Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05080


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Full Text


Auno de UtM.
Quarta Feira 20
O Pumo publca-a l> tina os di8 que n;io furrio santificarlos: o ptego da utaitaatara
he de tres milis por quarlal pnos adiantados. Os aun uncios dos SMpimnu-s sao inseridos
vatit, eos sVik que n.io loiem ramo de 80 reis por liulia As rrclamaiijes ilevem aer diri-
gidas esla 1 yji ra < Cruies n 4 ou a praga i a Independencia 1. ja de Lint sn 6 t 8
PARTIDA DOS COBBEI08 TERRESTRES.
Go:iMK. e Fara'ivba. se'undas e sextaa feiras. Hio Grande lo burle, quintas fcira__
I al. SerinliMro Hio hormoso, l'orio Caito, Macej e Alagoas no i He 'i
ae cada rar-i Garanliuns e lionilo i lile '24 de ca-'a met Bua-risla e Llores a la
e 88 dito. Cula.le da Victoria, quintas feiras Olinda lodos os dial
DAS da semana.
1S Se- a Gabriel Aud. d" J del) da 2. V,
1'J Terca + Jos Esposo de N Sra.
21) Oiiarla a .Marlinho AuH do J. de 1). da 3 y.
21 Quinta a. Benlo. Aod. do .1 del) da 2. t.
I'J Secta s. Emygdeo Aud. do J de II. na >, t.
13 Sb. s Fall K|. aud doJ.de I). dad r.
24 l)m. Iiwtilii 5."io .' Sacrnmeulo
i -, ja,c.,.'r "ff-RsuxrrmvMKH
DIARIO
de Margo
Auno XX. M. 67.
""ttaw.-raa-ai.i-: ..;.:
ludo acor depende .!r ni mesnoaj di noss prado co, u-odaragtv energa ron-
[> Imuemoi como principiamos e lere-noa apuntados oom adiaira'jo entre aa nagua) maia
.,- -,. c'ul<- CProelaataaJo da Aatembla Geral do traiil.)
--------------------------:__________________
T&s'aaWr '.'< 'S CAMllOI RO Da 49 DK NAtCO. compra Tenda
1 Cambios sobre Londres S8 i a 26 \.
u u Paria 570 rea por franco
u Liaboa 11 O por IU d preaaio
I
w
nadada enbrr !> po: pea e na lia.
dem de letras tle boai Urnas I n l|i
PHASES DALUA i>0 HEZ DE MARCO.
Ooro-Moada'da 0,400 V. 17,.'ilr I7.IHJ
>. N. Jli.lMIO l.iaw
. .V 4,00 9.1 '> 9. OU
i-fal ,1M0 *. S
l'csos rnlumiiinare IJj/i
DitOl niciicanos 1,960
l'rat
1,980
I.ua cheia 4 as boraa s 41 min da Urde. a Loa BOTa a IS as g horas e57 non. dr. larde;
Minguante a 11 as 11 buru Ja inaiih.ii. fC'aaeaole a .'7 a. '> li e 'i I n, da mauli.a.
'reamar de hnje.
PrirMfnat6noraio6mia.il nanli.u [ Vaguada aa 0 orase 0 minutos da farde
* rtaTrwr.**.TaMVrtVCZ r mwrilrTT1inililaalllllllall'MIW>fit-1l ...__u-
UiffaaaaTiti::A-xaax .. isaaaau -

EXT
t
PORTUGAL.
throno na
Rctposta da cmara dos pares a falla do
teuio de 1844.
Senhora = A cmara (los paros do reino
ouvio com respeitosa attenco as benevol ts px-
pressdes de Vossa Magostado e apreciando le
vdanicule a iiiipurtau.)ia das Innocuos que a
lei fundamental do estado eonl'ere aos repre-
sentantes legaea di uaco ve com extremo prazer
reunidos os inembros das cmaras legislativas,
(|tiein a carta uttribue o carcter de legitimos
interneles dos votos iiaciouaea.
A visita coi que Vossa Magostado e seus au-
gustos esposo e lilho se dignaran lionrar as
priucipaes povoacoes do Me atejo e Estremadura,
' tuna nova prova do desvelo e maternal soli-
cltude que Vossa Magostado emprega para co-
nheeor o remediar as neeessidades dos seus
subditos, os <|ii tes deveni ter l'titidadas espe-
rarlas, quedan! ho de provir decisivas van-
tagensaQj interes-.es materiaes do paiz.
O povo portugue, que sempre se tem (listn- I
guido polos seutimeutos de lidelidade e amor
aos seus soberanos nao podia deixar de mani-
festar estes seutimeutos a Vossa Magostado a|
qiietu por lautos ttulos o com tito justificados i
E' suminamcnte grata para a cmara dos de-
putados a participaran que V. Magostado ser-
vida fazer-lhe, de que as nacoos alliadas oonti-
nuao a dar pravas do sincera amisade. Grande
ser a salislarjio desta cmara no dia, otn que
se terniin treiu as negociarnos com a Santa S,
concillados os direitosda dynastia, as regalas
da eoroi, a independencia danacsToi easlin-
niiniiil ides da i-jroj i lu/it ni i; objectos sohro os
qii tes os Portugueses sfio zolosos, o ques, V. Ma-
gesiado saDcr.i sempre defender contra todas as
tentativas.
Na conservado da tranquillidade uestes rei-
nos, oin lucio das difticeis cii'cMiuslaucias, poi-
que t'iti pissado a u teo visinha, claramente
se reeoiih (>', depoisd-t vontad'* divina, oassi-
duo desvelo de V. Magostado, coadjtivado pola
ndole o progressiva illustrarrio do povo poi-ili-
gue/..
A cmara tratar com attenpo escrupulosa
da conveniente li\aiao da fArca de tena, e mar.
Aguarda acamara, que o govorno de V. Ma-
gostado Ihe aprsente o ornamento da recolta,
e despeza do estado para o futuro auno eecono-
inico, e as propostas relativas aos varios ramos
do servico publico : esperando flpmeniente, que
o mesiiio govorno appliear.i os tnais serios cui-
dados ao mi'lhorameiiio da fazenda, e a que se-
jao propostas taes providencias, que definitiva-
mente equilibren] a roeeila, o despea da nacao,
mas pessoas, que gozavao de crdito. Constan-
do, queoutios siijeilosda Vill t-nova-do-t. 13 i,
correspondentes desta fabrica,se achavSo impli-
cados neste negocio, foro buscados na segunda-
feira pelo Sr. Antero; m is na vespera tinhio lu-
gido, laucando pela janella grande porfSo de
notts brasileiras de 2a ."> mil ris! Estas nolis,
di/.oiu, tereui grassado no brasil, equasi afecta-
do aquebra do banco do Maranho!! ,
il)i< Patriota i'i i", de jancirn.,
*&9*i*S**t******z"v~mmmm......i imaija j; ^yw
PERNAMBUCO.
motivos sao liudubitavelmente dtvidos : toda- piovidenclaa que acharad apoio na cmara dos
via a cmara sent a mais viva satislaco,por depnlados, quando nellas se attender aos re-
teracerteza de que Vossa Magostado no de- cursos dos contribuintes, as exigencias do ser-
curso de sua viagoni e Pin todas as DOvoaces *'? *' n actualidadc da sitiiarao.
as povoaooes
sinceros
do son transito, recebera pblicos e
testoniuiihos do respe i to e adbeso
pessoa.
() uaseiiueiito d i serenissinia -enhora infanta,
V. Magostade encontrar constantemente
os
sua real deputadoa da naco promptos para cooperar na
I consolidaco da grande obra, que o sempre
chorado pai de V. Magostado legou aos l'ortti-
mu novo eassigiial ido beneficio, qUe a pro-1 fP. t '')" legitimo desenvolvimentopre-
videncia so dignou conferir a estes reinos, e mu nenche todas as eondices de independencia, se-
guranza, e liberdade.
Palacio d.is cortes, em 23 de Janeiro de 1844.
neuhor de seguranza o estabilidade ao tluono de
Vossa Magostado por cujo motivo a cmara
tem a honra (Lvapresent ir .i Vossa Magostado as
ni lis reverentes e cordiues felicitarnos.
A oaniara recebe com satisl'atorio interesse a
certeza de que as naedes alliadas contlnuo a
d ir ao govorno de Vossa Magos! ido provas se-
guras de amizade, e tem plena confianca em
que as uegoei.ioes com a Santa S sei'o, ulti-
madas com a brevidade, que as neeessidades
da igreja luzltana -imperiosamente reclamao ,
gil Hilados com ludo os difitos e jiicrogalivas
(I 11 ora.
V. tranquillidade publica i; o niaior o princi-
pal beneficio que os poyos desejo e tem di-
reito a esperar do govorno; a certeza portante
de que ossa tr.uiqtiillklado existe o teIII sido
inviolavelinente mantida para esta cmara um
agradavel motivo de regosijo e satisfayao.
Tratando do fixar a forra armada de mar e
trra a oaniara u;io so esquecor do attender
aos interossos da honra o soguranra nacional.
Acamara examinar com a seria attenco,
pira o futuro anuo econmico, procurando
quanto couber no possivel corresponder pela
sua parte sesperaitcas c desejoa manifestados
geralmente pela naoao a quai com justo mo-
tivo considera a oiganisar.io da fazenda publica
como una das pritueiras neeessidades a.siiu
como a principal origeni da sua finura prospe-
ridade. oni o mesmo desvelo e attencaoa ca-
tii ira se oceupar d is diereutos piopostas, que
p lo govorno de Vossa Magostado forein apre-
sontadas o gustosamente prestar o sen apoio
= Bernardo Gorjo Henriqurs, presidente. = .("-
lonio Vrenle Petxolo depurado secretario. An-
tonio Emilio Correa de S Uranddo, deputndo se-
cretario.
Dona Mara, porgrac.u do Dos, rainha de Por-
tugal o dos Mgarvci, ole. l-'a/.emos saber a i
os nossos subditos, que as corles geraes decre-
t.iro, o nos queremos a |el segiiinte :
Artigo l. Ficaogoverno autorisadopara usar
por espaco do vinte das, em lodo o reino, de
poderes extraordinarios o discriciouarios, segun-
do as cireiiiustancias o exigirem, a lim do a ta-
piar a robelliao' i|ue rebentou em Torres-novas.
Art. i." Durante o mesmo prazo Beo suspen-
sas, em todo o reino, todas as garantas indivi-
duaos, o poder o govorno mandar prender sem
culpa formada.
Art. 3. Durante o mesmo prazo nenhnm jor-
nal, peridico, ou escripto, luipiesso ou Ijtlm-
graphado poder sor publicado.
Jj. uuco. Sao exceptuados desta disposieo os
joriiiies Iliterarios v acientilicos, os diarios das
cmaras legislativas, e o do govorno.
Art. 4. Fifia igualmente o govorno autorisado
para realisar, por qualqtiei nieio que jtilgar
conveniente, os fundos ni cessarios al a (juan-
tia de dotis mil coulos de res.
Art. 5.* rindo o referido prazo, o govorno da-
r tonta as cortes do uso, que livor joilodas l-
culdados, que esta lei Ihe confere.
Art. ti." K' o govorno relevado pelos proced-
meiilos llegaos o extraordinarios, que livor or-
denado para a nianiitenco da ordem o segiuan-
ASSF.MBLA PROVINCIAL
ConeltuiTo dauudode 16de marco dt 1844.
OSr. Baplitla: -- Sr. presidente, a assembla
ja devo saber, qnal (' a miiilia opiufo a respeito
da materia que se discut'; pois que ja tive
occasio de a euiittir quando se tratou de un
parecer idntico e entao dando cu o nieu voto
em separado, eingi-ine ,i dlsposico liltoral do
regiment, que SO manda chainar siipplcn te ,
havondo escusa do eleito : portanto devo conti-
nuar a votar da mesuia uiauera, para que nao
ae chame o suppleute; e ae assignei o parecer
tic se discuto l'oi porque achci nelle a jur-
dica raso i\r nao dever-sc renovar nina ques-
tao j decidida por esta assembla; rasao, que to-
dava resalva o nieu pensainoiiio de nao llover-
se chamar SUpplente.
Supponho que o mesmo regiment prohibe
O innovar qiiestties contra as deliberai oes to-
madas.
O Sr. 'residente : O regiment referc-sc
projectOS de lei.
O Sr ttaptitta : Pois bein existe toda ana-
loga o paridade de raso. Tratare! agora dos
argumentos; com que alguns Srs. impugno o
nieu parec r.
Alguns Sis. depiitndos (|ue nao querein a
observancia do regiment, em que embaracos
nao eslao se vonilo L'vanta-sr agora um Sr.
deputado e diz que ae devo (liamar um sup-
pleute; porque odeputado eleito est pronuncia-
do; nao pi'nie vr ; apresenta as carlita de ami-
gos ueste sentido:ti lili ; poueo i -v uita-sc outro,
t'tiiz, que esto d pillado eleito j est despro-
iiiineiado ; que aqni na eidado exisioni carias
nriis mi (f i u is que dao i sin noticia ; o o resul-
I ido (I iillitivu que esl linos aqu soi viudo if
proi uradores deste deput ido que nao velo ; e
esi.iu pesando enorini mente sobre nos meras
infurinacos particulares, que nos lan(oem
porplexidades; estamos gastando intilmente o
tempo. l'oi para se evitar estas infructuosas
o que nao existe risada Este Sr. depu-
tado uiputoii a coiuuiisso de poderes de que
son inembro n parrialidade em chamar aup-
plentes do seu partido e se oppdr a entrada
dos suplientes do pai tida opposto.
