Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05142


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Full Text
Anuo XXVII
Quarta-feira 8
de Culubrode 1851.
N. 227.
mimo m m permmbiim.
rtxzcio UBcairglo.
PAGAMENTO APUNTADO.
wr trimestre...........
'f semestre /; ; |
M *" p4j0 DENT10 DOT.IMIST.E.
1 '"""liiMlimio
4/P00
HfHOl)
15/i mu
4/500
,ri ..- 16 de Setbr.
y.r.nr.aoSOdedlto
ffiS." de dito.
Minas... 31 de Agosto
S.Paulo. 3 deSclbr.
R. de I.. Hde dito
Babia... 18 de Jilo.
D1>SDA IIMA1.
AUDIENCIAS,
0 Sep. 8. Bruno. Juiode OffMM
7 Tere. S. Marcoi p. 2. e5. s 10 horas.
8 Qn.irt. S. Uriglda I. varado eivel.
princesa viu. ; 3. e6. ao meio-dia.
U Quint S. Dionizio b Fornido.
s> Andronlco ni. ; ti. e 6. ai 10 horas.
10 Sext. S. Francisco. | i-rara io civil.
11 Sab. S. Fltininob ; 4. c sbados ao mclo-d.
12 Doin. O Patrocinio Rrlaro.
de s. Jos. JTercas e sbados.
IIHIMinlBEl,
Creaccnte 2, ao< 10 minutes da man.
Chela a 10, as + horas e 13 minutos da m.
Mingoante A 17, as 9 horas e 53 minutos da t.
Nova 24, aos 50 minutos da tarde.
rniARia M bou
Prlmcira s3horas e 42 minutos da tarde.^
Segunda s 4 horas e H minutos da manha.
ABTIDA DOS CODBEIOS.
Goiauna e Parahlb, i egundi e sextaa-
fc'ra ,
IUo-Crande-do-Norte, todas as quinlas-felras
ao meio da.
Garanbuns e Bonito, 8 e 23.
Iloa-Vlsta, e Flores, 13 e 28.
Victoria, s quintas-fclras.
Oliuda, todos os dias.
NOTICIAS jaTBANOEIBA*.
Portugal.
Hcspauha.
Franca ...
Blgica...
Italia.. ..
Alemanha.
Prussia ...
Mili un Ti'.'i
Rusta...
Turqua.
13 de Sctbr.l
8 de dito
8 dediio
i de dito
2 de Aguato
1 de Nln .
3 de ilii.i.
I de dilo
56de Agosto
ao de dito.
Austria .. 3l de Agosto
Sulssa. ... 3 de Setbr.
SuecU... 28 de Agosto
Inglaterra 8 de Setbr.
K.-Unidos 25de Agosto
Mxico... 2 de dilo,
Cnllfornia 15 de Jnlho
Chlll. 2G de Abril.
Hucnos-A. 3 le !*etb.
Montevideo Gde dilo.
CAMBIOS BE 7 BE OCTTJBBO.
Sobre Londres. 29 d. p. 1J0O0 rs. Firme.
Patis, 337 por IV,
Lisboa, icm transaccoes.
METAE1.
Ouro.Oncas hespanholaa.... a1
Uoedas de 6/400 velhas. IC/ikhi a IB
> de 6M00 novaa. 10/000 a 16
* del/000....... 0/TjOO a 9/100
PraU.Patacdes brasilelros.. 111120 a 1/020
Pesos columnarlos... 1/20 a l/<0
Ditos mciicaiios......1/750 a 1/760
PARTE OFFICIAL
Commando das armas.
Ottrlcl atMtal na ciiade do Ricifi, i. de ou-
lubrode 1851.
osdbu do tu* i. 3.
Tendo sido preso a i* de setembro prximo
i' i Sr leneote-coronci Amonio Gomes Leal
c'oTimandanie da lurlale.a doBrum, para res-
der pela fuga do preso poltico Joao do.
Santos Lima I'ontc Balxa, na noite de Ib do pas-
,,no conforme se declarou cin ordem do da n.
U e haveudo o coosclbo de Invcstigacao, que
nar'a esse fim se mandn proceder, julgado
era crlminalidade o mesino Sr. lenentecoro-
tl o que jamis duvldou o inarechal de cam-
nocommandante das armas, cin vista dozelo,
circuinspeccao e actlvidade, que caraclerisa a
t,u Sr. oracial, quando incumbido de qual-
ouerobjecto deservico, determina que posto
mi llberdade regresse a tomar o commando da
nieimafortalea.
Tambeui ser posto ein llberdade o Sr. te-
ntte da quarta classe Mauoel Jos da Silva
Leile, preso pela fuga mencionada, por isso que
no conseibo foi igualmente cousiderado llyrc
de culpa.
Antonio Crrela Seara.
Uartll tjentral na cidadt dj Ricifi, 4 d ou<-
6ro di i S.-> i.
ORDEM DO DIA'N. 5.
0 inarechal de campo graduado, coinman-
dante das armas determina, que no principio
de cada mei os senhores commandaotes dos
paialhoes renicltam ao quarU-l general coplas
authenticas das ordens do batalhao, relativa-
mente ao inc anterior, tendo principio dopri-
inelro do crreme.
Prohibe que as pracas em servlco as guar-
das da guarnifo se afastem de seus poslos,
ptincipalincntc depols do loque de Trindadc,
e declara que nao lie licito aos ofnciacs com-
mandantcs do deiUcanientos permitllrem II-
ceucas para que as pracas dos inesmos possam
ir diversos lugares, alada que sejam pouco
distante. .
. _______ /.nlamu .orria atara.___
EXTERIOR.
PORTO 5 DE AGOSTO.
He hem eitranba a poltica do gabinete de 8
de jultio? Aceita o poder para llvrar do nau-
fragio o ministerio Rrrata, que liavia conjura-
do contfa si o palx, o exercito. e os gabinetes
eslrangelros, pela ascendencia que dera aos
partidarios de nnovaedes as Intlitulf oet c aos
amigos da anarchia, c por as trausgresses que
pratlcava da le fundamental ; e que fe elle ?
iJeia os goveroadores clvis e os concclhos en-
tregues aos adeptos que pela maor parle a re-
voluto Ihes Impbera ; lornao-se dictadores,
como os seus antecessores; c ate para dliuiuuir-
Jhes a Imputaco, declaram-se erratas dos er-
ratas, jttribulndo a lapso de copina excluso
dos parochos, defendida desesperadamente
pelos-proprlos redactores dessa le nos seus
jornaes!
Se o systema representativo compensa os in
convenientes nao pequeos que ein si conten,
lie pela certesa das leis seren discutidas plci-
damente uas cmaras legislativas, c de se nao
locr no systema tributario sein que o consin-
tain os depuladosdo povo. Sao estas duas van-
tagens que compensan a caresta du svstcma
ea corrupeo que com o lempo se apodera da
urna eleitoral.
Ministros que se arvoram em dictadores, que
iaieni lais de mulu proprio, que regulao os
inbuloi, nao So invadrm crlminosaniente po-
deres que a constituicao ela tanto que egivt*
l'iu (cr vslidade lima lei a concorrejicia de du-
as cmaras, urna electiva e oulra conservado-
ia, e alada a sauecu do chefe de estado.
Aimpunidade com que se tem repelido este at-
trntado, he que somentc tem concorrido para
elle se repetir. Se, como em Franca, livessein
ldo procesiados c punidos os ministros que
coma denominacao de ordenanzas se arroga-
ran! os poderes que a constituicao conlia a ou-
iros corpos, nao teriamos visto repelido este
cndalo entre nos..
K anda que un ministerio, Imposto as pon-
las das bayonetas soberana, se julg-isse ci-
ma das lels para as escarnecer e calcar, era
uin alternado, mas nao era o prmeiro que o
direilode conquisti tolera. Porem ministros
qiic se dizem entrados em um perodo mais
normal, que accedan coma coudlc-o de po<
f ni irriuo j anaivhu governatlva, um Esta-
dista como o 5r. Rodrigo da Konseca que me-
rece a contianca dos ministros estrangeros,
continuar a vereda encelada, promulgando leis
tdtispelo poder ciccuvo He intoleravel,
lie Inclassilicavel.
Parece que he nieano para vilipendiar o sy*-
FOLHET1M.
una noite em BARCO DE VAPOR. (,)
(roa ksom ouiatN.

((.'"nlinnaiiio.; 9
Alguns meses depois dcste cstranlin acontc-
ciinenlo, conlinuou o doutor, o qual lomara
folrgo.aspeisoas queiam e vinhamdacidadcao
castrllo, em urna noite inuiloescura, aviitaram
anda a travs das vidracas illuminadas desla
mcsina gallera de madelra aua joven sobera-
os, a qual desta ves apolava-se vacillanle e
in.r .iej0 |||0rta sobre o braco do esposo.
w*m. que se tlnha das attenedes do ,1 -
i|uepara cun ella, achava-sc alguina cousa de
juais sinistro ainda do que eniscus iniis tra-
janicntos. vcudo-o sustentar assim sobre seu
oraco robusto apezar dos annos, esta pobre c
sotlredora imsgeni da vida que se eillngue.
oinpichcndia-sc que sein duvida elle senta-
me un p na sepultura, e que linha um grave
iniercsicempoupa-la nesias ultimas hora.
I'c repente creu-se observar que o rosto des-
tello de Carlota se animara; ella pegn com
na forca nervosa em una das ni.ni do duque,
mirar em seu quarlo. Elle chamou uui de seus
criados e segundo o que este disse, estando
presente a duqueza edeltadaem uin canap,
como um corpa ressnscitado, ha pouco, mas
iue volta ao icu nada, elleordenou que lhc fos-
"in buscar immediatamentc papel e um advo-
cado, a duqueza pareccu inseusivel a todas
caas ordeus. v.
na" n' *eDhra''"' o duque logo qnccrcu
uh ,!Cr 1,nal, 0Uvi 11,... J.u,l*meue: e o que lie queosentl-
.,'7. "f re!cla "'"Iheres accrescentou
"ui Irona | elle no est morto.
iiuva'm"i",toC*rloU dcLaMarck sahio
la, se,T,"doB-," P" 'e" de,,C- P^E"""' *
(*) Vitlc o Diario n, 225.
i tema conlilucional que o esl pralicando as-
sim o ministerio de 8 dejulho. Nao he a le
Ida necessidade que ao menos desculpa essas
usurpaces ; he para bugiarlas como a leda
propriedade Iliteraria, da alterado da tabella,
3ue se invoca a assumpco de poderes eitraor-
inarios, por unir.., que o poder execullvo M/
lordenan9aa! E para aimla mostrarem mais a
neuhuma necessidade que bi de Corles, he o
governo execulivo que declara ou antes revoga
i um artigo de una lei das corles, dispensando
certas pensSes da conflrmacao que por essa lei
e pela carta pertence s cortes Porque mi
relormam eltes proprioa a carta, e nos nao dis-
penso do incoinmodo de lrmos a urna.
Jesapprovamos tambem a potica du minis-
terio de 8 de julho, em quanlo a nio decretar
oulra formula para as procurares dos deputa-
dos. Segundo a carta, estas Corles apenas po-
dem resolver se taes ou taes dos seus arligns
ho de ser reformados ; e he a legislatura sc-
gulnte a quem pertence faitMo, c he etM que
ilcvt- (i.i/i i as procuracOrs para isso. O duque
deSaldanha nao he aut'ioiidadeque ordene a
reforma da caria : a naciio nao exprimu a von-
lade de que essa ret'oruia se li/.essc ; e at o
proprio exercito foi eolhidoaesse respeilo em
emboscada, pois so depois de deciJidas as
guarnicoes do Porto, Braga e (oimhra he que
se Ihes fez saber esse pelo do duque com os
clubs republicano, quando ja essas guarnicoes
nao podlain voltar alai e anda assim. no lor-
toeiaem Lisboa, fori.. necessana todas as
artes de engaar, que o inarechal conhece tan-
to, para evitar um pronunclaineiito do exerci-
to contra essa cilada. O proprio inarechal ha-
via em (i de outubro de l87 proclamado a illc-
galidadeda reforma por meiosanalogos.
E nao sao urnas cortes eleilas enire os emba-
tes da auarchia e da indisciplina que podein
discutir com sabedoria e llberdade a reforma
das instilutces. Para ser proficua, c bem ac-
eelUcompreprlmelro4)lscuilr p.u Imprenta
a sua necessidade, conveuccr o paizdc quehe
urgente ou ultl esta ou aquella modiAcacio ;
he assim que na Inglaterra s no lim de inul-
tos annos c depois de ventiladas em militas le-
gislaturas, se tem vencidoM mais vilaes ques-
tes polticas. E em Franca, para se decidir
que a constituido ha de ser revista, estando
accordea grande maioria da naco em a ne-
cessidade de se approimarda forma inonar-
chica, ou de voltar a ella, com petiedes de al-
gins milhes dos seus cidados, anda assim
nao se vciifcu n'uma primeira leutaliva na c-
mara, c aguarda-se a prxima sesno do inver-
n para entrar de novo em consideraco.
Em Portugal, he lal a necessidade de se re-
formar a carta, que alias conten liberalissimis
dlsposicOcs, que os gritadores da sua reforma
ainda nio assscinlaram nos pontos em que ella
carece de ser alterada o dictador e seus aju-
danles nein se atrevern nem mosiuo a indi-
car o defeito capital que urge una tito iinme-
diata e revolucionaria trausl'ornia^lo; e niii-
guem falla em reforma da carta que o faca por
persuasao, c uo incon.i na inofi da(|ucllcs a
quem nsso falla.
Ser para fiear intacta a honra da corista
pacca, a quem se eleve esse grito de reforma ;
ser para respeilar algum pacto do inarechal
com ineiaduiia de clubistas republicanos; se-
r para uo cortar pela rai/. o cieiuplo de al-
tcntarem as biyonetas contra os prcrogativas
da iei fundamental ?
Seja por riualquer desles motivos que o mi-
nisterio de 8 de julho uo loca no formulario
das procuracoi's dos novos depuiadus, incorre
na censura de ser um ministerio inconstitucio-
nal, usurpador dos otitros poderes do estado .
d'uui ministerio imbcil, e Indigno pela sua
doble*de presidirn governo de Portugal.
{I'sriodicu liot l'obrci do Porta,
DEM 7 DE AGOSTO DE 1861.
A reforma da carta que as corles, que se rao
couvocar, lieietn, he uulla.
A cirta constitucional he a lei fundamental
da monarchia porltigurza, c nao se pode legal-
nente reformar seuo da maucira ntlli pies-
cripia.
O artigo l-al) da carta constitucional da mo-
narchia he. do theor srguinle : i be paitados
quatio anuos depois de jurada a consl llllcao
do reino, se conbeccr que algum dos seus arli-
gos merece reforma, se fara a proposteo por
cscriplo, a qual deve le origcm na cmara dos
deputados, c ser apoiada pela terca parle
dellea.i
Arl. MI: A' proposicSo ser lida por tres vr-
zcs com inlcrvallo de seis dia< de urna a oulr*
leiiura ; c depois da terecira, deliberar a c-
mara dos deputados se poder ser admiltida
discusso, seguiudo-se o mais que lie preciso
para a lormacao de urna IcL*
Ora o que a cmara que se vai reunir pode
legalmentc fa/.er lie a propnsicao para a refor-
ma da carta do modo proscripto, mas nunca a
reforma ; se a fuer, calca a Icl lundamcnial aos
na com i-i' ponen disforc, declaro-lhc que
amo ao conde 1 mas smenle depois da hora
iiiil em que comprchendi que pur minha cau-
sa o scnhorfdia delle sua victima.
A coulisso he franca c agradeco lhe mui-
to isso.senhora ; mas ouca, conlinuou o duque
prcoecupado enlo por pensanientos mu dille-
rentes dos de amor ; meus justos clos u.io me
tcriamdado o direilodc matar o conde, esse ho-
mem indiscreto a ponto de permanecer prosta-
do a seus ps em minha preseuca : nao obstan-
te isso, eu poderla le-lo lello.sem nenlium pc-
rlgo para a minha pessoa, bem como a senho-
ra o tem visto ; mas eu sabia urna vinganca
mais doce, pois era mais lenta, e cscolhi-a. .
Ah acabe de pressa Que tem fcilo del-
le? pci'guulou com mais aiiLcdadc a priu-
ceza.
A in.inli.i i, c smenle manha, rrspon-
deu o duque com um lom um pouco mais ele-
vado, poslo que com o mesmu sangue fri,
manha lhc mostrare! o que icnho fello delle,
senhora ; manha, iarci mais, manha eu
Ih'i' resllluirel, mas a isso. conlinuou elle, po-
uiio urna condico nica Irrcvogavel: Esculc
Carlota, vosse nao pode por em duvida o que
vou dier-lhe, p'ols u sabe inulto bem : sua
aaudcnao pode mais ser restaurada, sua exis-
tencia nao be mais que um sopro.
Carlota enxugou urna grossa hgrima que a
este aviso cynico, rolou-lhe ao longo da lace
inurcha e eiumagrccida ; pois ha cousas que he
menos cruel sabe las urna pcsso poi si, do que
ouvi-las dizer aos outros.
O duque nao attcndeu a isso, c accrescentou
tem se inlerrompcr.
. Ora nos nao temos hlhos, c a succetsao
dos condes de 1.a Marck vira a ser, por esta
norte prxima, a causa de multas discordias e
de multo derramamento de sangue. O duque
de Monlpensierapoiaudo-se sobre pretendidas
aubstiiuices de mcu predecestor Guilhermc
Roberto, e o conde de Maulevrler, Garlla, que
se diz altamente seu herdeiro preiumptivo m'a
disputaro, e eu uo a cederci seno com a vi-
da. Carlota de La Marck, um testamento feilo
por vosse asteguraudo-me esla succeiso com
a qual, eu tlnha tem duvida o direilo de con-
tar, quando me case! e me revest desses no-
brea titulos de que deveria vergonhosaineuttf
deapoj.il -me ; um testamento feiio por vosse
agora inesmo prevenirla estas calamidades, que
recahro sobre seus pobres Sedanenses. Ea-
r i-o poia Carlota, quc manha lhe restituir!
o conde. '
O duque como hbil intrigante, faltava aCar-
lola de seus pobrvs Sedanenses, e do conde,
cuja sortea preoecupava to cruelmeule. O
velho general lomava a praca de Sedan mais
seguramente pelo coracSo do que o icria feilo
pjaat>m sitio. Carlota eslava inundada do la
pe**, e ninguem lhe pode dar poderes para isso.
He doutrlna crreme ate nos vcrmelhos da
Franca.
Art. 142. Vlinillida discusso, c vencida
a necessidade da reforma do artigo constitucio-
nal, te expedir a lei, que ser sanecionada e
promulgada pelo rei em forma ordinaria, e na
qual se ordenar aos eleitores dos deputados
para a seguidle legislatura, que as procura-
res Ihes conliram especial faculdadc para a
pretendida altcraco ou reforma.
PergunUmos agora : onde est a lei na qual
se ordene aos eleitores dos deputados que Ihes
conliram especial ficuldadc para a pretendida
alteraco ou reforma? Ser lei a vonladedo du-
que de Saldanha? E porque, pela deigraca dos
lempos, o duque de Saldanha pode cercear ou
alargar os poderes do chefe do estado, pude es-
te faci criminoso destruir o dicilo? Porque
a forca publica se csquccc, como era sen dever,
de defender a lei fundamental, prescrever el-
la? Onde se vio que os factos criminosos des-
Iruissem o direilo legitimo?
Mas a naco insta pela reforma da carta, di-
rao: quando instassr, cniende-se tempre que
he n i forma prescripla na lei fundamental. Mas
onde estao as provas de que a naco insta por
essa reforma? Consta que a naefio fallassccom
o duque de Saldanha na sua fgida para Lo-
hios? O duque de Saldanha c um par dos seus
svcophaotas que lucraran! com a revolta de
abril, para cohonestar este atteutado contra a
le fundamental he que recorrern! a esta ar-
1 madilha da reforma; mas um argumento in-
conlrovcrso de que a maioria da naco uo ins-
lava pela reforma d.i carta he que, tendo o du-
que deSaldanha a presidencia do conselio de
ministros, sendo coiumandantc em chefe do
exercito, mordomo mor da casa real c tendo
su.i dispo^ico grandes meios de corromper, c
usando delles sem escrpulo, em parte ueuhu-
ma tem poJido fater um partido ; esse partido
que a Imprenta aualarfada afvora em partido
nacional ou nacSo, lie partido que ni DgueiD v,
c que su existe na iinagluaco dos apostlos da
situaco actual. Se grande maioria da nieo
iusUssc pela relorma da carta, havii de facer
causa comiuum com o duque de Saldanha. em
vez de rcpclli-lo, como de tobejo mostram os
fados.
Mas a nacao nao reage contra a reforma da
carta, logo he que a apoia. Excedente argu-
mento oa verdade 1 NottOl pall noreagiram
eoutra o jugo hcspaulml pur sesseuta anuos,
logo lie porque o soltriam de boin grado! A
naco iem sido dilacerada por quatro duias de
ambiciosos que tu lo sacritieam aos seus inte-
resses pessoaes; porquatro duzas de hypocri-
tai que claiuavaui contra algumas iul'racccs da
lei praticadas pelos ministros auieriores, para
engauarem com essa hypucrisia o povo, cmpol-
garem o poder c ratgarem c calcarem aos pea
as leis para interesse seu c dos seus syco-
phaulat.
Como dissemos, ludo quanlo se fuer contra
a le fundamental he uuilu o povo toffrer em
quanlo lhe couvier, e em occa^io opportuua
far como le aos Caslelhanos: o direilo nao
morro. A naefio nao reage pbysicainculc, mas
a reaeco mural he espautosa.
A constituicao da repblica francesa deter-
mina que, para se puder reformar acuustitui-
c., se deve para isso lazer proposla a assem-
hlc i legislativa ; (|uc essa proposia deve ser dis-
cutida c approvada pur tres quarlas parles da
attembla legislativa ; e <]uc approvada assim
a proposla, se proceder a eleicao de una uu-
vi attemblaque far a reforma.
mclhodu de reforma he anlogo ao ettabe-
lecldo na cana c>ustitucoual da monarchia
]i'.riii.;:h / i. no m<-ihoJu da c*rla he limito
. mais laeil todivia haver a reforma; mais este
! mu mulivo para que se uo altcutassc contra a
lei fundamental: mas Infelizmente os amblclo-
tot portugueses, posto que mui menos ilius-
tres que os laucezes, cxccdcm a estes em au-
dacia e egosmo ; cslcs sujcitam-sc a lei lunda-
mcnial. I
lie sabido que ha pouco se le* a proposla
assemblca legislativa francesa para a reviso
da cuiistiluico; nao se eonscgtiio reunir os
tres quartoi dot vuios da attembla legltlatlva(
COUlo determina ale!; e na obstante o gran-
de numero de petlcei que pediam a reforma,
quando n das peticesem sentido contrario era
iusi^nilicanle ; nao obstante a opiui.io publica
declaiar-se altamente pela revisan nao houve
rjuem se seivissc destes pretextos especiosos
para altentar contra a le! fundamental. Ntot
Porlugurzcs viremos todava em poca to des-
granada que para se calcar aos p<;s a lei funda-
mental battou que assim o julgatte oppurtuno
o marechal duque de Saldanha para ser pr-
meiro ministro, general em chefe do exercito,
mordomo da casa real ; he nlttn que, segundo
elle e seus amigos, est posta a fehcidailc dos
Poi tugue/.cscouio lodos txpe iuieulamos: cas-
talia a crcr. se n nao prcs>ncisseiiios, que islo
&e passasse eui Portugal, ein iS.'il, ein um.i po-
grimas; ella uo achuii scuo um gesto allir-
i.ialivo para resposta. Este gcslo fui acolhulo
com urna enciespadura alegre de befeofl que o
duque, nao obstante o poder que tioha de or-
dinario sobre si mesmo, nao p le comer nesta
circuinslaucia decisiva de sua vida. Este gesto
lhc bastava. Nesle iiiumcuto anuunciou-sc o
advogado.
