Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05147


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Full Text
AnnoXXVU
Terca -feira 1
de Oulubrode 1851.
N. 232-
DIARIO BE W PEMAMBltlO.
FREIJO A lOBCRIPljlO
PtOAMIlOO ADItHTtDO.
por trimeslre...........
Por semestre............
Por noo ...
PGO DENtSO DOnlHHT>K.
f0I q rara
16 deSelbr. Mina
M.r'.n'hao 20 de dllo
ivir... 24 dedico,
prablb.. au-eOolub.
S. Pulo.
I), del..
Baha...
31 de
3 de
3o de
7 de
4/000
8/O00
4/300
Agosto
Selbr.
dllo
Oulub.
DIAI DA SCHlHi.
13 Seg. S- Eduardo re |
14 l'i-r S. Callslo p. .
15 Quart. S. Therrxa
de Jess v. c. i
l Quint. S. Marliniano
m. ; i. Gallo ab. ;
17 Sejt. S. Eduriges.
18 Sab. S. Lucaa b.
10 D0111. S. Pedro de Al-
cntara 1.
audiencias,
Jm'xoaV Orji/niai
c5. s 10 horas..
I. vara do civel.
c ao ineio-dia.
Fazenda.
e 6. i lo horas.
2' vara do civel.
e aabadoa ao mclo-d.
Kelacao.
I > 1 < 1 a sbados.
iraniBiDii.
Creicente i 2, ao> 10 minutos da man.
i liria a 10, aa 4 horas e 13 minutos da m.
Mingoanle 17, as 9 horas e 53 minutos da t.
Nova iU, aoi 50 minutos da tarde.
rniiMi Di boji
Primeira s 8 horas e 30 minutos da manha.
Segunda s8 horas e 54 minutos da tarde.
P1DTIDA) DO COBBIIOS.
Goianna e Parahiba, a segundas e seilas-
feiraa.
P.o-Crande-do-r*orte, todas as quintal-reirs
ao meio da.
Garanhunse llonito, a 8 e 23.
noa-Vista, e Flores,a 13 e 28.
Victoria, s quintas-fclras.
(Unida, lodosos das.
NOTICIAS BITRANOEIBA*.
Portugal.
Ilrspaoha.
Franca ...
Blgica...
Italia.. ..
Alenianha.
Prussia ...
I lili ni, i r i
Itussia...
Turqua.
13 de Setbr.i
8 de dito
8 de dito
i de dito
2 de Agosto
I de Scbr.
3 de dito.
I de dito
2"de Agosto:
:iodcdilo.
Austria.. 3lde Agosto
Sulssa. ... 3 de Setbr.
Suecia... 28 de Agosto
Inglaterra 8 de Setbr.
K.-Unidos 25de Agosto
Meaico... 2 de dito,
California 15 de Julho
Cblll. 26 de Abril
Kuenos-A. S Je Setb
Montevideo de dito.
CAMBIO! DE 13 DE fDTUlBO
Sobre Londres, a 29 d. p. l|OO0 rs. Firme,
"i Pars, 337 por fr.
i Lisboa, srm transacedea.
METAS.
Ouro.Oncas heapanholas.... a 2MMM
Mocdas de 6/400 veltass. 16/000 a 16/100
de 61400 novas. 16/000 a Ifi/iOO
de 4/DCO....... 9/000 a 9/100
Prala.Pata(des brasileiros.. 1/920 a 1/920
Pesos columnarios... 1/920 a 1/92,1
Ditos mexicanos..... 1/750 a 1/760
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DO IMPEUIO.
DECBETO N. 767 de 10 de margo
de 1851.
Anprora o contrato celebrado com o gerente
di coinpanhia braslleira de paquetes a vapor
para a cuolinuacao do servico dos niesmos
paquetes, tanto para o Norte como para o
Sul do imperio.
llci por bem approvar o contrato que foi na
data de hoje celebrado pelo conselhciro de es-
lado visconde de lote Alegre, presidente do
conselho de ministros, ministro c secretario
de estado dos negocios do imperio, com o ge-
rente dacoiupanhia brasileira de paquetes de
vapor, para a continnacao do servico dos ditos
paquetes, tanto para o Norte como para o Sul
do imperio, sob as coudiedes que com este
1i.ih.iui, asslgnadas pelo referido conscllieiro
de estado, visconde de Monte Alegre, eque,
rrvogadas as disposlcdcs anteriorea. comecam
a ter execueo desde o primeiro do futuro mea
de Janeiro em dlante : ficando, porm, depen-
dente da definitiva approvaco da asseinbla
feral legislativa. O inrsino ministro e secre-
tario de estado dos negocios do imperio o te-
nha aislra entendido e faca executar. Palacio
do Rio de Janeiro, em lo demarco de i85i,
trigsimo da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. al. o Imperador.Vii-
ennde di atonte Alegre.
Condices acerca da navrgacao de paquetes de
vapoi, tanto para o Norte como para o Sul
do imperio, a que se refere o decreto desta
data.
i. A coinpanhia se obriza a mandar condu-
iir em paquetea de vapor as malas e oflicios
do eovrrno, tanto para os portos do Norte
tomo para os do Sul do imperio, acontar do
primeiro de Janeiro do anuo prximo futuro
em diaute, dcbaixo das condices que se se-
gu ni.
2. As viagena para o norte serao desde a ca-
pital do imperio ate a da provincia do Para,
com escala pelos portos da Baha, Alagoas,
Pernambuco, Parahyba, Rio Grande do Norte.
Cear c Maranbo e para s Sul, desde a mes-
ina capital do imperio at a cldadc do Rio
Grande na provincia de S. Pedro, com escala
por Santa Catharlna. Se, porcm, acontecer
<|ue alguma vez convenha ao govemo ou com
panilla que os paquetes toquem em algum mi-
no porto, poder.1 isso fazer-sc, precedendo
accordo de ambas as partes contratantes.
3. As viagens para o Norte terao lugar duas
vetes cada mea, e as do Sul uina s vex, nos
dias que prcviameolc forem marcados com
accordo do govemo; convindo que haja a
inaior regularidadc no dia da sahida, tornan-
do-o i.in fixo c lovariavel quanto for poilvel.
4. Por cada viagem redonda para o Norte
pagar o govemo coinpanhia no thesouro
nacional a quantia de 20:000/1)00, inetailc da
qual Ihc ser entregue logo depois da sahida
do paquete, em letras do thesouro a dous mc-
es de prazo e a outra metade em moeda cor-
rente depois que o paquete, tendo c implctado
a vlagcm, voltar ao Itio de Janeiro e por ca-
da vlagem redonda para o Sul receber a com-
panhia 4:5000/000 em moeda correntc no fim
da viagem.
5. i.iii.iniln, em consecuencia de sinislro, ou
de inconveniente de torca maior, o paquete
o."i completar a viagem redonda, o governo
pagar smente companhia a quantia corres-
pondente destancia navegada atd o ponto cm
que tiver havdo o sinlstro ou embaraco para
a conlinuscao da viagem calculada a mesma
dulincia pelo numero de millias navegadas em
rrficao s precisas para que sediga completa
urna viagem redonda, as quaes licam desde
ja liadas cm 4,860 para o Norte e 1,490 para
o Sul.
6. Os paquetes que a coinpanhia vicr a ad-
quirir, seja qual lor o lugar da sua construc-
co, sero nacionalizados brasileiros, da mes-
na maneira que o que ella j possue ; e como
taes h iiii isentoa de pagar imposto algum por
transferencia de propriedade, ou por matri-
cula. A respelto das suas tripulares obser-
var-se-ha o mesmo que se pratlca com as eui-
barcaedes naclonaes,
7. Se Untos paquetes de vapor da compav
nlii i ficarem por qualquer imprevisto acontc-
' niu'iiio ao mesmo lempo inhabilitados, que
nao possain os restantes fazer regularmente o
numero das viagens ajustado, a companhia se-
ra obrigada a Iretar barcos de vapor para su-
plir a falla dos seus.
8. Nao he permiuido aos paquetes da com-
panhia o demorarem-se nos portos da Bahia,
feruambucu, Cear e Maranho inals de qua-
renta c oito horas, uo do Para sessenta e duas,
no das Alagoas doze ; no da Parahyba vinte c
quatro; no do Hio Grande do Norte seis i no
de Santa Cathariua vinte e quatro no do llio
Grande do Sul sele das.
9. Os prazos de demora marcados na condi-
vao antecedente devero contar-se do momen-
to em que fundearem os paquetes, quer seja
em dia til quer cm domingo, ou da santo .
e rica entendido que o mximo do lempo de
demora nao he obrigatorio, devendo os gover-
nos das provincias despachar antes d'aquclle
prazo o paquetes, sempre que seja possivel,
com especialidade em Pernambuco. Parahyba,
Maranho c Para, para que possam aprovilar
a mar.
10. Quando occorrer demora maior, a qual
minia lera lugar por parte do governo sem
ordem por escripto do presidente da respecti-
va provincia ao agente que nella tlvcr a com-
panhia, ou ao coinmandantc do paquete, no
imped memo ou falla d'aquelle, a parte que
occaslouar essa demoia pagar outra a quan-
tia de 200/000 por cada prazo de vinte c quan-
tro horas, que hora da partida ordinaria exce-
der a da partida cfiectlva. A mesma pena c
e pela mesma forma, ter lugar, relativamen-
te sahida dos paquetes do Hio de Janeiro,
quando esta se nao realisar no dia marcado,
S se contar cada prazo de vinte e quatro
horas para a imposico da multa cstabelecida
nesla condico quando o excesso de demora
passar de seis horas.
i'.Se em conseipuencia de ser necessario
examinar, ou mandar conecnar o fundo de
sigu dos paquetes da companhia, este se
demorar em qualquer porto, em que mais con-
veniente seja proceder quelles trabadlos, em-
quantu nao houver na capital do imperio ma-
| lima- proprias para elles, alm do lempo que
boj determinado, neste caso nao llcar a com-
ranhia sujelta multa da condico antecede n-
ii e"lor* uml "ez que previamente te-
lina pedido, c alcancado do governo Imperial
utorlsacao para ella.
'" Os commandanles dos paquetes condu-
c nH """ P"a b""i0 U"ki" e m"
os ao goverdo ; e quando chegarein aos por-
J *"' que leem de locar, os levario s adml-
itr do* eorrelos reapeclivos, ou os en-
i,.ltn "" *'nlc desle que se apresenla-
'ui dcvidimentc autorisados para recebc-los.
a do?"'*1"1'""" P"aro recibos das malas
boi'rlnMk" que rcberem, e exigirao reci-
;''""""'les das malas e olcios que entre-
carg, '"" cibos lbe servlrem de dei-
i. ri. 9* >'a,luf Id podero transportar por con-
' Ihef nT"1"4 PMtageiros' e a carga que
Mr... """erem e o governo os preferir
d. ...,r*n,P?'le dos seus pasingeiros, pricas
"''"' "'"nlcdes de guerra, e artlgos belll-
,,,; PajTndo um frete rasoavel. Os reos man-
dos de uds pira oulro lugares, os degreda-
dos e os vagabundos nunca sero admittldos
a bordo dos paquetes.
14. A companhia dar gratuitamente passa-
gera nos scui paquetes a dous passageiros do
estado em cada viagem ; mas nao Ihcs forne-
cer comedorlas ; e emquanto elles cxlslirem
a bordo, nao ser obligada a fazer transportar
gratuitamente malalgum de" urna para outra
provincia. Ella far tambem transportar gra-
tuitamente quaesquer soinmas de dlnheiro que
o thesouro publico ou as Ihesourarias provin-
ciaes livercm de remetlcr de um para o outro
porto da escala dos seus paquetes.
15. Os paquetes das coinpanhlas goiaro em
todos os portos do Imperio dos mesiuos privilc*
glos de que gnzam as embarcaces de guerra
nacionacs; ficando com tudo sujeitos aos rc-
gulamentos pollciaes e Hicalisaro das alfan-
degas nos portos para onde levaren! passagei-
ros ou carga.
16. Tendo attenco ao que se acha cstipula-
pn na nona das presentes condices, as alfan-
degas, nos portos cm que os paquetes teem de
tocar, expedirao os despachos necessarlos para
se proceder ao desembarque da carga ou cn-
commendas que elles transportaren! com pre-
ferencia descarga de outra qualquer einbar-
cato, c sem embargo de domingos, dias un-
tos, ou qualquer motivo feriados ; e os gorcr-
nos provincia Ihes preslarao toda a proieccao
e auxilio de que, por qualquer motivo, neces-
sitarem para a conlinuacao da sua viagem den-
tro dodcvldo lempo, c comprimcnio do con-
trato com o governo, paga pela companhia a
despesa nos casos cm que esta liver lugar.
17. O governo podera permillir que os olli-
ciacs da inarinha de guerra brasileira com-
naodem os paquetes da coinpanhia, se Ule
forem para isso requeridos pela mesma coin-
panhia Meando, porm, a cargo desta o pa-
gamento das gralificaciies que cll i convceionar
com 01 referidos ollici.irs, os quaes perceberu
da fazenda publica bulliente o incio sold das
suas plenles, como licenciados, a cuja elasse
passaro a pertcncer durante aqucjlc servico,
18. O presente contrato subsistir por cinco
annos cornados do primeiro de Janeiro prxi-
mo futuro, salvo se antes disso o governo lo-
mar a si a execueo deste ramo de servico pu-
blico em paquetes de vapor do estado, o que
u! i\ii nao poder fa/cr sem que um anuo
antes previna companhia de que pretende
lomar essa rcsnlucio : podeudo nesse caso, se
assiin Ihc convlcr, couliatar com a coinpauiia
a compra dos seus vapore! c de todo o mate-
rial cinpregado nesse servico.
19. No caso n.ni esperado de alguma decta-
raco de guerra enlrc o llrasil c qualquer ou-
tra potencia durante o presente coutrato, o
goveruo se obriga a iudemnisar coinpanhia
do premio do seguro de seus paquetes pelo
risco de guerra smenle ; ficando, porm,
como al aqui, a cargo da mesma companhia
o seguro pelo risco muitinio.
20. Para srguranca das condices desee con-
trato por parle da companhia, conservar-se-
ha no Ihcsouro publico a quantia de II).000/000
cm apolices da divida publica, que a compa-
nhia all depositou, e perder sem dependen-
cia de processo judicial, uo caso de fallir
execueo de todas ou de cada una das mes-
inas condices
Palacio do Hio de Janeiro, em 10 de marco
de 1851.Ki'rconde de Monte Kleijre.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 9 DE 0UTUBR0 DE
1851.
Ofllcio Ao r muan lo das arinss, para
mandar porcm lihcniade o recruu lluliiio
Jos do Sania Aun i, quo lora rcmcllido pa
ra o deposito com o nomo dfl Itulino Jos
dos Sanios, visto ter apresentado isenco
legal, --(".(immunicou-so no doso.Tibargsdor
chefe de policia para fszer constar a aulo-
i hl 11 que o rccrulou.
Dito A llie.siiiir.iria de ,a/.onda, devol-
yen Jo os pnpeii que vicram atincxos a in-
formarlo quo deu sobre oreqiieriincatn de
Bai tliolomeu Francisco do Suuza o Jos Ig-
nacio Soares de Macedo que scaba de ser in-
deferido.
Dito A pagadoria militir. Tendo j.i en-
viado a V. S com o meu ollicio de honlcm
os dous podidos de jncdicameiitos e vanos
objoctos para o presidio de Fernanlo au-
i i" mu I ii a V. S. pai i lazar as reducQdcs o
tnodificacaVs que entender necessarias, te-
nho agora a dizer-llie em respOSU no seo
ollicio da mesma dala de h iiitom, qundeve
V. S. comprar e dispor para o embarque lu-
do oque for absolulamcnto indispensavel
haverno presidio, comprehondnla por con-
seguinto a farinlia qui for necossaria e fi-
zendo-se todas as acquisii;i3es mediante an-
nuncios pelo Diario, para eslab:leccr-se a
concurrencia dos furnecedores. preferind)-
se em lodo o caso o quo mclhores con II-
1,-iios o mu is garantas ollerocor.
i.) inniii ao rocebimento e boa guarda dos
gneros no presidio, cumbre que V. S. faga
ao commaudante todas as recommcndac.'js
convenientes, alm das qu se llie tem fcito
as quaes todas deve elle cumprir sob sja
responsaliilidailo.
Dito--A mesma, enviando novamentoa
rularan e recibo do arinini Milu, que O dele-
gado de Ciranhuns romolleu para o arsenal
do guona, lim de quo man le pagar ao
guarda nicioiial ViCS'ile Ferreira da Fonse-
ca, a quantia de 2t,000 rs., em que importa
o frele de dous cavallosempregados na con-
ducho do referido armamento.
Dito -- A mesma, spprovan lo o termo de
contrato feilo por P. i mu Feliciano dos San-
tos, para apromptar urna prensa de fazer fa-
rinha para o prosidio de Fernando.
DitoAo inspector do arsenal do mari-
n'ia, communicando que dlffijrio o requeri-
mento da viuva Machado ot Fillios, que vuio
auimpanhailo de sua infirmaeo, com o
despacho seguinle Apresentem-sn os sup-
plicantos ao inspector do arsenal de man-
tilla, para que avallada a madeira, quo tive-
rem do recibar priistem Ii inga idnea ao
respectivo valor, obrigan loso medanle le-
tra, a psga-lo uo prsso de quilro mezes, se
dentro deste nSo ipresenlsrem licen(i do
governo imperial, para poJerem disponte
tal madeira.
Dito A Ihesouraria de fazcnJa provin-
cial, pa adisntsr tres mezes desold a
contar do primeiro do correnle, o ollicial
do corpo de policia que est noimado para
commandar o destacamento do termo do
Ouricury. Scienti(cou-so ao coinniau-
dante do referido corpo.
Dito A Jos Porfirio Lobo de AnJrade,
para que com brevidaJc recolha ao arsenal
de guerra as 53 armas eoutros lanos cor-
reames completos, que, segundo consta do
pai ticipaco do director do mencionado ar-
senal, foram por intermedia do chefe de
polica, fornecidos a delegada da Nazareth,
que cuulo era oceupada por Smc.
Dito-- A admnslrarSo do patrimonio dos
orpliJos, dizendo licar scientu de haver en-
carregado ao cobrador daquella administra-
cSo, a factura dos concert! da latrina do
collegio dos orphSos, visto Dio ter appa-
recido quem os quizesse arrematar.
Dito --A cmara municipal do Reeifa.
Em renposta ao odlcio que Vmcs me dirigi-
ram em data de 3 deste mes, tenlio adizer-
Ihes, que nSo approvoi o plano novamente
I adoptado par o cimiterio publico pelas con.
sideracOes que expuz a alguns oiembros
ilossa cunara na inspocQo qno hoje pro-
ced no lugar do cimiterio, cumprinJo por
'tanto qu a nova linha das catacumbas se
[ faga na circunferencia, como foi resolvido
om resoltado daquella inspiccSo.
Dito A cmara municipal de s Aniso,
' dizondo que para resolver iceica do que so-
licita em ollicio de 30 do setombro ultimo,
faz-so oocessaiio que declaro qual foi em o
anuo finio o rendimento de cida um dos
Iseguintes imposto*: c;pos do acalugue,
500 rs. sobre caberla llegado vaceum, que
se vender para o consumo; 200 rs sobro o
siini i, e 100 rs. sobro o ovelhum afenr;6es
de pesos o medidas ; -2,000 rs. sobro mas-
castes e boceteiras medidas do mercado
publico e finalmente balanza do assucir.
TKIBUAL DliELACAO'
SESSAO DE II DEOUl'UBnO dk ISTh.
rretideneia do Exm. Sr. conselhciro Azevedo.
As 10 horas da manha. estando presentes os
senhores desembargadores Villares, Kaslos,
Lelo, Hebcllo, l.una Freir, Pereira Monleiro,
. Valle e Santiago, fallando com causa o Sr.
I desembirgador sonsa, o Sr. presidente decla-
ra abena a sesso.
Foi lido em mesa um ollicio do deseinbarga-
dor '.unto, cominuuicando que por decreto de
IS de selcmbro ultimo, passou a 1er exerticio
na relatan da coitc.
Idcmdojuiz de direito de Garanhuiii, com-
iniiiiicaiido ai Ii ii -m no exercicio do seu lugar,
dem do Kxm coiisclheiro presidente da rc-
I n, ni il i Bihia, acusando o rccebimciito do pro
cesso de revista entre partes Jos Marinho de
ndradc Viuhas c oulros, com Joo Marinho
Vlnhas de Audradc.
JULGAMEATOS.
Aggravanlc, Jos Pedro Velloso da Silvcira |
aggravada, a fazenda provincial. Ncgaram
provimento ao aggravo.
AgKravanle, Jos l'edro Velloso da Silvcira; ag-
gravada, a faieuda provincial. Idcm.
jILIOElICIa.
Appellanle c appellado, Ba/.ilio Alves de Mi-
randa Varejo c Joao Arscuio harbosa.
Mandaran! averbar a dizlma da rccouvcnco.
drsignxqOes.
Appellantc, Salustianuo Augusto l'imenta de
Souza Peres; appellado, Manoel Joaquim Ha-
mos e Silva.
Appellanle, I). Thcrcza Goncalvcsde Jcsus A-
zevedo; appcllados, Joao Pedro Adour K C.
Appellanle, a fazenda ; appellado, Manoel
I ni n ir Fcrreira Ferro.
Appellantc, Jos Dias da Silva: appellado,
Joaquim da Silva Mouro.
Appellantc, o juizo; appcllados, Mariana de
Jess Correia c outros c aheranca de Vicen-
te Jos Correia.
Appellantc, Maria Francisca de S; appellado,
Jeronymo Joaquim Fiuza de Olivcira.
Appellanle, Joso Goucalvcs Fcrrelra c Silva i
appellado, Joao Pereira Lagos,
rivisO.s.
Passaram do Sr. desembargador Kaslos ao
Sr. desembargador Leo as seguintes appclla-
f oes cm que sao :
Appell.iiue, Francisco Cavalcanti de Mello ; ap-
pellado, jos.: Francisco G'incalvcs.
Appcllante, Joao Caroll; appellado, Christovo
Slarr.
Appcllunlc, Joi llapli.la Hibeiro de Faria ; ap-
pellado, Francisco Hibeiro de lliilo.
Appellantc, 1>. Brltes Sebastiana de Itnraei; ap-
pellado, Antonio Jos Pereira.
Appellantc, Francisca >laria ; appellada, Cons-
laiiliiu Jaciniiada Molla.
Appellanle c appcllados, Manoel Ignacio de
Avilla c Joao Vicira da Cunta.
Passaram do Sr. desembargador Rcbcllo ao
Sr. desembargador Luna Freir as seguintes
appellaces em que sao :
Appellanle, Auna Elisabet Adcllo Poirson ; ap-
pellado, Alfonso S. M ii un.
Appellinle, loo Francisco Reges c sua mullir r;
appellado, Joao Filippc de Souia Leo.
