Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05092


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Full Text
Auno de 184-4.
Terca Feira 4
P^-fJMaB^aK3Pgr.-.-..-.-.


3FF3CIAL
de Junho
Aono XX. IV. 127.
0II) ARlni-ublic..,, ,,,], 0, di.,que3o forera eanl fie
he de Ir. ,,| (lnr ,,,,, pa,,(|s .,],.,.,,, 0, ,llnun(..ios do, ,,;, Silo intedo.
5 ? !^ qUe "'" 'T ",ao de 80 reis P' li"1'- A a redUnMefe. devem dir-
,.,., v, lyp., r o.s Cru,e. p. ,4 ou i, prag. a Independencia luja de liwo.n. eS |
>.* !>.,., PARTU)A DOS CORREIOS TERRESTRES.
te i Mv-M 7 u SeJUndLM0 '""* fei'"--i Gr"e do Norte cheK. 8 c 22 c ,.
V, ,m ,; 7 *b"' !,e"l R.<. Forn.0,0, Macey, Corlo Calvo, e Alago..: -o 1 !
J.e .* duo._Cd.de d. Violori. quinte, feir.,. -Olind. tode, o. d...
,. P das da semana.
. >eg s. P.ulo. Aud. do J. de I) d. 3. t
4 lerca yul.rio Re. ,od dJ. de D d. 3. r
5 Quarl. s. Marciano. Aud. do J de D. d. i v
0 Quinte Cnr,,o de De0.. And do J de D d. 2. y
1 Sextas Kbe,u>. Aud doJ.deD d. 2 v
* Sab Wusli.no. hel. aud do J.de D. di 1. t.
y Uom da s. l,mo cFelici.no.
* ...-jaa__a
ludo *;ora depende de n<>* aeamoa; d. no... praden/rin, iroder.pjo- e energia: eon-
nnuenio. como principiamoe, wreaa. ipontedo.com admiradlo entre .. nagoee neil
,-u,u'- Proel magia ;. 1 embl. Gerd do araiil.;
C.mhio. obre Londre. 25,
''ari, S7U rrii por Franco
a u Lidio. U i por iU-i de | r< m i
Xoeil. de cobre an par
dem de letra. Je bota firma. \ > [i <)||t
CAHIIOI BO DI. ."> DE I
Our.-Moed. .1 fi.lo V.
> i> > N.
., de 4,00..
Pratet*atacdea
,> Eeeoe eoluntaanarea
> liluis oiexieaBOa
compra
i7,30U
17. UM
9,400
4,9 1,9611
1,960
iend.
47,300
17.300
9 i; ii
i ;.vi
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PHASES l>\ LA NO Miz DE M MK
Lu. ebei. a ,0 a, 3 hor., e B6 ..., d. ,,;,. LlWnOT, 4f> ., ,,,; ,,; mlo_ ^ ^
Mineante a 7 .a 6 boru e K ain da larde I CreMenta a 23 ., I
'reamar de hoje.
b 5 m. da larde.
.. 2.....r'-,",,,:;......................--l^J;l,l^l,^;l''Smi"uu,'d,Ufd
"* i tnatBIE&-:Zas n
-

Governo da Provincia
EXPEDIENTE DE 29 DO PASSADO
OIio \o Comindinlanto superior da G
N. do municipio do Kecife, scientificandu-n do
ter concedido ao Alfares de prirneira compa
nhia do primeiro l.atalhiio da referida Guarda
Nacional a reforma, por olio pedida no reque-
nmento, queS. S.1 informou em ofcio de 22
desle mez.
DitoAo Juiz interino da prirneira varado
civel, nomeando-o para presidir o andamento
das rodas da segunda parte da lotera concedida
favor da mj-ressao das memorias histricas
desta provincia, e queter lugar nodia 18 de
Junho (prseme).Coinmunicou-se ao Tho-
soureiroda mencionada lotera.
itoAo Vigario da freguezia de S. Pedro
Martyr de Olinda.autorisando-o marcar o din
l.e d' agosto vindouro para o andamento das
rodas da segunda lotera favor das obras da res-
pectiva matriz.
PortaraCreando uin hatalho de Guardas
Naconaes na nova freguezia de Caruar, corn
posto dos guardas ii mesmaregue/.ia pertencen-
tes, e dos cidados n'olla residentes, que est ve-
rem no caso de ser qualficados; e nomeando
para Tenente Coronel o Chefe do dito batalhao
ao Captao de ordenancas Joo Barhoza Maciel,
para Major a Joo Vieira de Mello. Com-
municou-se ao Chefe da legio do Bonito,
.respectiva Cmara Municipal, e aos nomeados.
DitaNomeando Major da legiao da Guarda
Nacional do municipio do Bonito Ignacio Jo-
s Coelho. Participou-se ao nomeado, e ao
Chefe da legiao.
MTEAIO
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLFAGFRA-.
SENADO.
Stisao de 4 de Maio.Sao approvadas 7 ac-
tas de sessoes do anno pausado, lilege-ge a me-
sa: he Presidente o Sr. < onde de l.ages, \ ice-
Presidente o Sr. Luiz Jos dliveira, e Secre-
tarios os Sis. Lopes Gama, Yallasque, Barao de
Pontal. e Castro e Slv8. Discule-se um reaue
Tmenlo a cercada nomearao de commisses.
NOieia-se a rommisso de constituivo para
exame dos diplomas de nnvos nien bros, cojo pa-
recer heapprovado, depois de algumadiscussao,
e os novos Senadores sao convidados para tomar
assento no da 6. Nomeia-se urna commissao
para felicitar a SS. MM. II. pelo feliz consor-
cio doSS. AA. II. e elegem se algumas com-
misses da casa.
Sesbode 6.O Sr. Hollanda, orador da com-
mssa.i que fora felicitar a SS. MM. II., l o
eguinte discurso e resposta.
Senbor. Foi o augusto av de V. VI. Im
perial o primeiro dos Neis da Europa que, com
sua m, esposa c infantes, alravessou o Atln-
tico, para aportar as praias americanas: o Bra-
sil encheo-se de orgulho e de esperanzas. Seu
lilho, augusto pai de V M. Imperial, o her-
deiro do throno portugue?, de tal maneiraiden-
tificou-se com a causa americana, que fez ap-
parecer no Brasil esse grande acontecimento de
legitima emancipacao que difficilmenle achara
exemplo na historia, e que ahrigou o povo bra-
sdeiro dos vaivens revolucionarios que tanto fla-
gelao os nossos circuinvisinhos.
Ao fundador do imperio do Brasil veioli-
gar-se urna lilha dos Cesares, que noslegou vir-
tudes cvicas e domesticas, e, o que rnais be,
O penhores de paz e de lilierdade, emumn des-
cendencia onde symbolisio eaaei preciosos dins
da villa humana.
" I ma Princesa nao menos ebeia do u'rtu-
uestambem veio honrar o solo braailiense, suc-
cedendo em segundas nupcias no tlamo do
augusto pai de V. M. Imperial; um penhor de
mais foi por esta gado ao Brasil para garantir a
^uccessio da cora.
No ha anda milito que urna flor do thro-
no mais frondofo da realeza da Europa se des-
prendeo do solo natalicio para partilhar com V.
M. Imperial a gloria e o alan do seu throno.
E se a America vai contratando taes divi-
das para com a Europa, ella seapressa de amor-
tizal-as; j com urna l'rinceza assntada no
throno lustano.j com outra desposada com o fi-
Ilio do Bei dos Francczes
Mas boje, Sr., parecemo-nos esquecidos
de todos esses grandes acontecimentos da pri-
rneira familia brasileira. Tal he o enlevo que
nos causa o consorcio da Augusta Princeza Im-
perial herdeira presumptiva da cora. vendo fir-
mada em nossos lares urna augusta casa que nos
prometi maiorestabilidade na dynastia, e nos
afianea essa escala de jerarchia tao proficua a
consolidagao dos imperios; c que, dando a V,
VI. Imperial una smpliacao de relaioes domes-
ticas, da tamhem aos subditos de V. M. Impe-
rial urna garanta de respeito, de ordem e de ci-
vilisaco.
Senhor, o Principe, varao de regia estirpe,
que agora se identifica com os interesses da
Ierra da Santa Cruz, lem ampia carreira para
as bencaos da posteridade: ese nao pode ella
ser a mesma trilhad por um Monarcha, nao
deixara por isso de ser almejada por mas de um
Principe da Europa, e applaudida por lodosos
homens honestos do universo.
He por tao fausto e solemne motivo, Sr.,
que\a.cmara d^is Senadores nos envia a felici-
tara V. M.I.
Ulgne-se V. M. I acolher benignamente
os votos de homenagem da mesma cmara.
S M. o Imperador se diguou responder:
Muito agradavel me he a congratulacao do
Senado, por motivo do consorcio de minha
chara irmaa, e de S. A. I. meu muito amado
irmao.
Concluem-se aseleicoes de commisses que
sao as seguintes:
Cotutttuico e Diplomacia os Srs. Costa
Ferreira 21 votos ; Paula Sousa, 15; e Ver-
gueiro ,13 ,
Fazenda os Srs. Hollanda Cavalcanti, 22
volos ; Paula Sousa 19 ; Castro e Silva, 17
Legisiacao os Srs. V ergueiro 19 votos;
Costa Ferreira 14; Rar^o do Pontal 12.
Marinha e Guerra ~ os Srs. Saturnino, 29
volos; Cima e Silva, 25; Hollanda Cavalcan-
ti, 22
Commercio, Agricultura, Industria eAr-
tes os Srs. Paes de Andrade, 13 votos; Cos-
ta Ferreira, 13 ; Maya 10.
Inslruccao Publica, e Negocios Ecclesiasli-
cos os Srs Monteiro de Barros 21 volos;
Alencar 19; Brito Guerra 19.
Sade Publica os Srs. Na buco, 16 votos;
Paes de Andrade 12; Lobato, 10.
Redacco os Srs, Galvao 23 votos; Mi-
randa Ribeiro 16; Vergueiro 11.
Estatistica Catechese e Colonisacfo os
Srs. Miranda Ribeiro, 9 votos ; Almeida e Sil-
va 8 ; Hollanda Cavalcanti, 8.
s4s 11 votos; Aureliano, 10; Alencar, 10.