Posto que absorta, anniquilada mais que
nunca pela extravagancia dcsias medidas, que
equivaliam a nrdeut, a princesa ouviudo au-
nuociar to repeuiinamente esie homeni, lu
atacada de um tremor iuvoluulario, c disse
toda trmula ao esposo :
Enlo, Sr. duque, ere que nSo vivirci
mais que um quarlo de hora, pois te apresta
lauto ?....
O duque aproximuu-se doouvido de Carlota
c com um oinar capiichoso, lhe rcspoudcu em
vi- baxa.
Ucm sabe que nao devla cuidar em mim
so..... As huras peiam aquem soltre..... U cun-
de!. A'manha, bem me emende, logo ao
romper daalva!..... Vamos, cu bem sabia ....
E volt clainou:
Facam entrar o conselhciro da Sra. du-
queza de houillon !
Depois dirigiudo-sc anda ein voz baxa a es-
ta, dissc-lhe.
Enxuguc estas lagrimas,Carlota, crcr-sc-
bla que cu a cunslranju.....
ui testamento loi logo feilo. legando ao pre-
tendido descendente do I. Tuur d'Auvergne,
para si c sua posteridade, em plena proprieda-
de, o principado le Sedan csuai dependencias,
c mas ainda o titulo couservado ao herdeiro
dos La Marck de duque de Itouillou, c o du ci-
to propriedade mesmo dcste ducado que ot
principes de Sedan | nao tinham jamis aban-
donado tem fazer appellaco para o fu-
turo.
legatario leu, rcleu, voltou em todos os
temidos o pergamlnho alim de astegurar-se
que nada poderla annullar tuas clausulas de-
pois apresentou-o framente a Carlota, que sa-
gnou-o, nao tem derramar urna nova lagri-
ma, a qual com a cabeca balxa leve o cuidado
1: uriiiU.u aperiando-a com o dedo.
Quando o duque sahio, repetindo-lhe At
manha e levando com sigo o testamento
ao qual ainda lorrla.adctfgracadadeu um longo
suspiro ; ella .a soltocar. Ao depois cama tivesse
llcadu inleramcnles no quarlo tspacosoe agora
para ella cheio de phaniasmai.em que acaba-
va de consumar-se a ruiua do nome dos I.a
Marck, l ilion sobre si iiieama um olhar de
espanto e chamou tuas criada* para subirabir-
te a toda a pressa a este horrivel Isolamento.
Ella nao leve que, esperar um segundo, pois o
duque ao saha do quarlo, tinlia lidoo cuidado
rar-mniiA* se diz rmc a opiniopublica pode que candeia quo Va adiante tlllimi* beranoda sociedapee o nico principio do seu
ludo" A opinio publica s vezes dorme como duas vozes. overno, Dos vlnga-se lego da violencia que
iuoo. aopin.u | uu 0...- j... d.i., ,. Dn aaeU a sua obra. Uto he. a conslllulcao natu-
o buiu Homero
(Peridico doi Pobres do Porto )
DEM. 9 DE AGOSTO
Est'anhamosquo os disputados nio pro-
tcUassem contra as llagrantc< violacoes di
Ultl constitucional da nnnarchia ; conta l
a Ilegal reforma da cirtt intentada pelo mi-
nisterio. Ainda agora cr% lempo I po^Oj;
que como particulares, 08 deputados silo
Individuos f|U gosanm da conlianQi las,
peseoasque os olog:ra'n, e por fSSO eU|
apioi que qualquer oulros para se poretn a
frente da resistencia legal uiurpaci",t M"
cndalos* que os ministros est&O co nmet-
tciulo duS po ler ;s do ciado, sem, pelo me-
nos, pretexto plausivel que aut'xiai um 'I
escndalo. 0nielo de imoedir que su jam
r'Sistcneis illo^aes o irregulares lieonsi-
nar co iio se f,iz uso dis lgaos n dingt-las.
A nossa lei fundamonlsl njo reconliece dic-
ladurasj as dicta luras nao sao mais que
um escandaloso abuso do poder, aluso que
Ctifnprc reprimir severamente, para que o
governo representativo oSo caba em des-
crdito.
A nica dictadura quo as circumst molIS
to navam nooessaris foi a de D. Pedro ; lo-
disas oulras tem sido escarn llOSOS SbUSOS
do poder, queso serveai par prjmivc in-
teresses particulares o para desacreditar o
goTerno representativo; edetodts u mais
osctndalosa he a que exerce o acluil mini-i-
Lorio; pots que nenhumi circdmstancla a
reclamavaj eaeresce hypoctisis do que
heexercidg por honnns que so i neo I cava n
au>t tos observadores d-sMs, e irreconci-
liavois iuimigos dos quo pert nliitn in-
frigi-las.
Se o governo representativo nio olTorctv
molos de govornar, e se de temp > a lempo
he necessario dar-tbo corda por meso de dio-
la luras 0U governo absoluto brutal, acbe-
se com o governo rcprcsentalivii, quo he
miis dispon lioso o tornemos ao absolutis- |
mo. Se he ni lilVercnt'. que as leis sejam
feilas pelas duas cam iras e SanCC0ndlS do-
pos pelo rei, ou pelos ministros do estado]
para q :c bavemos de estar com o trabalho
de uleigOes pina que nos hav anosuoex.ior
a risas a que muitas vezes da i lugar; para
que bavemos de estar a pasar a deputados :
lacam os ministros as leis ; tornemos do ve-
ras antiga; mas n;Vi eslejemosa fa/or des-
pezas i tela, e a ler de governo represen-
tativo s o nono. U:n ministerio activo c
dihgCiile, como o que p ir fortuna possui-
mos, ra mais leis em quatro mazos duque
ascamtras em quatro BODOS compara di
B forca legislativa de um ministerio destes
Com a das cmaras lio como a do vapor com
os instrumentos ordinarios demovimenio
Quanlo a r0VOUC80 de siembro den i
bou a caria constitucional da monarchia, i
cmara dos pares protestou contrae lten-
la lo commettido i: mta a I \\ fun la mental ;
mas os nusos pares nilo sSu como os de
Carlos Uagnu, lirto atrometterain contra o*
turcos que iovadiram o siuctiario da lei
luinl imenlul do estado ; con tentara m-sc
con fazer o seu protesto mui calada m it -,
cnlregarnni-no ao chefe do estado pira
que lizessedolle o usu que llio BpprouveSSO,
eshouvo noticia do semolhautfl protesto
pelos peridicos inglezes.
[Sao so publicuu ein l'otugal u:n dcil -
metilo que i ule i essa va BOSpO'tUgUOZ s, que
razia honra acamara, a qual devia ler mais
confianza na Justina da sua causi o no povo,
foi necessario qtc nos vletSO de retorno;
at uisto sao lelizes os nossos antigoa o
flelfl alliados, pois nos pdem ve.idc. as nos-
sas mesmas DOtici s
Niio sallemos que bom motivo Lenhm os
parea que aisentam qu; soelfio pralican-
do alleotiido-i contra a le futid>tnt*nl<.l, pa-
ra n3o protestaren, contra esses allanta lus;
nffo sflo inuteis, como parecem, estesdocu-
mentos mostram que quem recorre a ellos
compreben le a s ia elevjila missao ; inspi-
ran, con llanca reciproca entro os proles.in
les e o povo.
He verda le quo a caara dos pares, abor-
tas as corLes, tem campo pira tomar conde-
cimento do sssumpto, mis diz o piul >q uio
(Pfriodico d Pobre no Porto ) j '"i obrf* ,it0.h;' .a cn>*uco natu-
~^ f ral c primitiva da tociedade e do mesmo ho-
CARTA DE U. GOIZOT. I |uen,c rm premia desta violencia terclt a anar-
Um publicista, ainda pu'uco eonlipcldo, nas cola ou lyrannla.
queanuuueia talento disiinclo, M. Kmilio De- &, fj9 um raciocinio, Senhor, record um
hals, publicou recentcmenic um volunte comi^cto. Hm toda aparte cm que se desconbe-
o titulo- Do Governo da Tranca- precedido cer a pluralidade natural dot elementos da to-
d'uma carta de W Guuot acerca da democra-j ciedade e do governo, todas as ezet que, ou
ca. Nesta obra, dedicada a"M. de Lamartine, oselementos democrticos prcvaleceram, ou do-
resumem-sc seria c sinceramente, c em mui i uilnarameacHtivainente, a tociedade foi presa
conveuieiiie forma, a maior partes das ideas, d'uma anarchia que a devorava ou cahiu ob
falsas com bella apparencia, c que aiiicacaml JUK d'uma lyrannia oppressora. E confor-
de destruir assuciedades, que pertendem rege- uie se fuer a experiencia ciu maior escala c
nerar. U Guioi igradccendo ao joven es-[BfSUnda um principio mait absoluto, mais o
eriptor o presente do seu hvro, escreve-lhe[ resultado anarchico ou lyranoico ter coinple-
terca do essenciat do assuinpto a seguinle < e irretittivel. Se houveramot de comparar
carti. que temos a ventura de poder publicar. a* diversas experiencias que o mundo tem fct-
Xnvier Hwjmond. ta de5,i '^ dos teus destino, nao terlam as
vil u,\ruvi, a* nr n-nmnf t-. experiencias da democracia Tclusiva as que
\ M. RCII1-.U. 2i DE JLUIO l)b 18ol. fapparpccram como menos funestas honra c
aovosquit responder, Sr., sem vos haver, ViJa Ja, n;cacg.
Sois muito lllustrado, Scnhor, e haveU de
lid.-., c so vos li depois que cstou aqu, livre
cm repousn. Tendo por mximas filiar seiia
mente do que sr medituu c escreveu seriamen-
te. Pelo que me inca, u.n posso deiar de vos
agradecer o como fallis de mim. lu lilf.ren-
te as Injurias c ealdinniati sou srnsivcl esti-
ma c urbanldade dos meus adversarios. A1
villa de tantas lucias brutaet suscitadas por
scelerados ou loucos, respiramos, quiudo dis-
puMmos com pestoaa de talento o do bem.
Ilai a vossa obra, Sr., foi para miuuuia nova
prova de como he profundo oinal que tottVe-
mos, e que continuo a chamar Idolatra demo-
orailea.
Reputaes-ine nlinlgo da democracia. Kscre-
vl, dizeis, contra .i democracia. Comojulgaei,
quero exlirp.irat a idea de democracia. Vele,
.Sr., a que ponto dillerimos. A minha iulen-
V-.i lio servir a democracia jutgo-mc do nu-
mero dos trus mais verdade Iros, e outai ia qua-
si diacr dos seus mal la'telligentet amigos.
Nao duvido, Sr., da vussa sincera dodlcacSo
democracia) nem de que vi deteieii que se
ji bem succedidj, e que o seja durando c com
pureta. Kslou todava convencido de que
ladeira cni que a liaveis posto e por onde a t
purraet nao baverpara ella mais que ruina e
deshonra.
Lelo ni rosta obra
a democracia deve ser todo ou nada ii'uin
paiz. S nutro algum principio.,, ah tem par
te n o governo i j. mo ha democracia. o ver
dadelro carcter do governo d'uma democra
ca, he ser d
ler presentido as objeccoes que vos faaciu es-
tes grandes factos, mais dais-lhes duat retpos-
tas, una ideia a uin exemplo.
- Nio ha diversos d I re I tos, diiels vos; por-
que baverls preponderancia de poderes** Ca-
rece a vontidc nacional aer contrabalancada ?
porque a soberannia nacional se ha de contra-
I ti ni- ir sem ser por si, e nao como n indivi-
duo, ou a reunan de individuos para um lim
determinado ? -
Porque, Senlior: na verdade parece-fte tao
prestes a resposta que me admiro que vos nao
occorrc4se. ao mesmr> lempo que a pergunla.
He verdade: o individuo guia-se pela oscilla-
V-io natural das suas dlsposlcdes e faculdades
naturaes, com a unidada de seu ser e varie-
dade de sua natureit liscalisa-se e equilibra-
se. Mas se fallar muilo a esla missao, se em
ve* de se equilibrar como deve, se precipitar
no imperio dearegrado deslas, ou d'aquellas
incllnacoet, ceram-no entiio poderes superio-
res que o cmitrabalancam, e o conten clRca-
neute, quando se nao contcm asi. K o mes-
mo succede a toda a reuni.io de Individuos
destiuada a um lim especial, que ao Individuo
solitario. A socledade por meio do governo
eucarrega-sc do contrapeso e restabelece o
equilibrio todas as vces que a llberdade Indi-
vidual o n'io faz convenientemente. Mas quan-
do se tratar de toda a sociedade quem etercer
osle contrapeso ? quem reslabeleocr o equi-
librio / \ iirui- do edificio social, cima da
locralloos e uJu comprehender cabera das nares, nao ha poder superior
por couseguinte outro algum elemento, ui fieos, juli:infa|iivel, mis cujaiusiica
protestar principio algum que teja uegacau da
democracia
He Isto exactamente, Sr., que eu chamo ido-
latra deiuoeraUca
.N;io : a deraocrasl i n.io he ludo, ucm no ho-
iiiciu ucm na sociedade.
Contlderemot o homem suiicitartamente e em
si, na sua na tu reza intima e individual, lia,
cer lame u le nelle, Inttlnclos, iuteresses, ideas,
poUoei etseuclalmente democrticas, c legiti-
mas ao mesmo tempoque democrticas: a ne-
cessidade de independencia, o espirito de igual-
dade, o orgulbo de merecimento pessoal, o sen-
lmenlo do dlreito que o bomcm tem sobre si c
da sua importancia uas suas retacos com os
SOUtalmllhantet, por grandes que sejam. Sao
estes os elementos democrticos da Ituman*
dade, como appruuve -i Ueo ere i-I i.
Mas a par destes clcmcutoe da uossa uatue/.a
lia outrot que nao sao democrticos; o espirito
d'aulioriJade ; a auibicao d<: supenunda le u
Hitoctoteuipre poderoso, poito *u
combat lo, que luipellc os homem a reconhe
cer a aiuhoridadc c superiondadc natural de
OUtrot bomens ; a necessidade de perpetuidadc.
no telo d'uma existencia ephemera: o respeilo
dopassadoc da tradieco, regra Indcpendentc
da vuntad
& es-
pera militas vezes para se mauilestar, que os
homens lenhaui enchido a medida de suas cul-
pas e se casiiguem por suas maos. Me por no
vrtice da sociedade faltar um regulador que
he necessario di visito do poder soberano.
Cumpreque os grandes elementos naturaes e
diversos da sociedade, transformados em po-
deres pblicos, se achem ahi presentes e dls-
Unctoi para se contrapesarcm e conterem mu-
tuamente.
Km abono da uuidade democrtica cilaes o
exemplo dos Estado.-Unidos. Um s exemplo
na historia do muudo l.c bem pouco, Senbor,
para homens prudentes que houverem de re-
gular o governo, isto he, decidir da sortc quo-
lldiana da patria. Todava nilo o quero impug-
uar ; o mundo he u novo, reconhece-o po-
deui-sc nelle producir factos novos, que dcs-
mintaui grandemente a nossa curta experieu-
ei i e a nossa acanuada intelligeucia. Posto
que desconfe detsat comblnacdea sociaes no
sempre j esperadas, nio as excluo todava absolutamcu-
le ; busco comprehende-las bem antes de
concluir dellas cousa alguma contra a expe-
riencia geral. Ora, se bem as comprendido.
Serihor, nao he cm vosso favor, mas contra
rosque provo o exemplo que invocis. Oo-
miuaui, lie verdade, as ideias c sentimcnlos
dos que se lhc lujeltfio. luchuacO
lio naturaes e legitimas pomo as lclloacoes;7mocracos"ri^^^
democrticas, c que na alma humana existem (ios; mas donde procede que esta repblica
em pernamentc lucia com estat: vencedoras em ciroumtUnciIS alias tu excepcionaes, los-
OU vencidas, segundo as casualidades do esta- se bem succedida c dure .' Kxactamcolc por-
docvida dos hmiens, mas indettructlveis, e (|Ue a unidade dcmocralica nao existe no seu
iue ui.nc estao mais prximas de rettabeleeer- governo. Por mel da organisacao edcral dos
sedoquequando bao sido cm demasa venc- estadoi Oca u poder reparUdoj e o governo
particular dos di Iteren tea estados da confede
das.
Sendo formada d'houieiii, a sociedade he for-
mada como o homem. Conten laubom, natu-
ral e legtimamente elementos* democrticos <*
elementos no democrticos destinados para
coeaitiireui c detenvolverem-se m> mesmo lem-
po, Qscallsando-tc c limltando-te reciproca-
raco serve de eoutra|iesn tao poderoso e cioso
como uos estados da Kuropa os dillcrentcs ele-
mentos de monarchia, aristocracia c democra-
cia que compc os eus guvernos. Eeste filo
he tao notavel que vos vos servibles delle para
explicar como a repblica dos Kstados-Uuidos
...ente. AsproposicoeS'de lorca c inlluencia so- d'Amcrica se nao proclamava democrtica ean-
olaleutre estes diversos elementos variam e tCs conservava no seu governo central a divisao
mudam segundo os sceulos e os povos : ora dot poderes. Custa-inc a cumprebendrr, como
prepondera m os elementos n.io democrticos, |UVendociUdo o fado, uo o considerasles em
ora odemocrticos: mas nem uns nem outros toda a sua exleusao e intelligenca ; priva-vos
detapparecem nunca da sociedade; rada um a0 uolco argumento que haris citado da uui-
dade democr-lica no governo, como necessa-
de ir prevenir algumas dellas, pagaudo-lhei
parada hi pur diauc direm-lhe parle dua
menores lUOVlmentOl de sua esposa,
lia na vida horas de pungentes Inquletacdes,
as quaes una pessoa nunca sallsfeita da po-
Slciu que tem lomado em ultimo lugar, dete-
ja que o da luja para repousar de noite c
deteja que a OOile foja para agitar-sede da.
t-ogu que um raio da aurora nasceule, con-
tinuuu o doutor, veio esclarecer a janella que
se v uu ngulo que a tone forma com as ga-
leras, Carlota que se tlnha dallado quasi ves-
tida em sua cama, masque na>linli.i p-idido
lechar as palpcbras queimadas de lagrimas,
deseen, apoiada em urna de suis crudas, para
refrescar seu habito dessecado ao ar puro da
nianhaai e taires preocupada de um penta-
menti) de marte, para laucar un ultimo olhar
sobre este inagettoso dominio de seus pais e[ue
clli llnha fo re adamen te entregue ao ettrau-
gciro. Alguns iniuuloscslevc ella sentada jun-
to dcste grande puco sobre um degrau de pe-
dra, lalvez fsse que se V ainda boje nesta
herva, e coma cabeca reclinada em suas duas
iiios, pensou um pouco, c cborou muito.
c rcpcnle, como Iluminad, na alma por
urna magestosa imagem, lcvariia-se e cum un
passo tornado lruic, sobe pan os -.los lerra-
c-squc dominam, da parte do natcente, o cas-
tello e suas prises seu olhar pairara ja, I tu-
pies so de algum orgulbo dcbaixo de sen veo
de lagrimas, sobre este bello paiz, que lhc li-
lil* uin da pertcneldo lem parlhaa quando.
um liomem meio vestido, com o rosto desligu-
rado como o de um avarento, cuja fortuna to-
da iuleira acaba de ser devorado por um in-
cendio, um velho horrivel se iiiosira ao seu
lado, c trauquillisando-sc logo vista de sua
pessoa, adiada orno um thesuuro, lhc dii com
um i asplracao de felicidade, resultado de um
horroroso tormento que fuge...
__Ah Sois vos !...sois vos, senhora !
Km verdade, respoudcu a duqueza din
urna ligeira iron!>, logo que se restabeleceu de
seu espauto; em verdade, Sr. duque, dcvo-lhe
mullos agradeclmcnlos por esta solllcltude
inesperada que repenlinamcute sent a esla ho-
ra por mim !
Sra., replicnu elle um pouco desconcer- '
[uin pelo tom desacostumado da priuceAa.er
procuraiido lirar-se do ridicula de su posl-l
cao, he porque cumpre confessar que esta ma- i
uh.ii, pelo que parece, lhe custava muito a vir,
e eu comprebendo bem isso... .
He porque tambem o Sr. duque, tem meios 1
de tirar o somno !...respoudcu cariota que}
urna sortc de senlimeuto de seu prximo detu
uo exaltava cada vez mais.
A Sra. nao tem de que queixar-sc, respon
deu ento nina voz grossa e sombra ; proinct-
ti, e cstou prumpto a cumprir renba...
delles lem nella umi parle maior ou
se pertenderdes rccuia-li a rste ou quelle
delles, se quiterdet dar a um so destes elemen-
tos mu dominio exclusivo, c taie-lo o nico so-
i i -------- -...
ra cousequeucia da soberana nacional; pois
que elle prora que nos Ksladoj-L'uidos nao
existe f'S.i unidade.
Dizendo isto, elle condumio a duquesa por ((o, fro : era a morta. O duque o esperava as-
etcadas tortuosas a escuras para a porta balxa Si,. Carlota de sua parte, nao tinha podido
estrella e mastica de uma torre mais escura resisto a esle espectculo que se representava
anda do que suas escuras companheiras a (u das tochas, cm una torre horrenda com
travs de urna nuvem de morcegos que se se- a verdadelra victima. Suas palpebiasestreme-
paiavam da abobada qual ettaraui apensos oeram, vapores descouliccidos passaram di-
iius sobre oulros, como pesados calcbot, pene- nl0 j,, slM, papillas divagantes, ella nao en-
m ti mi em umespaco obscuro e circular que irevio quasi mais o cadver do conde sobre o
era limitado por nina nova tone elevada no qml cahio maniiiada, iuteiricada : esUva Um-
seio da prlmcira. Ter-se-hia crido que era des- j,e( ,.[,
te labyrinthe que devlam partir para perder- ()- j Jo c0t 0ll(|C csUras tu ? excUm0ll
se cm todos os sentidos as mil rauulicacoes 0 j0ior< MWIWH
subterrneas da cidadella c da cidade. L':n 11- ,.,',.
nirde chaves seguido de um penivel mov- Juque n.:ou um momento contemplando
incuto de eoosos. advertfo a Carlota que a por- IUM duas victimas depois com o pe empurrou
U do segundo recinto eslava .berta. Klla nao "'ano fatal precipicio, o qual fea scellar de
iabi i oque isso ifgnlUcara i ella nio poda di- novo, preserevendo debafxo de penas terriveii,
aer urna palavra, nem respirar. UIU ""emloqua o temor que Inspirara uo m-
Juuto aseus ps um anuel de ferro eslava ,l'r,or ueseu '"o obteve fcilmente, em
preso a urna pedra mastica quadrada, a qual 'l'ianto viveu ; neste mesmo da c cercar de
quatro homens a urna orden, do duque levan- PrUmas e de oraces o leito no qual foi ex-
laram. Km balxo eslava um abyauo onde a posto o corpo de Carlota de La .Uarck, assassi-
inulto cuito se Introdusia uin rato dearhori- nada aislm por elle aos quinao anuos de sua
tal, jUSUinontC o que cmivinha para lima
vida. Us bous Scdanucuses de eutao occulla-
reipiraeio comprimida. Um balito subi, len- ui inuius ligrimas a este respcito uo agredo
to.com um suspiro que pareca querer aspl- de su.s casas c desc.is coracoes. Mutosd enlre
rar lodos os rams do oeo. ll.naescads de corda c etta he a tradicaoa malsespalhada.c.e.
foi laneada no abysiiin. onde dou, dos hornea
descaa um estrepldo de oadel.s que se re-
viram, le-se imvir, c Uc|iuhili: um lunyo mo-
uenlo que foi le mua horrorosa saoled.de pa-
ra Cat Iota, inn roiii .Mllonado e descamado,
coniolho.(|ueiep.riaui| iiucsealiaiii,. mor-
rcr cm sin rbita mais palliJa lu, appire-
ceu na burila da abertura
i mi que ella llnha sido euvcucuada, mas o
duque i..i i Mulu lulo necessidade de recorrer ao
veiieuti: ella eslava iii'iria.beiu como o (rudo di.
lo. >'s eslav-amus absortos de eslupel'acco e de
interesse, c tjuando o douloi acabuu. agrade-
ceino-lbe por nossa rimirao inelhor donuc le-
lu-in uno. falto por palavias.
