Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05133


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Full Text
Auno de 1844.. Segunda Feira 2t>
de futho
l'U !- todota, 'lu iiif n;'m forero aant'Gcaioa : O nrern Ha saaignaiura
Ul r. por <|unnel pagos adiamaiios Os anniiiu'iosdoa assign.'ntes sao macados
it!i o toreas rato dafW res por li.dia \i reclamaceedesea tw itri-
m 1 yp ru rai Crur.es n 1 uu i prtvj Independencia loj de lisroa n. 6 e 8.
PARTIDA DOS COURKtOS TERRESTRES.
1 '" Wyba eegaodaa m feirasKio Grande do Norte cbcg< a 8 e2J e |.ai
teatO-34 ';,,D., Seriuharm Kio PortMaO Macer, Porto Cairo, e Alagoa* no 4 :
i I i\ 'la :,), met Garanhuna e lomi.i a l e '.' 1 'le ca ia njrt Boa-sisla e l'lot
"' '>' :< ''o. Cida'e ila Victoria quintas feiras. Olind. unios os di|l.
DAS da semana.
9 5g a. Marina And. dn J. de l>. 'la .
3D Terca .. Itf.no Re. aud. doJ. de I).da 3..
3 i (liarla ., C ira- rio. Aud do J. de D. da 3. v.
J Quinta -t ... Pedro Aud. doJ.de D.da2..T
Sexta -. l'.tev io. n-l do J de l)# da 'i. r.
1 Sab s Hro'o i|, and do I del.da i. t.
1 1'in^ s. Domingo! de (iqlfl lo,
mil ni ii ii mil 11 mi
AaftoZXEZN. tCf8:
BBaMaaaajajaaaaaajaaaaaaajaBSBBjg^ *
ewie nos mesmns, ja noaai preda ote, BodernjtV* neigi: con
prineipiamoj t aeremos" apoai "' e nngoea ojau
(Pro daeti t! do sratil.)
cimbiu; no un D un j i o. ara venda
eaobietundre* 2S, 1 Ourx-Moeda de 6,1110 V. 17,000 17
a Paria i'O reia por franco a N 16,700 16.900
UaboaU2por lOildepremiol a !t K) y.6C0
'rata i 1,660 ;'-"
i) in uares I ,V8 I J.Ol)
a Dhoa mexicairoa I '-1'"' tt9 0
PIIASKS DA I.I'A >() HEZ DEJCLHO.
I-ua cVeia a ?1) aos 4 i mi da lar V. iU>:,iii I" jos m-n. da urde
Minguanle i 7 is S loras e 'S di nanli. | Cscente a ii 8 n a 5! m. .Ha Urda),
i" mimar aV Aqff, !
Primaira as .1 horas r 4 .' min. d" nsrlhSa
---
ida as 4 horai >' ni nulos Ii la'.le
DIARIO DE PEBNA
....._~. .....
.



PISPADO DE PERNAMBUCO,
/^ov ojio /i Pur i/cacao /Marques Perdigan,
Conego Hegranle de S Ayostmho por grafa
de Peas e da Sania S AposoUea, Hispo de
Pernambuco, dn Coticelho de $, M. 1. ele
Por especial mandado!..- S. M. o Imperador.
nommunicado pelo Imperial Aviso de II de
Maio de I89, expedido pela Secretaria le Es-
tado dos .Negocios da Justica: pomos a concur-
so pelo presente edita I as segu n tes fgrejaa va-
gas d'este Bispado. A de N. S. da Gloria do
\ rraial da Correte do IIio das Egoas, a de N.
S. da Pena do Buriti, a de S. Gmalo, a de S.
Rom3o da Manga, a de S. Jlo Ba.lista de
Porto Alegre, a de S. Bita da povoacao de S
Cruz, adeS Jlo de Carinhanha, a de N. S.
da Conceicao da villa do Conde ou Jac'xa, a do
N. S dos Milagreado Coit, a de S. Jos dos
Bizerros, a doS. Jo da cidade do Recife, a
do Sr.Jom Jt-ziis di) Exi. a de S. Anna da Te-
Iba, a re S Antonio de Puracul e a do S.
Anna do Araripe.
Todo o Bev. Sacerdote ou Clrigo que quei-
ra fazer oppoaicflo as Igrejas a cima referidas
aprsente se oom ossi-us papis promptose tor-
rentes na forma do estilo para seren admilti-
dos, fazendo termo de opposicdo dentro do pra-
so de sessenta das, limlus os quatrs so Cara o
concurso, em os quaes responder!) os Reveren-
dos oppositores nove casos de moral e conscien-
cia, e farad uin exeosicSo ou bomilia do E-
vangelho, que assignarmos para prpormos a
S. M. I o C. os que se jiilgarem inais dignos na
frma dos Sagrados (amnese ConcitioTriden-
tine.
Dado em Olinda sob o sello da Chancellara
nosso signa I aos 29 de Julbo de I8-; e eu o
Padre Juaqti m da AssumpgSo, EscfivSoda C-
mara Episcopal osubscrevi.
Joo, fii'po Pioccsuno.
^LIHUTfO
i n i. i\ i..m.
XI. UM COtrVBMTO.
Ilavia antigamenle a algumas legoas de Ma
drid enlre Aratqueze VilamanriqUfl um an-
tigo convento da ornem terceira de S Francis-
co. De ha muito lempo a in*alubridade de sua
poS{3o o linha feito desellar pelos Ir.ides que
o bavio fundado e era habitado por freirs da
Stricta Observancia. O Tejo passaya-lhe ao pe
dos muros, e regava seus urdiossombros e co
pados como Oasis no meo das ridas e tjtte-
res planicies da Nova-Caslella : mas o indolente
Correr de suas aguas produna nortaes exbala-
' os. Nds metes de vero respirava se un ar
envenenado sol essas frescas sombras e SO as
reclusas allronlavao o perigo dessa residencia
ao mesmo lempo praxentera e funesta, Essas
mu Iberos qu>' exaltada dovocao tinba arranca-
do ao mundo cumpriao rgorosaniente os Ires
w)t(is d caslidade de obediencia o de polire/a.
Siiis vestidos ero de grosso tecido pardo, tra-
iio sandalias conlo do corda eseus veos pre
tus erao seguros por corrtas de espiono. Era essa
ordein a mais austera que liavia na Despatilla :
nem as Carmelitas tnhSo tao terrive s morlifi
caces. Para esse convento fui levada D. Tho-
r va.
\ principio a misera novica procurou i/oltar-
se para Dos, submetteoo a essa vida peniten
te e quiz esquecer < mondo de que para sem
pre eslava separada. Toda a sua alma porm se
revoltwv contra "essa sacrificio : nao poda ella
domar as recordacdes que a acom i a'
17.
J Viile Oari'o a." 163, 16i.
(ovirno da Provincia.
EXPEDIF..MTE DO DA 2 1)0 CORRENTE.
OffibioAo Engenheiro em Chafe das Obras
Publicas. Em resposta ao seu ollicio de 12 do
correte, em que pede nao s augmento como
novas quotas para as obras, mencionadas no
quadrp, desciipto no mesmooflicio, cumpre-me
dignificar Vmc., que nao pode ser satisfeito o
sen pedido; porque elle se oppSe o artigo 5.'
do reulatnento da contabilidade, do 25 de
Maio de 1812.
No projocto de distribuigao de fundos do au-
no linanceiro lindo consignou-se para a obra
sob nlaquanlia de 2:000ji rs.. que s se
pqderia augmentar, se se bouvesse pedido de
anlemao a necessaria autorisacBo; mas, como se
despenden de mais, infringndo se assimore-
gulamenlo, mi pode ser aulorisado o excesso
de 82^305 rs. No mesmo caso est a obra sob
n 2, para que se pede a quanla de 206s576
rs.^ e i om tanto mais razise nao podo conce-
der este augmento, quanto, sendo obra adminis-
trada, esla rigorosamente sujeita ao relerido re-
gulamento. As obras sob nmeros 3,4, 5 e 6, ou
forao concluidas no exercicio lindo, ou j no
corrente; no primeiro caso, deveriao ter sido
pedidas, antes de lindar-se o exercicio, as res-
pectivas ipiotas; o que nao se temi feito, nao
be admissivel o pagamento con fundos d'aquel
le exercicio, devendo ser levado ao corrente,
mormente a obra da cadeia do Limoeiro, que,
niio perlencendo ao exercicio findo, tanto que
o projecto de distribuicao desse anno nao
la/d'olla menean, por ter sido incluida no de
I8'i2 184-3. he visto, que nao deve a sua im-
portancia per'.encer-lhe. Cumpre-me finalmen
le declarar Vmc, que a ra/.ao de baver anda
sobras da quota de duzentos contos de ris pa-
ra as obras publicas nao basta para autorisar os
pedidos,
DitoA Cmara Municipal de Garanhuns.
\ mes. devem proceder j eleico de Jui-
z s rie Paz para os novos dstrit los. fin ile ser
vrem somenlo o tempe, que (alta para comple-
tar o quatriennio das Cmaras Municipaes: e no
KUwaB4W. ncuf.
os ps dos altares no silencio das vigilias, no
meo das oracoes. A seu pexar, incerla esperan
ca, vontade sem termo, dnnnnavao o seu cora
cao: espern que acabassem csses comitales
quando irrevogaves juramentos a tivessem liga-
do. Passado um anno. profetio os seus votos
cheia de coragem. Mas, em ve de adiar forcas,
cabio logo na desesperarlo e no horror do si
mesiiia. I esejou, chamou amorte, e mais de
urna ve/ em pe. na estilita janella do sua celia,
olbou coiii terrivel lentacao para a agoa profun-
da que banliava os muros do convento I er-se
hia deitado a afogar, se nao receiasse perder a
sua alma. Dous annos assim passaro.
Tinba o mundo esquecido 1) I heresa; nem
ja proferio o seu nume na familia dos \ ascon-
. ellos: smenle se salda em Valencia que ella
viva vida de penitencia em um convento pr-
ximo a Madrid, e que tinba tomado o nomo de
sror >. Francisco de Assiz. I). Beatriz s pon-
eos mezes vivera depois da desgraca de sua (Iba
predilecta. D. Antonio de Guevara tinha ido
morrer as guerras do Portugal; o Concgo tam-
ln'iii tinha moriido.
