Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05124


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Full Text
r
A mo de 1844. Quarta Fera 17
O DlABIO |>ublica-se I' ilin ni i!:n;|!ir n'ni f.irrrn snl fu !'" O |>rtgO sti.,"i'll
lie <1 >">" mi' r. por quariei j)ns *Hianla gratis, e :is dos -[uf nao foreui .i nio ilr S(J res por linha As reclamaeocs derein ser iliri-
pidas 4 1 fp ru* das Cruzes n 4 ou a praya t Independencia luja de liron. o e 8
PARTIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
GouBtU, i l'..ianyba seun te h 10 >34 Cabn, Serinliaem Kioformaso Maceyo, I'ortoCalto, t He ii de rada mei. Garanbuns e Bonito a lUe -M (le cada meiBoa-isla e Flor
(i t l. jl dito. Oda le da Victori quintas feiras.Olinda iods os das.
DAS DA semasa.
15 See. Camlo. Aud. do J. de I), da 2. .
4li Tere. N. S ilu Caimi Re, aad. do J. de I).da 3. t.
I? Quarta. Alex. Aud do J. de I), da i. y.
1N Quinta 8. Marinha Aud. do .1 de I) dil i
d'J Sexta Aramio. Aud ilo J. de D, da'Z. t.
'JU Sab s Elias, del. aud dn J de It. da d. t.
2\ IJoui O Anjo usto liu do Impeli.
de Julho
Anuo XX. N. I*
ludo agora depende de nos meamos; da nnsia pnfc5, OWMi*"' *"S*, ,,-,
i tinuemus como priiiciuijraoa teremu apuntados Ma admira^ao entre as s
culMa. (Pro.lsmaq.in Ja JaUeadMa Geral do irar.il.)
CiMilOI noim ISik .uno. roaapra *
Cambio, .obre Londres 1'5. I Ow-Motd. d. 0,400 V. V.0W jJ.^JJ
, Paria 70 rail por franco N. W.JJ EX
Lisboa 112 ,.or 100 dr premio! d. *,00u 9.400
L'Tv"' | Prata-l"atac:,-ie, d , Mordaile cubre ao par.
Idam da letras de boas Brmaa 1 a \\\ 0|n
1 ORO
PeaOicrilMMMM 1,08.1 2.000
lin.is aatxieaao* 1,%0 .y8(r
PHASES DA LUA NO MEZ DE JULHO.
La ckeia a J'.t sos limin. dalarie. i La ora a 15 aos i min. da larde
Minguanle a 7 as S horas e 28 m"> d attnh. | Crescenle a J2 as fi b 5i da tar.fo.
'reamar de koje.
VjT^> Primera as ti horas e (i min. da aantia.
I Segunda as . ti i ama .i.t
DIARIO DE
....' ---.....d -.-..
HUaZ- r


.^ ;*an ;
urrCI
Gov rno da Provincia.
EXPEDIENTE DO 1U.V 13 1)0 COKRENTK.
OlticiosAoCommandantu das Armas o no
Inspector da Thesouraria ta Fazenda, scienti-
llcando-osde ter S, M. o Imperador concediilo
un anno delirenca com veni;imen.lo, pnra tia-
Ur de sua sadu nesta provincia, ao Tenente-
Coronel do Etodo-maiordoeMrcito,Sobastio
do llego IWrns.
Dito Ao Esm. O Rm. Bispo Resignalario
dosta dicesi;, transmititndo-lhe o decreto de
10 de Junho ullimo |>e!o qual houvc S. \l. o
Imperador por bern nome^l-o Director do Cur-
so Jurdico da cidade do Ulinda; e recommen-
dando-lhu, tjiie entre logo etn exercicio ()f-
liciou-so a respeitoao Director interino Jo Cur-
so Jurdico de Olinda.
DitoAo Coinmandante das Armas, deter-
minando, en cumpriment de ordem Imperial,
gento-Ajudante Jos da Cruz dos Santos, e aos
soldados Victorino Jos do Nascimonto e Jos
Ferreira do Lima, do segundo batalho d'Arti-
Iheria h p, Francisco Pedro Bats, da compa-
nhia de Artifi ie, o Fernando Marques do De-
posito, que forao julgados incapazes do mesmo
servicos.
DitoAo mesmo, ordenando cm execucao
dn Imperial \viso da Secretiria da Guerra.de
27 de Junho prximo passado, que mando dar
baixa aos soldados Amancio Justini no de S,
JosTavares de Mello e Vicente Ferreira de
S, no caso de terem completado o tempo do
seu primero engajamento, e noobslante acha-
ren! se de novo contratados.
DitosAo Presidente da Relacao e ao Ins-
pector da Thesouraria da Fazenda, intelligen-
oiando os d'achar-se nomeado Desembargador
thi mesma Relacao o Hacbarel Lourenco Jos
Ribeiro,
PortaraNomeando Delegado do termo do
Cabo ao cidadao Pedro de AUmquerque Lins e
Mello.Con mtinicou se ao Chele de Polica.
OllicinsDo Secretario da provincia ao Ins-
pector da Thesouraria da Fazenda, tranainitlin-
do, para terem execucao, as ordena oo l'hesou-
s-o Publico Nacional, de ns. 109. 112. 114,
116, 117. 119. 120, 122, 123. 24, 12.
126,127, 128 e 129.
informando o requerimento do Doutor Joaquim
Nunes Machado, sobre a ajuda de custo, que
ihe competa como Deputado supplonte por es-
ta provincia.
DitoAo Administrador da Mesa do Con-
sulado, recommendando, que, emquanto o
Kxm. Presidente da Prornei? nao decida sobre
a representacao dos proprichrios das prensas de
algodo, que nesta data Ihe remetta para in-
(ormar. em que pediao licasse a cargo da Fa-
zenda Publica a indicacaoda qtialidade o peso
as sacras de algodao, mandasse fazer este ser-
vico, pelos Guardas d aquella administracao,
sujeitando sementeos mesmos proprieta ros nesta
parte, ao laboratorio dos serventes e mais expe-
dientes.

Thesouraria da Fazenda.
EXPEDIENTE DO DA 4 DO COMIENTE.
Oflicio Ao Kxm. Presidente da Provino,
informando o requerimento do Alleres da ex-
mela segunda linha Jos Dionisio das Mercs
.Mucunan. fin que pedoo pagamento de res
208 W0 da gralilicacao de (Miipanha.a que jul-
gava ter direito comoempregado em 1834 na
guerra de Panellas eJacuipe.
DitoAo Director do Arsenal de Guerra,
participando, para sua intelligenca, ter em
cumprimento do oflicio do Kxm. Presidente -Ja
Provincia de 3 do correnle. recommendado nes-
ta data ao Inspector da Alfandega, que fzesse
despachar e entregar os cem barris de plvora,
remeltidos pelo Arsenal de Guerra da corte, no
bergantn. Indiano; e que o trole da conduccao
dovia ser pago na razaode 2^500 por cada bar-
ril, segundo o ajuste .
Dito- Aot'.helede Polica desta provincia,
aecusando a r'ecepoo do seu oflicio de 3 do cor-
rente, em i|ti< participou ter entrado no exer-
cicio do seu emprego. para o qual foi nomeado
por caria imperial de 8 do mez pausado.
DitoAo Inspector da Alfandega. recom-
mendand > em cumprimento do oflicio do Exm.
Presidente da Provincia de 3 do eorrente, b-
ZOStse despachar, e entregar ao Director do Ar-
il de Guerra, os cem barris de plvora de 2
arrobas cada um remeltidos pelo Arsenal de
i uerra da corte, no bergantim indiano sendo
cinco rrisda flna. e cinienta da grossa:
dem do ma 5
uicioAo b.\ui. IfradsflM a Pwibwi
PORTUGAL.
Lisboa, 22 de Muio.
Desde o mez de Maii) do anno passado, isto
he, no curio espaco de um anno, sete diversas
admin8trac,dM Uem dirigido os negocios do
Kstado no reino visinho, nao contando o Mi-
nisterio do General Serrano, instituido em Bar-
celona para debellar o Regento Espartero. O
gabinle Rodil foi o primeiro que cabio em 9
tesse me/, sendo substituido pelode Lpez, qne
tlurou apenas de/dias. Seguio-.se o de Gmez
Bueno, que depos de sessenta c cinco dias ce-
deoo lugar ao Ministerio em que ligurava Ro-
yamente 1). Joaquim Mara Lpez, consegui-
do este sustentar se por espaco de quatro me-
zes. Olosaga, que tomou conta da l'residencia
do novo coneelho depos da abertura das cortes
em 1843, eque permitlia conciliar os partidos,
concluindo a grande obra da consolidacao do
rgimen constitucional, apenas teve de/, dias de
existencia L'm attenlado inaudito, que indg-
nou a Europa inteira, lerminou a sua carreira
no curto pra/ode dezdias; e Gonzales Rravo sa-
nio ao poder para debellar as fac Oes, o/ie a-
meacavao o tbrono, a ordem e as leis, tendo i-
gualmente de dernittir-se depos de cincoenta
e quatro dias de vida poltica, depositando o po-
der as maos da administracao que actualmen-
te governa cm Hespanha.
Seria muito para desejar, que se conseguisse
desta vez dar aos membros do eieetivo o lem-
po necessario para levarem a efleto os seus pla-
nos administrativos; e q'ue os diversos partidos
se resolvessem aguardar os actos do novo ga-
binete para os julgar com imparcalidade e boa
f. A Hespanha carece especialmente de repou-
so depois de tantas agitacocs; carece de um go-
verno duradouro, Ilustrado c conciliador que
tire as faccoes toda a probablidade de lucrarem
com as revoltase com a guerra civil.
Os precedentes dos membros do actual gabi
nete hespanbol (anda mais homogneo do que
0 anterior, cujos assignalados servicos todos re-
conhecem) saodecerto mu lisoogeiros e pro-
meltiiii um futuro prospero para o reino visi-
nho se aigurna contigencia imprevista e extra-
ordinaria nao vier destruir os clculos mais bem
fundados, e as esperanzas da gente sensata e m-
parcial.
