Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05118


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Full Text
t Julho
Auno XX. N. 1OT.
.UUU ilU M.%*m*m,______y**> *^__l V -JL. V _2____.__:_____- =======
^==j==^^Maram^Tiimar..^ t^-..i.-- g V "N V *X / y ;rraaajBragpaasg. .arar;:.aaWJa
O |)uRU>|iublic*-M lodo. 01 diasque n'io forana Molificado.: p prego da i.gn.iar. \ j^ \ /' "'TO Tudo :" depende d no. iim .
i ,lc tro. un rs. por qunrtel pagos adiamadoa. O.enouncio.do aasienantcs sao inacridoa i .^ a'jrWW'l. K \\\* linuemo. bobo prinoipiamo) e ieremi api ,-.-. 10 entre aa
JvBO.ao.aucii4or6m'raodo80f.it.BorKBlu. Al recl.rn.ySe, d-aem er dir- f'/V-Vni' '' ^ liS- ''
Sd.lTyP ru. d.a Cruie. n. ,/| ou t. praga da Independencia l,.j de livr.sn. Se \W/ & \vM 5, '
-------------------------------------------------------------------------------------- \'A : CtUIOi KO* I '.' I"IH. rom,,,.
PARTIDA DOS CORIEIOS TERRESTRES. v / /! /^Cambio, .obreLondre. 95. .V. 17,3 "
i ,,,ss>. l'aralivba.seunde.a aextaa feiras.|lo Grande do Norte. rnce a 8 e 22 c i.ai VtA,> BH< Tari '/IJ r.-is nur Y !7.ii'l) '
(,oion*.- l'arhyba,ae!!undaa aextaa feiras. Hio Grande do Norte.. rl:i-( a 8 e 22 c j-bi _^jfap; (jff
le lO- -2'.Cabo, Serinhaem Rio l'ormaso. Maoey, PorloCaUo, e Alago..: no 4 N>3^J^f||| .-.i'
44 c 'i de reda mei. Garanhuna e Bonito a 4'J e 24 de ca>ia met Boa-vista e I
es t iS* -1* dito.Cidade da Victoria quintas feiraa 01'
DAS da. semana.
< Se f Procopio. Aud. do J. de 1). da 2. r.
y l'area CerlIUi Re. ud. doJ. de IJ.d. 3. t.
40 Quort a Amo ia. Aud do J. de D. da 3 v.
41 Quinta i. Sabino. Aud. do J de I), da 2. y.
Ai Sestea Nabor, Aud do J de 1)_ da '1, y.
I Sil Auacleto. Re. auil. do J. de da i. r.
4 1 Doto s. Boavenlu'*.
jj.j_.i_ n' i>iHBiiiiairBinl'iiTT~rinnr^nM"f'~'^rTiiJrT7iTrtir
Paria S7U rea por fiar
Lisboa 142 por 4(1
i.a..oa..o_ ai... ^TO^. V.
' r, :.
Moed.de cubre .o par Pew* eolum
Mam le letra, de boa. 6rn).i 1 1.1 00 1 '
I. 100 '
I i
I .,-1
^-Vs
PHASES DA SO MF.Z !>E 'i MI.
l.ua abeia a J'.l aos 12 min da Ur'e. |Luano?aa4 '-'le
Minguante a 7 as 8 boraa e 2S tin Ua itanli. f Creacente a 11 ti b e 51 ai d. tarde,
Prram tr d
Primeir. Il i> huraa e 0 min, di Tunda
A
inntoa '' ti i

^SISJUEW
?lr___
18? 'i if' I
Gov^rno da Provincia.
Espediente no ma 2 do cbrente.
OfficioAo Inspector da Thesournria da l'a-
zenda, scicntifcando-o de haver S. M o I ni
perador exonerado o Desembargado' Manoel
Vieira Tosa do lugar du Chefe Je Polica des-
ta provincia, e removido dn Juiz de Diroito da
comarca de Jacoliina da provincia da Baha pa-
ra o referido lugar o Bacliarel Antonio Alfonso
Ferreira.
DitosAo nipsmo c ao Presidente da Hela-
cao, participando, queS. M. o Imperador, por
Decreto do l.u lo Junlio ultimo, removeo o
Juiz de Direito Felis Peixelode Brilo e Mello
da comarca do Mallo- grosso para a vara crimi-
nal da de Pao d'Alho nesla provincia.
DitoAo Kngenheiro em ('hele das Obras
Publicas, ordenando, determine aos respectivos
Kngenheiros, que coin brevidade apresentem ao
Inspector l^iscal as guias o recibos dos objeclos
comprados para as obras targo d'aquella re-
parlicao no exercicio do 1813-1844, a Iim de
se ajustaren) as contas dos adiantamentos de lun-
dos, que elles recebraoda Tbesouraria, e po-
der o referido Fiscal orga.iisar o mappa da dea-
pea feita com taes obras. Communicou- se ao
Inspector-fiscal
DitoAo Inspector da Tbesouraria das Heri-
das Provinciaes, remetiendo as clausulas espe-
ciaos para a arrematarlo da obra de pintura da
cadeia do Umoeiro, oreada em 37o.) rs., para
que a mande por em praca. Participou-90 ao
Kngenheiroem Cliefe e ao Inspector-fiscal das
Obras Publicas.
dem no DI 3.
OflicioAo Juiz de Direito C.aetano Jos da
Silva Santiago, ordenando, que faca entrega da
Secretaria da Polica, o de ludo o mais, que es-
lava a seu cargo na qualidade do Chefe de Po-
lica interino, ao Juiz de Direito Antonio Alfon-
so Ferreira. que acaba de prestar juramento
as maosda Presidencia para entrar em exerci-
cio d'aquelleemprego. para oqual o nomeouS.
M. O Imperador.
DitoAo Bacliarel Luis Duarle Pereira,
communicando-lbe parasua inteligencia eexe-
feucao, que S. M. O Imperador por decreto n
388 de _() de Maio ultimo revogou o de nume-
ro 313 de 2 de Julho d 1843, que reuni o
termo de Iguarass do do Olinda, e ordonou po-
lo de 21 do dito mez de Maio, que Smc conti-
ne no exercicio de Juiz .Municipal e d'orphos
ilo primeiro dos iiicocionados termos em virtu-
n'e da curta, que se llie passou em 30 de Marco
de 1842.Tambem se communicou ao Presi-
dente da Helacao, ao Inspector da Tbesouraria
da Fazenda, aos Juizos de Direito das duas va-
ras criminacs da comarca do Hccife, ao Juiz
Municipal do termo de Olinda. do primeiro
supplente do Juzo Municipal em Iguarass, e
08 llamaras Municipaes respectivas.
PorlariaO Presidente da provincia, con-
lormnndo-se com o que propoz o Chefe de Po-
lica em oflicio de 11 de junho ultimo, ha por
bem dispensar do lugar le Subdelegado da fre-
guezia do Umoeiro 80 cidadao Joao Antonio de
Oliveira Coelho; e bem assim de Delegado d a-
quelle termo ao Tenente-Coionel JoSode Mou-
ra Borbo, Visto nao poder continuar a servir eru
razao de molestias que padece. Pela .Secreta
ria se expedirao as convenientesparticipacoes.
Bciou-so u respeito ao Chefe de Polica.
THESOURARIA DAS IHSNOASPRO-
V1NC1\FS.
liegulamenlo pura ti trrecadafo da laxa e
meta tita do tscravos, de 11 de Abril de
1S2 mandudo obtervar pela lei provincial
m. 130 de de Mato de 1844, titulo 2. ar-
tigo 3u ^ 10.
CAl'ITl LO 1."
Da matricula dos eteravot.
Artigo 1." Proeeder-se-ha a urna matricula
coral de ledos os esclavos residentes as cidades
e villas do imperio, sujetase laxa animal de
1*000 rs.. estabelccida pelo artigo 9." o.. da
lei de 31 de Oulubro de 1835,
K nico. .No municipio do corle a matricu-
la ser.i dividida em duas partes distinctas, com-
prebendendo urna os escravos residentes dentro
dos limites da cidade, sujeitos por sso a taxi, e
outra os escravos residentes as freguezias de
lora da Cdade, nao sujeitos a dita taxa.
Art. 2 A este alislamento ou matricula, se
dar principio na corle o nos mais cidades o
aaaaaw ^S*5r-*f'-4*5eB
rFL(^T8[M.
HISTORIA DASRFVOLUgES DEPIRMA-
SENTZ, CIDADE DE 78 CASAS. (*)
PorAlph.Karr.
III.
He de crerquo o Normando se achava bem na
corte do Principe Ricardo, pois que nao fallava
mais em se ir embora. Rcaido achava a sua so-
ciedade algum tanto agradavel;elle era de pn-
meira forca no jogo do domin, sabia una in-
linidade de ancdotas e inventava muitas ootras
mais OmesmoSr. de Robrccht va sem ciume
cresccr o valimento d'elle. O Sr. Blioseville sa-
bia tambem tcstemunhar seu respeito pela Ca-
pacidade e pelo alto nascimento do Barao A-
braeava tao nobremente o parecer de Hobrecht,
mesmo contra o seu proprio Occupava-so tao
pouco dos negocios do estado .
Un. da, foi o Si. Hboseville ter com o Prin-
cipe e seu Ministro acbou-oa muito oceupados;
quiz retirar-se, mas Ricardo Ihe disse:
Ora ei.trai. Sr. Rbosevillo; ba hora e
moia que pego ioutilmenlo ao Co que enve al-
guein para eslorvarnos Robrechtmesorprendeo
uma bu liericia, o della abusa de un modo nor-
me!; ha duas horas que me est explicando, da
maoeiraamaiselara, que eu sou o Principe
mais pobre que ha" na Europa.
AquiRobrecbl fez ao Principeumacenosup-
plicante para impedil o de la '^"~
Vi
Nao tenbais susto, Bobrecbt; julgais por
ventura que o Sr. ilioseville nao tem notado as
nossas mizerias ?... Ora, Sr. Hboseville, ride
commigo de ininha ridicula posicSo; j gastei
as miabas rendas de dous anuos futuros 0 ju
deo que me empresta dinbeiro aftlrilil que j
nao tem mais; eu nao ten lio o recurso de cnipc-
nhar a minba corda, visto nao ser n minhu co-
roasenouina figura, um syinbolo. um my-
tbo... E.cuta-nio, Robrecht: at nova ordem,
usars da maior economa nos gastos di' minlia
casa; mandars para o arado esses novos criados
i|ue tomaste..: nos vahos viver corno esludan-
tes... Sr. RhusoviHo, tendes sido al agora re
cebido como um estrangeiro; se queris fien
comnosco, e ruis muito migaremos com isso, he
preciso que pastis para a condiefio de amigo,
pois que sconi um amigo podemos repartir a
nossa pobresa.
