Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05077


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Full Text
Sal lia (lo
Anuo ce |44.
O I>i*B!0|>oU'm,-' I' dne dioc r|O nio (ir senl'f>rs' : narren da -';kihi,
ik i|e tres aul rs. por qut-r-el papos ndmntedns s snnunnosdus assi(;iini:i > ,.u, m-erui..
rfati-. d de SU rei* por linln A MMNM(Ctt ihnem MI din
ri'dsf a. sale 1'jP t "" ^ruses "* i ou P"!-" ledependenrin I. ja de livn an ti e >
PARTIDA DOS COR REOS TBttRESTRES.
fcoufSA, Paralaba -icunil "< (eiras. K0 (.rinde rio [S orle, quintal ci'rjs
lab". Serinliaem )tio Foraiosn, I'orio Cali, Macero Alaron : no 1. '.te 84
Ha cada mei Garanliuna e Honilo ll) e 4 da cala mei Boa-rista e llores a 43
tf dito. Cid*Itda Victoria, quintal (ira. Olinda todas oa das.
das DA sf.biajna.
ll 5e( Can ido Aud. d.. J. de l>. da %. r.
1i lacea a Gregorio Bel. aud. do de I) da 3. t.
43 Ruarla Eufr. a Aud rio J. del da 3 r
11 Quinta M.thiUes Aod.dol del) da 2. .
({(* Mairo
(i ym._s cansos so pi i a it Manco. ^
*/ Cambioi sobre loo-r?. R Oui Moedade tJ.MJ v '7 '"'
if Wf Pan PO rie por franco N ,70t")
m Vt ..... .a .... II .1 1 a
1S 8 ti
46 Sab.
17 lnni
.. Ileniinue Aud. do J de I, oa '.'. t.
a Ciraco. I"I. aud Aa J.de .da 4.
' da quir jm>
I'atr r'o.
tiiiKi XX \ <>4
ii l'imiii -,- tvz'Kr\i*j'--'r^:fvaeestv-x.irr^r-- ssssstssjssn e
Todo anr. Ar,,rn(',r da n.'. meamos; d niKii prode ra, fagan energa ron
nn:rnvs romo (lincipili moa sp> la'ns itmira lo entra san nea Mil
rallas Pro ma m i
Lisboa U3 por Jo de prisaio s s.lK) .'>>
Prala Palaeei 1.5'-*"
Moedade i-i.lir- 5 po; ean.n e nao I a PeaOSCi-ltusiaiaarOS '.'**''
dem ile letras boas firee 1 a i\\ I) i Sos nexieaans
d>
a
z
l'HVSKS DA LA M) MI./. DE MARCO.
I.na chai* a 4 a l> burea e4l saia da larde |I.ianw a 48 a g korsa 8" (. da lar-fe."
Mineante a 11 1 1 li.ira. .la mnht | C*esreAt* a '.'7 a 2 h e 'i I
nb n.
rrrimnr de /io.>.
I Retunda aa ? hneas -I mnelos da arde
! '.. J.XMUJ.
1
-'. ~j,-<-: .-..-:.... v.:..,.: ... wnsun
PERNAMBUCO.
A88BMBLA PROVINCIAL
Con fnuaf to da ftffdo de 12 de marfo Jr 1S14.
OSr. I'cisoto:As tlisi nssrs un- Circu .il-
Btnii uu'do.quandudpgxncro ein iudividualida-
d( s: l't liitiiiitf t u ttito truhu a explicar COUSa
alguintii porque aluda lio e uo fillri.
xistf fin discusso o artigo G.u do projcrlo,
qtif cra una cojupanhia para estradas; existe
nlciii disto unta eim uda, que me parece tei" sido
fcita para titviprtt tr:)o lein." 'J de 10 de j li-
lil o de 1835, porque se tem eutendido que essa
le nao ilir i, nao est d'aceordo eoni a cousti-
tui\;io. Tautbein se tem levantado na asa nina
mitraqtiestao tlierica, por assiiu di/er. Ku, Sr.
presidente, del inand^d de despejo as theorias
que tinlia ciu tnitili i cabera, e gosto mais dos
factos; mas como se tivesse tratado da questo
dedireito de propriedade, Uve voutade de ler
mu livrinlio pata lemlirar-ine d'essas ideias,
que rao esqut cendo, e ludo qnantO potlia dizer
a este rt'speito.lica suppridopur mis pedaciullOS,
que limito me agraduiiio, e que pc^o licenya a
cmara para le.
Tamliem a palnvra propriedade uma d'a-
qttcll.is, que os vi ni idi iros tiratuios nao podetu
ouvirsem colera, lia lhcs indica os limite! to
sen poder, t ouheceui, qm para ser absoluto si-
hIioi de todos os homens, era uecessario sel-o
tainbini de tollas as (Otisas: trtmciuao ver um
proprirtario, inda quaudo < cieatura sua. logo
que nao t<*m meios de o empobrecer.
Pelo houtrario um governo IrgiUinO conhe-
cer, qtie estara em perigo no meio de uma po-
pulafdo iniseiavel; e que para attrahir a si as
pessoas. que goverua, (leve aft rral-as ao que
possuem, e em vei de roubar garantir. Aiuda
continua.
v exeiuir-inos os ladrots de proissjio nin-
gneiu ha que nao ds'je an j rt ssno dos roubos
parUculares; este o liiu de mu grapde numero
d ts leis. Ao porein ci ivcl, que a auluridade.
tomando contra taes attt ntados medidas too jus-
tas, e rigotosas, qut ira all huir a si o direito de
o* coniimiter Impunemente.
Ora, partee tpir a nianeira, ]>or que deve ser
garantida a propriedade rm um governo cons-
UtUCloual, est t ontitla no que acabo de lr.
O Sr. Taques:Nao dls nada, apenas una
deelamaeo.
O Sr. l'rirolo:Pois, se dcclamaeo nao t;
iiiiuha, de Mr. Daunou: mas em fin, SenliOres,
o que certo que ha duas man iras de existir
em sociedade, ou sendo govern.tdo, ou sendo
possuido; quando se possuido nao se gosa da
segiirauca de prssoa, neni do direito de proprie-
dade, nem do de oitiniao, e neill de conscicn-
cia; na sse o individuo govern.tdo enlao quer
srm duvida, que a sua vida a sua propri-
edade que o resultado de suas (acuidades
maraes, phisicas sejo garantidas na socieda-
de, e quando neo encentra essa garanta, ento
neulimna vanfagem tem rm ligar-se a soeietla-
de, e sujetar-se aosonus, c encargos, que Ihc
sao inherentes,
Sem duvida, Senliores, nos somos governados;
finos una t onslituiciio, que consagra tlous
principios, que sao os verdadeiros dogmas cons-
titucionaes entre nos: um c a divisio e harmo-
na dos poderes politicos. o outro o artigo 179
que diz ti a inviolabilidade dos diretos civis e
polticos dos caladnos brasileos, que tem por
basca liberdade, a seguranza individual, e a
propriedade garantida pela coustituifo etc. >
Porconsegiiititeo que nos rt sta ver, a ma-
neira, por que garante a COnstituicSoo direito tic
propriedade, e como deve ella ser entendida
nesta parte.
Diz a constituido no 22 do artigo 17fl ga-
rantido o direito de propriedade em toda a sua
pl.nitude. Se o beni publico, It galmente ve-
rificado exigir o uso e euiprego da propretlatle
do cdado. ser* lie previamente iudeinnisado
do valor della. Alei marcar os casos, einque lera
lugir est.i uiiieaexcep(;ao,e dar as regrasparase
determinara iudcmusac.>o- Ora.uiu nobre de-
putadoqueseassenta tlooutro ladodando ntell-
gencia a este^daeoiistitnicaojconsideron depou-
ca importancia a patarrapreviamente, e
disse que a ndeiiiiiisaco posterior satisfara o
artigo constitucional; mas cu entendo pelo con-
trario, que esta palavra tem urna signidOaco
milito importante, que a clausula tic tempo, qual se nao pode prescindir, c vertladeiiament
mais urna garanta para o direito de proprieda-
de (apocado*}. Tanto e verdade que esta palavra
significa limito, que se ella nao viesse, para que
a indeninisieoo losse * nen.iiiin valor laiubein seriao, por cxemplo. as
pilavras da constituirn, quando no artigo 102
% 1.'determina, que a poder ejecutivo convo-
car a nova asseiubla geral ordinaria no da 3
de junlio do terecn-o anuo di legislatura rxis-
tent; serian tmil)-m de iienhunia neeessidade
as pilmas do ^ 8. to artigo 171), quando dizem,
que ninguein poder ser preso em t-iilpa for-
m J'b. exrcpto un caso"; \dr>clarado< na le, e
que nestes dentro de 24 horas se apresentar i
nota de sua culpa; por lanto temo-i em todos es-
tes casos a clausula, a coitdiriio de tempo, que
se nfio pode dispensar setu nllenva da consti-
tuitllicao. ( itarei outro artigo, que cunt ni
urna palavra que significa o uiesmo que
previamente, e eapnlavraflneTi'or ronUda no jj
II do mesmoartigo I79da ronatituieo,quando
din, que ninguein sera sentenciado senoo por
autoridade competente; e em vlrtude de It i av-
trrior c na forma por ella prescripta : don-
de se v que ocldado dSo pode ser punido sem
que uma le anterior tetilla considerado como
crlme aaecfio que elle conimcttc, sto o mrs-
mo'j.e dizer previamente, porque previa-
mente quer dizer. eom antecedenci i. Por COn-
segninte, dada esta intelligencia, que me pare-
ce conforme coni o espirito da constitu-;io, c
visto que una lei ordinaria, que urna le regu-
lamentar, que urna lei explicativa deste artigo nao
poda mandar que a iudcmnlsaco fosse pos-
terior, e se a le provincial n."'.' de 1835 pode ser
atacada por esse lado, digoeu enlao, que o ad-
ministrador ta provincia nao a devta ter sanc-
eonado : prestando-lhe a sancfo c visto tam-
ben), que ihc prestou uma intelligencia difl'e-
rente daqnelVaqoe agora se Ihc quer dar, que
deo lei a intelligencia constitucional, c ao con-
trario Ihc teria negado a san cao.
Rogo a V. F.x. uncir niandar-me a lei de 20
de sctcmlirode 1826{o nolre orador raUtfeilo).
Aqu est a primeira lei de drsapropriaco de
estado, veja-se que ella respelta milito a pala-
nfoc senouma repetifaodoque cuj.dlsee snh-
bado, que me persuad que teria produsido a
maior couvicciio. Eseusd ir ao *i 0.". pie elte
na sc8s.no passada o qual tleterniini mui el ira-
mente que nSo se pdeirem terreno alheio
la/eriima estrada sem que o prnpriet irlo col ha
lodo o producto ta vcgi'taco dos si n-- tei re
vra previamente; nao se contenton eom a intt I-
ligeuciaque necessaiiani'-nte SC Ihe tlevia tlar.
foi iiialsFesplieita no artigo 15 quando diz fi).
Aqu est a palavra ndlspensavel; mas ."-enflo-
res, a le provincial tamb-'m da a inesma eousa.
O artigo 12 nao fez mais do que din raquilloque
c ndispe'nsavel, quando se trata da desapro-
pracfto por ntilitlade pwl lita.....x| ritm -se as-
sm.. ncnhninpropretariotem direito de Impe-
pedir a abertura, e mellioiamento tic cstiatl ts.
que forpreciso fi/erein tenas suas. etc. Isto
quer dizer, que a ali-rtur i tle estradas fin ter-
, ras alheias c de utllidade publica ; e assim nao
; fiz mais do que declarar, que a factura de estra-
jdasem t--rnnos allieios urna das cxccpces
! estiheleeitlas pela constiluic-o: toas nao quer
eom istn dizer, que a ndeinnisacf'O tleixa de ser
previa. Mas este mesnmarUgo !::'!< lei provin-
cial dis iininediatnineate ser usreni indemni-
sadn do terreno, que pan esse fin Ihc for to-
mado, se em sens ttulos se nSoeontiver a obn-
garao de dar estrada ... Ora aqu esta anude po-
dein iinbicar os nobrea deputados por uno se
jachar comida neste artigo a palavra* previa-
; mente)) ; mas pergunto, qual e a Intelligencia
que se deve dar? Se se enf ndf que por nao es-
l tar eontida a palavra previamente nao se pode
I ella suppor em respeilo n constltuico, cuta e a
! lei anti-constitucional e como tal nao devia ser
i saneeonada. anda o repito.
fSr. Taque*-F.sta uo c a questan. ,
O Sr. Peirnln:Nao de certo a questao do
! nobre deputado que Coi de cse.u acoes; mas e a
questao de que se trata c a deque me OCCUpo,
ca Intelllgenain da lei. O artigo 13dis, o pre-
! dente d. iioxinciii Rcn uionsado > fa/.ei
comprar aos prop ietaiins. que llfio lorem obri-
gados a dar estradas, os terrenos que fbr mister
tomar-lhe para abrir novas estradas, desviar ou
endireitar as existentes do modo stguinte. I.
conhecda a extencSo do terreno preciso para a
estrada... Aqu farei urna breve observaeao a
respeilo de uma pergunta, que fe* o nobre de-
pntadoqnese assenta do outro lado, niantlo
disse, e ento no se ftizem exploracoesi DIrel
ao nobre diputado que rom as explnracoes nao
se tira o uso. e nem se oll-ntle a propriedade,
note o nobre deputado a grande dillerenta que
ha entre a simples exploracao e a factura da cs-
OSr. Baptisla.'-Onobre deputado nao me en-
tendeo. ,
| O Sr. Peirotn:Prosigo na leitura do artigo
* conhecda a extencao do terreno preciso para
a estrada, nomenr.'. pessna edon-a para contrac-
ta r omgrtre/mrntf eom o respectivo propretario,
sen procurador, ou administrador sobre a cessfio
! do terreno, qrnluitammlr, OU med indo mdi m-
Disacao. n Ora. Senliores.quem nao ve. que de-
pois'dr finda a exploracao o acto conse-
quenie o do contracto rom o proprielarlo ?