Duas pessoas porm lembravao-se ainda de
I) Theresa. o della muitas vezes fallavo: era
Paco Rosales c seu amigo Tovalito. Paco con-
tinuava a postar-se na porta de N- S. dos De-
samparados; mas jf nao tinha sua antiga ale-
gris: descttJdava-se de reparar o que se passava
na igreja, e estendia aos que entrevio e sahiSo
mi indiflerentfl. OootronSose mostrava mais
ulegrt, bem que a vista do seu Cpipo mutilado
multo excilasse a compaixo das almas caritati-
vas, e uue sem muito trabalho obtivesse elle
umita vez boas moedas.
Urna noute, quandoacabavao de contar um
o de bom dinbeiro escondido em um mon-
te de andrajos na agoa-furtada em que :.:;;;:.
Paco disse com um suspiro:
dia7 de Setembro prximo futuro eleico pa-
ra todos os districtos. As sedulas dos votantes
leverao conter dous nofiies na conformidade do
artigo stimo das instruccoes do primeiro de
Dezcmbro de 1828; eos novos Jui/.es servirn
por quatro annos, segundo o disposto no artigo
II da lei provincial n. 13 de IV de Abril de
1836. que nesta parte nao foi revogada 1) es
ta maneira lica respondido o ollicio d essa C-
mara de 5 do corrente.
Dito\o Commandantedas Armas, autori-
sando-o mandar desligar do corjio destacado
o guarda Juan Leandro Barbota, que, segundo
S. V informa, est servindo voluntariamente,
ha dous anuos, c he viuvo com duas filhas me-
nores.
DitoAo mesmo determinando que ex-
peca suas orden-, para que pela companhia
de Cavallaria do primeira linha se forne-
cao quatro patrulbas de tres soldados cada urna
para rondaren) una das seis da tarde at
meia noute, desde o lugar das Cinco-Ponas at
a ponte dos Amigados, o outra pelo mesmo lem-
po desdi! o Manguind al a Ponto de Ucbda;
ordene qoesejSo estas substituidas por outras
desde meia-noute ao manhecer; c recommen-
de.que assohreditas patrulhasapresentem se aos
Subdelegados dos bairros de Santo Antonio e
Roa-vista, paradelles receberem as convenien -
tesordens.Communicou-se aoChefe de Po-
lica, que nsMm o havia requisilado. ponderan-
do a necessidado d serom supprimidas quatro
das patrulbas do corpo policial, em tazao do ter
este de dar a guarda da cadeia e baver nelle
pouca gente.
DitosAo mesmo e ao Inspector da Thesou-
raria da Fazenda, intellligenciando os d baver
mandado passar provisAo de Capellao para a
Fortaleza do Rruin ao Padre (^hristovao do
llollanda Cavalcanti
DitoAo segundo Supplente do Juiz de Paz
da freguezia de Sanio Antonio, declarando, que
deve, segundo enlende, funecionar em toda a
antiga freguezia. emquanto se nao fi'erom as
immediatas eleicocs para Juiz de Paz na no-
va freguezia de S. Jos o no ldistricto de San-
!5aiajP!waaaaCT^^TnaaaaaaaasaaaaaCB laen 11 lanaai ii m
Gracas a Dos e a Nossa Senbora, aqu
temos com i|ue mandar accender velas no dia
de nossa morle : Nao julgo ter de folgar nesta
vida com esle (iin'neiro: ha dous annos i|uo ando
i orno com quebranto, tendo sempre diante dos
olhoso(|uesc passouna igrepidosdominicanos!..
(.'astigue Dos o traidor que seduzira es-
sa misera moca !
Sim, e perdoe-nos a parte que tivemos
nessa desgrana Cumpria deixal-a cazar-se
com D. Alonzo!
Era um ce/amento nullo; cedo ou tarde
elle a teria abandonado.
Poif bem; entao teria ella lido todo o
lempo de fazer penitencia, e de resgatar o seu
peccado. Nao lia condicio peior do que a que
sofireo, Di/em ijue vive como urna santa no seu
convento: deveriemos nos ir em romaria a N.
S. de Guadalupe e recommendarmo-nos na pas-
sagem a suas oracoes; alviar-nos-hia isso a
consciencia. i
Tovalito pz a mao na faca, e disse com vot
abalada:
Minba consciencia nao ter ailivio em-
quanto eu nao vingar a desgraca della e a mi-
nba.
Pelo rosario santo julgas que so acha
duas ve/es a oceasiao de tal vinganca^Se'o bou-
\esses ferido quando cumpria. as bodas del).
Theresa n{o leno sido interrorupidas; teria el-
locatadocomoSr.de Guevara, c D. Alonzo
estaria ha muito lempo no purgatorio...
Assim be; mas so Dos sabia o que tinba
de acontecer.
Basta, disse Paco; amanhaa mandarei ac-
cender urna ella a S. Francisco de Assiz, para
que me d boa inspirara"
Dahi a algu os lorr.-
e o chapeo desabado, e com gran-
lo Antonio; e bem assim presidir essas elei-
i' vo ou o Io supplente.
Dito\ AdministracSodos Estabelecimon-
tos de Caridnde, dizend, bajo de mandar re-
ceber no Grande Hospital seis presos de Jatfica,
que para all serio rometlidoj pelo <'h(Tedo Po-
lica, Partiripou-se aoChefede Polica.
DitoAo Juiz Relator.da Junta do Justica,
remettend para ser ella prsenle, o processo
do reo Gmalo Jos do N isciinenlo, soldado do
corpo da Guarda Nacional destacada.
Portara Dcmittindo o Subdelegado do i'
districto da fre)uoi.adoCabo Joaquina Manuel
do llego Barreto. eo da de Ipojuea Antonio Ju-
vencio Pires.Tambern foi demittido o Sub-
delegado da freguezia de Goianna Francisco
Cavalcanti de Albuquerqoe Maranhaoeo de
Itamb Antonio Jos GuimarSes: o participou-
se ao Chefe de Polica.
Dita Nomeando Instructores para o Io ba-
talhioda Guarda Nacional deste municipio ao
2'Commandante di companhia do coipo poli-
cial Joao Pacheco Alves. e para o 3*ao Ajudan-
to do mesmo corpo loo Bernardina de Vascon-
celos.Communicou-se ao Goinmandanle Su-
perior da Guarda Nacional d este municipio, ao
Inspector da Thesouraria da Fazenda, e ao
Commandante Geral do corpo de Polica.
DitaNomeando Subdelegado da nova re-
gueza de S. Jos do Recife ao cidadao Manoal
Camello Pessos. Parlicipou-si) ao Chefe de
Polica.
rhesouraria da Fazenda.
BXPF.D1ENTK 1)0 ni A 12 1)0 OORRENTK.
OficioioExm. Presidente do Tribunal
do riiesouro Publjn Nacional a cerca da duvi-
da, que, havia occorrido sobre o pagamento do
aluguel da casa da guarda da cadeia.
DitoAo Ao Exm. Ministro e Secretario de
Estado dos .Negocios da Justica sobre o mesmo
objecto.
DitoAo Exm Presidente da provincia pa-
ra i^nar-sedo transmittir osprecedenlesoflicos.
aiii*i de ediicacao do todos annuncirao que iao pe-
regrinos a N. S. de Guadalupe.
Partirao com um Irein que nao dovia excitar
a pobica dos idaigos de estrada que entao re-
quentemente se encontravo na llespanba; le-
vrao porm nos seus andrajos mais dinbeiro do
que era necessario para molbor representaren!
do que muitos dos que Ibes davao csmolas. A-
Iravessrao assim a Mancha, parle da Nova-Cas-
tella, e chegiao urna manhaa de Abril s vizi-
nliancas de \ illamanrique. Paco tinha frequen-
lado toda a sua vida a porta das casas religiosas:
nao so vio pos em difJGculdade para apresentar-
so no convento da Siricli-Observanca; mas as
reclusas que nelle residiao nao tinbao commu-
nicaco alguma com o exterior; nao recebiao,
como em outros conventos, a visita das devolas
e das beatas que vaos grades comprar benti-
nbose contar a vida aflicta. O capellao era um
veihocapuxinbo que vinha cada dia dizer-lhes
missa.etinhao por director a urna santa persona-
gem, cuja severidad maotinha exacta discipli-
na no rebanbo confiado a seus cuidados.
Paco Rosales comecou, segundo o seu antigo
e ouvavel costume, por pedir esmola porla.
Depois, cono suas lamenlaveis supplicasa nin-
guem atlrahio, anmou-se a puxar humilde a
campanba.
Passado um quarlo de hora, a i i nia rodeira
apresonlou seu rosto enfadado no postigo e fe-
chou-o promptamenle ao ver umbomem. Pare-
:': sa, cujas paredes escuras se erguilo ameatjado-
ras; silencio do morle alri reinava, e o susurro
do vento e das Bgoas era O que so tlespertava os
ecbos (essa soliddo.
Eia disse Paco Rosalescom um suspiro,
n8o ha de ser aqu que acharemos de ceiar por
esla noute,
nlinuar-tt-hr

mmm


- .-
DitoAo mesmo Exm. Sr., devolvendo os
papis Ja despcza feita pelo Delegado de^Gara-
nbun*, om a condueo de tres recrutas, afim
de expfl lir as uas ordena para serem enviadas
ao mesmo Delegado, o e*'e disso'ver as duv las
potas pelo Commissario-fiscal do Ministerio da
Guerra em. sua uforma'o de 30 do me* lindo.
Dte Ao Commisaro-ii*ca! do Ministerio
da f>i) rr.i para declarar, quanto por esta pro
vincia recebito de seu suido ile 22j0()() rs. men-
caesdo 1"de JuUio de I8-2 no ultdio de Ju-
nho, A'feres reformado Allonso de Aluieida e
Albuquerque.
dem do da 13.
OHicio Ao Kxin Presidente da provincia,
tomo reciboio Alferes Bento Fereira Mar-
ques Brasil, emque o Commissario fiscal do Mi-
nisterio da Guerra,duvidou por o seucorre-
te. -
DitoAo Administrador da Correio desta
cid ule, para rce ber na l'hesouraria, a quan-
tia de 5:000 rs ern notos novas de 108 rs Para
ser reuietlida a Thesouraria do Rio Grande do
Norte pela mala do vapor Imperatrix, que aca-
bava de chegar do Sul.com as cautelas e rc-
commendaces j i executadas em circunstancia
idntica.
