclo ao
gi-umelo por sois mizes 10,003 rs dem
i lem por dozo mez's 20,000 rs., ao ongaja-
dor por cada praca 5,OJO rs., sent o mais
cimformeo avizo do 21 dosetombrodalSl".
Capitani i do Porto em 13 do se lembro de
1851. Pedro Francisco de Oliveira,chefe
lo iiivislo, capillo do Porto, coniforme,
Francisao A'avier liomtoinpo, conforme,
n ollicial maior, Joaquim Pires Machado
Porlella. Est conformo.
O secretario.
Thom l-'er\andes Uadeira de Outro.
Pela administraclo do consulado pro-
vincial so faz publico, que no dia 21 do cor-
r>nte pelas unzo horas da inanhai se hade
arrematar em basta puhlici a porta do mes-
mo consula lo 46 garrafas de licor do fabri-
co da provincia a 200 rs. 9,200 aprehendi-
das pelo guarda Msuocl Ferreira .llaves J-
nior por extravio dos direilos provinciaes.
Meza do consuh lo provincial 16 de outu-
bro do 1851, ^
Antonio Carneiro Machado Ros,
cavallaria da G. N. do Itecife 15 de Outubro
de 1851.
Thomaz Jos da Silva Cusido Jnior
THKATRO DE S. Z4BEL
14'. BECITAIIA ASSIGNATURA.
Sabbado, 10 de outubro de 1851.
Depois de urna das melnores ouverturas,
pela orchesta, repreaentar-se-ba o multo
applaudilo e iuteressante drama em 5
actos ornado de msica :
A GUA^A DE DOS.
Aparte de Mara ser desempenhada pela
Sr'. I) Manoella Luccl, e a do Chonchn pela
Si". D. Amalia Monteiro.
Cuines, ir.i ,ii 8 horas.
Os bheles acbao-se venda no lugar do
13',
Theatro ele Apollo.
RECITA DA ASSIGNATURA-
.S'l'.'i l.l-i IS ilr.nlilllMi.il, I Si) .
Subir s'-eu i com lodo o aparato o mui-
to appliudido drama em 5 actos,
O UOMEJ1 DA MASCABA
NEGRA
Em um dos inteivallos a Sr. D. Carolina
cantara a bella modinha brasilea,
Arlorei uma alma impura.
Findo o drama soguir-so-ha a jocosissima
farca,
O Mus itii de uma Tragedia.
O Sr. Guimailes desempenhar a parle
que fez o Sr. Jorga, e concluida quo seja a
farca,o mesmo Sr. CuimarSes o o Sr. Cusa
cantarlo o engracadissimo duelo do ni ostra
da mui.ica, fazendooSr. Cuimarles a parte
[ da dama om caricalo, o o Sr. Costa no carac
ter do interesssnte amigo Pachorra O
Sr. Carlos Ricco por obsequio tambem em
um dos intervallos cantar a bella modinha
llespanhola,
O Cliarram.
O director Emprezario com este bello di-
vertimento variado, espera merecor do pu-
blico i' -11 a 111 li o ni i toda a |H ulorilo.
i.iiii- ir,i as 8 horas.
- ParaaBahi.jsaheempo.
eos das, portera maior parte ,
carga prompta, 0 hiate nacin?.
Amelia : quero no mesmo quMl.
carregar, ou ir de passagem, dr
ja-se ao mestre a bordo, ou a tra"
tar com Novaes rk Companhia
rna do Trapiche n. 34.
Para o Rio de Janeiro, H^
com a maior brevidade possivel
por j ter parte da carga prornpi,'
o brigue nacional Vencedor Cai
pito Cielo ftlarcolino Gomes r
Silva: quem no mesmo quizercir.
regar,embircir escravos a frt(e*
ou r de passagem, dirija-seaoca'.
pitSo na praca do Gommercio
a Novaes & Companhia, na ruado
Trapiche n. 54,
Leiles.
Declitruyoes.
COMMERCIO.
ALFANDECA.
Ilondimento do dia 16 l.181,170
Descarregam hoje 17 de outubro.
Ilarca ingleza Serafina mercaduras.
Ilriguo haiiibnrguez Olinda garrafoes
o queijos.
Brigue inglez Ayrshire mercadorias.
Patacho brasileiro -- S. Josc Americano o
reato.
CONSULADO GBRAIl.
Ilondimento do dia tal.. 6:77(,8V7
Idom do da IB........ 250,589
7:027, i 16
DIVERSAS PROVINCIAS
lien.lmenlo du dia 1 a 15 .
dem do dia 16...... .
611,707
48.4115
690,142
ItECI'.UEDOItU DE RENDAS INTERNAS CE-
RA ES DE I'EH.NAMllUCO.
RenJineiilodo dia 16...... 558,832
CONSULADO PROVINCIAL.
Dril limciito do da 16..... 615,837
Sr. dezeinbargador chefe de polica inte-
riiM desta provincia manda fizer publico, para
cuuheciinento dos iuleressados, que na cadeia
da cldade do Rio-Kormoso acha-sc recolhida
nina prela de nome Mara, que di/, ser escrava
de loo de Oliveira, residente na ra estrella
do Horario dest* cidade, segundo cumuiun!-
cou a esta repaiticiio o delegado d'aquellc ter-
mo, em ollico de (i do correte. Essa ines-
ina preta declirou no interrogatorio, a que
proceden o referido delegado, que com ella fo-
ram t mili-ni vendidos no dito Icruio os escra-
vos Francisco, Castao, Mara c Joaquina, to-
dos, perleuceutes pessoas desta cidade, sendo
que o senhor do primeiro era morador na ra
das Ciik'O Pontea; quem aejuigar, puriaato,
com ,1o iio a laes escravos cnuipareca uesta
repartico para inelliornientc ser instruido de
todas as circumstancias a seiuelhanlc respeilo
Secretaria de polica de Pernambuco, ll de
outubro de 1851.
Antonio Jos de Frcitns,
friineiro amanuense.
REAL COMPANHIA DE P A QUE I ES INGLEZES
A VAPOR.
No dia 21 do r u rente mez,
espera-so o vapor Severna dos
fonos do sui, c seguir d-ipoia
da demora do costume, para
Portugal e Inglaterra ; para passagem uiri-
ja-scem casa da agencia, no trapicho novo
n, 42.
--As pessoas quedirigiram requerimentos
o conselho de rovista da guarda naciona
do municipio do Itecife, que lem findadado
is seus Uabalhos, polem manda-Ios rece-
her em casa do secretario, no pateo do Car-
ino n. 9 primeiro andar.
1". B. da G. N. do.Mun icipiodo Itecife
I .ni virtilo de ordem snporior, o abaixo
assignado convida osS>s. Olliriaes reforma-
dos do dito ll. laliiao a apreseiitarem as suas
patentes, o quaosqner outros documentos
relativos a mes na l. N na casa do, ana re-
sidencia na ra da Unilo, at o da 20 do
ron rote, a lim de quo possam ter execiclo
os a/ts. 61 e 63 das inslrucfles do 25 de ou-
tubro de 1850. '
L. da C. Portocarrciro, major.
Em consequencia da ordoin do Exm.
Sr. i i ni -l,i n lame superior da C. N. do reci-
f, o major commandauto do esqualrlo do
r i;al.ina la/ rniisiin no Srs. Olciaes do iir-
livo servico e da reserva, para que atoo da
18 do correte apresentem neste commando
as suas patentes c mais documentos que ti-
vorem em seu favor, sendo as mesmas de-
volvidas ; a Ion do soreni remcttidas ao
mesmo Etm Sr.para pulerdar inleirocum-
! i miento ao que dcspoam os arligos 61 e63
das iiistrucres n. 722 de 2"> do Outubro do
1850.
Quartel do com uaudo do esquadram de
PUBLICACAO LITTERARIA.
3IIiIE^S \yJLsS--AS
Poesas de ./naqHim da Costa
Kibciro.
Sabio a luz, oacha-soa venda na livraria
da esquina do Collegio. Os Srs. assignan-
los pdem mandar roceher os seus exem-
plares em casa dos Ediclnres, na ra de
Hoza'o. n. 3fi. quirto anlar.
Avisos mariiimos.
cela. Tendo um espirito sem elevacao, mas que i que us prados tiiau'lons e a malta llrulard va-
nao era despido nem de urna cena facilidade j llain mais que os oito milfraucosc isso so terla
em englobar cin seu proveilo a boa f publica. I padido decidi-lo ao pagamento, se de uma par-
I-'clippe Auvray tinha encontrado o meio de j te nao tivesse contado que com o seu modo de
pass.ar por uma intelligeucia das mais seguras] rasar valer, um capital eia seis venes mala pro-
das mais vastas junio desta mulndo sem al- ducuvo cm escudos que em Ierra, e se de ou-
iii, rr s,oi [eiirii a,-.ni ,la <|ual Mr. Ouferrier
he uto dus typus e para a qual o que se chama
possuir a ciciiKi dos negocios, isto he a arte
de os cinbrulhar, resume todas as capaci-
dades.
Ora Auvray, eomo elle o tinha annunciado,
em quatro annos tinha-se posto em estado de
iiii ter mais necessidade do soccorro de sua
mil. Elle liaba chegado ao posto de primeiro
escreveute, com assenlo. em rpi didade de pri-
meiro ajudaule do pairao etn uin gabinete es-
pecial, donde diriga todas as molas do carto-
ro, onde sem cessar scismava nos salo* de
oceupar um da o lugar do nico rol,- que l'ie
i estiva 'iHi'inii'i que o lho da casa oceupa-
va-se no bosque de flolonha, na Opera e em ou-
Iras parles a dar um curso rpido aos fundos
coronel c dando-lhc a entender que o tinha
por um nescio, por si mesmo na primeira oc-
casiao retirou-se orgulhosameute, dissiuiulan-
do seus petares c levantando os hombros de
dO sobre estes iniseraveis cutes que nao con-
''cedein valor mural c garantas sociaes senao
tivesse reReclido que os prados s vans e quasi sempre passageiras doraduras
de vestidos ou s appareucias, nao menos falla-
res de a'guui estado rcpuliilo rico c lccuuUu
em recursos.
O coronel Dufcrrier lerii podido tomar para
genro um mancebo sem fumn i, mas de cora-
cao e de alia esperanca iutellcciual, do qual li-
vesse fuuUado o biilhaiiie futuro c que se ti-
vesse casado por iucliuaco c nao por calculo.
hile seguio a regra mais comuiuuide cuidar,
por uin egosmo que existe mu realmente, pos-
to que niogiieui o coplease, cm casar a hlha
Ira liarte, na i
i o ni trios e a inalta Urulard resgaiados nao lhe
serum pessoalmentc de iienhiiiu uso at a mur-
i da m.ii. Esta boa mullier tinha pnis visto a
mala bella parte de sua fatenda dcnilivanien-
tc peraida paras
llemais, c este era o golpe funesto, ella nio
linda aindj abracado urna so ves u tilliodepois
de quatrn annos que tinha partido. Ella lor-
iiMi-.e toda emugada c magra ; a cabeca co-
biio-se-lbc de cana. Faria d mesmo a urna
molino como mi i I un i Intu, je o appetite do
ouro ou do cngrandecimenio da proptiedade,
nao roubasse atea menor parcella de piedade.
bem como a paiso do roubo uaa estradas reaes
ou lias esquinas das rasoutra especie de ne-
gocios nieiie, dissemelhaute do que se quer
menores inoviiiicnlos, urna facllidadc que uo ca torio que Invcjava, Pcllppe animado pelas
posso inelbor comparar do que a de um lllus- j especulace* de todas as sortea das quaes o pa-
ire prestigiador. Com mais alguin uso, com tro o liuua feito testemunha, tinha tido
que seu pai linha hbilmente ainonloado. O J cre sulToca al os gritos os mais dilaccrames
notario nao tinha de nenhuma sorte desejo de jl do desgranado que se assassinar,
que seu filho lhe succedesse : elle nao querial As uperaedes em ponto pequeo de Fcllppe
para um Ido rico renov senao honras, c cun I Auvray nao podiam muito lempo convir sua
linio que o visse entrar como auditor no conse- I impaciencia de riqueza ; mas para sabir desta-
Iho de estado, morreria Comente, Esperando o especulares niesquinlias era preciso uma leus
tauva audaciosa ; elle o sabia, e nao era sem
alguma habilidide que a preparara. A lilha
do coronel Dufcrrier servia-lhc de ponto de
nafs um puuco de experiencia esse bomem de- ideia de fater por sua proprla coma, outras] mira,
via iiiiliiliitav'luiente tingar a faier sallar a mais estrellas e mais clandestinas. Ao prinoi- J Esta rapariga, bem que contra a opinlao de
laca da fortuna no grande jogodos negocios, e ; pi elle consagrara a isso o que lhe restava dos i seu pal, nao scolisse goslo pelas pessoas dejus-
no grande manejo dos beus alheios, com una oito mil francos dados por madama Fritau. Al-1 tica, aobava se lodavia em urna Idade em que
elegancia, com un encanto iuleiraiucnlc par-'guias opera{des progrrssivamente usurarlas |>s linpressdrs contrarias ou favoravtis so
liculares. com os ctenles de terceira ordem, c dos mais ordinariamente proinplas a enfraquecer-se.