Passou do Sr. desembargador Luna Freir ao
Sr. desembargador Pereira Monleiro o seguin-
le recurso em que sao :
Appellante, Man ir I Filippc Anastaeio; appclla-
dos, Manoel Filippc Dias dos Santos c oulros
Passaram do Sr. desembargador Pereira Mon
lelro ao Sr. desembargador Valle as seguintes
appeltaces em que sao
Appellantcs e appcllados, Mareclllno Jos Lo-
pes c Francisco Joo Camelro da l.unha.
Appellanle, a fazenda ; appellado, Jos lim, l-
ves do Passo.
Appellantc, Manoel Jos Soares; appellado,
Oansley Al C.
Appellanle, Joaquim Tcixeira Peixoto ; appel-
lada, Isabel Francisca de Olivcira.
Passou do Sr. desembargador Valle ao Sr.
desembargador Santiago a seguiute sppcllaco
cm que sao;
Appellantc, Anua Joaquina do Sacramento Ay-
res; appellado, Alcxandrc Ferrcira dos San-
tos Caminha.
Passou do Sr. desembargador Santiago ao
Sr. desembargador Villares a seguinle appclla-
(So cm que sao :
Appellanle, Joaquim Antonio doForno; appel-
lado, Joo Lopes dos Santos.
niSTHiiicie/ji -.
Ao Sr. desembargador Rcbcllo a seguinle
appcllaco cin que sao:
Appellantc, Bcuto Jos da Costa; appellado,
Jos Joaquim Uezcrra i avale um
Ao Sr. desembargador Luna Freir a se-
guiute ipprll i, ;io cm que sao :
Appcllante, ojuiro; appellados, os hcrdciros
de Manoel Luiz da Veiga.
Ao Sr. desembargador Pereira Monleiro a
seguinle appcllaco cm que sao :
Appell.iute, o juizo; appellado, I). Isabel Igna-
cii da alcndouca.
Ao Sr dcicmbargador Valle a seguinle ap-
pcllacao em que sao :
Appellantcs, Hozcndo Cczar de Goes, sua mu-
Ihere oulro; appcllados, Pedro Lucas Cr-
rela, sna miilher c oulros.
Ao Sr, desembargador Santiago a seguinle
appcllaco em que sao :
Appellanle, o julio; appellado, Manoel Antonio
Rodrigues Alachado.
Ao Sr. desembargador Villares a seguiute
appcllaco cm que sao :
Appcllante, o juizo ; appellada, Auna Maria da
Cosa,
Nao foram julgados os demais fciloa com dia
assiguado pela falta do Sr. desembargador ci-
ma mencionada,
Lcvautou-se a sesso depois do meio dia.
i _.:,_ '----- juinas
dictador. Em nenhuin caso poda este invadir Depois do Horriton, os balceiros foram os
a r-ranca, por eujarasto permittido foi acsts nicos que lisera m apparicflas frequentesso-
natdes abandonar linpiineiiiente a quesUo bre as costas do Japilo, at o anuo de 1846,
quando iiso lhes fez conta. em (iUe urna expedirlo composta da np do
Americano o Brasil como Ruenos-Ayies, nao |)n||a Q Couinbei/ 8 ai curvet, Vincenwss, a
k^BM''iw?f0li"!nl!*^d*?^^Dta!a|. presentou-se diante de JodJo, dehaixo das
reco^.TueaTa";.d^avV."7:P.5.. ordens do dore Uildie", o qual era
O Hrazil, como paiz americano c vizinho do portador do urna carta do presidente dos
l'raia, conheceos homens, as cousas c os mcios Estsdos-I.nidos ao Imperador,
destes paiz como conLece os seus : oulro tanto A esquadnlha passou dez dias no ancora-
nao succedia Frsnca, cujasJifficuldadea vic-' douro na embocadura do rio sobre a qual a
rain todas de uoconhcccr paiz com que con- uma legua de distancia, esta Jodio odilici-
lendia. ,,i -,,,' da, porem nao pode obtor permissSo de
Oratll acha Rosas na sua^ doae,nb irear pessoa alguma. Tolavia o
t^^Z^^o^do^^ZJ^u^r^ julg'ou prudente responder por
valore de prestigio. mais de uma Carla multo urbana, Da qual
O Braiil associa-se aos lcderaes,aos vciiccdo-| exallava em verdad:) a grandeza o o pudor
res. a homens enllocados em grande altura, a',<]os Estados-lnidos, porem refusava ciltio-
podcrespromplos e dispostosa entrar em ac(n:igorjCjin|entg (0l> r seus portos a um i n mm
EXTERIOR.
A QUESTAO.ARGENTINA.
Valpaiaiso, lo de agosto de i85i.
ARTIUO IV.
Dissemos ha das : o Brasil sera um alliado
mais cfficaz dos opposiiores argentinos ao po-
der de Rosas do que o foram a Franca e a In-
glaterra.
Porque o liratll est na America c aquella:
llnelas eslavain a 3,nuil leguas de distancia
a Franca alltou.se a um parlido forte sd pe
honra, mas cabido cm meios, rival do partido
que oceupava o paiz
Cootra estas vantagens, que possue Rosas O
poder de levar a liberdade aos cscravos no seio
do llrasil, como se diz.' Mas esse poder, o Bra-
sil o tem em muito matar grao, porquanlo, se
no imperio os negro sao escravos, em lluenos-
Ayres sao cscravos ns brancos e os negros, I'ui
senlior nao pode levar a liberdade a parle nen-
huma.
Que mais possue Rosas > A su.i espada ? Vio
he a do prisloiiciro d'Elbi, que', como vara
mgica, faca sabir exeicilos do inda
Nlnguem vio brllhar essa capada em comba-
te. General comanditarlo, pelejou sempre par
meio dos seus socios gerentes e sao Bates os
que hoje se leviuliio contra elle. II'je sao os
gencracs llripiiza, Girion, Lamas, ele ama-
ulnia sern al os mu* otorgados sua pessoa,
poique lodos precinto das mesuias garantas de
honra e de seguraiici.
Ficar-lhe-hao general Manueln i. Nio ae
tome isto cm zomliaria. A senhora Manuelita
lilha do general Rosas, he generala por ttulos
outorgados pela legislatura de l'ucuo.-Ay res.
Masqucf.r esse gracioso general de davina c
lequc? J nao estamos no seculo de Joanna
d'rc. Por outro lado a scnhorila Manuela
rasteja pelos quarcnla, c sua l'ormuoura ja nao
he um poder militar, Kis-ahi dou s gencracs
de salan pouco assusiadorcs para a liberdade a-
mericana,
He consa inconccbivel. Durante 17 anuos
da sua dictadura sanguinolenta, nao leve Ho
eslraogeira, qualquer que ella fosse.pois es
tava convencido de qpe so a Chin i fui deso-
lada pela ultima guerra, ha por que nSo
soubo ni iiit -i em l)Jo scu rigor o systuma
de c.sel ii To absoluta com a qual o Japo n
acha lainli mil
U lliema desenvolvido tiesta etrt i faz le n-
lirir pal iv i por palavra a respo*ta j ir o
mesmo soborauo d u ao ral da llollauda em
isiti, i|iian 11 oslo ultioo impressionado
polas causis e pelos -osullail is do tntslo
de .\aokiii. Iliu '.. i'ivvn: i que sal MU da
poltica do isolamitt i, o previnisso s coro-
plicnesi|uoesta visiuuaiica de oslaliolen-
moutus luglezes .i > n iriu da Cuma, ofio pu-
dia iloi >r de pro I izir.
Pasmamos da obslloaci\o do monarcha ja-
pouez nos principios s'dicns do socolo 16,
U ir quaulo nesso inevn-i ail i do I8il>, as
praias jiponozs forSo visitadas pela Clo-
palia, pela Vicloiasso c pela nod) linha
Aziucourt.a qual levararasou bordo o almi-
rante Cochranc, e por oulros mullos avis
de guerra do cujos noines nilo noslombra-
mos, osquacs segundo dizem os America-
nos iiimhtara n aos japonozes vivas c liligi-
mas inquietaoOe*.
O eommodon lliddle relirou-sc sem fazer a
menor lioslihdsdc, o fox bom, por que dous
annos depois urna vintcna de americanos
torio hlenlo, pela tempestado sobre o ro-
sas um combate na proximidad* de cincuentajchodo da ilha de Malsmaii. Um s ca'tu
leguas da sua pessoa. Nao se deu um tiro em
Hucnos-Ayrcs durante lodo esse lempo de
guerra. Os Francczes nao desembarazaran!
Um liomem na costa argculiua. O general La-
vadle sorprendeu a provincia de Hucnos-Avrcs,
intacta em recursos, engrossou suas fileiras.
clicgou ate Morn, cinco leguas da capital de
Rosas, c dali se rclirou sem dar um liro e sciu
ser atacado. Nao he esta urna recordaco de
censura : o nobre general jai em um tmulo
de honra e de rcspcilo. He um dado histrico
trazido pela necessidade de cstabeleccr a ver-
dade das cousas passadas, para desarmar re-
celos c infundir alent. Nao se deu um liro
contra Roas dentro de sua cidade, c comludo
inuitos ujulgam invcucivcl.
As nicas balas que tem ouvido assobiar sia
as que tem mandado alirar nos arecres sobre
prisionciros indefensos. Essas balas nao sup-
pocm coragem, seno timidez i \u;iin J'odas
as cxccuccs sao lilhas do medo. Que ni teme
a l'iini homcn, supp'iuic-o. A coragem nun-
ca l.c matadora.
Com que provincias conta .' Com as do nor-
te c as de Cuyo .' vontade de rir a assercao
dte que Ineiiin ni c Salla podem pcrtcneer-llic
de .>-_.!_ timas c outras sao provincias Ion-
ginquas que pouco apoio podero dar-Ihe. Es-
lo duas veres mais longc de Bucuos-Ayrcs do
que est o Yrazil.
O que tem de graveasiluafio he que as pro-
vincias lilloracs sublevadas contra llosas sao
llio imparlaiiles
toda a repblica
clin quoimadu anteriormente pelos navios
Je guerra teria cuslado a vida do lodos estes
naufragados.
OkTdrecia-se por tanlo uma bolla occasiSo
de voltar ao Japilo o de habituar esto paiz
sombro a Iratarcomas ii>iC,'S cstrangci-
ras. Os cslaJos-L'nidosnno quizera pardo-la;
ooviaram urna curveta, a Preble, tqtlil ilo-
pois do oito das de negoclafOu consagulu
quo Ihc fossem ontraguns os subditos a-
mericauos delidus preusioneiros om Nanga-
saki.
>osla circumslancia,bem como as prece-
d'tilos no interveio nenhum aclo de niam-
l'esta hoslilidaJe ; diz-se tolavia quo o
commanJanlo da l'roble foi obngaJo a for-
mular anearas, pois que os japouezes rocu-
savamdeixar partir os homens quo tiuliam
visitsdo o interior do paiz.
I'resonlemenle o governo dos Lslados-I,-
nidos volli a ear_a ; porcm a nalureza da
expedirao quo faz partir para Je Ido nos lo-
va a crer que esl decidido a Core, >r o impe-
i ni H,e.i iinpor-llic.bom ou mau grado (SU,
relages polticas e coaincrciacs das quie>
o JapBo sera talvez o primeiro en tirar van-
Ugero.
A expedieao compoem-se do duas grandes
Hltarnieute fallando, como trgalas vapor es lupodisoapprovissooa*
Esio chcias de recursos jilas para urna resistencia sena da parladas
que o rnesmo Rosas ali aiuonloou. Tema sua Japouezes O enviado extraordinario que
frentegeueraes que occuparaiu os pistos mais s ,, ,10rdi) ^ m\isiO pedir em
:!c,%cn,er|,e0,..CrcVrr-u ^"JETJ"- ^-'--ni ios a facullade de
das, e com ella cekbrou em iSIMa liga, por el- luuar '"> Jspo um ou mais estabolecimeu-
le violada, que hoje Ihc cuitar a sus existen- los nos quaes os barcos d vaporque mvc-
cia uo poder. ,g3o re^ularmenle enlro a America o a Chini
Entrc-Rios c Corrientes sao inexpugnaveis possam ir ahaslecer-sc do ctrv.lu. Seos Ja-
couio oParaginy, pelos grandes rios que as de-' ponezcj exigirotn quo o cirvo venha lo fo-
fendem contra toda aggresso, mxime quando r. ps,cj eslabelecimcntOS poderflo nao .- ir
essesnos esio oceupados por furias navaes sonao simples arniazcns de depozito : se po-
que .he, serve... de ...... e que Rosas nao (| ^..^ 0esprerBrirclll Jeisar ,,u, ve-
O chele naval de que boje se serve Rosas, u- da o carvao do podra deqio abunda sau
nieo de que pode laucar nio, perden seus ir- puz, estes oslabilecimenlos soruo oulros
mos c seu sogro, viciimas da crucldadc de Ro- tantos meio- pelos quaes o Jnn.i i exportara
sas; e elle mesmo pelejou valerosamente con- esle producto natural em troco de produc-
ir as liinder is do dictador. Que adheso joj manufacturados,
cordial pudera tcr-lhc I As gazetas de Calctitla insinuam quo,cu-
dcUHUoS,a0,"A5eesSeuUsC tiSS? V&E& m <""> ^ "T"? 9iZEZ&
eaba-lo-ho fcilmente, porque esse nico re- vapor, o JapBo OO OU tambem s.lua lo
fugio que tem he tambciiio loco da inaior icac- como as lillas dos l.idroes uu as linas da
cao contra elle. Se se combatereiu como al Honin.
aqui em distancia de cem legoas, Rosas os ven- Cremos que assiin ho, o aero litramos
cera duas c tres retes. Senlior tranquillo de mesmo na olTerla goncrosa que elles fizcm
lluenos-Ayrcs, far.i dos seus iiiesmos Inlmigoi e uojer uma m,, a0s Estados-Unidos ; po-
soldadns heroicos cm sua delema. Dc-sc um renl |,e cvnlanta quo oessencial da qu islo
apoi atrevido c denodado eos seos Matara u jU(.|eZes liugc.n va-la por a-
occullos, c cm um so da, he esta nossa le, o
excreto de Rosas vestir as cores da revoluto bOr<- ,.,,,. i. i:i i,
de maio que esio em seu coraco. c o dlcia- NSo so trata simplOsincnlo 4 long luda 0
dor se ver a sos. Outros lyramios mais for- da iatitudo do JapSo cm .caca) e. tal rebu-
tes e celebres do que elle tcriuinaro deste mu- inodocuinpa;o ; trata-so do suas riquozas,
do, c elle nao tem patente de privilegio para Jos producios vanados de seu Silo ; t'ati-so
ser amado pelas suas victimas. de seus tn .lies, do suas tnadeiras do cous-
(.1/creuno.; trucefioe Je marcenarla, de siasgommac
^ 'do su is resmas ; Irala-se do sua populacho
JAI'aO: quo he mui C)iisiilV.ravcl o q io d^baisu
lia seguramente una qpinicua de annoi da impresioda um cli.na vanav.l c exc/s-
queostaoein moda as viagens para o Jipo sivo, exper.manta nccessi la les que a in
ocontinuamcomiima p,-r-everanca tal quo dustna americana des jara ser Chamada a
acabarlo iiidubilav Imeu'e por lanzar por aitisrizer.
torraomurodacxclusaudautr.i do qual es- Lis aqu o lin roal di expe lic.i i que si I-
le singular imperio conserva -so ain la cu- ri<* '' camiimo. o quo loi i li passar em
cerrados respelto do reslo do universo Sin Francisco. Ha este sogun lo pns irnos,
Os navios do guerra ingleses o franezos um lim gran lioso o louvavl, cuja roaliaacao
que ns BContJCiiiientos do IM'Ja 18J, I -va- lo iu u mundo OlVlliladOtl !d viva nenl-" do-
rim a obrar, ou a estacin > ios maros da sojir, orqui h> impossivol qu-c:n COI-
Cbina, leemconslantomoiilo mostrado seus taclol'rei|iiei.tcentr-os A nericm is.os Ji. o-
pavilhdos sobro as c islas jspon.'zas; porem no/es nao hebam i loas ,lo ub nl.i le, le lo-
sao pr.ncipalmenti os Anglo a liencillos Irancia e do mor lidadc, quo minnrao poi-
que teem feilo, o fazem ainda as maiores c> a pouco o arbitrario, o fanat.s no o a li-
tentalivas para entabolarrclacOas coma cor- jconca Uo terriveis naquelleimpeno.
lo do Jeddo, c fszer abrir os portos do impe- '*' *
rio a scu commercio marilimo. 0 eholora principia a deininuir de inlen-
O Morrison :foi o irimeiro que dirigiu-sidade as illias do Suuda, depois de ter ei-
se ao Jl0 efh 1838, no apparolho o msis to ah estragos mais timiveis do que em no-
pacilico hesob o pretexto muito humanita- nliuma oulca parto. Eleva-so a perlo de
no de restituir a sua patria um certo nume- treza mil o numero doi acct loutes que teem
ro do Japouezes naufraga Jos, quo os Atneri- sido registrados porem n.1o se puderia razor
canas haviam recolludo o trata io com toda porissi uma ideia aproximada do numero
asoitadealtencOes. Haviam a bordo p.'s- disvictiinas.puis notntorior do paizo longe
soas que criam entender bastantes lingos das autoridideslloianlezas.osMalaiosoccu-
Japonesa pira poderem servir do inlerpro- po setatilo menosde seus morios, quanto
los junlu das aulhoridades locaes ; havia eslos crio mais nu neroso e do um carcter
lambom minios sscordotos, e me.-no sonho- msis assustador.
ras. e teve-so o cuidado do excluir dello to- iNogrupo de Amboino.ocbolcrs degenerou
da a especie de armase do municia.'s de em uma especie de fobre lyphoide que dizi-
guerra j porem estas precaucCes nSo foram ma populac.lo. Os inlturaes
ra. A ilha de Tomate parece ser o ponto
onde esta concentrada a aceito do fogo tarii-
vel, o qual tem feilo tantas eropcOes desde
snmiiia al os ltimos rochodosdaPoly-
nosis.
O nvatchc Couranl de 25 dojunho refere
um facto mui curioso, observado emSou-
rabaya. Pouco tempo depois que assegu-
rou-so bem a moncito do sudueste, vja-sa a-
parecer por myriadas urna nova especie de
lagarta verde, a qual devorou somcnlo no
distrito de l.nin i nape as folhas e os fructos,
nao s verdes como maduros de 8/ coquei-
ros!
O ooque'ro lera, como lodos sabem folhas
do espocie do pergaminho muilo corcaeiis
e n '/ .-. guarnecidas de um envoltorio fibro-
so ede uma casca extremamente dura. Al
hnjo, n3o se conheciam insectos dos quaes
esta arvore devesse temer os ataques. Sa-
ra inlinitamonto curioso pira a sioncia ethy -
mologira eslulsro phenomeno quo hop
so observa,o procurar saber se a lagarta em
quesillo, nSo constituir, um gencro.ou uma
especio do i"nrue,in nova c espontanea.
l'rrsie )
INTERIOR.
suOicienles para removers suspeitss dos eslss vciimias s erujeo" vnlesuica, as
Japonezes, o o navio foi rocebido com Uros quaosserenovam requenlemeiileesse .iiiiii
de artilbarii, tflo perfeitamcnlc acortados, no archipelago, com um tormuarciacoiii-
|i"i'ii"i' ""um -,vvw irfi... m^ ...-u^>*. uo BisiMiat, ,nw y ,.^,. .,*,. .* ma.,i,\ A roliininiClM. l6 trOVOlS, dO
Villano dcUoiMteraoBra.ildelcvaraquM.-que obrigir-.n a virar do bordo antes que Pnh"m"tt"^
Uo aic veacer, le nao quiier 1er invadido pelo j podesso communicar com a ierra. | rumores subterrneos e de tremores ae ler
HIO DE JANEIRO.
40 AMIGO AlIKNTE.
Corle, 10 d< setembrn ttc l8M.
O biHr n biilc he cuipre o baile I. -11. in-
lerjeicOei exprtmeiu aamali seriasprrucvupa-
cOea, o inau rivoi e aSeeiaoso aeniinieiuos da
actual aooledadeflaniiiieue i e iieiihuuiaoutia
cpi^raplie caberia melhor ;i historia desta at-
ina na.
lie socio do Calcino t J teve o scu convite '
Com que toitttte lenciuna ir ao baile imperial ?
his o exordio de todos us discursos improvisa-
dos mis ciMt de (aotasia da ruado uvidor.
que loi desde segiinda-lcira um rendez-vnu* um
reraal; ell a ordem do dia iucsgotavel dasreu-
nics aleares, o episodio aecessarlo de todas as
conversares, e at uma clausula ponderada
em todos os convenios de tempo ou de di-
Dbelro.
Um baile he cousa (o seductora, um balsa-
mo Un consolador para as sensices do peri-
cardio Um baile imperial he cousa Uo precio-
sa e tito rara! (lomo pois, o baile imperial ties-
ta eiUoiodfl prmeres. nao poria em rcvnlu,! >
lodo ii inundo clegaute, nao sobrelevaria todas
as outrai preoecupaces, iio excitara a curin-
sidadi* gcral, nao seria notado com lettras de
ouro ein todos osalhunf, nao teria todas as hon-
ra c homenajeo* da semana:
]>' segunda-feira nao se fallou. nao le tra-
loudc outro objecto, ni casa do pobre c do ri-
co, do artista e do Iliterato, do negociante e do
poltico. Todos coalribuirao pira o grande fes-
lim imperial, todos c cada um aseitmodo. Tra-
balhou-sc muilo, c com antecedencia, mas an-
da liante in a alaciidade era immensa, os logis-
tas nio tinliam inaoi a medir, piocurava-sc
um carro c ji u;io havia, ollcrccia-sc dinheiro
louco por uma camelia, por mcia du/.ia de vio-
Ictis, c os jardsuciros -- apoutavam para as fo-
lhas.
'Mi- soinma cousuleravcl nao se derramou
por esse meio sobre o terreuo productor da ri-
jiicia publica J .Nao sere eiagerado celimau-
ilo-a ni ddenlos cootos res. K diga-se que
os baflea nao sao um elemento industrial, um
meio de activar a circuluco monetaria, urna
diaCrlbuicXo desupcrlluo dos ricos ein beneli-
codos pobres! lem seus inconvenientes, al-
guns compram por uuu vaidade umitas Inquc-
ticoes, por urna noite de prazermuitos da* de
tratela m qual he a iiiedalha, por briluau-
tc que seja, que nao lenba o scu reverso 1
Cita fellt dUpvaieo para os praiercs que
iiostra .iclualiuentc a populacho do Uio de Ja-
ucir.-i. cite furor daoiaatc, cita febre bsiHarlaai
de que tanto se tem lallado, n;io deve assustai
aos nossos moralistas, eral in tirineipiii que as-
siin havia de acontecer no atino da graca de
1851.
Londres depois da peste c do incendio,
Marselha depois da fainos i peste de 1719, Ta-
ris -- depois das desgrac is da repblica sol're
rain a mesma reaccao. Depola da peste de i70'J
e l7nl que assotou a Pruatla e a Lithuania, pa-
rece que dni-se nesles dou* paites phenoincuo
idntico, lisies lacios laduaein a crer que ou-
raciio humano, nu%ndo se tem por muito lem-
po comprimido de dr, tem nreessidade de paudir-sc na alegra c que obdecc a essa neces-
sidade como a uma de mu. leis numutavcis.