Julgamos conveniente reprodu/r aqu alguns
pormenores relativos carreira dos actuoes Mi-
nistros de Hespanha na ideia de que servirao
para avahar com mais conbecimento de causa os
recursos do governode um paz. que por tantos
motivos merece a nossa seria attenco.
O General Narvaez,Presidente do Coneelho e
Ministro da Guerra, adquiio grande comeada
durante a campanba contra D. Carlos. Foi elle
quem conseguio encontrar ebattr na Andalu-
za o General Gome/, que amearava con. a
guerra civil todo Sul da Hespanha. I acificou
Lii.bem a provincia iia Mancha, e organisou.
,omo por encanto, um belloeiercito de feaer-
va Fspartero nao tardou em tratar Narvaez co-
mo um uval perigoao; e esta General teve de
Mbir de Hesianba para evitar a perseguivo a
que loi volado.
1 tic ben notorio o pupeMiiuanwu,ue u'-
penbou Narvaez ltimamente, desde o seu des-
embarque em Valencia at o termo da sua curta
e decisiva campa.iha, que depois da victoria dos
campos de Ardo/ llin abri as portas da capital,
assim como os servicos que prestou mantendo a
ordem em Madrid durante as crises mais dilli-
ceis.
O General Nv.rvaez te:n li.lo assento om edr-
tes como Deputado e como Senador. Apezar de
nio ser orador da prmeira ordem, tem grande
lacilidade de expressai; e por occasiao do de-
bate sobra a maioridada da Rainba e ta acensa-
cao contra Olosaga,usou da palavra Irequentes
vetes, sendo ouvido com bastante inleresse.
O Mrquez de Viluma, Ministro dos Nego-
cios estrangeiros, foi alumno da escola real de
Arlilheiia.e servio nesta arma durante a sua
mocidade, conservando sempre o concetodeca
pacidade c de adhesao a ordem e a monarchia.
Durante o governo absoluto o Mrquez de Vi-
luma foi perseguido por manifestar opinies l-
beraes, eemigrou para Florenca, onde residi
por alguns annos. O seu carcter firme e recto,
determinou o Ministro Martnez de la Roza a
nomeal-o Chefe poltico do Madrid. Em segui-
da loi elcito Senador, mostrando sempre vistas
elevadas, euna rigidez de principios polticos
que Ihe grangeou geral eslima. Havia sido qua-
si constrangidoa acceitar o lugar de Ministro
Plenipotenciario em Londres, porque sempre
se mostrou pouco disposto a figurar em altos
cargos.
D Alexandro Mon, Ministro da Fazenda,
compatriota do celebre Conde de Toreno, foi
seu collega como Deputado pela provincia das
Asturias. Sempre professou muita amisade a
esse homem de estado eminente. O actual Mi-
ni>tro da Fa/endaj servio na mesma repart-
cao durante a administracao do Conde de Oa-
lia, e mostrou bastante talento. A sua probi-
dade be reconbecida pelos mais obstinados ad
versarios polticos. O Sr. Mon he um dos mais
habis oradores parlamentares, c he conhecido
pela energa e vivacidade de seu carcter, assim
como pela experiencia que possue dos negocios
polticos.
O Ministro do interior, D. Pedro Pidal, bo
compatriota do Ministro da Fazenda. e seu cu-
nhado Prolessa os mesmos principios, e am-
bos teem combatido sempre debaixo das mes-
mas banderas. O Sr Pidal, Magistrado integro
e Ilustrado, era o Presidente da Cmara dos
Deputados na ultima sessao. Foi chamado pela
Rainha, quando Olosaga ccmmettco o desaca-
to, o mostrou nesta diflicil conjunctura a reser-
va necessaria, a maior imparcalidade e notavel
energa nos debates.
D. Lilia Mayans, Ministro da Justica, he
um Magistrado distincto, elcito diversas vezes
Deputado, e tem se mostrado mui prudente,
conciliador e circunspecto Foi Ministro dn
Justica na administracao Gonzales Rravo, e nao
poupou eaforcos para restabelecer a ordem na
magistratura e melhorar acondito do clero.
I'e/ regressar do desterro alguns Rispos, e tem
procurado eflectuar a reconciliaeao com a corte
de Roma
Finalmente, o General Armero, Ministro da
Marinha e Colonias, he conhecido desde 1837,
quando desembarcou junto do Bilbao com una
lorca, cooperando para livrar esta praca de ca-
hir em poder dos carlistas. O General Esparte-
ro proessava Ihe muita amisade; mas echndo-
se Armero cm. Rarcilona no anno de 1840. co-
mo Ministro da Marinha do gabinete Prez de
Castro, separou-se da causa desse General reco-
nheci-ndo os seus projectosdeambico, e a sua
ngratidao para co u a Rainha Christina. Acom-
panhoueat oberana a Valenca. e nao so se-
parou della seno depoit de se haver afla>tado
das costas de llespai.lia. Armero achava-se em
Sevilha quando rebentou a revolucSo contra a
regencia d Espartero, e foi dos primeirosapro-
nuneiar-ae. Auxiliou muitoo General Figueraa,
Commandante em Cfa fe dos sublevados Sevi-
Ibsnos.e mostrou em toda a luda o maiordeno
do e ikdicaeo. Durante o Ministerio Gonut-
T"Jj uiJii?~ UV.JO
les Bravo servio na'qualidade de Capitao-Go-
neral de AnJalu/ia.
FRANCA.
Par i:, 5 de Maio.
Tom causado muita sensacao o discurso que
o Arcebispo de Pariz fe a El-rei Lu/. Philip-
pe. e a respnala cheia de firmeza o dignidad
que Iba deo o Monarchi. Eis 0 texto do dis-
curso a da resposta :
Sire (disse o Arcebispo] n< oflerecemos
a \. M. .com as homenagens respei losas., os
sentimentos mais conformes situacSo em que
actualmente nos adiamos.
Nunca entenderemos que o Estada possa
ser prejudicado com a paz, a liberdade da igre-
ja.nem que esta padeca com a grandeza e pros-
peridade do 'Estado. Esta opiniao que procla-
mava, ha sciscentos annos, um santo Doutor
Francez ( S.- Bernardo}, a honra do seculo em
que viveo pelos seus talentos o a honra do sa-
cerdocio pelo herosmo das suas virtudes, he
tmbenla opiniao do clero e do Arcebispo de
Pariz Pretenden! manifeatal-a ante vos, Sire,
como signal nao equivoco da rectidao de suas
intences, e corno penhor seguro de suas espo-
rancas. Fo'gao de vos manifestar que a Fran-
ca Ibes he demasiado chara para ceder a quem
querqueseja a gloria de se mostrar mai obedi-
ente as leis, mais dedicado a sua ventura.
n Dos nao permita que os beneficios en-
conlreni insensiveisos homens que eslao habi-
tuados a ver n'umactO de justica um motivo
de reconhecimonto, e na liberdade do seu mi-
nisterio um novo meio de tornar o proprio po-
der mais respeitado !
Esta dedicacuo ser comprehendida o pre-
ferida pela alta sabedoria do Re. Elle a julga-
r digna da nossa pacifica missao, da lealda-
de do nosso carcter, e tito proficua para a reli-
giao, como para a patria.
Permilti-nos, Sire, que unamos a esto
empenhoos volos sinceros, que fajemos a fim
de (ue o Todo Poderoso continu a dispensar
a V. M. e sua augusta familia as mais abun-
dantes heneaos.).
S. M. dignou-sc responder:
Agradeco vos, Sr. Arcebispo os votos
que ineoflereceis pissoalmento e em nome do
clero de Pariz. Eu juigava ter dado sulticientes
garantas do meu empenho de manler a liber-
dade da relgiao, de circumdar o clero do a-
catamento que Ihe compete e de toda a venera-
cao que Ihe he devida para que se tornasso
talvez intil fazer-me essa recommendaco co-
mo acabo de ouvir. Oque posso dizer-vos,
Sr. Arcebispo, e o que vs j saheis he quoo
clero pode contar com toda a minha benevo-
lencia, com todo o meu inleresse e tambem
com os meus esforcos constantes para assegu-
rur Franca os beneficios da religiao, a fim de
que ella continu a ser um lempo o oielhor
preservativo contra os vicios que do origem
i.s desordens na sociedade o o mananciai de
todas as virtudes que afliancao a ventura do*
homens. (Debis.)
(Diario do Governo.)
HESPANHA.
As noticias de Madrid alcanzo a 2o de Maio
ultimo.
Proseguiao o ornaes da opposicao em susci-
tar graves apprehenses sobre os resultados da
prxima viagem de SS. MM. eA. Calalunha.
O mesmo Custtlhano que apoia o Ministerio,
consideravu estepasso como inopportunoe incon-
venente;o Heraldo porm respondendo s di A-
renles objecces que este respeito se teem fei-
to, declarava que esta viagem era urna necessi-
dade; porque a sade da Rainha exigia absoluta-
mente o uso dos banhos.
A noticia da organisaco do gabinete Nar-
vaez linha sido bem acceita, tanto em Pariz co-
mo em Londres.
No dia 20 pelai 0 horas da manba tinhao
aludo ta rpita! SS. MM. e A em direccSo 2
Valencia, l-'.sUvio desvanecidos os roccio d*


s
que esta viagem pudesse ter consequenciasdes-
favoraveis.
Dava-se como corlo que a expediccao que es-
lava preparada para asilhas ile Fernando Pao e
Anuo Rom a ter outro destino.
SS. MM. e A. havio chegado no mesmo dia
20 pelas 7 lloras da tarde a Quintinan de la Or-
dem, na maior disposico de sade, sendo rece-
bidas n aquella villa com as mais vivas demons-
trares de regozjo.
As ultimas parlicipacoes de Maestrazgo enn-
tirmavo a noticia de haveremalli sido captura
dos e passados pelas armasos mais notaveis Che-
fes dos bandidos, que anda postoque porvezes
batidos, acostados e dispersos, ousavo pertur-
bara tranquillidade d'algumas pequeas povoa-
{5es. Julgava se que este golpe seria decisivo,
e (|ue desapparecerio de todo os poucos malva-
dos que pudessem escapar a sorte dosquelinlio
cabido us ruaos das tropas da Rainha ou dos
inesmos povos, que emfim se tinhao decidido a
armar-se em sua propria ilefesa.
