Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05140


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Full Text
Anno XXVII
Segunda -FeiraG
de Outubrode 1851.
N. 235.
MARIO Iffl m PEMAMBICO.
FllEr/O DA DBCBIF9IO.
P.g.hikto Aduhtado.
Por trimestre.............
Por semestre.............
Por anuo ...-"
POO DEKTaO DOTIIHIITIB.
P<" '"'"'.Yo 1..MK.0. '
n.r ... 1S dcSelbr. IMInat..; 3l de
L.Vr.nhSo'Sodedlw S.Paulo. 3 de
":"*" 21 de dito, R. de J.. H de
prahb.. 2.:eOolub.!Bahia... 18 de
4/P00
K*imo
15>000
f/500
Agosto
belbr.
dito
dito.
DITSDA SEMANA.
AUDIENCIAS.
0 Seg. S. Bruno. Jmo de Orpho
7 Tere. S. Marcos p. ; >. e5. s 10 hores.
8 Quart. S Krigidal I. varado eitel.
piinccia vni. '3. cti, ao uieio-dia.
i) Oiiini. S. Dionizio b | Fasenda.
p. Audronico ni. ; 3. e 6. s 10 horas.
10 Sent. S. Francisco. 2- raro do eivel.
11 Sab. S. I'iiininob ; \. c sbados ao inrio-d
12 Doiii. O Patrocinio Relarao.
de s. Jos. |Tercas e sabidos.
PARTE OFFICIAL
"GOVERNODA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA l. DE OUTUURO DE
1H ) 1.
OlTicio--Ao commindo das arma*, para
mandar pnslar no da i do correnle, cm fren-
te do convento do S Antonio, urna guar-
da de honra, alim de assistir a fosla de S.
Francisco.
Hito Ao dezembargador cheo do poli-
ca interino. Accuso recebido o seu olllcio
de 29 do setembro findo n. 45G, scoinpi-
nhando urna Copia do que Iho dirigi o de -
legado de SerinhSem, consullsnlo se os in-
dividuos matriculados na capitana do por-
to, s'o ou nn i subjditos ao recruti mentu
de marinlia, e em respotla tcnlio a d ze--
|lii>, que a vista da disposic^o do artigo 68
do regulanirnto de 19 de maiii do 1816, uilo
cslolaes individuo*, isentos do se-vi(o na-
val da marinha deguorra, secundo suas cir-
cumstancias a semproque fiir necessario. -.
Cuinpre todavia que as autoridades poli-
ciies no recrutem serillo ai|uellesquo ss
rnostrarem vaJios, ou n,"i > fiorem uso do
sua piofiss.'iii.
Dito Aocommandante Orino da for-
illo do lrum, dizondo (loar inteirado de
Invor o ollicial, que por ordem do ciioro dj
polica rcceliou o preso p dtico Antonio
Joaquim Xavier Itorges, rccolhido novamen-
lo o mesmo Borges aquella fortaleza, om
consequrncia do no poder sor conluzi lo a
seu destino no vapor que ul minenlo so-
guo para o norte, devoodo o inciiciouado
preso ser all conservado a disposi;o du
nirsn.o chefo de polica.
Dito Ao juiz do direilo do civol desta
i'iilnl', devolvendo as relajaos das lran cfl'ssulijeilas ao pagamento de sisa emeia
sis, fin do quo sojaro ollas remettidts di-
rectamente pelos escrivos competentes a
directora gcral do coulabrlidade do thu-
souro publico nacional, na forma do aviso
do II de julho ultimo.
Portara alari'latiJo por em liborJatle a
Jos Muniz, por tcraprcsenlado IsoncSo le-
gal. Communicou-so ao chefo de polica
para fazer constar a au oridade i\< ore-
crutou.
DEM DO DA 2.
Officio ~ Ao cjmmando das armas, inlei-
rando-o do baver, vista d i sita informa-
r;flo, deferido favosavclmonlc o requerimen-
tocm que o prmeiro cadeto doquartoba-
talhSo de arlilbaria a p, Ilenriquc di Fran-
ca Pinto de Oliveira, pede Dalia do servido,
olTerecendo cm seu lugar o soldado do mes-
mo fatalli.lii Antonio Pedro.
Inni--A" mrsiii i, pura mandar verificar
se o rocruta Filippa Jos Itolrigurs de San-
ti-go, existente na fortaleza doBiun, hr
com cffeito dezetor do prmeiro billlhSo
d aililharia a pe, como declarou aocom-
manlante da referida fortaleza, alim de sor,
no caso allirmitivo, posto sua disposicii>.
Dito Ao inspector da thesouraria de fa-
/iiiili, recommendando aoxp dicSo de sua-
orJens, para quo o inspector da alfandega,
nos termos do 3. do artigo I. do r-'gula-
rnenlo n.633 de 28 deagosto do 1819, con-
sulta no despacho Iscnto de direilus dos ub-
j'Ctoa segu ni"- : 12 pecas d i filele, 2 di-
las de cabo de manilha, 3 escaleres, 6 torcos
de ferro, com seus perlences, 4 correles
tambem de ferro, com 90 b acas cada urna,
-' firdos do papei bacila para forro do navios
e I salva vida, os quaos segundo partid ion
o inspector do arsenal de marinlia, vieram
de Liverpool na galera a Uonila por cn-
commenla para o sorvico do mesmo arse-
nal. Ncate sentido olliciou-so ao mencio-
nado inspector.
Dito A pagad,ira militar, remetiendo
novjmento os documentos relativos as dia-
rias ebonadas aos recrutas vindos da co-
marca do lirnjo, e h.- o assim aos venc mon-
tosque compet'.'m ao nlliiial n mais pravas
da guarda nacional, que cscoltaio os mes-
nios recrutas, afim de que man le pipar ao
alteres Antonio Francisco Macuado e Mello,
aquanlia do 303.973 rs em que importo
taesdespezas. Communicou-sc ao dele-
gado daquelle termo.
Dito A pagadoria militar, dizondo quo
para poder resolver acerca do seu olllcio do
FOLIIET1I1.
lUffiA NOITE EM BARCO DE VAPOR.
(roa lson GTjxniN.
ii.
lia tres srculos, dis das vidracas guarnecidas de chumbo da galera
carcomida do caslello de ledan, sobre cujas
paredes destlngueiu-se anda hoje o traco de
pinturas sein duvida mu ricas no lempo em
ipie foram fellas, cntrevia-sc errante e pensa-
tiva, com vestidos deluto c louruscabellos que
eahlam em tongas madcixas sobic Aleas espa-
doas, urna forma celeste de quatoize annos
apenas. F.ra a trisle e locante herdeira do prin-
cipado de Ledan e do titulo smrntc, -cm vir-
tudedo tratado de Cateau-Canibresis de du-
qucia de Uuuillon, Carlota de l.a Marck, cuja
nao vmle principes se disputavam diplomti-
camente sein consultar seu coracn,. como se
dspl,,.omr!edpojo. a f.....a e o pe-
no i i i n ,,..,. a por|j por lanjar esta pre-
na a devorar, segundo mtcrcsies que esque-
ciamsrmpreosda victima, a algom senhor de-
dicado ao soberano de un ou de outeo. A Fran-
ja vrnceu, e urna injustlca entre cem uutras do
re lleurique IV, fundando-se em que ufn tes-
laiurnio fiaternal do ultimo soberano do nonic
dr La Marck eiigia que a herdeira de Ledan
nao fojse adiada senao a um senhor do culto
reformado, couflscou Carlota cm proveilo de
um deseuscapilaes da fortuna, velho sriacc-
nrio, do nome enlilo de fresca data, deTureu-
e de LaTour d'liraierys; (o dnulor nao teria
J'inals cgnscnlldo em dizer de La Tourd'Au
vge, pois como Anelot de L lioussaye e
nuiosoutros, nao consideravaosTureones se-
lo como usurpadores fellics dcsle grande ti-
tulo de Auvergue.)
..!?dD\'" scdanen>cs, contlnuou elle, conhe-
mlada em "'."!' 1"e Pob" ""loa eratm-
sinrnV d'rl"'"o de seu paiz, e quando o
d m?n.-i.., P"* Procl'>r. agundoo uso
XZ!;.1"" Poso era,,, bem sau-
a Marrl n ? T"" Bl"0, e venerado do.
v m .n? P^'Pri-s collateraes comeca-
U uiraPr a mi"1. C","Je* "" rler la
lar lugar a urna racanova; pareciaos h,bl-
r'5,c'',Urrc",U0'c,u,u,,n5' eram fur-
(aaoi a abdicar sua naclonalldadc. multo pre-
cas para clies, pois em um territorio estreii
bontem, faz-se necesssrio qui declare, eii
que lempo so podera guiar es OO alquoi-
res de farinha, medid vclha, enviados p ira
fornecimento das pracas do presidio de
Fernn lo, o o quo se devo esporar d i sup-
pniiienlo fe to com a farinha all fabricada,
leudo ittoncSo aos oulros cereies proJuzi-
dos em dito presidio.
Dito A niesmi, para que promnva sob
condir;0s vanUjosas a fazeula, nos tormos
do seu nfiicio de hont-im, um contrato para
fornecimento da bolacha, qu for prociso
para os doontos do hospital do presidio de
Fernando, o qual ser eir.ctiadu tiesta ci-
liado depois da approvagao da prasi Icncia.
Dito -- Ao director do arsonal do gusrra,
para mandar recebar do dezembargador
cliefe de polica interino, nm africano livre
de nome Francisco, aflu do ser empreado
no servico do mesmo arsenal, onde devo sor
tratado com humanidade. Nefti senlilo
ofliciou-se ao m:smo dezumbargalor.
Dilo -- Athesouraria da fazo ida provin
ciil, inloirando a de baver autorisido o
ongcnheiro director das obras publicas a la-
vrarolermo d>< rocoliimonlo definitivo das
obras dos reparos do aterro dos Afogidos, e
liem assim a passir ao respectivo arrema-
tante, Eugenio Norberlo Alvos Ferrrira 0
co'npotente cartilicado, alim do poder o di-
lo arrematante baver, nos tormos do sua in-
rormitjflo, a importancia das dlias ullimas
proslat;(J?is do seu Contrato. .No.slc sentido
ollciou-se ao referido cngi'nboiro.
Dito Aojuii municipal da priincii'a vara
desta cilado, remollen lo copia doumoll-
cio do dezembargador fjliefo do polica inte-
rino, b'tn como o uto do exanio, que se
proccdsu no af icino livio do nomo Fran-
cisco, remellido paia exti capital peld com-
mandanlo do destacainenlo da coinnrca de
Mazareth, alim di quo procoda a respeito los
termos da lol.
Portara--Mandando por cmlib;rdadoo
menor JofiO de Torres Sardinha, que so a-
chava preso como recruta, visto lerupresoii-
tado iscncao legal. -- Coinmuuicou-so ao
dezembargador ciiefo do polica para fazer
constar a autori lado que o n uiim
Dita-Ao agento da coinpaiihia das bar-
cas do vapor, para mandar dar transporte
para a corlo ao monor Jos Frauciso de
Souza, que imn de ser enviado aocomman-
dante do corpo do mperiacs niiiinheiros,
pnlnrnmmau lauto do brigoc-eseiina Le-
galida le >. Cuninuinicuu su ao coniuijii-
danto do refer EXTERIOR.
BEPUBLICA FRANCEZ4..
ASSEMULKA NACIN \l. LEGISLATIVA,
iicaiin das prtipnstairetalicas recinto
dii con*iln)prt*o.
SESSAl) em 1 j 1)K 1ULII) de 1831.
(ConlfasMeao* don.223.)
J/r. Mi'oisrf (ife//ouro't) ( continuando ):Eia-
ahl| seuhoies, porque disse no principio co
direi seinprc .ara fellcldade de iiiiuha patria :
Sois republicanos, porque os hoinens novos,
porque todos a.-eitaitcs cm graos diversos, mais
ou menos, a ordem p.ililica e a ordem social
novas. ( ,V esquerda multo bein .')
Agora vejamos os factos. Ser verdade que
vosia inonarchia, que vossa realeza he Impo-
tente para salisf.izer as necesidades da nova
ordem de cousas ?
Eis-alii o faetO, Devo repetir semprc que
cm meu pxpoitn, cm mlnha narraedo nao faco
senao procurar os pontos di cllipse ; nao jolito
os acontecimentos; absteoho-ine disso ; sabis
mu bem pial ojuizoque dclles fayO, eslou
npalsonado, niio us julgo, pori'm cstabelc-
co-os.
Fallemos piiiuriramcnte da restsuracao ; hr
este ccrtamcnlc o nome menos oUensivo-que
possoeinprrgar. Oitizeslcs restaurar o paii ca
cerlos respeilosorestaurastes, pon|UC o livi as-
tes da gloria e do despotismo.
A'eiiiutrd* :Milito bem I milito bem IMur-
murios c signacs de admiracao cm algmis ban-
cos da dircita.
0 Sr. general Fabvier :Cmn os Prussos c com
os Inglezcs '
Mr. Miguel ( de Bourgei) : A resUuracao
.-i lino este pais as inelliores disposlces p.ira
ella, appcllo para as recordares de lodol a-
queiles ijuc crnni vivos cm 1814 c coi I8I..
Quli-ae experimentar a liberdade, qulz-ie
voltar a ella, mas como livesse custado muilo
caro nos grandes anuos laboriosos abdlca-
"~
scnlc-sc semprc melbor seu preco c seu or-
gulho.
0 lempo provou que niio se tnliam engana.lo
em suas previsocs, pois um dia pelo ficto das
mprildcucias doprimeirn e do segundo destes
intrusos, viiaui seu principado rlscada da lista
das pequeas potencias neutras c llvres, c suas
pesioas bens e oreocas postas merco de um
ministro de Luir. XIII e de seus succcssorcs. A
esta oigulliosa devisa, alternalivamenlc ame.i-
cadra, ou felll pira mal de Uin impera lor ou
de uinrei: N'apaa quivcui La Marck,- fui subs-
tituida junto de nosso jvili filiante, cxpcllido
dop de um carvallio ardcnneeiise para a bise
de urna torre de urigeni mais que duvidosa es-
ta outra nUiidiqucrobur- a qual se lo ainda bo-
je, nao se sabe bem porque, as armas da ci-
dailc.
1 arlla fui obrigada a dcixar o vestido de lu-
to ao que se iiuli i votado depois sen pal c de seu irmiio ; mas mudandj de ves-
tido, conservou o lulo daalmi. AsseguraiSe
que no 'lia iiiiuicdiato aodc suas funestas nup-
cias, fura maltratada por seu esposo, o qual
llieeiprobava brutalmente o niio lersuirido
como urna esposa feliz s ligrimas do publico
grupado, triste c silencioso no caminho por-
que passuiti.
Poneos dial depois, como tivesse chegado o
lempoda cacada dejavalis, o principe sobera-
no ful convidado para um dcsle* diveriiinenioi
nos bosques lo afamados do mnsteiro ile San-
to Huberto, que sao um dos sele amigos ramos
da floresta dos Ardennes c formato O limite do
ducado de lloolllon. Turcnne exigi de Car-
lota que assislissc a esta cacada, para que seu
semblante alegre e seu ar de satisfago desmen-
tlssem ahi, disse elle, lodos os boatos desagra-
daveis que comecarao a correr sobre seu casa-
mento. Um precenliuientu pcrlurbava sem
duvida a princesa, pois por espaco de muitas
hoias esforcava-se, cmpreg.indosupplicas e la-
grimas, por obler do nnrido a revogacao desta
ordem. Elle foi inlliivcl, c urna nova brula-
lidade de sua parle fes logo que se curvasse a
seu capricho esla frgil cana.
Carlota montada em una hacanca paluda,
porcui menos pallida ainda que o rosto de sua
pilllda senhora, se parti pois em companhia
do ni ii id ', o qual por maldtde bolou o cavallo
a galope, para Santo Huberto, ondcseaehavam
reunidos os mais nobres e ot mais bellos sc-
nbores dos arrabaldes. Com olhares de um
verdadeiro iuteresse decoracaose litaraiu des-
de a pilineiri vista sobre o bello c angustiado
rosuf da Joven prlnceaa, ha pouco iSoinvejada
ft.'iu prrlidamcutc sorpresa pela vomade de
_m rei, que cm outra psrle e por si mesmo
guerreava como iolinigo a uiurpacao; un
Za-HEJUBIBCI.
Crciccnte 2, aos 10 minutes da man.
Chela a 10, as 4 horas e 13 minutos da in.
Mingoante 17, as 9 horas c f>3 minutos da t,
Nova 21, aos 50 minutos da tarde.
raiAmaot HOJE
Primclra s2 horas e (i minutos da tarde.
Segunda s2 horas e 30 minutos da mantilla.
FAllTIDAS SOa COBBIIO.
Golanna e Parahiba, s segundas e scilai-
fclras,
flio-Crandc-do-Norle, todas as quintas-fclras
ao meio dia. a
Garanhuns c Bonito, 8 e 23.
Moa-Vista, c Flores, 13 e 28.
Victoria, s quintas-fclras.
Olinda, todos os das.
NOTICIAS laTRANOHBA*.
Portugal.
Hrspauha
Franca ..
Blgica...
Italia..
Alemania
Prussia
13 de Selbr
8 de dilo
8 dediio
.' de dilo
2 de Ag"St<
I de Sebr.
3 de dito.
Dinanii rea i de dilo
Ruasla... .8 Ir Agosto
Turqua, .lude dito
Uistria.. 31 de Agosto
Suissa. ... 3 de Setbr.
Suecia... 28 de Agosto
Inglaterra 8 de Setbr.
I..-1 ii idos 25 de Agosto
Mxico... 2 de dilo.
California 15 de Julho
Chlll. 26 de Abril,
dueos-A. 5 de Setb.
Montevideo ti de dito.
CAMBIOS DK1IC UTUBBO.
Sobre l.oadrrs. a 29 d. p. 11000 rs. Firme.
Pars, 337 por fr.
Lisboa, sem (ransaccoei.
IT1II.
Ouro.Oncas bespanholaa.... a S/bfll)
Mocdas de HaMOo velhas lb/OOO a 1600
. de 6400 novas. 16/000 a 16/200
de/Ot'0....... 9/0O0 a 9#IOO
Prala.-Pat.c8e.br..ilelroi.. 1M0 1#0
Pesos columnarlos... 1/920 a HW
I).ios mexicanos..... 1/7S0 a l/7bn
ram-na, vlo-sc que a gloria tambem custava tria, tomastes a baudeira branca, a do amigo
caro, e rollou-sc para a liberdade. Volta se rgimen. Ilepudiasles a baudeira da revolu-
semprc para ella ; he isto o que salva os po- tao c do Imperio. Fitcslcs mais, achrastes que
vos. { Humores de approvaco a esqnerda.
i ir.i. o que leudes Icilo ? Que leudes feilo des
te paiz, desta ordem politica, desta nova so
ciedade ? Poupaste-a ao principio, outorgas
tes, a palavra he funesta, outorgastes urna car
a peua de deponaco nao bastava para repri-
mir a audacia daquclles que arvorassem a bau-
deira tricolor.
K aduiirai-vosdc que esta nacao nao vos le-
nha supportado com infinita paciencia ( Viva
ta, e nella depozestes, como o senado romano approvaco na extrema esquerda,
cm todos os seus tratados, um n. H. Na verdade, flusteludo isto, c ningiicm vos
tem sabis qual aiiua disposir.no. respondeu por urna revulucao. froslcs vos que
Sim, destes e retivestes, dcslcs una pequea tuestes a rcvolucao fustes vdsquc vos suicl-
partc liberdade com a icservadc rellra-la daatcs.
quando vos aprovesse. Oll'endcsleso paiz, sem Quando vistes que a resistencia moral rsta-
o querer, em todas as suas ideias, cm todos os va por toda parte, provocaste* > povo, tuestes
seus scntimculos c cm lod >s os seus inte- ulna resistencia material, e n uina bella ma-
rate*. nbJa podemos ler as oi-denanvas que Pollg-
Nio tendea iniis que tracir a rbita que se- nac era o presidcnie do conselho c Itcrgasse um
guislrs, uno chrgasles ahi de repente, cami- dos consclhclios, uto he a contra revo iicao, a
nbastei lentamente cslavels sobre o declive; cuilgracilo c ao mesmo lempo o apologista O
eris uina restauracio, livestci a sorte das res- mais cloqueule das prCtencOe da emigracao.
lauracoe, seguiste* a marcha que aeguem to- Seris boje melhores, sculiores ? Sun, se mu-
das as restauracocs, olliasles para o passado, dasseis de principios porem sabis i|ue os
quando cumpria marchar para o futuro. partidos vivein de um principio. Se abdicacs
V Mfarrala :Multo bem I milito bem .' vosso principio ; reparai bem, cahis no orlea-
Sc passais para a discussiio dos lacios, o ipic nisuio, do qual vos lllirei logo. Sois pmtanto
litcstes do jury, conquista de 80 ? Mulilaslc-o, obrigidos, ou a abdicar, ou a ser os lucimos,
qult voiar-sc morte do que cahir dcbaiio do ) eos do Don, o as chamlas de Moscow attes-
jugo dos tyrauoos i (Novos applausos na catre- tamo modo pelo qual os olhava.
mi esquerda.; A tsquerda e em alguns bancos das primei-
Urna J'ut: F.ocadafal-.o? ras balanslradas da direa :-MullO bem;
afr. Miguel (de lt<.ururi). peco que cada ora- _,: ,._, i
dor.fj. uuirlMdo a fallar do laugue de .eut ^ tf/f^ ,(/ pouco. Quando em Santa Helena, medi-
l-nlo sobre as vicissitudss dos homens. e
o que mais val, dos imperios, ollecomlecn-
pla a si mesmo, o tinha esse direito porque
o-Wva ainda resplandecente de gloria e es-
amigo?
Digo que a convenco he a Ill\ nl.i da pnvo
l-'.vc! mi icij.-s, -- Explosao de murmurios di<
raila.J
.Mr. l)f/onfiif ; He a lllyida dos carrascos
Vnzct n (lireila: -'Sim! sim*
is-
KUppiilllitC-O,
<)uc litcstes dos bens dos emigrados.1 To-
iii ^ii s fin vi, lugar um uillhar de mflhdcs.
Isio foi. pouco nacional, porque relo i8'h), o
ijual impedio que o ultimo dcvidcudo fosse pa-
go. ( M '\ mi nt'i )
Kslais no passidn por necessidade.
Ku qulaera que (base poaslv l lomar a prin-
cipiar todas catai prova; vcrlets o mismo
principio dcsciivolvcr-se no iiiesmo sentido c
prodii'ir os mcsiuos resultados, Hoporquoos
nriucipioi au mal poderosos .Mr. Mijuet {de Hourgu): Calis disiiucoes. Uva proscripto pola Inglstet fe, quando elle
eximida lu o o que extslee oque vai suc-
eder n nesto ocano som limiles. v sua pa-
tria, v a Europa, a qual per um instante fui
qtiasi sua patria, elle diz a si mesmo. On-
de est o Deus, onde est o licre que hade
salvar estes 50tl milnBs de homens ? Oo-
, csia elle ? n3o esta mais em mim. pois eston
restauracio era jmcompafel com a ..va or- ninw^m me substit'iir. Elle n3o
ilcm pohtiea, Hahida da rcvolucao, e crcio le-lo lo ,l.,"^u "".....) i ... ramihlm.
prvido pelos factos. ^ cuMa mais realauragOes ; cuida na repblica
A, gora, euara por ventura amonarchlad'Or-16 di :( .Sim, republicana ou casaca. J f.is-
leaos, f|u' eu devera chamar monaichia de ju- ahi seu pens .ment. Itravose applausos a
Iho, un meiuia condlcao ? Nao. esquerda.)