I> mi.>r. o r. deu-uos una historia tra-
L'.rlola deu um grito penetrante quequail giea, disse o comniandanic Maruubat, que es-
(az caliir o desgrai; ido de costas no fosso. lava cstendldo oriental sobre seu capole es-
MO he elle : he impoiiivel o Sr. enga farrapado i guisa de tpele da Turqua pela
na-me, anieulou ella, logo que recuperou a minha parle vou iratar de dar-lbe oulra cou-
V07i sa.pois naoliejusiu que o deiicm osfazerpor si
_' Ilcellc, repare inelhor, respoudcu fria- s lodas as honras da noite.
mente o duque. E voltando-sc para o capitau do navio, dis-
C'oin eil'ciio era elle, era o conde, 011 ames se-lhe :
era a sombra do conde de Moiilbermc. Smenle eis-aqui a senha : cu me conbe.
oarlou pedia com Instancia que pelo menos {0 qUIndo una ves tenbo comecado a cuiitar,
lhc poupasscina lu, arespiracao, a vida ; mas naoUM callo mais. Ora quando eu tiver coa-
nao era assim que o entenda o duque, tile la0 ,,,,,- ,...,,, ,|,. urna liora, o .-r. me iuter-
rcsliiuio rqieiuiiaiueiU an leu prisioneiro a rompera, esle|a eu oudeesliver, anda inesuio
lu, a aspiraco, as enioeoes por lodos os seus (,ue sejj u mais pallielico de minha historia,
sentidos, por todos os seus poros despidos; e @U*tT.I a palavra a outro, se houvcr aind
p.ua m.t) depressachegai ao seu Hu, ao pro- ,.ue, quoics usar delU.
nunciarsuas ultimas palavra, niiu-llua Ur- |,,Pols disso, o coimuandante MaroubU ri-
lla race a face sobre o conde, o qual nao li- rrc'ou a garganta com duus copos de ponche.
nli.i amia podido encara-la, ueiu reconliece- ,, c,n|fll| ,,. c com ,om na_
la, fl accrescentou
Ora pois, feli/cs amantes, cis-vos reu-
nidos '.
Isso era de maisparao infeliz condr elle nao
encontrou cm seus labios brancos e rnuxos ao
mesmo lempo, senao sjrllabas sem neso ; elle
desmaiou ; seu desmato fui sem pulso, sem ha.
toral e o m io despinbaracado.
(Conlmuar-H-Aa ]
MUTILADO
a> .
)

'SU


Como i Kr.nca he uui aociedade unitaria, [ auperiorldadeem armas de maneira que o ol'-i Ao passoqus o nosso fabrico SS dosou-
por lsso o >ua organlaacao republicana e puia-l Tendido nlopodeaae dcfender-se ? ivnlvo, as fabricas rivaos nlo ficam aeta-
iiirnic democrtica do governo he mata dlffl-! 5.* Exlslein circuintlanciesallcnuantei a (a- .clonaras, A Blgica, oiltr'ora o foco desta
cuUoaa do que ein outra qualquer parle, para vor do reo? .'arle eiivi >u mu bellas coisas, mil que
nao duer tinpoaslvel. 9 O Jury respondeu ao l.e quetlloslm, por H nflWaram a nnas Toosico. A ln-
Concluo. Senhor poderla dl.er multo mal. voto. ao 2.' ala, por 8 roto, ao. 3 4.-,.h .UT"ZAV ,\ Ji^.'.nTind.do-
da voaaa obra : mas quli apoolar so o que, em" por o votos e nao por o rolos e ao o." su", por
miaba oplnlo, be o erro fuodameolai daauaio votos.
principal Idcia. IMnguem, diicis, cr, nln- Raste a clrcumsledcla altenuanle de nao ler
gueni iulga a democracia injusta; alguna havido no delnqueme rdeno conheclmenlo do
creen e mullos declaran) que he perigosa mal e directa inieucio de o prollcar ;e nao por
Pernilltl-me, Senhor, proceder!, aem me lu- Igual numero de votoa, nao ealste, etc.
eun-l Sr. Pleitente a vista da dcciaao do jury,
2
gar innito temerario, ao extremo a que, segn
do vos, olnguem se arrisca,
A pura democracia, que sustentis, be, nao
perigosa, he essencialinenle injusta i pois
que suprime e opprlme os elementos naluraes
c necessarloa do horneen e da sociedade ; e
por ser Injusta he que he perigosa tanto para
li como para a sociedade; pols que quanto
irais pura he, mals exclusiva he, e quanto
inais eicluilva mais rpidamente tende para
a anarchla ou leranuia. Tentis tirar a demo-
cracia deste mao passo anatheuialisando a de-
magogia. A demagogia, dizcia vos, he a
respeito da democracia o que o callos he a res-
peito da ordem. a He verdade que o cahos he
o opposto da ordein, c nunca ninguem disse
que a ordeiu eslava no declivio do cahos. A
democracia, e especialmente a democracia pu-
ra, longe de ser o opposto da demagogia he a
encosla que l vai dar, como o aenso cumiuuin
e a experiencia claramente provain.
Emquanto a nossa patria cativer nesta pe-
rigosa encosla, nao vos liaouglcis, Seuhor,
da espranos que enchein o vatio llvrfl e a
voasa alma. Nao lereis ncm repblica nem
inoaarchla, terels a revolucao,
Itecebei, Scuhur, a certea da inlnha conn-
dcrajJo, ele. .
Gui;o
(Jourml^Jti Otbats.)
CIlECIV.
Mhtn'ii i de agosto.
0 cndilo que so levanlou entre o sitiado
e o governo deve ia acabar nu sessi de 30
do ullimo mez, vislo quo do u na o oulr.
parlse rc>olveram, linalmeiite, a acceilar
US debates sobro a lei no fazen la. Porcm in-
folizmeno, di uta voz anda isso so nSo con-
seguiu. II i corto que o senado esla aa em
numero suilicienie, mais o presidente, Mr.
D lij.nnj ao i,iv--so do-nif, e o prlaielro
vico-pre.silcn'o, Mr. Karakelrams DBopOll.
oceupar a c leira da presidencia porque In
via lomado uini parle pessoal na discussilo
da quSjslao de i.i.cnia. U ministro propm
que tomasse a presidencia do sen nlo o lees-
no dos seiiadocs.mas a oppoSICfiO c > i.bale .
enrgicamente sia proposla. Comiedo de-
pon do vivos o inloressanles debales a pro-
posta do governo leva a Seu f-vur a maioria
do Irinta votos. A op;iosiciorecorreu a pil-
tro meio para obstar aos debates. Dezollo
venadores se retiran) para una Bala prxima
das sesi-oe, e posto que se llies pedias*
qua vollassom aos seus logares tu lo fui bal-
dado, tornando-se nicessa 10 levantar a ses
s.ii Fixou-se nova ses-u para o dia II.
Se entSo o sena lo uo esliver em numero, o
governo que esla resolv lo a por le mu a
tSo trisleco.neda
estado.
O spelo do sealo deve neceisarjainen-1 c
te exercer triste influencia
condemna o reo a u>n mez de prlsao.
Variedades.
glaterra, no dizer de todos osentendedo
ras, parece alrazada, neslo particular. An-
da aqui campiamoa vencedores na arena.
Os chales francezes sustenlaram nSo me-
nos honrosamente a sua enliga re.'UlaQSo.
Achei no seu posto os veteranos des'a
Portugal. 25 habit.
Suecia. 95 a
HeaDanha. 30
Prassls. 50
Turqua. 40
Rusts. I0O
AVE DE EXTRAORDINARIO TAMA1H0.
O Diario de Crdova da noticia da soguinte
acquisico phisica-zoologica :
Ha poucos das fui mora na serra, s u-
ma lagoa dests cldade, urna ava de rapia
manufactura, quo se .sime mi por mantor que pertenco tribu 'dosgrlphot, interme-
a gloria da escliola franceza, aperfeiso- dia entre ossbut'es o falc0>.arl i conheci-
ando diariamente os seos procr-ssis. Ndojda pe\o nomo de griphi, abutre dot cordtiras
longo il lies, o corajoso li > t y pareca quebroslos, e entre os sllouilra pelo de lem-
nrgulhoso Boa a victoria de nos.as cacho- ner geijer( laico burbatus, g. m. j He mu
mirae, cuja pureas defindeu contra toda notavel oelocu grande tamanho, pois qne
a mistura adulterina, de seda, 13 ou al- te1 mais de quatro ps de altura, e trezo de
godSo. E comprira dizer que esta for- compnmento, com as azas oslen lid is ; e
mosa industria, ao que me parece, tem tambem por s habitar as mais altas cordi
chragado ao seu apogeu, a quo recoio quo Ihoirasda Europa, construindo o ninho nss
olla j ii.i possa sen&o baixar. (I certo breniias mais escarpadas e innacessiveis, e
ha quo, se observo os seus productos ni por atacar os animaos vivos,como cordeiros,
Austria e na lugiaiorra, os nossos paro- cabres, o al as ovelhas que arrebata, para
cem o que ni reali lade sito, mui supe- dopois as precipitar sobre a rojm, e devo-
riores ; porm se algum dia a manufac- ran lo as depnis de te-les feito pe la?os.
lura austraca conseguir amaciar os lo- Esta inleressante ave foi preparada pelo
ques speros do cor nos seus cnalps o a professor de historia natural deste Instillo,
Inglaterra tratar mais desvoladamenle a em cujo gabiuelc ser provavelmente eolio
reducan dos seos, este genero vira a cada.
EXl'OMCAO UNIVERSAL DE LONDRES.
O resultado capital de oxposifSo, pelo
que toca sos f e.c zes, he o rccjniieciiiien-
to absoluto, iiicoiitestavel de aua suporiu-
ridade em materia de arte o de goslo. as
sedas malisadas de oiro ou prata, as chi-
tas, as arles de marcene!ro e denurives-
na i a br r .ed dos bronzes, dos pap 'is pinta-
dos, das porcelanas n i lem rivaesi qual-
auerquesjiovilor intrinsecj de um pro-
ucto, so a l-mae o gosto Ihe dilo ais
gum inli", estao certo que os franceze,
se avantajatn.
A rainlia das indust ias francezas lie a
da cidade de Lydu, o appresentou-sa ein ser quasi inleiramente urna questSo d
Londres agora bella como nunca se mus-desenlio e do mecnica la Jucquard. Os
trra. Alardea-se tSo acuna do quo a vi-lchales francotes estarlo paia os chal'sil.i
inos na exposicJo franceza do 1819, quanlo ludia, proporcioualmante, como as gazoi
se evada amia toda cnitus as sedii;es de matiz para as cassis bordadas da
e ao imperi > dos clubs, que a podemos Suissa o de Tarara,
sujpor regenera la, rejplanleceiido cjni vi-I Torna-se mais sobresaliente a nossa su-
da nova. Os liigdiineiisus tiveram ol'diz pcrionded; na ma-cetieria, que com effei-
puusiiuenio de comparecern! em Londres lo c.iegou anda poiia cli'gar. As suas
antes o n nonio colloctivo do que como ex-,obras sao pouco numerosas, mas os ar-
losito es in lividu s ; n i i
les quo expe n, lie toda
cmara do comroercio onduzu a victoria feto de M. I'oardinois que o a peca ma-
it osmsisrecilcilMntea.oomprsndo-lhes glstral da fabrica francess: as msgniO- ",rca srr.rricsn.i--/JaM9/oji.-idcin.
Mbliolhecs do II, ll.rb- fi'io inglez-- Rwtiymito-- hacalli;
etncumprimentoasordensiloExm. Sr. pre-!nara carca ,.,.:
sideute da provincia de 6 e 13 do mez pro-SP" a,P'te .Pa"ageiros, traU,
ximo lindo, manda f.xer publico, que tem e no wriptonode J. R. Lasserr '
de serem van li los os materiees velhos per- fck C, ruado TraDiche-Nnvn
lene 'lites aa obras do pslscio do governo, *^ .",'""
e mais elgunsoutros periencentes aossrms-j F a,|Aol ^^^^^^t
zens das obras publicas, e saber: msleiras.j A-aCIIUCS.
ferros velhos, aramos de ferro, urna porclo n Elrain, u.... -------------------^
de tinte, de diversas Coras e qal"dsdss. eL n", "'r!t0,ri"'*"1 C,rM,7fs7T^
outros mais objectos: os pretndeles de- 12? 'Liu":{'"r' ?.'" M'^nte,., ,0 ,'
COMMERCIO.
ALKA.NDEA.
Ilendimento do dia 7 ... 18:797,106
Oescorregam hoje 8 deoutubro.
Barca portiigueza -- Margarida -- merca-
dorias.
Ilarca americana trancii Walt farinha
do trigo.
.s8oos f-bric.o-(tisUs nfla espozeram, coma osdeLy8o, rjarca nericana ~'w. //. n.c. Wtight-
a I oncacao. A sondo obras primas. Ja mencioliei o bu- ,|Bm
is proiluciosque n&O q leriiMl Sppreseotar cas oslantes do l)i
e exponlo-08 a despoilo delles. dieiino, as des operarios sssocledosdo ar-
Alcni dlsso, a in.i..- .i de l.yo nao su ral).ble Saint iVntOine. de madeira roxa,
10,
as incrustsfOatdocr s de M. Kruucr; o
blele de madeira docarvalho em bruto
por M. Kriegor, oul>a obra mestrai ontro da
li. Joii, ile funiiss to coi recias,to simples
o grao oso, allralnram lo tos os votos ; o
no po ic i provsral que huin s desteg
BrigUOingles- Krabelt --dem
Escuna hrasileira Varia l-'irminao resto
Escuna brasileira -- Adelaiile -- dem.
CONSULADO GERAL.
Iteodimoiilo do da 1 a 6. 1:386,172
dem do da 7........ o7,33
DIVERSAS PROVINCIAS.
IStlsfez s com a remessa do productos a I-
niraveis, man lou us colino ir por doil "a-
liaia parisienses: MU. Lmiioii', e Difoliu,
que tambem presidiram i cnllooacao loapro-
ItlClOS de Mulhouse, e que merecem non*
osa rjiencflo pelo ngenho quo doseovol-
'eram. lis inuo-sivol distribuir OS estofes, trastes admiraseis volto a l'aris. Ao passo
casar ou con ra>oratco es com maiorgos- que osmsreeneiroapiriaienaes obten) simi*,
to e mais inielligencia. Com cstavistaso Ihantotrlumpho, inleiramente derido i sr- Rendimenio do dia i a 6
ittsiars M. Chevreul, quecreou a sciencis lo dolicida do dezenbo e ao bem acabado 'detn do dia 7 .
lo contrsste das cues. O publico paten- da ino-.le oir,>itn fabricante de Uordeaux
lea diai lmeme as suas sympalliiis por es- quo de Sin pies operario veio a ser I
ia formoss exposIfSo, cudinioen chusma mostr hbil, representa por si s a mar-
e exprimilo sua itiisleco nos termos mais cenar i a dmenlos c correte, s que pro-
expiicitOS. cede pelo poder do numero e pela exteii-
Na la nIIi falta. 0 passado e o prescita no do consumo. M Besuflls cons'guiu fs-
schsm SO reunidos, po'qoe Lyiio qnit qoo bricar movis que arro-taui com as vana-
os soos sntigos primores fossero expostoi (Oes da temperatura, tSo destructivos as
a par dos modernos; a mals dd um CSpec- colonias. EscolliO as mad.'iras o empro-
tador tea cnniuiidi lo em tus sdmirsrjflo ga-as com tamanha inielligencia que iic-
ecorrcij a um lance delesl'd'os de eslyloe lempos bem dilferenles. iihuin de seus movis se ilesc inj inda o
, Consagrara! um estudo especial a e-i i os seus folbe idos rcsisie n a to las as pro-
1:4*3,525
71,832
20.249
92,081
dos I de
iccflo, onica coi o mundo o devo des-
ja di/.er que se a franca demonstrou u'-
vas. GraCaS a sua pericia, a nossa mir-
cueria torna-sc cada v z mais popular
Das regies trjpicacs. o abrem-se-lho de da
para da un nensos mercados. E ti elo-
fcanle solidez
mioads pelos
enlen I'dores om todas as-
na cmara .....
depuiados. Naeesaso desia cmara de 2 do algums coiss s sus grande saperiori lade fui
crreme, foi o ministerioosmaga lo com in- ns manufacture de seles. Alsquelles dos
terpellacOes de todo o genero. O minls-lnossos que nulriam quslquer duviia nos-
tro da guerra foi Inlerpellalo sobre os 01-1 'o ponto licram pasma osdeeslreraa lilTe-
CesSOSCOinmeltidosnO reino pelos trocos'renca queoini entre os producios mais pecas exposlas por M. Iteulil3.
duhendoi nos. llouve a similiiaiite res-1 ordinarios de Lvflo eos mais diainctos de il e.ta a orcasiao de mencionar a opi-
ptilo vilenlos debales. Mr. Tzins, d-pula- 'luda a Europa. Os objectos aoligos de Lyo nio g ral sobre as diversas ose a, de
So porSsntorio trouse s memoria as iiolesIsiTo mais bollos do que certas noviia- marcenara, represntalas na exposico
enrgicas de Lorde PalmerSlon a si mi I lia ni i
RECEI!EDORI\ DE RENDAS INTERNAS GE-
R VES DE l'EHNAMUUCO.
Rendillienloilo CONSULADO PROVINCIAL.
Ilendimento do da 7..... 206,419

Movimento do porto.
Navios entrados no dia 7.
Cello 51 das, pol-ca franceza aEmilie,
de 105 lonelladas, capillo M innier, equi-
pagem 8 carga vinhos ; a Lo lirelo.i
Sclirarnrn o Comiianhia.
foi rom es|)-c.lidide exa-,Terra Niwa--37 das, brigiie inglagcUary
llounsell, del85 lonelladas, capillo Da-
niel Le l'age, equipagem 9, Cirga baca-
lll'i ; aN.O Uiebciv Companlna.
Baha 3 dias, vapor da guerra ingles Lo-
cu-t, cominandanto R. L. Curts.
des da A isliia, da I igl .'ierra, da llespana, pela Praug, a' Inglaterra o a Austria. Rio Grande doSul 98 das, b.'igue brasi
respeto. O'iseivou qie as giZ'tas inglezasle di Halle, He u n laclo boje nconlic- Embura seis grande a suporioridado dos
e turcas, desoreviamsceoas da Istrociuio del cido por nssas mesmas nscSes, e Uo no- nossos fabrica otes, he evidanleque aAus-
que a Grecia era lliealro, equiz prover qui'lavel quedenama um lustre particular SO- Ira e a Inglaterra vo em progr.'sso, e quo
este psiz recuava e i cmiisarjao, ao peaso|bra toda sezpos-fRa franceza. |os seus pro lucios sSo oitremsmenie no-
que a Tuiquii f'Zii liotivais pro^russos
Eui presenr,a dj similhsula accusaijilo, I i-
1110U a pal ivra o ministro do UStrUCCSo |.u- Mu bis, .os
blica e defeuleu o goveno con lauaiiha |os tlfelas,
energa, qne a oppnsi^o licou conplela-
iiioiuo batida tju od i d p ns dos leosles,
que duraiain se.s linas, se pioc den a vo-
tacto, peJiue oppo-ir;ao que se psSSSSSS
pura e sim. lesmenie a ordi m do lia, mas o
ministro insisti no voto da confiauca. o
ministro lejnslii.'i soidoa tribuna c disse
que a canina oevia ni ceessrisrneiits decs-
rar-se e similhsnte respeito, pois lo eon-
trerio o ministerio ,"e liria a sua deinissu >.
OpresiJenle rexsntSoa seguinte proiotta
o A coiuara sstisfeits com s ex dicafOes
do ministerio, passa s ordem do dia : e pro-
posta foi enUo appiovaJa por 67 votos con-
tra 8.
' CuitSiiih'iunv.)
PERNAMSUCO
JURY 1)0 RECIPE.
1.' SESbAff ORDINARU EM DE OLTL-
IlltO DE I8il.
PrMiiiiififi do Sr. I)r. iVrva,
Proniolor, o Sr. Dr. Abilliu Jo> lavares da
Silva.
/Uvoi/a^o, ci Sr. acadmico Rulnn Augusta
Correia de Almeida.
A't dez e meia horas pa manhaa, falle a cha-
mada, aehaiu-se presentes d3 Sis. jurados
O Sr. i'iendtnte abre a sesso.
Procede-se ao sorleio do conselho que lem
de julg.ir ao reo Antonio li.iyinundo, soldado
do qnailo hatalho de nriharla, acensado pelo j (OS
crime de fenineutos,
Sabem sortead >s os Srs. : Jos Mariano de
AlbQquerquc, llarao de Capiharlbe, Antonia
Eerreira da Anuuuciacao. Henielarlo .llaciel da
Silva, Joao rcenlo Horboia, Aleixo lo> de
Oliveita, Antonio Man|uet de Amorlin, os
Loureuco bastos, (In islovain Santiago de Oll-
veira, Francisco de Taula e Silva, -'ose de bar-
ros Correa Selle e Candido Jos Lisboa.
Prestado o juramento da csljlo.
VSr. l'reiiihiiie i,/ eo reo o teguinle
I.MhltROGAIORIO.
Jirix : -- Como se chama /
Itiv Aotooio K.ijinuudo.
Jai* ; -- Poique foi proceasado r m
Itco : DlSteraiU-ine em casa do subdelega-
do i|ue por um barulho que Uvera com O tal
Urna no.
ha:; Couhecia a este homem
I: : Nao, senhor.
Jsjfs : I .li que lugar foi etse barulho .'
/leo : Ku uao assi>li a esse barullio, nao,
senhor,
Jail: -- VossO nao disse que loi processado
por um barulho como nao aselslio a elle .'
Il-j : -- Hcdisscrai.....laseu nao a>siila esse
barulho.
Ji/ij : -- (ueui leve cnlao esse barulho ?
/fro : -Nao sei duei.
J^aii : -- Ouvio dlier que este Urbano fosse
ci Ido ?
II : Ouvi dizer na casa do subdelegado.
Juij : Em que dia foi preso ?
fleo : Fui preso em una sesU-feira ante-
ves|iera da Srnhora AanU-Auua.
Jail : Oe dia, ou de nulie.'
itco : -- Oe noite.
Jmlt: Foi nessi noile cin que leve lugar o
barulho?
Uto :--Na casa do subdelegado, ouvi dizer
que liuha sido nessa noile.
Jm'- onde se acbava quando loi preso .'
Ito : Em um samba na soledade.
Juis : Foi acbado com algum ferro ?
Uro : Nao, seubor.
Juis : Sabe escrevci i
Ho : Nao, seuhor.
Lidat as prcas do pioccsso, e lindas ai allc-
gaedes pi c conlia o reo,
O Sr. I'rriifenle Fa o relatorlo da cama e
cutreaa ao conselho os seguintes
QUESITOS.
1, O reo Anlonio Rayniuudo prallcou o tac-
to de que he aecusado de haver feilo no creou-
lo Urbano de tal, os ferimontos constantes do
corpo de delicio a folhat ?
