Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05097


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Full Text
Auno de 1844.
Terca Feira II
de rfunio
Auno XX. X. 159-
i 11 uiiiiii mu iihiiii i
; iliARin publica-ai Indoe o ilus que n.'m forera eaat'ficadoa o prego il MlifMbW*
ht ii- brea un ra. por quartel pijroi idiintldot, Oeinouncioidoiaeeigaanteeaaoiilieridoi \
gratis eoa dua que no orea> ratao de80 rea por liaba, Ae raclaiuacoe ilevem aer diri- D'
MM Irf "' <'< Cnuei n. 14 nu a pratja .:. Independencia luja ,e l,rr..an. 8 V>J
~--------------------------------------------- V .'I
PARTIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
GouRM4, .Viaiivi.a, aegnndiic seviaj reiras.Rio Grande do Norte, chegia Se22>; par
H i loe 2 : '.:$h.,, Serinheem Rio Pormeao, Maoej, Pono Cairo, e Alago**: no \. "
(e -'Mr.-ad. niet. Garanhun* e Bonito a Ili* _M de cala muoa-rista e l'lor
rs a 13 _> rllo. CidaJe da Victoria, quintas feraa. Olinda ioiles o das
das da semana.
II) .Se? a. Margara. Aud. doj.de 1). da 2. .
)' Parea ler.iab Hel aud. do J. de i) da 3.
i Quera i i ,. Avd dJ de l). da 3. v.
I : Quinta s. Antonio Aud do J de 1) da 2. v
-1 Sexta .; ca C. de JefUI. And ,1o .1. de I) da 2. r.
15 Sal i Vito. "Bel. and do J.deD.da 1. t!
hi Dota, a. J,i.io (-raaciaco Reg s.
m*mK>aw.',>mt.7,i.-.:.-jaB>-!yi2 ataaaaai i
ludo igora dependa de aa neamo*; da noaaa prudencia, roderajio" energa con-
' ro' W\ v V*'*5'//''' '' -' linueuioa :uuio |irni loijinoi si ,.., ipontidoi eon admira i., entra aa nagee man
"r BeRYvW*^^." // "V*,' cul1"- .. \.s,ruil)li-a Oral do araail..
1 t ft\ i$| ^>s.'- rTaW^ ; CaJIBIO BO DI I roaipra nda
i: i ,',\' V' v \AVvr t 'CambiotaobreLondrea 5 | Ourn-Moeda .le 8,400 V. 17,300 l",i
,:' W itiVYw / ''' '" K. I7.00 *"
17.100 '
' I | rcmiu .. -ie 1,1)0' 9,400 y ''
IPrata I.9O0 ""
Monda de cobre ao pat l'eaoi roluraranare* I ,96 i ,M>0
dem de latra do boai firmal I a |l t'io i Dito neiieano 1,'ti >>^ U
PHASES DA LA SO MIZ DE II VHO.
I.ua cbetaaJOai Sknru e 56min daminhi. I Luanora a ia. da larde
Mingaaotea/aJO horas eH rain da tarde I Creirenie a 23 ai I I. e o datar.le.
Preamar de hoje.
I'rimera n U horas e U mo da manhaa. I Segunda ~ borai e :>J minuioa da larda
II,.....i Minaban i ir
-$>''

IARIO n
i US


v 2^=CHaXa

tigo da suu cobarda.
Ellooipresoeencerrado nocastellodc! i-
vo. A forca insurgente em Cosonza he avalla-
da em 500 ou G00 hom- ns. Ellos tinhao icado
una bandeira tricolor azul, amartilla c vermo-
Iha. () governo em lugar de mandar pao pro
vincia esfaimada, preferio faierdesembarcar al-
l 700 ou800soldados, semoutra provisao mais
do que cartuchos embalados, quoslo mu pou-
co asados para satisfazer as precisdes, infeliz-
mente bem reaes, tlaquella misoravel popula-
ao.
Parece que nao menos de 100 pessoas tinbao
___ARTE OFFiCIAL.
Gov.tiio da Provincia.
KXPliOlF.XTK E DO COHRENTR.
lliio Ao Exm. e Rvm. Rispo Diocesano,
participando baver tomado hontem (i-) posse Presidencia d'esta provincia. Igual pirticipa-
G0 se fez s diversas autoridades da provincia.
Circular Ao mismo ao Gommandanle
das Armas ao Presidente da Helacao as Ca-
triaras Munieipes e aos Directores do Curso
Jurdico o Lyco remettondo ejemplares da
falla com queS. M. o Imperador altro no
da 3 do passado a 3.a sessao da Assombla sido presas em aples, e estavo alojadas nos
Goral Legislativa na actual legislatura. I fortes de S, ElmoeS. Erasroo. As principaes
Dita As Cmaras Municipaes scicntif- j erao, segundo refere urna carta de 17, os filhos
cando as dliaver-so celebrado no da 28 de A-1 do celebre Barao l'oerio, o Concelheiio de Au-
bril ultimo o Augusto Consorcio ila Senerissi-'gustinis, os irmos Primeros, o Concelheiro
ma Princeza imperial, a Senhora D. Januaria, I Huzelli, um Capito de utilitaria chamado A-
com Sua Alteza, Imperial oSr. D. Luiz Carlos I galo, etc. Para vos dar urna ideia (accrescenta
M.iria, Princi >e das Duas Sicilias, Conde d'A- O correspondente do Commerne), di maneira
quila e Irinao de Sua Magostado, O.Rei de Na- porque se la/em as prisdes em aples,vos des-
pules ; c recommendando-lhea que deem to-; creverei a do Conceibo do Auguslinis. O Com-
da a publicidade h esta t3o (austa noticia. | missario de Policia, Gampnbasso, bomem de-
idf.m Do da 7. testado, cujo nome inspira terror, e que tem
'llicioAo Juiz Municipal Supplenle do adquirido o epitheto de Mammone, famoso sal
termo do Pao-d'allio, aecusando recebiJo o seu teador quo se fez conbecido no mundo pela liis
ollicio de 4 do crtente em que participa ha- j loria do General Coletta, foi acompanhado por
ver lallecido o Juiz do Civel d'aqaella contare i ,, Esbirros residencia do Concelheiro.
.dtinoel dulollanda Cavalcanli d'Alhuqucrquc;! Era entao urna hora da noule, Augustinis.
6 Bigniftcando-lhe que i vista da lei n. 261 um dos lu/eiros do foro Napolitano, e pai de 7
de 3 de Dciembro I 18it segundo a qual filhos menores, dorrnia o somno do justo com
deve-so considerar extinc.to aquello lugar, deve sua numerosa familia. Por ordum de Compo-
S.m. passar exercer todas as funceoes, elle basso, queimarao os Esbirros a portado seu apo-
inberentes. I sent, penetrtVrSo na sua cmara, prenderSo o
Dito- Ao Agente da Companhia das barcas Ilustre advogado, e conduzirao-o para o Forte
de vapor determinando que expeca suas or- de S. Erasmo.
lens para i|ue o (lommandante do vapor Im-i O Rei, ordenou, que se pagasse i viuva do
1'iralTiz va, boje mesmo (5). Thesouraria re- Capilao Galuppi o sold de seu marido, em-
ceber trinla contos em notas substituidas que quanto ella vivesse, que o seu filho fosse eiluca-
se rcmette'm aoThesquro Publico Nacional, o do gratuitamente na escolla militur de La Nun
8:400j rs. que se envino para as Alagoas /iattella, o suas lilltas no collegio de S. Mar-
Communicou-se ao Inspector da Thesouraria cellino.que est sob a protecco da Rainba -MSi;
da l'a/enda. e -lni d,i>todevem ellas de ser dotadas por S.
Dito Ao Inspector da Thesouraria da Fa- M. quando tiverem idatle de cazar. Muitos dos
zenda declarando ter resolvido em virtude Gendarmes que combatiSo emCosenza, ttnbSo
de autorisacio conferida pelo Aviso da Secreta- sido promovidos, e M. 'clese. GapitSo d'a-
riu d'Estado dos Negocios da Fazenda de 20 do quellecorpo, lir.ha sido nomeadoGommandan-
Abril ultimo, que, licando sem effeito a ordem te de batalbo.
da Presidencia. t|ue manilou substituir por um -----------------
pedir demissao, seja aquella vago prehenhi- Diz o Diario que a dwtpeza dos di iteren tes
da pop Didgo Jos Pernandcs Mandou-se ministerios no mez de Janeiro comprehendo en-
passar provisao de Guarda do Consulado ao su- tre outros pagamentos os seguintes:
beldes, tinba-so escondido, s iffre agora o cas- l isto he provou que os effeitos da lei de 10 de Ju
nlio nao erao convenientes; por consequcncia
que o seu uso deve ser o mais moderado possi-
vel, muito mais quando relloctirmos que, deso-
jando o escravo militas vezes a morte, procu-
rando-a al por SUS mos, e vendo que por um
simples erimento foi um condemnado i morte,
issoser um incentivo para elle commetter um
assassinato: Srs., he preciso que as penis sej&o
differentes, porque os crimes tambem o b3o; o
legislador, Srs., isso mesmo teveem vista quon-
do distingui as offensas graves das leves.
Conclu), Sr*., declarando, que nao me op-
ponho.'i punicfio da r, que enterulo ser ella
justa, mas com a pena de aconte*, e nao com a
de morte; puni, >rs., mas puni coma penada
lei porque so assim li/.ordes cumprireis com
o vosso dever, salislareis vossa consciencia, s
obrigaedes que contrabates para com eos, e
para com os homens.
A requerimento do Sr. Curador, lorao ouvi-
dos os Srs. Dr. Ferreira e CirurgiSo Caneca
cerca da gravidade do ferimento, os i|uaes de-
clarriio em sessao qual era sua opiniSo, f"o pri-
meiro por ler visto a Sra. doento, e o segundo
pelo quo di/ia o corpo tle deiieto), que o feri-
mento era simples, e muito simples, accrescen-
feza, reforcou os que premittivamente linha ex-
penddo; oterminou insistindo pela imposicio
fi r da pena de morte. como Ibo commna o ar-
tigo 1.dd le de l() de Junhode lSiJ'i na sua
primeira parle.