Sessode 7Adoptao-se varias resolucoes
sobre pensesRemelle se, depois discutido,
s commiss5es de estatistica o fazenda, o pro-
|eclo a cerca de eslahelecimento de cemiterios
lora da cidade.Contina asegunda discussao,
odiada do anno passado, da resoluco sobre re-
clamavao de Oliciaes do ejercito: tomao parte
nesta discussao, e contra o projecto os Srs. Vas-
concellos, que di clara dar o seu voto ao gover-
no em todas as medidas graves; mas que na-
quellas que nao forem necessarias para o anda-
mento da administracao, votar como entender
qne exige o bem publico; fallao igualmente
contra o projecto os Srs. C. Lelo, R. Torres, e
Morques de Paranagu, que manda a mesa um
requermento, que entra tamhem em discussao.
para que se pecio inlormacdesao governo: gus-
ten tSo o projecto os Srs. A. Brando, C. Ferrei-
ra,e aturninoque tamhem se oppoemaoreque-
rimenlocuja drscussSo fica adiada.
tiva commissao. leo o seguinte projecto de res- A esta expressao dos senlimentos da Cama-
posta a falla do throno: ra dos Deputa dos sobre tao feliz acontecimento,
Su hesemprecomomais vivo jubilo que temos de juntar os seu? sinceros crdenles vo-
0 Senado vC a V. M. 1. no meio da representa- tos pela constante felicidade da Augusta Prin -
cao nacional, com quanto maior nao veria ago- cesa Imperial e de seu Augusto Esposo.
raquoouvio de V. \|. I a tao grata noticia do S. M. o Imperador dignou-se responder.
consorcio da Augusta Prinre/a Imperial com Muito agradavel me ho a congratulacao da
um Principo dotado de tantas virtudes; consor- Cmara dos Dopulados por occasifto do consor-
cio em quo os sentimentos de V .M.I estolo ci de minha chara Irma e deS.'A. [., meu
de accordo com os sentimentos e necessidades
da naci i Sonado, Sr., se congratula com
V. M. I. por este tao feliz acontecimento, que
lie mais um penhor da perpetuidade da dynas-
tia reinante, mais urna prova da solicitude do V.
M I pela felicidade do Brasil, e mais um no-
vo titulo de sua gloria.
Muito se alegra o Senado por so adiar o
imperio em paz com todas as nages estrangei-
ras; he a paz que nos augmentar civilisacao,
muito amado Irmao.
Conclue-se a eleicao das commisses que sao
as seguintes :
Coimtiiiiicu c Poderes os Srs. Paulino ,
47 votos; Silva Pontos 41; L. Antonio Bar-
bosa 37.
Orea ment (i.') os Srs. Sousa Martins ,
69 volos; Vianna 43 ; Carneiro de Cam-
pos 40.
dem (2.a)os Srs. Manoel Felizardo 47
I ----- ----- -----n--------------------- "------------7----- mmmvw ^ J w _fiT. IHUIHJWI i. l/ll/UI'IU i i
riqueza e frca: e certo o Senado de quanto ze- votos; Pereira da >ilva 42; Bernardo Jacin-
la V. iM. I. a honra e dignidade nacional, des- tho 38.
cansa na profunda conviccao de quo jamis esta dem (3.*) os Srs. Lima e Silva, 38 ro-
se sacrificar aquella, tos; LimaSobrinbo, 34; Roera, 33.
Lamenta o Senado com V. M. I. que ain- Cantas (1 ) os Srs. Albubuerque. 51 vo-
da naoseachem de todo extinctos ossoffrimen- tos; Silva Vianna, 47; Henriques, 28.
tos da malfadada provincia de S. Pedro do Bio dem (2.*) os Srs Altes dos Santos, 21
Grande do Sul; mas os esforcos do corpo legis- votos; Fernandes Vieira, 20; Almeida ,Ambu-
lativo c do governo, a dedicacao constante dos querque, 20.
subditos leas de V. M. L, o a confianca na Pro- dem (3.a) os Srs. Pacheco Jordao 37
videncia, que tanto tem feito pelo brasil, fazcm votos, Machado. 29; Magalhes e Castro, 28
que o Senado espere que nao tarde odia em Pensoes e Ordenados os Srs. Carneiro da
que triumphe definitivamente nella a justica ea Cuoba, 42votos; Nebias 4!; PacbecoJor-
rasSo E se em todas as mais provincias reina a do 24.
ordem, mesmo naquellas em que inlelizmente Fazenda os Srs. Rezende, 37 votos; Ma-
teaba sido ella alterada, com toda a razo espe- diado Nuncs, 35 ; Sayo, 33.
ra V. M. I. que ella mais se firme agora, depois Justica Civil os Srs. Vas Vieira 36 vo-
do acto benfico da amnista que V. VI. I., ce- tos; Nabuco 33; Mendes dos Santos 30.
dendo aos impulsos de seu coracao generoso,j Justica Criminal os Srs Penido, 36 vo-
se dignou liberalisar: a gratido o afianea, Sr., los; Altes dos Santos, 36; Thomaz Xavier, 36.
c a gratido he caracterstica dos Brasileiros. Diplomacia os Srs. Maciel Monteiro, 47
O Senado reconhece a necessioade de se- votos; Pedro Chaves 34 ; Pereira da Sil-
riase promptas providencias sobre as llancas ejva, 34.
outros mais ramos da publica administracao, e. Marinha e Guerra os Srs. Sergio de Oli-
conta com os auxilios do governo de V. M. I. veira. 40 votos; Reg Barros, 33; Manoel Fe-
para se darem remedios adequados aos males do lizardo 29.
paiz. Se estes sSo grandes, Sr., maior he a con- j Redacco os Srs. Ribeiro, 32 votos; Fer-
fianca que tem o Senado as virtudes de V. M. ra' 29 ; Silva Vianna 28.
I. o no boni sonso nacional; espera pois o Se- Cmaras Municipaes os Srs. Siqueira e
nadoqueaquellesseremediara; os Brasileiros Silva, 28 votos; Graca, 26; Monteiro de Bar-
serao felizes, e o imperio grande e prospero, co- i ros ,'23.
mo tanto desoja V. VI. I., que com toda a ra-
8o conta para isso com a cooperaco do Sena-
do: sim, Sr., ella ser Iranca e leal.
Paco do Senado; 7 de Maio de 1844.
Assemblas Provinciaes os Srs. Bar5o da
Boa-Vista 29 votos ; Eusebio 29 ; Pereira
de Vasconcellos 26.
Commercio, Agricultura, Industria e Artts
Paula Soma. Hollanda CavaUantiA. de os Srs. Visconde de Baependy 28 votos;
Ferreira Penna 27 ; Rios, 21.
Inslruccao Publica os Srs Maciel Mon-
teiro 34 votos ; Pereira Jorge 26; Alvares
Souza e Oliveira Couttnho.
C" MAR DOS SRS. DEPUTADOS.
SessSo de 4 de Maio. Elege-se a mesa: he
< i S Paula Souza, como relator da respec- Ilativa
Presidente o Sr. Cavalcanti Lacerda,Vice-Pre-
sidente Henrique de Rezende, e Secretarios os
Srs. Visconde de Baependi, Luiz Carlos, Fer-
raz e Penna. Principia a eleicao de commis-
ses.
He nomeada urna depulacao para felicitar a
SS. MM. II. pelo feliz consorcio de suas SS.
AA. II.
Levantou-se a sessao por falta de numero.
SessSo de 5. O orador da Deputacao l o
seguinte discurso e resposta do S. M.
Senhor. A Cmara dos Deputados nos
envia para quo em seu nomo congratulemos V.
M. I. pelo feliz consorcio da Senhora Prince/a
Imperial com S. A. I. o Sr. Principe das Uuas
Sicilias Conde d'Aquila.
A Cmara dos Deputados, Senhor nao
poda deixar de apressar-se em manifestar por
esta maneira o jubilo que Ihe causou tao faus-
ta allianca pois preenche os mais ardentes vo
tos do cora?o de V. M. I., estrella ainda mais
os lacos que o prondiao ao Augusto Principe,
afianea a felicidade de urna Augusta Princeza
tao chara aos Brasileiros por tantos ttulos o por
tintas virtudes, o he nova seguranca de que se-
r satisleita a principal condicao de que depen-
de s felicidade publica a prosperidade da rJy-
i de \ M. I. o da monarchia respresen-
de Ar-evedo 19.
Sade Publica os Srs. Paula Candido, 41
votos; Luiz Carlos, 39; Paes de Andrade. 31.
Estatistica e Catechese os Srs D.Jos, 36
votos ; Julio de Miranda 16 ; Sousa Fran-
co 12.
Minas e Bosques os Srs. Carvalbo, 28 vo-
tos ; Simes, 25 ; Pacca 25.
Negocios Ecclesiasticos os Srs. Antunes
Correia 37 votos ; Julio de Miranda 33 ;
Silva, 20.
Petices os Srs. Cajueiro 20 votos; Ras-
tos de Oliveira, 17; Gra^a, 7.
Exame do Thesouro os Srs. Garca de Al-
meida 16 votos, Brrelo Pedroso, 11; Vi-
anna, 11.
O Exm. Sr. Ministro da Marinha e Guerra
16 as seguintes propostas :
Art. 1. As frcas de trra para o anno fi-
nanceiro de 1845 a 1846constaro:
1. Dos Oflciaesde linha de quese compoe
o quadro do exercilo, e os corpos fixos e compa-
nhias fixas.
% 2. De quinze mil pracas de pret de linha,
em circunstancias ordinarias comprehen-
didos os corpos ou companhias fixas as pro-
vincias em que for necessariaesta especiede for-
ra; o de vinte mil em circunstancias extraor-
dinarias.
3, no cscenlas e quarenta e quatro pra-


cas de pret cm companhia de pedestres.
Art. 2. Para se completaren as torcas fua-
das no art, !. continuar 6" m vigor as dispo-
E. e lei de 29 de Vgosto de 1837,
menos a parte era que a mesma lei exime o re-
crutadodo servico mediantes quantia de lOOj
xs, o n vos alistados, sendo voluntario*, ser-
vir i seis muios, e oilo se forem rccratados.