DitoAo Inspector da Thesouraria da pro-
vi. icia do Uio Grande do Norte, participando a
remessa de que trata o precedente cilicio, em
cun riment de ordem do Tribunal do The
60Hro Publico Nacional n 1 Id de 25 de Junbo
prximo lindo.
DitoAo Director interino do Curso Jur-
dico de Olinda, pedindo dessi o seu pancera
repeilo da pretenco de lose Miguel de Sou/.a
MagalbSeS Jnior.
PortaraAo Tbesoureiro da Fazenda para
entregar ao Administrador do Correio pela
caixa da s ihstituico das notas, a quautia de
5:000j00() rs. em notas novas do IOj rs ; com
o preciso aoondicionamento a fundo ser en-
viada, pela mala do vapor Imperatriz, The-
souraria do Uio Grande do Norte.
DitaAo mesmo. para aceitar, e pagar no
da de seu vencimento, pelo cofre do exercicio
fin.lo de 1833 4'l como determinava a or-
dem do Tribunal do Thesouro Puldico Nacio-
nal n. II V de 23 de Junho prximo (indo, a
lellra que acompnhiva de 3:8I0j4II, que na
mesma data laceara o respectivo Tbesoureiro
Geral a 15 dias precisos a favor de Mendos
liveira.
DilaAo mesmo, idem n. 117 de 1:200.)
dem de Manoel Ignacio de Oliveira.
DitaAo mesmo, dem n. 119, de 1:000.
dem de V II. Lutlkens.
Dita Ao mesmo, idem n. 130 de
3:900,790 rs, idem de Joo \ az de Oliveira.
dos membros dos consistorios os poderos dos
Rabbis Mohels, Sdiohets <&c. O Ministro
da Guerra preparava regulamentos especiaos
para a adminitracodo culto religioso Israelita
em Argel.
As noticias estrangeiras contidas nos jornaes
do Paria de 28 de Mao referem-se principal-
mente s ultimas scenas sanguinarias da Suissa.
e ao aspecto ainda ameacador dos negocios da
Italia. Jutga-se acabado o movimento Suisso.
I' .rece baver sido apenas urna dispula occorrida
entre aquelles amaveis mocos, chamados nas-
centes Destas e os habitantes que preferio
seguir e praticar a religiao de seus maiores.
Da Italia saba-se que tnha havido em Roma
mus algumas prisoes. Entre as pessoas presas
foro un fidalgo Toscano chamado Malenchi-
n osdousfilhosdo Conde Spada do Macra-
te e M. Monteri alm de alguus 30 indi-
viduos de classe inferior.
O Hei de Saxonia diz s France, acaba
de expedir ordens s autoridades do seu reino
para nao darem u tralamentode Alteza aos Du-
quesde Saxe Coburgo-Gotha c Anhalt Iguaes
ordensexpedioo He da Prussia as autoridades do
seu reino que tivesem alguma conresponden-
cia com os prncidadosem questo.
sO Courrier /'"raneis diz (pormsom duvida
inexactamente) que M. Guizot perdeo o presti-
gio na Corte; depoisda publicacao da nota do
Principo de Joinville; tanto assm que o Re ti- tenca
nba Ihe dado entender que s o Marechal
Soult Presidente do Concelho o acompa-
nharia na sua visita Rainha Victoria.
O mesmo jornal diz que o Ministro da Ma- I
Pereira e Manoel Siprianno Ribeiro ; manda-
rao dar vista s partes.
Na appellaco entre partes o Jui/o e o In-
dio Amaro Pires (reo preso); julgro proce-
dente o recurso.
Na appellaco entre partes o curador da he-
ranca jacente do ao intntalo Antonio dcCarva-
Iho e Justino Antonio Bastos ; mandrao dar
vista ao Dr. Curador Geral.
Na appellaco entre partes a viuva emais her-
deiros do finado Mathias da Gama Albuquer-
que do Vasconcellos e Bento Luz da Gama
Maia ; mandrao dar vista s partes.
Na appellaco em que sao appellantes, e ap-
pellados Bernardo Jos da Silveira e Francis-
co das Chagas Pessoa ; mandrao dar vista s
partes.
Na appellaco entre partesjos Francisco Pe-
reira da Silva eoJuiso; confirmaro a sen-
tenca. v
kiNa appellaco entre partes Manoel Jos de
Sousa e outros e Joo Keller ; confirmaro
a sen tenca.
Na appellaco em que sao partes Jos Gon-
calves da Silva, como administrador de sua mu-
her e Marianna Rita de Mendonga ; relor-
mro a sentenca.
Na appellaco em que sao partes Bento Jos
da Silva Magalhes, e os Religiosos do conven-
to do ('armo desta cidade ; confirmaro a sen-
Na appellaco em que sao partes Joaquim
Silvano das Merres e Manoel Pereira Tcixei-
desprezaro os embargos.
Na appellac;oem que sao partes Gabriel Au-
ra
rinha tnha mandado, por um dos seus ajudan- tunes de Aguar e outros. e Jos Alvares de O-
les decampo.ao Almirante Lalande.poucos dias, livoira e outros; mandrao dar vista ao Dr.Cu-
EXTERIOR
FRANCA.
A 2\ de Maio passou o projecto da instruc
cao secundaria na Cmara dos Pares, depois
d'uma discuti que durou 27 das mas tao
alterado e mutilado que Irustrou as inlencoes
do-seus autores, e provavelmento assegura h
sua regeirao da parte dos Deputados quando
voltar a ellos na prxima sessfio
As ioiias de ra i* de 26de Maiodi/em, qui-
se esperava que proilu/isse no da seguinte al
guma irritaco na Cmara dos Disputados, um
novo debate sobie os negocios do Tayti o
qual debute se suscitara na oceasio de discu-
tir-se a proposta para a concesso d'uma (om-
ina de (500,000 Ir. para as despez* doscorrei-
os pela Repart '0 dos Negocios Estrangciros
O ( ourner Franjis lastima que o Prin-
cipe de Joinvilie, antes de partir de Neudly pa-
ra Conpiegne livesse recu/.ado receber M.
Guizot por causa d'um artigo publicado aquella
maiiba no Journal des Debis condeu.nando
a sua carta sobre o estado da marinha.
A /Ufarme dn, que o Ministro da Marinha
recehera nodia 36 despachos do Almirante Du-
petit Thouars, dos quaes di/cm queosmem
bros da Opposico pedrao communicaco antes
de eemecarein as nterpellsc,es de que temos
dado noticia.
O Munileur publica um relatorio de M. Mar-
tim du Nord Ministro da Justicia ao Re n<
qual representa a necessidade de cornpletar-se
a rehabilitacodos Israelitas na Franca, coinc-
ida por Napoleao em 1808, e sugeitar ap-
provacao de S. M. os regulamentos recommen-
dados por urna commisso de que laziao parte o
Grao Kabbi eoutros distinetos Israelitas para
nrgansacio do seu cuito religioso ""' tosa a
Franca. A ordenanra Real que se sgue -
quelle relatorio determina que baja um con-
sistorio central em Pari/, e um consistorio em
lodoso* departamentos que eontenbio urna po-
pulaaoIsraelita de 2.000 almas. (.) primeiro
i d'um Grao llabhi e de t mos
.. Inigos quanti S 'i"ta
antes da sua morte.uma carta, em que Ihe pe-
dia que se puzosse bem com Dos, que rece-
besseos Sacramentos I(^norresse como Chris-
lo. Nao he da nssa intengo acrescenta
o Courrier Francais, duvidar do zelo religioso
do Ministro da Marinha ; mas procurando per-
suadir um dos seus collegas converso in ex-
iremis, pensamos que se moslrou mais corte/o
do quechristo. Temos razo de duvidar da
sinceridadedo Vlinistro porque em nada mostra
elle ser christao, seno no espirito de humilda-
de que carecter/a todos os seus actos polticos
O Courrier publica os tems que compem a
divida fluctuante da Franca segundo os quaes
parece, que montava a 870,000,000 Ir. no !.
de Janeiro ultimo.
Us lundos foro desfavoravelmente affectado*
no dia 27 do Maio pelo receo causado pelos de-
bates pendentes na Cmara dos Deputados e po
la morte de M. Laflitte, mas restabeleccro-se
para o lim das transaeces.
O Courrier Frunzis annuncia que a Du-
q'uca de Kent era esperada em Strasburgo, no
dia 28 ni sua volta deGenebra Inglaterra.
O Uonileur publica as relaces ofliciaes das
mercadorias importadas na Franca em Abril de
1844, segundo as quaes parece que os direitos
cobrados d'ellas montuvo a 12.948,758 fr. Em
Abril de 1842 tinh*o sido 11,349,017 fr e em
1843, 10.947.J20 fr.
Os ornaes de Par/., receidos em Londres
no ultimo de Maio erio de 29, mas nao con-
tinho noticias de alguma importancia.
(7'i'mej.)
rador Geral.
.i.v____aacrgr
Comni?!iiiC(ido.
PERNAMBUCO.
Tribunal da Rclagao.
SessSo do dia 27.
(Rcscmbargador de semana, o Sr. Ramos.)
Na appellaco em que he appellante Joo Ger
mano, como administrador da menor Josepha.
e nppellada D. Mara Francisca do Nascimento
Neves ; mandrao dar vista s partes.
Na appellaco em que he appellante Ma-
noel da Costa Sampaio, e appellado Ignacio Jo-
s Rodrigues Pessoa ; mandrao dar vistas as
paites
Na appnllaco em que be appellante Bento
Antonio Domingues, e appellado o Viga rio
Joo Cavalcanti de Albuquerque; mandrao
dar vista s partes.
Na appellaco em que he appellante Antonio
Ignacio Kibeiro liorna e appellado Francisco
Goncalves da Rocha e sua mulhcr ; mandrao
dar vista s partes.
Nos autos de lombamento das trras de Ita-
JA' NAO QUgB O D.-NOVO GOVERNAR A PRE-
SIDENCIA ?