Porque? porque nao parte do mesmo prin-
cipio.
Sois us lilhos da soberana nacional; impor-
{Interrupcoc numerosas a dircita,)
Volts divert!. Por certo, hade que
Mr, l.enii FaHCftcr, ministro do interior
(iiigniiiiDS o bem do mal.
1/1. Di tVoRl il emhcii: Dlfllogulmoi os sol-
dados dos carrascos.
Mr. If/gnrl (de Itauroei) l Ku dinsc juc a
Km vor.ladc lie um grande sssumplo d-
iiii'-li'.ac,aoodno dcsle grande capilflo, que
tend) tiossuido em suas m3os o miaor im-
devano direito. Ondeo qollocasles? Na so homam loiilw isposto, vu apparrera har-
ao clero, ou a 11 es dtfSte-o aos jtuuilas.
Ifr. (/. l.a HnrhijivHi'kin :Pulo contrario !
Mr. Miguel ( de hourgtt ) ; -- Pelo contrario !
\11 -' sculiores, cuntue s a historia au vosso
luodo, ni aeacreveref como sel.
Que Asestes lo emlao publico ? Coofiaste-o Murmurios de approvaco na extrema esquer
da. Hr. de Falluux las um sigua) de deuc-
gav. k J
Crciic-me, vossas deuegafOei anuunclam-me
a b indade de vossas InieiifOcs nao carteo des-
tetestemunbu, estoucertu que cada umdevs
iVr. /' La ftoch4J9quitti%'.--& as ordenanras do per si e lodosluntos queris mellior do que
dclK:
J/r. Uigutl uY liuun/fi):Ah as oidenan-
vasde 182o/ -Se vos trouxesse para aqill a im-
meiisa muliidao de brochuras c de cscripios
que essai ordenanzas levuiliram I*ur ventura
essas reclamacdeSi c estas detnonstracdcj eram
em favor da unlvertldade, da liberdade ? Nao,
eram cm favor do clero f em favor dos jc-
tulias,
Mr. de La Hochcjaqueein :Ol !
demais.
toudcs fi ilo pinni niu podis fater inrluor
sois melliores em sumina de que vosso princi-
pio; vu* nao o li/j'-ies; pilo contrario be elle
que vos anima. (Signacs de approvaco ais-
queid 1
i\.io (|iieto para prova senao a maneira pela
qual nos traais todos os das; nao mequeixo
disto. Se mcus amigos fosseiu uto endurecido!
como eu, dcsculpai-mc a expressao [rlsos)( *l-
so he forte les se ollenderiam menos do que Ibes Uieizs, I
porque sci que a injuria que sabe dos labios
Ifr. SMijuel i de Boargrsi)! Qua li/.estcj da nao est aemprcno fundo do coraefio (Murmu-'
igualdado na familia x Nao ebegasics ao direito riol de approvaco em inuitos bancos.; Coulie-
de priinogenliura pelas lubstltuicdei ? V" anlm >v,u ,u>* partidos*
Que litestcs da uaprensa? Eoircgaste-a aos Uas emui tondci acaso poupidoalgum aal,
trluunaespelos procesaos de tendencia, e se a uraje revolucSo? Acaso vos lembrais ue certo]
bura nao estivesse adi miada, eu vos fiarla ver dlscurao de um bonrado membro CUJO lugir
que cada um de vo sos das est mareado por oceupo ueste momento, c que em breve me ia-
iiiii atlcnlado contra as liberdades de 178, l r esquecer? Aecaso nio vos lembrais do dis-
A'rlraaM iiqwnU :-Muuo bem ] curso que elle pronunciou nesta tribuna sobre I
Mr. Miijuct [ de tiuitnji J :--,Nao passastes mu um ponto esscuclal, sobre nina conquista da ,
dij, urna uoiie aem meditar um designio con-. rcvolucao material ?* Vejamos, sois por ven-i
tra a liberdade, sem o e\ecular. f Nova adbe- j tura pOiSUldorCS de beus de IgrcjAS, lodos vos,
sao.) Dcpji.it p.i resIslio-VOS! sim elle era i|UC me escutals? Ou antes itattinic aquio]
por vs uoprincipio, elle he sempro pelosgo- granJe registro di proprledadc franeexa, qu
vernos que commceam ; ebeio de le c de espe-
1 1:11.1. .i povo be leal! (Vivaapprovacod es-
querda. } Poriu quando elle vio que eris nSo
restauradores c conservadores da revolucSo,
mas rist.iuradorcs do amigo redimen, delxou-
vos pastar, e reslstio*VOS 11a medida da legal.-
dude. I. que bumeus tivcsics Permiiti-mc
vos (arel ver que uestes ll millies de parodias
de propriedade, ha inultos que pe rte neo rain ao
clero. (Uiso de approvacSo esipicrda.)
(juc pensis d^ venda dos bous do cloro? No
perguntolsso a Mr. Xlileri; elle raspn>leu*me
em urna historia que den coiiicco iui ^i irla,
c espero que a completar, porque elle se che-
que vo-lo diga, para vossa gloria c Ulvec que ;gar para us cada vea mais; elle be t'raucex,
tambem um pouco por vossa culpa, tivestesherevolucionarlo, mus do quequer, mais du
grandes bonicos cm todos o gciicros, cm lo- que dix,... (llilariila le eatroudosa na qual to-
das aa proAssdes, humen* de dedlcacfio, ho-lma parte ur. Thiers. Vivo assentluicnto r
mciisde brios ; niio quero tillar scn.io do* no-. esquerda.)
mes conbecidos : Itoyer-Collard servio vos. Indico smenle, nao Insisto : nao era o dis
COin sua sabedoria c sua independencia ; Ca- curso de um bomem que recoubece as couquis
millo iouidiii servlo-vos, Martlguao servio- tas da rcvolucao de 1/89,
a sabedoria, a eloqucticia, .1 iiiiiii'/i
modci.ic.ao, preslaram-se a scivir-vos, mas de
neo huma quiecstes sibcr.
1 INuva approvaco na extrema es(|iierda. )
PriuCIplasies pelos homens da revolu^io :
dtsieslesa Gregorio, porque em I7'2 procla-
mara a repblica sem que uingucm a isso se op-
postease Sois indigno, Ide-voi embora c o
lancastes lora dos consclbos da patria. Acbas-
tesa Manoel exprimlodo aqui 11a slmplioldade
c 11a verdade de sua llogoageiil a energa de
nosso palx pira conquisiar a hbcrdeJe, c dis-
testes : lie um insulto c o cxpulsastes.
Kiiiliiu adiando sobieosolo da Franca ho-
mens que liuham defendido a revolucfio com
riscos c perigns de suas pessoas, homens que
liuhaiii-sc votado morte para matara tyran-
nla, VI os espulsables .' Ii como se pcrgiintassc
um dase esles individuos acbaiam um tmu-
lo em sua patria, unidos VOSSOS homens res-
pondeu: Os regicidas nio! e nunca, que pa-
lavra : ( Movimciilo. ) Entretanto c=le bomem
tnorreu cm trra estrangelra 1 c os regicidas
voltaram : em l&iu abr -Ibes a porta da patria !
Vr*/11 erdi :--Muilo bem minio bem !
Mr. MitjHcl [de dviuorf ) : lleparai, senhoies
que marcho rpidamente nesta cxposIcSo, que
despteso o que talve haja de mais esseuciat.
Nao quero fiiiar-vos de nossos sentiinentos,
Por ventura nao haseno i78Dem nossare-
volucdo? Acaso I7&0. 1701, I7'J. p73c 1794
nao pertencem a rcvolucao? (Humores di-
rcita )
Ah i peinis que lepramos esis cousas!
A* dircita : -- Nao! nao I bem o sabemos'.
Mr. Ue Xhticpierrc; -- Sabemos minio bem
que na> as separis.
Mr. Wgutl tfourgw) 1 A repblica rene-
g 9J que na) be a repblica; a rcvolucao in-
voca 9 que a defiende contra VOSSOS ataques.
Sim estes sao os vossos scntiiucnios, vos u ten-
des dito c o diris anda Pela nosa parte, res-
pectamos, veneramos os Oerondinos cloquentes
que proclamaran! a repblica c. os Montanlic-
utt soberbosque asalvaram. (Ipplausos nax.\-
ireina esquerdaa -- Agltafrto goral*}
Mr. de l'nMl: -- (ue comprometteram-na e
deshonra nam-na.
O $r. I'iesidenlc : -- K 03 cuines, que fat dil-
les?.... (Humores a esfjuerda.)
f/0M roxi --Os principios sao miis fortes
que os homeus.
Mr. Mtyncl { pi inclplos io mais fortes que os homens. Sou
por meu piincipio, nao dividj noss 1 historia
revolucionaria Sun, respeilo esles bomem da
planicie que snlv,aram a franca contra os ala-
jes dos res conjurados. Sim, resucito toda
quero escitar tempestades, nao careco |;, conveu^So, que proclamo ti a consiiuicao de
Jdlas. Kuifim abJicasics o eslaudarle da pa- 1703 c lutimou-a a tiros de cauhao, quo antea
beraula do povo foi fila que fe vossa eleva
cao elle conllou em vos, c em vs po/ suas es-
peranzas, Infelismente depois qulsestes ter du-
BS colisas, um pouco do presente c muilo em
demasa do passado morrestes apartando-vos
de vosso principio. Ja disse que nao queio
eonfiin lir-vos com n ramo mais velho, Dos
me livre! D6in nos lacios, nem nos homens,
nem nos principios, nao ha narallclo que csla-
beleeer.
Porque poli morrestes? Nao tratastes inul
dignamente a liberdade mas oque nSoqnl-
zestes admittlr foi a Igualdade, a Igualdado so-
cial ; bem como os oulros nao admlttistei CSI1
igualdadc e cunipre confessar, cla igualdade
he a repblica.
Patso portento cm silencio ludo o que di
respeitliberdade nos actos da inonarchia de
Julho,
Porem o que 11,10 pos.o pausar em silencio, o
que quero di/er pira sua gloria fjiodc-se fal-
lir da gloria dos vencidos J he que definitiva-
mente ella pioduiio um principio que, em seu
testamento disse ao lilbo que ainda nao era
nascido: S4 o servidor exclusivo e apaixoua
do da franca e da revtiluro.
( Vo-.n itirersit :- Muilo bem !
Mr. Uigaet (de Roy ron j : Elle les mais cm
seu espinto prophetcOi previa os lempos no-
vos. feria elle em si o remedio ? Ignoro ; os
decretos di providencia sao linpenetravels 1
Mas em poni de faci, elle vU no horizonte
esse socialismo que tanto v>s amcdronla c que
elle eonsldcrou de sanguc fro.
Ouvl o que elle disse :
. He urna grande ediiTieil trela preparar o
con t de Pariz para i) destino que o csi-cra
porque ninguem pode saber, ilesloagera, o
que aera este menino quando 8*3 tratar de
reconstruir sebro nossas basoa una socieda
ido quo nao repousa hoja aenfio sobro os
reatos mulUdos o iml <>'.- 1.1 ios du suaa
orgatiis;u;.'s prooadootea, Mis ou o c>nie
do l'auzspji um dealot fa$trtimantos que
brados antes da terem servi 10, ou vend a
ser um los tra bal ha lo"res desta grand ; re-
genera^fio social quonSo so entrevo ainla
sealo alrsvez do grandes nb^t culos o tolvez
do Ondas do SSIIgUO, que.* S-'ja rei, quer
perminec' defensor incgnito o obscuro
de tima causa qua! p.Tlenc-'tnos tolos,
cunipro que sejs ant is do todo, o homom de
seu toaipo oda nacfio, quesej ca'holicoc
srvi lor apaixonado, exclusivo da Franca e
da rovolucjlo,
Voda a dilfretic,! de lingoagom '
lis aqu um principe qu?, g acas edu-
carlo revolucionaria qua recebara, entreve
o futuro, 10 no futuro, veaponUr no hori-
sonte novas difllcaldades ; qu 1 fat ello i1 Un-
g por s-so os olhos sobro os barbaros do
llon? Sqiisuc,loAoplaus-js o bravos re-
pelidos a esquerda
Mr. de Faltoux : Mr. Miguel tic licurgos
pormile-nio que pergunlo Se 0 ;m,iorador
Napoleao nunca lnn{ >u os olhos para o la-
do dos CSICOS do Don ? (Movimenlos di-
versos )
Mr. Kuiilio GirardU : Sim, para predi-
zcr a repblica.
Mr. Miguel [de Bourqe$)i Mis nosso argu-
mento estescripto sobre osio papel, sin
olio lancou Oio'InsuTi dis Sobre os cosa
hara 110 noit-, procura um remodio para
bomem quo foram sous vastallos, o antes
disto seus iguaos, o exclsma : s a rep-
blica pode silva-Ios. (Njvs apqrovagSo a
es itiorda.)
Sonhorosnffo toabei anda minha tarefa,
11c o posso acaballa hoje; ao a asseinbla
quizesso pcrmeli-me deixar o litn do meu
discurso pa*a autanh8a..a.
lc toda* as parte* : Sim I sim .'
O Sr.t'ersidtnlc declara levantada a sissio
o da para ordem do dia a continuado da
discussflo.
O orador desea da tribuna 110 meio dos
apnlatisos repet los da esquesda o recebe as
feiicita"sdo un grande numero de sous a-
migos.
PERNAMBUCO
uiiigiiem, entre todos estes olhares coiiipan
vos, nao foi tao COnipasslVO c proiuptoem i ti
ci.ir-se i.as dores mais intimas de Carila do
que o docoudc de Moullienn.
O coracao tetu irradiacocs melanclicas c
Ifinpathica que o olho revela, c que desce,
iguaesautna lu consoladora, at as mais se-
cretas profundUades do pcnsimeuto para o
qual se diiigrni. Carlota nao era asss feliz,
nem eslava acostumada a ser lastimada, por
tanto n,i i pude couter um leslemuiilio inno-
cente de rcconhccimeuto cm favor daquelle
que tao bem tinha advinhado com um l otbar
sua dor Interior^ c quando o conde de Monther-
m aprescntou-Ihc a palma da lllSo para que
apeasse, ella nao o refusou* l'ur una fala
lidade terrivel cm tnis cousequencias. Carlota
era tSo frgil que, fazendo um hgeiro esforco
para deseer da bacinea sobre a mao que civil-
mente se oflerecla a seu pe delicado, curvou-
se como nina bastea que je quebra, sobre o
nombro do conde, o qual seuiio entSo os lou-
rus cabellos da prince/.a onJularetn entre os
seus c embriagou-se por um instante com seus
divinos perlunies. Carlota tinha levantado a
fronte e j responda s saudac.cs cavalheres*
cas dos caladores reunidos em torno dclla, |iie
era a nica mtilhcr que se adiava presente, c
ainda o conde de Moulhenn reildo por umi
potencia desgranada c odliulvel. estiva eoiu
um juellio em trra, e com a mao csteudid 1, no
ineimo lugar c na inesma posl^o, semelhantc
a esses Corpus subitiuienle fend >s nos gelus de
um fri de morte, os quies pcrniinc.eui para
semprc ni postura espaulosa cm que seus incui-
bros HC iiHcirn; ii-.im.
Um braco ossudo e pesado cahiu-lhc repen-
linamcntc sobre o hombro como urna uiassa
de chumbo, c uina vot breve que acabou de
. [ir.i-ln do seu lethargo, disse-lbe com um tom
retuinbaiite, e com um rio Ungido: O'con-
de, dar-sc-ha caso que^ por vossos peccados
ictihiis sido convertido cm pedra ?
O conde voliou orgulhosatucnic a cabeca por
cima du bombru cm slgnil de desdem, ao de-
pois levanlou-se, dUendo por sua vei com um
tom nao menos lerrlvd, o qual fez estremecer
Carlota, j crudnutnte abalada, a Sr. duque,
fe que tendes o Braco rudc e pesado, e nao
sabemos que vosso predecessor da illustris-
llma casa de La Marck tivesse jmala carrvga-
do sobre seus leacs visiuhos do modo que o
-faselsl
Kste Turcnne era um bomem lo dissnnl uln
quantn ambicioso c cruel; elle constrangen-sc
jem presenca do conde de Muiithermr*. do qual
Inoesperafft lo aipcr* resposta, eeatctiden-t
(do-lbe uma mao em appareucla allectuosa
jdlsse-lhe que uao Uvera de ueubuuu sorte in-
lencJCo de olfeuder a um vlsfttho conheei lo jur
tao leal c bravo ; que pelo contrario apiciava
a honra do Vi ver com elle cm franca e corde.il
amlsade. Isto lu dito com uma vos assas ele-
vada de proposito para que lodas as persona-
geiis reunidas podessem ouvl-lo, c felicitar o
conde e o du<|uc por seu perfeiio aecordo.
A cacada coinecoUi a duquesa leve para sua
seguraiica urna guarda cscolhida por seu espo-
so, o qual, por uina Ungida emhdade. ou an-
tes pretextando sui idade contra a fadiga, nao
se aparta senao a pouca distancia dalla, e viga
todos os seus olhares. lodas as suas emo^es,
todas as Obras de seu rosto.
Joven c fcil a su prender, o conde de Mtm-
therm. no forte da cacada, Isola-se Impruden-
temente do corpo dos cacadores, c detxa-se
arrastir cm segulmcnto de um jaral! por qua-
tro gciiiis-honiens ao servico deTurenue, do
quii cm poncas palavrai recaberam instruo-
CCI seerelas. Algumas horas linham-se ape-
nas passa ra assim asen ardorcoincscolti estrangelra,
ejicom a bocea tapida, com asmaos o ps
alados, elle era iulrodu/do uas Ierras do prin-
cipado de Ltdao.
Durante este lempo o duque de Honliui
quclxava se alta e fortcmente da ausencia pro-
longada de seus qnalro gt-utis homens, e algu-
inas % XCI lancava a culpa de>ti ausencia a obs-
liueco do conde de Honthoerm- Todas as in-
quIetacOes dos outrossenborcs erao pelo lote*
lit que nao viam voltar, nao obstante ser quasi
noile. Mandou-se baiter de novo os busques o
mais longc que loi posslvel; o difque nao ful
dus menos solllOltOS] elle declniuu mesmo lo-
go com a mascara do espant e da tristeza que
comecava a ter serlas int|uletnrdes por esse jo-
vcu louco, como elle o cbamava. Ninguein an-
da, excepto Cailota, teria ousado suspeitar um
Clima de sua parte. S Carlota sculia em si vu-
zes que pdpilarain e designavo-lhe n traidor.
Quando ella ousou levantar os olhus tiuudoa
sobre ai doespoiu para saudar seu peiiiamenlo
cocoutrou-os tu friameute atrotes, que alim-
>ou com os dedos duas grossas gottas de suor
fro que Ihc correram da fontes, e vaellou co-
mo um corpo no quil a alma vai cscapir*se.
Os cafadores, perdendo cmfim a epcrau(a
de verem vultar naquella noilc o conde, e co-
nhecendo a franqueza de suas manelras ac*
bsram por crer que tendo-se talve/. daixado ir
1:1111 longe do lado do sen d uninlo, e nao pu-
dendo voltar para a eompanbia antes (' alta
11 ol-, lomira o partido de encainiubar-se pa-
ra alguina casa depeudente de aeu caslello, con-
vidando el vi I moa te oj quatro gems-homens do
duque deHoiiilIon a Ircm passar em sua Com-
panblaalao da seguinte. cmais seui pro-
nLCIt'K, i EOTLbllDE 1861
A9 6 n r. \> DA T\IIDP.
lUtroipccto Semanal.
Gracas a Providencia, lomos visitados pelas
chuvas nos ltimos dial do finado setembro, e
anda nosdaus primetros do correnle. Grande
foi o refrigerio, que de lo benclicas visitas dos
rcsultou, pois que o calor do vero, que nos
a me ac, j se fon* sentir asss inieuso infe-
lizmente, porm, de mu pouca durafu deve
ser esse allivio, c em breve us veremos expos-
los aos ardores da fogoza cancula, apenas sua-
vlsadol pela fresca brisa do aul, que al, por
falalidade, tcm de ser substituida, dentro de
pouco tcirtpo, pclu iiicommodo c pernicioso
aquilao, com que o riIho de ilppotas coslutua
mimosear-nos pelo lempo do Naiai.
No dia '2S do passado um menino de l2 pan
1 i anuos, ao saltar no caes do Collego de uina
canoa para outra, fraelurou urna perna.c n'es-
se estado ful cuudoxido pelo mestre de urna
1.ellas para narco de Sal -i-Antonio, e d'aln
para a ra do Crespo, ouJc alnal o abando-
nou, a pretexto de ir chamar um medico mas,
sendo o pequeo travesso vislo por um lilho da
Sr." vtuva (Juuha, foi por elle transportado a
casa dcsla para ser curado.
No mesmo da *2 fallcceu, e foi sepultado, o
religioso franciscano Fr. Joaquina de Santa Es-
colstica, irtuao dos bispos de Chrisopolis, Fr.
Pedro, c do Maraubo, Fr. Carlos, tambem j
fallecido.
No dia 30falleccu, vctmi da febre atnarel-
la, com vmitos negros, o canlor Italiano Lucas
Vivn, esposo da distinctl cantora Marietia
Linda. Sentiuios a morte do pal de familias,
mas eremos que as bellas arles, c mxime
diletantes, tctiim muilo mais a deplorar, se a
parca cruel biuvessc desfciido o seu golpe so-
bre a espoza, cojos laleulos artsticos consti-
lueui mu ornamento do nusso iheatru.