1,'m despacho do Presidente do Concelho da-
tado de Almansa a '23, annuncia\a que S\
MM e A. haviao chegado na espera aquella
cidade na maior disposico, c que leocionavio
sabir para Valencia a 2i.
Por toda a parte por onde SS. MM. e A. de-
v5o passar, se fa/io brilhantes preparativos pa-
ra a sua reoepcSo.
Desde a sabida da corte da capital tinhao os
jurnaes da opposicSo redobrado a violencia dos
sriis ataques contra o governo; entretanto a o-
piniao eral pareca estar animada de inteira
couliarica no novo gabinete,
Tinha chegado a ServilliO em directo a Lis-
boa I). Luiz Gonzalos Bravo, que devia repre-
sentar S. M. C n'aquella corte.
Kstavio a concluir-se as elcic&es municipaes
m Madrid. O seu resultado em favor do par-
tido moderado nao admiltio a menor duvida.
No ultimo dia de escrutinio votro 1268 clei-
tores pelos candidatos conservadores e 8 apenas
pelos progressistas.
Postoque pouco se sabia sobre o estado da
quosto de Marroros continuavo os preparati-
vos e movimentos de tropas na directo do lit-
toral para se occorrer de prompto a quab|uer e-
ventualidade.
Nao havia das provincias nenhuma outra no-
ticia de importancia, reinando em todas tran-
quilidade e obediencia ao govern ).
:R&l&iMlgllirV
Tinhao entrado na barra de Lisboa o brigue
brasileiro Triumphn Americano, no dia 24 d'
Maio com 49 diasde viagem d'este porto e lo
da liba de S. Miguel : o brigue portuguez
Conceif/io de Mara, no dia 2 de Junho com i4
das de viagem; e o Feliz Destino no mesmo
dia com 40 das, tambem dauui procedentes.
MiScelIanea.
V
Tribunal ta Relajo.
Sesso do dia 10.
( Detembargador de semana, o Sr. Ramos.)
Na appellacfio entre partes Gaspar Menezes
do Vasconcelos, e C do Espirito Santo; con-
firmrao a sentenca recorrida.
Na appellacao entre partes Bento Jos da Sil-
va Magalhes e Antonio Bento da Costa e sua
mullier ; mandar&O dar vistas s partes.
Na Bppellacao entre parte Maooel Figuei-
roa de Paria, e a Fa-enda Publica ; mandarlo
dar vista s partes.
Na appcllaco entre partes Bento da Costa
Soaros, e o Juiso ; ulgro procedente o re-
curso interposlo.
Na appollacSo entre partes Antonio Francis-
co da Silva Pereira e outros, c A ntonio Bap-
tiza Riheiro do Faria ; mandarlo dar vista ao
Dr. Curador Goral dos ausentes.
Na appellacao entre partes Alexandrc de
Mello Pinto, o Lua Pereira Duarte \ mand-
rao redusira termo urna peca do processo e
voltarem os autos conclusos ao relator.
lAUi DE PEBNAMBIJCO.
Aoque hontern dissemos sobre as noticias de
Portugal ltimamente recebdas s temos
acrescentar, aim do que transcrevemos em lu-
gar competente o seguinte.
Constava (|uc tinha sido completamente ba-
tida a lamosa guerrilha de Santa Cruz, prxi-
mo ribeira do Covelo do Monte pelo Capilo
Marcal com cem baionetas e do/e cavallos da
guarda municipal licando mortalmente lerido
o Cbefe da guerrilha Francisco Guedes de Car-
valbo e Manetas asis ou sete morios.
Dos revoltosos de Almeida tinhao passado pa-
ra a Hespanba 4o < ITkiaes e 12empregados ci
vis. Toda a su foro,a no momento da subais-
S80 monta va a 724 bomens, entre Ofliciaes e
prar-as de pret saos e doentes.
Por decreto do 7 de Maio ordenara o Go
verno que se abrissem as aulas da Universidade
no dia 20, em que devia cessar o addiamen-
to dos estados dando varias providencias para
o sen andamento regular.
Por nitro de -i Ionio dissolvidos e Pitinctos
oscorpos que tomrSo parte na revolia man
dando-se organisar outros em seu lugar con.
jiHercnlpg nmeros para compl*tar-se o quadro
RELIGUO.
A REVELAC-A.
[ContinuacSo do numero 135.)
Depois da volta da Babilonia, quando os Ju
dos repudiao com horror toda a idolatra e
se unem lei como a hera so agarra ao carva-
Iho essa lei que teve seus martyres nos das
maos e que ellcs colloco cima de ludo ;
confessao todava que ella bo s piovisoria :
que o seu Dos Ibes promette urna lei mais
pcrfeita, urna le escripia *obre o coraclo, que
ser promulgada por um Propheta grande de
m modo diverso de Movss um Propheta ,
cuja geraco est na eternidade, e ao qual Da-
vid chama seu Senhor. .... Porm este Pro-
pheta ser desconhecido pelos seus repleto de
ullrages coberto de vergonha e condemnado
i urna morte inlame.....e comtudo o seu mi-
me ser glorificado por toda a trra e Ihe est
promettida a conquista do mundo.
Complctro-se os tempos marcados pelos
Prophetas: o mundo se pova de albeos; o sen-
sualismo vence ; a religio do juramento nao
liga mais o soldado & iiandeira o subdito ao
Principe o Sacerdote ao Altar, o esposo es-
posa. Os lacos sociaes bem como o cinto de
linho do Propheta, cahem em podrido por to-
das as parles. Nao ha mais humanidade, nem
liberdade, nem temor dos Deo/cs sobre a trra:
bem cedo acabar-se ha toda a magnificencia
intelectual do homem.
II? enlo, que o Chrislo apparece na 'uda.
De bem aquelle que os Prophetas annunci-
rao solemnemente : elle julga a causa dos po-
bres com justiga; nao condemna por um ouvi
dizer; nao acaba de quebrar a cana quebrada ,
nem acaba de apagar a mecha que ainda fu
mega; nao grita as pracas publicas; porm
abre os ollios aos cegos -tira dos lerros aquel-
les que eslo agiiolhados e da priso que
estilo as trevas. Dos o estabeleco para ser a
luz das nacoes, e o mediador da nova allianca.
A lei de Moyss era adaptada ao carcter de
um povo de humor ndomavel que demanda-
va urna mao de ferro e cadeiasde bronze para
seguir o bom caminho ; era urna oliveira mag-
nifica, porm sclvagem que dava ructos mais
formosos, do que saborosos. O Kvangelho loi
a oliveira livremente cnxertada sobre a arvorc
antiga da Synagoga ; o o rubim sahido da pe-
dra ; o roco do Senhor cabido em urna trra
seca O Kvangelho. ... loi o altar da allorria
da escravido ; foi a bandeira, em quesealis-
tou todo aquelle que tinha padecido gemido,
eduvidado. alheismo vencido cscondeo seu
rosto humilhado ; e o homem soube finalmente
por urna revelaco divina e positiva que el-
lo b> immortal como Dos.
O legislador dos Christos be o nico, que
o mundo nao convenceo jamis, nem de menti-
ra, nem de peccado. Movss postoque gran-
de em paiavra o em obras nao deixou de pee-
car diante do Senhor ; elle mesmo convem nis-
to. Porm Jess loi o Justo completo o dia-
mante puro o homem sem defeilo o Dos
em colera, a misericordia encarnada. Jess!...
Masosmesmos Orculos do paganismo o tem
proclamado urna alma santa e islo quando
os pagaos ainda gritavao no amphilheatro : Os
ChristBos aos leBrt Jess ... Mas o Sev-
illa o Sieambro e o Scandinavo esteS'fio-
mens, que morrio rindo-se, ehorro na sua
agonia ; Jess!... Mas hedejolhos, quo
se devia cscrever seu Nome !
A sua vida loi pura como a pcrola que
dorme debati dos mares ; e a sua moral pura ,
como a sua vida ; morreo para resgatar o inun-
lo : alguns bomens obscuros e sem letlras: a arder com violencia a proporcao que mana-
ses maldicoes contra elles nem podras para
atirar Ibes CJue Ibes importa Elles sella-
rlo voluntariamente com seu sangue asaltas
doutrinas, queen-inao; amorte os avisinha
ni de seu Mestre adorado e Ibes abrir as mo
radas ditosas cuja estrada elle Ibes havia mos-
trado Morrem trgicamente sem s-desmen-
tirem : equ ndo se infligi ao Chefe e suppli-
ciu que sellreo o Meitre ; elle nao pede mais,
do que urna graca: que Ihe ponbo a cabera no
lugar em que pousaro os ps de Jess. Doze
bomens nao pdem morrerassim para atiesta-
rem urna impostura !
k Voluntariamente creio, diz Pascal, as his-
torias, cujas testemunhas sedeixaro degolar.
A religio Hebraica era santa porm visi-
velmente transitoria ; as suas observancias e
as suas prohibieres sempro a impedtro de se
propagar: era urna alampada de vigilia col-
locada na cavidade das montanhas com todo um
povo commettido sua guarda afim de que
urna mao divina accendesse, um dia, nesta sen
lelba sagrada os fogos que deverio servir de
signaes todos os povos da trra. Todos os
cultos antigos e modernos tem um cunbo
visivel de localidade : O Cbriitianismo he uni-
versal de sua naturera. Elle deslreas barrei-
ras do egosmo de familia, e do egosmo nacio-
nal ; por toda a parte em que o Chrslao en-
contra bomens, elle deve ver irmaos ; sua am-
bico nao se limita acrecentar urna cidade
outra e reino reino ; ella mira a conquista
do Ceo. A mesma materia do seu sacrificio .
o pao c o vinho. acha-seem todos os pontos
do globo ou pde-se fcilmente l transpor-
tar. Km fim he o cuito nico que nao de-
genera em parte alguma e cujos ritos se pos-
sao celebrar integralmente em todas as parles do
mundo.
Existe por ventura urna religio que ofle-
reca iguaes garanlias ? Urna F, cuja raiz sej
mais profunda e mais extensa ? Lma Doulri-
na que se apie sobro melhores provas sobre
testemunhos mais authenticos e cuja infiuen
cia seja mais apta para regenerar ou civilisar
os bomens delim polo ontro ?