Art. 3, O governo poder abonar s pracas
doscorpos do exercito que, pudendo obter bai-
la, por terem compl.-tado o seu lempo de ser-
vico, quizerem continuar a servir, urna grati-
ficaco igual ao sold daprimeira pracaemquan-
to forem iracas de pret.
Art, 4. A gratilieaco addicionaf dos Ca-
ptfllSes e CirurgiGes do exercito ser de 40S rs.
mensaes; quando porm os mesmos CirurgiGos
forem empregadosem provincias que se acba-
rem em estado de guerra, na qualidade do di-
ires de hospitaes militares em que bouver
mais de um facultativo, ou cuno CirurgiGes-
mores de brigada, divisSo ou ("urca do opera-
-, terlo a gratificacSo de 70j rs.
Art, .'i. NSo havendonumero suficientc de
CirurgiGes militares, podera o governo ajustar
por contrato os que lorem neoessarios por lem-
po limitado e sem pretericao dos Cirurgides el-
Icclivosdo exerc'.to.
Palacio do Rio de Janeiro em O de Main
de 1841. Jernimo Francisco L'oelho.
Augustos e dignissimos Senhores Represen-
tantes da nacao.
De ordem de S. M 0 Imperador e na for-
ma da lei, venho aprasentar-vos a proposta de
fuaco de torcas navaes para o anuo ln iie 1845 a 1840. Kntende o governo que no
dito armo he sufficiento una lorcj igual qui-
se airha presentemente decretada por isso que
subsistem as mesmas necessidades do servido
naval.
Art. 1. As torcas navaes activivas em tempo
ordinario para o anno financeiro que ha de cor-
rer de Jsi:i a 1846 constar de 2,800 pracas
de todas asclasses o dos navios de guerra que o
verno ulgar conveniente armar Em lempo
extraordinario este numero de pracas peder ser
elevado 4,000.
Art. 2 <> corpo de artilharia da marinha
poder ser elevado i seu estado completo.
Art. 3. O corpo de imperiaes marinheiros
ser elevado, logo queseja possivel ao nume-
ro de quatorze companhias com cento e seis
pracas cada urna.
Art. 4. Alm das companhias mencionadas
no artigo antecedente haver outra de apren-
dizes tnarinheiros que poder ser elevada at
ao numero de duzentos menores do idade de
uez at dezesete annos, que ficar addida ao
corpo de imperiaes tnarinheiros.
Art. 5. llavera mais urna companhia de im-
periaes tnarinheiros, com a mesma organisaeSo
c torca quanto as pracas de pret que teemascom-
panhias de imperiaes marinheiros desta corte ,
para o servico e tripolacao d8S barcas canhonei-
ras que existem na provincia de MattoGrosso
Art. li. O governo, para completar as (oreas
ora decretadas, fica autorisado para ajuslnr
maruja a premio ; nacionaes ou estrangeiros ,
c para recrutar na forma da leis em vigor.
Ait 7. Fica tambem autorisado og ivernopa
ra.alm do sold dar as pracas docoroo de arti
Iharia de marinha que, concluindo o seu lempo
de servico, quizerem nelle continuar, urna gra-
tilicai.o igual ao odo de primeira praca, em-
quanto forem pracas de pret, e a recrutar, na
forma das leis, as pracas precisas para comple-
tar a forca do rcf>rido corpo.
Art. 8. Os ijfficiaes de Fazenda e Nutica,
que nao teem gradua oes.bem como os Oiciaes
.Marinheiros nao romprebendidos no decreto n.
2G0, do 1. de ezemhrode 1841. continuarn
a perceher, quando embarcados em navios ar-
mados, o mcio sold que Ibes marca a lei de 1a
de Outuhrode 1836. Os CirurgiGes e Capel les
da armada venceto tambera a gratificacSo de
40,000 rs. mensaes quando embarcados ou el-
fectivamente empregados nos hospitaes.
Art. (i. A gratificarlo addicional dos Cirur-
gioese Capeliesda Artilharia da marinha sera
tambem de 40 000 rs. mensaes.
Art 10. Os .Marinheiros em geral que por
motivos de servico se inhabilitaren! gara conti-
nuado activamente serio conservados com seus
vencimentos nos arsenaes e estabelecimentos de
marinha em que algum servico posso prestar.
Os inleiramenle inutilisados conservaras seus
vencimentos e serlo recolbidos ao asylode in
validos do exercito, at que urna lei permanen-
te regule sua sorte e a daquelles.
Palacio do Rio de Janeiro, em 6 de Maio de
1844.Jeronymo Francisco l'oelho
Levanta-se a sessio por falta de numero.
BAHA.
Temos noticias circunstanciadas dePilao Ar-
,, .. em geral das comarcas de Sonto
-,, i'i meisco. < Senhot Doi n I i
herio entrou na villa dePilo Arcado no dia 2
de Abril, ievandode fgida em sua frente Mi-
lita o eTrffa tropa, que em caminho se havioen-
tricheirado em alguns pontos e que ficavao em
urna fazenda do termo de Chique-cbique, com
cerca de 300 homens. O Sr. Tiberio logo que
entrou em terrenos do seu municipio ofbiou s
autoridades annunciandoachar-se em exercicio
de suas funccOes; mas seus ollicios, sendo aber-
I tos pelos caulilhos do Milita, foro por elles
devolvidos, duendo-se ao portador que a res-
posta seria bulla e mais bulla A villa de Pil-
lao Arcado loi em grande parte incendiada, e
' o seria totalmente se por mais algumas horas
: demorasse o Sr. Tiberio a sua entrada, pois que
nao queriao os facciosos deixar-lbe quartel em
que se podesse alojar. A torca do governo sobe
a 500 homens, sendo apenas cento e tantas pra-
cas de tropa de linha, eo mais Guarda Nacio-
nal com a qual se nao pude contar, atiento o
seu estado de indisciplina. .
Assim, pois, pela resposla dos caudilhos de.
Militad, se ve que as suas disposicGes sao deci-
didamente bellicas, e da leitura minuciosa das
noticias, se col I i ge de que importancia he a
mi^ao incumbida ao muito digno Delegado de
Polica do Pillo Arcado. D'ellas resulta que a
se nao acudir com forca regular, e outros meios
ao Sr. Tiberio deve-se temer a prolongarlo da
revolt i no serta,) que ao depois se tornar de
dilK'il extinecao. Pela nossa parte apenas
confiamos alli na auloridade que secha testa
das torcas do Governo. pois sabemos que o Sr.
Tiberio, reunido ao hbil e circunspecto Sr.
MajorKelly, tem empreado par da necesa-
ria prudencia e conveniente politica toda a e-
nergin, vigilancia e actividade de que he capaz.
Oeosqueira que o Governo de S. M. saiba al-
^uni dia devidamente premiar esses cidndaos
que com abnegado de todos os seus commodos
e interesses, alli vao expr seus dias s filadas
iie um pugillo de malleitores. Abaixotrans-
crevemos a proclamacao que o Sr. Tiberio fez
publicar, logo que chegou a Pilao Arcado.
assignados 9:826,740 0:828,630
574,875
Plvora 50 por% a
dinheiro
Vinhos, e lqui-
dos espirituo-
sos : a saber
48 '/ por % a di-
nheiro 1:610,879
48 '/' por % em
assignados 15:090,783 16:701,662
Diversas merca-
dorias : a sa-
ber
15 por40 a di-
nheiro 17:578,094
1 a por 'o em as- .nn~~*a
signados 83:279,682 100:85 i, 6
e 27 e pague o embargante as custas, em que
ocondemno. Recife, 18 de Novembrode 1841
Francisco JoSo Carneiro da Cunha.
A CCO l RAO.
Accordioem Relaco : que bem julgado foi
peloJi'iz recorrido em sua sentenga a tobas,
de queso appella a qual confirmSo por alguns
de seus fundamentos altentos os autos, e dispo-
sicGes de direito c pague o appellante as cus-
tes. Recite, 18 de Maio de 1844.-//Wo-
Siqueira PonceCirqueita 1 elles de
Mtnezes Domingues.
IMibcacao a pedido.
Joias 5 por /o ad-
dcional
Armazenagem de 3 / por
Reexportacrsode 2 por o o
Expediente de 1 por o o
Gneros nacionaes '' por o'o
Premios dos assignados por o o
Armazenagem de '/ por o/o
Emolumentos de ccrlidGes
Sellos dos despachos
Imposto de 240 rs. por alqueires
de sal
Multas
36,000
25:545,33o
166,320
11:460,424
24.892
2:434,355
261,331
8.440
762,248
144.000
664.687
Receita Geral
Dila applicada
RS.__ 169:440,975
143:893,640
25:545.335
Rs._ 169:440,975
O Escrivo d'AKandega ,
Jacorn Gerardo Maria Lumachi de Mello.
PROCLAMACAO.
Haliitantesde Pilao ArcadoUrna dssencao
particular tem feito desapparecer d'enlre v>s a
paz; e a tranquillidade publica; seus calamito-
sos efleilos, ch'gando ao conhecimento do Go-
verno de S. M. o Imperador desvelado em
garantiros direitos e seguranca de seus fiis
subditos, foro causa departir para esta villa a
expedico que acaba de chegar, a qual com a
bandeira da ordem promover o restabeleci-
mento, e conservaciio della, coadjuvando para
isso as autoridades legtimamente constituidas.
Nomeado Juiz municipal, de Orpbaos, e Dele-
gado d'este termo, e secundado pelas luzes, e
rectidao do novo Juiz de Direito da comarca ,
espero merecer vossa confianca na administra
co da justica, que de tinta imparcalidade ser,
(juanto diligente, e forle a polica na preven-
c;"i dos crimes, e prizao dos criminosos. ^ oltai
pois vossas moradas, c orcupacops' descancai
a sombra das leis, que tero religiosa observan-
cia ; depositai ante a jutica vosas offensas.
e s d ella esperai a reparaco, que vos tor de-
vida. Anda aquelles, que, pelo desvario das
jaixGes, deveretn urna expia^ao de seus crimes,
! pdem ser bons cidadaos noexemplo lesubmis-
sfio ao julgamento dos Jui/.es, etribunaes, c
de obediencia as autoridades; c o sincero arre-
pendimento, seguido de um procedimento re-
grado, os rebahilitao perante o socedade, a
que pertencem, e o Governo. que os prolege
Viva S. M. o Imperador Viva a Constitu'cao
do Imperio Viva a SantaPeligiao Vvanos
defensores, e sustentculos da ordem Pilo
Arcado 2 de Abril de 1844. Alvaro Tibe-
rio de Morco vo e Lima.
iiiuiiu i!!*: pEBumimi.
j.i .. ni WtS^BSOBSBm
O prelo Manoel, escravode Jos Fernandes
Rastos, que honlem dssemos ia hoje (3) en-
trar em julgamento, foi condemnado pena de
morte.