%.' O reo [itaiini'.i noile o faci de que be
aecusado f
3.* Oreo pratioou o meocioasdo facto m*
peludo por iiiolivo frivolo oureprovado t
i.' O reo praii- o mencionado faci lendo
Realmente nao t COSe e n q le Ir que- lavis. A Austria sltrall
|0 t'da ''-si gilani lyonensd, Ot ve- de visitantes ssslai que com muito ar-
brocados, os sellns, os creps,tiDciu adornou de movis de sua fabrica,
IS sodas lisas, as domine; ludo o oumpre declarar que estes movis estilo
lie de um goslo ddicido, gracioso, mi- OIOCUH ios comiera habiiidado ; uo Ibes
mitsvel. l'alavr.iS uo pod ri i n de ero falta seno seren desenliados por ino mais
vor as var ia les inliiiitas ti i desenhos ejoxercilada, so pesados e massudos, per*
mi Del do inaudita riqueza, eos L-ci-j'iina-sc-iuc este termo fiuiiliar, cono ver-
des esmaltados do llores puras e frescasJdadoiras casas burguesas, A lnbiioiheca
cono ss di a naturoza, Em, ver Isla sup-j >m msdeirs decarvalho, que o Imperador
, or-so-lna que othalaraoi aromas, Uovi- olTereceu di presente a ranilla de Ingla-
vi,lo o mi noso be seu aspecto, lio mar-trra, he seguramente una belli obra, mas
vilboss a sua II xibili li I". A" visls deslis scni eslylo, sem Carador pode comparar-so
crespo s assombrauas, uo pude suhtra-.com una igreja reduzids por urna escala
lnr-me s reflexes bem Iris'es, Ess^s lin-:pequea como os modelos de pan qus li-
les lecidoa, in se tomsri un por obrs das 'guram e n os nossos musous d curiosidade,
fulas, s.ibi ain d is nios do bu noiis terri- os austiiacos expozaram tambem um leiio
veis, que pereceas vezes menearem mais I de armaffio, da madeira de acaj ou de
Voluntariamente a espada do que alan-tangies, que de certo ultra.iassa to las as
cadena. Vom de urna cidade hoje circun-1provOrcflos dosu genero, com quatro es-
dada oe fortes, e loram fabricados sobioa t'iis capazas do sustentar um edificio ;
piolecefio do estado de sillo! cointulo esto trabadlo In desemjeiihado
Deixemos poro n os enigmas, o da pas-com iSo li->tiil lavor que o especlidor para
s-geni censuremos asporamenle os fabn-1 i voluntariamente diante dos milharesde
ranies de lit^s de St Euenne, que nao sol'' slis o estrgalos de um olfeilo pbantas
dignaram, exeepcffo do cinco ou
i'Diiipai'ccer na BxposiQflo Universal,
basta, meus senliores, ser vlenles; ha n- eeuarla iogleza, que osla mais aiianiada
do que a austraca, e que nlai.leou na el-
rosillo mima variolado de formas o exu-
berancia de movis extraordinaria
leiro Carlos, do 171 lonelladas, capilo
Jos Li q'ii m Su.i res l'ilno, eqinpagcili 13,
carga carne : a Rillhar t Olivoira. Pas-
sageiro, loto Jos Gomes.
infinito numero Paranlba -- 7 das, bi ite brasileiro Fiordo
Brasil, de 2 londladas, mesl'fl llonri-
qiio le Souza Msl'ra, equipage n 5, cnrg
SSSUCsr ; a Antonio Jos de Castro. Pas-
sagoiros, Antonio Francisco Goncalves e
Ricardo Francisco de Olivena.
V a vio muflido rio me si no dia.
Assu' brigoe brasileiro Feliz Destino ,
cipito Antonio Mai lius Das, em lastro.
Pagadoria militar.
0 Illa). Sr. Coronel inspeclor
ds aiitiinrisae.i, que em ullici
rente recebeu duExm. Sr.presidente da pro-
vincia, manda annunciar que, no die 9,
quinta-feira desta semana, tem de contrac-
lar na pagado'ia, das II horas ao meio dia,
com pessoa residente nesta Capital qoate-
nli i socio o>n qualquer ramo de negocio, no
presidio da ilha de Fernando, ou que ihe
convenha ali esiaholecer-se; o fornecimen-
lo semanal da bolacha, que necessitar o hos-
pital do mesino presipio, sendo urna das
o indio/i s- ser a balacha fabrlc la da melhor
farinha. Ootro smpela mosma authorisa-
33o convida a compaiocor no ni sum dito
la algum dus sen mies facultativos, que
ten lo as habilituces precisas, queirs hir
servir no roferido presidio, e ter a seu cargo
o ireclamenlo dos doenles do hospital, li-
cando eulendido, que das babilitaces de
que se tracta, a primeira he a que a le
exige.
Pagadoria militar de Pernainbuco, 6 de
nutunro de 1851. No impedimento do es-
crivoo, o ullicial
Joaqulm Perelra Bastos.
- Na noite do da 6 do enrenle foi pre-
so, o so acha na cadeia desta ci lade, o prelo
de noiiic Victorino, de narjOo, diz ser de um
brigue denominado Santa barbara, pertou-
cente a Amuriin & Irnios.
und .legaca da freguezia do S, 7 do 0U-
tubro de 1851.Migue) Jos Teixeire.
The a I a-a- lie S. I /. i ln'l.
12.' RECITA DA ASSIG N ATURA-
Qiiarla-lctra 8 de oulubra de 1851,
Logo que a orchestra Icnha cxeculado ulna
das uielnorea ouverturas, a compauhla nacional
representar o muilo ulcrcssaule drama em 5
aclos.
1) Uarinhciro de San-Tropez
ou
O LNVElNE.NAMENTO.
Personagens.
Jorge Alauricio. U Sr. urmano.
Auioulo Cansado. -- U >r. coimbra.
Catlut ,1'Arbel. OSr. Silvestre.
Linglois. -- lUyiiiunilo.
i."luir d'Aubcrivf. O Sr. Rcll.
Itiruiiimo. -- Sr. Munlclro.
G .rft.il. -- O Sr. KUerra.
Uumingos. -- Sr. Cabral.
I. Trai>alba.iur.--OSr. Dias.
Z." Dito. OSr. lloseutlo.
Jos. O Sr. Joaquiit Jus Pereira.
ll'n i- in i i <\' Aiibrr ivi-.A Sra I). Manoella.
Paulina I.ingluu. A Sra. U. Amalia Muuteiro.
cailoia Cautilde. a ^^a. Hita.
1 'i.lti illi.nlui c-,, ni ii ; i.Ihii (i, elC.
Terminar o espectculo cun a graciosa co-
media em t acto.
(Jiicii c INa 'jiril os Srs. Munteiro e Uiulia faro dois
prliicipacs papis.
Comessaras S horas.
Os billietes achao-sc venda do lugar do
coituinc.
Theatro de Apollo.
II*. RECITADA ASSIU^ATURA.
Quinta (tira, 'J de oulubra de 1831.
Subir a Bccua a inulto iiiteressanio cotn-
ciiuilia fin 5 actos,
O l'.Al Dli UM.\ ACTKIZ.
ar. lorvnr;So do correlor Oliveia, de g
ir, em virtnde norrio de mnbilie, consistindo e'm sor|,ll,
o da Ido cor- ae'resde diffireotes qu.lidades, inelmi
de bslanr;o, mesa de meio de salla cum
das, lailo para casel. mesas da Juan Ti
tes para livros e para msica, ce ieir'.a !n"
latiiepara escrptorio, jogo de b.ci.?/"
copos para vmho e para egoe, gerrafan l '
tal,arras inglesSs para .o., quadro, a'
melhor goslo, um apercibo de coih,..
garfos de prata de superior qulid.de a
manufaclura ingloza, outras obras den,
ta, banheiros, e difireme outros srUo"
que tambem se vndelo InraiiiveimSo?'
em cousequoncia da retirada da famil", h
aiinuiici ante para a Inglaterra :qi:inla.f,
9 do currante, Ss 10 llores da menhli '
lerceiro euder de casa onde lem escriiiirn-"0
ossonhores Henry Forster ccComnaohi. ..
rus do Trapiche Novo. *
-- Deane Youle & Companhia, conaicnaU
rios da barca amanoana W. ||. ||. c \Vrichl
oapiino Worlhington, fstSo leilao, por,
tervenrjo do corrector Oliveira, de a im
harnees de farinha de trigo de BalimlmV
vindaspela mesma barca, arribadla et
porto na sua actoal viagem c.,m de.tido ao
do Rio de Janeiro nojequarta-feira g ,
correle, es 10 horas da mannSa eoi punto
no seu ar.i.aieiii, boceo do Goil(alves '
Avisos diversos.
EDITAES.
IHO .1 Biu rt3iii.i.3 uu mu ..-.<* ^.........j-
seia, jl:co a magaslOSO qua allr.hc a vista.
NSu A me-ina observarjao se sppllcs a irar-
CesserlO sabir das li"
cmbalo. Sois 08
de lilas no intuido, be
b'irrs
irima
cas nos dias d
iros rabrcenles
o usa assentida ;
tu
in-
ven ims OS vossos pro I notos, at i^m l^ii-IgleZ^S u3i> pn p.iin ; eui|iregaui ric-s ma-
dres, por nnllid'S, licm osbamos; mu-i deiras, COltim acaj a mncicns de bano
devieis tor sppsreci lo para sustentar s su-(como poda, e multiplioem as superlloiet
lula repulslo do (lopiit'illenlo da la Loi- as prulub iranciaS, o' relevos, como sea ma-
ro. Toados riqueza solUciente para aa*"
de viiaem. E sUn is o qua vos arnn
'eco; As fibrilas oe litas de llasilea c de
ifuriCh oblivoraiii aqu eucnniineiulis a-
vultadas o l'ii porque forain g raluioule
admirados os cus producios ni lugar dos-
iossos ;e al as lilas uiglesis alcance-
rain algdilis vaotage ii. Sei que respou le-
reis.
ii ll'iubam nos ns nossos desenlies, aire-
deira na la cuslasse. Os seus movis dis-
linsjuam-sa pela massa,a amplldSo, o e-
no me vulto. No g ero extravagante eci-
pricllOSO ia i'oisas iiiaravilhosas ; lia lam-
beta mullos objectos da formas commodas
a regulares, qua pea belleza da execugo se
aproximara da cuirecSo o elegancia fren
rea Julgo llover indicir sol nossos fab I-
CSllieS O ventajoso ciilorego que i marca-
n iris ingloza I./ de niidoiras dilloenle dos
medam-uos, laisili-am p llosso fabrico. [classioos aoeju e paiixandro. Gumpreque
facam o estudo iiiuiurlaule dis ion neravcis
amostras do limita madcias Je todas as
eOreSj que briiliam na uxposifio. A Aus-
tria, a ierra ie Van-Uieioen, a I li lia, as
Mullicas, o Brasil, toda a America do Sul
enviaram cotleCcOaS da unlivel bidleia.
lio nic iss.no s.liir do trillio usido, senSo
acoulecora aos movis o inesmo do que
estilo amea^adns OS chales ; da Ullilor.iii
did i nascera o aboiiocimento, eo oousum-
ino ha de padecer: Ionios meloorado as for-
mas at o ponto de perfeico ; sgors e per
ciso variar as maleiiai primoiras, para o
qua a marcenara pO e expiOrar as lljreslai
do ambos os mun los.
Un Revista I inversa! Lisbonense.)
He uina liorna pera vos. Tanto sois MU-
ba los au>enl( s o mo p'csenles, ca.'aoilai-
vos dlsso. Visitando cu In dias a cldade
de Manchesler, enconlieium afama lo fa-
bricante do cliitis, quo ma disso quito-
dos os unos pagara75 mil francos a de-
senlia lores llano es, c o llanca, para ter
desenlios, 01 a coi res on icnt'S para al-
cancir amo.lias. Pur ventura, os lalsili-
cidores ou cont'afielores belgas iinpodein
de oscrover os grandes esen, lo'Cs;'
Os fabricantes de ron las di II lUle-Loire
inostraram mais palrio^ismo, o l'iilo delles
mu primeiro logar, nSosandoOS mosiresda
arle, |iori|U4 i npxtarain allenlo a P0VOS
montauhezos levaodo-lnes a industria las-
rendas. A rapidez do meu Iraballio lio
permiti qui no nea os fabricantes, mas
dselo tributar boineiiajiem a fabiiua de
l'uy na pcsioa de M. Robert l'aure, que
enaaiou um gjnero novo e qoo conlri-
bue en-igicaiii'intH pera o boin xito da
nova escola eslebclecida no centro daquello
districto remulo.
Em aurjima, o ntrico das reas altes-
la um prOjiresso na verdade nlo espera-
do. Itayoux, Miracourte, Clianlilly, Alen-
omi In il ia ii na Ex|iosie,ao de Londres com
esplendor sem riv.il.
as senlioras devam fazer o maioresos-
forcos pera animar B,t, furmosa indos-
t ia, feta quasi eiclosivamcnte pera el-
las, exercida por inulheres no lar domes-
tico e que boje cont as operaras a cen-
tenas de mlbares, coisa apenas crivel I
as reas locobraram consiieravel im-
portancia que-nSo retroceder, antes pro-
gredir. As de llayeux e Cliantilly lem fai-
te progressos i inmensos, dovidos ao iilus-
trado zelo de alguna fabricantes. Ale as
blondes de seda procuram ronascor, e M
Randon, de Pars, expoz algumas mu
orieinses que po lerlam restituir a esla ra-
teada, quasi tods de exportacSo coloni-
al, a estima das nossas damas.
CRIANCA O'EXIR KORDINAfllA K01l< l.
lia na povoacao de llegas um joven (toe he
rerdailelro phenumeno de robuateae de prodi-
gioso deseuvolvimenlo muscular. O dito joven
uieoino aioda i|uantoa idade mas boineiii leilo
em quanlo BalelUra, nao lem mais de arte an-
uos e meio e j lem oito palmos : destingue-je
por Ibrca extraordinaria; levanli facilnieutc e
sem e-lor^o i|uas oilo arroDas, e julga-se (|ue
pildesse levantar muilo mals, pois eonla-se (|ue
leudo apenas quatro anuos o carregaram com
um ni i liu.. de i|.i,ii.j arrobas* i ni j algu-
iii i barba, e cabellos at na palma da mao.
Em quanto a carcter, nao lie mui docilma-
niiesla decidida incllnacau vida solicitarla, e
a viver nos bosques, nos i|uaes pasta a maior
parle do da.
( IVriodifo (foi Forri do Porto).
MENDIGOS NA EUROPA.
Apropoaij'lo doamendigosconi a povo u;o
de c ida paiz da Europa he a seguiute :
Inglaterra tem 1 mendigo por cada 6 hbil.
l'aizes Baixos 7
Suisss. 10
Allemanlia. 20 >
Frange. 20 e
Austria. 2i a
Dinamarca. 25
Italia. >
O cidadao Huiino Jos Correia de Almeida,
ci v ilii.'iri) da Imperial ordem da llosa, of-
lial maior da assembla provincial legis-
lativa, e subdelegado da freguezia da oa
Visla em vii tu lo da lei, ele.
Faz saber aos habitantes desta Ireguozia,
qiiodnconlormidaili; com as ordena do Sr.
duzembirgador cnel'a de polica iolorino,
que me forum transfer las pela delegada
no primeiro ilcstriclo deate termo em data
de 87 dn crrante, so publici para conhecl-
menlo de lo los, as disposi(0es coudas nas
nnperias portarlas de de inine.ii e 29 de
riezembro de 18J1, que niandam conferir o
piouuo de 8,ouu rs. a quem aprehender
qualquer dczirlor, e o de 1,000 rs,, ao que
estando auzenlo uo ebegar a completar a
dlzerfSo, lieindo corlo o apreliousor, que
taes (plantas sorilo cirectivameiiie pagas pe-
los cofres da lliesouraris, logo que se viri-
lique a aprcndie,."!!) dos sobie itos dizerlo-
ros, e para quo o prsenle chegue ao co-
nheoimeulo da lodos sera ala lo nos lu-
gares pblicos desla freguoiia, e pi.unta-
do pila impiensa.
Fregn-zia la II11 Vista, 30 do setombro de
1831. Eu Francisco de Barros Correia, es-
cnvSo o escrevi.
Itufio Jote Correia de Mmeida.
0 lllm. .>r, oriiiieiio i-scripiurario,se*-
vinil.i de. inspector da llie.ooraria da fazen-
da provincial, em cumpnmcnlo da ordem
Jo Exm. Sr. presidente da provincia de 22
do corrento, man la fazer publico que nos
lias 7, 8 o 9 de uulilbro prximo vin luuro,
ira a praca para sor arrematado peraule o
11I11.1111I ad iiinislrativo, a quem por menos
llzer, 91 bancos de honra para as aulas de
instrucoao publica avahado cada um cm
3,000 rs.
AarremaUco; ser feta 'na formado
irl 1.: 1 2t da le n. 286 de 17 de 111.110 de
1831.
As possoas qua so propozerem a esta arre-
111 ii.n;.lii, ('iiii.nie.'iiin na sala das sesses
do mesmo tribunal nos dias cima inenc 1-
11 idus pelo meto da, onde acnarSo o mo-
delo.
E para constar so man lou aflixar o pre-
sento e publicar pelo Diario.
Secretaria di lliesouraiia da fazonda pro-
vincial oe Pernambuco, m de setombro de
1851.O secretario. Antonio ierreira da An-
nunciaedo
Po.-soas.
i: ispar.
llardo de II 'rollas.
Dionisio I .mi.
Snalo Carrasco.
E111 presa lio.
Conlra-regrn.
Jorge.
Antonio.
Um guarda.
Isidoro.
As Sras.
I.uize.
Amalia.
Delnquela.
Os Srs
Acioics.
I. .11 n.c ,'n'S
Telles.
Costa
Mello.
Jorge.'
Figueiredo
Conrado
Srbastilo.
Caotano
N. N
I). Leopoldina.
in.iniia Janoaria
D. -n'." I.ule
Aflores, Aclrizcs, Msicas, Carpinteiros, o
Criados.
FlualisarSo espotaculo coma mulla ap-
plaudi la coinmedia.
Us qtiartos particulares.
A cien.....ni o pai de urna actriz sabida da
(iCiina da grande AOtiiz porluguesa Ca Iota
ralean, be em verdade digne de t idus os n-
logios, (I papel .lo Cuspar verdadoiro carica-
to est Conliado eo Sr Cuimares que leudo
lelraiialnar cinco actos ueste dillicil geui-
ro empregara lodos os exlorfos para satis
faser eos seus espaciadores.
Avisos martimos.
Para a Haliia,
segn brovo a vcl'ira o bem condecida escu-
na nacional iilelattlr de primeira marcha,
forrada de cobre, por ter gran lo parto do
sen c 11 re.; un. o-.1 contratado; quem o res-
Unto quizar carregar, ou ir de p"smgero,
queira lirigir-se a ra da Cadeia do Reci-
te 11. 23,veude do Sr. Antonio da Costa Fer-
reira Estiella, ou ne luja de ferragens do
Sr. Vidal, na mesma roa n. 5G A.
Para o ARACATY
Sala empretorivelmenie al o dia 15 do
correle, o hiele \nyelica : quem noile qoi
zer carregar, ou hir depasaagem, derija-S4
a roe da Cadeia do Recito n. 49. a Iractar
com Amoni 1 Joaquim Sove.
Vondp-so a barcasse Flix Deslino, de
Irinta e cinc > caixas c n sacras de assucar,
lie nova e minio bem construida, e bem ape-
reltiada : os pertendentes podem examna-
la ao p do trapiche do algodSo, a Irelar na
ra da Cadeia .10 Rocife 11. 30.
Para a Haba sai alia o fim da preint
semana, a sumaca nacional Flor do Angcliin,
por ter o seu carregamenlo quasi completo,
-- Ollm. Sr. omcial-maloricrvindodcins-i''"1'''!10^ r c'bar alguma carga e pasea-
pector da Ibesouraria da faicuda provincial, I in,roi lrotar-se com o mislie Bernardo
em cuuipriiiicuto da rcsolii(ao do tribunal ad- i de Sousa, ou com Luiz Jos deSa Ai aojo OS
uinisiraiivo, manda fazer publico, que no dial ra da Ci UZ n. 33.
9 do crlenle, vai envanenle a praca, para se- I Pare Lisboa segu com brevidade 0 bri-
reni ni 1.ni nulas peraute o mesmo tribunal, gue portoguez Conceicdo de liara, para car-
a quem mais der, seis moradas de casas, que K passagei.os trata-se com Tliomaz d'A-
SS iKX iSaS E-Ti:!'-.' C'" ,a?a,ne,r i quino Fonsoca e llio, : na ra do Vigario n.
do x'iio iii iicranca no inventario dt* Joanuim I ,n
Lu. de Vlello Carfoea. e que na conformi'd.de ,9 P/"""'" lar ou com 0 cap.tSo, no pre-
da lei foram adju.licadaa a mesma fazend, sen- \ ca du commereo.
(,0 11,1, Maraiihoe rara
o 4 na pin > 1. m dos Afogadot ni. 24, 26, c
30, avali idas em .VIii.iiiiii rs., e riuas na ra dol
Poeo nt. 15 e 17, avalladas em 2i 2,111111 ra.
Os concorrcnles comparecain no dia cima
indicado pelo meio dia na salado inclino tri-
bunal.
K para constar se mandan afinar o presente
c publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihcsouraria da lateoda proviu
cial de Pernambuco, 3 de outubro de 1851.No
impedimento do secretarlo, Francro di Barroi
Falca'o Cavalcanli de Klbuquirque.
Declara^des.
0 lllm. Sr. director das obras publicas, da barca l'rancez.i Cont Hog
O novo brigue escuna Brasileira Graciosa,
deslio i-so a aquellos poitos, quem no mes-
mo quizor carregar, ou ir de pessegem, di-
rija-se ao consignatario Jos Uaptista da
Fonseca Jnior : ra do Vigario u. 23 segun-
do andar, ou ao capilSo na prega
Para o Havref'
pretende seguir com muit> brevi-
dade, por ter parle do sei -s^arre
gament prompto a bem conl^s;-
L.
- Na aula particular, dirigida por D. Um.
b 'luna Wanderley Poixoto, sita na ra di
Cadeia do Santo Amonio, no segundo andar
do edificio 11. 14, scha-se regularmente tra-
balhsndo, e anda aceita alurnnas internas
o externas. A annunciante lem feilo um par-
ticular estudo a respeito do melbodo, e tara
conseguido o repido adianlemento de auat
alunirias: as pessoas que acharem exagera-
can, podem visitarem a aula eeniSo sernos.
Irara os trabamos das meninas, o sarao tes.
lemunhas do adiantemenlo.
-- Precisa-se de urna ama para todo o ser.
vqo de urna casa : ns ra da Assmnocao
n. 16. KV
-- Na ra do Vigatio n. 19, primeiro aj.
dar, existe urna carta vimta de Lisboa par
oSr. Antonio de Souza Helio Meoezes.
O abaixo essigoado participa ao respei-
tavel publico que negocio algum fez como
Sr. Antonio Jos Ferreira GuimarSer, e nea
est para fazer, e por isso osannunciospu.
blicados nos Diarios de Pernambuco ns
225e226, de nada valem.
Diogo Jos Leile GuimarSes.
li Mi'piir een da ra larga do Rozrio
0 muleque creoulo, de nome Ignacio, bem
prelo, rosto redondo, levou vestido calca
azul, ccamisa de madapolSo, com I8111001
de ida le: quem o pegar ou delle der noli-
cias certas, na 1 na larga do Rozario, reoY
11. 33, recebera boa gratillcarao.
Precisa-sede um menino dos chegadoi
de liii.i ou brasileiro, que se queira apphcar
ein urna venda, inda nada aebendo: apare-
ce nos quatro cantos da Boa-Vista, debaixo
do sobrado n. 1.
-- A pessoa qus annuncou no Diario de
honlem n. 226, precisar de urna pessua para
lomar cunta de urna cobranca nesta praca,
dirija-se a ra Inicua 11 20, prinuiroandar,
das 7 as II horas da maulia, e das Jas 1 di
tarde.
Precisa-se de um fornoiro para pada-
ria, na ci lado da Vicioi ia, ou algnma poasoa
qoe leiiba principio deste Ir.balDo : a tratar
ua ra da Floientina n. 6.