Taes pessoas por meios mais ou menos lar- vexadoa do carlorio. tlnham duplicad i em pou- Vmcs. esperaran! talvez um conHicto entre
gos, mais ou menos expeditos, mais ou menos! eos metes seu peque o capital. Wo preciso di-' Garnler e o primeiro escreventc ; mas nao, as
pengosos para si mesmas, tornain-sc todas ri- ser que elle nao se aproveiluu disso para pagar cousas passarain-se mais simplesmenie, odra-
cas quando nao morrein a dous passos da cal- o relroda viuva do avallador. Elle sabia bem na uao eslava aqu Garnier compreheadeu o
-- Para a Parahiba saho empolerivelmout
sabbado 18 do corrente a muito condecida e
bem construida barcassa Tentadora Felts
forrada o oncavilhida com coberta e da me-
Ibor conslrucflo oapparelhada com todas
seguranza, seu dono O Sr. Manoel Antonio
de Jezus so responijabilisa por qualquer h va-
na ou falla que possa apparecer, e o frele he
mais cumullo do quo outra qualquer em-
harcaclo, 20 ou 30 por......lo, parte de seu
carregamonlo esta prompto e para o reslo
quem precizar dinja-se a ra d. Madre do
lieos armazem de Vlcento Eerrcira d
Costa.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Sahlr at o da 85 do corrento o patacho
nacional S. Jos Americano, por ter a maior
parte da sua carga prompta, paro o resto,
passageiros o escravos a frote trata-se com o
seu consignatario Manoel Alvos Guerra J-
nior: na ra da Cruz n. 4o, ou com o capi-
tlo, Thomaz Pcrcira Lagos na praca do
Commetcio.
I'ir 1 11 iilii,i,
soguo brevo a voloira c bem conbecida escu-
na nacional.lili'lalde ilepnmeira marcha,
forrada de cobre, portor grande parte do
seu carregamenip contratado; quem o res-
tante quizer carrogar, ou ir de passagem,
queira dirigir-sc a ra da Cadeia do Unci-
r o. 23,vcnda do Sr. Antonio da Costa Fer-
r ira.
Para o Ro de Janeiro.
Saliir at o dia 25 do corrento, o patacho
nacional S. Jos Americano, portera maior
parle de seu carregamonlo prompto, para o
resto e passageiros, trala-se cotn o seu con-
signatario Manoel Alves Guerra Jnior : na
ra da Cruz n. 40, ou com o capillo Tho-
maz l'oreira Lagos, na praca do Commercio.
Para a Farahyba
Sahe om poucos dias o veleiro hiato brasi-
leiro i Espadarte, por ter a maior parle da
carga pro npta, para o restante trata-sena
ra da Cadeia do Itecife n. 23, com Antonio
di C. Ferreira Estrella, ou com o mestre a
bordo.
Para Lisboa sngue com brevidade o bri-
Buo purluguez Conueicd ode aria, para car-
ga e passageiros trata-se com Tnomaz d'A-
quino Fonseca e lho, : na ra do Vigario n.
19 primeiro an lar ou com o capillo, no pra-
Qa do commercio
Cear, MaranliSoe Para
O novo brigue oscuna Brasileira Graciosa,
destmi-se a aquelles porlos, quem no mes-
moquizer carrogar, ou ir de passagem, di-
rija-so ao consignatario Jos Baptisla da
I o.i-.-,-1 Junior : ra do Vigario n. 23 segun-
do and ir, ou ao capillo na praca
-- Para a Babia sai at o lim da presente
semana, a sumaca nacional Fiar do kngelim,
por tero seu carregametilo quasi completo,
ainda pojo rrc-lier alguma carga e passa-
goiros : a tratir-se com o imstre Bernardo
de Sousa, ou com Luiz Jos de Sa Araujo na
ra da Cruz n. 33.
Schafheitlin&TobborfarSo leilio t
intervencflo do corretor Oliveira, d'um sVmV
de e variado aortimento de fazendas reci?"
temenle desoachadas : aexta-fejra 17 *
correnlo.aalOhoraada manhla, no'aeua,
mazem na ra da Cruz.
-- Joa RodriguesPereira, faz leilDo data
caixas cum queijos, recenlemenle imnon.
das de Loodres, uo dia terca feira 21 d
corrente, no caes da Alfandega, as i'o hora.
da manilla. '"
Avisos diversos.
--Hoje linda a audiencia doSr. Dr.ial
de direito do civel, na sala da mesma, ae ui
de arrematar por aer a ultima prac, ua
relogio de sima de irosa, bastante bonito
avallado por 30,000 rs-, por execuclo do
Jos CuiiQalv.'s Ferreira e Silva, contra Do-
mingos llabello da Luz escrivlo llaptisi,
piecisa-se de uma criada, lmentela!
ra o servico de compras e engommado, ds
urna casa do muilo pouca familia : na pon-
te Velha n. 1*.
Uma mulher de bonscosti/mes, seotTe-
rece para o servico de uma casa: a pessoa
que precisar, annuncie para ser procurado
ou dirija-so a ra do Livramento n. 33. '
~ Oscrodoresda massa fallida de Firrnj.
no Jos Folix da Roza, alo couvl lados pin
una reum.to : em casa do Sr. Thomaidi
de Aquino Fonseca, na ra do Vigario n.l)
no da segunda feira, 20 do corrento ra,.
pelas 11 botas da manilla.
A pessoa que tem annunciado pelo Dia-
rio, querer urna arrumaclo de caixeiro- di-
rija-se a ra do Vigario, casa n. 25, tere*
ro andar, que achara com quem tratar.
Precisa-se de um caixeiro, que toaba
alguma praticade venda, de UaI6annos
biasileiro ou puttuguez : na ra Nuri
11. 50.
A pessoa que acbou na igreja deSioli
Tbereza, em a noule de 15 du corrento, ubi
escnplura de hypollieca : queira entraga-li
na casa do solicitador Pinto: oa ra da Coa-
cordia.
-- Precisa-se alugar uma preta captiva,
ou forra ilusa, para servir em uma cusid
muilo pouca familia : paga-so bem : no p-
leo do Carmo n. 10.
Precisa-se de um caixeiro pira pada- i
re, que abone sua capacidade : na pt ac da
Santa Cruz, por baixo do sobrado n. 106.
Pede-seaoSr. Jlo Rodrigues da Silva,
que levo a chave du sobrado da ra das Cin-
co Puntas n. 42, onde morou, ejunlameatt
0 importe dosalugueis
napolen Gabriel Bez, embarca para o
Rio de Janeiro, os seus escravos seguintes:-
llelira, parda; Tbereza, Vctor, UertfioMo,
Jlo, Luiz,Joaquim, Francisco, Crile, Luiz,
Feliciana com sua lilha, sciihorinlia e Cle-
mente.
Pede-se encarecidamente ao digno eo-
1 nviiiio do Ibeatro de Santt Izabel, qos
por sua bolilla le baja de levar em scona do
pi inicuo dia que levar -- A Graca de Heos -
lovar tambcoi acomeda em dous actos-
Quena por lid mato caga por cujo objo-
quio lhe Mear muito agradecido.
Um espectador.
O Sr. Innocencio Antunes de Faria,'
queira ir pagar a quautia de 35,810 ra., que
se ,11 !i 1 a dever, sobre um vale que pcssol
a Jos Alves do Reis, com o praso do 30 dial, |
passado no 1." de julbo do corrente armo,
quando nlo venna pagar, tora de ver o asa
uo no todos os dias oesia Iblha.
Um mogo brasileiro, o qual tem boa
letra, alguus preparatorios, traduz, escrevt
o falla com perfei(lo a lingoa franceza,
quer-se empregar soja em que for, e mesaio
se pi 0,100 a ensinar para o mrto : oa praca
da Independencia 11. 4, so dir quoni he.
Retratos photogetiicos e de elec-
trotypo na' ra Nova n. 61, a".
andar.
pira o Mxico ou para a cadeia, nao sao com
prehendidos, anda niesiuo para memoria no
ootatogo dos pais que tem lillio para casar.
Filippe Auvray nao teudo mais 1 sua frente o
tnico concorreule que poda temer, nao dea-
presuu uenhiiiii meio para ebegar a supplan-
la-lo delnitivainenlc no espirito de 01 ni.une-
sella Dufcrrier. Hem apessojdo. elle procura
aproprlir-se instantneamente ao carcter da-
quella, cujo dinheiro ambiciouava, e nao con-
seguio dlsslmular muito mal o homem de jusli-
cadcbaixo de algumas furnias de homem do
inundo. Elle fea al um esludo para abundar
as Heias da donadla. Empregaudo um lor-
ncio atss coiiimuuis pessoas de successo po-
sitivo e su me. algumas vees mam Invejosas
do quescsuppe dus successos do espirito, elle
disse-lhc : que as circumstancias smente, e
pi une 11 .uoeote p ira si, segundo seu goslo, seus \ um alto esforco de rasao o tlnham podido upar-
0.1 liitii., depois para ella, sem a consultar uem r tar da carreira das letras, que lhe terla sorrido
em seu goslo, nem em seus habilos. tauto quanto a outro qualquer, e oujo sacrili-
(Ouanios pas nao ha que nao consultndose-! co, accrescenlou elle, linha-lhe cuslado mui-
O artista tendo de retira-se para os Esla-
dos-Unidos aviza a quem desojar os letratos
de perfeila semelhanga, que queira dignar-
so procura-lo por estes dias ero consequeocil
de sua breve demora nesta cidade. O mesmo
vende todos os utencilios perteocenles a es-
ta niaravilhosa iuvenclo bem cmoda tolas
as inslrucSos necossanas a quem se propo-
ner segui-la.
Quem annunciou precisar deumfof-
neiro, para o Rio Grande do Norte : dirja-
se a ra da Guia, venda n. 9.
Aluga-sa um osera vo, proprio para sr-
venlo do alguma obra: quem precisar, di-
rija-se a ra ostreila do Hozario n. 43, *8'
gundo andar, das 6 as 9 horas da msnbJs-
au a si inesm-is e abusando da dcil Inexpe-
riencia dai lillias, I ni. un 11 is em um espanto-
so futuro em eterna presenta de uin homem
que mui tarde aprcnderain a couhecer
las noites de lagrimas. Dos me perdoe, elle
chegou a firneccr em apulo de seu argumento
urna peca de versos dos mais melanclicos c
i nliiii.-ulaes, que lhe tinha arranjido sem 1I11-
quein a honra c em caso de necessidade a le as I vida a caridsdc negligente de alguma iulelli
liga, bom ou ino grado seu, como a urna bala! ; gencia potica. Nuiles de lagrimas e urna ele-
Mr. Ouferrier que nao se terla uiesuio disuado ; gia! Como lie que iiiadamesellc Duferricr nsVo
de ter a ideia de alienar amis pequea parle terla vultado sobre seu capitulo? Tanto mais
de sua fortuna em proveilo de um casainenlo,, que scu pai, sem de tal desconliar, ajuntava-ae
seguudo os gostus que elle suppunba sua li- 1 ao primeiro escreventc para conspirar contra
Illa uuioa; Air. Ouferrier que nao duvidava ella. Oque a tinha interessado euiGar^lcr,
que um dote assim collocado serla devorado nao era sua pcasoa, eraiu suas inclinacdes. Des-
em um abrir e fechar de olbos, por mais bri- de o moineuti que ella creo encontrar locllua-
Ihante que fusse, eslava pelo c-jutrrlo persua- ces Iguaes em Auvray, nao houvc rasao para
dldo que entre aa mos de mu negociante, de que o primeiro que nao via mais, r,o loase ea-
uiu banqueiro, de um notario, a inulher e o do- quecido pelu ultimo que aeu pai rccebia em
te nao podiam deiiar de prosperar, i.omcttei- casa sem cessar.
to uao se couta nesles dinereutes estados seuo Auvray nao hesitou inulto icuipo; elle deci-
aquelles que sao bem succedidus Aquelles do-se a comprar uin carloriu, o dqaeu patro
que revezes sbitos leyaiu para a Inglaterra, de Pars; decidio-ae, especulando? aobro uin
dute futuro como fazem quasi lodos os escre
vente, de notario de hofe, sem inquletarcin-
por saber como cumprlriain seus eiiipeoho
um ncu casameuto, cousa que emBn ju
iinposslvel. vicr a fallar-lhes mas he r
ftoje couvenciooada: comprar sempre; ,
cus ser.io os pas que refleclirao em favor u
fllhasque a maior pane dos jovens noiaii"
nao i,iii o lempo de se darem em taes casa-
uientos s bagatellas do seuliinento. Auvraj
Iralou pois cuiu o palro, o qual inosiruii-*
mu fcil sobre os lucios de pagamento que ex'
gia a eoormidade da soinma, a qual era
quinhenloa mil francos.
Apenas linham-se passado dous mejes, quan-
do fez se graode bulha em Paris do casaiuenw
de inad mese lia Ouferrier com Mr. tulipl"' *"'
vray. Os quinhenloa mil Irancos do l,r,f
carlorio foram pagos, disein, que no dia """''^
diato ao do contracto de alliauca, e assegur -
va-se al, ni disso que depois da morle do con
nel, o Juven notariu herdara urna soinma pe
inciios 1,'tial do dote. O que be posiuvoi _
que l'ilippe Auvray nesta euibnaguei de pr -
perldade, na cuidou em remetiera in" "
.mullique a I nit-miii i, i-.se da perda dus p
dos Ulaudions e da malta Brulard. C0111
pouco de verdade maligna, eu poderla al*
|'"iniuir vuu.iii: iu.ui^iij, cu |>.*------ .
segurar que o uotario esquecera voluatai
mente que tinha uma mil; mas Isso Pouc"',,.
porta. A boa mulher Uvera ainda um on
da. Ella soube, he verdade que sduiniequso-
do foi necessano pedir-se o seu conseuiuu
para o casameuto, que seu Blho, que seu r im
pe era, ha dous mezes, notario real em ra
notarlo na capital.'
{Oouiitwsar-ii-M'l
mi mi Ano


Atiendo.
militando un, de entra ocrescido nu-
C do" desgrasados credores do Sr. Jos
? Zl.u ATonVlligueir. Poreira de Bastos,
VannCr,et.rio do engrano denominado Quila-
bt?i e!D f,e8uezi,, d,Se.rinb.,e":5-.""."