Vossa Alteza,disse Robrecht, tqmaa cou-
sa como um simples cidadao Pois nao leudes
urna mullidfio de oobres e ricas primas com.
quem cazar ? EpOI mais arruinados que osle
jilo os vossos negocios, nao sero i erfeitamenle
restabelecidos com vosso casamento '.'
De certo, disse o Sr. Hboseville; he so-I
breludo na adversidade que se conhecemos
:-. Principes, d"VossaAlte/a supporla com
pbilosolia os dissabores de sua -;';;
mas quantos recursos vos reslio, mesmo sen. es
.,,,,.,,,,,, tanta ibcdoriae razao entrev oSr.
Barao de Robrcclil .' Antesdo vos julgardesar
runado.ja tentaslesas alti da industria
conimi i
': :. Sr. Hhoscvil
villas vinte das depoisdo haver sido nellas pu>
bcado este regula monto.
Art 3. O alislamento, ou matrcula, sera
frito pelas Hecehedorias 0 M'-sas de Rondas,on-
doashouvcr, ou pelas Colleclorias, em lvros
proprios; seguindo-se a ordem numrica das
i-asas, c dosignantlo-se os nomes das ras e bair-
ios. Odia marcado para o alislamento de cada
ra ou bairro sera annuncado com antecipa^io
de 8 at h' das.
Art. 4. Na (Arte dentro dos lmites da ci-
dade, e as provincias em todas as cidades e vil-
-. ns escravos sujeitos a laxa sero dados ma-
tricula dentro do praso do 30 das contados do
que lor annunciado, nao id pelos respectivis
senhores e proprictoros, mas tambem por a-
nuellesque, sondo moradores as mesmas cida-
des o villas, os tiverem do pessoa de fra dellas
empregados no seu sorvico ordinario por olu-
guel, emproslimo, uso fructo ou algum oulro
titulo.
Art. 'i Todos os srnhores e outros mencio-
nados no artigo antecedente, deverQapresentar
una rchcio assigm da por elles dos escravos que
Ibes perteiiicrem, OU liverem em sua adminis-
trar 5o, e servico, i u declara?So dos nomes, se-
xos, cor, idade sal ida OU presumida, naturali-
dad!' e officio dos meamos escravos
vs' Inio. Iguaes relaces sorao apresentadas
pelos DOSSUdores de escravos residentes lora dos
limites da cidade do Rio de Janeiro, no muni-
cipio da cuite, no praso de 60 das contados
daquclle cm que comecar a matricula. Os on-
cairegados do laneaniento 0 cobranca, conser-
varo estas relaces por espaco de um anuo pa-
ra dissolver quae.-quer duvidas que dentro (lid-
ie se suscitom.
Art. (i. No acto da primera matricula a
ninguem se exigir o titulo porque possue o es-
cravo; lindo porm o lempo della, nonhum es-
clavo alm dos ja matriculados o sera de novo
sem quo o dono aprsente o titulo porque o
pessue.
Art. 7." A matricnla dos escravos sujeitos
laxa ser renovada de tres em tres anuos a con-
tar ilo que corre, no me/ de Julho, em (odas as
cidades e villas do imperio; e de 5 em o anuos
o ser no mesmo mez de Julho as matriculas dos
escravos residentes lias freguezias de lra da ci-
ziria.sobrea nohreza allemia, a ideia de um
Principe allcmao lazendo se negociante.
Tambem, replicou o Sr. Hboseville, nao
pensei um so momento em fazer Vossa Alteza
figurar n'uma posicSo indigna de sua calbego-
ria; correrei eus os riscos "da empresa, com-
quanto Ihe nao veja nenhuns. Em Franca, j a i
nobresa seno desdoura por se entregar ao com-
mercio; as mais antigs familias do Franca leom
officinas; um dos mais bellos nomes vende ana-
na/es.
Aqui lez o Sr. de Robrecht um movimenlo
de caheca e d hombros que quera dizer, em
Allcmao, muitas cousas desagradaveis [>ara a
nobresa de branca.
A empresa que tenbo que propor-vos, con-
linuou o Sr. Hboseville, he uma impresa co-
lossal. No primeiro auno, como em todas as
cousas, os comeos ?o difllceis, no primeiro!
auno nao ('.iremos mais que duplicar nossos ca-
pitaes; porm, com o andar do lempo, rao os
lucros tornando-se incalculaveis. Fu nSo peco
Sua Alteza, accrescenlou tirando da al-
gibcira um papel, seno a auloiisacao de me
estabeiecer em seus estados c de crear urna in-
mensa fabrica de papel.
Sleu charo Hboseville, disse o Principe,
para que servir o osso papel seno para se fa-
zo! em cariuchos para plenla da India ."' I'ir-
11,;, quasi uuo form ce es riptores; aqui
se le muito, e a dez legoas nos arredores nao
ha iinpieiisa.
Entao, disse o Sr. Blioseville tirando ou-
lro papel, lorm-iii i: > uma empreza magnifica
iui,So dos hicho de s la. Peco
i para plantar amo-
llado do Rio do Janeiro no municipio da corte.
Art S" Dar-se-ha dos donos o outros do
quo trata o artigo i.. u;n certificado resumido
de cala matriculados respectivos escravos, do-
clarando os nomes, sexo ror, < oflieio destes o o
numero da mesma matricul i la pagina do livro
onde cstiver lancada.
Art. 9' No ultimo mez do Io, 2, '.)" o \J
auno do triennio ou quinquennio quo devo du-
rar a matricula, us donos c administradores dos
escravos l'.uo dci I iraces assignadas e justifica-
das, aisim dos que adquirircui de mais por nas-
cimenlo ou oulro meio, como dos que deixa-
rem do possuir por olforria, alionacSo ou morlo,
as certidoes de baptismo ou bito, e os escriptos
de liberdodo, compra, venda, doaco, ele, de-
vem ser apresentados como documentos justifi-
cativos de laes declaraccs, quo sero averbadas
no livro da matricula o no certificado, de que
trata o arligo precedente.
Art. 10 Na conformidade das sobreditas
declaracOes por-so hSo na matricula as notas
necessarias para serem atlenddas no lanca-
mento da taxa do auno futuro, e se darem as
partes os certificados que requererem a bem do
seu direito.
Art 11. Os escravos que urna vez. forem ma-
triculados, nao (carao sontos do pagamento da
taxa de 1*000 rs. cslahclet ida pelo ,'j. do
ortigo 9 da lei de 31 doOutubro de 1835, sen-
do sujeitos a ella.e em sero riscados da matri-
cula seno no caso de libenlade, morte, ou ven-
da para fra da cidade ou villa do municipio.
Art. \'l. Os escravos quo entrarem por mor
ou por tena para o municipio da corto e mais
cidades o. villas do imperio, serio igualmente
matriculados pelas pessoas ou consignatarios,
que os receberem.e que devero fazer na Rece-
bedoria a precisa deelaracio, e haver della o
certificado competente. ExceptuSo-se.
^ 1 u <>s que entrarem o sabirem em servico
de seus donos, comanlo que apresentem guia
assignada por estes e vista pela uutoridade poli-
cial do lugar em que residirem.
^ 2. Os que entrarem e sabirem acompa-
ando a seus donos'residentes fura do muni-
cipio, como empregados em servico domestico,
comanlo que sejao nomeados nos passaporles
respectivos entrada e sabida.
ci a caininbo. Ser para vos, Principe, urna
cousa grande o bella o ser des o primeiro em vos-
so estados que tenbais leito correr o Pactlo da
industria. A industria be'a rumbado mundo,he
urna soberana magnificaque derrama oouro on-
de quer que pise.
(3 Sr. Hboseville levou um bom quarto do
hora a fazer, sobre a industria, pbrases de gosto
assaz mediocre, que julgodeuT pou|iar-vos.
NO ba n'isto seno urna pequea difli-
culdude, disse o Principe. Nos fallis em du-
plicar os meus espitaos, eeu nao lenho capitaes,
0 dobm de nada ijada he. Nao me-recuso a asso-
ciai-mea vossaempieza.mas nao lenbodinbeiro;
'for-vos-hei Berilo se qnizerdes, condecorar-
vos-hei com um rbinoceronle preloou com um
rali o lio branco, que be ludo quanlo vos posso
oflerecer. Miseravel como sou, nao posso dar so
nao honras.
lie s o ouroque gera o ouro, aurum au-
ra gignilur. Entretanto poderemos come-
car a empresa sobre bases menos largas: bas-
tar o slguns mil francos; e quando tiverdes rit-
ios admiraveis ie>ultados(juebavemosdoobter,
nao hesitareis em procurar novos recursos.
\e, Hobrecht, se o leu judeo te quer
emprestar alguns mil francos. Ja elle tem do
cobrar as nossas rendas durante dous annos;
deveria tambem fazer-se Principe durante o
mesmob icanraria um pouco.
O lioinem que emprestavs dinbeiro ao Prin-
u Ihe comprava suas trras goira por geira
era um pobre judeo offleial da casa do pai
de Wilhelmina. O senhor Huberto que nao
. muiia certesa do quo nao tratassem do
le dinheiro nao desgos-
ini llorius, o


*Xn -i--).-
Mt..tm.--C*r**t
CAPITULO 2.'
/>) andamento e cobranca da laxa.
Ait 13. Logo que se concluir a matricula,
far-se-li.i o lancamento da taxa que levo ser
arrecadada no primcirq anno. E os donos a pa-
gar.') de todos os escravos que forero lancados
para o anno, ainda que no decurso dille lenhao
sabido do seu dominio por qualquer motivo ou
fallecido.
*0 lancamenlo da mcsma taxa para o2* e 3
annos do trionnio ser feilo a vista da matricu -
la c declracGos de que trata o artigo 9,e na ar-
recadacao do respectivo anno ohservar-se-ha o
que fita disposto a cena do I.
Art. H. A cobranca da taxa dos escravos
ser feita annualmente no decurso do tnez de
A gosto
L'nico. Se noanno financeiro prximo fu-
turo nao se poder oflectuar esta cohranea no re-
ferido mez de Agosto em algumas provincias do
imperio, ter ella lugar, coma brevdado possi-
vel, or algum dos seguintes me/es.