' Y. para que se usa da palavra aniigayeliuctlte
Para que 5 esta palavra ? Depbls de se fa-
zer uso do que,-alheio vai-se enntmetar aim-
Icavelmente! Pode haver mais ainlsade, quando.
seteincommetttlouin nvaso? Portanto esta
palavra amgnr#/mritt serve tle dar mais forca a
I III I I ll.l pill l- <<' i" VI'" --------------- ,. ____,
de Hvre para fazel-a ? fo nobre orador c irais al-
guna ^ do artigo 13 da le* provinei ti., e t onti-
ciius ^S ...
Sal \ii, Senhores. todas estas circumstanea
se pt'idem verificar depoii
de
feita a estrada?
e |>i 'Ui ni -aa...--. --|---------- % -
Quando o$A. desta lei usa da plirase ao dam-
no me ros.sa twur n.Vi Cilla do futuro Isto
no que ros.sa insai
.......- i..........w *.....- *->......"..................
Por tanto,. Sr. presidente, < u entendo que es-
la lei de 10 ti-- ntih<> de 1835 est milito < 1 ron-
formidade coin a constltuico, qoe houve sem
duvida m intelligencia, e que a discusso ties-
ta parte, i- inulto inpo tinte, porque nina dis-
cusso clara a respeito d'iun objeelo destes, ti-
ra militas ve/es a autoridadi' exeeutiva de uin
desvo em que se acha: n qoe piule acontecer
sem intenco deliberada tle lerlr a lei, Por tanto
ru voto contra o artigo (i. do projecto por an-
ti-constitucional, e contra a i un uda por desne-
cessaria < Intil.
Afgttiu Senhores Votos votos.
Julga-se a materia sulTieientemente discutl-
(la, e posto a \ otos e rejeitado o requerlmenta
d'adiainento ollerecido pelo Sr. Karri tn.
O Sr. Presidente consulta a asscnibh'a se
consente que o nobre diputado o Sr. Taques
retire a sua emenda como pedio : decldc-se al-
firmativaiuente.
Procedeudo-se .i votacilo sobre o artigo G., f'oi
este rejeitado.
Kntrro em discusso por sua ordem os arti-
gos 7. 8. e 0. e sem debate a asseinlili'.i con-
siderou todos como prejudlcados : cabio por
conseguinte n piojecto^
Entino em.'!. discusso, t sem debate s:;o tain-
bem ii jt todos osprojectos ns. 16, r 8 de 1843. o
n un iro. jubilando o professor de foronomia to
yeco tiesta citladc, c o segundo, que declara i< r
direito ao ordenado animal defiUO^rs. opro-
frssor jnblil.ido de philosophla racional, c mo-
ral to lyco.
Si gue-se a 3. disrussuo do seguinte projecto .
ollerecido pela eonintisso de legisla^o.
o Art. nico. O professor do lyco, o padre
I.aurentHO Antonio Moreira det.arvollio tnn
direito ao honor uin, de que trata a lei provin-
cial n. OS tle 9 de malo de l>>43, desde oflin em
f-)i dispenso de reger a reft rida cadelra no pro-
dito rstabclec'uueuto.
Fico revogatlas todas as leis e disposicles em
contrario Sala tas rommisses 12 tic m ireo de
1843= LopeiNeUo- Af[bnta 'trreira Silvatiui-
nutr.irs.
Si ni debate julga-sse a materia discutida e
posto a votos r itpprovado o projecto.
Segue-se a 3. discusso oasposturas adicio-
uaes da cmara di cid.ule do Recife, comas
emendas olierecitias c approvadas ni2. discus-
so.
Vai meza C depoifl deapoiado, entra rm
discusso eom a mais materia a seguinte t mon-
da 'lo Sr. Tatpies.
.. Accrescentem se as palavras do art. !. = fet-
gtit tes busca-pes: islas -.- e to artigo 3.= ."Sin-
guen! poder dentro de seus sitio9 edificar na
distancia de 100 palmos da cdillcaco da ma,
seni obter cortleacao da cmara ; multa de I0>
is. c do duplo ua reincidencia c demollco
da obra sua casta.
O Sr. Tuques: Sr. presidente a piiun ira
emenda que mande! .i mesa relo que se ran-
da em urna ras.if) mui forte. Todos esto certa-
mente iut ominodados na occasio em que ha
qiialquer l'esta nesta citladc pelo grande numero
de logeles que se solto ao ar e at ha exem-
plos de desgracas, por Isso nao preciso dar
dcsenvolvimentu a sta etrenda. Quanto .i se-
gUllda, c ella de ntilitlade para aformosi amento
desta cidade poisque HillitOS proprit tirios de
sitios que esto prximos as ras ta capital ,
eostuino edllllcor, tomo beni Ibes parece den-
tro dos muros e cercas e depois arrombo as
cercas e muros, e di pois appareceo arrnain. ti-
to totlo irregular, l.reifl portanto, que estas
emendas dovem ser approvadas.
OSr. Lopes (urna : A emenda to nobre de-
putado, que falla dos sitios, me parece 11 m pou-
co dura : pois a t dilicaco tos predios dos sitios,
por exempln noMonlciro, noPco-da-panel-
la ha de estar siijeita t iinbeni ao ai i tiatni uto?
Que a cmara municipal regule outras rousas .
como sejfio cercasemuros, bem; inosdeter-
minar, que se edifique mais para dentro, ou
mais para lora c fazer vi \aine ao povo ; por-
que os Sis. liseacs poro tudo em alarme. E
HiesuiO, qual ca ra que existe por CXCUIplo .
no Poco da-panella .' Ahi nao ha armamento
algiim como se ha de jx'ir em pratica esta dis-
)nsicao ? Repito que as estradas sejo regu-
lares, bem ; mas quanto aos sitios cada un que
edifique a casa como quiser. mais para den-
tro ou mais para fura ; porque at esta vane-
dade no campo bonita : querer r< tluzir O cam-
po a citladc nao me parece justo por liso \oto
contra esta emenda.
A discusso fita addiad pela hora. > Si.
presidente iiomeon para a roininissOO que tic-
ve reveros estatutos docolloglodosorphaos os
Senhores brrelo Pousa IVIxeira e Ulon-
so Fi rrelra ; deo para ordein do din priiro Ira
discusso to projttto da c/munlsso deinstruc-
-ao publica dispensado daimpressao, sob u.
3 : "egutiit i do projecto n. 2 de iMi e primeip
r.* do o i il 'ste anuo e levahtou i sessTo.
tTM v< KM 1311K MARCO.
rrrtidenriti do Sr. 'aula Lacrrda.
Feta i chamada, e aehando-se presente nu-
int id li gal tic Srs. deputados, o Sr. prt sidente
tleel.ir.in .iin 111 n t'sso, o li-l i t acta da aittet r
dente loi approvada.
r.\n"i)tr '':
0 Sr. I." secretario iiirnciouou o icgulnte :
i ni olficio-do secretario da provincia, acom-
iihando nutro to I-imii. bispodiocesano, noijii.il
, expOn o sen parecer acert i do projecto da eroa-
| gao da l'rt gue/.ia de S. ebastio, na poi u i\i o do
Ouricuri : coiumissn d" cslatistioa,
1 tn 11 quii ion uto de Joseplta Mara da f'ofi-
I coieo Mu iiiis, professora jubilada na cadeira
I tle pi lucirs letras do bairro da Boa-vista desta
cidade, pedindo que Ihe seja concedido algimi
| melboramento em seu ordenado, k'iido-se em
i consid rago os \ encmenlos, o que t- m direito,
losquaes deixou depereeber: cOiumlsso de
i ordenados.
coito da assooacodas artes mechanicas, es-
i tabiiecida ju sta cidade, ni que pode i esta as-
sembla, que na lei do orcanicuto Ihe soja mar-
I cada uma quota para compra de iiiachiuas ur
i. asaras ao desouvolvimento da escola, o fiel
Iappllcaco da theoria pratica: commisso de
commercio, ag cultura o artes.
Outro do Joaqiiiin Jos Abes de Albuqiierqii .
2." eirurgio do hospital da randado desta cida-
de, pedindo n elovago to si-u ordenado : a com-
misso tle ordenados.
Foljulgdo objecto de deliberagao. e .i impfi-
! mil o seguinte projecto : Parece commisso
de constitnico e poderes, que a lei provincial
111.89, (! 4ce malo di*4S4l, qoe estabolece o
monopolio, e privilegio exclusivo do talho das
carnes, deve de sor abrogada, por contraria ao
art. 170 o eonsequeucla a comniss;;o tem a honrado
! oll'ereccr a cousiderago desta assembla i -
i guiute resoliico :
A assomblfl iegislath a proi ncial-slr IVrnam-
but o resolve :
Artigo nico, lien revogada a lei provincial
80, de 4 de maio de 2j41, Sala tas emumis oes,
; 13 de ni arco de I >-- -. Sabara it' iruvjo. 'f i
: gaihes Taque.
I oro approvados os seguhites pai 'ceros :
\ eonimisso dos ueaocios tlis cmaras, re-
vendo attoiilamoule os dous artigos addrciouai
l s posturas da villa do Brejo, de parecer, que
i entrem -'111 dlscussd tal tpial se acho csi ripias.
; por seren dejustlga. Paco da assembla pn>\ n-
i ci.tl. 13 de marco de 1844. TtlledeMenests
Aguiar.
A commisso tos negocios 'las canoras, reven-
do o artigo uniio ta postura da cidade da Victo-
ria, e tle parecer, que entre em discusso tal
qual se acha, por ser de Justina. Paco da assem-
bla provincial, 13 tle marg de is-1i. Telles de
Meneut. Aguiar.
A' commisso de petlgdes parece, que o rc-
qin rimento tos ollieiaes do corpa de polica,
pedindo sejo contemplados as dlsposigocs da
lei provincial n. 12. de 0 de maio de 1840, a fin
tlepoilctcui ser aposentados, como emproeados
provinciacs, seja devolvido commisso de l(j-
gislaio. 011 .1 oiilra competente. Sala dastom-
iiiissoes da assembla legislativa provincial, 12
de marco de 1844. Utamare* ici* cSUra.
A cominissao de peticOes 1' de parecer, que o
requorimento de Manoel Jos tos Santos, onicial
de jusiica ta citladc da Victoria, que pede ;i es-
t.i assembla autorisagao para aquella cmara
inuoicipal pagar-lhe, mediante um oulcnaiio
que Ihc lor arbitrado, os servigas, que nreque-
rente tem prestado como perteire dos auditorios
ta mcsina citladc, seja iiulileriilo, poa nao com-
petir :i esta assembla lomar couhccjiticnto do
presente negocio, a vista do arl. 2." da nlcrpre-
Ingo to acto atltlicional eoustuigoo do Aipe-
1 rio. Sala tas emumissoes da attseinbla provin-
cial, 12 de mareo de 1844. m (ivimarct liis e
[ Silva Laeerda.