_... .i, .i.i.'____i.L ....J_i.____-L J-- -1.------------'
Correspondencia.
Pelo vapor da Norte parle tambem para O-
linda um dos mais brilhantes ornamentos da
tribuna provincial da Rahia o Sr. Dr. Za-
charias de Ges o Vasconcellos, que deixa en-
tre ni'S a mais brilhante e solida reputaiaode
hornera probo e illustrado.alem de muilos afTei-
coadose innmeros amigos O Sr. Zacharias
pode contar que o Cummercio, fiel i missao de
fazer jostra ao mrito, caos homens estudio-
sos e de genio, nao se esquecera de recommen-
dal-o em lempo ao voto d aquelles de seus com-
provincianos que menosprezando a caballa,
saliera procurar para representantes dos seus
interesses os mais ntelligentese honestos can-
didatos.
['Estes arligos sSo c.ctrahidos do Commercio,
olha que foi ulira-opjwicionisla.)
PE,
.'
W I II !' IIUM WIMM^l^i^
lU.ndimento total d'JI/andega de Pernambuco
no met (/' Maio de 1844.
Rendimcnlo total 169:440,975
Cb 50por" a di-
nheiro
50 por 6 o em
1,890
Srs. Itedactores.
Cumprindo-me levar aoconhecimento do res-
peitavel publico a injustiga com que tem pre-
tendido, e contina a prejudicar me, o Sr Ren
to Jos da Costa usufruiodo a 5 annos ( incom-
pletos) sem Ihe pertencerem o enj-onhu Curado,
e o sitio Cumbe, oppondo-se contra as mais sa-
lientes decisoes, a que sejao ellas divididas con
forme as porcGes ereditarias, que me perten-
cem pelas compras, que fu aos respectivos her-
deiros descriptos no inventario a que se est
procedendo pelo Juizo de Orpbaos desta cidade,
Escrivo Pcreira : Ihe rogo a publicaco desta.
e da sentenca c Accordao abaixo por copia
transcriptos pelo que Ibes ser5 obrigado o seu
assignante. Jos Joaquim Bizerra Caval-
canti.
SENTENCA.
Vistos estes autos a folhas 1 folhasll ,
consta que por parte de Maria Francisca dos
Anjos ultima administradora dos bens vincula
dos, foi requerido inventario descriptos os
bens, e declarados os berdeiros, ea folhas 20.
nomeado inventariante o marido d'essa admi-
nistradora,se mandou a lolbas 18 proceder a par
tilha a que apparecro em opposic,o os em-
bargos a folhas 34 com o lundamento da falta
de babilitacao dos herdeiros, embargos que.
sendo recebidos a folhas 36, fro desprezados i
hasfol 62 e foi finalmente a folhas 81 julgado
nullo todo o processado de folhas 81 escudo
essa sentenc,a passada era julgado ten de ver
sar a decisiio sobre os embargos a folhas 34 ; e
como pelo art 14 da disposicao provisoria, eart
33 do regulamenlo de 15 de Marco do corrente
anno nao posso ser admissiveis ( segundo di
go) embargos antes de sentenca final, e esta nfio
tenha havido enera he definitiva a de folhas
18 e nao se negu a qualidade de herdeiros
aos mencionados a folhas 2 e nem conste, que
o embargante seja procurador de 'I hereza v
de seus herdeiros e nao Ihe compita allegar
direito de terceiro, Assento de 22 de Novembro
de 1749 e se deve banir do processo do inven
tario questoes que evidentemente s lendem a
retardar as partilbas, para quem tem os bens de
baixo do seu poder physico ir lucrando os con-
tra a littcral disposicao da ordenarlo do livro 4.
titulo 96, 12. el3: mando, que se pro-
ceda a partilba, com a iguablade de direito, fi
cando a partes salvo o direito de pelos meios
competentes alegarem o direito, que Ihes com-
petir depois de feitas as parlilhas COI
caso ensina Velare de partit.capitulo 2.,n.26,
Sr Redactor. A barca portugueza Pella
Xnqela muito conhecida na carreira de Lis-
boa ao Rio do Janeiro onde tem fefo sen.pre
c continuadamente viagens nao tendo desta
vezachadofretetaofavoravel,directamen(edeste
porto para o da capital de Portugal como di-
rigin lo-se primeramente a Angola -e de la en-
loseguindo para seu destino conlratou car-
ga da praca com esta direccao ; e depois de ha-
ver-sc legalrnenle despachado, sahia deste por-
to no dia 7 do corrente Maio. Logo ao sabir
da barra foi detida a milha e meia da Rasa ,
pelo brigue de guerra inglez Dolphm que a
conduzio de novo a este porto onde"entrou no
,lia 9, pelas 2 horas da tarde. Deve notar-so
que, durante os dous dias que esleve detida
fura do barra consenou a bandeira de sua na-
cao aorada at chegar s fortalezas da barra ,
e ubi Ihe arrerao a bandeira portugueza e ica-
rio a ingleza. O fado da detenco a urna e
meia milha da Rasa he um insulto feito nacao
brasileira porque aprisionaiao um navio por-
tuguez nos seus mares territoriaes alm de o
a%ravarem pela circutnstancia de na occasiSo
de"passarem as fortalezas icardm a bandeira
ingleza cm um navio sabido deste porto com a
portugueza. Veio Tundear perto da prosigan-
ga ingleza e ah descarregou para Saveiros,
nao se encontrando a seu bordo objecto algum
de suspeita pois que toda a carga era licita e
foi despachada legalmente. Consta que os mes-
mos apresadores dissero que Ihe nao encontra-
do nada que que causasse suspeita e que a-
penas not-rao alguraa irregularidade no mani-
fest. Deve-se notar que o navio levava 20
pessoas de tripolacao o 17 passageiros e que
os mantimentos para rancho desles e da tripo-
lacao bem como as forragens para lOcaval-
los que levavao no convez supposto se tivesse-
despacbado tudo legalmente no Consulado Bra
/ileiro comtudo nao ia incluido no manifest
leito na Legaco Portugueza, por serem objectos
de consumo durante a viagem e por conse-
quencia nao faziao parte da carga nem be
costume manifestar se no porto da sabida os ob-
jectos de rancho cujas sobras se manifestao
chegada do po.'to onde o navio se destina; e
mesmo ainda que por acaso se encontrasse al-
guns volumes fazendo parte da carga fra do
manifest, nao era isso motivo de detenco ,
urna vez que nao fossei.i objectos dos especifi-
cados no famoso bil de lo.'d Palmerston como
indicios de trafico de negros; porque aqu mes-
mo na Allandega do Rio de Jai.eiro se esta ven-
do que todos os navios, vindo de pprtos estran-
geiros, inclusive os portuguezes, i',ra/em mul-
ta carga fra do manifest e a mal"**0 na
occasiao de darem entrada na Alfandegc.1 Por~
tanto dado o caso de que a hordo da #e''a
angela cncontrassem alguma carga qae nao es-
tivesse no manifest nao era isso motivo de
suspeita porque muitas vezes acontece despa-
charse carga depois do manifest fechado a
s se manifesta chegada do porto onde o na-
vio se destina.
Ora toda a praca do Rio de Janeiro sabe
que a Relia Angela nunca se empregou no tra-
fico de Africanos nem agora mesmo ha a me-
nor suspeita a seu respeito ; mas um caso acon-
tecido na vespera da sua sabida deo causa este
apresiimento, segundo he voz publica, era con-
sequencia da denuncia dada aos Ingle/es por
Joaquim de Paula Guedes Alcanlortdo espi-
ao assalariado por elles, e ha toda a razo de
se suppr ser elle o denunciante ; porque, di-
rigindo-se no dia 6 do corrente casa de um dos
interessados no carregamento da barca. Ihe dis-
sc que sabia que ella sabia para Angola no da
seguinte eque. se queria evitar que lossere-
gistadada pelos cru/adores Ingleses elle poda
obstar a isso pois que tinba toda a ingerencia
com elles ; o interessado, vendo que semelhan-
te proposicao era para obter dinheiro respon-
deo-lhe com desprezo que Ihe era indifbrentc
que a barca fotse ou nao regtstada porquan-
to nao se destinava a commercio illicito nem
levava nada que a compromettesse.
Tudo isto se paSSOU petante mais quatro pes-
soas que se achavo enl8o presentes duasdas
ques foro de passagem na mesma barca. He' ;
publica que o dito Alcanforado recebe 200j rii
navio que se destina daqui para 8 cos-
ta d'Africa eque os consignatarios Ihe dio
--1


fcl
*") >'.^ftrw:;irM*r->ief*.,5""e
registe
Recife31 de Maio de 1844..fffio Navegante bAmNim, as quaess-
de Serpa Brandlo, mente pdm receber passageiros, o escravos a
. ii___'..i.. .,ni<>niUr.i> nirn
antia paraevitarcm osincommonosaeum i rn"" '" ""------ i i m c, Rmnn \ntnnio ue aeipo '". ------ -
nglez, embura os navios naolcvem nada \ eebol&i. 1 caixote .gnora-se. 28 moios de sal, III... S*. Bruno Amonio ae Jrovncia I (relo M pretendentes pdem en.ender-se core
que0S comprometa. Ora, co.no nao .he qui-1 a Mendos Oliveira. ^ __ ^ ^ ^"^J*"-" *"....." "" **"*
zerao dar nada pela saluda da Bella Angela,
antes o tratro com odesprczo que mereca,
razio ha para suppr que foi elle o denunciante,
gmente para se vingar do desprezo com que
foi trotado.