Deviiiu correr no dia 'M) as rodas da lotera
de Wossa Senhora do Livramcnto, mas, a des-
pcito do annuiico publicado nesse da com o
compclentcinlallivelnienle, e mesmo dse
ler annunciado venda de bihctcs com pre-
mio, oque indica va quejaos nao havia sem
elle, assim nao acontecen, appareceudo u res-
peclivo Iheapuielro no da segulata com a sua
declaraeaTo deexistirem aind. por vender rs.
iAoO.OOi) de bllieles, o que obstou a extraccao
*^^SSB
(piatrodc seus mais liis.......- huincns, c o d
seu illuslrisilmo adiado oconde de Monlhermc
queso liaba imprudentemente apartado, com
l.io fraca escolia, do corpo dos cacadores as
florlas de Aidennes enlo infestadas de sal-
teadores viudos do pan de Llege, convidando
a todos os sen leaes subdiios e aos dos estados
viziiihos a correrem sobre os assassiuos, e pro-
metiendo graudes lecnnipensas a quem os po-
dcsscalcaucar, dizendo de mais pel voz de seu
anulo, que pedia aos viandantes que parassem
all e rogjsscui a Ucos at que ocorpodo conde
com as honras que
prlossubditos, os quaea linhanifloado corno
grusso dus cacadores, el la va ni em apoin disso
mil aventuras Iguaes, que o* linhain mullo in-
quietado, ames de terein eonheclmeoto de seu
desenlace i entretanto que o conde se oba
semprc rido muilo a custa dclles. O duque ou-
vindo laso, disse que senta se um pouco tran-
quillfido, elle accrescculou mesmo com um
ar rerdadelramele mu gracioso, que visto ser
assim, e ler-lhe o conde leva lo seus gentls-ho-
mens. quera nada ihc fiear devendo, regalando
s subditos do mes mona cidadede Sanio llubci'
tu costa de madama de Kouillon, o que com I fosse restituido.sUa fainil
elletotevc lugar. jlcunvinha entre seuhores poderosos
Quanti aos senhores, elle foram nobremenlc i Mnguein ouvo mais fallar dus quatros gen -
reeebldol o hospidadus, bem como o duque e a t tlshumens du duque ; custa a crer que elle ti-
condessa pelo abbada do inosteiro: todava dous I vesse "juntado luairaleo a barbaridade de
homens du enutle foram incontinente CXped 1-18SSCgUrar-SC, pela morte, do silencio de seus
dosparao dominio de Momherin, enearrega*| proprlos cmplices he uns simples pensar.
dos de traxerem o raals depressa posslvel noli-1 que expedir a preco de oum, para alguma
cas desta a seus aiolgos, roais perturbados ln-1 parle reumia de Allemanha 011 da Franca este
lerlormentedo que ousavam confessar. t quato individuos, que a pesar de seu titulo de
No da segulute. quando a cacada tinha j gentl-lhomeiu,estarara aemprc promptos, como
do comedida, mu dcslcs omens voltoii todo
sobrasaliadoa annonciir que nlo se tiuna ou-
rldo fallar do conde em sen castalio nem nos
arrabaldes, depois de sua partida para Sinto
Huberto. Teria si 11 dlfllcll aos senbores tun-
dir p >r mais lempo sua Inquletacae: ellos dlvl-
dlram-so em multas bandas para correr uina a
Ultima ves os bosques em lodos os sentidos.
0 leudo a noilecido aules que lvessem colindo
a menor Indleaco, resolvern! COIU o coraco
cholo da uhd'/i. cada un tremendo sein o sa-
ber um poueo por s, romper definitivamente
a caeada c separarecu-sc. O duque de Uoul-
lo 11 foi o mu > que prelendendo que um da
mais de perseveranca as pesquuas podena
tira-Ios dcsla cruel iucerteza. disse que por sua
parte nosedava anda por vencido.
Com ell'eitu perto de triuta horas depois no
lugar em que ve-se ainda hoje urna capetllobs
abobada e grosseirauenle construida us con-
fus do prloclpadode Sedan e do dueado de lio' inerme, o i|ui --------- |,iri.,,
uillon, o qualperl.ncii ciitu a pesar do titulo i dirccla, oslculavam sem pudor a ,JS""H""
urna tao rica heraap Ibes causara. <
reservado para os La Marck, ao soberano ec
cleslasUco c tcm
etpostos cinco*
tantoa otitros nobres vagabundos de en lo, a
por-10 coua seu brafO ao tervico de quem me-
lbor os remunerava ; sendo assi.n o duque nao
loria (ello mala que vestir ao modo delles cada-
veres de criminosos, que sera tldo tamben o
cuidado de fazer mutilar para impedir que fos-
em coohecidos ; todava sua veracidade nao
foi aceita por todos o* que ao priucipio nao li-
nli 1 11 crido poder porem duvidt sua lealdade.
Mala de un o lUSpeltou de ser o autor do as-
aasiloata que farla publicar com tanta sollici-
ludo e em pliase ; mas como pertencia ao re de
Franca vingar um dos mais altos e illusires sc-
uliores de seu imperio, victima de um poderoso
suzerano que dependa de seu Ihrono, e como
a torca j 1 conbecida da ciadclUde Scdau tur-
nava o duque inaiacavd em sua casa, ludo Hrai-
lou-se a urna certeza injuriosa para sua pessoa,
.11.s ,...,- nao fui de tonga duraccao, P/>r '0
que vio-se que os cullalcraes do cander de Mon-
tnerm, o qual tinha morndo aem P^',Ja..
clc.iasllco c leinimral de l.ictfc-acharam-sc soiilie aprovciur-etlcUraiiiciiioaesiJ kw ...
" Sames decapitados e ue so tanca pan l'r. "fei^iSCSLISC
i|uc se tlvi'sscpo
vestidu ile caca pe lefiamente eniclliaiiie ao
ue tratia o cwiitle de Moutlieriil, o cubra de
b.iixo luolo destes cadarcres, o priuclpc de S..I ni.
d>. in- de HouIIIoq fen proclamar incestante
im i.ic a tope de corneta, que eram os cotpos de
guiado dos adaTWM
( ('imd'nnar-if-lia )


a
Pode-te, tem jo prxima futura do pretldeolc da repblica
Jai: A' oidcmde qucm foram forim pre-, do accusa o Sr. Barata de perseguidor dos pelat corlea de Lisboa, ne
liberaos. |dro I. Que nSo apoiel -
.lamento, preferindo ver decidir de sua trlsle proceoa.
orle em pouco, momelo. e como enlo an- No di. i enlrou do nortedo Imperio o vapor
rVaaMuaninti, demando todas a provincia
dcsic lado em tranqulllidadr. O Maranhao pa-
rece ler inclliurado quanto a seguranja Indivi-
dual : pelo meno tem havldo all una tutpeii-
hostllldadc da parte do aailno e I-
nuuciar que a lotera tlnlia de correr i ni II
vclinentc uaquelle da ?
Ete mal J he vcltao em nona trra, e multo
tem concorrldo para o descrdito da ninioai
lotera, devendo por lo o -r. julie presi-
dente tomar algumaa medida tendentes a a-
ua-lu, e a diminuir a iuiinnralldade dcta espe-
cie de Jugo, que mullo e aggrava coinum tal
proce (lmenlo.
Em o n. 220 dete Diario publicaram o Sr
contratado! da carnea verdes una corres-
pondencia, cheia de queiaa contra o Rtlroipte
lo, c na qual preteoderam defender-se da i-n
auras Involvidas em nossas rrlleoe aobre o
contracto. Srm prejudicar-no a boa IV dos di-
to Sr., pcrmai.ecc.nos flrmeeni autlcnlar as
lionas atscredes, como lllha genulna da ver-
dadedo Tacto, que dillicilmenie podrier con-
testada coni successo, quando elles sao attes-
tadoa por una popularlo uleira.
He coin effeliu loegavel que por vezo se lem
vendido aopovucarne cansada.eateinultas pes-
ime bodiiigidoau presidente do OODielBOOe
sjlubridideparaequclxarein deum Ul abusoe
pedirem providencia,c al j o ralo nos cabio em
cas, nao podando jamis a esistencia do de-
posito, que os Sr. conliat idorrs dizem ter, des-
truir a verdade do fado, que anda aasim pode
multo beni ser explicado.
ISoduvI'liin o iiiesnios Srs. de que Icnnaui
liavido abusos da parle do talhadores c co-
bradores ni dolribuijo da carne, e como
i ,1.1.1 desla conllsso poderemos us duvidar
de que o contrato mi tem sido to Belmente
cumplido como rsprravainos, e que o povo sol-
Ire com as ligelrezat dos talbadorc, que rou-
bam no peso da carne.
Seui diivida os liscacs do goveruo tem so-
bre si vigiaren estas c outra falcan u.is ,
na islo nao deoncra os Sr. coolraiado-
res da rigorosa nbrigajo de cmptcgareiii
oo servico do contrato pessoas liis, c de-
pedirem os vclliacos uzeiros c viselrol em
leiar o povo ; I se islo llie he Imposslvel, eo-
lio he forja coufusar que tambem o be, o cun
prirrui religiosamente as cuudijdc* Miaran
do contracto, pois que una impossibilidade
cmplica a outra.
l'elo que respeta cainc vendida a o,810 rs.
a arroba, j dissenios em nosso numero de sc-
guuda-ft-ia passada, que sabamos nao perlcn-
cer aos sobiedilo Srs. os tainos, onde ella s<
venda por esse piejo, assiiu como lainbcni sa-
bemos, e sabeui lodos, que ella lie superior
do contracto, o que pelo menos prova nao le
rem os Sis coulraladnrrs pessoas deligeiitcsi
idneas para a compra do gado Desleirs.
Se tercelrai pessoas cousegiiem, -pagando t
laxa de foJO rs. por cabrea do gado inorto ven-
der carne da melhor qualidade por 12 palaoas,
porque o nao poder conseguir oconlracto.qui
sobre ser iseuiu dclla, lem de mais a seu la\ui
s vanngens, que ua coucui 'renda d o gran
de capital .' Ou serio os bois escollidos, e d
grande ai rosbaco a paill:.a privilegiada do:
particulares .'
(jos do contrato, contra os quaes Imam comi-
no nncn desde o pastador, campia etc.
ale o marchante co alravrssador. Aqu na,
poudc deixar de escapar-nos una admirarlo
pois <>- sabemos que no gremio dos mismo-
Srs. existem alguns d'uns sanguesugas do po.
vo : c embota oppireea a declaracodr que al-
guns dentre os que servem no conlrato, j. lein
sido despedido, coin ludo nos damos mus pe
confitado ingenua de que lodos o mo podein
ser, e prluclpalineole aquelles a que agora |> ir-
ticularmcnlc nos referimos, e que nao perico
vara de rerle a ordem dos campias, laugcdu-
rc, carnlcelrot, rl relio nu.
Em resumo, carne de m qualidade, e poso-
roiibtdos.ois OS niales que qiianio mies deven
ser remediado-, c o que os Srs. couiratadore-
podein mullo bem conseguir, eipelllndo do sen
nciotodos esees logues avesadosa socar o suo
iln povo coin suas traftcaacias Pello Islo, In
ludo bem, e a boa Ir, que seuipre Ibes nminos
licar salvo dos tiros da maledicencia c da In
triga.
Hu |. do correnlc pelas 10 horas da manila
l'aeceu de morir sbita, no largo dofollegii
o olncial de jusiira Antonia Borges da Silva,
acommettido, segundo ditero, de una apople-
xia fulminaule.
leve com elleilo lugir, nu Uoltl Frantlno,
<:in a notc do l., o annuucladn halle dos aca-
dmicos de Olin.la, que por este modo quite-
rain solemuisar o pomo dada nesse diaaos tra-
i.allio. do auno lectivo. Pode-te diier que hnu-
ve desla ve un verdadenomoni parlerm-
sem que d'ahi se conclu contra a nossa or-
illante mocHade, que yiilltaidamrnte sacrifieou
to altar das graja a quanlla de I.O00.0UU rs
Lis como nos iuforiuaiii que o c ,so si- passou.
Coucorreraiu 3j0 pessoas, sendo I2n do bello
ese, e toda as inas pesleneeotea ao maieoli-
no, e para toda esta gente o cha fol servlo
apenas em94 chicaras d'ondc se pode iiifeui
sein llensa da boa lgica que, ou li- aram mu-
tos por pruvar nessa uoiie o nctar indiano, ou
Jiuuveraiii grandes esperas. As salas esilverain
iiesprovidas de astelos astlm como de ltea
suIHcientes para as esclarecer, o que tuiiina-
ineute morlilicou as senhoias. cujot ricos ves-
tidos e custosas galas nao poderain sobresahir
U In illi ii as opacas sala do hotel, (luanlo a
mesa, esleve a colisa anda prior, sendo que no
arligo(ruciossi appartecrain algumas la-
lanjas, poneos sapotls com cara de vi Hit
coiupensaco inultas goiabas. O delicioso sor-
vete Ibi econmicamente substituido por abun-
dante limonada de laranja. Em Ulna palavra
houve grnie de mala no banquete acadmico,
tu relaco aos meios de subsistencia prepara-
dos para aquella noile, o que occasionoii algu
o de
teadores
i pan
nao accouieccudo
Hio Nao, leuhor. meado subdelegedla pelo El
Findo o interrogatorio, sao lidas as peca do gns M,|,qui,s ,|e AjiUiar l>il
rocetio. e linda a. allegajoct pro e coulra, lln fj .f.,is,,r,ra
O Sr. I'rntdmto propeot seguintcs S"B aa ,.lw ,?"'ora'' e
. mesmo como cou o f.cto de que he aecusado de haver felo
Cear ciue alm da febre amarclla. que anda oDensas phy.lcas em Manoel Joao?
rtv,.i. nonulacJo, continua a lutar cornos 2." Etlslein circunstancias allenuantes a la-
horrores do acamarle e da faca de ponta
Repartitpo da Polica.
Eulraraui dous navio procedcnlet do Por-
lo, e uin delle nos Irouxe em recambio a I
febre amarclla, que do Braall foi levada para
aquella cldade, e da qual inorreran na viagem
ipesso. Esles navios estao de quarentena,
mas nao a soll'rerao outros, que vlerain de lu-
gares onde existe o mesmo contagio ou que fUfOS DO WA 3 DE OLTUBRO.
nem igual para iodos, e como este negocio he pnmeiro dtstncto dcste termo jnanna Ha-
da maior monta para a populacao, pedimos a ra da Condenan, para avenguar;ues poli
qucm toca, que se proceda a un rigoroso exa-1 ciacs : a orden do s ib lolega Jo di fregue-
e se tono o as medida, que o caso exige,' sia de S. l'rei Pedro Gonialves do Iteeif^, os
Exm. Sr. Domin-
Ires Ferreira.pes-
e respeito nosta
QUESITOS. i Provincia, fot conservado pel-i Exm. Sr.
O rdo loiio Rodrigues dos Santos, prnil- i Coala finio, e al hoje tem continuado a
merecer a honrosa conaiica do todos os
presidentes. Mu ludo issu o que vema
ser para o autor do pasquina ? (J que vem
a ser para elle a o| lodus csses presidentes, quando elles mes-
DIOI nSo tem eses Dado s damnadas mor-
ded in as iies-o cerbero trirsuco, ou hydra iu-
fernal ? Nada, inteiramente nala.
Eoquedovo em laes casos fazer o Sr.
Barata ?
Despresar e solIYer com resignarlo os
vor do reo i
O |ur\ rcipoude a ambos os quesitos nao, por
votos.
O Sr. Pmicnli abiolve o reo.
desaitendeiido-c ao patronato, (pie bem fatal
foi ao consignatario do brgue Mcion
Encerrou a semana a espleudida festa do ser-
fico padre aan-Eraucisco, que hoje leve lugar
no convento de Santo Antonio desla cidade
Fallecern! e foram enterradas no ceinilerio
de Santo Amaro, de 28 do passado a 4 do cr-
reme, 37 pessuas. sendo !2 parvolos c 2.ri adul-
tos, e d'stes 11 homens c 11 mulhercs.
JURY OU RECIPE.
?, SESSAO OUDItVVHIA EM 3 DE 0TU-
mu DE 1851.
Prttidenclt, do Sr. Ilr. Neka,
Promotor, ti Sr. Abiilio Jos lavares da
Silva.
A drogado, O Sr. Ilr. Fondn Alcanforado.
A-. iin-o huras da inanlis, f ila a chamada
a.-'ian-- dreseilles 37 se,ilmres jurados.
O Sr. Presidente abre a se>s.lo, sen lo cli.1-
rxado nuis 11 aaaliorea Jurados para com-
pleta o numero de48.
PruccJe-so aosorlcioJoconselho,(|Ue Ion
le julgar ao Ufo CaQlidO Jos de Miraos,
acc isado pelocritno de lenmentos Sihcm
orleada os Srs. Joo Francisco do t'.lisbi,
los de Btnoa Correa Selle, JoaoThomsz
ic Csmdos Quaresnia, Jofiu Pareira da -ii- i
veira, Joaqaim Rodriguee Plnheiro, Domin-
gos lleorique Msrra.llemctoi'ioM.Ua Silva, I
lose da Rocho Prannos. Luiz de l'iaoga dil
ii urna 11 'na, Manoel flgeaio da Silva,
ilani. I Antonio Viegas e Vinssiino Antonio I
de Mallos.
Preatado o |uranienlodoeslylo.
0Sr, Presiden'e 112 so Uro o aeguilllc
l.ilEIIROCVrulll.
Como se chama ?
-- Candi lo Jos de Morses.
.Porque se aclia processado.
-- Por va de uns foi i lucillos.
I'eilos em quemi'
~ Lu Francisco do l'aula
prctos Bento, escravo lo Joilo Antonio Pi
nheiro, por andar fuitido ; c Uanool tam-
bem escravo sen dcclarago do motivo ; a
nr.lem do subdelegad 1 da freguesis do S.
Anlonio, Valanlim o'Alneida Pil, por t-r
sido encontrado com urna fci depona,; a
or.'cm do subdelegad 1 da fregusia de8,
Jos, o porlugucz Jos J laquiHI Soares, por
oslar prnn'inciadn, a preta Leonor escrava
de Jo.lo Alberto de Sousa Polm-a, por an-
dar futida, o Polio ir;io Freir Vital, por ler
esnaneado a sua inulli."r,c a do subdelegado
da fregoesia da lloa-Visla, Marcolino Jos
(juaresma, por ci ne do ferimonlo.
DEM DO DA 4,
Foram presos : a ordem do juiz munici-
pal da primera vara, Joo llaplisla do as-
cimento, ilathias do Espirito Smio, o Ro-
mflo Joaquim, por estarem scnlenciailos ; a
nr.lcm de delegado do pritneiru deslriclo
desse tormo, Juvencio Amsiacio Perreirs, e
Manoel JoS, para recrulas ; a ordem do
subdelega Inda l'eguosia de S. Amonio, Do-
mingos Barbosa,por ler espancadoa om prn-
to ; o a do sublelegado da fr(tguesia de S.
Jo>, o crioulo Jos Eduardo da Silva, pira
recrula, o o prelo Benedito escravo por ler
sido cncontra lo Inri d'oras.
Fer-
Jui
Reo
Jais
Uto
luiz
lt'-o :
uanaes.
lula: -- Foi o senhor qucm fez estes fei-
uvntos?
Ho : Dizem que fui eu mais n.li me
lembro.
Jni; ; --.\o dia que fji lerido cssi Fran-
cisco de l'suia o senhor eslava em cisa
le.ie ?
leo : N3o senlior.
Jais : -- Aoinlc entfio se achava ?
Reo : Eu, 111 casa de una rapanga.
Jii;: -- Esse Francisco da Paula laubem
iin se achava ?
"o : Eslava sim senhor.
Jui:. : -- \0SS0 da teve o senlior uestS
Cisa_ Igutna bnga com e.-se liom-ni:1
Iteo : A'io seotior, nos peguemo-nos
le palavraa,e elle entilo meueu un bofeta-
da, c fouios ao chao, e .le enl.lo diz que loi
leriJu.
luis: Tinha alg"uni ferio n.'ssa oeca-
si3o i'
Reo : Tlnha um ferrinho.
Jtu'i .- Que ferrinho era eslo ." |
Reo : -- Era una faqumha pequea, nas
elle se BChava com um ferro grande.
Juiz : -- Foi preso na occasiSo da lula i'
Reo 1 Nao senlior.
Ji- ; -- Sabeescrevi i
Reo : 1NS0 senlmi'.
l'nid) o interrogatorio, s3i tida as po-
nas do proces-o n depois de lindas as allega-
res pro o coulra.
O Sr. 'rndenle faz o r.'latorio do causa e
cal: e-a ao (OllSrlIli) ns SOgUilItCS
01 esi ros
Io. 1) Uro Can lili. Jos
ctu o fado do qu lio arcosa lo di
le lo offenses pnisicaa em Francisco de Pan
la lo nan,les .'
2". O llo pralicou o mencionado crime
emn a circunstancia aggravante de Superio-
ridad I em aun is.de manelra quo o ollen li-
1I0 nao po lessc del'en ler-se ele. ?
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tivot de revolucoVs
pelo Sr. D. Pe- Ao lllni. eavalhelro c honra.
em tu.teoiei ene eiupregado Francisco AleVn.V
Uilno Calaca, era nccaxlao V
le dar publicidad!-, e>.iioiUn(;'
niciUf a um discuiHi* dirlgidn
por iiiimi ni o ussiii,,,,,,, ,1, r"
~n.iro-n morte do meu mano,
cstudante do lyceu.
- NSo pudeitet eonter oh grande amigo? ?
e ouvla so fallar ein da- I A generosidade inflamma teu pello rdeme
pul entre un ouvidor de Olioda e um juli Nao podas deitar anim auienle ? '
de fura desla cldade do Recife; naojulgo ne- jFazendo leus amigos enllr co'mlgo! 1
cessario referir nomes : ouvla fallar em quec-
tdea por causa de urna preta que se nao queria Nao he pois injuiticaque letigo?
restituir a seu senhor, c niito enlrou a inbiga I A coroar-le de murta reverdceme,
contra Pnrlugueies : ouvla contar multa Ins- ; Ellevaodo desl'aite a minba mente I
lorias abiurda e groteicas obre pedrelros II- Reconhecendu em ti um certa abrigo.
vres: ouvla que 11a penuria de fariuha eram |
os armaten decenos negociantes aincacadot j Amrmo ritas palavrat que te digo ?
de invaau. Quando na mauhaa de 7 de mar-| Coin toda slsudet Oalaca !! prosegue ?
(o appareceu n'aquella villa a noticia da deaor-! Que todas at felicidades ver co'llgo.
ileui, ulnguem tab o que liso era, e eu allic-1
to pensava que rra o resultado da penuria e Ela sublime .'! eu mais nao digo,
Para U a nalureza lodaergue,
Gryoaldat de mil llores aceita amigo ? ?
da fallada ivasao dos arma/eos. Pouco du-
rou o engao, porque dcnlra de uina hora al-
gumat pessoas appareceram na villa procli-
iiiinln a revoliicao. Naturalmente amigo das
improperios "iutl'itrfmmeOO^'Si'pOT'^*'1" de bberdade, abrace! com sinceridade
mais que se esfmce. nSo o poder fazer de- a,rdor "" ob-scura DUTe'n,*?' Jun0. H"
.... .. 1 1. _!.-.. "*.., __'nada cscrevl, nao cammandei forca, nao ar-
ennar d.. alto conceito em que he tido; por racii no spdlli nigueill. ,co,^lhei s
quo n3o ha cousa melhor, no sentir de Plu- 0 caplto-mr Francisco de Paula, como um
tarto, para o homoro que lem consciencia jc Iani0, e no nielo do meu trabalhos,
de si, do que soUrer pacientemente as ai- excepcao da minha pequea familia, nluguein
frontas, as quaes he melhor sollre-las quo mais verleo urna lagrima por mjnlia cauaa, e
faze-las, porque mais olleiidcm a quem as Islo era para 10I111 nina comolacao. Fui sollo
faz, do que aquello a qucm sSo fenas: ni- Porque a relacao juU-ou que nao havia prova
hitsuivius, '""i sipisses aguo animo ferr '"I"1",1." o procetto.