Depois da audiencia do lllm. Sr. Dr.
juiz dos failos ds fazenda om o dia 10 do cor-
1 011 e lera lugar as pravas ennunciadat nos
Diarios do Pernambuco ns. 24, 23 e 26, a
excepcSo do sobrado da ra da Aurora por
ja tcr Sido i 1 emaiu o.
Adverlu-se que entre as propiedades que
vilo ser errematadas ha um sitio no lugar do
Atupucos com olera, planta de capim, casi
u torienoalm da estrede, o qual faz paila
do dito sitio; avallado por 7.01)0,000 rs,ca-
ja proprie.la lo oll'erec.i vanlag-ni a posMI
que porventura a queira ariemalar; he a
ultima praca.
Um muco portuguez que tem multa
pratica de venda, assun come do qualquer
'sei i|ittii'ai,',"iii, que pe lo n,-a ao dito n ',0-
eiu, uu mes no do qualquer outro, qoeoio
seje venda, se olTerrce para caixeuo inda
mesmo para lomar Cunta por balan(o,do quo
pode dar fiador a sia conduela; pur isso
quem dd seu preslimo se quizer utilisar, di-
iija-se a ra ireite, venda 11. 27, que se llio
dir quem n.
-- Pelo juizo ds primeirs vara do civel
desta cidado, lem de aerem arrematadas por
venda no da sexla-felra, 10 do crranle
I horada fardo,na sala dasauJell0laS,2 ulO-
radas de casas sitas na Suleaade, a primeira
de n. 26, do pedra ocal, chaos proprios.cua
quintal ce cado de peina, avallada ero rs.
450,000, e a oulra de 11. 24, chios proprios,
com um pequeo sitio, e um terreno foreim
diviiliiido esto da cacimda para os fundo),
a v 1 1.1.ia mu ^-s. 700,000, por execucu il>
Aloxaudre Jle Pereira, conlra MauodrV'
101ra de Areujo Cestro.
-- tlanoel Joaquim Hamos eSilvs, decan
e faz publico que Judo Jos ds Costa LeoiM,
neiMiii de ser seu ceixeiro desle o pnmeiro
do co rente mez de outubro.
A pessoa qua quizer comprar o icrteo-
ees da venda n. 60, confronte a
lloa-Visla, dirija-se a mesma quo ,10 bera-
los,- fara lodo negocio; na mesma veodi
existe urna pipa de vinagre du reino, que se
vende por muilo barato prejp, lano a reta*
llio como por atacado.
Alinelo.
A pessoa que annuncou no Diario oe
honlem, precisar de um ceixeiro pira cu-
branca, dirija-se a ra da Santa Cruz n. 66,
que achara pesaos bastante habilitada pe"
fallar.
(ulereo '-se urna a un branca de pouca
idade, pare case de homem solieiroou hu-
yo, ou casi de pouce familia : a lfl"r "*
rna Nova u. 28, primeira andar.
Os abano assignados avisam as fami-
lias dosu ci.lado que, em consequencia del
grandes concurrencias nos dias .-auto
para repartir ot trsbalhos nesles ulin0'
dasaclia-se todos os diaa, menos os do-
mingos e das santos a disposic^o, una ci'-
roagetn pare conduzir es femilies que drs-
jaiom tiraros seus retractos, o lerSo a eoo-
dada de mandar dizer na vespers. Cario
. Fiedncks fit Companhia: no aterro ui
Roa-Vala n. .
-- Precisa-se de alugar urna negra pi'
lodo o ervii;o de ra : quem tlver e qu"
alugar, dirija-se a ra da Concelco ds -
Vista n. 46.
Precisam-se de doos srvenles scravo,
possantes, para es obras da igreja de M-s
SenhoredoLivrsmontoi quem os liYerai
rija-sea mesma igreja.
9S^


3
A nirlo di oleria no fim di rui dos Pr-
~es"Vrtencenle os nelos ds f.lleci.l O
. Michaellf. dos Anjos, por beranca d.
. iaeneloa menores he lulor o Sr. Antonio
est embargad pelo juizo da
falle1-!
I
.A Pinto, osiB diipw-Bp r- .
i,ielra vara do civel, escr.*8o B.ptista,
ErT seguranc do pagamento ecua'
S fallecido Manoel Antunes Vlllaca.hoje
eu.nerdeiros, contra a Sra. D. Anna.e n!lo
r,M 9r tendida.
p No da 10 do correte mez val a praca
n.r ser arrematado dus camas de jacarau-
S! oor exrcuc3o de JoSo Bauman, contra
r.rlos llerberter, pelo juizo da primeira va-
.. do civel, escrivSo Molla,
OSr Joo Francisco de Moura tem uma
c,r"la na ra do Queimado n. viuda da
B,b"'a mous Srs. barbeiros, fazer ludo, e
nVd-ixar ni'la para os outros, isto j ha
muio lempo eu devla fazer, mus hoja n8o
po-so mii l Porilue me veJ dol'Mnt" 'cdu.tm 24a 26
| vellos de qualquer doenca que tiverem, teri-
ler
i i.. nnm ii-.ii;i,-, 'll" sillo aprendiz a esta proliSSBo, o a
ApHWiqua !>''ac0"' h,b''11 "fjs.cxercida... India, donde ha puuco veio
para tomar coota de "M cobranra nosta .proveita.-se de sous seivicos,
praca, que.r. annunc.ar a sua morada para u J, pre.Udoe cm toda a attencflo.
ser procurado
Preclsa-se do um torno proprio pura to-
das as obras quo'for preciso lomear: quero
liver para vender ou annuncie.ou dirija-se a
ra das l.aranjeiras n 4.
Anda nHo aopareceu o mulaqne Domin-
gos ciioulnf bolieiro, e sapatalro que fugiti
vista de uma paga justa : dinji-soa ra do
Pillar n.70, casa doSr. Maia a qualquer hora
do dia.
Aluga-se uma casa no Caxang, a me-
Ihor que existe naquelle lugar por licar ao
p da ponte, a qual tem duas grandes salas,
corredor lavado, seis quinos, cosinha, es-
-, fl IHHIWUI lurnilU, aria uu-i t"0| tiumnai vj-
28 .le agosto p. p. Desconfi i-s e o;tar por ll|D 4 ou 6 etsMoi sendo aonlra-
Qlllll Illl'Ullllt IPillll'lll,. F'l 1> lili lili irn- -' ... .
aqu mesmo acoutado trabalhanlo ilo sapa-
teiro, e timbero ha noticias de ter passado
ni Pau do Alho, c hido ao l.imoeiro an lu-
gar Lagoa Torta aonde tom a in3i,e la esteve
seis das, sahindo de, os ti ti com receio
de ser pegado ; dizem que foi para o serillo,
ou qne tornon a vir para aqu, talvez passe
por Turro, a lenha mudado u mime, o a rou-
pa,porque levou um molatilo de viagem com
sua roupa toda, coslu ua as vezes andar ca-
annos, he magro, altura
da pela frente com porl3o; quarto para pre
tus no quintal, banho no fundo do mesmo :
os pretndanles dirijam-se a Gamboa du
Carmo n. 33.
Carlos Fredoiicks e Alexander B.
Weeks reliram-se para fra da provincia
I'rccisa-se por aluguol um pretu, d-se
12,000 rs. por mez, e o sustento, para o ser-
vido ordinario da padana, na praca da San-
la Cruz debaixo do sobrado n. 106.
Feitor.
Aind se precisa do uma pessoa que cn-
tendl de plai.lseOes de silo pura trabalhar
em um no lugar du P.emodio: quem cslivoi
caJ'o"ue'me vci ido mato, osle lira o mua lo de Sucias. Foi do finado Vicente l'criei- netas Olroumataneias, dando pessoa que
de valente que rreoega do reino vegelal!!! ra de jarrada do Limooiro, e ho]e do abaixo abone a sua boa con lucia, entenda-so cun
lenno outro. mas 4fesco que deste ii.lu te- assignado que prcmeito boa gratilicac,o a !o porleiro da alfaiidega desta cidade; na
mas que fallar, e como estou para partir pa- queui lita o levar.oulheder milicia curta del-1 mesma ic,ierticflo das gas 4 lloras da tarde.
ra oCoara alii deixo lodus tres. A leus meu |e, pagando al sai disso qualquer despesi : Amia so precisa para slugar urna pro-
caros amigos, a derrota esla feita, filta-ine no .iiicrro ,1 i Bui Vi-la n. 10, mi no-, Afloga- i > esi ri, som vicio, oque saiba fazer o
descubrir trras, adeus, adeus, tros vezes dos sitio junto da lgn ja do > Miguel, .servido inlerno do urna casa de pouca l'jriii-
adeu. l Cuilhermo Augusto llodrigues Selle lia: quem a tiver aiinuncio por este Diario
AltencSo, attencSo, e muita itlenejh). No da 6 de nululno, da luja .oSr Joa-ipara ser procurad), OU diriji-se ao porleiro
Gratificacipde 100,000 rlis. (|Ujm ||,-nrique da Silva, ao pateo du Colle- da alfiidega UeSla cildde, na mesilla repar-
NodilSadu Correle um escravo pigem ,10, a luja do Sr. DuUltdO, e dilii a repart- IlH1o, ilas8 asi horas da taid.
do Dr. Francisco Jo3o Carneiro da Cunta, jo do sello, purdeu o ab.ixo assignado 1 itfe gj#3t *'9> 9* ? ** )
depois de ter commultido um roubo dedu- urna caixa du labcu de tartaruga, loiii uma
eutos esincoenta mil res em notas, praia, chapa d'ouro com as letlras eniciues, esmal-
e entreeslas algumas moedasde pataca, e tadas F. J. A. : quem a livor adiado lira o
nn'i 1 pataca tentou assassina-lo com um pu- favor restituir ao mesmo abaixo assignado,
nlial com que se havia armado, tendo antes que recompensar,
so prevenido de cavallo, o ouiros restos francisco Ignacio de Alliaijde.
para seguir para a cidade do Kecife, aonde Quem precisar de um rapaz purluguez,
esperava encontrar protejo,e acolhimentu. para c.ixeirode loja da fazenda, ou ferra-
E leudo acontecido que por denuncia que gens, dando hador : dii ija-su a ra da
houve, liuuve-.se sidu preso na occasiflo em dla do lt;>ife, luja do ferrageni n. 53.
que esteva armado, e preparado pira com- o bachnrel l.uiz Lopes Cusiullo hrano,
melter o atintalo, sendo que depois do ailvuga e lein banca, na ra Nova 11. 03 pn-
preso fosse remettiio para o engenho Ca- meiro ailar, onde pope sor procurado, das
xang de propriedade do major Mariano 9 horas da manhil, s 3 la tardo,
Javier Carnei o da Cunha, da h se evadiu, Acna-se justa o cuntraclala a compra
teido furt.do um cavalio no engaito Con- de urna casa lenca sita ein Oliuda, 1111 ra
tenda, e a>im montado se oncaminhara de haixo, perleucentu a viuva o lilaos du l'al-
para o R'cife, aondese acha transitando ll- lecidu Francisco Antonio Cuimailes, quer
vremeule, harmado constantemcnie aguar- o comprador saber so eslalivre edeserubt-
dando occasiflo em que o dito I)r. Francisco rajada do qualquer divida; por iaso hu que
Galsuouxt iifiiii<-ia
" faaiirtz.offorcee i'<--ti-
1
Paulo
1110 ao piihliro pn tllOOS
# uiUterea de sua proluaaoi |
* pode ser proeurado n qual- n
9 qner luna em sua casj ">
0 illa laigart" Ho/.aiio, 11. >! *
Q* legando andar *
~ l'ui rapaz solteiro il boa con lucia se
prop'o, a ensillar primelras letlras, gram-
nmtica, cm algum engenho, 011 inesnio fa-
zenda emquanlo sua con iuct 1 la eou ho-
Cimento que agrade a quem so quizar uti-
lizar de seu prestmo 1 na pratja di InJe-
pendeucis, n. 12, luja de encardenaolo, s-
dir cum quem ueve tratar.
Aluga-se um preio possanle, proprio
para servente; sssiin cuno, v, n le-se um a-
iambique mello, 3 saccadas de pe ira du Rio
dinheiro i visla por precizar dr-lle para o -- Compram-se escravos para dentro efo -
costeio do sou eatabelenmento do fazenlas ra desta provincia, pagSo-se muito bem.ten-
fiuas para a prac e serUo, na ra Nuva n. do bonitas figuras : n< ra das Larangeiras
23, aondo p le ser procurado todos o* dias n. 1, segundo andar,
para o ajuste. Antonio Gomes Vitar. Compra-S" uma mesa de 4 a 5 palmos
Precisa-se da uma ama do moia idade de compri.nento, que esteja em bnm uso .-
para lodo o servicouu uma casa : na ra du 'na ra larga do llosirlo, venda que faz es-
llortas, casa ierres pintada de novo, n. 66u quina para o becu do peixn Frito n. 9
011 no paleo do Carmo, n
mmmmmam m Mt
* Consultorio
humeo- {
latliico.
Joflo Carneiro da Cunha, lenha de se dirigir faz o presente aviso, para qu.i depois se Ihu Foi Dioso, o aluga-se um nina canoa quo car-
s cidade: os sigoaes do cscravo a sima ojo apre.-enteui duvidas, OU rec!ama(0es. | reg 1 luo lijlos em boa estad J : na ra
mencionado silo os seguintes: do nomo JoSo Manoel da Silvu Santos, faildeS, Francisco casi apalaeada.
Jos, crioulo, estatura ordinaria, secco do .. c a 1 '+,*.*.s,n ti*ii*. *&&**s*$
corpa: cor ralint. ollioa esperlos,b.m f..- publico queO Sf. Antonio Joa-, ZYltSSZt! hm^Jlaia. S
lame, e nmiioconhecido J^Jl .ju.m de t re.tas Gu.maracs, deixou f 4 Sahj(), |(J1, |irj .M pa'rte u ,sla .
de ser SCIl eaixeuro dend6 O da pn-,* obra compona pelo professnr humeo-
1 do crrente mez. !"ll"a ('0,sot "> iiidUt em <
cife onde tem estado por difTereolos vezes
e por muilo lempo acompaniiendo ao dito
seu senhor. E por tanto roga si a tolas as meiro
iiiioi .lacles policiaes a quem a le incumbe
Os senhores assignanles da semna,
aderezada proprio lode, e vida dos ci.ia- qUeiram mandar rcceur os nmeros de sua
dios acaplurauo dito escravo,e mesmo a ,,sj|gllalura : .,,, |,v,aria n "
qualquer pessoa do povo so pede este ser- Ja indoi.und rn-ja.
vico, oelo qual alem do coniarcum o agr- l'ASsAPOUTKS
S tres parles. Esta prirefrs comp-o-
'' tiende, o discurso preliminar, aimro- K
^ duccilo, o i-iaaia do do-ule. a c>co- aS1
6e8, dapracuio ||,a do remedio, o emprego dos reme-
I "*J 'los, o rgimen os conselbos clini- *
Mn.n, an .!., r- r-rui,ri,i>,i I.iflii l*,ar- .. 'as eos, C un 1 cxplic cao dos iiinuos gre- ^
decimentn do dito Dr., francisco suso r.ar Huma pessoa bastiiiiloliaiulila laquoamu-:
neiro da Cunha, ter de reesber do mesmo, tose tem empregado a tirar ^assapoilo p.ra
ou seu pai Joo Xavier Camciro da Cunha, dl!lltro e fol do imperio, o despachar escra--^
a gralillcacao de cem mil res a cima pro- vos.coulinuanowcsmnexercicio.asi vern- j meltida. do queale.n da acnvid idocoui queso presta | ^
Precist-se de ums ama deleite, lorra ir por menos de outra qualquer pessoa; o ^
ou captiva : na ra do Passeio, loja n. 13. por ls30 puj0 SCl. procUaio; na rui do aa
Precisa-se de uma mulher da cor, de luiigel n. 9,cartoriodo escrivfioSilva lbei-i^
bons coslu mes, para cozinhar em casado r0( n, ra da Sania Hila n.61)
uma ramilla ingleza : quem estiver ncslas
gus analomicos em.iregailos em 1110 -
diciua, n a indicafllodosmedicamen- 1
loa apropriados paia cada oaau il 1 en- *
Ksla ulna he til, tanto
para, os mdicos que se dedicaren) a
experimentara nova medecina,como
para rudas aa pessoasde boa vonlade v^
'*
MOtea arioreuos, e a margum uo 110 i.api- ^ 10ia ,,,. t...... ecebem-st asaig-
baribe, quemo pretender dinja-se aCa-|g n.tur, p.ra a obra inleira a 5/000 no
Jrt punga ,10 sito do Dr Jacobina. v> c.oll.ulL... i.> homcopatnicoda ra das
" -Alluga-scuma pre quosaibs osiobar ^ (-r(lies s_ u u a pil,,|icai-10
m
quo se (Uizorem convencer por expe-
_ liencias da verdade ilesia doulrina,
--Alluga-seum grande sitio, combas- tf ,.r ,. mut00lmo lntPl|,.
circumsiancias, ainja-fo a ra uu uiui 11 ta 11 tns ir.ore lo-, o a margum do no i.api-
43, das 11 horas do Oflerece-ae uma mulher branca, pa
^ut^iV^o^l^^mL --"u,>-"",u" P"-^?" m Cruzas o. as. a,oisda puhlic.c
do Padre Klor 16 ocuzin"a- "a ,ua ""Boui-ar o enoaboar e todo o man m da, a, U.1(V n, rle
uo Kaare iioiianon. b. servico de .urna casa J dSo-se ailianlaios ^ ,.,,. ,.i ,,,in Innri i,r miel.
- Na rus do Ouetmado. loja n. 16, se di- ,20/000 rs. por um anuo ou I2J00U ra. meil- ^ P 'LS" ,".,' *X 7 a
ra quem di de 200,000 a 900,001) rs. a juros ,;,, ,lr,,., da iiidpnnod^i.ri > 11 17 se di. b qu" "'l0 "w "' "'S'""10- vo *
de i por cerno .0 mez, sobro penhon-sde ?! uu"ui weiaa ,ode|,0"d,,,,cw "' "m* i* mesmo consulto. 10 encairega sa uo w
ournouurala precita. amainar furnecer qualquer ouom-
" A. .^"fs0.a-qu.. Bn.nu?,0l! ?or ,ctu.f0!!,a m"da de medicamentos bomopa-
0 tilicos. Ao tirulo : Patllugencsiu dus ^
a# madic.imoiilos bomcopalliicos brasi- w
luiros.
J\o Passeio Publicon. 5.
Na mesilla fabrica concertam-se o coliro-
Pede-so ao Sr. Domingos Rodrigues de procurando urna lava loiru para dar roupa
Andrale, haja de mand.r passar a escriptu- lavada com o preso quo pede dirija-sea Fu-
ra de destrato aquitaolo d< pago do que nao ra e Punas ra do I-llar casa le rea 0.191,
ignora, que oslo he o recibo que lam a pas- ass cull, lambom so cngoiiiiiia na mes-
sar, n0o queira deixar passar tem,-o edo- ma casa com lolu pcifeiclu.
pois haver algum isquccimento, como lam -Manoel do Souza Cordeiro SimOeS pro-
acontecido com out as contas, si Vm. en- feSjor do pnmuiras letras, Msica c Crarn-,
leude que pagarei mais esta despeza para matlca punuguezas faz scieute arts paes do se qnalquer arms(iio survi.la lano ilo panno
evitar questao, eiigana-su. seus alluinnos o au respoilavel publico quo como de seda, eludo isso com o maior
Joa Con^alvos Mslveira, cm resposta niulou asuu residencia da ra esiroila do asseioe promptidSo; desejamus quu os no-
i pergunta, rj, e Ihe fez oJusto orno Kuzario para a de detrai da llalriz deate i brea habilanles cuncorrain para este esta-
Diariode Pernarobuco de 3 do correnle, m, sino bairro do Santn Antonio denomina- belecimeoto.
allirma haver iBiebido do Sr Joaquim lli- da Travesea dos Expostos casa n. 16, espe-l -- Reoebe-ae de coim.ss3o, cumpra-se,
bcirnPontes, os lucros quo esta Sr., por raudo continuar 1 goza. o inuamo bom con- 1 e ven le-sc escravos tanto para denlro como
I sua propria drliberacSn, e som ,|ue so Iho ceilu q publico, que al o presenta lem ti
peusse, sa dlgnou conceder-lhe o ou.ro do a satisfaco du uicrecor.
seu cumpanheiro, sendo que para ter agora ... ,
lugaresserecelumento, que alias devia ser Agencia de [iiss ijhii U.'-, e lltllios
ospac/'do 1.1 1 quaudo so effclmsso a a1"-! Je residencii
reca gumas IranS'CCeS havidas durante o lam-
po em que se denlo os lucros, o responden
le insisti em quo o mesmo Sr. acechas
um ahatimento, que de nenliuma forma fui
inu oslo iur ello. S quem no ennhecer o
para lora da provincia, e se adenla diuiiei
ro sobre os de commissOo : na ra das i.a-
rageirasn. \i DO segnndo andar.
Manoel ilu Alneida Lopes, com cisa
daConsigneC,fio para comprar e vender es-
Claulinodollogo Luna tira passaporles cra,,os- tanjo para esta p.ovincia, como pa
_P r. 11 '..i 1 ,1 .lli mili r.ii >\ un 1 ., .1.
- Francisco Antonio de C.rvalho Siquei- i Exm- yigarlo. Brrelo,onde continua, oll'e-
' para dentro, o lora do imperio, e titulo do fu .elle, mudou asna residencia da
" residensia; com preateza, e commodo pre- !r10,JMCsdwa do Becife, n. 51, para a ra
,"e co : i.arua da Piala 11. 43 primeiro an lar.,'}:' -cimba, 11. II, aouda morou 0 Uado
ul Francisco Antonio de Carvalho i'iquei-1
&SX?^tt7?kS?7Z ri' h\ Plouquelem teclado aocied.d.
l>.. ..... -L -...!, cita na ru larga do osario, na esquina du- I
lemu,.os annoa em au. caj. esyo.emo b,xo do ,, d dous and.'es n 9,
oesumar; em rier.-rancia como cunsta das condicoes explicadas por
u.lquer, W~*ttS^*tt9t&^T\*^ ff^ *& "'"
1 n prasento annuncio.
frr!,e, m." ,".i" '''-' cenlole para espoln
uma-c..ne"po^cT %Bm Z ST'oue', !* f,.0.*. SSTlZ *"""" '""K"
tem motivos para o estimar ; em deferencia
a verdade d a presente resposta ao Sr.
Justo quem
mais, ou a ouiro qu
zereslhe no permiltem
-- Urna mulher ponugueza de 30 a 40 an-
uos deidad?, se orFerece para ama oe al-
sociedale' r-cando-so loila 1 seguranza prccisi para os
meamos e bom traiameolo.
rVracem t moderna.
-- Na enliga fb ca de chapeos deso, s
rl 11111 novo o moderno sorlimcnt
mlluv do Colegio n. 25pH-S
metro andar.
O Dr. I. A.Lob.) Moscoso, i
jg rl consultas gratis aos po- ??
^ bres, todos os dias das 8 as g
n horas da nianhaa.
I'ralica qualquer opericao j
de ciiurgia, ou c parios.
liccehe escravos (lenles
para tratar de snas enfermi- iu
J ilades,011 f zer qualquer ope- '
-' rarao, por proco commodo
e." :'~ :' "" s
(Juilegio,Es|iirito -Santo.
Director, l'r ncisco de Salles de
Albuquerque
O Gollegio Espirilo-Sauto, .-ilo na rui du
Miiiiile^o, do bairro da Boa-Vista, acia se
em ol divdalo e tralialli it lo com rigula
ri lade tal, quu 080 p lu deixar du merecer
a aprovatjllo daquelles que s.bem dar o ver-
da iiiro upreco a estabeloi un, ni i-, desla or-
dem. O dir-ctor t?m feto parliculai estu-
doaresp iludo melitorameniodocullegio,
o ha cunseguiJo rucunliecida vaulagem ilo
nietim,lo qne lem empregado, pelo qual os
alumnos, sum a menor Infracto da msia
esilicii disciplina, acan;0o rpido pro-
gresan nss m I-lias que su liles ensillan).