Est muito intercssan'.eo artigo de fundo do
D.-novo desatibado, 27 do corrente.
Nesse artigo, depois de cantar a palinodia, de
modificar suas proposices, o at de negar al-
gumas queseacho nos nmeros 158 e 160,
nos desafia o orgo da pandlha da praia para
combatermos os seus argumentos e refutar-
mos os seus principios.
Quaes sao porrn os argumentos do D.-novo?
Quaes os principios dos mogos, que o redigem,
como chefes da pandlha ?
Fin lugar de argumentos trouce o D.-novo
desculpas, negando quasi ludo qoedissrn;
trouce falsdades, levantando que o Governo foi
tratado de anarchisla e canalha. He verdade,
que a pandlha suppoe que ella constitue o
Governo, e sendo assm, cahem-lhe os epilhetos
de canalha e anarchisla.
Chamis argumento a proposico. de que nao
ha liberdade de eleicao, estando os empregos de
Polica e postos da Guarda Nacional em mao
de pessoas que nao se preslo s influencies
do Governo actual, ou que nao Ihe sao votadas.
Essa proposico nao prova, o que pretendis ;
antes prova o contrario ; pois he corrente, que
nao ha liberdado de eleicao quando o Gover-
no com seus agentes e com todos os seus em-
llinilima
pregados que se prestao a ordens
vontado do poder tomo a dirceco das ur-
nas; porque, neste estado, nao pode o povo ma
nilestar livremente a sua opnio nem dar
com espontaneidade os seus suflragos. Pam
dar se liberdade de eleicao he preciso que o
Governo nada mande quanto as votacoes mas
apenas procure obter maioria por meiodeseus
amigos ; e para que a influencia se ja legitima,'
torna-se indispensavel, que as autoridades en-
carregadasde dirigir a eleiceo ou sejo no-
meadas pelo povo ou se mostrem, por sua in-
dependencia de carcter, incapazesde extorquir
votos segundo a vontade do Governo e s por
Ihe obedecer servilmente. Assm, um Governo,
que acaba de fazer appello nacSo deve dei-
xar as cousas como achou at concluir se a elei-
cao, para que se d liberdade de voto; nao de-
vendo fazer mais, do que velar na execueflo d s
leis, corrigir qualquererro e punir os eices-
sos, que as autoridades, que interveem naselei
coes. pralicaieui contra o livre exercicio dos di-
reitos polticos dos cidados.
Dcmittir remover e fazer novas'nomeaces
para vencer na elciedes como quer o D.-no
quo se teem medido com generaes na Tribuna
Brasileira.
He na verdade admiravol ouvir apregoar, co-
mo condic.o do systema representativo que
um punhado de prelei. lentes aos empregos
electivos e lucrativos do estado ten ha o direi-
to de exigir que o Presidente do urna provin-
cia domitta os empregados, e sugeita-sc ao que
elles Ihe dictarom. A |uelles mesmos que ne-
ga\Qo maioria da Cmara dos Deputados o di-
reilo de influir na poltica do Ministerio en-
tendeos que um grupo de individujs s por-
que se vale do nome da Patria o do titulo de
amigos sinceros do Governo deve dictar ao Pre-
sidente demissese nomeaces dos Fmpregados
Pblicos! Em que publicista ja lro esse dis-
parate ? Isto anda he nada a vista da proposi-
cao = queo povo pelo processo eleitoral vaijul-
garo procedmento do Imperador. =
Sabe aljiumacousa do Governo Representa-
tivo, respeita a Pessoa inviolavel e sagrada do
Vlonarcha quem proiere a blasphemia politi de que o Imperador vai ser julgailo nasclen,es?
Parece-nos que o grande principio deslcsa-
narchistas he este de trazer a Pessoa nviolavde
sagrada do Imperador a discussao. eaoju'lg'i-
mento do povo no processo eleitoral
Desta sorte acabao com p prestigio do Mo-*
narcha.que hn o penhor mais seguro da Monar-
chia edaunodo Imperio do Biasil e a-
planar o caminho pura a carreira que elles
pretendem dar at cliegarem ao poni, em que
urna sucia de patriotas decida da vida e da for-
tuna dos cidados.
Sao estes os homensquese dizemde principios;
que exigio ludo em nome dos seus piineipios;
que querem reduzir o Kxm. Piesidente a con-
digno de seu estado queenlendem ser obediencia
cega aos dicta mes das commisses da pandlha d
praia ?
Quaes sao os principios dos redactores do
D.-novo? Em 1830, quando precisavo de a-
dulnr o povo e temio a influencia do Fxm.
Sr. Paula Cavalcanti, que eslava na Presiden-
cia, gritavo nos bancos da ponte da Bot-vinta
contra a opposico que eoto se faiiaao Go-
verno de Feij, e exaltavo a poltica dos sec-
tarios do Regente. Com ossuflragios dos ami-
gos de Feij obteem a eleicao;mas, apenas lo-
mo assenlo na Cmara na legislatura, que co-
me^eu em 1838, preslo franco apoio, e sao
apologistas do Ministerio de 19 de Selembro ,
e declaro-se pela politica lo regresso, que at
ento nao tinha entendido;e op[;>m-S" a inai-
oridade. .Sua dedicnclo-torna-se evidentemen-
te servil, quando sobe o Ministerio de 23 de
Mar^o.que distribuio gracas.e oseneheo d'ellas.
Files volo cegamente pelos crditos, pelo
pingue pagamento de Voung; repellem o re-
querimento do Padre Peixoto de .Menear, que
exiga esclarecimentos; nao s adopto como
sustento, e defendem a le das reformas.
Logo porm que cessro as gracas e os fa-
vores do Ministerio de Marco, he inlame a pol-
tica, que elle seguio ; he ma, e presta se aos
manejos eleitoraes des oligarebas a lei das
reformas que .. 11 s s pode prestar influen-
cia ao Governo mis cleices com a qualiic.ato,
em que todava obuhdelegado seaihacm meno-
ra; mas essa forma de qualificacau he adopta-
da porque o Governo actual o quer, visto que
o decreto de 4 de Mio n' 184"^ Iwixon snmenie
para a legislatura, que o \inislerio de 2de I'e-
vereiro extingui. Sao estes os liumensde princi-
pios? E taes principios eslao de accordo com os
do Sr Marcellino de Brilo.que votou tonlraa lei
das reformas,contra os crditos, contra o gordo
pagamento do Inglez Voung, e a luvor da ma-
oridade ?
>e os praieiros tivessem principios ou os o en-
tendessem nao dirito, que ero amigos since-
ro* e polticos do Sr. Marcellino de Brito; nao
exigirio que o Governo inlerviesse as eleices,
por meio de demisses e nomeaces; nao tra-
no a Pessoa do Imperador discusso. m m
aventuraran que o Monarcha vai ser julgado
no processo eleitoral ; nao cuhirio em tamaiilia
heresia poltica.
baianna. em que sao partes llermencio Rodn- vo, nao he garantir a liberdade de voto h
gues Gaia e sua mulher; julgro nullo o pro-
cesso.
Na appellcSo cm que sao appellantes Jos da
Silva Oliveira e Francisco Jos de Brito e
appellados Manoel Joaquim Felis da Costa e
outros; mandrao descer os autos para se aver-
bar o imposto da disima.
Na appellaco em que sao appellantes Ma-
noil Francisco Nun-s e sua mulher, e appel-
lado Manoel Zelerino dos Santos ; confirmaro
efnir e-n
entre parle Joo iiomingue
matar essa liberdade pela qual antes de Feve-
teiro tanto gritava a pandlha: nao lo, nem se-
r jamis eondidodoytterna representativo,
he sim o maior de todos os abusos em prejuizo
dos direitos do cidado.
Parece-nos todava, que perdemos lempo em
discutir com o D.-novo as condices do systema
representativo ; porque elle dissofperdoe no-
a franqueza) pouco, ou nada entende ; e desde
jduvidamos, que os artigo, que temos com
battido sejo de pessoas,que estudrAo as scien-
ciai sociaes e anda menos de parltueotares, pouco >
Corrcspondcnci i.
Srs. Heuactorti.Tendb sido publicado no
D-twvon. 154 do 18 do crrente me/, de Ju-
Iho sob o titulo Pulilicaco a pedido, um
oficio que o Sr. Francisco de Paula Sousa
l.eo dirigi em 1842 80 ^r. Chefe de ento, no qual be atrozmente injuiiadoe
calumniado o digno Delegad de Polioia ile 0-
linda, o Sr. Caronid Jo*quim Cavalcanti de
Albuquerque, lenibiei-me como amigo do
olTendido.de responder *esse libelloinfammalo-
rio, e para isso foriiiulei 0 communcxd que
junto Ibes envi; e Ibes rogo que com tO la a
brevidade.queiro dar pubcidade ossearti-
ga, mandando o publicar em avulsos fara se-
rem distribuid........ o seu ar
visto que, sendo o meu communicado bastante
-L


X
negocios, que intercilio "" publico a quem ;de 1821, e decreto de 29 de Julho de 1828,
rccommenJo a leiluia do mesmo artigo, onde a j28 de .lunho e 30 de Julho de 18 50 e de
ini|iitjr'.i he desmacarada, e destruidos os fac- creto numero 157 de 4 de Maio de 1812 pela
tos i|ue o Sr. Soma Loto lovantou em Ra ira maneir.i seguinle : convem n saber : une i pri
ao inou amigo, provando ser n falsos e cavilo- j mein reunio para formar a Assemlda Paro-
sos, e com muc bem se'plo dizer = que cabio clii.il, que deve nomear os electores sera feil
o eilico sobre o loiliceiro =Sou, Srs Redac-
tores &c. &c. > d
2Para Bunios A^res o patacho Sueceo Or- urao-a dcoaro cu prate.e lambe-n rebstero-?'
on-novu,forrado de cobra e de boa marcha, se- alguna ordenados qaa iqlo pagos pela Thesou
guiri em'poneos das, por ter a mor parte da-ra ra Ser I, lalleconVl-'rai isco Xavier Ray-
rarga prompta : tyiem no mesmo quiwr carra- mundo de Lima na ruado Collegio. obrado
gar, dirija-se a Gaudino Agostinho do Barros n. 1 4.
6:13C)878
Alfatidega.
Rendmento do dia 27........