<> Jr. l'rbano diz alguui is i da\ ras. que nao
podemos ouvir.
OSr. Kaplitla : 0 met parecer nao Ibi este:
quando se tratou tle cham ir suppleute para o
lugar dos Srs. \l iciel Monteiro e Nogueira Paz,
apesar do Sr. Maciel Monti ira ser segundo dis-
se o nobie deputado, do partido do govorno ,
apesar do supplleuto lanibeiu ser do lado do
goverilo, (ii i'ui de parecer que nao secha-
uiassr suppleute algum de sortc que, a ter
passadn o mu voto ueui se leri i cham ido um
implme governisla, nem sr loria chamado um
opposiciouista que era omesnioSr.
Oiieni assini obra nao olha para as
ni ni i to parcialidad idos e se n Sr.
( st eom u sen cor i ;ao limpo ha do
contra sua tao fcil tinao
a todas aquellas, cuja utilidad,-a ,xPe,ie..da ti- b|fcaate ao lu0leaactual.
ver demonstrado,o loreiuconvenientes aos.inte- .'... ., _.._ ,_,__,__,_,__ _.__
reasea e commodidade dos povoa.
A cmara finalmente podo com vefdade
atliriuai a Vossa Magostado, que desoja, por
mel do Bel desejupeuho de seus arduos o im-
portantes devores coin spoud. r cabalmente
couftanca que uella Vossa Magostado so digna
depositar. Palacio das cortos ein ldejanci-
lodo IS-14.-- Duque de l'amlella, presidente, sb
(onde de. Lumiarfi ; par do reino secretario.r=
'olyrarpo Jos Machado par do reino secre-
tario.
Art. 7." Esta lei principiar a ter efl'eito o e.xe-
cueo desde o da da sua publicaran no Diario do
(iocerno.
Art. 8." Fita revogada toda a legislaro em
contrario.
M.uidanios por tanto a todas as autoridades, a
quoni o coiihecniento e oxocucao da referida lei
pertenec-, que a cunipio c guardan, o fafo
cuium'r e ('iiardar lao intoiratuenlc, COIUO ::'!!a
se ((/iilni. Os ministros e secretarios de estado
de todas as repartinos a laco imprimir, publi-
car, o correr. Dada no palacio das Neeessida-
des, aos seis do fevoreirodo mil oltooentos qua-
renta f quatro =aA rainha com rubrica o guar-
da, asa Duque da Terceira. Antonio Bernardo da
Costa Cabral. Jos Antonio Mara de Sousa Aze-
vedo. -- liaro do Tojal. Joaquim Jos Falco.
queatdes que o regimentoo s dispoz,que se cha-
niasseiu supplcntea ou dous catos; oprimeiro,
qnaiido existe ovoiisa ; O segundo, (piando se a-
clia illrgitimo o diplomado pleito; porque sao
c sli s os dous casos, ein (pie se pode obrar com
corteza i eseguranca; todo mais emotivo do
intei luiuavois queatdes e ate" de choques deso-
gradaveis. Contra isto se disse que muio
necessario que a cunara tenha 3(i inembros, que
(' o sen numero legal ; mas nao se quer reparar
no regiineiito.iiue.proveiiindo o caso de faltaren!
inuitos. di'putados, determina, (pie a assembla
possa trabalhar com a maioria, COm motado o
mais iiii dos seus nieiiibros o uo se querr-
parar ein que por maiores c mais sinceros que
sojo os eaforcos destea Srs. para se completar
o numero de 31) di'piitados na cmara nunca
so lia de realisar esto faeto. Se disse anda, que
o regiment nao pode ser entendido mate-
rialmente .porque piule-so dar o caso de que esta
tsse.iubli uo posst trabilhar por falta de
mcinbros o ate sotoni aipii iinagiii ido a hjpo-
tbese de inultos deputadoa ao col!igarein para
uo comparecereiu e nao inandarein escusa .
Itcsposla da enmara dos drpulados ao discurso da co-
ra na abertura da uttao legislativa de 1844.
Senhora A cmara dos deputadoa ouvio com
aatisfaco, e respeito as exnressdes', com que V.
Magesiado se dignou, do alto do throno, man!- as Jos Joaqun Gomes 4e Castro.
fstaro prasir que senta, vendo de novo reun- ------------------
dos os representantes da nacao, legtimos c u- L-ar* nos Pobns 4o Pvrto;
Hitos interpretes da opiu.io nacional. Dinluuo falso. Descobro-se, lia (lias, una la-
A jornada de V. Magostado, d'el-re seu espo- briea de dinheiro falso, estabeleeida na Iregno-
so, e dos augustos principes, pelas provincias a aa Arada, conseibo d'Ovar ; sendo assaltnda
do Aliu-tejo, o Estremadura, uo s propor- pelo administrador do conselho encontrn mu
i ioiiou qtii lies povos nina oecasao de cvpres- ptimo balanc, Cjlindro. etc.: cneontroti-se
sireiii clara, o directamente os leaos sen timen- tamban urna grande norcSo de moeda decimal,
tos, que animan a lodos os Portiigiiezes, nas apenas sai rilhada, e anda por forrar o cuuliar,
tamban san dtivida aera para ellos frtil ein e pesos despalillos. Iiupoi lava ein alguns eoli-
tos de res. A fabrica era em um subterrneo
de unas casas, lia pouco construidas pelo dono
dolas, por cujo sobriuho l'oi descoberta hora
da mu lo; liabalhavao s; ssonia operarios, eo
saud neis resultado
t) uasciuieiito da serenissima Infanta um
fausto acoiiteeimeuto, com que a provid ncia,
(iito vola iiicancavel sobro a felicidad! d stes rel-
uos, liiiuoii com mais mu peubor a perpetu- cylindro empregava a forca de 20 homens. i.s-
ade da icuuiute dyuasa. i ** implicados ucsla criminosa empieza algu-
e d'osla arte nao poder a sscuibla continuar em
seus tr.iliaihos legislativos.Masostes casos figura-
dos ainda uSoseverificrSonaactualidade; epor
sonada provo .salvse se entende que se pode
concluir da possibilidude para o faqto. Masen
nao entendo assiin ; pelo contrario o principio
de jurisprudencia geralmente reoobidn que
oessa toda a iuterpictaoo (piando nao ha no-
c ssidade dola. Pelo (pie, piando se verificar
algum tiestos casos ou antes deslas futuras e
por ora fantasiadas neeessidades do interpretar
o regiment, a fin da provincia nao ficar sem
sua representarao enlao coutoin os Srs. dopu-
tadoscom omeu voto para so interpretar o re-
giment, o com nieiis pequeos esbreos para
dar-lho a inelhor Interprt laco; mas por agora ,
eoiifesseuios, Senhores, i:;";;;!;.-. ms:3au< cm-
jeetnras e argumentos de possibilidade,que nao
podan ser applicad08 a aelualidade san nos a-
l'astarnios do sonso jurdico o das regras da
boa argumentaco. Esta qustio, que, (piando
pela prinieira voz foi agitada, se coutove ein
seus justos limites, nao levo igual sollo desta
vez. Entrn um Sr. deputado que vive agar-
rado eom as palavras correligionarios parti-
dos que nada faz, que nada obra, que nao soja
por amor de correligionarios e de partidos, t
simpln!.
ili putado.
posso I .
deputado
acceilar < sta ra o
iiifuiid.nl i impiil ii u de que su lomos olhado as
pessoas, de que n 10 queremos os principios de
i-n ild.ido edojustlya. Viuda mais, so o nobre
deputado lio olhar somonte para a matl rialiil.i-
de dos lacios ; mas para as lois que os presidoiu,
se convencer de que a oaniara neo loi ineoiie-
rente a respeito de nao querer estar pelas nii-
nhas informal nos a respeito do Sr. Maciel Mon-
teiro, por quanto nao quiz estar polo que en
disso quando em disi us-o poilderei, (pieos
amigos do Sr. Maciel Moni, iio o esperavo da
corte, o agora nao quer estar polos informacos
do nobre deputado, que assognra que o Sr. \o-
gueira Paz est pronunciado e uo piulo vir to-
mar asaeuto portanto ha completa harmona
onde o nobre deputado acha desordem, ha cu-
n rencla onde elle acha Incoherencia.
O nobre deputado porni oque quer que
as stias informarnos vio avante, caiuinhem
como elle caminha : quando elledisser, que o
Sr. Nnguoirn Paz nao pudo tomar aaaento pres-
tem todos oiga obediencia s suas palavras, que
onde nao ha parcialidades ueui contradieroes,
est no COStUUlC de ter nanlos que so sujeiteill
a l lias.
') Sr. Urbano: 0 nobiv deputado .' que est
aeostumado submisaes; en nao, iiem tenlio
(nem se sujeite ao que en digo.
o Sr. baplista : Seeu podesse agora entrar
uesla queslo eu provaria que o nobre de-
putado, oque sempre est em sujeico.
O Sr. I roano : Estou pronipto para ella.
0 Sr. IfaptUta: Depois >\r fallar do parecer
em diseiisso nao posso Sr. presidente .loi-
xar de dizer o que sioto a respeito dos virulen-
tos insultos e alcuotas que de face a lace lan-
couo Sr. deputado uesla casa contra quasi to-
da a assemblca ousando at tallar no nonio de
dous Srs. deputados. Eu Sr. presidente a-
inda (jtioi ondo nao posso de encarar de frente
a este Sr. deputado que quando trata de desa-
balar-so do seus resentimentos e despeiios nao
tem outra ratina sen.in atacar, e oflendrr .i io-
dosquautosolle julga.que servein de eslot vo aos
seus inloresses individuaos. Disse osle Sr., que
esta assembla nao representa a provincia; por-
que l'oi eleita eom as proteeones e fraudes do
governo, e que seus inembros |so menos dig-
nos, e, que elle vem patentear estas fraudes por
amor da provincia,
li nao si, se o Sr.di putado lambein se refero
niiiii; mas para tirar duvidaa digo-lhe, queeu
j fui deputado na prhneira legislatura sem pe-
dir um su vol, quando entao o Sr. diputado j
sabia cabalar para si soflrivelmente que me
couvcnccudo, que do choque de partidos politi-
eos uao havia provir a felicidade do paiz, reti-
rei-nie, deixando o terreno franco todas estas
utopias, ,i (odas estas illusuos, eom que cada un
vai fazondo o son interesse com o pe do cantiga
d i felicidade do povo. e da defeza da liberdade
contra a t) raimia : illusocs, que logo se dissl-
ii.io. (liando aquellos mesmos, que, firmados
nellas, vivan com os danos abortos para mol-
da o govorno, soban ao poder; porque ento,
tratando de segurar-so, outro o rumo, que el-
los toan a seguir. Ento em miuha casa, (pian-
do se me fallava ein partidos, ou disla as Saibo-
res, quando so trata da poltica do nieu paiz eu
son esti augoro : eu nao sou do partidos.
O Sr. Lbano : Oh nao de partido ?
o dira ?
0 Si: ttaptitta : Se o Sr. deputado suppcje,
que son honiein de partido, porque nao quero
p ti Miliar alguns desvarios do son lado, entao de-
claro, que sou de partido: nnrqnc, apozar de
nao ser de partidos, lonho liberdade e raso pa-
ra lastimar as miserias do lado do nobre deputa-
llo, o abracar aquellas ideiaa de ordem e estabi-
lidade, o aquellos principios de justca, que fa-
zeni iniThas convceoes profundas (ponido*).
Continuare) o meu discurso, do qual fui des-
viado pelo aparte do nobre deputado.
la eu d/endu, eu nao sou tiestas estrategias
polticas. I.nto diio-iuc os enfurecidos libe-
raos, que sempre sao os opposiciunistas, esta
partido ? Quem
Jinguagem do egosmo. Nao, nao a lingua-
gem do egosmo, sim a linguagem da verdade ;
por quanto toda a najo vai j leudo cuuscieucia


-i fJWWv*"*
.-.-* '> --* *i rw***i
dr que 11;<> sabuiais os si us interesses, qu
defi ndem cin jorn es r u i tribuna por certas fi-
gurinhas parlamentares, que, como os sacerdo-
tes '1 um culto, que se val acabando, nao ees-
sao I exeogitar enredos e inti ig is para conser-
var povo '-ni mu terreno poltico estril, e seni
fructo. 0 nobre diputado-, que siga o incuex-
emplo, que di ixe de enredar os espiritos que
dcix de iuvadr a reputarn de tantos homens
resp ... ,. para o Amde desconceitual-os, i
.l,',.. i to reprovados rvieos ao seu partido,
qu,-su se nutre com a immoralidadc do pas, <
com .i 'I 'sgi H i dest i i> >! ao d i hum inidade os
Brasili iros vej i se li i de s ihir eleilo deputa-
do "i tito apoiaA i).