(Finda a allegaco o Sr. advogado retirou-se,
assim como o acusador).
Seguidamente replicrSo os Srs. curador
advogado da defesa, reflexionando tamhem so-
bre o que havia dito o Sr. atlvogado da aecusa-
clo, e explicarlo miudamente o sentido dos
suas idoas, emmittidas na primeira vez que fal-
larn.
Logo que terminarlo, fez oSr. Juiz Presi-
dente o relotorio da causa, e lindo esteentregou
aos Srs. Jurados os competentes quC8ts;t) ten-
do-scelles retirado sala das conferencias sabir So
bastante lempo depois, e leo o seu Presidente,
as respostas que a ellos o Jury tinba dado; em
consequencia tas quaes o Sr. Juiz Presidente
lavrou e depois leo a seguinte :
Senlenpa.
Em vista da decisio do Jur\, e em confor-
midade com o disposto no artigo 1 da lei de 10
de Junho de 1835, condemno a preta Jozela es-
crava de Jos6 dos Santos Nevos, na pena de 500
acoutos; sendo sen Sr. obrigadoa trazel-a com
praiiito Didgo.
ii.-wu..,oai......un
uauausjriuto

iz
Penso do Duque da Victoria (Lord Wel-
lington), do anno de 18W, 7:200,000. Dita
do Conde do Cabo de S. Vicente, (o Almiran
te Sartorio), segundo semestre do anno de 184 -3,
INSl HREICO DE CALABRIA. 1:200,000. Q Duque de Wellinglon tinha
O Commerce publica ama carta de aples, um.. penso de 8:000,000 por anno que Ibo
datada u 27 de Fevereiro ultimo, dando as se- foi conferida por decreto de 3 de iMuio de 1811.
guintes noticias ulteriores da insurreicao de Ca- A penso de Lord Beresford de 16:000,000 por
labria; anno loi conferida por decreto del3deFeve-
Em consequencia ila miseria quepredomi- reiro do 182i. Atrazou-se em muitosannos
na ha algum lempo as provincias, o parlicu- a penso e igualmente o pagamento de sua Ex-
imiente na Calabria Citerior, houve lugar u- cellencia, como Oflicial General.de 666,000
ina rebellio a 15 em Consen/a, capital da pro por mez : tendo-se instado pelo pagamento em
vin.ia, e estendia-se quasi immediatamente at 18V0, ajuslro-se as suas contas at Janeiro
Tropoi pequeo porto situado no mar pouca de 18il e euto recebeo S. Exa. 06,000 li
distancia de Cosenia. I,ras em billa que foro devidamenle pagos.
Marcltou um grande c >rpo de tropa residen- U pagamento da penslo cabio outra ve: em a-
cia do Administrador civil, e do Governador trazo, que o Governo esta pagando agora por
militar da provincia. Aquello conseguio esca- prestaces mensacs. (7'iwie.)
par pela fuga ao furor popular; este escondeo- u"" '
se n'uiim manjadoura. S Gendarmes volt.rao PEll^l At'-' aSOCO.
immediatamentee esenvolvrSo um grao de _________
coragem que nao saaccreditava por um instan- SESSAO DO JURY NO DI V 1. DE JUNHO
te. O CapitSo Gallupi, fi ho do celebre Baro DE 1841.
Galuppi, autor de muitas memorias philosophi- [Continuadlo domana-o antecedente.)
ota, muito estimadas pelo mundo litterario, e Depois do nobre acensado! ter apre&enlado
em cuja considera ;ao conferio o Re
is aquel le autor a decoracSo
ilu-
do legi&o
e
ran-
de
as provas que tinhacontraa r, empregou toda
a forca da sua eloquencia, para vos convencer
honra, loi morto no combat- assim como mui- da necessidade que havia de nao deixar impune
to- (collarines que estavaa debaixo d is suas or- o delicio da re; eu concordo, Srs,, em que ella
dens. Os revoltosos tivero qatro morios e se deve soTrcr pena, mas nunca .i de morte; o no-
te feridos. O Coronol d Anglcs, iinmandan- bn lor notou que a audacia dos escravos
te militar, que em vez de fazer frenl irle muito gran
lando o primeiro que a deformidade que poda um Ierro ao pescoco por espaco de dous mezes,
e pague este as custas.
Em acto continuo oSr. Juiz Pre-idente de-
clarou levantada a sesso:erol0 horas da noute.
SESSAO N DA 3 DE JUNHO.
('rime, assassinato praticado por Manoel, es-
cravo de Jos Fernandos Bastos, na pessoa do
Portuguez Antonio Jacinlbo Alves Ribero.con-
tra-meslreda lenda de sapateiro do dito Bas-
tos.
Leis olfemlidas, cdigo penal art. 192, e a
de 10 de Junhode 1835.
Presidencia do Dr. Joaquim Nunes Machado.
As 9 horas e meia, fez-se a chamada dos Srs.
Jurados; e verficou-secm resultado della esta-
rem presentes 36.
OSr. Juiz Presidente declarou aberta a ses-
so.
(Silencio, pausa).
Entra o Sr. Dr. Pereira, e diz que aceitava a
a curadora do aecusado, mas no a sua delesa,
que nao estava habilitado para a fazer; com lu-
do a faria como podesse se assim se lite pedia.
O Sr. Juiz Presidente:disseque tendo o
Sr. curador, assislido formaco do processo
poda por certo dizer alguma cousa-em favor do
aecusado.
(Entrou oreo).
O Dr. Juizde Direito:\&i proceder-se o
sorleamentodos Srs Jurados.
(Accusava por parte da justica o Sr. Dr. Sal-
gado).
Extrahido o Jury, e tendo este prestado jura-
mento-o Sr. Juiz Presidente dirigi ao reo as
seguintes rjerguntai.
P. Como-te chamas ? R. Manuel.
P. Escravo ou livre ? R. Captivo.
P. Dequem? R de Jos Fernandes Bastos.
P. Conbeceste Antonio de tal, um bomem
que foi morto na tenda de teu Sr. ?
R. Sim, -r.
P. Sabes quem foi que o malou ?
R. Dzem que lu eu.
P. Aonde estavas tu na occasiao que elle foi
morto ?
1!. Estava da parto de detrnz.
P. Como he que elle foi morto ?
R. Nao sei.
P. Nem ouviste dzer,como foi morto,se mor-
reo de tiro, lacada, de dr, ou de que ?
R. Ouvi dizerque loi degolado.
P. Nao ouviste dizei tmem o degolou ?
R. Ouvi Sim Sr., dissero que loi Manoel.
P. Quem be esse .Manoel ?
R. Dissero que era cu.
P. E nao fosles tu que o degolaste com urna
(ac de sapateiro, ou com um trinchete ?
li- Lu nio o degolei.
P. EntSo que Ihe fizeste ? como (oi essa his-
toria '
lelle resultar era a de urna cicatriz linear, que
com o tempo se havia de extinguir; e bem assim
auc o ferimento so adiara completamente cu-
rado com mais tres ou quatro dias.
Logo depois o Sr. Juiz Presidente concedeo
a palavra ao Sr. >r. Netlo o qual insisti nos
argumentos que tinba apresenlado, quando po-
la primeira vez lallou, respondendo aquellos que
por parte da dolosa foro produzidos.
Comecou dizendo, que quando se encarre-
gara da causa, sabia pereitamenlo a importan-
cia da tarefa de que ia incumbir-se, que tam-
hem sabia que todas as obsrvameos quo se dedu-
ziro da condco da aecusada, etc. haviao de
ser produzdas;com ludo masque tendo profunda
conviecoa cerca da criminalidade nao receiou,
e antes muito estimou que a r tivesse defenso-
res lio habis, porque assim nielhor se po-
ilio debater as opinifies, e esclarecer a verda-
do; nico litn que a justica tem em vista; o que
por certo nao acontecera se nao houves-
stMii defensores, podendo at dizor-se que ('elle
advogado) se tinba nproveitado da occasiao, c
tinha surpi'ebcndido a boa fe dos Srs. jurados,
fazendosoffrer a r urna pena que ella nao te-
nlia merecido. Declarou quo nao tinha concor-
rido para esses meios menos proprios, que a
defesa dsse terem sidoempregados, e como pro-
va fiesta sua deciaraco, olTereceo a sua vida pu-
blica e particular.
Dsse mais, que se achavaembaracado quan-
to a maneira de responder ao nobre curador da
aecusada, depois que declarou ser extranho
prolisso de advogado;masque com tudolheres-
ponderia como podesse, declarando desde j que
se nao admirava de o Sr. curador nao tur co-
nbecido o fim por que (elle orador) tinba cita
do os cdigos estrangeros. porque a quem fal-
lescem os estudos de urna scienca, nao pode co-
nheccr as rolaces que tal ou tal ebjecto tem
com ella, qjetanto isto era assim, que um poe-
ta de nome, dzia quem nao conhece a arte,
nao a estima .
Accrrescenlou que ouvira citar perb nobre
curador nomes respeitaveis, porm que nao re
conbeceo qual a forca do argumento que das
suas doutrinas elle quiz deduzir, a nao ser o da
necessidade de so abolir a pena de morte; po-
rm quo nao se tratando de d re i lo a constituir,
e sim de direito constituido; por isso nao sabia
quo applicago para o caso presente linha tal
argumento.