Descarreyo Aoje 29.
Escuna Archimedet bacalhao.
Barca Priicilia diversos gneros.
piug* no recipe 26 ok nn.Ro oe 1844.
Revista s munul.
Cambios Continu rao a nao haver tranzarles
por falta de navios a sabir.
Algodao Os preos moteen alterara), ten-
do as entradas continuado limitadas
Assuiar Continan diminutas as entra
das, nao tendo soffrido alleraco nos
presos
Couros Sao oflerecidos a 120 rs. a libra ,
havendo abundancia no mercado.
Ancoras e a moretes \ endero-sc de 120 a
125 r<. a libra.
Bacalhao Chcgou um carregamento da Ter
ra-nova con 2327 barricas que f
riiu vendidas a9j300rs.: odepo'ito
he de 2.000 barricas.
Barricas abatidas Vendiao-se a 600 rs. ca-
da una.
Carne secca Nao houveriio entradas durante
a semana ; o depo/ilo actual be ape-
nas de 2 4, 000 arrobas, eos procos
continan de 2200 a 2.)500 rs. a do
Rio Grande, IjyOO a 2,>000 rs. a de
Buenos Ayres.
Pita de vacca salgada Vendeo-se a 22, rs. o
barril.
Dita de porco Mein a 18ji rs. o dito.
F'arinba de trigo Nao huuvero entradas du
rante a semana ; o dep zilo he de
5,000 barricas em primeira mo
Queijos flamengos Vendrao-se a 1170 ca-
da un.
Sahirio durante a semana Semharcacoes, e
enlraro 2 : existen) no porto 31, sendo 22
brasileiras 2 francezas 5 inglezas 1 por
tugueza e 1 sueca.
i. .
ovoiento do Porto,
Navio sahido no dia 27.
Babia; patacho nacional Herona, capito Jo
s Henrquesda Silva, carga varios gneros.
/Vai-1us entrado no da 28.
Ass ; 13 das, ltate brasleiro hlerdas La
tungeiras, de 58toneladas, capitio Bornar-
Oiido de -ousa equipaje ni 7, < ai}a sal
Parahilia ; 3 dias lancha liras leira Conceico
J'ir das Virtudes, capito Victorino Jos
Pereua equipagcm 4, carga lenha.
Liverpool ; 47 Jias, escuna ingle/a Jure al'e
de 133 toneladas Capitio Charles Newinan,
equipngem-8 carga varios eneros.
Palobiba; 3 das, hiate brasileiro ^anla Cruz,
capitn Nicolao Francisco da Costa equi
l'ageut 5 carga lenha.
Nano tuhtdu no mesmo da.
Lisboa; hrigue portuguez t'mp>ee,ndedor, ca
pito Francisco Pedro Ierren a.
imprcterivelmenle as fregue/ias c districtos
desle municipio (assiin como em todas da pro-
vincia) no dii 22 de Selembro prximo futuro;
que a reuniao dos el.lores para a elcigao dos
Deputados dever ser feta igualmente em todos.
oscolb-gios da provincia reunidus as cabe-
Cas dos scus respectivos dstriotOS no dia 20
de Ouiubro do crrente armo : outro sin que
na mesma occasio e pida mesma maneira se
ha de proceder s eleicoes dos Deputados Pro-
vinciaes para a nova Assemlda Legislativa da
provincia que se ha de reunir na se.-sao or-
dinaria de 1846. E para que chegue ao co-
nhecimento de todas as pessoas o autoridades
deste municipio a quem incumbe a execucao
das referidas ordens, mandou a dita Cmara a-
lixar o presente as portas principaes das res-
pectivas parochias e mais lugares do estilo .
asim como publicar pela imprenta. Cidade
d'Onda 24 de Julho de 1844.Jos Juaquim
de Al me i da Guedes, Presidente. Joo l'auto
/''erreira. Secretario.
j A Cmara Municipal da cidade de lindae
seu termo em virtude da lei $c.
Faz saber que em virtude na lei provincial
n 135 de 2 de Mai.i do correle anno esta
Cmara, como Fxm -Sr. Presidente da Provin-
cia contratar com algum individuo ou com
l>anhia o desecamento do pantano de Olinda :
as pessoas quequizerem contratar, remettosuas
propotas a mesma Can.ira para seren presen-
tes ao lim Sr. Presidente da Provincia. K pa-
ra que chegue ao conhecimento de todos man -
lou a Cmara publicar o presente pela impren-
ta. Cidade de Olinda, 16 de Julho de 1844
Jos Joaqun* de A'Imeida Guedes, Presidente
JoSo Paulo Ferrara Secretario. (15)
2 O Fngcnheiro em chefe da provincia ,
o anda fa/cr publico, que em virtude da mi
lorisacio do Fxin. Sr. Presidente, com data de
(i do corrente, cha-se abcrlo um concurso
para o lugar de Ajudante dos Fngenheiros, que
existe vago n'esta repartilo, oqual lera lugar
no palacio do Goveruo da provincia no dia e
horas que forem ulteriormente determinados ,
conforme s dis|>nsicdes additivas ao artigo 21
ioregulamento das Obras Publicas,ahaixn trans-
critas, Repartico das Obras Publicas 16 de
Julho de 1844. L. L. Vauthter.
na ra da Cruz n. 66.
(6) = Prec5a-se de 5:000.) de rs. a juros por um
____ anno. dando-se por segoranca um predio de
- !-_ grao de valor e es.eravos, ludo desembaracado;
IjC1!iJ"o* quem qui/erannuncie.
---------------------------------------------------*" Quem annunciou querer faliar com Manoel
1 = Quarta- leira 31 do frrente ao meio Francisro dos Santos, dirija se a ra de Santa
dia no escriplorio deCals Jnior la da Cruz Cruz n 'i.S
n 19.peranteo Senhor hancHIcr do Consla-| 2 \l.c-falhm \ Componhia respeitosamen-
do Francs e por conta do segurse proceder te aviso eos senhores de engenho e ao pu-
venda en. leilaod'uma caixade carnciras amia- blico em geral que na nova rus do Brum que
dasvindas do Avre pelo brigue francez Roza pawa por ielra ... Arsenal de Mnnha teem
estabeleeido urna ferrara (sendo a ultima do
lado do poente da mesma ra!, onde lazern
cavilhoes, atracadores, paraluaos de apestar e
outras ferragens para engenho, eisos trilhos o
outras ferragens para carros, paraluzos e por-
aas de todos os tamanhos, ferragens para na-
=Caetano Pinto do Veras, tendo sido suspen- 4,lS V8randas, portaes, carros de mo d todas
so do lugar de Inspector do quarteirao da ,s mais obras de ferreiro; e como os seus appa-
Bua Dirr-ita destii cidade, pela portara abaixo : rolhos rentemente chegados de Inglaterra sao de
transcripta, ejulgando-sc desde ja d'mitido primeira qualidade promettem
at porque he esse o seu deiejo, nao pdedei- *" freguezes tan
xar ile agradecer aos Srs. ex Delegado Joa-'1
A rnelia.
%VSOS (VtTSOS.
agradar aos
qualidade da mao
enmono precoe promptid.io. Mi
1 l'recisa-so alugar unid preta. que sirva
n^ngo^" Afo'nso'Ner; Ferrelw"."aV"atten. P" vender na ra lora desta cidade ; quem
efles e boas maneiras. com que o trata- "ver annunne, ou dirqa-se a ra Nova lo,a
io durante mais de ilous annos que exerceo n- ,
... iii- i OSr Manoe da Si va Mendonca queira
o dito empregado debaixo das suas ordens ; e vui '"'"" i
L .i *. j ., man ar receber urna carta, que Ilie pcrlence ,
bem assim a maior parte dos moradores do re- "" ., ',
segundo andar.
quim Jos da Fonseca e Subdelegado Do-
ll.lJ!.J.l!L!&SLl.ll_*-
ii>prlaraccVs.
Litacs.
Miguel Arcanjo Monteirod'Andrade Official
da Im per tul Urdem da Hoza, Lavalleirodu
de Ihrtslo; e Inspector da Alfundega por
. M. I. o Senkor L). Pedro Segundo,
que Heos Guarde.&
Faz saber, que no dia 29 do corrente, se ha
de arrematar a porta da Allandega ao meio da
urna e meia du-ia de mantas de seda, no valor
de 180 rs impugnado pelo Guarda J#o Can
ci Gom.s da Silva, no despa< ho por factura de
Cls Jnior, sendo a arrematado sujeita ao pa
gamento dosdireitos a< arrematante. Allan-
uega 26 deJu bode 18U.
Miguel Arcanjo Monleiro de Andrade.
1 A (amara Municipal da cidade d'Olinda e
seu termo un W tune da le c.
Fa/ s l.er a quem convier que em cumpri-
meuto d.is
Para o Bio de Janeiro sabe o brigue nacio-
nal Indianna recebe a mala boje (29) ao
meio da.
=.Para o Rio de Janeiro sabe o brigue brasi-
leiro Eugenia, recebe a mala boje (29) ao meio
da.
Existe na Administraciio do Correio os off]-
cos de particular uteresse abaixo declarados.
De partcula* interesse de Mara Boza No-
lis*.
De dito de JosAmerico dos Santos For-
tes.
De dito do 1. Sargento Manocl Goncalves
Sonreir
2 O Sr. Inspector do Arsenal de Va
rinha manda fazer pbdlico que no dia 29 do
crrante i pelas 11 horas da manba contra
tara a compra de 43 milheiros de lijlos de or*
vo bem cosidos, battidos e moldados, da
mclhor qualidade com as dimemoes seguin-
le \:\ polegadis de comprment 6'/ *ii
las de largura e 2 e \\ ditas de grossura. As
pessoas a quem possa convir a venda,sao convi-
dadas pelo mesmo Sr. Inspector a fompa-
re( erem com as suas propostas em dito dia e ho-
ra. __Secretaria da InspcccSo do Arsenal de
.Hannha de Pernamhuco 24 de Julho de 1844
O Secretario, Alejandre Rodrigues dos A
go$. '5)
7 COMPANHIA DOBEBIRIBK.
A Administrncao da Companhia do Bebiribe
convida aos Srs accionistas para q" bjode rea-
lisar urna preStacSo de 4 p. /o sobro o. valor das
suas accoes, dentro do pra>o improrogavel de
30 das, contados da dala di sle, Fs.riptorio
da Companhia ierre Julho de 1844. = OSe-
cretaiio R. J. Jernande llarrvt. (8)
A\ i ferido quarteirao o bom comportamenlo que
tiveriio e a condjuvaco que Ihe preslariio para
manler o soreg, a onlem e a tranquillidade
publica no desempenho dos seus deveres.