CAPITULO 3.
Da arrtcadafio da meta tiza,
Art. 15. O imposto da nidia si/a eslaheleci-
do pelo al var de 3 do Junho de 1S09 i", se-
r arrecadado dedu/indo-so o p o. do valor
de qualquer escravo que fr vendido adjudi-
cado, ou arrematado, dado, ou cedido em so-
luciio de divida.
nico. He isenta deste imposto a allorria
do qualquer escravo seja onerosa ou gra-
tu la.
Art. 16. A arrecadacao da meia tiza ser le
ta pela Recobedoria do municipio, passando-so
ao comprador, ou a quem por outro titulo li-
vor do possuir o escravo, un conhecimento nu-
merado, contendo a pagina do livro da receila,
o nomo, e morada do comprador ou do novo
possuidor nome, seso, cor, officio, e natura-
lidado ilo dito escravo importancia do impos-
to pago, e em que especie, e o dia, mez, o an-
no do pagamento E no verso dooscripto da
venda, ou titulo de adjudicarlo, arrematarlo ,
ou entrega cm solucao de divida o Escritu-
rario, que expedir o couhecimento notar a da-
la do memo pagamento.
Art. 17. A importancia da meia siza ser pa-
ga dentro de 30 dias contados da data do es-
cripto.ou titulo por que se tiver adquirido o es-
cravo, debaixo da pena do dobro da referida im-
portancia.
Art. 18. Se o preQo da venda do escravo pa
recer diminuto, o porisso lesivo da meia siza ,
a Recobedoria exigir do comprador, que apr-
sente o mesmo escravo. eo tara avaliar por um
louvado seu, e outro a contento do mesmo com
prador, os quaos determinars o dito prego. E
quando nao concorden) ser nomeado a apra-
zimento de ambas as parles um teiceiro lou-
vado que sera obrigado a conformar-so com
um dos lados. E quando se verifique a Icsfto o
comprador alm da meia siza, pagar a mul-
ta de 50 rs.
CAPULLO i.'
DinposifOes geraes e penaet.
Art. 19. O contrato de compra o venda de
escravos ser celebrado por escriptura pblica ,
ou oscripto particular assignados pelos contr-
llenles, e las testemunhas, averbando-se a-
i.' ni
G cilc,
na tiie, mi uocebe.ioria do j prehensor, havendo-o. E a Polica nao dar
municipio e ras niais cidadese villas, as es- i passaporte, sem que a pessoa que despachar*
tacos por onde se arrecadar a taxa annnal dos oscravo. mostr, com certidao da matricula!.
^EeSH
judeo carreg.va com todo o odioso do negocio e
deixava a seu patro somonte os ducados. Ales-
tro Huberto era ja dono do um terco das pro-
piedades de Ricardo; tinha comprado por pro-
co vil bordado* bosques tanques, e lancava
!s vezoi sobre o resto perigoso olhar de co-
liga.
O senhor llhoseville nao tirdou a fazer novo
pedido de fundos. As primeiras amoroiras pro-
duzirao lagartas ; loi mister plantar outras.
Era necesario para o bom xito da empre/a ,
que poJessco senhor Rliosoville receber conve-
nicntomeiite os negociantes com quem se acbas-
se em reinan : urna especio de luxo devia ins-
pirar a conlianya. EHe demonslrou successi-
vamente que Ibe erao precisos urna casa mon-
tada varios criados um co/.iriheiro francs
O judeo representante do alfaiale que con-
sentir em emprestar a somnia quo Ibe era pe-
dida, loi de novosollicitado e pedio um penbor;
este penbor era o palacio do Principe. Si, no
praso marcado nao fossem restituidas as ul-
timas lommaa emprestadas licava ello pro-
pridariu do palacio.
O Principe no entanto fa/ia como muitos
outros ; medida quo so io embrulliando scus
negocios mais desagradavel se Ibe ia tornan-
do oceupar-se d'ellos o os deixava entregues
as mos do Robrecht e as do Rhoscville, e
vivia pacificamente no n eio da msica.
Do outro lado, oestudanto Ileinricb descon-
lentava um pouco a todo o mundo. Seu lo
tinba lonco de casal-o com Wilfaelmina ; e
alm de quesuas maneiras um pouco vulgares
i; eicessivamente ruidosas desagradavo tnuilo
menina Ileinricb nao fa/ia desua parte es-
"cravos, em livro proprio para isso destinado,
o dentro do prazo de 30 dias contados da data
do contrato.
Art. 20. As escripturas, o escriptos do que
trata o artigo antecodente nao sero averbados
pelos Oliciaes encarrogados dossa diligencia
sem despacho do Chele da repartico o qual o
nao dar sem que se mostr estar paga a meiu si-
za e a taxa annual dos escravos aquella no
municipio da cite o esta em todas as cidades
o villas. Os que o contrario pralicarem alm
da pena de responsnbilidade cm que incorro-
rem. sero multados de 303 rs. at 1001 rs.
Art. 21. Concluida a matricula nao seda-
r as estacos respectivas do municipio conhe-
cimento de meia siza sem que o requerento
mostr que o escravo, que so quor vender es-
t.i matriculado e nada deve da taxa annual.
Da mesma forma nao ser admittida 0111 jui/o
aecao alguma, que verso sobro escravos sujoitos
ao pagamento da taxa annual o meia siza ,
sem que se mostr que o mesmo escravo est
matriculado, o paga a respectiva meia siza.
Art. 22. Igualmente, depois de concluida
a matricula, nenhum escravo sujeito ao paga-
mento da laxa annual, o a meia siza poder ser
sollo das prisoes pblicas, sem que ao Juiz com-
petente seja presento a certidao da matricula ,
o conhecimento de recibo da estacao respecti-
va por onde conste o pagamento da dita taxa,
o meiu si/a.
Art. 23 Passada a poca da primeira matri-
cula os donos dos escravos que os nao tivo-
rem matriculado ou deixarem do fa/er as de-
clarares espacificadas no artigo 9.a, sero mul-
tados de 10ji rs a 30,) rs. porcada um: os que
no municipio da corle nAo tiverem pago a meia
siza (aquellos que tiverem adquirido incor-
roro na pena doS 9." do alvar do 3 de Junho
de 1809
Art 2i Quando a falta da matricula dos es-
cravos residentes as cidades ou villas para o
pagamento da taxa no fr dos proprietarios ,
mas das pessoas, que es tiverem debaixo da sua
administrado ou a seu servico na forma do
artigo i sero estas multadas na quantia de
30 j rs. por cada escravo que deixarem de dar
matricula.
Art. 25. Na mesma pena de 30 rs. por ca la
escravo incorrero os donos quando se verificar
seren falsas as relaefios, que derem para a ma-
tricula nos termos do artigo 4." e as declara-
fes quo izerem segundo o disnoslo no ar-
ligo O.
Ait. 26. A electividade destas penas ser
promovida pelos Collectores, c Fiscaes da Fa-
zenda Nacional peranlo osjuizes Municipaes ,
seguindo-se as formulas e termos do processo
do contrabando.
Art. 27. Logo quo pausar a poca da primei-
ra matricula, nenhum escravo poder sabir pa-
ra fura da provincia sem passaporte passado pe-
la polica, pena de ser apprehendido como rou
hado, c quem o condu/ir, preso, e rocolhido s
prisoes pblicas donde nao sahir sem quo te-
nha justificado a posse delle, e pago urna mul-
ta de 50 rs., da qual motado pertencer ao ap
que iba perlence (ou que est matriculado) e
quenada deve; salvas porm das excepcoes dos
1 e2 do artigo 12.
Art. 28. Os encarregados da polica do por-
to, o os administradores do harreiras ou regs-
tos, a entrada do municipio da corle nao
deixaro sabir escravo algum sujoito disposi-
r;ao do artigo paecedente, sem quo esteja con-
templado no passaporte do respectivo dono.
Art. 29. Os donos de casas de leilo e con-
signado para vendas do escravos ficao respon-
saveis polo pogamenlo da meia si/a dos escra-
vos que vondercm, e nao poder continuara
ler bertas as momas casas, ou aexercer a sua
industria, sem que prestom fianca idnea;
contento da recobedoria do municipio ; nom a
repartico da polica Ibes dar licenca para o
exercicio da mcsma industria, sem que a pie-
senlem certidao de baverem prestado a dita li-
anza. E os quo praticarem o contrario paga-
rn c multa do 100,000 rs. que sera cobrada
executivamente pelos agentes da mesma reco-
bedoria.
Art. 30. O Administrador da Recobedoria
no municipio da corlo, eos Inspectores das
Tbesourarias 11 as provincias, manda rao apre-
sentar os livros do matricula e lancamentos ,
que sero por ellos ou por commsso sua
numerados, rubricados e encerrados.
Rio, em 11 de Abril do 1842.
Assignado. = Visconde de Airantes.
wen
patina. Passava seu lempo as tavernas a reci
lar lugares comn.uns a alguns rapazes ociosos ,
explicava-lhesosdireitos dos povos fazia-lbes
comprebenderque os Res ero necesariamen-
te lyrannos e applicava poltica o que os es-
cnplores dramticos tem erigido em le no
thcatro.
Todo BarSo lie pelo menos falsario ;
Um Condo furta relogios ;
Um Mrquez envenena :
L'm duque corta as mulheres aos pedecos.
E os Reis e os Padres Sao incendiarios,
ladrees, falsarios, assassinos envenenado-
res etc. etc. ^""
Pobres lidalgos! pobres liis pobres Padres!
Os fidalgosteem sido alternativamente:Pro-
tectores oppressores opprimidos.
Iloje quem nos livrara da tyrannia dos fra-
cos e da opprcsso dos pequeos?
Ileinricb fallan de Bruto e em seus dis-
cursos altribuia ao governo ludo quan-
to ao governado podia acontecer de pono-
Ouem est encerrado sem conlradic
mesmo
Observacoes sobre o estado financeiro e mer-
cado monetario da Inglaterra, A/c $c.
(Continuaclodo N.# antecedente.)