K\poz que, estando provado odelicto assim
ionio a sua gravidade ncccssariamenle a r de-
via solfrera pena (ue a lei Ihe impoz; passando
seguidamente a reflexionar sobre as opinides dos
facultativos que loro ouvidos a cerca da gravi-
dade to dolido
Longamente discorreo o nobre advogado so.
is prcduzidos por parle da de-



1

linba feito
: le imm : o meu Si nh ir
' toria, i me disse nada ;
qu ilquer cous i eu izess fa.-
na
O reo nao attentado; mas aerara con-'causo; Untojmais, Srs .quando,cu como ja vos
D nente com mostrar-vos. que disse,ni estafa prevenido para laier a presente
slico se deve impar ao reo a pena do art, defesa advertindo ainda mais, Srs, que am-
192, rque i >n;orreai circumstancias la no da do antes de hontem se me entregou a
l>, -' w p rque o-Tacto esta provado copia do libello no quaI se pedia a pena de
sultbu. no vos : Srs., o nosso cdigo do pro- gales; mas hoja n8o sei por que fatalidada,tal-
' r mo fui que el- i crimi j 91 eu quero mostrar vea, Srs., por destino, por desgraca de met
ena que desejo so imponha'aoro) constituidle, se exige a pena de morle; lie l ira
Eu ea 'laconfii iodoro juando se n 10 de duvida que.ludo se lem conspirado contra
mm intriga itras circumstancias, isto lie.outraspra- ello eeuque nem estava prep-rado para fa/.er
vas, nao sofra aquello a pena capital; mas quan- urna delesa contra accusacSo, eni que se pedia
d i a conss i do r i se augmentaren! mais pro- a pena de sales, vejo-me hoje collocado na no-
vas, enta i qu de necessidade se Ibe mponUa a cessid i le de fa/er urna defesa instantnea para
1 artigo 192; ora, queexistem mais 'impugnar a pena do morte ; todava, Srs. eu
rorasa m daquella que resulta da conlissao asss conlio na illustracaoe imparcialidade des-
lorco, nao ge poda negar, pWqdhlo, Srs., (e tribunal, SSSii confo na sua rectiaao que
sunprir i generosamente o que pela deficiencia do
Advo.-ado tiver sido omittido. Srs, eu nao ve-
ndo destruir prejizos que dalto de remota an-
liguJade ; nao venho destruir preconceitos;
fallo, Srs., da escravidio, esta tarefa nao me
compete, eu seria digno do inaior desprezo pos-
Srs., ella esti entarregaJa' e de necessidade
|e*e estar a mus altas capacidades as quaes
com m lis energa, ecoma forca e Nngoagem
I, v rdadep issao propugnar a favor dos dire-
tosda bumanidade tocruelmente ultrajada;
eu Srs. lio somonte venho ai|u apresentar-
i algumas razoes, alguns argumentos quando
n i para conseguir a absolvico do meu coos-
tituinle ao menos para minorara sua sorte; ve-
ri bo. Srs.. procurar que se faca justica, e ver
se -vito que saiSo daqui expressoes terriveis ,
e que nao nos honrao, taes sao; o reo he es-
cravo, o reo be preto soff'ra por sso urna pe-
,ia rigorosa; nao, Srs., semelbante principio
he anti-moral be rnuto contraro aos princi-
pios da bumanidade, da rarao, e da jusca
ital em p, em lugar que nao
be d ahi para fura
disse- me i nal, m indou-me sabir,
me I r inte eslava a gi le la cadeia
leseo Sr. o na fizes-
eu di*s |ue nao
le, i i ..!.-
rnim,
i.. i
1. (,ue era e?! "r-
'/ -r. Ur. J Direito:
I
O Sr. Esa o; fin
da a leilu Sr. Ju
ao Sr. l)r. Silgado, ra
- ; / i :' i irtigo 192 eoJigo
d.z oseguinte: m<^j lerdas
: i msta is -. '<- me i i las
i o. numei 2, T. 10, 11. 1-J. 13, 14
7
limo, ga les ; er
trabalho por
As cin as ig r sao: n. i 1er
lo por ti ni motivo re-
i frivolo. N. 7/ Haver alfn lido a
, (re, ou superior.
t i delinquente, ou qu I |Uer mitra, que o i
io a n ; ito deste em razio 'i'1 i b, N. 10
Ter o lelinquentc i i ttid i o crime com a-
c intianca nellc posta. N. 15. ler sido o
v urnmettido c irn surpri -
O libello, vs.. est concebido nos termos do
n 194; a justifo publico ontendeo, que a
re i devora ser no Brtigo 193; mas
:n visl i das circumstancias que vos fare co-
er, digo que a pronuncia deve ser no ar-
tigo 192, isto pelas razes que agora vou ex-
Icr. No libello, >rs que fez a justica pu-
blica entendeo-se que o roo se Bchava ocurso
iii caso previsto (i is i. e 15 do ortigo Itj, is-
to heduascircumstanciasaggravantes que po
de;n levar orooasoffrerpena uo grao mximo
irtigo 193; porem oulras circumstancias
:, j| mti se dio, e que de ne essi
' de*ioo ser previstas pelo juslica publica, e
izem com quao rosoffro a pena do gi
mximo I rtigo 192, obrigao a justica i u-
; por meu orgao a pedi a im| osicao desta
rcumstancias aggravantes s8o
as Jo 7. e I. do artigo 16.
Urna das testemuuhas, Srs, (posto que eu
li o process i a iui mesmo no tribunal pressemente que o infeliz Portuguei era conlra-
ii istre da lando de Bastos; s ouvistes lr es-
so depoimenlo, por conseguinte estifrade
duvida que na paiavra superior esta compreben-
dida ; circumstancia aggravante, assimcuno
que o infeliz Antonio de tolera superior do reo;
jo o reo commetteo o delicio com a circums-
i incia aggravante do ,^' 7. do artigo 1(>. A se-
inda circumstancia aggavante que eu not-
tei existir, be a do 10 doartigo 16. Eu
eiitenlo.Srs.. que na necasiio bavia necessida-
dedefazer mencio desta circumstancia, como
sen oler., eu direialguma cousa para provar
que ella existi. Srs., que o morto tinba con-
li ii ra no reo, qu o suppi/rfh'a incopa de fa-
zer na sua pessoa um -- n I sedospro-
prios noto.; o mor sem ler delle i menoi
suspeito de quu pod > ser su victim ,dtixava-o
estar armad i com urna ai a ju i~'-'1 l,u
urna prova de coi ; dil isto pass ire a
loro lite II i como me i rdena a le 'leo Nte-
se que eu ja os di ie q ic nao he este artigo
eve ter em vista. Senhores no-
mea i Sr. Ju:- Presid ni i para boje
ter le aecusar i ; te, eu de cerl i me
; restei a isso, porque n i qualidade de *t\\
do entendo, que n i devra es |uivar-me desta
larefj;mas, nao tendo lempo de tomar conbe-
L-imento do processo, peco-vos que me dcscul
I.... ..., | (m de que me
.,, irre 8do. Entrai do na aecus
| escravo de Jos: Fer-
o pral
a primeira testemunba que hcSibino Jos Cor-
rea depoe de vista, depde conciudentemente ,
fra deduvida, e reeonhece se, que foi o
reo quecommetteo o delicio, anda mesmo que
ifessasse; todas as maistestemu-
- ifirmao i existencia da factoiescuso l;r os
- .- lmenlos, porque \m os ouvistes;
:"i'-'n a menor discrepancia no
\ sien i lo lelicto ; i r |u into nao se p le
i Juvi lar de que foi o reo- o autor do as-
i no infeliz I' irtugue^ \nto-
i I into A Ivs Ribeiro; provado portanto o
resta provar a xistencia da circum-taniia
la por ni n em ad lilamento ao li-
. ni is vos j i o ivstes qu i o mor! i era
roi lo r i, e |U ,t a bus >u da con banca
. aqn -Ibe tinh i dep sil i lo; portanto es-
is. mear a vossa alten S i com rnais rc-
respeto. Srs tambem entendo
jue n i i. pr< ciso star tempo em desenvol-
ver a enormiJade de un delcto semelbante;
- muito hem c mcordareis commigo de que o
lomicidio be o inaior de lodos os attentjdos ;
pottanto, Srs., aquelle que o commette deve universal; r, meu constitunte he igual a nos
iolTrer a maor pena tambem;o homicidio priva
individuo daqullo que I he be mais aprecave"
mtros; (permitla-se-me queeudga esta ver-
dade ainda que muito contraria aos nossos pre-
priva-oda existencia que Dos Ibe deo, porjjuizos). O meu constitunte,diziaeu, be igua
onseguinte s a esti compete o direilo de lh*a i a outro qualquer ente humano, vssabeis mui-
lrar; s estes principios, Srs pareceme.' lo bemqne as diversas cores do que se compdem
iue.naoseDde fazer b menor reflexSo a res-
peilo de um altentado que commetteo um es-
cravo conlra a pessoa de um homcm livre ,
a raca humana nao sao elementos constitutivos
da bumanidade, s sao meras qualidades acci-
dentaes, nao mudao a esseocia do homem o
contra i| ssoa d i seu contra-mestre, por con- meu conslituinte, repito, be igual a outro qual-
pguintede seu superior; esta circumstancia |qur quetivesse a infelicidade de se sentar no
i- a da enurmidade do delicio, parece-me, que
d

he bastante p.ira que jamis o reo possa mere-
cer indulgencia. A.'vista do que tentio dito eu
upponhodesnecessari demorar-me por mais
lempo, e por isso concluindo vos direi que
a justica publica pede a pena do artigo 192
lo r idigo penal, no grao mximo,contra o reo:
vos ou vis as palavras, ten les obrigacSo de cum
(.ri- com ocompromettimentoque Gzestes quan-
ilo prestastes o juramento segui a voz da vos-
sa consciencia; la/"i justica imparcial, (|ue a
socie iade assim o espero,
i) Sr. /dvgado da defeza: Sr. Jui/. Pr-
ndenle a defeza foi illaqucada, eu nao estava
prevenido para vir defender o to, principal-
mente il i pena, em que acaba de ser aecusa lo .
q enas se me deo aqui, e a dous dios a copia do
libello. e si que se classificra ocrime aecusado
nas penas do artigo 193 do cdigo panal, isto
firou-mo em lembranca ; mas nao pretenda
obearregar me da causa segundo asseverei a
\. S. ; porem agora, que por occasiao de a-
qiii ler vindo, se me encorrega da defe/a, vejo
que oSr. I'r. Promotor transformou o libello,
e neile pade a pena de morte, o que lie uni
sur presa causa do reo; o caso be grave, e por
isso parece-me que nao deve ser decidido de
repente; \. S. bem v que se trata de impor
a pena de morte; comtudo se V. S entende
que se pode mudar por semelbante forma a
aecusacao, sem que o reo fosse anteriormente
advertido, o mais que deve responder o mesmo,
eu direi alguma cousa a seu lavor; foco essa de
i lora ;8o para desargo de minha consciencia.