Nao existe urna igual; nao existi ; e nem
existir ; lodo o mundo convir. nisto.
Portanto a F dos Christos he a F verda
deira ; e a Doutrina mais nobre o consolado-
ra he juntamente a Doutrina verdadeira.
(Traduzido.)
ILLUMIN CAO POR GAZ.
Os varios corpos gazosos teem sido enume-
rados e as suas propriedades explicadas na-
qucllo ramo ila cln mica a que elles particular-
mente pertencem ; por agora propomo nos
dirigir a attcngo dos nossos leitores para urna
das mais importantes 8pplicacf)es da chymica
gazosa na illuminaco dos edificios e at de
grandes cidades, pelo gaz hydrogenio carbone-
tado.
A produeco d'um fluido aeriforme extrahi-
do do carvo, que podesse ser distribuido
vontade em todas as direcces para o fim de dai
econmica illuminaco, tem sido justamente
Gol locada entre os maiores beneficios que a ci-
encia eo espirito d'empreza da Inglaterra teem
conferido ao genero humano.
Que o carvo desenvolve um fiuido aeriforme
permanentemente elstico e intlamavel pa-
rece ter sido primeiro verificado experimental-
mente pelo lev Dr. Clayton e publicou-
ic urna breve noticia da sua descoberta as ex-
periencias pbilosophicas do ani.o de 1739. Eis
aqui um extracto do seu escripto : To-
mei algum carvo e dislillei-o n'uma retor-
ta em logo descoberto. Ao principio veio su
phlegma depois um oleo negro e cnto le-
vantou se igualmente um espirito que nao pude
de modo algum condensar; masrompeo-me o
luto e quebrou-me os vidros. Urna vez em
que elle me tinha rompido o luto vindo cer-
rado por elle, a fim de pfOCtMM repara-lo ,
observei que o espirito que sabia d'elle in-
flammava-se chamina da vela e continuava
ca ; e comtudo a quanlidade de carvo distil-
lado nao era consideravel.
Guardei este espirito as bexigas bastante
lempo e pfocurei condensa! o por varios mo-
dos, mas de balde. E quando quera diver-
tir os estrangeiros ou amigos, tomava umitas
vezes urna destas bex.gas e la sendo-Ihe Um
lurosinho com um allinele e comprimin.io
brandamente i. bexiga perto da chamma d'uilia
vela at que se incendiasse ella continuava
cnto a arder al sabir todo o espirito da bexiga
pela commpressao ; o que era tanto mais ad-
miravel quanto ninguem podia descobrir dif-
ferenca alguma, naapparencia, entreestas bexi-
gas o as que se enchem de ar commum.
Mas enlo nolei que este espirito devia sep
guardado em boas bexigas grossas cerno as de
l.oi ou oiitias semelhantcs; porque, se eu en-
chia com elle bexigas de be/erro perda a sua
inflammabilidade em vinte e quatro horas,
posto que as bexigas nao afrouxavo cousa al-
gum.
Porm a applicagao do gaz, assim produzdo,
aos fins econmicos da lluminacao be de mu-
lo mais recente data e o mrito da sua intro-
ducto he principalmente devido a Mr. Hur-
doch cujas observacoes a respeito foro publi-
cadas as experiencias pbilosophicas de 1808'.
Elle experimentou-o primeramente em Cor-
nwall, no annodeJ702; e depois em 1798
estabeleco um apparelho sobre urna escala
mais extensa na lundicao do Boullon o Watt
em Birmingbam ; e foi all que se do a pri-
meira mostra publica das luzes de gaz em 1802
por occasio dos festejos da paz. Comtudo fo-
ro estas apenas imperfeitos ensaios compara-
dos com o que se fez em 1805 as fabricas de
algodao dosSenhores Pbilippee Lee em Man-
chesler ; esobre cujos resoltados se pdem di-
zer fundados todos os processos subsecuentes
a respeito da Hluminac,o por gaz. Toda a
fabrica de algodo e muitos edificios adjacentes
ero alnmiados com gaz de carvo com cx-
cluso de candiciros velas e outros manan-
ciaes de luz artificial. Empregro-so perto
de mil combuslores de dillerentes formas; c
a lu' produzida era avaliada como igual. /) do
2500 velas bem poupadas de seis em libra.
[Traduzido do Inglez.)
conquislo o mundo com a doutrina dclle. O
espirito da verdade que presidio redaco da
Biblia, passou enlo para o Escriptores da no-
va allianca ; a maneira dos seus predecessores,
elles nao clao as suas murmuracoes nem se
suas din idas nem as suas vistas ambiciosas a
nem o laxo abandono em quedeixroa seu
Mestre; elles duvido da sua resurreigo at elle o se nflamou. econtinuou a arder na pon-
va em lio o qual eu soprava e accendia-se de
novo por muitas vezes alternadamente. Enlo
tive a lembranca de experimentar se poderia
guardar alguma porco d'aquelle espirito pa-
ra oque tomei um recipiente turbinado e che-
gando urna vela ao tubo do recipiente, em-
juanto se levantava o espirito observei que
que toquem com a sua mao na sua chaga ; s
se rendem a evidencia. Porm depois disto ,
que conviccio He urna l capa.: de arrazar
montanhas. Estes homens. que fugiro de al-
guns criados armados publicar altamente em
Israel que esse Propheta Galileo a quem os
Principes dos Sacerdotescrucificro entre dous
ladrdes he mais que Propheta he Dos :
elles aabiio, quanto estas ousadas palavree eao-1 ncomprchensivel d'cllas porque o espirito
saris i perseguidles. e analhemas; sahem, que continuou n elevar-sa por muitas horas. e an-
os Principes da Synagoga Ihes vo volar um ebeo as bexigas quasi tudepressa como uinho
odio mortal eabsu;, sueopoTO co ter^ s* cjcbs as podemiet encuiu cod o sepre w& uuu-
la do tubo ainda que eu nao pudesse discer-
nir o que alimentava a chamma. Depois so-
prci-o accendeo de novo muitas vezes; e alei
urna bexiga espremida e vazia d'ar ao tubo do
recipiente. O oleo c a phlegma descro para
o recipiente; mas o espirito, continuando & su-
bir, encheo a bexiga. Ento enchi muitas be-
xigas d'elle e teria enchido mais um numero
I MA CHIMEKA.
Ser chimera a noticia communicada em fins
de Fevereiro passado pelo Standard d Lon-
dres, ao mundo archeologico e identifico
cerca do recentissimo descobrimento. de urna
Chimera, feito por najantes inglezes? Eis-aqui,
para que os leitores possao julgar di cousa por
si inesmos, as proprias palanas da lolha a que
nos referimos:
O Dr Felowes, e outros sabios, enviados
pela administraco do Museo Hritannico ne ex-
pedico do Xar.to, dero finalmente noticia de
si em 20 de Janeiro passado Entre outros a-
chados inteiessantes, por elles Jeitos durante a
sua viagem, falla-se do descobrimento do lu-
mulo de urna Chimera. nao obstante a opini
unnime de lodosos anliquarios de quese-
melbantes monumentos s podem ser encon-
trados na Asia Menor. O monumento de que
se trata he todo de marmoro e ornado dedifle-
rentes relevos, execulados com o ultimo primor.
Um dos grupos representa o combate de l'erseo
com um daquelles animaes ronhecidus na anti
guidade pelo nome de ( himerus.
Aqui confessaremos puridadeque n3o fa-
zemos ideia muito exacta do carcter e nature-
za da Chimera de que o peridico de Londres
talla com tanto interesse, e que o Dr. Felowes
e seus companheiios procurao actualmente
desenterrar : pnrecia-nos porm que os via-
jantes j.'i tinhao incado o mundo de tantas e to
enormes cbimeras que nao havia necessida-
de bem evidente de mandarle de pro-
posito urna expedico a pni.es desconbeci-
dos, smente para desenUrrar outras. Em
todo o caso, o que daqui devoremos inferir he
que alguns dos mais famosos dcscoi.rimentos,
leitos pelos viajantes se reduzem em ultima
analyse o oulras tantas chimeras ; e para nao
eslarmos a mortificar o leitorcom cousas intei-
ramente chimeneas, aqui terminamos de cbo-
re esle artigo sem mais ceremonia nem mais
chimeras. J. do Couim.)
e*tfs
JBJJ""
Variedades.
?SH
O ZOIX VBRKIN.
Como a allenr.'o de todo o mundo commer-
cialseoccupa hoja com o extraordinario de-
senvolviniento da liga das allandegai da Alle-
manba, copiamos o seguinte trecho do relato-
rio do ministro d'l.stado dos Estados-Unidos:
apiesentado ao congresso.
A Zoll Vern ou uniao das Alfandegai
germnicas, conp5e-sdosseguinles Estados:
P ipuli
Prusaia 14:271 10
gaviera 115,469


Wurtemherg t:649 8<9
Saxonia 1:652,11 \
Haden 1:277.103
Hesse. cleitorado 70^,700
fl<'sse, grao-ducado 807:671
Nassau 386.221
Unan Thuringuia 908,178
Fftnkfort, nu Meno 60.000
Brunswieb 250,000
Luxemhurgo. grao-ducado 400,000
Principado de Lippe Detmold 116,000
Total 26:799,428
\ accesso para a unido do reino do llano-
or com dol* milhms .do habitantes lio mais
que presumvcl. K-te succ ASO decidir sem du-
vida os pequeos listados do Norte a entraiem
na uniiio.e ncssc caso toda a Allemanha.com a
nica exceptu dos dominios austracos, per
lencera a uniao o contera a populacaosc-
guinte :
Populacho actual 2G 799,125
H.nover 2:000,000
Olden.burgo 270,000
Ducados de H Istein, I.uxembur-
go, Dinamarca 481,000
Nlecklemburgo Schwerim 490.000
Mccklemhurgo Sterlilz 91,000
Lubeck, Hamburgo e Bromen 260,000
Dito cti barra
Patacas hespanholas
Ditas brasileiras
Ditas mexicanas
Prata ein barra
27
900
'*890
890
28 a 28'
27 >..