As primelras huras, du ci'jo ensiiio so eu-
' 11 ra i a o director, ol reo "! <> mai >cun-
voiii nte ilu-envnlvun ntojporquoa netbo-
do a 'guido ubi iga o, meninos a apphcar ao
i'slu lu todos os 11 u nenlos que estilo na -u-
la vi iniiluainaiiie cuncorierem paiaua-
d lauta monto uus dos outros. aaoperatOea
uitli iil'lic.is a leituia a e-cnpla ,
a doulrina chiislSa a grammetica por-
tuguezi em la.ai ludas us QialeriaS qm
cunsliluem a Insti'ucfSo primaria, afiu
mamadas com t tallig?neia ios menln is as n 10 repelle o ao
cootrano recebe-as fcilmente, e de mod,
que nema inleligeut'ia preiudica a memo-
ria, iiiiii esla aqu lia. Aa oulras materias,
cuino sajam grammatica latina, lingu
frauceza e msica vocal e instrumental, o
Icrucum o mesmo feliz desenvolv ment,
si-11 -lo plenle o progresso que h8o fallo os
alumnos no pequen > estaca) do lempo qu.
Cunta du vida o COlleglo ; c onlra cuusa ae-
llfio dovela OSperar, atienta a escrii, ulos,
escolba que pr sidiu a deaignarjSo dos es
peclivos piofosaurea, que loaos, al un d,
peritos as materias de seu 1 nsino, sfio ga
rautas de muralidade por seus honscuaiu
mes. O numero ueslas iiialmiasou disci-
plinas se a augmenta 10 o propurc.lo tas ne-
cesaidadaa du esUbelcciiuenlu, r.--.i. 1 u ..
s iiii ra uomeai;So dos profaasjresa mais
escrupulosa ose ilua, deveudo uuiro aiiu s^i
previamente appruvrda 1 ca a th hda ii-
competente, l'oiu que res,o ti 1 ojucaija
mural e religiosa,liu um vardaue a p rio qu
maisjiem meio idu os uisvjilluadu din cloi
u ne-te ponto e lu s,: lilaila le q le 11,1 la it-i-
x ira a desej u eus paes da familia quu ,o di
gnareui du cunliar-lha aeua lllhoa ) pur qu
cooscio de que sem religiAo o mrala 111
1 lligencia he antes 1.111 iiislioie ilo pon-
guso do quu 11I1I, o director n^.d 1 le 11 pou
,1,1,10 paradirgir a vonlade dos meninos d<
eccurdo cjin os principios du eterna verda-
de I na das dilliculuades com quu aoem
lular us colleglus lie a silu gil. da c.iz 1, a-.-
suii como suas aceomniudacOes, disvellos
no Iratimenlo, e mais coudi(0as higinicas:
,;as anda no-te ponto, o director ll CllsO-
gilido satisl'azi r plauailidiilo Sos es du ra-
milla, 11 como em laes materias o uielOu
eio do verificar quantose diz, be a iua-
pecijAo occular, o director co-ivida a quem
|uor que aequeira ouuVeucer |iui si iiieamu
e v.sitir o colie^iu a qualquer ora ,10 dia,
e entilo ludo llie sata patente. Os I,luis.
Srs. I'adio n.esliM Miguel Uo SaCiain.nl 1
Vendas.
Ricos rspclhos.
Vende-se em casa de Avrial l'n 1 -e. Com-
panhia, na ra da Cruz n. 20. espelhos de
vidro francezes, com ricas molduras doura-
das eaem ellas, de 3 at 5 ps do altura, por
presos muito em cunta.
Vende-sa uma porco de trastes uza-
dos, c entre ellas uma cama de casal nova,
ludo por proco rasoavol: na ra Velha
n. 32.
Superior vinho de champagne.
Vende-se no armazem da ra de Cruz
n. 40.
Vende-so um molrque do 16 anuos de
idad?, bonita figura n u. luna conduela : 11
ra da Cadea de S. Antonio, sobrado n. 14,
segundo andar.
Mu ra do Queimado, loja n. 18. ven-
de-se, l.izia potioa em 5 volumea enea ler-
nalos, por 8,000 rs obras comidelas do
I. I-mi-1 ne em francez, por 2,i)0 rs.
Vende-se urna negrlnha crionla, dots
anuos, punco mais ou menos, cum algumas
liabilidados e proana para su acabar iic edu-
car, por ter r, colhlda o du bonita figura : a
trillar 111 ra do Kogo 11. 23, que se dir
qu 111 vi me.
-- Vende-se uma bonita escrava crioula,
cozinlla, cu-o o engomnia : na ra do Quei-
mado 11. 80.
Vende-se urna casa Ierren em chitos
proprios: natravceaa dos Hartyrius n. 1 : a
tratar na roa bireita n. 102.
Vendo-su mu bom violio du 111.1.lena
iircia, com calla 1 na ra do lloapicio o,
18, das i horas da lardo am dianle.
Vondc-so uma armacSu que foi de bo-
tica, i-,i as suas competentes gavetas, ar-
nuil .- baldo, ludo por pieeu ion nodo :
tratao na ra da Cruz do llecifo n. 21, |
-- Ven lenis-J riil-'s pililo las. iM^ri-s
liara tipnia, e 2 Ualhas de lavaii -tu larg,i|
as ponas, ji com 1 1*0, muilu tem aciba-
i >a pul iir--; 1 ei)iii nula
mado, luja n 11.
-- Vfndem-sa tras escravos pessas, sendo
11 m molecotodeidaile de 18 a 20 annos moa-
so e de bonita gura, e uro eacrava da
mesme idade da muio bonita flaur, o com
algumas habilidades.e uma negrinha deida-
iledaiaannos tambem da bonita ligara, e
bem ladina : no largo da Assembl), em
casa de Joaquim Francisco d Alem.
FARINHADEMANDIOHA.
Vende-se por pr?co commodo, a melbor
lamilla de mandioca de Santa Cstharina,
quo ha no mercado, chegada a este porto
em 6 du crrante; os senhores comprado-
res dirijilo-se a bordo ds escuna Hara Fr-
mina fundeada defrnnta do esea do Colle-
gio, ou ao escriptorio de Machado & Pinhei-
ro : na ra do Vigario n. 19 segundo andar.
He para duvidar, mea ne verdade!!
Na loja nova da ra do Queimado n. 31,
vendase marin preto mullo gueprlor a
2,600 ris o covado, casioies proprios para
caifas, nscuros a muilo bonitos s 880 ris O
corlu, dil is a 1,000 ris, Oes proprias para
calcas pelo baratissimo preco de 400 ris 0
covado, meias para menino a too ris o par;
a outros nimias fazeudas que pelos bara-
tiaaimos procos, e boss qualidades, sgrada-
1 ,lu aos compradores,
?'<**???**">"*. ??SJ
* Toalhas e guardanapos. &
* Na loja do sobrado ama-ello nos qua- tft
* tro Cantos, da ra do Queimaloo. ~
A 29, vende-se toalhas d- panno de li-
* nho com 8 palmos de larcii'.i, o 2 va-
f ras de C'ioiM inu uto a 1 * tas com 2112 varase 3,000ris, e com #
3 varas a 6,000 reis; e guardanapos m
* du liuho a 3,500 rs. a dozia ; toalhas
*' du 1.111 'iiai ,ii-s com 3 varas a 5.000 rs,
* atoalhado adamascado de linlio
,JOU ris a vara.
- Vende-se muito em cunta uma casa
teirea comsotSo, o uma meia ago unida
inesma, forcira aomorga ro, a qual rende mentalmente 18,000 ris,
em fra de Portas ru> do Pillar n. 12 : a fal-
lar com o corielnr lii-ral .Mi,mu-I Carneiro.
** .Na ra 10 Crespo n. 10, loja do I. L. ft)
* d It. Tabonla, vandu-a cortes de ca- *9
!
:f) semirs com algum mofo a 3,000 rs.,
"* chalas d" seda a 4,000,5,000, n 6,000
-' rs., manliollaS do seda para menina
1 1.'ini rs., riacado largo a lzOrs. o
11 mi do ij.iei- *** Covado, a sa'j.ni p.ia eseravos, fa-
f% zeii la muito larga, de 210 a' 320 rs.
*
-- Vende s: um vestuario ,1o ron o, sen- f^ pessas du inada 0U0 a 2,2)0 is-, as-
ilo chipen, perneiras, gibSo, cmnelioa e
-nuda peno, lulo niuuo bem feto : na ra
lo Q leim il 1. loja n. 14.
Ven B-ao por junto, ou em pequeas
porees, cuinos de cabra n bizarros, de iniii-
lo bom corlumea muilo cm contal na ra
10 Uueimado, loj 1 n. 11.
Vendem-sc burros mansos a gordos :
na ra ilo Queiinado, luja do ferregeus
11. 14.
Vende-se urna preta crioula, de 23 an-
uos da ul.ide, com 11 na cria que lam 3 uu 4
innos, a negra he boaoozinheirs n mi
uiiii-ir.i, le,u buns CilS'umes e n;"u li'in vi-
clos: 1 Iratar n 1 un da si idra de Deus 11. 36
Vondam-sel ascos de bocci largados
at 13 libras, sag Uno de superior quali-
lade, 111 lia 1 icaa de so c 160 libras, e latas
Com bola,Huillas viudas leee.li'iii 'tilo d 1
llamburgO : na ra da Cruz, armazem
11. 18.
... Vande-se 1 bem condecida (averna da
P mi 1 Vi iii 1 11. 33, muilo afrcguoiad 1 para
lena, o motivo porque se vende he por seo
lono .--e bc uir un lossibiliado d continuar
com ella, por falta du sau le, que o ul). iga a
retirar se itii tora.
iJobre de roda e falla de lUn lies.
Ven I,--se 11a ra Nova, loj 1 de terrag na 11.
15, da Valiiiliin iia Silva & Coinpanbia col-re
di' 'ola em porgues a a rcialho por menos
pr-'co do quo em
* si.n c uno uulias muias l'aze idas ba-
-* raas que sa veuJerao a dinheiro
vista.

Vende-se na llvrarla da roa do Crespo
11. II, Vi gilio, 3 volames a 3 000 rs Sal-
lusli 1 >' Cornelia, 1 volme, a 1,000 rs.,()ra-
co. I volume:a 3,000 rs., Grainmalica de
l.uiz Antonio Burgain, 2 voluntes 4,000 rs ,
Klemenlos da Euclides, 1 volme, 3 000rs.,
Elementos de Algebra, I volume 3.000 rs.,
I.icas ilo Kluquencia .Nocional, S volumes ,
3,000 rs., I istiiuicijes Oratorias du M Fsbio
Quiotiliario, 2 volu nes 2.000 rs. iciona-
rni l'iirtoguaz o liulcz, e In^Iez a Porluguez
I voliim- 5,000 rs.. Novo Diccionario
Francez o Po tugue/,5 000 ra.,Olto dito Por-
tugnez Francez i,0io ra..Carta de li-cerel,
du 10" 1I1 Janairo, IO.000 rs Elementos do
Geometra pal 1 .Mrquez du Parauaguil, I VO-
lu 11 2,5000 rs., Paulo o Virginia, t volu-
ini- l.iiuu, Talem co 1 volume 1,000 rs.,
Quesloes iio l'iulosophia du Charolas.3,500_
m99f*?*+*--***99>*99999
9 Nende seUiluzinasfaZ-nda m-idar-
na, para vest'd is a 81O ris : na roa
o Crespo n 10. -t,
''*"' -**?*?,#
vende-se nina morada de casa lurroa,
Dama do Tiiiina na lloa-Visia, com com-
ino ios para puuei familia: quema oer-
em ,uitra qo-lqu. r parle, bem dTr.ia-se a roa Velha n 32 que acha-
.0 lolha de 11.odres de todas ssqualida- ra CII, quem triar. H
des e grussuras necessarias: na mesma loja
-e co upra Cobro e letfio voltio
Vonde-SC cera aiiuirella e dita da car-
nauba : na travessa da
mazem n, 11.
Veilde-su um bulo novo da construc-
Cfio geuoveza, proprio para catrueiru
ra com quem
a r 1 encaO.
K1 ra Nova o. 38 precisa-se do olliciaes
do Latociro, na mesma alate as desaladas
Madio de Dos, ar- mmlM B campeona, contendo dentro
lo los os pieparos do cosinha, a saber : ter-
rina, cassarola, fregideira, grelha para as-
8
30 palmos d 1 oinpnuiout
prio para q lulquer niv,u
lim, venda 11. 36.
- Ven le-ae urna flauta de
e um bote pro-
na ra do Aino-
ibano, com 5
Copos Cuna, uiivclur ger^l, e lli. LOUrcnrjO Chaves e bomba de piala Pin multo bom us-
Trigo de Loureiro Inapeciur doquailocir- la lo
culo, ja V1-1l11a.no culiegio spirlio-Sanlo,
e nada all uctiamit quelius paiccosse dig-
no lli III llui censla. .V11 lia O Si
na prec, 1 da lo lepen leuea n.
Novidade.
12,
prer;o : quem
pretender, di'ija-se ao palco do Carmo bo-
tica, que. se dir qu-ni veude.
l-liryiL'in IVe^uezes a l'azendas
baratas.
Pessas de cambr ia com listras decoros
com 8 varas, por 3,200 rs., curies de dita
iodo lucio quem dilige 11 .muun iaute, mas
o desejo de seliiiu aosou paiz.olleiei ood -
me un eslabeK-ciuieiilo uropriu a educaiio
d 1 uiuii lade.o eucargo que BObra seu hom-
bros lo.nou o director, he para 1 lia um ver-
iad
Vende-se mermelada de Lisboa, a mais ()" saipicos a 2,800 is., ditas de cassa pio-
iiliuieu- superior possivel, e u latas da 1 e l|, 2,0 4 la la "'" 5 varas a 1,600 .-s., caasas do cor
libras : na v nda da 111,1 da Cadeia do lieci- escura por 24o rs o covalo, ditas prelas a
Ion. 23, delioiile Jobecco largo. tOUia.O Covado, ida u p na baba los ecorti-
liizerro de lustro 1 r8o rs.
Vende-so pella de bizerro de lustro, mar-
nados a 2,400 rs. a i-ssa, cortes de cnita
com 12 covadus a 1,800 e 1,920 rs. : ua ra
lu ciespo u. 6.
ladeuo sacerdocio, u ,ior issu nada poupa- r'' MStellO, pelo desgranado p ec 1 de 1280 I 1 continua a vpnrlpr-ii Itralo
rao.r. religioso 'desampenlio da suas o- : = na ru. do ueimadu ... 2,, delronio da loua """"" vf"d" s^" ***"'
i,,-;i,aA.. ." : 1 lu,, ,i,vi'i C.iirles tl CiS-Hiiira urel por j.OO rs.t ai-
aa.Kr. S S&. Cainhas implicad:, ^:^v^xw?m
'1 1. 1 1 ,!e egoslo p'ir serem os primeiro:
viudo a esie mercado; emquanlo o prejo
lien mais Comuiouo possivel.
pela Soile CoadjUVa-lo, ,1,1, 1 que alargan lo-se 111,1 is a
rbita do Collogio Espirito-Santo, po,a es-
' conseguir em maior e-ca|a espaluar us
ii.....lucios que lam cm vi-l s o S u d rector.
un 11:111a vez, quem mi suppo.-or csig' ra-
para 0 gei lamavel. de algalio 10, o 200 rs., risuadiubos
Ve idoni-se na confeit ma da ra estrella lianeezus a 120 rs. o covado, e mudas mais
do Hozarlo n. 43, ricas oarunhes pira ara- fezrn lee por b.raiissimo preco ua ra do
paaiada do grande tum mimusaar o sato a- Crespo b.
mavel, poismocas be que muilo apr.ciam ~ Vnde-aa um sitio no lugar da Solo-
u m prsenle dos bellos COufeilOS, eis um dado, cun rasada taipa com bstanlos arvo-
attenqaO.
O Sr. que annunciou precisar de uma pes-
l'vK.Y
-- abaixo assignado, Insciente ao pu- I iNUiC. UK DOS AlaCUlDuS
buco que le n juso com o Sr. Diogo Jos
. LileCuimaiiles, seder-lhe sua luja do sel-i
soa habilitada para cobrar dividas dent 1. iio cita ua ra da Cruz d > llecifu n. 47 li-:
la praca, dinja-sc a pra?a da Independencia Cando o mesmo abaixo assigua lu exonera-'
n. J2, que alii achara com quem tratar. ido de todo o activo e pawlVO da mesma'
JT A pessoa quo annunciou precisar de loja, ,or isso as pessoas que tiverem comas
uma pessoa nata lomar cunta de uma cu- com a iiiesuia.queiraiu no prasu de tres das i
Wanca nestaiidade: dirija-sa a praca da aprsenla-las ao mesmo Sr., para oslu as
se '"Ca n. 39, quo se Iba aira quem conferir, lindos os quaeso mesmo Sr. nlo,
'""' ;e respon-abiiizrra cor qualquer cunta, ou 1ue ''"S'jiio saber s regras da acimpanha
\"Z: :f,c'"lho da Jess Soares, subdito deS. ducumenlo quu apparessa. i ment sem que teuliam o trabalhoda apren-
Antonio Jos ferreira Guti/iardes. | der a msica: Viin,le-so im ra do Livra-
-- Olympio lli-ira Sepulve la, natural da ment loja do ralbado, n. 27, a 5 mil res
llahia, o bojo ledeme em Peniambucn,
- r------., -..._ ^. como cnedo no holel Francisco, pode, cexi-
i..*"0 de poi la, o favor de mandar en- ge da pessoa, que, por uma carta anoiivma. I ~~
'regar no armasem na ra ds Praia r. *" -
VIOLAS
Torna-so este n io, iu uo mais reco-
men,lav |, quanto elle bu mil, pois qu- fu
publicado om proveilo daquellas p ssoas
ealo ehypdi bule, p Je desilludir-se por seus ^ Bl |XI) ,,.-,,-., a rapasiada contal victo- fes de fruotas, e por pouco dloooiro i a tra-
roprios 1.1110.-1. na, quem luvi lar, uo o s -ra expo unenur. lar com Hiplito Jos Elias: na ra Velha
f**^*?!}^^**^** Vonde-su uma casa terrea com b uis da Boa-Vala n. io, ou uo mesmo sino,
.< CoasuLTOaio ckntbai noHCBOPtTHiuo commoios, grsndu quintal, e porto do em- junio do fogueteiro.
)> ne pEOKAyBuci. i Parque, sita na ra de Siiiti Theroza, da-
) Dcrigiao pelo Or.Snliino Olegario I.utl- f* fronte do Coliegio dos orpios em llliuda
M. Fidehaaima, se Bssignara d'adala do pr-
senlo annuncio em diente, por Jecinlho Jo-
s Soares da Cunha.
loga-se a pessoa que achou uma cha-
qu sera recompensado.
" A pessoa que Ihe faltar um muleque
a 12 para 13 annos de idade,quejulga-se
,u,l"oou fogido, dil ija-se a ra da Gloria
n-a7 o qoaLioi pegado 110 dia 4: quem
or seu duno, dando os signaej certos Ihe
sera entregue, pagando o seu Irabalho.
Precisa-se de uma preta boa coainbei-
.Pbr compra ou aluguel: na ra Nova
_"" ''cisa-ae ds uma ama para casa de lt0-
nsolieiroque cozinha ecompra na ra :
"aiuadircila n. 53.
daV..!'Cd,,u-,S0 da Vf nua d0 Sobrar, esquina
Crean?.d0 (olle8>. em direitura da ruado
CP. 'e l'" '""'Pendencia, Cabugi,
taita ?d,"bul* l"" Aurora, uma
! ulumoa.. n. p a comarca de
apparocida no mesuiu hulul, deeiaruu leri
si Jo eilequem tirou na uoile do bailo ac- sam, que em consfquencia de ntl-
?V*?^'&'^.& 0.0. pedidos tem-se resolvido
mar o que disse, sob po.ia de passar por um
intrigante e vil calumniador : o annuiician-
. -urnoae, qUe
I'ajeu de Fio -
oFi|p T,MSr Dr" Juiz de Oiralto
Mria u ?eV'ih UM l'eBo' conlendc d"
dvan^dTm.lf?0',000"'' 0Um P'Pel
lr" pape'maU P de Um eSCraV0' e ou-
PodiraiaSr i' ,feM0 <>ue a tiver echado
''compS.dS .1? ye?d* *c,, que ser*
te gralilica com 30,ii0l) rs. a quem Ihe des-
cobriro aulor do uito furlo.
Constando que alguem lom f-ito crcr
ao publico, quu Jos de Sousa Cardoso se ha
ausentado ucsla edite ociullamente, de-
clara-seque ne urca calumnia complete, por
que elle partindo no miado uo seteinb.o
cun fazeudas para negociar em Porto-Cal-
vo, e com uma poreflo do leltras de Jos
'Antonio Pinto, para cobrar na provincia das
Aiaguas, disso fez scieute aos suus credores.
SaluauaiiO de Aquino Furraira, avist ao
publico que o Sr. Sevenano Jos de Muura,
deixoudeser seu caizeiro desde o dia 4 de
outubro do correnta auno, o qual se despe-
dto por sua livre vonlade de sua casa,
e durante todo o lempo quo foi seu caizei-
ro, desompenhou bem o seu lugar.
Alveitar decavallos.
Ccorge While, recenlamente chegada ues-
te cidade, erjearrega-se de tratar e curar ca-
.1
(Intimar Mmenle O teaipo preci-
so, ao qual fechar-se-ha o cstabe-
lecimento sem annunciar mais, he
pois .1 ultima occasiao de pOMui-
rein, o mais fiel e perfeito retrato.
Carlos D. t'redeicks & C.
--Faz publico o abaixo asignado qua
comprou uliiinamenle para sou pagamento,
o dominio de urnas Ierras cita na fregue2ia
de Una, e comarca do Rio Formoso, as
i/cro l'iiiho. ^
9 Roa doTiapiciie Novo n 15. r
H Todos us uas iiti-is se darn c insultas ^
i o remo los de grsi 1 ms pubres.des le >
i pela niinli, ale as duas horas datar- *
(fe) do. as correspondencias e imforma- $;
.-. co.-s puderfio ser dirigidas verbal- ^
./ man?, ou por esoipo, mvendo o ^
i| doente indicar pnmpiro : o lime, a .^
It, i'lada, estado, proQssio, e coostitui- qej
i "i -/.''.' as molesliaa, que L--111 ^
i* lido, o os remedios lmalos; lercei- fc
Sr r 1 : 1 poca do apparccimuulo la mo- >;
a lestia actual, e descnpcSo minuciosa, *
a0 dos siunaes ou svmptuiiias quo Sol'or e.
%9999*99*999960S999
Irai.ir ci-ii o piofassurdo iu 1 ueiras letras
do mesmo Collegio, Jos l'olica |io de Fre-
las, residente 111 lugar deoominado Pisa.
-- Vciulu-si'un le, leu, com IU0|iiluios
de I rente, e 500 du fundo, o pifio dec abar-
que, -ilo na passagern 1I.1 M igil ilena, unir
asduas puleS: a uelir cu n Jos Aiilo.uo
de uii'Oira, morador no mesmo lugar, com
loja de fazen ias 1 a pracmlia do Livrameuto,
Vende-si um terrenu cum 107 palmos
de frente, e90defuudu, sito em lora du
Punas, a boira do mar: a tratar cun Jos
Vinho do Porto.
Vende-se em barris o om caixas de uma
1'duas du/ias de garrafas, de superior qua-
lid ida : na ra do Crospo n 4.
