Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05070


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Full Text
I
Anuo de tQM.
Sexta Fcira 8
Je Marro
:
......^neoBap.
0 DIARIO publice-ae riles os das que nao forcea saniilicadi-s : o preco
de Iree niil is
do i
di jssinlur
Mncdade cobr'
.'i pnr cento e n.-i a.
dem (le letras Je boas I ni as I lll
Armo XX. W. W<
por ralis. <" do* que ii.in forein ; raijo de 80 rea por linba. A a ri-rlnmacoes deven er diii-
fidll esla lyp ra das Crujes n. .'-4 ou .1 praca c Independencia I Ja dc |,vn n 6*8
PARTIDA DOS CORREROS TERRESTRES.
COMNMl, e Farahvlja. secundas c sextas feiras. hio Grande do Norle, quinlas feiras__
Cabt.. Serinbien Rio 1'nrmoso, Torio Caito, Macey e Alagoaa no i. o 41 e <_>J
de caja mei Garaabune e Honito a 10 e '2^ de cada aet Bna-riaia e llores a S
e 28 il.lo. Clda le d Victoria, quintas feiras. Olinda lodos oa dits.
DFAS DA SEMANA
i Seg a. Casimiro And. do J. de D. da y.
S Toree a.Tbeofilo Kel, aud. do de D.da 3. r.
7 Qainta s. Tbomat de Aqiiino. Aud. do J. de D.da 1. t.
8 Se>le s. Quintilla Aud. do J. de D. da 2. .
D >.-ii>. s Catarina dcBoionha. Bel. nuj. do J. de I), da 1. r.
40 llnm 3. = la quareema a Milil.'io.

x pas-mn'' V'FWT'i. viTr*rrj^MarT"TT,rf"rn^afcr^*TPt'Tr^''^^Trl-fT'*" > t ~-- -
/ Tudo a;cir. depende de Re meamos; da uossa prnde ce, eroerej}3o" energa: con
"\> jSUtf'*. tinueinoa como principiuno* e seremos apontedoi con ed.....a tu entre as nac/>es mai
cultas. [Proclamag j di AlseaMea Oeral do iran.)
:vsfe-- MMJ \X "aV CASWIOI no na 7 MASCO.
Q^ir '-\ jp Cambio.aol-e landre, T. I.
K\\K.-.-ftYi& ) < i/*' >> Paria 370 res por franco
wv -r F r s' 4 fl'l 14im ir
Lisboa I- S por lUU de premia
1. IMflCJS SU II! 7 UKM1IW.O.
Oero-Moedede O.iO V. 17,?0U
, N/ -17,001)
.. de 4.0U.I \ 0,000
Pnie-Faieraei V*i,020
Pesos eoluaaearee I,!''"1
Diios raeuceaoa 1,920
e

o
l'll \SI.S 0\ l.l v NO MK/. DE M U'.CO.
I.ua cheia a 4 asO lioras o'ij mu de larde, al.ua nota a 48 ee p boree 67 enn ltanle.
Alinguante a ll as H horas da mauli.i [Cteecenle a 27 as .' Ii e M m. da manlia.
Preomar de hqfe.
Primera ai 7 horas e -
! -' inin da manliia. | Segunda is S horas e <> minutos da larde
1/1*^'^
~j3XX.;
-'_rxr.s"=
PERNAMBUCO.
ASSEMP.LA PI#VINCIAL.
Conclusdo da sessdo de (i de murro de 18-r.
Parece .i c.omniisso de coustituitoe poderes,
que, posto o artigo 9do regiment suiente au>
lorise a convocaran dos sti|ip|eii(es no caso de
oscusas dos membiOs eOfectivos, todava este ca-
so de escusas nao deve de ser entendido de mu
modo lao estricto, e litteral, que conitarie, ou
illudaa intcncao do legislador, quaudo, alias,
constar, alinde, e iuilepeiideiiteinenledercinessa
de escusa, quealgUlll tueinbro est impedido de
asslstir i sesso:que por conscipieuci.i. .u lindo-
se ausente d'esta provincia o Sr. dcputado Auto-
iiioPeregrino Macicl Monteiro, nao sendo veto-
siincl, que elle venha .i esta provincia agora, que
se a|)|uoxiina a sessaodaassembla gcral, c o
ti'inpo de vollurcni os depiltadot pata acorte,
leve ser chamado o priiiiciro supplente ein sen
lugar.
Parece autro sini i coinmissao, que, nao* se
iandoas inesinas rasoes, ou ondas equivalentes
;i respeito do Sr. INogucira Paz, c nao tendo elle1
inaiidado escusa, nao pode ser chantado o se-
gundo supplente. Sala das conimissoes 6de mar-
co de 1844. Naburo de AraiyoJMagalMci Taques:
bi adiado.
Nao existldo na casa escusa alguiua dos plei-
tos para deputa dos, e estando aasscmblca regu-
lar coin grande ntiioiia de seus nieiubros, son
de parecer, 4Jue naopde ser attcndidaa indica-
i fio dos Srs. Allnso Ferreira, e Jos Pedro sein
inanifesta inl'raecao do artigo 0. do nosso regi-
ment, que determina, que, liavcndo escusas, se
participe ao presidente da provincia, por inter-
medio do sen secretario,para seren entunados os
tiiinif dalos Pin VOtOS. Sala das coiniuisses (i de
marco de l8-H.--.9oM/or linplislu: Ib i adiado.
A coinmissao de estatistica, i qiient ibi presen-
te a beprcsentaco dos abitantes de Ouricuri, e
s lis suburbios, cpie endcre(,ir;io .esta asseiu-
iiK'a, ppdindo a creaco di- tima freguesia na-
quelle lugar, tendo ein vista ludo, qanto expu-
stro os nii'smos peticionarios, corroborado pe-
lo attestado do reverendo coadjutor da fregue-
sia do Kxii, e visitador; entende, que sao muito
valiosas as rasoes 6 fundanienlos, apresentados
na referida petifo, digna na verdade da atten-
<;ao desta asseiul'livi pcU juslia, queassiste aos
representantes; c por isso de parecer, que se
adopte a le scgiiinte:
Aassenildca legislativa provincial de Pcriiain-
liueo decreta.
\rt. l.Tica erecta ein matriz a capella de S.
Sebastiiioi a pova lio de Ouricuri
Art. 2." l-'.sta freguesia. que deve conservar a
inesina nvocacao, ter o limite seguinte, prin-
cipiando pelo norte na divisan das' agoas do A-
raripe; pelo sul e uascenle at extremar com a
l'reguesia de Cabrob; e pelo poente com a de
Santa Mara, e agoas de Piaulij.
Art. .'$." Ao parodio desla nova freguesia coin-
]> !-.'!!: os !''S!L'js vcECiictos l'reguesia do F.x.
Art. -i." O ]>aroclio da l'reguesia do Ex tero
Opco unta das duas freguesias.
Art. >." Fico revogadas as leis disposicoes
ein contrario.
Paro da assi'inbla legislativa provincial fi de
marco de 1844.DaminguesFlorp Paula
Laeerdfi: l'oi julgado Objecto de dcliDeracao, c
iuiprlmfr,
OltEM DO DA.
I'.ntra ein discuss.io o seguinte projecto.
Art. I.* Fica erecta em matriz acapel I a cura-
da de \ossa Seuliora da Coiiceico em (laruar.
Art. i." A nova freguesia, que deye conservar
a niesina nvocacao, comp ebender o territorio
pela inaiicira seguinte: principiar a leste do
riacho Augclim com H.i leguas ao oeste t 0 Po-
co ronquido, e dtil i dividindo para o norte com
a l'reguesia :\u 'ir-'-jo d'.Madre de Dos pelas agoas
do rio-Ipojuca, Lagoa-nova, Lag^ro-do-cedro,
Serra-de-eacinibinha, Salgad i nho ao alto do A-
I ig ido t cliegar ao tnesiiio riacho do Angeliui; c
pelo sul com a frequesia do Altinho.
Art. 3. Ao parochoda nova freguesia lieiopcr-
teuceudo os niesiuos vencinicutos do parochoda
matriz de hezerros.
\rt. 4." I) pftrocho da freguesia de VczeiTOl
i'iu opcao a una (las dos freguesias.
Art. i')." Picao revogadas todas as leis, c dispo-
sicoes a-ni contrario.
Paco di assemblca provincial de t'einnmlnico
4 de ni.-ii-io de 1844.Franriseo Jos i l/c/Wr.ia
O Sr. Afuiar:Sv. presidente, tem sido estilo
cuiislante e nao iniei rompido u't sta casa, Ou-
vir-se em negocios d'esta n atures a o Exm. his-
po diocesano, ao menos desde que cu aqui t
libo asseuto.
Algn* Sis.:\'\n.
(Jar. Aguiar:Masquandomesmo assim nao
teuba acontecido o que se segu .'que se tem
obrado Irrgularmentc, porque em una crea-
de freguesia nao se tral i nicamente da d-
'sao material do terreno, tirando algUUl IS par-
tes d'outras freguesias para a creacSo d'ttuia no-
va; mas trata-se tambein de desligar freguetes i que as pessoas que vivem nos extremos das Fle-
que obedeciao, e cstavo sugeitos no espiritual i guesias, muito mal, OU nao partecipo dos auxi-
a dill'ereutes parochos, e j.i se v que ein acto
de senielhaiile natiiresa muito eonvcm que in-
tervenha a autoridade ecclesiasliea: c porque
este projecto mi seja d'uma urgencia tal qui-
nos obligue a diseutil-o de xole, creio (pie '
muito justo e rasoavelque se oina o l'.xm. blspo
diocesano para entao deliherariuos com eonhe-
cimento de causa.
Val mesa, e depois deapolado entra em dis-
cuss.io o seguinte reqiieriiucnto do Sr. .los Pe-
dro.flcquciro oadiamento at que se discuta
o oreenieto.
O Sr. Medeiros:Sr. presidente, pedi a palavra
nao par i me oppor ideia do .obre depUtado,
me.....preceden, en (puro eonvir com elle, isto
c, quero que seja oUA'tdo o l'.xm. hispo nesia
materia, nao so por nina dclieac'rsa, como nics-
luo por ter sido esta a platica da casa; mas ped
a palavra para observar ,que, importando pouco
onvir o ordinario antes ou depois da primoirn
disilisso, asseutava cu. (|iie, teildo-se dado pata
ordeni do dia este projecto, e tratndole agora
delle, deviamos discutil-o j, porque nesta pri-
IIICira discuss.io si se trata da vaitt.,:eiii ou dcs-
vanlagciu da medida; e como este objeelo. se-
gundo as ideias, que tenho, bastante urgente,
entenda pie a casa devia votar coniigo, isto ,
que se discutisse o projecto ero primeira dlseus-
SO, e que depois se ouvisse o ordinario; isto
mcsillO algiimas vezes teni-se i pralieado.
F.' ajioiado, c entra conjunctanieiite ero dis-
( ussao o seguinte requcrinieiito do Sr. Aguiar.
Requeir o adiamento do projecto em discus-
sao, at que seja otivido 0 F.xin. hispo diocesano
a esse respeito, pelos lucios competentes.
0Sr. Aguiar:Sr. presidente, O nobre dcpu-
tado que acaba de assentar-se nao Impugna o
nieu requeiiniento porque segundo elle mismo
confessa, o aeba rasoavel; mas cnteiide que se
pode proseguir nesta primeira discusso em
que apenas se trata da ulllidade do projecto SOb
o fundamento de que as iiiforniames que nos
pude fornecero Kxm. hispo ein iiada-inlliieiu em
una primeira diseussao. Disse mesmo que isto
ja se tem feito em oulras oceasjocs; mas eu j.i
disse que se por ventura islo j se tem praliea-
do, devenios hoje confe-sar, (pie se nao lem li-
brado regularmente; poique siipponlia-se que
as inforinaco'-s do ordinario sao Uto ponderosas,
lao justas e tao rasoaveis que nos uiovem a n 10
i i e.ir a nova freguesia, c por conseguinte a vo-
tarmos contra aquitto queja ti libamos decre-
tado em primeira discussao; supponha-se (pit-
os vigarios das freguesias desmi-mhradas i ni
rasoes to valentes quo-nSo inhibSode proceder
a desmembraco, o que se segu d'ubi? A ne-
cessidade de retractar-nos; e que preeis.io ha
unta pequea demora, podemos decidir o nego-
cio COin oonbecimento de causa.'
l'm Sr. diputado:O parecer do hispo nao nos
ohriga.