, I Na prisao Uve eilreila amisade com os tres
eonviiiii. Infelices irmaos, o padre Antonio de Souto-
Uuem esla escoimado de enmes zomba M,ior, Manoel Antonio de Soulo-Malor c Joo
dos maldizent'S quo tudo avan^am o nada de Soulo-Malor, que constituamos um ramo
11 ova 111, 0 cerlo, como devo estar o Sr. lia- para ricitribuicao da comida, cdormiaino jun-
rala das sympalhias que goza das pessoas tos. O padre murreu na prisao : o Manoel, sollo
mais procininentes desla provincia, cami- com Joao, logo que chegou a Aleada, foi aai-
nhe resoluto no cumprimento dos deveros nauo P0."0" *polS dc chegara sua ca.a. Rea-
a seu cargo, devendo contar com a nunca Pfr^~SE^SSSZ
desmentida amizade daquelles que apre- rufr.se po, ,uas ,ao, e asasinou o vigario
ciam as suas qualiJados; como tambem (Ie Tejucupapo, diiem que por engao, por-
deve gloriarse de lucorier no desagrado e que a vingauea era destinada contra o capltao-
odio li.alal do bem conbocido autor do mor irmao do vigario, Joao de Souto andava
pasquim, a quem deve dcixar urrar a sua occulio por esse crime, quando chrguei da
voniade, leudo a certeza o Sr. Barata que "ahla : vanos amigo, visitando-mc, ditseram-
lieesls mais urna razlo para conlinuara ,,,c nuc Joaa de Souto desejava ver-mc. mas
merecer altencoo es,imaPdas pessoas bo- ^.SS^ZSS^SS^'jA'f^
estas, que nunca so esquecerao dos sous 'ravJ era elle o nlllmo arrimo de soas pobres
relevanlissimos servicos prestidos a causa |rmlat Uve pena delle, e disae que podia
da ordem, e ao llirunu augjsto de S, M. 0 apparreer: appareceu e retirou-se : outra ve-
Imperadol'. zcs voliou ; dormio por veies em mlnha casa,
mas era em oulra parte que elle eslava eflec-
livainenle homisiado, e foi dessa ou desas par
lu mandado para Lisboa; nunca accusc tes que elle sahio para a funesta, felizmente
l.ui do llego; julgava o nusso dircilo loiiiando malograda empreza, de que eu nao sabia,
medidas contra pessoas, que julgava perigosas: Talvez que os senhores da Imprenta estejam
aiiidactlstcincompanhrirosde viageni.ellesquc em contado com algucm que, de ludo saben-
fodigaiu. Chivando a Lisboa, o tribunal, que do e que talve cmplice, denunciaram ao te-
. eslava em (cras foi couvocado extraordinaria- neiite-coronel Victoriano Jos Marinho o triste
S t mente, c como nos nao accouipauhava preces- cadver da sua victima. Cada um pode em tal
oisualguin, nem talvc culpa loruiada em virtu- caso fazer de iniui o juio que quier, nem eu
J de das base da coslituifo a pouco jurada, possuo meios de justllicar-iue, vista da aecu-
loiuos solios por scuiiuca. Ilaveria nisto algum mularan das circumstancias : he este um dot
lavor.' Talvez, portn amnista nao. calos ein que as vezes o innocente morre coin
fim 1824 eu nao ful couiprchendido na com- todas a aparencias dejutica avista do pro-
mssiio militar, onde como se sabe, se ia um cesso : reconbeco todo o peso das minha dilB-
processo \erbal c julga-se, nao ha pronuncia, culdades ; mas a minha consciencia me nao
~ j Alas euserrado esse tribunal abrio-se uina devas- aecusa na presen; de Dos, a nao ser a in-
ii chamada do barata, uaqual jurarain de vis- dulgencia com que reccbl a Joao de Souto em
^ I la, que eu era dos clubs, ein que ac preparava minha casa, negando semprc o seu crime, qu
P a revolueo, o celebre vigario do llom Jardlin eu acreditava como certo, e resistindo a todo
-; >l inoel lavares da Silva Loitloho, e Manoel PI. os esforco que cu e o meu.amigo, o Sr. com-
' deles, primo do finado Nunes Macbadu. Eu esta- inciidador Joaquim Manoel Camelro daCunha
va ausente, mas os i|ue c licaram, un por amor da l'arahyba, empregavamos para o por frades
de uiiin, ou pelo iiilerctse di defrta gcral, pro- ta provincia com toda aseguran;., talvez eiti-
varain anlc o tribunal com cerlii'.es extradas vesse elle fascinado por uuiros, que abusavam
do rigiilro do pono, que eu e o Baral nunca do infeliz, que liuham j pnr perdido
nos aviamos encouliadu em Peiuaiubuco, por- twmmmm^^ (pie quando elle aqui chegou de Lisboa, j eu
eslava com as sent na consliluiiic 110 Rio de
Janeiro, c quando aqu chegue depois da disso*
lucid da quilla asscmblca ja o //rala havia em I
barcadupreso. is relar.o a visla de lao valeote
prova documental, por senteuca, cuja copia au-
leniloa ponuo, dvclarou estas lesicmunhat fal-
sas, petjiiras e iucapizes deiiguiar no processo.
Ora nao leudo euuutras que lzesseiu prova fui
absolvldo. Onde esla aqu a amnista? Nuuca
lui amnistiado, neui me daspresaria de o ser,
sepor ventura livette disso ueccssi.lade, mas
o caso be que ojo tire necessdade disjo,

Publicagdes a pedido.
N1GROLNGIA.
.... rui fin/nr et Juitiiai oror
Jneoripln Fidei nudnqut rcritai
Quamlo utlm ineenirnl pareni ?
lio.
(liimaiiiiiicai'Is.
'.>uanii dcin'Htin tsl meri me
/ii/iinerix 6 itifimibut.
Suu lece iiio/ji/.ir-Ai oqutlli que
lw infamado por i/cnu m/nmi.
Scntra,)
Equtes sero osses infames na plirs
dess'c sabio senao os murniuradnics o mal-
dizenlt"', euj s lingoai sao como espadas
. alia las, 1111 el s que ferom e malam : (As*
.f. 1. "1" I"' '" IJ"" e'"i,m .'/''"' ii'-ntni : smj la vulncrans
u '""V"' eorum. Infames, siui Infames de-
tractores para quena a boa reoUtacSo lie um
verdaloirosuppll io,abasta que quaiquer
nao seja criminoso para merecer ser acen-
sado 110 sen leirivel tribunal.
.Novus zoilos anlipolitanos existem enlre
nos que, nSo podondo olTunder phvsicimen
O Reo prali.-o 1 o mencionado faelo 1,. a queni odeaiu, procurara aleivosameiite
co n a circunstancia aggravante de motivo aowut com 8s ,ienics vipsrioos e luiguas
frivolo? venenosas- Victima de um desses detrae-
*. hxistem circunstancias slleiiuanles a |0ret foitido o lllm Sr. Iiodolpbo Julo
favor do leo Barata de Al nei Ja, E su/posto que abr-
O Jury resjonleu quinlo ao pnmeiro ihanio posicao social em que esla enllocado
ma balburdia c cnifos.io,"que em nossofraco quesilo ; n3o, por 11 vol ; quanto ao se- o Sr. Ilarata, seos honrosos precedentes a
entender su podalo ter aplacada fatendo-te gundo; uo por iiiiammiditl 'piuaiito ao ter- jliinitadl c nlianea que sempre 111 receu
ceiro ;no, por II votos; o quinto aoquar- dus adminiatiadores desla provincia o po-
lo ; uno por unniinudade. niiam a salvo dos boles inrernacs de seos
O ir. /.! ry.biolve o lu^o.
LevanU-se a sesslo as 5 horas di lard
nina couveuienle appliear.io ( mnlalis lantuii-
d' el lenuti eervOMU da celebre Iheoria do
philaiiliopo ingle sobre a populacho.
A'visla do expendido suppamosi|ue nao ser
inisier poBiuiraballiadot conbecfiuealoajurl*
dicos paia enxergar un contrato celebrado entre
os acadmicosc o einprezario do baile uina if-
U enotme. que da aos prinieiros o dircilo de
prdirem una iiideiuuisaco, como os A'rs. etni-
danles u,uno beniho de saber, e cni duvida
melhor do que us.
Na mesmo (lia. I," do crreme, designoua
c iigregacao dos lentes da academia jurdica
dias para a defesa de theses dous candidato!
ao doutoiaineiiln, e consta-nos que n'cssa de-
i.' SF.S5A01 ORDINARIA EM >i OK 0L1T-
l.n 1 DE I8SI.
Prsii/cneiii do Sr. I)r. .Veira.
Vromot'>r, o Sr. Dr. Abillu Jos 'lavares
Silva
guma coi s 1 aerea da inaneira acinlusnMen-
le desabrida, e mesmo desaforada, porque
cicreve o redactor de um pasquim que
Serve de pelounnho s repular;i}es mais il-
libadas. Ninguem nessa Sentint de asque-
ja rosidades he reservado. Assuspeitas impe-
riosas, as iiilerpretsC/ioj mal gnas, os gra.
algnacuo se.....njutllc. a um dille." tirando: **g'm***** Jurado,
se-lhe apriferenen direito de -MI mi o en,
,e-ll.e a preterenei, ,lre lo de Oell >'--> Proce,le-c ao sortcio do consclho que te...
puniere lugar) queos estatutos da academia! Rodrigues dos Sanios,
jioi.ee.1 .". a ao.iguidade no gro de hachare J b J ^
lor.uado, quando para aquelle Um couc.rrem y ,rado 01 Srs : Doningol Henri-
Adeoqa-io, o Sr. acadmico Joaquim Fran- OJS iiiTVusivos, as o liosas maledieoiioias,
cisco Unarie. as calumnias, os engaiios, as all'roul i-, o
A's de/, c mcia horas pa inanha, frita a cha- ludo que p lo deslustrar o fazer mal, esso
driraacior \> em pralica.
Eo |iie se pode edeve esmerar do um pts-
divertos
II uive na quarla-leira una n 1 n n de
pureos, auuunciada no jornal do .ursino dia pe-
lo tttcal da frrgiiizia de San Piel Pedro uon-
valves, i|ue convidava os licitanles a comparc-
cerein n'aquelle biiio. Sao muto frequenies
n'eala cidade as correcrOcs e arreinaiaces de
porco, ao passu q*ie o caes abundam pela
ra della, nao iaavendo urna su, oodc se nao
aooonlreni de tres a seis pelo menos, e sen. que
ae posa diser iiicimimudos e prejudiniara au publico do que
cle que.pcla hjdrophobiaaque habliualmen-
teeslo sujeito, loruaiu-se leiriveis no ultimo
poni, e digno de urna medid que ot arpare
do contacto, em que vivem 1111 ra com n que
por ella paisaui, nao tallando j nos la.idos e
uivo. com que atroan. os ares, e as agressdes
que I i/.eni cun sen ferinos denle incsiuo fura
d'aquelle esiado. A diversidade de procediuien-
topara com elle dou animaes s pode ser ex-
plicada pelo espirito de lisealidade, ou por le-
mu aquelle (os porcos) sc.vido omr'ura de
inorada leglflet de demonios, conforme refe-
re a biblia.
Tivemos noticias da F.uropa no dia primeiro,
pelo vapor ingle Severa, que chegou puntual-
mente no dia annunciado. Sao ellas em geral
le pouca Importancia, se excepliiannos a ag-
gresso dailha de Cuba, a exeeucao do aggres-
ores e ni alienados pralicado em Nova Or-
lean contra o cnsul hespanhol, que podein
ter grave consequenciat. O eipirilo de Insu-
bordinarlo que ulna 00 eterclto portugue,
a tentativa de reac;0e cabraliila, e afina I a
aaxiedade em que te acliaa Funja pela elci-
qiiim, oiijo nico fin heaaunhalar a honra
d^sp-ssuas mais Conspicuas da provincia i*
Qual o homem de bain que leuda esca-
ques Maha. Manoel Lphigcnio da Silva, Ale- padu as injustas censuras ilesso earras-
xandre Rodrigues dos Anjos, Thomaz Amonio co das reputaccs alheiasp Nenlif.m, ab-
Uaelel Moot'iro, Uanio de i.'apibanbe, Luiz de golutamentfl nenliiim .' K cnlo 11I0 ad-
Fianja de Olivrira Lima. Joao rcenlo Barbo- mira que elle fizesse cahir sobre o Sr. lia a
ta, llemeterio Maelel da Silva, Antonio Mar- ta i0,i 0 le de sua raiva, lulo dcvenioad-
querdeAuorim, Gootalo tepes Urna, Ma,Jf. miw UmbemqMti1UtW de incorrer no
da Silvelra c Januario Aletandrino llabcllo Ca
Mea-
Prestado o juramento do cslUo.
O Sr. Vreiidcale faz ao ico o seguinlc
I.MKRROC-ArORIO.
Juir : -- Como se chama ?
Reo : Joo Rodrigues dos Sanios
Jui ; Porque foi processado ?
fleo : -- Por va de uin barulho que tlve com
um tal Manoel Joo, elle me deu urna bofetada
e urna pancada.
Jui: : Knlao elle ful qucm Ihc deu ?
Rio : Ful elle, tlin, tenhor
desagrado il-sin pasquim que n como o Sr
liarais he intensivo as ideas desorganisado-
r.is desse bliculario despeilado e raneo-
roso.
S'in prelendermos defender o Sr. Ilarali,
por uo ueeessilar da nossa defesa, porque
os actos de sua vioa particular e publica
fallarn mais alio em seu abono do que to-
das as defesas que so Ihe postan fa/er, per-
guularemos as pessoas sensatas desse mes-
mo paililo, em que se quer ensartar o
'l'risle aunlversario se tornou para uina nu-
lea lio"dlineoic o ta"Vi'ojclo liiicdiz a lm-'m"V la,llilia o luctuoso dia 28 de agosto
prnna que co apoiei, e suileuiei. Mullo erro P,u,ll" panado ; cujas prlmriras horas lo-
se me podem laucar em roslo na minha carrei- r,llM ai ultima de urna vida precioso, que cheia
ra j.ublca, sen. ser preciso calumuiar-ine Eu aln,,a do vigor, e da robutta tempera, que des-
len, apoiei, nem susieulci esse celebre pi ojee- ""Bllc os rilhos _do acculo paitado ceden nao
to, cujo autor sabem ou devem saber csses que la"'' a eversiva inluencia de 78 annos, quanto
o viram apreseutar, nem perleucla se quer ao a "-'" "taque repentino, da qucllcs que tantas,
partido, de que eu lazla parte, partido, que ro> c'" atribuladas vezes nem se quer dio aos
dcavao bcrco Imperial edas Augustas Prince- 'Iue prantcam, a consolajao deter csgolado
sas, para os dcl'eudcr contra as tentativas de os u,"", recursos da humana flaqueza con-
cert enaltados. Se eu IIveste ililo una pala- tra dura uecessidade.
vra em tutteoUcSo de tal pruieela, por cerlo,: A1UC||C "la de caJa """ 'ara repetir as mes-
quccstci scuhorcsno deixanain de a Irans- ""'. '""' cer''iioulas. far Irazer o lucio e
crever. Porcui rtpirilos ha para os quaes o revlv,,r" dor a una numeroza familia porque
campo da verdade he esle il e desagradavel "a quellc dlatiiccumbio a um ataque de par-
Eteporveniuiaainiuhaiiieinoriamehciulirl, "? .", ""' br' eapiiao-inor comuiendador
se 110 decurso de tamos anuos me lenho esque- An."re de alhuquerque Maranhao, cujot des-
cido do apuio que presle a esse projecto, con- PUJ 1110 itaes volveram a Ierra na capella do
vido aos senhores da Imprmn a que colloquem c"enl,|i .unliau jazigo coimniim de teut
esse n. do Cornil Su <.ummtrrio, ond lodoso ",alorcs. ae *u> espoza e de varios mcnibros de
possain ver. e examinar. Se a petar de niinhac, 11-' "" resPc'l,"c> familia. A despello da idade
virr.au aparecer verdadeira a asserso dcllcs, :avanca(la, que parece sera de quem ja percor-
desdej me declaro convicio, assiiu como acei-,rtu.. '.'" Pl0,l''ja ciicheu a ua misso no
lo loiaarespoosabilidade do prolcclo chamada !"1"0 u este inundo, nonde nada mais lem que
debaiiin.euio. Ando en. procura desse 11. do! I',,"'.^ vail.0,'l'c deitu.i o venerando Anciao,
Jornal, que uolcuhu encontrado na minha col- ',' l" "lerecidaincnlre chorado cquivalle aquel-
Icrjo. |lecspijo iminenso q com os teu aalutares ef-
O vigario, Venando Ilenriquei de llciende. I ^"os oceupava o complexo (las mal nobres
_ I virtudes cvicas e domesticas, que lizeraui em
oro menlo de sua alma ; de
lodos o
em cada
limadas quaea leve mais de uina ; mullas oc-
catic de fazer sobreceler a genrrozidade de
sua alma. Filho da heroica provincia de Per-
namhuco em nada ceden ao seu Irmao! ni
inemoraval inallograda lenialiva de notta c
uiaucipato poltica, na qual sendo j enlao o-
Sr#. Redactores. Ao recolher-ine d a cepita pulenta proprietaiio ua provincia do Rio Gran-
lo impeli fui infurmado de (|ue alguma cuu- de do norte ; ahi foi un do campies da ilber-
sa se liavla dito na faaproiifa a iih'u respcilo dade, expuudo vida, despendendu fortuna, e
per causa do meu discuro na cmara d de-! perdendo por li n o incsino bem porque pug-
pulados, no qual emitli com franqueza minba nava para si c para os scus coucidados, lendo
opiuio acerca das rcvolujee das auinistias. de expiar comu oiitroa miiitos martyres d'eisa
Nao me surprehrudeu isso, porque o esperava, poca o seu iionror.o crime as cadeia da Ha-
uias como julgu vBiitajusu para o honiem publi- bla, donde vallando apdl 4 annos de amarga
co o saber o bein comal que delle se diz, e provanja e risco de entregar a cerviz ao carras-
111 n- anda o mal de que o bem, procurei ver co seno fura, como felizmente foi desarmado
essa folha, c cen elleilo oblive o numero 1WJ n braco da aanhuda tirannia, trouve por nico
de 7 de agosto, c o numero i.'iO de r do mes- premio de seu heroico patriotismo, as glorio-
1110. I.i 1 "in muita pachorra e sanguc filo es-)zas cicatri/.es dos grillides ; a quae a esla ho-
ses numero, e conlcsso que o nico tenlimeu-, ra a Ierra Ihe tem apagado ; mas que perdura-
lo que expcriincnlei foi u de pura lastima, rao to iiideleveis, como he indelevel a nilto-
vendo to supina ignorancia da historia con- ra, que a tem consignado ein sua pagina
Manoel Joaquim loes dos Santos.
COMMEBCIO."^
ALFANDEGA.
Itendimento do dia 4 ... 14:179 jo,
Descarregam hoje 6 de oulubro. '
Barca pottugueza Margarida merci-
dorias.
Barca smericana -- francti Walt farinh
de trigo.
Bares americana -- Douglast dem.
Barca americana W. H. D.C. Wilght..
dem.
Brigue inglez Runngmeie btcallio.
Escuna hsmhurgueza Alexander nicr-
cadorias.
lllipilfluruo.
Escuna brasileira aAdelaide vinda di
Babia, consignada a Antonio de Almeidi
Gomes, manifeslou oseguinle:
20 ctixisabsiathio; a Viuva Amorlm iv
Filho.
2 ditas couros prepsralos ; aj KellertV
Ciiiii-.ninliia.
-'mi mullios piassabt, 4211 caixinhtscht-
rutos, 15 caixOes ditos, 125 sacos caf 3
duzias decossueiras e loros de jacaiaiida
22 fardos fumo, 1 birrica Inora rjj|aJ
quartinhts, 5 (alhasde louga vi,Irada, | ca-
deira de arrusr, I c.iixo calcado 350O
quartinhas a ordem.
1 caixUo charutos; a Jos Antonio da Cu-
nta & liman.
2 ditos ditos; s Oliveirs Psivs t com-
panliia.
2 ditos e 213 caixinhts ditos : s A. Manoel
Das.
1 ftrdinho ditos ; a Ignacio Luiz de Brilo.
3raix0es ditos ; a diversos.
1 ctixa ditos ; s A. Willers.
CONSULADO GEBAL.
Rendimenlo do dis I s.3. .
dem do dia 4 ...*....
981,478
310,019
1:324,107
_ O vigario, Venancio llenriques de Iteiende. I >':"os oceupava o complexo da mai
.Vo-.-(>uaudu c.ldisse que quando o Ba-! V",",U" C'vlca'e domeilica, que hz
aaia aqu chegou de Lisboa, j eulinha tomado i ,einP p oruameulo de tul a
atsento na consumidle, queria dizer, que i li- I ""','' vl'",'*s ; ser coum atiesixn
nha embarcado para o Rio, porque he isso o ac'!''le sua vida publica, e particular
____ -___. ... llim ,1 w ,,,i,a la ....... a- ...... ...
que consta do registro du l'urto
tempornea eu. gente que presume escrever
para illuslraju do publico ; porque ein cun-
pensaju de penca verdades vem urna iinmen-
sa carrada de falsidades e calumnias, Dcrini-
e lambem o nuineio 205 de 2'J de setcuibro,
cuja I,,un a 111c conlcmou a pesar meu, por-
que do meu maior auiign na poda vir mal
Oceupandoem |S<8 a cadera prezldencial da
mciicionada provincia do Hlo Grande do fVor-
le depozilaria hoje de suas cimas preciuzas ;
assim como fura o secnario de toda sua vida,
corrrcspuudcu lambem ao conceito, que a
serie de seu actos Ihe tinha firmado, de no-
mera prudente, jusilceiro, c dominado sempre
completa justilicajo da minha proposijoc [das mais pura inlenjes, que os Rio Graudcn
asan? mis n'aquelle discurso, de que urnece ,es uverain a lilicidade de ver como a quall-
a circular, proclamaeio, mtnifetlo, ou o que dado de homem particular, as sua virtudes
melhor se deva chamar, publicado n'aquella domesticas ; que lao cabalmente se coufonna-
folha por parle do tal directorio. [Vtmoom o Ululo decavalleiro iidalgo, deque
x.io he de minha Ijilenjo, nem (fuero dis- uzava, nao eram desmentidas pelas do alto
cutir quesioes polilicas : attt lem sido o paiz fuuccionario publico.
inarivrde tac questues : cuuipre, porm, res* j Ein sumuia, o Exm. Sr. Aodr de Albuquer-
tabelcccr a verdade de alguns dos inulto faelos que Miranho, buin c disveilado pal ; attiin
Jui: : l-.uiao u senhor uu deu em Manoel autor desse pasquim, on lo eslilo as provas
Joo? oo ciime por quo ne aecusado oSr Barate i*
Reo :--Nao, senhor, depon.me elle me deu, Quem po lera descubrir nesse libello famo
ucm deu nellcfoi Manoel 1 u,. 0i couduzam a tcredilt
&\ZVW1E!!&S,Lt o nessesmvenla los crime.? Em quan.o ano
quanei responder revista ao mel dia, elle no as encomiamos e auppomos com us-
mechamou e disso Voss au falla mais, veja li ueeu lenho diuhero para Ihe comprara eu as encontrar,
Equal sera a riusa de i.i diablica oge-
3 ueeu lenho diuhero para Ihe comprar ce
iste que elle nao linha dlnbeiro para me coin
1,1 11. ii.iln elle me deu.e velo um cabo du ba-
lalbo e prendeu lodo Iret.
Jtfir i Km que lugar foi lilo?