No continente o mormento na Allemanha o
mesmo acontecen como aqui em lempos do es-
peculacoes em Irigo, sendo alli o efleilo ainda
maior que aqui, aonde os negocioso capitaes
do todo o paiz podem ser concentrados em um
s ponto em menos do dous dias: na Russia v.
g. compra so enlao trigo na fronteira da Asia
que passa por 50 peaos, e deve ser pago 50 ve-
zes. antes de ebegar as mos dos (onsumidores
Fura da ausencia quasi total da especuladlo em
viveros que boje existe em lugar :. swber que
n'ella houve em annos passados anda viste
urna cousa considrate! para urna demanda me
or para capitaes no valor mui diminuto de lo
dos os objectos necessarios para a nutricio do
bomem sejo cereaes carnes, legumes, man
teiga, ovos, queijos, &c; cujo valor total se-
gundo economistas abalisados mesmo boje som-
ma em 300 milboos do por anno s n'oste
paiz, e como seus precos sao boje do 20 al 25
prtenlo menores de quo foro, ha ainda dous
annos, he claro quo loma-s mister urna som-
ma mbito menor (de 60 at 70 milboos) para
pagaros mantimenlos que dio a agricultura do
paiz ; sendo reconhecido como axioma que I111-
vendo precos dos viveros do paiz baixos so
consom maior quantidade do outros objectos,
com ludo parece claro quo nao podo baver
grande proporcao enlre as duas circumstan-
(i cias, senao urna somma maior tamaita do
manufacturas o gneros coloniaes se leria
posto em requesico no presento anno nu.>
- nom as fabricas e navios do toda a Inglaterra
teriao sido cnpazes do fornecer.
He o carcter distinctivo dos lempos presen-
tes urna ausencia total do espirito especulador
commercial, mormente, em productos colonia-
es e um receio geral que a sua produccao ir
excedendo fra do toda a proporcao o consumo
to restricto pelas leis fiscaes errneas do quasi
todos os pateas capases de consumir em grande
escala, por isto lambcm o preoo d'estes gene-
rosbaixou geralmenle e menor dmheiro adia-
se empregado tambenfn'elles.
Nao ha prospecto algum de so arbar emprego
til e solido algum para esta enorme aecumu-
laco* de capitaes no ostrangeiro ( pois que no
paiz mesmo o dmheiro circulante ja basta para
todas as empresas domesticas de que baja mis-
ter, a nao ser huma colonisagdo n'uma e.-ra/
enorme) em quanto nao se mudarem muilo as
leis cereaes e osdireitos sobre producios colo-
niaes; pois a nica va em quo os capitaes po-
diao adiar emprego seguro no estrangeiro se-
ria na agricultura sendo seus productos ad-
mitidos aqui o sem seren expostos a verein di-
minuido o valor dos seus productos mormento
coloniaes o do materia primas de repente por
30 ou 50 por cenfo por qualquer rovo/, quo
com as presenses leis cereaes pode sohrevir
Infjlaierra (')
\
tsrKir--.^crK(r~Kn,.J-4j
-
m_____I '"'UL'lllUJll&gHHBBgBBBgag
canee. Oeste axioma : Os Ris sao tyran-
noas ebegavo a esta conclusao: O Princi-
pe Ricardo be um tyranno D'este : Os po-
vos devem derribar a tyrannia s fallava
um passo para dizer: Os habitantes de
Pirmasentz devem derribar o Principe Ri-
cardo Depois, com capa de amor do po-
vo e para mostrarem desintoresse attribuio
ao povo os malos do que ellos mesmos padecio.
Aquelle a quem sua estupidez ou sua preguica
tirava os meios do se elevar exclamava : O
povo nao pode ebegar a nada. Aquello cujos
botins se eslragavo ia gritando ; O povo
nao tem botins ; e terminavo praguejando
os t\ ramios.
Ora o povo de Pirmasentz como o da
mor parlo dos principados allomes, so com-
punha do homens muito lelizes, todos proprio-
turios ou rendeiros, todos trabalhando e viven
do hem fazendo o quo Ibes aprazia sem que
nunca Ricardo nem se omportasso com aso.
Todo o mundo viva em familia ; e do note ,
debaixo das icacias ou das tilias que obumbra-
vao a frente das casas, ouvio-se cantos acom-
Tribunai da Btrlaco
Sessao do dia 9.
Desembargador de semana 0 Sr. Siqueira.
Na appella(o civel vinda do Jui/o da villa
de Macoi, em quo sao appellantcsManoel Joa-
quim Pereira e outros oappelldda Joaquina
Mara do Nascimenlo : Escrivao Posthumo ,
despresrao os embargos.
Na appellacao civel vinda do Juizo da tor-
cera vara desta cidade cm quo he appellante
Miguel do Rrito Corriia, o appcllado Joaquim
Jos da Costa EscrivSo Randeira : julgrao
por senlcnca a lrarisac.o de desistencia.
Na appel ncao crimo vinda do Jui/o criminal
da villa de IMacoi, em que ho appellante a
Justiea. eappcllad Maaoel Florianno de Li-
ma Escrivao Jacomo : julg;:ro procedente o
recurso ofTicial.
Na appellaco rrime, vinda da villa do S.
Matheus no Cotri em quo sao appellantes
Jos Reis de Oliveira Francisco Reis de Ol-
reir 6 Anna Thereza de Jess o app. liada a
Justiea Escrivao Jacomo: mandrao su-
bir os autos origrnaes, appensando-se o tres-
lado.
Na appellacao crme vinda da comarca do
Ass na Piovincia do Rio Grande do Norte ,
( ) Demos lugar em nossa folln a esto ar-
tigo ape/ar de estar elle escriplo em 18o m
linguagem que do modo algum o podemos
corrigir, por accedermos ;s instancias do Sr.
Stur/, cujo be o artigo. Os lili.
P*tSf
eio n'uin circulo de pessoas todas do
parecer nao tarda a levar as ideias muito alm do' panbados pelos pravos!
absurdo. 0 club formado por Ileinricb tinha| Aconlecoo que urna saraiva grossa fez algum
leudes regulares e quotidianas que absorvio a' damno colhoita ; Ileinricb eseus acolytos es-
maior parte do lempo que cada um dos moni- palharao-so por toda parto lastimando os cul-
bros que ocompunho loria devido ompregar tivadoros e dando Ibes o txemplo dos povos que
emseus negocios ou na proissao que tinha a-, roconquislirioseusdireilos, dando a entender,
hracado ; Bases negocios e essa prefisslo nao sem comtudo ousarem dizcl-o francamente '
iao melhnr por isso, e olles prefera.) attribuir (|ue um dos direilos do povo he nao ler scus
antea ao Principe do que a si mesmos os diss- campos talados pela saraiva.
bores que d'ahi resulta vi o. Depois de torem As mais desagradaveis desgracas sao aquellas
desemvolvido theorias anarchicas sobro usgo- do que nos nAo podemos quoixar de ninguem;
vernos em geral, applicavo-as som hesitaefio, porisso nada despiezamos para evitar,
orco algum para triurophar d ei anti sem ei une, 00 governo quB eiUva a u I-este embaraco; io.por ta rasao queso inveotoul
__. MUTII ADO
asorte especie de potencia inimiga e teimosa
que nao st oceupada senao em atormentar a
nossa vida e quo temos a consolacio de amal-
dicoar e de invectivar, nao podon.lo fazer me-
Ihor porque he smenlo na allencia de qual-
quer outro pretexto mais visinho que nos re-
signamos a attribuir sorte a culpa de um pe-
zar que s ve/es nsmesmos tomamos milito tra-
halbo e fadiga para nos altrabirmos. As des-
granas que nao teem causas, ao menos palpa-
veis podem durar sempre ; aquellas cuja ori-
gem conhecemos nao duraro scnfioatao mo-
mento cm que tivermos destruido essa origein.
Preferimos ser antes apedrejados por um bo-
mem do quo nos podemos vingar do que rece-
ber dous aerolithos por que ninguem be res-
ponsavel.
Instigados pelo club os rendeiros do Prin-
cipe se aproveilrao da saraiva para nao paga-
ren! seus foros e ainda om cima se queixiao
e fallro altamente.
Os bichos do seda do senhor Rboseville forao
atacados dedysenteria e elle pedio dinheiro a
Ricardo quo foi forrado a no Ih'odar. For-
mou entao urna sociedadde acefles para fazer
um caminbo de Ierro indo de um lugar onde
ninguem morava a um lugar onde nin-
guem ia.
Ricardo supprmo tres criados e vendeo doUS
dos Ires cavallos que possuia. Consolafa-se do
ludo isto fazendo seus msicos aprenderem no-
vas symphonias piscando do an/ol, indo bel -
horisar nos bosques quo so avisinhavio da casa
do alfaiate, e orle encontrava por om acaso
frequentee regulara bella Wilhelmfna.
(Continmr-te-ha.)


\
em que lie ap'pellanto a Justina eappellado
Jos Joaqum de Sousa Pereira: mnkria su-
biros autos originis appen*s>do-*e o fres
lado.
S'8pYVftWw' ra dcsta cdade, oin q\a.e he/a ['pe llanto Joa-
quim Pereira do Mendoza e appellndo U.
Antonio de Miranda Fscriviio Jucomo: des--
presa rao os embargos..
Na appellacao civol om que he appullanle
Basilio Alvos do Mirante Varejo o appullada
Francisca Mara da Conceico : mandrao com
vista ao Curador Ge. ral.
N. B. Na publicaciio que fzemns dos traba-
Dios da Relaeiio do (lia 6 do correte na nossa
folln de egunda-foira. equivoca lamente Iran-
revenios, os nomos .las pa.tes na segunda ap-
pellacao : nao podemos coinludo saber quaes
ero verdaderamente.
>
f*rtlH SUS ""' n
Alfanriega.
Rondimento do dia 9.. .
Descarreya hoje 10
Briguo =Indiano diversos gneros.
I:&92ji56
M
Hoy ment do Porto.
om commum sobre o que melhor convemadop- I LOTEllA DAS MEMORf VS
tir ao interesse ge re I do Commcrcio o Agri- ,,,<.,,,, ',,, !-,
Jote Hamos d'Oliveiro, Presidente. r I o nftAffnnn
Vaoel Pcrtira /{osas, Secretario -21) Premio grande-'. brUO.) U(K)
Dito mmeiliaio--.:0()0.j?000
J_!-------JSS-5
"??**" *-**#
oitc$i>oihIcii-c:!.
FORTE DESAFORO.
Srs. Hedaclores.Com esta epigraphe Io-
nios om o -novo do 1." do correte un arli
go, en que se noticiiio o desmei.tem acerca
da poltica do Sr. Coronel Vianna, cortos boa-
tos com quo tanto se amolinoii un seu dislarca -
do amigo, e nao podemos forrar-nos a fa/er al
gumas observaces somelhantc retpeUo, e ro-
gar-llies hajao de dur-lbos publicidad^ em seu
concoituado jornal.