OSr. Aguiar:---Yai nao digo que nao seja oti-
vido o diocesano para que o nosso vol seja re-
guiado polo sen parecer; mas SO muito impor-
tantes as sitas iufoi'inaeoes para que possamos
prescindir d'ellas, c votar com inteiro conhecl-
nienlo. Por conseguinte creio (pie nao (' limito
regular passar o projecto em primeira diseus-
sao, para depois Icrinos talver. de destruir esta
votaran quando viereni as informarnos pedidas;
c pata se evitar este inconveniente, julgo ne-
oessario, que nii-ti roquei itnoiito seja approva-
do, addiando-so a discussao.
Sr. Medeiros:Confessa o nobre dcputado.
que acaba de assentar-sc, que para a assembla
dar o son voto oom conscioncia nao precisa de
inforniarocs do ordinario, no que convi tillo c
entao deve concordar comigo, que o ordinario
poda ser ouvido depois desta primeira discussao.
0 Sr. Aguiar:Yai uo disse, que nao preci-
sa va.
08r. Mrdiiros:... entretanto, Sr. presidente,
bem em discussao autidadc da
ios da Igr. ja, privaran esla. de que tanto tnu
fcil c couveuse nio-nos, qanto attendcriuos.
queem paragens tao remotas, dellicllimos sao os
meios de condiicciio; ros til la poisd'ahi. que n mi-
tos i lid i vid nos (hleceill sein quelhessejao ad ilus-
trados os sacramentos, que na ultima hora, se
eostumao administrar e soilrem inesmo du-
rante a vida privarnos de mili ais amibos religio-
sos, que sao facis de coinpielielider, t1 ipie tem
sido lastimados [icios mesnios babitantes: a ne-
eessidade. o vantagens d'uma outra freguesia
uaquelle lugar devein por tanto ser reconhe-
oidas.
\ mesilla sedo da l'reguesia actual de //i/erros
reclama a croarao da nova freguesia, que ofl'c-
rece o projecto por qanto estando a freguesia
distante d'tim do seus extremos, que Gravat
seis leguas pouco mais ou monos, est separada
do ontro extremo, que Tacoit -2."> leguas pon-
en mais ou menos, o que la/., que os habitantes,
que lican para as partos desle extremo, isto e
Tacoit se aelieni muito Cal aqiuuhndos na
parlilha dos oflicios divinos. A Iregiiesia, cuja
ereacao oUbrece o projecto oeeupa parle deste
sigiiiido extremo, e proporciona desta arte a
Seos habitantes a parteciparSo mais fcil dos
sacramentos.
F.mbora se diga que a existencia d'uma capclla
curada n'cssas paragens mais que siilcicntc,
para remediar os males apuntados, porcm esta
objeco desaparece, logo que se attenda dille-
renca, que ha entre os ro tusos, que propor-
ciona, e olferecc urna freguesia, que encerra
Parodio,Coadjutor, Vdniinislradoresote. o os of-
ferceidos pelas capillas curadas,que seaeho sob
a iiisperao de un Parocho, que losidiiido milito
distante nao pode ordenar de maneira, que se
satisf iio as necossidados cspiiluacs com a de-
vida promptidao, e regularidadc ; tanto mais,
nuanto coutendo a freguesia de fliserros mais
(Puma capilla curada, lomo Parodio mais dilli-
culdade para est ibclcccr promptidoo, o regula-
ridadc na satislaco das procisos cspiritu.ios
n'cssas diveis is capellas.
O occresclino da despesa'' aiuda una obje-
ciio mas osla desaparece, logo q.....-om seric-
!lo. seattender -\ que com a pequea des*
;i -sa, que tl'.IS a ( ri nao (l'lima l'reguesia, se
i' ni de obter ampios resultados em moral, e
rellgio,
Sao estas pols as rasfles, que tenho de expor
em pi'ol ilo met projecto, com as quaes julgo,
que tenho demonstrado sitflicientcmentc a con-
veniencia e utilidade do projecto, pelo que es-
pero que oliabelileis para que ello passe ;'t 1. dis-
CUSSflO.
E' apoiado c entra tambein em discussao o se-
guinte requet nclito do Sr. Mciiciros. iteipiei-
ro, que depois de ser approvado o projecto em
!.'' discussao soja ouvido o ordinario.
O Senhor Jos Pedro : Creio, que o adia-
mento proposto por iiiiin (leve na volarn pre
erra oslo ltimamente proposto ; poique o his-
po pode responder ainaiiha, dando assuas infor-
niarocs, entre tanto, que lalvez convenia, que
lique adiada osla disi-ussao ato depois do rotado
o orcamento. Supponho que o regiment da
i isa 'manda por em 1." lugar vot.n oas emen-
das mais restrictivas; mas creio, que n'ste caso
se (leve obrar da inaneii a ojiposta. porque mais
conveniente espacar o adiamento como indica
o nieu requeriun-ute do que at que so nina
requerimeiilo dos habitantes das duas povoa-
riies de Fazenda-grande, e Taearat dizendii
que oslas rasoes uo Ihe sao dosconliecidas; mas,
como cu o algntis iiolucs dopulidos nao estamos
nas circuuistancias em que st o honrado
meiubro.a qiieni llie lilil', quizla ipie elle ili-
lueidasse aquestap, Islo.queaprcsenlasse us ra-
soes. porque entendeque se deve!erigireui vil-
la a povoaco de Fazenda-grande.
0 Sr. Rabfllo : Sr, presidente eu apresen-
te! o anuo passado como niembrn da coinmis-
sao de esiaiisiioa o projecto em discussao .
porque, tendo servido noespaco de oito anuos
do ni/na comarca de Flores, o tendo eonhoci-
mouio dnquelle terreno sei qanto c incommodo
ios liahitanti s da Fa/.onda-grande p Taearat ,
(.iiiiiiih.ii ein villa i\i' Flores, quando precisao
de recorrer s justicas.
A. freguesia de Fazenda-grande dista da villa
de Flores '!.'? leguas, sto c. (i lugar, em que esta
enllocada a matriz, lica .linda em un poni mais
distante e de Taearat dista -2ii leguas. Ora ,
acontece, que, quando sao sorteados cidadaos
tiestas duas povoares para jurados na villa de
lloros, diis la nao vo preferindo antes sof-
frer a mulla ; e OCCasies ha. n que niosnio a-
pesar de afranjados nao tecni mu animal para
viagein ; no rigor da secen acontece isto muita-
vezes se sao cleitos vercadori-s nao se aptos
s nt.io no servil ii da cunara, o (pie laz que
algunias vesosdeixe a cmara de trabalhar em
scssi'ies ordinarias : se nesta povoaco lem de so
lser inventarios, ha o maiorincommodo pos-
sivd nao se pdem chamar la juizes, etc. ;
por isso detiioro-se umitas vezes os inventarios
llials do tem mareado pela le. Ora. avista (Pisto,
vendo en que era preciso attendor coinmo-
didade (Pesies povos oll'eroei asseniblea o
projecto que se discute, e enfeudo que ella o
deve approvar.
') .Si. Aguiar : E qual a populacho .'
OSr. ttabetlo]: A popularan das duas fregue-
sias i'- grande, nao posso diser agora exacta-
mente o numero de almas ; mas eroio que nao
pode constar de menos de lll a 12 mil cutre as
duas freguesias. Por tanto avista de todas
estas rasos supponho que deve passar o pro-
jecto e na segunda discussSo apresentarei urna
emenda (pico torne mais claro ; porque, a-
pis.tr de ter sido en 0 sen autor julgo que est
redigido em tormos pouco claros pouco ex-
plcitos.
I) Sr. Aguiar : a Sr. presidente eu desojo vo-
lar pelo projecto mas por ora as rasos apre-
seuiadas pelo nobre dcputado nao me satislise-
tn o entendo que niosnio a casa nao tem
ainda os dados necessai ios para beni votar a este
respeito por isso vou oUdceer a sna conside-
rar,io un rrquri iinoiito. Repito ado homo
projecto, mas pens que a casa nao ost sulli-
cicnteinente orientada para emiltir mu voto
sobre elle porque o nobre ili-pillado apenas
disse.que a populadlo desse lugares quosequor
erigirem villa i-grande ; mas lora o lugar (la Fa-
zenda-grande asoomuiodidades nceessariaspara
i.llura de municipio? Ter a fronte necessarin, <;
com todasas hahililai cs para bem servir os
enipregos? Isto naoesi anda dilucidado: por con-
seguinte, A .Ex.me dar a perinissode mandar
mesa un roipierimento de adiamento para
traannos deste projecto depois que vierein as
convenientes Inforinacoos do governo da provin-
cia.
ni
atera, cuinprc-nie deuionstral-a...
O Sr. presidente:Eslo em discussao os dous
requoriniontos.
O Sr. Medeiros:C.onjiinetamente com o pro-
jecto.
Sr. presidente Nao (; desconheculo, que o es-
pirito do seculo eniininentenionto ealholieo, e
(piando Naroes, cuja cultura se acha muito su-
perior a nossa, p/ocuro (lilliindir por toda a
DOpuIaco os preceilos luminosos da moral
Evanglica, fasndo valer pela dolara dos eos-
tunics as praticas religiosas, que tanto aperloi-
i-o.-in o eordco do in......ni. nao seremos nos por
eortaj, (|uc' deixaremos d'imiUr tao acertado
proceder. A creaco por tanto de Freguesias,
culos Parochos teumpro exactamente as suas
obTgaieS, ao mesiiio passo, que favorece i
pratica, e admiuistracSo dos Oliicios divinos,
aliinenlando os sentUucntos religiosos, a pura
os costumes, c coopera poderosamente para a
dillusao dos proccitos vangclios pola so-
ciedade.
A Freguesia de Biserros, Senbores, e sobre-
inanoira extensa, tinto (pie ptreorre una linba
de trinta, e tantas leguas, Que resulta d'alii.' ti
Vo mesa e depois de apoiados enlro em
o hispo,"ipte pode responder amanha u discusso os seguintos reqUrlnientos doSr. A-
depols. guiar.
O Si", presidente : Fu cuinprirei o regiment, | = Requeir que se pe9.n0 ao governo da pro*
que diz: (piando houverein dous reipierinien-, vineia iiifortnaros corea do projecto em (lis-
ios do aiM.iiuentos a assoinbla decidir, qual cussn adiado o inesnio ate que venho as n-
ttve proceder lia volaran. j foriuaroos. Aguiar.
O Sr. Rege, Hunos : Pela ordnu, julgo que se Koqiteii o.que fiqnoadiado oprojectoat t\\\<-
podem approvar ambos os ropierinienlos apoi- o ciigcnhciio aprsente o mappa lopngraphico
udiisj un nao excluc o (lutro ; por conseguinte da provincia, c o enoai regado da cstalistica o re
propon ha \ Exc. a votaran, como julgar conve-
niente eos Senbores diputados votar;in co-
mo entenderem.
tlSr.MJ'iirntranli:Reclamo que se entenda,
sultado do seu trabalbo. Jos Pedro,
0 Sr. Iliibtllii: as Sr. presidente eu me op-
ponio aos requerimentos do adiamento do
nobres deputados, Sr. Jos Pedro, e Sr Aguiar
(pie lica jirejudicado o i-equeriineuto do Si. Josi'- O rcqucnuicntn do Sr. Jos Pedro importa o
Podro app'i ovando-seo do Sr. Aguiar. inesmo, que Ulll adiamento indefinido por-
Julga-se a materia sullicientemente discutida, tpieipier que esperemos por esta carta topo-
e postos a votos, sao approvados os requerimen-1 graphica encantada, que tarde, ou nunca
tos (los Senbores Aguiar < Jos Pedro, licando | vira a esta casa: nns teios Rtaqul criado esup-
prejudicado 0 do Sr. .Medeiros. priiuidotcrinos.c nunca aasscinbla se iiiiportou
Seguse a l.' discussao do seguinte projecto. com a carta topographlcaj por isso opponno-ine
Ai 'ligo iiiiii -o. I'ica crola em villa a pnvoarao
do Fazonda-grando da eomarca de Flores com a
donotninaio de villa da Floresta brinando
liarte do novo niunioipio a freguesia de Taeara-
t o rcvngndas todas as leis e disnnsici-s em
eonliaiio. Paro di assembli'a legislativa de Per-
iiainluieo ein 10 de abril de I8-3. Ilernarihi lla-
hello da Silva Pi reir J. A. Suma Itelliao Aruujo
i"("ivira.