Reo : Foi na Prala de S Jos.
Jui!: Leinbra-tc do dia e hora .'
Rio : No dia la de dezeinbro de J840 depois
de rucio dia.
A causa be bem clara, e supposto que
essu redactor emprcgtsse todos os oxforcos
pira occultl-la, elle a faz patente e no-la
iieixt entrever s trsvez do imbroglio de
suas banalidades e vagas accussgOes, quan-
adullerado pela Imprensa, exagerada de 11,11
modo iuqu-lilicMVcl, lautu no ijuc de mal diz,
comu no bem, (jue tcnciona, ou tenciouava
diier de inim nessa obra noli indita os
marlyres. Diz, por excinpiu, (jue eu sendo
coadjutor do Itcvd. vigariu deta freguezia de
Santo Antonio du Recife, o filustre finado Luiz
Jos d'Albiiqucrquei.avalcante Lin, Ucacou-
leci por pensamcnio, palavra c obras em sus-
tenlajo da revoiiito de i817 e que sollo da
prisa* da llahia fui reintegiadu ua cnadjuluria
da freguezia de que sou hoje parocho.ruc
fui a......su .do pelai crtet*de Lisboa, para
onde 1,01 preso como tuspeito de complicidade
no tiro que no geutral Lu do Reg dera Joo
de s lun-.M.wii'i, bomiiiado em minha casa.
Que em I8i4 fora cu amnlillado pelo Sr. D.
i'cdro I. Que, filialmente, eu apolara um pro-
jecto apretentado na cmara dot deputados
em llidcmaio de 1833, c refere-te ao Jornal
do Commtrcio de 18 de malo de 1835. Salba,
porm, Pernanibuco, c o Bratll inleiro, que
eu nunca fui coadjutor do Revd. vigario Luiz
Jote d'Albuquerque, nem andel a elle as.ocia-
do em 1817. Que nunca, ful amnistiado, ocm
como in 1, mi filho, marido extremlo, cida-
do prestante, anciao caritativo e religioso;
homem finalmente probo, e honrado ua forja
do [crino ; he bem merecidamente chorado pe-
los numerosos meinbrus de ua extensa, e res-
pe.in, I familia, para cada uin dus quaes era
un pai, por lodos os teu desconsolados viti-
nho para os quaes era conteliieiro fiel, amigo
prulcctor, e tudo, tcgtindo as circunstancias
o. lev.iv.no a piOCUra-IO.
1 h un pois. .. chora! vos lodos,que tendel
perdido de mais: a mai, um exeinplo vivo de
virtudes; chora que livette perda imuienaa,
irreparavel. Mai. poli que a consolajo he
neeessana consolc-vut a [lia ere oca de nossa
Santa Hcligio, que pago o 11 alilo a natufea,
lu nadoi 10 po o que era de p ; a alma da
quelle ; cuja saudade no fat verter lagrimas,
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimenlo do dia I a 4 71,832
K\ |i (iiliir a o.
Marseille, patachn fraiir /. n ;."..\ spi ra ni .-> ],
219 tonelladas, conduziooseguinte: -2108
saceos com 1050 arrobis de assucar.
I'orlo Alegre com escalla pelo Rio de Ja-
neiro patacho brasileiro Principe Impe-
rial!, de 139 tonelladas, conduziooseguin-
te : --2595 alqueires de sal, 3 barricas a
I ciixa com sementes de algodSo, 6-Jstc-
cs com algodilo, 16 caixaj fazends9, 1 cai-
xa latas de ervilhas, 15 l|4 pipas com azeite
Ir ra 1 rpalo, -J.V!. mullios de couros de ca-
bra, 2 caixas espanadores, 500 arrobas ds
sebo e graxa.
RECEiiEDHIV DE RENDAS INTERNAS GE-
R\ES DE PER.NAJIBUCO.
Rendimenlo do dis 4......3:368,066
CONSULADO PROVINCIAL.
I lem do da 4........ 625,957
PRACA DO RBUiriS. 4 DE OL'TUBRO LE
1851, AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambial- Sacou a 29 d. por If rs. sobre
Inglaterra, e 337 rt, por fran;
co lobre Franja, dlnbeiro 1
vlsla.
AlgodSo---------Entraran) 86 taccat, que fo-
ram vendidas.de 5/I00 a 5/zW
ris por arroba de priaieira
orle.
CouiOl----------Fizerain-se venda dossalgidol
a 115 rt. por libra.
Astucar Veudeu-te uina pequeoa por*
jo do malcarado a 1/400 n.
pur arroba.
Bacalho-------Relalhou-se de 8/500 llfaOO
rt. por quintal, licando eui
aer 3,600 qulniet enlre btrri-
cai, no i. e caiai.
Hlala Venderam-se a 1/200 rs. por
arroba.
licterroi dem de 32/ a 36\( rs. por du-
zia dua de graixa, e de 31/
38| dus de luslro.
Carne lecca dem de 2 200 a 3/100 rt. por
arroba, lano da de Hueaos-
Afrei.como da do Rio raade,
a existente monta a <5,000tr-
robat,
Carneirat dem de 18 a 19/rt. por du-
zia dat francezet.
Far. de trigo- Aetislenle tuda por 8,000 bar-
ricas, leodo-ie rei.ilii.nl" de
13/ a 18/n. por barrica, ob-
lendo a da marca galega 17/.
Mantelga Vendeu-ie a4i0 re. por libra
da fraoceta.
Queljnt .... dem a 1/050 01 Oimengoi.
Ficaram qo porto 01 cinbarcafOet, teodo
i americauat, 34 brasileiras, 7 francens,? ham-
burguesas, 1 hespanbola, 8 Ingiera, |I norue-
guense c 4 portuguezas.
Pauta
Dos precoi correales do assucar, algoMo, e
mais gneros do pois, que se despachao na
mesa do Consulado de Pernambuco, naie-
mana de 6 u 11 dr Oulubro de 1851.
Assucar eme. branco 1" qual. Arroba 2,100
1,T00
1,400
2,300
1,500
3.200
5,500
5,100
4,700
40,000
220
60,000
330
50,000
280
500
200
500
200
2'
a maso ....
(i bar. e sac. branco
n a o mase ....
refinado.......
Almila.1 empluma do 1' qual.
Dito.......2' i(
Dito.......3*
A{o'ardenle caxica 20 graos Pip
Dii
Dila de caima .
Dita. .
Dila rcstilada.
Dita .
Genebra. .
Dita "
Licor ....
Dito
Canad
Canad
.Pipa
. Canad
. Canad
. Botija
. Canad
. Garrafa
Aarroz pilado2 arrobas um Alqueirc *,M
Araras
Papaj;aios .
Bolachas. .
Biscoitos. .
Caf bom .
DilO re.Idilio ,
gaza 0.1 01 nis.io do uno da bem.ivi nlurau-
jipromettida aosjunos. \. Carne seoca
\ J CoUCOS nuil CtSCB -
fiCharulos bons ...
tos ordinarios.
lo relagia e primor
I
Uina
Um
Arroba

<

Cont
a


12,000
3,200
5,000
4,000
,400
5,000
2,800
4000
'700
4,000
\


Ciirt de Carnauba
gourosde Boi salgados. .
pilo ospiados.....
pilo do onci .....
poce do calda.....
pilo de yoiaba.....
pitosecco.......
gjlopa nacional.....
farinha do mandioca .
Feija.........
fumo bom........
Dito reslolbo ....
dniiMi.i.........
Gengibro /*.'.....
Lcnha de aobas......
Diio de loros......
Prtncbasdeamar.de 2 oust.
Dilasdolouro ......
Colado Je amarello de 35 a
40 n. dec.o2 la 3 del. .
Dito dito usuacs.....
Cosadinliododilo.....
Soalbo de dito ......
Forro de dito ...'
Costado do lauro.....
Costadinbo de dito ...
Soalhodedilo.......
Forro do dito.......
Ditos do cedro......
Toros de tatajuba.....
Varas de parreira .
Ditas de aguilbadas ,
Ditas de quirls......
Rodas do sicupira para carros
Eixos de dita para ditos .
Mrl i'iii pipas.......
quartolas......
barra........
Milho..........
Pedras de amolar.....
Ditas de filtrar- -.....
Pontai do boi......
Piassaba.........
Sola..........
c,,ir:o parilba.......
Tapioca .........
Unbasdo boi. .
Couros do cobra .
Atcilede carrapato.....
Arroba 5,500
Libra J3
Um 1
12,000
Libra <00
240
500
Arroba 1,280
Alqueiro 1,280
2,000
Arroba 7,000
, 3.00i
Alqueiro 2,880
Ar oba 2,500
nados pelo meio dia, onde acbarao o mo-
delo.
E para constar se uiinJou ifhxar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria di tliosourana da fazonda pro-
vincial de Pernambuco, 26 de selembrode
11851. O secrelirio. Antonio Ferreira da An-
nonciaedo ____________________,
Ouclai'iiydes.
Cont
Um
Quintal
Duzia
Par

Urna
Canad
I liiin
1,600
10,000
20,000
8,500
2(1,000
14,000
9,000
7,500
4,200
4,400
.'.,200
3,800
2,500
3,000
1,800
1,280
1,500
2,080
40,000
18,000
34,000
190
G.800
Alqueiro 1,500
1,1*0
7,000
3, 00
180
2,000
Arroba 22,000
a 2,000
Cont 200
22,000
Canad 720
a

Con lo
Mll.O
Meio
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 4.
Csmaragibo -2 das, hite bras'leiro iVovo
Destino, de 21 ton-llidas. mestre F.stevao
llibetro,eq'iip.3, carga asneare mais ge-
narota ll Manoel Martins. Pass-g-irus,
Manoel Paulino da Silva Colarle, Jos Joa-
quim de Menlonca Junio-, Joaquim Pe-
dro da Silva, Jnaquim Pereira da Silva.
Alcobaca--10 aias, lincha brasileira tS.An-
jia do Sacramento, de 30 tonelladaa.mes-
tre TarRino Borgcs dos Santos Figueiredo,
equipagem 7. carga farinha de mandioca;
a Amorim &lrm!ios.
Navios oAi'rfoi no mismo dia.
Rio de Janeiro e porlos intermedios vapor
br'Sileiro npernambucanai, commandan-
teOtlon. Passageiros, desla provincia,
l)r. JOlo de Souza Sntos, com su fami-
lia, G. We-imam H. Corg Dennis, com
sua familia. EstevSo Vctor l.ayne, padre
Francisco de Assis llibeiro, FrancisCJ Jo-
s da Costa Medoi'os, o sr-Rundo lente
doquarto batalhilo de arlilharia Felicia-
no de Suuza Aguiar, llenrique do Franca
Pinto do Oliveira, Jos Gnncalves da Silva,
Francisco Fogaca Bilancnurt e 1 escravo,
Hanoel Percira Gamillo, Jos Lopes do Pa-
rias, Pedro Correia Vieira, Jos Ajves Paes
Un i 1 i ni, Frincisco Gorroia Vieira, l.uixj
Goelho da Silva. 2 menores para mannlia, I
5 dezertores, 8 recrutas o 20 escravos a
entregar.
Barsellona barca tiespanhola a Arrogan -
lea, capullo F Marislany, carRa algodSg..
S.Malheus lancha brasilera Concec~!o,
mestre Manoel Ferreira Moraes, r ..i sal
e mais gneros. Conduz 1 escravo a en-
tregar.
Piralnba hiate braslleiro a ExalasSo ,
mestre Antonio Manoel AfTonso, carga fa-
rinha de, trigo e mais genero Passagei-
ros, Nicolao Francisco da Costa, Manoel
Flix do Nsscimenlo, Manoel Pereira de
Araujo Vianna.
Navios entrados no dia 5.
Kiode Janeiro 15 dias, escuna brasileira
aMaria Firmina, de 122 tonelladas, cap-:
18o Jezuino Jos de Souza, equipagem 6, |
carga farinha, sab.lo, caf e mais gneros
do paiz ; a l.ui Jos de Sa e Araujo. Traz
1 escravo a entregar.
.M ild un lo 22 dias, briguo de guerra a-
meiicano Baiubridye, commaudanle J.
Mmning.
CONSULADO DE POIITUGAL BH I'CRNAM
HUGO.
De ordepi do governo de S. M. Fidelsi-
ma, faco publico o eJital abaixo transcrip-
to para conhecimeiilo docommercio e na-
vegaclo, e ilo quem mais pnssa interessar
Consulado de PurtuRal em Pernamb ico,
aosS de oulubro de 1851.- Joaqun- Baptts
la Moreira, cnsul.
Uconsclho de saude pnblica, faz saber
que d'ora em diante nenhum navio proce-
dente dos pollos do 11 Mil sera admillido
aos nossos porlos do continenle sem que
primeiro aeja verificado o seu estado sani-
tario pela eslac3o de saude em Belem. E
para que nao possa allcgar-se ignorancia e
chegue ao conhccimenlo da tolos, se alli-
xara este na pra?a docommercio, alem da
publicarlo do cstylo no Diario do Go-
verno.
Lisboa, 5 do setembro de 1851.O Fiscal,
r. Matliens Cesano Ito irgues Mnachu.
-- Pela subdelegada dcS. Jos do Recife,
seannuncia a appreliencao do um escravo,
de nome Antonio, de naijiio angola, que de-
clarou perlencar ao convento de Ipojuca, c
andar fgido : seu legitimo Sr, compareca
para Ihe sor entregue, provuudo o dominio,
e posse.
Subdclegacia de S. Jos do Itccife 4 de ou-
lubro de 1851.
Francisco Baptisla de Almeida
Theatro deS. Isabel.
12.' RECITA DA ASSIG NATURA-
()nar(a-/firii 8 ./a ouluiro Logo ,,uc a o.che.tra .cha aculado urna
d ...alborea ouvcriuras, a ooiopaobia nacional
representar o tuuilo iutercnaiile drama cm o
acloi.
O Marinheiro de t>an-liopez
ou
O ENVNE.NAMKNTO.
Vcriontqens.
Jorge Mauricio. O Sr. Germano.
Amonio Causade. O Sr. loimbra.
Garlos d'Arbcl. OSr. Silvestre.
Langlois. -- Raymuudo.
Goiie d'Auberive. ~ O Sr. Rcis.
Jernimo. OSr. Monleiro.
Oarfant. O Sr. bizarra.
Domingos. --0 Sr. Cabrat.
I." Traalhador.OS-i-. Dias.
2 a Ullo. O Sr. Rosendo.
Joi. OSr. Joaqun. Jos Pereira.
llortenciad'Aubciive.A Sra l). Manoella.
Paulina Lingloia.A Sra. 1). Amalia Monleiro.
cariota Gausaade, A Sra. O. Rila.
Trabalhadores, inarinheiros ele.
Terminar o espectculo com a graciosa co-
media cm t acto.
Quem cisa quer casa.
Na qual os Srs. Monleiro c Amalla Carao dois
prlncipaes papis.
Co.i.essars 8 horas.
Os bilheles achao-se venda uo lugar do
costume.
EDITAES.
OcidadSo Huliiiu Jos Corris de Almeida,
civalheiro da imperial ordem da Rosa, of-
lial na.nr da assembla provincial legi<-
liliva, a subdelegado da freguezia da Boa
Vista em virluJe da Ici, etc.
Faz saber aos habitantes desU freguozi.
que deconformidade com as ordena doSr:
dezembargadnr cheCa de polica interino,
que me foram transferidas pela delegacia
do p'imeiro destriclo desle termo em data
de 27 do crrante, se publici para conhaci-
ni: ni" de todos, as disponicSes coutidas as
imperiaes portaras de 5 de marc.o e 29 de
dezembro de'18)4, que mamlam conferir o
premio de 8,000 rs. a quem aprehonder
qualquer dezertor, e o de 4,000 rs., ao quo
estando auzenli nflo chegar a completar a
dizer(3o, fleando cerlo o aprehonsor, que
taes quantias serJo effoclivamente pagas po-
los cofres da thesouraria, logo que se viri-
llque a aprehencSo dos sobre litos dizerto-
re>, e para quo o presente chogue ao co-
nhecimenlo de todos ser' adiado nos lu-
gares pblicos deita fregueia, e publica-
do pela imprensa.
Freguezia ia Boa Vista, 30 desetombro do
1851. Eu Francisco de Barros Correia, es*
crivao o escrevi.
Rufino Jos Correia de Xtmeida.
--Pela sutidolegicia deS Jos do Recifo.
.01 apnrehoiidid cuino fugiuada Villa de
l'ao'Alho, a prela cnoula do nome I. 1
inir, qi,s declarou ser escrava de Jo3o Alber-
to de Souza Plvora, trazendo a mesma pre-
la, urna mulaliuha de nome Luiza, com ida-
de dsele n.i'zes, que disse sor sna lilha :
mu legilimo Sr. comprrega, que provandu
o dominio, e posse, Ihe ser entregno.
Sudelegacia da 8. Jos do Recifo 2ue ou-
lubro ue 1851. O subelegado
Francisco Uoptuta de Almeida.
O lllu). sr, primen o escriturario, ser-
'Du de iuspector da Ihe.ouraria da fazen-
da provincial, em cumplimento da ordem
aotxm. Sr. prosidente da provincia de 22
d,^0,rrnl^ n""1J' f"er Publ'co que nos
ir. .'. 0 ou,"bro prximo vin louru,
iib. n.i."i'"r* ser "emalado parante
zar, i bancos da honra para as aulas ri
insuucsao publica .f.M.do'c.^.'ut'am
,,t.^ror.en.",,ao:'eri felu i" formado
.jrUBoMdale d. 286 de 17 de malo de
c-As pessoas que se propozerem a esta arre-
iSS c?m,P"re?m na sala das sesses
Jesmotribomnos dias cima meacio-
Avisos maritimos.
Para a llahia sai al o fim da presente
semana, a sumaca nacional Fiordo knyclim,
por ler o seu carregamonlu quasi completo,
Inda pola rec:b<)r aUuma carga e passa-
geiros : a Iratsr-se com o mestre Bernardo
de Sojsa, ou c >m l.uu Jos da Sa Araujo na
ra da Cruz n. 33.
Para o Aracaly seguo com brevidade o
hiate Davidoso, cun a maior brevidade pos-
sivel i quem q izer cirrcgar ou ir d^ pas-
sagem, dirija-se bo lado do Co-'pn Santu
O 25. .
Para Lisboa seguo com brevidade o bn-
gue portuguez Conccicdo d Hara, para car-
ga e passaneiros trala-se com Tliomaz d'A-
quino Fonsecae fllho, : na ra do Vigario n.
19 primeiro andar ou com o capitJoj no pra-
ra do commorcio
Cear, Maran!i5oe I'ara
O novo brigue escuna llrasiieira Graciosa,
desluia*-sc a aquellos porlos, quem no mes-
moquizer carregar, ou ir de passigem, di-
rija-so ao consignalario Jos Baplisla da
Fonseca Jnior ra do Vigario D. 23 segun-
do ai"l i', ou ao capilOo na praca
-- Para a Baha pretende seguir com mui-
ta brevidade por ter parle .'a carga pro n-
pta a sumaca brasilina Fiordo Angrlim,for-
rada e pregada de cobre, inesl'O Bernardo
de Souza : quem na mesma qui/.er carregar
ou ir de passagem, pode euleiller-so com
o mesmo mestre, ou cum l.uiz Jos do Sa
Araujo, ua ra da Cruz u. 33.
Para o Havre
pretende seguir com malta brevi-
dade, por ter parle d> seu carre
goment protnpto a bem conheci-
da birca francezn Cont Roger '
para carga, c passageiros, trata-
se no escriptirio de .1. II. Lasserre
& C, ruado Trapiche-Wovo, n.n.
Leiloes.
Jos.RoiIrigues Pereira faz leilSo do 31
caixas OOm queijos novos, no dia 7 do cr-
rente, no caes da alfa niega.
O corretor Miguel Carneiro, far ItilJo
do da quar-faira 8 do corrente, as 10 horas
da maulla no seu armaz>'tn na ra do Tra-
piche n. 40, de diversos traslas novos e usa-
dos : um rico piano, c um lustro, candioi-j
ros, quadros, com estampas, sapalus pa.'ai
senhoras,e outros muitos objectos que se-
r3o entregue ior qualquer proco.
procurando urna lavideira para dar roupa
lavada com o praa i que pede dirija-se a Fu-
ra de Portas ra do Pitar casa torrea n. 121,
assim como tambem so engomma ua mos-
ma casa com tola perfiicSo.
-Manoel do Souza Cordeire SimOes pro-
fessor de primeiras letras, Msica o Gram-
matira ponuauozas faz scionta aos paes do
saus allumnos e ao respoitavel publico quo
mu l" i a sua residonria da ra ostreita do
itozano para a de detraz da Matriz desto
ni snni hairro do Santo Antonio denomina-
da Travessa dos Eipostos casa n. 16, espa-
3
Francisco Maciel do Souza, embarca,
No Fasseio Publico n. 5.
do.de uome Anacleto.do iiade 23
Aviso aos Mirs. Cor-
respondentes de engenho
Na ra d'Apollo, arimzem n. 2 B, anda
ha barril com a mais superior potassa do
Mi, muilo alva o chogada lia pouco tompo.
- Precisa-se de umpoquono de 14 a 16 an-
nos da idade, para caixeiro do venda : na
ra do Sol, n. 21, sidii quem quor.
Precisa-se deum caxeiro que cntenda
-- Compra-seou alupa-se um preto. aua
<"oo.ii,.! ^q i as'ino i'iiunco ii. a. ; -"-= "fo-so am preto, que
lara o Itio do Janeiro o s-u eserrvo, croou- Na mesma fabrica concartam-se a cobre-,SBI,b* t1rat.*r de """""^ "ma P'U que
an"os- se qnalquer armaco servida tanto de panno ^nlenda do servico i"l-iio de urna casa na*
qnalquer arma(9
romo do seda, e tildo isso com o maior
asseioe promptidSo; desejamos quo os no-
bres habitantes cqncorriiu para este eila-
bolecimento.
itecebe-sc do commiasSo, compra-se,
e venle-se escravos tanto para dentro como
para fra da provincia, a so adianla dinhei
rosohre os de ommissifo : na ra
rageiras n. 14 no segnndu andar.
ra da Cruz do l; c l' n. 38.
Compra-se um* balanga com seos con-
petentes pesos, que sirva para armazem de
agkucar : quem a Uvera quizar vender, di-
nja-so a ra direila sobrado n. 88, terceiro
andar.