S905
i 900
j900
Total 30.391:425
Os interessesdo comniercio se mostrrao pro-
vavelmente lio poderosos neste caso, como em
todos os outros. Nao foi seguramente urna
causa pequea a que produzio urna obra to
elifTicil como a unio de toda a Mlemanha para
ini objecto grande egeral. Na complemento
desto plano, a Allemanha, nao obstante o nu-
mero o diversidades dos seus listados, adquire
unidad.- poltica, estabelece urna identidadede
sntimento nacional, e toma entre as nac,6cs o
lugar a que Ihe dao direito os seus recursos, sua
extonsao, e seu carcter.
Em todos os Estados do Zoll Verein va i em
progrossivo augmento a procura dos mais im-
portantes artigos de. prodcelo dos Estados-
Unidos. Porexemplo, em 1834 importava a
Unio germnica 118,322 centners ( cenincr
108 libras) do nosso tabaco e em 1842 j a
importacao do mesmo artigo subia a 218.749
centners. A procura doalgodao e arroz (em
augmontado na mesma proporcao.
Em pagamento destes artigos recebemos ,
comparativamente, urna mui diminuta porcao
<)e manaf .cturas de Allenianha, e os artigos que
recebemos sao, pela mor parte aquelles que
nao se fahricao nos Estados-Unidos como es
nelhos, seda, brinquedos. &c.
Avista destase oulras vantagens. o Minia
tro dos Estados-Unidos em Berlin foi autorisa-
do para usar de todos os meios ao seu alcanre.
alim de collocar nossas relacoes com a unio
das alfandegas germnicas no melbor p de a-
mirado, e o resultado foi o ajuste das bases de
um tratado commercial entro S. M. o Re da
Prussia. em nome de lodosos Estados assona-
dos, eonosso Ministro e.n Berlim. o qual .
se lor sancionado pelo COOgresso ass-gurara
a tao desojada diminuirn dos direitos sobre
o nosso tabaco a conlinnacao da admis-
sao do nosso algodao livre de dir-itos. e a cer
leza de que o irror nunca sera sujeito a um di-
reito mais alto do quo agora paga.
Em troca dotas grandes vantagens propoe o
Zoll Vetetn que os Esta.los-Unidos redu/ao os
pesados direilos da dual tai ia sobre 8-das,
spelhos. vinhos. linbo a outros artigos que
nao sao produzdos nos Estados-Lnidos.
[Diario do (> averno.)
AVISO AOS NAVEGANTES.
Annuncia-se que desde odia 27 de Abril
prximo passado se acha eslaholecido no p-rto
de Vigo um farol de rotado denominado =
da Guia-r: esta situado a milba e rueia ao N
E de Vigo no castello da Guia no monte
do mesmo nome: por latitude N 32, 15'. 16",
a longitude occidental de Cdiz 2", 2-Y, 24", a
altura do foco luminoso sobre o nivel do mar
be de 112 [ts (31 metros) o a de base de 98
ps. A luz be fixa variada, por clarSes, cu-
jos alcances ser5o em lempo ordinario dsete
milbas martimas para a luz fixa e 12 milbas
para os claroes. Dentro das sete milbas, o
(arol apresentar os seguintes aspectos :
Urna \w lixa dbil 2'..eclipse\26", claroes 8",
eclipse 26", tornando a apparecer a luz fixa d-
bil. Fra das sete milbas ver-se ha somonte o
clarao por 5" de duracao seguindo-se eclipse
completo at tres minutos em que se effectua
a rotaco passadosos quaes se reprodu/. o cla-
rao. O farol oslar acceso durante a noute em
todo o anno.
Teudo havido algumas alterarles nos mollies
e faroes do porto de aples, para interesse dos
navegantes se fazem os seguintes annuncios :
1. Sobre a plataforma no forte de Brindisi
ao mar na altura de 123 palmos, corresponden-
tes a metros 32, 51 sobre o nivel do mar foi O-
rlos os dovedores. Mesa de Rendas Internas!
l'ro\inciaes 12 de Julho de 1844
L u iz Fra nascodt Melio Ca va lean ti. (H)
Em virtude da ordem do Exm. Sr. Pres-
danle da provincia de 15 do corrente mez I
i|fje manda cumpnr o aviso da Secretaria de.
Estado da Guerra de 17cieJunbop. p, o Sr.
Director do Arenal de Guerra convida a todas
as pessoas, que forem habis ofliciaes de coro-
nbeiro, o espingardeiros, sendo queiro ser
engajados por e-paco de 1 a 4-aunos, para a
corte do Rio de Janeiro,proporcionando-se llie
um bom jornal, transportee residencia na mes-
ma corte, no caso de nao terem familia : com-
prenlo no mesmo Arsenal das 10 a 2 hora*,
para contratar, por meio Je um termo, o men-
cionado engijimento. Arsenal de Guerra 16
de Julho de 1844.
Francisco Sera fleo de Assiz Carvalho,
Escripturario.
3= A Administradlo dos Bstabelecimentos de
Caridade, manda fa/er publico, que nao temi
sido possivel, effectuar-se a terceira praca da
renda da casa n. 29 nos dias annunciados.
tem de novo designado o (lia 19 do corrente
pelas 4 horas da tarde no lugar do costume.
Recife em a sala das sessoes da Administra-
cao los Estabclecimentos do Caridade 13 de
Julho de 1844. O Escripturario .
F. A. Cavalcanti Cosseiro (10)
O Delegado supplente da comarca da ci
dade da Victoria ( S. Anto ) avisa a todas as
autoridades polcises desta e de oulras pro-
vincias quejse Pereira dos Santos, morador
na dita comarca, no dia 12 do corrente mez de
Julho, assassinou B Jos Joaquim Moreira, eva-
l=Um rapaz brasileiro solteiro, e izcnlo
de Guarda Nacional, de grande aptidio, dse-
ja ser oaixeiro de algum estabeleermento, on-
de se oceupe em escrever, ou em cobrar divi-
das dentro da cidade, para o qu da fiador de
sua conducta, e bem assim se, sujeita a oulra
qualqucr oceupagao, |ue se Ihe proposer, con-
urmesuas con lines : quem o pretender an-
nuncie por esta folha, ou dirija-se a ra Au-
gusta n.16 (.9)
Roga-seaoSr. Thesourciro da latera das
Memorias Histricas luja de nao pagar um bi-
Ihete n. 2905 com asignatura de Marcellino de
Carvalho Rapo/o, o qual foi prfido om urna
carteira com outros papis -
= Quemtjver urna pruta que queira alugar
para andar com um laboleiro de lazendas, an-
dando outra pessoa com ella vendendo, dirija-
so a ra do Livramento n. 10, para tratar do
ajuste.
Quem annnncioa no Diario de 16 do cor-
rente querer comprar urna venda em muito
bom lugar, querendo urna muito bem afreguo-
/ii tanto para o matto como para a praca e
am muito bom lugar, dirija-se a ra da Praia
venda
der.
n. li
que la se dir quem quer ven-
tabelecdo por ora um larol de porto, illumina- dio-se da dita comarca levando comsigo um
do a raios pelo methodo anligo. A latitude bo- pnssaporlo concedido pelo dito Delegado sup-
real he de 40 39 17" a longitude do meri-
diano de Part he de 15 37' 57", edo meridia-
no do real observatorio de aples 3o i2' 50":
pente em data de 11 do dito mez pelo que
pode, e deve ser preso donde quer que for en-
contrado com dito passaporte ; pois quando o
este novo farol foi acceso no dia 20 de Janeiro requereo foi sem duvida com o intento de pra-
ultimo. i tirar dito assassinio o com elle poder evadir
2. A ponta do novo molho militar a qual se, como o fez. Victoria 14 de Julho de 1,844.
se eleva ao sudest do Arsenal da Real Marinha
nu distancia de urna e meia amarra, pouco mais
ou menos, do grande farol do anligo porto, che
gOU a avistar este ao norte 14 N. E. e pro-
longando-so successivamente nos prximos an-
Joao Nepomuceno Paes de Lita.
Avisos martimos.
Para o Rio de Janeiro sai muito breve o
.,,,., i nos, ira descobrindo o cana vez mais para o ,. n ... ._. ..
v .-. brigue nacional Indiano, Capitn Braz Laeta-
norte, eern segundo para N. O : por conse-1 .. '. .
,'. j u i no de Mallos, inda recebe alguma carga iniu
guinte bom sera que os navios do norte ganhem i j .
" ... r i i i r ,, i da, e tem muitose acetados commodos para pas-
o porto de iNapoles pelo lado diretto tsto be i Ln
r r saceiros, tambem recebe escravos a I re te; ti a -
para leste, com o que sa podera evitar qualquer i B ., ... ., ,,___.
n ni Ita-secom o Canitao ou com Alanoel Ignacio
inconveniente. _,. tt>
.,.,. i li r. .de O uveira na ra de Apollo n. 18.
3. O banco de pedras do novo mote militar uo ^ r .
de aples, tendo sido sensivelmente prolon
jado est ja adiantado a ponto de avistar a
torre do molhe velho a N. 4" N E, achando-se
por conseguinte no caminbo que os navios po-
deriao tomar directamente da bocea grande de
Capri a mesma (orre. [Diario do (joverno.)
ce:
Atfaiidega.
Rendimento do dia 16........... 326,)217
Pescarreyo hoje 17.
Rrgae laura diversos gneros.
Rrigue ingle/.froadax- caryio.
Patacho -Novo Cangrejo diversos gneros.
ElTecluado.
Amsterdam. 45
Hamburgo S0l
Londres--- '.... ,.
Parii
CAMBIOS EM MSBOA.
Em 28 de Maio.
Dinb
45
51
55'-
504
Letras.
50 V
55
55 V*
Mov me lo do Porto.
Navios entrados no dia 16.
Bahia ; 7 dias, hiate de guerra nacional Capa-
dor, commandante o 1.* lente Jos Ma-
nuel da Costa: condu/ o preso^entenciado pa-
ra I'ernando i disposie,ao doChefe de Polica,
Jos Viena da Silva,
Angola; 26 dias, brigue brasileiro Albanez ,
de 187 / toneladas capito Antonio Fran-
cisco Collares equipagem 19 carga varios
gneros : passageiros Cjuerino Joaquim de
Barros. JosForga/de Lacerda Jos Gre-
gorio Pereira Joo Maria e Manoel Mar-
ques Perei e Rrasileiros.