Agradece tanibem ao Sr. Manoel Camello
Pessoa a promptidSo da sua portara; porque
na verdade era impossivl servirem ambos: e
anda mais Iba agradece a escolha do seu suc-
cessor, que he urna prova viva do tiom despm
penbo de seus deveres.que o Sr. Subdelegado
promette. O Sr. Amaro Jo Ferreira.lilbo e
commensal, anda que casado, da Sra. Dona
Joaquina Quintal, he por certo um Inspector
digno do Sr. Subdelegado Vanoel Camello
Pessoa.
Usando da faruldade que me coere o artigo
44 do regulamento n. 120 de 31 de Janeiro de
1844 ('), lenho suspendido a V !Mc do luyar
de Inspector do quarteirao n. 15 pela nume-
racSo antiga. at que a demisao seja ordenada
pelo Sr. Dr. Delegado do termo; e ordeno
a V. Me que ao seu successor, Amaro Jos
F' rreira, faca entrega d'alguns ohjei tos nacio-
naes, que por ventura existi en seu poder .
do que Ihe dar quilaco Subdelegada da
Ireguezia de S. Jos 27 de Julho de 1844.
Mam el Camello PtSioa,
Subdelegado de Jos.
na ra da I'en ha n 23
\MTICA
;j para ,, Rio grande e Port'alere segu
ordens Impenaes e do Kxin. Sr.>
transmittidas s esta no dia 28 do presente me/ o paUcbn Saudade ;
Presidente da Provincia
mar......i data de 2. d........ pros...... P -,., q.....o quuer c-rreg.re.crv rreta o.nja-
. de 16 do correnta se ha de ,.....v,l,r neste mu- s ea (..mino Agostinbo de Barm, na ra da
:-"-:u::ru;iru !,z r,",,,:;:: v,,(,.....P.raoArac(.?j
lupa......irimeirodeJan, ni o ^ "J V* "*l"~
seguodo a* luUttv n0 ilal,cl Jauu"" Podr d'1 U,lit
O 1 "Secretario convida os Srs. socios par-
sessio extraordinaria, boje as 6 e meia horas
da tarde.
O bolequim da ra das Cru/es n. 33, de
novo abeilo, continua a servir I em aos fregue-
/escom almocos e janlares, ceias para fra e
r,a casa c bons pestiscos com promptidSo 6 pre-
cocommodo, assim como ter todos os domin-
gos e dias santos excedente mao de vacca.
O abaixo a-signado a.i-a a pessoa que an
nunciou no ) ario de 17 do corrente Julho
ter contratado com o Sr. Joo liidro Alves da
Fonseca a compra da casa n. 16 da ra dos
Copiares desta cidade, que dita casa he foreira
ao hospital da Santa Casa da Misericoidia de
Loanda, e que tem de pagar laudemio cloros
da compra da mesma, devendo entender-seo
annunciante rom o abaixo assignado, ou com
o Sr. Joao Maria Seve, pode receber a licenca
do laudemio o recibo dos foros; poisquesem
ella torna se nulla dita venda, e o comprador
rompellido pela justica a pagar o que justa-
mente dever; e para que nao haja ignorancia
fago publico por este Diario.
Francisco Antonio Rabella de Carvalho
1 = 0 proprietario da barca dos hatillos, pre-
cisando para obras, quo na mesma tem a fa/er,
de dispor anda de vnite aet,ts; roga as pessoas
que quizerem ser accionistas, que se dirijao h
dita barca aonde poder inscrever seus no-
mes. (6)
1=Deseja-se saber.se existe nesta praca ou
frad'ella o Sr. Padre Manoid .lacomo Bizer
ra de Men/es; queira annum i. dei.ca nara negocio de Seu interesse (i)
A pessoa que annunciou por este Diario
ter para tendel urna escrava de S e outra de 12
osdedade, dirija-se a rus estreta do Bo-
zario n. 4, primeiro andar.
= Quem piecisar i'e algum dinheiro com se-
{') OSr. Subdelegado enganuu-se : o re-
gulaiiienio be do 42,
Segunda vez se lembra ao Sr. I J. C. M.
haja de responder urna carta que se Ihe di-
rigi em Abril do corrente anno
I:; A!iiSa-sea casa n. 7 da ra de Palacio
V'elho, conlronte ao theatro novo; quem a pre-
tender dirija se a ra daCadeia doBecilo
n. 40. '<
Alugn-se una casa no atierro dos Alio-
gados anneva OSlio do tallecido .Machado ,
rom duas boas"salas. seisquartos, coxinba f-
ra e copiar ; Iralu-se na ra Direita n. 82, pn
meiro andar.
2=Aluga-se o segundo andar e solio da ca
sa n. 45 da ra da Boda ; a tratar na ra do
Bangel n. 36. segundo andar. (3)
> HOTEL FKANCISCO.
Mesi redonda di trez horas da tarde.
Janlar de peixe -s sextas e sabbados. (3_
16-NA BOTICA. F ABMAZF.M DE DBOj
GAS, NA RUADA MADRE DE DOS,N. _
Vendem-seas preparacoesseguintes por prc
C0 muito coromoio e de superior qualidade-
(regori/s' Powder.
Nao hatera pessoa olgoma que tenha feito
uso deste medicamento em qualquer parle do
(lobo que nao tenha sentido seus beneficios.
Os seus elleilos principis be ser um ptimo
purgante estomtico e muito til as doen-
cbs do ligado, baco &c. &c. as Indias, on-
de tanto progridem e tantos estragos produzem
constantemente estas doencas, so raras as pes-
mi.is que nao tem conhecimento dos bons ef-
feitos deste remedio O menino o velbo de
repito e finalmente o bomem em qualquer
idade da vida pdem sum receio algum fazer
uso deste medicamento cujos elleilos saluta-
ies nos fa/em jnlgar urna inspiracao divina ao
jenio sabio, e philantropico de seu autor. A
lose de.-le medicamento he urna ou duas colbe-
res de cha misturado com agua duas ou tres ve-
tes por dia.
Na mesma casa tambem se vendem tintas, e
i todos os outrosobjectos de pintura ; vernizes
le superior qualidade entre ellos hum perfei-
tamente branco e que se pode apphcar sobro
a pintura mais delicada sem que produza al-
leracao alguma em sua cor primitiva. Arrow-
Boot de Herminia ; Sag ; Saboneles ; Sauao
Je Windsor ; Agua de Seidlitz ; Limonada
gasoza ; 'Finia superior para escrever ; Perfu-
marlas inglezas; Fundas elsticas de patente.
Escotas r pos para denles ; Pastilhas de mu-
riato de morphina e ipecaruanha ; Azul fi-
nissimo proprio para ailar roiipa Pos de sei-
dlits, e de soila ; Pastilhas de bi-earbonalo
de soda c gingibre ; As verdadeiras pirulas
vegelaes universaes do D. Brandretb, vindas
de seu aulhor nos Fslados Unidos, &c. &c. (36)
1 Correm-se folhas e tirao-se passaportes
para dentro e fra do imperio, e. despatba-se
escravos tudo com a maior brevidade possivel
e preco commodo ; na ra do Rangel n 34. (4)
1Na ra do Bangel n. 34 copiao-se sen-
tencas procesaos e todo papel judicial, ou ou-
tra qualquer escrituracao com muito boa let-
tra e preco mais commodo do que em outra
qualquer parle. (5)
8O agrimensor, abaixo assignado, o fie re e
os'seus servcos s pessoas que tiverem propie-
dades demarcar e allanca a mais escrupulo-
sa exacdlo e O maior zelo no desempenho >'a
sua arle ; devendo lodos os que do seu presti-
mse quizerem utilisar,dirigirem-se porcarla)
ao mesmo abaixo assignado na Rua-direita .
obrado n 121. loaquimda Fvtiseca Soa-
h'iawii'dn


1 Fremont !brfcfln!ed> pianos d- Parii ,
tu fiav n 9 Fr*dric Fretu.mt, mirador na
ra X iva n. -2 sobrado, cuja entrada he pela
travessa flus dtp >*tos, a isa ao respeitavel pu-
blico desta cidade, (|Uo din afina pianos por
proco nniito commodo as casas urnle o cha-
maren) ea h iras quemis eonviera >s fregue-
zc; o tamben) como fabricante deste instru-
mento, os conceda de ludoe retnedeia qualquer
d-deito ein casa de sutil danos ou na sua;
os senhores que se quieren) ulilisar de seu
presumo, dir fio se ao referido sobrado a qual-
quer hora do da o espera o annunciante nao
desmerecer nesta cidade o conceilo de que
}:osou por alguns annos em Pariz, aondo apren-
deo e exerceo o seu olicio. 16
t Aluga-se, ou vndese urna canoa ber-
ta bem construida de carga de 700 tijolos
de alvenaria ; na ra da Cadeia de S. Antonio
n. 19. (4
1Jos Gonca!ves Torres embarca para o
Rio de Janeiro o seu escravo crioulo de nome
Manuel. >'3
1 No sitio de Ponte do Ucha que volta
para S. Anua, existe urna canoa decarreira, ha
irais do 3 mezas que se pegou OOflj a pr >a ar-
rombala ; quem for seu dono q'ieira mandar
buscar, quando nao manda-fe soltar. (5
Quem precisar de um homem que te
muit i pratica de adminisfracao de sitio e sa-
be tratar de II hjs, ou jardim dirija-se a ra
do Aragao n. 8.
Roga se ao Sr. J. M. C. R., queira ter a
boin!a.!e de ir a ra estreita do Rosario botica
n. 41, que se Ihe desoja fallar.
Aluga-se urna casa terrea com 5 quartos,
sala errando, corredor ao lado, cosinha fra ,
qnintal e cacimba ; tu ra Bella sobrado pr-
ximo a man1.