. mho r pretende vender o aienciona-
engenho, par. seus ."..jos p.rticula-
i, ,.S que se lembre de ialver seu mons-
r ,11 debito para com prc, oj entrai
^um amig.vel coipo*ICo com seusin-
.lentes credores, pois que oenhtim cazo
ffio dalles: por toda estas plausiveis
r.oe,o pilo que demais pode occorres de
ri,o-, p ,;,n d mesmos Oledores;
,,.,, ei prejuizo da mesrr
"'."nuncilta, na qu.lid.de de um destes
0 ,,:... revine o respaitav
...flices. previne ao respei
i'^cialmonte peaso., que se propOeu
vi'l publico, o

Arrend.-seum sitio par passar a fes-1 Jos os annos da sua frequencia in-
dales : quemquizer, dirija-ae ao mesmo
sitio que achara com quem tratar
3
uVstJo esl'hypothocado ao pagamento do
2"rnc debito cootr.l.ido pelo pred.cto
r los Venceslau, para com a prasa,
sopor que ellefn8o possue outro algum
nlo
pre-
,iinl"p'or meioJo qual possa g.r.ntir a pro-
.... nmn ,,,.. elletrez
rjdade allegada, como porque
.nzes mais do que diz possuir, nao se-
ri. por corto bastante p.ra sitisfacSo
de todas sua. dividas. E como .por
mos fado', dentre essa alluviao de sedicas
tir.sdop.po", que jazem annos as car-
teiras destes nfelues exista urna na do an-
nunctanle, com o nome da letra, melhor ba
chamar-lhe treta, acceda por o Sr. Jos Ven-
ceslau Affonso Rigueira, na importancia de
982/659 rs.,a qu.l leve seu vencimeiito em
31 do outnbro de 1841 ; e bom assim, urna
outrado 16:516/096, lambem vencida na
quelle di., pertenceute urna senhor. mui
respeitavel desti prasa ; e p.ra que e n lem-
po algum ninguem se chame ignorancia
i corea do occorrido, faz-so a prsenle de-
cliraco, at que pelos meios judiciaes pos-
ta o annuncianle haver o que justamente
Ihedeveo Sr.JosVenceslu Alfonso Itiguei-
ra Poreira de Bastos.que com suas lagrimas
da crocodillo pode obter.
Por execusam da fazenda provincial
em o da 31 do corronte deoois da audiencia
do llim. Sr. Dr. juiz dos foitos se arremata-
rlo os seguintes bons: um sitio no lugar do
Poco da Panolis com fundos t o noCapi-
baribe bem plantado, e com b6> casa de li-
jlo e cal assobradado avallado novamente
em 8:000f. urna caza torrea Insumo grande
contigua.o mesmo sitio com quatro ja nel-
laseuma porta avaliad. em 1:500,000 rs.,
outro dito, dito, ditas na mesma foama en>
1.800/U00rs.|*um sitio no lugar ue Apipuco
com olera caza,planta de caplm.o liom ter-
reno.lem da estrada,avaliada em 6.000,000;
cuja execucetn promove a mesma fasendu
contra JoSo Baptista Prrci'S Lobo.
0 abaixo assignado faz scioute, que foi
chamado por esto Diario a comparecer na
loja da ra do Crespo n. 15 para dessolver
certas duvidas tendentes a caza do Sr.Anlo-
nio da Cucha Soares CulmarDes. A duvida e-
ra urna conta que se diz paga e aparece eui
debito da enorme quanta de 3600 rs.
Anlooio Joaquim Vaz de Miranda.
D. Mari. Flonnda de Castio Carrico,
viuva do (nado Antonio Francisco da Silva
Carneo esta procedendo a mveutario pelo
juizo dos OrphSos ; todo aqujlle que se jola
gir credor do mesmo cazal deve-se apresen-
tur competentemente com os ttulos que
justiliqueai seus crditos, para oque faz-se
o presente annuucio.
Desappireceu oescravo cri-
oulo de nome Roberto, de estatura
regular, magro, picado de bexigas,
pes grandes, ltimamente era ca-
Doetro no porto da ra Nova, fal-
la limito claro, he minio regrista ,
costuma as vezes inculcar-se por
um crioulo forro do sertao : quem
es-ja-se fallar com o Sr. Antonio Pe-
dro, que haver 6 annos, pouco mais, ou
menos, veio para esta cidade, e so arrumou
em um armazem de assucar, a negocio de
sou intoresse : na ra da Senzalla Velha n.
68, ou 94.
-- Desappareceu no dia ISdocorrente urna
pretadenome Anna Rita, cor fulla, baixa,
olhos, a llor do rosto que paresse incitados,
levou pauo e roupa ja usa la, lio de nacHo
costa, e tem as costas calomhos signaes da
su. trra; quem a conduzr a ra da Senzal-
la Nova n. 4. ser gratificado.
Aquemconvier dar 1:200,000 com o
premio do um e l|4 por centoao mezcom i-
l'in ei, em cazas ou escravos.por tempo de
6 meesannuncls por este Mario ou dirja-
se a ra do Rangel vonda de Mercelltuo da
Costa llibeiro que dir quem faz negoci.
Alluga-se urna mulata que sabe bom
emgommar e ensaboar, cozinha alguma
cousaef.z todooservico deuuiac.za iuem
a pretender dirija-so ao atterro da Boa-Vis-
ta n. 43 que achar com quem tratar
Madama (lonnefonnu com um filho mo-
niir retira-.-e para o Itio de Janeiro,
Nicolao JosFerraira ten Jo perdido no
dia 14 do correle outubro, urna carleira de
algiboira cunlendo urnas guias de 98 saccas
de algodo das marcas abaixo notadas, re-
i- ilinl s na l'i.-ji -ee.'i i de M todos os negociantes de>ta prasa ou qual-
qaer outra pessoa que nSo f e.i> negocio al-
gum com as mismas guias,visloperlencerem
ascontas aoSrAntonio Jos l'errelra residen-
te em H.cei,aqucm ja proviniu para der as
providencias aliin de n3o seren entregues as
saccas seu3u por orJein do dilo Forrara, ro-
ga portanto a quem tiver adiado a mencio-
na la carteiraentrega-la n. loja da Joaquim
Uibeiro Puntes na iua da Cadeia do recife
quesorbem recompensado. A1F 82 si
cas, AIP lOsaccas, C ou B. /
U secreario da innandade
deN.S. do Terco, avisa a todo
os seus irniaos, que domingo, 19
do corrente, pelas 9 horas da ma-
nilla, haver rcuniao de mesa ge-
ral no respectivo consistorio, para
se proceder a eleicSo de nova me-
sa regedoru ; espera por isso a
maior concorrencia de seus irnSos
para o indicado im.
lirigue S. Mauoel Primciio.
Iloga-soa qualquer passageiro que viesse
do Porlo no briguu S. Manoel, que Irou-
xesso alguma carta ou encominon la para
Domingos Rodrigues de Andrade, o favor de
annunciar por este Diario, ou entrega-la na
ra do Trapiche Novo n. 4.
E. Iluut vi.i a Inglaterra.
Precisaese de ulna ama : na ra das
Agoas Veriles 11. 86.
Prccisa-se alugar urna preta para servir
em urna casa de una pessoa s, quo saiba
ongommar bem,esaii ra quando l'or i ro-
ciso: na ra do Apollo 11. 16, primciro
andar.
Precisa-se alugar urna ama do leile,
forra ou captiva, sem (ilhos 1 na ra Direila
n. 27, segundo audar.
Precisa-se alugar um criado forro, o
qual saiba cosinhar, para acompanhar um
vi.;,o 11., fura da praca : para tratar na ra
Uireita 11. 27, segundo andar.
Rogase a quem fr offerecido um bar-
ril com vinho tinto da Lisboa marca 1 .* que
desai pareceu na nuiludodia Upara 15 .lo
crreme mez, junto d. arla da alfande-
ga, mi|p,ii> -ni .-. ser lirado por algum preto,
o |or isso roga-so a qualquer pessoa que
o pegar leve-oaruada Cadeia do sejaolTereciUo.oapreheiidi.eieve-o na ira-
Recife, n. 5o, que ser bem recom-
pensado. Este escravo foi do fales-
cido tenente coronel Jos Rodri-
gues de Senna, senhor dos enge-
nhos Frexeiras, Helio Monte, e
Aripibu.
Urna mnlher que sabe ongommar, co-
liinhar, e governar urna casa, offorece-se
para soram.de um homem solteiro : quem
procis.r dirija-se a ra larga do Rosario,
[ o. 23.
A mesa regadora da irm n lado de'. S.
| Crespim e Crespi.nno, do convento do Car-
| mo, avisa aos irmaos da mesma; para mesa
estdbeleccu a sua residenciano,
largo doCorpo Santo n. i3, i"
andar da casa, em que mora o Sr.
coronel Mamede, onde pode ser
procurado a todas as horas do dia
compativeis com as suas oceupa-
c5es clnicas, l'resta-se a ope-
rar, receitar gratis pira os po -
bres, c igualmeute hir visita-Ios
etnseus domicilios.
Feitor.
Ainda se precisa de urna pessoa quo en-
tnda da plantasOes deslio para trabalhar
em um no lugar do Remedio: quem estiver
nestas circumstancias, dando pessoa quo
abone a sua boa con lucta, entenda-so com
oporteiro da alfaiidega dosta cidade; na
mesma reuerticSo das 8 as 4 horas da larde.
- M-/iie| de Almeida Lopes, com esa
deconsign.cSo para comprar o veuder es-
cravos, tanto par. esta provincia, como pa-
ra fura dalla, mudou a sua residencia da
ra da Cadeia do Recife, u.5l, para a ra
da Cacimba, n. II, aondo tnoiou o finado
Exm. vigario. Brrelo, olido continua, oll'a-
re ,! l toda a seguranza precisa para os
incs'nos e bom tratamiento.
IlSUICADU ijs aucordus
PARA .
7I0LA
Torna-se este methodo, tanto mais reco-
menilavel, qu.nto elle he til, pois que foi
publicado om provoilo daquellas pessoas
que desejo saber as regras de acompauha-
mento sem que tenham o trabalho de apren-
der a msica: vende-so na ruadiiLiyra-
niiMtci loja ilo raleado, n. 27, a 5 n il reis
merosos pedidos tem-se resolvido
demorar somente o tempo preci-
so, ao qual fechar-se-ha o estabe-
lecimento sem annunciar mais, he
pois a ultima occasio de possui-
rem, o mais fiel e perfeito retrato-
Carlos D. Fredeicks & C
A deverlo-se ao Sr. Bernardo de Albu-
querque Fernando dina, que o seu corres-
pondente nesta prac.a n3o tem pago a subs
scripcSo do Diario.
-- Precisa-se da urna ama para casa da
ni ni i o pequen i familia, queja seja de i lude:
na ra do Hospicio n. 34.
Roga-se ao Sr. Joaquim Estevas de Pau-
la Clemente, que haja de dingir-se ao pateo
da Santa Cruz, pad-ria n. ou pessoa do sua
familia que por elle rospond', para uegocio
que nodeve ignorar.
^ Consultorio horneo- ]
pathico. >
allua do Colegio n. 25pri-u
metro andar.
0 Dr. I*. A.Lobo Moscoso,
i^i d consultas gratis aos po- -
h bres, todos os dias das 8 as Q3
* i a horas da nianhaa.

I'rauca qualquer operacao t'Xn^Z
Palas francezas.
Ven iem-so palas francoza.i, sortidas em
tamanhos, para bonseharretinas, por ore-
jo commodo : na luja de chapeos de Joa-
quim da (HiveiM Maia, na piafa da Inde-
pendencia.
A a,ooo rs. o covado.
. Vende-se oleado, pintado e eslampado, da
mais superior qualididc, que tem vindo ao
mercado, de lindos padrOes, de 2,000 a 3.000
rs. o covado de diff rentes hrguras : na
loja do chapeos do J.iaquim de Oliveira Maia,
na praca da Independencia.
Vendem-se enndegas azafates o ba-
laioscom lampa de dohrar: na ra estrella
do Hozario, vendan. II, e na m*m lem
ainda urna grand j porcSo de bixas de ii.mii-
uur8-
-- Vendom-sn condenas, agafales, balaios
com aza o lampa de dobrar: no deposi-
to da padnria di ra ejtreita do Roz.no
numero 39 A: no mesmo vendem-se m.s-
sas linas de todas asqualidades e o milito
acreditado p3o de provenga, quo sempre foi
preferido ao de oulr.s paites.
Vende-se, osles dias, por muito menos
preco, a casa annuuciada, com plantas, ba-
nho o viveiro : no Mtngoiuho n. 35.
Veude-se, ou aluga-se um. casa de pe-
dra o cal, sita no Poso da Panolla, a boira
do rio, com os fundos para a ra da Poeira,
o um grande quintal murado: a tratar no
aterro da Boa Vista n. 72, quo so dir quem
vende.
decreto n. 415, para a 8rrecadac3o
danto : vondo-so oo pa-
de ciiurgia, ou de partos.
Kecebe escravos doenles
para tratar de suas enfermi-
dades.ou f.zer qualquer ope-
racao, por preco commodo.
sa lo livro azul.
~ Ven le-sc um eseravo crioulo, moQO e
de boa ligura, bom carreno o proprio para
o campo, venle-se para lora da prac,a : na
ra daPraia de S. Hita, srraria n. 23, de
Vicente Alves Hachado ; m mesma serrara
procisa-so de urna ama para criar, quo te-
lilla uiuilo e bom loile.
Veiuem-so duas carrosas promptas o
vossa da Madre de,lieos n. 17,quo sor gene-
rosamente recompensado.
-- (ualquer homein solteiro, quo quizer
alugar una gala com dous quartos de um
primeiru andar no Pateo daCollogio, diri-
ja-sj a ra Nova n. 63, segundo andar.