Ven le-ae umescravo ptimo para qual-
quorservico, assiui c uno duzu ponas de so-
dio novas, propiias para quem estiver fa-
zeudo csea: 11 ra do Vigaiio, armazom
11.5.
A revista,
Peridico literario e recreativo.
Slino hojeo 4. n. e acha-se a venda na
praca da Independencia bja de encadorna-
liei n.ir 10 du Sou/1, morador junto a igreja eflon. 12 u na Livrariu do Sr Dourado
Compras.
deNoasa Seuliora du Pilar, com venta no
becco que sabe para o mesmo terreno.
A leiirfio ao barateiro
Na ra N va n. 8 loj de Jos Joa-
quim iYloreira Se Companhio,
Vendom-se foi tos o flecxives chicotes
pelo baratissimo preco de 1,500
-- Compra-se um par do rudas para car-
roca da coii'luzrpipas, quo estojare cm bom para carr
uso: na ra da Cadeia Velha n. 36, primal- res, caixas de muio boa madeira, fetis
ro andar. com muito Irubalh 1 e go-to, destinada unt-
Compra-se nina armaco do vende com caiiiento para preparos do barbas, polo de-
caixOes do mostras ou sem ellos, na ra da minuto preco de 4.000 res. ChlOutes .le luir- f,"'"' ii'. ^'da ra Mnn
Aurora alem da fuodicSo primeiro venda. radia para c.vallo, furlis,imo. o do qualnl 1- l <**>>< luJ' ru n0"
Compram-se uioloques.nugrinhas, mu- du tal, quooa vista os compradores podo- UlCOS, e lencos ue seda branca
latinhas, o negras con. habilidades, ou sem ro avahar, mesmo por sminos pnei -iros Coiu bonitas barras do corus que servem
elias, para encouimondas na ra larga do que nafta genero aqu lem Vindo : o peco'para gravalis du iiomem, c leva-era aos be
Veude-se urua escave da meia idade,
cosinhcira c lavadeira Be iua do uueiuiadu
u.32, loja de ferragous.
Vcndc-se para as meninas anda-
!:::: ii.l CSColaS
Len;os da algo Lio com barra da cor a
Joo rs., v 1 patos du duraque para sanhora a
oors., lencos dadlo de linboa 1,000 rs.:
na ra Nova loja n. 2.
Vende-se 11 a nova agoa para limpar os
d-nl-s, concurvac'iodahce a 1,000 rs. um
quaos estilo ciluadus os engenhos Ciudiaby
que paga 300,000 ris do furo ; Queimadas,
200,000 ris, e Sorra d'Agoa 60,000 ris, do
qual o abaixo assignado s possue melada
esto pequeo patrimonio de 530,000 ris
por anno, e pagos om da, pJe inlaressar a
qualquer familia que deseje um rendimento
' lio/ario loja n. 35
itii-Mi-lia em credo a que-n preteoder. les pu-a as senhores trazerem nos hombros,
-- Coinpram-su escravos o vendem-sa do Vuude-seus perleuces du 11111.1 padana o para ulgibuira do cazaca : ua ra Nova
cii.iiii-siu, pa a dentro o fra da previo- na ra da soled ide na entrada la cslrjda nu-
ca : na ra da Cacimba, sobrado 11. II, ou- va quovai para o inanguinlio,por precocom-
de morou oSr. vigario do Kecife. modo.o achara na mesma com quem tratar.
Compram-se duzentas o siucoenla pe- Vende-so 12 escravos, sendo 2 moleco-
3 les pequeas para um colar, na ra do les de idade de 15 a 16 annos ;3 escravas d)
Crespn. 3 loja ao pedo arco. todo serviso da bonitas llguras ; 1 pardo,
cario, eque no soffra quebra de decimaa el --Compra-se ou aluga-se um preto, qui quoentonda de sapaleiro,! cabrinha deida-
concertos e algumia vezes de metlerem a saiba tratar de cavallos, a urna prela que dedo 11 l_S annostruilo linJa.qualroescra-
cbaves por debaixo da porta; por isso o'entenda doservico interno douma casa: na vos do servico de campo ; um dito do meia
abaixo assignado quer vende-lo de proropo ra da Cruz do Recife n. 38. idsde.canoeiro : na ra iroila n. 3.
1 ja n. 2.
Na ra do Livramouto n. 10, ae dir
quem vendo 3 aderecos, 3 trancelina, 2 co-
lares, 3 pulceiras, 4 pares de brincos, 1 vol -
la, I coia, 1 banJeira, 4 medalhas, 3 anne-
lOes, I dito com brilhantes, 3 lioljs de aber-
tura, I caixa para rap, i ilvela para sintei-
ro, Iduzias de colheres de piala, 3 salvas,
2 pares de castt;aes, 2 copos para agoa, 3
relogios de ouro, e correte,
MUTILADO

1-




Muita altencao.
Optimoa chales escocezes, proprio pare o
iDTerno, por seren de dous feilios, cousa
nunca vista, lendo quatorze gostos, de pa-
drees escuros e claros, pelo preco diminu-
to de 2,000 rs. cada un, bem como um p-
timo sorlimenlo de fazendae de primeira
qualidade, proprias para negocio por serem
o mais baratas possivel : no arrotzem de
fazendas de Goveia & Le te, na ra do Quei-
mado n. 87.
Aviso ao publico.
.Na botica da ra do Collegio, n. 18, de
I'cixolo ti Pinto, he onde se vendoin as ver-
daderas pilulas para bobas, cravos seceos,
e dores venerias, o gooorrheas cronicis, cu-
jos bons elTeitos confessSo todos que tem fei-
to uso dolas : comosicao do pbarmaceuli-
oa, Sebastian Jo- de Oliveira Macdo.
Continua se a vonder a admiravel agoa,
para fazer os cabellos e suiscas prelos : na
ra doQueimado n. 3t.
Pechiiicha a 160 rs.
Na ra do Crespo n. i4> loja de
Jos Francisco Das.
Vendem-se flnssimas chitos pretis de
lustros 160 rs. o covado, ditas Irancezas
largas de novos padres, imitando cassas a
2*0 rs. o covado, ditos superiores, pannos
cor devinho e de caf de miudinlios pa-
dres, lindos desenhos a 200 rs. o covado,
cortes de cambraia pintados do cores cora
varase meia a 2,240 rs. o corle, cassas
pretaa a 2*0 rs. o covado, riquissimos corles
devestidos de barra com riquissimos pa-
droi-s a 5,500 rs. o corle, brim trancado cor
de ganga e escuro com urna lista nuudinlia
a 1,000 rs. o corle, superiores lencos do se-
da de cores de ricos gostos a 2,000, biitn de
linho aroarello muito incorpado que parece
lona com listas miuJas a 1,800 rs. o corte,
assim como outras mullas fazendas pelo ba-
rato preco de agradaren! aos Srs. compra-
dores.
ap Paulo Cotdeiro
vende-se na loja de Cunta & Amorim, na
ra da Cadeia do llecife.n. 30, este superior
rap, em boles e meios ditos, rocentemenle
hegadn, por preco commomdo.
A 1,000 res o par.
Vendcm-o sapaloes do Aracaty, com
orelhas, obra bi, a 1,000 res o par: no
(lis para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no llio de
Janeiro, em caixas de ioo libras
sortidas, de i a 16 em libra, e tam-
bem de um so tamanho, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escrito-
rio de Machado & I'inheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
Anligo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, ti. I7, lia
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
4!
na ra do Trapiche n. 36, emea- bendo aggregar com hbil escolha subst.n--i
* ,. r- cus modicinacs. as quB'Stiilo silo incompa- 1
sa de Malueus Austin oc uonipa- (veis, o autor nBo perdeu do vista o princi- .1
nho bordados a 160 rs. a vara, tinta ingle-
sa a 1,280 rs. a duzia, linhaa em carritel de
100 jardas a 330 rs e 200 jardas a 880 rs a
nliia P' salulir que unio faz a torca, e duzia do melhor autor, linhaa novellos de
_..' ,. entSosoube unir plantase lirar partido dol-, todas as cores a 1,200 rs. a libra linhaa
V lllllo (le K llillll pl!i"t > las, naoquerendo introducir na confeceflo brancas da todos os nmeros muilo baratas,
e superior qualidade : vende-se no arma- de seu xarope peitoral agentes minoraos mi bicos de varias larguraa e-do palmo, sendo
em Kalkmauu Irmflos Ra da Cruz, n. 10 corpos activos, cuja aceito fica depois neu- f muilo lino, proprio para tainos de vistido de
tralisada pola fermentaofio ou pola mistura sonhora o roquetes do padre a 800 rs. a va-
-ll de qualquor alcoolate. I re, rendas de um dedo reforjado a800 rs- a
a A analyse do xarope do bosque demom- peca do 10 varas, meias muilo linas para so-
Ira que nada de nocivo entra em sua com- nhora a 400 rs., e para hoinem a 110 rs. o
Na ra dos Torres, armazem n. posicSo, e que o auclorseguiu as regras do par, caixas de colxetes a 70rs., suspensorios
la ,;i iniuaM rol nnva nm uma sensata possologia para a dcslnbuicSo : a 140 rs. o par, ditoa de escrotos a 320 rs ,
ia, na mimo superior ca nova cm das substancias medicinaes, fugndo imtirt luvas brancar e pardas muito encorpadas,
Antgo deposito de
virgem.
Vende-se saccas com Icijiio
iiiul,iiiiiImi, de superior qualidades
e prximamente chegado do Rio
de Janeiro : no caes da Alande-
ga, armazem grande defronte da
rampa.
Agencia de Edwio 31a\v.
Na ra 'lo Apollo n. ti, arma/cn de >lc. Cal-
inoiu.v Companbla, acha-ac conalaiileiiicnlc
bona aorlimcntos do talla de ferro coado c
balido, tanto rasa como fundas, uiocndas lu-
cirs todas de ferro para animaos, agoa, ele ,
dilas para armar em madoira de lodos os ta-
maitos c modollos o mais moderno, machina
horisoulal para vapor, com torca de 4 oaval-
los, coucos, passailciras do forro oslanliado
para casa de pulgar, por menos proco que o
de cobre, escovens para navios, forro ingles
iiniii ciii barras oomu om arcos folhas, c ludo
por barato,proco.
l'arinha de mandioca.
A mais nova o mais barata l'arinha do
mandioca que ha no merca lo, vonJe-se na
ra da Cruz do liecifo, armazem n. 13,
JoSo Callos Augusto da Silva.
Helia umoro 16 meiito alcalino, porn
-- Vendo-sea mor parle do um grande |ie rocfo ter em vis
predio de tres andares, e slito com trapci- par8n|0 utroduzir ei
ras, com duas frental guarnecidas de vuian- 8Kenteou substanci i i
de
Aterro da Boa Vista, loja de calcados, n. prnopio8 es ^ eC0ll0ina .,,,_
lunto ao selleuo. I o .., *
tj## 5 Cassas e cambraias baratas & vende-se este compendio, a pprovado para
Na loja do sobrado amarollo, nos A as aulas de primeiras letras, a 480 rs. l na
qualro Cantos da ra do Queimado n. praca da Indepen ienciu, livraiia n. 6 0 8.
9 29, vende-se co.tes de cassa decoros Uombas lie Ierro.
f* com7 varas a i;; dilos do cambraia "r
&} de cor abortas Ululando liin a 3.N(i ; "* '
pedras chegada, ltimamente de certos curndonos que carregam as suasre-
I linn ceilas com dses exageradas, o que nSo sa-
,?,.,* en aso t\r\e in\\\ v ve ,)em recuohecer a virtude de certas psalas
1) I, \ 1.1> l'.S DOo llU.uLNo, indgenas que sSo venenosas, e, como laos,
a 5oo rs ondeni prejudicsr muilo a saude publica.
,." Afastou-se o autor do xaiopo do bosque
\onde-se este compendio provadopara do enipg0 de medicamentos ilter.nles,
as aulas, em meia encadcriiacao, a jOO rs.p oa quo03 os a|C8|jnos uccu,,ao um |ugtr
cda um: na livrana n. 6 c8, da pra;a n, ia0 imporlanto comoo do mercurio.do iodo,
Independencia. do arcenico. Os alcalinos exircom-soliro o
Vendc-se hum cscravo ptimo para quai- ccollulDa uma ,,rae influencia do mesmo
quer servieo da praca, ou do campo: na ra |nodu qu og ,cuios 0 sangue ne natural-
Helia imero 1C ment alcalino, porm al certo poni, e
ista a sua coinposic3o
em rcmeJios peitoraes
... i que o neulralisa, ou
das .le ferro novas, o edificado a moderna Itera as qualidades'cliimic:s quo o sangue
com loda a soliJe npeiloicflo, cito na me- roparte nas varias secre^Oes do corpo bu-
llior ra do bairrudf S. Antn/o desla cida- mano. o lim que Uncionou seguir o autor
de. c CU jos rendlmenloa produsem avullaUo du xarppe j0 bosuue foi le aggregar subs-
juro : os irelendiiites Jirijam-sc ao Corre- uncias queopersasem sobre o sangue, se-
lor Oliveira. gLndoo mesmo modo queoperloas prepa-
Cal virgen) em Dedra racOes de ferro, c cut3o a sua escolha foi fe-
Cliegadareoentemenlede Lisboa, em anco- Ht, pois os ingredientes saiisfazom a inou
ras muilo bem acondicionadas, e por prego ver o lim proposto.
commodo; "o arma'Cn do Silva barroca, .Oxaropedo bosque be urna composi-
na ra do Trapielie n. 19. "O pharmaceutica complexa ; mo se bases
Vende-se farinhade mandio- i"""'gente nico cpmocertos ouiros
" 1MIM iv remedios que siprociiram inculcar, encer-
ca, por preco muito commodo, a rilo isoladaaicnl b)ldo do hiato Amelia, lundado s,edos ebugados peitoraes ou das pastiUias
...... dcassucar quoimado, que lano se gallito:
no caes do Collegio; a tratara lior- Seuloo scu valor cousa trivial, o xarope
do do mesmo lliate. ou com No- periciicc mais elevad e scienlilica cite-
,, i j. T__ guna pola sua composicao pliarmacculica,
VACS& Lompanllia, na ruado lia- e ,latralmonlu pude so collocar na lista
piche, ii 34-
Vende-se urna boa escrav robusta,sem
vicios nein achaques, por proco muilo com-
modo, vendc-se por nao so precisar della :
na ra de Agoas Verdes n. 62.
ijasa de commissSo de escravos.
Vcndeni-sc escravos e recebem-
se de commissSo, tanto para a pro-
vincia como para foro della, para
P
dos xaropes de reilacuo merecida que fi-
guram nos lorinularios como os xaropes
peiloresde Lamouroux, de Desessaity, e os
xaropes depurativos de Lirrey, do Curial,
proprias para montar a 40 rs. o par, caixas
cantilillin a 1,280 rs requififes para vesti-
do a 160 rs. a vara, botdes de c tica a '200 rs.
a grosa, agullias francezas a 280 rs. a caixa,
e o papel de n. 1 a 7 a 30 rs., faos e girfos
a 2,000 rs.a duzia, e muilo linase c:avadas
a 2,T00,"e 3,000 rs a duzia, peales de baleia
de alisar a 240, e 320 rs., ciixas de peanas
de ac muito finas a 800 rs., pares de brin-
cos, rozarios, rendas douradas, giles, fitas
linas o de diversas larguras, botOes de aber-
tura; tudo o mais barato, pois nao so olha a
lucros,
Alais um a vender barato, he pre-
ciso ver para crer.
Vcnde-se grandes chales de tai latina a fi-
lm i i a 1,000 rs., ditos doalgodSo furia co-
res a 1,200 rs., ditos imperiaes imillando
a lita o soda a 1,600 rs., lindos lerifos de
seda do cores.rara grvala a 1,000 rs., ditos
a 1,200 rs., o ditos de superior qualidaJe a
1,400, rs., meriuireto fino de lia pura a
2,300 rs., corles de meiacasemira de novos
padres a 2,000 rs dilosde casemira frauco-
za, padrdes novos a 5.5U0 rs., csrles de cam-
briias Je cores a 3,60o, 4,000, e 4,500 rs.,
chitas largas para coberlas com vista do pa-
lacio da esposicao a 200 rs. o covado, e ou-
tras umitas fazendas que nSo deixto do
agradar pelos procos e qualidades : na ra
do Uuoimado loja vorden. 21.
Veude-seurn casal do escravos, ou 1ro-
ci-so por urna casa : na ra Helia n. 16.
Vendo-so urna cscrava cnuula do 20 a
22 anuos de i lado, mullo sadia, cosinha,
engomma, o lava bem dcsabao : no atierro
da Uoa-Vista n. 45 primero andar.
.No largo do Terco n. 14 segundo an-
dar, v ii ;. -o unva negra do nacQu llebulo, a
Iraos quo os D08SOS facultalivos receilOo
diariamente sem lodavia seren inteirados
do sua inlima eompOSifflO.
A minha experiencia clnica iLclara-se
vni abono do erudito do xarope do bosquo,
depois d" haver cu filio uso c o mulliplicu-
4B ditos de fil de cores, fazenJa esta $
que j so vendeu a 2/a vara, agora
" vcnde-se a 4:^cada corle com ti vnias.
?** ?*1>'i#***^
Jfarnha de Catharina,
A bordo do pataxo Dous Inmlos
vende-se farinha de mmdioca su-
perior qualidade e leventemente
chegada por mais barato preco do
que em outra qualqucr parte : a
tratar a bordo do mesmo, on com
Antonio de Paula Fernandos Ei-
ras, no caes d Alfandega.
Vende-se, no armazem de
Das Ferreira, no caes da Al-
iandega, fumo cin foi ha para cha-
rutos, de 1.1 2. e 3 sortea ; fa-
rinha de mandioca em saccas; c cal
virgem; tudo por preco muilo
commodo; a tratar no mesmo ar-
mazem, ou com Novaes & Compa-
nliia, na ra do Trapiche, n. 34-
Atteneao.
No-Alerro-da-Boa-Visla,venda junio a loja
de cera, n. 73, vcnde-se Ires cavallos car-
nudos com andares; bem como carne do
serloe queijos ; ludo muito em conta.
#f*B e??^.? *;**"?*
ovos tjrtes de chita 9
Na loja do sobrado amarollo, nos
qualro Cantos da rua do uciiiiuio n.
29, tem para vender un novo sorli- C
B ment do corles de chita com 12 co- *
vados (eai um s pedaco, do padrOcs *
oscuros muilo modernos desenhos, a *
2/0 corle, assim como so vende por !
lodo o pierdo, o restante dos cortes de *
Vendem-se bombas de eptixo,
pndulas e'picola para cacimba :
na ra do Brntn ns. 6, 8 e 10,
fundicao de Ierro.
Km casa paullia, na ruada Cruz n. 5i, aclia-Se a ven- j
da o escolenlo e superior lilil lie 1H-
celia*, em barrisde 5.*, lie muito rccoiu-
mendavel as casas cslraugciras, como ex-
cellcnti! vil .! '.na pasto.
Arados de ferro.
Vcndcni-sc arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cainbao oc sienpira e bracos
de Ierro : na fundicao da ra do
Brum ns. G, 8 e 10.
Vcndem-se amarras de ferro : na ra
da Senzalla nova 11. 42.
Moinhos de vento
eoni bombas de repudio para regar borlas
d baixas decapim : vendom-se na fundicao
de llowman o; Me. Callum, na ra do lirum
ns. ti. 8 o 10.
Vende-se gesso em barricas, vindo no
ultimo navio Chegado de Tranca, leudo ca-
da bairica 20 arrobas poucu mais ou me-
nos : na ruada Cruz n. 55, casa de J. Kel-
ler k CompaDliia.
Vendc-se um moleque de 12 anuos,
um lindo mulalinho do 8, e 6 prelos bous
para todo o servieo, e do bonilas lij;u-
ras, um dilo do meia idnde muil'i robusto,
urna parda perfeila cngominadoira, o cosi-
n,lona, com 2 fillios, sendo urna inulalniha
do :i anuos, o um mulalinho do l, 2 pretal
que COSinham muilo bem o diario do una
casa, c oiiigunimo soll'rivcl na ra da Ca-
tiiiilii ri. II oudo morou o finado vigario
do Recite.
Farinha,
d i mandioca -le superior qualidado c prcc,o
cjinnicdo,a bordo dopattcho -- Nova Luz
unduadoom frente do caos do llamos o rc-
I o que se olcivee muilas ^atanlias dos casos do bronchites, coqueluche, angi-
1 i < i na do pinto, o nas loso s agudas e cbronicas
, a seus nonos : na ra da Cacimb uus po|im-.s ,,(,i0espaco deiros anuos con-
pedacos quesevendiam a I:800e2/, I coatemente Chegada de Santa Calliarma
tendo anda poreo para so cscollioi. f
Deposito de cal o potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Hecife n. u, ha muilo supe-
rior cal de Lisboa, em pedia, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
.Ha ra da Cadeia Velha, lojaJe
ni i iiil iv.is n 17.
Vendem-se luvas de pefica branca, com
hellas, para scnliora. a 1,000 rs., c sem el-
las, a 800 rs., e de cores com algum molo
tamboril com belotis, a C00 rs. cada par.
V'eiiJem-so llores artiliciaes, em gran-
des e pequeas ciixos, obra de muilo supe-
rior goslo, propria para chapeos de scnlio-
ra e oulros enfeiles na ra da Cruz, loja
de cera n. 60.
__Vendo-.-o mu mulata de vihte e cinco1
anuos de idade, que ongumnta, e cosinha o.
I 1 1 Ion Ionios dri-|
ala-sc abordo ou 110 rua do Trapiche n. 5.
cscii(torio.
Vendem-se caixas de bous charutos, a
5,000 rs.a o.11 xa de cen na la do Crespo loja
n. 3. ao o do arco.
Vendo so um cavallo com bons andaros
e proprio para menino por ser de raca po-
quena na rua daslarangeiras n. 18.
-- Vende-se urna cscrava crcoula de bo
nila figura c moca, na rua .Nova n. IB.
xtlarroquins
de superioriiualidade.com soi timenloc pre-
co commodo : m rua de Trapiche cscnplo-
rio n. 5.
Vendc-se superior cognac velho, em
lurris de 12 a 24 caadas : na rua da Cruz
n. 55, casa de J. Kcller c< Companliia.
Farinha de mandioca.
No armazem de Antonio Aunes Jacome
Pires, no caos da Alfandega ven ic-se l'ari-
nha de mandioca em saccas, sendo de opll-
ma qualidade c por prego o mais conunodo
do mercado.
Vendem-se
relogios
ilc oti-
na rua
diario de urna casa : os ,
jilo-sea la do uemado 11 44. : roe piala, patente tnglez .
i>cpo-iio da rubrica de Todos ostjja Senzalla [Nova n. !\i.
sanios na Btala. Moeudas superiores.
Vende-se.emcasa doN. O. Itieber&C. N> fude5o do C. Starr & Companliia,
na rua da Cruz n. 4, algodSo transado da- m s .Alnar0, achain-sea venda moendas
quella fabrica, muito proprio para saceos de Jj0 canna todas do Ierro, de um modelo e
assucar e roupa de escravos, por preco com- conatrucoijo muito superior
moao. Taixas paro engolillo.
Para as escolas. jja fundicilo de Ierro da rua do lirum,
Vonde-se no paleo do Collegio, loja do;aCaba-se do roeobcrum completo sorlimeu-
lvro azul a synupsis do general Abrcu o l.r- t0 de taixas de 3a 8 palmos de bocea, as
ma, ltimamente adoptada pelo Kxm. iros:-1, ,Ua8s acham-se a venda por preco com-
denle da provincia como compendio de lii- n.odo, c com promplidflo enibarcam-se, ou
tura e historia do Hrasil nas escolas prima-1carregam-se em carrossem despezas so
ras da provincia. (comprador.
Preco em brochura 2,5co! Arados de ferro.