Rio de Janeiro; 8 dias, barca ngleza Jersey
l.ust, de 145 toneladas, capitao John Dea-
nyn equipagem 13 carga diversos g-
neros.
Nav o sahido no mesmo dia.
Sul ; vapor nacional Imperador, commandan-
te Jos Maria Falcao : passageiros, Exm.
Vconde de Olinda, 1 criado, e 2 escravos,
Narcizo Jos da Costa, Fr. Joao Calmon, Dr.
Bernardo Machado da Costa Doria, Dr. Ma-
noel Maria do Ainaral Valerio de Souza
Pitto Manoel Francisco dos Santos, Bra-
sileros ; Guilherme Berg France ; E.
Scheann Allemao; Guilherme Elsta In-
glez, e 1 escrava de nomo Antonia.
ijpdaracoes.
Valor do$metaesepaj*i$.d crdito
Obiectos. Compra. Venda
Pe9s le 7*500 m
Uncas hespanholai 1**^ u^
Uuro cciceado. w
3 o Eserivlo e Administrador da Mesa
de Rendas Internas l'rovinciaes desta cidade faz
publico para que ebegue aoeonhecimento de
todos os propnetatios de estabelecimentes de
commereio, ou industria que pagoimpoai-
. provincia.--., taes como serranas, olarias,
lal.ricas de tabaco, de charuto, de chapeos ,
, de modas cambio, e de leilio que, ten-
,!,,.. lio.o opraso manado para o pagam
dosreeridos irnpostos doannofinancciroproxi-
uioluido, \ai procedereiecutivamentecontralo-
1 Segu para o Ass impretemelmente
no dia 18 do corrente mez o bem conhecido
Patacho Nacional Aurora Feliz pregado e
forrado de cobre, o qual inda recebecarga: quem
nelle quizer carregarou ir de passagem, diri-
ja-se a casa do Senhor Manoel Joaquim Pedro
da Costa.
Leudes.
3Ocorretor Oliveira far leilao de gran-
de sortirnento de fa/endas inglezas, e franceza
de seda la lindo e algodao, as quaes serao
vendidas parto a praso, e parte a dinheiro, e es-
tas a todo o pre(,o ; quarta-feira 17 do cor-
rante as 10 horas da manha no primeiro
andar da sua casa na ra da Cadeia. (-71
Avisos diversos.
LOTERA das memorias
5 HISTRICAS.
Premio grande 8:000.000
Dito mroediato 4:000^000
As rodas desla lotera an-
do imprelerivelmenle no
dia lj do corrente ainda
itie f(juem billieles por ven-
fo
i annuncia-
der, como ja
do. (H)
Perdeo-se um bilhele da lotera das Me-
morias Histricas n 731 assignado no verso
por Francelna Joaquina Stiro, e Joao da Cruz
l'ernandes Souza ; previne-se ao Sr. Thesou-
reiro da mesma lotera nao pague a pessoa al-
guma quando baja de sahir algum premio.
1 Aluga-e urna casa de sobrado de dous
andares, com um grande armazem na ra do
Torres por preco commodo ; trata se na ra
da Aurora n. i8. (4)
1 Perdeo-se urna ordem da qunntia de
cen mil ris passada pelo Sr. Antonio Eerrcira
ra Costa Br< ga contra o Sr. anoel Coni.al
'ereira Luna, e a lavor de desquita & Du-
tra e por isso se previne aodito Sr. Limada
\o pagar dita ordem-, <
Na Gamboa do ('armo n.,27, tirao se pas-
saporte* e folbas corridas com toda a brevidade
possivel ; quem pretender, dirija-se a mesma
ra das (i h iras as S da manbaa, e de tarde de
1 as 3.
= No beco largo d i Recife lado esquerdo
na ultima casa ao p da praia armazem n. 33,
continuase a vender a/eite de carrapato sem
mistura, pela medida velha.e pelo barato preco
de 1G00: s se acha aberto o dito deposito das
9 horas do dia as3 da tarde.
ssOflerecom-se trez rapaiea Portuguezes,uni-
dos, cada um com sua canoa para tirurem a-
reia por preco commodo, por braca ou por em-
pleilada, assim como tambem la/em viveiros
novos e rebaiiio os velhos; o oulro dito oflere-
ce-se para Icitor de qualquer oceupaco e da
liador a sua conducta : ospretendentes dirijao-
se a ra do Thapiche, venda n. 30, detrado
caes da Lingoeta.
= Quem annuncou querer comprar urna
venda querendo na Boa-vista, na Rua-velha.
bem afregue/ada e com tommodos para fa-
milia ; dirija sea mesma ran. 07
= 0 abaixo assignado, encarregado da cobran-
ca dos foros, c laudemiodo hospital de Angola,
por procuracao bastante do Procurador Gara I
o Sr. Joo Maria Seve, avisa a quem arrematar
a casa de sobrado de 2 andares e sotao, na ra
Direila desta cidade n. 100. pertenennte a Jo-
s Ilogero Marcellno, como foi annunciado
no Diario de 11 do corrente mez, que dita ca-
sa he foreira ao hospital de Angola, e quem
arrematar tem de pagaros foros, e laudemio ,
da quantia de 3:000. rs., por quanto foi ava-
hada ou segundo o preco da arrematarlo que
se fzer, devendo o arrematante entender-se
com o abaixo assignado ou com o Sr. Joao
Maria Seve para receber a licenea do laudemio
e foros, sendo nulla a arrematae,ao na faltado
pagamento do laudemio e furos, e para quo
niuguem se chame a engao faco o presento an-
nuncio.
Francisco Antonio fabtllo de Carvalho.
1 Precisase do um bom caixtiro para venda
que tenba pralica e enlenda bem do mesmo ne-
gocio, pois a vista de seus inerecimentos se Iba
recompensa com o ordenado: no pateo do Col-
legio venda da esquina n. 2,'i (5)
1 =Jos Joaquim dos Reis vende ou aluga
a sua casa prxima a igreja de S. Amaro, com
excedente quintal : trata-so na loja doSr.
Domingos Guimaraes na ra do Crespo, ou
com o Sr. Autonio Jos Gomes do Correio. (5)
1= Precisa-So do urna lavadeira desaboe
varrella ; na casa n. (i() da ra da Cruz, segun-
do andar. (3)
lsQuem annuneiou no Diaria de l do cor-
rente querer alugar duas conoas de conduzir
agoa, sendo que quera urna que carrega 0 mil
ris a 20 rs. a caneca ; dirija-se ao sitio que
tica por detraz do sobrado do finado Monteiro
n 9 (6)
Tendo-se justo a compra de urna casa ter-
rea na ra dos Copiares n. 16, pertencenteao
caza I do Sr. Joo Izidro A Ivs da l'onseca, a-
visn-se por este annunco para que quem a el-
la tenba direito baja de Ihe por tos embargos at
8 dius depois da publicarlo deste.
Aluga-se um preto caneoeiro ; quem o
pretender dirija-se ra estteita do lio/ario
sobrado por cima da loja de um sapateiro, se-
gundo andar.
- (Jueiu annunciou no Diario n. 158
querer saber onde rezide a pessoa que se cor-
responde com o Sr. Jos francisco Diniz Ma-
chado ; annuncie sua morada.
I Precisase de 500 j rs. a premio, com
bypolheca nm um predio livre ; quem os qub.fr
dar, annuncie. (3)
9Quem Liver duw can ts d'goa que qui-
icr alugar annunci-'. -^




(iros -didior mestrode orches-
traem varios theatros do Pariz,
3k a de New-rleans director da
, \>$ msica da capella do Versailles,
/ avisa que a arcedendo aos dese-
V*\Sjosdo respeitaveis pessoas desta
"tV^ Cidade, nacionacs eestrangeiras
tem resolvido flxar-se em Per-
nambuco, onde se propoe a dar lices de rabeca,
rabecSo violoneello; o flauta par um me-
thodo. que tanto tem de prompto como de fac!;
tambem se eflorece para aliar pianoscom toda
a perfeicao ; asna inorada ka ra ra .Nova n.
23, sobrado da travessa da Cimboa-do-Carmo.
^ Quem annunciou querer comprar urna
venda em bom lugar dinja-se a ra do Livra-
aiento n. (', primeiro andar.
1 I)eclara-se, que o Senhor Jos Rogcro
Marcelino esta pago de um annoda loja de seu
sobrado na na Direita n.* M)0 ojqual se ha de
vencer em '26 de Julho do anno de 18'i5 e pa-
ra seguranca de quem a diantou os ditos alu-
gueis hypothccou o mesmo Snr. os referidos
alugucis. 7
i Jos Francisco da Silva Penna embarca
para o Rio de Janeiro os escravos de nomo Re-
nedicto do naco Costa o Luu de naco
Inhambane a entregar a seu Sr. Vicente Tilo-
mas dos Santos. (5
1 O abaixo assignado declara ao publico,
e em particular ao commercio desta praca, :ju
o sen estabclecimento de armasem de quenqui-
llierias quegirava sob sua firma e da qual
erio agentes os seui ex-caixeiros, o interessa-
para privar do augmentar a corrupcao tam-
bem tira, lima e faz lois as operacSosdenticas
com a maior delicadeza possivel elle espera
que os elogios e o muito patrocinio que tem
recebido pelos beneficio* que tem produzido na
sua pratica durante quasi quatro annos de re-
sidencia nesta cidade sero garantas sufici-
entes para as pessoas que precisarem de seu
presumo, nao o deixem de o procurar (17)
2 Quem precisar de urna parda de idadu de
40 annos para servir em tudo nos arranjos de
urna casa, sein sahir a ra notando-se que
sabe muito hem engommar cozer, cosinha ,
e afijanca-se isto; quem precisar dirija-se a ra
da Ponto-verba junto a fabrica n. 62. (6)
3 Na casa de alfaiato de Jos Joaquim
Novaos, na ra doQueimado com fren tu para o
largo do Collegiof se continua a tet obras promp-
tas para vermer, assim como recebeo um sorti-
mento de corles para coletes de superior quali
dade o mais moderno possivel. (6)
3 Manoel Pereira deS, ourives deprata,
faz scionte ao publico, e especialmente aos seus
freguozes, que mudou a sua residencia e olici-
na da ra do Qucimado para a ra Direita n.