A pesa ia quo annunciou querer com-
prar algomas vaccas bms de leilo, dirija-so
aiuacsiroila do Rozarlo n. 19.
-- Aluga-se o primeiro andar do sohraJo
II. 51 da illa da Conceie3o do Hocife, niclido
do hu i ai-.iu da ferraria n 7 da ra do Itrum,
e a casa torrea graude da ra do Seve do bair-1
devotos, para-novojuis
rente, as 9 horas do dia.
-- Precisa-se de uma pessoa, que saiba
pcrfeiiarnente foler formigas : a tratar na
ro da Boa-Vista.
Os credores do fallido Francisco An-
tonio Mesquila, deverHo aproseularcm as
suas cuntas e lelras aos admiui--lra lores para
no dia 19 do cor- serem cenl'eridos, e depois receberem o quo
tocar om ratcio.
-- Aluga-so por snno, um sitio na travos-
sa de Cruz do Almas, com casa divivenda,
ra do Livramento n. 35. Na mesma casa estribara, minios nrvoredos de fructo, bal-
conlr.cla-ge a conducs<1o p.ra o campo de xa para c.pim e excellente agua para beben
trasteadas pessoas que vSo passar a festi. a tratar na ra do Rangel n. 56.
Precisa-sede um bom amasador eque! I>a-seazeitedecarra[iatodo venlagem,
queira entregar p?o com um preto na ra em a pretos, com respousabilidade d seos so-
urna pequea freguezia. vista seexnlinar inhores : na rila estrella do Hozario n. 13.
melfjor.
Muda na Thearcl, modista
franceza na ra Wova
u. 55.
Nova oieate a o ba de recebar de Franca,
pelo navio um lindo aortimento de fazen las
francez.a, ludo quo ha de mais moderno em
Paris, chapos de seda de todas as cores,
muito modernos, ditos de palha de Italia
aherlos, muito bonitos chapeusinhos de pa-
lha e de seda redondos, para meninos e me-
ninas, camisinhas e romeiras de cambraia
de linho bordadas, ditas de fil bordadas
muito linas, ricos cabeses do linho muito
modernos, tilo de blondo branco liso, dito
bordado br.neo e preto de linho, escomi-
lhas de todas a? cores solios, muito bonitas,
bicosde blondo branco par. bibados de ves-
taos, e para cabecees, ditos de linho preto
delodas as larguras, um lindo soitimeoto
| oe transas de corea, franjas pretasede co-
res, de toda as larguras, sinteiros e flvellas
Paraseiihoras, vestidos de filo de blondo
ord.dos com bab.dos para noivas, grinal-
"as, c.pellaa de florn de laranja pra noiva
mudo ricas, avetaes bordados para senhora,
manusje gar.9 muito nnas pira noiv.,
garca branca para vestidos, muito bous es-
Pariiihoa de linho puro com molas e sem el-
la, e de todos os lmannos, onfeiles p.ra
tabica de senhor., touc.s brancas vind.s
Pana para senhora, ditas de meninas, e
urngr.iido sorlimento de filas de todas as
uaiid.des, o multas outras f.zend.s todas
ua ultima moda e de muito bom goslo.
'' IT, aa0,,.de',ul da audiencia do juiz da
cisco i .'i. r" ? ens P''nnora|oa a Fr.n-
Joan..; ',erre"-. por execucam ue I)
Joaqun, de Panas Teixeira.
um eU'e no dum"lBO 12 do corrente
ce-fic em ar,Um bilhel de '' ven-
dTrpVuo"5:8"?110 P "V,xo a's'sign I
.Jo.quim Francisco ,l,. d..... o*?5f
Jo.qui._
clemente.
Fr.ncisco de Paula
fiel
: pr?<:isa-se alugar um
diligente: oo bolequim da ra Nov'a.
Estoves
preto que soja
A sociedado que girava nesta prasa sob
a firma de Elias & TarrOZO, acha-so dissol-
vida por ter lindado o lempo do seu contra-
to; a liquidaslo da extincta firma relativa-
mente ao seu activo fica a cargo do nova fir-
ma Tarrozo & Comp.nhia ; a firma exis-
lento nada deve nesta prasa, so porom al-
guem tiver a receber da mesma alguma
conta, ou letra, haja doapresentar no praso
de 8 das, para ser laga sondo legal. Re-
cife, 14 uo outnbro do 1851.
Manoel deSouza Cordeiro Simos, pro-
fessor de primeias letras, muzca o gratn-
matici portugueza, faz scienlc aos paes do
snus alumnos o ao respeitavel publico, que
mudou a sua residencia da ra eslreila do
Rozarlo, para a do detrs da matriz dcste
mesmo bairro do S. Antonio, denominada
travess. dos Expostos, casan. 16, esperan-
do continuar a gozar o mesmo bom concei-
to do publico, quo at o presento tom ti Jo a
satisfasSo de merecer.
Um padre habilitado para onsinar la-
tim, francoz, philosophia o rhetorica, o al
mesmo em falla disto, primeiras letras, e
lambem habilitado para oxercor qualquer
acto do seu ministono, quer de ordom, quer
ue jui i.-,du v""j> acceita uma capellana para
qualquer eugenho, des le agora at depois
da Paschoa ; Ihe sondo indifferente a longi-
lude, caso alguem convenham os seus
prestimos, indepond^nte do ensino, eso
para as missas da festa do natal, ainda assim
acceita: na niadoCollegio n. 18, no lercei-
ro andar acharSo com quem tratar.
Joaquim da Silva Lopes, na
tua da M ni re Deus, armazem n.
10, vende farinha SSS 1, e dita
Fontana, dita galega, saceos com
farello, oleo de linhaca, cha impe-
rial e barris com breu : tudo a
vont ide dos compradores.
Ainda se preciza para alugar, uma pre
t. escrava, sem vicios, para fazer o serviso
interno de uma casa de pouca familia :
quem a tiver, airija-se ao porleijo da al-
l.udega desta cidade, na mesma rcpariieilo.
Jos de .Almeida Soares de
Lima e Bastos, formado em mede-
cina, e cirurgin pela academia do
porto, e por ella premiado em to-
- OSr. Joo l.iiiz Vianiia, queira dirigir-
se a prasa da Independencia, livraria D, Co
8, a negocio do seu Interesse.
U cautelista Salustiano de Aquino
Ferreira.
I"'/. Mienta ao respeitavel publico, quo no
dia 21 do crrenlo me?, deve chogar o va-
por Inglez S'Verna, conlutorda lisia da lor-
Ceira loleiiaa beneficio do asilo dos aliena-
dos, o paga sem descont algum todo o
qualquer premio quo >ahir nos bilhetes,
mcios o rautellas da mesma lotera, vendi-
dos na praja da In lepen Jencta, n. 13 c 15
luja do calfado do Alantes, ona ra da Ci-
deia do Recife n. 46, loja de miudeias, ani-
da existe por vender um resto do cautellas,
a ellas i ue so estilo acabando.
Meiosbilholcs 11,000.
yua.tos, 5,500.
OUavos, 2,800.
Vigos.....M, 1,300.
Os senhores abaixo declarados dirjo-
aa a i ua do Crespo il. 15 a negocio do sous
interesaos, KranoilCO Xavier do Lima, Anto-
nio Xavier do Almeida, Manoel Domingues
Moreira, Antonio Manuel deSouza, Jos .\o-
lierto Cazado Liina,Aiitoiiio Manool da Silva.
Francisco Ignacio Alves Lima, Ricardo cinco-l'ontas, Podro Jorga da Silva, Manoel
Thomaz dos Sanios, Januario Alexandmio
Reb-llo da Silva Caneca, Libardo, Alfai.te;
Joaquim Francisco Poreira da Cumia, Vieira
Haiol, Joz da Silva Oliveira, Candido Sa-
dr < .iiim.ir.il'-. II mralo Jos do Barios
Santaoa, da mada Praia, Bolexerd, Jos
francisco da Coala Guimardos, Man Oel Ro-
berto da Paz, lldiiriqua Julio Cozar Souza
Peics, Antonio do llego Barros, Joso Antonio
de Jozus, Manuel l'erroira Escovar, Fran-
eicco Jo, de Paula Jnior, Jjronimo da Cos-
ta Cuimar.leso Silva, Jlo Francisco de
Souza Uma, Luiz GODCalvea Franco, Fran-
cisco de lluros, Joaquim Jo, l'.ivares, Ma-
nuel Dias do Tole lo, Jos Cuusalves Braga
- Desoja-so saber, so existe nosla provin-
cia algum descendente dos Podra Palacio Vo-
lasen Cabeca do Mouro l'oia, natural da cida-
dadcdeVianna om l'oilugal, e suex'stir, ro-
ga-su o favor de indicar a sua residencia ue5-
ti ci lado na ra da Cadeia Volb, annaze.n
n. 12, i.i ii de se avisar para o Rio de J,neiro
Casa de modas fraucezas Buessardproprias para a irvico daaUandega, por
Millaohau nn atorra da Hni.Vi^. P'eso coinmodo: na na do estucados Afo-
iuiiiocuuu,no ateiro ua uoa- vis- gaJos> vedadeJo.io llespanbol.
ta n. I. "f Vendo-so urna n gra do meia idade,
Polo novio o o Cunto Reger recebcu-so perita COZinheirao doceira, sabe relinar as-
um lindo sorlimento das ultimas modas do suca, cuse chJo c faz renda, lava desabSu
l'ariz, em chapeos do seda e de palha cnl'ei- a varrola, faz tudis os mais sei visos do urna
tala para senhora, ditos do montana, ditos casa de familia, suido nimio carinhosa pa-
do palha enrestaJa para monillos, manleleles raciiinsas; um negro de meia idado, quo
o caputinhos de seda decores e pretos, tam- enleude bom do ludas as plaulasOes de um
bem lo cambraia, lindos toucadon-socapel- siliuosahe desleitar vaccas e igualmente de
las, cabeses do bico de blondo e de linho, lo la qualidado de pescara, ulliansa-ac o
romeiras,camisintiasbordadai. mangas bor- conducta a qualquer : no aleiro da liua
dadas, llores, lovas, espaitilhos, gravatinhas Vista, sobrado u. 17.
de veludo pretu c.un as livellas, um rico es- Galtyot e Ma senhora, tem a honra de
eolhimeiilo das lilas novas, lencinllos do so- provenir ao respcilavcl publico desta cula-
da de retroz, transas de seda e do 13a para de, quoelles obroiii no da 17 do crrenle
vestidos, bicosde todas as qualida lese mais outnbro, as 10 bo.as da matihaa eseguira
f.zend.i quo so venderSo em cunta. Faz-so lo loa oa das uteia, da mesma hura at as 4
elTectivamenle lados os cnfeitos Jo senhoras da laide, a ven la ilo um inui bollo sorli-
em chapeos, toucadoa, turbantes, e vestidos mente de objactos de luxo o raotazia de Pa-
rom goslo igual ao que vinlia ilirectamente riz, escullliiloscom um gostu lodu parlicu-
de Pariz, e por preso muito mais em cunta
a p -il quo lliedoseja fallar sobro bens,que
a mesma familia possuo em Portugal.
FiecisA-se de uma ana para
o servico de casa e rui, pagi-sc
iie a .- na ra da Assumpco n iG.
Aluga-se um sobrado de dous andares,
na rui dus Burgos n. 7, por preso c ininiu-
do : no aterro da Boa Vista n. 63 secundo
andar.
-- OSr. do engenho quo precisar de um
caxeiru, do meia idade, sulleiru, oi|UO tem
bastete pralica, de ludo e qualquer serviso
do engenho : ou ija-so a ra do Trapicue,
ii uia/.e n do assucar do Sr. Velloso, que
ah achara com quem tratar.
Aluga-se um preto, para todo o servi-
(,'ti: na ru. da Praia, lypographiia mparcial.
Precisa-so do um foitor portuguez para
uin sitio pouco distante desta prasa, que
trabalho de enchada, e saiba liatar de arvo-
roilos, do verduras e de flures : quem esli-
ver nestas circumalancias apparosa no prin-
cipio da estrada dos Afilelos, piimeira casa
do lado direito, a qualquer hora do dia, que
se Um dir quom precisa.
Jos Luiz Pereira, est resolvido a ven-
der ja a sua luja do lerragens, da ra Nova
n. lo. a prazo com firmas o contento, o em-
quanlo nao realzar, continua a vender u di-
nheiro, qualquer porso da ferrages, ou
mu lesas, pelo quo loe cuslaram Aprovei-
lo a occasiao para rogara seiisdevudoros,
queiram saplisfazer seus dbitos at o IIin
lo corrento nioz : o que espera da boudade
los mes nos senhores.
0 Um sacerdote que lem prslica do #
D ensino da primeiras letras, gramma-
% tica latina e franceza, geometra, mu- %
zica vocal o do alguns instrumentos, ^
0 inclusivamonlo de piano accoita a ') I
9 capellana de algum engenho prox- a)
% mo a esta prasa subjoitando-so a fa- 4
% zer sua rosidencia aondo tiver de \
H exoroer o ensino das referidas mate- >^
rias: a pessoa que com o mesmo qui- (/
4 zer conlr.tir, dlrija-saa ra Nova n. v
t 8, onde sera informado. 4
O Elementos de liomopathia. >a
** Saino a luz a priuiior. parto desta *
** obra composta pelo professor liumo- S
* palha Cossol Bimont ; dividida em *
" Ires parles. Esla pnineira cunipie- W
?V lleude, o discurso preliminar, a iuiro- fc>
'a* dUCCSo, o exame do doentO, a esco- 4>
& Iba uo remedio, o einprpgo dos remo- 4t
^ dios, u rgimen o os couselbos chin- ,*
* eos, c.im a explicas3o dos nomos gre- *
9 goa o anatmicos einoregados em me !