UeKcmo*, porcm, estas consideraces para os
nossos physiologos sociacs, e vamos gozar c ap-
plaudir a lesta imperial
Krilho, Juio, elegancia, gra^a, belleza, pov
c aristocracia, movimenlo e alegra, liada ah
falta. Onde estio o rri c a rainbada festa.' .\au
sedistiugucn hoje, pela suas vestes, pela po-
sicao elevada que Ibes he propria, c smente
pelo respeito alfectuoso com que a asscmbla
os rodela e os acompanha pela dislincla allabi-
lid.idc com que responden! a cssas espontaneas
e dignas homenagens.
Todas as classcs ahi os la o representadas --as
arles, as lettras, a iiidustiia a (avoura c o com-
mercio o fuocciouario civil e o militar, grau-
desc pequeo*, a luielligeucia c o dinheiro, o
talento e a fclicldade, o nacoual e o cstrangei-
ro. He urna reuna j digua do palacio de um
lonarcha esclarecido, do chefe de uma oatao
amiga dos seus soberauos e da liberdade, de
urna nacao hospitaleira por cxcclleucii.
ludo quanto pd le lomar um bic siimpluo
o eagradavel houve un baile de hontcm. Kn
um verdadeiro Edn o palacio imperial. O*
ricos [i i.iii is de ra que eobrem lodos os pavi-
mentos ; as historiis e magnificas decorares
j'ir tu mi as nu ocrosas salas, rcllectindo os
iulinilos rain, das mil hites que as illuuiina-
v un, c misturando suas cores c suas galas com
as to bello sexo, davam habilic-io imperial
n ii i perspectiva deslumbrante c seductora,
hu inrio desse quadro figure se umamultldio
de bel! is e de clig mies em gotto c a rlqueu ou se davam as nios ou *c
dlipulavam a primaria, c csia mullioSo, un-
mi'ii e rismiii, uiuveiMo-sc c aguiudo-jc
n'iiiua atmosphera Me camellas, de dahiias, de
violetas doi miis rcscendcnlcs pe fumes que a
naluie/.a c a arle produem, e ler-se-ha uma
ideia, iluda assim pallid, do pa creo. Tres orebestras, de dezaaove lustru-
mentos cada urna, hbilmente collocadas, ei-
palhavam de curtos cm curtos intervallos a har-
mona por todas as salas, e despertavaiu o co-
thusiasmo c o delirio das Sylphidcs, de todos
os amadores da coutradaoca, da schottisch e
da walsa.
l'crcorrcr loda a exitosa carreira uc salas,
desde a do Ihrouo c a inmediata,-que ualcas
nessa ooite ic mostravam zeloias doi prerlle-
gios magestllcos, era uma verdadeira viagem,
cm que se gasiavam horas c se viam novos lu-
gares, outras physionomaa e outroa cosluioci.
Poderla algucui suppor que o um baile Im-
perial os uuifbrmea. as fardas ames verdea
com todos os seus aclntillautea abundarla
dclxando cm trisic mimoria a classica e modes-
ta casaca preta. Mas asslm nao fui, e porque
nao sendo o billa de corte, o soberano deu o
ejemplo aprestnlindo-se de casaca preta, ea
grande maloria dos convidados o linltou, Con-
nervando assim t frsta o carecler popular ana
a mesmo soberano quii que ella tivesse. Un*
nao faltaran! Urdas bordadas, bonitos gales e
deslumbrantei dragonas; houve quanto era
preciso para contraste c vaiicda.de, Os unlfoj:.


2
-5
inei n'um baile, quamlo ein grande numero,
aprsenla. un inconveniente, qut he eccllp-
sar 01 rnalos dobcllo loo. Al caucas pretal,
aluda que (risita, tcm a vautagemda faier soin-
bra ao quadrOi formando un fundo do qual se
deitacan vlrameute os rlsoobo* (oilclln das
bellas,
Hao fattarar, pon'-m, como j dlice, sel
maluca petpccllva engrifada e brilhanle do
baile Imperial; c alguus desset pello mar-
claea eraiu como uin Armamento onde ae viam
brtlhar o sol, a la e as ealrellai. Etses reprc-
srnianle da classe militar despertaran} gratas
saudades aos nossos bravos que l andam por
larras estranbas ein defeca da patria e tratendo
alembranca a lodo o momeulo as agra.laveis
uollclas que hontem se reicberam do lllo da
Prata, deram mals un estimulo alegra dos
soberanos e dos seus convidados.
Diit que o baile fol servido com goslo, sutn-
ma profmo e a contento geral, he dicer o que
lodos devlam esperar. Os doces e os corvetea
cliculavam a cada Instante por todas as salas,
c fin cima de um balcao levantado no accres-
centainento provisorio que se fez sobre o pas-
sadlfo eucontrava-se sempre tudo quanto os
uais delicados e enrgicos estmagos poderiam
appelecer cu pastis, docea, refrescoa e eits-
uulantes.
O baile prolongou-ae at esta madrugada, c
Juan at esse momento houvc inultos esprcta-
ores cuernos que, adespeito do sereno, go-
aavam da illumlnacm, da vista e da msica.
Fol ao sabir que o mais felii dos acasos de-
parou-me os lindos e elegiacos versos que vou
traoccreser. Escriptos a lapls e pressa pare-
cen! ler sido um bello Improviso, una nipi-
racao lilha dos eocantol do baile imperial. lie
para mlm um misterio divindade a que elle
Ibram dedicados, e esse mysterio que nao pro-
curo decifrar nada prejudica o valor da pro-
ducto. C'reioque lodos os lerao com o mea-
arto prazer que eu o li e os tcnbo relido. Poe-
sas perdidas, quandodeste primor, nao devem
aer restituidas seno por este nielo.
A PARTIDA.
hllalol-.c.'... (com ella loi iniuba alma)
iN'aia veloz da briza sussurraiile,
Qu'avara do Ihcsuro, que levava,
la, corra.,.. Ccomo val distante!
Voava a brisa;' e no atrevido rapto
Frisava do ocano a face lisa :
I ii que a briza acalmar tcntava insano,
Cu'os meus suspiros alentava a brisa.
N'horisonte escondcr-se anuviado
l.ii .1 vi e dous pontos luminosos
Apenas onde Klla la me inostravaiii,
Kiain ellesseus olhos lacrymosos.
l'ouco e pouco empanou-sc a luz contusa,
(le uta corra lados olhos stus;
L d'alm ondulando orna aura amiga
Aos uieusuuvidos repeli adeus!
Nada mais va ru, ncm mrstno un raio
fulgir a turto de esperanca bi lia .
Mas seus olhos illusos deccobl iaiu
rs'uina ainavcl cilio a Iraagera d'Ella.
Ksvasio-sc a viso, qual nuvein urea
Ao balejar de vespertina arngem ;
be aoi olhos eu pedir a imagen, sna
So no pello eu achava a su i iuiageiii.
tila loi-se!. i i i ni Klla loi ininha alma
N'aia veloz da briza sussurranlr,
no avara Jo ihrsouro, i|ue levava.
la, corra,,,, E como vai distante I
Uouvc no domingo pastado noval coriidas
de cavado no Piado Fluminense. O concurso
loi dctU vez motor do que no piiineiro di-
verlimcnlo cqueslre com que oSr. major 5u-
ekow uos obsequiou este auno. O eco eslava
uesse da coberlo de um manto dos mais ai-
lados que o esto costuuia esiendcr por cima
desta bella cidadr doRiodc Janeiro. Umsoldar-
dejante inundavaa arenados /;orlmen e o aro*
philhealro dos seus espectadores de nina (hu-
ya de logo que fazia soliresahir com uiiiacWrc-
za vcrdadeirametitc meridional lodoi 01 n i <-
da Imha perspectiva que ollcrccctn ai numero-
sa) colinas que ciieundaui o valle onde existe
o Prado Fluminense. So esse espectculo na-
tural i.n 11 esquecer o iiuonimodo de urna vla-
gem tormentosa por entre nuvensde po, como
a que coubc em soilea lodos os que nao ae au-
Uuiprao aos ardores do sol.
Os representantes do iporl britanuico nao ip-
parecuram senao ana mu pequeo uuuiero. t
catea dos que pertencem rellglio do birpo I-
Minan. Era domingo, e case Uia sibe-sc que
us luglezeacontagrain ao silencio, aojejuui ca
tristeza, ao menosappireoteinente. Alada que
cm inultosou na grande inaioria dos que aqu
eslo, sja esse culto meramente eiterlur, por-
que uo ae teui semillo que neccei dias domina
o consumo do roait-tue/, di cerraja e do cliam-
pague, lodavia he lou\av.l que sjlvem as ap-
pareuciasda rlolaco da la crenca, e nao me-
rece desculpa o br. major ein pretender o con-
trario
As corridas fortn ein geral boas, c quei ai
dos jockey, queras dos curiosos ou dos /m-
rcmcn-riaVii que tivetam lugar no intorvallo
destinado s aposta do esliinego, succederam-
se seni desastre. Ilouve por.n, lima exeeprao
a esta regra. que loi a queda de um dos tars
qeMttttnen-t idcri lo pescocodo seu roaslaanle, c loi pliutar-se de
estacaaia margem do corredouro. A lapide/,
com que inveileuas pisicoe dos ps c da ca-
beca, vollaudo esta para cima c aquelles para
baixo, inostiou que o|accidciite nao loi dos mal
graves, e lez admirar a fortaleza daquelle pes-
coco.
U aconlecimenlos mais nolaven desse da
foram o ligeiro e bonitss carillo do pait apfe-
ac:ilados por nm dos nossos fazendeiios. e a
derrota do celebre Maracalinlia, que lautos tri-
umphos e beneficio havia dado o sen dono. Al
AttaacSo que produiio este inesperado successo
nao poda ser mais pronuncia Ja c por ella se po-
de allinnar que o nosso publico vai lomando!
gusto poi esse ulll divcrtinienlo, objecln da fn-
dill'erenca e at da Irrisao de certos eepirllua-
lislai.
A derrota do Nahrinnliu Clinton aos seus ad-
miradores cerca de qualro conlos de re, rr-
sullanle de varias apostas, c sobre ella correin
encontradas versOct. O que he cer(o he que
o jockey que ocorreu nao inos[rou.dct(a vez a
inesina iutrepidez, attucia c agilidade. O Sr.
Rocha, que aillm se chama o dono do czvencc-
dordoscivallosdo 1'raJo. eif-rca-se para res-
tabelecer o crdito do sen animal, e esl proin-
ploafaz-lo cuita da sua bolsa, segundo um
desali que hontem dirigi pelos jornaes.
Prosiga o Sr, major Suckow no seu empenho,
que nao perder com isto, a caber-lhe-ha a sa-
tisfago de instituir no Rio de Janeiro un di-
vcrtiuicolo popular e de suniiua utilidadc c o
viemplo do.T. Aguiar lia de excitar alguma
cmulacoe como l-mpo os nostot criados hao
de reconhecer a vant.igem desta corrida.
Sella para desejar que o diverlluiento niio
fosse csclusivainente equeslre, que fosse co-
(reinciado de alguus cxcrcicios no genero dos
jogos ol)iupieos ou que ao menos a msica se
inosliusae menos escassa c nao -c tizase urna
\iagein no Fiado s<> para ver corridas cnuio at
que teiu havido. Ueui sel que para os amado-
es be isto bstanle, c que he j por si um bel-
lo especlenlo gozar da linda perspeclivi do
Piado no ni no de milhares de pessoas alegres
canilluda*. Mas estamos ein poca de progres-
co, oc nussos oenliemeii sao muilo coinuiodislas,
c o gosto pelo sport iuglez aluda agora he que
corsees*,
Apparcccu o novo peridico oppoiicioultta,
orgao do que asslguaram c adbciiiam ao prn-
grainma que ful puldicudo nesla folha e de que
a mu vezfallcl: be peridico ciicuiuspecto e
moderado, aomeuoi poi ora Ncsle prlmeiro
numeroliiniU-ac i lianscripco do programma
stiii nada accrcsccnlar obre o seu dcienvol-
vimento.
Fulguei de ver que os redactores dessa folha,
cutre os quaea pruvavelmenie alguu dos sig-
natarios da dita cipoilcao de priuciplos, guar-
daran! prudente e pauioiica reserva sobre os
acunteclmentos doSul, e mais ainda, que faiem
rolo pelo triumpho da arma imperlae. He
o mesmo proceder que a mlooiia da cmara
do deguladosadopiou depois de alguos des-
vio que boje Ihe devem ler desculpados.
Qttanlo a questo do trafico, encarando.a
He espantlo o Incremento que ha poucoi an-
aoi a esta prtetelo lomado o coinmercio fran-
cs no Kraalli com eipecialldade no Um de Ja-
neiro, cujas ra do uvldor, Uurivea, Cano
S. Jos e nudas eslo provida de ricas lojat de
modal e fasendai. Mas o que espanta he vera
ra do Rosarlo outr'ora o emporio doi molba-
dot, como hoje ett guarneolda de eaa fran-
cesa que rendem por atacado: no curto ea-
paco queinedcla na ra Direita do Ourlre
aprsenla os bem sorlido armaient doi Sr.
Lassalle Rey e L' Desbordes e Baudlnot, Dai-
reau e .. l)albouirc c llinoclie, Esiienne e
(.'. Larivlrr, Alve Vianna e C. e oulros l>ou
esia......ni por me parecer que Interesar aos
negociantes braziliiros do Interior que all se
poderao sorilr com vantagem em pilmeira mao.
Todoio ornaesderaui noticia do grande de-
sasir de que f.ra i victima o Sr. Tr-lndade, es-
labelccido com Mja de enrreeiro na ra do ou-
vidor, csuasohiiiilia, menlta de 14 annos de
idade, que vioha com elle n'um tllbuiy. quan-
doeste/impellldopclo animal, se espantoii do
morro do Paula .Mallo c fol faier-e em pedafo
sobre a ra deCalumby.
i'rnho a satisfaeo de annnnclar que a duaa
victimas esto salvas, e urna dellas, o Sr. Trin-
dade, completamente restabelecida. Para bem
apreelar-se esla prova da pericia do Sr, Dr,
Cosa, do seu desvelo e coragem medica, be
preciso recordar o estado deploravcl em que
M<- .un aquellts duas cieatura Ambos foram
julgadas em Imininciitc prrigo de vida.e a me-
nina em estado desesperado. Alguus dos me-
Jico que a vlrain, pouco depois da cataslropbe,
entendern) que era iuiitil temar salva-la, por-
que poucoa momentot de vida Ibc restavam.
No entretanto, o babilliatlmo c incansavel ope-
rador o Sr. Dr. Cosa no dcsaniuou, toinuii
sob seus cuidados os dous enfermos, j resii-
lulo asadc a um, e esl ein vesperal de con-
tar o mesmo trluinpho a respeito do oulro.
Eis o estado da ineuina (.arcante, e por elle
avalla-te a gravidade dos estragos que sor-
ra. A fractura da coxa acha-sc consolidada,
scui cncurtamenlo da perna o que nao he mui-
lo commuiii. A suluco de coiilinuidade da
abobada palatina, resultante da fractura desli,
est quasi coinplclamentc obliterada, exisliudo
apenas um pequeo furo na paite posterior,
que Ihe niio inipede fallar nem engulir, o que a
principio Ihe eia inipossivel. Todas as ouiras
IVacluias .icluin-sr rcduzidas, sem (|ue
neubona dillurmi
dellas
licasse neiibitoia dillurmidadc, ao menos ap-
pareulc.
Cuinpre-iuc corrigir urna oiuisso que com-
mettl em una de ininhas ultimas caitas, e a
occasio he opportuua, visto que traamos de
I o ni. e de mdicos. O Sr. Dr. Joo Josc de
C'aivalho foi laiubemum dos mdicos que con-
leriram sobre a uiole.na do senador Paula Sou-
za c como seus collegas, muito espou(aucauicn-
le a Sr. Dr. Carvalho recusou loda c qualquer
rcmuncrac.ln.
( Jornal do C'imincnio
(JRRhSPONDENClA 1)0 DIARIO DE PER-
D \,\lhUCO.
l'nru'ii/oii, 10 ilc "Hlubro tic l8il.
be lodos sobre quem vcisaui Ullnhai noti-
cias me houvessem de exigir urna sallsfacio, e
a todos eu alleudcsse, teria Irabalbo pira mui-
lo lempo] c ainda que dispoicssede mais lempo
do que um franciscano,de iniis vida do que um
Matusaln), e borrasae mais papel do que u
gabinete de S., James, jamis poderla dar ca-
i H o a (odos ; por unto liquemos cerlus, de
que quieto disser, nao he de ininha lavra, e
i da voz publica desta provincia, pelo que
pouco me importa, que quem se julgar pieju-
licado instru o publico da verdade, OH d um
solemne desmentidu a noticia, pils mi 60U lio
asno, que queira constituir da voz publica ini-
nha Dulcinea, c descer a estacada com lanca
em punho, elino de Msiiibiiun cufiado, viselfa
descida. c cavalgandu pudre rossinanlc, par.,
lefender a honra lio pouco conceiluada desaa
dama, ou do leriivel dizem -- que como a
elernidade nao leve principio, ncm ha de ler
II tu,
Esle loiigoavant proposhe lilho legitimo
de urna corres'pondrncii Inserta ein seu Diario
dos qualro dous, quero Alcor n 333 de "2 do
crrenle, assignada por um Sr. Francisco \u-
lonio Xavier,, que diz chamar-sc pnr antono-
masia Chico carioca; mal que eu nao sei se
he o proprfo de que se lala, ou de que tra-
lei em nina de ininhas caitas transactas. Sim,
nao sci se he o mesmo, purqoantn aquello de
iiicm trate! nao poda, c nem derla, agastar-se
por dicer eu que elle paasou por contrabando,
/ii indi nao consta na alfandega, que elle fosie
despachado, nem mesmo pira consumo ; por
dizer, que elle viera dar lepresenlacOesde aca-
irelas de mao, quaodo esla he nina ageir.'ia
publicamente penuilida para deleite do re<-
peltarel, e muia gente, que condece aqu a-'
inelle-.Chico-.alliiuia, que elle he perito em
tal arle, e ate me contain urna historia, alera !
le outras muilo engracadas, de uns couros dr
hoi bem entendido) de Jos Bernardo; por i
dizer que elle aquelle de
nao o Sr. Fraaciico Antn*
Tudo lito me reBrlo um amigo, em quem de-
poiito muilo conceilo, e que acompanbou o
delegado palacio, ou all otara quaudo elle
chegou. E nao se cobre de pejo um caliiraola-
dor.quandu ve asslin sahlr vicioriotaa uarle-
lima, uio procura qual outro Judas um repou-
soallogoao Icslainente que nlo, porque a ca-
ra do calumniador he, como diz quem sabe,
cstanhada de puro ac de Mllo.
Nada mals occorre de noro, quinto a e(a-
tiitlca criminal ; pelo que mudarei de a
sumpto,
Como sei que be amigo da varidades, quero
apreen(ar-lhe uns trechos de um requerimen-
lo, que bem poder sen ir de llores para adorno
de qualquer discurso, mulada mutandis ; e as-
sim como as capellistas vendem flores para B-
dorno, o especielros temperos para as pane'
las, os ouvires infeites para o bello aexo, o ca-
bellereiros periumarias para os pellutras, at-
sim o seu Diario dai de graca llores, teinpel-
ros, iufeitese pcrfuinarias para os discursos de
bom gusto c mais de um padre, deputado,
advogado. ou qualquer da llluslrada classe dos
fallantes, lera de inorrer ao leu armaicm de
droga, ou como ein dircllo melhor nome
ten ha.
I ra iv i o autor dos periodos de obter um re-
curso, e depois de outro menos imprtame
ih'ii. Mis endoo dilojuiz (o processaute)
zero cm materia de jurisprudencia, e simult-
neamente dominado pelo materialismo, asslin
seno reconheceu, principiou o acto aecesso-
riado pela propria parte ...H..., que vendo eu
protegido justo c uierecidamenle carregado de
ferros, ruga como furioso lco, espumou-a
como o verdosoejavali, gritava desesperada
meiite, c o om de eusgrilosouvla-eeiu uiaior
distancia, que o do sino Tom na cidade de Lin-
colu...l'or esla pequea amostra ver o caire,
gamcuto, que ca lenho, c no caso de ser apre
ciada ir-lhe-lna mandando aos pouco, pira
passar por contrabando.
Continua, o pernistieo ; poim esperam os
diletantes brevemente a desforra, pois estamos
amcacados com um baile, no qual sero ajus-
tadas cuntas atrasadas cnlrc a rapascada dan-
anle,
Nada mai de thca'.ro c os honrados socio
da sociedade liuiao l'araiiibana da cidade alta
eslo sangadisslmos citumigo, porque chame!
capoeira ao iheatro. Nao Ibes dou satisfacao,
porque Ihcs nao descubro raso. Quereiiam
que cu chamasse as casas Ihcatraes desta pro-
vincia uiaravilhas do inundo ? Cerlaincnie que
nao me honra da verdade ; c nem a poderla
chamar suli'iivcis, por tanto dei-lhcs o uouie
que de iln rito perleucc de lempo inmemorial
aos theatros iiiiiis, e poden) ler o orgulho de
dlaer, i|uc outro a perder de vista superiores
aos nossos iccn sollrido esta antonomisia
Eu sou l'arahibano, c quizera poder dizer
para os ors. PcrnainhucaiiosVs. S. sos nao
leein sua Sania Thereza, um Apollo ; nos lani-
bem leuios o nosso Apollo, o nosso Uniomas
j que a son uos aiuesquiuhou tenliainos ,
rirtude da franqueza, c digaino-lhrsSs. Ss
diveitcui-se c in illam o lempo em bellos thea-
tros, apreciando suis lepieseiitaces, nos po-
rm nos fngimos cui duascapoeiras caddas, e
inspidas. Uta dia vu.i em que demos dous
pontaps nesias pessiuiidades e friiamos com
b. Ss. as bcllczis lincas c dramticas em Im-
portante Ihealro, asslin Dos nos ajudc, e o
iveino se lenilire de nos
C vcr.io tem sido bem chuvoso, e ein com-
pleta npposlro ao invern, que fol cscasso. Se
coutinuir assim leremospara o anuo invencl-
vcl safia de assucar, c repararemos a perda
desle auno. Tambera estas chura inexpera-
das leciu reparado em parte a falta di luveruo,
mas nao tanto quinto couviuha.
VI ha poneos dias cartas do centro, co dao
em muito bom estado, c sem maior uovi-
dade.________________J__
PERNAMBUCO
Lot ria de LNos'a Senhora do Li-
vrumento.
i. .'i dos i>i ii.i>i da prlmoiru ipi ir-
ta paita da quinU Lotera, exlrahula cm I
if outubrode 1851.
ACG3:1)00.000, 169- -1:300,000.
1,133 500,000, '208 200,000.
773 200,000, 1,010- '200,01)0.
218 In.Olio, C78- 100,000.
XH 100,000, 912 U'0,000,
1,317 100,0110, 912 100,000.
3.1 50,0110, 188 50,000,
,lil 00,00(1, 5f3 50,000,
003 50,000, S96 50,000.