Eocadernada 3,200 Na fundic3o da Aurora, em S. Amaro,
Vende-se cola oo lilO tjran-|vendem-se arados oe ferro de diversos mo-
de, em barricas e por preco com-1 dlo
modo: na rua do Vigario n. 19,
segundo andar, escriplorio de Ma-
chado & Finheiro.
Vendem-se velas de cspermscet", om
raisas.de superior qualidade : em cas
ller & Companhia: na ra da Cruz nu-1 ^rof'ralljcll0 3t.
Deposito de cal virgem.
So armazem de Dis Ferreira, no caes da
alfandega, vcndem-se barris com cal vir-
gem, por preco commodo, vindosde Lisboa
no brigue Cnncefo '/; liana, entrado nm
l2do crrenlo : trata-so no mesma arina-
ou com Novaes it Companhia, 111 rua
bVatas novas Irancezas.
Vendem-se gigos e.o.n Iti a t8librai.de
hlalas novas e de superior qualidade a
mero 55.
AGENCIA
da fundicao Low-Muo
HUA A SWKALLA NOVA S. 42. \m.. no caesda .If...dea defronte da.
este estabeleeimento COnll-, escadinhas, armazem de l.ove.a *,
nua a haver um completo sorti-, Venden,
ment de moendas o meias moen- em
1 uus polnios pelo espac
11. I I, primeiro andar- isecutivos. Desojo que boje, que o crdito
- Vende-SSlim prelo de n.ico, quo re- "o xarope do bosquo esla firmado, o seu
presunta tor 35 anuos: na rua do Ainorim autor nao continu por muilo lempo do o
,<. tieS, a tratar com Manuel da Silva 'deixar na categora de remedios secretos, o
o quo faca ao povo, que lao boa aceitacSo :cz
Y i o ... aosou remedio, um beneficio do gralido,
Aarope uo nosipit. publicando a sua receita. Cis o mcu voto
O nico deposito continua a ser na l>oit- tsincc.o, eisa opiniao que professocm abo-
no das virludos medicinaes do xaropodo
bosque. I. Sitjawl.
Carapucas de lia para criancas.
Vendem se carapucas de 18a para crian-
gas, obra ni jilo bem feits, a 800 c 1000 rs.:
na rua do Racimado, n. 16, loja de iniudo-
zaa.
Kstojos de navalhas.
Na rua do Uucimado n. lo, loja de miu-
dezis, vendem-se estojos coto uin.i nava-
cade los Mana GonoalveaRamos, na rua
.los Uuaiteis n. 12 o pedo quirtelde poli-
ca : deisaodo dehojeem dianto dcsarein
gentes nosla provincia os seulioros Novaos
<\ Companhia.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO
Km conaoqueocia da oontinua celebridade
ilo xarope do bosque, os propriotarios o
submelteramao exame e experiencias do
llltii. Sr. Dr. 1. I'. Sigau I, dislinclo medico,
o presidente cina desta cric, eos resultados foiam OSJuia, vcidadciro acingle/, l ItiOOrs.
aoguintes -. o i .
ti l'ilm. Sr. F.m rcsposla sua caria,] i ana I', a
pelaqual V.S. pede minhaopiniflo acar- Vende-se urna paduria com lodosos in-
ca das virtudes medicinaes do xarope alo j icdc|s prumpla a Irdb^lli ir: com Tarinlias
bosque, Iransinitlo-lhe o resultado de rrn- j0u sem ellas, como melhor convier ao com-
nlius iudagacOes sobre0 dito remoli nolpr|(]or. Vl,nd0-se adinbeiro ou prazos com
parecer que vem nnneso mi una caria, bou > (loas |rnlFS H tratarcom i. i. Tassoslunior
de V. S con. docaodoai, o attenlo venera-1 |u, d0 Amorim, n. 35.
dor o criado I ......
Itiode Janeiro, 28 de agosto do 1850. A 7 ,vWt l'S. Opal'
.Sigiiuu. Vende-so supeiiores botiis, de couro de
" Moje que a potencia do annuncio doini- |ustro, de todos os lamandose do minio lio-
na solieraiiamcnto, quo ella se torn turnado |nj|aa formas, icio diminuto praCO de 7,0 00
a alavanca da industria e do commerciofl0 par. no Aterro da Boa-Vista, o. 78.
engrand. ce ido t> circulo oe suas oporacoos | .. ,
dianas,o que para as rclacocs dos povos ;..- ./v, ,,,,.,., v,v>
ella he urna garanta, assim cimo uuia no-|] DepoMlo de lecidos da I abr
cessidade imperiosa, cumpre, cm vez dojff
-
procurar anniqulla-la, dirigi-la etercoml^,
ella o coaiportamonlo queobservam os os-1 y,
tedalas a respeilo das revolut;0e8 que nHoj>
podem suTocar, porai quo sibcni dirigir.
Osarope do bosiuo occisa entro nos
as com nocas da fama, quema Capital, quer
nas provincias do imperio, c .sustenta a ua
roputaclo desde umaaorie lannos. O ere-1 g
dito de remedio peitoral he baseado sobro ro-] desde pescar o pavlos'para
plidas e numerosas curas do broacbilos, I~ por proco muito commolo.
de ITcccfl ia o all arraes, do nsllioias, c.....s- ,.'; / < \ a, s / a a /. a, *
mesmo de lysica pulmenar nos seus pninoi-l ..,, .
ros periodo. Lis o que urna i.npaicial avo-' Veinlcni-si; nn.-ios lilllict-
riguaco da por coito, o pola epplicacao Loteria de N. S. do Livra
do llicord e ue Derergie, remedios magis- qual he perfeila ongouimadoira, coslureira
lavadoia, c cosinha lioui o diario do urna
casa, tem una ciia de 7 a 8 mozos, he ven-
dida nicamente por s u dono tor de ret-
rar-se para o Sul, e esla privado levar
esles escravos, c n vapo.es. Na mesilla casa
se compra urna criouls, ou mulata quo te-
lilla as mesillas prendas que a que acuna so
quer vender sendo tainbem de boiula figu-
ra, assim como urna mulalioha do 10 a 12
anuos, sendo porcm recnlhida.
Vende-se leile liquido do melhor, que
por ventura possa apparecer, a (0 rs. a me-
dida das 7 lloras al as 8 da manhita : na
rua da Assumpco, defronle do muro da Pe-
nda n 3t>, soguudo andar.
Vende-so um palamquim, e hum adere-
zo de prscoco, muilo buuio. na rua do Li-
vramento, n. 1.
.Na rua da Madre Deus armazem n. 20,
vende-se fa.inha BSS f, dila fontana, dita
galoga, barris com hron, oleo de linbac>,
cha imperial do 2, 4, 6, 8, c 10 libras cada
lata.
Aos senhores cavalheiros.
Na roa do Queimado loja n 18, vendc-se
luvas de cures fio de escocia muilo finas,
com un; poqueno toque de mofo pelo bara-
tissimo preco de 2,000 rs. a dnzia, e 200 rs.
o par
Mercurio.
Vende-se mercurio de primei-
ra sortc, a preco commodo : em
casa de A. C. Abrcu, ni rua da
Cadcia-Vellia, n. .',8.
Chapeos de verdadeiro castor
blanco.
AcsbSo de chegar doslos chapos, do elo-
gante l'uiina, o superior qualidado praca
ta Independencia nuinoros 24, 26, 28, e 30,
otnlo so ven Jem por urego commodo.
Velas de espermacete.
Vendem-se velas de esperma-
celc de primeira qualidade e por
preco commodo : em cosa de A.
C. de Abreu, na rua da Cad.ia-
Velha, n. 48.
ca de
Ti
Todos os Santos,
na Babia.
Vendo-so em casa do Domingos Al- 3
'r> ves Uatheus, na rua da Cruz do lie- <
cifon.52, primeiro andar, algodSo a
I ra isa do da que I la fabrica, mu i lo pro- "\
prio para suecos o roupa de cscra- 55
vos, assim como lio proprio para ro- S
veilas, <
que por Iros anuos seguidos Icnhu leilo do
xarope do bosque cm casos idnticos, o re-
medio nao i ni dejmeutido aveliosaebe-
notica reputaeilO cm lodas as occasioos quo
tive do o empregar. Fundado no principio
do que a uniao do vai ias Substancias era 110-
Cessaria para comior um remedio efllcaz
coniia as numerosas molestias dopeilo, o
autor do xarope do busque, ajudado poto
pbirmacoulico que legalmenlodirige a sua
oliiciiia, conscvuiu constituir una nova pro-
paracao com boa poreflo de vegetaes do
pnulas conliccid-s na materia medica^ c
funtou outra parle do agentes lliorapeuli-
coj, os quaes de ordinario se empregam se-
paradamente, porm que desta vez, pela sua
reuniao, corresioiidem ao lim a que se pro-
pozo autor, qu: foi do preencbei simult-
neamente as varias indicacoes olloioci.las
ao Ira I imoulo das molestias do pollo, lo-
sulla ta eomposicilo do xaropodo bosque
urna occSo que opera sobro a coaiposcao do
sangue: elialorna-se assim lomea,o vem
i sor depois sedativa. O clleilo expectorante
he puramente secundario; lodavia be cer-
to, o nao dcixa de valer minio para o cura-
tivo de catarrhos chronicos, de brcnclntes 0 M,id() c-tM im uo#
leimosas, .lo coilas espeoiaes .le asiiiina, c BhlpM ,l0 ,, ,,, enn(
para mollificar as lesOes tuberculosis no ,._'._.............:.. ----- _
periodo de seu dcs-nvolvimcnto. US elogios
quetm faiem ao xarope do bosquo para cil-
iar a lysica polmonar equivalem aos gritos
doenlliuslasmo que en oulros lempos se
SOllaraill rom igual fervor cm abano do
cilio o, dos vapores de carvdo, dos xaropes
de oo iiinii do phellandrium, do metludo
do Dr. Latour, das marmeadaf de Tronchin
e da l.anitli, c al da gonima olas'ica ; sio
os tnesmos que liojo se pro ligaliso ao oleo
de ligado de bacalliao. Todos eslos reme-
dios vlem alguma cousa no principio o no
desenvolvimenlo da laberculisagao ; porcm.
quando a dialhese purulenta esla palete,
ninguem se atreve a proclamar uilallivel
qualquor agente therapeulicu ; o melius an-
eepsquam nullum serve de desculpa para to-
dos. Iloinislcr portante perdoar aos secta-
rios do xarope do bosquo a gratidSo que os
anima, sem lodavia partilhar cegamonlea
Ma fantica liuguage.n. O xaropo do bos-
que he un poderoso femedio para curar va-
i tas enfermidades agudas c ebronicas do pei-
lo mas > son proprio autor mo o quer m-
cu'lcjr, como alguns o dizom; remadio uni-
versal.
. Do cerlo o xaropedo bosque nilo he urna
em docovea owa COmposic5o l'eila por curiosos ou curaudoi-
-se barris com oreu n)S.'||e0 r0sultado deconhenmenlos pra-
loles'a vooUde do comprador;! ticos o... chimica e em m.ter medie.. 8a-
ment,
a fpi il corre ni dia 11 do corrente
no A ten o da Doa-Visla, loj d
calcado, n. 53.
Vende-se urna casa terrea, na rua da
Cuia n. 21 : a tratar na rua da Aurora
n. 32.
Que pechincha, a a,-5oo rs., cala
clnlc de laa e seda.
Vendem-se chales de la e seda, grandes e
de bonitos padres, a3,500rs., oda um
ditos escoce/os som ter seda, a I,(i0 rs.;
ricos lencos de cambraia arrendados com
hicoomiclor, para mflo do scnliora, a 320
rs.; riscadinhos f ancezes, largos de padres
miu los, prnprios para roupa do. meninos, a
160 rs. o covado; cortos de calcas do casto-
rinas, para hotnom, de quidros odelistras
imitando latizmha, a SU rs. cala cot'! de
calcas : ni rua do Queimado n. 8, loja dc-
l'ionte da botica.
Na loja das seis portas, c:n fronte do
Livramenlo, conlv-nier corles iloinin
cassa c'nta a 2,000 rs., cassa pintada a 240
rs. o covado, ciasa prole para luto a ISO ra.
1G0, 180 8 200
oras a 2,000 rs.,
longos de cambraia para ii.o a 210 rs., lon-
gos de seda pequeos a 210 rs chapeos de
palllinba linos para senlioras a l,S00 rs., as-
sim como lo ias as mus fazendas a relalno
o em pessas, mais barato do que cm oulra
qualqucr loja.
Ca-.
Vidros para cainnbciros ds gaz, pivios,
e tubos de 4 c 7 buracos para os inesin is
vende-so. ni fabrica de gaz da travessadi
Concordia.
Silencio e muila allencao !
Francisco Antonio Sirrss, eslabelecido
com loja di niiude/as, na rua do Cabug n
12, confronto a rua das l.aranjeiras, tendo de
entregar as chavos da luja, ate o lim do cor-
rente miz, por exigencia de scu propriela-
rio, tem resolvido vender as fazendas por
quanto lile cuslaram, ou ainda mais barato,
a siber ; venleiii-se esporas do aijo muito
liuaj) da moda com corroas a 2,000 rs. o
par, cartas trancases muilo fras para rolla-
rete a 7,200 ts. a duzia, franjn do boletas
bruen e do c .res do muito rico gusto para
cortinados com 15 varasatODOrs a peca,
luvas do pelici para soohora muito novas o
multo frescas com hellas e iciuilifcsa !#'
nhora, a 1,280 rs ,. outras muitaa f.zena..
por preco commodo. "zend.j,
Vende-se no Maranhio, a fabri
de bugias stiarnas e sabilo
Os administradores da liquida-
c5o de Theodoro Chavanes, ven"
dem a fabrica denominada Wara-
nhense, na rua do l'ioponlio, deil
ta cidade ( porto dos remedios)
a saber : -- casa em que est moa'
tada a fabrica, com ao bracas de
frente e i5 de fundo ; a prensas
hidrulicas, orisontaes dclb^ade
6oo,oao libras, cad urna ; i d|,
vertical de forca de 4oo,ooo libras'
3 grandes caldeiras montadas, pal
ra o fabrico do sabo ; 4 ditas pa-
ra derreter sebo; lodos osperten-
ces necessarios para o fabrico do
stearina e S'bHo ; 9 eseravos en-
tendedores do servieo geral da fa-
brica ; 1 terreno annexoa fabrica
com 7 bracas de frente e i5 de
fundo ; 1 dilo fronteiro a mesma
fabrica, com 18 bracas de frente e
a8 de fundo : as pessoas que pre-
tenderen! comprar, pdem nesta
praca dirigirem-se a J. Keller &
Companhia.
Ol! que baratez!
Na rua Nova,"n. 8, loja de Jos Joaquira
Moroira & companhia, vendem-se luvas de
pellica muilo frescaos e novas, brancas e de
cor, para borne n e seuhora peto diminuto
preco de 900 rs. o par; ditas do fio do Esco-
cia com um toquesinho de nibfo por 320 rs.
o par; espartilhos para senhora, o que tem
apparecido de melhor neste genero, por
6/000 ; um resto de sapatos de marroquin
prelo, pes pequeos, a 1000 ra ; lencinhos
de rededo melhor goslo possivel, a 1800,
rs ; ditos de seda, a 723 ; golinhas de cam-
braia, a 1000 rs ; luvas de torcal,a 1000 rs.
plumas brancas qus muilo serven para lou-
cas e chapcoszindos de moni no,a 500 rs; a
outras muitas fazendas do goslo o qualida-
do que na mesma loja se venderSo porbi-
rallssimos preces.
Marmcladapeiloial.
Ka eonfeitaria da rua do Komi 1 n. 43.
vende-se escolenle matmclaJa por preco
commodo.
Vende-se ou Iroca-sipor qualqucr pre-
dio nesta cidado um sitio com boa casa de vi-
venda, cocheira,ostribaria, casa para prelo-,
0 bastante arvoredo, com fundos para a es-
trada que segu para a casa forle, o frente
para a estrada do Arraial :.|uem o pertender
dinj.i-: o a tua do Sol casa n. I.
Incas correles douradas para relogio.
Vende-se ricas correntes douradas para
relogio pelo baratissimo proro de2|ooors.
na rua doQueimado n. 16 loja de miudezas.
bonitas crrenlos de afo para relogio.
Vende-se bonitas correntes de ac pan
1 elogio pelo liara 1 o preco dt 400 rs. :na rua
doQueimado n. I6I0J0 de miudezas,
! --Vende-se um llealejo de figuras, com
muilo boas vosos, e proco muilo commodo
o dous pares do bollas di montar muito
bem feilas; no caes dos Hamos armazem,
,11.2.
e a 2.0)0 rs. o par, dilas prclas para liomr-in
a 1,440 rs. o par, meias de linho do Porto a.
3,400 rs. a duzia, bababos de panno de li-i 2,800 rs. o covado ; lencos do se para se-
lla,
Novo estabeleeimento.
Esla aborto o novo oslahelcciminio
cm o Aterro da lloa-Visla, n. 4:1 co isln-
do do deposito de assucares de Indas as
qualidades e mais em cotila do que cm ou-
lra qualqucr i arlo, assun como grande sor-
limonto do charutos, do todas as quali la -
dse muito em conta ; igualnient) os go-
nerpa seguintes : manlciga ngleza da mo-
Iho"', a 640 i ; S60 rs. 480 rs.; lumia do
poico, a 400 rs.; es? rmacele, e 680 rs. ;
ditas do carnauba, a 280 rs. ; cha do me-
lhor, a 2,230 rs. ; dito i 1,600 rs. ; dito pre-
lo do melhor quo ha nsle a meicado, a
l,950.rs, tem 3 einbrulhus chinezM, cada
11 m em'.irullio a 630; paios novos a 240 ; cliou
ricos a 100 a libra; prezunfoa 00;lelria,a 200
ervildas, a 120, cavadinha, al60 ; farinha
do aramia, a 120 ; dita do Maratihao, a 80;
bnlaxiuha ingieza, a 200 ; cevada del.isba,
a 100 ; chocolate de Lisboa do melhor autor,
.1 320 ; loucinlio da Lisboa, a 280; dilo do
jacas, a 2il0 ; callo, a 163 ; pnica), a cuia
18o; 111.I11', alpisla ,a 800; foij 1 mulali-
nho, a 32.) ; queijos novos, a 1200; vmlio
lint) 1I0 Lisboa, a 210 ; azcile doce a 48o ;
vinagre, a 80; dilo de LisbOl, a 140; cerve-
ja preta e branca, a garrafa a 400 ; doisan-
do os cascos ; dita cm meias garrafas, a
280 ; a ludo o mais que he poitetiecnlo a
voiula :declara-sequc ludo lio do melhor em
raza 1 de Sr casa abena do novo, fazenda
nova, ofio olTerece alcaides, c os freguezes
v.lo bem sorvi los: de ludo se dJo amostras
iNa rua da Cadeia Velha, loja de
miudezas n. 17.
Vcndem-se luvas de pelica blancas com
hellas, para senhora, a 1,000 rs. o par, e
sem ellas, a 800 rs., e de cor com algum
mofo, a 600 rs. o par.
Na rua da Cadeia Velha, loja cft
miudczts n. 17,
Vendom-so leqnes com pluma o espelho a
2,800 rs. cada um.
Na rua da Cadeia Velha, loja de
iniinli'/ is n. 17.
Vendem-se redes brincas o de cores, de
lio bat lo, muilo boas para dormir, o mais
em conla possivel.
Na rua da Cadeia Velha, loja de
miudezas n. 17.
Vendem-se luvas de pelica, para liooiom,
a 1,000 is. o par; do seda do cores, a 800 rs.;
de lio do EiOOlSla, muilo lino a 400 rs 11 do
algodflo do cures co:n algum mofo, a ICO
rs. o par.
Snperior vi.iho de Champagne.
Ven le-se no armazem n. 40, da rua da
Cruz.
-- Vende-so na ruadoQueim
'9, superior panno prelo, mu
loj n.
lo lino a
Escravos rugidos.
-1) 'sippareceu no dia 24 de sotembro
doste atino, ptesume-se quo por Pcrnambu-
co,e por Ierra at a villa da Jacoca, aonds
foi ene mirada ura cscrava creoula, de
1 nome Manoella que algumas vezos subsli-
tue por Auna,da casa de Antonio Rufino Ara-
nha, da Par iba do Norte, cujos signaba sao
os segnintcs : estatura regular, cor exver-
diada, idade 23 anuos, corpo delgado, rosto
comprido, bem fallante, o de muilo ardil,
i tlenlcs alguma cousa separados entre si,
i bocea proporcional, e um lano abarla si-
' o 11nieiiio. bracos o pernns finas pos bem
I Cellos, duas cicalrizes pequeas, urna na
testa, e outra no peito do p esquerdo, tem
bastantes habilidades, cose, cosinha, lava,
engomma, e he oxcnllenle podeira : nlo
:lem vicio, e ncm molestia alguma contra-
da, levou diversas roupasem urna Irouxa,
entre ellas um chales de Sida e lila, o sapa-
tos de bezerro de lustro lloga-se a sua cap-
tura, assim as aulhotidas policiaca, como
cipitfiei do campos, e promette-se por ella
urna generosa recompensa.
l)a-se 80,000.
A quem Irouxor na praca da IndopeJencii
n. 17, a preti Mara Joaquina, de idade de
30 a 40 annus, do nacAu congo, baixa, gor-
da, cor relima, boxigosa, seio grande, lem
um signal de carne sobro o beic,o superior,
o he bastante ardilosa ; j foi escrava de
engcnlio. o ltimamente era quitando" de
miudezas, desconlia-se que ande para as
parios do sul, por eslar acostumada a andar
poi la vondenlo, comuma crioula do nomo
Fclicidade, deque.n foi escrava, e consta
ter sida vista, na povoscSo de S. Amaro Ja-
buatilo : esta preta fugio no dii II de abril
de 1850.
-- llesipparoceu no dia 4 do correnlo ua
prelo de naclo, de idade lalvez 40 anuos,
alio, ebeio do corpo, e ceg do um olho, de
nomo Manuel tnglez, anda bastante apres-
sado, o sempre com a cabera do urna banda:
quem o aprehender queira levi-lo om cisa
do Manoel Cardoso da Fonseca em Sanio A-
maro, no correr da rua da Aurora, ou na
praca do Commercio, a qualquer ora de dn*
uteis.
-- liesapparec.!u no dia 12dopissado o
mujato acabralbado de nome lian 1 he
seco do corpo,al tura regular, repn iH J"
18 anuos de idade, corda canella, boca per
quena, be i eos rouxos, cabellos estilados
bem iiretos.pes baa'.antes Chalos o os deJos
abertosjiuando filia afeta querer ser inzle*
zada, lie muito pronoslico, levou carni-
za de a!g '"o do riscadu americino,e calca
de casimira azul com lislras ao lado.chapco
de palinlia do Aracaty com fila prela:
quem o pegar levo-o a rua .da Cacimba,
n 11, que ser recompensado
-- Ilesai'pari'ceu 110 dia 15 do pisado,
um molequo criuulo por nome Paulino ,
do idado do 10 anuos, pouco'maisou mo-
no >, cor amarclada por lor vicio, nariz cha-
to; levou c.iitiisa de algodJozuno suja,
caiga deriscado, sem chapeo, esleescravo
he do Sr. Antonio Jacinlho da Silveira da
nna : quem o pegar leve-oa rui da Ca-
cimba, o llecife, n. ll,ouarua do Livra-
menlo 11. 26, segundo andar, quo ser re-
compensado.
Ilesappareceu no da 12 do passado, o
cabra llotnualdo, porm bode supporque
troque o nome, reprsenla ter 45 anuos
com alguna cabellos brunos, eo resto mu,
lo prelos e ostirados, falla descancada, loj
do barba folla, reprsenla ser corpolenli
levou camisa de algudSosJnho e calQs ">
bfimbranco sujas, cliapo de ciuroeuie
Iroxinhn do roupa: osle cabra veio do Le"*-
quem o pegar leve-o a ruada Caciro1"
o. II, quo ser recompensado,
*5KCWI


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