*' olena, 01 ni lieaen dos medie unen- >
> tusapropliadns para cada casn d 1 en-
3 fermidade. Esta obra he ulil, tanto
4H p.ra os mdicos que se de licarem a *m
&i para loda as pessoas do boa volitado
w quo se qu'uorcm convencer porexpe- *
it nencias da veruade desta doolrina, o>
Al por ser ella muito clara o a intelli- "*
v gencia de lodos. Recehom-s assig- >
4) naturas para a ohra intcira a 5/000 no *>
1 im-iilliu 1 > lioniopatnicoda ra das 4$
4f Cruzes n. 28. Uoioisda pulilicaso 4$
4) das .segunda o torce ira partes, o Ag
# preso sera llevado a 8/000 para aquel- ^
les que uo livereui assignado. No 14)
meamoconsultorio oucairega so do a)
man lar furnecer qualquer enco:n- j*
ni' da de medicamentos bomopa- 1
tilicos. Aupiulu: PatllOgeUr8a dus a
medicamenlos bomcopalliicos brasi- ^
leiros. ._,
**** *.-)? >
.No pateo da Santa Cruz, paJaria n. 6,
deseja-so fallar com o Sr. Francisco Simos
Mafia, i iii'gucioi|ue Ihe dizrespeilo.
j> t f --- I t I
' Paulo Gavlnouxi dentista }
9 fniiicc/.. ollVrcci: sen prest- tfc
mono publico para tollosos <-j
* mlsteres i- pronss&o : 3
=* pode ser proenrado n qual- J
JS qaer hora em saa casa, na aj
d riin Imsa lio Rozarlo, n. :i>, Ag
w> secundo mular.
lar; igualmente espolio a venda om gros-
so de uni bollo sorlimeiro do bejolen.s li-
nas de Pariz o urna porcBo de agua do col
na vurdideira : na ra da Crnz n. 1, se-
gn lu anJar, anliga casa do Sr. Luiz Bru-
guiro.
-- Venie-sc um cscavo ciioulo, bom of-
licial depodroiro, de 22 annus do idade, de
bonita ligura : ni ra lliroila n. 3.
-- Vende-se por preco comino-
dos, farinliade mandioca de Santa
Catharina em saccas grandes, fumo
cid foi lia para charutos : no ar-
mazem de francisco Dias ler-
da
reir no caes a Al.mdega, ou
atratircom Novaes be Gompanhia
na ra du Trapiche n. 3.
Canlioes para Botas.
V nda-se b.v.crro le lustro tirano eama-
rello para canues de botas mu ti superior
chegado uiiiinaininte di Franca, por preco
mono commodo, na rui .Novd loja deselei-
ro ii. j.
MI1ITA ATTENCAo I
No aterro da Boa-Vista, loja de quatro por-
tas n 60,
vendem-se cortea dn cassis, de lindos pa-
drees, de 7 viras 2.000, e 3,300 ri. ; p.uo
preto fino oroprio para cazaca a 4,500,5,500
e 7,000 ris o covado ; dilo azul p.ra farda-
menlo a 5,000 iis, chitas finas de cores se-
guras, e modernas a 120, 160. 200, 210 e
280 ris ; e a pe a 6,000, 7,000, 8,500 o
10,000 ris; cambraias de barra a 5,000 o
o corte, meias casemiras de algodo, muito
fortes a 1,000 o corle, calores do bonitos
padrOos para ealea a 800 ris o corte, al-
godflosinho americano a 1,410, 1,600, o
2,000 ris a pesa, lensos brancos a 160 ris,
dito de bico a 240 ris, ch.lea de 18a e seda
a 2.500 e 3,000 ris, ditos de IS. a 3,000 rs..
tensos de Ua o seda para poscoso a 500
ris, ditos de seda g>andes, e muilo lindos
a 1440 r'S. rhadapolo a 2,500, 3,000, 3,500
e 4,000 ris; linos lirios brancoa para cai-
fas, de linho puro a 1,280 ris a vara, dito
misturado a 640 ris a vara e outras mul-
tas fazondas por preso commodo.
Na ra do Oabug n. 11.
Vendem-se paes para alizar, (debileia )
muito superiores a 320 rs., ditos de marQm
a 320 ra., nvelos de linba muito lina, para
marcara 20 rs caixasde pos para denles a
100 e 110 rg., pepas de lita de linio a 50 rs,
micos dealjofres de varias cures a 500,grozas
do imi 's madre-perola a 540 e de ag.t a
200 rs ditos de linha a 120 rs., estojos do
nuv.lhas linas a 720 rs., pineeis para barba
a 160 rs., cada um ; pesas da fitas do rlroz
le todas as cores a 640 rs.. ditas de ,"n, sor-
tidas a 180 rs., macos do linha de peso com
20 meiad.s a 1,8*) rs., carntis do lua du
todas as cores a 30 rs., cartas de ponnas d
so a 120 rs., escovas finas para cabello a
560 i -., a lu'ieu- pretos do vidro muito linos
a 600 rs., brincos pretos de vidro a 120 rs., o
le.ramea 60 rs lezouras linas a 210 rs.;
caivetes do aparar peonas, a 200, 320, 6 2
lolhas a 600 rs., b.ites do seda de vanas co-
res para infeilesdo palitos do menino ; bo-
tos de osso para abertura de carniza a 240
i du/i.i, e ilnin.i lus iim- a 720 rs., e outras
eouzas por presos baratissimos, para aca-
: Vende-se um grande sitio no lu- O
i gardo Manguinho, que tica defronte (
j, dos silios dos Srs. Carnciros, com jj
j grande casa do vivenda, de quatro {jj
q agoas, grando senzalla, cocheira, n
~j estribara, baixa de capim que sus- -
) lenta 3 a 4 cavallus, grande cacim- q
"2 ba, com bomba e tanque coberlo S
; para banlio hastuntes arvoredos de B
* frpeto : na ra do Cullegion. 16, se- jj*
5* gundu andar. ^*
Antonio Jos Rodrigues do Souz J-
nior, acaba do rcreber polo vapor Impera-
triz, os bilhetes o cautellas da lercoira lote-
ra do Rio de Janeiro, a favor do hispilal
dos alienados, cuja lista chega pelo primei-
ro vapor, e vendem-so pelos prosos abaixo :
na ra do quemado, loja de ferragens n.
37 A.
Bilhetes
.\Iei0S
t) tartos
itavus
Vigsimos
-- Vende so um bra(o
22:0000.
11:0000.
5:500.
2:800.
1:300.
do Inl ii'.M,
pro-
na ra da
Lotera do Hio de Janeiro.
AOS 20:01)0.000, 10 000,000, 1:000,000 ,
2 0uo,000e 1.000,000 de ra.
Na loja da Viuva Vieira & l'ilho, na ra da
Cadeia do Recife n. 24, aui la exisle um pe-
queo numero de bilhetes o canUlas da ter-
ceira lotera concedida a Sinta l'.isa da Mi-
sericoidia, om beneliciu da e nislruee.ri du
\jlilll|)l il.>.
Compram-so moleques.negrinlias, mu-
latinhas, o nogras com habilidades, ou sem
as.para encoiiimendss na ra larga do
Rozarlo loja n. 35.
-- Compram-so escravos e vendem-se de
coramisalo, para dentro o fra da provin-
cia : na ra da Cacimba, sobrado n. II, on-
de morou o Sr. vigario dn Recife.
Compram-so alguinas vaccas quo se-
jamlioasleitoias: quom as tiver annuncie
ou dirija-so a ra da Somalia Velua, lorcei-
ro andar, da casa n. 112.
Coniprani-so duas rotulas mo.lorna*,
sen lo noviS, ou em bom uso : na ra do
Ou nudo, loja n. 37 A.
Compra-so um sitio feito ou larras pro-
prias para levanta-lo, o qual porm seja a
margein do Capibaribe, lenha baixa paia
capun, c outras vantigens: na ruado Ara-
go n. 12, segundo andar.
Compra-se urna ovcllia parida a pou-
co : na ra do Hospicio n. 52.
-- Coinpram-s > 200 telhas j servidas : na
ra N iva n. I, quina da ra das Triuxoiras.
Compra-se uma ovelha parida de pr-
ximo, c que sirva para dar leito: Na traves-
sa du Veras n. 15.
Vendas.
a.-
dos Alienado;, dos quac
Alji-.ift'iu a moderna.
Na anliga fabrica de chapeos deso, so
enconlr.rfl um novo o moderno sorlimento
de chapos tanto para meninos como para
lioineus, e jiintamenla afilinsamos a boa
qualidade e goslo por serem os primeiros
viudo a este mercado; emquanto o preco
he o mais commouo possivel.
No Passeio l'ublico n. 5.
Na mesma fabrica concertam-se e cobre-
so qnalquer arm.so servida tanto de panno
como de seda, e ludo isso com o maior
asseioe promplidSo; desejamos quo os no-
brea habitantes concorram para este esta-
belecimento.
- Ua abaixo assignados avi-
Ricos espellios.
Vende-se em casa de Avrial Frere & Com-
panhia, na ra d. Cruz n. 20, espelhos do
vidro l'iaiM'i'/".-, com ricas molduras doura-
| das esem ollas, de 3 at 5 ps de altura, por
I presos muilo om conla.
Chapeos inglezes, a !),ooo rs.
Vendem-se supeiiores e modernoj cha-
peos do castor branco, a 9,000 rs. ; ditos do
aeda franceza, do muito boa qualidade e
lindas Tirinas de 6,000 a 7,500 rs.; ditos do
molas cobortos de merino, a 5,500 rs; ditos
do Cliile, moderaos, surtidos em qualidados
e presos; ditos da Italia-, do 2,500 a 5,000
rs., para homens e meninos : na loja uo
chapeos de Joaquim do Oliveira Maia na
prasa da lndependencia.
No doposilode Siquoira ctComnanhiu,
na rui do Vigario n. 17, ha para vender as-
sucar, caf, sevadt molda, assucar candi,
e assucar refinado, ludo por menos que em
no primeiro vapor, e trocam-so por bilhetes
j premia los das lotras do Rio de Janeiro
e dosta proviueia.
UVRARIA.
Na ra da Cruz dn bairro do Recife, casa
n. 5S, primeiro andar, exista grande quanti-
dado de ptimos livros, quecumpunham uma
rica livrana da cida le da Baha. Kilos senlo
vendidos com mua brevidade. o por isso a
todo o preso; visto quo o s u producto ho
destinado para liquidacu de cuntas, (ha-
madores do lioas obras pdenlo consultar o
calila oto di lacs Irnos: na livrana da inos
mu ra da Cruz n. 56.
-- Vende-ae urnanegrlnha muito boiiiiu,
com 12 .nuil)t do i la le, ja cose soffrivol, he
crooula, c est propria para so olucar : na
ra larga do Rozarlo n. 35,loja.
r'arinlia de Mig.
Vendo-se super or farinlia de
prio para armatem de assucar :
Senzalla Nova n. 4.
Vende-ae a taberna da ra de Santa Ri-
la n. 5, bem afreguezada para a trra o para
o nulo, propria para qualquer principiauto :
a tratar na mesma taberna.
-- Voinle-se um cavado gazio muilo novo,
bonito o bom carregar baixo : na ra do
l.ivrann uto n. 14.
- Vendem-se volante, galo, trinas, a
rondas, i-in porcSo e em ivi.iho por menos
preso do que em uulra qualquer parlo: na
ra lo Eticniitaaiento u. II.
Veude-se um almario em i Iraca I>,
muilo barato: na ra do l.ncuutnnenlo
n. II.
-- Vendo-se uma casa torrea, sita no lu-
gar da Capunga, na travessa do S. Jus do
M.nguiubO, sendo de pedra o cal e chSos
proprios, com 50 pulmos de frente c 270 da
fundos : quem a pretender dinja-soa rus da
Cadeia do auto Antonio n. 18, Injademar-
cineiro.
- Venloiu-se vilros para espelhos da al-
tura de dous palmos al 5 1|2, por piei; >s ba-
ratos: na ra da Cadeia do Santo Antonio
n. 26, primeiro andar.-
Veude-se urna taverna com pouco fun
do, pelo barato preso : na Cinco Punta .
n. 56.
Barateiro do Recife.
Quom duvi lar, ou so queira sortir do la-
zondas para festa, enxa a algibeira de sedu-
las, o venhOo a ru da Cadeia do Recife n.
50, que encontraiilo variodn lo da fazondas
or preso arati-stmo, como bem chitas
bas para 140, I0J, e 180 rs. ocovalo, a
ditas de ramagem para coberlas a 200 rs. :
oortesde caaa. padrOes novos com 7 varas
por 2.210 rs.; lomos do cambraia decoros
pr. mSo a 240 n.; challes de seda novos a
8,000 rs.; corto do colelo a viludado a 1,000
rs ; dilosdefustilo a 500 rs ; brins finos da
quadriuhos a 280 rs., o covado; corles do
Casimira para 4,000, 5,000, e 5,500 rs.; pan-
no n solado para palilz a 6,000 is:, o corto
de 3 ovados; ptimo para o vur3o por ser
i o tu love, bramante de duas larguras, juli
para frescus, lenses por 1,200 rs., avara ;
uiad ipolO-'S bons para 2.560, 3,200, 3.520, o
.1,810 rs a pes; o para uutros muitos
presos; assim como outras muilas fazon-
das, quo a troco do linhciro se vendom por
presos baratos; e esta loja tem siuarma-
zoni de fazondas em atacado, o so venda
iual.|uer [.oslo por preso de primeira
inflo.
Caluoguinhos de porcelana.
Vendoin-S'i calunguinhus de porcelaua,
muito pequeos e to diversos gostos, os
mais bem fonos possivel, polo mdico pre-
outra qualquor parle, visto as boas qua-
sam, que em consequencia de nu- udades/ ,
i i
Uaee', cliegada do Kio de Janeiro|s"de24o,360 ris cada um: na loja de
pelo patacho S. Jos Americano, *-*Mu"
por preco mais barato d) que em
nii.ra qualquer parle : trata-se no
armazem de Francisco Dias Fer-
reira, no caes di alfandega n, i.