O Sr. Juizifr Direiti) : Eu vou inquerir
as lesleinunmTsda aecusacio; logo dare a pa-
ivra ao Sr. Vdvogado; entendo que o que disse
he em descargo de sua responsahilidado; o pu-
blico as ouvir, e fura a devida justica.
eis teslomunhas sao interrogadas sobre; a
. i do delicio, seu autor, e qualidade
do assassinado; suas respostas uniformes sao
de que o erim i existi, que seu autor foi o reo
que eslava presente; que o morto era contra-
mestredo tenda de Sr do reo, e que este esla-
va debis i das i rdens daquelle.
banco dos reos nesle tribunal, deve ser julgado
oiii aquella gualda le, que nossa constituicao
e luis administrativas dajnstica iem prescriplo.
pois que em u'n dos seus artigo! se diz que-a
lei sera igual para todos quer castigue, quer
recompense; finalmente, Srs., o titulo de es-
cravo de queseacha revestido meu conslitu-
inte. em ve* de ser um incentivo para a vossa
indignacao, para o vosso ranedr, um motivo em
lim para que Ibe deis urna sentenca asss rigo-
rosa, privando-o da sua vida, se ja pelo contra-
rio um titulo para merecer a vossa clemencia ,
e vossa reclidao.
(Continuar-se-ha.)
Coiruninicado.
A drscripco que fez o D.-novo do regozijo
da populafo Pernnmbucana passaria inclume,
se u autor do artigo nao desafiasse a quem se at
irevesse a mostrar suas exagerarles o n*o lal-
lasse lo vilmente verdade em attribuir o po-
vo desta provincia desejos de se ver livre da il-
lustrada e bemfazeja Administrado do Ex'm
Bardo da l>oa-\ isla em inventar que de pro-
posito sr jz entrares para no aparecer a me-
nor demonslraco de praztr e eontentamento pe
la posse do Exm. Presidente actual c affirmar
que a massa pacifi a, e enlhuiiasmada. que an
don gritando pelas ras era toda de pirfeito Iri-
umpho e toda mortificante, para os que nfto
pertencem a esta massa. Di/emos, que passaria
sem replica a descripeo se consislisseapenas ero
exageracoes do numero, e da qualidade dos que
formrao o cortejo nocturno, e das baxas adu-
lacoes, que a sucia da praia lem feito a S. Exc.
iiorque os Pernambucanos em ra/ao de suas
disposic5es hospitaleiras para com lodosos bo-
mens dignos que vem a esta provincia e do
respeito, (jue Iributao aos Delegados de S. M
o Imperador estimao que as demonstrad-oes
de alegra por actos seinelhantes ao que servio
de pretexto s luminarias e aos gritos da po
pulago que o D.-oco descreve, sejo mui-
to explicilas, airfila qu-- loquam ei igerocao ;
Seguidamente leve a paiavra o Sr. Advogado e nos que apreciamos as raras qualidade- da
duosadherentesao D.-noro e que vestem ca-
sacaseapinharSo, e subirSo as escodas de Pa-
lacio para assistirem a posse ; mas estes, in-
cluidos as summidodes da pandilha no exi
diaode trinta Nio houve concurso extraordi-
nario nem deixou de haver a reuniao ordina-
ria das pessoas que assistem a semelbanli-s
actos.
Quando o Exm. Sr. Barao da Boa-\ ista to-
mou posse pela segunda ver. da Presidencia dr-
a provincia concorrero. a ella mais pessoas
aradas do que na do Sr. Marcelino de Bnto ,
e muito mais do que na do Sr. Sousa I eixeira ;
a satisfacao de todos, que compareci nesse
acto cdopovo. que de da seapmbara n.is
varandas, <> nas rilas para saudal-o em sua pas-
sagem foi bem patente ; mas neuhun. peridi-
co deixou de .ass.gnar a este fenmeno a sua ver-
dadera causa que era a estima em que t.nhio
o Delegado de S'. M- P.ra pwr-lhe lodo o
mrito e attribL-ir o regojo dos homens bons
i desesperaro em que estavo e a ra.va que
nutriao contra a ^Administrado de seu ante-
cessor. ...
Se o despeito, e a /aiva do.ninarao esses pon-
eos individuos adberen tes do I), -novo ; l.quem
ellescertos que a aleg rja-dos cidadaos .que
assistiraoa posse do l'res -denle actual nasceo da
estima en. que elles ten. t sua pessoa. e da con-
fianca, que Ibes dao os ai tos de sua vida pu-
blica de que a sua admit 'straco nao ha de
ser menos justa do que a qa termiBOU com a
partida do Sr. Barao para aC ''r.le- .
O Exm. Sr. Marcelino de b ''lo nao ve.o ar-
rancar das maos do Sr. Barao da Boa-\ isla a
Presidencia desta provincia. Dek mis, que o Sr.
Bario instou pela sua demissao a oMeve foi
queS. M. I. lembrou-se de esco Hwr -\ hxc.
para vir continuar a promover a gr, mdeza desta
provincia, e a conservar-lbe a paz, que enr-
gica administrado que acabou i 'el|a "nja
plantado O Sr. Marcelino de Brilv nao he
hostil a poltica de 19 de Setembro antes foi
Presidente da Cmara Temporaria, no lempo
que ella vogava ; he amigo do Exm. Bar o c
de sua familia que ra/ao lem pois os ai. g'J'
do Sr. Barao da Boa-Vista para o nioesti uia-
rem, para ss mortificaren! com a sua posse .
Nada sabemos das promessas de msica, nei11
da recusa dos Commandantes dos corpos; ma
he verdade, que os Commandante obra rao pru-
dentemente,e recearao consentir, que as msi-
cas de seus corpos acompanhassem um bando da
individuos, entre os quaes muitos nao duvao
suguranca de seu respeito ordem ao qual se-
aggregrAo centenas deescravos e de proleta-
rios para corrern) de noute com gritos as ras
desta cidade principalmente saliendo, que em
taes correrlas nunca se pdem conter e impe-
dir actos e gritos sediciosos como lrao os
morras que se dro i oligarcbia e aos ma-
rinbairos no bairro do Reci/e, os vivas aosci'da-
dos sujeilns os escravos; e as pancadas, que
soflro um pobre almooreve, que foi encontra-
do na ra da Cadeia pela mas-a pacifica e ri-
umphanle. De um acto de disciplina dos Com-
mandantes Jos corpos concluio a sucia da praia,
que punbao-se emboracos i demonstrar ao do
seu icgosijo que quer autorisar com a posse
do Exm. Presidente e depois confessa que
foi por acinte aos amigos do Sr. Barao da Boa-
Vista admirando como a massa entusiasma-
da nao rompeo em maiores excessos.
A muito sabamos que08 corifeos da pandi-
lha do O.-oco desejaviio a primeira occasiio'
do mostraren! urna alegra acintosa por despei-
to para com o povo desta Capital que deo ao
Exm. Bario da Boa-Vista o mais solemne tes-
temunbo de sua eslima e saudade na occasiao
que este digno Pernambucano embarcou para a
Corle, deixando a Administracao da provincia
ao \ ice-Presidente. A posse do Exm.Sr. Mar-
celino de Brito servio-Ibes de pretexto
Felizmente elles se trhem no meio das adu-
lac/ies que Ibe fa/em para em ve/, de expli-
caren! o satisfacao dos Bernanilmcanos real-
mente bons pela eslima de que S. Exc be dig-
no, a attribuem ao desejo de se verem livres do
Sr. Bario da Boa-vista O Exm. Presidente ac-
tual com a sua perspicacia os ha de ir conbeccii-
dd.e a final lera aconviccio de quanlo esses co-
rifeos sao inimigos disfarc ailos de lodos os que
nao .salisfazem os seus capuchos ainda quando
mais inofler.sivos Ibes sao.

Srs.,
da defesa que disse :
Srs. Jurados, he hoje submetlida ao vosso
conhecimento urna causa ass u importante, tan-
to pelo objocto da aecusacao, por isso que se
traa de urna morte, do crime de homicidio ,
praticado as nossas virtas, no meio da cidade ;
issim importante tambem pelo facto de ser
nio de requerido pela uceusacao a pena mais atroz e
Exm, Presidente desculpariamos os actos que
mais parecen. adulacSo de canalha desenfreada,
do que rasoado testemunbo de estima, pira
nao contrariarmos, nem mesmo aquillo que nao
inerecesse a approvacfto dos homens sensatos no
rog izijo que a suca do O.-novo tcoberta com a
e do Exm. vr. Marcelino de Brito,
\- essoas gradas desl le que .
cruel possivcl, pena at Ilegitima e nao mo, e deven, assistir as posses dos Exms Pre-
sada pe vil. Mu, Srs. i contorrero espont.ineompnte, ecom
Mhio baslanie que pela minha fraquesa nao | genua satisfacao a do Exm. Si .Marcelino de
, anbur a passo e passo a gravidade da i Brito. Tambem Dotamos que todos os indivi-
C0- 3.
Al fande^a.
liendimenlo do difl 10. .:..... 9:413*769
Descarrega hojt 1 I.
Patacho fe$taurafo diversos gen
Brigue .*'. M,n uttodem.
Brigue Polidora idem.
Brigue Sarabacalho,


*'~M
Importadlo. i pagar os dircitos de Consulado que devcriSo
5. Jos, polaca sarda, vinda de Buonos-Ay- ter satisfeito no porto de sua precedencia o as
res, entrada no correte mez, consignada o de mais requisicdes, e penas que a lei deter-
Joio Pinto de Lemos & Filbo, manilestou o se mina. Assignado Muoz, Collector.
guinte : \ ice-Consulado da Repblica Oriental do
2,210 quintaos de carne secca 19i arrobas i Uruguay em Pernambuco, aos 10 de Junlio di
de slio, I \..\ '... du/.iasde lingoas; a Jo3o Pin-
to de Lemos &. l-'ilho. '.... '.
iovimento So fiarlo.
Navios sahidos no dia 9.
Macei ; brigue hamhurguez Fmma capitao
HenriqueJorgen cm lastro.
FflJmoutli; paquete ingles Crane, comman-
dante Luiz.