Di re ni lis ao seuhor '1 putado, quando julga'
qu i provincia nao est legtimamente repre-
sentada, porque sahirao diputados as pessoas
da confian i do gov rno, qu se o nobre depu-
tado nao lo sempre sido um ceg par-
tida o, 'I spo to nipi .i sacrificar suas con-
xii -., -. .. si ; : ii. teria vivido no esqueci-
incni d i i insultar quclles mesutos,
[II o pi 'i ua eeg obedi ncia.
a :,. / S 'in duvid i, para ihirdepu-
t-i n tterei I) ixr/as.
o Sr. B ',' > o s '1 -pul id > suppoe
os outros uili i i nenio, porque Por-
que uo segu .i is suas ideiis, nao digo bein,
porque u o lou\ ios n proc dini 'lito
O Sr. l'rlmn <: Porque nao sfio All de una
el o li\i
o Sr. B tplii ~0 que i li un i o Sr. deput ido
c! rao livre
p irahave le io lvri rra, primeiro que lu-
jo, neeessa ne o Si deput-ido rmcnilassr n
mi i i.... Im r i i que uo ni I isse !/ ndo
vi, ni is, ioa f s para ser depula-
do porque, udo d pul ido, oh a riel
livi O qi qill : 0 Si depiltldo .' QlH'l'
ai H ir a honi i d todos, quer i itrom ti t-s '
i, i 11 un: --.n o p i ii 11 ir un ios, por gnobfis que
si o, eque o goveruo, de qu"iu j.i fui amigo
por amor das el n;oes, e boje iuimigo p lo ni 5-
iiio motivo '1 il p s, a i 11 11 -1, 'i sorte rju<\
quaudu quer n presi ntai i libei d ide. um egos-
ta to maulioso, que al niotiopolisa pira si o
mal : qu r i pr itical-o, hi gn p ir nao querer,
que iiiiigeiu mais pralique npoiadot).
o Sr. iV6ttno : ~ Hadet'-i i resposla.
OSr. Waptista : Depois, direi, Sr.presidente,
que i into isto verdad que nos conhi ci mos
ni Periiambiico p ssoas dotad i> de militas vir-
tudes, i senl inentos patriticos, que nao so
deput i los ni is >e o uobre deput ido exaininai
.i causa .'ii, que nao porque estes liomens
nao sejo capazes de representar a provincia,
ni iv porqu nao so capar.es de fazi t o que o no-
bn i pul ido faz para sei d pul ido por exPin-
),, .. ui aqui iusultar sem conta, peso e medida;
. isto por ventura prova, que nao sao capazes
d<- repres ul ir a pro* iucia I. o nobre deputa-
do inesmo i i ii o se assentou n i cmara debni-
xo das influencias dogoverno? npoiadoi O no-
bre deputado inesmo nao ia pedir aogoverno
para ser eleilo? Nao ia palacio, nao so pedir
votos, como at<(procurar pazes comcertoho-
nii ni de pri -ligio ?
O Sr. Urbano : Y.' nina calumnia sus.
O Sr. tnptisla : II i alguem, que ignore isto!1
OSr. Urbano: Nao exacto.
OSr. M ."' Caval mli:lu sri, que ver-
dade.
o Sr. Pn 'denle: Ordem.
OSr. / rbano: Sao pode saber, calumni i.
OSr. Manotl Cavalcanti: E'verdade, cu son
testemuuha.
11 -.. p..;, Sr. presidente, este facto do
i re di pul ido i el 'ito il baixo dos auspii os
d i goveruo ibido de lodos.
(i Sr. Urbano: .ii Ihe lu i de responder.
OSr. iiptisla: o uobre deputado o que
quer a garanta da sua eleico, e nada mais;
c esta a opinio politiea, que elle repi'senta; e
tao ver lade < isto i orno que lui^ indo, e ralli in
do elle tanto para ser di putado, a huniaiiidadr
nada gauba com ser elle, ou eu, ou outro, de-
putado. ssas heras, que oSr. deputado lamen-
ta, e deseja que se n iitvem sao as beras p ua-
das, 'ni que elle en to amigo e alliado destes
mismos liomens do poder, que boje abjura, e
odeia, era i leito deb lixo d is influencias do go-
verno, and.iva de canto em canto visitando as
urnas eleitorai s, coneorreudu um sem numero
de pessoas a *"otar, soltando-se cliuveiros d
lisias com nomes suppostos, que enchino as
urnas, '\<- sorte, que eu uuuca pude votar com
a ii, i ii. ii. v desordeiu [apoiatlof). N iquillas
bi ras .....haviq fraudes, a eleifo era.livre, <
para sei livre bastara o Sr.-deputado sabir plei-
to .n,^ .
OSr P Cavatranti' = Apoiado.
ij Sr. I isla : Kis-aqui, Senbores, as heras,
que o nobre deputado deseja, e outras cousas
mais, qu uo couvem diser, e algumas que
gon..... up occorrem, porque a mnha vida
nao l'oi politiea. I-.' preciso, que provincia
ue couipreheuda.; eu uo s_puhomein, que te-
nha de lien nial com pessoa algiiuia por causa
deeleicoes; eu nao veunoaqui adquirir popula-
ridades; porquejdei provas dequesejcalar-me,
quando me el gein diputado; posso assegurar
toda ininha provincia, que hei dediieraverd i-
de, eque, quando ella nao agrade, ningem me
hade wt ii/ m o partido, atacando a honra, e a
reput ifo dos m lis, ensillando o povo a desobe-
decer as li'i-. pregando principios de rebelda;
nao, eu escreva boje nuin i Iblli idesta proviucia ;
os meus peosaineulos correni mpressos, e por
riles se pude ver, qual a estrada que deseo
abrir aos Pernambucanos, a d i ordem do tra-
balbo e do desprcap estes visionarios polti-
cos (npoiadot).
Agora, Sr. presidente, drvo declarar a assem-
bla, que, se accaso algum excesso bouve da
miuba parte nesta discussio, porque inejul-
guei oltendido pelo Sr. ii'pinado; preciso,
que oSr. deputado coiiiprehenda, que nao est
atora tallando S milllidois; isla fallando no
centro da representaco da provincia, que elle
deve respi itar, est fallando em um lug ir aon-
de todos nos o compreheud inos, desde a plan-
ti dos ps at o ultimo cabello d i cabeca nputa-
ritada .
OSr. L'rbu o: r. eu nao comprenenuo ao
nobre depuudo, e a todos?
O Sr. Manort Cacalcanli: Pode compreheader.
OSr. haptiita: -- Fallare! agora, Sr. preti*1
lente, sobre os actos probatorios dessa aecusa-
pi.i feita u.iosei por quem, e que o Sr. diquitado
nunca quiz desiguar o nome, arespeitoda 6d-
sicaco d i acta do eollegiode Iguarass. Quan-
do a assembla, vista de una arguifio tao
brte, toda el'a calumniosa, exigi provas, e^
novas de'Um magistrado que estacostuma-
10 a julgar por allegata, e probata, eu sem-
pre esperei, que o nobre deputado apresen-
, i-.sr aqu fu-tos. que me convencessem ;
nao sei, se alguns nobres deputados eperavflos I
s~r convencidos como en; mas o que fe* o Sr.
deputado? Metteo nos em um enredo de ar-
'iimentos lirados do Diario velho; de cartas de
eus anilgosecorreliglonarios;lapalavrafavorita
1. lie ( riladas Senhor presidente neces-
sario queeu diga a verdade ; quando se tra-
:ou da convocacao da assembla { e ento aqui
- di/i i de ]>ublieo que os membros da oppo-
si :io nao vinbo tomar assento] eu sempre
li'sse ii o estes boinens nao me enganao;
-i 's liom ns veem; elles abandono agora; por*
pie nao qu 'i'ii a viid idr pura e livre de coti-
PStn o 's : romo elles S tPCn a gail ir enre-
1 indo o espi ito si'i Ibes eouveiu dubiedades .
> confusoes ; portanto como agora aoccasio
. rilicar os diplomas lilis qiierein vir de-
pois, allegando a falsificacao das actas e alle-
indo que nao est io c para averiguarem o
i goi o : de modo que esta discuss&o para mlm
rous i ,i i milito velha; nao me apanbou dis-
-a!' o rita la i .
Estes homens nao querem, sen3o teroccasiSo
I di" r- nos somos patriotas honrados; re-
presentamos a opinio publica ; vos outros nao
prestisdito isto, sempre hade haver quem
icredite ; porque por desgraca do homein o
nal sempre seaecredita mais depressa que o
"in e h ivendo quem acredite tem tomado
r upo o si u p utido ; mas i lies nao querem de-
s ii- ni m-m' de que iodo o inundo j compre-
lleude esl i rotin ide rheg ir ios empregos: e que
is iiicsu.ias elasses industriosas j ajuisobein .
pie ou governe esti1 ou aquelle, o sapateiro
- nipri' Ii id l.i-.r s ipitns.o illei iP-h i des.mu pie
l'iser roupas; eqneospu Interesse real ter
.ipitos c roupas pua fazer; < oseutrabalho
niimerosni apottdot .
O Sr. Lop (imni : Os espertallio: S que
iproveito nitm nuoi npoiadoi .
os,. Baplitta:- Mas, como disse Senhor
presidente, oSr. deputado mi api s-ntou una
prova s que ao menos pozesse" o nosso espi-
rito em perplexidade ja nao digo em certeza,
i respeito de falsiricacao dessa acta. Princi-
pion logo o Sr. deputado argumentando com
presu m pees; a primeira fui. que.b ivendo p
liariode Pernamlmro, ('que escripto debaixo
lis influencias dogoverno1 publicado urna a-
nuraco, e depois apparecendo o contrario, era
um i prova " Sr. i aplUla : Senbores quando o Diaria
Ir Pernambwn publicon aanurarao antes de ve-
i-ifieada na cmara municipal, por duas vezes
l i l non que nao se responsibilisava pelaal-
leracno quepod*sse Inver, porque elle te-
lilla acechado publicado as copias que se
Ihe mand iv.io para satisfazer a anciedadege-
ral baseando-se multas vezes na ifonaacao
le um escrivSo que se la por a tomar a yota-
i'p e em outras pessoas assiin, sem missao de
apurar votos ; porm depois conhecendo, que
o.io tiiiln obrado em regra.porduas vezes fes es-
! i di 11 irir.io\ssuppomosn*o sermuito exac-
toni si ispnlilicn.iV s; ipi-nasteinosquerido satis-
razeros desejosdenossosMtores.portantonaonos
nqxins u.ili's mos por ciiisi algUllia isto e ,
que verdade. Ora esta boa leda parte dos
redactores do Diaria de Penumb>teo (ja se pre-
veniodas iinputacdes da opposicaq, eu inesmo
umitas vezes ja advinho o que ella nade di/er
( riladas) nao aprsenla nina (nova milito mais
llirldica forte c positiva do que esa que o
Sr. deputado quer api 'escolar Seill duvida .
I uito mais que, como j.i lii'iii disse um Sr.
deputado do meu lado, nao o Diario, que
tem de fazer apuracao esiin a cmara muni-
cipal. Eis-aquia prova, que dio o Sr. dipu-
tado para dizer milito alloito : -nesta casa ha
diputados, que nao representiio a provincia ,
filsilicou-se a acta de um collegio o de Igua-
rass -- perguntH-se qual o fundamento desta
n i us ai-o, responde que o Diario de Pernam-
bwo !
Veja-se, que desptica maneira de se insul-
tar una assembla inteira O que nos vale ,
,' que o aecisador nao milito ccr!.) nestas
materias ( risada* yeraet ). '
\ oiitra prova que apresentou foi de car-
lis escripias por homens de sen partido, corre-
ligionarios do Sr. deputado. Ora, Senbores .
nao se sabe que nessa ell'ervescencia (los par-
tidos cada um trata de apresentar serviros
multo relevantes, porque cada um trata de ad-
quirir um certo u/..' Nao sabemos todos o que
so partido? Ha homens de fcil crenca.
OSr. Urbano: Do seu lado nao os ha?
O Sr. Baptitla: sim tanibem os hado meu
credo!
OSr. Jos Pedro = Oh Pois j tem ladoe
partido!
O S. naplitla ; O Senhor deputado quiz su-
pn henfler-uie quer que eu tenha lado.
O Sr. Jote Pedro : O nobre diputado c que
o disse.
OSr. Baplitta: Pois tenho [litadas), e me ex-
plico. orno cu nosto do respciio s bis, como
gosto, que se cuea rcputacodiishuiucus.como
d-tesio esta facildade de se insultar a turto, e a
direitosem provas reaes,e satisfatorias, como ja-
mis posso conviver com este frentico desespero
de se buscar os empregos calumnindole, e
brigiudo-se e cada um ilenuiiciaudo seusini-
migbs ionio ninigos da nai io ; gosto mais
de c i taponlatvio para o lado da governo); do que de
11 [aponlando para otada da ojfotifiio) (ri^adi.'-,
quer o Sr. deputado que tenha partido ; pois
ainda me explico mais. Como o partido Ido Sr.
d pntalo nao me rii};aua a respeifo defizer o
bcni do paiz: como tenho conciencia da saa fal-
sa posi ao. c que, tendo elle tinto aberrado do
justo, e do honesto", nao na poder, que i ll
Ii i de desenvolver virtud' s que uo tem ini-
nha intelligencia nao pode supportar tal parti.-
do que, quando inuito, fat mudanzas de pes-
soas e deixar llcar as ambicOes, eatjulgo,
que necessario deixal-o arruinarse por si ines-
mo i ponpie elle tem o germen de sua ruina,
, numerosas apoiadot). Apresentou tambem o Sr.
di pulido nao sei o que pens que um ui.ap- ,
pa. ainda nao o vi, por isso noposso euiittir um
uito a respeito; crelo", que feito peloSr. An-
nunciacao ; acreditar os Senbores no mappa
do Sr. Annunciaro ? (risadas). tV um mappa ,
(ue licou all : 'npoiifiwf para urna eatkira, que
eslava ao lado doSr. Dr- Urbano); eu mi o exami-
no, porque pouco mais, ou menos faco a idcia
do (ue e. ....