Taboas de pinbo.
V,ndom-se taboas de pinbo, proprias
para fundos do barricaa, o mosmi para ba-
nheiros em sillos, barricas para assucar, pe-
les d cabra, o sola, por preso coinmodo :
na ra dus Tanociros, armazem ti. 5.
Una mu escrava de bonita estatura
com 23 annos de idade, boa engomadeira,
coze chSo.cosinha, osaba servir uma me-
za de etiqueta. Vendo-so por nao querer
servir mais ao seu respectivo senhor : em
l'ora-de-Porlas, ra do Pilar n. 20 do lado
esquerdo, caza qui tem lampe3o.
Vendem-se 2 escravos creoulos, habis
para qualquer servigo, sen Jo uai negro mo-
ga do bonita figura, e outro a ni la muleque :
ua ra das Cruzes n. 30.
U preco admira !
Na ra do CibugS n. 12, loja de F. A. Si-
mo is, vendom-se muito linuos bunets de
cibello, lauto br.ncos como cor de cantn,
do muilo buin gusto, o muito bem guarne-
cidos de transas; proprios para meninos,
e pelo diminuto proco de 2,000 ris cada
um: pois be para acabar,
CRAX\ ECONMICA EM MASSA.
110 insigne fabricante americino, Jamos
Masson. A sua composiso lio l'eita de pro-
posito para lustrar com ogoa o conservar o
luslro, tanto de invern como de verSo ; a
grande vantaiiem que ha noata graxa he
."ii-e vieu do calsado, e lustiarem-seoa
sapatosou botins ainda mesmo moldados,
o uma pequea lata aturar m.is do que tres
hoies, ecustar menos do queam. Voodo-
se om barricas, ou porsJo de duzias, no ar-
mazem de Vicente Ferreira da Costa, na ra
da Madiode Dos.
Gadeiras.
Vendem-se cadeiras para meninas; no ar-
mazem de Kalkmanu Irmaos, na ra da
i Cruz n.10.

-ai


Deposito da fabrica le Todos os
Santos na llnhia.
Vonde-se.em casa deN. 0. bieber&C.,
ua ra da Cruz n. 4, algudSo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por preco com-
raodo.
Para as escolas.
Vendo-se uo pateo do Collegio, Inja do
livro azul a synopsis do general Abreu e Li-
ma, ltimamente adoptada pelo tim. presi-
ilonte da provincia como compendio de lu -
tura e historia do Krasll as escolas prima-
rias da provincia.
Preco em brochura 2,560
Encadernada 3,200
Veude-8eum casal de escravos, ou tro-
ca por-seuma cusa : na ra Bella n. 16.
Kap Paulo Cordeiro
vende-se na loja de Cunha & *Amorim, na
ra da Cadeia do Reeife.n. 30, este superior
rap, em botes e meiosditos, locenteinente
llegado, por preco commomdo.
daa de ferro novas, e edificado moderna Manocl Jos Correia Jnior, coentro muito
com toda a solidez o perfeicSo, cito na me- novo a 200 rs. a garrafa.
Ihor ra do bairro de S. Antonio desta cida-' OQOQO'^QOQQ OOOOOO
de. e cujos rendimentos produsem avullado s t\ ,.,,1,., ,1-, |\|.III(| jnf
juro : os pretendentesdirijam-aeao Corro-: q JraiIIlHU UC .11,111(1 un .1 Q
{jj Ventle-se, por pre^acom- q
4
torOliveira
Arados de ierro.
Vciiilcm-.se arados de diversos
O modo, a mellior farinlia de O
S mandeoca de S. Catliarina, X
modelos, assim como americanos que ha no mercado, chega- o
com cambao de sicupira e bracos' (|a a este porlo em 6 do cor- O
da ferro : na fundicao da ra dol* rente mez: os Srs.
.. ivuw >-.->..i.-,, compra-
Brum ns. 6, 8 e io. dores derijam-se a bordo
--Vendem-se amarras de ferro: na ra Q da escuna Maria firmina
pa Senzalla nova n. 42.
Aloinbos de vento
eom bombas de ropucho para regar borlas
d baixas decapim : vendem-se na fundido
de Bowman & Me. Callum, na ra do Brum
ns. 6. 8 e 10.
Farinlia,
de mandioca 4o superior qualidade e preco
I If'lltisil 11 le 'iil P ihiI:isx;i'commodo. bordo dop.tacho-- Nova Luz
MJVUOBUO tie CB1 e POM,|ftlDdeidoeiII freta do caes dolamos o rc-
Pio armazem da ra da adea ctenlemenle chegada de Santa Calharina :
doHecifen. 12, lia muito supe- arta-se abordo ou no ra do Trapiche n. 5
nor cal de Lisboa, empedra, as-
sim como potassa ebegada ultitna-
inente, a precos muito rasoaveis.
Farinha de 8. Catliarina-
A bordo do pataxo Dous Irmftos
cscriptorio.
Vendem-se
relogios de ou-
nglcz
na ra
ro e piala, patente
da Senzalla Nova n. l\i.
Munida- superiores.
Na fundirlo de C. Starr & Companliia,
em S.-Amero, acham-soa vonda moendas
vcude-sc l'ariuha de mandioca su- de canna, todas de ferro, do um modelo e
periorqu.lid.de e jesentemente mmH^ftwggg*^^
ebegada por mais barato preco do Na rundilo de ierro da roa do iirum,
que em outra qualquer paite : a jacaba-se de recoherumcompleto sortimen-
* i j j lio de tainas de 3a8 palmos Uc bocea, as
tratara bOMO do mesmo, ou COm|qaaM acham-se a venda por preco com-
Antonio de Faula Fernandos Ei-j modo, e com promplidilo embarcam-se, ou
ras, no caes d'Alfandega. I carregam-so em carrossem despezas ao
Continua se a vender a admiravel ago:
para fazor os cabellos e suiscas pretos: na'
ra doOuoimado n. 31.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
IIL'A DA SENZALLA NOVA .Y 42.
Neste cstabeleeimento conti-
na a baver um completo sor ti-
ment de moendas o meias moen-
das para engenho, machina, de
vapor, c taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Vendem-se cera em velas ,
labricadas em Lisboa c no lliode
Janeiro, cm caixas de ioo libras
surtidas, de i a itiem libra,ctum-
bem de um s tamanlio, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Macbado & l'inbeiro, na
ra do Yigario n. y, segundo
ndar.
Antigo deposito de cal
virgem.
Ka ra do Trapiche, n. 17, lia
muito superior cal nova em pedia,
ebegada ltimamente de Lisboa
n 1 barca Ligeira.
mcia de Ldwin IVIaw.
comprador.
arados de ferro.
fundiada dcfionte do caes do %
Collegio, ou ao escriptorio
de Machado & l'nheiio, na
na do Vigario, n. 19, "
O andar.
QOOGOOO OO0&GOOO
Vende-sc urna carrocj para
civ .lio. nova e muito bem feta :
no he tnica, nflo he um moro expectoran-
te, nflo tcm por ohjecto afagar o doente para
ter urna fatal seguranca. lie um grande ra-
modio, urna grande composiclo curativa, e
grande e unibo remedio, que a sciencia e o
conhecimento medico tem al boje produii-
do para o tratameuto desta molestia at6 bo-
je inconquistavol.
Em urna palavra he o mclhnr remedio no
mundo, e nenhuma pessoa tocada com este
ftagello da familia humana ser justa para si
opara seus amigos, se descer sepultura
sematlest.r suisqualida les virtuosas. Urna
nica garrafa qussi que em todos os casos
l'i'n lii/iru urna consideravel mudan(a no es-
tado de qualquer doenca seja ella qual fr.
Tem curado casos que se suppunham su-
periores ao poder medico. Tcm levantado
doentes como que da sepultura. Tem curado
depois que j tolos os outros systcma. me-
dicamentos emethodos de tratamento tem
falhado. Em urna palavra, doscobrio-se -se
grcJo, a phtisica cura-se,
A antiga opinio de que phtisica nao po-
Jia curar-so tem desapparecido desde a in-
troduccjlo desta milagrosa medicina. A phti-
sica pela dcscoberta deste medicamento a
cebolinhos. *oor preco commodo; no prin- de corea (xas por 6 400 r. a
cipio da dosalllictos, no primeiro sitio do la- ras de bonitos uoslo \''n,i103 de'
d0 "reit0- aiti mui.o unas a 5.500 'lo?
4 n t,,,, ,.,,!., i..-., > > Ha hmllA. .. 1 '. ,S'' ".Slon
, 1 clia-se despida de melado dos horrores Que
na cocheira do 3r. Antonio, ao pe causava. F.m lugar de soentregarom ao de-
da cadeia. (sospero quando estavam seguros de quo a
- Na ra do Crespn. 16, loja de Maga- Pht'sica "l0 linha -amado as garras, milha-
Ihfles da Silva IrniHos, venJc-se cambraia re?do P0M lem recorrido a osle infalli-
franceza decrtr.com vara do largura, pro- !vel fmed_io, com prazer e rogosijo conli-
A a,8oocada urna.
Defronte do becco do l'cixe frito 11. 3,
vendem-se madapoloes, com um pequeo
quo de avaria, agua desea pelo baratistosi-
mo prego de 8 patacas o 12 vinlens cida urna
pessa.
lie o mais barato possivel !
na ruadoCabug loja n.l2de Francisco An-
tonio Si mOes,vende-se papel de peso a 1,800
ris a resma ; traoselins de burracha a 80
rcis cada um, superiores ligas do se la com
burracha o diversos nomes do seulioras,
polo barato pre(o de l.oOOris; e outras
mais miudesas baratas, para liquidar.
Vendem-se selins inglezcs
clsticos, ditos co n borranhas esi-
llies, para montara de senhora :
na ra da Cruz n. 1 cm casa de
Geo Kenworth & Companhia.
Vende-se superior panno de
algodao para saceos : cm casa de
Geo Kenworth & Companhia, na
ra da Cruz n. 2.
Vendem-se relogio. de ou-
>,, luniua ui; aaiiLMie, (lor do coslado fino 4iiai(iui(iaj(ti(atma <'** *ai
Cunl.a & Amorlm, vendem Larris com cal pc,to, palpil.co no coracilo, drtrde gargan- mWS AlTmuo PAHA SAri'OV 2
empedra, chegada ltimamente de Lisboa, la, e todas as mais molestias dos orgSos pul- m Vende-se muito bom algodlo para *
J m" "MararJa' por n.pi.oSI recodo Eona.es que o unico remedio seguro ha o saceos de assucar, por preco com-
Sei. dS m \km& : fUa HggAJg^-^_____________m I modo em cas. de Uic.rd'r- .fojle, na
uciauulli.cilen.jO. i ; ^?????^?^? |****f <> J ra da Caioia 11. 37. S
Vende-se muitO Superior Cal J Toall.aso guardanapos. fe t$9M9?9>++*<**'*i<9>99,'*mGiB
de Lisboa, vind. pela barca Mar- ^ ^f^T^^^Z AtteilflO ao hanUcir
ganda, entia.li neste porlo em 28 jki 29, vende-se toalhas d-; panno do li- >
Na fundicilo da Aurora, cm s. Amaro.ido mez prximo passado he a 2 nho,com 8_l'al.mo* dc lar.Ru.r"< 2 *!
vendem-se arados de ferro de diversos mo-' ..,:.. ..!.______i_
mal. nova c moderna que lia no
increado, por preco com modo : na
i ua do Vigario u. 9 armazem de
Carueiro 6c (tainos.
ras de comuriinciilo a 4.0U0 ruis, di- +,
f- tas com 2I|2 varas a 5,000 rcis, e com *
* 3 varas a 6,00 reis ; c guardanapos *
* de linho a 3,500 rs. a duzia ; toalhas "
Agcr
iW ra ,1c Apollo u. arinazein de He. Cal-
11101U& Companhia, acha-sc coiHi.inlruirnlc
bous sortimeulos ,lr talxa de ferro c.iad e
batido. Mulo rasa como fondas, mornda.s in-'
eirastodaa de ferro para animaea, agoa, etc,|n "i primeiro aoaar.
dolos.
Deposito de cal virgem.
No armazem de llias l'urrcira, no caes da
alfaadega, vendem-se barris com ca vir-
gem, por pre^o commodo, viudos de Lisboa
no brgue Conceifto ta liara, entrado em
12 do correle : tiata-so no nicsm arma-
zem, ou com Novaos ,!. Conipauliia, ua ra
do Trapiche u. 84.
Batatas novas Irancezas.
VenJem-sc gigos com 16 a 18 libras de
balotas novas e d.> superior qualidade a
610 is. ; no caes a alfandega, defronte das
ascadiuhas, armazem deCoveia ,v Das
V inlio esuocrior qualidade: vende-se no rni-|5 lal?s (|ue
em Kalkmauo huiao.itua^da ^-y^^^^^^^^^^i
A.niiji'o
Na ra Nova n. 8 loja de Jos Joa-
quim Moreira ck Companhia,
Vendem-se foitcs o flecxives chicotes
para carro, pelo baratisvimo prego de 1,500
ris, caixas de muito boa madeira, feUs
* de Cuimar3es com 3 varas a 5.000 rs, com mullo trabadlo e gosto, destinada uni
? .:i"ii,ii,ii[ii adamascado do liulio a ^ camcnlo para prepnros do barbas, pelo de-
2,500 ris a vara. ^ minuto preo de 4,000 ris, chicotes do bor-
<**"?*?'* *?<* {*1***' ?* 4 es Par'1 cayallo, forlissimos e de qualid.i-
l'acas e uatlOS (' 'a'' U.UO!0'1VIS',, os compradores podo-
, ,, o ro avaliar, mesmo por seremos primeiros
i para mesa, o sobro quenatgenero aqu tem viudo : o p.eco
lder.