9i, onde continuar a servil os com a mesma
actividaJ^o exactidao. (6)
2 No Recife, ra da Ceuz n. 23, escriptorio
de Jos Antonio Gomes Jnior continua a ven-
der-se saccas com alqueire de superior farinha
ao mandioca muito fina e alva, leita na Muri-
dente de aniza'00 rs. a caada, espirito de casiode seu senhor ir passar o S. Joao.no si-
vinho a 200 rs. a fearrafa: na ra da Roda n. 23 to do'viviro'do Muniz no Atterro-dos-Affoga-
Vende-so um violo com muito boas vo- dos ; o os 3 ltimos em 29 de Junho do corren -
zes, e em meio uso por preco commodo ; na te anno do mesmo sitio, com os seguintes sig-
rua do Rangel n. 17. naes ; o primeiro de mime Joao, do naci Um-
lVendeiij-se relogios de parede, ecalcado, baro ou Cabund, bonita figura representa
tudo inglez e chegado pelo ultimo navio ; na ter 30 a 3o annos, alto reforjado do corpa .
ra da Cruz n. i. (3 com cantos nos cabellos da cabera do um lado e
Vende-se urna porcao de Ierras na Capun- nutro pouca barba cor nao muito preta, ca-
ga onde oi o porto antigo e tambem se re- ra larga ps grossos, bocea grande, principal-
talha a quom quizer; na ra Irrperial n. 67. ljente quando se falla com elle muito risoaho ,
1 Vende-se urna preta de bonita figura, de era cosinheiro canoeiro e calador; o segun-
20 annos faz renda e he propiia para todo do de nomo Miguel, de nacao Mocabique mo-
lecole de bonita figura representa 25 a 28 an-
o servico de casa; na ra da Cadeia do Rocife.
loja deJoo da Cunha Magalhaes. (4
|Vende-se urna corrente grossa de ouro ,
por precocommodo ; na ra Nova n. 55. ;2
1 Vende-se rbutorica do Marinho, arithme-
tica de Besout, dita de Lacroix, Genuense ,
diccionario da labula Cornelio fbulas de
nos estatura regular, cara redonda o buche-
chuda bocea pequea olhos grandes o na
flor do rosto ps seceos tem um signal visi-
vel que he os peitos en p como mnlher, e o
maior signal que ambos teem he terem mar-
cas de chicote as costas e nadeus que por
dos Victorino Jos Ferreira o Jos Francisco boca por preco maiscommoJo, doqueemou-
A.. i....:, i'..:_____1..... -u____~ ... L__ .. .__ ____I_____ ____... /->
de Araujo Guimares, em attenco ao bem que
desempenharo seu encargo e bom conceito,
que Ihe merecen) pela honradez com o servi-
rao ; ie ha (eito entrega do dito estabeleci-
mento, o formado com os niesmos sociedade
e desde o dia primeiro do corrente o mesmo
cstabelecimento girar sob a nova firma de
Victorino & Guimares ; (cando jresponsavel
o abaixo firmado pelas transacoes anteriores
quella data cuja liquidaco fica a cargo do
mesmo estabelecimento em o qual fico fun-
dos sufcientes, nao s para a referida liqui-
dado como os precisos para a nova socieda-
de. Henrique Jorge, 20
Desoja se fallar com o Snr. Capitn Jos
Florindo de Figueiredo a negocio de seu inte-
resse ; por isso queira annunciar a sua mora-
da para ser procurada.
1 Firmino Jos Felis da Rosa arrema-
tante do imposto de 40 rs. por caada de be-
bidas espirituosas, que se consumirem na pro-
vincia declara a todas as pessoas que houve-
rem de reexportar taes lquidos, que devem an-
tes de effectuar o embarqne apresentar ao
agente do contrato o Sr. Arcenio Fortunato da
Silva os respectivos despachos para pelo mes-
mo seren averbados ; na certesa de que nao
sern recebidos por encontr no pagamento do
consumo aquellas cerlidoes quo nao vierem
acompanhadas de urna copia exacta do despa-
cho do que sao provenientes ou com que se
nao tiver praticado a apresentaco a cima exi-
gida. (15
- 0 advogado, que veio do Rio-formoso e
offerece seu prestalo dirija-se a ra Nova ,
armasen! de louca fina n 42.
l)-se dinheiro a premio sobre penhores
de ouro ou prata ; na ra do Livramento n.
23. segundo andar das 'i as 10 horas da ma-
nlia e das duas as (i da taido
1 Aluga-se para casa franceza urna escra-
va que sabe bem engommar, coslnhar mui-
to bem e lavar; quem a pretender dirija-se a
ra Imperial n. 47. '4
t Quem qui/er alugar um preto para qual-
(juer trrico dirija-se a ra do Sebo n. 33, do
lado esqueao. '3
1 Anda est por alugar o sitio de Hemfica
aonde morou o Cnsul Inglez o qual o (Te rece
todas as commodidades para quem desoja mo-
rar no campo ; a tratar na ra Nova o. 44, se-
gundo andar. (5
2Precisa-se saber a morada da Senbora D.
Anna Francisca de Paula e Almeida para se
Ihe entregar um carta do Rio Grande do Norte ,
da qual so exige reposta ; na prava da Inde-
pendencia linaria ns. t e 8. (Bl
2 Existe vendor-se grande quantidadede
sabo escuro fabricado na latinea da ra Im-
perial n '116. sendo do arroba para mais cada
vendagem cao antigo proco do 110 rs. a li-
jara. (5)
3 Desapparecerao 33 pranches sendo 11
de costado, e o resto de louro, com a marca F
com diamante por cima ; quem delles der no-
ticias dirija-se a ra da Praia serrara n. 66-,
que ser gratificado. (5)
2Aluga-se o terceiro andar do sobrado do
Atierro-da-Itoa-visla n. 34 ; a (aliar com M. C.
S. Carneiro Monteiro. ;3,
2 Precisa-se aforar 50 a 100 bracas de ter-
reno tendo bastante fundo na ra do Mon-
dego n. 3 ; quem tiver annuncie. :t
_>D-se dinheiro a premio com penhores de
ouro mesmo em pequeas quantias ; na ra
Nova n. 55. '3
8 = M. S Mawson Cirorgo dentista
acba se residindo no segundo andar do sobrado
ii. 2, cito na ra Nova lado da matriz aonde
traqualquer parte.
(6)
Compra
Compro-se ps do larangeiras capazos de
Sflrem mudadas preforindo-so j enchortadas
do embigo; quem tiver annuncie.
1 Compra-se azeite de carrapato a 1410 rs.
a caada ; quem tiver annuncie. 2
2 Compro-se garrafas vasias; quem ti-
ver annuncie. d)
2 Compra-so um relogio; saboneto dopra -
ta : na ra Direita n. 16.
2 Compra-so o guarda-livros msiderno, an-
da quo esteja em meio uso ; quom livor annun-
cie. i3j
2 Compra-se urna venda em bom lugar ;
quem tiver annuncie. (2)
Pbedro os 3 tomos de Virgilio Horacio, ar- ordem superisr apanbarao na grado da cadvia,
te potica em latina e portuguez, cartas de Ci- por um roubo ojio fuero do fasendas; o ter-
cero Ovidio, Cicero de olliciis Julio Cezar. os cero de nomo Matheos denagao Cabund, ou
peridicos Guarda Nacional, Indgena Paisa- Urubaro represonta ter 30 a 35 annos, do
no, e Catholico todosencadernados; na ra bonita figura alto, leforcado do corpo, est
das Cruzes loja do ensaderuador n. 35. (8 bem gordo cor prela olhos vesgos, cara lar-
I Vendem-se o afamados estojos de na- ga mos grossas de calos do vara de canoa ,
valhasdecabo domarfim de elegante gosto e este vendiaagoa em canoa; o quarto de no-
de superior qualidade pornose (azer preci- nic Lourenco do naco Mozambique mole-
so ir ao rebollo por terem excellente corte cote de bonita (iguia representa ter 25 a 2S
chegadas prximamente; na praca da Indepen- 28 annos cor preta, cara redonda, com urnas
dencia n 5. (6 marquinhas pela cara do sua torra estatura
regular, ps grossos ; o quinto-le nomo Ma-
noel molecotedo bonita figura de ncfi<< Ca-
mund representa ter 23 a 28 annos, cor fu-
la olhos grandes e muito espantados quan-
do se (alia com elle ha de ser assui^ado por
peiieito pedreDode toda' j Ihe estar nascendo pelas lacies este he ca-
14 annos, proprio para pa- noeiro todos estes 5 escravos ti o bem fallan-
tes e principalmente os dous primeiros por
parecerem crioulos ; o abaixo assignado da'
de gratilicaco 250/ rs a toda qualquer pessoa,
quo descubrir, levar, ou der noticia certa e
promelto guardor segrado e alm da gratifica-
Vendas
!) Vendem-se meios bilhetes da lotera das
memorias histricas a 5120 rs. ; na praca da
Independencia livraria ns. 6 e 8. (3
2 Vende-se um sortimento de toalhas de 1 i -
nho adamascadas de qualidade superior, a
maior de largura de 2 varas e de comprimen-
to (I duas varas e inea at 5 varas com guar-
danapos ou sem ellos, panno de linbo em
pegas de 18 varas ; velas de espermacete de 5
o 6 em libra em caixas de 25 libras ; farelo
novo em saccas grandes chegado de Hambur-
go ; em casa do H. Mehrtens na ra da Cruz
n. 40. (10,
2 Vendem-se toucadores de Jacaranda a 9 e
1" rs. ditos de costura com msica para se-
nbora a .'3? rs. estojos com navalhas a 6^rs.,
llores tinas a 25C0 rs. o ramo, sabonetesa 160,
2'i0 e 280 rs., boiOes de banha a 160 o I2S0 rs.,
agoa do Colonia a ItiO, 200, 400, 500 1400 rs. ,
agoa de Lavande em meias garrafas a 560 rs. ,
fitas de todas as qualidados lencos de seda .
luvas de pellica thesouras praleadas o doura-
das e do outras, agulhas france/as de fundo
dourado pennas de ac canotilho crespo o
liso, penles de tirar piolho e para desembara-
zar cabello linha de carretel de 200 jardas e
nutras omitas miudezas ; na ra do Queimado
loja n. 24. (15
2 Vendem-so os verdadeiros charutos de
Napoleo feitos na Rabia em caixas e a re-
tadlo; na ra da Cruz n. 26, venda de S Arau-
jo S limo. (4)
2Vende-se um moleque crfoulo de 14 an-
nos sem vicios um relogio de parede de
boa fabrica urna cama de armaco em bom
uso um trem do parede tudo por preco
commodo ; na ra do Livramento n. 4.