Dizem que adenuncia constava de que aBe/-
ia Angela levava muita agoada, grande porco
defannha de mandioca caldcira e muito di-
nheiro e que levava 10 cavados para pretexto
da grande porco de agoa que sahindo a
barra seriao morios os cavados para se econo-
uiisar a agoa que devia servir para a volta. Ora,
os apresadores j'hode estar convencidos da
falsidao de semelhante denuncia porquanto
os cavados cro todos do valor de 200. ris,
para cima onde ia um que tinha sido da corn-
panhia equestre que ha pouco estove nesta cor-
te e por consequencia nao podio ser para
se tnatarem lora da barra porque nesse caso
iriao cavados muito ordinarios ; e tambem de-
verio ver que o navio nao levava easa grande
quantidade de agoa porque apenas io 50 pi-
pas que na rcalidade he liem pouco para 37
pessoas 10 cavados, 4 vitellus 8 porcos, 20
leites 14 carneiros e 350 gallinhas para
urna viagem que se calcula de 60 das pura um
navio pouco veleiro como he a Bella ngela ;
e a respeito da grande quantidade de farinha de
mandioca apenas Icvnva 24 saccas; quanlo
agrande quantidade edinheiro, so se achou
nos bahs dos passageiros e cOficiaes do navio
327 1|2 pecas de 6,40(1 ris e 69 112 pesos te-
to entre todos elles notando-se que o que le-
vava maior porco no seu bab na excedia a
37 pecas, oiitro 35, e excepeo de mais dous
que levav'j 30 e 25 ; todos os mais levavo de
20 para menos : respeito caldeira s Ihe
haviajde achar aspanellas indi-pensaveis para
a tripolacao e passageiros.
Apezar porm de so nao encontrar nada a
bordo quecausasse suspeita a mandarlo parA
o Cali da Boa Esperanea para onde sabio no
dia 14 acoinpanhada de um brigue de guerra
i nglez: no acto da visita da sabida pode o capi-
tao e alguns passageiros deilarem ao escaler al-
guns hilhetos para os seus amigos parlicipan-
do-lhes o mao trato que tinhao tii]o dos Ingle
zas, os quaes Ihes tiraro esse pouco dinhmo
que cada um levava para as suas primeiras des-
peras a chegada do porto privando-os de um
Judo ,,jdjzem que at da propria roupa ape-
zar de nao encontraren) nada no navio que cau-
sasse suspeita chegando o desaforo dos In-
gle/es a tal ponto que rasgrao o protesto que
o capitao tinha feito fura da barra ; e fazendo
outro depois de estar ja fundeado neste porto ,
0 rasgacao tambem.
Por esta exposico feita com toda a verdade
conhecer o publico o inslito procedimentn
dos cruzadores britannicos na guerra desapie-
dtde que lazem ao comrnercio licito com o pre-
texto de perseguir o trafico ; he plano forjado,
e os governos portuguez e brasilciro devem abrir
osolbos. O consignatario e carregadores leem
protestado competentemente, e nao cedem seu
direito embora a frca brilannica por ora o
tenha obstado. Luiz de Queiroz Monteiro
llegadas.
Kio de Janeiro, 15 de Maio de 1844.
36 alguidares, 30 taita ; Jos Pereira.
1 caixote impressos ; a Joo Jos de Carva-
Iho Moraes.
1 dito ignora-sc ; aordem. t
2 volumes com drogas ; a Vicente Jos de
Brito. .
1 caixote ignora-so ; a Francisco Das Per
reir.
4 caixascom cha ; a Manoel Ferreira Lima.
1 barrica ignora-so; a Jos Antonio Gomes
Jnior.
5caiiasdito; a Manoel Joaquim Ramos &
Silva.
2 volumes dito; a Manoel Joaquim Goncal-
ves da Silva.
5 pipas com vinagre. 10 ancoretas azeilonas;
a Manoel dos Santos Franco.
2 caixotes ignora-se; a Fernando Antonio
Fidi.
llovimenlo do Porto
Manoel Jote Bibeiro.
Retardo dotobjecto perdidos na mala a gue te
refere o annuncio supra.
Um oficio do Exm. Sr Presidente desta
provincia, ao Exm. Presidente da da l ara-
m dito do dito dita ao Exm. Presi-
dente da de Sergipe.
Um dito do dito dita, ao CommaDdante da
divisao do centro.
Dito do Exm. Hispo desta provincia ao
Provincial dos Carmelitas._________,------
Dous ditos do Commandanle do brigue Ui-
liope ao Commandnite da diviso do centro.
Urna mala do Correio do Bio Grande do
Norte ao Correio da Babia.
Navios entrados no dia 2.
Bahia; 6 dias brigue-escuna brasileiro Fide-
lidad*, commandanle capilo-tenente An -
tonio Francisco Pereira.
Figueira ; 30 dias brigue portuguez Josephi-
na Emilia de 168 toneladas capitao Izi-
dro Ayresde GovCa cquipagem 18 carga
vinho.
Navio sahido no mesnw dia.
Philadelphia ; barca americana Naname ca-
pitao Col carga assucar.
EiU 1.
6 Oldm. Sr. Inspector da Thesouraria
das rendas provinciaes manda fazer publico ,
que em virtude da Lei perante a mesma The
souraria se bao de arrematar em hasta publica
a quem mais der nos dias 5, 7, e 8, dejunho
prximo vindouro pelas 11 horas da manh,
os seguintes Impostes.
1. Dois mil e quinhentos reis por cabeca
de gado vaceum que fer consumido.
2.o Dizimo do gado cavallar.
3. Ctearenta reis por cada caada de bebidas
espirituosas do consumo da provincia, excepto a
agurdente de fabrico nacional, sendo feita a
arrecadaco no Municipio do Becife.
A arrecadaco de cada um dos rendimentos
ser leita por tempode trez annos contados do
!. de Julho de 1844 a 30 de Junho de 1847,
e*dividida segundo os diversos Municipios da
provincia com excepeo do imposto de 40 rs.
sobre as bebidas espirituosas.
As pessoas que se proposerem a estas arre-
matares compareci na sala das sessesda so-
bredila Thesouraria nos das a cima indicados
munidas de liadores idneos, e competente-
mente habilitadas.
E para constar mandou o mesmo Sr. Inspec-
tor alixar o presente, e publicar pela im-
prensa.
Si-cretaria da Thesouraria das rendas pro-
vinciaes de Pernaml)Uco2de maiode 1844.
O Secretario Luiz da Costa Porto-carrei-
ro. (32.)
____. j. jl-l.jl--"-?---'-- ht--n-n-rTf >
Declaracoes.
Urna dita do dito dito, ao dito de Sergipe,
Cartas com porte.
10 cartas de 30 ; 1 dita do 120; 3 ditas do
1S0; 1 dita de 60; 1 dita de 630; somma 16
cartas.
Cartas com sellos 34.
_ Exislem no Lorreio cartas seguras pa-
ra os Srs. : Manoel Joaquim do Bego e Albu-
querque e Thom Carlos Peretli.
1 OEscrivao e Administrador da Mesa de
de Rendas Internas Provinciaes desta cidade ,
abaixo assignado faz. constar a todos os pro-
pietarios do predios urbanos Jesta cidade e po-
voacao dos A (Togados, quedo 1 do corrente
mez se conlao os 36 dias marcados por le para
pagamento a bocea do colre da respectiva deci
Bia, do 2 semestre do corrente anno linancci-
ro.'efindo esse praso se proceder excesiva-
mente contra todos os devedores. E pa que
0 referido chegue a noticia do todos mandei a-
fixar o presente e publiol-o pela imprensa. Be
rile 3 de Junho de 1844. (13)
Luiz Francisco de Mello Cavalcanti.
1 COMPANHIA DO BEB1BIBE.
Ocaixada companhia do Bebiribe, tendo de
darcontasao Administrador, lembra aos Srs.
| accionistas que se achao em atrazo. queirSo
1 realisar as suas entradas at o dia 20 do cor-
rente; certos de que se pora em execuco o ar-
tigo 9 dos estatutos sobre todos aquellos, que
at o referido dia nao tiverem completado os
26 por cento. que se teem pedido. Becife 3 de
Junho do 1844. (10)
2 Collectoria da Cidade de Ohnda.
O collector da decima e mais impostes da ci-
dade delinda, faz publico que a todos os
seus codectados que no prximo mez de Junho.
he o marcado para a cobranca a boca do cofre .
na casa da Cmara respectiva de todos os im-
postes a seu cargo e lindo este praso procede-
r executivamente contra os omissos: assim co
mo avisa a todos os Srs. que possuem escravos
marticulados, que o mesmo mez de Junho be
o marcado na lei para avista dos documentos
que apresentarem dar-se baixa aos escravos
que tiverem fallecido, ou mudado de domicilio,
6 malricular-se os que possuirem de novo. Col
lectoria de Olinda 22 de Maio de 1844, Es
crivao, Joo Guncalves Rodrigues Franga(lG)
os consignatarios Amurim Irmaos, na raida
Cadeian. 45. y>
1 Para Lisboa segu viagem em poucosdias
o brigue portuguez .V Domingos, capitao Ma-
noel Goncalvcs Vianna ; para carga, ou passa-
geiros, trata-se com os seus consignatarios Men-
dos i\ Oliveira OU com o referido capitao. (5)
1 Para o Bio do Janeiro segu viagem em
poucos dias o brigue brasileiro Dos Te-guarde,
por ter seu carregamenlo prompto recebe so-
monte passageiros ; para o que trata-se na ra
da Cadeia velha armazein u 12 ou com o ca-
pitao Manoel l.uiz dos Santos. (6)
1__Para o Rio de Janeiro o brigue america-
no Feliz, que deve chegar do Ass oestes dias,
e s tem de demorar se neste porto 24 horas ,
recebe passageiros e escravos a frete ; os pro-
tendentes dirijao-se com antecedencia ao con-
signatario Manoel Joaquim Pedro da Costa, na
ra da Cadeia n. 51. I''
Leiloes.