I
^ ,\a ra do Crespo n. 10, loja do J. L. )
? de B. Taborda, vende-se cortea deca- o9>
f* semira com ali:u'n inofo 3.000rs w
m rlialea de seda a 4,ooo, 5,000, c o.ouo S mesa, com cabos do marhm, c aimiiacloda r-se-ha em segredo a qoeiu pretender
"* rs., niaiilinlias le seda para menina ^; irincliuiil-'s, de mullo superior qualidade, U&BWWf&f0WStS-Wttl&l8W)&lWii'
*a 1,000 rs., rlscado largo a 120r*. O fl colli tos de metal principe, caivetes, llie- .." i;,nntnis Pailliei Hi ('.nmnanliio
covado, c aarjffo para escravos, fa- # 'ouras, c navalhas do baihi : ludo da me- L 7. ?i ".?.. _. P*11 .!a,l
larga de 210 at 320 rs., *> 'llior qualidade possivel, na ra
ida) olflo a 2,200 rs-, as- 11. 21, loja de Jos Das Simos.
a dos (Juarlcis
? zenda muito 1
^* i cssns de niada|V/.i,u u i,^u ,,., ao- /..
Mim como outras mu tas fazendaa b>-# I Ricas franjas c trancas para
teleles.
so venderao adinluiro
>r iitii.,3 una w ... m.j ... r
deposito de Lea
virgem.
>. 1 1 cas para mantelelcs, prelas, e decoros, bem
IftaiOja pemambOCana de A nlonio, c,)in0ft0CUSUe diversas coros, tapetes para
Lilia (ios Santos rtta do OlCS-lcal|dioiros de meio desala, o lanternas as
a* Conlinua-se a vendor no deposito _
9 geral da roa da Cruz n. 52, o excel- S
* hutee bem conceituado rap areia
' preta da fabrica de Caotois l'ailhct & %
-_| Companhia da llahia, em grandes e S
\i pcquclas portrtes pelo prc^ocslabe-
); lecido.
Novosgostos !! !
ra do Crespo n. i4. loja
Jos Francisco Dias,
vendem-se linissimas cassas francazas de ri-
casemi.
catea dV'bJnrtordi^.HioXn\V '*
vado, chales de tarl.iana de nimio L*' c-
tos. 1,200 rs., dito, preto da*,,."1"1!-
grandes e encorpadoa a 3,200 rs.,,iu0\ I",'0
de gostos muito bonitos, r.zend. Zl. Vi'
rs., algodSo azul liso com 4 12 -Vi!! a 8'
largura. 200rs o covado, pannoe oJ*
nosdamelhor qualidade. pro.a do l-
pelos precos de 2,800, 3,500, 4.500, atlo
rs., dito azul de 1.800, 2,800 3,600,4 3
o covado, dito verde muito lino a 4 600 '
oov.do, lencos de selim de corrs para oL"
U a 4,280 rs ditos de chita pretos p,B "'
muilo grandes e linos 1 160 rs., ditos a! '
ros de bonitos padrOes
lia, ditos do cass. com barra de
? *,000rs.,du.
cores 1
"i ha
2,400 rs. a duzia, plalhasdo Mitras de
e algodflo, muiloproprias para camisaaacii
cas de escravos a 200 rs. o covado, alRodj':
azul e branco, muito proprio par. rounaa!
escravos e outras muilas fazedaa, rSn
par. negocio e par. gasto, por preoYZ
& Leite, na ra do Queimadon. 27. "
t'hegaram os volumea u .
12 dosMysterios do l'ovo ese
vendem no pateo do Collegio, ca.
sa do iivro szul.
- Vende-se um. mulata de bonita Dau
ra e moca, sabe engommar, cozinh.r ec0"
ser cha. com algumas labilidades, a tji,
do comprador so dir o motivo porque
vende : na ra Direita n. 27. "
- Na rtia das Cruze n. 22, segundo in.
dar, vende-se urna escrava parda do 21 ai
nos de elegante figura, com algumas hahi".
I.d.des; urna dita de 22 annos, com um lilho
de 16 mozos, muhtinho, a escrava eneom.
ma, coso, cozmlia e lava; duas pretasd.
moia idado.quitindoiras.oum nioloquecri-
oulo de 14 annos, proprio para o campo.
- >endem-so caixOes com 4 libras de do-
co, de araij o goiaba. muito bom: na ra
Direila n. 16, venda da esquina de S Pedro
quo tem lampeSo, por preco commoJo. '
Vende-se chumba fino de
munico em grandes e pequenas
porcoes : em casa de Claudio Du-
bcux, na ra das Larangeiras nu-
mero 18.
- Cerveja vinda do cncommonda para mi-
mos, supeiior ao vinhu champagne, nnt
(uais rasoavelcm pr^co, visto onder-sc l-
mente a rasoslo 6,000 ris por duiia, em
barricas de tres : no armazom do Jos Ro-
drigues Pcreira, na ra da Cadeia.
Escravos futidos.
Na
de
commodo ; no armazem de Silva Rarruca,
ua ra do Trapicho 11. 19.
Casa tic commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
sc de commissao, tanto para a pro- I
Na ra dos Torres, armazem n. no ,, imais bom feilas possivel. c por preco mais
. 1 !- I mdico do que em oulra qualquer paito:
17., lia milito Superior Cal nova CIll Vmlom-sc ptimos biins trancados do na ra pos (Juaileis, n. 21 loja do Jos Das
pedias ebegada, ltimamente de 'l'sl'as de cures, o mais proprio para calcas,. himOes.
' O jaqueles, palitos do lioinoiis o meninos, ai Vende-'
Ll-boa. 200rs.ocova.lo.
Cal virgem em podra Charope do bosque.
Chegada recontomontede Lisboa, cm anco- O unio depoiilo conlinia a ser ua bolita du -<
ras muito bem acondicionadas, e por preco Jota Mnna C'.mci/ies ttamoi, na ra tlt/s muso, com seus competentes ttulos, MUJO coa a 640 rs, a vara, corto de cambraia
(Juarlcisn. 12, o pe da quarlel tic pj/co,; s|Jo melada plantada, sulhcieules para pintado de cor.dc gosios modeinos 2,200 rs,
aonde se venatm as /jrralas a 3,500, e meias \ Icvaiilar ongonhos, e mesmo para cnacSo 0 coi te, superiores chitas IraBCOZa cores
:t,000 rs., deixandu de sercm a/jentes nesla do gados, com bastantes pos de cafe, laran- inui0 (xas e de novos padrec a 210 0 260
provincia o Sr,. Novaes \ Companhia. igcir.s, limenas.e coqueiros: quem a po- 'rs., 0 covado, ditas cstreitas cores do vinho
Importante para o publico. | tender comprar dinja-se ao engenho 5eir |e h0 call o do ganga a 200 rs o covado.
De todas as molestias quo por lierAOQa li- rande, na fregnezia da l.scada, quo achara idilio de liuho branca o de cor propria para
cam ao coi po humano,ncnliuina ha quemis 1 com quem lralar,_ou iiesla. prsca, com Joa- mosquetciro6l0rs,a vara.brins trancados os-
curo o cor do ganga com lisias miudinlias a
1,000 rs.. o corte, assim como outras inui-
laa fazend.a por baraloj procos.
Vende-se um bonito mulequo de 18 an-
uos do idade, bom alfaiale e coziiihoiro,sem
- vicio, de boa conducta e diligente, um dito
em casa uc Uicarilo Sav de 12 anuos, um mulatinhodeS anuos, bom
Hovlc, rita da Cadeia Velba, ^ I para olcio, oito petos bous para todo o
.. r------...-...... u_ servico, o alguiit muito bons g.nhadores de
na casi de pulgar, por uiriioa prreo que o ,,'h,',",!,' ,'rrnN,'';'!l'''l' i!ir ".a prador; TC,"i-se a <"^r o \>r*> com ,, >r ;,ciiv anles do ap .11 -.ir ,. remed,. ~ V*^:W WiWf&lHtW** l'ila cozinheira o engommadeira com dous
..,."", "o" I ooaa lirnis a tret ir com J. J. Tassosluuior. lao recommendado oulro tanto n.lo acn- ; | ,
Itua do Auiorim, n. 35. lleco Com este estraorJinarioxaiope do
Silencio e muila altcnrio [boaqoe.
Francisco Antonio binos, eatabelecido Opropriolano ao principio foi induzulo e
i.lleiccor esle xaropo ,0 publico, do^ois do
vincia como para fra della, para risi7uuji.i^ Aeg/oa ra do
o que se oiFerece muilas garantas|dodosesforcosdoshomena
a seus u'onos : na ru 1 da Cacimba
Ierro para aiuui.i
ditas para armar cm madeira de lodos os l-
mannos c nudcllos o mais moderno, machina
horisonlal para vapor, com lorca de 4 cava!-
I
miar
a
Vende-se nina padaria comloJososin-
em medicina doqueaque
mente couluriJa por niiiolcslia 110 bufe.Kin
vanas pocas do ^culo passado lem-so otlc-
recido ao pubiico diHeienles remedios com M
attestadoa das esiraordinaraa cnia> que el- \':*
los tana felo, poim quasi que em tojos os
mais emilenles Livramciilo n. 20.
quo lie geral- ...'-~ ": ^Jl*.':"'*^ IS^^S.^141
Vcllasde espcrmaccle. ?$
Vcndem-s-e caixas de esper- *
mcete
Lotera do Ki de Janeiro, aos
de
'
20,000,000 ICIS.
Na luja de mlodezas, da praca da Inde-
mandioca que bao mercado, vende-se najcomloja doniidozas "a ra'doCabga^n^|ou*erocof este xarope ao 1 ublico, do^oisdo, pencia n. 4, reodem-ae l.ilhctes mteiros,
ra da Cruz do llecire, armazem n. 13, de \ coiiruiile a la das laranjeiras tciido d 'lel ellccluaJo em si m-sino urna cura p,r- meios, quartos, oitavos, e ves simos da ler- ruada Cacimba n. II, on lo inorou o finado
entregar as chaves la loja al o liin do cor maneule, edepoia de Icr a opiniSo dos pri- Cira lotera a beneficio do Santa casa da .Mi- vigario do liecifc.
- ixigencuvde seu proprietu-f !JC* .l^5io^L!;.5!I?i,*^dS.?ifS.* e*i^,l?! !^^lLnkuh"d"fJ-"VLli"!!.* ^" *>ara chapeleiros e livreiros.
JoSo Carlos Augusto Ma Silva.
Trincioios geraes de economa pu- ],cnl ll0r c'
11:. j 1 > i 11; n', resolvii'
bhca e industrial. quintobecusU
Vi'iidc-S! este compendio, approva lo para a saber ; vendem-se esporas do ayo muito
as aulas de primeiras letras, a 480 rs. : na linas da moda com corroias a 2,000 rs o
pra$a da lodepen lencia, livraiia n. 6e8. par, cartas franc zas muilu linas para volta-
limbas (le Ierro. 1 rete a 7,200 rs. aduza, franjas de hellas
Vendem-se bombas de remixn rncaa de corea do muito rico gosto para
venuem se nomuas uc repuxo,|coruMdol colll 15 varas a louo rs apee*
pndulas c picota para cacimba 1
o vender as fazendas por J'"''"'" llava esperamas de nielhoias, o era[ recebe-SB bilbcles priiniados do llio de Ja-
ram ou anda mais barato i''ouio segu. No anuo de 1837 apantle) uu.u neiro, e dp Livrmucnlo, em troca dos que
e 10.
na ra do Brum ns. 6, H
liiiidic.io de Ierro.
111 casa le .1. Kcllcr & Com*
panbia, na ruada Cruz 11. 55, acha-so a ven-
da oexcelleotoe superior linlioilr liu-
1 / lias, cm barris de 3.', he niuilo recom-
menilavel as casas eslrangeiras, como ex-
excellcnlc. vinho para paslo.
-- Vcndcm-so8 oiulequesde 14 a SO anuos
de idade, 1 uiulatinho de 15 anuos de idade,
proprio para pagem, e 3 negros de meia ida-
de : na ra larga do lloz.rio n. 22, segundo
andar.
Mercurio.
Vende-se mercurio de piimci-
ra sorlc, a preco commodo : em
casa de A. C. /ibrcu, na ra da
C'adeia-Velba, n. /\S.
Velas de espermacete.
Vcmlcm-se \elas de esperma-
cete de primeira qualidade c por
preco commodo : em cos de A.
C. de Abren, na ra da C'ad-ia-
Velba, n. 48.
DE VERES DOS 110MENS,
a 5oo rs.
Vende-se esto compendio provado para
ss aulas, cm meia cncadcrnacMO, a 500 rs.p
cada um: na livraria n. 6 c 8, da praca D,
Independencia.
^ \cndo se Moluzi.asfaz., nda muder- A
n na, para vestidos a800 ris : na ra
(P> do Crespo 11 10. *
Cheguem i'rcguezes a l'azendas
baratas.
l'ossas de cambraia com lislras decores
com 8 varas, por 3,200 rs., corles dudila
com s.lpicos 2,800 rf., ditas de casia pin-
tada com 5 varas a 1,1.00 rs., cassas de cor
oscura por 240 rs o covado, ditas prctas a
100 rs. o covado, idea) para babados e corti-
nados 2,100 rs. a pessa, cortes de chita
nm 12 cov.dos a 1,800 o 1,920 rs. : na ra
do Crespo n. 6.