10S0 50,000, 1385 50,000. .
10 'JO.100, 501 10,1'OH.
Commiinicadi).
Futro as noSia p rimelrai ncccssidcilo
0 bem para os veriladciroi ncceiiltados he
real, para aquellos que o alTeclam aer niio
ho menos; porque para estes o estabelen-
manto proporciunaria escola e habilo do tra-
balho, o para muitoa daquelles a rehabilita-
Slo: ganhar-se-hiam o cha mulos meninos
cegos, e subsiitiiir-se-luani aa ras, pon-
tea, adros e mercados desses *coopungontas
espectculos, qae repugnam e deshonran! a
nossa repulafSo, e cirilisaffio.
Almdoazylo de mendlcidade, deromos
criar um cofro do soccorros para a pobreza
honesta erecolhida.outro tanto ou mais me-
ritorio do que aquolle.
Muitas familias honestas e religiosas por
loTilerem oa chefes, ae acaban), ou ae pro-
tiluem por falta do indispeusarel alimento ,
falta que accarrela ao estado a perda de in-
dividuos numerosos e interessantes. MSo
sneoto a sociedade deveri fundar o cofro
do soccorros, camo promover traoalho para
essa numerosa classo di nccossiU ios, e em
parle llscalisa-los. Iluitos moios lia para se
realisar esta reforma, que em pouco lempo
mostrara, que he um dos meios de ecooo-
iiiisar, aprovitar, e augmentar a populacSo,
a par da moralisaflo dessa classe abandona-
da. Admiro que tendo-se nscriplo e propug-
nado, teudo-so al votaJo na assembla le-
gislativa grandes8ommas para colomnisacSo
eslraogeira nao t'iiha o^corrido a idea de
fundar colomnias de urna parte destes indi-
viduos, dos rehabilitados, como j o prati-
cim na F.uropa Blgica, i lloilanda, a Prus-
-i.i. e al Itussia. Recrutim-so aujeitos pa-
ra o exorcilo e armada, he um mil mdispen-
sis i, Ih'iii Mlmnin-; e torque nlo se h.iu
do recrular sujeitos, que n3o gozam de gran -
de robustez e saude, que dclinham as cida-
ilds, a cargo da parte laboriosa, e que podem
melhorar aprendendo a trabalhar tiessas co
mu decreto e publicado pela imprensa.
DaJo nesta cidada do Rocife de Perna al-
buco, em II dooutubro do 1851. Bu Joa-
quim Jos Pareira dos Sanios, esorlvSo O tac
subscrevi.
Custodio Manoi-I da Silva Gnimarlns.
~ Pela inapeetoria da alfandega ae fac
publico, que no dia 16 do correnle, depoa
do mel da, se hilo de arrematar em hasta
publica a porta da meama reparlicSo, 2 pi-
pas de vinho de Calle, com 364 mudiJas, a
400 rs., totcl 145,600 n,, apprehendidas pe-
lo escrivlo da descarga, por acrescimo no
maeresto do brijue francez Beaujeu, sen-
do a uneiiKil ir,i lvre de dreitos ao arre-
matante.
Alfandega de l'ernambuco, ISdeoutubro
do 1851 inspoctor interino, Banto Jos
Fernandos Bario*.
Pela inspectora da alfandega se faz
publico, que no dia 16 do corronlo, depois
do meloda, aehSo de arrematar embasta
publica na porta da mes ra reparticlo, a re-
querimento do Sleuron tSt Companhia, 6 po-
tes de barro com colrenlo de zinco, pesan-
do bruto 1380 libras a400rs., total 552,000
rs., m n lo a arremalat}!lo subjeita aos direi-
los de consumo.
Alfandega deJ'ernambijjpo, 13 deoutubro
de 1851. O iiispector interino, liento los
Fernn lOsBirros.
Declara ydes.
PAGADURA MILITAR.
A pagadoria militar, em cumprimonto da
un-mu do Exm. Sr. presidente em ollicio do
9 do correnle, ao IIIin. Sr. coronel inspec-
tor, compra 200 alquuires de farinha ta
"'mandioca pela mcJila velha raza, da me-
'jihor c mais nuva finnlia que houver uo
lomuias (uudadas para a mendiciJade e \>"->mercido p,ra ser remoltida para o presidio
breza.' ('.remos riamente quo este he um UJ ,|,|4 Uo i,ernlj0 ,s pess0a!1 quein
dos negocios mais palpitantes para os legis-lc0nvjel. a venaa uo referido gonoro pdam
ladores, assim como de utilidajo lranscen-a(|rosonUr nMla psg.doria no dia 15, quar-
doute para o publico. Sobre este MiirOptOU, Mr ua prox|mi semana, as suas propos-
continuatei, para indicar como corapicheu-.tlj om carl> fC|Uda/ aoompanhadas das ,i-
loa croacjlo da socieilada^e^meius, .4s^|auwtraa da farinha, com o seu ultimo pro-
co, previnindo quo secomprehenderSo no
inosmo as saccas de panno de algodao da
fsbrica de todos os Santos da .taina, bem
costuradas com lio do vola. O .uro sm, com-
pra i pagadoria, para o mosino destino os
objectos seguintes, para forncctmcutb do
nliiiovn ii.i in, a sabor: -- agourduiile bran-
ca, boa; 16 medidas; panno garras, 5.pecas;
folhas de (landres; 2 caixas, soudo urna das
singelas ; pregos caixaes, 3 millieiros; ditos
ripares, 4 millieiros; caugalhas 25; eslei-
rs para as ditas 50 ; aicos de ferro para
birris, 4 arrobas; <; para molas do arma-
mento, 8 libras ; pos pelos, 32 libras ; vi
dover empregar alim de realisar-se a pro-
videncia.
F, Menna C. da Fonsoca.
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Kcndimento do dia 13 11:080,536
Ptscarregam hoje 14 deoutubro.
Ilarca ingleza Serafina mercaJorias.
Ilrigue inglcz Aijnlire lazas o ferro.
L'riguo portllguei --S. Manoell. morca-
fcrrocsabSo i200' 1ae tuJy S3"unci ue o'dem do
liiiiini-liirii lllm- Sr- co,0"cl "laPeclor em virtude da
Sumaca nacional Nora Especuladora ., *"<" orden de 8. Bl, f Jvertindo-se que
vindadoS. Matheus, consignad, a Caotano lomearlas fechadas devem apresentar-se as
Cyriaco da Costa Moreira, manifestou o se- propojUi para estes gneros no da ja de-
guinte
1150
fe. e 5 saccas fjijJo ; ao consignatario
Iqueiros .lo farinha, 60 arrobas ca-
signado.
i- Pela subdelegada de S. Jos do Recifo,
s faz publico, quo lora aprehend lo a um
piolo forro, nm adereco de ouro um par de
Palacli) nacional S. Jos Americano P*f"> lorro> ""' adereco de ouro um par de
vindodollio de Janoiro, consignado Ha- brincos, eum alhnete de paito, quo tinha
n elAlves Guerra Jnior, manifestiu ose- "do emaenhar na ra das Cinco Ponas
omiugoe de Azevdo Coutinho ; e como se
dcsconliasse serem taes objectos furtados,
por isso que sendo os mesmos de ouro, e
guintc
12volumes. 1 caixote, 4 caixas e30ca-
xiuhascha, 16jacases e 50 barris tmeinho,
'Us ioI .s fumo, 3 caixolos o I caix'. diver-
sas in.'rcadonai, 900 .litas sabo, 1 caix3o e
pacjlechapioj, 331 saccas ramilla, 66 di-
las cal, 2 barricas graxa, I caixote livros,
10 ditos charope do bosque, I cnibrullio
com imprnssosdo mesmo o 400 barricas va-
stas ; a ord im.
CO.NSLADO GERAL
n.m.limento do dial a II. .2804,626
I I "oil iia 13........1:125,392
3:930,018
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimenlo do da i a 11 .
Idum do dia 13.......
103,921
280,726
381,647
pedras, estas so adiarlo arrancaJas, e que
ali ni disto, o me,mu prelo uo offorecia ga-
ranta alguma, tendo por este motivo lugar
a aprehendo ; seu legitimo dono compare-
c que provando Ibes serSo entregues.
Subdolegacta de S. Jos do Recife, 13 de
oulubro de 1851. O subdelgalo,
Francisco Raplisla da Almeida.
e quejo iraiei, que j leaos no cithalogo dellas a mingua da po-, lien 'lmenlo do da 13
o Xavier, sabe ina- nulacSu rnialivaineiile as foreas du s ilo quo i
, I. .11.1.1 ..li.........Po_ I
gica preta, quando aqu ha mulloMatiem Urea- j habitamo, econaeguin'e nenia para suppri- I l\Iil vilIltMll O do Dl'tO.
se prcsenciMiio uiii uuv'j iiuI'uit, por elle li'Uo ', ,^ S I itiutiiucihv uu uvuui
no Muancl .lo Rio de Janeiro, igual ao da, b,- ; > a Tignijao cm que nos vemos do econo- !------------------------------------------f-----------
322.390
------T*
<|uarlcl ilo Kio de Janeiro, Igu
las de Lanaan, da (rausforma^a) de um lialdi?
d'agoa .ii outro -! vinho, uillagrc, que ain-la
hoje, se lie vivo, deve eslir gravado em suis
cspaduai. Finalmente nao sei se he o propiio,
porque o Sr. Francisco Autonio Xavier est
hoje tranquillo no Recife, ao passo que o oulro *a VoV\\i"rialiwi *u" J
uevia estar a instando coalas coui a polica ,_ ...... -s ,.,u,in .-- ;
dessa provmeia.que a pouco o reeou.mendou a ri la, OU por ciMOalade, e o .tro. VICW
para c.i com instancia porque o Sr. Francisco PeSOag qun Si) OCCuparem deste duplicado
intonio se vier a ella provincia sera bem ac- servir) publico e de liumain lacle, mo s te-
Ibldo, e aquelle deu logo nat vinas di polica, rao a gloria de bem fazer, como a ronscicn-
e loi poslo, c mais seu eompanheiro, no andar ci t du merecer as licnc.3os relcsles.
da ra, iuo con.l.iione (si vera cst fua de | >.-l0 s,, pode duvi lar, que he doloroso e
deliar imuiediaiamentc esie solo, condiecSo, ,|osairoso para qualquer povo, ver as ras de
que Ihe loi imposta pelo probo, recto c severo
E tfmtiot entrados no dia 13.
!Terra Nova 37 das harc ingle Nor-
prova daquelles predicados, e de seu incausi-
| vcl elo na preveneao dos crimes.
Crcio que deve estar salisleilo aquelle Sr.
Xavier, c ecrlo de que ouuca tive iuleiicc de
inallrala-lo, aulm como de quenao ha una
liarla -una trraApre Com duas destas es-
- i ii m -un o deposito das satisfaces. .\.io
sei que.n vir.i mais : ncm por ser cu Io es-
crupuloso, que rcclilico ininhas utidas, loco
que sci que lui illudido !
.Nao Coi preso o l,eao, como Ihe disse em uil-
nhd ultima, porque, matreiro como he, n;io
misar a quo lomos e prove- ao sou aug
ment.
Tambom ness- mesmo cilhalogo encon- vl. do 245 tonellaias, capitlo J. VaIIac,
tramos a necesaidadede diminuir a menli-, equipagam 15, carga bacalhao ; a Jolins-
ci latir, caproveilar os individuos que te-1 ton palor & Comptnhia.
or azares j Liverpool-- 43 das, galera injloza Serafi-
na, de 299 tonclladis, capiltoJ. Oetliing,
i'qiiipigcm 17, carga lazendas ; a Jolius-
ton l'ator e C ,m..anhia. I'asstgeiroj, Olto
Stulilman, John Viconl llolden. I.ibania
Mana das Moreez.
S JoJo (Terra Nova) 38 dias, brigue nglez
(cGlaucis, de 2>6 lonelladas, capito II
liunciii, equipageml4, carga bicalliao ;
a Le Bretn Scliramm o Companhia
suas ctdades alulliadas c uilinuanieiilo de
metidillos,cegos, e-slrupiadoso cliagados as-
querosos esmolando de porta em porta,guar-
necendo as pontas, os adros das Igrejaa, os
mrcalos; tolos elles perdidos para a so-
ciedade, um grande numero realmente inva-
li Jo, nas a maior ainda cm e-tajo e lempo
de sor rehabilitado para os preslimos da vid
laboriosa. .No he a razilo, nem o coralito
iiiiiiisiiu, que a.-sim c.ni Icninaiii nsses Indi-
viduos, mas a nossa indolencia; porque no
sendo ella, assim como alimentamos incoo-
he fcil colhc-lo ; massiin um lilho, e um so-I si li-radament'es" oslado do miseria, muito
hiiulio. que ifguem, como ouviuic, u curso | melhor alimenlariamos as victimas, si nos!!;'".,^"'""^"*"..^^
do pal. S tac. dismanchou aquella academia eoagrcgtssemos o regulsrisaascmos a amKS^Z^S^^^prgS^
em p.iri perda dos//..1331, c ganho da po-.-.,:*, ,,.* pcrlciiCanlCs a JOaquim ui. uiitci a ama ju-
licia candado. 'uior sendo 2:223,208 rs. em dioheiro, pro-
II
Foi preso, no me/, lido, o faccinora Jos,
Fiancisco da Silva, por antouoinasia^'if/.i f to-
dos Itfena suas antouou.asia. pelo subdelegado
de "^.iluira criminoso de inorteeinCabaceiiMS,
e indigitado como autor do tiro, que no auno
p.issadu, ou principio do correal', soIlVeu Se-
iM-.ti.iu Jos de M'-m lun i, morador em Natu-
ha, do qual licou inteiramente alejado de um
braco. A noticia vai reaguHo coulra os aisas-
llBOfa
lia pouco houvc aqu nina occorrencia, que
nlo quero oinild-la, porque he honrosa a pes-
sua com quem leve lugar
Alffnem, deafabem Intencionados, que su-
me me anhelam disconcei.uar as mais bem fun-
dada! reputaces, entendeu de desacreditar
para com o femn. piendent da provincia,
no honrado oclagenario capiliio Viente
Ferreira da Costa, delegado da independencia,
porque, sem du\ida, tile nao quit tolerar no
termo os desaforos de um Sr. 'annavieira bre-
ve temos reelamaedet ) cscu squito e disse,
que ai|uelle octageuano tinha com sigo qualro
laccinorosos eassasshios vindos do centro des-
sa provincia. S. Exc condado na probidade
daquclle honrado dflegado, olliciou-lhe, que
mandasse para averiguacOes com seguranca
aquelles quatro lodividuos, uomiualmenie in-
digitados.
U honrado velho immedlataiuentc muntou a
cavallo, e cm dia e mel venceu vinte e tantas
legoas, e apreseolou-se com 01 qualro Indivi-
duos dlseodo--Senhor aqui apreseuio os qua-
tro individuos assassinos, que nao esto em
mulla companhia. e sao sim meus foreirot;
mas posso asaeverar a V. Eic. que tolioincns
mancos, trabalhadores, c neanum viado de
l'ernambuco. F.u tenho esta Idade, c at aqu
ainda nao Jei occasio a que de mim justamen-
te se dissesse, que acoilo facclnoras, e tem sido
tal o meu proceder, que esta he a prlmelra
coma he natural cm de avor do governo, pro-; vet. que ubo a cicadas de palacio, e ainua
nuicia-te palriotlcaincnte contra os exccsaoi! nao fui chamado a tribuual algumb. tc. Ira-
do cruzeiro brllannlco, quequalilica de acto lou-o com aquella urbanidade, que costuma,
de iniolita c inioleravrl aegretsao perpetrados mostrou-se sentido pelo encominodo da rla-
pela marioba britannlca nos porlos e coceada! gem, que Bcera o honrado velbo, c tnandou os
o imperio. calumuladoi cm pat.
uo.ai .Mpooei.im.uw, u,. uc w...v.,.a,, luJ0 s0 acna ,, deposito pilbllCO, PO
e na verdade no .lium lime r, sensivel pode- A cunlprimento do artigo 517 do decr.
ra Combatir a idea de so rumiar urna Sopieda- m (]e ue novnl|KO j 1850 se hz t
de, que emprehenfla c oblen ha o mcliiora- ,e aoj crouores mc,rlos do
ment poss.vel desta Olasie desvalida e ne- u ,lei|lru ,', (
Para um coracm) bem lormado o maior von|enlt uus bes ,rrenwtadoS ao mosmo
prazer c.insistoem poder contribuir para mi-, cxecuUd5.502600 r) em |(,lras
norarospalenmcntos de seus semelhanles, t d deposito publico, por isso
... .... I. ., ..n .1.... t.i.ntn n ,dn,ii/nl nala. *
decreto n.
scien-
do incsmoexccuta-
.. dias da data des-
ccssilada. Ite comparecam nrSIO juiio, e aleguem a
1 udos lies olejamoa diariamente para soc- | preiuieilcld ,. tlverm a IL.feri,la quanlia.sob
correr a pobreza, e segn Jo a mxima do a |a C01l0liria(ll ni)CltB,|0 ajg0. Kpara
que-quem pede precisa-m lislinc menle, Cu'nsUr mHn,lflj sar .,rcsenle, e ,,
alimentamos a pobreza e a ociosidaio dous d0 m(,j.|)0 { sor,1o a|llxado3
Sem que dispond.mos ilm do cosime, i^|ug,rej, detorn,,i(S,0, n0 artig0538do
olemos cnar um asjlo para a mcndici la- | mesmj decr,,( u .,uu,icaju pB|a imprensa.
de, c urna cal esoccorros para os pobres. ,)ado u c|l|a(]o do K,crjde pernimbu-
lluitos tobes enfermos valem-s .lo s.-u es-1 ,,, ,, dooulll|0 d |85|._Eu joaquim
Udo de molestia para promoverem a asmla, Jfl^ ,.,.rel(a 1)S Salllos esenvo o s.bscrevi
e com iso aggravam os seus males e encur- i;usiod,o Manoel da Silva Guimaraes
tim a esislencta: mullos deles qui curados ,......., -...,,._ ....
0 leriim ain la vir a prover su. SUbsiS- 0 Dr. Custodio Manoel da hilva Ouima Jes,
lancia elormr-sc Uteisi sociedade: oulros I juidedireiw da primeira vara_civel c do
THBATRO DE S. IZABEL
"EOITA EXrKAOKUlMARIA i.iviii. ni.
ASSIGiNATORA'
QaarH fiira, i. Je oulubro tle 18.il.
I ni i r v .i la. I i espectculo no qual pela
ultima ver. os senburos l'inart e Trabaltoni
aMi"."ti11! ao respeitavcl publico delta
capit il os S"Us Irabalhos.
Depoia do umt escolbila overtura pela
RECBUEUORIA DE RENDAS INTERNAS GE- ^hostr a senhora Carmela Lucci oiecu-
n ii uu- iii,'u\imiii' liU.i lie. l'I.K.'.A.illjl.U. teiiiniiiviic
RenJinenlo.lodia 13...... 533,479 ,i .IUin of.T-
i n\.i i um i.i- ivi\. m Ido maestro Ross ni.
Em segu Ja os senhoros Finart e Trabatto-
ni CKocinar.lo lindas seents do mmica e
dan^l do magnifico baile intitulado
G i s eI le .
Penonnoeiii.
(sello Sr.* Tralnttoni.
l.oyj sr. Finart.
Hilarin, Riiar.la-bsque.
tRGDMENTO.
Hilarin, guarda-busque, acba-se perdido
de amores pela joven Giselle, que Ihe no
occnlla a preferoncia que da ao seu rival
l.oys : cheio de ciume, elle oc pilha em um
onconlro amoroso, c a vo lancar-se nos bra
eos de seu amante !
Hilarin, n3u po Ionio conter-se, dirige-
so a ella, o lanca-lhc e:n rosto a sua con-
duela; Cisellc, pneii, escariieca-o e volta-
llio bs costas, cm quanto que l.oys o repelle
c ameac,a-o elimo de colera, so nao pozesse
um termo as suas soliciiagOas aoiorosas pa-
ra com Giselle : o ropu liaJo annnlo retira-
se prometiendo vingar-se.
Aponas termine, a companhi i nacional
reprcentara a tu uto aplaud.du comedia em
dous icios
Quem porGa mala tarja.
No inicrvalodo primeiro ao segundo acto
o Sr. Finart o a senhoia Carmella Lucci can-
tarjo o magnifico dueto ala opera do maes-
tro liuuizetli.
DON PASQUAI.E.
O Sr. Finart cantando este duelo niio tem
outra preteneflo mais do que procurar cm
tudo agradar o publico a quem se confessa
assaz grato pelos lavores que Ihe lem pro-
digalisado.
Terminar o espectculo com o novo pas-
soa dous, em carcter he panhol, intitulado
i \ CAPA Id.I. I (ii;l. \ Im i.;.
0 resto dos bilbetes acba-se a venda no
escriptorio do theatro.
Para o Rio de .faneii0
Sabir* at e dia 85 do correnle, o pit,,h0
icionalS. Joa Americano, por |8r i.
parlo da seu oarregemento prompto. Darir
resto e pasea geiros. lrat,-se com o su /"
signatario Manoel Alves Guerra Jnior
ra da Cruz o. 40, ou com o capitto tii"*
mai Poreira l,agos, na praca do Commecio"
Aviso martimo.
Para o Assu* segu por estes dias a oaiui
.8.8. Trindade. : as pessois que qof.ere
carregarou ir de passagem, diri|am-ae a 2
do Vigarlo, no escriptorio do Francisco Ai
da Cunha & Companhia, ou ao capii
bordo. '
Freta-se para os porlos do norie .,
caty, ou Acarac pelo Cear o patich hr
sileiro Mara Carolina, de lote 4ooo ar
baa ou recabe-se fretes para quilquer deti '
porlos: a tratar na ra do Vigaiio, tercej!!
andar, ou com o proprieUrio Jos Franei.T
Tbomai do Nasoi ment. ,"cuco
--Para LiabOt segu com breriJtden i
Ru portuguez Conceici otU Mara, para f""
ga e passageiros trata-se com Thomaz d's
quino Fouseca e fllho, : na roa do Viglrm ."
19 primeiro andar ou com o capitlo, no ni-
ca do commercio. Pr*"
Cear, MaranhSoe Para
O novo brigue escuna BratiMra Graeio.,,
destin-se a aquelles portos, quem no m,s'
moquizor carregar, ou ir de passigon ,ii
rija-se ao consignatario Jos Uaptist di
Fonseca Jnior : ra do Vigario n. 93 segn
do andar, ou ao capullo na praca
- Para a Baha sai at o Om da presante
semana, a sumaca nacional Flor do Knaclim
por tero seu carregamentoquasi completo'
ainda podo recebar alguma carga e paasa'
geiros : a tratar-se com o meslre Bernardo
de Sousa, ou com Luiz Jos de Si Arauio na
ra da Cruz n. 33.