Iloassim, liomens sem poltica, meros ogen-
ciadores de vosso into'esse particular o do
mando de voss familia, quo vs, que n'aquel
la comarca do Goianna odiis de morte ao Sr.
Coronel Vianna, llie fazos a mais crua guerra,
e Iho dirigs os maioros ataques, alcivo/amenle
o queris inutilizar e comprornetterpara com
o lado do seus verdadeiros e sinceros amigos ;
que sompre tomaro a mais decidida parte as
olensa, que injustamente Iho baveis feilo, que
aempre o ajodrfio a dofontler-so do vossas brutees
aggressoes?! Ovosso plano, a tctica, queadop-
tais nao podemser desconhecidos do Sr.Coronel
Vianna, a quem ja nao illndem o vosso dislur-
co vossa aleivozia o vossas maquinacoes.
Inimigos cobardes o rancoro/os do Sr Co-
ronel Vianna vos o afagais paramclhortrahil o;
receiozos da influencia e coadjuvaio do seus
amigos, convencidos de quo elle em harmo-
na com estes zombar de vossos odios, do vos-
sa foro/a queris como quo cortar-lbo os
moios da defensiva, como que pnval-o dos da
dos, que habilital-o-lio ropellir yo indis-
pondo-os com elle. Nenbuma be a vossa cor po-
ltica inda o repetimos, lie nina impostura a do-
dicacao, que ostentis apoltica do actual Ga-
binete ; e assim como boje Ibe tocis encomios,
incensareis a quuntos Go vernos o succoderem so
poifdrdos tor a louca osperar.ca de dec.'diVdes dos
destinos d'aquella comarca empolgando os seus
Fmpregos. ( Quud Deus averia!, j
Examinar vos conscieneiosamenle ( se cons-
cioncia tondes), e cor'rei-vos do pojo pelas con-
IradicOes, em que cada passo cabis. O dolo
do vossas adoracoes, o Cbee. o Corifeo, que vos
dirige, o a cujos aconos obedecis servilmente be
o individuo quo polo Governo, cuja poltica di -
/os, que abominis foi elevado a Coronel, l."
Supplente do Delegado, Subdelegado eCaval-
leiro da Orden de Cbristo, o immigo irrecon-
cilidvei do Sr. i.oronei > ianS quem, por
insinuaedes d'aquelle, vil o infamemente guer-
reaste persoguistos c al rediculurisastes e
quo agora repulis como alliudo porque pr-
ximas esto as c leicoos, o a sua allanca vos pu-
do ser em urna tal poca proveitosa: mas, quo
espero nao se doixar prender nos lacos que
tao traidoramenlo llie ai mais o continuara a
pertencer ao niesmo circulo a quo sempre per-
I THEATRO P.BL1GO.
Descrrpc.So do brilhante espetacolo quo devo
le lugar domingo IV do corrento em beneficio
de Madama Fmilia Amanli.
Dar principio com a magostos, symphonia
pela ve/ priinoira om esto tbeatro, composta
pelo Ilustre Botiroren oxecutada a grande or-
e/ira, | 'diestradi'baixo dadiroccfio do profossor MrGros
didier que acaba de chegar a esta capital como
regento da orchestra do ib a tro novo dola,
o tjuo pela I.'1 voz lem a b >nra du so
aprsenla r uo rospeilavol publico : em seguida
o Sr. Toselli cantar a oxcellcnle aria l'iwt-
mtohohogi atneni na opon a Spnambola,
Navio tntrado no dia 0.
Genova; 68 das, briguo sardo Varia TL.,
do 170 toneladas, e.ipitao Kernardo Valarim,
equipagom 11 caiga lastro; ajoto Pinto
de.Lernos & Filho.
-Vavio/ tahidos no mesmo dia.
Porlos do Sol; vapor brasileiro fiahiana, com-
mandanto Manoel dos Santos OrneJIas: pas .
sageiros, Tonente-Coronel Fredorreo Car-!*'8 Bellin;emcontinuacSoo joven Flasticosu-
neiro de Campos t escravo e 1 criado ''ira ao brandecbo volante a de/emponh ir ra-
< npilao fnnocencio \ ellozo Pederneiras, e 1 rissimas nvolucdes o orles admiroveis. Depois
criados, Tenente Henriqe Jos de Carvalho, l,'r;'' 'ogrpela vez primern om este tbeatro a
Fr. JoSo do Amor Divino, Joao da Silva Pi- grande scona O duelo de baixo o soprano i,a
res, Manoel Joaqun AI ves,'e Manoel Jos opera a Estrangoira do celebro Bellini cantada
Goncal ves Braga, Brasileiros, ISOpracasde P*'a beneficiada o o Sr. Toselli; concluido
pret e 2 escravos a entregar ; Pedro Tau (lu" ''''1 In obzequio beneficiada o Sr. Dio-
Francoz. IgoGbavea, joven de 14 anuos, offeroce
As rodas desta lotera an-
(hio impreterivelmente no
do corrate inda
lois
c
sos gneros,
i
fli; 1.
s
tcnceo e quo be o mesmo o
Amiao da lea/dade.
Piibcacrio a pedido
."- -, ,<-,-,~,........ ...
O III. Sr. Inspector da Tbesouraria das
Rendas Provinciaes, em cumprimento dooffi-
ciodoExm. Sr. Presidente da Provincia de '2
ilo corrento, manda fa/er publico, que no dia
19 do correte, ao meio dia so arrematar pe-
rant! a mosina I besourariu a obra de pintura
da cadeia da vi lia Jo Limoeiro oreadas na quan-
tia do 375,000 rs., sob as clausulas especiaos
abaixo transcriptas.
As possoas a quem convier a empresa com-
pareci na sala das sessos da mesina Tbesou-
raria no dia e bora indicados, dovidamente ha-
b I iludas.
Secretaria da Tbesouraria das Rendas Pro-
vinciaes ) do Julho de IS V.
O Secretario ,
I.uiz da (osla Portocarrfitro.
OBRAS DAS 'CADFIA-S.
Cadeia da villa do Limoeiro.
Obras de pintura a fa/er ni dita cadeia
Clausulas upeciaes d arrematado,
1." As obras serio ejecutadas conforme ao
o rea monto essign.ado na data desto, p'do En-
gonlieiro em Cbefe das obras publicas pelo
proco de 373,000 rs
2 As obras principiar/id 13 das depois da
participaeiii. que li/cr a este rospeito, o Enge-
nheiro em ( b'fo o serao acabadas tro/, me/os
depois lia inosiiia pai ini|i 3.* O pagamento far-so-ba em duas presta
coosiguaes, urna no meio, outra no fim das
obras.
4.* Nao liaver prazo algum de responsabi-
lidade.
5.* Para tudo o mais quo nao esta declarado,
as presentes clausulas seguir-so lia intetra-
mente o quo dispoe o rogulamonto especial do
II de Julho de 18*3.
Repartidlo das Obras Publicas '29 de Maio
de 18H. 1*-
0 Kngenlioiroom Cbefe ,
/.. L. Vaulhier
Approvo. Palacio de Pernambuco 2deJu-
Ihode 18VV. if'10-
SPgj^.^yvT^y-CSgrCWUIIMI'MI II"'' i !****#* -'
i plurcoi's.
ear ; patacho brasileiro I.aurmtina cap- bon.la le o indulgencia de tSo respeitavel publi-
tao Antonio Germano das Nevos, carga di- (' tocar um concert do clarinota, sobro a pal-
versos gneros : passagoiros, Dr Andr Bas cosccnco, pedindo disculpa doalguma falla
tos de Olivoira o sua familia Dr. Goncal o tKle cometer, por ser a t vez quo toca a solo
Bantista Vieira e-um escravo. .Manuel da nesloinstrumentoenapresenca de um publico
Costa Moura Bravo, o sua familia, Joaquim p* iuslrado. |m seguida o artista Fugenio
Jos Rarbo/fc Jnior Antonio Co'lbo da dezempenbar extraordinarias agilidades oevo-
Fonseca Luiz Rodrigues Samico Bra- 'ucSes de grande difBcuhlade em simadoara-
silcirs. j me frouxo. Fin conlinuacaoa mosma boneli-
Idom e Acarac ; biate brasileiro Tellina ciada cantara o famozo Rond e scena de so-
ca pitio Antonio da I.uz Faria carga di ver- pranoda opera Manca e (amando, do Bellini.
em seguida se a presen tan o Director, o joven
Flaslico, o o artista Fugenio a executarem dif-
forentes sortea equilibrios, o elasticlade de
difcil dosompenbo e gosto.
Seguir agrando ouvorlura de la Muettode
Portici. Dando im ao loJo do espectculo com
o delicado duelo Dunque lo tono, na opera o
Birbeiro doSevilba de/einpenliando a part- de
Rosina a interessada o o de baibeiro o Sr,
L'osselli.
(Principiar as 8 horas da noute.)
Os camarotes que ainda resliio achl^^fl
venda nobotequim junio ao tbeatro.-
O lliealro estar deconteme;;o adornado o
iluminado.
N. B. Para maior .Vrilbantismo do espeta-
culo, om todas as pecas do msica tanto \o-
oaes como instrjiffentaes a orchestra ser diri-
gida peloj'olossor Mr. Grosdidior. (33J
3- Quarta-feira, 10 docorrente, a beneficio
ilo Manoel lunoeoneio Pereira Candoso. do
pois que a orchestra (que nesta noute ser aug-
mentada ) ti ver desempenhado a simphona o
Fradiahlo, lera lugar a representadlo da co-
media os Dozes Capoles ou A ConipiracBo mu
lograda. Os intervallos dos actos sor. pre-
henchidos con symphonias de grande orches-
tra : sogur-se-ha o jocoso ntreme/, o Ihiendt
Casamenttiro.