2 Vende-se urna cadeira nova toda envi-
dracada forrada de damasco de la com fran-
ja de retroz ; na ra de Agoas-verdes n. 42.
2 Vendem-so barricas com (arelo muito no-
vo chegado ltimamente de Lisboa por pre-
co commodo ; na ra da Ciuz n. 52. (4)
2Vende-se um terreno com 108 palmos de
frente e com mais de mil de fundo, com algumas
fruteiras no lugar da Magdalena ao p do
sitio do fallecido Joaquim Antonio de Vascon-
celos ; a tratar no mesmo lugar. (5;
Vendem-se chapeos do Chile, finos para
meninos ; na loja da esquina do arco de S. An-
tonio quo volta para a cadeia
i Vendem-so dous escravos sendo urna
negra de 25 annos cosinha engomma o faz
lavarinto e um negro de 20 annos ptimo
para todo o st-nico ; na ra larga do Rosario
continua a botar tatas mimraca ficando in- D'_; Vendem-so ptimos licores de diversas
corruptrveis e apparecendo inleirameote como 1 quslidads, em porcao a 160 rs. a garrafa, e
dei,tes naluraes tambem tira a pedra a qual u re|alho a 200 rs. genebra embotijada a 200
nao sendo extrahida em poueo ten j, a b,t; c ;;;. (.mua a 800 rs. ago'arden-
ruina os denles; chumba com ouro ou prata,, te do reine a Uoo rs. a cauaaa, superior ago'ar-
-<
Vende-se a venda n. 21, da ra do Col-
logio muito bem afreguezada o tem poucos
fundos, a dinheiro ou a prazo com boas (Irmas;
a tratar na mesma.
Vende-se um bonito muteto de 22 annos,
de bonita figura,
obra ; um dito de
gem ou ollicio ; urna negrinha de 13 annos ,
sabendoj coser muito bom, e faz lavarinto,
urna mulata de elegante figura engomma e
cose perleramente ; na ra do Fogo ao p do
Rozarlo n. 8.
Vende-se urna cama de Jacaranda usada,
mas em bom estado por preco commodo; as
Cnco-pontas n. 27.
i Vendo-se um escravo crioulo do20 an-
nos de bonita figura, ptimo carreiro, caldeiro
ro e sem vicio ao comprador se dir o mo-
tivo da venda ; na ra do Sol n. 25 segundo
andar. (5
Vendem-se saccas com farinha do Rio de
Janeiro, de muito boa qualidade e preco com-
modo ; na ra de Apollo armasem de Manoel
Ignacio de Oliveira n. 18 e no caes da Al-
fa ndega nos armasens de Vieira Guimares, e
Bacallar.
Vende-se um bom escravo de 20 annos,
sem deleito algum vende-so por grande pre-
ciso ; um dito bom cosinheiro ; 2 ditos para
todo o servido ; um moleque de 1? annos, bom
para o servico de urna casa ; um mulatinho do
I '2 anuos ; 3 osera vas mocas de boas figuras ,
engammo cosinho e urna deltas tambem co-
se e lazem o mais servico de urna casa ; duas
ditas que cosinho lavoe vendom na ra, to-
dos estes escravos se do a contento, e por pre-
co commodo-; um pequeo sitio na Varzca ,
com casa de vivencia estribara para 2 cava!-
los, arvorodos de fruto, ou se hypolheca por
200,000rs. ; na ra largado Rozarlo n. 48.
Vendem-se dous sobrados de um andar
na frente o de dous andares atraz livres e des-
embarazados ltimamente edificados na ra
Augusta ; a tratar na mesma ra n. 1, segundo
andar, com Jos Mara Placido do Magalhaes,
ou com o Sr. Dr. Jos Eustaquio Gomes.
Vende-so o primeiro e quarto tomo da cam -
pone-/a exaltada o sexto tomo da historia do
cao paga todas as despezas, que qualquer fi-
lar a tal respeito dirigindo-se'ao seu legitimo
senhor Jos Mara de Jess Muniz, morador na
ra do Crespo, sobrado do 4 andares n. 10 (57)
1Gmodia segunda feira do Espirito Santo
deste anno fugio a c;crava preta do nomo
Catharina de naco Angola, lalina, alta, bas-
tante secca do corpo solo pequeo, cor mui-
to preta bem feita de rosto olhos grandes o
vormelhos com todos os denles na frente, ps
bastantes grandes e mettidos para dentro, mui-
to conversadeirao risonha pertencodita osera-
va a Manoel Francisco da Silva, morador na
ra estreita do Rosario n. 10 terceiro andar
por cima da botica do Paranhos. (ti!
Fugiro, ou desencaminharo-se do po
der do Roberto Joaquim Jos Guedes mora-
dor na ra do Apollo, dous escravos a saber;
em 16 do Maio do corrente anuo um negro oe
nome Soverino do naco Angola, de 24 an-
nos alio, be.n preto, denlos limados na (ren-
to, falla mu bem tem o vicio de embreagar-
so era empregado em o servico do mar eirt
alvarengas', quando fugio estavaem servico do
brigue brasileiro Ledo donde fugio em o bote,
deixando o mesmo bote na praia do Forte-do-
Mallos, j tem (eito diversas fgidas sendo a
ultima em 18'iu em cuja occasio se intitula-
va forro ecom o nome mudado para o de Fran-
cisco ADtonio; em 15 de Julho de 1810 outro
preto de naco R-nguella de nome Paulo ,
de 18 annos, delgado bem (eito vivia em-
pregado igualmente no servico de canoas e
alvarengas, e dizem ter principios dealfaiale.
e sabe lereescrever ; quem os pegar, leve 8fj
dila Jcasa que rtctbea iOO/COO lis ptr
brasil grammatica Irancea e porlugueza por cada um-
G. Hamonicre ; um fiteiro quo serve para cal-
cado, ou miudezas; na Camba-do-Carmo n. 27
Vende-se urna cai.oa nova de amarello ,
mu bem construida que carrega 2300 lijlos
de ulvenuria grossa ou se troca por um escra-
vo ouescrava; e se vende urna canoa de ama-
rello de 40 palmos, propria para abrir; na
ra da Praia venda n. 27.
Vende-se panno fino preto de boa quali-
di! a D| u covado merino decores os melho-
res em qualidade a \i rs., cortes de lanzinha
de modernos padres a 3000, 4500 o 6000 rs.,
luvas de pellica de cores para homem, de mui-
to boa qualidade a 3000 rs. a duzia e 3*20 rs.
o par, ditas brancas para senbora pelo mesmo
precn riscadinhos a 280 rs., chitas de assen-
lo I.raneo a 100 rs. e escuras finas a 140, 160.
200, e 240 rs. t-assas pintadas Irancezas a 480
rs. a vara, ea baixo a 160 rs. o covado Irnos
escuras de puro linho a i'K) rs. a vara, e supe-
rior a 800 rs. veslidinhosj feitos para enan-
cas a 800 rs., algodo americano com listras
Ftuas a 2 Kt rs. lencos de seda para senbora a
1280 rs., ditos do laa o seda a 1000 rs chales
de la ditos de la eseda bicos e rendas do
todas as larguras o outras umitas fazendas ;
na ra do Crespo loja n. 15, do Antonio da
Cunha Soares Guimares.
Escravos fgidos
3 Roga-so as autoridades policiaes que
bajo de diligenciar a captura de cinco escra-
vos que desapparecerao do abaixo assignado,
os quaes suppoe-se terem sido furtados e con-
dolidos paia fra para seren vendidos, como
iiie consta sondo dous escravos Joo e Mi-
guel em 26 do Junho do anno p. u. em ou-
No dia 7 do corrente desappareceo da casa
do abaixo assignado urna escrava parda do no-
mo 1 heodora do 40 annos, alta, secca, ca-
bello cortado com manalas e pontos, clara da
cor, tem um p e lornozelo alguma cousa en-
chado de erisipela que Ihod, lovou urna trou-
xa com roupa vestidos de cassa e do chitas do
varias qualidados um panno pelo bandado do
seda anda novo; quem a pegar, leve a ra lar-
ga do Rozarlo n. 48. que ser gratificado.
Manuel Joaquim Pascual Ramos.
i O abaixo assignado roga as autoridades
policiaes hajo de prender o preta de nomo
Adriano perlencente ao Coronel Jos de Men-
don?a de Alarco Avalla morador no seu en-
genbo do Meio em Camaragibe o qual escravo
tem os seguintes signaos; crioulo, do 23 anuos,
altura regular, rosto compndo, cabellos o olhos
pretos nariz chato bocea regular, cor preta,
a roupa com que elle (ugio ignora-so, o qual
tendo vindo para ser embarcado para o Rio do
Janeiro, eslava recolhido na cadeia desta cida-
de; jndo-se no dia l'i do corrente leeebor so pa-
la o embarque, responden o careoreiio quo
doixava de o entregar porque na noute de 13
para 14 linha seevadido. Lourenco Jos das
ffeve$. {id
Anda fgido desde o da 3 do corrente o
crioulo Manuel coidiecido bem por mucambo,
sapaleiro bastante alto, talla alguma cousa
gago anda calcado ; lovou calcas e aqueta
branca e chapeo de pulhinha ; quem o pugar,
levos Cinco-puntas., sobiado n 4'i ou no
quartel do polica ao ofRcial que esliver do
e>tado, que ser gratificado.
,w kk Tvp rw_M F n, F;--t I
I


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