ATaoioi entrados no dia 10.
Gottembourg; (Odias, briguesuecoSuna, de
383 toneladas capitao George Go Ibcrsow ,
equipagem I i. oarga lastro ; a James Crab-
tree & Companhia.
Mar-Pacifico, tendo sabido de New-Bcdford, ha
36 mezes; galera americana Colconder, de
359 toneladas capitao A. Smitb equipa-
geni 22. carga azeite de peixe ao capitao.
Panty ; 30 das brigue franco* Bey de 212
toneladas capitao K. Jugo, equipagem 11,
carga vinho azeite doce &c. ; a l.e Bretn
Scbramm & Companhia.
New-Zealand ; 90 das, tendo sabido de New-
London, ha 34 mezes, galera americana Ma-
gu de 393 toneladas, capitao A. Mallory,
equipagem 34, carga azeite de peixe ; ao ca-
pitao.
Parahiba; 4 dias, lancha nacional Santa Cruz,
.-ilitan Nicolao Francisco da Costa equi-
pagem 3 carga lenha.
KiuL
O Fiscal da freguezia de S. Pedro Martyr da
cidade de (Jlinda, pela lei 'c.
Faz saber a todos os seus comparochianos ,
que as posturas municipaes prohibem duitar-se
fogos sollos pelas ras, como buscapes; e todos
aquellos que o deitarem, sero multados em
30,000 rs., e 8 dias de priso, e para que nao
se cbamem a ignorancia mandou publicar o
presente edital pela lolha. Olmda, 8 de Ju-
nho de 1844. Antonio Manotl Lobo.'
KML'Iarpcors,
1=0 Illm. Sr. Commandante das Armas ,
emeonsequencia d ordem do Governo da pro
vincia datada eni 31 de Maio ulti.xO mande
convidar um cirurgio hbil para ir exercersuas
funecoes no piesidio de Fernando de Noronha ,
fncendo meiisalinente, em quanto all se con-
servar, 70.) rs., e urna raoo d'etape. Os pre
tendentes munidos desuas habilita* oes, quei-
rao dirigir-se a Secretaria Militar nos diasuteis.
Recife,
Militar
cerd-i.
18V4. Adriano Xavier Pereira de Brito, Vi-
ce-Consul. (48)
1=0 administrador da Mesa da Recebo-
doria de Rendas Geras Internas laz sciente a to-
das as pessoas encarregadas do pagamento ((ase-
gunda decima de corporages de mfiu morta ,
que o presente mez he o marcado para aco-
branca da mesma. c que, lindo elle, se procede-
r executivamente de conformidade com a
lei. Outro sim declara as pessoas que teem
*le fazerem reclamacoes de escravos que de-
vem comparecer todos os dias uteis de presen-
te mez das 10 horas at ao meio dia (11)
Collectoria da cidade de Olinda.
O Collector de dcima e mais impostosda
cidade de Olinda manda fa/er publico aos seus
collectados da dita cidade, Poco da Panella ,
Monteiro, Casa-forte, estrada de Santa Anna,
Ponte de Uchoa, Ca punga, S. Jos do Man-
guind, Santo A maro,e outras que lorao com -
prebendidas nos limites desta collectoria, que
est: procedendo a cohranca a bocea do cofre na
respectiva casa da Cmara do 2.' semestre do
corrento anno linanceiro de 1843 a 1844, e a-
trasados da decima urbana, e de todas as mais
unposees a seu cargo no corrente mez, de
conformidade com as ordens existentes; e que,
lindo este prazo,proceder contra os quedeixa-
rem de comparecer : tambem faz publico que
este mez be o marcado no artigo 9." do regula-
mento de 11 de Abril de 1832, para fazer-se
as alteraces na matricula dos escravos adqui-
ridos de novo, e dos que deixrao de possuir
por morte, venda, alienacao, &c., e para que
conste fa/. o presente. Olinda, 7 de Junho do
10 horas da manhaa, no seu armazcm, na .Id
Trapixe-novo. 7
' T-/*jr
[>s diversos.
Aluga-se urna escrava coalureira, eng im -
madeira, cosinheira, o que sabe azer todo o
servico de urna casa: na ra Nova sobrado n.
41 .segundo andar.
1 GALERA PTICA.
Expolia na ra do Queimado em quatro sa-
''( do primeiro e segundo andar e Vltivel
todos os dias desde a noitinha at as 9 horas.
1844.
O Escrivo
Joio Concalves Rodrigues Franca.
8 de Junho de 1844. O Secretan..
Francisco Camello Pessria de La
2 Vice-Consulado da Hepublica Oriental
do Uruguay cm Pernambuco.
Para conhecimento da3 pessoas,a quem possa
interessar, se faz publica a seguale determinar
cao do Governo Oriental, sobre os despachos
das embarcaredes que se oeslinao portosda
mesma Repblica
Collectoria Ceral.
Montivido, 9de Abril de 1841
S. Exc. o Sr. Ministro da Fazenda me di-
rigi o nfficio seguinte : Ministerio da Fa-
zenda Montivido 3 de Abril de 1844.
Sendo repetidas as faltas de cumpnmcnto das
disposicoes dos artigos 18, e 19 do regulamen-
to consular desta Repblica he de necessida-
de, pata reprimir estes abusos por em execu-
i ao as penas em que incorrem os referidos ca-
pitaes. designados no mesmo regulamento. Em
consequencia para dar aqu Has disposicoes a
publicid.ide conveniente e desviar todo o pre-
texto de ignorancia resolveo o Governo, que o
Sr. Collector Geral laca publicar os citados ar-
tigos do regulamento e proceda dora em di-
ento a fazer ellectivas as penas impostas (|uelles,
que nao preenchem a formalidades que nel-
les se estabe ecem Jos de h'ejur.
Artigte queso refere c oflicio supra. Art
18. O, i-apilaos das embarcages estrangeiras ,
e nacionaes, que sabirem dos portos onde exis-
ti Cnsules da Repblica, com destino por-
tos dclla fico obrigados a fa/er legalisar pelos
meamos o manifest da sua carga ou declara-
rlo de virein em lastro a carta de sade e a
matricula. Na mesma disposicio sao compre-
hendidos os pasaaportes dos passageros pro-
curacoes senteneas, protestos certificados e
I HEATRO RUBLICO.
O Artista Gymnastico Josdo Reis, recente-
mente chegado a esta capital com sua fa-
niilhia, e O Sr. Joo Toselli cantor italiano e
professor e inventor donovo intrumento- oPa-
nbarmonicon- tem a sa'islacao de participar ao
respeitavel publico, qu domingo 10 do cor-
rente dar o seu primeiro espectculo, cujos
pormenores se annunciarad com a competente
antecpacao
N. B. Q^camarotes que restao, achao-se a
venda no botequim junto ao theatro, sendo o
encarregado o Sr. Zebedeo Ce/ar.
Os pregas dos enmarles sao os seguintes:
Camarote 1.a ordem, frente 8,000, dem dos
lados 5.000 rs.
2.a ordem, frente 11,000 rs., idem dos la-
dor 6.400 rs.
Torrinhas da frente 4,000 rs., idem dos la-
dos3,000 rs.
Plateia l.OOOrs., varanda 5,000 rs.
Avisos martimos.
Para Lisboa sahira com toda brcvidade.por
tera manir parle de sua carga prouipta, o bri
gue-escuna Httauracao de Lisboa, Capitao
Jor Franco Casado Jnior; quem nellequi-
zar carregar ou ir de passagem, dirija-seaos
consignatarios Alendes & Oliveira na ra do
Vigario n. 2!, ouao referido Capitao.
1 A barca portuguesa seguir muito breve para a cidade do Porto ,
por ja ter a maior parte de seu carregamento
engajado, para carga e passageiros, cujos com-
modosaio excedentes; trata-se com Francisco
Alvesda Cunha ou com o Capitao (6)
1 Para o Rio Grande e Porto Alegre se-
guir o brigue Nova Minerva; para paSsageiros
tem bons commodos; quem pretender, ou mes-
mo embarcar escravos, pode tratar com os con-
signatarios Amorim Irmao na ra da Cadeia
n. 45. (6)
3 Para o Rio do Janeiro segu viagetn em
poucos dios o brigue brasileiro Dos Te-guarde,
por ter seu carregamento promplo recebe s-
mente passageiros eescravos;para o que trata-se
na ra da Cadeia velha arma/em n 12, ou com
o capitao Manoel Luiz dos Santos. (6)
2 Para o Arscaty segu viagem o hiatc
Flor de Larangeiras at lo do corrente por
ter o seu carregamento promplo para passa-
geiros trala-se na ra da Cadeia do Recife oja
de fazendas n. 32,
1.5;
fjplffrs.
3 Jones Paln & Companhia far lei
15o por intervencSo do Corretor Oliveira, do
outros documentos, qu fazer valer em mais exolcndido surtimento de fazendas iogle-
ju lo. /.is br mai* procuradas note morcado, urna
Vtiigo l'.i. Os capilaes que nSo rumprirem poi muito bonitos para cobrir me
oMisposto no artigo anterior, (i zas redondas ferca-feira 11 do correnl
IltOORAST.V.
Da
I LTIMA FXPOSIC-"
Patente desde Terca-feira 11 de Junho, ate Do
mingo 10 do dito inclusive, ultimo dia de todas
as exposicoes.
No (enero de
NEORAMA.
(") 1 O interior do Theatro de S. Pedro
d'Alcntara no Rio de Janeiro, visto da scena
em um dia de grande gala e no momento em
que S. M, o Imperador o Sr. I). Pedro II. entra
na tribuna acompanhado de S. S. A. A. I I.
as Princezas e todo cortejo.
(') 2. .-1 cruprfnt ifo monte Vesurio do anno
do 1791 que foi urna das maiores catastro-
plies. na qual lorao destruidas as cidades de So-
te Torres e torre do (ireco. F.ste especia-
culo extrepitante -se de noitede urna greta
de pescadores em Posillipo.