Mas, Sr. presidente, tratando amdade respon-
der aos argumentos do Sr. deputado a respeito
das suas provas presentadas, ( , eu farei .ligninas observa{des,e veem a ser;
pois o Sr. deputado. tendo enisi tantos meioscle
convencer a todos da falsilicarao desta ai ti de
Iguarass, recusa tudo isto para comecar a dis-
correr sobre presumpees e a discorrer em
materia para que nao esta milito habilitado ,
nao por falta de intelligencia ; porque o nobre
diputado c intelligcnte ; mas porque tem un
tal, ou qual interesse nessas colisas O Sr. de-
putado ja suspeito e o seu modo de pensar
nao pode estar milito de accordo com a de ou-
tras pessoas que estejo em calma; por exem-
plo o Sr. diputado tem a convicrao intima ,
de que Peruambiico s ganha milito, sendo elle
deputado : que elle o verdadeiro representan-
te da provincia, e (pie so cousas que nao se
pdein imaginar, cousas extraordinarias i que
farao, com que elle nao seja deputado.
O Sr. Lopes llama : Odiluvio (risadas
O Sr. Baplista : -- Apoiado ; disse bem o di-
luvio; porque s assiin deixar de haver eleico.
OSr. Urbano l O nobre deputado julga tal-
vei por si.
i) Sr. Baplista: Sim, men Sr.. estou agora o
tllg nulo por niini e pelo .'enero biimaiio | n-
tadas geraes ; porque quando temos um luteres-
se to grande em qualquer rousa como o Sr.
deputado tem as eleiroes. nina pequea cousa
sempre se nos figura grande e quasi semprea
raso cede a forra da magiuafo, e por isso nao
deve a cmara estranhar, que se figurasse ao no-
bre deputado militos concidadaos seus.de mrito,
e de conceito publico, falsificando a acta de nina
eleico donsdeputados, em quem eu com toda
i calma do meu espirito deposito toda a confl-
uir ntervindo neste crlme etc. O que en
estranho que, tendo O nobre deputado um
.mi tao seguro de verificar este laeto.podendo,
p-las iustrucro s de malo de 1842, requerer una
revisan as proprias listas dos votantes, que di-
veni estar emmassadas, t lacradas ate o finid
presente legislatura.rceiisassc todos estes meios,
os nicoscompatlveiscom oespirltolntelligeute,
e bem condusido, e que escrupulisi' calumuiai
sem provas plenas para vir de balde nos con-
vencer de um cr i me com o tal mappa escrito
peloSr. Annunciaro e com correspondencias
do D.-novo. Y. diz ento o nobre diputado, qui
temos nina f robusta ein eertos homens ; elli
' que i- mu rente fantico para com os seus;
mis o que laxemos guardar os principios do di-
reito universal (la moral evanglica que nao
nospermitte fuer mo iuizo do prximo senao
avista de provas convincentes [apoiadot). Je o
Sr.deputado segu outros principios, en tao e re-
presentante do despotismo e nao da liberdad.
'apenados). Y. dizer o nobre deputado que nao
ha lei, que autorise este exanic Isto nao e exac-
to: a lei aqui est (le).
O&r. Urbano-.Fallo do exame da acta e
nao das sedulas.
O Sr..HflplMf4 : Nao est na a disculpa; po\-
nao nielhor recorrer logo a base da eleico, as
proprias listas dos votantes .'
O Sr. Urbano Ku nao quero o exame de se
dulas quero da acta.
O Sr. kantista : Entao, que tem i O Sr. de-
putado acha as sedulas um n.eio vigoroso pa-
ra tirar as duvidas; nao pode fugir (leste meu
irgumento, elle nao pude ser destruido pelo no
bre deputado ; porque todas as vezes. (pica
acta nao estiver de accordo com essas listas d>
rada um dos elcitores e que devem estar la-
nadas e guardadas no archivo da cmara.
entao temos que o nobre deputado, com toda
a justica, poder dizer,que a acta foi falsificada.
OSr. Urbano: As listas bao de estar confor-
OSr. faptista:Bem, suspelta o nobre depu-
tado, que se arranjem novas listas; nina nova
falsilicarao para encobrir outra; cnlo sera ne-
csssario, que os eleitores concorrao para isto.
porque su elles podero dar novas listas asslg-
uad is por seu punho. O Sr. diputado por caus
de cleicoes, j se sabe, est mal com todo i
inundo': acha que todos-sao capases de prevari-
car, c de perder sua dlgnidade; so o nobre de-
putidozela milito a sua probidade: pois para
zelal-a, para nao expor-se a contrateinpos seria
necessario, que nao fosse tao fcil em descon
celtuar seriamente a todos; seria necessario qui
reeorresse previamente ao exame legal [apoi'a-
dos). Mas o nobre deputado rurta-se este nielo,
e dinao; os Senbores diputados, que man-
dem vira authentica de Iguarassii, que a exa-
mineni rt0.= de maneira que o Sr. deputadi.
presenta aqui differentes accusafdesi laen
mili desafl'ogadamente sobre nos todos os ata
ques.que bem Iheparecera, e ainda de mais a
mais, cruelmente atira para cima de nos a ne-
cessid ule de mandar vir as provas! NOS QUi
somosciargidos, os offendidos; e}ns equi
devenios apreseul ir as provas para justificar i
que o uobre deputado disse Tildo isto 0 boill
modo de defendei-se a liberdade do paiz: sai,
ns grandes ideiasdo* homens. que represento
a opinio publica trisadas, de sorte que, sea
opinio publica fosse esta, onde estara a nOSSS
chara provincia'.'! (apoiadot).
Assiin, pueee, que o Sr. deputado esta auto-
risado a diser tudo, quanto quer, contra os ou-
tros, ea nao provar nada. SeoSr. deput ido na
cuidoud'is provas, p-rniilta-nie, que Ihe diga.
que esta assembla, ou qualqueAnouiem, qm
for um pouco pensador, nao pode dar crdito
as suas aecusaces apoforfo*); ellas bao de pas
s ir sempre c.....O deelainaiaies vagas, destilu-
d is de lundinunio, milito boas p ira mover p u
xoes, |iara urdir Utriir.is; m is para promov r
bem da provincia, e p ira repr-seulii' o iuteri -.
se grande, e inuuediato da prosperidade publi-
ca nao servem. Isto o que eu posso afiancar
ao nobre deputado numerosos anotados
Parece-ine, Sr. presidente, ter respondido a
algumas das proposices do uobre depudado;
OUtraS neccssaiiaineiite lio de ter escapado,
porque O SCO discurso foi bastante extenso: por
tanto eonclnoaqui. e i seivo-ine para fallar ou-
tra vez, se necessario lor.
OSr. Floripcs: Sr. presidente, eu nao toca-
re! mais naquelles pontos, que foro victoriosa-
mente combatidos pelos dous nobres deputa-
dos, que me precedero, que foro inesmo pulve-
risados; porque nao quero tomar mais tempo a
casa: vou apenas, se me possivel, robustecer
mais alguns argumentos apresentados pelos no-
bres diputados; vou tocar em alguns tpicos do
ils, uso do nobre deputado, que impiignoii o
parecer, e principalmente naquelle.em que sem
melindre algum ollndeo gravemente aos depu-
tados, que pela primeira vez tomaro assento
nesta casa apoiado*).
Sr. presidente, disse o nobre deputado, e foi
tnlvez o primeiro tpico da sua falla, que em po-
ltica deve se guardar decoro s lels, nao se de-
ve matar a coustituico, c a& lels; mas que o
nobre deputado como representante do sen
partido nao tem guardado esse decoro; e que-
ris mais nina prova disto?
Oirobre deputado falta a dignidade. P melin-
dre, que (leve a seus collegas; laura sobre us
una pecha terrivel: pois ento su O uobre depu-
t do leiu honra, tem reputarn.' Nos nao a te-
laos.' I! 0 noble deputado que nos julga .'
Quem nos hade julgar o publico i parcial
(apoiadosgeraes); um tribunal, que esta de in-
termedio entre o partido do nobre diputado, e
aquelle,a que tenho a honra de pertenec'. O no-
bre deputado disse. --- bouve tempo un que a
provincia, livre na su i escolha, eligen liumeus
dignos de a representar ; por i onsiguiute, ho-
c, que a provincia est mani< tula ao carro do
despotismo, os homens que foro eli tos nao sao
dignos: mas a que lempo se remonta o uobre
deputado \<< tempo, i ui que rile sabia priim i-
ro. ou segundo deputado; a isto tamDi m ( u di-
go, que a provincia nesse tempo nao tinba dig-
nidade: o nobre deputado sabio eli ito indigna-
mente. Eu nodesejava levantar as inhibas vo-
.i s contra o nobre' diputado : ti nho 'inhibas
sjnipatliias por elle; porem nao (levo mais guar-
dar silencio, quando son ferido to de pi ito pe-
lo nobre deputado. Son tao digno de represen-
tar a provincia, e ti nho tanta honra, como o no-
bre diputado.
Mas admiro, Senhorrs, que o nobre deputado
neluisse no numero dos homens dignos aosSrs.
Leonardo / Iserra, e I oun uro I i" rra (lian-
do, Sr. presld' nte, os avalcantis srrlo dignos
para o nobre deput ido .'
OSr. I r6ano:~Est nganado; mas diga o que
quizer; porque eu hei de responder.
OSr. F/oripes:Ainda esta prxima a poca,
pin que essesSenbores rolaro pelas ra-; pin
que um inesmo, que se assenta aqui. era todos os
dias insultad.) {numerosos apoiadot); mas agora
san digno- liara O noble di putado !
OSr. Urbano:A que veni isto.'
OSr. Floripes:O nobre deputado sabe a que
veni; masa que tempo se refere o nobre dipu-
tado ? Ainda refeiir-se-ha ao tempo,em que, PS-
tandoemoianna esquecido.foi del trasidopara
upii, para nulo da pessoa a quem boje morde?
Tao breve se esquece do teinpo.eiu que esta pes-
soa ocarregou, e lancoua prim ira pedra doe-
lilicioda elevaco do nobre deputado? < orno
sms tempos passro! Esquece-se de tudo!?
OSr. Urbano:Nunca olive no caso do linbre
deputado irisadas .
OSr. Floripes:Isto philaucia.
OSr. Urbano:Si r.
OSr. Floripe*:Mas, Senbores, veem aqui as
'novas apresentadas pi lo noble di putado. Eu
nensel, Sr. presidente, quando ouvia o nobre
diputado lancar nina nodoa tao torpe sobreos,
que apn sentasse dociliui utos do ci me, que de-
iiuncion; masque vi eu? Vi cartas de correli-
gionarios do nobre diputado; e admira que o
nobre deputado sendo, juiz de direito, estando
acostumado a avaharos autos pelas provas, ds-
se tanta fortalesa a indicios e presilliipcoc
morinente, quando se trata de aecusaco tao
grave! Ha pouco, Senhores, vagn nesta cidade,
que se premeditava o assassinato do nobre de-
putado; .-. polica occujm-se disto; e quaes !o-
rao as provas que se e.xibro' lina inulher de
timo, um.....nio etc.; no entinto, entrando-se
na indagado do negocio, indo a autoridade a
casa do nobre deputado, aehou-o transido de
susto!
OSr. Urbano:Nao pensel.que o nobre depu-
tado troucesse'es te facto para a assembla (iipo-
idos).
OSr. Floripe*:Trago; quero dar mais este
campo para o nobre deputado brilhar '
O Sr. Urbano: Protesto nao me occiqiar
disso.
OSr. Floripes:Pois eu oecupo-me : a auto-
ridade foi casa do nobre deputado, quis saber
quem era esse homein encapotado; que ti nloii
contra a vida do nobre di putado eu n direi,
respondi o nobre deputado, porque temo yiu-
ganras--; mas alinal o nobre deputado indigl-
tOU o individuo; apparece es-e individuo, vai a
casa do nobre deputado, e diz o nobre deputa-
do, setal individuo nao =.
Senhores, eu tronce isio assembla para
mostrar, que nao a primeira vez, que o uobre
diputado ta/. rastVs tao Iracas para autoris.ir
piopn-iroes temerarias, e para ferir reputacoPs
(lindadas. Mas agora, fallando da falsificacao
dess acta, pedio-se ao nobre deputado, que de-
cl.irasse o nome de quem tinba feito essa denun-
cia o nobre d putado respoudeo nao, eu te-
mo vingauras conlra elle.=
OSr. Urbano:Una demisso de eraprego e
vinganra.
O Sr. Floripes: Mas, Senbores, nao repara o
nobre deputado nem aquefTcs de si u lado, no
tempo, em que taiubeiu dirigio os negocios p-
blicos ?
O Sr. Urbano: Eu nunca dirig.