2 John Mariatt far leilao, por interven-
co do corretor Oliveira de toda a mobilia de
sua casa consistindo em cadeiras tintos, so-
fas, marque/as, bancas de jogo. mesas de jan-
tar e outras mesa redonda de meio de sala,
lampioes apparelhosde louca. e para cha, vi-
dros utensilios completos de co/inha, e mui-
tos outros arligos de muita Qtilidade : quarta-
feira, 5 de Junho, s 10 horas da manhaa. na
dita casa de sua residencia na ra Formoz.a n.
15 prxima a do lllm. Sr. Inspector da The-
souraria Geral. (1-)
2 Kalkmann o & Bosenmund faro leilao ,
por intervengo do corretor Oliveira, de um
esplendido sortimento de fazendas francezas ,
suissas, e allemaes, de seda, linbo, c algodo
as mais proprias d'este mercado : terca-feira 4
de Junho as 10 horas da manhaa no seu ar-
mazem, ruada Cruz. (7)
Avisos diversos.
._ji._
Avisos martimos.
Alfandega.
Bendimento do dia 3.......... 1:165*654
PescarregaO hoje 4-
Brigue portuguez 5. Domingos lagdo |
Brigue inglez F.lisabelte Beynon diversos
gneros.
Brigue Polidora garraloes e queijos.
1MPOUTACA.
5 Domingos brigue portugus, vindo de
Lisboa, entrado no mez p p. ', consignado a
Monde*& Oliveira. Manilestou o seguinte :
400 varas de lagdo, 1 caixote com impres-
sos; a Francisco Severianno Babello.
1 dito com ditos; a Silva & Fragoso.
1 barril carnes; ao Dr. Joaquim de Aquino
Fonseca.
4 caixas chapeos ; a Joo Pinto de Lomos &
Flho.
35 barris manteiga ; a N. O. Bieber & C.
100 barricas farelln ; a Domingos Goncal-
ves \ ianna.
10 pipas vinho, 10 ditas vinagre, 1 caixote
ob as de lati ; a Manoel (ioncalves Vianna.
10 barris vinho, 10 ditos carnes, 3 ditos a-
/t'itt' ; a Francisco Julo df Barros.
) ditos drogas a Saisset & C.
6 caixas chapeos ; a Luiz Antonio do Si-
queira.
3 litas drogas ;
leira.
Domingos da Silva Tei-
1 bab cakado; a Joaquim Xavier da Maia.
Pela Administracao do Correio Geral des-
ta cidade se noticia que tedas as correspon-
dencias contidas na mala por ella expedida para
o Correio Geral da cidade da Baha, no da 17
dopassbdo Maio. pelo patacho 5. Jos Vence-
dor, constante da infrascripta relac,o, tudo se
perdeo; por occasiao do infeliz acontecimento
succedido no referido patacho, segundo as par-
ticipa* oes oiciciaes do Capitao do mencionado
patacho, abaixo transcritas. Correio de Per-
nambuco 31 de Maio de 1844.
Bruno enlomo de .^erpa Brando ,
Administrador do Correio.
lllm. Sr.Participo a V. S., que o pata-
cho nacional S. Jos Vencedor do mcu comman-
00, que desta segua para a Babia foi mettido a
pique na madrugada de 20do corrente por urna
balieira americana na altura de S. Bento, nao
escapando seno a tripolacao do mesmo pata-
cho, com a roupa do corpo: o que Ihe commu
nico para sua intelligencia. Dos guarde a V.
S. Becife p de Maio de 1844. Idm. Sr
ISruno Antonio de Serpa Brandao Adminis-
trador (.eral do Correio desta provincia. Ma-
noel Jos Ribeiro.
lllm. M. Tendo recebido o oficio de V.
S. .latado de hontem, ao mesmo respondo =
A mala que recebi dessa Administrarlo em 17
do corrente para entregar na Bahia perdeo-se,
assim coreo tudo O mais quecontinha a bordo
do ex-patacho nacional \ Jos Vencedor, nao
se salvando seno a tripolacao da 'elerida em-
barcarlo : o quo commuuico a V. S. para sua
Frea se para qualquer parte da Europa o
brigue inglez Eiizabeiie Beynon de pnmci-
ra marcha, com duzootas evinteduas tonela-
das : na ra da Cruz, casa n. 13 de Ridgnay
Jamson & C.
Para o Aracaty sahir com muita brevida-
do a sumaca brasileira Felicidadc mestre Ig-
nacio Marques; quem na mesma quizer carre
gar ou ir do passagem entenda-se com seu pro-
pietario Antonio Joaquim de Souza Bibeiro na
ra da Cadeie do Recife n. 18.
__Para o Maranho sai em poucos dias o bem
conhecido brigue escuna nacional Laura re-
cebe somente passageiros, para o que tem ex
cellentes commodos : trata-se com o Capitao
Antonio Ferreira da Silva Santos, ou com No
vaes&C. na ra da Cruz n. 37.
A barca portugueza N. Scnhora da Boa-
viagem Capitao Jos Dias Correia da Silva ,
por estes dias ebegar do Rio de Janeiro a este
porto o muito breve seguir viagem para a
cidade do Porte por ja ter parte de seu carre-
gamenlo engajado para carga e passageiros :
trata-se com Francisco Alves da Cunha na ra
estreita do Rozario n. 13.
Freta-se para qualquer porto da Europa o
muito velleiro brigue inglez Sea, Capitao Ast-
wood, deprimeira classe forrado e encavi-
Ihado de cobre ; os pretendentes dirijo se aos
consignatarios M. Calmont & C.
__ Para o Aracaty o hiato Flor de Laran-
__O Portuguez que estiver as circunstan-
cias de ser caixeiro do urna loja no serto di-
rija-so a ra estreita do Rozario sobrado n. 8 ;
adverte-se que nao exceda de 16 annos de
idade.
__O Sr. que annunciou querer vender um
sitio perto da pra<;a dirija se a ra d'Alegria
n 9 ; e tambem afora-se 40 a 100o bracasde
Ierra tendo baixa.
Boga seaoSr. que por engao tirou urna
carta do Correio vinda do Norte para Jos da
Silva haja de entre^al-u na ra Nova n. 14 ,
ainda que se achc aberta.
__Continua-sea tirar passaportes tanto para
dentro como para lora do imperio, assim como
para escravos tudo com brevidade ; no Atter-
io da Boa-vista loja n. 48, ou na ra do Col-
legit n. 1, no 1. andar.
Precisa-se de urna molher de idade que
saiba lavar, engommar, e cosinhar, para ama
do hoincm solteiro ; quem estiver nestas cir-
cunstancias, dando fiador a sua conducta, di-
rija-so ao sitio do Exm. Sr. Manoel de Car-
valho Paesde Andrado no Corredor do Bispo.
rrciioiiii? G pGSC
^
geiras segu viagem at 15 do corrente, poUej; guel Jos Borges (ou Bcrges);
o seu carregamenlo prompto ; quem quizer ir
de passapom, dirija-se a ra da Cadeia do Be-
cife loja de fazendas n. 37.
1 Para o Bio de Janeiro seguom em pou- _
eos das (permittindo o tempo) as sumacas ton.\ ra do Qoeimado n, 9.
1 Previne-so so ^:
das agoa'ardentes, que se deixou de vender tal
genero na venda da ra do Bangel n. 5, pois
se acha fechada desde o dia 30 de Maio p. p.(4)
FREMONT PABBICANTE DE PIANNOS
2 DE PABIZ.
RU.V NOVA N. 2.
Frederico Fremont, morador na ra Nova n.
2, sobrado cuja entrada be pela travessa dos
Expostos, avisa ao rcspeitavel publico desta ci-
dade, que elle nao s afina piannos por preco
muito commodo, as casas, ondeo chamarem,
e a hora que mais convier aos seus Ireguezes ,
senao que como fabricante destes instrumentos,
os concerta de tudo c Ihes remedeia qualquer
deeito, ou em casa de seus proprios donos, ou
na sua : os Senborcs que se quizerem utilisar
doseu prestimo, podem dirigir-se ao referido
sobrado qualquer hora do dia, e espera o an-
uunciantc nao desmerecer nesta cidade do con-
cedo, de que gozou por alguns annos em Pa-
riz, onde aprendeo e exerceo o seu oficio. (18)
Offerecc-se, um homem capaz e'que
tem os quesitos necessarios para cobrar dividas
nesta pra?a o lora ou para administrador de
engenho, para o que dar fiador a sua conduc-
ta ; quem do seu prestimo se quizer utilisar ,
annuncie.
1 Precisa-sc fallar para negocio de inte-
rnase aos Srs. Bernardino d'Annunciaclo.e Mi-
na ra do Vi-
gario n. 21. (*)
Deseja-se saber a moradia do Sr. Joo
Jos Rodrigues, que vcio ba pouco tempo. da ci-
dade da Babia ; a negocio de seu interese, na


fi -NA BOTICA.KARM\ZEM DEDRO-
GtS, NA lil a DASi.VDRK DE DOS, N 1.
\ endem se as preplaracdea seguales por pre-
co mulo cmala lo o de superior qualidade.
Gregory't' Powdtr.
4
Ni
ao havera pessoa
uso deste medicamento em qualqucr partedo
Globos que nao tenha sentido seus beneficios.
Os seus elidios principos be serum ptimo
purgante estomtico e mait til as doen-
cesdofigado, hoco, &c. c. as Indias, on-
de tanto progridem e tantos estragos produzem
constantemente estas dooncas, s5o raras as pes-
soas, que nao tem conhecimento doshonsof-
feitos (leste remedio () menino o vclho de
crepito e finalmente lejo, que Ihe seja confiada ; quera o pretender
| dirija-se a na do Rangel n. 3. 8)
i Corrcro-se folhas e tiro-se passapor-
tes para dentro e lora do imperio, o despacho-
'so escravos, ludo corn multa brevidade e par
urna que tenha foito 1",'v'' commodo ; na ra do Rangel n. 34. (4,
,i aualmier nartnrin ~ A R8S8oa (IU0 "nunciou querer vender
idadedavida, pdem semn^V,,,, Lr do os sDn',es- "*"* entregue, (6.
uso (leste medicnenlo ,.;, ir..;i. i,,i.. ~. PrL'C'sa-se de um cont de res a premio ,
uso (leste medicamento cojos effeitos sai u la-
res nos fatem jnlgar urna inspiracBo divina ao
genio sabio, e pbilantropico deseu autor. A
dose deste medicamento he urna ou duas colhe-
pessoa q
urna canda de vender agua dirija-se a Fra-
de-portas n. 88, ou annuncie sua mo'ada
Accefta-se um ou dous meninos para se
ensinar a ler, dando-se o sustento; quem pre-
tender dirija-so a ra do Rangel n. 3.