OSr. Sabuco : Pedi a palavra para requerer
ao nobre depu'tailo que l'oi nieiubro da coin-
missao f\r ostalisca que apl si ntnil I -lo pin-
ieotouoaiino passado, nos desse al^ mis escla-
reeitnciitos a n spcilu dns motivos que o iidu-
/irrio, assim ionio aos SCU8 conipaiilu n os, a |nr-
iii lll 11 este projecto.
\ i onimiss.io i'tiii-li-sc nas rasoes allegadas no,
an requerimento do Sr. Jos Pedro em qanto
.iodo Sr. \guiai, tambein nao Ihe vejo rasao al-
giiina. E'preciso, que diga, o nobre deputa-
do forte em requerer o adiamento deduantos
ni-ojeelos s<- presentart nesta ssr.z( ::'..'.:..'.;.. ,(Ul-
i-.su: que muito que requclra deste ? Euj
csdari-ci ou ji apresentei alguinas rasoes,
que me parecem pfasiveis para a adppcao do
projecto e se estas rasoes uo conveiieorao ao
nobre dcputado, talvez convencejseni alguus
muros ; fiz ver todos os neonvenientes, e n-
conimodos que sofrem os habitantes d'aquci-
les (bilis lugares o islo, (pie eu disse aqui
exactissimo porque tendo estado all 8 anuos
tenho perfoito coiihecinienio do que lia : es-
sas duas freguesias sao liiuilo longiquas a de
I n iraui j.i teve justicas ordinarias ; a Ici de I4
I


2
de abril concentrando as justicas todas na ca- do-se pelo artigo segundo, eom a emenda
nobre i
muito curial.
beca d.i comarca tirn d'aquellcjulgado os jui-
zcs inuiiii ipaes i de orphaos, juizcs inunci-
pars creados por nina lei, creio que de 1838,
ate Icinbro-mc bem (|ue o bacharel Irruda '
qnc foi juiz alli. Ura at cnto tinlia aquella
povo.irao suficiencia para ter un juiz munici-
pal c de orphaos oque esta assembla reco-
nheeeo agora leudo ereseido populaco ,
Hit!.....ni indo-seas necessidades nao tem siilli-
de orphaos, eonsellio de jurados e urna c-
mara municipal! Por isso eu continuo a
votar routr i amos os r'equei imentos c tenho
j.i dito o que entendo a este respeito.
OSr. Kijuiar: Sr. presidente, o nobrede
putado que me precedi mostrou-sc molesta-
do >inii o meo requerimeuto que somente o
apresentei por julgar assiin <> dever lazer e at
i i-uiu-ine poi terolferecido consideraco
Ja casa alguns adiainentos mas bem v o
nobre deputado que se ha imprudencia da mi-
nha parte por ter apresenta'do esses adlamcn-
i i- a censura cabe tambein esta assembla
por os ter approvado. Mas, Sis., ai nda me-
nos justo v o uobre deputado quando diz que
eu uie opponlio ao projecto, eu nao disseque
rotara contra somente exijo que se pecao ui-
iiiiiu ii ii.s silln- u capacidade do lugar para
ser ii igldo em villa.
O Sr. fabrlh, : l'.si.i na asa un Ir mu o do
jui/. de direito de l.i, elle pode informar.
0 Sr. Aguiar : Estbcm, porque o irmao
de ii'ii nobre deputado o inlbrniou segue-se,que
devenios estar per essas iuformares embora
sejapessoa mui verdadeira? I na informacao
particular pode valer muito, porm nao impe
apessoaque a da a necessidade de a sustentar
crin publico ao contrario porem quando ella
dula olficialmcnte.edebaixoda responsabilida-
ue do empregado publico sedeve supporque ella
ntio foi dictada por afeico, i>u outro qualquer
motivo alhcio do bem publico. Portan lo crea
-> nobre deputa lo fereia esta assembla :
fue apresentando o meu requerimeuto nao
tive em vista (intia cousa uiais troque remover
ipialquer duvida qualquer ineertesa ouem-
'i.ii.i./i. que poss i....., ter na discussao de uma
Ici que que d'alguin inomcnto.
" Sr. Taque : Sr. presidente li i na casa
segundo se disse unta petico dos habitantes
I i IV. guecia de Tacaratii a cerca da materia; ha
tambein urna informacao da cmara: nao sei .
se. estes documentos estn sobre a mesa para
que os possa consultar, e nao estando Vejo-nu
sein esclarecinicnto algum para baziar o meu
voto : nao sei qual seja o uioviinento "commer-
i ial d'esses lugares, os embalaros naturaes,
que por ventura posso haver as communica-
Oes entre elles e a cabeea de comarca < as-
sini au posso dar o meu voto ja em favor do
projecto que se discute. Nao querendo porem
votar contra elle smente, por nao me adiar
si inte nlrmado votarei pelo adiamanto do
eputado (i Sr. Aguiar que me parece
NflO posso porin votar pelo nu-
tro requerhnento por isso que elle importa mu
adiamento Indefinido,
O Sr. Floripet: Sr. presidente eu me incli-
no a votar por qualquer projecto que trate de
divisao de terrenos, divisan que traga utilida-
i isto que traga aproxiinaco das pessoas
d esses termos aos lugares, aonde existo os soc-
oros quer cviz quer espirituaes porque
uesla parte eu sigo a opiniao do Sr. Silvestre
l inlieiio que diz que bom seria que todos os
'inl.ios t-ecebessem justica aporta de suas ca-
31- ese sto i- verdade a respeito dos soccorros
vi\ i/. inais deve ser a respeito dos espirituaes;
ni i- nao obstante sto eu me vejo embarazado
para dar o meu voto nesl i questo. \ primeir.i
dilliculdade que se me antollia nao haver
na cas i una carta topograpbica d'oude se possa
veos lmites d'esses lugares. Vejo mesino, que
us nobres di putados que apresen tao taes pro-
jectos, nao podeiu por si oAcrecer garantas
a respeito dos limites (pie indico para estas de-
visoes porque este respeito estilo elles to a-
dianlados, coinoeu. Oquesabcra jior iii-
formardes. Asegunda dunculdade. que vejo
tambein, e que ses negocios de divisdcs de
freguesias tendem a comproinetter nteresses de
terceiro e umitas vezes vo golpear mortal-
mente nteresses adoloridos Sr presidente
aepois (Ustas diias d'illiculdades eu assentoj
que a casa (leve obrar multo pausadamente,
nao sedeixando levar sopor esse desejo de
querer favorecer estas divises porque me-
Ihor nao crear nada do que crear cousas .
que nao se posso conservar ou que se des-
iruao; por essa rasSo eu me inclino i votar pelo
adiamento, oU'erecldo pelo nobre deputado o
Sr. Aguiar ; elle prinieiranicnte teinem vistas
obter informaces do reverendo ordinario.
I) Sr: fautor : .Nao. nao.
O Sr. Floripet: O objecto exige informaces
do ordinario e eu julgo o adiamento nao so
objecto de melindre mas at essi ncial, Na m-
nlia c pinino 0 reverendo ordinario i quem devia
tomar a iniciativa em negocios dcsta natu-
les.l.
OSr. presidente: \ discussao deve versar
sobre o adiamento.
O Sr: thripr*-.l.' disso mesmo que trato;
cstou dizeudo queme inclino a votar .semine
por adiainentos a respeito d'cstos questdes de
divisdes de termos, que u'estcs casos preci-
so ouvir-se o ordinario__
fin Sr. Bepulado:Veja, que nao se trata da
cii.ii ao de nova freguezia, c sim de urna villa.
O Sr. Floripet: bntao preciso ouvir-se ou-
tra pessoa habilitada para nos dar, nforma-
i oes, mi as autlioridades locaes, ou o presiden-
te da provincia por intermedio dessas autliori-
dades para obter iul'oiiuaroes, e transmttil-as
a assembla. Creio, une as pessoas assigna-
).< i.esi. .i. .;::;, nao leni i ni visi is a|,adri-
ubar intercssci particular! mas sim advo-
um a causa de todas as pVssoas que residem
nesse municipio. Portanlo, Sr. presidente,
voto pelo adiamento em qui stiio.
lulga-se a materia siifltcieiitemente discuti-
da posto a votos foi approvado o requeri-
inentd de adiamento do Sur. Vguhu i regei-
o do sin lose i', rl
Contina a segu -un is
substitutiva do sur. Nabueo adiada da sessao de
liontem.
( \ ide n Diario de 7 )
DSnr. Alcanforado : declara votar contra o
artigo, porque entende, que est prejudicado
por ter cabido o priineiro di/, que se se trata
do barro (pie tirado para utilidade pblica a
providencia a este respeito ja est dada na le de
.'15 mas que se se tratado barro tirado por par-
ticulares nao ve necessidade alCUUia da cma-
ra previamente marear os
lamento de barro er qiu
barro as tenas do patrimonio da cmara sein
se entender coni a mesilla cmara, assm nao
v que d'este artigo resulte utilidade alguina e
at nota nina incoherencia as ideias do nobre
deputado o sur. Nabueo, entre o sen artigo subs-
titutivo e a sua argumeiitaco producida mi-
teiu porque esta medida diz somente respeito
ao patrimonio da cmara e leudo o nobre de
putado o snr. TVabUOO sustentado, que o patri-
monio da cmara est sujeito as mesinas regias
do patrimonio dos particulares, pelo seu arti-
go substitutivo eslabelece un direito cria
tima postura, que diz respeito ao patrimonio
da cuuara.
O Snr. Xahuro : levantarse principalmen-
te para cmbale! a ideia aventada pido nobre
deputado, que o preceden a respeito da inco-
herencia que notou no seu procedimento e
diz que se quizesse retribuir pela mesma tnauei-
i.i poderla mostrar que incoherencia havia na
opiniao do nobre deputado quem responde ;
porque, leudo sustentado que o liui do artigo
priineiro das posturas era utilidade pblica ,
boje que o orador quer garantir sto por ineio
do seu artigo substitutivo nega-lhe o seu
apoio.
Observa, que se esta postura se referir a uti-
lidade pblica entao tanto prejuizo havia cora
asescava es nos terrenos da cmara como no
dos particulares, e que o seu artigo substituti-
vo conten una medida extensiva a todos os
terrenos : por consegrante entende que longc
de ser eontraditorio foi coherente eom os prin-
cipios que sustentou na casa. Nota- inais que
aqu nao se trata da desapropracao, e sim de
se saber se estas escavaees sao perniciosas a
s.u'ide pblica : fltlga que nao pode entrar ein
llovida que sejo perniciosas c cnto nao
se pode negar o direito que tem a cmara de le-
gislar sobre ludo que convena utilidade pbli-
ca. Contina a insistir em que longc de lia-
ver incoherencia da sua parte ha toda coheren-
cia apresentando o artigo substitutivo que
tem de rcalisar os principios que ontem e-
niitiio. Por ultimo declara que O que n.io
quera era que a cmara tivesse inais direitos do
que qualquer cidado; entenda que a pena do
d iiniiu era bastante para O caso do artigo pri-
ineiro, mas que quando se trata de sade p-
blica, entao julga preciso attender tanto s es-
cavaees feitas ein Ierras dos particulares co-
mo da cmara.
OSr. Alcanforado: Persiste aluda na sua
argumento o respondendo ao que disse o sr.
Nabueo.
OSr: Taques: Sr. Presidente, eu nao posto
enxergar o artigo substitutivo, senao como
Uin substituto do arl. 1." honteiii rejeitado por
esta casa ; n'este artigo substitutivo se dis-
poem o seguinte (l); portante creio, que nao
faz inais do que consagrar a doutrina do artigo
I. j rejeitada, amplia esta doutrina aos terre-
nos, que nao sao do patrimonio da cmara.