Vende-se 11 mor parto de um grande
predio dn tres andares, o sotocom t'apei-
ras, com duas frenlcs guarnecidas de varan-
atacouo pcito, o lem a-venda, ncsla mesma loja foi venJido o .,,-.. ,s
itisica puliiiouar' numero 2707 da decima selima lotera do .,
grande cuiDlipao quo mo
lodos os svmplomas do phtisica puuiiunai .<.-. ,.,, ua uaima sciiuiu luiei.a uo ,, 1 servir ,.,,, ...,,.,1.,.
ogose seguiram. bu tmlia urna Lossecon- theatro -jo S. Podro d'Alcaniara, quo sabio ljal virgem, a mais adequada paraiSBrvar om seu poner.
-Dsappareceu no da 21 de aetembrt
deste anno, prosum^-so qua por Pernambu-
co,e por Ierra at villa da J.coca, aondo
foi encontrada urra escrava creoula, da
nomo Manoella quo algumas vezes subsli-
lue por Anna.da casa de Antonio Rufino Ara-
nha, da Par.iba do Norte, cujos signaos sao
os segnintes: estatura regular, cor oxvcr-
liada, ida lo 23 annos, corpo delgado, rosto
comprido, bom fallante, o do muito ardil,
denles alguma cousa separados cnlre si!
bocea proporcional, o um t.nlo abard si-
tualmentc, brafos o pernas (loas \.in bem
foitos, duas cicatrizo, pequenas, uina ni
test, o oulra no peito do p esquerdo, ttni
bastantes habilidades, cose, cosinhs, lira,
engomma, e he oxcellenle podeira : ni
tem vicio, e nom molestia alguma conlrai-
da, levou diversas roupasem urna trouxi,
ontre ellas um Chalos do sida e 13a, o sapi-
tos do bezerro de lustro lloga-so a sia cap-
tura, assim as aulhoridas policiaca, como
eapi.ies do campoi, e promette-se por elit
urna generosa recoaiDens.
100,000 rs. de gralilieaeao.
l!oga-se as .uloridades policiaca, que
capturem o escravo Manoel, perloocente a
Seb.sli.1o Marques do Nascimcnlo, fgido
desde odia 8 do cor.-eiite mez do setoinbro.
Foi elle escravo do Sr. Cab iel AOonao lli-
gneira, quem fui comprado ultim.mcnla:
tem 28 annos de id.do pouco oais ou monos,
cor ful., com falta do dous denlos na frente,
e de cabellos do I ido esquerdo da cabcci,
que se torna bem visivel por parecer umi
cora, lem olhos peijuenos, beicos grossos,
sem barba, baixo, corpo regular, heollicia,
de funileiro. Trajava jaqueta de riscido
aiul, calja branca, camisa de madipolJo.e
levou um. trouxa, contendo caigas e jaque-
las : quem aprehender e levar a ra dn Au-
l'arinlia do Irigo a 1,500 rs. arroba, c as rora n. 02, rocobor gratificarlo promet-
libras a 50 rs. : ua ra larga do Itozario, pa- 'l' Suspeita-se que fosso seduzido, e por
isso desda j prolesta-se cuntra quom o con-
llilhos, um do 4 anoos, e urna mulatinha de
11 res anuos, unta negrinha de 11 annos de
idado com algumas habilidades, cinco pre-
las, algumas das quaes engomam e cozi-
nli.im muilo bem e vendem na ra ; na
luvasdc pelica para seobora nimio novas a
muito frescas com hellas e roquiuTes a 1#,
ca 2,000 rs, o par, ditas pelas para lioinein
a 1,410 rs. o par, meias de liuho do Porto a :
3, VG rs. du/..,,, iainiiOo ;.c j...;.,... Je li-
uho bordados a 100 rs. a vara, tinta ingle-
sa a 1,280 rs. a duzia, liabas em carntcl de
100 jardas a 320 rs e200 jardas a sso rs. a
duzia do mellior autor, liulias novel los de
lodsa as cues a l,2U0 rs. a libra Indias
brancas de lodos os nmeros mullo baratas,
bicos de varias larguras c de palmo, sendo
muilo lino, prop io para lalhos do visli Jo do
senhora c roquetes de padre a 800 rs. a va-
ra, rendas do um dedo rebufado a 800 rs. a
pega de 10 varas, meias muito linas para se-
nboia a 100 rs., e para liouiem a 110 rs. o
par, caixas do colx^tcs a 70 rs., gospenaoi ios
a 140 rs. o par, ditos de c cilos a 320 rs.,
luvas brnncar o pardas muito cncorpadas,
proprias para montar a 210 rs. o par, caixas
eanuilhoa 1,880 rs reqoiflfea para vesti-
do 160 rs. a vara, botOes de Calca a 20u rs. |
s grosa, agulbas irancezas a 280 rs. a c.ixa
linuada com dor no pello, salivava tima llej- premio do 4:000,000.
roa dura a tlguai.a vezes misturada com \ jAo o covado.
sangue, nina febrn elic.i, suores do noilo,
omagreci rpidamente, e om pouco lomp
liquei rcduzJn a extrema debilidodo.
Os mcus mdicos jancUmenU coraimeus; dosenl.os, pelo baratlssimo prec de
amigos, perdern, loda a esporanja do inen riijs 0 covtdo. bom covo outr^a vrer,las .
tnelhonunentn, esneravan. que cu brcvi- laio f ,||nnoro c UuC0 Je Mau'.
tneiilo succunib.ria. I las a que se ton.-.o muito recomendarais,
Neste CSUdo do molestia por casuahdade aossciiho.es chofes de familia quo gostao
encoutre com urna auliga ic.eita Jos lu- ,., oconomia
dios, e resolvi-me com p eonsenlimenio dos I .. vende-s'a um terreno, com 117 palmos
meJicos a expcnniciila-la.vislu o estado de-1,1, n-ent,., |,ra a estrada de l.uiz liego, e
espera lo do mcu caso. com sa7palmoj de fundos, ns boirs da cam-
Qual no sena a admir^oo dos meus me- boa que paisa na ponte da mesma estrada
dios, e o mcu riiiilentaineniu venjo
o fabrico de assucar.
Na rui da Cruz do Itecife, armaiom do
l)a-se 80,000.
A quem trouxer na prafa da InJepeJencii
t """ .mirauui un nooiie, armatom 110 ,, .,.,, ,,..1. i.,,. .1.. i.i.,ia ,la
Na ra do Queimado loja n. 3 delionle do assucar n. 23. ha cal virgem muito nova che 3A V.nnos da nsclc mmo b.iu ao-
o becco do Polio PrilO, vendem-se riacadi- gda ltimamente: ca preco muito ra a coVren iSSZfiSaufiSi Xm
,.|boatrances..de dilferentea agr.d.vi. ao.vel. ^ ^t'.SX^ I^r"
Leiam e vejam. ia he bisunta ardilosa ; ja oi oscr.v. do
ICm Santo Amarinho, no sitio do faleci lo engenho. e ultimamonle era quitandeira do
Veig., vendem-so terrenos om chlos pro- miudozas, desconha-sa quo ando para
prios, promptos para edificarlo, o alguna parles do sul, por estar acoslumada a anlar
ja com viveiros de peixccni producido, ven- poi la vondcn.lo, comuma crioula do nomo
de-se igualmente casi de s ibrado do sitio, Kclicidalc, dequon foi escrava, e consli
tudo por precos muito baratos, para liqui- ter sida vista, na povoac,1o doS. Amaro Ji-
dacSo do conlis, e venda-so ou arrend.-se huatao : esta preta fugionodi 11 do abril
padaria no mesmo lugar, com lodosos seus de 1850.
pertences : a tratar com Manoel Luis da -- Ausenlou-sea oscrava par Ja, de nomo
ireccOes poucas vcz.'s deixara de produzir 1 v>##*>***** #4i##4w*
II I I (',11 I 1.1 til' '|. I I 1 1 I* 1 1
O Seu principio de operar lio f.cl de ex- lj0lcna d<^. U, dc Janeiro aos 20.S
pilcar:suavisa c acalma aiiicoinmo.latos.se,
amadureco o abceaso, facilita a saliv.cao om
pouco lempo, livia os bolea da materia que
lis, na casa feliz
"l'.^.u'.oca ".'"i"8"' f-clila saliv.cao om do4nUIiro C.nlos da ru. doOu,im.do, loja
perreila saude, o bole, des-, qualidtd] e por preco commodo:
do aquello lempo tcm continua lo tem a mu- i | ivrameiito n '7
. Iior allecuclo do eiil'ermidade. Ncstascir- 99*94**+V + ? } g '*fe
e o" papel den. 1 a 7 a 30 rs., facas o garlos cumalanciaa lie que mo resolv a principio B ^ fJa ,ua ("|0 Cresno 11 al S
a 8,000 rs. a duzia, e muilo linas e cravadas offerece-lo ao publico, firmemente conven-< S
a 2,700, c 3,000 rs. a duzia, pentes do balcia ,cdo deque he o umeo roincdij que so teml%j Ven lem-sc chapeos do chile pe juenos S
de alisar a 210, e 320 rs., caixas do penosa Ioeacouerlo, 110 qual se pode ter confianca .4,6 e 8,00j rs., brins do algodo
.lenco muito linas a 800 rs., pares de brio- I ara ,ula du phlisica pulmonar. Curou ; esrurosa 8)0rs. o corte, chita larga n
OOS.rozarlos, rendasdouradas,faldea, fitas ,'1"10 lodosos mais remedios linhain laltia- (> paracobeila a lOrs. o covado, dita
iuas o de diversas larguras, botos de aber- "> s0 llir tomado o applicado saguudo as 1 iy para vesli lo a Mu o 4.50U rs. a poca. 4
lur; tudo o mais barato, pois no se olha a ''
lucros,
Ven lem-se velas de es.iermaccte, em
caixas.de superior qualidade : em casa do
i. Keller & Companhia : na ru3 da Cruz nu-
mero 55.
Inda continua a vender-se barato.
Cortes do casomira preta por 5,000 rs., di-
tos do brim escu'os de lislras a 2,000 rs e
1,600 rs ,dilos do castor 1,120 rs rise.dos
de algodo a 180, e 200 rs., riscadinhos
fr.ncezes a 120 rs. o covado, e multas mais
ti/.en las por luratissimo pie,o na ra do
Crespo n. o
Dinheiro a vista.
Casas cbita muiolarg c do bom gos-
to, a 200 rs. ocova lo.
Na ra du Crespo, loja da esquina, quo
volt, para Cad, ia, acaba ,1c chegar um sor
limeuto do lindas cissas chitas, quo como
liuheiroa vista, se vendo a 200 rs. o covndo-
e outras muilas la/ondas, por preco com-
modo.
VenJem-sc burros mansos c gordos :
na ru. do Queimado, loja de ferrageus
n. 14.
-- Vende-se ua ra da Cruz, araiazom dc
Vendse uina loja de funileiro, cam roga-se, porlanto, as autoridades polica.'
10 lo fundo, que liver e fe.rra ment, Ionio ecapilHos decampo, a .prehensil) dalla a
le funileiro, como de laloeiro, faz-se todo entregar na ru das Cruzo* n. 14, oudo san
I I n'iil 'I I I 1 1 1 r' 1 a \p I 1 > ,1- _>_ .1.. tFi.... .. 1 i .. ____1 1 I ', I ,
negocio, .1 dinheiro a vista : ua na do Viga- portador gratificado,
jrion. 17, s fallar com Joao Francisco do Uo- Dusapp.receu na lardo do da 13 do enr-
izarlo, ronte um escr.vo por nome Joaquin tem os
! Venlc-soum molcque, oplimo para a- s'gnaes seguintes: boaeslatura, ivpressiiU
I prender qualquer ofUcto, ou pira pagem; tor 35 annos de id.de, ralla desembar.cadi,
ua ra das Flores n. II. pos grandos, tem lodosos denles da frente,
nliou i\o l-Inltn nariz chato, qoanaoan la estala as juntas dos
v > (M iiillld jacillas, levou camisa de alaodiloaiuho br.n-
a 27,000 rs. o quintal. co, ele. do dito azul, est escr.vo foi do
u. .... i.'- r ,. malo: ouem o pegar lovo-o a tViiograpnia
cin 1 m.2, ? ll0Kfe'i T?ZT '.' \S mparci.l. falla com a viuva liorna quese-
coulinu.-soa vender cabos de linho do todas rP(.,,,nnonsado
.s grosauraa, sendo a 27,000 rs. o quintal om r'
mo, admiraveise Inumpbantes.'!
Como medicamento provenlivo o antidoto
contra as tendencias do clima para a phtisi-
ca, he grande valor, e n.lo d, segn lo faz
qnalqu r medico ou coobecodor de drogas,
P o cm em qu.ulo se est p.liaudo coai esl.s
engaosas misturas, o doenta val rpida-
mente implorando, e cada dia mais e mais
ro cm barra, sortido vinho dc Br-
deos, l'orto Xars e Madeira, en-
garrafado, em caixas de duzia, :
collOca o seu caso fra do alcance de espe- ,. r> ,
.ancas Nao succedeassim com osla precio- e,nC?sa ,icG- J-Aalley & Gom-
s nmedicina. He sempre sulular, o seus ef-l panhia, ni ra do Trapichen. 3.
iaalos nunca s9o danosos. Nao ho opitica I Veudo-se muilo boa e nova somente de
Cabo, o escravo crioulo de nome Francisco,
offlcial lo pedroiro, baixo do corpo, su
rende 20,000 rs. mensaes : alr.il ir na ra
das Larangeiras n. 18.
l'azendas baratissimas. far.Yfafa alVumVcoiasTfraoce, foi ea-
Optimas redes do Para com cores, de 20, a cr.vo do fallecido dezoinbargador Bell""'
30,000 rs., chitas bonitas com cores seguras, lo : Quem o pegar Icve-o ao engenho a ciB
pec.s de 38 cavados por 4,500 rs., pajas de quo ser muilo bem recompensado-^
riscados de quadros com 38 covaJosporS/
rs., dilis de chilas rochas flores encarnadas


Full Text
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