Parece commisso de petiges, que o reque-
1 rimento tle Marcelino Marlyr da lili/., casado
com a exposta Mara da Paz, pedindo, que por
esta assi mbb'a seja abrigada a administragu
dos cslab leeiiui titos de cal dalle pagar-lhe o
tinte le 2l Ov i s. que se eostunia dar as rxpos-
tas, qne caso, esta nos termos de ser defi rido
ib vi mo ser pago tos reutlinienios appjicados
para a prcst.n ;jo ilus 21''''< rs que se doo l l"l-
postas quando caso eonfi>rw o legado Vito poi
0 reven ntlo Joo Das da Costa, senda a admi-
nistra., o ueste caso obligada a nao despender
j......... .....1-1--------- .............1........
t 0111 oulro qualqucr dote que posteriormente
tenha f'eilo, sem que estela saltsfcito o do 1 c-
ipiereutc, por nssistr-lhc direilo, qual cor-
roborado pelo ai ligo terciirn tia lei provincial
numero 7. Sala tas commissocs da assembie
It gislativa provincial de Pernainbucn 12 de
mareo de 1844. (iuimarat* liis e SilvaLa-


SEBm
havcr na eamaia municipal un plano (cito por
engcnheiros sobre o armamento de todo o uiuni-
cipto aonde tudo deve estar reinediado;equeassim
julga mrlhor esperar.e por csse plano, do que
approvar-sr j este artigo aditivo que pode
ir de encontr eom o que elle disposer, pode
perturbar csse plano.
O Sr. Taques: Julga que nobre depu-
tado que 0 precedeo nao presin toda
a atlcnco ao sen artigo aditivo pois pie elle
longe de poder perturbar qualquer plano que
haja para edificar,-lo do municipio desta capital,
tem eiu vista lser com que taes edificar-oes se-
jo inais regulares, (piando di* que na distan-
cia de li palmos para fra uinguein no/iera
edificarsemobter cordeacan da cmara. Dc-
de 100 palmos ntfoduvidaacceftaralguina emen-
da augmentando essa distancia, nas recela, que
isto seja vejator. Fas notar que a cunara
municipal qiicixou-se particularmente do pie
aconteceo na Capunga, aondr mu proprieta rio
fez dentro da sen sitio diversas mas depois
deitOU abaixo o mino e ellas appareccro es-
trellas e tortas.
O Sr. Lopes Gama : = Diz que dezeja votar
COM roHiirciii.ento de causa e por isso quer
?eo addiados os segulntes pareceres.
AeStoasscmblcapedeamesaregedorad^lrinan-
dade de t.S.o Amparo da cldade d'OlinthHcon-
ci'sso de duas loteras de 64 mitos de reis cada
urna para reparse concertosda mesma igreja.
A' commisso le petedes parece, que nao deve
ser mlsso persuadida que inefficaz o meto que as
loteras, -juaudoso inultas, podem ministrara
Lem los que as solicitan, se nao tambem porque
a continuacb de semclhantrs roncessocs alem
deiHudir as benficas Intencdes desta assem-
blea, redobra os males, pie se do ordinaria-
mente^ que nao sao dcsconhccidos.coina multi-
pllcidadc d'essas loteras. Sala das eommissdes
da assembla legislativa provincial de Pernajn-
tuieo 12 ile marro de 1844. GuimaresReine
.V/Vsn Lcenla.
0 reverendo {n^i" cisco desta cidade reqner a esta assembla a
oncesso de 12 loteras de 04 contos de reis pa-
ra a reparacao e reforma do templo, e acquisi-
ca*a d'alfaias decentes para o culto divino. A
commisso de prticfles c de parecer, que seja
indeferido este requerimento por estar persua-
dida, de que a concesslo de inais loteras alem
das existentes, vein tornar cada vez inais gra-
ves, os males resultantes do crescido numero
dellas, males estes que nao sao dcsconhecidos,
resultando disto nao se prcencher a benfica
intencao desta assembla, quando tem conce-
dido ( ssas loteras. Sala das eommissdes da as-
sembla legislativa provincial de Peniamlmco
19 de marco de \M.--GuimaresReis e Silva
Lcenla.
A commisso de petic>.1 tendo eni vistas
o requerimento deJoaquim Jos Cousseiro, ca-
sado coni a exposia Joan na Mara un o qual
pede que a administracao dos estahelecincli-
tos de caridade seja por esta assembla ohriga-
da apagar-lhe a quantla de 200/000 rs. dote ,
que de coStUllie dar-se as e\poslas que casfio;
examinando attentainente a informarlo dada
pela administrarn de parecer, que i vista
do art. 3. da lei provincial II. 7., c da divida pas-
siva de que estO oncrados os referidos cstahr-
leeiniciitos sendo adininistrarao'bastaiile dif-
lieil nnioriisal-a nao pode ser deferido o reque-
rimento junto da mancira porque considera-
do, visto', que nao existindo sobras do rendi-
incnio do patrimonio dosorplwTos, e havendo
urna divida passiva de inais de 14:000/000 rs.
forna-se impossivel OH dillicil o ciimpriinenlo
do referido artigo 3. da lei citada tendo so-
mente o requerente direito ao dote que pede .
se dos rendimentos applicados especialmente
pelo lepado feito por o reverendo .loar l)ias ra
Costa existir sobre que possa satilaser a quantla
do dote de (pie sllala, devendo ueste caso a
administracao reservar dessa sobra ou dos ren-
dimentos quesederem quantla precisa para o
pagamento pedido. Sala das eommissdes 12 de
marro de 1844. -- liis Silva Guimar/les- 1.a-
eerda.
Foi approrada a redactan do projecto n. 22 do
anuo de 1S43 para ir sancro.
OltDEM I>0 ni A.
Continuaban da .* aiscusad, adiada dehon-
lem das posturas addicionaes da cmara da
drade do Recife, conjuradamente rom as emen-
das approvadas na 2." discussao e as que
foro frontera oflerecidas pelo Senhor Taimes.
OSr. Taquei: --- Sustentando suas emendas ,
dil que a rasan por que ollcrceco a emenda adi-
tiva porque a enmara municipal pedio algu-
ina providencia legislativa cerca do abuso ,
(pie se tem inlrodusido as proximidades dis-
ta capital, dos prop ietuios edficarrm dentro
de scus sitios sein rcgularida alguma, deltan-
do depois abaixo as cercas que encobriao tus
irregularidades pelo que appareeia urna parte
la cidade sem al'oi inoseanicnto algum. Observa,
pica doutrina desta emenda nao 6 Icinbraiica
*ua, pois pie a cunara municipal a tinba oll'e-
recido no artiga 3.". que talvez por sua redae-
cao foi rejeitada na 2. discussao.
Quanto a objeceo que non lem foi feita pelo
nobre deputadn o Senhor Inopes Gama (le que
seria velatorio estabeleccr urna restrictoa cr-
ea dessas cdificaccs pin sitios particulares, o
orador entende que a emenda responde salis-
fatoriamente a isto porquanto declara que
a edificarn so prohibida nfio sendo na con-
fbrmidade da cordeayo da cmara municipal
diz que nao duviilar porin acceitar alguma
subenienda que determine os lunares, alem
dos quaes nao se esteiide a disposlco desla Ma
inenda como por cxemplo at ao distrieto da
dcima,
OSr. LopeiGama: Observa terjahontem
impugnada esta emenda por Ihe parecer me
ella ia ministrar duvidas para o futuro, estabe-
leeer conteslaroes entre o fiscal e osproprie-
tarios; alm de que. determinando a emenda ,
que nSo se possa edificar dentro dos sitios na
distancia de 100 palmos da ra, nao sabe como
seinelliante dlsposicSo possa ter lugar,por exem.
jilo, no Pofo-da-panella anude nao lia na deten
minada, que jiossa servir de guia para a ine-
dkSo destes 100 palmos; diz, que Ihe cputa
offerecer'a considerarlo da assembla uin re-
queriinentopedlndo, que fique adiada a dis-
cussao do artigo 3. aditivo, ate que venha da
cmara municipal nina infonnac-ao que sede-
ve pedir a respeilo dessa plaa deque fallou no
sen primeiro discurso a fim de se examinar so a
disposieo do art. vai ou nao de encontr a essa
planta.Presunfc que a ideia comida noartigo nao
uuhuma sangra desalada nem o uluspopuH,
. que por eonseguinte a demora de inais alguna
das nau mide ser prejudicial.
Val a me/a, e depois de apoiado entra eni dis-
cussao,o seguitc requerimento doSenhor Lopes
liequelro o adlainento do artigo 3. ein dis-
riisao era quanto pelos canaca competentes
sexigent da cmara municipal nforinaces so-
hre i planta do municipio, eda conveniencia da
disposieo dte artigo
Sem inais debate julga-se a materia sumei-
entemeiit discutido.
Miscita-se nina breve questo de ordi-m re-
lativamente ao requerimento, isto, se asna
aco importa siS o adiaineuto do artigo
o u
>|> I (!
."I."' "arpie se "lie refere, ou SC tambem O dos
irais arligos : decide-se que, approvado o re-
querimenlii. toda a mal t liea adiada.
Posto a votos o requerimento approvado.
Entran rui 1." discussao c sem debate sSo
approvados, para passnreiu 2.* os seguln-
tes projectos,
Art. I." Fiea erecta em matriz a capella de S.
SebastiSo na povoa(So le Ouricuri.
Art. 2." Esta freguesia que deve conservar
a mesilla iuvocaco lera o limite seguinte :
principiando pelo norte na divisan das aguas
doAraripe; pelo su I e nascente, at extre-
mar eom a freguesia de Cabrobii ; e icio po-
enle. eom a freguesia de Santa alaria C aguas do
l'iauliv.
Art.".'.*1 Ao parodio desta nova freguesia com-
peten! os mesnios vonci liten tos do parodio da
fn guesia to Exfi.
Ai i. 4." O paroebo da freguesia do Exu tem
optan a nina das duas fn guesias.
irt. '>" Fieao revogadas as Icis em contra-
rio.
Paro da assembla provincial Orle marco de
1844.
IJominguM.szFloripr.- Puna Lcenla.
xi t. 1." Fiea suspenso no correijte anuo lecti-
vo o regula ment dol." de fevereirode 184:,
approvado pelo artigo Oda lei II. 110 de 20 de
abril. na parte que exige approvaco nos exa-
ines da lingiia nacional c la latina para a
matricula as aulas do curso de preparatorios
do lyco,
Art. 2." Fieo revogadas ludas as disposicocs
em contrario.
Sala das commissoes, 12 de marco de 1844.
Sebastin do llego.Maijalhaes Taque.
Futra em 2." discussao o projecto n. 12 de
l842,qne ouonorarlorfquiparainterlnamenteodo
prnfessor da lingiia latina do bairro do Recife ao
doprofessor da mesma disciplina do lyco.
Vai a meza, e depois de apoiada, entra em dis-
cussao a seguinte emenda lo Senhor Aguiar.
r-- Suprna-se a palavra = intcrinanieiite.=
Julga-se a materia discutida e sem debate
approvado o projecto o aemenda para pas-
sar i 3." diseussfio.
Entra em 1." discussao o seguinte projecto.
Art. 1." O presidente da provincia liea autori-
sado para mandar imprimir a obra intitulada
Initiluicoet cannnicas-patrias para uso do clero
pernambucano, escripia pelo bacharcl Fran-
cisco Soare< Mari/.
Art. 2." Impressa a obra ser oll'erecido un
exemplar a cada bibliotheca e estabelecimentos
Iliterarios da imperio e os restantes dos evein-
plares postos venda arrecadado o sen pro-
ducto como renda provincial.
Art. 3." Ficao revogadas todas as Icis em con-
traro.
Sala dascominissocs da assembla legislativa
provincial le Pe iiaiiibnco (i de abril de 1843.
- I.auretiliiio.-. Vereira tic llviln.. h'aria. -Mello.
Lope* ./>.
OSr. Jrrelo; Senhor presidente, levan-
to-me |iara discr duas palavras sobre a iinpres-
so dessa obra, feita pelo doutor Francisco Soa-
resMariz. E'oeseripto nico que temos ueste
genero: a obra parecc-nie milito bein escripta.O
sen autor era mu hoinem formado em direito ,
de grandes eonhecimentos e menno trabalbou
bastante nestas nstitnifdea canonico-pairias.
Fu li a obra. Iianiuito lempo e se acaso sou-
besse que boje se tratava deste projecto pode-
rla tcl-a revisto. 1.' nina obra milito inten s-
sante : acola se acha ludo que ha de medidas
ccelesiasticas de legislarlo de pastoraes de
seuhores bispos tendentes quillo que re-
lativo a economa (eclesistica do nosso pais ,
tem grandissinia erudirao ella pride servir
em militas casos nao sde governo ao prelado
da dioeese como tambem aosparocbos, e em
geral a todos os eeclesiasttcos e inesmo aos
advogadosdopalx para arwielles casos que fo-
rem ecdesiasiiios que demandaren! legisla-
rlo propra, e adquada para taes objectos. Ora.
una obra de semelliante naturesa ( postoque
nao esteja eompletamorque scu autorniorreoan-
tes de a completar) deve sem duvida merecer
loda a coteinpiacSo desta assembla ; portan
to eu voto, para que se mande imprimir.