OSr. "anoel Cavaleaali: Mas diva apoio
tipoia '"
(iSr. Urbano: Rom d -i, est engaado.
t) .Si Florip S'esse t'-iiip i i tiub ni l''-
bre >i "im '' 'i i igi' j 18, aond s pr |!
eleicbi e conconia para o roubu das urnas c-


lei tornes: nao se l.-mbra o nobre dcputado des-
se i-inpo; mas agora acha indo fro, pruim.
Os do lado (lo nobre deputado sao os Interpre-
tes da n nao; lia nina obsolvuo 110 jury, c um
truimpho nacional; e nos somos visescravos
mauictados a mu sr.! Masen direi, que, so nos
temos un sr., os nolnes diputados lecm nutro
niais desptico: mis temo-nos vendido ao po-
li, r ; mascssas pessoas, que di/ein islo, tain-
1), ni estao nianieladas aos pod. res do srdido
interesse. Taini)ein se di/, pie O r. sollado (las
eleieoes de flonito nao foi vcrdadeiro; e porque
Oliobie deputado nao r|iier dar mle.ro crdito
a isto ? Porque rssas carias sao dos nossos cor-
religionarios ? Scnliores, ni nao la re i como o
nobre deputado, <|uc teme alquil compromet-
imiento, ou vi.igan. a ; trata-sc de nina (picstao
de muito iulercssc. c cu quero mostrar como
se tein procedido uestas cousas. Urna pessoa,
nue pi i linee ao lado do nobre deputado, disse,
que un olii al da secretaria, ou um prente
desse ouiii.il llie contara, que a acta de Igua-
rassu tinlia sido falsificada; esseofficial, carrc-
gandocom una injuria to grave, dirigi uma
carta a cssa pessoa, loneeliida uestes termos [t).
O Sr. Urbano: < O nobre deputado faz-ine o
favor de confiar esta carta, ou protesta trascl-a
na sesso seguinte.'
U Sr. Floripe: Eu tenlio esta carta, e farei
dclla o uso, que quiser.
O Sr. Urbano: Ms um documento, que
prova a llsilic.-uo.
OSr. Floripe: = Eu verei, se a posso confiar:
liouve una icsposln, e aqui esta por ledra de
nina pessoa (pie O nolire d( pillado coiiheeei a ;
mas esta ]iessoa u;.o a qiiiz assignar.
Sr. pr. sidente,' caneado, t( m-se dilo sobre a questo o mais,
que se podia diz. r; rrcollio me ao silencio, c
Cloncluo, votando pelo parecer.
O Sr. Tuquie: Si nlior presidente profun-
da (' a couvlcco que por c< rio tem esta as-
seiubli'a de que os inembros que a coiiipocni
actualmente, sao legtimos n-prcsi mants da
provincia. O nobre d( pillado que lomou so-
bre schs hombros conti star sua h gitimldade.loi
foliado a r. c. nbi c( r que esla (Olliico do-
mina ua assi iiibb'a actual ; e nao era de cspi -
r ir da prudencia do nobre di pululo que Ib
se apr. si ntasse peante sia assi mbla l'a.,endo-
Ihe urna aecusaco tao grave, scui estar munido
depravas surficii nt. s ; pori'in Seubor pn si-
dente al. in das expressoes fortes que cu ou-
vi ser* ni laucadas tiesta casa i onlra tod i a as-
S inhh'a cu i onlra asna maioria indisliiu ta-
lo, ule, e contra algn* dos un mbios d II i,uad;i
ouvl que |:ossa mi iia. i o uosso assi iitiuu uto;
o a opi.iao publica cilio, qm nao s conspi-
rar ontra i sta ass> mblt'a, i m quauto illas.
proclama legitima n ] re si iitanti da protintia.
Neo posso Scuhor presid lite di ixar de li-
gar toda a importancia poltica; ouporqm
tenlia sidoi ducado di haixo do pn dominio das
ideias polticas e jurdicas; ou por qualquir
onlra rasao que cnlia iiilluido lio llieu espi-
rito : mu qumito julgue que a poltica so nao
pode f i/i r a I', licidade publica com ludo nao
po.sso d( ixar d'i nt< ndi r que da poltica pdi
provlr o b. ni ou o mal de luna naco. I'orlan-
to S: nitor presideute, lionro-ine milito di
Ser insta casa o representante de una opiniao
poltica ; a qual le colloeou ueste nssento (
Ser-lhe-hei fiel ; mas (piando assim conl'cssi.
ser repn sentante de urna (pinino poltica, i
que ue.liiini oulio din lo eu t ra para vir a
esta ass nibb'a advogara ca iza do iub'resse pu-
blico, tan b ni devo di clarar que jamis afi-
diearei a miiilia raso ; que jamis dcixarei di
votar ni sta ossciiibb'a conforme aquillo qm
ent. nd( r s r de ulilidade publica e que se ae-
eordu Kim a coiisliluico do esludo, e as-leis,
Taiubeiu, Senlior pii sid nte, istoii um pouco
disposto a portar-iuc com aqu lia modeaco ,
que entendo ser di dignidade de qucni se as-
s ula tiestas cad ras eslou deixar pimsar rm silencio alguma coirsn qui
pude ria dllender 0 nuuorguiho; nao me i n-
volv la i Jpois (tu respostas acres, guaes por
certa Jh-ensacan que foi apr. s. niada pilo
nobre d< petado que se assenta do nutro ado.
CMiobre di pillado afliriua, que esta assi m-
bla ncni c digna de representar a provincia, de
quein se diz representante neni c constituida
por vontaile della. Esta accnsacSo do nobre de-
putado nenliiiiu fundamento teui j;' se disse ,
ieiii elle se dignou apresental-o.
Si nbores esta asscinhla i m sua maioria nao
pode deixar de Berjulgada legitima Interprete
da opinio publica, t) nobre di pillado nos pa-
la ce, toma a lilx rdade de duvidar da legiti-
midad!-dos ttulos dedous, ou de tris nu-iii-
bros desta casa ; se assim ; com que dados
pode o nobre di putado aventurar, que a maioria
desta assi inbli'a nao a legitima exprcsso das
urnas cleiloraes ; nao c a representante oHici.il
da provincia? Etl nao vejo nisto mais doque a o
pililod noli re di pillado. (| ue se juica conidirei-
toparai rgHer-seci utraa i'xpressao da provincia,
e contra a apuraco daqutilcs corpos que de-
rio vi riliear o ia sollado da el< cao Si gUlido
a forma do gov rno entre nos rstab lecida; nao
vejo, Sr. presidente, seno que o n obre di-
putado jiilf.a, qte a sua palavrn de boma \a-
le mais do que qualqiu r titulo, que aqu se
podesse apresi mar. Sr. pn sid. nte as j ro\as
com (uc o nobre .1. putade pn tend o a) n si li-
tar urna ib niiiii a tao grave con.o esta, sao do
genero mais uraco. Ouobre di putado nao nos
apnseuta mais do que coijcituras lu.dadas
na publcacao da apurafdo i m urna loilia da
provincia, e refere-se a algumas iuformacoes ,
que diz ti r de pi sso.as m qm m deposita coli-
li.una ; mas, Sr. presid nte ni III Ulna n. In
OUtra parte das rasoes prodii/iilas pilonobu
di | ni ido i ni liiiidaim nio para abaudouar-
inos a upiuiao (in U n.os, di (;iii ascliicurs
forao ligiiiinaineiite fcitas. Quauto ao que si
disse ni st: casa sobre as(cu.binat.u< s da apu-
raco publicada 110 liiario di I muni.imi.l u-
iurn in i,hniii peso l"i(l. f. r. O Limii} i/e I ri< dictaron militas vexis, (,m o siu re
dactOl nao lilil.-: iliante do- olbos as aiilln nti-
, is dos e >i|i gioh in m i^'' su.o i opias exiu ins ,
nr lisia-. .' |. s -(.as o qil lli ti ss. o i; i I.. ni. -
' ,- ; | llblil mi | 01-1,111
,i m > ilxtac r a auc dadi publica-, i.u.
uessoccasio scuiostr. O redactor, pols, do
Diario dePermmbuco n/o leve em vista si..... OSr. Taque: Mas em respeitoao Sr. Anto-
siiisia/.r as exigencias do pblico. Sr. pr. s- ni. Joaquii -. e aos outrbs Senh i
dente, a acta do coHegio d.-Iguarassii suppu- Voto, >r. | idaconiui
nbo que o mismo nobre deputado uo a\ u- e cintra o n
turara, que elle, ou algtim amigo sc a livcs-l \ discuss n tica adiad i pela hora oSr.prc-
se as maos antes de ter sido remettida acama I sidente da pira a ordem do da d'am inli a i
ra i u i it i( i i. 11 .1 !' ,.... i t ,..a.....i ....... a.................i i. .. ......
ra municipal do Recife. o nobi
affirma uem me consta qu
...........................i.......... .................
mi ni.i nao inesiua de hoje i levanl i asessao
:u ni ni si i c-
ti.iiu auvesse, e tirasse una copia exacta d -la BRssii KM 18 HE MARCO.
acia para nioilrar boje afaKihcavao argida. /'- /, hiuln Lcenla,
.seinpie ouvi di/.cr Sur. presidente na occa- Feiti a ebani.nl.. c ai I.....lo-se presentes 25
siao, ciuque; se tratava da apurarn dos depu- Sis. depuia los, o Sr. pr s.l nte declarou ab lia
i ubis proviniaaes que nao se sabia ao o rio ., sesso, e lid i a acta da antecedente foi appro-
qual era o Quinero de votos, que se haviSo ob- vada.
tillo nesle COllegio; ouvi dher, que na si-ere- EXPEDIENTE,
punte:
la provincia, pa'rtiei-
iioo insie coilegio; ouvi duer, que na secre-
taria dogovemo nao baviahutbentica desle
coilegio e que no da prximo a apuraco das
utas para a apuraran geral foi ella directa-
mente remettida acamara; tanibein nessa oc-
easi;io o nobre deputado que se assenla por
(liante de niiiu c que ninguem contestara que
tem mu tos amigos nesse municipio nao ap-
pareceo na appur%(do do Diario com os votos
desse coilegio que depois se eoni.ira na c-
mara desta capital : portanto creio que nr-
nbiini l'unilameiilo pode-se pr i m dados desta
natureza. nobre deputado parece dar umita
forea sto di/eudo que o t ni da falsficacao
dessa acta, fui desviar alguns inembros do si u la-
do. Sr. presidente, senipre que estas quc.vas se
levantaren) terd por-motivo uma causa igual,
o nobre deputado nao viria aqu lser uma quei-
\a desta natureta se acaso os do sen lado los-
sem vencedores; mas, Sr. presidente so por-
qu o resultado ultimo das eleicoes leve de a-
present ir em ultimo lugar aqu lie que se pre-
suma ser o primeiro e raso justa para se en-
tender, que liouve l'alsilicacao .' Sr.presidente,
o nobre (I. putado con la muito uo rigor, com que
argumenta ; mas parece-me que desta vez
nao proceden coill aquella lgica que aliiis o
dislingue, Sr. presideute, o nobre di pululo sa-
be mu b. ni que m sua Ino ludia o niuuir-se
((''documentos, com os quaes viesse argir,
c ni aJguiu Ibndameuto a falsifii ayo dessa ac-
ta ; se i Ha se hoUvCSSe te i lo, poda n qu. ri r um
exaine no livro da acta ou as s.dulas c com
osen resultadoapresrntar-se nesta casa : neni
pr. eisava i lie n querer ; o nobre d pula do ni s-
ta comarca b in uma das varas do ui/.o doc-
v I e portanto podia maudar proceder a este
exaine. Agora, Sr. presidente em que sefun-
d,io as oiitras provas, com que o noble deputa-
do pretend ai levar ao uosso espirito aconxic-
cn deque a acia de Iguarassu se ai ha falsifi- ,
cid i .' Fuuda-se em duas cartas pariieularrs : as obras i ublicas
or-,oiinbi- d1 pillado que nao qui r air dilai raes de alios aul
na apui.nao f'ila p-lacan.ar i n.iinii pal como n dscusitio para iniui-siir as rasoes, pelas
d todo o cr. dilo ao qm djz'ju duna crt sde quaes suppriinio os referidos artigos da receita
expedien n
O Sr. I." secretario deo coma do si
Tin ollieio do secretario (...
pando ter-se expedido ordem ^ tbcsour.u ia das
rendas pruvuieiaes para entrega da quola para o
expediente, e mais despenas desta asseniblca.
Outro do inesino secretario, remetteudo um
ollieio da cmara do /fotuto, em que pede, lim-
os arrematantes do disiuiode iniunyas sejo in-
hibidos de cobrar o dito disilllO, sobre produe-
eoes ,-i clles siijeilos. que, nao sendo de Seus
inuuicipios.sejaii levados iis fei ras para seren all
expostos venda : a coniiiiissao de ornamentos
das cunaras.
Aebando-se sobre a meza o diploma do Sr. de-
putado supplente l)r. Lourenco Francisco de \l-
m. ida Cal iulio, convida oSr. presidente a eoni-
missao de constituirn e poderes dar o sen pa-
recer ; ea mesnia comnusso, relirando-se .i sa-
la i'omp tente, roltou depois com o seu parecer,
julgaudo legal o diploma do Sr. latanbo. I-'- ap-
provado 0 parecer, foi introdii/ido o r. t'.ili-
nlio com as formalidades do rsblo, prestou ju-
ramento, e tomn asseulo.