O Sr Joaquim Jos Torreao queira diri-
gir-se a ra estrella do Rozario ou a ra do
Livramento deposito de rap princesa n 13.
Quem annunciou precisar de urna pessoa
que se enoarrega do crear urna crianca de 2
meses dirija-se a ra da Penlia n. 19, segun-
do andar.
Aluua-se o terceiro andar da casa n. 51 da
run da Cadeia do liecife, o qual tem i janellas
delrente, soto corrido rom duas trapeirasea
cima um bello mirante tendo no todo com-
niodos para grande familia ; a tratar no pri-
meara andar da mosma casa
Arrrnd se um sitio na.estrada deBelem,
com ca->a terrea detaipa alguns arvorodos de
fruto, terreno para um itrande cercado de vac-
os e pastagem de cavallos ou mesmo para
plantacao de qualqoer lavoura, e baixa para
ipim ; na ra da Gloria sobrado n. 59.
o Padre Venancio Uenrique de Resende
enciona dar principio as suas lices de latim,
e francez no primeiro de Agosto prximo, pa-
ra o que achal-o bao aquellos, que dolas se
quitaren) ulilisar no segundo andar do sobrado
n 'i, da ra Direita, das .S as 11 horas da na-
nhaa edas3 as a da tarde, desde segunda
feir, 24 do correte Julho.
Arrenda-se um sitio na Campia da Casa-
forle com rasa nova, emoira cacimba, arvo-
rodos e trras para plantar ; e duas lojas no
becodo Monteiro junto aroa do Palacete, ou
Augusta ; a tratar na ra do Amorim n 15.
> ll-se dinlieiro a pnmio s >bre penhores
de ouro ep ata ; na ra do Livramento n 2*2 ,
segundo andar das 6 as lo botas da manbaa ,
e das duas as t da larde. 4
2O Sr. Manuel Coelho tenha a bondade de
dirigir-se a ra da Setizalla-velha n 100 para
teceber urna carta que oi tirada do correio
por engao.
3=0 ahaixo assienadn faz saber ao publico
que desde odia 23 deixuu de ser caixeiro do Se
nbor J. O Elster.
Manuel Jlexandrino de t'att>o. (4)
3 Furlro do da 20 para 21 do corrente
tne/. cinco quarlos do sitio lielettt perto desta
praca, sendo um nielado dinas e caudas pre-
tas, com urna marca de pisadura velba noespi-
nliaco e nutra mais para a sarnelha ; outro
caslanbo de cabello groco com tres ps bran
eos silva na testa costas limpas ; outro lazao
pequeo, soltador comprido com marca de
cangalba as costas j pintadas de cabellos
Imneos ; outro russo apedrejando, venta bran
ca todos magreiroes com o ferro lormando
um ( e um II da parte direila c um C.
rortado da parte esquerda todos forrados de
novo, e mais outro cavallo russo bastante sella
do e comprido com um Ierro \k velho da parte
direila formando dous ganchos. Roga-se a
'"das autoridades pciliciaes e mais pessoasque
go- sculiriretnosmandemou avisar para se pro
curar.no Reciferuada Cadeia. Manuel Goncal-
ves da Silva c na ra do Queimado toja n.
10, que se pagarn toJas as despe/as, e se dar
boa gratificar-o. (22)
3 -= A casa da verdadeira residencia do Sr. An-
tonio Carneiro Machado Rios he na ra da S.
( ruz n.70 onde foi visto e applaudidu na
noute das luminarias por todos inclusive
Um dos cinco mil. (5)
j()ao se duzentos c cincoenta mil ris a juros
l ilous por cont ao mez sobre penhores de
ouro ou prata : na ra estreita do Rozario n.
21, se dir quem da. I
Rosa Mara Monteiro, rrjullicr de I elis Es-
teta N lamia,declara que tem oj'posto euibar- i
gosde terceira senhora possu'nlora prejudicada
para excluir marido da annunciante, Julin da Silva Portel-
la, a casa de sobraJo na ra da Senzalla-nova,
o que ossacasa nao pode ser penhorada por ou-
: tras sernelhantes execucoes : como tambem de-
clara, que os pretos Jos Gaetano e o mula-
tii.li> Agostinho nao podem ser penborados,
por isso que o primeiro marido da annuncian-
te os deixou libertos em seu testamento coma
condicSo somonte de a ar.ompanharem e a
mesma annunciante est firme em sustentar o
seudireito. (15)
2=Januario Ferreira Cadaval faz sciente a
todas as pessoas 'l'"' 1,'m P'&nos que se acha
morando na ruada Concordia n. 3: est promp-
to para fazer qualquer concert em ditos pianos,
a a lina-os por preco commodo, e tambem se a-
justa mensalmente ; quem qui/.er utilisar se
de seu prestimo dirija-sa a dita casa. (7)
2 sa As pessoas que tiverem de embarcar es-
cravos para o Rio de Janeiro no brigue Euge-
nia, queiro leval-osa bordo no domingo pela
manbaa. (4)
2 LOTERA DA MATRIZ DA ROA-
VISTA.
As rodas desta lotera nao pdem ter seu an-
damento no da 30 do corrente que para esse
lim foi destinado, em consequencia da impre-
vista mudancaque houve no das Memorias His-
trica: breve porm ser novamenle annuncia-
do o dia em que as rodas (leven) correr. (8)
2 A commisso administrativa da socieda
de Apollinea convoca a assemlila geral dos
socios, na conformidade do art. 25 dos esta-
tutos para o dia 30 do cotrente s 4 horas
da tarde alim de se tratar dos interesses da so-
ciedade. (6)
Compras
2Compra-se ouro e prata velha mesmo
em pequeas porcoes, no acougue defronte do
quartei de polica.
2 Compra-se urna professia da escriplura
sagrada ; quem '.ver annuncie. (2
Compra-se duasescravas de meia idade,
que sojao boas quitandeiras e que nao tenho
achaques ncm vicios; na ra da Gloria n. 63.
Compro-se ps de larangeiras pequeas,
ijiii-sirvan para se transplantar ; quem tiver
annuncie.
1 Compra-se o primeiro tomo da ilha in-
cgnita por qualquer prego; na ra de S.Jos
n. 8.
' 2 Vende-se por motivos d molestia e ser [ Vend-se urna porcao de travps de O pal
preciso se fa'er um viag.;m a Europa urna bo- m is de madeirn superior mssarandu'ia ver-
tica bastante acreditada ; e em bom lugar as-' dadeira ; na ra da Cruz n. 51.
segura-se o aluguel da casa ; na ra da Cruz I Vende-se carne do seri.lo mutto nova ;
n. 50 ,' se indicar o lugar. 5 na praca da Boa-vista venda n 18.
2-Vende-seo sobrado n. 7 da ra da Ma-1 Vende-se u-na esorava que taz todo o
dredeDeos, de dous andares e sjto, em chaos servico de urna casa com um lindo flitm de
proprios, tambom seda com algumpraso com- 4 annos ; urna dita que engomma oosinha e
modo ao comprador; na rna da Cruz n. 50. lava muitobern ; urna pardinln de 16 annos ;
2Vende-se urna canoa bem construida e com 4 bonitos escravos para todo o servie ; dous
poucouso, de carga de mil tijolos do alvena-, moleques pecas; um pardtnho b>m pagem, de
ria na ra da Aura n. 44, ou na ra de Apol- 13 annos ; um lindo tnulatinho de 12; na pra-
|0 jo (4 ca da Boa-vista n. 19.
Vende-se um escravo da nacao Mocambi | i Vende-se, ou faz-se outro qualquer e-
que mocoe sern vicios ao comprador se dir gocio com urna casa terrea com oiloes de tai-
o motivo da venda; farinha de mandioca a 2720 pa, e frente de pedra e cal, nova e multo bem
rs. o alqueire da medida velha ; na ra da Ca- acabada, sita na ra da Cadeia da cidale da
deia-velhan 30. i Victoria ; a tratar na mesma cidade eonv*Jose
Vend-se um sobrado de um andarr.om Francisco Coelho doGoes com venda no largo
ou nesta prava na ruado Queimado
(8
venae-se um aoursuu ue um onuair-iiiii -....
grande quintal murado, boa cacimba, em chaos da feira ,
proprios sito na ra das Trincheiras ; un si- n. 2.
Vendas
1 Vende-se. pela quantia de 3528298 rs." ,
a armacao e drogas da botica, sita as lojas do
sobrado da ra Direita n. 120; e que, havon-
lo sido avahada em 4(i9j730rs. polos boticarios
Joo Poreira da Sdveira e Francisco Antonio
das Chagas por ter sido penhorada por alugueis
Jo casas, que devia o seu primeiro dono, foi
adjudicada a proprietario do dito sobrado pela
quenlia por que se vende : quem a pretender,
dirija-se ao primeiro andar do mesmo sobrado
das t s 9 horas da manbaa, e das duas as 3
da tarde. Mg)
Vendem-se clleccoes de leis e instruccoes
de eleices de Juizes de Paz, Vereadores e De-
putadni na pracs s Independencia ivraiia
ns. 6 e 8, a 400 rs. cada urna. (k
DEPOSITO GERAL
8)i: IIAUKOQIJl%S
DE SUPERIOR Q L A L I D A D E.
Vende 4e a i'55o ris a pelle,
sen.lo e^e61hda, e i8sooo rs. em
litzias; na leja de Dedier Robert
& C, ra >ova n i3.
3 Vende-se muito bom rap de Lisboa ,
chogado ltimamente por proco commodo; na
ra da Cadeia do Rccie loja de Joo da Cu-
nta Magalhes. t/t
2 Vende-se rap de Lisboa do mais novo e
de superior qualidade dito de Meuron Vio-
lele e Gasse superior cha hisson ; adverte-se
que em esta loja elTectivamente se encontrarn
estes objectos da melhor qualidade, que houver
no mercado; na ra da Cadeia loja n. 50. (6
2 Vendem-se saccas 4com lenlilha vinda
da Europu muito nova, e propria para sou-
pa e tambem se vende a rotalho at meia
quarta por prego commodo ; no armazem de
Fernando Jos Bruguez, ao p do arco da Con-
ceicao. g
2Vende-se urna escrava de if> annos,cose e
tem principios deengommado ; urna dita de 14
annos com principios de costura e he reco-
Ihida ; urna dita boa cosinheira e engomma so-
frivel ; utna dita de naco, quitandeira e co-
sinheira por SHORTS.; dous esrravos para to-
do o servico de campo por ja terem pratlca, to-
estes escravos se dao a contento; na ra
Direita n. .'. y
i Vende-se o doscobrimento da America
em dous volumes por
ra do Raogel n. 45.
prt'vo commodo
na
(3
tio com casa de vivenda bastantes ps de la-
rangeiras e outras arvores ao p da Solidada ;
a tratar na ra da Cadeia do Recife n. 25.