Para a Bahia; salte em pou-
cos dias, por ler a maior parte da
carga prompta, o hiate nacional
Amelia : quem no mesmo quizer
carregar, ou ir de passagem, diri-
ja-se ao meslre a bordo, ou a tra-
tar com Novaes & Companhia, na
rna do Tiapiche n. 34,
Para o Rio de Janeiro, salie
com a maior brevidade possivel ,
por j ler parle da carga prompls,
o brigue nacional Vencedor, ca-
pilao Cielo Marcolino Gomes da
Silva: quem no mesmo quizer car-
regar, embarcar escravos a lrete,
ou ir de passagem, dirija-se ao ca-
pilSo na praca do Commercio, on
a Novaes &c Companhia, na ra do
Trapiche n. 54,
Para a Babia,
sogue brevo a veleira e bem cophecida escu-
na nacional .litilaitlr de primeira marcha,
forrada de cobre, porter grande parte do
seu carregamento contratado | quem o res-
tante quizer carregsr, ou ir de pistigeo,
queira dirigir-so a ra da Cadeia do Unci-
r n. 23,venda do Sr. Antonio da Costa Fot-
reira,
Leilo.
Augusto Cesar d'Abreu, lar a Leilao,
por ini.'i veticj i do corretor Olivelra, de um
perfeito sorinen'.o de fazendis inglezas, is
mais proprias do mercado : segunda-fein,
13 do corrente, as 10 horas da maiina, no
seu armazem, na ra Cadoia.
O corretor Miguel Carneiro, far leilo
no dia terca-foira li do correte, as 10 ho-
ras da manhfla no seu armazem, na ra do
Trapiche n. 40, do diversos trastes novas, e
e uzados, louca, vidros, candiciros,quidros
com estampas, c muros muit.is olijuctos :
assim como ao meio dia em ponto, hir em
leilSo 10 caitas com phosphoros em pali-
tos, com oisinhas de pao, e 17 garrafdei
com lintilhaa,
-- Richard Royle far lolo, por iuterven-
?3odocorrelor Oliveira, de variado sorli-
ni 'ti'n de azi.ii la- inglezas, todas propriis
do mercado : quarta-feira, 15 do correnle,
as 10 horas da manhSa, no souarmizen,
ra da Cadeia.
-- Faz-se leililo do carregamonto de li-
i-inlia, da barca American, W. H. D. G.Wrig-
ht, arribada a este porto por forca maior,
o por conla e risco do qnem perlencer, hojo
(14) s 10 horas, no armazem da Jos Anto-
nio de Araujo, becco do Concalves.
EDITAES.
O Dr. Custodio .Manoel da Silva GuimarSc,
juiz de dircito da pi imeira vira cirel, e do
commecio, nesla cidade do llecife de Per-
nambuco porS. M. l.eC. que Dos guar-
do ele
Faco sabor aos que o presente edtal vi-
rem quelendu-se por estijuizo do commer-
cio o oor execuco de Luiz Bruguere, pro-
affeclam males, que mo eiistem, e afinal os
ci'-gos sflo duplicadamenle oncrasos, por isso ;
qie, com poucas excepr;0os, precisam ser
acoinpanhados de um ente robusto, queodu- '
cimmeici.', nesla cilado do Recife de
Pcruambuco porS. M. I. c C que Meus
guarde, etc,
Fajo saber aos qus o presente edtal vi-
cado iio habito do esmolar, s. loma de futu- rem, em como louio-se por esto juizo do
ro um eme despresivcl, immoral e perigoso. commercio. e por oxecusSo do Luiz Brtj
uando nonhum outro bmelcio resultasso guiare, procedido a penhora na quanlia de
de um asylode mendicidade ben ordenado; 8:850,297 rs |C lenceute a JoJo Antonio
por esta uuica razio elle deveria ser fondado Gumes Cumiaras, sendo 5-'92l,07 ra. em
o protegido dinlieiro, e 763,690 rs. em letras, que tudo
Nlobenossaintonclo,com o que temos cha no oposito publico ; Pur 'u e"'
expendido, coarctar a gloiia que resullaria cumprimonto dei.rLdooeeraMo B^W
as autoridodes administralivas a policaes do 25 de novembro de 1850, se laz se o ue
de concorrarem, e mesmo lotnarem a inicia- os crodores tocertos do m"m" e?8.c"'*u-
t.va na creaco de um eslabelecimento desta para que dentro de 10 ,,b .""""". ,ers'e
naturea; e mesmo tilvez que alguem ae comparecm nest juizo, e' 'cguna pro-
persuada da obrigacara em que ellas oste-! ferenca que liverem a ineama M"'"'. ">D
iam de pfir em execucao a medida; mas, uu a pena commiuada MtJtM rl'; .
ellas inlervanhaa, ou no. a med.....ole E para constar mande, pesiar o^presen
ser ..actuada, e o deve ser pelas r.zOes, que ; ^'^^^jT^^^S^^:
Theatro de Apollo.
QIUI1TA FKIIIA, 15MEOU1UBIIO MF. 1851
12.' recita da assianaturu.
D.ipois de urna nova ouvurlura, subir* pe
a segunda vez a -c 'na com tudo o brilhm
lisuioomuilo applaudiJo o aparatoso dra-
ma de Mr. Vctor Hugo.
Mara Tudor.
Aparte deJoanna Talbot ser desta vez
c vi na l i pela actriz Juanita Januaria.
Depois do drama seguir-se-ha um bollo
terceto en poituguez, cantado pela senhora
M. C ii olma, Costa e Talles.
Findar o divertimento com o jocosissi-
m o dueto
O meslre da mu/.ica.
Cintado om caricato pelo Sr. Guimares e
I). Carolina da Costa.
Os bilbetes acnam-se desde ja a disposi-
Codo publico uo theatro
Avisos diversos.
Avisos martimos.
PARA O ARACATY
Sala empreleiivelmente al o dia 15 do
corren te, o hiato Anglica : quem neUequi
zer carregar, ou hirdepassagem, derija-sa
a ra da Cadeia do Rocife n. 49, a Iractar
com Antonio Joaquim Seve.
Publicact'ies Mitraras.
Acaba de aabir a luz o interessaote cala-
cismo das verdades calholicas, obra utllissi-
ma pan, todo o fiel christo que desej Ins-
truir-se as verdades mais solidas de sua
santa reKio, acrescentsdocom um resumo
Ja diminu chrisla, methodo para fazer a
or.icii mental.eiaine de conscioncia, visitas
aoSantissimo e outras eiplicacfles eoraOes
desnmma Importancia, I volume de 290 pa-
ginas netidament", encaderntdo pelo dimi-
nuto pre^o de 1,000 rs. : vende-so na ra
estrena do llozano, luja de enculernaco
n. 15.
Aluga-se urna mulata para o serrco in-
terno de casa a saber cozer, engommir,
andar com pequeos: quem precisar dirja-
se a ra do Colegio n. 16.
Atlciirao.
OITerece-seummoco para caixeiro de qual-
quer arrumaco, o mesmo par cobrar divi-
das, o que tem bstanle pralca : quem de
seu presumo se quizer utilisar aununne pa-
ra ser procurado. .
- Aluga-se um mualo mu fiel e solTnvel
cozinheiio, excellente para compras e oulros
s.irvicos da casa : r" ""porlal, em fren-
te ao viveiro do Muniz n. 49.
- I)oseia-so saber, se existo nesta provin-
cia algum descendente dos Podra Palacio Ve-
lasco Obeca do Mourq Fora, natural da udi-
dade de Vianna em Portugal, e se existir, ro-
iia-se. o favor de indicar a sua resideucia nes-
ta cilade na ra da Cadeia Velha, armazem
n. 12, afim de se avisar para o Rio de Janeiro
a pessoa que Ihedeseja fallar sobre bens.que
a mesma familia possue em Portugal.
O ESPECTADOR
Publeaco thestral. critica e Iliteraria.
Sanio o numero 2, assigna-se e venda-je
na praca da lndepeudencia n. li, na ra do
Collegio n. e paleo do mesmo, casa do (
Dourado.
Precisa-sede urna ama para oservico in-
loano de urna casa, de muito pouca familia:
na Ponte Velha n. 1.
Precisi-sc de urna ama para
o servi?o de casi e ra, paga-se
bem .- na ra da AssompcSo n. to-
- Ainda se precizi para alugar, urna pra-
ta escrava, sem vicios, para fazer o ser jo
interno de urna casa de pouca r0"""/
quem a livor, irija-ae ao POfl>"> ":'
f.ndega desta cidade, na ''"?,
- Praciss-se de um fornelro, que ej.
deseaibirasado: napsdariada ra aa an
zalla Vel ha n OS.


S.bbido II do correte, deseppireceo
unTiovelha pintMta de prelo com brunco,
lendo ni oreih. esquerd um rugo desde
at o centro onde ibrm. um borneo
beir
rsdonJo, letou um ped.eo de corda to pes-
co,*) quom tiver noticie ou ach.do-, di-
rij-e Cinco Ponte n. 71, que ser re-
romprncado. -
- Aluga-se o terceiro aidar, e grande
,otSo, da caaa n. 15 da ra da Collegio pro-
nri. pare grande familia, lem 3 grandes sal-
n, 8 quartoa muilo frescoa, e excollenles
vistas, nfloe de mar, como l.mbem Olm-
desmancbar engaos em que sua
merc he o compromettido como
caixeiro que foi de Antonio da Cu-
nta Soares Guimaracs.
Contracto das carnes verdes.
Avisa-seao publico que de do-
da, Santo Amaro &, para verse no eegunao mng0| I2 docorrente, em diante,
andar da mesma caaa
OSr. Antonio Joaquim Vail
'u""Roza8,'raga"& Compaohia, muJardo o acougue da ribeira de S. Jos ,
seu escritprio para a ra do Trapiche n.44. se mudou para a ra da Praia, em
O Sr. Feliciano Bernardino da Silva,1. '., .- .
aueira procurar urna csrta.vinda de sua fa- frente da llbeira do peixe, on Je
nilia, em mBo de Manoel Jos Gomea Bra-e collocou o acougue grande com
B^.V."S.S,S"tS.?-.pnoi28d. au-rinta talhos, muito rejado, e o
lublico ser servido com toda a
dirncia do juiz da primeira vari do civel, pti
corspraca, am aitio no lugar de Santo {:
Amaro, penhor.do a Elisa Coelho Cintra,
inipeza e asseio : ( por equivo-
pTexccaodaviuva efllhosde Agostinho co nao sabio este aviso no dia
llanriquesa Silva : sendo ultima prata sabbado.)
no dia 21 docorrente. o i
_ Deaeja-se fallar ao Sr. Jos Joaquim! Frecisa-se COMprar, OU alu-
Thootonio do Mello, ou a queni suas vezei oap uma boa casa terrea com bons
nr nesla praca, o negocio de interese : ja
red!"ru do Recito n. 52. commodos e quintal, ou um sitio
O cautelista Salustiano de Aquino pequeo perto da pra?* : a tratar
Ferreira. na ra da Cruz n. a.
Kazsciente.o respeitavel publico, que no Precisa-se a I usar para uma
tttXSSSiSSX familia estrangeira um primeiroou
eefra lotera a beneficio do asilo dos aliena- segundo andar de urna casa que
dos, e paga sem descont algam todo e sp;a frMP, P Pm i.nm |ar ,.,,,
qualquer premio que fahir nos bilhetes, SeJa lresCi em boro Jugar, em
meiosecautellas da mesma lotera, vend- qualquer dos bairros, nao se olha
dosnapraoada In lependencia, n. 13 e 15 a preco i na loja de miudezas da
loia de calcado do Arantes, e na ra da Ca- j ,
deiadoiiecifen. 46, loj da miudesas, ain- praca da Independencia n. \ se
da existe por vender um resto de cautellas, dir quem be,
(illa* ma fia all^n niliatuln *
ATTENgAO".
i Preciaa-se alugar para uma caaa estr.n-
de Miranda : queira aparecer nalg.raija pouC, familia, urna cscrava engom-
rua do Crespo, loia n. l5, para madeira ecozinheir. : quema tiver, queira
declarar a sua morada por esta folln, ou di-
rigir-se a ra da Cideia casa que foi da
apolnia, segundo andar.
Precisa-ge de serradores, preferindo-
fe forros : na ra da Praia n. 15 serraiia
do Cardial.
liu-se do 100 at 1:000,000 de rs. a pre-
mio de 2 por rento ao mez, sobre penhoros
do ouro, prata, ou hypotheca em alguma
casa livre e desembarazada : quem quizer,
dirija-se a ra larga do Rozario, toja do
miudezaa n. 26} quo l se dir quem da.
Perdeu-se .....nmh dequarla fcira, 8
do corrento, uma medalba de ouro, com
um diamanto, esmaltado, do Rocifo al a
Boa Vista: quem a tiver aehado caquizor
restituir, dirija-se a ra da Cruz do Recite
n. 50, que ser recompensado do seu tra-
balio.
Offerece-sc para encarregar-se da es-
cripturaQuO de qualquer casa de negociu,
urna pessoa com as precisas habilitares :
quem quizer aproveitar-sede seusservicos:
aonuncie.
- OSr. J080 Luiz Vianna, queira dirigir-
se a praca da Independencia, Imana n. 6e
8, a negocio de seu interesse.
- Aluga-so um molequebom cozinheiro,
por coiumodo pre;o : na ra da Boda n. 17,
jpritneiro andar.
Joaquim da Silva Lopes, na
na da Madre Deas, aromen) n.
ao, vende i'arinba SSS 1'', e dita
Fontana, dita galega, saceos con
farello, oleo de linbaca, cb impe-
rial e barris com breu : tuJo.a
3
a ollas que se estilo acabando.
Heios bilhetes 11,000.
Qu.i tos, 5,500.
Oitavos, 2,800.
Vigsimos, 1,300
SeuOoruWia Luiza da Conceicfio, viuva avallos e oulros commodos : q
de llerculano Jos de Frailas, moradora na |0Udert dinia-se a ra da Cade
ra do estreits do Rozario no segundo an- fe 34
,|ar da casa n. 31 avisa as pessoas. que tem 0 Sr. i/iancsco Augusto da Cosa Gui-
___l.----, ,,111 ,,,, nn.ln- .,,,,, i\e .- ,,r,,rn Ulf m T w
Aluga-se um sitio no principio da es-
trada do Arraial, com mitas fruleira", boa
baixa com capim, banho doce no fundo, e
excellonte casa de vivenda, pintada Je no-
vo, casa para pretos, estribarla para dous
penhores em seu puder,
unior, queira ler a boudade de ap-
eo tn
vont .di: dos compradores.
O eacravo fgido do cngenlio Santa Ro-
sa de nome Malheus, carroiru, alto, secco,
com falla de denles na frente do qucixo su-
perior, marca 011 ferida em uma perna, com-
prado aoSr. Manoel da Konseca e Silva, viu-
do do Aiacaly ; consta estar homisiado por
arredores de Iguarass, ondo ja foi escravo :
iiarn i i'. roga-se as aulundides policiaes do distncto,
B' 'e capitaes do campo de o aprehender e levar
ao dito engenho, ou nesla praca no paleo da
Ponlia, sobrado em frente da igreja, e Dave-
i'.'m boa recompensa, o as despuzas fullas.
O abaixo assignado ja anuuiiciou ao
Rogase a pes-oa que teveilembranra
de tirar do correio, um m.co de gazelas que
vlnha para a viuva Roma, pelo ultimo va-
por challado do Rio : que y va entregar as-
sim como A carta qne vinna dentro, pois j
so sabe quem leve esta habilidade.
-- Aluga-se um preto, para lodo o servi-
?o: na ra da Praia, typographia imparcial.
-- No dia 3 do coi rente, furtarain um c-
vallo melado claro, ou marlim, de dinas o
cauda branca aparada, capa Jo, do frente
abo: 11 at o hei<,o superior uovo.carregador
baixo e ardigo : dis-se 20,000 ris a quem o
aprehender: P'lixda Cruz, em beberibe, onde foi fur-
tado.
Jos Luiz Pereira, est resolvido a ven-
der ja a sua luja de ferraren, da ra Nova
n. III, a prazo com lirmas o contento, o em-
qu nheiro, qualquer por^Ho de forrages, ou
miuJosas, pelo que Ifie custaram. Aprovei-
Ici a nec.iM.ii) para rogara seus devedores,
queiram saplisfazor sius dbitos al o flm
do corrente mez : o que. espera da bondade
dos mes'nos senhores.
Quinteiro & irm.lo, na ra Nova n. 63,
qualquer uso a que pericnc, devera em ter-i
mns claros e precitos declarar as seguales
principara circumstancias. Prlmeiro sua
idade, temperamento, cnnstituIcSo, dbil ou
valetudinaria,se.vigorosa ou sadia, hbitos,
oco o patio, Ecciescendo, s- fdr de sexo fe-
minio, adeclaratlo do eslado de suas re-
gras, numero de filhos que tiver tulo, se Ihes
dera de mamar; inc iinmodos mais nota-
veisnosseus partos; se grvida, de quin-
tos mezes. qual o padecimeuto ou mal que
maisi aflligia por somelhantu motivo. Se-
gundo o lugar de sua lubilacSo, se hmido,
accco,ari'jado ou ventoso, sujeilo a febres ou
outi .1 inl-i nuda :. Terceiro so na familia
tem appareclilo cisos de molestias por des-
positlo hereditaria 011 adquerida. Quarto
so doente do sjphilis pela primeira, segun-
da ou mal vezes, om quo lempo o foi pela
primeira vez, o lempo ou intervallo que mo-
diou nu sollrimeuto de uma s oulrsa,
quaesos priucipaos symptomas que eutflo
experimentara, le.nodios &. de que usu,
effeitos do irntitiio ou incommodo do uso
de mercurio, ou outro qualquer remedio,
de que se leinbrelho fra subministrado, e
em quo dose. Quinto so o mal dn que pro-
acabSo do receber de seus correspondentes, | ced 'iitemeute se irala, fr precedido, acom-
lleaton & Reusburg lilhograplios da casa .pandado ou seguido de algum oulro acci-
imperial escellnnles retratos de S. M. Impe-I dent ou enfernndade, quer de ongem di-
rmi, 11 sr. 11 Pedro s-gundo, de S. M. a se- vem, quer precedente da mesma syphilis.
renissima imperatnz, dilodo Sr. Barflo da 1 Sexto em Mu, quaes os symptomas quer
lina-Vista, n incendio do theatro de S. Pe Iro' ne elToctivo padoeunenlo de mal venreo ou
d'Alcantara, o entrada triumphante do du- 1 outro qualquer desappareceram, modelica-
que de Saldanha em l.isba, a nao po7tu- ram-se ou oxistem sem alterado apreciavel,
gueza Vasco da gama, a entrada da dita eque aua menos importa que a declara-
no porto do Rio do Janeiro, ao desarvorar c.lo do lempo da molestia, sua especie ou
da dita, assiin como mullo ricas estampas qualiJade c curso al o memento da consul-
proprias para quidros, as quaes s3o as se- ta, complcateos sobro vindas o meios du
guintes : N. S. do Carino, Piedado, Concci- do que se lem l'eilo uso.
tilo, de8qualidades, N, S do soccorro, S *3S' SIS^^SiBSW*'- '8'2<* <
i
/
(,)


-- Sr. Barata, guarda da alfandega, le-
nha a bondade de hir a ra da Cadeia de S.
Antonio, 11. 35, segundo andar, a negocio
de seu inleresse.
ATTENCAO
-- Kurtaram no dia oilo do corrente, em
de nouies Kraucisco o l'elisboilu, que sj-
- Preciu.se1 de um liomem para caixei- d MnUorea oa ,.
. mii' ile rni luc 11111I11 ilit m n eouil lia r .....
ro, que d conhecimenlo de sua condula:
nlia demorado o abaixo assignado, masque
o 1 Inenliu'ma retponsabilidado sobre clles 10-
13.
Olinda, da casa do acadmico Francisco Xa- ,j0 (;rejpo i, ^
vierde Pinto Lima, umrelogio, patente su- rf'J panl paS3)r a fe,ta ou por
isso, dupplex numero 21,792 pequeo bo- u,000.n"no umi aloa,|enta Cas. no Poto
n.to, im.taudo perfeitamente no exterior da Pane|| t() da bjsla,llej
jos inglezes ; foi comjrado ao Sr. Jaques comino los. quintal e estribara : a tratar
Wolicaard ; rurlaram tambem do mosmo
um par de botOes de oiro de peito com uma
pcJra no centro, semelhante a rubim. A
pesoa a quem offerecerem os ditos objectos,
ou qu delles tiver noticias, se dignem avi-
sar aoanuunciaiiteem olinda, ou ni caja
em que morou oSr. Dr. Pogge, no aterro da
Boa-Visla 11. 3 piimeiro andar, que.serge-
nerosameote recompensado.
Uosappareceu no da II docorrente um
esclavo creoulo, por nome Antonio Louren-
50, natural do Sendo, o qual foi escravodo
Sr. Jos Pires Kerreira, representa lar 35 an-
no engenlio novo da Moriboca.
qu.n Rodrigues K-rreira Vianna, lho da > ^f 80 8?. da,egau0 do Nazarell. Ju3c
Paraliiba.a negocio de seu interesso: na ra Princ,co ^^ L|m por saT sl0 do seu
dever, o melindre, o apezar da brevidade
na ra do Collegio n. 15, prim :iro andar. ,
Arrenda-si um sitio na Cruz de Alinas,
com boa casa e muitos commodos : na ra
da Aurora n. 44.
"Al.T.Sfi),ramP8SS!,ra f6St8' OUhpor-pagaudoa quem fOr de ajusto por mez
anno, um sitio com grande casa e com bas- '
taules commodos, com um sobradinlio por
com que se mstou para u con luctao dos o j-
tros, n.iu tuiu apparecido providencia alga-
Di 1, e por isto por este meiu se ped: a qual-
quer daquellcs aonliores que o fato om con-
lininto, do contrario sorSo recolhidos a
cadeia. i.uiz Candido Carneiro da Cuaba.
No botiquun da Cova da Unta, precisa-
se de un moleqiie, ou preto para servente,
quem o livor
nuncie.
dirija-se ao mesmo ou au-
inteiro, i- 1 11 boas silas, 4 quarlos,
ira, quinos para escavos, cici.i,-
nosde idade, crpreta, altura regular, sec- c.1o do u
co do corpo_,pes pequeos, rosto comprido, nsmhaf.a.
'ou vestido ba, estribara para dous cavallos, 2qui ilaosr jjj
um oonct, n,ura;ios com porlo o sabida para o rio:
grai
qual sera garantido polo lempo quo so 1ra-
Moraes, no R.-cife.
I'recisa-so para a cidado do Rio (irn-
arscrio.edu poucas fallas; levou
camisa e cal$a de riscado azul, e
ejainameotH c.ixa com outras peca9\qma^9^M^rtBrnyn"iV)^
roupa, este escravofoi visto no da 12pelas ra9 j5
7/ioras da inanhU no aterro da Boa-Visla, | .1 Adl!V'orie.S3 ao 8f. Rirnird > de Al bu ,
sopprle-M anda estar noata praSa: roga-se' ..". rrsrnaiido Cama 0110 o seu corros- 'o Varadouro.
u .ulorid.de. pohci.es ecapiUes i^^lSJZuinSZ'&mwo^^ ""-Sa "
ou a qualquer pessoa de o pegar e levar a ra ;.in .i..iv.... ^
Auna, S. Appolonia, N, S. do Rosario, S. Se-
bustiSn, S. Benedilo. N. S di Gloria, S Mi-
guel, S. Antonio, S. Francisco de Assis, Sr.