,. ." Compram-so escravos para dentro a Co-
das La- ira llesl? Prov'ncia, pago-so muito bem.ten-
OSr. JoSo de AllemSo da Cmara Sis-
do bunitaa figuras .- ni ra das Larangeiras
n. 14, segundo andar.
u.,,.....^.r. ~....... .-,..,.- precisa-se deum cixeiro quo cninnaa #...-------------------- ------------ -
rindo continuar a (iozar o mesmo bom con- do venJa, e escripia : da-se um bo n orde- neiro mando pagar a cokta q.je deve desde
ceilo do publico, que alo o presento tom ti- nuJo rila ja^^eia do Recife : n. 53. 'agosto de 1850. na rui do Crespo n 12, ser-
- Ju.to Forreira B.ptista avisa ao respei- lo de quo em quanto nSo o fize.- tera do ver
lo a satisfac.3u de merecer
ra, faz publica que tem tractado socedade
com Silva, oi Amorim, na sui venia qui
cita na ra larga do Itosario, na esquina de-
bati do subrado de dous andan*! n 9,
como consta das enndirtos ex ilicadaa por
ii lemas' rxigir,' pelos di-I receudn-se toda a seguranca precisi para os
minutos precol de 200o 210 rs. a garrafa : mesmos o bom Iralamenlo.
lan.boin ha mi mosmo armazem, vinagra
de Lisboa sm mistura alguma pelo barato
i" i; 1 120 rs. a garrafa, e vinhos brancos
autor JoS'i de llii-
artigos.nos papis da Iracio qu o annunoi- sp,rjoreSdo
ante assignou com os ditos sucios, o leste- (q d( ,_,,,', 260 rs. Krar assj,n co-
munhas, o para a todo o lempo constar Taz o m {tmb vjllhos ge0rosos engarrafa los
prsenle annuncio. or ,r, ,8 cmmoa0s em relacao a sua cx-
-- Roga-sa a pessoa que achou urna cha- f;olenlevqu,| laJl,.
ve grande da porta, o favor da mandar ea- ,\lua-~c o primeiro andar do sobrado
tregar no armasen na ra da i'rna n. 17, Ja (ua (|o yu ,maj0i 50, ,, tratar na lojt
que sera recompensado. n ^
--Olierere-se um sacardote para capollito '_.'^a ru, j'Anrora, n. 3: precisa-se lo-
deengenho, e mesmo para onsinar primal- mar a re(n0i quase convenci>r, a quan-
ras leltras, e gramtica latina -. quem do seu (l| jj lll)Ve oentos mil res liypotherando-su
presliino quizor tililisar-s annuocio. para garanlia liuin, casa livn; de embanco!
-- U abano assignadn, faz scienle ao pu- 0 a|)JXI) BSSIg,ia J0| iJndlCO d'aCtUal
mez* rege lora da ordem S'do Patriareha
S. Francisco, fazcionlo a quem couvicr que
na Igrej i da mesma OrJem lia miss-s to OS
08 das com a paga ja estipulada, aem di!-
tinfOo do padre ou religioso que is celebre
Coelano fjalo tfa Verai*
Da-ssde loo a lOO.OOdn. a premio de
2 por ceulo 10 niez, suba penhores de ou-
ro, pratt, ou bypotlieci c u algunia esa li-
vra: quem pretender dinja-se a ra larga
do Rozario ii. 28, loj i de mllldezi!, quo la
se dir quem da.
Joaquim do Albuquer-uc c Mello, em-
barca para o Rio do Janeiro o sen escravo
creoulo de nome l.uiz.
-- t>apoleSo Gabriel B"z embarca para o
Rio do Janeiro as las escravas de noin
Pulquera e Sivenana.
-- Amonio Bernardo Vaz do l'.aivalho.em-
birc para o llio da Janano os seus escra-
vos da nome Tnereza, parda, e Juiio, catira.
GuimarSesb llenrique.embucampara
lo da Janeiro O leu mulato juaquin.
-- Prccisa-so por aluguol um preto, da-se


Q a- rz
o "3 &. (_
u c a
7*. ^ a n a
7Z
W y "2 rt O i-
?k r. ca. TJ
blicoque tomjuso como Sr. Diogo Jos
LeiteGuimirBas, seder-lbe aui lujado sal-
l.-iro cita na ra da Gruz d i ReOlfi n. 47 ti-
cando o mesmo abaixo assiguado exonera-
do do lodo o activo o pasalVO da mesma
loja, ^or isso as pessoas quotiverom roulss
coji a mosma.queiram no praso de tres das
aprsenla-las ao mesmo Sr para esta as
conferir, Ondosos quaeso mesmo Sr. nao
ao responsabilizara por qualquer cunta, ou
ducumeulo que apparessa.
Amonio os Ferrtira GulmarScs.
--Olympio Mein Sepulvc la, natural da
Babia, e boje icideuic cm Pernimbuoo,
como criado lio hotel Francisco, pe le, e exi-
ge da pessoa, que, por urna Carla anonyma,
apparecida uo mesmo llutel, deolarou ter
sido Bllequem tironni noilodo bailo aca-
ile n-i uina Culhor de pr-ti, que haja de
apparecer e dar a> pravas que leu pura allir-
in,ir o que disse, sol po ia de pallar por um
Intrlgaate o vil calumniador o innunciin-
legratilica com 30,i OJ rs. a quem Ihe des-
cubrir o suior do dito furto.
.-Constando que aigucm tom Caito erar i9 0ooVi.Tor"mnla~^Mr^~a'olw-
ao publico, que Jos de Sousa Cardoso se ha yj ra(iari0 ja padana, na piara da San-
auaantadudelta Cidtdo ocaultamenle, de- u Cruz d-jbaixo do sobrado n. lOU.
clara-seque be urna calumnia completa, por .. ynlt ,l0 uaugel, casa tenca n. 22,
que elle paitindo no miado do setembo |ava.se e engo-nina-si ruupa de hmeme
cum luzendas para negociar em l'orlo-l.al- mu\ler C0111 presicza e por proco eom-
vu, e cum urna porc.au de leltras de Ju-o mujj,
A ttenc5o .* !.'

- r; -r, 5
1. -< 1- a --^
a 6 z
-3 2 O 3 S O
|8|8
o e n
(A a-m
Vend
as.
Ricos espelhos.
Vende-seem casa de Avrial Frere & Com-
panhia, na'rua da Cruz n. 20, espelhos do
vidro fraucezea, com ricas molduras doura-
lai e sem ellas, de 3 al 5 pi de altura, por
presos muito em cunta.
Vende-se urna carroca para
cavado, nova e muito bem feila :
na coebeira do Sr. Antonio ao
pe da cadeia.
VENDEM-SE,
cobre para forro ecaldeireiro, zin-
co em folba para forro, alvaiade ,
Iraira 1 da Sui'i-ii, f Iba de flan-
di es. cabos e lonas da Uussia, fer-

r. = -1 -. 9.
S "2 8 8 /.
g 2 g 3 o B
5 -3 c->
* fc* ;<* r* i*
[iUlOADUH IjOS AtiGDS
/IOLA
1 iriri-se esle met'oi lo, lano 11 ais reco-
men lav I, quanto ella lia ulil, pois tiu-1 fu
publicado on proveilo daquellai pessoas
que des'jai) saber 'S legras de acompinhl
ment se o que lenham o tmbaliio de apran-
iler msica: venle-se na ruadoLivra-
iiiento loja da calca lo, n. 27, a 5 -iI res
k
Antonio Pinto, para cobrar na provincia das
Alaguas, disso lo/, sciente aos seus oredure!.
Saiusuano da Aquiuo Ferreira, avisiao
pdblicu que o Sr. Savcnanu Jo-6 Je Muura,
ileixoudeser seu caixeiro desdeo dia 4 de
oulubro do c i'rent i auna, o qual so despe-
1 o por sin iivru vonlidc de sua casa,
e durante lodo u lempo que Tol S3U Caixei-
ro, dcsciipcnhou bem o seu lugar.
Alveilar decavallui.
George Wuiie, recemamente chegida ips-
ta cida le, encarrca-c de tatar o curar ca-
vallus de qualquer doauc,a que llveiem, leu-
do si lo aprendiz a MU prollssSo, o 11 ter
cxercidain ludia, donde ha pouco veio i
quem quizor iproveilai-se de seus .-"vicos,
quescrilo prestado! com toda a atl a
vista da una paga justa : dlr'ji se u ra do
A tintureira avisa aos seus fregueses que
mod iu a sua residaucia da ru t di Alegra,
pata o subrado do pateo do Garmo n. 9, se-
gundo andar.
-- 11 miau.) ataignado Caz publico qua
des lo o primeiro d > Cor cut; mezd-sipar-,
lou a soen-da le qua liuii i com J icinlho Au-
em casa de ('. J. Astley Se Compa-
nlii.i, 111 rua do Trapiche n. 3
Vori le-se doce de guiaba de superior
quali lado em caixes de 4 l'bras a nove mil
res., a arroba : na rua liireita venda n. 93,
Csquina da travessa do sirigado.
Vende-se um Realejo da figuras, com
111 iiln boas vosas, o proc<> muito commodo
a dous pares de bollas da montar muito
licm Ceil no caes dos llamos armazem ,
n. 2.
Ricas concillas donradas pira relogiu.
Ven le-ie rica! crrente! douradus para
relogio pelo baralissimo prei;o de 2^000 n.
na rua doQueimado n. lfi luja de miu lezas.
Bonitas coTinlcs da ico para iclogio.
Vende-se bonitas correnles la 50 para
relogiu pelo barato prec.o di, 400 rs. :na rua
I 1 un. un ,do n. 11, I ;< oc miudezas,
Vende-aa ou lruc-a*por qualquer pro-
din ni sta cidadu um sitio com boa c tai de vi-
vriida, cocneira.o-lrinaria, casa para prelos,
bastante arvorddo, com funds para a es-
irada qua segu para a casa forte, o frente
para a estrada do Arraial :quem o pcrlonder
ilirija-se a iua do Sol casa n. I.
Vcndem-se canas'de bous charutos, a
5,000 rs.a o iixa de cem na rua do Crespo loja
11. 3. ao p do arco.
Vende se um cavullo com bons andares
e proprio para menino por ser da rafa pe-
quen 1 ua rua das larangeiras n. 18.
Vende-so urna esciav creoula da bo-
,)Os .1 ultima OCCaaiSo de posstll- J mi, [iura c moca, na rua Nova n. 16.
rem, o mais fiel e perfeito retrato. Marmeladapeitoial.
' ni' / / r /" I Ka ""onleilaria da rua do Hozaru n. 43.
Canos D- rretleiChS C C I vende-se excellenle marmelada por prefo
&**4*i**a*j,a****** commudo.
j Eleineutos de homeopalhia. *| Farinha,
Saino a luz a priaiiara parte destl ,1..mandioca le superior qualidade o 010(0
- Ua ebaixo us^iguutlos avi-
88m 1 <|ue cm consequencia de nu-
merosos pedidos tem-se resolvido
demorar somante o tempo preci-
so, ao cpial fechar-ae-ha o eatabe-
lecimeutd sem annunciar mais, be
usin do Auiaral, na venda da rua uo Pillar '-* obra c imposta pelo professor humeo- f imaiodo,! borlo dopatacno -- Nova Luz
do Fora de Ponas 11. 8'2, licando O mesmo
Amural obiigido ao activo u p8SV0.
i- iquin da Silva Santos.
Pelln
Ainda se precisa de urna pesso que en-
lenda de plinlicOes de silo para Irabalbar
0111 um uu lugar do Ramc lio : q.ia-.i estivo
stas circumstancias, dan lo pessoa quo
Tillar n. 70, casa doSr. Mala a qualquer hura abona a sua boa con lucia, enteil li-so cum
do dia. o porteiru da aifiudega desta cidade; na
lloga-sc aoSr. Jos Ribeiro da Costa, mesjia reperlicao das 8 as horas da larde.
morador nesla praca, queira ter a bondad
lo annunciar a sua inoradla para ser pro-
curado para negocio que Ibes diz respeito.
Precisa-so do alugar, uinu piola quo
saiba fazar o sirvica do una casa : na pra-
Cilllia da Independencia 11. 22.
Ain la so precisa para alugar nina prr-
ta escrava, som vicio, e quo saiba Cazar o
servico interno de urna casa depouea rami-
lla, quem a liver aiiiiunidc por este Diario
para ser procuiada, uu dinji- ao pOrlOiru
da alfjndi'g iiesla cidede, na mesilla rapar-
Precisa-se de urna ama para cosinliar, liedlo, das8 as4 Horas da tardi,
en-- iimii.n pessoa capaz, o paga-se bem : na
rua da Gadea do S. Amonio n. 15.
Precisa-aede um bom forneiro : na rua
Impela! n. 37.
Manoel Marlins Lopes, com vonda
111 rua Diicila 11. 71, no dia i,s do julno
p. p. arreiDatuU em um leililoquefoz J. Ja-
coiiin Tassu Jnior una caixa de qu-ijus, o
cono Ihe fosse laucado duas.roga a qualquer
Sr. que tt una ncebido a oulru caix-,hj. de
se entender com o dito Lupes, ou com o Sr.
Urna muliiur branca de mcia idade e
de boa can lucia so olerece para o semeo
interno de una c.sa de horneo SOlUIro,
ou de pouea Caullie: quem qui)r poda
procurar na rua de Agoas-Verdes, casa tar-
rea n 101.
Cm a noile do baila dos Srs. acadmi-
cos, iL'Si'iieaminliou-se de cima do sof qu
s achava colluCado dcnliu do quailo ei
que jogavam, uina caixa da tabaco de tar-
taruga ain i:, nova : quem poli 1 tiver acba-
Tasso Jnior; ou algum Sr. que ai rematse do, queira ter a hondada do a entregar au
11,11a caixa e llie ole teulia sido appres.nla- abaixo assignadn.
di aconta, roga-lhe o favor dj se enl.iider loai/uim Francisco Unirte.
com os mesmos senhores, para examinar se .. Aluga-se o terceiro andar e sol.lo da
sera a que falla, do qual Ihe licara issas casa n. 15, ua rui do Gollegio, propua par,,
obligado. giande lamilla, lein llcovis, N nuarloi,
-Aluga-se um mulntinho da 14 aunes, coziubi,e urna sua para jautar: a fallar uo
pro orlo para criado : ua loj 1 n. 9, da anti- soguudu anda, da mosma.
a casi da ruda .. |>recisa-so do um IVitur c jardmeiro,
Guse-se com promptidio loda a quali- quesejt muito activo para um sitio insta
dapn de cosluias grossal : na rua do Gabu- prar;a: na rua da Gruz 11. iti,pi iiueiro andar,
i,?.'AJa 0 Lufto su dir queui loma as cus- j^,^^,0- t> ...//*,-u-r-* l"i-v vi
Pimo Onlgiioux, dciUlsla
Avisos diversos.
PASSAPORTF.S.
II urna pessoa basta nlebahi lita laque amui-
tose lem empregado a tirar tassaporlo para
dentro e fora do imperio, a despachar escra-
vos,coiitinuanoipesmi>exercicio,assHveran-
do que alem da actividadecom quese presta
lira por menos de ouin quilquer pesso; e
por isso pode ser procesn lo ; na rua do
Kangel 11. S.cartorio do escrivSo Silva Pibti-
ro, 011 na rua de Santa Rita n. 60.
Precisa-so da um mrniuo para caixeiro
de veuda, iio se exige que lenba pralica ; e
da-se preferencia aos de fra da cidade :
quem cstiver nest vir iraclar na rua da senzalla nova n. 26.
a rua da Cadeia vel lia n. ai.
se deseja saber ouie existe urna
caria vinda de Lisboa para Joiio
de Souza Alorcira.
Alluga-se um grande sitio, com bas-
tantes arvoredos, e oiargem do rio Gapi-
biribe, quem o pretender dirija-se a Ga-
uuga no sito do lir. Jacobina.
Alluga-sc urna prela que saiba c isiubar
e engo uimt. _e encaboar e todo o mus
servico de u* cssa ; d3o-se adiantados
120/000 rs. por\**> nno ou 12/000 rs. men-;
saes,na prica JjyIndependencia o. 17 se di-
r quem precizi.lP __
--A pessoa qJWaaauciou por oslifollii.
tulas.
Antonio Ricardo do llogo, embarca pa-
ra o Itio de Janeiro as suas escravas da no-
me Dumiugas o Clau lina, crooulas, e Fllip-
pa, parda ; a culregar a sua urde 11.
Aluga-se una casa no Casanga, a mc-
Ihor quo existe naquelle lugar por licar ao
pe da ponte, a qual tam dual grandes salas,
corredor lavado, seis quarios, COSinba, es-
tnb iria para 4 ou 6 cavallos, sendo a entra-
da pela fronte cum porliio; quarto para pro-
ios no quintal, banho no fundo do mesmo :
os preiendeules dirijam-so a Gamboa do
Carino n. 33.
Carlos II. Frcdeiicks e Alexander II.
Weeks reliram-se para fra da provincia
Manoel de Almeida Lopes, embarca pa-
ra o Rio de Janeiro o seu escravo Gandido,
de 1 annos de idade.
I'erdfu-so no dia -2 do correnle um
meio bilbele de 11. 1032 da actual lotera da
m
* palha Gosset lliniont ; dividida cm I fondeado era frente do caes do Ramos a re-
si tres partas. Bata pnmeira compe- jcentemonle chegada de Sania Catharinai
* li nic, o discurso preliminar, a miro- fe I iraia-ao abordo ou 110 rua do irapiciie o. 5.
-' duccao, oexamc do do-me, a esco- *lesoriptoiio.
Hm 10 remedio, o emprego dos reme- idarrouuins
.-, dios, o regimeu e osconselboscl.ni- ,iT .,
* cus, cmi a eiplic i^.-io dos iiumes gre- 1 Je iupanorqnalidade,com soi tmenlo e pre-
o- gos a anatmicos em. regados em mo
9b dicina, a indlcacflodosinedioamen- t
af los apropriados para cada caso da en- ?
s* fermiiado. tsia obra lie til, tanta *
para 01 me lieos que se iL-diCarem a ^T
* experimentara nova medeciua,como W
**> para Indas as pesioasdolioi voula le *
que so .|iiierem convencer por expe- 4i
>* rieociaa da variado destl doutnna, ?
t por ser ella muito clara o a inlelli-
3) gencia de todos. Ilecebeiu-sa auig- -
ig naturas para a obra inleira a a'ooo no 4>
r cousultoiiu homopatuicoda rui da^ aa>
S Cruzes n, 28. Depoisda publiciftlo
tu das segunda e lereeira parles, o 4,
i pi eco sera elevado S.jUoo para aquel- 4)
Hf les que nao iiverem ssignado. No
> in-siiio cou-ulioiio oncairega-S8 do m
t man lar lornecer qualquer encuui- ^
i, manda de medioamentos llomeopa- *
Uncus. No prelu : PalllogeilfSil dos *
> medicamentos homcopalhicos brali- 4
*?'*+**? *** ? **. ?*"
Paz publico o abaixo Msignado qua
eomprou 11I11 llmenle para seu pagamento,
o dominio do u as trras cila na freguezia
le Una, o comarca do Rio Fo'moso, naa
quaeaaitOo cituados os engenhos Glndiaby
qua paga ."uu.OOJ reis do loro ; Queimadli,
SO0.000 rtis, 0 Sorra d'Agoa 611,000 res, do
liial o ibaitO BSSigUado so pos.-ue melada :
esto pequeo patrimonio de 5J0.0U0 reis
por auno, < pagos cm da, polo inlaressara
qualquer Camilla quedeaeje um rondimento
c rio. o qua nflo sofCra quebra do decimas a
Boncertos e alaumai vezei de mettorom a
caves por debaixo da porta; por isso o.
abaiso assignadn quer Vende-Iodo pTompo <'u
a iliobeiroa villa por precisar dille para o' ,ll
CdSteio do sen estabelenimonto da la/en Jas J
lillas parl a prica o serian, na rua Nava n.l
23, anuda p lo ser pro -urado Indos os diasl
para o ajuste. Antonio Gomes Vitar.
r.. -i .:::.ffl^mmlt ^
Consultor i > homeo-
,-
franecz, offerece aen prest- *
inoan |iiii>iii-o para lodosos &
mlsteres de ana proHMAo: 9
< podo ser procurado a qual-
& qaer Hora ein ana easa, na ^
# rua larga do Rozui'lo, 11. ;tt>, a,
9: segundo andar. to
*.*aS#v -i ** ?>*??'-"> ^^ 'a'?'*i
Napoleflo Gabriel Haz embarca para o
Rio do Janeiro os escravos d nomo Francis-
co, riaillu ; o Joaquim pardo.
PreCia-10 de urna ama qua cntenda,
da coznilia, emais servico do casa, para Casa
de pouea familia: na rua da Gidcia de Santo
Antonio, n. IS.
Cruccorx Companhia particiodo ao pu-
blico, que leudo o sociu g rento o Sr. Vicior
Lasne de fazeAima llagem, delxflo durante
a ausencia do mrsmo, enearrogado de seus
Nossa Senliora du Livrameuto: a pessaa que negocio! o Sr. Francisca Belanchet,
oachou, queira Ic.a-loloja de cera na rua | -- OSr. II. F. C. M. haja de ir nos Quatro j man,.-ia.
do Arago 11 17, que sera recompensado; o !G do 47,760 rs, do contrario vera seu nomo ^ I ralica qualquer operacao
publicado por esta folhi. ^ je c rK,, ou de parios.
-- Um rapaz solleiio -J boa m lucia se .
50 c 1 mino Jo : na rua de trapiche escriplo-
r.10 11. 5.
Vende-se um molequo de 12 annos,
um luido inulalinho de 8, e 6 pretos bous
para tolo o servirlo, o do bonitas llzu-
ras, u 111 alto de inoia idade muito robusto,
111., parda pnfaita engomniadeira, a cosi-
nheira, com 2 liilms, sen lo urna mulatinha
ic :l aullas, 0 um mulaliulio de 4, 2 prela-,
que cosiiiiiam muilo bom o diario de una
casa, e c.ugaiiimilo sullrivel : na ruada Ga-
ciinbi n. 11 oudo iiiiuna o finado vigario
do itecifo.
Veudc-se um mulata de vinte e cinco
anuas de idade, que engomma, e cosinna o
diario de uina casa ; os p-11-11 Ionios diri
j.io-se a rua doyueimado n 44.
Chpeos de verdadeiro castor
branco.
AcabBo de chegar d stes chapeos, do al-
banlo launa, e superior qualidade a praca
da lu lepen leneia nmeros H, 2S, 28, a 30,
oudo so ven n por proco cumuio lo.
Na la la Midre Ueus armazem n. 20,
vende-se Caiiuna SSS F, dila lantaua, dita
galega, barns cum breu, uleo do linbaca,
cha i ai, anal Ue 2, 4, 6, 8, c lo libras cada
lata.
Aos senhores cavalheiros.
Na rua do Queimado loja n 18, vende-se
luvas de corea lio de escocia muilo lina-,
com um pequeo toque de mofo polo bara-
iissimo pre(0 dc2,0o0 rs. a dnzia, e200 rs.
o par
-- Vende-se una parelha de c ivallos pin-
la los, e iguaes, no dia 6 do correule, das 9
ninas ern diaulo: no principio da ruada
eordia,
ais um a vender barato, he pre-
ciso ver para crer.
Vende-se raudos chiles do t ulauna a l-
loada a 1.000 rs., ditos dealgodflo furia co-
ra- a 1,200 rs., ditos imperiaes iruiltaudo
a 1,1a o seda a 1,600 rs., lindos lencos de
cd i da cores.para grvala a 1,000 rs., ditos
tRu
;,illiii ti.
la l,200ra., e dilos de superior qualidade a
; .lllllt ll. i 1.400, rs., roeriu preto liuodelfla pura a
ii li\ i 'iili'ilin ll 9-"i lll'i.-- 2,500 rs., curtos de mei casemira de novos
a uo Kjuuyiu x^/y/1 $. pi(lr0c8 a 20o0 rs dilosd8ta!)einira {rtuce.