O Sr. Aguiar: I.evaniu-nu-, Senhor presi-
dente,nao para impugnar o projecto, c sim por-
que percis dealgumas expllcajdespara poder
dar o nieii voto. Trata-se de mandar imprimir
nina obra ; mas onde existe essa obra? A c-
mara j tem conhecinicnto della ? J foi exami-
nada por alguma comniissao da casa? Sobre
este projecto j alguma coininisso deo o sen
parecer? Pens que n;io. F.ste projecto foi
os inconvenientes que rcsultao de sennos po-
assim dizer obligados a mandar imprimir todo
escripto que apparece, e eu tenho visto, que j
se vai abusando disto ; quer-se mandar Impri-
mir una obra, ieeorre-se assembla, e ella
consigna o scu cont de ris ; ha nina traduccao,
a assembla concorre eom o sen cont de ris
para sua iniprcsso ; de inancira pie pieni qui-
icr diuheiro trate le dizer. que tem nina obra
liara imprimir (ax>iado). J disse, cu nao me
(piero oppr ao projecto ; o nobre deputado tra-
cou-ine Uin quadro distas instituicocs, pie eu,
dando todo o assentiniento s suas palavras, pen-
s, pie sao ptimas, c admiro, que, devendo
ellas servirem tanto para o clero, devendo ines-
mo servireni de guia, como acaba de dizer o no-
ble deputado, ao prelado, se tenho esquecido
de a mandar imprimir, pois que eom una des-
pesa pequea se fazia tanta ullidade ao clero
pernambucano; que se esperasse, que a assem-
bla provincial desse inais este auxilio. Fu, Sr.
presidente, nao quero inais requerer adiamen-
tos, porque nao lesejo ser tachado de forte em
adiaiiicntos (rifadas), deixarei este trabalho
quein quizer ; mas pens, que sera boni adiar-
se esta discussao, para ao menos saberinos como
havianios de votar, aonde est esta obra, que
vesse assembla, e que fosse remettida coin-
niissao d^ nslrucco publica, ou una com-
misso especial, que dsse o sen parecer, en-
tao votarmos. Repito, nao me oppoiiho ao pro-
jecto, iiiassqucro ser esclarecido.
OSr. Hrtelo : As rellexoes, que acabou de
laaer o nobre deputado, sao justissinias, por-
que nao sobre a uiiulia palavra, e nem mesuro
na de outro qualquer Sr. deputado, que se leve
estar nestes negocios. Nao me linha occorrido,
e o Sr. deputado lembrou mili bem, que a obra
fosse a nina coiuniissio. Etl sou inesmo desse
parecer, que se procure a obra, pie haja una
commisso que a examine, que a lea eom atten-
co, e faca inesmo suas observacoes : parece-
me que depois de lida a obra pela c.oinniissao,
que hoiiverde a examinar, ella concordar eom
0 ineu pcnsainento, achara grandissima erudic-
rao, grandissimo trabalho, e no estado do nosso
clero esta obra servir aos ecclcsiasticos c aos
adrogados clvls, porque eom effeito ella tem to-
do o inerccinieiito. Concordo por tanto eom a
ideia do Sr. deputado, que mu justa, haja
urna commisso que examine a obra ; se esta
coinmissiio julgar que lia convem, ento a as-
sembla que a mande imprimir. ,
OSr. Carneiro da Cunha : Nesse caso esto
militas obras.
OSr. Lopes Gama: = Sr. presidente pesa-mc
nao poder votar pelo projecto a vista da inlor-
inaco la obra, que acaba de dar ineu Ilustre
collega nesta casa, ujos eonhecimentos multo
respe!to e probidade multo acato, apezar
inesmo de eu estar informado por nutra pes-
soas literatas do nereciinento da obra ; toda-
va em ininlia consciencia entendo que nao
levo votar pelo projecto, c fiindo-ine nestas
raides al.* porque considero esta obra una
propriedade, os escrptos sao propriedade, per-
cunto en este fallecido bacharcl Mariz, nao ter
nerdeiros?
OSr. arreto: = Crcio, que tein filhos c ate
netos.
0 Sr. Lopes Gama: = E como que se manda
imprimir urna obra, que alheia, sein se sa-
ber se os scus nerdeiros, de posse della, esto
proniplos a dal-a ? Como havemos infringir
a propriedade alheia? Eis al." razao, porque
nao voto pelo projecto, e at porque os Ilus-
tres Seuhores, assignados nellc, nao apresentao
proeuraeo bastante dos herdeiros, que os au-
torisein a dispr da sua propriedade; em 2.
lugar, porque o projecto constitne esta nsseni-
bla mereadora, o que injurioso, porque
diz no artigo 2." e os restantes dos exemplares
postos venda, arrecadado o sen producto
como renda provincial como ha de a assem-
bla vender livros, e vender una obra que nao
sua, un trabalho alheio? frisadas) Nao se sa-
be de qiiem essa propriedade, e nianda-se
vender? Por estas razes, como votar por sc-
melhante projecto? Pcsa-nir- muito, de que se
nao imprima esta obra. Aqni lembrou un no-
bre deputado, que pareca, que o Ilustre pre-
lado que devera mandar imprimir esta obra ,
como obra que diz respeilo inais particularmen-
te ao <:lero ; estou de accordo eom ell-, era is-
lo inais proprio ; mas talvez, jue estas razes,
que acabo le ponderar, pesassein no juiao de S.
xc., por no ser obra sua, e nao querer met-
ter a nulo em scra alheia se fosse una obra
que, por assim dizer, tivesse cabido em com-
misso (risadas) ou que nao tivesse proprietario,
ento sim ; mas o nobre depuladoacaba de di-
zer, que esse eidado tinbaTiTlTos e netos, c
ento como havemos mandar imprimir esta o-
bra ?
O Sr. Hrrelo : --=- O autor do projecto deve sa-
ber bem destas colisas; qiicira informar-nos
a respeilo.
OSr. Lopet Gama: NenhuiH dos Seuhores
assignados no projecto estao boje na casa, es-
tivero i auno passado. Seuhores, teve umita
rasao o nobre deputado, piando lembrou, que
esta assembla nao devia estar servindo de
incio para a iniprcsso de quanla obra ha; es-
tou de accordo eom elle: tambem tenho mu
compendio, que j tem para cima de 000 pagi- Isubstitua-sc palavra casa a
as; mas piiih icar descanrados, pie nao pena seja de 2/rs. a 4jf rs. de
incommorlarei a assembla para a sua impres- 8 lias de priso
a presentado por algnns Seuhores deputados
para a sua inqu
sao : para qualquer iniprcsso corre-se logo a
asscnibli'a E agora este projecto, inais escan-
dalosa por rbaixar tanto a assembla, queren-
rlo que ella seja mereadora! Voto contra o
projecto, que nao presta para nada (risadas).
Julga-se a materia discutida, e posto a votos
b rejeitado o projecto.
s ; I Sigui--s: a 2.* discussao das posturas da ca-
as sunnonh'o que anda nao temos os dados I mar municipal do Bonito, e das emendas da
precisos para pdennos avahar o mrito ou commisso; que tuihao lirado adiadas na ses-
(lemerito lo trabalho; enibora eu receba como s;io de 0 do correte (vid o Mario n. .*>J
multo verdicas, e mrsmo enmo entendoaas as! Art. !. Trvdas nslojas, batequins, taher
nalavras emittidas agora pelo uobre deputado as. boticas e acougues, ou qualquer casa de
une me precedeo, rom tudo pens que isto nao negocio, que vender ao povo, quer seja nesta
satisfaz, primeira.nente porque para cada un villa, ou povoacocs, deverao obter Iicen, a des-
de nos dar o sen voto sobre este projeelo ne- la cmara animal, pagando mil res cada una :
rcssarioriue.se saiba se a obra ou nao digna ; pena de 4/000 rs.
deste favor em segundo lugar porque nao-sa- [ Emenda da commisso- O artigo 1." sup-
l.emos aonde existe esta obra e ein terteiro In | P-i-'r- .
gar porqne tambem temos neeessidade de pesar j O Sr. Aguiar: Observa, que f ruando ptm-
cipuu a discussao destas posturas liouve quem
impugnasse passagem deste artigo, ao que
elleseoppoz, e nessa oecasio mandara mesa
una emenda pedindo a siipresso da palavra
animal cuja emenda nao foi liria, e pede
ao Sr. presidente, que haja de mandar exami-
nar o que ha a este respeilo. Nota, que a ra-
zao, que se produxio para que caJiisse o artigo
foi, que, sendo de ordinario mili ponas, epe-
queiias as tabernas, fojas, boticas, etc. estabe-
lecidas nesta villa, ia-se eom esta imposifio,
por pelas industria ; mas o orador la/ sentir
a cmara, que, sendo a UliposicQ lao limitada,
e nao sendo animal como pede na sua emenda,
iienhum atraso pode causar Industria, entre-
tanto que vi'iu a ser un artigo de venda, qnc
apesar de ser diminua pode todava servir pa-
ra as precises do municipio, tanto inais que
lodos sabeni, que as rendas inunicipacs entre
n coiupocin-se de imposiedes mui pequeas.
OSr. 1." Secretario: -- Declara, que por en-
gao nao si- leo a emenda que se refere o no-
bre diputado.
Futra a emenda em discussao.
OSr. Lopes Gama:Admira-se de pie, tra-
tando-se le dar rendas a una cmara, se apr-
senle nina emenda de repressao a un artigo
que concorre para essa renda e muito inais
depois de se ter approvado a nesniissiina im-
posicao a respeito la cmara municipal de (Um-
ita. Diz que aluda quando se presuma que pon-
en produsir este imposto, nao deve servir de
rasao, para pie seja rejeitado porque tudo re-
lativo ; sendo esta cmara municipal muito
pobre, qualquer quantla devera servir para as
suas despeas ao passo que para a cmara da
capital contos de reis nao chego. Quanto a
rasao le que vai enibararar a industria o ora-
dor nao Ihe d valor algiun porque ein ulti-
mo resultado quem vein a pagar estes impostos
sempre o consumidor ; por isso vota pelo ar-
tigo.
D-se a materia por discutida e posto a vo-
tos approva-se o artigo eom a emenda rio Se-
nhor Aguiar sendo regeitada a emenda de
suppresso da commisso,
Approva-se sem debate o seguinte artigo 2.',
sendo rejeitada a inenda ra commisso.
Art. 2 Todas as pessoas que vendereni por
pesos e medidas sero obligadas a os fa/.ir
afilar no inez de Janeiro e ricos dar a rever no
mes de juina de cada auno obtendo do afila-
dor o necessario bilhete : -pena de 4/000 rs.
Emendada commisso Mude-se a pena ciu
2/rs, a8/rs.
Kntra em discussao o seguinte :
Art. 3. Toda a pessoa rjue pesar ou medir pa-
ra vender ao povo que usar de pesos e nx ru-
das falcilicadas ou quem nao pesar on medir
como deva : pena de 8/000 rs.
Emenda da commisso Mude-se a pena em
1/rs. a 10 rs.
Sr. Naburo : Diz que ha milito tempo que
tem 0 pensainento de prnpor a assembla que
remetta todas as posturas de cmaras niuiiici-
paes una commisso para verilical as, e fazer
un cdigo geral de posturas, adoptaudo-se
aquelles artigos que sao absolutos e genricos
para todas as cunaras e deixando licar de par-
t' aquelles que sao especiis para cada una
deltas. Observa que isto tanto inais necessa-
rio quanto tende a evitar eontradices no pro-
cedimento da assembla, como no presente
caso ; que talvez approvasse a postura de rpie se
trata rpie mpe a multa de 8/000 ou de 10^000
a quem usasse de pesos e medidas fallos, entre-
tanto que ha poneos das approvou urna postura
da cmara do Linioeiro que sobre o niesino ob-
jecto inipoz a pena re 8 das le priso e 20/000
de inulta ; o pie de cerlo una desigualdade.
Fm quanto porm nao icalisa o scu pensa-
nento o orador submette consdcraeo da
assembla a seguinte emenda.
E' apoiada entre ein discussao esta emenda
do Senhor Nabuco.
= Seja a pena de 8 dias de priso e 20/000
de multa. =
E' tanibem apoida e entre ein discussao a se-
guinte emenda do Senhor Alcanforado = Sup-
priino-sc as palavras ou quem nao pesar ou
medir como leva. =
O Sr. Alcanforado Declara ter mandado a
emenda que acabou re ser apoiada para evitar
contestaces entre a pessoa que compra os g-
neros c a que vende, dizendo aquella voce
nao prsou ou medio como devia
Igualmente apoiada centra em discussao a
seguinte emenda do Sr. Taques.