<> Sr. Nabueo: E' sto o que eu quero.
O Sr. Taques: Entao me parece, que o arti-
go uo devia .ser apresentado nesta discussao
por entender, que contra o regiment.
Mas, Sr. Presidente, coin quanto nao seja este
procedimento do nobre deputado mais do
que o reconheclmento dos principios, que
hontem foro aqu produzidos em favor do ar-
tigo 1.", eont tudo nao posso dar-lbe o meu vo-
to, nao so porque j foro combatidos os argu-
mentos apresentados em seu apoio jielo nobre
deputado O sr. 1." secretario, como tambein
porque entendo, que anti-consttucional, Nao
podem ser attendidas as ratdcs, que o nobre de-
putado aprsenla em favor de terrenos, (pie
estn distantes da villa, porque para seren va-
liosas, (leve-se examinar se assembla pode
estabelecer a dcsapropriayao. Ora. nao so a
constituio do estado, como tambein o acto
adilieional nao perinitem a dcsapropriaco,
si n.ni por utilidade nacional provincial e
municipal; mas nao por utilidade particular.
Portanteidigo, que leudo sido rejeitado o I."
tenda en, que era huma desapropracao, mas
o artigo nao diz isto diz que os Iparticula-
ros su podem tirar barro ein tal, ou tal circun-
ferencia. Vot pois contra a emenda do nobre
deputado. que revive o que foi rejeitado.
O Sr. Francisco Joo : Sr. presidente, o mo-
tivo poique cu mande! a minha emenda auditi-
va, foi por querer salvar os inconvenientes que
rcsultavo do artigo substitutivo que se acha-
ra em discussao. Pela redad,o do artigo subs-
titutivo se conceda cmara mu direito que
ligares para esse ti- nao podia de maneira alguina ser dado por esta
i' ninguein ir tirar assembla e nao fui eu o priineiro que avente!
esta ideia (lava o direito ella marcar o lugar
d'oude se podia tirar barro, atacando d'esta ma-
neira o direito de propredade de cada un sem
le adiar estabelccda andcninisaco quede
necessidade devia ser marcada : ora este ponto
nao foi combatido pelo nobre deputado por-
que principioii apenas por suppr incoherencia
de ordem, mostrando que a uiiiiha emenda uo
poda ser proposta votaco por V. Exc. O re-
giment prohibe que o mesmo artigo rejeitado
pela assembla possa ser instaurado na mesma
discussao: mas nao prohibe queciuoiitroartigo,
seja modificada a ideia, ou para inais,ou para ine-
uos:eu eslava pola no nieudireito, piando o Ac-
rec a emenda, alin de mostrar, pie a minha
emenda ('objecto, que est dentro da ordem ,
pareee-inc ter tambem demonstrado a sua utili-
dade, porque sein ella vamos conceder cmara
um direito perigOSO, porque, srs., como posso
comprehender que a cantara pido direito largo e
indefinido, que Hieda o artigo possa mandar em
qualquer terreno nertencente particulares, a-
brir barreirosPE' este o motivo porque approva-
do o artigo, em pie reconheroutilidade, pela salu-
bridade publica pondo a cmara coin o direito
de multar salvo ao mesmo lempo o direito de
propredade de cada uin dos particulares.
O Sr. Tttques;Pouco tenho a dizer, pois j fui
prevlnldo pelo nobre deputado mostrando que
a emenda nao era seno o contraro do iiie
foi approwdo. Vejo porem eom latisfaco ,
que quasi iodos os membros dcsta casa se
eoiifornio coin o artigo 1." pie foi rejeitado,
i por isso tenho esperama de que elle anda se-
ja instaurado em outra dieusso.
Respondendo ao nosso deputado que me con-
li,iriou, lirei, que nao podem prevalecer as
risiics de salubridide publica em favor de sen
ma-se desde as pal.ivras por mando at
O Sr.Nabueo:Sr. presidente cu me oppo-
i,I,o a ultima parle d'esta postura, quando
diz aleni de ser a obra demolida a sua cus,,
por mando do fiscal, piando estiver fura do
jilano Entendo que nao compete ao fiscal
mandar deinolir obra alguma, inister que
baja mando dbjuiz, e prncesso previo.
OSr. 1."Secretario: A coimnsso suprime
esta parte.
OSr. Nabueo: Nao pense, que houvesse
emenda de supressao esUis palavras; masco
nio h.i, voto pH- ella.
OSr. Alcanforado: Yon mandar nina emen-
da a mesa, para que em lugar das palavras
por mando do fiscal se diga por mando da
mesma cmara o fiscal nao quem manda
alinhar, isto inexacto, quem manda, a ca-
o fiscal executor das ordena da cama-
ii ligo,nao podia nesta discussao ser admitilo
artigo substitutivo do nobre deputado: entendo
que a assembla (leve llenar inicuamente aos
particulares o convcncioiiarcn sobre esse lra-
nienlo de barro nao preciso para isso nina au-
toi isai ao particular dcsta assembla.
K' apoiada c entra em discussao conjiincta-
niciUc eom os ait gos a seguinte emenda do Sr.
Francisco Joo ao artigo substitutivo. :Depois
das palavras mais conveniente -;dga-sed'en-
tre os terrenos do seu patrimonio- o mais como
no artigo.
) .Sr. Rabuco:Parece-me, Sr. presidente,
que \ .Ex, nao podia prupr u,qioiameutoda as-
semblca a emenda que acaba de ser apoiada,
porque ella importa revlver o que ontem foi
rejeitado. Araso pela qual a assembla rejei-
tou ontem o artigo l. foi por ser particular
ao patrimonio da cmara, enoje o nobre depu-
tado eom a sua emenda revive a mesma ideia.
la o nobre deputado que me preceden reconhe-
cii) que mis divergamos apenas na rcdac;:lo
do artigo, que no mais -stavainos concordes.
irtgo substitutivo, tanto como a respeito do 1.
litigo: parece-me, que ontem argiinientavamos
bem, quando facamos valer essas razOesa res-
peito dos terrenos da villa, e nao eom anipli-
tude para todos os terrenos longc da villa.
lolga-se a materia sullieenteinente disenti-
da, e posto a votos regeitado o artigo substi-
tutivo, fu-ando prcjidieada a emenda, e tam-
bem regei tado o artigo das posturas.
Entra em discussao o seguinte:
Art3.Ninguein peder fater nesta villa tan-
ques pocos cacimbas ou nutras piacsquer
escavac"ies, sol) pena de pagarem os contra-
ventores, pela prime!ra vez trlnta mil res, e
o duplo na reincidencia, c serio igualmente
obligados a repararein o daino na k'irina do
artigo I. Exceptua-se porm a factura de ca-
cimbas, que forem nos terrenos dos proprios
ou aforados a esta cmara dentro dos quintaes
dos edificios.
OSr. Floripet: sJulga que tendo eahido o
l., e 2." artigo das posturas, o niesino nao
deve acontecer ao 3., que nao tem os inco-
venicntes impugnados nos debates dos outros ;
observa que se nao passar este artigo ou outro
equivalente, tica nao s a cmara prejudicada
inteiramente no seu patrimonio, como tambem
a saiufe publica.
.Nota que ueste artigo nao se l cmara a
faeuldade dse ingerir na propredade particu-
lar, e somente probibe-se a damnificarlo de
scopatrimoniocattende-se saude publica;
por isso persuade-se de que o artigo deve ser
adoptado.
Yo a meza, e depois de apoiadas entran em
discussao as seguintes emendas :
Emenda aditiva ao artigo3. depois da pa-
lavra terreno dlga-se de propredade
particular o mais como no artigo-
Francisco Joan.
Supprimo-sc as palavras esta cmara.
Taques
Igualmente val a meza o seguinte requeri-
meuto do Sr, Ciuiniarcs, e depois le apoado
entra em discussao ;
Requeiro que as posturas em discussao vo
novamente commissao respectiva para proce-
tendo em vista as 1." que se
li.l;_______i *
der a novo exaim
acho tambem em2.a discussao.
O Sr. (iuimaraes -Si. presidente, eu tenho
observado que os artigos das Posturas em dis-
cussao, tem sido envolvidos em questdes, que
fazcm reconhecer algum importancia no obje-
cto, entretanto os artigos que tem sidojasb-
incttidos a discussao tem tido m soite, e eu
temo pie v aeontecendo o nicsuio aos outros,
como dles na verdade, pela maneira porque
esto concebidos, ollreeein alguna enibarai;os
para a votaco, propuz, que este projecto,' e
inundas vo novamente a coniniisso para que
ella examinando tudo aprsente algum trabalho,
afimrde pie a assembla possa dar o seo voto.
Julgo o objecto d'estas Posturas de umita ne-
cessidade.
Julga-se a materia siiAnicntenicnte discuti-
da, c posto a votos approva-se o requciimento,
licando prejiidicadas as emendas.
Entrao em 3." discussao as emendas offereci-
las em 2." discussao s posturas da cmara do
Limoeiio.
O Sr. liaimariiet: fpela ordem) meu retiue-
l.u desde ontem assegurci a cmara, e torno a I riniento tambem eomprehende estas posturas.
assegurar, que se a disposico do artigo l.s-l O Sr. Presidente: (depois de ler o requerimeuto)
mente tivesse em vista a utilidade publica, eu j Esto compix hendidas, vo tambem conunis-
votaria or elle, mns nue ...*;.-...
sao.
Segue-se a segunda discussao das posturas da
cmara municipal da foa-vista, e emendas 4a
commissao.
Art. 1 Nenhuma pessoa poder levantar casa
nesta villa fora do plano delta, devendo reque-
rer ao fiscal da cmara para mandar aliunar;
elles tirem barro de tal, ou tal lugar? quem o coutiario obrar pagar seismUreisde
Isto i nina idea nioito difieren te. Se por ven- multa, aleui de ser a obra demolida a sua custa
tur.i .i disiosii ao dOTH figofosse que a cmara por mando do uSOal (piando estiver fora do pa-
municipal era obrigada a dai barro aos par- no.
. ,1. v .o: l'Milui'IC 1
cido le modo que nao so fosse prohibido tirar!
barro dos terrenos da cmara, como dos par-
ticulares. Du porin O nobre deputado que I
isto importa a dcsapropriaco por utilidadi
privada; por ventura o artigo tem em vista
prover aos particulares de barro, OU preve-
iii que
ndiUdonaei da cmara doLiiuoeiro, comecas-j ticulrea quojido tiles prccisascia, entao ea-j Emendada commissao-- No art, 1. supri-
ma ra,
ra,
o apoiadas, e entrao em discussao as se-
guintes emendas. Em lugar das palavras
ao fiscal da cmara diga-se cmara.
Alcanforado.
Depois da palavra plano diga-se ap-
provado pela cmara. Aguiar.
Sem debate julga-sc a materia sulliciente-
niente discutida, e posto a votos approva-se o
artigo coin a emendaba commissao, c a do Sr.
Alcanforado, sendo approvada a do Sr. Aguiar
somente at a palavra approvado
Entra ein discussao o seguinte.
Art. 2. Os proprictarios das casas dcsta villa
sao obligados no principio de cada inez mandar
alimpar cinco bracas craveiras na frente de suas
casas sob pena de mil res de multa pela pri-
ineira vez, c as reincidencias o duplo.
O Sur. Alcanforado : Tendo de apreseutar ti-
ma emenda est artigo segundo porque me
parece que a obrigaro que elle impe deve
correr, nao s aos proprictarios das casas ,
como tambein aos iuquilinos, porque pode mes-
mo acontecer que'os proprictarios iiiorcm dis-
tante das villas e Ibes seja dillicultoso mandar
lser essa despeza,
E'apoiada, eentra em discussao conjunta-
mente coin o artigo a seguinte emenda do sr.
Vlcanforadu accrescente-se depois de pro-
prietario ou inquilillOS
O Sr. Taques : Sr. presidente a emenda ac-
ia eseenta depois da palavraproprictarios
a palavra ou nquilinos, mas convm definir
tambem quem deve pagar a multa o proprie-
tario ou o iuquilino: parece pie a emenda nao
est clara a este r-speito.