I'oi a'poiado ejlllgadu obieeto de delibera, o
p ti imprimir o seguinte parecer da coiiimissao
de faz1 mi i e or.ani.iilo ;
A coiiiiuisso del'azenda e orcamenlo, tendo
em vista o ore inienlo i I .linio-, que Ibe IV i. ( >
prsenles, orgauisuil, e ollcr.ee a consideraran
da asseiuhla o incluso proj'lio de le de o la-
mento para o exen ii o de IS' ,-i 1845. A eoin-
missao. al-iii de diversas redueedes, que fez un
desp. za, suppriinio as quotas e verbas respecli
vas ,-o iliesour iro do consulado, Inspecfodn
assmar e algodo, ao seminario episcopal, a
cadeirn de ob*tretieia, e aos pnroi los e eoadjnc-
Inres ; c outro silll, como Clllivi nienle e aci i i i-
do extingui da re eila pro\ lucial a lava das pas-
sageus dos rios iips iniliiicpos do Uei'ife e (tlin-
di, c as sobras das consiguacoes maread i para
e prix.es nos oi'cnmeiilos ge-
|.~........ -i..........i............... raes de alios aul- rimes : couimisso auuardi
a apuia. ao f' la p'la eau.aia n.iinii ii.al como n discuss;
. ...I.. ..'.....II._ .........I:.......i........_. J-
e speza.
Poro lulos e appi-ovados os seguintes pare-
ceres :
A' coniinissfio dos negocios ecelesiastieos foi
presente a n presentivu do Exin. Sr. bisiMi dio-
cesano, pedindo a i sla assemblea nina disposi-
ca*o legislativa pial, coiilra os queeousrvao
nesta capital abenas as lojas de fazeudas nos do-
dos bi pos de i'.'ja. faro. Funchal e Lamego.
no nliinio dos nmeros recebidosdo /'./-
I le 7 de l'evereiro o seguinte:
ii Torres-novas, Santarem Fundao, A-
l.au! .. Elvas, I.M.ia. e(oinibr.i j trmula o
i ni i ai -.la i.miIi.i. Consta que em Coiuibra
0 | ovo caneado de sofl'n r as tyr.....as do despo-
: i Lopes de I i na, governador civil, fiera em
1 stas; eque igual sortetivero em Torres-no-
\ tsoSr. VntonoMara Couceiro.c no Korte-da-
i o respectivo governador. .Nao sabemos
al que ponto sao verdad, iros I les lualos, mas a
seren certosnao podemos deixar de lamentar
i es desastres.
i( Achao-se presos bordo da fragata Diana os
Srs. couselli Iro Lourenyo de Ollveira Gri
j. Dr. Leonel Tarares abral, Antonio da Cu-
ulia m 11 > \auir e Joo Lourenco da Silva, pro-
prelario da fabrica de pregos i fuudicao; e fo-
I nio procurados para seren presos os Srs. bi-
no de Kosea, Mendes Leite, Vntono Hodri-
! gites Sunp.ii.i. Jos Vutouiodo NascimcntoMo-
racs Mantas, Vntono liamillo JCavier de Qua-
dros, c o advogadn lloltremar. i
\s noticias da llcspaulia, eoutidas no Biaria
do(ioirrnn de 13de i ven iro p. p. uliiiun dos
iiuiiii ros. que d fj do uiesino inez: poriiu, pumo ou nula acres-
i ceniao is que publcaiuos em o nosso numero
de ante hoiitem.
Por decreto de l> dej ineiro linlia sido revoga-
|do o do ex-regenle do reino de 2 deoutubro de
1841, pelo qual. fura suspensa a penso volada
a augusl i luid d a r dnlia reiu inte.
Segundo cartas de Pariz recebidas em Madrid,
(lev i a a im lili i i In islin i pulir ilaqiiella cid idi-
lio dia 15 de lev re ira em direccao i II 'Spauhi.
Por decreto de."i do mez p. p. se declarro
i bloqueados os porlos de Vlicanle c Carlliagi'iia,
onde l mil), ni i ebcnlitl a SllblCVarlO
I
V ordem do di i .11 sessiio d i assemblea legis-
lativa desta provincia, que lera lugar hoie ,
20 do corre nte, pareceres adiados e l.'dls-
eussio do projerto de lei do orcamenlo para o
auno linaiiceiro Intu o'
1--------- ----------r .........---------[ I---- ---------- -------
da sunn nte porque nao Ibes lida sido apee-
s. niado o livro para assignal-a iiuuii diatameii-
te a conclusa!) da iicicao; c lamb ni poique, se-
gundo a sua Ii mbranca um Sr. diputado le-
ve tantos votos em Iguarassu r (b pois por essa
ai la appan eco com lautos, ulra caria i que
i nula a historia de um papi 11 ucoiiIrado i ni um
livro, que se disse ser o vro das acias papil,
que o nobre deputado julga ter ido du,qui i na
l.i/a i a l'alsiticayiio. C nobre di putado disse ,
que a ai ta loi falsificada e (pie, lu ando in.pcr-
b iia, maudou-se enio falsiticar o li\io.*paiice,
ifliv nao liavia neecsstdade disto ; porqui s da
primeira vez se dispensava a falsilicacao do li-
vro da acta, nao ca preciso mais quefazir
un.a nova acta.
O Sr. Urbano : Nova acta no livro e nova
copia.
u Sr. Taques: A'cni, se na primeira vez bas-
tavaa l'als.iiarao da acta para que llsiliearo
livro ? O nobre deputado disse, que tendu sa-
bido aacla boirada se inaudou cnlao falsificar o
livro.
O Sr. Urbano : Nao foi isto o que eu disse;
o nobre deputado est invertendo.
USr. Tfl
Nao cstuu iiini b iiilu, n iiu-
T ----------- .
bre deputado deve fazer-me justica.
OSr. I rbano: lito nao me intciidco bein;
eu responderci a ludo depois.
OSr. Taquee ; Ti nbo Sr. presidente, mos-
trado que o nobre deputado nao apresiulou
base alguma i sua accusaeu que nao nosoc-
recro indicios ucnliutis de nina natureza mais
rigorosa n los quaes nos pudeSSC abalar das
louviicoes, que temos, di* que, legtiinamcute
son.os representantes da provincia : nao preciso
tocar i m ontras consideraedes, que por parle do
iiobn diputado tinao apreseutadas insta casa,
e sobre que ja iniiufiusanicute discorrt rao os
m. us nobiisiollegas que in'e preceder. Nao
preciso justificar ovte da coinuiisso dospo-
dires: pois que o nobre deputado sobre elle
apenas fez algumas i'onsiileracoi s queja U'i in
aido respondidas lancando-se na questao, (pie
agitOU da falsiliiarao da acia de Iguarassu. Des-
de j declaro ao nobre diputado, que nao vo-
tan p( I ri (pu rimento, ou ndli ayao, que man-
dn a un sa para ipic agoia ti liba O s. u i Si i-
lo ou mi sino que aj.ia Si nti o i m outro dia ,
nuil ulna lonna mais curial.
O Sr. Lbano : Isto espi rava cu.
OSr. laquee'. I os tcnba paeii ucia.
OSr. L nano : Ti nlio-a leda, que remedio?
(i Sr. laquee ; Ontros un us coll; gas di i la-
raiao, que volavao por csse n quei inniito : ru
nao posso volar por i lie, c nao son su pi lo; por-
qui o uobre di pulado un smn uisse, (U( son da
qui Mis, que podan dispi usar \olos;iuas uaoa|-
piUVOU nqiu ruin lllo;p(.l(jll( aii ni (i. qui nana
i. i.bo visto, (|iii possa loinai sup( ila para uiin,
a aulliculia i ni quisuio. UbOJuigO, (pie ( sta as
si u.bii a possa cliamai asna |.n s. uiaoaiiliM,
iia (amara (le Iguaiassn. I liobn d. pul ido ,
como jiliz podia i tinba unios para a ui ci ssa-
iia miliacno.
OSr. Lrtam: Sr., havia di verificar, rJa-
m Ii sli ixanu (na. do os i.ol i's d(|l(lad(
....................' -i....... ;......------------
pessoas, tilvez desejosas de lisonjear ao nubla
di pul do e un sino inte icssadas i ni laucar sus-
licitas sobie a rleicSo?
O Sr. Urbano : ~ Elles nao tceiu raso alguma
para me lioijcarcm.
O Sr. Taques : Nao digo, que sto jeja certo;
nao colillero esses individuos ; mas sao indivi-
duos Un seio do nobre ib putado; p. ssoas, que si
apr. si ino, declarando, que a acta est falsifica- mingos e dias santos nao dispensados: e com
quauto milito loilva o /elo e bous des. jos do
principe da Igreja pernanibucana, todivia en-
lende a eommissao, que lal medida ultrapassa
,is adribuicois (h sta ass.'iubli'.i. Sala das SCS-
so.-s, IS (I,'marro de 1841. = Peixolo de lh Uo. -
Un nardo liab Uo.
lar ( romiuisso de I gislacio, que deve
s i- ud liriibi a pe.' ." d--al, un-i a! id;--.- si
n i ni. pi, ii i qual p .! ni a r inga da nrd
do !i\-. 4., til. '.l, que > I o col
porque, ah'in de ouli is i iso |iii' e eseusadi
de pondi rar, nao itlribuices desta as-
semblea a re vo i un i le geral. .aladas
eoniiuss es, 1(1 di u ireo de 1844. = Alcanfora-
do. Med
Parece i eommissao deIrglslacao, que nao ha
rpie diluir i p.lirao do Dl'.Jos liand.ira dl'Ml I-
lo.eni que pede .que i ; i as-., mbla declare,qne,
segundo oart.-Sdo ci iligodo] roersso, compe-
t in aos pn motores os i un iunieulos, que forao
marcados na lei de 20 de si i mbrode 1830, ari.
Mi; porque senil lliailte d el racao nao da colli-
pcteiieia (lisia asseillllli'a, l'lll visla da til. rpie-
tacao do actoaddieional, ab in de que ella sr lra
desneeessaria present mente, por estar esta ma-
teria pi o\ ideni i.nl.i ua a da reioi mas '' eoul-
go do processo. Sala das eommissoes, em 16 de
marco de 184-1. Alcanforado. Medeiros.
(Contiuuar-si-lai.)
... ._________j
Recebemos os nmeros, que nos laltavo, do
Diario do tiovemo de Lisboa, de 15 at o fin de
Janeiro: o Patrila cbegS suiente a 7 de l'eve-
reiro, em consequi ncia dasuspi usao das garau-
lias, e lia da punluacao dos joni.ns polllicos.
t.oiu quauto telibamos ja publicado as noticias
mais unpoi lan: s, comidas n*aquellas lolbas,
todava para compi lar a serie d i lias, resuuii-
n.os as aiileiions, que nos pan cen de algum
ntci'i sse.
A 13 de Janeiro fizeroSS. MM., a rainnae sen
augusto esposo, a ouerta de quun uta ionios de
n is i ada mu para BUpprir as urgencias do llu -
soura publico no corr nte anuo econmico.
No un sino dia se \oiou na cmara dos pares
aiespostaao discurso do Ibrouo por38 votos
.oiitral), s( ndo slatotatau considerada como
un, vi idadeiio triuiiipbo para o goveruo epara
os amlgosda ordi m. a tmara dos deputadus
i uu ti.u-.se ii'ijiu II. da o debate sobre O trans-
i. iidi ule pidji i lodos loiai s; e na sesso de20
de janciio loi lambn approvado all o prajec-
ii. di n sposta ao disiiu.-o da coroa, seguuuu loi
apit si nlado pi la (oint..s.-ai., por nina maioria
lie bu votoocollira ''i.
A lanlia c a curie de Poitugai lomrao luto,
pi la ii cin do i x-ici da hollauua Guilllcrme ta -
d. rico, duque de Nassau, por i siia\o di un mez,
principiando a I* dejaucuo, escudos primel-
in> i.'idiasdi luto riguroso.
. p.,i licno dos m .ocos ecelesiastieos cons-
ii'lfOi'S.
0 eorretor Olvera f.ir leilao de grande
sortimento de fazeudas ronsistiiido em cliil is .
madapoln, brns, (billas, lencos, v.\.--\-.
ibillis, cobertores, suspensorios, algodozi-
uhos. uieias, pl.itilhas, panno., velludos,
chapeos de castor superfinos, bramos e pre-
lus ea!. idos nglezcs para hoinein. c IllUtaS
mitras fazi mas de prompla extraccao ; asquae
- rm vendidas seiu limites: boje "id do cr-
rente, as 10 horas da ni aulla i no pruuciro
andar da sua cas i.
Avisos diversos.