= A' palavra falsificadas accrescente-se
ou nao afiladas. =
Da-se a materia por discutida ; approva-se o
artigo eom as emendas licando prejudicada a
da commisso.
Futra em discussao e sem debate approvado
o seguinte artigo eom a 1.a parle da emenda da
commisso at a palavra s= lugar.=
Art. 4. O trae li/.er ou vender plvora ser
obiigado a conserval-a e vender em asa para
isto destinada oni tdha va c distante da villa
OH povoaedes 200 bracas pelo menos : pena de
8/IHKl rs. c 8 lias de prisiio.
Fnienda da commisso suppriinao-se asap-
lavras lizer coni tclba va e distante da
villa, ou povoaco 200 bracas pelo menos, e
le lugar a
inulta, "edc2a
1>
Segue-se a discussao lo seguinte :
Art. Neiihiiina pessoa porler edificar casas
nesta villa ou povoacocs sem licenca desta
cmara e assistencia do respectivo fiscal que
servir de cordeador para as por no alinha-
inentO e pagar pela licenca 2/000 rs. e
800 rs. para o cordiador ; pena de 8*000 rs. e
de ser demolida a custa de scus tonos piando
nao esteja no alinhamento.
Emenda la counnissoSnpprma-se,*
800 rs. para o cordeadore em vez deli-
CCQya Uiga-ae eiuilu cimento pcrniissuo u
(amara.
O Sr' Taques : Mandn a meza a se guintc
emenda que nao apoiada.
Siibsiituo-se as palavras sem licenra ate
alinhamento por as seguinte* sem alinha-
mento da cmara. -
Julga-se a materia discutida.; approva-se o
ar riyii, e regeitada a emenda da tMUiiissao,


Entra iii diseusso osegulnte artigo <>. e tabclcce, per isso que no teuipo de invern
srlll debate regeitado. I tornao-sc to tapados os eaminhos, que, se nAo
Art. 6. as casa que d'ora em diante c a- lorein limpos petos proprietarios dos terrenos,
rom nesta villa, ou povoaces as trentes nao; nao ollereeer transito, nao s para as pes-
Imporlaftio.
Ftutny : brigue inglez, viudo di
poder ter mais on menos de 12 palmos de al- j soas cavado como inesuio para os de p, t.iu-
tnra e sern follas de corniia boira, e snbei- lo mais, quejulga que esta mesiua provideu-
ra u caxorros : pena de ojOOO rs. e de ser de- ; cia esta cstahclccida por todas as (amaras.
molida pelos liseai s a cnsta de seos donos. O Sr. Barro /lelo .. Vota contra o artitro
Segue-fte a diseusso dp seguate artigo 7. e porIhe,recerqueasuadisppsicoinultoom- ^^TiiJiZrsIli.^ii^riii *Q barr. com
sen. debate approvo-ae a 1.a e a 3. parte sen- rosa ao proprietarios; pois consagra urna penada T i ,'i > ao oonsliruatiria
do auppriinidas as palavraa -- dando-Ibes a al-, multo superior s sitas' necessdaV, i re n o :' '' !r. T! M'ia '"l'""1 pp,ot'.'- "" _____
tura, o per.cicao, que exige 0 argo (i." que* a medida de p.oveito ,eral deve a ub, i- J^SXJ"jR *ubd,"'dos .vpresc.ta.-uo a _____----------
Art. 7. As casas, que ora existen, nestavilla, gacao recahir sobre todos; ,.............- ,,- ,-^ ,---''-n'' _--, WoVHSlCllt
Ao Sr. jt.i/. de pai emperrado otTerece o sargen-
to de Pitimin a leili.ra do segulnte :
Art. 44 dottaulanunlo n* 120 de 31 dtJaneiro
dr i 842.
Sern conservados... os inspectores de qnarlel-
Dacairrgdo hoje id.
S.in.i portnguezn .EtpiritoSantero resto.
Brigue ingle/.-./-'mir;/ baeulliao.
Sant Johns
rao. em quanto foreradaconlianya dos subdele- ,;."l,"1" "];-,'!',"","'"'' '".''.' 'M>nsgiui.;;io ib
ptdos; e (piando a drsmcrecao, senio por
dei i< o llobilliard ; nianfcslou
2500 quiutaes de baealluio;
povoaroes lua do alinhaniento. que devem I ein Ulna das sessoes passadas a assembla vo-
ter, logo que seus donos queiro concertar asi tou urnas postuYas no sentido da cmara mandar
frentes, ou fazel-as de novo serao elles obriga- i limpar o eaminhos.
dos a cbamnl-asao altanamente, dando-lhes a Sr. Ftoripes-.J alga que nao pdde proceder a
altura e pe foicao, que exige o art. (>.: pena de considera, o leita pelo X. I), que O preceden ,
KrfOOO rs., c de ser demolida pelo fiscal a cnsta | porque SO OS propietarios dos terrenos os nao
rocarera e nao beneficiaren! rssea eaminhos ,
n.cnos o podein l'a/.er os oulros que delle se liti-
lisarem pelo atraso que occaaionar esae tra-
ballio sua vlagem; concorda eni (pica respeilo,
das estradas publicas a cmara mande lin.pal-as
mas uaqueltoa que passo ein terrenos de par-
ticulares e cuja limpe/a inesmo ein benefi-
cio de seus proprietarios proipio se nao bao
de prestar este servico? Observa que esta me-
dida nao nova e cita o exemplo de que no
Liuioeiro os proprietai'ios de bou. grado se
prest.-ivo a isto.
O Sr. brrelo: As vezes nao podein sao
pobres.
0 Sr. f'/ori/Nvc-Rcsponde que quasi todos estes
proprietarios possuein escravos, e que nao Ibes
causar transtorno em occupal-os duas vetes
lio anuo ueste servico.
O Sr. Manuel Joaqun* : l) qudesela saber
(pialo motivo porque os proprietarios das ca-
sas edificadas as mas das eidades nao sao
obligados a calcar as auaa testadas; pois pela
niesma razo nao devia isto estar a cargo da
cmara.
O Sr. Floripes: Observa, que porque ou-
tra cousa se dcteriuinou : a cmara resolveo.
que para mellior alorinose,miento da cidade ,
devia lomar isto si, pois (pie mu proprictario
podio lser a sua calcada mais larga nutro ma-
is estrella &tc. conelue volando pelo artigo, por
o julgar necessario.
O &r. Atjuiar: Inpugna a artigo at pela sua
redaceo; porque diseudo elle, que os caminis
(estradas serao abortos e liuipos por seus pro-
prietarios, julga ipie a paluvra-abrtos- equiva-
le a obrigacao de l'a/.er estradas, obrigacao que
nao deve ter uenbiim proprictario, pois que
a factura de taes estradas, quer sejo geracs,
qticr provinciaes ou inuuicipaes, deve ser snp-
pi'ida pelas respectivas receitas; e tanto mais
se deve colligir'que o-artigo iinpo aos proprie-
tarios a o brigacao de fazer estradas, quanto sr
v.-que elle determina, que a estrada seja de 30
palmos de largura, e as travessas de 20, e at
que se ostaheleco poutes e passadicos, c esta
obrigacao que a cmara nao pode iiupi ; que
assiiu vota contra o artigo, teudo em vista tam-
bem a considerafo de que nem todos os pro-
prietarios pdeiu carregar com este ouuf por
falta de melos.
0 Sr. Taques: Julga que o artigo est no ca-
so de ser approvaiio, que nao pode ser susten-
tada .i obserracao Celta pelo nobre deputado
que oprecedeo, de que nao pertence s cmaras
obrigar aos proprietarios a fuer estradas; pois
que, se as cmaras liouvessem de fazer s por si
tudo quanto couviesse commodldade de seus
imiiiicipes, tambeui nao devia ser aprovadaa
l>ostura antecedente sob numero l; que tanto
faz que a cmara exija rendimenlos de seus niu-
nlcipespara fazer estradas, como impdr-lhes a
obrigaco directa de as fazer: observa que liste
artigo providencia de nina maueira convenien-
te, p ira que sejo abeitas as vas de eommuni-
cacao para a comarca, a (pie taes posturas per-
teucem; que sena capital fcil a cmara to-
mar sen cargo a constriicco de estradas regu-
lares, nao acontece o inesmo no interior: nota
baraeao as estradas, cortando as arvores. par
facilitar o transito publico, mas (pie un oulro
o u.io far, e (pie tilvez seja a rasan da postura
obrigar a todos: di/ que eni nutra Qecasio nao
foi approvada nina postura anloga da cmara
da Boa-vista, masque elle orodor volou por ella,
e pretende na 3.a diseusso mandar una emen-
da, resitirando a, pois que consultando coiu u
nobre debutado juis de dircito d'.upielle lugar
a este respeito, o inesmo llie informara, que era
urna postura multo neeeasaria, porque em rer-
dade os caminti* estavn tapados! por todas es-
las rases concille, |lzcudo sentir assemlih'a
que uo lia remedio seno estabeieecr o (pie est
na postura; que os proprietarios sejo obliga-
dos a cortar as arvores, e dcscmpai bar os ea-
minhos, oque importa dizer abrir estradas;
notando por ultimo que aqu se fallara ein pou-
tes, ([liando o artigo s trata de meros passa-di-
coa.
Dada a hora liea a diseusso adiada. 0 si.
presidente uoinela para receber a quota das
despeasdo expediente 0 sr. i." secretario; mar-
ca para ordeiu do da. I." diseusso dos projeelos
numero 23 de 1S-0, nuiueio 13 de 1841, numero
20 de 1843, numero 22 de 1842, niiinern KJ de
1830 e do artigo addicional das posturas da ca-
!o do Porto
l.orrcs|io!i(lciiciii.
.i. |--T ,;.-rg.
de seus donos.
0 segulnte art. 8.'' approvado seni diseusso.
Art. 8. Todos os proprietarios, quetivereui
casas nesta villa, c povoaces serao obligados a
fazer, e conservar a frente le suas casas, e oi-
Kies. que estivereiu deseobertos, rebocados,
calados, e coiu calcadas de lijlo na frente, leu-
do estas de ora eludante palmos de largura:
pena de 8/000 rs.
Eutra era diseusso o seguinte artigo !)." e
emenda da eoinmisso.
Art. 9., Logo quequalquer pessoa obtivcrll-
cenca desta (amara para edificar algunia casa
nesta villa, ou povoaco, serao obligados seus
donos principiabas no prazu de seis lliezes, c
deas dar extcriorniente proniptas no prazo de
UBI anuo, as casas terreas, e de 18 uiczes, as que
forera di: sobrados, contados os pra/.os do dia
da licenea : pena de 30/000 rs. e de licar a l-
cenc;a de nenliiim elleilo, no caso de as nao ter
principiado.
Emenda da coniinisso art. 0." supprima-sc.
li' si'in debate approvada a emenda da eoin-
misso.
Approva-se igualmente sem debate o seguin-
te.
Art. 10 Neuhuuia pessoa poder nesta villa,
ou povoaroes edificar casas eoberias, ou tapa-
das de pulha, ou capim, e as (pie ora existem
seus donos as nao podei' jamis concertar:
pena de 8/000 rs. e de ser demolida pelo liseal
a cusa de seus donos.
Entra ein diseusso o seguinte artigo COIll a
emenda da eoinmisso.
Art. II As calcadas, que ora existem Celtas
de madeiras, serao seus donos obligados a
fa/.er demol r no prazo del me/es, que dcvein
ser marcados, e no inesmo prazo as fazer de
novo coiu lijlos na forma do artigo 8.*: pena
de 10/000 rs.
Emendada eoinmisso art. II suppriina-se.
Julga-se a materia discutida, e procedeudo-
se a votaco liea empatada.
Seglie-se a diseusso do seguinte artigo ap-
provado sem debate.
Art. 12 As calcadas, que ora existem, de lijlo
nesta villa, e povoaces, e que nao teeni os 4
palmos de largura, segundo o artigo 1, seus
donos as nao poder fazer concertar sein que
Ibes nao deein a largura mencionada: pena de
6/000 rs.
Entra ein diseusso o seguinte:
Art. 13 Nenhuma pessoa poder nesta villa,
e povoaroes conservar (-asas inabitaveis. mu-
ros paredes, ou oulro qualqucr edificio de
tal maueira arruinado, que possa cahir, OU que
por qualqucr modo possa olleiider aos visinbos,
ou a quem transitar: pena de 30^000 rs., c de
ser demolida pelo liseal a custa de seus donos.
Emenda da eonnuisso niiide-se a pena era bf
rs. 20/rs., e siga-se o final.
D-se por disentida a materia sem debate, e,
procedondo-se votaeo, approva-se o artigo
sendo rejeitada a emenda.