OSr. Alcanforado : A emenda diz flij. E'
evidente que devem ser condeinuados os con-
traventores, ou o proprletarlo, quando inorar
na casa ou o inquuino. Creio que nao pode
morar em una casa o proprietario e o Inqui-
lino ao mesmo lempo ; portanto o que morar na
casa que obrigado a -ssa limpeza, e uao la-
zendo-a estsugeito multa.
\ ai a mesa e depois de apoiada entra em dis-
cussao a seguinte emenda do Sr. Taquea.
A' palavra proprictarios substitua-se-
os iuquilinos e nao havendo, os proprictarios.-
Julga-se a materia discutida, e posto avotos
approvado o artigo coma emenda do Sr. Al-
canforado, sendo rejeitada a do Sr. Taques.
Entra em discussao o seguinte.
Art. 3. Igualmente sao obligados do priineiro
de jullio tbc o ultimo de cada auno a caiarem as
frentes de suas casas ; aos infractores multa de
seis mil reis, e o duplo as reincidencias.
Val a mesa c depois de apoiada entra em
discussao a seguinte emenda do Sr. Francisco
loaosuppi ima-sc o arl. 3.*
O Sr. Francisca Joan:--I.einbrei-nie oilerecer
tuna emenda supprcssiva ao art. 3.", porque
me parece um lu.xo demasiado isto que quer
a cmara, e mesmo creio que por esses lugares
nao so ser muito dispendioso, como limitas
vezes nao llavera cal para se caiarem as casas de
ti em G meses.
He apoiada, c entra igualmente em discussao
a seguinte emenda do Sr. Taques.
Depois da palavracaiaremaditte-seou
pintaren! eom qualqer materia:
O Sr. Taques:Lom a observacao do nobre
di pui.nlo que ser dillicil haver cal bastante
para se caiarem as ensfi? de que tracta apcst::rar
inaiidei a emenda, que acaba de ser apoiada,
recordando-me que ser fcil encontrar ii\ ses
lugares tabatinga, ou outra materia que nao
declarel para que houvesse toda [iberdade na
na escolha da materia, que Supprisse a falta
de cal.
O Sr. Floripes: Parece-me de umita neces-
sidade o artigo da postura, nao redigido como
esta mas cora outra redaeco. Convcni que
as villas, ao menos as frentes das casas sejo
caiadas, isto aformozcia muito, e nesses luga-
res ha inais, ou menos cal; quizera porem pie
liasse a obrigacao de seren as casas caiadas
logo nue fossein feitas. Nao puro a liberdade
que d o N. 1). de se poder pintar as frentes
das casas da cor que se quizer para evitar que
a \ illa possa litar como una bandeira de di-
versas cores, pois que lilis piutarao coin pos
de rpalo, outros eom vermelho, etc.
Julga-sc a materia discutida, e posta a votos,
approva-se a emenda supprcssiva.
Entra em discussao o seguinte
Art. 4. As estradas reaes do municipio sero
bertas pelos propietarios das tenas dentro de
seos limites todos os anuos the o mes dejulho
inclusive, os infractores pagaro doze mil reis
de multa pcl priincira vez, as reincidencias o
dujilo.
E'apoiada e sein debate approvada a se
guinte emenda do Sr. Aguiar. suppriiua-se o
artigo i. =
Scgiic-.sea discussao do seguinte :
Art. 5. Nenhuma pessoa poder atravessar
gneros de priincira necessidade, que viesen!
vender-se nesta villa sob pena de pagar aatra-
vessador vinte mil reis de multa e soflTrer oito
lias de priso, eas reincidencias o duplo.
Emenda da commissao.
-No art. :>." mull -se a pena em ,".v i l.'illll
mil reis; cuas reincidencias o dobro
Val a meza, escodo apoiada tambem ap-
provad i sem debate u seguinte emenda do Sr,
Josc Pedio.


I
.-Supprinta-seoart. 5. EXPEDIENTE.
Srgue-se a disciisso do seguinte: L-seum. ofcio do secretario da provincia,
Ari. <>. He igualmente prohibido comprar enviando de ordein do Exm. Sr. presidente, os
por atacado os mesmos gneros sem que tenliao processos da commissao, que pela cmara la ci-
rtado expostos venda nos lugares do costu dado de Goianoa foi encarregada de subjninis-
i.i. (-tu quanto n;lo liouver mercado publico! traf-Ihe os precisos esclarccimontos, aflu de
vintc quatro horas: os contraventores pagarao que podesse ella habiUtar-se (lar ao mesmo
seis mil teis de multa, eserio constraugidos Exm. Sr. asinformaedes, quese le havia exi-
irender ao publico os {inicios comprados pelo gido a ecrca da povoacao de Pedras-de-fgo, o
proco da compra. da fregucsia da Taquara: commissao de esta-
F.incitda da coniiiiissno.
Suprima-so oart. s
Approva-se ein debate a
jnissao.
Entra cin discussao oseguinte :
Arl. ". Toda pessoa, (|iic malar gados nesla
villa para vender ao publico o lar no maladou-
ro da mesma afin de serroubar as bataneas
da cmara pa o calculo dos lucilos e fiscali-
zaran ila salubi idade da carne ; os contravento-
res pagarao tic/, mil reis, e as reincidencias o
duplo, e oito (lias de prisao.
Emenda da cominisso.
So arl. 7 supprinia-sc os oito dias de prisao.
Seni debate a|iprova-sc o arl. sendo rcgeila-
da a (Hienda
F.iitro eni discussao e sem debate sao appro-
vados o seguinles :
Arl. 8. Feito 0 calculo dos dircitos poder o
dono da re mora ir vender a carne em sita ca-
sa, on era outro qualquer lugar coui tanto po-
reni. que seja publico, para liscalizarao dos pe-
so-., e asseio da venda, quem o contrario fizer
pagar seis mil reis, as reincidencias o duplo.
Art. 9. Todas as pessoas (leste municipio que
compro, ou vciulcm gneros de pesos, c me-
didas sao obligados a aferir os seus pesos e
medidas pelo padro da cmara todos os anuos
t o liin de marco pagando por cada al'erirao
dentro da villa oitenla reis, c por fura cent reis,
e a cotejar t o fin de dezembro pagando por
cada cotejaineuto qtiarcnta reis dentro da villa,
e M'ssenta- reis lora, sob pena de quatro mil
reis de multa a qiicni nao as quizer allerir, c
cotejar, as reincidencias o duplo.
Segue-se a discussao do seguinte :
Art. 10. Todas as pessoas que conipraroin,
ou vendereni por pesos, ou medidas, que nao
estfjao all'cridas pelo pad'ao da cantara paga-
rao a multa de dez mil, por cada peso, ou me-
dida naoalleridos, alciu de Ihc seren tomados
por perdidos.
Art. substitutivo da coininissao.
Todas as pessoas, que compraren, ouvende-
iciti por pesos falsificados, serio multadas em
.')/ a 2O'0 mil reis, e soUicrao ) a 15das die
prisao.
Sao apoiadas as seguintcs emendas.
As palavras aeridos pelo padrfio da
cmara acresccntc-se ou falsificados.
Taques.
Sobemcnda dacoinuiissao.
Em vez de quinte dias diga-se oito.
Nabuco.
Julga-se a materia discutida, e posto a vo-
tos approva-se o artigo coni a emenda da com-
missao, c as do Sis. Sabuco c. Taques
E a final fol adoptado o profeca assiiu emen-
dado para passai 3.J discussao.
Entra em segunda discussao as seguintcs pos-
turas da cmara municipal da villa c comarca
do zVonio.
Art. 1. Todas as lejas', botequins, tabernas,
boticas, e acougues, 0U qualquer casa de ne-
gocio que vender ao povo quer seja nesla
villa, ou povoaces, dever obter licenca
desta cmara anniial, pagando mil reis cada
una : pena de 1/000 reis.
Bmeuda da commissao.
0 artigo prinieiro suppriina-se.
\ ai meza c apoiada, e entra em discussao
conjunctanientc coni a mais materia a seguinte
emenda do Sr Aguiar.
Suprinia-se a palavra annual.
Os Sis. Ayuiar e Mulniro : fazein mui bre-
ves obscrvacOcsa respeito d'estc artigo.
O Sr. Jos Pedro. -- En opponho-tne a esta
imposicao. A industria j se acba to sobear-
regada de lanos, c lao vallados imposto*, que
nao possivel intpol-a inais, por pequeo que
seja o imposto, que se llieipicira laucar. O
imposto de que lilla este arligo na verdade
milito diminuto, mas se alleiiderinos. ni1 ns
capitaes, que jazeni os fundos desse coiaraercio
sobre (pie se quer impor sao limito pequeos,
o que eonsequencia do pouco cousumiuo dcs-
ses lugares, veremos (pie una pequena impo-
sicao equivale a una considcravcl, pois qual-
quer disfalque que sofl'rao essescapitaes desa-
lentar 0 ciiiprebendedor. Tal vez se me diga,
que por unta s vez, como quer o autor da e-
inenda nao baver repugnancia ein pagar
ssa imposicao; ueste caso direi, que se o lini
do nobre deputado cstabelcccr renda para a
cmara, esta renda ser lao diminuta que nao
valora a pena conserval-a. De mais nao lia
quem ignore, (pie militas vezes para pagar-se
iicsses lugares un inqiosto, ainda havendo es-
forcos da parte do contribuate, pecfzo ven-
ccr-se grandes dimculddes, e que o processo
para obter una liccnca da amara un inipe-
cilbo, que desacorocoa a quein della necessita.
Deixemos a mais ampia iibcrdadc a essas po-
ubstaculos, que j,i pesSo sobre ellas, tenlia-
inos em toda consi(lera9To o dcsaprccianicnto
do papel lliocda, a diliculdade de Hocos, c o
dispendioso, e ditlic I transpone da capital
para o interior, que farcinos grande beneficio
ao couunercio desses lugares: voto portante
contra o artigo, < a emenda.
Dada a hora ficou a discussao adiada. O Sr.
presidente leo para ordem do dia, segunda
discussao do projecto n. 10 de 18-13 printeira do
projecto n. 25 de 18-12. Segunda do projecto n.
.'{,1,. o 'i..,-,.,.:.:, de projeto ::. 2 de 1811,
pareceres de commisse* e pareceres adiados ,
e continuai, o da de boje e levanten sesso,
SESSO EM 7 UE MAItgO.
Presidencia db Sr. Laeerda.
\< II horas do diafeita a chamada acharad-sc
presentes -i.'iSrs. denotados, faltando com causa
participada os Srs. Lobo Jnior, e Manoel loa-
quim; e sem ella os Srs. Pedro Cavalcanti, e Lo-
pes (lama. Declaruii-se aberta asesso' foi lida
e approvada a aeta da antecedente.
Iisliea.
Do mesmo, enviando una reprsenla'o aos
com- habitantes do Rio da Lago, Pereiras, Extrema
para baixo, Riachodo-pao-do-fm, Macaco, e
Serra-da-carapiiea, coi que pedem, que sejlo
aquellas povoagoee desmembradas do districto
das \ aras; e a ereacao de mu novo districto com
denominacao de districto do-Falcao bem
assiiu as inloruiaces, que a cerca desta prclen-
yo dera ;i cmara municipal de Flotes, e o
respectivo delegado: mesma commissao.
Do mesmo, remettendo os officios dos jui/cs
inuniclpaes supplejitea dos termos de Caran-
liuns e Cimbres, pie versao sobre uinaquestffo
de limites, dos referidos termos, suscitada pelo
segundo dos mencionados supplentes; e bem
assim a copia da decisao do Exm. Sr. presidente
da provincia: referidacominissSo.
Do mesmo. enviando as copias da portara,
que redusio quatro companhlas ocrpo le p>-
lieia. e di oi-ganisaco do iiiesino corpo, feita em
eonsequencia d'essa reduefao: eommissSo de
forca policial.