IHCil'O (HUllll'm padrOes novos 5.5u0rs., caries da caai-
.. .. i ,ibr las Jo coros i 3,6do. 4.000, e 4,500 rs.,
U Ue. I'. A.Lolu 1UOJCOSO, ,.|nias l.-ngs para cuberas com vista do pa-
ila consultas gratis
i po- M
DI bres, todos os dias das 8 as i?i
desie ja previne-se aoSr.tbosoureiro e ciu-
lensla Ferreira a quem fui comprado e por
quem se acha rub, icado, que nflo pague di-
to i,Muele i| u mo 5.11.1 premiado, po>quaulo
o seu verdadeiiodonotem le'temunhas para
provar peileiiuer-lhe o releidu bilhete.
uem auuunciou querer comprar urna
casa terrea no bairro da Bua-Vista, com
quintal murado, dirija-se a rua estreita do
lio/ari i n. 43,segun lo an lar,que dir quem
veo le una, excellenle, uuva, propria, ca-
cimba o agoa do beber.
-- Nodia 7docjrrente, depois di sudi-
encia do lllui. Sr. I)r, jpi do civel da pn-
meira vaia, sera arrematada por venda por
sera ultima praca, urna casa terrea sita na
rua Imperial* n. 86, por execucSo do padre
Albino de Garvalbo Lessa, contra Francisco
Ribeiro 1'av.iu e sua muluer, a qual fui ava-
llada por 800,000 rs., exulindo o escripto na
mflo UO porleiro.
Dam-se pedacus de lijlos o enlullios :
na rua do Rangel u. 47.
Na rua do Queimado n. I, precisi-se de
urna ama de leilo, forra ou captiva, promet-
le-se trata-la bem, o pigar-lhe melhor :
quem esliver uas circumsiancits appireQi.
propoe, a ensillar primeiras leltras, gram-
nialica, cm algu n engeulio, ou mesmo Ca-
zend i emquanlo sua conducta_da conhi -
Cimento quo agrade a quem se quizor ul -
[izar de seu prestimo : na prca da Inde-
pendencia, n. 12, loja de encarden.ie.io, se
lira com quem oeve iratar.
_ Aluga-se um prieto possante, proprio
para servente; assim cuino, von le-se um a-
lamhiquemeSo, 3 laceadas da podra do Rio
Formoio, e aluga-se um nina canoa que car-
rega ItuO tijoius em bom ostadj : na rua
de S. Francisco casa apalagada.
Fredorico Chaves, solicitador dos au-
ditoriosde pritneiri iustauc i, avisa ao res-
poitavel publico, e com especialldde aos
seus amigos, que solicita, tanto no civel,
como nocrime : as pessoas, que so quize-
rem utilisar do seu presliino, o podaran pro-
curar na casa ti < sm reiidencia no alerro
da Boa Vista, sobrado n. 17, das 6 as 9 ho-
ras da manhaa, a das 3 da tarde em dianle,
que o achirlo protnpto a dosemponhar o seu
m
Hccebe ecravos doentcs
para tratar de suas enferoA-
dailes,ou f zer qualquer ope-
racao, por preco commodo.
-r:'" .....-JMMHM
oaf-
Goiiipras.
cargo, com toda a promplidflo e actividade. I Crespo
('tiuipra-.se nina ar macan de venda Com
caixOas de musirs ou sem ellos, na rua da
Aurora alem da fuudicn primeiro vend.
Comprara-so molequas.iiegriulias, mu-
lalinlias, o negras com habilidades, ou sem
ellas, para eucommenda na rua larga do
Rozario loja n. 35.
-- Coinprain-se escravos a venilem-se de
conimissao, para dentro o fra da provin-
cia : ni rua da Cacimba, sobrado n. 11, on-
de morou o Sr. vigario do Recife.
Gompram-se duzenlai e sincoenta po-
li 3las pequeas pan um colar, na rua
. I Crespo n. 3 loja ao pe do ireo.
dn
MUTILADO
lacio da oxposifiln a -JOOrs. ocovido, o oti-
tras militas fazeudas que u.l.i deix3u de
agradar polos picaos a qualj lades : ua rua
do Queimado lojt verdea M.
Veu.ie-seum casal de escravos,ou tro-
ca-so por uina casi : ni rua 11 da o. 18.
Vende-so una escrava cnoula do 90a
22 anuos de idade, mullo sadia, cusiona,
oagomma, o lav neni dosabo : no atierro
da Boa-Vista n. 45 primeiro andar.
-- N'o largo do Terco n. 14 segundo an-
dar, ven le-so uu>a negra de nacSu Kabolo, a
qual he perfeiia eiigommadeira, cuslureira,
lavadeira, e c isiulia bam odiarlo de urna
casa, lem urna c ia tic 7 a S mezei, ba ven-
dida nicamente por s u douo ter q> rali-
rar-o par. o Sul, e esta prir-do lJ*r
estes escravos, cu vapores. Na uiasina casa
se compra una cnoula, ou mulata flaeie-
,,na as mesillas prendas que a que
uuer vender sendo tambem do Bo. Ha Ugu-
r., assitu como urna mulaliaoa da 10 a 12
unos, sendo porom reculhida.
Vende-so leile liquido do melbor, que
por ventura powi apparecar. a 60 rs. a me-
dida das 7 horas ale as 8 da manhSa : na
rua da Assumpcao, defronte do muro da Pa-
nha n. 36, segundo andar.
-Vendo-so um palamquim, e bumadere-
co de pescoco, muilo bonito.- na rua do Li-
vnmealo, n. 1.
- *



Veilde-se jdoKecifen. la, ha muito supe-
Fio dt diversas cores, para sa- or cal de L'sboa, em pedra, as-
pa(er0> sim como polassa chegada ullima-
1 i,,!.' hranrAR n ii> divrraaa'mente, a precos muilo rasoaveis.
Linhas brancas e de diversas >|0 a br|^ ,Ie Tortos ,
cores.
Tinta de oleo de varias cores.
Cha preto c verde, de Inglater-
ra, superior.
Velas de espennacete.
Panno de algodao, para saceos.
Tudo da mclhor qualidade e : livro/zul a synopss do general AbreuoLi-
iniuln rmranli -m rana dp A- n>a, ltimamente adoptada pelohxm. presi-
muito em conta em tasa de a- \ >a do provincj, cmo compendio de lei-
damsoo Ilowic & Campanillo, na tura e historia do Urasil as oselas prima-
ruado TrapicheNovo n. 4a. jri-. provincia^
Sanios na Hnliiii.
Vende-so, em casa deN. U. Bieber&C.,
na na da Cruz n. *, algodSo transado da-
quella rabrica, muito propno para saceos de
assucar e roupa de escravos, por prec,ocom-
modo.
Para as escolas.
Voude-se no paleo do Collego, lja do
assim como outras tnuitas hiendas pelo bi
rato preco de agradaren) aos Srs. compra-
dores.
Hlftl9*liitMlt#91ff
S9 Vra
A Vende-se gallo de ouro e prata de
superior qulidade lano para devisas &
como para bonete o chapeos de pi-
* gom na mesma loja se vende too a A
A qualidade do uniformes militares :tu- +
f.) do por preco mals commodo do que (
om outra parto.
4
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
MJA DA SENZAI.LA NOVA S. 42.
Neste estabelceimcnto conti-
nua a lia ver un completo sort- Ida de assucar, por preco barato.
j i _;.,., mnon r que vende-so a macliina junto
ment de moendas o metas nioen m0nii,. .,iriia..s0 m -,,..... ..
tncdemada 3,200
Allencio.
Vendo-se urna machina completa, nova e
muito superior, da torca do qualro cavallos,
alta pressSo, com a sua competente moen-
Adveito-se
ou sem a
moenda: dirija-so em casa de Admson Mo-
das para engenho, machinas de wie& Companhia : no trapiche novo no ite-
vapor, e taixas de ferro batido e c'fe 2.
T T .,.!, na I Vende-se cola do liio Gran-
coado, cte todos os lmannos, pa- ,
* de, em harneas c por preco c m
modo : na na do Vigario n. 19,
segundo andar, escriptorio de Ma-
chado & l'inhciro.
-- Vendem-se velas de espermacele, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
ra dito.
Antigo deposito de cal.
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
i 1 caixas, ue supe, lur quauuauu cm casa uo
muito superior cal nova em pedra, Konor & Companbia na ra da cruz nu-
chegada ltimamente de Lisboa mero 55.
na barca Ligeira. j Vendem-sc cera em yclas ,
Vende-se saccas com iejJo'faucoJas em Lisboa e no l\iode
molatinbo, de superior qualidades, Janeiro, em caixas de 100 libras
e prximamente chegado do l\io sortidas, de 1 a 1G coi libia, etam-
de Janeiro: no caes da Aliando- bem de tamanho, por me-
ga, armazem grande ilefrontc da."s preco do que em outra qual-
rampa. [querparte: trata-se no escripto-
Agencia de Edwin Maw. rio de Machado & Pinhelro, na
Ka ra de Apollo u. (i. arinazem de Me. Cal-; ra do Vigario II. IQ, seg
montar. Coinpanhia, acha-sc consianlemciilc ,i,,
. anual
Muita altencao.
ptimos chales escocezes, propiios par* o
invern, por serem de dous feilios, rousa
nunca vista, tondo quatorze gostos, de pa-
li :. cacuros o claros, pelo proco diminu-
to do 2,000 rs. cada um, bem como um p-
timo sorliaicnlo de fazendas de primara
qualidadi', proprias para negocio por screm
o mais baratas possivel : no armazem de
fazcudas de Coveia ft l.eite, na ra do Quei-
mado n. 27.
Aviso ao publico.
Na botica da roa do Colleglo, n. 18, de
Pexolo c; Pinto, lio onde so venden) as ver-
daderas pilulas pira Imh .s, rum- seceos,
o dores venenas, o gonorrheas crnicas, co-
jos bons effeitOS confesso lo los que tem Coi-
to uso dcllas: comiosc,3o do pharinacculi-
00, SebsstiBo Jo dcOiivcira Manido.
-- Continua su a vender a admiiavcl agoa,
para lazar os cabellos e suiscis prelos: na
ra doljuoimado n. 31.
u|) Paulo Cordeiro
vcude-se na leja de Cunt* fc Amorim, na
ra da Cmlea'do Itecifi-.n. 30, e.t superior
rap, em botes e meiosditos, locentemciile
llegado, por piecn commomdo.
A i,OOO res o par.
Vcnlem-se aapatOea do Aracily, com
Veude--s um proto de nac8o, que re-
presenta lor 35 annos: na ra do Amorim
ns. 56 0 58, a tratar com Manuel da Silva
Santos.
traes que os nossos facultativos receitlto
diariamente sem todava serem inteirados
de sua intima composicfi).
A minha experiencia clnica dclara-se
_ em abono do crdito do xaropsdo bosque,
Na luja do sobrado amarello, nos *ldepoisd havereu felouso e.i1 multiplica-
ft qualro Cantos da ra do Qucimado 9 | dos casos de hroncliites, coqueluche, angi-
A n. 29, vende-se cortes de calcado llVna do neito, o as lisfles agudas eohronicas
meia casemira, padrdes modernos <*V dos poimrtes pelo espaco de tres annos con-
<| pelo btratissimo preco de 1:600, o US jseculivos. Ilpsfjo quo hoje, que o crodilo
A corte ditos de casemira, as maismo- do xrrope do bosquo esl firmado, o seu
9 dems quo ha de superiores qualida- S>' autor n3o continu por muilo lempo de o
H5 des a 5,500. O deixar na categora do remodios srcrolos, e
fe*******-*******^ 'l"l! fac "> povo, quo tSo boa aceilaoBo Ir/
\ Miope do bosque. aoseu remedio, um beneficio de gratidao,
O nico deposito continua a ser na holi- ^'c'aao su". r!;cel"- Et," meu 7t0
ca do los alaria Concalvos Hamos, na ra ''^o, eis a op.niao que proressoom abo-
dos Ouailois n. 12aop6doqurteldapoli-|n d's virtudes mcdicinaes do xaropedo
cia : deixando de hoje em dianto de serem ''"-I1"-.- !><9<""'.
agentes tiesta provincia os sonhnres Novaos ^arapucas de I mi para enancas
& Compauhi
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Em conscqtieucia da continua celebridade
do xarope do bosque,' os proprielaros o
submetteramao examo e experiencias do
IIIm. Sr. I>r. I. t. Sigaud, dislinclo medico,
e prcsidunto ila academia Imporial de med
cia desta cuite, eos resultados lora 01 os
seguintes :
Illa). Sr. lm resposta i sua carta,
pela i|ual V. S. pede a minha opini1o car-
ca das virtudes medicinaos do xarope do
bosque, transmittu-lho o resultado de m-
nhas indagneoos sobre o dito romolio no
parecer quo vem annoxo minha carta. Sou
do V. S co.11 dui;,l().lj;ii, o atiento venora-
dore criado
Rio do Janoiro, 28 de agosto de 1850.
J. Sigaud.
lio r 11 no a potencia do annuncio domi-
na suberananicnte, qua olla se tem tornado
a alavanca da in luslria o do cumuiorcio,
engrandecendo o circulo do suas opcracOcs
dianas, e que para as relacoes dos povos
de 13a
Vendem se ctrarucas do 13a para crian-
cas, obra muilo bem frita, a 800 e 1000 r*\
na rus doQuoimado, n. 16, loja de iniudc-
zas.
Kstnjos de uaviillias.
Na ra do Queimado n. le, loja de miu-
dezas, vendemse cslojns com urna nata-
llia, verdadeiroaco ingle/, a 1600 rs.
Capachos haratos.
vendem-se capachos com tres palmos, a
700 rs; ditos com 4 calmos; a 800 rs : ua ra
iloQueimado, 11 16, loja de miudozas.
na rut do Tambie, na Boa-Vislj o
modos parapouca familii .',," .
der dirija-se a ra VeUia n. i" ?u. Pr,,,lin-
com qnem tratr. qu9 thiri
Nofterroda Boa- Vista luja de /
portas n. 60 *
Ven Je-se cortes de cassa do 7 r.
2,000 rs., ditos brancoa com barra .i
5,000rs., chales de 13a esed,a3oon !?"
2,500, chitas linas escuras de corea'TL '
a 120, 160,200,o2IOrs.ocovado a,?""5'
peca a 4,500 5,500, c 6,000, risc.'dinlh*
chitas miudinlios de cores lixas a 18i) ,
rs. ocovado, pecas de algodaosinho,
cano encorpsdo a 2,000, "l,600, e'i"u?"1"
brim branco mistralo a 1,410 rs'o rn'''1
do, castores para caiga de servico orn..
bstanlo forte a 240 ou 960 ri n P "
lencos brancos com listra encarna.l
circumferencia, a lOOJrs., ditos da i,, "*
210rs., cassa lisa muito lina a 640 rs '
madapolSo lino a 3,500, 4.00J, 4.50rt' ;i!'
e 7,000. o mus lino, dito de 40 n '
13,500, e outras fazendas perlencen's !
mesma loja por prego commodo e mist,,'.
Silencio c muita attencSo !
Francisco Antonio Sin.as, ealabelecid
com loja de miudezas, na ra do Cibui
12, confronta a ra das Laraujeiras, teno d
entregar as chavos da luja, al o lim do cor
ronte inez, por exigencia de seu propriet,
Mf rio.tem reaolvido vender as fazendaspo
.. o- o 9 quaulu Ihe cuslaram, oj anda nuiln..!
I No deposito lie Siqucira &C Z saber yeil,|8m-8e esporas dTaroS1
f. Campanilla, na ra do Vi- f '"s paria n W. ha liara ven- i p,r' c",las france"s muilo (oas para volti.
gario, n. 2/, /tapara ven g rete a7,200rs. a duza, fraojw do bZ!
der assucar, cafe, e ceva- brancas e do cores de muito rico gosio nari
,\a % cortinados com 15 varasa4O00rs a peci
A luvasdo pelici para souhora muito novase
retina- multo frescas com hellas e requintes a !/
Vende-se assucar
r, do,cale, e cevadi moitla e as- o a 2000 rs. o par, ditas prctis p
orellias, obra bm, a 1,000 res o par: no ella he urna garanta, assim cjiiio urna no-, i- 1 a l,440rs. o par, meias de Jinho do Pnrtm
" casaidade imperiosa, cumpre, cm voz de sucar candi ; tudo por menos 3,400 rs. a duzia, bababosdo panriode|(t
procurar anniquilala, dirigi-la e Icr rom 2 que cm Outra qtialquer par $ uno bordados a 160 rs. a vara, tinta ii>Rle-
ella o coaiporlaniento queobservam oses- .' :,_.. l,rtls nualiil ules za a-,'28 rs'" duii' li"h's em c""t dd
tud.stas n respeilo das revolucOcs quo nilo U 2 JL i- 100 jardas a 320 rs e 200 jardas a 880 rs,
SSi 9 f* duzia do molhor autor, litihas noveliosdi
a'aditl'ia l,od" s coros) a 1,200 rs. a libra linhas
Vende-se urna padari,. cm lo los os in-' tS^t^tSSSTSX *'*''
icncilios prompta a traba ID .r; coa. r.rinbas f,?f ,e.V*rl" ";?""" ,e, P,mo- .""''
ou sem ellas, como me loor convier aocam- mu,.l ',no' pro'r,J P*M ^hoidavuno
Aterro da Boa Vala, lujado calcados, n. 58
junto ao selleiro.
('centro Novo.
-- Voode-se sement de cocnlro muito
novo, a garrafa pelo mdico preco de 00 rs:
no lleco largo, pudaria n. 100, de Joaquim
desonza Pinto.
poJcm sulfocir, porm que sabem dirigir.
O xarope do bosjuo oceu^a entro nos
as cen nocas da fuma, quer ni capital, qinr
as provincias d ) imporio, c sustenta asna
Calcados a 2,500 C 3,000. ^"V^o desde urna serio de annos. O crc-
Idilodo remcdiopeitoral he bas'a.lo sobro re-
boa aortiinentos de taina de ferro coado e i
batido, tanto rasa como fundas, mocadas In-1 l'ccillo de algodSo trancado 113 id-,
hrica de Todos os Santos.
petidas e numerosas curas do brOQChiles,
do allcccaes calliarraes, de asllunus, e mes-
elras todas de ferro para anioiaes, agoa, ele
ditas para armar em inadeira de lodos os la-
iiiaohos e modellos o inais uuiderno, inachina
horiM.nl.il para vapor, com forfa de 4 caval-
los, coucoa, passadeiras de ferro cslanliadu
para casa de pulgar, por menos preco que o
de cobre, cscovens para uavios, leiro ingles
lano eui barras como cm arco folhas, c ludo
por barato.'prcj o.
Vende-se
Arroz de csea,
Farello novo,
Cha preto,
Chumbo de municao,
Cimento,
vende-se tudo por precos cc-mmodos : no
armazem de J. J. Tasso Jnior, na ra do
Amorim n. 35.
l'arinha de mandioca.
A mais nova o mais barata l'arinha de
mandioca que ha no mercado, venJc-se na
ra da Cruz do llecife, armazem n.13, dc[
JoSo Carlos Augusto da Silva.
Na ra da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidadcs
proprias pura saceos de assucar e roupa de
escravos.
Un ca-ii le .1. Keller Sl. Coiii-
No atearo da Boa-Vista, de-
fronte da houcca.
Chcgounovo sorl.menlo de aapalOeada ">''""' ly*'M pulmonar nos sous pr.uiei-
couro de lustro para horneo) doa iueiho.es T *' vs- !f0.5.1!um* "PP"*'.*.1 ,VS"
que tem viudo do Arae ty a2,ot)rs., dito
i. iidlua a 3.000 v-., ditos de couro brinco
1 800 c 1,000 rs., dilos de orellia a 1,000 rs.,
assim cono um completo soiliuunto do
caldudo francez de todas as qualidades, lan-
nguaclo di por corto, o pela applicsc.u'o
queporlrea aonosseguidostonho folio do
xarope do bosque em casos idonliecs, o ro-
panhia, na ruada Cruz n. 55, acba-se a ven- :' Para l.omcrn como para senhora c mani-
da o escolenlo e superior riuliii de ill-l ""? sortea de tapeto do la c algodao, pa-
celta, cm barra de 4.*, be muito recom-
mondavel as casas eslrangeiras, como cx-
cellenle vinho para pasto.
Arados de Ierro.
Vcndein-sc arados de diversos
modelos, assim como americano-
com cainliao de sicupira e bracos
de ferro : na liindic.ao da ra do
Bruia ns. (i, 8 e 10.
Vendem-se amarras de ferro: na ra
da Senzalla nova u. 42.
Moinhos de vento
1 COtn bombas de repudio rara regar hurtas
Principios geraes oe economa pu-jd balxas dl,capim': vendem-se na fundl5ao
blica e industrial. jdelownian.Mc. Callum.na ra do liium
ns. 6.8 e 10.
Vende-se ge.sso cm barricas, viudo no
ullimo navio chegado de tranca, leudo ca-
Vnnde-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs.: na
praca da Independencia, livraria n. 6 o8.
^gfcajiB2it:*^ AMMV-4t^^^>4 da barrica 20 arrobas pouco mais ou mc-
8 Algodao para saceos. I pos :n ra da Croan. 65, casa de J. Kel-
Vende-se muito bom algodao para i, | 'r Companhin.
S saceos de assucar, por proco comino- iiombas (le Ierro.
do:em, casa de Ricardo iioyle, na Yendcm-se bombas de repuso.
i ra da Cadeia n. 37. fe .' .
Sf-***'*l*:*->**.: Farinlia de mandioca. i na ra do iinini ns. 6, 8 e io,
na do mercado.
relogios de ou-
Vendem-se
ro eprata, patente inglcz : na ra
da bcnzolla Nova n. ]?..
Mociiiins superiores.
Na fundicSo de C. Starr & Companbia,'
em S.-Amaro, acham-sc venda moendas'
de carina, todas de ferro, de um modelo c l
construccSo muilo superior
Tnlxas |iai-a engCIlO.
Na fundicilo de ferro da ra do llrum,
acaba-se de receber um completo sorlimen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaes acham-se a venda por preco com-
modo, e com promplidAo embarcam-sc, ou
carregam-se em carros sem despozas ao
comprador.
Arados de ferro.
Na fundico da Aurora, cm S. Amaro,
vendem-se arados de ferro do diversos mo-
delos. *
Deposito de cal virgem.
No armazem de Hias fe i eir, no caes da
Kandega, vendem-se barris com ca vir-
gem. por prego commodo, vindos de Lisboa
no brigue Conceicdo de Marn, < ntrado em
12 do correnle : trala-se no mesrnn arma-
zem, ou com Novaes & Companbia, ni ra
do Trapiche n. 34.
Batatas novas lrancczas.
Vendem-sc gigos com Ib a 18 libras de
batatas novas o de superior qualidadoa
640 rs.: no caes da lfandega, defronte das
escadinhas, armazem dcCoveia & Das
DE VERES DOS llMEiNj,
a 5oo rs.
Vendo-se esto compendio aprovado para
as aulas, em meia encadcrna^So, a 500 rs.p
cada um : na livraria n. 6 c 8, da praca n,
Independencia.
Vcndc-se hum escravo ptimo para qual-
quer servico da prica, ou do campo: na ra
Beila umero 16
-- Vcndcm-se barris com hreu
em lotes a vontade do comprador:
na ra do Trapiche u. uli, cm ca-
sa de Matlicus Austin &c Compa-
nhia.