(Principiar as horas docostume.)
dia I i
<|tie nquem billietes por ven-
der, como j foi annuticia-
do. (14)
2?Francisco Alvcs Piolo, Portuguoz, n tira-
se para fura do imperio. lg)
3 Preci.-a-so de urna mullior idosa para un
casa; quem pretender annuncie, (2)
2 Na loja de marcoeiro n. 01 na ra Dire-
la, acbao se venda Vcommodas recen (em en-
te cliegad,is dacidadedo Porto, de rico Jacaran-
da, e leitas com toda u porfeieo ilo se por
preco rasoavcl a fim de se eflbctuar um saldo de
contas. (
3 Sociedadt Terpiiehore.
Acommissao administrativa da mosma tem
marcado o dia i- do cor;ente para a sua parti-
da convida aos Srs. socios da mesma para
no di i lo docorrente apresentarem as suas pro-
postas para approvac3o de candidatos o convi-
les para a dila partida. 7)
2 ._: Rayinundo Jos do MagalSes julga
na la ilcvcr nesta pr.ua o .se alguem ba que se
ulgue seu credui queira aununciar por esta fo-
18 para ser pago.
(4)
* "'J! 'J'&'Wilf** "r9
riso na ri timos.
tac Para o Rio de Janeiro sai infulivelmoute
lioii'l. PBANCISCO,
Ra d'Alfandega VelUa n. 0.
Meta ndonda as;{ hora da (arde,
Salas e qu.utos com lodo o bceo.
=: Arrenda -se um sitio na estrada de Belem,
que tem duas casas, urna de sobrado para gran-
de familia euma tena para pequea familia ,
dous mil palmos de extencio na trente da mes-
ma estrada mais de tres mil de fundo mui-
los o diflerentes arvoredos do fructo, e excel-
lenteagua, cercado para do/o ou mais vaccas,
alom iViehifliO'UMiaesipiei animaos.. -VeTirTrra
pjt^Uco^er planlaV'^oJcift^u'nias lavouras
ja plantadas : na ra Ta Gloria sobrado
n. 50.
= O le rece se um moco bra tico de idado
do 2(i anuos para criado de qualquer casa ou
mesmo para srvenlo do qualquer snico sendo
dentro desta praca; juntamente urna moca Por-
tugue/a ebegada prximamente do fra pa-
ra criada de qualquer urna casa de familia ca-
paz ; quem de seus prestimos so quizer ul-
bsar, dirija-se a ra estroita do Ko/ario venda
n. 8.
1-0 Padro Venancio Henriquos do Rosendo
propfio-sea dar liceos deFrancez,Inglez,elatim,
inedianli; urna gr.itilic cao mensa I rnsoavul ;
quem se qui/er utilisr dosou prestimo achal-
o-ha por ora na casa de sua icsidoncia no Coe-
llio sobrado u > das 2 boras da manbaa
al 'O meio dia e das 3 as 5 da dardo. (7)
1 l'/om-sc chapeos linos de massa, o de
palbinba do feilio para qualquer fabrica, e as-
sim como cascos do palbinba para liomens e
mulheres, o tem caizas de chapeos de 1280 a
Ju/ia. dilas para cbapellinas fradceZS* 260
Un amigo do Sr. Sampaio, sen que Ib
encominendassem o sermao, para salisfazer*
G.* pergunda do vote ( D.-nocoe 8 do cor-
* lente) pode asseverar, que o ordenado d aquel-
la Sr. como empreado das obras publicas)
segundo o Yoteljeln qualquercaso lempo 4-A Viesa de D.recclo da Assocac.o Com-
o numero, he multo menos oneroso ao co.ro morciai desta p.ac. de. ejando tomar algunas
provincial, do que foi ao patrimonio dos bos- : medida, que toM> -- do Om-
pitaes de caridade a tbesouraria de corlo aTo- mercio com o dos Snrs Agr.tull. LS th
gadense auo est no outru mundo( em que beleew principios equiUtivos na qualBceco
6-uciisb, quo tsia i(/uu ^ dnassucar o altodao como meio do lacihlar as
ui/ar nao se 1 o mo oor esso laclo, doixou a o o assui.n (. ""'
*, ,., Jc prej,.oh. ..n..d. m i. o,;;: ; :Jjl';d, :,s i
i|uc ..... au pertene panqu i.-imu a |.ei- ........ 8 .. ...,,'..:,|,
-t* : '"",iMnj.....ucll "m........ rs^i^'-WME
I C SeUS agentes n ola praca bem Como a lo
. as pessoas a quem inters ai possa ,
o que se eommunica aos Srs. quo tem do em-
barcaren! escravos. (V)
i Para o Rio do Janeiro segu viagem com
brevidado o brigue brasileiro ingenia; quem
qui/er carregar ou ir do pas a ra do Yignio aru ;/em do cabos, ou ao
Capillo a bor lo. (3)
a sendo com torno a trez equatro mil res, ditas
no domingo 14 do trrenlo o patacho $, Jo. ()lli, [ouquinhasa 800 rs. : na ra Diroita fa-
brica do chapos de N'unes Sollo. (8)
A 30 das pomo mais ou menos desapa-
ricoo do Mondcgo um cfiozinho (logue de cor
amarella, orelbas corladas, e olhoa grandes;
quem delle souber, querendo nstituil-o ao seu
dono, dirija-se a ra do Livrameoto n. 36 ,
quesera bem recompensado, pois o dito para
ninguem mais servo om razSo de ser um cazal,
e proiiiollo-so a possoa que o levar um filho que
melhor se acosluma. (9)
I-- Procsa-so de um eitor solleiro, quaen-
lenda de pla'ntacSos e trabalbo de enchada ;
dirija-so ao Recifo na ra da Scnzalla Vclha n.
13.6 ou naCapunga na ultima casa terrea da
ra quo \ai para o rio.
I Precisa-se de um caixeio de 16a 18 an-
uos para venda qne ja ten ha pratica e de boa
conducta quo saiba ler, o cscrevor : na ra
as casas do Sr. An-
3O corrotor Olivoira far lelao de grande
sortimento de fazendas inglesas e franeczas,
&0., do seda i laa, linho c do algodao as
quaes serao vendidas partea prazo o parte n
dinbeiro, e estas tr todo O preco : (|iiarta-loira
lOdo correnlo as 10 horas da manbaa, no l.o
andar da sua casa, ra da Cadeia. (7)
2N. O. Biebcr & Companhia farao
Procurador, nao me engaas ;
N. 15,
o ...
V c : '., .spessoasa quem nteres;at possa, pan,
1 pr.0CUra '' i i, unir es se cuoircm no da sexta reir 19 do correle
E-da temos poWo es- e reun,.....^.....^
i i ~ .1 Ilii, ,1.. .!il.i.r i ri< li,
i, ....... '.!,! A fim di 11. 11 i r; < ri'ln
->. V. Uiolier & Pompanbia farao loilao, I ,. ', ',
por intervencio do Cowetor Oliveira de cerca AP?"0 'fronte d
do 300 barricas de farinha Urnmro.
se vend rao em um, ou mais lotes ventado dos M?noel m" h"1" (la S,'lvu m con-
compradores o por todo o proco; quinta-lt"?luonCM,d* P0Uca concurrencia do gente, nao
ra. 11 do crlente, as 10 horas da manhaa J ^TC,U,r eu,,e,,io e.Pr ^o motivo
noarmazemdoSr. Joaquim Lopes Je Almeida, ?!nd,a tem l'^'1 vender os segu.ntes trastes : so-
por detrs do Tbealro-velho. 8' s ,l','1';"- bancas de d.to du** de Jacaranda,
iS
^ i is op meo, naneas
tocador de dito de olio, espelhos, lavatorios,
bancas de V pos de amarello, cadeiras para al-
cova, rologios para cima de meza, camas de
armaco mqxos para piano, ditos para car-
A pessoa que no Oiario de terca-leira n. Loira emuitosmais trastes ludo por aquillo
132 annunco a vonda de urna oscrava.co- qu re r para acabar com o diloestabe-
inheira, lavadeira eengommadeira dirija- locimenlo ; brado da ra da
Cru (13)
,i ra Din
MFI HOR EXEMPLAR ENCONTRADO
aV laiW aW M alaWi^^^BSk H V ^^^^^ -^issb^
w u ti^v m



2Precisa-se do um sitio, que soja na es-
trado da Solidado, cun casa que tenha com-
modos para urna familia nao exccdendo o seu
alugoel de II al2^ rs. ; quem tiver para alu-
gar annuncie.
2 Aluga-se um escravo iiel o possanie, h-
bil para o servico de padaria, sem vicios; quem
o pretender dirija-se a ra de Agoas-verdes
n. 21. 4)
- Aluga-se um litio na Ponto-de-Uchoa ,
com boa casa coclieira estribara e alguns
arvoredos ; na ra Nova n. 44, segundo andar.
2 Aluga-se um tnolequo perito cosinheiro ;
quem o pretender dirija-so ao sitio grande do
Mondego ; unto ao do Sr. Luiz Gomes Ferrol*
ra. (4)
2 Precisarse de um bom cosinheiro forro,
ou captivo ; na ra larga do llozario n. 27. (2,
2Aluga-so um sitio na Passagem-da-Magda-
lena aonde mora o Cnsul inglez com mui-
to boa casa, coclieira, estribara baixa com ca-
pim boas cacimbas e ruteiras ; a tratar na
ra Nova n. 44 segundo andar. (5)
20 abaixo assignado f,i/. Relente ao publico,
que ninguem faga transacao com Francisco San-
tos de Siqueira senhordo engento Pirangy ,
Bobre duaslettra? por mim assignadas a favor
do fallecido Tenente Jos Mara Callado sendo
urna de 3-iO/rs. e outra do 2O0f rs. cujas
lettras fu rao passadas a favor do fallecido l-
ente oiii pagamento de urna porcSo de cavados
de fabrica, que Ihe comprci para o dito Siquei-
ra ; do que elle me passou um papel, obrigan-
do-se a pagar sendo assignado em 20 de Ja-
neiro de 1840 ecomu o dito Siqueira conser-
va em si estas lettras j pagas por isto fago
este annuncio para que (quem de nenlium oll'ei-
to ditas lettras. Joao Chmaco Perda da Sil-
< (16]
2 Precisa-se de um feitor Portuguez, que
trabalhe e entenda de plantacOcs de capim, fiu-
teiras e hortalica ; na ra da Cadeia do Recife
i). SI, primeiro andar. (4j
3 Piecisa-se alugar urna casa para grande
familia em boa ra, prcferlndo-se sobrado
de um andar, cujo aluguel nao exceda de 300^
rs. ; na ra do Caldeireiro sobrado de dous
andares n. 12. (5
2.No p. p. mez desappareceo do sitio do
Brejo do Slonteiro urna vacia prxima a parir,
ionios signaes seguidles pequea bastante
Krossa, col araposada, con o ferro 'i no quarto
direito ; quem da mesma tiver noticia dirija-
se ao mesmo sitio ou na ra das Flores no
cartoriu dos Orlaos, que ser gratificado. (7
crfpiuVebo Juizo de Orphos da cidade di lin-
ai Uhaiso urraca nos dijffr6 ja referida i.de
da ha de correr ,. > J, I2,\
Julho conforme o o....... que loi pnleno &j ,
um sitio com casa de vivenda ., e coq&na x na
praia da mesma cidade denominado Rio-tapa-
do para pagamento dos credores do casal do
fallecido Cosme Jos Goedes Alcanforado no
valoi de dous coritos de ris e tambein outro
sitio visinho ao mesmo com o nome deEnsea-
da avallado em 200,f rs. (10
2 Fernando de Lucca faz scienlo a leui
fregueses e ao respeitavel publico em geral, que
elle mudou seu arn.azein de\inlios, fec. da
ra da Cadeia para a da Alandcga \elba n. 34,
aonde se achao tamlicm dous elegantes sobra-
dos para se alugarem. (6)
O abaixo assignado pergunta ao Sr. Luiz
Jos Marques, se durante o periodo de 4 an-
uos e tantos mezes que o abaixo assignado fui
seu caixeiro, Ihe deo, ou nao exactas contas,
defiendo de lucro a casa mais de 20:000/000 rs.