I ni oflieioda cmara municipal da eidade do
Iteeife, enviando una proposta de posturas: ;i
commissao de negocios das cmaras.
lu requerimento de Manoel Luiz da Veiga,
dizendo,que tendo fclto penhora nos rendimen-
los das bataneas de pesar assucar nos trapiches
do Recite em 18IV.I. por execucao de sentenca
obtida no supremo tribunal de justica ein 18.10
contra a cmara municipal de Olinda, como
consta dos documentos, que aprsenla, BUCCedco
que a lei provincial n. 90 titulo '.'. artigo 38),
e titulo 3. abolisse os ditos rend raen tos; poris-
SO pede o siipplicante, que a asseiubb'a Ihe con-
signe para sen pagamento na dispesa provincial
nina terca parte da quantia, que n dita cmara
Ihe devedra at ser ex ti neta a divida: com-
iiiisso de justica civil e criminal.
lie lidoe approvado o parecer da commissao
de constituico c poderes a cerca do diploma do
Sr. deputado elelto reverendo Francisco Ferrei-
ra Rarreto. Estando este Sr. na ante-sala, o Sr.
presidente noineou para o Introdusirem na sala
osSrs. Peixoto de Arito, e Francisco Joo, os quaes
cuiiipriro com o que Ibes foi encarregado; co
ditoSr. deputado prestou jiiramenlo e tomn
assento.
(Contina.)
C0WMERCI0.
AI Tandera.
Henil i meiiio do dia 7.............(i:8r/712
Deicarreg&o l>je 8.
Barca Espirito Santo-- diversos gneros,
barca Aliina Clara diversos gneros.
Brigue -Cicely ferro.
Ho vi me ilo do Por lo
Navio entrado no din <.
Liverpool ; '28 dias, barca inglesa .bine de 212
toneladas, capitn Woldcl, equipagein 17 ,
carga lastro.
Navios sahidos no mismo dia.
Cear ; biate brasileiro S. Jos l'lor-do-mar, ca-
pitao Jernimo Moreira, carga varios gneros.
Trieste; brigue austraco taz, capitn D. liar-
borovicli carga assucar.
Naeio entrado no dia 7.
Acaraci'i ; 20 dias ; brigiie-cscuna brasileiro A-
guia de lit 1^- toneladas ; capitao Antonio
Goncalves dos Santos ; equipagein 11: carga
sola.
fl/aviot sahidos 10 mesmo dia.
l'biladlpbia ; barca americana Globe; capitao
.\. Exing ; carga assucar.
Angola; brigue brasileiro Albanoz capitao
Antonio Francisco Costares ; carga agurden-
te e outros gneros do paiz.
a comparecerem n'csta secretatia comas suas
propostas com Wl,\ a breviilade.
Secretaria ila inspocc do arsenal de mari-
nh'i de Pernamltuco em A lexa ii dre Rodrig u es Aot .1 njos,
Secretario.
O arsenal de marinha contraa a compra
de '2 mil alqucires deca, de Itamarac, 100 ini-
liciros de fijlos de alvenaria grossa >S() os-
teios de "20 palmos de comprido e 7 pollaga-
das de grosso, 50 linhas do 20 28 palmos de
rniiiprimeiito, e palmo e ineio de grosso, e 100
la boas de costado de amarello dequalidade infe-
rior O lllui.sr.inspector do mesmo arsenal con-
vida portento as pessoas < quem venda d esses
objeclos(da melhor qualidade) possaconvir.quo
queirao comparecer com as suas propostas, com
a possivel brevidade nesla secretaria a lim de
se proceder o contrato com quem por menos
vendel-os.
Secretaria da inspecc3o do arsenal de mari-
nha de Pernamhuco t.'da marco de 18'li--
siltxandre Rodrigues dos s/njos,
Secretario.
* viso- martimos.
Para o \e.traen segu vi tgeill COlll a maior
brevidade possivel o patacho hiHulacio recebe
carga c passageiros; dirijao-se ao escritorio de
Manoel Goncalvcs da Silva na ra da Cadeia ,
ou ao capitao a bordo do mesma defronte
do Trapive-novo.
a No dia 18 do corren te sai impreterivehnen-
te para o Porto a bina Bella-Pcrnambucdna os
senbores. que nella earregao, queirao mandar
OS eonlieeiiueulos para ciiui lus;:o do inaiiil'cslo
na ra do Vigario n. 19: a mesma bina ainda
piule reeeber colisa de 200 barricas, e alglIUS
passageiros, para o que lera grandes e exeelen-
les eommodos.
\ linea portllgUOZa Espirito Santo, segu
i un milita brevidade para a eidade do Porto, por
j ter parle do seucarregameuto prompto;qiiem
pretender carregar oii ir dr passagein paran
que lem nillilos e asseiados eommodos, lleve cu-
tender-se com Francisco Uves da Cuuha.ua ra
estreita do Rozarlo n. 13 oucom o capitao Ro-
drigo Joaquim Crrela, na pr.n a do Coninierclo.
fljces.
O corretor Oliveira lar lei lao de grande
soriimento defazendas,inclusive alguinascaixas
de chapeos linos de castor as quacs serao ven-
didas sem limites : boje, S do correte, s I" lio-
ras da manha, no 1." andar da sua asa.
Edilal.
Jurme Gerardo Mara l.umaek de Millo, eserivo
d'alfandeqa, servindo de inspector porS. M.
I. ijne Dos quarde ele.
Faz saber que no dia 12 do cor rente se lia de
arrematar ein hasta publica porta d'alfkndega
ao meio dia 5 cbicotinlios. e A bcngallas no
valor di>(^400 rs., apprehendidos sem despacho
pido guarda Antonio Jorquim Fernandcs de A-
zevedo c 104 botijas coiii gt'Hebra no valor de
2.y000 rs. pelo guarda Malinas Manoel de Jess,
sendo a arreinataco livre de dircitos aos ar-
rematantes. Allandega 7 de marco de 1814.
Jacome Gerardo Minia Lumack de Mello.
Declaraces.
.= D'ordem do illuslrissimo snr. inspecto
do arsenal de marinha se faz pblico,que se con-
tratara a comprados seguintes objectos da me-
lhor nnIWHe !?chama de 36 palmos de
comprimento 12dilos de 30 ditos 13 ditos
de 20 ditos, HOcaibros de 30 ditos, 40 du-
zias de ripas, 4 duzias e meia de tabeas de lou-
ro refugado 3000 lllias 25 pregos de 6
7 polegadas de comprido 300 pregos cai-
braes 800 ditos de dito pequeos e 4000
ditos ripaes.
As pessoas que quizerem vender esses ob-
jectos o covidadas pelo illin. sur. inspector
Avisos diversos.
LOTERA DO GA-
DELUPE.
wy A' vista do inconveni-
ente occorrido noandamento
das rodas d'esta lotera, S.
Fx. o Snr. presidente da pro-
vincia approvou o dia 3.a (ei-
r 12 do corrente, para de
novo corrrem as rodas. Os
billietes, que linho icado
irmandade acho-se ven-
da as nicas lojas dos snrs.
Porlunato, Praga da Uniao,
e Moreira Marques, aopda
matriz.
s= Urna pessoa que lem bastante pratica de
agricultura por ter sido sempro no que tcm
lidado se olerece para administrar, algum en-
senho fa/enda ou sitio ; assim como se
dispu a cobrar dividas fura da praca : quem
pretender, annuncic para ser procurado.
= Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra estreita do llozario D. 21 a tratar no se-
gundo andar do mesmo.
Ollrecem-so duas canoas de arda diaria-
mente aos senhores donos de obras ou quem
precisar para entulbo por preco comtnodo :
na ra estieita do llozario n. 10 terceiro un -
dar, ou na botica do Sur. Paranbos em dita
ra.
Aluga-se urna casa terrea na ribeira da Soa-
vista n. l!i; quem a pretender., dirlja-se a ra
dp Rosario da Z/oa-vista n. 2.
~ Preclsa-se de una ama de hite forra, on ca-
tiva ; quem estiver nestas eircuinstancias, an-
iiuncie oudirija-sedefronte do#|uar*el d>*po*
lua ll. I.'t.
l ni moco solteiro sem familia alguna se
offerece para caixeiro de ra c (la fiador a
sua conduta ; quem o pretender, annuncic pa-
ra ser procurado.
: Precisase arrendar uin engenho, sendo da '
parte do norte, melle.i. .que lenlt.t embargue :
perlo ; que.....liver aniiuin ii ou dirija-se a rita
d* tgoas-verdes n. 42.
t) sr. que aununciou a venda de urna casa na
ra das Trini licitas n. 2o ; dirija-se a rila do \ i-
gatio u, M, para trauu do ajuste.
~ Afiiga-sc o primeiro andar lo sobrado n. '.r,
lia ra lio Oueiiiiado; a (ratar na luja do mesmo.
-- l>iseja-se fallar ao Sr. Joo (Javalcantl de
VIbuquerijue, a negocio de sen inlcress(e;na ra
do Livrameuto n. 10.
Prccisa-se de un rapaz Brasileiro, ou Por-
tugus, que entend i de farmacia, para ir servir
r........a botica distante desta praya (i*1 leguas
a pessoa. a (pueill roiivier dirija-se a i lia do
Crespo foja u. 2 que achara com quem tratar.
Hoje S do correte, na porta do Dr. juiz da
eivel lo-, Nicolao lligueira Costa se lia de arre-
matar em prai a de venda trienal, un sobrado di'
2 andares e sotiio na i ni do Rosario estreita do
b.lirrii de S. Vlltoniu os. 2 i i' pelo proco an-
nual de 3001 reis.
o secretario da Irmandade de S. Jos" d'V-
gonia erecta no Hospicio de \ S. da Penha ,
convida a indos o- i maos d i mesma, para com-
parecerem na respectiva groja, lio dia Mido
corrente polas !l botas da manira a lim de se
proceder elcicao da meza regedra do auno ln-
iuro. Outro sim faz sciente aos uiesnios irmoa
e elevlos i|iie a meza lem deliberado nao fes-
tejar o S. Patriarcba em u presente anuo, por
se adiar possiiida de grande dosgosfo por cau-
sa lo injusto csbullio que livonio docousisto-
i o da iriiiandade leiio pelos religiosos Capuclii-
lllllls.
-- I ni i millher paula de boa conduela se
oll'erece para ama de casa do poma familia :
quem do sim prestimo se quizer utilisar diri-
ja-se a iravessa do Kalcao ii. .
Rcconiincnda-se ao snr. padre Roma no .
OU Ibragido daiptelle pai/., chamado l.ui/. Ros-
si, ipil ii.io i iiiiiiinie a andar caloteando ato-
dos, como fez COlll a qnan I i.i de 10/000 rs. que
anulosamenteapauhou a uin ollicial de polica.
alliaui ando vender urna cruz d'01110 coui Sanio
l.enlio que ja linli.i eiiipenbado por 1-14000 rs.
Sirva ao menos este proceder de licTiu ao actual
protector.
Na Rua-direita, primeiro anda do sobrado
ii. 3. defronte do boceo de s. Pedro, receboin-ae
esclavos c esclavas do i oiiiiniss.io para se
voudoroiu nao so reeebciido de cujo traballio
mais doque 2 por cont <\.i quantia, por que fo-
rem vendidos obrigaudo-so o encarregado i
(iiiindonas e luda a seguraiica que l'or precisa
aos preteiulontes.
\ pessoa. que ti ver para vender a vida de
I). .loao de Castro geometra pratica por Sl-
y.io, ai'illinicliea por Lacroix ; ealliecisimi .
por Moulplier, sendo ludo em boill uso; an
lllllicie para ser procurado.
Quem liver para vender unta junta de bois,
senda boas parodias, novos, e mansos; an-
nuncic para ser procurado.
Na fabrica da ra di Florentina n. lti prc-
cisa-se de mu boiiiem porliigiiez, trabathador ,
a quem se pagara inciis.ilmi'nte conforme o
ajuste daudo-se-lhe casa para morar, e sus-
tento : na mesma pata contratar ate as 9 do dia,
o das .'1 da larde em ilianle.
Vluga-se o armazem u. (2 na rita da Praia,
propi'io para carne secca : a tratar na mesma
ra ii. 37 assim como tambem Se vende o pri-
meiro volunie do Museopiloresiii.
Aluga-se una casa terrea sila no Atierro
dos \llogados, coiii quintal cacimba COti-
nlia lora, alci'iva c nina caniarinlia na sala de
detrs; quera a pretender, dirija-se ra da
Uirora a tallar com Vngelo tranclSCO Car-
iiciro.