Entra ein diseusso o segulnte:
Art. 14 Nesta villa, e povoaces neubuma
pessoa poder fazer, ou conservar oseadas, de-
graos, baleos, telbeiros, ou ontra qualqucr
obra fura dos proprietarios de seus edificios,
ou do muro: pena de 20/000 rs. e de ser demo-
lida pelo liseal a custa de seus donos.
Emenda da eoinmisso mude-se apalavra
proprietarios em alinliamenlo das nas,
ou muros, e a pena pecuniaria mude-se em /
rs. a 12/rs; siga-se o resto do art.
Art. 15Todas as pessoas, que inoraivni nes-
ta villa e i>ovoaroes_ e uo hflvendo urador,
seus proprietarios. serao obrigados a eonserva-
rem as testadas de suas casas tupas, e ein ca-
so de duvida sobre o terreno, que deve perteu-
Cer a cada nina drllas, os liseaes Ibes designarn
O que a cada un. deva pertenec': pena de 2/000
rs., o de ser liuipa polo liseal a custa de seus
donos, ou o oradores.
Sao approvados sem debate os artigo, e a e-
inenda.
Passa-se diseusso do seguinte:
Art. 1(5 N'enliiiiua pessoa poder conservar
na frente de suas casas, as ras desta villa, ou
povoaces, o estradas, madeiras, pedras, ou
oulros quaesquer objeelos, que embaraocui o
transito dos viajantes, e os que quiscrciii f.tzrr
obra, tieo obrigados a recorrer aos liseaes,
para estes designaren! o modo, o lugar onde
Sr
rt. reatlom Vendo mu projeeto di I-,
lustre asseillbla provincial, que cria na e i-
pella de Garitaru urna matriz resolv tomar,
a I i be rilado de dirigir algiiuias idolas para > es- ,
tiiuavel Mario de \ s. ms., rogaudo-lhos o laf ur
de as publicar.
A capella do C'aruar fo o pa's, e somonte a custa de seus sacriliclos sr
cstabeleeeo all o culto dl\ iuo ile bu.vo da uvo-
cacode N. S. da (loueeifAo ; est-i capella pois |
propriedade hiteirameute partleul'ir doininlial
familia, que me edbo na ord.-iu da succt'sso.
Ein coiiseqneucla do que exereito sobro ella to-
da aeeo como legitimo senhor, epossuidor,
e jamis serci della privado sem manll'est; vlo-
I.no do dircito de propriedade, dircito que a ;
eousiitiiico poltica do iuporiu me garanto,
era toda sua plenitude no }j art. 179. tima t-
nica excepco poderla fazer declinar onioiidl-j
,Yi'"" entrados no dia IG.
ii das', galera diuaiitarqucxa Calh'11
t:adis;
;..i. de S3-1 toneladas, eapito Cliristiauo ot"
^Krevdraiieh equlpagoiu 12 carga sal.
.isb.i ; 22(lias, brigue porliiguez Caneeifao
de Maria, do 2l>.'> toneladas eapilau \\ tnel ds
Costa Noves, i-qulpagoiu l carga vario
;; 'li l.i-
Mareellu ; .i illas, barca sarda Felicia do
l'i.i toneladas, capitn Vutouin llleo, eiiui*
pigeiu 12. carga varios gneros.
f \ i .". r./ mmiirip i da i idadr de OH nda t <*'/ i<-
nii em virtade da h i, rtt.
ibor 'i'S'ln de arrematar por quem
l'.i/. vil
iiiiis di i nos dias !ii, 2il e 22 do enrrouto un
terreno all ig ido eoin vi n te pal nina de frente, o
rollo pleno, o veni ser (piando o bein publi-1 fundos at o cinal do rio no Attorro-do-Varii-
oo legalmente vorilicido exigisse o uso e era- domo logo .' esquerd i ti i propriedade do Pisa;
juego daqnella inhiba propriedade, era cujoIcomparoccndn os pretendemos habilitados pa-
cato, seria cu previamente ludemiilsado do va- r.i no inosnio terreno poilorom laucar. I-: pyra
tordella; ha pois de ri'alisar-se priiiieiraiiicute
a condicional mareada na cons;l:uii;a.i, para (pie
soil'resse eu o sacrifieio de tal magu lude: a eon-
dicional (' o bein publico legalmente verifica-
do: ora ossa hvpothcsc se uo d nooaso do (pu-
se trata ; porque a capclla foi erigida paraeasa
de orarn do tima familia nao numerosa ; o por
isso a eapaoidado dola foi proporcionada es-
so lini; muilar-'he o destino agora para n-oo-
ber a reuiilo de un povu numeroso, qual o
que so congrega em nina matriz, sem duvida
applicar mal as cousas, o instituir sera funda-
mento o sem atteniao aos molos, e lilis da iiis-
ttuicao. Que a enpella mili pequea nao
resfria provnr polo (lu da iustituieo della (pu-
so acaba de fazer ; que nina pequea igreja nao
servo para matriz jamis O bein publico exigi-
r legalmente ; porque a todas as lazos coii-
toslavel a itlilidade e propriedaded'uma groja
pequea para coinmodos dos pavos uos constantes
exercicios espirimaos da uossa religlo ; nao ha
portante rasao para que soja eu privado do go-
so pleno de mu dircito o dircito que loiu pro-
fundo assento no meu coraco e de iniuli i fa-
milia.
Os Srs. diputados provinciaes, que sabein
mu bein eonlieeor a importancia dos diroitos do
propriedade, e propriedade, que exoreita po-
derosa inlluonoia solo o a moral religiosa de nina
familia nao dar tan mortal golpe no coraco
daquelles que descans tranquillos nos re-
proseiitantes da provincia, oncanv_
promover o bem della. Ein tal projeeto
se podo descubrir bem provincia
povos dcCariiar.
Eu nao entro u i qu'sto da conveniencia, ou
Inconveniencia dacroaco do nina froguozia na-
quelleslugares; repulo poriu ideia de sera
llliuua capilla apropriada para a inalriz ; tanto
mais exislindo multas mili as grojas na froguo-
zia de Bezeri'os cora proporcoes adaptadas pa-
ra m.-ilrizes, o son. ollens.i lalvez dos diroi-
tos (pie reclamo.
J.i aprsente! a cmara dos .S'rs. depul idos
provinciaes os ttulos da liistiluico da (apol-
la o os lo luinlii propriedade. o requer para
que excluase do projeeto a ideia de se oslabe-
locer lili ti matriz o esporo que me nao desat-
iendan ; eVs. ms.. Sis. redactores, i'Ollia ill-
toressndos no bem de todos: rogo b ijo do lo-
mar era ionsider.iio esto negocio que suni-
mauo'ole inlorossa a nuil IOS cid idaos (jue vo-
to Vs. ms. particular devoco cuino iuleivs-
tudos no bem publico.
Eu son Sis. redactores, eom todo o respei-
lo sen venerador ve, lleclfe 13 do inarvo de
Iy-. Mmio,t Jim (/' Jesa*.
tmmaammsmtm nr, mu
lados le
nao
nom aos
!|tio cliegue ao conlioclment dr todos uiau*u-
inos publicar o presente nos lugares do costu-
uio o pola iiupronsa.
ludido de Oliinla I do man (ido !Si. .;,,,,
Jouptim de Almrida {arden paesidentc. Joio
Paula Frrreir.i, soerel irlo.
^;. ;>s (tarihaios.
Para Genova segur viageni eom tuda a bre-
t i dado o miii vellelro c bem ooust ruido brigue
sardoColombo eapito Vicente Lombardo, por
Icr grande parto d.i sen carreganientn proiup-
to ; quem uo uiesinu quizer curregar., dirja-
se a Mendos X; Oliven.i na ru.i do \ ig.n o n. -}i ,
ou a o ditoapilao.
Avisos diversos.

I'llblica^o a podido
possao ler o que precisem sem detrimento do
publico : pena de 8^000 i s.
Emenda da eoinmisso mude-se o pena4/ niara deGaranhuus, e levanta a sesso.
rs., e remoco das matoriacs sea custa.
E* sem debate approvado coiu a emenda.
Segue-se a diseussn do
Art. 17 Os liseaes tor a sen cuidado eoin
que as ras desta villa, o povoaces iqueni no
perfeito albinamente eom 3o palmos de largu-
ra, o os beccos eom I.", fazrndo-os nos lugares
onde o bem publico o exigir : pena de respon-
sabilidade.
E' rejcltado sem debato,
I'assa-so a discutir o seguinte:
Art. 18Os eaminhos, o estradas sero abortos
o Uranos por seus proprirtartos, fon-iros,
moradores, sendo a estrada do 30 palmos do
largura, o as travessas de 20, limpas ein os inc-
zos de malo, o seteinbro do cada auno lazo o do
igualmente os passadicoa por onde o povo
possa passar sem detrimento: pena de 30/000
ra. r do sor (fita pelo liseal a sua cus i.
OSr. Ploripn; Declara votar pelo artigo,
porque rnteude, que mil a medida que e-
SESA KM 15 DK M.\ltt;0 U 1814.
Presidencia do Sr. Pedro Cacalcanti.
Foila a chamada acharo-se prsenlos 31
Srs. deputados faltando os Srs. Zaptlsta e
Vedro Alexandrino.
O m presidente declarou aborta a sessno ; foi
lida o approvada a acta da antocodonto.
OSr. presidente fez ver que se achava sobro
a moza o diploma do r. deputado supplcnlc
Dr. Urbano Sabino Pessoa de .Mello, e ounvl-
dou a eoinmisso de constituico o poderes para
dar sobre elle o son parecer.
EXPED1ENTF.
Uin ollicio do secretario da provincia parti-
cipando ter-se expedido ordem a cmara do fie-
eife, para chamar o supplente em lugai do
deputado o Sr. Di. Mauoei Mondes da Limita
favedo : inteuadu. (kiH'hi((im-/hi.
hminiiinnni'ir i _^__
ItESPOST.V u> IH.lltlO SOVO.
Monto o Mario novo,comocostuma. quando
di/ que o Pires exclaiiiou dexcnyitum-rt. qat
o* humano nao podein m ownlii! porque se-
ria precisa que elle fosse to tollo oouio os bas-
baquesque aeredito em alicantinas de homeiis
que son. vorgouha vondero votos para habitas
e coniraendus, c agora gritao contra aqulllp
inesmo (pie vot.ir.io para dizer isso : O que O
Pires (I isso, o ropo te foi deseiujneili- appotifo praieira nao pode rom ii (Minio w oo-eil;
e isto disse para responder ao iu Mili pailtalo,
que anda dolido ponp.e o despro/.io, dissera
peante a inesina genio que opl'illiclro vapor
lia va de traso- novo presidente.
o que o Piros diz nao liega, nem tem neeessi-
dade de negar porque nao monte nao tem-
as roncas dos praiciros, o nao tem rabos ilepa-
Iha que esconder, -Nao est a espera que se inu-
dein as suenas para obter emprego, iienhuiu
quer, nem precisa nem procura, (merque a
sua provincia nao caa lias nulos dos eslainiados,
que estn a espreita do momento de so lociiplo-
larcm, e eulende que UUl dos melos para isso tu
conscrvac.iio do Sr. bardo ; mas noin pi la sua
uiudaiioa lia de lanear-so as prostiluicos e VII-
leaaa que se teementregado os opposlelonlstas
praieiios pela sua conserva'ao. Son esempre
sorel o raesiuo, /'. Pire
COMMRCro.
Alfandega.
Heudimente do dia 13.......... :18I/3I9
LOTEIl.V MI". NOSSA SEMIOfU DO
L1VKAMKNTO.
As rodas desta lotera and.io iiil'.ilivelinenli-
no iIm ni do correte, o o rosto dos buhles
achao-s.i a venda no Keeife lujado cambio dn
Senhor Vieira; em Santo Antonio ra dotia-
bug botica do Senhor Muieir.i na do Li\ ra
nclito botica do Chagas; c no Attcrro da A'o. -
vista toja do Senhor Jacinto.
-O abalxo assignado rotira-se para Ingla-
terra deixando em son lugar 0 Soulior Jo.io
Broadbentconi procuracu bastante para girar
a lucarna eajadenatxu da mesiua firma, Ricardo
lloylodcC. R.RoyU.
0 abalxo assgn ida declara, que Jhc leudo
sido reraettdu ti i l'a rali iba pelo Sr. Joac Perera
(iuiuiarai-s, una o o ti em 18 ou l de dozeiii-
bro do auno p. p. pelo corroio coill lllin letlra
aeoeita polo inesmo. era favor do abaixo assigna-
do, da qtiatitia de llTeUO res; e como I he nao
fosse entregue, e lenha reoobidoj raeiiciounda
importancia do dito Sr. (iiimarcs liea a mes-
iua sera iieiihum \ gor em qualqucr lempo que
appaiiv.i.