>,i i. pai licno do
ai.i | i i | ai in ip.uau un. nviado i Miaoidinario
ii.iiii>trail.iputii.iiar.....a lorie .1. loiu.-
diz.m, um m tu.haiukri.ssi; acin.diuu.ao Ikii. gal na di Uo,,.a, que ( m consistorio, (
< *..n>.K.... i-I n -4:. Il H- .......I ,i til
iiissciutu cxuiue.
y,II I.a lll I.Uli.ll, i|lll l lll iui.iui.Mi". > .....yi
na manbau do dia 22 de Janeiro, fono conlinna-
V pi ssoa que aiiiiuiu ion no Diario n.61 de
13 de maico querer trocar urna uiagem do Se-
nlior crucificado, perfeia, cconicruz, calvario
e mais p. lienees. dirija--.' a Boa-vista, ruado
vluga-se casa terrea asobradada. sita em
l'or.i-di-piulas, junio ao sobrado do Sr. Anto-
nio Mves Karboza, cuja easaainda se est pin-
tando, e i. in exeellentes coniniodos para duas
grandes familias, para morar, m ndcpeiideiite
na da onlra, com seu quiutal todo murado,
ie mba, com bou a. ua ; os preteiidentes p-
eni Ir vel-a, d pois se enlenderoeom Jo8o
Vuliines tiuni.ii S,
m i. n.32, sobrado de um andar e sotio.
Na labriea de espiritos do largo do Terco,
n. 0, ha superior agu"ardenli' de Franca, aniz,
reino e genebra ; espirito de viudo, e espiritos
psseneiaes agua de olouia em garrafas e etn
frascos, leite virginal, opodeldoc, le-roy, lico-
res linos e coiiinuius, ele.
I.aiireniiuo Antonio Moreira de' arvalho,
n spoudendo ao Sr. aiinunciante do Diarioe-no-
iij ns. ;"iii. 60, e f>l < Diario de-Pernambueo na.
.il e 0*2 do crrenle anuo, que di/, querer-nie
informar de noticias, relativas ao nieu escravo
Francisco avisa-o que nao me couviudo uo-
lieias e siin a entrega do inesmo escravo ;
nucir 0 dito Sr. annuiuiaiile ter a boudade de
ler o Diario-novo u 230 de 1843 que ah achara
i pessdb a quein se deve dirigir com as informa-
cues circumstaneiadas relativas ao dito escra-
vo; o qual sendo logo (pie apparec.n, entregue a,
polieia, (Sla lomando conliei iiuento da questo,
resolver;! 0 que lor de justica ; assim como
tambem avisa qie, sendo grat^ao Sr. annuu-
ei.iiitc e a nutro qualquer pelo nteresse e es-
roicos que preslarem ao des. nvolviinento da-
qiieHa causa, e entrega do dito escravo faz
pblico, que naoteve, e tem tem negocio de
qualidade alguma com pessoas, que ignorein o
Uigar de sua residencia ; e por sso avisa ao
r. spi ilav i publico por isla primeira c ulti-
ma vi i.. que elle nesta praca faz asna assisten-
cia na ra do Hospicio em casa de seu tio o
Sr. padre Laureutino, aende o pdera procurar,
ou pessoaes ou por cartas que logo Ihe ser
entregues; e ba desta praca, aondequer.e
bem Ihe parece, em (planto sua conduela o nao
obstar ; visto que o seu estado de saude assim o
obliga e vista do expendido protesta nao
acudir annuncios.
A pessoa, que annuociou querer comprar
uma por. ao de luco fei 10 no paiz, dirjase ra
de lionas, u. 130.
Milito se deseja saber quein seja nesta pra-
ca o corresponden! uu pessoa, que tenha rela-
. i .i s com o eapilao Mauoel Comes, de AYrejo-d'a-
ii a, para se Ihe coniuiunicar negocio de seu iu-
teresse; niinuuce.
O Sr. Joo da ("osla Pinto, on alguein por
elle, quefra dirigir-se Hua-augusta (outr'ora
I aiaei te sobrado u. 9, ou aniiuncie sua resi-
dencia, a bem de tratar-te de um negocio de
si ni nico inlcresse.
Quein anniiniion querer um criado para
( asa le um bonieni solteiro, dilija-sea ruadas
( iin o-piuilas paitara U, 63.
lia ei/.a-se de nina ama sem lilho, aqual te-
lilla boiu hile: qu. ni estiver uestas ciicuinstaii-
cias, dlrija-se a Ra da cadeia-velba do Recife
n. 17 no 1 .* andar, ou annuncie sua morada.


FABRICA PE RAPE
PRINCEZA
GASS fabricante e legitimo inventor do
b'ii u. radilado rap prin:eza do Rio-de-Ja-
ni'iro cora seu deposito geral na ra da Cruz
do Recita n. 38 e outro na ra do Livramen-
to n. 13 avisa, que as muito boas qu alidadas,
qu possue o seu rap, as quaes, pela grande
estima e crdito que progresivamente de da
em da teem obtido n'esla e as maii partes
bem cunhecido por um consideravel numero de
tomantes e nao consta ter mofado urna so li-
bra : por sao fas publico, que toda equalquei
pessoa que queira especular com oseurap,
Bttendendo as superiores qualidades elle fabri-
cante advortc, .ue se responsabilisa pelo sen
rap por qualquer forma ecom condiccOe*.
queomesmo comprador pode epreaental-as.
O agrimensor, abaixo nssignado, oflerec
os seus serviros s pes-oas que tiverem proprio-
dades a demarcar e atranca a mais escrpulo
sa exactido e o maior telo no desnmpenbo da
sua arte ; devendo todos os que do son presu-
mo se quizvrem utilisar,dirgirem-se (por caria ^
ao mesmo abaixo assignado na Rua-direita .
sobrado n \2[
Joaquim da Fon seca Soares de Figuei edo
lar na haca-da-independencia loja n.' 2.
Compras
NA BOTICA, K IRMAZEM DE DROGAS, til A
DA MADRE DE DOS, Y 1.
Se vendem as preparaedos seguiotes por prc-
^omuito coininodo, e de superior quaidade.
Magnesia Ponderosa de fmry.
I ste medicamento gosa das mesuras virtudes
que a magnesia calcinada ; porm couhece-se .
'i'"' s "Si lcitos sao muito mais enrgicos, em
rasao do grande estado de pureza em que si
'""' por i ujo principio ,' muito menor a rruan-
lirlade precisa para produzir os eil'eitos de-
sojados,
.Va mesma casa tambem se vendem tintas e
todo, os outros objeetos de pintura vernizes de
superior qualidade, ruin- el les um porfeita-
mente brauco e que se pode appllcar sobre a
pintura mais delicada sem que produza alte-
racao alguma em sua cor primitiva ; arrow-Root
dPBermuda; sag sabonetes; saMo de/VY ind-
eor; agua de ScidUts; limonada gasosa j tinta
superior pna cscrever perimarrias inglczas.
nudas i lasticas de patete escovas e pos pa-
ra denles pastilbas de muriato de morpbina ,
hypccacuanha pastilbas de bi-carbouato de
la, egingibre; as verdadoiras pilulas vege-
i es, umve es do Dr. Urandrelh viudas de sen
autor no-. Estados-Unidos azul finissimo, pro-
prio para annilar roupa ; pos de Seidlits e de
soda.
eirurgia, Umpar, amolar, aliar, ppolir navalhas,
un zomas,caivetes,facas.etctal qualcomo vin-
iro da mao do l ibricante e por qualquer encom-
menda uode-se dirigir na loja de Justino Me-
roz, Praca-da-independencia n. 18, e 20.
Aluga-se o segundo audar do sobrado da
ruarla Pruya u. 43corn bous cmodos, por sima
donde tnorou o Si. Dr. Rigueira Costa e Dr.
I>u 'te Pereira Dr. \ lefta!
Deseja-se comprar mu methodo para
nauta, que esteja em bom estado; quem tiver
annuncre ou l ve na Ra nova, loja de ferraaeiis
n. 30. e
-Perciza-sc de urna Sra. branca, que saina Ira-
balitar err costuras, fazer camisas, e vestidos
para Sra. c meninas, c outra qualquer costura,
e se queira sujeitar a estar n'uuia casa s nesta
oenpacao, por preco que couveocionar: quem
esuver nestas circuinstancias aturuucie, para ser
procurado.
O Sr. que cmpenbou urna porcao de prata
ni r.1,1 ilo Cabug, em nina loja deuieudezas, e
ja se coneluio o lempo < nao teiu apparecido,
naja no prazo de oito das vir, ou mandar resga-
i a- o dito nenbor, na Palta ser vendido para pa-
gamento daquautia que deve, .juros vencidos.
LOSNA
= Compra-se efectivamente nesta Typogra-
phia toda a qualidade de pannos cortados ou
velhos de lindo e algndao toda a especie
le fibra linheza algodao, c refttg em ra
ma, papel epapolao velho.
C'imprao-se eflectivamente ocos de todas
is finalidades a rasSo de 160 rs. a arroba; nes-
ta Typ igraphla ou o sitio do snr. Gomos do
Crrelo no bairrn de S. Amaro.
Comprio-se las mulatinhas de 6a 9
tunas, bunitas ; no loja de livros da Praca-
da-independoncia.
Comprao-sc um cordiio grosso, sondo sem
Mlio, e do bom ouro; na ra da Cadaia do
Recifo loja n. 20.
Compra-se urna cadeirinh.o que csteja
em bom uso; quem tiver annuncie.
Compro-se esoravos e escravas quo j
tenhao pralica de servico de campo; na llua-
direita n. 3.
Compra-se urna grammatica inglcza por
Constancio ; na ra do II ispicio n. 1*.
Compra-se urna grammatica Iranceza de
Albano ; na ruado Queimado loja n. 6
Compra-se um reloglode ouro, sabone*
te, e horisonial ; na ra do Cabuga loja de
ourlves n. 3.
Compra-so um sitio, que seja perto da
praca com casa de pedra e cal que acommo-
de urna f.iinilia de 6 posteas, chaos pfoprioS
ou loreiros cura bastantes arvores do fruto e
baixa ; quem tiver annuncie.
Compra-se a vida deD. Jnao de Castro ,
-'ometria pratiea porSilva anthmetica por
Moiitpelicr, sendo em bom uso ; annuncie.
rento sobre penhoresdeouro ou prata ; na sem serem virados a 160 rs., caixinhas de agu-
Kua-direita n. 8. jh |S frnncezas a 480 rs f e ou(ras murtas meu-
Aluga-se umsobradinhodeum andar t, dezas, tudo por preco commodo ; na Rua-di-
solaopara pequea familia, com arinasem reita ao p do Livramento n. 2.
Pie serve para carne secca na ra da t-rala n. Vendem-se 4 oscravos mocos, ptimos
86. derrontede Francisco Jos Itaposo ; a Ira- tant para nservico da praca como do cam-
po ; dous ditos bons ofTiciaesde sapateiro; um
moleque de 12 annos ; 3 escravas boas cozi-
nheiras ; urna dita de meia idade por 240,000
rs. boa lavadeirade sabao e varrella e para
botar sentido a um sitio o trabalha nelle; urna
parda de 20 annos muito bonita figura en-
gomma cose e faz o mais servic de urna
casa ; na ra larga do Itozario, sobrado n. 48.
Vcndeni-se na ciarla do lundao junto a
fabrica do Gervasio a primeira olaria, lijlos
de carimba de bom barro e bem cosidos a
3500 rs. o cento tendo 800 lijlos con la de
urna cacimba ditos deladrilho a 25000 rs. o
milheiro. ditos de alvenaria batida a 28000 ,
ea 26000 rs. tenas a 30,000 rs. o milheiro ,
ditas de pona para canto de cornija com o mi-
ntilo a 100 e 480 rs. cal branca muito boa a
1920 rs. o alqueire da medida vclha. lijlos
escravo bom serrador e cosinlieiro perito ~
Uua-direita n. 3. na
Vende-se ou permuta-so por escravos a
parte de um sitio, com boa casa do vivenda
livredo penhora ou hypotheca situado no'
inelhor local do Poco-da-panella o qual ('!cn
nhecido polo sitio de Joo do Reg Falca/-
tratar na pracinha do Livramento n. 24, r,a
meiro andar das 6 as 8 tioras da manlia
das 3 da lardo em dianle.
Vende-se farello novo em saccas de 3
arrobas chegado de Hamburgo velas do
permaeete em caixas do 25 libras ; em casa d*
II. Mehrtens na ra da Cruz n. 46.
Veudc-se a peca thealral dos Selle Infer,
tes do Lara, e Arthur, ou depois dos 16 anuos"
eos entremetes os selle alfaiates a matar um
aranha o bomern vaidoso e as Convulcdes
desmaios, e desgostos do urna peralta da muda'
na ra do Queimado 11. 18.
Vende-se o resto dos buhes da lotera d0
Livramento que corre no dia 24 do crrante
acha-so a venda no bairro do Recite sonienlH
.^.vo 1 casa do cambio do Vieira, ra da Cadea n
quadrados grandes para ladrillios de forno de 2* ', a elles pois ha toda esperanca que os
antes do dia
nuil 'i 11'' _i ri uno para ibiiiiiiiur uo ionio uc i i ..< |i> na ,ua tajn au^ que os
o a 220 rs cada um ditos de buraco para mesuios se acabem antes do dia marcado ,.
nellas o primeirn buraco 280 rs. segundo multo .incipalmentese continuar a ter a ins-
a 210 rs. terceiro dito 200 rs. tudo de "' extraccao que tem tido estos dous das ul-
m barro e bem cosido. timos a ellos a elles.
Pendas
T1JTRA DE
de
nci \n: SALiNr.