A i$5oo
Na ra doQueimado dofronte do beco
do Peixe Frito, toja n. 3 vendem-se chapeos
de massa francezes linos pelo baralissimo
preto de 2/500 res cada um, s3o recom-
mendaveisnosopor serem abertos a la-
cre como porsorem de forma agradavel.
Casa de commissao de escravos.
Vendem-sc escravos c recebem-
6e de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della,
o que se olTcrece muitas
a scusdonos : na ra da
n. ti, primeiro andar.
Deposito de cal e potussa.
Ho armazem da ra da Cadeia
Vinho de Champagne,
o superior qualidade : vende-sc in arma-
em Kalkmanu Irmiios llua da <;ruz, n. 10
Anlig;o deposito do cal
virgem.
Na ra dos Torres, armazem n.
; i?., ha muito superior cal nova cm
pedras chegada, ltimamente de
L i-boa.
-- Vende-se a mor parle de um grande
predi de tres andares, o sotaorom ti epei-
ras, com duas frentes guarnecidas de varan-
das de ferro novas, c cddicado a moderna
com eda 2 solidez eperfeicSo, cito na me-
Ihor ra do bairro do S. Antonfo desta cilia-
do, c cujoa rendimcntos pmduscm avultado
juro : os pretciidcntcs dirijam-so ao Corrc-
lorOliveira.
Cal virgem cm pedra
Chegada recentemento de Lisboa, cm anco-
ras muito bem accondicionadas, e por prego
commodo ; no arma/em do Silva Darroca,
na ra do Trapiche n. 19.
l'cchincha para os aldialcs cjuc
quizerem ganhar dinheiro, e
pessoas particulares, que gostam
do bom e barato.
Vcndcm-se ua ra do Crespo, loja d
quina que volta pa
de todas as cores d
sivel, e muito baratos por torem um peque-
no toque deavaria.
Vende-se l'arinha de mandio-
ca, por preco muito commodo,
bordo do hiate sinelia, lundiado
no caes do Collcgio; a tratar bor-
do do mesmo hiate* ou com No-
vaes & Companbia, na ra do Tra-
piche, ii. 34-
- Vendc-seuma boa escrava robusti.scm
vicios nem achaques, por preco muito com-
modo, vende-se por n3o se procisar della :
na ra de Agoas Verdes n. 62.
Pechiticha a 160 rs.
Na ra do Crespo n. \!\, loja de
Jos Francisco Dias.
Vendem-se finissimas chitos pret.s de
lustros 160 rs. o covudo, ditas francezs
largas do novos padiOes, imitando cassas a
240 rs. ocovado, ditos superiores, pannos
cor de vinho o de cafe di miudinhos pa-
droes, lindos desenhos a 200 rs. o covado,
medio nilo t' m i umentido a valiosa c be-
nfica ropUtacSo c.n todas as occasiOes quo
tive de o empregar. Fundado no principio
do quo a Ufliffo de varias substancias era ne-
cessaria para conuor um remedio cllicaz
contra as numerosas molestias do peito, o
| autor do xarope do bosquo, ajudado polo
| phirmacciilico quo legalmentc dirige n S'ia
Ven Icm-se tpelos do mellior gosto pos-' ofDcina, conseguiu constituir una nova pro-
sivcl, para lanlernai ecandieiroa dmelo paraco com boa porc.1o de vencaos do
desala, o igualmente para frascos de chci- plaas conliccidas na materia medica, c
ros, ou outros quaesquor objectos : na ra .iuntou outra parte do agentes therapeuti-
drcs mu lindos a 480 rs., o quo tudo ven-!
de barato, alirn de se aiurur dinheiro.
Tapetes,
dos Quarleia n. 24 loja do Jos Dias Si-1
mOcs.
Meias de laia, para padre.
Vcndcm-se superiores meias de laia, pa-,
ra padre, pelo baralissimo preco de 2,000 rs. j
upar: na ra do0.ueiimdo 11. 16, loja de
miudozas.
Superiores lequcs.
Vendern-se superiores leques, com espa-
Iho o plumas, pelo baralissimo iieco do
2,800 rs. : na ra doljucimudo 11. 16, loja
dj miudezas.
Ligas de borracha.
Vendem-se lgs ie borracha, a 200 rs. o
par: na ra dol)ucimado n. 10, lojl de.
"AicOS C.ixos de llores i r ' nicu.s tJixusuL nuiL.1 de eiilliusiasmn que eu outros lempos se
Vendein-soriCOicaixos donores, a l.uOO. so|tarain com igual fervor cm abano do
ra.; altos a 800 rs. na ra do ijueimado u.; c|,|0 0> ,|os vapoics de carv,1o,dos jaropes
\2,J?*Jl11!l'lS-.~.~.*.*i*o.~*. d"Moa do phellaridrium, do melliodo
eos, os quaes de ordinario so empregam se-
paradamente, porm que desta vez, pela sua
reunio, correspondom ao lm a que se pro-
pozo autor, que. fui de proenchor simult-
neamente as varias udicaeos offerecidas
ao lr,il mi' uto das molestias do pollo, lie-
sulla da composiQSo do xaropedo Bosque
urna ucco quo opera sobre a composicao do
sanguu ; ella turna-sc assim tnica, e vem
a ser depois sedativa. O ell'eito oxpecloranto
lie puramente secundario; todava he cer-
to, e nao deixa de valer muito para o cura-
tivo de cal-.rriis chronicos, de bronchites
leimosas, de corlas especiaos do asinina, c
"~ odiliear as leses tuberculosas no
de seu des'iivolvinieuto. Os elogios
que s lazeui ..-.': j"i^ol
prador: v.nde-se a dinheiro ou prazos com
seulio: a o roquetes do padrd a 8)0
IS. vi-
boas lirmus : tralircom J. J
Hu do Aa,oiirn, n. 35.
ra, rendas de umdodo reorcado asoors,.
1 assosiunror. ipesi do (0 varaSi mej(|s muU Iji|M ^ ^'
11I10 .1 a 400 rs., o para hornem a I lo rs o
A 7,000 rS. O Dfl r *""caM d-J ulxetcs a 70 rs suspensorio,
... ,. 1 11 140 rs. o par. ditos de oscoloia im.,
Vendo-M supe, .ores bulls, de curo de :| b das muUul^ ?-J .
lustro, de todos os lanmilnis o de minio bo- nml,ri.ls ra -.;.....r .,.., r. ',co Padas,
nilas formas, i elo diminuto pr.-co de 7,000 .?.r??".f.?.p!r.a ""A r ^?- Pr. ca.xis
o par: no Aterro da lloa-Vista, n. 78
Morcira &c Companbia na
ra nova n. 8. vendem
Iticos sinteiros de gurguiio para Sra. e
tamben) (millas douradas para os mesmos,
luvas de pelica muito frescas para menina:
canul.lhoa 1,280 rs requifires para vesti-
do a 160 rs. a vara, boOos d c dea a 200 rs
a grosa, agulnas francezas a280rs. i ciixi
e o papel den. I a 7 a30rs., fac sogirfo
a 2,000 rs. a duzia, e muito linas e cravaJis
a 2,700, c 3,000 rs a duzia, pontea de balen
de alisar a 240, e 320 ra., oixas da | orinas
as ponas, qu i scrvein para srs. e meninas,
requisaimos biCOI brancos da blondo, pro-
prios para lallius do vestido de noiva; ludo
por pceo o mais em conta possivel.
Cassas e cambraias baratas m
Ni loja do sbralo amarello, nos (t
51 qualro Calilos da roa do Qucimado n. (P
<*> 29, vendase 001 les de ca.-si decores flg
^ com 7 varas a9/;dilos de cambraia f>)
^ de cor abortas imitando lil a 3 81o ; (9
<5 ditos do lil do cores, fazeuda esta g>
^ que ja 89 vendeu a 2/a vara, agora t)
vendsea 4:^cada corle com 6 v. ras. *i
(f?$WS * l'arinlta de S. Ca tha ti na.
A bordo do palaxo Dous limttos
vende-se farinhadc mandioca si-
qualidade e resentemente
chegada por mais barato preco do
que em outra qualquer parte : a
Iratar a bordo do mesmo, ou com
\nlonio de Paula Fernaudcs lu-
as, no <
Vende-se, no armazem de
Dias r'crreia, no caes da Al-
landega, fumo cm folha par? cha-
rutos-, de i., 2. c 3 sortcs ; f-
rinba de mandioca em saccas; c cal
virgem; ludo por neco muilo
commodo; a tratar no mesmo ar-
mazem, ou com Novaes ckCompa-
nbio, na ra do Trapiche, n. 34-
AttencS-o.
jado Crespo, loja daos- So.Alnrro-da-IJoa-Vista,vciida junto a loja
raa Cadeia, pannos linos : d., cera n -- vende-ae lies cavallos car-
la mclhor qualidade pos- n ..ni|.tcs. bom como carne do
' .. i. l 11 :. i a i ni ......... a >
serillo o qut'ijus; tudo muilo em conta.
Aus fabricantes do velas.
Vendo-so cera de carnauba de l.soile,
Bebo de llullanda em pao^iran.iulado e
cundo, propno para misturar com a carniu-
b ; na ra da Cruz, confronto a l.ingoela,
n. 3 Novse irles de chita (
Na lnjn du sbralo amarello, nos
S qualro Calilos da ra doQueimado n.
S5 39, tero para vender um novo soili- 8f
IR u.cul') do corles de cila com 12 co-
vados (em um s podac>) de padrOus
* escuros muilo modernos desenhos, a
2/o corle, assim coaio se vendo por {*
todo o preco, o restante dos coites de (S
'.' peducos que so vciidiam a I:800u2/,
lendoainua porcSd I1' su cseolhe..
SVS!S1? S8
Admiravel Bortiinento.
de louc vldrada do porto para as sciihoras
que fa/c.n doce, como aejflo : tainas gran-
des o pequeas, ccarolas com cibo, pa-
MrtM do cambraia pilalos de corea con lnlat, JlgeHai glandes, r.egiloiros assa-
------ 'dores, flgui
6 varase meia a 2,240 rs. o corte, cassas
aidares, jarras (in is da l'arahiba,
do l)r. I.alnur, das mermelada? de Truiichiu
c da Lanetti, o ato da gomma elaaiica so
os mesmos que hoje se proJrgilisao ao oleo
do ligado do bacalhao. lodos eslea remu-
llios velcni ilguma cousa no principio o no
dcsenvolvimentoda taberculiaatflo ; poror,
quandO a dialhOSO iiurulon.a esta palculo,
ningucm so atreve a proclamar inlallival
qualquor agente llu-rapeutico ; o inclus an-
ccpsaunin vuttum serve de descuida para lo-
dos, lie misler porlanlo perdnar aus secta-
rios do xarope do bosque a gratidao que os
anima, sem todava parlilhar Cegamenloa
sua fantica linguagem. o xarope do bos-
que lie um podoroso remedio pura curar va-
lias enfeiiiiidides agudas cchronicasdo puj-
o, mas o suri propno autor nao o quer in-
culcir, como alguns o dizem; remedio uni-
versal.
!)! ceito o xaropedo bosque Ufo he urna
composicao foila i or curiosos ou curande-
ros; lie o resultado de conhecimnutos pra-
licos em coimica o em materia medica. Sa-
l.endo aiigrcgarcoin Iiabii escollia sobstin-
cms uicdiciiiics. as qua s nao silo incompa-
liveis, o autor nao perdeu do vista o p.iuci-
pio Balotar que a uniSo i/. a farca, a
cnlJosoulie unir plantas o lir,r partido dol-
as, DSoquerendo inlrodu/ir na confeccilo
de seu xaropo peitoral agontoa mineraes ou
corpos activos, cuja aceito frea depojj neu-
tra usada pola lennentacjlo ou pola mistura
de qualqueralcoulate.
A analyao do xarops do bosque demons-
tra quo nada do nocivo cnlni cm sua c im-
posiefio, e que o auctorseguiu as legras de
iimasunsala possologia para a dOStilbuicBo
dis sutisiancias medicinaos, fugindo imito
cellos curandeiros quecarregam as suas ro-
ccilas-corn dJes exageradas, c quo nfio sa-
bem reconliccer a virludo ci certas pla.ilas
indigonaaqueaSo venenosa, e, como taes,
ondem prcjudicar niuitu a saude publica.
AfastOU-88 o autor do xarope do bosque
do eruprego do medicamentos alterantes,
os quaes os alcalinos occupfio um lugar
tilo importante como o do morcurio.do iodo,
doarcenico. Os alcalinos ex rcmi sobre
economa una grande inllu incia do mea0)0
modo que oa cidos ; o saugue hu nalur.il-
mentn alcalino, pnrni atU corto ponto, o
lie preciso tur em vista a sua composiefio
para mo otro lozir em remedios poiloraea
gente ou aubsianci i que o neutra lisa, ou
alienas quali adea ciiimic s que o aangoo
repartonaa varias secrecOes do corpo hu-
mano. O lim qua t, ncionou seguir o autor
do xjrppe do bosuuo fui le aggregnr subs-
tancias que operassem sobre o sangue, ss-
gendoo mosino modo que operaoas prepa
races de fo. ru, e eotfio a sua escolha foi fo-
ll, pois os ingredientes salisl'azem a meu
ver o lim proposlo.
OxaropeJo bosquo be urna compoii-
CflO pharmaccutitM complexa ; nfio se baso
aubreuinagoale uniep comoeeitos oilroa
rcmoJios quesiprocuram inculcar, cncer-
rilo solada tent. Kilo nlu perleno .clns-
sedos rebucadns peitoraos ou das paslilhas
de assucar queimado, que tanto se galillo:
seu lo o seu valor cousa trivial, o xarope
pertenec mais o lev 1} e scicnlifica cate-
gora pela sua comps:c.1o pharmacoulici,
e naturalmeole pido se collocar na lista
dos xaropes de re^utacHo merecida quo l-
guram nos formularios como os xaropes
lindas pulceiras de lila com seus bordados ideeco muilo linas a 800 rs., pares do brin-
cos, rzanos, rendas dourad is, gales, litas
Unas o de diversas larguras, botdes de aber-
tura; tudo o mais barato, pois nao se. oltia a
lucros,
a ra do Queimado n. i
Vende-so cha preto muilo superior, clie-
gado ltimamente do (lio de Janeiro, no
brigue Vencedor, em cuj praca tem gran!
cnusuinmo em raso dos homocopalas o
applicarom por ser mais saudavel do qnt
i o il;u i' oolio, vem om cmhrulhos do mais
ida l|2 libra, custa cada embrulho 1,800r.:
est te acabando.
Vende-ao toucinho de Santos a 100 rs.
la libra : na laverna da ra larga do Itozrio
n. 46, sendo de 4 libra paras cima.
| -- Vendo se um sitio no lugar da Capung
' Nova, com urna grande osa do campo feli
a moderna, em u n dos melhores lugar por
ser em frento dacstrada qu l vai para o Slin-
guinho, prximo a rio, o outra mus peque-
a anexa a mesma com torraco fr,dous
quartos separados que serve de saiizilia, o
coinha, cun urna grande caci'i bi d'agoa
doce, e tanque, com bastante arvoredua al-
guns novos, o outros j dando fructos, lodo
cercado de limito : por proco commodo a
nnlendor-se com Tbomaz Jos da Cosa eS
na ra da Palma.
- Vende-se urna escrav do Jada da 20
CrtAXV ECONMICA EM MASSA.
lio Insigne fulo canto m m- no, James
.Massin. A sua composicao he feita do pro-
posito para lustrar com agoa c cons-rvar o
lustro, lano de inveroo cumo de verlo ; a
gran lo vantagen quo ha nesta graxa he a
cunservac do calcado, e lustrarem-se os
sapatosbu bolins ain la mesmo molhados,
0 urna pequea lata aturar mals do que Ir vs
boios, ocustar menos doqueum. Vend-
se cm barricas, ou porQlio de duzias, no ar-
mazem de Vicento Ferreira da Costa,- na ra annos, ooaluroira, engonimadeira eentende
S vfim'ff???v?ff?fff S.r.uph4uVr3!5!t:.Bru".SXS
* Deposito de lecidos da I abr '
>
ca de Todos os Santos,
na Babia.
t> Vende -se em casa do Domingos Al-
i> ves Malhcus, na ra da Cruz do lle-
cife n. 52, primeiro andar, algodSo
Kusario n. 43, das 6 as 9 horas da oanhai,
quo se dir quem vende.
Vende-so urna armadlo propria para
luja de runillro, sapiteiro ou miudeza,
sondo para arrancir: dofronte do forte du
Cinco Ponas n. 2.
- Vende-ss una escrava crioul, do id-
p" transadodaquella fabrica, mnitopro- ^S '' 'Sannos, quitandeirs : na ra das 5 Pon
"'* prio para saceos o roupa de escra- 5| ,'as n. 90
^ vos, assim como lio proprio para re- Si --Vondem-sc cinco moradas de casas em
S.des de pescar o pavios pare veilas, <* Olindanas ras do S. Bento, riboira, ra do
, por preco muito commo lo. ^ Coxo, l'raia do S. Francisco e ra do
SMAMMMI^aAAMMMft IJi0XO : a .r"".ir n" ,Tm Vellu "tn*
r i .ii mesma cidade no argodes. Podro Novo,
Vendem-se meios btlbetcs da qne dir quem as vendo.
Lotera de N. S. do Livramento, Ro deposito do larinha da ra da Ca-
i.... ,1 rnnp in In i A* ..i Jei* s- Antonio n. 15, vonde-sc nova fa-
aquIlcorre 119 da iidocorr.ntc : ,| deS.M.lheus, por proco commodo.
no Aterro da Boa-Vista, loja de "roz branco a 2,000rs. a arroba, o4carro-
calcado n. 58. ^aanovasdoaicopira.aparabo'.oaparaci-
Vende-se urna casa torrea, na ra da
Culi n. 23 : a tratar na ra da Aurora
11. 32.
Que pccliincha, a a.5oo rs., rada
1 I 1 ii- i -Dsippareceu no da 24 de selembro
Cllllc llelaaeseda. deste auno, prejume-se que pr Permmln-
VenJom-se chales de li eseda, grandes o jco.e por trra at a villa da Jacoca, aonda
da bonitos pedios, a 2,500 rs., Cidaum;li ene nitrada u^a escrava creoula, to
dilos escoce7i>s sem ter se la, a 1,600 rs.; InomoMinoolla quo algumas vezes subsli-
ricos lencos do cambraia arrendados com tue por Anua,da casa de Antonio Rufino Ara-
Escravos futidos.
Iicoot) relor, para milo dnseiihora, a 320
rs.; .iscadinhos fraOCOZea, largos do padres
miudos, prop.ius para roupa de meninos, a
ICO rs. o cova lo; cortes de calcas do casto-
rinas, para honon, doquadros edalistras
imitan lo lanzinha, a 800 rs. rada coitade
calcas: ni ra do Queimado n. 8, loja dc-
fiontedi bolita.
-- Na loj das seis portas, cm frenle di
l.ivrament, co)tVc>nler cortes daini a
cassa cuta a 2,000 rs., cassa pintada a 240
ra. o cavado, caisa prolt para luto a 120 rs.
o corada, chitas a 120, 140, ISO, ISOeww
rs chceos do sol para senhoras a 2,000 rs.,
lencos do cimbraia para mo a 210 rs., lon-
cos do seda pequeos a 210 rs chapeos de
palhinha linos para senhoras a 1,0:10 rs., as-
sim como tolas as mais hiendas a rctallio
0 em pessas, mais barato do que em outra
qualquer loja
nha, da Par iba do .Vorlo, cujos ligua s sao
os seguintes : estatura rogular, cor exver-
diada, idade 23 annos, corpo delgado, rosta
comando, bem fallmle, o do muito ardil,
denles alguma aousa separados entre si,
jioecs proporcional, o um tanto abarla si-
tu 'lu 'uto, bracos o pernas Tinas ps bem
feilos, duas cicatrizas poquenas. urna na
testa, e outra no pello do p esquardo, lem
liastantes habilidades, cose, cosinli, lava,
iingomma, e he oxcelienle podeira : na
tem vicio, e ncm molestia alguma conlrai-
da, cv'sivcr8as roupasom una li'juXJ,
ontro ellas um chales do seda e ISa, e sapa-
tos da bezerro de lustro lloga-se a sua cip-
lu.a, assim as authoiiJas policiaes, cjiuu
eapilSea de campos, o promciic-se por ella
una generosa recompensa.
Desapparcou no da primeiro do ou-
tubrodo cirrenle, urna mulata natural do
Z."Vc"ndem-SC resumo dephi- t;Mra' noslralor'vinloo tantos annos, al
1 .. ta, com falta de danlea na frenle: quom
losoplua para ojuiiar a memoria j pegar leve-a a rui da l.ingoenta, venia n 4,
dos estudmtcs desta disciplina as |1uo SBra recompensado
vesperasdos scus eximes : ni ra
lia, para ..,, rs. ocovado, riquissimos corles quarlmlias, uoringues, bellos resriado-
carantias SvsIils de barra com riqulasimoa pa-freI ludo do melbor gosto para resinar
'-.rimb, dro-S 500 rs. o corle, brim trancado oir, agoa ; balaioj para meninos Mdaram, di-
(adCimba ^s"^0sc'u3rufmnu'1,lu lista nnudinliaitos para coslu.a, ditos com lampa ara
iu'rs o corle, superiores lencos du se- compras cestas, condensas do todos os la- .
",:,u." r:. .. j/nsio, o 000 brim do1 manilos, baldes Anos para comps, vasos peitoresde Lamouroux, do Uaseasarty, e osj vende-so ni fabrica de g
}Sas&v skis. sas sss ^T^^r^^^:-p^ tserg&m uma mn.
----------- mi itii Ann
l)a-se jo,000.
A quem trouxer na praca da IndepeJenci
n. 17, a preti Mara Joaquina, de idade da
30 a 40 annos, do naca congo, baixa, gor-
da, cor retinta, bexigoss, seio grande, le01
um signal de carne sobre o bojeo- superior,
e h bstanle ardilosa ; ja foi escrava de
engenho. e ltimamente era quitandeira oe
miudezas, desconlia-se que ande para
csnlo: 111 ru 1 da Po.ilia, venda de Ju) Pintos .'parios do sul, por estar acostumad* a andar
(1 .-i ....(.i..... .1.__L tal 1 t ila iti o
larga do Bozario, n. 3G, b .tica.
Vende-se O fobrado de 3 andaros e sollo
da ra do Vigario, n. 10, confronte o consu-
lado; calo sobrado tem bom armazn), pro-
prio para essuoar 011 qualquer oul o ,esla-
belecimenlo, vendo-s- muito em cont quo
podo seu alugurl rondar o premio do/I por
Reges do Souza se dir quem ve
Caz. *
Vidroi para candinlieros di gaz, pavios,
ihosde. 4e" huracos pari 01 mesmos:
di travessa di
casa terrea
po. 11 vndenlo, romunia crioula dn nomo
Kelicidade, do quem fui escrava, e consta.
|pr sida vista, 111 povoaco deS. Amaro (-
buatlo : esta prela fugio no di 1 I
du1850.
de
PflHV. va''v/'. m
i
Tfi


Full Text
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