Candido Joii de Salles.
(lulos d-- Lahatiiierc rctira-se para Euro-
pa: quem livor cotilas eom elle, qm'ra diri-
g r-se h ruado Palacete, priueroandaru. I.
Precisate do ii.it rapa/, de idadede 15an-
uos poucu mais ou. monos. para servir de
criado em una casa do lioinem solleiro : quera
,-slii i|" Usl is oil onnivl im.-:; .iiiniim ,-.
Niitu Maria deN-ixasembarca paraosnl
do imperio seus dnus escravos Aurelio e t-
uiilia iiai o Minas.
O Sr. (pie Ira lo o querer cOUipr.1l' o sitio de l, -
birib-. para pagar os uros do diihoiro sendo
que queira dando o UICSIIIO predio a ti inca ;
(lirij.i-so a mesma casa tratar eom os dono-..
Manuel \, ilque largou a venda u.i enei u/i-
Ib ida da estrada dos Mllietos para a do Roza-
riiibo. no ultimo de fevereiro do corrcnlc an-
uo o que lz pblico para couhccimcntu dos
Sis. contr.it.olores d is aguas-:ii delitos.
Prcoisa-se de litis trabathador de masseira :
na liua-direil i n. .'i.
Qiiem aiiuiiiieiou querer uin banco de inar-
eiuoiro eom prensa queroudo mu, appareea
na ra d t ('adcia-vclha u. 15.
- ti abaxo assignado declara ao publico, que
seus bens movis, o de raz., so achilo livii s .
o por is^o os hypotlieea aScnhoru !). Maria Frau-
esca d'Aliileidi.
JoiO Alees de Sonsa.
-- tblga-SC o 1." andar da casa da ra d'Apol-
lo, 11.20, eow 4 jan.-lias do fronte, o COIU min-
ios o bous cumuiodna ; fallar por cima do mes-
nio coiu Josi- Antonio do Sonsa Machado.
i Aluga-so animalmente o sitio o casa u. 103
da Rua-imperial; tratar no inesmo : tambera
so a luga em cotila una casa na mesiua ra u.ll?,
acabada e ahitada de novo, e propria para pe
quena familia.
Oueiii ti ver para vender nina hacia de ra-
me, que teulia de 24 3u libras de pesu, nova ;;
Pili boiu uso, dirija-so rua do .Mutido-uovo, u.
40, on aiinuiicle.
t bieiu precisar de 2)0slKI0 rs. a premio de
doiis por eolito, sob poiiho.es de Oliru ou prata,
dirija-so pracinha do I.ivrameuto, n. all, 1."
indar.
OSr. I.ui/. Das queii.i ir ao aruiazcut d* Ker-
n.indos los liiagnoz, aup do arco da l.'ouoit-
e.To do lleoilo. para negocio do sen intercMe.


^4 -
- errcc mn r.ipv.Porttigneide 18 asnos transferido o meu nomc para Joaquim Jos] tandelras ;
na ruadas Cruzes n. 41 scund>
7
para caixeho de qualqiicr anuniacao para co-. |)as i'creira.
bransaoude roa oii para algtuti nusmo para tomar conta dr alguma yenda por |wd na p()VacSo de Peca na freguezia do S.
balado dando boas e.nforniaccVs e fiador a sua comarca da edade de Ma-
S ^nuE'" '"" ^ I 3 provle. das Alagos ondo all pro-
Ourni nrrciiar de nm moco portuguet de frssor publico de prlmeiraslettras declara por
* i .._.!_ a. ?___I.. ...irlir .. O m f4n ma 11
idadederinte annos com basante platicado
negocio de venda, o qual sabe ler e escrever,
quem precisar derija-sc a ra do Livramen-
Jos' Joaquim Lopes Moreira, sua mn-
(her Marlanna Joaquina Moreira da Canclelo ..
So a Portugal tractar de sua saude levando oonaepooa de I_8I9 para a e
este annuncio inda existir, a flm deque se
desvanece a noticia que ha de sua niorte c
como I he contSSSU a tristissima noticia do t.il-
leciment.i de sua presada mana mulher do snr.
Anloni-i JosCoelho passodos em Pernamhu-
ein sua comp uihia urna parda sua eserava de
noine Hcuedita. Sua tasa de negocio Oca gi-
rando da mesma forma adinenUtrada por seu
irmao e socio Dlonir.io IIario Lopes.
Nao havendo herdeiros menores a heran-
ros di Aada Snliora D. Bernardina dos San-
tos Misquita, rasada que foi coin Amonio l teiho Pinto de Mlsquita, os herdeiros umiores sr
achao amigavelmente eoinposto coin e-.tr- Senhor
rncabecado no casal: por coinraum accordo flea
a rasa girando no inesino ponto em que exis-
ta at agora. Aaodi ilntrlho Piulo dtMUqui-
laCandido Thomi Perrira l>u!ra tiento lio'elho
Puiintlr Mitquilo.
P t B L I C A CAO P K n I 0 D I C A
CASETA UOS TR1BU2UES
no
Bin de Janeiro.
Com este titulo publica-so lia um anno a
rnrte urna folha, que sae a luz as segundas
queras < sextas fe-iras, c altamente utlissi-
n.i. por ser destinada a servir as pessoas da
profisso jurdica o ao publico especialmente
noticiando quanto relativo nosjuizos o ca-
sos judiciaes, o uo foro e:n goral ; dando
rel;i(,\o de todas as causas civeis e enminaes,
i nm julgamentos o sentencias, assim en
supremo tribunal de juslica e reluches di
imperio, como nos juizos singulares de pn-
moira instancia, nos coricelhos dos jurados
he. ac. Conten ella maisum repertorio ju-
rdico, artigse discursos variados ten-
dentes a esclarecer pontos da nova legisla-
<',o e jurisprudencia, noticias dos tribu-
naos r materias da adminastrac.no da justicia
nos estados ostrangeirus, variedades juri-
iliras, e nais assumptos de seloeco; con-
forme o programma da redacto osarado no
prospecto la e npresn.
Ksla folha peridica redigida por um aba-
lisado jurisconsulto o por dous jnvens ad-
vocados do muito engentan e copioso ostu-
do no foro da corte, ja romo indispensa-
vol hojea todos os magistrados, advogados,
estudantes de sciencias jurdicas, t em eje-
ral as pessoas ^^ f.\ro e aos que trazerr. plei-
los, e se interessao por saber do ostado
delles ale as decsOes nos tribunaos superio-
res. E a variedade e copia do materias sa-
tisfaz cabalmente a todos os nimos.
Recobem-se assignaturas r.a livraria da
Pra9a.-da-independc.ncia ; onde se act)3o pa-
tentes os prospectos.
O pre$o da assignalura de 12?ooc; rs. por
..mo. vinilo aa Folhas francas de port emi-
rifTAcadasdirectamente .-in.s ass guantes :i, assim as quizerem re-
(rber prompiamente.
Mutt* importante ao$ JtHHti medicina po-
pular americana.
Vendas
ss Aoalia ftt rliagar una grande quantida-
de tiestas pillas ( icmcdio compostd inteira-
mente do le^etaes } mohecidas na America e
mi Kuropa desde t> mino lit-. 1790 e das quaes
Sii tem Tendido ji no Hrasil f nonde condoli-
do penas 'A annos ) milis de quarrnta mil cai-
Xinliaf em que leom protadn sua su[ eriorida-
de de tojos os remedios em numerosas curas
ras molestias do ligado ebres rheumatis-
1110 lontbrgaa \ particularmente a sidilaria )
tbsra ulceras, inflammacoes nosolhos es-
rofulas e risijiellas d'c.
Boga-an aos psdecentet para prevarem este
nfalivfl remedio. Vende-se com seu com-
petente receituario em casa do seu nico agente
Joo Keller ra da Cruz n.,,11 e para maior
commodidade dos compradores na na da Ca-
deia emeasa de loSo Cardozo Arres, llua-nova
Guerra Silva & C., Altcrro-da-Boa-visla Salles
* Chaves.
Na ra doMondego casa n. 83 ha urna
escola de primeiras lettias para meninas, on-
de com o maior esmero e perfeicoo ensina-sc
grammatica portuguesa fascr flores bordar
du linha uuro, froeo o matizes e marcar Vende-se sarja 'hespanhola larga e en-
por dilTcrentos modos; os pais de familias, corpado a 24110 rs. o rovooo dita a 2210 rs. ,
que anhelo o adiantamento de suas fllhas, po- ricos cortes de IAa e seda de magnficos padrees
den dirigir-se a casa a cima mencionada. ditos de chitas finas de todas as qualidades, e
Preclsa-se de um liomcm, que saiba hem outtas multas fasendas ludo por m-co com-
ler c escrever, para caixeiro em um engo- | modo ; na ra do Cabuga lo{a n. 10, dc-
nho distante desta praca 12 leguas; os prelen- fronte docericiro.
denles dirijlo-se urna de Apollo n. 10. Vende-se um cavado raslanho grande ,
Mara Jacinta Guilhermina retira-se para bom carregador baixo um dito ruco. grand<.',
ora da provincia. 'jensinado pira carro; na ra do (Jucimado
Aluga-se um armasem proprio para rar- [ n. 4.
ne secca ; trata-se na ru da Praia n. 37 ; na Vendom-sc 9 pipas com gu'ardentn bran-
mesma casa vendcm-e os seguntes litro! em ca mui claro de 21 gi.ios o novo taboas de
bom uso ; amor o melancola, um volumedo louro; na ra do Livtamcnto, armasem de
Mueeu Pilnrescode l.i-bon com 32 e-lampas louga e molbados n. 20.
lithographadas em formato grande o cida-i Vendom-sc duas escravas do nato urna
dao Lusitano dialogo entre um liberal c toa eagotBS8 cozlnha, e lava de soban o varrella ,
servil, o principio de direito mercantil, o ou- o a outra engomma lava o cozinha um es-
tras militas obras, cravo bom serrador o perito eoMiiheiro ; na
0 sbaiio assunado, morador no Atierro- Rua-direta n. 3.
da-n^s-vista declara 30 ivapeltavel publico Vendem-se duas escravas de naeSo Ango-
^ne como t-nha listo 00 Uiariooulro com igual la. de 24 annos, bonitas figuras, cosinho ,
<>;;c de Jonqaim Jes^.Pfsrin por fsso tenho !i^So de stbo e varrella, e sao ptimas qui-
que fiem sem fllhos do seu casal, todava elle
se considera o prente mais prximo daquella
finada e n nico garantido as leis para en-
trama babiltacao, o que brevemente o far.
II. .4. Milet embarca paja fra da pro-
vincia urna sua eserava de nome Sebastanna.
Roga-sc aos snrs. encarregados de polica
quiirao lancar as suas vistas piedosas sobre
os atravesadores de peixe, quo s em Fra-de-
portta existem mais de 20.
Jofio Augusto Loureiro Lobo Brasileiro,
retira-se para fra da provincia.
O doulor Candido Autran da Malta Albu
pierque embarra para o Rio-de-janeiro u seu
oseravo de nomo benedicto.
SOUEMDE
FHILO-DRAMTCA
O primeiro secretario avisa aos seus so-
cios que os bilhi'tes para n recita do da 18 do
crrante principian a ser distribuidos hoje
las 8 horas da manlia em dianle. ero casi d
thesoureiro; uutrosim, que a enmmisso admi-
(iistr6tiva. e rene pelos 6; horas o meia da
tarde para approvacfio de convidados.
Compras
ac Compra-se elleetT,->mtnte neata Trpegra
pida toda o qualidade de panno! cortados Ol
vellios de lindo e algodao toda a especie
ile fibra linheza Igodo, de refugo em ra
;ns papel cpapelfin vellio.
Campra8-se eflectlvamenteocos de toda*
as oualidades a rasan do ICO rs. a arroba; nes-
la Tjrpngrsphia ou no sitio do snr. (ornes do
Correio, no bairrn de S. Amaro.
Cotnprao-se efTectlvamente para fra da
provincia osera vos do ambos os -eius de 12 a
20nnnos agradando pagfin-se bem ; na 111a
da Cadela de 8. Antonio, sobrado de urna 011
dar de varund* de pao n. 20.
Compra-so. e paga-se bem um esrravosa-
rtio bom ollicial de tanoeiro ; nn na da Ciu?
holiea n. 22 fallar com M. i. dos Santos
Cade!.
C>mpra-se urna morada de casu ; quem
ti ver annuncio.
Comprfio-se duas mulalinhas de 6 a D
annos, bunitas ; no loja de livros da Pra^a-
da-independencia.