As propriedadestherapeuticasda lesna, 1S0
conbeci as dede muitos soclos, pelos so rs. fa-
caltatj; um inico, que facilita sintiular-
mente a d stao, piando por fraqueaa ou falta
dores o leba alterada. Tambwn produi p-
timos efTeitos as diarrheas chroncas basta em
muitos casos para espulaar as lombrigas. ,\s se-
nhoras que dos pn mol ros lempos d gravidez
lancao quantoeomem, ou toma aversao aos
alimentos allivio geralmenle com o uso desle
reine.lio
A melhor losna a que nasce as visinhan-
casde Roma; o sur. Saulfnl piratmauceutico
naqutlla cidade compoi urna tintura sem es-
pritoalgom que se conserva pcilcitauenle ,
e tem as virtudes da losna sem inconvenientes do
alcohol ; esta prepararlo rocommendada ao go-
vcino pontificio pelo wllegio medico-clruraico
de Homa obteve privilegio de fabricacao ao
sou autor.
A dle c urna colbffr das de soupa pura, ou
em violto pela manbftaem jejum, o devo-se con-
tinuar oito ou 10 das.
Vende-se na botica de Victorino Forreira de
Carvalho na l'raca-da-ua-visU.
Jjo Claudino Huinello e sua familia
retirao-se para (ora da provincia.
Anda se arrenda ecmn preferencia se ven-
de um engenho distante dosta cidado 5 leguas,
por qualquer negocio ; so se quer desobriga ;
a fallar a seu proprietario S Barreta.
O snr. Jos Estoves dos Santos queira
apparerer em casa de Luna Jnior S, Compa-
nilta : na ra do Vigaro u. 25, para receber
uu carta viuda da iiahia.
Vende-se para o Itio-grande-do-sul um
ascravo de 22 annos bonita lisura bom co-
sinheiro, muito i.I, e diligente para todo o
servico de casa e ra por ter sido a ludo acos-
tumado ecom nutras muitas habilidades, o
motivo, por que se vende se dir ao comprador,
afiancando o mesmo o dito escravo nao litar
na provincia ; quem o pretender annuncie.
Vndese una es.rava de 20 annos de
multoboa figura engomma, cosinha mni bem
e de lodo o servico ; urna dita do 18 annos;
um preto trabalbadorde enxada ; duas mua
(nlias do 12 anuos, mili bonitas; um lindo
molequede!2a 14 annos ; urna elegante mu-
lata de 20 anuos, engommadeira e costurei-
ra ; urna esrrava propria para o servico de
'ampo, de 20 anuos ; um bonito cavado, com
lodos os andares e esquipador; no ruado
rogo ao pedo Rosario n. 8.
Vende-se um sitio Do lugar da Aldeia 3
leguas distante da eid.de da Victoria, com
300 bracas de tundo, e 28 I de testada, rom um
engenho principiado leudo ja casa do puigai
fcita e as laxas inoendas assenladas, ful
lando cubrir o engenbo o fosera casa dooai-
deira tendo modo o anuo passado quarenta
paos deassueir, e tem cana para moer este an-
no 300 a 400 pues, com 3 moradas do casas ,
fabrica de azer farinha engenho para desca-
lcar aljtodao e vende-se com todos ostras-
tes decusa ; a tratar na Roa-imperial n. 65.
Vendem-se ricas colchas de damasco para
cama, pelo muito barato preco de 7000 rs. ca-
da urna ricos orles de cambraia gaspa a i
rs. ditos de chitas linissimas o de gostos os
mais modernos a 3600 ditos lanzlnha de
boa quedado pelo-diminuto preco do 2720 rs.
arja de seda de duas laiguras e de superior
qualidade a 1800 rs. o covado, meias de seda
pretas para humera a 1000 rs. o par ditas
de cures a 1280 reis riscados escurosdo bo-
lillos padios pira vestidos o jaquelas ,
gravataa do aetlin preto a 2000 res, pe-
cas de brota.1I11 com 10 varas a ItfJors. b i-
cos finos de linho, e outras mi itas fazenda's por
preco commodo; na ra o Crespo loja n. 12
de Jos Joaquim da Silva Maya.
Vendemse redes, que servem para t-
pula de varios lavrores varandas boidadas ,
e vid las no ultimo vapor do Para ; no Corre-
dor do-bispo ao p de palacio n. 8.
Vende-se, ou hypotheca-se um pequeo
sitio na Varzea com muitas ruteiras psdo
caf, baixa para capim chaos proprios.com
casa de taipa grande, com coiinnodos para
qualquer familia;|na ra d'Auas-verdes 11. 36
Vendem-se superiores
pao
pa
dit
bom barro e bem cosido.
Vendem-se os leftointes livros; Camilla,
ou o subterrneo kabel, ou os desterrados da
Siberia novellas e contos, 2 v. Paulo c Vir-
ginia eClara de Alba ; na ra estrella do Ito-
zario, loja de cera n. 3.
Vende-se urna cama de anRico por prego
commodo; na Pra?.i-da-ndependencia loja
n. 3.
Vende-se urna medalha com diamantes,
dedaesde ouro de le do bom gosto urna cor-
dao grosso um parcas! caes de pra'a m -
dermis sem feilio um Ifincte o botos do
bom gosto para abertura paros de brincos de
differentes moldes ; as Cinco-pontas n. 45.
Vende-se urna olaria defronle da Passa-
em-do-Caldeireiro da parte do Barbalh., com
f-rno, que leva 12 milheiros de lijlos, com
barro dentro para o mesmo, e bem porto do
embarque bou baila para capim do planta e
porcao de Ierra para outras{plantancoes; a tra-
tar com seu proprietario na mesma olaria.
Vende-so sarja preta superior, rouxa, e
azul-ferrete meias de seda de peso para senho-
ra e de meninas de 6 a 12 annos, hotins e sa-
lalos do bezerro parn meninos do 6 a 12 annos,
hotins de duraque com ponto do lustro, meias
B luvas de laa para doenles suspensorios de
1 seda para meninos bom sortimento do uculos
I de lartaruua com asteas de prata e ouro, pea-
les de fechar de marfim e do chifre ligas do
seda de Lisboa carteiras para charutos de
couro pentes de alisar de marfim colhoies
letirar rap, de dito calda de tomates em
latas a 800 rs. ; na ra da Cadeia n. 15. loja
doBourgard.
Vendem-se urnas bandas de urna barraca,
' mais altruns pertences ; na ra da Concordia,
venda do Francisco Pereira da Silva Santos
Vendem-se urnas pouens do du'ias do
muito afamado vinho Ilermitage-Mousseux;em
casa de J. O. Elster, na ra do Trapicho n.'l9.
Vndese urna opa da irmandado dos
l'assos chegada a pouco do Lisboa de no-
l.resa da India de linda cor ; na ra de S.
Vmaro n 46.
Vende-se salmSoom latas grandes, e pe-
quenas e arenques tambem em latas ; em casa
de J. O. Elster na ra do Trapiche n. 19.
Vende-se urna negra moca com urna cria-
na ra de Apollo n. 20.
Vende-se um relogio sabonete de prata,
moderno, por preco commodo ; na ra do
Mundo-novo n. 17.
Vendem-se os objeetos seguintes, perten-
centesao trafico do azeite de carrapato duas
meias pipas com seus cavllete* unta bandeja
domadeira ; edous llandres corn suas compe-
tentes medidas ; na ra do Hurtas n. 130.
Vendem-se os passaros seguintes todos
hons cantadores urna sabia da malta urna
dita capoelia 3 bicudos dous canarios de
imperio, umeorij, um casal do rolas do Ham-
burgo e urna dito soltoira ; na ra do Hurtas
n. 120.
Vende-se um burro dos 3 primeiros to-
mos de Horacio outro de Salustio e outro
de seisecoglas do primeiro tomo de Virgilio
na ra do Queimado loja n. 67.
Vendem-se adencos de biilhantesde bom
gosto obra muito rica o mal* ouiros corn
diamantes de diversos gustos, obras do Poito
brincos, anneisde diamantes, e brilbantes
eoniras miiitobres de ouroe prata de bom
gusto; na ra do Cabug loja de ourivs n. 3.
Vendem-se duas camas com asc.unp< tes armarnos sendo urna de angico nova .
e a outra do amarello em meio uso ; urna mo-
za com panno verde, um canap, algumasca
deiras dous bahus, sendo um novo, cm duas
Vende-se salca-parrilha do superior qua-
lidade por proco commodo ; na la da Ca-
deia-vclha u. 55.
Vende-se urna casal do escravos, de bo-
| nitas ligaras do25anno.s ; na ra da Cadeia
do Kecife n. 32.
Vendem-se as nbjtas completas de V dial-
re, em"voluinos. em qu.irto nova dicio
em estampas pelo balso proco do 15^ rs. ca-
da obra ; na ra da Cadeia do Recifo n. 87.
Veodem-sb superiores, vinhos engairafa-
dos da liadeJra-seccd ,'tualvaaia e lio. ellas de
1832, por preco commodo ; na ra da Cadeia
do Recifo n. 37.
Vende-se urna par do brincos nevos e
urna porvaode pataces biasileiros j na Rua-
n.na D. 55.
Vende-se urna canoa muito bem constru
da com muito p .uco uso o carrega 1200 li-
jlos de.alvenaria o outra paquttna para car-
reira; na ruada Aurora n. 44.
Vendem-so dous cavallos, um grande
muito gordo carrega bao e meio o outro
muito passeiro capado, o em boascurues-
na ruada Aurora n. 44. '
Vende se Jacaranda superior ebegadodo
Rio de Janeiro pedras do inarmoie roundos
para mezas de meio de sala, de muito bom os-
lo ditas para commodas cadoiras america-
nas com assonlo do paluinlia camas de vento
com annacao marquezas sfs mezas do
jantur camas de vento mu bem foitas a 4500,
ditas do pinito a 3500, assim como outros mui-
tos trastes ; pinho da Suocia com pollcgada
de grosura, dito serrado, dito americano de
di Aeren tes larguras o comprimentos ; assim
como travs do pinho, e barriles ; na ra de
Florentina em casa de J. beranger.
Escravos futidos.
suspensorios do
S2*a 2^h2?" sere"de burrac,,a 1
r ,\', S-,lpi'i ,lu,m'"' a 9 fhl"' d agredo e outro usado mTraca
r> ditas do algodao a 320 rs., meias pretas da-Independencia loja 3. V
e braocal>m seora a 440 rs. ditas de me-1 Vende-se urna negra que sabe lavar en-
nnasa.h>0 rs., ditas do seda a 1920 rs., luvas goinmar o eosinhar mu bem, eelab paa
pretaae de cores para senhora a 400 rs. d.tas todo o servico ; na Ponte-velha n. 66
mais linas a 1200 rs. pentes de larUroga pa- VcftdXL bons rravruamenlos de 30 a
I".....1" raf.rs 'lde ^da a 1600 52, co, as .rossuras CMiesponaonlos ; a ra
rs., espelbos de damas de lodos os lmannos da Cadeia do Recite loja n >0
No da 17 do crrante as duas horas da
lardo lugiouma preta de Angola, de nome
Marcelina moca fulla, baixa. chela do cor-
po, com mudas marcas do sua nacao polos bra-
cos e nos cantos dos olhos do lado das fon-
tes, dous signaos um em balso o outro em
cima azues, feitosaqui por marioheiros, bas-
tante ladina porem fingida ; lovou vestido de
chita doassonto bramo, com palmas, camisa
e sata por baixo do madapoln ludo lavado ,
sanio em eorpo somonte com um lenco ordi-
nario escuro; quem a pegar, leve a'ra do
ngel n 54 a V i.torino Francisco dos Santos ,
que pagar generosamente.
No dia i7 do correte fogio da ra do Pi-
lar n. 88, um escravo de nomo Antonio Jos,
oe nacao Embace lovou camisa do la pin-
tada caifas do ganga a/.ul. e chapeo de palha ,
altura regular e le... urna cicatriz ,, un. bra-
co ee rendido do urna verilha e falla meio
atrapalhado.
N'odia 18do corrento desapprece um
molequeile nomo Vjconte crioulo, do 10 an-
'"s; leVou calcas, e camisa nova, de chita
(Je assonlo branco. o palmas roux.,s, chapeo
'"' palha parece (ersauiranga nos lho-; este
moleque ioi mandado a ruu do itozario cora um
e"Plo de II.....dora Felicia da Silva a urna -
"'jra Laurlaima quem o pagar lvo a ra da
da Madre de lieos 7, que sr recompensado.
lT" '>"l"l;'l7(,,'.!i"|e'ro do coi rente anuo lu-
:'" ** M?l.'" "-cao Angico. do 50 an-
nos, a lo. magro, v do eorpo, cOr nao mui-
to preta, peroas mu.to finas, le,,, o alto da ca-
beca urna pequen., falta do cabellos, procedida
de urna pancada, quo levou, (ulga-se inda ap-
'.'......'' ,',"'''tli'-l'-'i" . m!uf ?U "i "!mi,,", S''"' u"""- '' vaaa
a ,|ia de algodao a.ne;,cano; o,)Ual prto era
remador das lanchas dos nr.He.v ,1. V;rf
teauM irabalhava em os "navios d cativa, com
os^ertivadores, e pesca va em rodo do carnario ;
gero o pegar, leve a Fra-de-portaa ., 68, a
^ncisco Estanlslu da Costa que e seu u-r-
a*rosRr. B p,,.-.,, promptinenle a grali-
Il.ac.io, que merece,.
B KAlve. UK A i. Oh tA...A-l8*4.


Full Text
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