Ilom Jess 1I0 Calvario, N. Sr. do lloin-lim,
S. Francisco de Paula, N. S. do Terco, Jess
M in 1 Jos, S. Joilo l'i.i li.iii, S. S coradlo
lo Josu*, Divino Espirito-S.nto, Santos Cos-
me, OamfSo, N S. dis Dores, o outras mui- j
tas estampas quo se delx. de m"iiciouar, as
mesmis rocoliem tola e quilqdor enco-
ineiidi quo 80 Ihes fac.lrl ten lente a litlio-
grapbia,cooio bom coatas par. l"jas, letras,
bilhetes de casamento, rtulos para agn do
colonia, e nutras quicsiuer encomen les,
que Ihes facam.
I-111 iodo corrente noita foi lera casi
d^Aroenio Foi tuna to da Silva, morador na
ra do Hospicio, um prelo qu I dizchamar-s-
Francisco, e que ha escravo do Sr. Thomaz
lavares de Mello, morado' Sin Maneota, oh.0
1 ivrador do engonnu liiiiam ni, cujo escravo
foi ah ped'r qut o coiDprassa, o que se Iba
promelteu para se pudor parlicipar ao do
Sr. Mello, que quinto aillos o venlia buscar,
na certeza de que, se elle retirar-se desU
easa nenliiiina rcsponsibilida le pesara sobre
Arccnio Fortunato di Silva.
-- Precisa-side um l'eilor portiigucz para
um sitio punco distante desta priifa, que
trcbalbe de cuchada, o saiba tratar de arvo-
redOS, de verduras e do llores: quem csli-
ver neslas eircumatancias appareta ni prin-
cipio da estrada dos Afllictos, piiuieira cisa
do lado direito, a qjalquer hora do dia, que
so Iho ilira quem precisa.
MIMilMINItlMI I
Un sacerdote q u> tem pratiua do #;
S cnsino do pruneiras letras, gramina- fe
4 tica latina e franceza, geomolna, mu- -j)
4 zica vocal e do alguns instrunieiilos i
t inclusivamente de piano acceil. a n)
9 capellana de algum engenho proxi- -J
4 mo a esta prata subjeiiaudo-se a la- (>
zer su residencia aonde tiver de >
4 exorcer o ensillo das referidas mate- uv
'4 rias: a pessoa quo com o mesmo qui- a);
e zer contratar, dirij.-sa a ru. No*, d. ^>
J 8, onda sera informido. a>;
99*9 999 tavMaVaTavftvf
-- Os senhores aballo declarados lirljSo-
so a roa do Crespo n. 15 a negocio do seus"
Paulo Onlgnonjtj dentista 9
fraueez*offercee s,' piesii- >
1110 mi iiiililivo pura ludosos
mlsteres Ir sua proilssiio: *
pdc ser procurado a |iial- &
Ojlier hora 'iii sua casu. m> ^
rn larga do Rozarlo, n. 30, <#
HCjftiado andar. %
99t>999a9 99999t
** Llcinciilos di; lioui(;o|)itliia. *
~ Sabios luz. pri .'lina parte desta J
J obra composla pelo profedsur horneo- o
"'* patha Cos-cl Bimont ; dividila om *
' ir is ri.ir 1 s. Esta pri m i comp c-
*' h nde, o discurso preliminar, aiulro- *
' duccSo, o oxamo do donte, oseo- ->
llia lo remedio, o 01 prego dos reine- 1
dios, o r "Une 1 n o. COII.elhO* el ni- **
cn~, c un a oxpliiMfflo du' noiiiOi gre- >
goa 11 anatmicos euiureg 1 lo. n rue-
dicioa, ea iudic.cflodosmedioani.il- t
tos .propri.dos para cada cu d on- >
fermiJ.de. Ksta obra he til, tanto ft
para os mlicos quo so d-dicarem a *
experimentara nova medecin.,como
para toda, as pessoas de boa voutalo <>
quo se quizerein convencer por cxjo- 4>
riencias da verd.de desta doulriua,
por ser ella muilo clara o a intilli- 9
gencia de todos. Recebem-sa assig- *
naturas para a obra inleir. a 5^100 110

Consultorio honieopatincoda ruadas V
Cruzes n. >$. Deioisda pubhcacSo #
das segunda o tercelra parles, o <)
<# preto sera elevado a HfOOO para aquel- a-
) les que nao liverom assignado. No <#
v> mesmo consultorio cncairega so de #
.> man ur fornecnr qualquer cncom- *
4> me ida de medicamento, bomcopa- H
4) tilicos. Na prelo : P.illiogenesia dos l#
A medicamentos liomoopalhicos lua.-i- .M
aV luiros. ,y
e
9
*
s
r
*
*
.i
K
da do Norte, de u m lorneiro, que scji pe- "ilcrcsses, IranciscoXavier de l.uua, Anto-
uo seu ollicio, na corteza da que a- "10 Xavier do Almeida, Manoel Doimngiies
' gradando sa loe laia ventajoso ordeuado, o orer, Antonio Manoel de SoUU, Jos Mo-
lar : t ai 1-10 in cid ule deiinJa, padaria
da Madre de Dees, arm.zem"de Vicente Per- '"'P1:*0*""-
reir. d. Cost. que sera generosamente re-
compensado.
Casa de- modas l'rancezas Buessard
Millochau.no aterro da B01- Vis-
la n. 1.
Pelo navio o Cont lleger recebeu-s.
um lindo sortimento das ultimas modas de
Pariz, em chapeos de seda e de palha enfei-
lada par. .enhors, ditos de monl.ria, ditos
do palha entestada para meninos, manteletes
u espolinos de seda de cores e pretos, lam-
bem de cambraia, lindos toucadores e capel-
las, caber-oes de bico de blondo e de linho,
roineiras, camisinhas bordadas, mangas bor-
dadas, flores, luvas, espaitilhos, gravalinhas
develudo prelo com as livellas, um rico es-
colhimento das litas novas, lencinhosde se-
da de relroz, transas de sed. e de 13. pira
vestidos, bicos de todas as qu.lid.des e mais
fazendas que se venderflo em conta. Faz-se
elleclivamenle todos o. eofettos de senhoras
em chapeos, toucados, turbantes, o vestidos
jjOVgoetO igual ao que vinba directamente
de Pariz, e por preto muito mai. em cont.
-- Ausenlou-so escrava parda, de nome
Luradina, n. noite do di. 7 do crranlo, le-
v.ndo toda a roupa que tinh, e tem 03 sig-
naos seguiutes: baixa, chei. do corpo, pai-
tos grande., rosto redondo, cabelle, corri-
dos, oihospequenos.ecom um dos dedos de
uma das m3os estir.do, e uma cicatriz no
rosto proveniente de queituadura ; he de
presumir que tome para as bandas da Para-
hvba, donde he natrural o diz ter parentes :
roga-so, portento, as autoridades policiaes
capikles decampo, a aprehensflo della: a
entiegarna ra das Cruzes n. 14, ondo sera
o portador gratificado.
Desappareceu no dia 11 do
corrente, um iolequecrioule, de
uomc Ivo, o qifal be bein conhe-
cido, por ter um grande caroco, ou
lobmho ao pe de uma das orelhas,
desconfa-se que fosse para o
rejo da Madre de Dcus, ou Ca-
JTMrn'i roga-se as autoridades po-
'ciaes, oua qualquer pessoa que o
no, tiruu do correio urna
Jos de Almeida Soares
Lima e Bastos, formado em ruede-."fus do Hospicio o. 11
cia, e cirurgia pela academia do
ou mais cartas,
Vendas.
No armazem de taboado* defronte de
S. Francisco, acb-se a venda um bomoculo
de ver o longe, .ssim como aej.biqueirude
carnauba, e um grande portSo da amarello
com toda a sua ferragem.
-- Na taberna da quina do Peixe Frito ven
de-se um preto de mcSo, proprio par. en-
mesma taberna n. 9.
Vende-se muito em conta a posso de um
terreno situados no sitio denominado c.m-
po YcrJo, Corredor do Bispo, j aforado a
diversas pessoas na ra dos Pires n. lf.
He o mais barato possivel !
a. rus do Cabug loja n.12 dn Francisco Au-
tonio Simfles.vende-se papel de peso a 1,800
ris a resma ; transelini de borracha 80
ris cala um, superiores ligas de sed. com
burracha o diveraos nomes do senhoras,
pelo barato preto de l.oOOris; e oulras
mais un 1 .lesas baratas, para liquidar
MAKMKLADA PElTOiL
k. BOWMAN & MC. CAI.I.CM, engenhei-
berto Cazado l.ima.Antonio Manoel da A;lya. ros machfnisUs e fundidores de ferro mir
inr-o l Ba\?" i** L"ni'.IIC",0l," respeitosamente annunci.m aos Senhores
cnco-Pontas, Pedro Jorga da Sijva, Manoel |)rn|11 ,cl;ms dc engenhos, l'azendciros, m-
rnomazdos Santos, Januano Alexandrino n' nemei-nlaii
Rebllo da S.lva Caneca, Lib.rdo, Alf.i.tej
fabricantes e ao res-
- peilavel publico, que o seu eslabelecimeuto
viudas do Sul para Antonio Joaquim Pache- Jo "1 >n francisco l'ereir. da Cunta. \ icira dp fer 'movido' r machina de vapor con-
de co B.stos, o favor demandar entregar, c Jozc ,a s Iva luer.. Camino So- linuacm efTeclivo exercicio, c soacha com-
Ouim.raes, Honorato Joc do Bano p|e,;lmente moudo com aparellios da pri-
rneira qualidade para a perl'cila confectao
das mejores petas do micliinismo.
F.01 Jjsii do S. Marin Cleof.S, projoa
so a ensillar rethorica o phiiosophia, na ca-
portO, e por ella premiado Clll to- sa de sui residencia, mis Cinco Ponas;.11
dososannosda8llafreqllenciain-,":l,,luo,!'Ci,^lCC^d,, SU P'Uo>0. >,Je
... 1 procun-lo na mesma casa.
tiuindo os de operacuese partos, --\travessa da Senzalia (vulgobecoda
estabeleccu a sua residencia no lama) c.za n. 12 cose-se muito neme por
1 largo doLiorpo SiantO n. l, Io das as qualidades cuberas, fronbas.lentos,
andar da casa, em que mora o Sr. muiUi outras costuras.
^,.,. I \i 1 __j.__ Arham-se fgidos da cngeuho d,Agoa
coronel Mamede, onde pode ser dd Kil)Blr. du rjus Araripe 0 *rocoudos a
procurado a todas as horas do dia casa de Mareellioo Jos Lopes, porsadutSo
ComnativeU rom n suas niTian.i-,do incsmo os escravos seguiutes: Manoel
Lompauveis com as suas oocupa-ltipi)reina de ,dtd. 8 2g ann0i ti0
('oes Clnicas. 1 resta-se a ope- grosso do corpo, de cor bem prela, Angola,
rar, receitar cratis para os po-'fUil,Uu1em1.15,le J"?"0 del8t9> G?ldinu do
. .0 ,'. ,. ', idade da 2i> anuos, baixo, sceco do corpo,
Dres, e Jgualmeute hir VlSlta-loS'ollicialdopedreiro, crioulo, fgido no dia
eui seus domicilios 8de.bnlUel830. Patricio de idade de 30
- Na ra do Hospicio n. 52, precis.-se de: ahn"JS-alt0' 8ro" J" c,orP' barbado. Arr-
uma.maque cosa o engomo Ui bem; e de hola, fgido no du 18 de notembrodelMO
um moloq'ue espeito : pag.-se bem ",noel e ld>,le "= 2 "nM. ,ll e 8ro,sso
- PreclSi-M de urna ama de leite, forra fiaTO f.' TeIme'i'' pM4',r?nn"S.uT.
oucapliva: na ra do Passeio, loja n. 13. 1'flJ10rrlC^,ul0 UglJ, "? f tVSS
--Recebe-sede commissao, eoiipra-se,'dS!8j0' Ar8emlru dc ldado de ?.'
e vende-so escravos tanto para dentrocomo "' 8rossu do corP0' J" "m,t0 P ,,'
para fra da provincia, e se adianta dinl.ei- o""" muito pequeos e brancos, Ang. la,
ro sobro os de commissao : na ra das La-' ,u8'donodia 18 de novembro do 18al, lo-
rageirasn. 14 no segnudo andar, regrino de idade de 18 anuos, alio, grosso
-- Precisa-se de urna ama domis, idade do corpo, muito preto, olnos pequeos o
Santloa, da ma da Praia, llolexarl, Jos
Francisco da Cosa GuimarSes, Manoel Ro-
berto da Paz, He irique Julio Cezar Sou/.a
Peres, Antonio do Reg Burros, Jos Antonio
dc Jozus, Manoel Ferreira F-sCovar, Fran-
ciccoJos de Paula Jnior, Jernimo da Cos-
ta 1.iiiin ir.ie-. e Silva, J0S0 Francisco de
Souza Uma, I.uiz Goncalves Franco, Manoel
Antonio T01 res, Francisco do Bu ros, Jo-
aqun) Jos Tavares, Manoel Dias de Toledo,
Jos 1. mcal.c- braga.
.1 ,..,_ ,.: ^M,.^^s^Z!m~, '" ^ber:
Habilitados para emprchender quaesquei
obras da sua arte, Bowman & Me. Callum
desejam mais parlirularmcnto chamar a
Ittencflo publica para a sseguintcs, por
crcm del las grande sortimento ja prompta,
as quaes construidas na sua fabrica poden
competir com as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em preto como em qua-
lidade da materias primas c hijo d'obra
Consultorio homeo-
patbico.
i
milita do Colegio n. 25on'*!
metro andar.
O Dr. P. A.Lobo Moscoso, f
. wt,.OB-sa MW una tina uu imuis iuoud '- ., ,, .^-;-, l.
para todo o servitoue urna casa: na ra de b"?c, fUs'do no da 14 de Jaaeiro de
Horlas, cas. lerrea pintada do novo, n. 64 18jl- S'a,So d'' lJ,Jer de 1,"">s' ,f lo.?
ou nopaleodoCarmo. n 14 grosso do corpo, cor lula, fgido no da l
,, 'do Janeiro do 1851, Jos Congo de i lado 28
* d consultas gratis aos po-
rfj bres, todos os dias das 8 as
laboras da manliaa.
I'ratica qualquer operacao
dc cii urga', ou ae p irlos.
liccebe escravos domitcs
para tratar de suas enlcrmi-
j? dades,ou f zer qualquer o|ie- ^
I racao, por preco commodo.
/- :': :tt.":;.
Abraceni a niodorna.
Na antiga fabrica de chapeos do sol, so
encontranl un novo o mo.Ionio sortimento
le chapeos tanto para meninos como para
Machinas de vapor da melhorconslruct3o
M "-inla- de caima para engenhos de lo-
dos os tamaitos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
Rodas il'acna, monillos de vento eserraas.
Manejos indepeadenles par. cavallos.
Rodas dentadas.
AguilhOes, bronzes e cliumaceiras.
CaviihOcs oparafusos de todos os tania-
nhos.
Taixas.paros.crivos oboccasdefornalha.
Na ra estrita do Kocario, n. 43.
Adverlo-se a rapazi.da amante da mar-
melada, que este bello regalo do peito, nao
s foi tilica os ervos suavis. vista, como
corrobora o. intestinos, e breve Bn.liz. :
por isso iievem aproveit.rem, e muito prin-
cipalmente por causa do precioho de 1880 a
lata.
A a,8oocada uma.
Defronte do bacco do Peixe Frito n. 3,
vendem-se madapoIOes, com um poqueno
toque de avaria, agoa fresca pelo baratsi-
mo preto de 8 patacas e 12 vinlens cid. uma
pessa.
Vedo-so um vi mi, Inda em muilo bom
eslado, e proprio para viagem, por preto
commodo: na rua Direita n. 17.
Veude-.d um moleque crioulo, de 12 .
14 anuos, boa ligura, e proprio do todo o
servico de casa, e rua, sqm vicios nem cha-
eues : na rua da Cadeia do bairro de S. An-
tonio n. 25, seguo lo andar.
-- Vende-se u na prela nafSo Cosa, idade
13 annos, muilo podante, sadia, e sem aclia
loes: na rua do Vigario n. 14.
liol virgem, a mais adequada para
o fabrico de assucar.
Na rua da Cruz dn Rocife, armazem do
SSUC.ro. 2!. ha cal virgem muito nova die-
nta ulti ma monte: ca preto muilo r.
auavel.
Leiain e vejam.
Em Santo Am-riino, no sitio do faleci lo
veg vendem-si terrenos em chJos pro-
pro ni plus pra ediQc.flo, e algn.
ia com viveirosd) peixe em productSo, ven-
d.-se igualuienle a casi de sobrado du sillo,
ni lo por pretos muito baratos, para liqui-
latSo do cootas, e vende-se ou arrenda-sc a
nadara no mesmo lugar, com lodosos seus
aerle::ues : a Iratar com Manoel Luiz d.
Vciga, quo mora no mesmo sobrado do sitio.
\ende-se por 4,800 cada arroba de graxa
Jo Ido Crando do Sul : na rua da Praia n. 4.
Vende-se uma carrosa nova, com uui
boi grande, o gorde, costumado tr.b.-
har nesla piaca quem precisar dirij-se .
rua daS. Cruz, vendan. 2.
l! .i,limo do Recife.
Quem duvidar, ou se queira sortir do fa-
zendas para fesla, enxa a algibeira de gedu-
'as, e veniiao a rua da Cadeia do Recife u.
O, que encontrardo variedade do fazendas
por preto 1 arali-simo, como bem dulas
bas para lio, l(i;l, e 180 rs. ocovalo, e
ditas de ramagem par. cobertas 200 rs. :
corles de css. padiOes novos com 7 varas
por 2,210 rs.; lencos de cambr.i. de coros
par. mao a 240 rs.; challes de sed. novos a
8,000 rs.; corto de colele a viludado a 1,000
rs.; dilosdofustiloaOOrs.; hrins finos da
quadiinhos a2S0rs., ocovado; corles de
c laimira para 4,00, 5,000, e 5,500 rs.; pan-
no msela lo para palitdl a S.OOo rs:, o corla
dc 3 Cavados; ptimo para o verSo por sor
mu un love, bramante de duas larguras, jol
para freses, tentos por 1,200 rs., avara ;
iml ipolOes bous para 2.560, 3,200, 3.520, e
3,840 rs a peta; o para oulros muitos
recoaj a.-mi como oulras umitas fazen-
das, que a troro de Jinheiro se vendem por
[iretos baratos; e esta loja lem seu arma-
zem de fazendas em .tacado, e se vende
lunlquer porfi por pre?o de primeira
m3o.
Calunguinbos de porcelana.
Vendem-se clunguinlio. de porcelana,
muito pequcuos o de diversos goslos, os
mais bem fcuoss possivel, pelo mdico pre-
to de 240, a 360 ris cada um : ua loja de
Jos Illas Sinioes n. 2*.
Na rua do CabugS n. 12, loja de F. A. Si-
mOes, vendem-se muito lindos bonets da
cabello, tanto brancos como cor de canoa,
lo muilo bom gusto, e muito bem guarne-
cidos de i raucas; proprios para meninos,
epelo diminuto preto de 2,000 ri cada
um : pois he para acabar.
-- Vende-S0 uru terreno com duis oleras,
CS-, ,;,-..,,., CStr|Deri.| o bario para toda
a qualidade de obras; a margem do Rio,
P rio da prata, com toda a maio se ombar-
ca : na rua da Aurora n. 44.
Na rua do Gabug n. 1 a.
Vendem-se pentes para alizar, (debelis)
I il|.\o.'.l'(lnr||.'.tl I IOJ V iruiinj uv Ibl lllilii". I n. -------
Moinnosdc mandioca, movidos a m3o ou I1"";10 superiores a320rs., ditos de marfim
ir animaes, e prensas para a dita. J"" rs., navelosde hnha rouito lina, para
Chapas de fog.lo o frnos de f.irinha. "'iicara 140 rs. iOcaixasdopoz para deotes a
encontr o mandem aprehender e
'eva-lo a rua do Crespn %, que
se recompensado.
~Z ^a Pra9 Independencia
,J e >5, loja decalcado do A-
r?ntcs, e na rua da Cadeia do Ke-
ITa'J*6' ,0Ja de ""Jezas, foran
venidos os seguales nmeros em
ulela8:aC67, 4:000,000 ; 4433,
4oo,oo ; 3,^3, 400.000; 344>
'ooo.ooo.-o cautelista, Salus-
"not de Aquino Fereira.
^ All.D. -..____ ...
na
od.r.
7 jgi e um obr.do de dous andi
no .trro 3. no. Vi.U 63 seg
aros,
coaimo-
segundo
teitor, '.unos, baixo, grosso lo corpo, cor prela. o
Ainda se precisa do uma pesso que en- pouc barba, fgido no da primeiro dc
tenda de plantacOes ilesito para trabalhar; abril de 1851, Manoel segundo do idade de
em um no lugar do Remedio : quem csliror, 35 anuos, cor prela, olbus muito brancos,
nestas circunstancias, danlo pessoa que' tendo no peito carotos. Angola, fgido no!||omens, e jiintainoiito allantamos a boa
abone a sua boa con lucia, entenda-so com primeiro de abril d) 1851, Onofre d) ldado. qualidado ogosto por seren os prnneims
oporteiro da alfandega desta cidade ; na ,'do 25 omos, cor bem pr.ta, oluos esbran-| viudo esle marcado) cmiuanloo prego
me.-iui i-e..erlu;,ui das 8 as 4 horas da tarde, quigados, oriouio, f.igido no dia 11 "de abril, |le u mais cunnnouo possivel.
Manoel de Almeid. Lopes, com cis. > ('e 1851, Vencealao do idado de 25 anuos,
de consignacSo para comprar o vender es- altura reuular, grosso do corpo, e cor mu
cravos, tanto para osla provincia, como pa- preta, olcial do car.iini. crioulo, fu ra fura dalla, minio 1 a sua residencia .la da 14 ce aiiril de 1451. O abaixo as-igna lo
roa da Cadeia do licite, n.5l, para a rua na qualidade de inv-nlari inle e cabera do
da Cacimba, n. II, aonde mbrou o finado casal do linano lleurique Poppe CirSo, con-
vida a tolas as pessoas do povoa
Exm. vigario. Brrelo, ondo continua, qlfe-
recendo-se toda seguraug. precisa para os
mesinos e bom tralamento.
lNOiUADUR DOS ACCOI.DUS
PARA #x
7I0LA
Torna-se este methodo, lano mais reco-
mendavi'l, quanto elle he til, pois que foi
publicado em proveito d.quell.s pessoas
que desejo saber as regr.s de acompanha
menlo sem que tenh.m o traba Iho de apren-
der .msica: vende-se na rua do l.ivra-
mento loja de c.lt.do, n. 27, 5 mil
memo ioj> de citado, n. 27, a 5 miljejs
a 10las as pessoas do povoa pegar
qualquer dos escravos, que helo mencij-
nadoslendoem remuneratSo pela appreen-
cni de cada um dellts, a grarilicatSo de 2u/
icis. e protesta pelo presente, por dias de
seiHcoo ulos o-ili-avio. dos mes nos pelo
que lie rospousavel o dito Marcelino Jos
Lopes, e ao mesmo lempo faz publico, que
niuguem os pode recolher, .em encorrer
as penas que as leis m.rcflo.