= Compro-so electivamonte para fra da
provincia mulatas negras e molcqucs de 12
a "20 annos pago se bem ; na Itua-nova ,
loja de ferragens n. 1G.
novas poesas
OfTereridas as senhoras Rrasileiras por um
Bahiaoo ; um v. de 131 paginas broch. por
800 rs.
O contendo do presente nido volume, com
quo o illustre e bem conhecido autor V. de P.
II. adomou novamenie o Parnaso Ilrasileiro ,
consta das seguintes poesas : Resposta car
da orna centaura a ciia voitaudo a ^uissa;
a primoira vista ; a urna menina : a urna ve-
Iba namoradeiro ; odespeito ; A. P. J. de Mel-
lo ; avolta ; conselhn ; para urna lbum ; o
cravo bronco ; inspiracan ; <> adeos ; n estrella;
improviso ; no dia d'annos do mnlia tilha ;
soneto ; epstola ; a una barboleta ; a raiva
amorosa; motte; osonho; ao pensametito; ano-
tas; o juramento; odes; o par feto do molde ;
o bom marido; a recaluda; origem dos globos;
o desengao; os inlelizes; b beijo c\e.
Vende-sena Praca-da-independoncia livra-
ria ns. Ce 8.
andar.
Vende-se carne de vilello muito gordo e
pequeo a 160 rs. a libra amanhSa no acou-
gue francez defronte do quarlel de polica, n. 11
Vende-se urna fechadura de segredo,de
porta de loja muito boa ; cuma canoa peque-
a que pode com duas pessoas e um mode-
lo de um brigue-barca ; na ra do Queima-
do n. 26.
Vendem-se as melhores chitas pretas, que
ha ditas largas francezas de cores e ruca-
dos largos escomes ; na leja detluilherme Sel-
te na ra do Queimado n. 25-
Vendem-se bacas, candieiros e perfu-
madoras de lalao bules de metal para cha, lo-
go doar, por proco commodo ; na Ra-nota
n. 41
Vende-se urna cama grande de conduru ,
com artnaclo. portfif r.; eos seguintes li-
vros usados : Phedro Virgilio, Cornelio, Sa-
lusto Magnum L'-xicon Cicero Horacio e
urna grammalira franceza por Clamopm; na
ra do Queimado lujan. 13.
Vende-se um terreno com 81 palmos do
frente, e 830 de Tundo com oaa nova do pe-
dra e cal o margem do ro Capibaribe. na Ca-
punga puf proco commodo ; na ra das Cru
zes n. 40, ou traveasa do Atoite-de-peUe n 63.
Vende-se unta nieia-agui# c 1 par de ro-
das para carioca ; na ra da Roda lenda de
car pina.
Vende-se o deposito de assucar e arma-
cao que existe na ra larga do Hozarlo n. 38 ;
a tratar no mesmo.
Vendem-se dous escravos de nueSi dj
bonitas figuras o mocos; na Rue-diretta, es-
quina do beco do Serigado n. 91. primeiro an-
dar.
Vende-so no armasem do Femando los
Rragupz, tope do arco da ConceicSu, tarcas
com farinha a i/tt. ditas rom sevada, salc.-
parrilba muitoem cunta saccas com olpista,
barris rom vinagre por proco comni' do.
_ Vendem-se 3 praecboes de madeira p.o
"oleo de b a qualidade c lambem so vende
em pequeas pinedos p ir proco commodo; na
tra*esa da Madre de lieos n. 8.
Vende-*o no armasem da ra da Cruz n.
13, nielas de la, branca e de cores, rotnpri-
daseruilas, de superior qualidade. etnduzas,
por proco rasoavel.
Vendem-se escravos de 20>annos bons
para o trabalho dorampo e da praca ; dous
ditos bons ofliciaesde sapaleiro ; um moleque
de 12 annos ; 4 pretas mocas engimino, f-
sil lio, o las,9! ; un. dita boa quHandalraj urna
parda de 18 anuos, milito boa finura engoin-
ina, cose, e taz o iiiais servir' de nina casa ; na
111a largado llorarlo sobrado n 48-
N<> arma Cnmpanh'a nn bem do Capim teude-se ex
relenle vinbo da Kiaueira sem mistura em
barris de 4 c 5 fin pipa assim cono a vor-
dadeira farinha de trigo da bem conlvlda mar-
ea SSSF o SSF ou alallar com Firmino Jos
pelis da R sa que lambem tem ladrilho de
marmore, umoem folha para charuto por pre-
til comm ido e tapatoi do burracha en: caixa
a 400 rs o par.
Vendem-se os afamados estojos do nava-
Ihas decabo de maiftm de elegante Rosto, e
de superior qualidade por ni" ser preciso ir
ao rebollo ditos entre finos fai-ase garfos de
cabo de oco fino, clcheles, oscovinhas para
dentes oculos azucs de armacao agua de Co-
lonia primoira sorte "fabricada em Pariz; na
Praca-da independencia n. 5.
Vendem-se corles de bom fusljopora col-
lotes pelo commodo proco de 56 > rs. meias
de liuho o 3200 rs. a du/ia lencos do cam-
bra la bordados a 500 rs. e um par do .nai.uas
de vidro lisas urna mera de Jacaranda para
mido de sala por preeo rommudo; na ra da
Cadeta velha n 27.
Vmde-se urna garganlilha de ouro dp le,
urna colher de tirar soupa um par do castl-
caes modernos de prata. duas oltrs de cordo
grosso, urna correnlecom 35 oitavas cada urna,
um relogio sabonetc. Ingles, caiva dte prata e
bom regulador um Iransclm moderno,' euma
correntinha para o dito pares do brnros <>
annoloos enfeites de ouro, e conloes para me-
ninos urna bandeira resplandor de prata
para menino Jess, um arrelicario do prata .
urna faquinha apparelhada de prata alflnetes
o botoes pora nbeitura ouro. e prata do lei em
barra ; as Cinco-pontas n. 45
Madamois lio Midochu avisa ao publieoc
partieu'arm n e aos seus freguere*, qu- recebe
ultimam nle pelo navio /rmnriqut um com-
pleto sortimento de objecios da o.oda notan
do-se entre outros, ricos vestidos bordados para
partidas, cortes de elegante tailatana bramas
e de cures a-sim comino um li'do lurtiiuen-
hi de oulros, cassas lisas c bardadas para ves-
tidos ricas rendas n outros apparelhos para
guarnicesdo vestidos, eapotelras romeiros ,
Cob efles o peseneinhos bordados, os mais lin
do. quo se pode desojar, luvas da melhor qua-
lidade para homem o. senhoru, igualmenlede
s da tanto cuitas como compiiuas lencos
de Imho muito nos pra boim o saotaora .
e tombem bordados para -enhira e me iiis ,a
esparliihos para as ditas chapeos da ultima
modo ricamente appardhados e urna inf-
nidadn deouirosarligos oque tudo se vendo
peloprecoo mais mdico. Madamorsele Mil-
lochau adverle que em consequencia de orna
qrave molestia do quo se acha rgstabclcclda
nfiopdea mais tampo ai por .1 venda estas
mcrcadorias e espera de seus freguezes urna
prompla extracco ottendendo a boa quali-
dade e perfeicao dolas junto a commodida-
do dos procos.
Vende-se um piolo de idade JO aunos ,
robusto o muito sadio, serve para qualquer
tervlfo, e piincpaliiicnte para arma/1111 das-
sucar ou engenho. tambera bom sen-ente
de que j tem bastante platica. Un* Mulata
de meia idade co/.inbeiia, o lavandeira- ambos
se vendeos, por seu donoso retirar d.i provincia.
Tambera tem para vender nm cavado de car-
ioca que se d em couta por estar seg de oln
odio adverte-se que trabadla tainbcni de canga-
lha; para ver e a.ustarqualquer destes objetlos
na ra Imperial u. 139.
Vendem-se corles de soda preta lavrada ,
sarja pretu hespanhola ricos cortes de cam-
braia bordadas ditos de cassa pintadas e do
listras riscados escoceses ricos cortes de se-
da escoceza sedas brancas lanadas paia ves-
tidos do m>ivads ncas mantas o chales de sp.
da les para vestidos ihapeos de palhinha
para meninas ricos cortes de tarlalana para
vestidos, chiqieos franceses para homem do
differenles procos, rios corles de parisiense
imitando soda cortes de veludo (aviado, ditos
de seda, a linda faseuda rainha da ludia, nielas
deseila, luvas de todas as qualidades. hi> os
pretos setim pretos puracollete, merino pre-
to muit flmt, e um grande soitiir.et.to de cul-
Crtdo de todas as qualidade-; na Ilua-nova ,
loja 11 8. de Ainaral f l'inheiio.
Vende-se um eavallo castanho, carrega-
dor bom passeiro, e gordo ; na Rua-augusta
n 22.
Vende-se para engenho urna esrrava do
bonita figura e sabe arranjar ludo de uins
casa ; na ra de Ht as n. 110
=. Vende se Jacaranda superior cliegado do
Kio do Janeiro pedras de murmure redondos.
para mezas de moio de sala, de muito bom gus-
to ditas para commudas cadoiras america-
nas com assento de palhinha cunas de vento
com armacao mirque/as solas mezas do
juntar camas de vento mu bem feitas a 'i.'iOli,
ditas de pinho a 3500, assim como outros mu-
Ion trastes ; pinho da Suei ia com .i pollegadas
le grossura dito serrado dito americano de
difieren tes larguras e compnmentos ; assim
como travs de pinito e barr tes ; na ra de
florentina em casa de J. rJeranger.
Escravos fgidos
Fuitifl no dia 2 de dezembro do anno pis-
sado do abaixoassigna lo a eserava Joaquina,
rriotila de 2i annos estatura regu'ar, serca
do corp 1, ro-t > i'oiii;>r>'l(>, rabeca piii'hada pa-
ra tra; com 2 dedos da mao direita alejados,
proveniente de u 11 lalh. que levou nocotove-
lo do braco da mesma mao, do qual aindd exil-
ie a costura, mais outra marca na testa tain-
bein de lalh o muito bem fallante e risontia,
esta eserava, logo que fugi<>, eslava aeoitada na
casa de 11 ma prostituta na ra das uiirangeiras,
o d'alii oadio-se por ler roubado da memia
ninas pecas de ouro em obras, sendo um cor-
dSo eom nina meia dobla encastoada um par
de brjncos um annelao e 20 tantos mil is.
em leriiilas o agora Ku suspetas do estar a di-
ta eserava acuitada em alguina outra casa, por
j ser acostum.ida de duas huidas queja le/.;
roga-so portento aos snrs. inspectores, queem
seus qunrtei oes noticias tenho do dita escravs
apprehendo 1 ec ilho a radeia a ordem d 1 snr.
doulor delegado para se proceder nos termos da
le o quesedeixan de faserseo acollante da
dita eserava a levar a seu snr. entao ftcar o
dito snr. obrigadoa em b-nao algum dessobrir
o seu mal feiio e gratilicar-sc-ha coin gene-
rosidade ; tamtjom rug-f ni pessoas particu-
lares qucsotiborcn omb-existe dita eserava do
o avisarom iw entrada de Joaodo Barros sitio
do Inspector de quarteirf o defronte do Rxm.
viscomlede Goianna, quo uralificar com i)f
res. Joo Sepomuceno Farrrira de Mello.
Fugio no da 13 d> correte 11 preto Fe-
s escr.iv i dt II. Ignacia Mara Xivier coin
us sgnaos seguintes : estatura baila chelo do
corpo pernas arquiadas rosto grande bei*
eos grossos olhos grandes e afumacados; le-
vou camisa e ceroulas de lgida da Ierra cal-
Cas de casimira branca, e chapeo de peina; quem
o llegar leve a Man >e| J. aquin Pascual Ra-
mos na ra larga do Ko/.ario n. 48 ou u.a
ra da Cadoia-velha loja do Silvestre Goncai-
ves dos Santos, que acebor 50/ rs. do grati-
fl' acao.
No dia 17 de Janeiro do correte anno fu-
itlo o preto Manuel, de nacao Angico, do 50 an-
n"S "do, magro, rteccu do corpo, cOr nao mui-
to preta, pernas muito finas, tem no alto da ca-
brea urna pequea falla de cabellos, procedida
de nma pancada, que levou, julga-so anda ap-
pareeer a cicatriz, tem nao man esquerda o de-
do pegado a.1 mnimo sem unha, levoa calcase
camisa de algodao americano; o qual preto era
remador das lanchas dos praticos da barra e
lambem trabalbava em os navios de estiva, com
os eshvadores, e peseeva en reii d eamarlo;
quem o pega., lew a Fra-de-portal n. 68 ., a
Francisco Estanis u da Costa quo seu ver-
dadelrosnr., e pagara promptainente a grati-
licacao, que merecer.
Rsr:ir8 ns Tve. m U F, na Rauta laH.
W-'SI


Full Text
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