e se o contrario disto acontece, o abaixo as-
signado convida ao Sr. Marques a declaral-o
por esta folha ; porque o abaixo assignado, a-
preciando muito a sua reputago quer dtffen-
ler-sc de qualquer injusta impulacao que se
ii,
(o*i
luyu ------
Inmi Vi
Aluga-se-metade de urna casa a urna pes-
soa capa/., que tenha pequea familia em boa
ra ; quem pretender dirija-so a esta Typogra-
phia.
Existe no armasem do Sr. Rufino, na ra
da Conceicao urna caita para oSr. Joao Viei-
ra de Araujo vinda do Rio do Peixe.
-- Precisa-sc de urna ama de leile forra, sem
lilho ; na ra Direita n. 80.
] Aluga-se urna casa de dous andares, com
um grande armasem na tua do Torres por
prego commodo ; trata-se na tua da Aurora
n. 58. (*)
1_ Perdeo-se no di 8 do conente, desdo a
ra Nova ate a da Praia i cartas viudas do
Rrejo da Madre de Dos para as pessoas se-
guimos ; I). Mara Francisca da Silva Lavra ,
i. Alexandrinba Roza do Almeida D. Auna
Eduvirge e lianoel Joaquim da Costa Maia ;
roga-se a quem as achou o obsequio de as ir
entregar ainda mesmo estando ja abertal .
na ra Nova O. 17. !
Precisa-se de um feitor para um sitio dis-
tante desta praca legua emeia ; na ra do Fa-
gundes n. 1>, priineiio andar.
flot Soares Pinto Corris mudou-so da ra
da S. Crol para u ra do Sebo n. 33, do lado
esquerdo.
O abaixo assignado responde a sexta per-
gunta do Voto no .-n de 8 do correte ,
que quandoS. m. Ihe mostrar em termos ha-
bis, a prohibigao que possa dar-se d'elle abai-
xo assignado prestar sen icos na Repart cao da
Obras Publicas como, c al quando Ihe C D-
vicr ; eiieento Ihe dir se o valor aiithine-
ticoo seu ordenado actual he, ou na corres-
pondente ao preeo lgico da sua pergunta.
' i, !: dfSampa
Quem tiver n oollecgao inieira do Panora-
ma ateo anno de 18'i3 ; procure a Joao do S
l.eito no Atterro da Boa-vista ou annuncie
j 1Precisa-se alugar um cosinheiro ; na ra
' da Aurora n '26 2
Precisa-se do urna, ou duas negras para
, venderom verduras diariamente para se tra-
tar por da, ou por moz na ra do Collegio
o. 0.
Dese|a-se saber a morada da viuvade Jos
I Vital que ensinou meninos o Recife ; an-
nuncie
Jos de Barros Pimentel embarca para o
Rio de Janeiro o seu escravo 'pardo de nome
Marcolino.
1 O Bacharel formado Joao Floripes Dias
P.arreto mudou sua residencia da casa n. 2-2 da
ra das Cruzes para a don. 20 na mesma ra ,
no primeiro andar: e ah contina a advogar no
civel e crime.
1 Aluga-se o segundo andar do sobrado n.
'.) da ra do Queimado ; a tratar na loja do mes-
mo sobrado. (3)
Quem annunciou a venda de urna negra
de nago Angola do20annos, dirija-se a casa
o corretor Oliveira.
Deseja-se saber se existe nesta praca o Sr.
Reg que leve loja do calcado no Atierro da
Boa-vista, para negocio do seu inleresse.
Quem annunciou querer [comprar semen-
t de mustarda, dirija-se ao Atierro da Boa-vis-
ta venda n. 78.
Quem annunciou querer fallar com Mano-
el Jos de Campos dirija-se a praca da Inde-
pendencia n. 2.
Guilherme Augusto Rodrigues Selle faz
publico, que Jos Joaquim Fernandos Policar-
po nao he mais seu caixeiro desde o da 9 do
corrente.
Boga-se ao Sr Padre Herculano Jos Go-
mes Pacheco de dirigir-se a praca da Boa-vista
n. 32, que se Ihe desoja fallar.
1 Mannel Francisco Coelho faz sciente ao
publico que contina a acceitar alumnos para
sua aula de grammatica latina e porlugueza ;
quem se quizer utilisar dirija-se a mesma aula ,
e casa de sua residencia, na ra estrella do Ro-
-ario n. 45 primeiro andar. (i
1 Precisa-sede um moco de Ifl a 20 annos,
para caixeiro de una venda j tendo pratica
(leste eslabeletimento ; a ti alar na ra da Auro-
ra em S. Amaro, casa de Manuel Ferreira Lima.
1Precisa-se de50^rs. com os uros de 10/
passando-so lettras a contento do dono pagan-
do-se por cada rnez com o juro seguido lo/ rs.
por espago de k mezes, que venha a ser o,^ rs. ;
quem quizer dar annuncio.
'Vendem-se todos os livros necessarios ao
estudo preparatorio de inglez a saber; gram-
matica por Constancio historia de lnglatorra;
Pope e um diccionario grande por Vieira, lu-
do pur i bs rs. ; na ra do Fogo n. 25; na mes-
ma casa se do limes em casas particulares, de
pianno, violaoe flauta por mdico preeo.
2Vendo-se um relogio deparede, armacao
de pao muito regulador e por prego barato ;
na ra de Agoas-verdes n. 21 ; a tarde
2Vendem-se ricos cortes de laa e seda a 10,
11 e 12s' rs., ditos de lindos padrdes a 6 e 0400
rs. ditos de morcolina padrees modernos ,
com 13 covados e meio a 2600, 3000 e 3'um) rs.,
chales de laa a 2200 e 3000 ditos do lanzinha
a 1600 rs ditos de merino a 3C00 4000 e
6400 rs. lencos de seda de cores chapeos de
massa francezes a 6400 rs. ditos de aba larga
a 8000 e 8500 rs. meias de seda preta para se-
nfiora e homem pannos de ludas as cores e
preces, castores a 200 rs. e outras muitas fa-
zendas por preeo barato ; na ra do Queimado
n. 29 loja de Novaes. (13)
2Vende-se um lindo ca vallo com todos
os andares o em boas carnes; na ra da Con-
ceicao da Boa-vista n. 9; na mesma casa do-
se 300,000 rs. a juros com hypotheca em al-
gum negra de habilidades ficando os juros pe-
los servicos da mesma negra. '6)
2 Vende-se urna armacao envidracada, por
preeo commodo ; na ra Direita n. 15. (2)
2Vendem-se duas moradas de casas terreas,
urna na pracinha do Livramento que tem es-
ta belccimento de fasendas ; c a outra na ra
do muro da Penha sendo para liquidar con-
tas a praca por conressao dos Srs. Jonhoston
Patter $ Companhia, e mais credores; por a
elles ostarem hypothccadas ditas casas ; a tratar
na pracinha do Livramento loja n. 85. (8;
2Vende-se a parte de um sobrado no va-
lor de 630 o tantos mil rs. pela melado
do valor ; a tratar ou ra do Rozario da Boa-
vista n. '18.
(4,
t\> t.
'Cu.
Compras
rr-
. ''u moedinha do dous mil
2-Cumpra-se u>n-,aco de menino, smen-
ris doouro para pese,. g ^ d(J cn_
le com argola na ra das L., .,
cadernador n. 25. "* ,., auan,.
2Compra-so effectivamento lodif"*- t
dado de baioes de giaxa ditos de buna.Y
Irascos de agoa de Colonia \asios; na ra u
Queimado n. 61.
1Cumpra-se urna duzia de caderas, que
estejo em bom estado; quem tiver annuncie.
Comprao-seos seguinles livros ; Castrio-
to Lusitano, Jaboalo Eva o Ave na ra do
Collegio n. 13.
1Compra-se um par de ferros boleados para
oficio de chapeleiro que estejao em bom es-
tado ; na ra Direita fabrica de chapeos n. 7.