Jos Xavier Aniiines Crrela, c fgnacia
francisca VVanderlel. tendo constituido por seo
bstanle procurador ao snr. Luiz Francisco Cor-
reia Gomes d'AJmelda morador nesta eidade
doRecife, para procurar, arrecadar, o agen-
ciar todos os negocios de suas casas ciu virtu-
cle de ditas proeuracoes bstanles que llie en-
Ircgar.io, as quacs ellos aniiiiiieiautes bao por
eass.idas e revocadas pata nao tercni mais uso,
e algum vigor, iicni validade : rogao a Vs. ins.
snrs Redactores lacao publicar o presente an-
UUIlCO para iuielligcncia do procurador extrac-
to, r silencia dit publico, a lint de iiiugiiciu i'a-
zer mais negocio algum com o mencionado c\-
tincto procurador, em quanto o nao fazeui pe-
los lucios jiidiciaes a lim de que lique de todo
iiiulilisada ditas proeuracoes; pois que nesta
oee.isiin li:ni eoiisl i i nido eu b.'l siaiii |"i m (ii.i-
dor ao snr. A niobio f/rasiliiio de llollanda Ca-
valeanli de Ubuqucrque.
FABRICA DE RAPE' VIOITE.
Este superior rap, fabricado moda de
Franca, garantido pelo fabricante, como c\-
pressaiuente se acba declarado nos botes. Os
depsitos sao Atierro da /ma-vista n. 3b' ra
do Om iuiado it. I ; Una imperial n. 209 o ra
da Cadeia do Recife n. 31.
o sur. Joaquim Ignacio deCarvalho Mcn-
doiiia. queira virao Atierro da //oa-vista laja
di ourives u. .">7, pava concluir o negocio que
o meSlllO snr. sabe ali.is declare por osla l'ollta
sua minada para ser procurado.
Perdeo-se uma leitra da quantia de 318/000
reis saciada por Miguel \nionio Mninlios e
acceita por Nicolao Rodrigues da 'unlia as
costas da mcsiiia para se pagar a /Vento Antonio
Doiningues, ou a sua ordem ; e assim adverte-
s' ao publico para que pessoa algunia laca
negocio com a dila ledra, pois o acccilaute j se
ada prevenido do conteudo cima dilo para
a nao pagar senao a Vento Antonio Domin-
guos.
Roga-so ao sur. Sebasliao Jos da Silva &
farros que tenba a bondade de mandar reee-
ber nina sua arla na ra da Gula, segundo
andar, n. 31.
A iiiulber de idade branca ou de cor ,
ou puta de idade, para cozinbar c na ra
do Pilar em lera de portas ii. 122.
Frccisa-sc de urna ama nra casa de pe-
quea lainilia que saiba lavar, cozinbar e
engommar, sendo de boa conducta : na ra da
Cadeia de Santo Antonio n. 19 deposito de
larinba.
= Kecolhem-se volumes por preco comtno-
do no armazem da ra de Apollo n. 20 o
com preferencia qualquer carregamento de fa-
rinba de trigo com tanto que a estada da
mercadoria nao exceda a 13 de Agosto do tor-
rente aoofe >


4
p-*rrvivni*r33i1.rJi^*fr.-fc:*'xa'-i
-- ***i*l'^LZ
LOTEMX
DAS
temovias Histricas.
pkemio chande 8:0005000 US.
As rodas desla lotera a-
il .o impretirivelmente no da
12 de margo correle, e os bi-
I be tes acho-se a venda as
m smas lojas, em vendidos os da lotera do
theaCro.
Aluga-se o lerceiro andar da casa da
ra do (Jueimado n. 8; a tratar na toja do
ni es m o.
Fernando Francisco Tucker faz sciente ao
respeitavel publico, que pretende retirar-se pa-
ra Portugal, a (ni de tratar deseas negocios.
reverendo padre Francisco (ongalvcs
Fcrreira retira-so para Portugal.
Hobert Benv Coates subdito Inglez, re-
tira-so para Inglaterra.
Aluga-se urna prela ainda sendo j idjsa,
ou preto para o servigo exterior da casa de um
hornero solleiro ; na ra da Trempen .,13 ou
no Recite ra do Encantamento, armazem de
inulliados n. 11.
Um moco Purtuguez com boa escripta ,
e com as necessarias responsabilidades ao seu
proceder, se eflorece para escriptorfo, caixei-
ro de ra ou outro qualquer emprego; quem
precisar annuncie.
Aluga-se a loja do sobrado novo na ra
doAragSon. i>, e tambem a coxeira do mos-
iiio quoflea para o beco do Tambi com
bastante fundo para recolher bastantes carros ;
ji tratar ua ra do Trapiche-novo n. It, se-
gundo andar, com Frederico Robillard.
Precisa-sede urna pessoa que tenha ca-
pacidade e desembarazo sabendo ler. escre-
ver e contar para caixeiro do padaria e
tomar conta da mesma por balango na quali-
dade de caixeiro do sala, abonando sua capa-
cidade, e conducta ; na travessa da Madre de
Dos n. 11 de inanhfia ate as A quem Mr ollerecido um negro de meia
lingua, com sobrecuzaca de riscado, os denles
da frente muito abertos, pode aprehendel-o,
ederigir-se aos Coelhos a tallar com Antonio
Carneiro da Cunha. que gratificar.
usr. Paulino da Silva Mindelo, morador
no sitio daTacaruna, ar o favor de vir a loja
de alaiate no Alterro-da-Boa-vista na esquina
do beco, poisse lite deteja fallar, ou enlao na
lalta se publicar o que se pertende.
Quem quizer trocar um molequn sendo
sem vicios, e com ollicio e bem reforcado, por
um preto ainda mogo, e um dos melhores
carniceiros desta praca que nunca faltou traba-
Iho, annuncie por esta folha que ser procurado.
ss Precisa-se fallar com o sr. alteres Antonio
de Albuquerquer Maranliao do corpo de poli-
ca : na ra estrella do Rozarlo n. 21, scundo
andar.
Aluga-se urna excellcntc casa lerrea na
Hua-nova que vai para a Trompe com pti-
mos commodospara urna numerosa familia;
quem a pretender dirija-se ao pateo da S.
Cruza tratar com Joao Sebastiao Peretti.
liecolhem-se volumes por prego commodo
no armazem da ra de Apollo n. 20, e com pre-
ferencia qualquer carregamento de barricas de
farinha com tanto que a estada da mercado-
ria nao exceda 13 de agosto do corrente anuo.
Precisa-se alugar urna escrava para o
servico de urna casa de pouca familia, que sai-
ba comprar cozinhar, e ensaboar, dando-se
o sustento e paga-se conforme o ajusto : na
Solidado indo pela Trempe, lado esquerdo, ca-
sa n. 42.
l'inengcnheiro franco/. que tem conhe-
clmentos dos engenhos de vapor de todas as
qualldades, engenhos de agua e tambero se
offerece | ara fa^er e construir aos snrs. de enge-
nhos caldoiras do vapor de nova invencao,
para gastar muito pouca lenha, faser muito va-
por, e tainbem novo systema para faser assu-
car; quem pretender, dirija-se ao Attorro-da-
JJoa-visla n. C primeiro andar.
Precisas.: de urna escrava para todo o
servico de urna casa ; quem a quizer alugar ,
dirija-se ao Atterro-da-Iioa-vista n. 8.
Permuta-se urna casa terrea sita na ra
do Cotovello n. 28 com duas salas 3 quartos,
costnha fra grande quintal murado duas
cacimbas, ochaos proprios por outra casa
mais pequea com chaos proprios, nobairro
do S. Antonio d-so a differenca do valor; a
tratar na ra das Cruzes n. 39 por cima do
barbeiro.
L'm rapa/ Brasileiro que escreve bem ,
e leudo bastante pratica de escrever processos ,
sentencas, u OOtTOS quaesquer papis judiciaes,
so o lio roce a qualquer snr. advogado ou es-
crivo para actividade, e por proco mais commodo, que
outro qualquer e escrever mesoio om sua
casa quem o pretender annuncie,
a Alugo-seodous andarese sotandoso-
brado a ra de Apollo n. 1; a tratar na venda
por baixodo iiiesino sobrado; na mesma venda,
\endern-so duas redes feftas rio Maianhao,
que servon) para lipoia,
Para o servico de urna casa estrangeira do
pouca familia deseja-sc alugar urna prela es-
crava quo saiba cosinhar, e lavar; assim co-
mo urna pardinha forra do 10 a 12 anuos, para
botar sentido a urna menina ; na ra da Cruz
n. 7, primeiro andar, das 4 horas em diante.
Ofl'ereeem-se duas canoas de arca dia-
menle aos snrs. donos de obras ou quem pre-
cisar para cntulho, por preco commodo; na
ruaestreita do Ho/ario n. 10 terceiro andar,
ou na botica do Prannos, na mosrna ra.
A fabrica do chapeos da ra da Conceicao
da Boa-vista precisa de dous meninos para
se onsinar o officio do chapeleiro o de urna
pessoa, que imi tonda do mesrno ollicio; quem
esliver nestas circumstancias, dirija-se a mos-
rna labrica.
Urna pessoa que tem bastante pratica
do agricultura por tor sio sempre no que
lem Hilado se offerece para administrador de
algum engenho fasenda ou sitio ; assim co-
mo se dispoe a cobrar dividas fra da praca ;
|ucm o pretender annuncie.
Na ra do Hondego casa n. 85 ha urna
escola de priinoiras lottras para meninas on-
de com o niaior esmero e perfeico cnsina-se
grammatica portuguesa, faser flores bordar
do linda ouro, froco o matizes e marcar
por diferentes modos; os pais do familias,
que anhelao o adiantamento de sua filhas, p-
(lem dirigir-so a casa cima mencionada.
Precisa-so de um foitor para um sitio na
Parahiba-do-norte ; no armasern do Jo3o Car-
rollcVFlho, na Praca-do-commercio.
Mara Joaquina de S. Thom profosso-
ra substitua das cadeiras de priinoiras lettras,
avisa aos pais do familia que abri a sua au-
B oensina a ler, escrever contar arithme-
ica e a coser ; as pessoas quo se quizerem
utilisar de seu prestimo dirijo-sea Rna-di-
roita n. 64, primeiro andar.
Urna pessoa particular so o florece para dar
almoco. jantar o coia para fra com muito
vidros bem lapidados e de muitosgosfos.galhe. Costa que Wmma ;nJ '"a ben,
teiras inglczas para azeito e vinagro, ditas do sabao na ilua-D.re.ta n. J.
hamburguesas, barricas com calungas o ou- | = Vende-se urna casa nova em chaos pro.
trasmuitas cousas por proco commodo; na prios, na ra dos i raseros do bairro da fJoa-
rua do Livramonto n. 6. vista ao entrar para o Coeibo n. 16 ; a tra.
Vendo-se um terreno na ra do Sebo, com ; tar na ra de Hortas n. 48, segundo andar.
62 palmos do fronte c 150 do fundo ; a tratar i Vende-se Jacaranda superior chegado do
com Jos Antonio Baslos, na ra da Cadcia do j{jo Je jan0ro f pCJras de marmorc redondo
Hecife. I para mezas do moio de sala, de muito boni n
_ No armasom de Fernando Jos Braguezao commodas cadeiras amorS"
D do arco da Conceicao do Reciro vende-so lu r- manca-
farinha a 2000 res sacca com sevada ulli- com assento do palb.nlia camas de vento
mmente chegada, por prego commodo sal-com armacao marquezas sofas mezas de
ca-parrilha muito barata feijo mulatinho e jantar camas de vento mu bem foitas a 4500,
barris com vinagro muito forte. j ditas depinho a 3500, assim como oulros niui-
Vende-se superior arroz b-anco, e verme- [tos trastos ; pinbo da Suecia com 3 pollcadas
Iho, por preco commodo ; na ra da Praia de grossura dito serrado dito americano de
acolo 6 exaelidao ; quem precisar, dirija-so a
Praca-da-lndependencia loja de meudesas n.
23, que se dir quem a isto sepropo.
Aluga-se melado de urna casa a urna pes-
sja capa/ ; quem pretender, annuncie.