1 No da primeiro do correte, querendo
um moleque vender ouempenhar urna caixa
de prata do tabaco, Ihe foi apprehendida ,
por se desconfiar ser furtada ; quem for seu
dono, dirija-se as Cinco-pontasn. 3, que dan-
do os signaes, Ihe ser .entregue. (6/
res de cha misturado com agua duas ou tres ve-
es por da.
N i mesma casa tambem se venden tintas, e
todos os outros objectos de pintura ; vernizes
do superior qualidade entre ellos bum perfei-
lamente branco e que se podo applicar sobre
( a pintura mais delicada sm que produza al-
teraco algumn em sua cor primitiva. Arrow-
Rootde Bermuda ; Sag ; Sabonetes; Sa>5o
de Windsor ; Agua de Seidlitz ; Limonada
gasoza ; Tinta superior para eserever ; Perfu-
maras inglesas; Fundas elsticas de patento,
Escoras, rpa paradentes; Paslilhasde ma-
neto do morphina, e pecacuanha; bul li-
nissimo proprio para ailar roupa Pos de soi-
liU, o de soda ; Pastihas de bi-carbonato
de soda o gingibre ; As vefdadeiras pirulas
vegetaes universaes do I). Brandretb, vindas
de seu aulhor nos Estados-Unidos, &c. &c. (36)
5 LOTERA DAS memorias histricas.
Premio grande .. .8:000,>0f()
Dito inmediato 4;00j(J
As rodas desta lotera correm imprelerivel-
mente no da 18 do correte Junho ; os bilhe-
tes vendem-se as tojas de Cambio dos Srs. Vi-
eira o Manoel Gomes no bairro do Recite e
em S. Antonio boticas dos Srs. Chagas e Mo-
reira .Marques, e no escritorio do Thosou-
roiro (10)
/viso importante ao publico.
7A caha de ebegar una porcao nova e
fresca d'aquellas invaluveis Pirujas da medecina
populare as pirulas vegetaes americanas, sendo
y composicSo d'ellas inteirameote vegetal o j
(So conbecidas nosta cidade as varias molesti-
as do figado fobres rhoumatismo lornbri-
gas ulceras, escroulas, ervsipelas, e he o mc-
Ihor remedio condecido para o sangue; roga-se
aos i o termos do provarem este affamado remo-
dio. \ endose eom seu competente receituario
em casa do nico agento Joao Koller ra da
Cruz n. 18, e para maior commodidade dos
compradores na ra da Cadeia em casa de Joao
Carduso Ayres, ra Nova Guerra Silva eCom-
panbia Atierro da Boa-vista, Saliese Chavos,
ao proco de 1 >000 cada caixinha. (17)
3 Francisco de Paula Cavalcanti de Albu-
querquo Lacerda embarca para lora da provin-
cia a sua escrava parda Januaria. (3)
3Fernando los Braguez embarca para o
Marauho a sua escrava Izabel de nacao An-
gela- (3)
2OSr., que por engao tirn do crrelo
una carta pertencento ao Sr. Antonio Luiz Gon-
zaga entrada no moz de Feverelro do crrante
auno de n. 27o4 faca o favor do entregal-a
na travessa de S. Joso que so Ihe pagara o
porte da mesma carta advertindu-se que o
dono da mesma carta ainda nao acliou no-
mo igual ao seu. ;
2Precisa-se de duas pretas ou moleques ,
para so alugar o venderom na ra ; na ruH
da Praia n. lili. (3)
2 Quem tiver para alugar urna casa no
Atterro-da-Roa-vista, que tenha mar por de-
traz annuncie. (31
AVISO IMPORTANTE.
proprietario do microscopio solar achro-
matico exposto no segundo andar do trrelo oc-
cupado pola associaco cotnmercial lem a
honra do dar parte ao respeitavel publico que
as experiencias com o dito instrumento tero
infallivelmente seu fim na quarta feira 12
do corren te ; elle convida portanlo a todos os
possuidores de bilhetes de entrada para estas
experiencias se a approvcitarciu, destes poucos
das,pois que passado este termo,dios ficoaem
nenhum ell'eito ou valor. Recil'e primeiro
de Junhu de INi'i. :.
2 No dia .i do corrente pelas 4 boras da
tarde a porta do Sr. I)r. Noves, na ra Nova,
se ha de arrematar por sor a ultima praca urna
boa casa terrea bastante larga na ra do
Amorim n. 58 a qual serve de armasen de
recolher (azendas ; quem a pretender, compa-
rece no dia o hora a cima designado, 7
1 l'm rapaz I'.rosiloiro, que cscreve muito
bem c tendo bastete pretica de esen ver sen-
tencas processos e t do o papel judicial, se
oflerece paraesse flm, prometiendo muita actl-
Vidade e por menos (jue outro qualqucr ; sg-
9im como copiar toda e qualquer esciiptura- !
com bypotbeca em urna grande morada de casa
terrea; no pateo da S. Cruz n. 14, ou annuncie.
1 Jos Antonio da Costa Rraga morador
no Gravat retira-se para fra do imperio.(2;
t A pessoa, que se dirigi na quinta feira,
da semana passada, ra da Alegra casa n.
.4 para comprar um cavallo, pode ir busca!-
o pela quantia que ollereceo ; a pessoa he um
Sr. que disse que o comprava a fim de o
mandar para o matto. (6.
O Sr. Joao Anastacio da Cunha queira
annunciar por esto Diario a sua inorada para
Ihe ser entregue uina carta vinda do Para ou
entSo procural-a em Olinda ladeira do Vara-
douro n. I.
I Quem precisar de um bom official de
pedreiropara trabalhar em alguma obra ou
concert, o conjunclament; dous serventes,
todos os dias uteis dirija-se a botica da ra
estroita do Rosario n, 10; tambem se oflerece
diariamente duas candas e seus competentes
canoeiros para deitarem areia em obras ou
atierros com promptido. (8)
1 Fernando .los Braguez embarca a sua
escrava Mara dogentio do Angola para o
Maranho. (3
Aluga-se urna casa terrea nova com so-
tao indepeodente na ra da Praia do Calde-
reiro ; a tratar na travessa do Queimado com
Manoel Firmino Ferreira.
Na ra da Cadeia do Recife, loja de fa-
zendasn. 37, existen) duas cartas vindas do
Aracaly, para Domlugos Augusto da Costa
Guimaraes e Manoel Antonio de Figuciredo.
1 Jos Alfonso de Macodo retira-se para
lora da provincia. i-j
1 Gabriel Antonio emba/ca para o Itio do
Janeiro o seu escravo pardo do nome Pedro. ,'2i
Contina-sea dar dinheiro a premio so-
bre penhores de ouro, ou prata ; na ra dos
Quarteis n. l'.l.
Roga-se a pessoa, que levou por engao
da casa dos jurados na noutedo primeiro do
corrente mez um guarda sol desda verde es-
curo querendo restituir, leve a praca da In-
dependencia livraria ns. 6 e 8.
Deseja-se saber, em que ra da cidade de
Olinda mora urna senhora que costuma a-
zer urnas garrafas de remedio que serve para
curara molestia chamada puchado ; queira an-
nunciar a sua morada.
1Permuta-se um sobrado de dous' andares
sito na ra da Praia por outro em qualquer
ra publica desta cidade voltando-se o que so
justar; a fallar com M. C. Soares Carneiro
Mjooteiro.
No dia 31 do p. p. fugio um papagaio da
ra da Praia a travessandopara o Livramcn-
to ; quem o tiver pegado, leve a ra da Praia
n. 33 que ser gratificado.
Aluga-se um escravo muito bom cosinhei-
ro, o qual pode servir para botequim ou casa
particular; quem c pretender, dirija-se a ra
\ iva 11. 3.
Eogomma-se, e lava-se com perfeico o
porpreco commodo; as Cinco-puntas n. 102.
tao na ra da Praia n. 37 com duas Trentes,
o he mui bom construido tem cada andar 8
quartos duas salas, o cozinha ao lado por
prego commodo ; na ra da Cadeia-velha lo-
ja'n. fio.
2Ainda so acha alguns terrenos paro se ven-
derem por preco commodo na ra Nova por
detraz da ra da Concordia que dvidem com
a travassa do fallecido Monteiro e pelo Serte
com a travessa do Caldeireiro com ioOpaknos
de fundo e na frento os palmos que os com-
pradores quizcre.n ; na ra larga do Hozar'
n. 18. (8)
2Vende-se um preto de meio idade pa-
deiro, por preco commodo ; na ra larga do
para qualquer mandado e de excellento con.
duela o qual se dar a contento o se dir
motivo por que se vendo ; urna casa terrea
cidade de Olinda do pedra e cal e em ch;0a
((*) proprios ; na ra estroita do Rozarlo n. 3o, 7*
Vende-se urna bonita escrava de o an'
nos, do bonita figura, sabendo peifeitame,,"
tcengommar, cozinhar e coser muito be(n .
urna dita de todo oservico, cosinha, engornrna
e he muito boa compradeira ; duas ditas <]
1iel6 annos proprias para mucamas,
outro qualquer servico ; urna mulatinha e'urna
negrinha de 12 a 13 annos sabendo j c&ser
mui bem ; urna mulata de 20 annos de elegan.
c figura costureira e cngommadeira; um pre.
to de 30 annos de todo o servico, o he boni
Rozarlo n. 18. i-v ---. -.'-
2-Vende-se excellente farinha para bolaxa trafalliador de fouce o machado ; na roa
it i' -iii un f\ Uii'.iMn 11 K
2Vende-so excollente larinha para Doiaxa irat *.
porpreco commodo; na ra larga do Roza- Fago ao p do Rozarlo n 8.
rio n. t- (3) l_ Vende-se um bonito es,
>_ v nne nara tinnia rrandose bom D& deiro e socador do
do
escravo de ?0 annos
assucar : na ru
1 Vende-so un.' mulato para fra da pro-
boa; no escriptorio de Francisco Severianno Ra- vincia de 25 annos na ru do Crespn. 4.(2,
bello, no largo da casa da Assembla Provin- Vende-se um ui "lorom do um pagem de
panno fino com galoes de ouro; um palanquim
em bom uso ; e urna t 'boleta do ourives; na
ra de Aguas-verdes n. 13.