Recife 11 de ontubro de 1851.
Francisco J080 Carneiro da Cunba.
-- Fagio no dia 10 de setembro p. p. de en-
genho Pira, d. freguesia de Ipojc, um es-
cravo creoulo de nome Eustaquio, cor fula,
estatura madi.no, e com um carouo no pes-
co(o sobre o cabello louro, o qual he bem
visivel : as pessoas oapprebenderem levem-
no ao mesmo engenho,ou ao engenho S. Vi-
No Passeio l'ublico n. 5.
Na mesma fabrica .- ..n- :. uu-so e cbre-
se qo.lquer arm is-,io lervi la lano de panno
com do seda, e ludo isso com o maior
nsseioe promplidilo; desejamos que os 110-
bres habitantes concorraui para este esla-
balecimento.
- Os abaixo assignados avi-
sam, que em consequencia de nu-
merosos pedidos tem-se resolvido
demorar somentc o terupo preci-
so, ao qual fechar-se-ba o cstabe-
Iccimento sem annuuciar mais, be
pois a ultima occasio de possui-
rcni, o mais fiel e perfeito retrato
Carlos D. Fredeicks & C
A pesso.quo quizer consultar ou tra-
tar-sede molestias, guda.ouchronicas, po Je
dirigir-o a rua larga do Rosario 11. 30, aon-
de estt rezilinJoo Cirugio Bernardo Pe-
roira do ('.armo, que est promplo e exercer
por
Chapas de fog
Canos dc ferro, lorneiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba o de repudio, mo-
vidas a rno, por n 111 unios ou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicns e de paralusu.
I'ciragens para navios, carros c obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grdese porlocs.
Prensas de copiar carias c sellar.
Camas, carros do miio e arados de ferros,
ele ele.
Alciii da superiorida le das suas obras, ja
geralmeote reconbeoida, Bowman w le
Ciilluui garanlcill a mais exacta conloi 1111-
dude com os moldes e dezeuhos remellidos
pelos senhores que se dignaren] de r.izoro
ihesencouimend.., apioveiuudoa occ.sie
para agradecerem aos seus nunorosos ami-
gos e freguezes a preferencia com que lee u
sido por elle, honrados, o assegui-diu-ltii:-
que nflo pouparSo etfurcos e diligencia
para conlinuareiu a merecer sua couliiuta
Co
mpras.
100 'S,pC.S de lia de linho 50 r-,matos do
aljofres do valias cores a 500 rs., grozas da
botOes madre-pcrola a 540 rs., e de .gal a
-'mi rs., ditos delinhaa 120 rs., estojos do
nav.lb.l linas a 720 rs., pincis para barba
a 760 rs., cada um ; petas de lilas de relroz
le ludas as cores a 610 rs ditas da lam, sor-
tnlas a ISO rs., macijj de linlla de peso com
JO miadas a 1,280 rs., carnlis de liara do
Indas as cores a 30 rs., carias de ponoas da
toa 120 rs., esc ivas linas para cabello a
560 rs., aderecoa pretos do vidro muito linos
1 600 rs., brincos pioles de vi Iro a I20is., u
le rame a 60 rs thezouras linas 240 rs.
rj.ni iv. tes de aparar pennas, a 200, 320. e2
lOllias 600 rs., b >IOes do seda de varias co-
os para inf.-itesde palitos de menino ; bo-
loes de osso para abertura de carniza a 240
duzia, eduurados linos a 720 rs., e outras
onzas pjr pretos baratsimos, par. .ca-
lar.
to
Novos gostos '.
coate, freguesia de Sirinliaem, quo serSolsua faculdadeem qualquer hora. Par.com
bom recompensados, c nesta prata podem I as pessoas pobres se prestara grates, a pes-
I dirigir-se ao Sr. J0S0 Piulo de Lomos Jnior. | so. que o queir. consultar or eacripto de
--C1u11p1.iii1-.-e moloques,negrinlias, mu-
iatinhas, o negras com habilidades, ou sem
ollas, para encouiineuJas ua rua larga do
Rozario loja n. 35.
-- 1. 1 n ..r.uu-.e escravos o vendem-se de
co .iiii.-s ni, para dentro o {pra da provin-
cia : na rua da Cacimba,sbralo 11. II, on-
do morou o Sr. vigario do Recife.
Coinpram-si) couros de veado cipooira
pagain-sc bem os verdadeiros: na loja n
14da rua da Cruz do Recite.
Compr.m-sa algumas vaecas que so-
jam boas ieiteiras : quem as livor aonuncie
ou dirij.-se a rua d. Senz.ll. Velhu, tercei-
ro andar, da casa n. 112.
Compra-se um. negra de boa conducta
que lave engomo o cosinhe o diario di 11 m mazoiu de KtlkuailQ
casi na pr.f.i da independencia an, 17. jCruz n. 10.
rua do Crespo n. i4. loja dc
Jos 1-'mu cisco Dias,
vandem-sc lini-simas cajsasfraucazas den-
I lis-un s gustos e novo. padrOjs polo ba-
rdo pr t" de 700 rs. a vara, corte de Cam-
braia liza fazenda muitofiaa 2,240 rs., o cor-
le ( melade do seo valor; ditas com salpi-
co, a 640 rs, vara, corte de cambraia
pintado decor,dogosios moJerno. 2,200 rs,
o i- ni--, superiores chitas francdzts cores
muilu Usas e de novos padrOac a 210 e 260
rs., o covaJo, ditas estrellas c 1 es de viuho
e da caifc c de ganga S00 rs., o cov.do.
Filiado liuho branca edo corpropriapar.
mosqueteiro 640rs,av.ra,brins trincado, es-
curo e cor do ganga com lisias miudinhas a
1,000rs.. o corte, as.si.-n como outras mui-
tas fazendas por baratos pretos.
Cadciras.
Vendem-se cadeiras para meninas; no ar-
irmaos, na rua de
MIITII ADO



af, -.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambio de sicupira e bracos
da ferro : na fundicSo da ra do
fimm ns. 6, 8 e i.
Vondem-se mirras de forro : na ra
pi Senzalli nova o. 42.
Monillos de vento
mi bombas de repucho para regar borlas
d bailas de cap m : vendem-se na fundigSo
de Howman ns. 6.8 e 10.
Familia,
de mandioca de superior qualidadee prego
commodo,t bordo doplacho Nova Lu
tundeado em frente do caes do Ramos e re-
ceolemente chegada de Santa Catharina :
trala-se abordo ou no ra do Trapiche n. 5.
eseriptorio.
darroquins
de superiorquajidade.com soi tmenlo o pre-
go commodo ni ra do Trapiche eseripto-
rio n. 5.
Farinha de mandioca.
No armaiem de Antonio Ano.es Jicoine
Pires, no caes da Alfandega vende-se lar -
nha de mandioca em saccas, sendo de opii-
mi qualidadee por prego o mais commodo
do mercado. ,
___Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente ingle: na ra
da Senzalla Nova n. 4^.
Modulas superiores.
Na fuodicSo de C. Slarr & Companhia,
om S.-Ainaro, acham-se* venda moendas
de eann, todas de ierro, de um modelo e
construccSo muito superior
Tolvas para eiigenlio.
Na fundico de ferro da ra do llrum,
aeaba-se de receber um completo sortlmen-
to de laixas do 3 a 8 palmos de bocea, as
quaes acham-se a venda por preco com-
modo, e com promptidSo embarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despezas so
^4
eo papel den. i a7a30r., facasegarfos -- Veode-se urna casa terroa com boni rs e ag 3 partes no valor de
a 8,000 rs. a dona, e multo linas e cravadas commodos, rancia quintal, e pona uo om- o nrotpn.lpr
a2 700,e3,000rs.aduzia.pentesdebaleia barque, sita na ra de Santa Thercza, de- S.goosoo rs.. quemo pretender
de alisar a 240, e 320 rs., caixss de ponnas fronte do Collegip dos orphos em Olinda : uinia-.se a lora-de-ro tas, n. >\,
de ac muito finas a 800 rs pares de bro- itriUrcoinopilessordop^mr.. leris rua A Guarirapes, todc
eos. roiarios, rendas douradas, gales, litas do mesmo collegio, Jos Policarpo de "ei- v v
as o de diversas larguras, boles de aber- tas, residente no lugar denominado Pisa. Has ilua.s horas cni (liante.
tura- ludo o mais barato, pois nao se olha a -- Veodo-se um terreno com 100 palmos
lucros de fronte. e 500 de fundo, e porlo de ombar-
vude-se um casal de escravos, ou tro- que, sito na passagem da Magdalena, entre
ca por-se urna casa : na rua Bella n. 16. as duas pontea: a tratar com Jos Antonio
m, t_l._ ,1 /'.. I.....;.... de Oliveira, morador no mosmo lugar.com
familia UC r^. t.allllllllia. |0ja ,1,. fazendas na pracinlia do I.ivraroeuto
A bordo do pataxo Dous rmelos Vende-se um terreno com 107 palmo'
. < 1 1 i- o., do frente, e 90 de fundo, sito em l-ra ds
vende-sc iarinliade mandioca su i-urta, a boira do mar: tratar com Jos mm^^^^mmmmmilimm
1 nal ida de e resentemente Bernardo de Souzi,_ morador junto a igreja _J
Na rua do Crespo n. ai. ;
> Vendem-se chapeos do chile poquenos *j)
# a 4, 6 e 8,00o rs., bros do algodSo %
oscuros a 800 rs. o corte, chita larga
para coberta a 160 rs. o covado, dita <*)
para vestido a 120, e 4,500 rs. a pee
comprador
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro, dente da provincia como compendio de le -
vendem-se arados de ferro de diversos mo- lura e historia do Brasil as escolas prinia-
delos. ras da provincia.
Deposito de cal virgen. Prego om brochura
Nrtarn.aiemdclliaslc.reira.no caos da Encade nda 3,200
alfa ,eg,"ven.cm-s- barr, con. cal vir- Ve,.'en.-so velas deespermacele,, ...
an,por precoc.n.mod .. vindusde Lisboa ealns,de suporlor qualidade emleasa de
nobrgue cLrtcao tido correle : trata-se no mosma arma-
tratar o -- --" a ,je B Taborda, vende-se cortes do ca -
Antonio de Paula ernaues ti- e) Mn)11 Com algum mofo a3,000rs.
ras, no caes d Alfandega.
Continua-se a vender a admiravel ago
para fazer os cabellos e suisgas prelos: na
ruajdo Queimado o. 31.
Hap Paulo Cordeiro

chales de seda a 4,000,5,000, e 6,000
rs., man i n luis de seda para menina
# a 1,000 rs., riscado largo a 120 rs. o
(D covado, srjalo para escravos, fa-
2 zenda muito larga de 240 at 320 rs.,
icssasde madapolSo a 2,200 rs., as-
troita a 240 rs., assim como chita franceza
lina a 280 rs. o covado,
ig Deposito de cal virgem.
a)> Cunha & Amorim, vendem barra com cal
*> em pedra, chegada ltimamente de Lisboa,
4) na barca Margarda, por menos preco do
*> queein outra qualquer parte: na rua da Ca-
deia do Recife n. 50.
0 Vende-se urna cscava, parda escura,
r com idade de 20 a 25 aonos: muito bonita
figura, boa cozinheira, e vendoJeira de rua:
no pateo de S. Pedro n. 18.
Na rua da Cadeia loja de miu-
dezas n. 17.
Vendem-se luvas de pelica branca e cem
palma de cor, a 80Ors. cada par, sSo mu
novas.
Vendem-se duas carrocas: em Fra de
proprio para pagem, e 3 negros de meia ida- p rul do ,,,a, pldir>, do Sr. Fenna
de : na rua larga do Bozano n. 22, segundo _.,,,.,' "
eposilo ila fabrica le Todos os andar. '" .
san.........laliia. ~ Vcnde-se urna casa de sobrado de 2 an- 7" Vende-SC multo superior Ci
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C.
na rua da Cruz n. 4, algodSo transado d
quella fabrica, muito proprio para saceos de
assucar eroupa de escravos, por pregocom-' Finalmente como se deseja concluir este ne- do mez prximo pascado, be a
modo. ;gocio. nHo so pora duvida es.erar por algum ma:s _._ mmlema me ha no
Para as escolas. fdlnheiro; quem pretender dirija-so a rua da mB,s n0Va C mouerna 4ue no
Vende-se .10 pateo do Collegio, loja do Praia. armazem n. 2. mercado, por preco COinmodo I na
lvro azul a synopss do general Abreu e i.i- Uicos e bonitos pentes de tartaruga rua do Vicario 11. 9, armazem de
m, ltimamente adoptada pelo Kim. an pflra prenier cabello. Carneiro & Ramos.
Vcndom-se muito superiores pentes de Vcndem-se pias d4 podra paraliltrnr:
vende-se na loja de Cunha 6 Amorim, na Z sim como oulras muitas fazendas ba-
rua da Cadeia do Becife.n. 30, osle superior M) ralas que so venJcrao adnluiroa
rap, em boles e meiosditos, loceiitemente vista,
llegado, por proco commomdo. *# ^t99999999999
Deposito iie cal e potassa.i iNovidade.
m 1 A i'.,!.;. Vonde.sc marmclada de Lisboa, a mais
No armazem da rua da Ladea ,-JJSor possivel, em latas deleiit,e4
do UeCfe n. I3, ba muito supe- libras: na venda da rua da Cadeia do Beci-
-... nal Aa I il.na pm urda as- r defronte do bccco largo.
rior cal de Lisboa, empeora, as vendem-se8muleauesdo ua20annos
sim Como potassa Chegada ultima- do idgde, 1 mulatinhodel5annosdeidadp,
mente, a precos muito rasoaveis
Vcnde-se urna casa de sobrado de 2 an- uaiaaw Dutraaawi i-.
' daresosotilo, por prer,o muito commodo :no de Lisboa, viuda pela batea .Mar-
lj- bairro do.ltecife.beccodos Burgosn. 1. Tam- .r:j, Pnliada ni-ste norto am 28
do bem se troca por um sitio perto da praga. gar,ua* enliaaa nesle porto m O
nto be tnica, 0S0 he am mero expectoran-
te, no tem por objecto afagar o doente para
ter urna fatal seguran?. II> um grande re-
medio, urna grande composicSo curativa, e
grande e unibo remedio, que a sciencia o
conhecimenlo me lico tem al boje produzi-
do para o tralameoto desta molestia at bo-
je inconquistavel.
Em urna palavra he omelhor remodin no
mundo, e nenhuma pessoa tocada com este
flagello da familia humana sera justa para ai
apara seus amigos, se descer a sepultura
semaltestar suas qualidadee virtuosas. Urna
nica garrafa quasi que em todos os casos
pro luzira nina considoravel mudanca no es-
lado de qualquer doenca seja ella qual fr.
Tem curado casos que se suppunham su-
periores ao poder medico. Tem le va ululo
doentes como que da sepultura. Tem curado
depois queja lodos os outros systema. me-
dicamentos e methodos de tratamento tem
lilln Id. Em um. palavra, | deseobrio-ss -so
greio, a pbtisica cura-se,
Aantiga opinio de que phlisica nSo po-
da curar-so tem desappareciJo desde a in-
trodcelo desta milagrosa medicina. A phli-
sica pela descoberta desle medicamento a-
cha-se despida do melado dos horrores que
causava. Em lugar de se ontrogarein ao de-
sespero quando estavam seguros de que a
phlisica Iho tinha laucado as garras, muda-
res de pessoas tem recorrido a este infalli-
vel remedio, e com prazer e legosijo conli-
nuam desfruclando saude neste seculoque
produzio tal beneficio rata humana.
triz os bilhole a cautelas da terroir. 1
ria do Rio de Janeiro hror h J0.'8-
dos Alien.dos, cuja h.U eeg/pto Dr?'-1
ro vapor, erendem-ae pelos pre^, "-
n. rua do Queimado, loj.^T'f, r,en
Bilhetes
Neios
Qu artos
(lita vos
Vigsimos
22,000
11.000
5,500
2,800
1,300
Vende-se corveja vinda de encommon
da, superior ao vinho champagne, por pj.k
rasoavel preco, visto vender-*e smente ,
razio de 6,000 rs. ror duzia, em barricas d
tres : no armazem de Jos Rodrigues > '
reir, na rua da Cadeia.
Vendem-se selins incleies
elsticos, ditos coa borranhas esi-
llies, para montara de aenbora :
na rua da Crui n. a em casa de
Geo Kenworth & Gompanhia.
Vende-se superior panno de
algodo para saceos : em casa de
Geo Kenworth & Companhia, nj
rua da Cruz n. a.
Ricos espedios.
Vende-se em casa de Avrial Krore & Com-
panhia, na rua da Cruz n. 20, espelhos de
vidro fraocezes, com ricas molduras doura
Lembrem-se toJos aquelles que se actiam das e sem ellas, de 3 at 5 ps de altura nnr
locados do molestia pulmonar, quer por tos- precos muito om conta. '
se.constipacoes, asthms, bronebites, pleu- ; ___ Veiidem-se relnrrinu A. ..
riz, escarros de sangue, dr do costado e no enaem se relogios dfl ou-
peito, palpitaco no cora?!lo, dr de gargan- toe prnla, ne vidro e sabonete, pa-
ta, c todas as mais molestias dos orgSos pul- 'tente inglez: em casa de Geo Ken
Bollares quo o nico remedio seguro be o u o r i.-
xaropedo bosque. wortny es ijompannia : na rua da
Facas e garfos. Crin n. a.
Vendem-so unieres para mesa, e sobre j ~~ Vende-se no armazem de Kalkmaun&
mesa, com cabos de marflm, e a imitacSo de Irmilos, na rua da Cruz n. 10, um grande
trinchantes, de muito superior qualidade, 'eorlimento do copos ecalix de todas as qua-
colheros de metal principe, cani vetos, Ule- lidades, apparelhos completos de vidro, ap-
souras, e navalhas de barba: tudo da me- !P"'elhos para poucho, fruteiras, campotei-
Ihor qualidade possivel, na rua dos Quarteis ,r,s e K"rfas fina.
n. 24, loja de Jos Bias Simos. ." Vende-se urna caza terrie nova no priu
cipiodo rua do Palacio do Bispo, tem 13$
Rima franiis i-Ir-mcis nira man. |P"lmos Je terreno nooilSo da caza.vende-se
nicas iranjaseirancis pira man- junt0 com a caza, ou separado, h p.ra de-
tcletes. zobriga de urna Ipoteca, a tratar na mesma
tartaruga para prender cabello polo baralis- agoa, grand's e pequeas: na raida Praia I Vendem-se as mais ricas franjast*|ran- !c quo tem venda.
2 560 simo preco do 4,500 rs. : na rua do (Jueima- n 15, serra. ia do Car I al. s para mantolctej, pretas, n de oreWb
AnMgo
/om, ou com Nortes Companhia, na rua
do Trapichen. 34.
Batatas novas lrancezas.
Vendem-se g.gos com 16 a 18 libras de
batatas novas e de superior qualidadoa
10 rs.: no caes da alfandega, defronte das
oscadinhas, armazem deCoveia & Das
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
em Kalkmanu Irm5os Ba da Cruz, n. 10
deposito (le lea
virgem.
Na rua dos Torres, armazem n.
ia, ha muito superior cal nova em
pedras chegada, ltimamente de
Li-lioa.
DEVERES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, em meia encadernacao, a 500 rs.p
:ada um : na lirrana n. 6 e 8, da pra?a n,
Independencia.
Vende-se hum cscravo ptimo para qual-
quer sorvico da praca, ou do campo: na rua
Bella umero 16
Vende-se a mor parto de um grande
predio d tres andares, o sotSocom trapei-
ras, com duas frentes guarnecidas de varan-
das de ferro novas, o edificado a moderna
com toda a solidez e perleic3o, cito na mc-
Ihor rua do bairro de S. Antonio desta cida-
de, c cojos reiulimcntos produsemavultado
juro : os pretendentes dinjam-se ao Corre-
"tor Oliveira.
Cal virgem em pedra
Chegada recentemente de Lisboa, em anco-
ras muito bom accondicionadas, o por preso
commodo; no arma/em de Silva Barroca,
ua rua do Trapiche n. 10.
Vende-se farinha de mandio-
ca, por preco muito commodo,
bordo do hiatc slmelia, lundiado
no caes do Collegio: a tratar bor-
do do mesmo hiatc, ou com No-
vaes& Companhia, na ruado Tra-
piche, n. 34-
Casa tic coiiiinissSo de escravos.
Vendem-sc escravos c recebem-
te de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se o le rece muitas garanlias
a scus donos na rua da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Padarja
Vonde-so urna padaria com todos os in-
lencilios prompla a Irabalhir; com faiinhas
ou sem ellas, como meltior convier ao com-
prador: vende-se a dioheiro ou prazos com
boas firmas : a tralarcom J. J. TassosJunior.
Ba do Au.oi iui, n. 35.
Silencio e multa attencao !
francisco Antonio SimOes, estabelccido
com loja de miudezas, na rua do Cabug 11.
12, confronte a rua das Laranjeiras, tendo de
entregar as chaves da loja, aleo lim do cor-
rente mez, por exigencia de seu proprieta-
rio, leal resolvido vender as fazendas por
quanto llie cuslaram, 0.1 ainda mais barato,
a saber; vendem-se esporas de ac muito
linas da moda om coirei s a 2,000 rs n
par, cartas franezas mi.i'.n (ras para vollt
rel a 7,200 rs. a duzia, fraojas de belotai
brrncas de c-rres de muil neo goslo |
rorlinados com 15 vara* a 40 Or* a pe(-,
luvasdo pelica para senliora muito novase
muito frescas com hellas e requififes a 1/,
e a 2,000 rs. o par, ditas pelas para homem
a 1,440 rs. o par, meiasde linho do Porto a
3,400 rs. a duzia, bababos de panno de li-
nho bordados a 160 rs. a vara, tinta ingle-
za a 1,280 fs. a duzia, linhas cm carritel de
100 jardas a 320 rs e 200 jardas a 880 rs a
duzia do melhor autor, linhas novellos de
lodaa as cores a 1,200 rs. a libra linhas
brancas de todos os nmeros muito barata*,
bicos de varias larguras o de palmo, sendo
muito fino, proprio para talhos de vistido de
senliora e roquetes de padre a 800 rs. a va-
ra, rendas de um dedo reforcado a 800 rs. a
pega de 10 varas, mcias muito linas para se-
nhoru a 400 rs., e para homem a 140 r. o
par.caixasde colxetes a 70 rs suspensorios
a 140 rs. o par, ditos de escrotos a 320 rs.,
luvas brancar o pardas mullo encorpadas,
proprias para montar a 240 rs. o par, caixas
canuilho a 1,280 ra., requififes para vesti-
do n. 16, loja do ililll le/as.