(') 3. O inlerior da Igreja de S. Antonio
de Lisboa em Padua na Italia na occasio
! de urna procisso do Santissimo Sacramento na
| tarde do dia do mesmo Santo He esta Igreja
! um templo venerabilissimo que inclue omagni
! ico tmulo daquelle grande Sanio, que, nas-
cido em Lisboa morreo em Padua onde fez
j mu i tos milagres Esta vista he toda anloga
para a semana na qual estamos.
No Genero de
COSMORAMA.
4. A magnifica pracadeS. Pedro em Roma
repiesentada no Domingo de Pascoa uns mo-
mentos antes que S. S. o Papa d a bengao ao
povo
(") o. A Lanlerna de Genova no tempo de
urna lempestade.
6 A cidade de Londres vista do lado de
Greenwich.
7. A entrada solemne do S. A. R. a Prin-
ceza Marta A nna de Saboia em Vienna na c
poca de seu fausto hymineo com S. M. o actual
Imperador d'Austria.
Prefodos bilhetes da entrada 500ris porcada
pessoa, epara os meninos ate 10 annos a metade.
N. f. As vistas novas vao marcadas com o
asterisco (') (81 I
Aluga-se urna preta para todo oservico
tanto de casa como de ra: quem a pretender
dirija-se na ra Velha n. 65.
A. J. dos Santos avisa ao Sr. J. F. M.
baja de Me vir pagar a quanlia de que Ihe he
dovedor, visto Ihe ter mandado fazer urna obra,
ha trez mezes e Ihe ter dado certa quantia
por conta da mesma, e este Ihe nao ler apre-
zentado nem o seu dinheiro nem a obra ; por
isso roga-se-lhe a favor de Ihe vir pagar quanto
antes, do contrario ver o seu nome por exten-
so.
A abaixo assignada Professora Publica
(ie primeiras iettras, removida para a freguesia
da S d'Olinda aviza a quem convier que a
sua aula se acha aberta na ra do Amparo da
mesma Cidade casa n. 53. Izabel Joaqui-
na d /lbuquerque.
Aluga-se um sitio com muito boa casa de
vivenda e que tem todas as proporcoes na po
voacao do Monteiro no mclhor lugar, por ficar
entre a estrada e a levada : na ra ireita
n, 50.
1Offerece-se um rapaz Rrasileiro para cai-
xeiro de loja ranceza ou de ra quem de seu
prestimo se quizer utilisar annuncie para ser
procurado. (4)
1 OITorece-se um rapaz Rrasileiro de ida-
de 16 annos, para caixeiro da escriptorio ou de
roa ; quem de seu prestimo se quizer utilisar
annuncie para ser procurado.
Jos Francisco da Silva comprou, por con
ta de Raimundo Antonio, meio bilhete n. 240,
da lotera das memorias histricas de Per-
nambuco. v
Os Srs. Prxedes Rodrigues de Souza
Santos Jos Francisco Gmesele Paiva An-
tonio Marcellino Nunes Goncalves Francisco
Comes de Araujo Antonio Jos dos Sanios
Maromba Vigario Joao Evangelista Leal
Periquito, Doutor Eduardo Soares Albergara
queiro vir bubear urnas canas vindasde ajan
de Flores, no Aterro da Roa-vista loja de al-
(aiale n. 40.
1 O Thesourciro da rmandade do Divino
Espirito Santo pede porfavtra todas aspes
que teem capas da irmandado em sen poder
nidios o~ mesarios' Ihe as mande entregar, na
40 'i
- Roga-se ao Sr. Commissario de Polica
da Passagem-da-Magdalena, que nao concinta""
em lamanha immoraldade das residentes em
algumas casas do quarteirao de jiwit* ponte
grande, desalojando dalli ossevandijas, e po-
raltas que all se rcunem o so/f'redor.
Sociedade Harmnico Theatral.
1\ Comniissao Administrativa novamenle
convida aos Srs, socios, para que se dignem
Qomp irecerDomingo, ldocorrente, pelas un/e
horas da manhaa na casa I i iecretario, ra de
Appollo n 6, a !:n de serem uformadoj e de-
liberaren! > to de grande imp.or~_
tan'cra: 7 \
Os Srs. Manoel Jos Soares de Avillar .
e Eduardo Wyatl qu irao ir.. ra da Cruz do
Recife n. lili, receber urnas cartas vindas do
Maranbfio pelu vapor Imperntriz.
t Deseja-se fallar ao Sr. Francisco Joa-
qun) da' losta a negocio de seu nteresse na bo-
tiba do Rrandao; o mesmo se roga ao Sr. Fran-
cisco Jos Rodrigues, cirurgio. (A)
Aluga-se urna casa terrea com lindo solio,
tendo esle seis j mellas emvidracadas ludo aca-
bado de novo, o iambem se vende situada no
qeeeo do Serigado ; quem a pretender de urna
ou outra forma, falle na ruada Cadeia do Reci-
fe n. 2'i.
Percisa-se alugar um prctodo moia ida-
de que sej.i fiel para tratar ou lomar sentido
em um quintal sop do Manguinbo; quem es-
tiver nestas circunstancias dirjase a ra i!,i
Cadeia do Recite n. 25, que so le dir quem
i o precisa
O Sr. mestre barbeiro do Recco-largo
n. 1, queira dzer < saiba trabalhar no offlcio de barbeiro ; pois o
abaixo assignado se oflereco ao seu honroso ser-
vico quem se pode dirigir em sua loja, Valen-
tn Jos (jjrreia.
Francisco Jos de Santa Anna faz cente
a quem convier que no da 6 do correle ,
chegou & sua casa no tuquia um pardo que
di', chamar-se Pedro, e ser escravo do Sr. Luiz
Nogueira, morador em Paja, procurando Sr.
que o compre : o anniinciante nao se respon-
sabiliza por elle.
Precisa-se alugar una prela para fazer
o servico de urna casa de pouca familia, na Pra-
va da Roa-vista casa n. 18.
Prccisa-sealugar prelas, ou moleques,
que saibao vender a/cite de carrapato pagau-
do-se urna pataca por cada caada; quem tiver,
dirija-se a ra da Calcada (mais conhecida por
ra do Manoel-coco), sobrado n. 10.
lm rapaz Brasileiro, o qual escreve muito
bem tendo pratica bastante de escrever sen-
tencas processos, e lodo papel judicial, se of-
ferece para odilo lim a quem pretender pro-
metiendo muila aclividade, e preco mais com-
modo que outro qualquer: assim como copiar
toda escripturagao : na ra do Rangel n. 34.
1 = Correm-sc olhas, tirao-se passaportes
para dentro e fura do Imperio, edespachao-se
escravos ludo com muita brevidade e preco
muito commodo : na ra do Rangel n. 34 a
qualquer hora. (5)
Aceita-se um a dous meninos forros para
se ensinar ler, dando-se o sustento; a tratar
na ra do Rangel n. 34.
1 =r Precisa-sc do um feilor que trabalhe,
enlenda de borlas, vaccas para um silio na Mag-
dalena em a ra d'Aguas verdes sobrado n.
66. (4)
Percisa se de urna mulher idosa que quei-
ra estar em urna casa de pouca familia, dando-
se o sustento e vestir fazendo esta o servico
de portas para fura; quem pretender annuncie.
1 =2. Alugao-se 4 andares de sobrados pro-
prios para moradia eescriptorio, na ruad'A lan .
dega-velha em casa do Sr. Davis <\\ Compa-
nhia. (4)
Aluga-se urna nieia casa por cinco mil
res na ra Bella n. 11; quem pretender diri-
ja-se mesma casa ao meio dia ou as 6 horas
da tarde.
O abaixo assignado, nao saliendo a resi-
dencia do Reverendo .Manoel Joaquim de Sou-
?a Cumur, lazo presente rogando-lhe se dig-
ne aceitar a coadjuctoria da freguezia do Bo-
nito com o que muito o obsequiar e se com-
promete a fazer-lhe mais conveniencia que a
nenhum outro secardole. O Vigario Manoel
de Mello F. e M
Fazem-se bolos mu tos bemfeitodeS. An-
tonio e S. Joao podins e pastis de nata, por
preco muito commodo; na ra do Caldeireiro
n.56.
1 No dia 6 do corrente desapareceo de
Olinda para o Recife um menino forro de nomo
\ntonio, pardo claro, do idade del 1 a 12annos,
morador em M.rrr. ,eom os cabellos anudados,
e grandes chapeo de palha ordinario cami-
/a.e ceroulas de algodao da Ierra quem dello
souber leve o a casa de Alejandre Jos de S na
ra da Cuia. (4)
Quem tiver para vender urna preta que
estoja pari.ia com cria e que ttnha bom leite ,
annuncie diario.


I


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I SI HllA'S
ntte 8:000 -<>()<> .('/
Dito t '/im< diato 5.000 ;000 wYs.
> : las tiesta loleri i c irretn itii-
pre ei, no din i S do cor
) V. S M !. \! I)U1 AS "~ Compra se OU alaga-so urna casa terrea
na Solidado em qualqucr das mas sondo
pequea que he para pouca familia ; quem
tiver annuncio.