Vendem-se pecas de algodozinho com
quasi vara de largura a 3 >00 rs. cada urna; na
cial. (4,
2Vende-se sal de Lisboa a bordo do bri-
gue portuguez S. Domingos; a tratar com Leo-
poldo Jos da Costa Aranjo. (3)
Vende-so urna porcao de garrafas pretas ,
venae-scuma porcao ae garraias pretas, qua&i vara uoiai^uia j".v.Uuuwjna
impas em estado de poderem receber qual- loja de Guilherme Solt, ra do Queima-
mer linuido : na na rio Pillar n 141. do n. 25.
quer liquido ; na ra do Pillar n. 141.
Vende-so urna escrava de na^o de boni-
ta figura sem vicios ncm achaques, lava mui
bom tanto dovarrolla como de sabo, engorn-
rna, cosinha, tem principios de costura e he
boa quitandeira, aos pretendentes se dir o
motivo por que se vende ; na ribeira praca
da farinha venda n. 3.
1 i'.m casa do Snr. Angelo Francisco Car-
neiro na ra da Aurora vende-se urna per-
cao de assucar refinado em pedra a 140'rs. a
libra. \)
I Vendem-se 6 escravos mocos de na^o.
de bonitas figuras ; dous moleques ditos, mui
lindos e sao ptimos para pagens por serem
do n. 25.
Vendc-se um violao e um methodo por
Carule, arroi pilado e de casca farinha de ta-
pioca cevadinha de Franca e1ze'te de coco,
tudo por preco commodo ; na rt'3 do Rangol ,
venda da esquina do beco do Cara 'reiro n. 5.
Vende-se urna cama de ang "o, nova o
bem feita por preco commodo ; r. a ra de
Aguas-verdes n. 38.
1 Vende-se urna preta de 10 annos boni-
ta figura sem vicios, sabe bem engoiniar,
coser, lavar, e cosinhar preere-se par' fra
da provincia ; na loja do Draga junto ao arco
deS. Antonio n. -1. ,ji\
1 Vende-se urna canoa aberla que car-
muito fiis ; urna escrava de 2\ annos boa |rega00 lijlos em bom estado; na ra da
cosinheira, e faz doces ; urna dita angica boa j Cadeia do Recife n. SI, primeiio andar (3)
quitandeira por 300/000 rs. ; na ra Direita
B. 3. (7;
Vende-so urna casa terrea em chaos pro-
prios na ra de Manuel-coco, e duas escra-
vas dogentio sendo urna engommadeira ; na
ra de Hurtas n. 10o.
i Vende-se un cavallo de estribara, em
boas carnes, porpreco muito commodo, eser-
1Vende-se por pre^o commodo um engra-
dameno de boa madeira envernisado, e pro-
prio para escriptorio, querem sobrado, quer
em lojas ; em casa de Antonio Jos do Maga-
Ibes Bastes*^"ha ra do Queimado, casa ama-
relia piimoiro andaT das!) al 4 horas da
tarde. (7)
Vendem-se tintas de cores em liendres; em
........ i,i,ii, i jjwi yic-^u niiiiui [iiiiimouij, ese- ciiui-iii-sc ninas uo coi vn em iiaiiuies ; em
ve para carroca por j se ter experimentado ; casa de Ridgny Jamison ^'Com^anhia na ra
na ra da Alegra n. 34. (4 da Cruz n. i'.
Vende-se Jacaranda superior clie^'ado do
Rio de Janeiro pedras de marmore redoi.'do
Compras
= Compra-se efectivamente nesta Typogra-
phia toda a qualidade de pannos cortados ou
velhos de linho e algodao toda a especie
delibra linheza, algodao, de re fugo em ra-
ma, papel e papelao vclho.
ComprBo-se garrafas vasias; na ra de
S. Hita restilacfio n. 85.
1Compra-se urna bomba para cacimba;
na ra da (iadeia-velha loja n. 60. (2;
Vv
lidias
3Vendem-se dous moleques e urna no-
grinha ; na ra do Crespo n. 15. '-2'<
8Venderse urna porcao de prata de le, sen-
do urna duzia de facas, urna dita de garfos ,
urna faca e um garlo grandes de trinchar ; e'
tambem tullas lijlos de ladrilhoe de lugo ,
e ripas tudo da melhor qualidade, que se po-
de encontrar; em Olinda, ra do Ualde casa
terrea n. 24. n\
2 Vendem-se ptimos sapatos de couro de
lustro para liomem, a .V rs. o par; na ra do
Crespn. 15. 'y
2 Veodeiri-sc podras de amolar do rio de
S Francl co em porches grandes e pequeas .
por preco commodo assim como rebollos de
barbeiro ; na ra da Praia, armasom n. 18. 4)
2 Vende-se um sobrado de 3 andares e so-
Vende-fe urna venda com poucos fundos ,
em bom lugar, e muito alreguezada tanto
para a torra como para o matto, a vista do com-
prador se dir o motivo por que se vende ;
quem a pretender annuncie
1 Vende-se urna venda com poucos fundos,
ou smenlea armagao, tem muito bons com-
modos para morar lamilia bom quintal com
parreiras na ra do Rangel n. 56 ; a tratar
na ra da Praia na venda porbaixo do sobra-
do do Vianna n. 43. /g
1Vende-se um negro de 40 annos, pro-
prio para todo o servico ; na ra da Cadeia do
Recife, loja de Joao da Cunha Magalhaes. (3)
Vendem-se os soguintes livros em pojtu-
guez; Galera Pitloresca ornada com 3'i es-
tampas Ignet de Castro, noveas c cor.tos ,
Camilla ou subterrneo ; na ra estrdta do
Rozario loja de cera n. 3.
1Vende-se urna porcao de gomma em sac"
cas ou a relalho ; na ra da Cadeia de S. An-
tonio n. 25. /o
1 Vende-se urna loja de fasendas com pou-
cos undos, na ra do Livramento n. 14 ; a
tratar na mesma ; promette-se fazertodo o ne-
gocio favoravel ao comprador, em virtude do
annunciante ter de fazer urna viagem ao matto.
1 Vende-se urna escrava de nacao Rebullo
de bonita figura perita cosinheira costurei-
ra borda bem de susto, faz lavarinto, engorn-
rna lava, muito diligente para todo o servi-
co e he uuiito carinhosa para criancas na
ra do Livramento n. 33. g\
1 Vende-se urna canoa de carregar agua
por 200^ rs. e tambem se aluga por preco"
commodo ; na ra Nova venda n. 65. 3
1 Vendem-se duas casas terreas sitas na
ruade Henriques Dias, junto a groja da Es-
tancia chaos foreiros com quintal o cacim-
ba ao pcom boa agua do beber ; a tratar na
venda da esquina da ra do Arago, que voltu
para a S Cruz n 43. 6>
Vende-se um mulato moco hbil para
todo n servico, por preco commodo, na ra
da Cadeia ao p do arco n. 55.
Vende-se urna escrava de nacao, de 20
annos de bonita figura engornrna cose, co-
sinha ; umacrioula de 18 annos, com asmes-
mas habilidades; um moleque do 13 annos
proprio para aprender qualquer ollino ; um ne-
gro da Costa de 28 annos proprio para car-
regar pnlatiquim, o tambem ontende do padei-
ro ; na ra dasCruzes n 41, segundo andar.
1 Vende-se um bonito escravo de 20 an-
para mezas de meio de sala, de muito bom gos-
to ditas para commodas cadeiras america-
nas com assento de palhinba camas de vento
com armafo marquezas sofs mezas do
jantar camas de vento mui bem feitas a 4500,
ditas de pinho a 3500, assim como outros nim-
ios trastes ; pinho da Suecia com 3 pollegadas
degrossura, dito serrado dito americano de
diflerentes larguras o comprimentos; assim
como travos de pinho, e barrotes ; na ra de
Florentina em casa de J. lieranger.
Escravos fugirios
2 Desappareceo na noute do dia 20do Abril
l do corrente anuo um preto de nome Pedro,
de na?o Quicam, baixo, reforcado do corpo ,
rosto redondo e bonito falla muito descan-
do lem um sinal muito visivel as costas, que
parece ser urna cutilada assim como urna dita
no braco direito sobre a curva do cotovello le-
vou calcas de algodao azul sem suspensorios ,
camisa de algodozinho branco chapeo de pa-
lha; este preto ainda nao fala desembaracado.por
sor novato e desconfi-se ter sido sedusido ;
qualquer pessoa, quede noticia dell ou o
prenda lera de'graticacao 00^ rs. na ra da
Cadeia do Recife, armasem n. 12. (14)
2No dia 7 do p. p. rUgju do engenho Pri-
mavera da comarca de S. Anto, um escravo
denomeJos Gregorio, crioulo fulo que pa-
rece cabra alto, secco do corpo, corn falta de
denles adianto mostia as mos ter calor de
ligado he bastante amigo de beber agurden-
te fugio montado em um cavallo ruco e foi
encomiado al o p do S. Anto ; queui dille
tiver noticia ou o possa prender pode man-
dal-o conduzr para aquello engenho ou nesta
la praca em casa de Caetano Pereira Guncalves
da Cunha na ra da Cruz que em ambas as
partes sera bom recompensado. 113
I Eugio urna negra crioula do nomo Joan-
nabaua.e gorda., rosto abocetado, testa lisa
esobro .'aluda, com urna cicatriz na na raiz do
cabelluda tesla do comprimento de mais de
duas pollegadas, costuma andar calcada para
passar por forra ; quem a pegar, leve a ra da
.Madre do Dos, a .Manuel Luil da Veiga Jumk.i,
que sera gratificado.
nos, muito diligente tanto em compras como I Kbcipb ultr. M. F, W r*UA.-im,
ILEGIVEL


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