1 Compro-se cffectivarnente para lora da
provincia mulatas negras, emulequcsde 12a
20 annos pagao-se bem ; na ra Nova loja
de lerragcns u. 16. (4)
Vendas
2 Vende-segomma de rnatarana de supe-
rior qualidado ; na ra Direita, botica do Bran-
dao, defronte do oito do Livramento. (3,
4 \ endem-se meios bilhetes da lotera das
memorias histricas a 5120 rs. ; na praca da
Independencia livraria ns. 6 e 8. (3
6 Vende-se um carrinho de duas rodas ,
bonito bastante forte, e muito leve; no Mon-
nego sitio do Jos Francisco de Azevedo Lis-
boa. (4,
l\ Vendo-se cera de carnauba de superior
qualidade em porcao e a relalho ; na ra d<>
Bangel n. 1. ;3)
3Vende-se cerveja de superior qualidade ,
vinda deSeilh; na ra do Trapiche-novo n. 10,
casa de Jones Paln _\ C< mpanhia. (3}
3 Vende-se no grande deposito alraz do
theatro velho, um completo sortimento de ta-
boado de pinito da Suecia da melbur quali-
dade que a este mercado tem vindo sendo
pinho brancu e vermeltiu de 10 a 30 palmos de
cumplimento, e de 9 a 16 pollcgadas de lar-
gura, serrado por vapor, sem nos e propriu
para um lindo lorro e assualho por ser muito
alvo para obra do envernisar, assim como do
que costuma a vir, costado, costadinho as-
soalho e forro para fundos de barricas ; e tam-
bein arneiicanu de 10 a 30 palmos do compri-
intnlo e 3 ditos de largo ludo por proco com-
modo a vista da porco e do comprador, a
tratar no mesmo deposito com Joaquim Lopes
de Almeida caixeiro do Sr. JoSoMatheus, 16
> Vendem-se lingoas tecca do Rio Grande,
vindas ltimamente, muito novas; na roa da
P;' "'"i i!e ramo n. 4,
2Vende-se urna negra do naco Angola, do
20 annos sem vicios nern achaques, cosinhei-
ro engummadeira elavadeira ao comprador
se dir o motivo, por que se vendo ; quem a
pretender annuncie. iS)
- Vndese ganga azul para roupa de escra-
vos a tO, 140o 100 rs. o covado trancada ,
o ir ti ni de cores a 130 rs. longos de seda a
1400 rs. ditos decambraia para rno a 320 e
3 hrirn trancadu pardo muito bom para forro a
1'i0 rs. a vara dito bronco a 440 rs. luvas de
soda preta a 100 rs. o par, caixas de linhas fi-
nas cun 8 nvelos a loo rs. luvas brancas de
algodc a 160 rs. bahuiinhos proprios para
meninas guardarem agulhas e alfinetes, tendo
ern cima urna almofadinha e dentro um espe-
Ihinho pelo mdico proco de 240 rs. calca-
deiras a 120 rs. thesouras douradas muito li-
nas a 200, 320 e 400 rs. um sortimento de fi-
tas tanto la viudas como lisas de todas as cores
e larguras bicos de largura de dous dedos a
10o rs. e oulras muitas cousas que se pro-
mete dar por monos do seu valor em consequen*
ca de se nao querer continuar com o negocio; na
' Direita fabrica de chapeos n. 114.
v'e"Y'e"se uma Poro de ono-^do ^/(Tj'J
muito fresca? 'L'.-'uVdo reino azeile de coco
a 2240 rs. a caada e a 320 rs. a garrafa, cha
su perior a 2240 e 560 rs., caf do Rio e da tr-
ra a 4000 rs. a arroba o a libra a 140 rs., ce-
vada a 2240 rs. e a 80 rs. a libra tapioca a 120
rs. umendoas a 240 rs. nozes a 120 rs. ,
chocolate de canela de Lisboa toucinho de
Saniosa 4# rs. a arroba e a libra a 160 rs. pre-
sunto prupriu para fiambre o para tempero a
320 rs. ancorlas com azeltonas, cha hisson o
perola em caixinhas de duas libras cevadinha
de Franca a 2'i0 rs. ; na ra Nova venda n.
05 ao p da ponte.
Vende-se um ptimo escravo crioulo de
25 annos do bonita figuro, possonle che pro-
prio para todo o servico ; na ra Nova n. 41 ,
segundo andar.
Vendo-se um sitio no lugar de Paralibe ,
com casa grande de taipa com bastantes ps
de larangeiras, e oulras muitas fruteiras; a
tratar no mesmo lugar com Francisco Purfirio
Alvos.
Vendem-so lencos de seda de cores para
grvala o algiboira luvas de seda para senho-
ra curias pretas e com palmas de cor a (00
rs. ditas compridas a 1000 rs. ditas do al-
godao brancas o de cores para sonhora a 320
rs. f pura homem a 400 rs. meios dealgodo
brancas muito finas para senhora a O rs. e
pretas a 320 rs. ditas brancas para meninas ,
a 320 rs. ditas pretas para padre a 640 rs. ,
ditas linho cru para homem, caixas de baleia
para r8p a 400, 480e G'iO rs. ditas com re-
trato de Pedro 2., carteiras para algiboira, sa-
boneles para barba gargantilhas pretas do mis-
gangas e do filagra uculus azues do armacu
aSOO-rs. Ihosuuras muito finas, caivetes pa-
ra pennas bons do palhinha pintados a 310
rs. dito> do seda para meninos a 1020 rs., cha-
peos do Chile a 4oOO rs. boloes grandes de us-
so brancos e pretos para sobro-casaca, linhas
de carretel de 200 jardas ditas do 100 ditas ,
brancas e de cores, agoa de Colonia muito lina,
bengalas do caima fitas do soda lisas o lavra-
das papel meia hollanda dito do poso de
cores, o um completo sortimento de miudosas
por prego mais barato do queem ootra qual-
quer paite; na rua do Queimado loja derniu
desas n. 53 de Ferreira cV Oliveira.
Vendo-so urna I-mita muleta
>!
nos cosebrXm coslnha, lava o ongomma pou-
co; na rua la.Va do Bozario n 40, primeiro an-
dar, a
VenderseVVq nogro daC<*f>ta de bonita fi-
gura ptimo co\snheiro ; ummoleque carrei-
ro tira leile lr\ta de gado o trabalhajl.
cnxada : na rua diV Agoas-'enes n. 70;
1Vendem-se sedaV bracas lavradas para ves-
tidos de noivados Litos escocezes luvas do
pellica enfeitadas para senhora lindos cortes
de cambraias borda das do laa cassas pintadas,
corles de parisiense ditos rio tarlatana ch-
peos de castor brando da ultima moda ditos
pretos francezes ricas mantas de suda para so-
nhora merino preto muito fino, lindos leques
com penna borzeguins gaspeados do amarrar
na frente para homem um completo sortimen-
to de calcado ; na rua Nova loja n. S, de
Amaral ^'Pinheiro. (12'
Em casa de Domingos Jos Vieira, na
praca do Commercio n. 6 coniina-se a ven-
der o superior vinho do Porto de 1820, em
caixofes de duas duzias de garrafas.
1 Vende-so urna Biblia em portuguez o la-
lim comentada pelo Padro Antonio Poreira ,
quarto grande, com estampas, e cm 7 voluntes;
na rua da Cruz n. 28. (4;
i Vende-se um par de pulceiras do ouro ,
obra bem fcita por prego commodo ; na rua
das Cruzes n. 40. 3)
Vende-so um mulatinho de 15 annos ; bu
rua Nova n. 16.
Vende-se um preto perito cosinheiro de
ludo que se pedir ; 3 dilus para todo o servigo ;
um molequodo 14 anuos, bom para o servigode
uma casa ou para aprender oficio ; 3 pretas
que cosinho, lavao o vendem na rua; um pe-
queo sitio na Var?ea com casa do vivenda ,
estribara para 2 cava I los arvoredos de fruto ,
ou hypotheca-se por 200^ rs. ; na rua larga do
Bozario n. 48.
Vende-se o hiato Farol de 26 toneladas,
de rnuilo boa conslruccao brasiloira bom do
vella, c prompto doum ludo a navegar; para
ver e examinar defronlo do caes do Collegio e
a tratar com Firmino Jos Felis da Boza na
rua da Mueda n. 7.
Vende-se muito boa farinha de Trieste o
vinho da Figueira em barris o pipas; no arma
sem de Jos Bodrigucs Percha # Companhia ,
na rua da Cadeia esquina que vira para o bu-
cu du Capim.
Vendem-so lijlos de marmore por pre-
go commodo ; a tratar com Firmino Jos Felis
da Boza.
Vende-se no armasem do Antonio Teixeira
Bacelar, delronle da cscadinha da Alfandega ,
charutos recontemente chegados da Bahia cha-
mados Napoleao, por prego commodo ; assim
como saccas com farinha do mandioca ; a fal-
lar com Firmino Jos Felis da Roza.
Vende se uma cscrava crioula de 20 annos,
bonita figura engommadeira costureira, cu-
sinheira e lavadoira; uma dita de naco Mogsm-
bique de 18 annus, engumma, cusinha o lava;
uma dita de nago Angola de 28 annus co-
sinha lava e he ptima quitandeira ; na rua
das Cruzes n. 41, segundo andar.
1 Vende-se umaj)0jii]a.cusa. di ca,m.go no
Pgo-da-pa'lla ao p da Igreja, com duus
quartus na fronte e dous alraz dispensa co-
staba fra sen/alia, e estribara; na rua do
Trapiche n. 24. (5)
Escravos fgidos
5 No da 29de Junho do corrento anno,
j desapparocero do sitio do viveiro do Muniz, no
I Attcrro-dos-Affogadus 3 escravos os quaes sao
| os seguintes : Mathcos de nago Cabund, de
30 annos bonla ficurn f estci bs?an!e gordo ,
cor preta cara grande olhos vesgos mos
bastante grossas de calos de botar canoa, pois
he canoeiro, o venda agoa em canoas. Manoel,
do nagao Camundongo, do 28 annos de bonita
figura olhos grandes e abugalhados, ha de ser
bastante barbado por j Ihe estar nascendo as
suissas cor fula tambein he canoeiro, he
inulto espantado quando se falla com elle. Lou-
rengo de nago Mugambique de 25 a 2S an-
nos de bonita figura cor preta, olhos regu-
lares mas muito alvos, tem urnas marquinhas
designaos do sua torra lodos bom fallantes;
quem os pegar ou dor noticias certas reco-
ber 100,000 do g.alificaguu no mesmo sitio,
ou na ruado Crespo sobrado do4 andares n,
10, no terceiro andar. (2l.
2 Em o da segundo feira do Espirito Santo
deste anno fugio a escrava preta Catharina de
nago Angola ladina, alta, e bstanlo secca
do corpo, seio pequeo cor muito preta ,
bom foita de rosto olhos grandes e vermelhos,
com lodos os denles da fenlo, ps bastantes
grandes o metidos para dentro rnuilo conver-
sodeira o risonhu, perteoce dita escrava a Ma-
noel Francisco da Silva morador na rua es-
troita do Rozario n. 10, terceiro andar, por ci-
ma da botica do Paranhos. (Ii)
1 Fugio no da o do correnle o escravo
Francisco, de nago Cagange baixo com una
belida no olho direito cabeca cordada de car-
regar peso, e o maior signal que t'ern be tur as
juntas dos ps gfosas, e estalar quando an-
da, levou camisa do algodo acalcas de estopa;
quem o pegar, leve a Olinda, no Varadouro n.
3 que sera gratificado.
libara mx 'I'-p. i>b M P, dh Fa.au.18V4,
MUT \ DO


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