Compra-se um sillo, aue soja porto, bem
miiitn hr>A iCoilenlo. venda de Sebastlio Jos Gomes Ponn
ludo por preco cummudu ; Ila
qualidado a 22
merino de cures os melbures em qualida- : travos d* 32 ,
gen de 1200 rs. o co- rua da Praia n.
do pelo muito burato preco
vado lan/irilia dos mais ricos padrees a o
como ra do Sel) i ou Gotevollo ,'embora soja equeno; no Atterro-da-Boa-vista n. 3, pr- padrees a 480 rs. a vara, ditas mal ahaiio /
ineiro andar,
o r^ 0 covadO luvas de pellica de cor do
e a (lu/i.i
, .' 2-Compr2o.se effectivamente para (ora da muito boa qualidado a 320rs. par e aauz a
1,1110 : :> "*fsl inte dos i,- provincia mulatas negras, e moloques de 12 a a 3/rs., lencos de seda para gravata, os mais
llO-se a VetlJa IIOS lusarea 20 annos, pagao-se bem; na ra Nova loja modernos om padroos. chales de cambraia nor-
i de lerragens o. 16 '4] dada muito grandes a 610 rs. pecas tfbro-
ja annuilCiados (<, ^_____ _____ tanba de linhomui lina com (i varas a -!# rs.,
2 K \ i'n'.wii n ia na i,. i.ri... narn rti> Mnhrt i 'illl ra. a vara e supe-
F. N. Colaco aviza ao Sr. .. que, na
mus de trez annos, lite deve trezentos o gesscnl i
e tantos mil ris, o nao Ihe lem querido pagar,
i4*w-He*mo-t>m--[ttt*! ti mamen te bavia eonvencionado, o consta do
cartas qne se at odia 15 do correte nao se en-
tender com o annunciante nasando-
Vendas
"2Vende-so um moloquedo aeao Angola ,
de IS annos ptimo para qualquer servico ;
na ra do Hospicio n. 23, at as '.) horas da
manlia, o das o da tarde at as S. (4)
3 Joaquim Bernardo do Figueiredo vende,
to da divida contrahida se far publico o son fou P0""ota P<>r otros predios o sitio que pos-
,.,,, ', isueom h. Amannbo, mu porto dusta praca,
nome B tudo quant0 a e9,0 ,, ha i ^ ( ^^ ^ ^^ ^ ,/ea;
ru o quo certamente nao abona muito a S. da deBellem, defronte do sitio do Reverendo
* (-,' Vigariode S. Antonio do Recita ; o sitio tem
2 Roga-se ao Sr. que por ossoaJa tirou pasto para conservar todo anno oito vaccas de
de ma loja ol mil ris de dentro de urna car- leito casa para grande familia; o ptimas
teira que quoira tazar o favor do os levar a baixas para plantacoes do capim.
mosma ,-asa, pois lenho tido muita contempla- :!~ Vendem-se superiores couros de bezerro
cao por aiiiizadeenocasodenaolevarnopra- apparclhados, negados ltimamente do Ara-
zo do trez das ver seu nomo por extenso o do ':1"> : '.'." "!a cia CrU* n" 5**. ._,- .i!
que loi taita a cassoada. (7)
cite,
brim pardo de linho a 140 rs. a vara e supe-
rior a S00 rs. chitas de assento branco a 100
rs. oscuro a 160 rs. bretanha de rolo co
I
t varas a 1020 rs. len?osdeseda para so.nho-
ra a 1280 rs., ditos delaa e seda a 1000 rs. ,
bicose rendas de todas as larguras, o outras
multasasendas baratas.com amostras Iran-
ias ; na ra do Crespo, loja de Antonio da Cu-
nta Soares (uimaraes.
1Vende-se um par de brincos modernos, nas COm assento de palhinlia camas de vento
por preco commodo ; na ra Nova n. 5o. (2; com arina?ao marquezas sofs mezas de
Vendem-se lo taboas de costado de vinha- camas je vento mu Dem fetas a 4500
:.. .la -!ll ,,-,1...,,.- a tnaic inntas mi a re- > .un __ Vendse urna cama de angico bern f,.-
ta enova, por preco commodo ; na ra de
Agoas-verdes n. 38.
_- Vcnde-se urna poreao do pedacos de tij0.
los ; a maior parte inteiros ptimos para a|j.
cercas ou muro ; na venda delronle da ribeira
da Boa-vista.
No deposito do farinha de mandioca na
ra daCadeiadeS. Antonio n. 19, vende-se fa.
rinha do boa qualidado vinda dos portos da
Babia, a 3200 rs. oalqueireda medida telbo,
e sendo em saccas a 5000 rs. e o resto do pei-
xe camorim vindodoCabo de Boa Esperan-
za cm saceos de 2 arrobas e meia pur 2O rs.
4'-Vende se Jacaranda superior ebegado do
Rio de Janeiro podras de marmore redondo,
para me/as de meio de sala, de muito bom gus-
to ditas para commodas cadeiras america-
2 Aluga-se urna escolenla ama di
frota muito sadia, e carinhosa para crian-
f is, a qual tem t3o copioso leito que pode criar
las criancas, odo mais sabe lavar, engommar,
ecozinhar; para tratar narria do Apollo n. '. .'i
AVISO IMPORTANTE.
O proprielario do microscopio solar achro-
1111 tico exp isto no segundo andar do torreao oc-
cupado pela associaedo commercial tem a tado; na ra da Alegra n. 34.
2 Vende-se um bonito pardo, com oflicio
de alfaiate; na 111a daCadeia do Recita n. lo. 2)
2 Vende-se urna negra com urna cria de
lOtnezeS, o com bstanle leito, entornilla o
lava ao comprador se dir o malivo, por que
se vende; na ra Nova, loja franceza n. 8. (
2Vende-se por preco diminuto por j estar
achacado, um cavallo de estribarla em boas car-
ne-, de curruca, lio muito bom carregador ,
e serve para carraca porj se tor experimen-
Rodrigues Vallonca.
I Vende-se boa farinha de mandioca a
3200 rs. oalqueireda medida velha ; a bordo
da sumaca Tres-irmdus, tundeada ao p da es-
cadinha do Collogio. (4:
1Vendem-se saccas com farinha a commo-
do preco; nos aimasensdelronte da escadinha
como travs de piib, e barrotes ; na ra de
Florentina em casa de J. Beranger.
!i:
Escravos fgidos
honra du dar parte ao respeitavel publico que
as experiencias com o dito instrumento tera"
infalvclmenlo seu lim na quarta reir 12
do correte ; elle convida portento a todos os I
2 Vende-se um quartao muito novo j gran-
de, proprio para qualquor servico, por estar
descansado; na ra do Queimado, loja 11. 17. (3)
2Ven.b'-se o resto dos vidros da agoa de
do nacSo Bonguel-
possuidoros de bilbetes de entrada para estas
experiencias se a Bpproveitarem destes poucos
dias.pois quo passado este termo,ellos licao som
neohum effeito, ou valor. Recita primeiro
deJunho de 1811. 13
sito na ra da Praia por outro em quabpior
ra publica desa cdade voltando-se o quo se
ajustar; a tallar com M. t], Soares Carnelro
Monteiro.
2Aluga-se urna canoa de conduzir agoa ,
mui estanque ; quem a pretender, dinja-sea
ra da Praia venda da esquina da ribeira. (3
2 Joaquim de SotKa Ribeiro, subdito Bra-
sileiro retira-so para o Aracaty com su a fa
milia e >ua escrava Rila
la.
2 Engnmma-se e lavarse com perfeicSo ;
na-Cinco-pon tas n. 102. "* (2)
2 Aluga-se o segundo andar da casa n. 10
da ra da Cadeia do Rocile ; a tratar na loja do
chapeos da mesma casa, ou no Atterro-da-Boa-
vista loja de Salles f Chaves; na mesma ca-
sa a cima procisa-se alunar um rnuleque, e urna
prota saliendo esta cosinhar. (6;
2Aluga-se, ou vende-se urna casa na es-
trada do MailgUtnbo, com duas grandes alcovas,
duas salas, e cosinha lora, por preco bastante
commodo ; na ra da Cadeia do Recife loja
de chapeos n 40, ou no Atterro-da-Boa-vista ,
ioja de Salles \ Chavos. ii
2 Aluga->e > segundo andardo sobrado da
ra da Cruz por cima da botica do Antonio Ma-
ra Marques Ferrcira ; a tratar na ra da Ca-
deia loja de l'azondas n. 10. '/i)
1 Um moco Brasileiro que escreve e l
suffrivelmenlo ofTerece-se para tazer algumas
oscriptura(;e> paiculaies em casado quem o
pretendo ou na sua ou mesino a algum snr.
advogado; tambem se offerecepara eaixeiro do
ra uu de cobiancas ; quem o pretender :ii-
rija-se a ra Direila botica de Ignacio Nory da
1 nseca. 8
2 L'mbelina Lionca Denit embarca para o
Jlio do Janeiro a sua escrava do nome Marga-
rida.
1 Joao Joaquim Pagcls, subdito Hambur-
guez, relira-se para o Aracaty, [2,
1 Jos Antonio dos Santos Coeiho embar-
ca para o Rio d Janeiro a sua escrava Marta ,
de nacSo Angola. -i
Cactanoda Costa Moreira embarca pata
fura da provincia o seu oscravo do nomeSa-
lustio.
l Da-se dinheiro a premio com penhores
de ouro, mesmu om pequeas quahtias; na
ra Nova o. 55. 3
. i8
5 ompra-se eflectivamente nesta Typo ra
pina toda a qualidado de pannos (orlados ou
linbo e algodo toda a especie
voiiios
Ungir cabellos o suissas ; na roa do Qucirna-
do loja de ferragens ns. 31, e 33 na de cha-
peos ; o methodo de applicar acompanha os
vidros. ',
2 Vende-so urna cadolra moderna, e um
relogio do caixa de prata ludo por proco com-
modo ; na ra das Trin boiras n. 42 primei-
ro andar. ['i)
o_ Vende-se una carleira de urna lace, urna
podra de filtrar agoa, farinha do Maraobo a
120 rs. cevadinha a 220 rs., vinho engarra-
fado a mais de Sanos, vinho tinto e branco,
e oulros multos gneros por preeo commodo ;
na ra do Rangel, venda de Luiz Jos Marques:
o niesino pretende vender as suas propriedados
todas juntas uu cada urna de por si sitas em
bom lugar ese venden) por prego commodo ,
ecom desobliga ou mesmo com algum pra-
io eonvindo os compradores. '11/
2Vendem-se borzeguins inglezes para o in-
vern por preco commodo ; na ra da Cadeia
do Rocilo luja de fasenda n 37. (3)
Vendem-se os segulntes objoclos para
guarda nacional do esquadro de cavallaria ; 1
tallm com canana 11111 par do adragonas um
par do corren tes um barrete de panno, urna
pluma, tudo em bom uso e por proco com-
modo ; charutos tallos na torra de boa quali-
dado fi'ii) oSOO rs. o cont ; na ra da Ouz
n. 26.
Vende-se gomma de matarana muito no-
va a 320 rs. a libra sag de primoira sorte e
cevadinha do Franca ; na praca da Boa-vista ,
venda n. 18.