Lindos enneis de cornalina.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
ROA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste eslabelecimciito conti-
na a baver um completo sorti-
mento de moendas o mcias nioen-
das para cngenbo, machinas de
vapor, e laixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
- Vcndem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no lUode
Janeiro, em caixas de 100 libras
sortidas, de 1 a 1G em libra, c tam-
ben de um s tamanho, por me-
nas preco do que em outra qual-
quer parte : Irala-se no eseripto-
rio de Machado & l'inbeiro, na
rua do Vigario n. 19, segundo
ndar.
Anligo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ba
mttilo superior cal nova em pedia,
chegada ultimamcnte de Lisboa
na barca Ltgeira.
Agencia de Ldwin Slaw.
Na rua ce Apollo 11. U, armazem de *lc. Cal-
iiiniii.-. Companhia, acha-sc conaianicnicnlc
bous sorlimcutos de Uixa de ferio coado v
balido, tanto rasa como fundas, moendas lu-
cirs todas de Ierro para
ditas para armar eiu 111a
manilos c modellos o na
liorisoutal para vapor, com lorca de 4 caval-
los, chicos, paasadeiras de ferro estauliado
para caaa de pulgar, por menos preco que o
de cobre, escovens para navios, ferro ingles
tanto em barras como cni arcos folbas, c tudo
por barato preco.
1,11 inlri de mandioca.
A mais nova e niais barata farinha de
mandioca que ha no mercado, venlc-se na
rua da Cruz do Itecife, armazem n. 13, de
Joan Carlos Augusto da Silva.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs.: na
pra?a da Independencia, liviana n. 6 e8.
iiombas de Ierro.
Vcndcm-se bombas de repu.xo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do Urum ns. 6, 8 e 10,
luiidirao de Ierro.
Km cus le .1. keller &. Com-
panhia, na ruada Cruz n. 55, acha-so a ven-
da o excelleoloe superior rinho de Bu-
celia*, em barris de 5.", he muito recom-
mendavel as casas estrangeiras, como cx-
excellente vinho para pasto.
Vende-se urna armafiSo que foi de bo-
tica, com as suas competentes Igavetas, ar-
marios e baldo, tudo por prego commodo :
trata--.' na rua da Cruz do Becifc n. 24.
Mercurio.
Vende-sc mercurio de primei-
ra sorte, a preco commodo : em
casa de A. C. Abreu, na rua da
Cadeia-Velha, n. 48.
Velas de esperinacete.
Vendem-se velas de esperma-
ceti de primeira qualidade c por
preco commodo.- em casa de A.
C. de Abreu, na rua da Cadsia-
Velba, n. 48.
?^.
? Vende-seMuluzinasfazonua moder- W
a) na, para vestidos a 800 res : na rua >
<. do Crespo n. 10. *
-r-r -' ~ Vellaa de espermacele.
Vendem-se lind >s anueis de cornalina ver- Bj) v#nilpm o mt-> >1o nir
verdadeira a 1,000 rs : na rua do Queimado C enilcni-se caixas (le Cspcr-
n. 16, lujado miudezas. B mcete : em casa de Ricardo
0O30S>Q0G0,O000000g W 0yle, rua da Cadeia Vclha,
$ Farinha tle Mandioca
em -- Vendem-se om bom estado, os seguin-
com'o Trucos de diversas cores, tapetes'para tns (i>ro : Prosodia latina, por Benedicto
$ cni iieiros i" meio de salla, laniernas as Pereira, Arte potica,por Horacio Flaco, Mis-
Hj mais bem feitas possivel, o por prego mais loria Eclesistica,em 6 volumes, lloportorio
i mdico do que em outra quilquar parte : ;^ Uieelro francez, por Vollaire, Kacine, 1.a
I1 na rua pos yuaiteis, n. -'l.l"j 1 de Jos ias "arpe, Carlas de urna m3i a seu lilhn, por
HV CinaMn I ............ I) ..... 1-. Il^*_a!. 1 I (T*
C3 _'
37.
i
Simdes. 1 Francisco Rousado, Historia do llrazil, Os
Vende-se poj prego muito commodo urna nnaes do Cornelio Tcito por Freir Car-
propriedade, denominada Trempe com meia val lio ; a tratar na rua lliroila n. 69.
legoa de frente, e urna de fundo,cita na lio- Vende-se muito boa e nova sement de
jj Vende-se, por prccjcom- & Ij^aWWaif^WatWllIWilaWttWWtfW)g^
O modo, a mcll
2 mandeoca de
q que ba no mercado, chega- Q
O da a este porlo em 6 do cor-
* rente mez : os Sis. cumpra-
lioi do
ior farinha de Q Naloia pernambucana de Antonio moso, com sus competentes ttulos, temo cipio.daidos aillictos, no primeiro sitio do la-
c r.il.!a l .... a- a 4 *-<. sido a melada plantada, sufflcientes para d0 dlreito.
1 >. Cathanna, 0 Luiz dos Santos rua do Gres- ,CMntir eoge^Sie mesmo para -'.ir '
e
9
0
Cbegucm freguezes a fazendas
baratas.
Possas de cambraia com liatras de cores
com 8 varas, por 3,200 rs., corles de dita
com salpicos a 2,800 rs., ditas de cassa pin-
tada com 5 varas a 1,600:8., cassas de ror
escura por 240 rs o covado, ditas prelos a
100 rs. o covado, idem para babados e corti-
nados a 2,400 rs. a pessa, cortes de chita
$
O
dores dcrijain-se a bordo a
da escuna Mara Firmina Q
fundiada defiontc do caes do
Collegio, ou ao eseriptorio o
0 tle Machado ck l'inbeiro, na
? rua do Vigario, n 19, "*"
q andar.
ooooapoG ata&ooo^oo
Inda continua a vender-sc barato.
Corles do casemira preta por 5,000 rs., di-
tos de l.rim escuros de listras a 2,000 rs c
1,600 rs ditos de casto. 1,120 rs riseados
de algoJSo a 180, e 200 rs., riscadinhos
francezes a 120 rs. o covado, e muitas mais
fazendas por biralissimo prego na rua do
Crespo 11. 6.
Vende-se um moinlio com lodos os sous
pertencos : na rua da matriz da Boa-Vista
0.22.
Vt.idem-se os s'gtiiiitcs livros: I dic-
cionario latino, 1 dito de composigo. 1 Tilo
Livio, 2 obras do Horacio, 2 dilas do Virgilio,
2 conidios, 2 ciceros, 2 fbulas, 1 saluslio,
1 arillimctica, o 1 algebra do l.acroix, e um
compendio ilc (lulosupliia por Ceruzerna
rua da matriz da Boa-Vista 11. 22.
Vende-se um pelo mogo, sadio, crc-
oulo o muito bom sapalciro de toda a obra,
1 animae., agoa, ele |a cjQ s ru, ,arg, ,| |,0.
adeira de todos oa la-1 7. .-,_.
ais moderno, machina "r,0> luJa ?:.3j: .
Uinhi'iro a vista.
Cassa chita muito larga edobomgo^-
lo, a 200 is ocova lo.
.Na rua do Crespo, loja da esquina, que
volta para a 1 :,i I i.i, acaha de chegar um sur-
limento ddindas cissas chitas, que com o
diuheiro a vista, se veno a 200 rs. o covado,
e oulras muitas fazendas, por prego com-
modo.
Vendcm-sc4 bonitas escravas do idade
24 anuos, que co2em, cngominam o COZ-
iiham, 1 linda negrinlia do 14 anuos do ida-
de, 2 inulequesde 12 anuos, 1 bonito mulc-
cotc de 18 anuos,6 prelos de 25 anuos ; en-
tro estes ha ptimos para s:rvirem em algu-
ma casa por ler boa conducta, 3 prelos de
meia idade por prego muito cni conta : ua
ruadas Laranjeiras n. II, segundo andar.
Vcndc-so urna parelha de cavallosga
zios muito iguaes para carro: na rua do
Crespo 11.4.
Toadlas o guardanapos.
ffi Na loja do sobrado amarello nos qua
tro Cantos, da rui do QuciinaJo 11.
9 29, vende-so toalhas da panno de li- >
0, nho com 8 palmos de largura, c 2 va- &
*) ras de compriniento a 4,030 itiis, di- 4j>
( tas com 2I|2 varas a 5,000 ris, e com y
3 varas a 6,000 reis ; e guardanapos 4,
e> de I111I10 a 3,500 rs. a duzia ; toadlas t
% de CuimarSes com 3 varas a 5,000 rs, 9)
atoalliado adamascado do linlio a *.
J 2,50j ris a vara. 4>
>f;!?>#'4!"*?*>*4*' **1**
Vende-sc urna parda moga e com Habi-
lidades, engomma, cosinha, e coze, rcunin-
10 a tudo i.-'i. boa conducta, o que sa allian-
gi : na rua lrga do Hozar i > 11. 35, loja.
Vendem-sechsrutos muiiobons,viudos
,miii da Babia a 4,000 rs a caixa : na rua
do Crespo u. 10.
Vendem-sc burros mmsos e gordos :
na rua do Queimado loja de forragens
n. 14.
Vende-so ua rua da Cruz, armazem de
Manool Jos Correia Jnior, ooenlro muilo
novo a 200 rs. a garrafa.
I'apel de peso a 1,90o rs. a resma.
-- Vcnde-se muito superior papel de peso
a 1,900 rs. a resma : na rua do Queimado n.
16, loja de miudezas.
^?'?'''??^r''*'** ^ aa>a* a^*.
> AL'iOUAUl'ABA.SACCOS'
9 Vonde-se muito bom algodSo para #
Q saceos de assucir, por piego cem- *
? modo : em casa da Ricardo Hoyle, na'
m rus da Cadeia n. 37.
pon. II. I do gados, com bastantes ps de caf, laran-
Vendem-se ptimos brin trangados de'ge''", limeiras.e coqueiros: quem a pre-
tender comprar dirija -se ao eugoiiho Sebird
. iranio, na fregnc/.ia da Escada, que achara
lislias doi'r*s, o mais proprio para caigas,
jaquelas. palitos do liomeos o meninos, a
200 rs. o covaJo.
Vendem-so 2 lindos escravos pecas, de
20 annos, de boaconduta : na rua da Praia
11. 43, primeiro andar.
Escravos fgidos.
- Desspparoccu no dia 24 de setembro
com quem tratar, ou nesta praga, com Joa- .desle anno, presume-so qua por Pernimbu-
quim Correia de Besende Reg, na rua do !coe Por terra at a villa da Jacoca, aonda
l.ivramenio n. 20. ['"' encontrada ama escrava creoula, da
Veudo-se urna escrava de moia idade, |nomeManoella que algumas ve/.es sulislt-
ba cosinheira, costureira, e engommadel- I1"8 Pr*nna,da casa do Antonio Rufino Am-
racparatodoo servigo de una cisa : na !"" da Par^.ba do Norte, cujo eigoa'8 sa
Charope do bosque.
O nico depoiito contina a ser na botica de' prag da BV-Vista n!*32 ;a msma "precl- os segninles: estatura regular, co~r exver-
Josii Mana Gancalves ll Quarteis n. 12, ao pe da quartel tle polica, ci, e quo do fiador a sua conducta. comprido, bem fallante, o de multo ardil,
do a 160 ra. a vara, boios de caiga a 200 rs. i com 12 covados a 1,800 e 1,920 rs
Bgrusa, agulliai francezas 280r. a ciixa, Jo crespo n. 6.
*
aonde si vndtm as garrafas 5,500, e mcias | Vcndem-se 12 escravos. sendo dous
a 3,000 ri., ieixando de serem agentes nesta molccoles de idade do 15 a 16 annos; 3 es-
provincia os Srt. Novacs & Companhia. cravas de lodo o servico, e de bonitas ligu-
Importanle para o publico. ras, 1 pardo quo entendo de sapateiro. 1 ca-
lle todas as molestias que por heranga li- brinha de idade de 14 a 15 annos, muitolin-
cam ao corpo humano,nenhuma ha que mais da, o 4 esenvos de servigo de campo, e I
destruitiva tenha sido ou que lenha zomba- mulata moga, que engomma, cose, e cosi-
do dos esl'orgos dos homens mais eminentes nha: na rua liireila n. 3.
em medicina do quo aquella que ho geral-, Lotera do Kn de Janeiro, aos
'nenie conhecnla por mnoleslia no bofe.Lm ,. '
varias pocas do scculo passado tem-se offc-1 20,000,000 res.
rendo ao publico diHerenles remedios com, Na loja do miudezas, da praga da lude-,
attestailoi das extraordinarias curas que el-'pencia n. 4, vendem-so bilhetes intoiros, capilSes de campos, e prometle-se por elli
los tem fcito, porm quasi que em lodosos incios, quarlos, oitavos, e vesesimos da ter- I urna generosa recompensa.
casos a illuslo tem sido apenas passageira, cira lotera a beneficio do Santa casa da Mi- | l)a-se 80 000.
so doenle loma a recahir om peior estado do scricordia, do Itio de Janeiro, na mesma loja I ,
que se achava antes de apjlicar o remedio recebe-se bilhetes pnmiados do Rio ,1o li-I A quem trouxer na praga da Indopele
< ..o recommendado : oulro tanto n io acn- neiro, o do Livramcnlo
teco com este extraordinarioxarope do tem a venda, nesta mesma loj
bosque. numero 2767 da decjjna stima lotera do
O propietario ao principio foi induzido a | theatro Je S. Pelro d'AlcanUra, quo sabio
ofTerocor esto xaropo ;o publico, dojois de ; o prtfniio de 4:000,000.
denles alguma cousa separados cutre si,
bocea proporcional, eum tanto aberla si-
1 linimento, bragos o pernas Unas pi bem
feitos, duas cicatrizes pequeas, uroi na
testa, o outra no peito do pe esquerdo, tem
bstanles habilidades, cose, cosinha, Uva,
engomma, e he excedente poJoira : no
tem vicio, e ncm molestia alguma contra-
da, levou diversas miipas en urna trouxa,
entre ellas um chales de soda e 13a, e sa pa-
tos de bezorrn Je lustro Rogl-se a sui cap-
tura, assim as authoridas policiaes, como
r ,mido's'doRr/et\ \rmlrrr,pr,!adattrt
menlo, em troca dos que L!VaC2f tt J0,1uln"' df *-
sta mesma loja foi ven li.fo o 551*"8Hl*2fl5 COnK' -!'.1."' .!.,
M1JITA ATTENCAO !
No alero da Boa-Viste, loja do 4 porlas n.
ter ellectuado em si mesmo urna cura p'r-
manente, e depois do ter a opiniSo dos prl-
meiros mediejs da ICuropa dequuaou estado
jlnlo dava osperangas de molhoras, o era
como segu. No anno de 1837 apannei uma
grande constipag3o que me ataciu o peito, o ] -,000 mis o covado ; dito azul para far'daO
60, vcndem-se cortos de cassas, lindos pa- poj,, vendon(io comunu erioota
, drues, de 7 varas a 2.000, o 2,a00 res ; pao Felicldede, de quem foi escrava,
prj-lo fino proprio paracazaca a 4,o00, 5,50- | ter sida vista, n> povoacSo de S. /
iodos os symptomas de pbtisica pulmonar niento a 5,000 lis, chitas finas de cores so- de 1850
logoseseguiram. Cu tinha urna tosse con- gras, e modernas a 120, 160. 200, 210 e i .. |K.;.Dt
tinuada com tlor no pedo, sal.vava urna flea- lM rcjs e p(.c, 6>000, 7,000, 8,500 e preto de naPlo, de idade tavoz 40 annos,
ma dura o algumas vazes misturada com 80,000 ris; cambraias de barra a 5,000 o \^SflS^?*^um&*
sangue, urna_ febre tica, suorel de no,le., covado, meias casemiras de algo lao, muilo Tn*mSImM*
da, cor retinta, boxigosa, seio grande, lem
um signal de carne sobro o beigo superior,
e he bastante ardilosa ; ja fui escrava de
engeiilio. e ltimamente era quilaudnir da
miudezas, desconlia-se que ande pan ai
partos do sul, por estar acostumida a andar
de nomo
e consti
.. povoagSo des. AmaroJi-
bualSo : esta preta fugio no di. II de abril
Mesappareceu no dia 4 do correnteum
_..-------------- .-----------------------0_ -------._ --- ... |.v,., uliVJttgiii,iid6'.iidcg,D IIIUIIU IIO'loS
dios.o resolvi-me com o eonsenlimento dos e 1440 r's, madapolao a 2,500, 3,000, 3 500
na 1 ino a 1.1 -ii.i r 1 111011I a_la ruin 11 ocl 11 i ila._ a t nni\ :_ A____1__:__t_____.
mdicos a experimenta-la, visto o estado de-
sespera Jo do meu caso.
Qual nSo seria a admirago dos mcus m-
dicos, o o meu contentamenlo vendo quo
desdo que pnticipiei a lomar o xarope, co-
nbeci logo urna tnudang* no meu systema,e
pola continua, a 1 do uso a molestia ma Ju-
rn, os tumores l'ormaram cabega e arreben-
- Boga-so as autoridades policiaes, qu
capturem o escravo Hanoel, perloncente1 a
SebastiSo Marques do Nascimento, fgido
desde o dia 8 do correte mez de setembro.
Foi elle escravo do Sr. Gabriel Alfonso lli-
gneira, quem foi comprado ltimamente-
e 4,000 ris ; linos brins brancos para cal-
gas, de linho puro a 1,280 ris a vara, dito
misturado a 610 ris a vara: o oulras mui-
tas fazendas por prego commodo.
A 140 o covado.
Na
bccco
taram langando grande porg!lo'do sangue o Kh^ne^ "arecer u
materia, depois de ter continuado pelo es- SSi'SX.J!!0, uarlls"mo Pro? de \ ,^.A. ,------,,..........r ,,..,.
pago de tres mezos com o remedio, a niinha
molestia cossou inteirameote
rcslsbelecido de perfuita saude
de aquollo lompo tem continua
1 rua do Queimado loja n. 3 defronte do 1 Tr ? "nn08 ^^"a"0"^ "f S
0 do Peixo Frilo, endem-se riscadi- c[ ful, 1 francezes do dilferentes e agr.d.veis l!.f'b' '_"ll?WZ**2
or alTeclagSo de enfermidade. Ncstascir-J
cumstancias lie que me resolv a principio a Lotera do llio de Janeiro aos aos
Ouerece-Io 10 publico, firmemente conven-, ,. .. "
cido do quo he o nico remodio que se tem | leis, na casa leliz
descoberto, 110 qual se pode tor conlianga dos Qualro Cantos da rua do Queimado, loja
para cura do phtisica pulmonar. Carou n. 20, vendem-se os muito felizes bilhetes,
onde lodosos mais remedios tinham falla- meios, quarlos, oitavos, vigsimos da ler-
do, o se fr tomado e pplicado segundo as deira lotera di llizeri r lis, e coustruevo
direeges p nicas vezes diixira do produz.r 1I0 asilo los alionados, cuja lista rhega no
urna cura radical. vapor inglez al o Jia 20, a elles que ostao
O Seu principio de operar hn fcil de ex- no resto, e lambem silrocSo por bilbeles
plicar : suavisa o acalma a iiicommo.la lossc, pri.niados de qualquer lotera.
nmadurecQ o abeesso, facilita a salivado em Ven le-s.' um negro com 22annos do ida-
pouco lompo, livra os boles d 1 materia quo de, bem s3a e sem vicio algum, capaz de to-
se rene nos tubos de ar. Regula ,1S func- do servigo: na rui do Vigario, venda n. 14.
gOes usuaes sem necessidade do outra qual- Veode-se um terreno, com 117 palmos
quer medicina, fortifica o systema e purifica de frente, para a estrada de Luiz Reg, e
o sangue. Nao conlm, nem mercurio, opio, com 227 palmos de fundos, na beira da cim-
ou oulro qualquer ingrediente venenoso, e boa que paisa na ponte da mesma estrada :
he feito nicamente de raizes e crvas. Tem- terreno proorio para fundagSo de qualquer
se usado ba mais de 9 annos, e he unir-- esta beleci ment, aja se acha aterrado : lim-
salmento considerado como grande euoi.o bem se afora em falta de comprador, e
sim como outro terreno mais adianto. A
tratar na rua do Collegio, n. 13 primeiro
andar.
-- Vendo-se um oicravo crenlo, de 20
anoos de idade, bom ofilcial do peJreiro,
bonita .zuia o muito lid: a tratar em Ulin-
remedio pira esta horrorosa molestia, s
seus effei los s3o om todos os lugares o mes-
mo, admiraveis e triumphanles!!!
Como medicamento preventivo e antidoto
contra as tuudencias do clima para a pbtisi-
ca, he grande valor, e no di, segundo faz -
_, qualquer medico ou coohecedor de drogas, da na ladeira do Varadouro, venda n. 13.
Vendem-se 3 partes de um'Porem em quanto ae est paliando comalas Vende-se um piano uiado, por prego
.... i........,., !| en__-i.La engaosas maluras, o doanle vai rpida- commodo : naruadaCideIaVelhi.il. 41
sobrado sito na Ma do rrapiche,Im*nta jlup|orBod0i MiU dia m,is ermaii Vende-se cara amarada, de superior
n. com lundos para I rua dos Ta- colloca o seu caso fra do alcance de espe- qualidade e por prego commodo : ni rua do
nn,irn. rnm donsandares e solar.. >mcas !! NBo succede assim com asU precio- ,-'vr^"ln0"--. .-. .
seus ef- Antonio Jos Rodrigues de Souza Ju
nuciros, com dous andares esotao,
qual tem a vaUacao de O:4oosooo niio nunca sao damnosos. Nao be opitica nior, acaba de receber pelo vapor Impera-
sa medicioa. He sempre sulular, e
quem aprelicnder e levar i ra da Au-
rora n. 62, receberi a gralilicagSo promel-
tida. Suspeita-so que fosse seduzdo, e por
isso desde j proteta-se conlra quem o con-
serva r em seu po ler.
Da villa de S. JoSo do Caren-velho, fu-
gio um mulato escuro de nome Leonardo,o
qual sendo capturado pelo polica em Igus-
rassu' pode evadir-se, dizondo qun seu no-
me era Salviano, cojo mulato tem os seguiii-
tes signaos: boa altar espoln Jo. eo pei-
to sabido para fra com muito cabello por
todo o corpo, rosto compndo e carnudo, na-
riz grande e grosso apapagaiado, olbos gran-
des castanhos, barba preta e multa, com to-
dos os denles da frente, pernas grossas um
tan'.o arquiadas, ps chatos e um pouco tor-
ios ; quem o prender e entregar a Jos dos
Santos Neves, na rna do Creapo desta ci I-
de, ou ao Sr. do mesmo escravo Manoel al
Costa Ramos, na villa do S. Jlo do Caren,
provincia da l'arahyba, ser generosament
recompensado.
Uesappareceu no dia 15 do psalo,
um moleque crioulo por noma Paulino.
de idade de 10 annos, pouco miisou me-
nos, cor aoiarolada por ler vioio, niriz chi-
to; levou camisa d* algodlozinbo luja,
calgt deriscado, sem chapeo, este escrav
he do Sr. Antonio Jacintho da Silveiri "e
Unna : quem o pagar leve-oa.rui d<-'
cimba, o Recife, n. ti, 00. mi do Liv"
ment n. 26, aegundo andar, que sen
compensado.
lv/ii itii Ann
af


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