1 Vende-se urna venda com poucos fundos,
sern aleados comcommodos para familia, co-
sinba fora quintal e cacimba com boa agoa ,
na Boa-vista travessa do Veras n. 14 ; a tra-
tar na mesma.
1 Vende-se urna flauta de 8 chaves e bom-
ba tudo de prata por preco commodo ; na
ra Nova loja n. 58 do Luiz da Costa Leite.
1Vende-se excelleule carnauba ; na ra da
Cruz n. 33. (2
1 Vendem-se hervilhas novas, da melhor
qualidade possivel ," chegadas pelo ultimo na-
vio e 200 rs. tapioca a 80 rs. velas do Por-
to muito alias a 400 rs. graxa ingleza de n.
97 a 160 rs. manteiga franeeza a 400 rs, e in-
gleza a 320 rs. e todos os mais gneros de ven-
da por preco commodo ; na ra do Aragao ,
venda n. 43 na esquina, que volta para a S.
Cruz.
Vendem-se dous moleques de bonitas figu-
ras de 10 a 12 annos ; urna moleca de 14 an-
nos ; um preto de 25 annos ; e urna preta de
30 ; na ra Velha n. 111.
I Vende-se um terreno com 90 palmos de
frente e fundo at baixa-mar com alicer-
ees na (rente, o mais bemfeitorias. tem no fun-
do do dito terreno urna grande porco de pe-
dras na ra Imperial do lado do leste ; urna
porcao de aduelas do pipas e quartolas, que
serviraodeoleo ; no armasem do vidros ao la-
do da Cadeia. (S
1Vende-se urna olaria, que tem barro den-
tro para toda obra com grande terreno, que se
pode tur 10 vaccas de leite todo o anno pois
totn bom pasto; tambem se vende a retalho pa-
ra pequeos sitios, ou se fazerern casas, ou afo-
ra-se defronte da Capunga, na Passagem-da-
Magdalena ; a tratar no sitio do Cajueiro. (7
Vende-se na livraria da esquina da ra do
Collegio os seguintes livros em meio uso:
Demonstrarlo do dircito dos Metropolitanos de
Portugal para confirmaren) e mandarem sagrar
os Bispos sufragneos, por Antonio Poreira de
Figueiredo 1 v. em quarto ; tentativa theolo-
gica pelo mesmo autor; a santa biblia pelo
mesmo ; instituices de dfrei'.o ccclvsiastico ,
porGmenerj ; historia romana, por Tito Livio,
edic. de Pariz, 6 v. em 12; obras completas de
Ovidio 'i v. em quarto edic. de Voneza en-
riquecida com notas; Burlamaqui principios
do ditoito natural 1 v. em 12 ; historia com-
pleta da inquisicao em Italia. Portugal e II s-
panha 1 v. em quarto; deduco chronologi-
ca e analtica lelativa aos estragos, que a com-
panbia de Jess fez em Portugal e seus domi-
nios, nelo I.t. Jos Seabrs da Silva 5 v. 6m !2
Mafioii diteito natural 2 v. em 8.
1 Vende-se um chapeo annadoo urna es-
pada tudoem bom uso para Olficial ; um re-
logio sabonete com caixa dj prata ; quem o
pretender annuncie. ^ V
1 Vende-se urna escrava moca, lavadeira o
cosinheira ; na ra de Apollo n. 9. ;9
1 V'jnde-se urna duia d<- cadeiras, um ca-
nap de Jacaranda urna mesa da pinlio para
jantar que acommoda 16 pessoas um par
da lanternas bordadas urna mesa do ama relio
que serve para eng itnmar, tudoem muito bom
estado ; no pateo da S. Cruz n. 14 primeiro
andar das 10 horas do dia as duas da tardo. 7
1Vende-se urna pipa o urna qual tola arquea-
das de ferro para aceite de carrapato ; um ca-
dello alravessado muito novo, auv' anda se
acostuma com qualquer pesso:- ; na na do Co-
tovello n.27. >
Vende-se nina negrinha de 13 annos,
crioula, vistosa e sern vicios vende- se por
precisao ; na ra Relia sobrado novo prxi-
mo a maro.
Vendem-se por preco commodo os sego ri-
tos pertencos do taberna ; meio tomo do mec'i-
das de lolha para lquidos um dito de pao, '
dito do copos, um funil de pao, um depolsito
para a/eite 3 resmas de papel de ombrulho,
um barril de bom vinagro 100 cocos de tirar
agoa 30 archotes um braco de balance, I0>
abanos um terno de pesos do meia arroba at
meia quarta e outras rousas muidas, que so
nao levar em cotila a quem comprar ludo; na
travessa do S. Jos n. 10.
Vende-se um preto do nacao Angola ; bom
pescador do alto embarcadico e canoeiro ,
nao tem vicios nem achaques ; na pionca de
Jos Ribeiro no Forte-do-.\lattos n. 18.
Escravos fu sitios
Vende-se o primeiro tomo da Camponoza
exaltada, o sexto dito da historia do Brasil;
grammatica portuguesa o franceza por G. Ha-
moniere ; na Camboa-do-Carmo n. 27.
Vnde-se a historia completa e authentica,
de Isaac Ahasicerus por apellido o Judeo er-
rante contada por elle mesmo em Leipsick em
1839, tradu/ido do (ranee? em Lisboa em 43;
a existencia del homem, que tem atravossado >
longo espaco de 19 seculos he por certo do
niaior interesse ; nascido em Jerusalcm no an-
no do mundo 3992 oito annos antes de J.
Christo elle na>ra muitos (actos historeos, e
dos mais notaveis occorridos desde ento no
mundo, deque fora testemunha ocular, ea
que dora occasiao a sua presenca sinistra nos
lugares que foro o thealro dos acontecimen-
tos ; este liomem segundo elle mesmo affir-
ma oi condomnado por Jess Christo a ca-
m i nhar sern descancar at o dia de juiso lina I ;
livraria da esquina darua do Collegio.
1 Vendem-se grammaticas portuguezas da
quinta ediciio por Salvador Henriquedu Albu-
querque, Professor publicode primoiras lettras
da reguesia de S. Pedro Mortyr de Oiinda; as
livrarias da praca da Independencia ns. 6 e 8 ,
da ra da Cruz n. 56 e na da esquina da ra
do Collegio de Coitinho # Lopes proco 640
rs. meia encadernuco. 18
1 Vende-se bom milho a 3200 rs. a sacca;
farinha de mandioca a 2500 a 5# rs., conforme
qualidade gomma do engommar a 10^ rs. o
alqueire tudo vende-se da mesma forma a
rotalho nos lugares seguintes ; ra da Con-
cordia de S. Antonio n. 19, pateo da Perda,
armasem n. 7, e na ra do Aramio n. 37. (7
1Vende-se urna porcao de saco I liovos va-
stos para l.rlnia ; na ra da Cruz n. 57 pri-
meiro andar.
2Fugio na noute de 2'i do corrente um es-
cravo cabra, de nomo Rufino de 22 annos,
ectatura baixa, secco, com alguns denles quei-
xaes podres as mfi>s alguma colisa gretadas o
calejadas, muito regrisita no fallar, mas .imi-
to atnedrontatlo cara de muito mofiuo anda
sotnpredo cata alegre: levou caifas o camisa de
algido da torra, chapeo pre''. urna ti ou -
cha com umascalcas de casimira escu'fa o usado,
costuma quando logo a trocar o nome i.' do Sr.,
tem marcas de urna surra que levou lia um ""-
no tambem levou um fero com correnta i.o
p ; quem o pegar, leve a fabrica*de rap d#
vapor, no Atlerro-dos-Afi'ngud >s n. 3011, que
ser gratificado. 15
No dia 18 do corrento lugio urna escrava
do nacao Mozambique do nome Joanna com
o ro>to e nariz todo obelo do salpicos de sua tr-
ra tulla, com (alta de dentes na ({ente da par-
te superior, 'alia depreca e atrapalhad, o3o
tem peitos, tem signal de custicos em ambas
as pomas; levou vestido do chita preta e pan-
no; quem a pegar, leve a ruado Collegio n. 6,
que se gratificado, a
Anda osla ausento o mulato Antonio Ro-
mao baixo, grosso do corpo, com punca bar-
ba tem multas cosluias do ominas muito
fallante e esperto andava vendendo fainadas o
miudozas com urna preta de nomo Mara alta,
beitipnla, bonita figuia multo esperta e lat-
ante ; talvez quo so intitule de forro o casado ,
conhece multa gente por estes mallos; quemo
pegar, leve a cidade de Olmda quesera re-
compensado.
Fugio no dia 21 do corrente do lugar Pa-
ratibe um escravo crioulo do nome Joo de 2
annos bastante grosso sern barba, ps apa-
Ibelados. altura regular, gago, muito pregulco-
so sabio com carta para procurar senhor ,
que o comprasse o appareneu dizendo quo
linha achado um tal Jos Amador de Oliveira ,
e logo depois desaparecen ; quem o pegar, le-
ve ao engenho Paratibea casa do sua senhora
I). Joanna Francisca Poreira da Cunha quo
ser generosamente gratificado.
No da 4 do coi rente desapparecoo um
preto da nomo Domingos estatura regular ,
bem relorcado do corpo he canoeiro e pe
dor he quebrado de urna verllha bem la lino
a ponto tal, que tem sido visto por varias vezeS
nesta praca, e diz andar a servico de seu senhor
quo bo Manuel Ignacio Avila ; quem o pi'^.ir,
leve ao sitio do Remedio, ou uo Atierro d I)
vista n. 2 primeiro sn lar, i| ie se p igar
das as despeas que com ello se Rzerem.

.A. 8-4.


Full Text
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