1 Vende-se assucar refinado a 2480 a ar-
roba, dito branco do primoira sorte a 2240 rs. .
dito de segunda (lila a 2080 rs. dito mascava-
do a 10110 rs. ; na Solidado venda de Simos
i\ Kerroira na esquina que volta para Bellem,
n. 20. (0)
Vende-se urna canoa de carga de mil li-
jlos ; na ra da raima pordetraz do Carino.
primoira casa do lado osquordo.
I Vende-se urna bonita preta, sem vicios,
e com Blgumas habilidades; na ra Nova n. 00.
iVende-se por mdico preco o orlilegio
pueril, obra mui propria para entreter as so-
ciedades das familias em as noutes de S. Joao ,
e S. Antonio ; em I'ra-de-portas n. 71, segun-
do andar, e na ra das Cruzes luja drf enca-
dernac&o, 6
Vendem-se OS diccionarios grandes da lin-
goa ingleza, por Vieira as tragedias do Vol-
laire constituico poltica do imperio do Bra-
sil indicador dos cambios em 5 volumes, tra-
uco da escravatura manual do jury, cathecis-
iim de economa poltica, Calilo, tables de loga-
rithmes, novo testamento em ingle/., e outro
em portuguez urna obra de Fenentius, Eu-
tropio, ezplcacdesda syntaxe, dcscripcSopre-
liminar da cidade do Porto obra do piloto, no-
vella martima em 1 volumes, recreacao do
lomem sensivel elementos de geometra ta-
da Allandega de Dias Ferreira Antonio An-
nos eCuimaraes. 4)
Vende-se um preto de elegante figura e
moco ; urna preta boa quilandeira ; e urna ro-
tula nova mui bom feita ; na ra Velha n. 111.
Vende-se urna negrinha de 13 annos, mui-
to bonita, sabondo j coser muito bom, o fa-
zer lavarinlo ; urna mulalinha de 12 annos,
propria para mucama de alguma menina; urna
mucama recolhida de l annos com bons
principios dos arranjos de urna casa ; urna dita
que engomma, o cosinha mui bem ; um bonito
escravode 20 annos de todo u servico ; na ra
do Fogo ao pe do Rozario n. 8.
Vende-se para pagamento de urna divida
um preto da Costa moco, bom canoeiro, ca-
pinbeiro, e cozuiha ; na ra da l'raia n. 40.
Vende-se um faqueiro de duzla com-
pleto com todas as pegas obra do Porto, sem
foitiu ; no Attorro-da-Roa-vista loja deouri-
es n. 57, de Custodio Manoel Goncalves.
I Vendem-se 4 depsitos para armascm de
socar assucar : na ra de Apollo n. 23. (2,
1 Vendem-e sofas, bancas, mesas de oleo,
o de Jacaranda, marquezas, (elogios, para cima
de mesa Isiucadoros de Jacaranda e do oleo,
bancas do 4 pos mochos para piano, cadei-
3 Do engenho hndoba, irtguezia de Ipo-
juca fugio um mulatinho claro com cabel-
lo caxeaedo, de 11 anuos, poucomais, ou me-
nos feices regulares e tem no alto da ta-
boca urna grande cicatriz um tanto proli'nda ,
eoutra pequea em um dos bracos proxui"' a
munboca ; quem o pegar, leve, ao dito enga-
ito, ou na ra larga do Rozario n. 28, pri-
moira andar, que ser recompensado. [9
2_ n-se 100^ rs. gratificacao a quem pegar
1 mualo de nome Antonio, estatura ordinaria,
grosso, bonito sem barba, representa ter 24
annos tem no rosto da parte direila um signal
deespinha, o penltimo dedo da 111*0 direila
aleijado ps grandes e largos ; fugio em 24
de Janeiro de 1843 ; quem o pegar, leve a seu
snr. o Sargento-mor Francisco Antonio Pcei-
ra da Silva no engenho Calende ou no Re-
cife na ruado Livramento 11. 38 a Domingos
l'ereira Mendanha do quem receber a dita
quantia. 'F
2 No da 20 de Maio fugio um eseravo per-
tencente ao Snr. Vicente lliomaz dos Santos ,
com os signaos seguintes ; de nome Joao Mai-
nato de naco Inliamnane, bonita figura "'-
furcado do corpo, roslo bochochudo e cul'
signaos do sua naco j quasi apagados, o
d
se
Cruz n o i, [i
Nende-se urna negra de 16 annos com
muitas habilidades para (ora da provincia ;
no Alterro-da-Boa-visla, na primeira venda ao
p da ponte.
-Vendem-.'e ps de roseiras de cem folhas j
pegados om caixos proprios para se muda-
lem e mais ps de outras qualidades de llores
mimosas ; na solidado indo pela Trempo, lado
direilo, j quasi ao p da igioja n. 7.
1V
de 2
eos
g
be muito carinhosa paia meninos; na ruado
!.' v rs ienlo n. 33. h
1 Vende-se urna negra moca de bonita ti
ve-
1 lu do nome Domingos, cutio do corpo alto ,
ps euchados ecom urna belida em um olbo ;
quem o pegar traga a esta '1 ypograplna quo
ser gratificado. a)
No da o do corrento desappareco o nio-
loque Joaquim de 18 anuos, de nayo Cavan-
ge estaturaregular, rosto redondo cor pre-
ta com algumas marcasue bechigas, levou cal-
cas de ganga azul, e camisa de madapolao, 1110-
I- Vende-so urna escrava de naco Rebollo v ut d"'d aul> e caimsa ai' mduaiJU'U' ,,H'-
le 26 annos bonita figura boa COSinbeira :radf DOmlto ndo a P'>e ve 1" ve| a
;ostureira, borda de sustu faz lavarinto en- prafl' 'ndo dos Afllictos para a ra das Liu-
ioii.ma muito ligeira para todo o servico e its; (Juem Pc*ar' leve a rua de 1Iorlas' Sobra-
de fibra linbeza, 1 de re fugo em ra- llCil ,as assemblas legislativas, diccionario
na, papel, e papelio v ., francs por Constancio; noAtterro-da-Boa-vis-
Compr9o-s effectivaroente para ra da t Iry'a
provincia escravos do ambos os sexos de 12 a
annos arr...i,.iio pago-se bem na rua
da Cad S. ^ntoi um an-
dai de varand
i ons de car-
ga 1 te da esca-
rjnba da Allandega.
n. 04.
Vendem-se os livros em portugus; Ca-
ncilla, ou o subterrneo Paula e Virginia ,
Clara de Alba ; na rua estroita do Rozario. loja
ra o. 3.
Vende-se um moleque de 16 annos, boan
cozinheiro ; na rua larga do Rozarlo, loja de
miudezas n. 3.
du de un andar n. 70 que receber o o y is.
irrlili/...../
o---------.-..yux/.
Fugio noanno de 1825 um moleque de
gura con. algumas labilidades*^ cui"uma"cria I "0,ne Flure|";'t). t'"ba naquelle lempo 10 an-
de -2 anuos muito linda o experta vende-se nos vmcu ",ai"' U ""-'"oS fa,la descantada >
por prociso : na rua Direita, botica do Igna- cabeca um tant pontuda para Ira/, olhus gran-
eo Nery da Fonscca. ^ des pestaas compridas com urna costura
de le na na peina direila logo a cima dolor-
nozelu da parte do fra tem sido visto, e cons-
ta estar no Rio-formoso em um engenho ; ro-
ga-se as pessoasempregadas na polica, capi-
tes de campo e pessoas particulares, u des-
cmpenlio deste negocio visto estarem seus se-
nllores privados do seus servidos por tantos n-
imos ; quem o levar na rua estrella do Rozario
n. 43, primeiro andar, receber 100^ rs. de
gratificado.
Desapparoceo no dia 31 de Maio p p.
urna negrinha de 8 a 10 annos, puueo mais, ou
menos com os signaos seguintes ; cor lula ,
olhos grandes e vivos, nariz chalo, beiyos gros-
sos e arrebitados orolhas um pouco acabaa-
das e bastante grossas bem leita de corpo ;
lovou camisa de algodoiinlio suja ej usada ;
quem a pegar, leve a rua do Livramento cusa
das manas do l'.xtu. Bario da Boa-vista que
ser recompensado.
1 Desapparoceo no dia 7 do correte una
preta crioula, de nome Mara Benedicta, de 17
.unos, levou vestido de chita de hslras j usa-
do o um lenco velho amarrado no qutixo, pa-
ra Iheencobrir urnas cicatrices de alporcus,, quo
I.....ignal 1 1 d i.-. Hsivol que eiia lem ; quema
pegar, leve rua do Rozario du Boa-vista o. 2,
que sera gratificado. s
i
ci Nery
1 Vendem-se no armasem de Francisco
Dias Fereira, defronle da Alfandega n.oias
barricas de manteiga inglesa de superior qua-
lidade muito proprias para casas particulares.
!Vendem-se 3 escravos de bonitas figuras,
de todo o servico de 18 a 22 annos um lio
bom canoeiro ; no largo do Corpo Santo, a
tallar com Antonio Rodrigues Lima. (4
Vende-se urna venda na rua do Nogueira
com poucos fundos e commodo para familia;
tambem se arrenda um sitio no Atterro-dos-Af-
logados junto a fabrica de sabo tudo por
proco commodo ; nas Cinco-ponas o. 1J2.
Vende-so um moleque de na\o de 14
annos, faz o servico ordinario de urna tasa e
vende azeite de carrapato ; na Boa-vista tr'a-
vossa de Veras 11. 14.
Vendem-se 3 escravos bons para o traba-
Uto de campo ; um dito de meia idado por .'00#
rs. bom canoeiro e trata mui bem do sitio e
vaccas ; um moleque de 12 anuos, muito la-
dino ; urna preta com urna Riba do S anuos
muito linda; urna dita boa lavadeira; unta mo-
leta de 18 annos, boa par se educar ; urna
muala ba ongommadeia cosinheira, e cos-
turara ; um pequeo sitio na \ arzea com ca-
sa de vi venda', estribara, arvoredos de fruto,
ou hypotheca-se por 300^ 1-. na rua larga d
Rozario n 48.
Vendem-se saccas com superior farinha de
mandioca, por proco commodo na rua do
Kkcifk n\ Tve 0B ||. F. db Pakt.18-W


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