Precisa-so alugar um moloquo sapatoiro;
na ra d; Hurtas n, 8.
Compras
= Comprao-so elToctivamente para fra da
provincia mulatas, negras, e moloques do 12
a 20 annos, pago se bem ; na Hua-nova ,
loja de ferragens n. 10.
= Compra-se efectivamente nesta Typogra-
pha toda a qualidado de pannos cortados ou
velbos de linlio o algodao toda a especio
do fibra lindeza algodao, de refugo om ra-
ma papel e papelo voltio.
Compra-seuma corrento de ferro de 26 a
30 bracas para barcada ; na Hua-nova ar-
mazem de louca n. 42.
Compra-se um methodo para flautu, por
Dedivienne; na ra do Queimado n. 30, ou
annuncie.
Compra-so urna corrente de ouro sem
feitio um diccionario Magnum Legicon urna
fbula de Phodro em meio uso ; quem tiver ,
annuncie.
Compra-se, e paga-se bem um escravo
bom offloial do tanooiro ; na ra da Cruz bo-
tica dos snrs. Saisset & Companhia n. 22.
Compra-so um refe para infer ;r de guar-
nacional ; em o deposito d'agua na ra da
Cadea, junto ao theatro, so dir quem pre-
tende.
Compra-so una escrava moca sadin, 9sem
vicios que saiba cozinhar coser e engom-
mar quem tiver annuncio, quo so pagar
bem.
Vendas
: / VENDE-SE a linda fasenda RAINUA
DA INDIA nunca vista ern Pornimbuco o
mais rico possivcl ; tendo de largura mais de
urna vara sendo de padrfies escuros o tam-
bern ulguns claros, com lislras de seda ; esta
fasenda torna-se muito cornmoda em conse-
quoncia da sua qualidado nSu permittir, que
se lave, porque sao pad roes escuros, u p ir
isso est sempre promplo o vestido ern qual-
quer occasiao o mesrno porque segundo a
largura nao precisa mais, do que soiscovad a.
liara um vestido, sendo o prego muito diminu-
to que por isso tem tambem animado mais aos
compradores tanto assim, que est sendo ago-
ta a linda Cascuda 1 anillada India do ultimo gos-
to das fasendas para vestido tendo a moda pe-
gado pelas illuslr.es e principaes familias; na
ra do Obliga lojas novas de fasendas fran-
cezas e inglesas, do Poroira $Guedes ns. 4 o 6.
Vende-so urna preta moca sem vicios,
lava dj sabao o varrella, cozinha cose, e en-
gomma ou Iroca-se por um preto ^sem vicios;
na ra da Cadcia do Hecife n. 30.
Vendern-oapparelhos de meza, azues,
edeoutras mais cores, o gostos ditos para
cha do porcelana dourada e pintados ditos
azues c de outras cores porta-licores em ca-
xas mangas do vidro lapidadas e lisas inglo-
zas campotenas do cristal para doce, garrafas
para vinbo copos para agua, calirespara vi-
iilio champando e ceneja todos estos de
venda defronlodo armasern de taboas.
Vendemse queijos londrinos presuntos
para Hambre batatas inglozas conservas ,
mostarda oculos de ver ao longo tudo che-
gado ltimamente, por prego commodo; e um
preto de 28 annos, bom trabalhador; no ar-
mazem de Joao Carroll $ Filho na Praca-do-
commercio.
Vendem-se 13 pranches do madeira regu-
lar sendo 8 de amarello e 5 do huiro ; na
Hua-direita venda n. 72.
Vende-se damasco com dous covados e
meio de largura fazenda a mais rica, quo tem
vindu a esto mercado e superior para quem
quizer fazer colchas ecobertas para camas, por
ser o seu diminuto preco 2700 cada covado; na
ra do Crespo loja n. 12, do Jos Joaquirn da
Silva Maya.
Vendem-se 4 pretas mogas com boas fi-
guras coscm engomm5o e cosinhao; duas
ditas boas quitandeiras ; 4 pretos para todo o
servico de campo porestarom a isto acostu-
mados; e um pardo do 20 an nos, bom pagom;
na ra Larga do Ho/ario sobrado n. 48.
Vendem-so ricas comrnendas das urdens
de Christo, llosa e Cruzeiro assim como
hbitos das mesmas ordens, por prego commo-
do ; na ra da Senzalla-vellia n. 138.
Vende-se um preto crioulo ofllcial de sa-
pa teiro de 22 annos por prego commodo ;
na travessa das Cruzes n. 8.
Vende-so urna cabra (bicho) com urna cria
muita manga ; na Itua-velha n. 29.
Vende-so urna caixa de prata para rap,
um alfinetc de peito, de ouro, um annelao ,
tudo obras novas e por prego commodo ; na
Hua-nova n. 55 ; na mesma casa deseja-se fal-
lar ao snr. Joao Manoel Pinto Chaves, a nego-
cio de seu interesse.
Vendem-se barricas com cerveja branca ,
de superior qualidado, por prego commodo;
em casa de Lathain 6 Hibbert, ra do Trapi-
che 11. 32.
Vende-se urna negra croula de 19 annos.
bonita figura sem vicios, ecosinha; na ra
dos Pires n. 66.
Vende-so urna cama nova de angico por
prego commodo ; na Praga-da-independencia ,
loja n. 3.
Vonde-se em casa de Augusto Corbett, na
ruada Cadea do Recfe n. 46, um oxcollente
sortimento d6 vinho do Porto, Chrey Ma-
deira #c., talvez das melhores qualidades ,
que teem vindo igualmente tapioca superior ,
om barris e urna porgao do charutos da bem
conhecida fabrica Cachoeira.
Vendem-so 4 escravos ptimos, de bo-
nitas figuras para todo o servigo, os quaes
se vendom por seren tomados em um paga-
gament de urna divida ; na loja da esquina do
do S. Antonio quo vira para a cadoia.
Vende-so urna moleca de 14 annos, de
bonita figura ; o um molequo do 13 annos; um
dito de 9 annos ; na ra da Cruz n. 49.
Ycnde-se superior arras branco, e ver-
inelho da trra, por prego commodo; na ra
da Praia venda n. 46.
Vendem-se cortes de chita com 13 cova-
dos cada um o mais superior possivel nao
s na qualidade dos pannos como na delicado-
sa dos padroes a 4000 rs. o corte ditos oscu-
ros a 3000 rs. chitas fiancezasfinas a 200 rs.
o covado. ditas escuras e encarnadas a 180 rs.,
meias do seda preta de peso para homem a 1000
rs. o par, lengos do seda superior a 800 rs.
cada um ditos de la para pescogo de senhora
a 640 rs. bicos pretos a 180 e 240 rs. a vara ,
cassas de quadrinhos e I istias decores a 180 rs.
o covado cambraias bordadas com palmas de
cilres a 560 rs. a vara e a pega a 4000 rs. com
8 varase meia c outras mullas fasendas por
prego1 commodo ; na ra do Cabug loja de
Antonio Rodrigues da Cruz.
Vende-so urna venda com poucos fundos,
na ra do Nogueira n. 18 ; a tratar na mesma
Vende-se urna morada de casa terrea em
Olinda com um grande quintal baixa para
plantar capim o um grande pogo ; a tratar
na ra do Dique n. 9 segundo andar.
Vendo-se cerveja de superior qualidade ,
em caixas de duas duzias ; agua mineral; cha-
rutos regala superiores ; e duas mil garrafas
vasias ; ern casa de Fernando dcLucca na ra
da Cadea do Recite h. 16.
Vende-so boa cera do carnauba pelo ba-
rato prego do 10,000 rs. a arroba; na ra do
Collcgo n. 8. v.
- Vcnde-sc um piano inglez, em meio uso,
por 80,000 rs. ; na esquina da ra dos Quar-
tois e beco da Polo.
Vendo se um molequo de nago ptimo
para todo o servigo ; um escravo de nago ,
com principios de cozinha ; una escrava da
dillerenles larguras e comprmentos ; assim
corno travs de pinho o barrotes ; na ra de
Florentina em casa de J. Beranger.
Vende-se para fra da provincia um
escravo de vinte e cinco annos, bom co/inlio.
ro e com outras habilidades. muito fiel e di-
ligente para lodo o servigo de una casa 0
motivo por quo so vendo, se dir ao comprador
afliangando o mesrno dito escravo nao ficar
nao ficar na provincia ; quem o pretender an-
nuncie.
No da 4 i.'e margo do corronto auno fugio
urna negra do naCo Ambaca do 20 annos,
alta bem pareca" levou vostido de lanzi-
nha pintado de enea rnado e preto ou um de
riscadinho escuro ; qi""" a pegar, leve a casa
amarolla em frente da n'atriz da Boa-vista, no
primeiro andar, quesera recompensado.
No da primeiro de k'vereiro do corrente
armo fugo o preto Joaquirn de nago Songo ,
do 40 annos, corpo regula*' cr fula pes
enchados j pinta e canooro J levou ca-
gase camisa de algodao ; quem o P'gar, leve
a ra da Cadea do Hecife, loja db fazendas n.
57 que ser recompensado.
No da 5 do corrento fugo urna ,'iarda de
nome Maria d'O' baixa grossa eia a tem
no cachago a marca de um caustico ; K'vou
vestido do chita azul j dosbotado tpalos
chales de la cr de canga ; quem a pegar,,
leve a ra do Collegio n. 9 que ser recom-
pensado.
Ao coronel Francisco Jos Marlins ugio
na madrugada de S do corrente o seu escravo,
do nomo i>imao crioulo do boa prosenca,
do 20 annos e est maltratado do assento, de
prximo castigo que recebeo ; levou camisa
de algodao/inbo, o calcas de canga azul, am-
bas ralbas e muito sujas do fabrico do sabao ;
existe segundo consta, vagando pelas ruus des-
la cidade ; roga-se pois as rondas policiaes, e
capitaes de campo a sua captura c que seja
conduzido aRua-irnpcrial n. 116, pagando-se
o trabadlo do agarrador.
No din primeiro do corrente pelas 7 llo-
ras c meia da noute pouco mais ou mimos
desappareceo da casa do abaixo assignado urna
Africana de norrio Clara, do gento (.'alabar,
de quem o annunciante depositario por or-
dern do respectivo juiz : a dita Africana, levou
vestido de chita, panno da Costa, um dos sig-
naes maisvisiveis algumas cicatrices na testa ,
feilas na Ierra della ; o abaixo assiguado faz
publico pelo presente e roga as aulhuridadv
policiaes, o pessoas particulares, que da dita
Africana soubercm ou della tiverem noticias,
que a fagao prender 1 leval-a a ra do Han-
gol n. 5 pelo quo o abaixo assignado, Ihe se-
r agradecido, e gratificara com o que for jus-
to as pessoas que por tal appreheuco queirao
receber.
J0S0 Gomes Martim.
= Fugio no dia 3 do corrente o rscravo Sa-
bino de 14 a 16 annos 6 cabra acabocoia-
do ; levou camisa de chita e calcas .io listado
azul; tem algumas marcas do logo as nade-
gas ecostuma dizer que forro ; este ca-
brinlia veio a sois mozos pouco n/ais ou me-
nos da cidade do Arucaly provincia do Cear,
nao levou chapeo ; quem o pegar, levo ao lo-
ceiro andar da casa amarolla defronte da matriz
da Boa-visla. que ser gratificado generosa-
mente
= Nodia.15 de overeiro desto anno fugio
um escravo crioulo donme Vicente, de 25
a 30 annos bem preto, barbado, baixo, cheio
do corpo pernas um tanto finas, ollios gran-
des ca oca redonda cara taiga lem o ar
em um braco, do que tem urna mo esquecida,
andar cangueiro levou um chapeo voltio de
couro e um surro de couro de ovelha ca-
misa o eeroulai de algodao liaPta verde j ve-
llia e um cadojlo vcrmellio ; quem o pegar,
leve a villa Federal de cabeceiras da commarca
do Rrejo-da-areia provneada Paraliiba-do-
nortc que fiel o promplamentc ser recom-
pensado o salisfeito de toda e qualquer des-
pe/a relativa por Thomaz da Costa liamos Pi-
mentciri.
Hkcipb N4 Typ. Pl M I" l) Faku. 18'ti.


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